AGROSBAN trata-se de um inseticida e acaricida a ser utilizado em pulverização foliar nas culturas de: algodão, batata, café, cevada, citros, feijão, maçã, milho, pastagens, soja, sorgo, tomate (uso industrial) e trigo.
Recomendamos Agrosban para o controle das Pragas nas seguintes situações:
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS | DOSES | Nº de aplicações | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | P.C. (L/ha) | ||||
Algodão | Curuquerê (Alabama argillacea) | 0,5 | Fazer no máximo 3 aplicações. | Para plantas sem maçã aberta (110 dias da emergência) aplicar quando houver 1 lagarta/planta. Para plantas no início de abertura das maçãs, aplicar quando encontrar 2 lagartas/plantas e/ou desfolhamento de até 10% no terço superior das plantas. Intervalo de aplicação de 1 a 2 semanas. | 40 – 300 L/ha (Aplicação terrestre) 10 – 50 L/ha (Aplicação aérea) |
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 1,5 – 2,0 (*) | Aplicar quando houver 10 lagartas/ 100 plantas ou 10% de infestação de lagartas pequenas (menor que 1 cm). Intervalo de aplicação de 1 a 2 semanas. | |||
Lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella) | 1,5 – 2,0 (*) | Aplicar quando houver 10% de flores com lagartas (50 a 70 dias da emergência), examinar 2 flores por planta em 10 plantas ou 5% de maçãs pequenas atacadas (após 70 dias emergência), examinar 2 maçãs do ponteira/ plantas em 10 plantas. Em amostragem com o uso de armadilhas, com feromônio sexual, quando constatar 15 machos/dia. Intervalo de aplicação de 1 a 2 semanas. | |||
Broca-do-algodoeiro (Euthinobothrus brasiliensis) | 0,8 – 1,5 (*) | Fazer no máximo 3 aplicações. | Aplicar 20 dias após a germinação. Intervalo de aplicação de 1 semana. | 100 – 300 L/ha (Aplicação terrestre) | |
Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 1,5 | Fazer no máximo 3 aplicações. | Aplicar quando houver 40% das plantas com sinais de ataque. Intervalo de aplicação de 7 a 14 dias. | ||
Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii) | 0,3 – 0,5 (*) | Fazer no máximo 3 aplicações. | Aplicar quando houver 10% das plantas atacadas, não permitindo que desenvolvam colônia. Para variedades susceptíveis a viroses não é tolerado a presença de pulgões. Intervalo de aplicação de 1 a 2 semanas. | 220 L/ha (Aplicação terrestre) | |
Lagarta-do-algodão (Helicoverpa armigera) | 1,75 – 2,0 (*) | Fazer no máximo 1 aplicação. | Quando forem constatadas 1 a 2 lagartas L1-L2/m2. | 40 – 300 L/ha (Aplicação terrestre) 10 – 50 L/ha (Aplicação aérea) | |
Batata | Larva-alfinete (Diabrotica speciosa) | 1,0 | Fazer no máximo 2 aplicações. | Assim que observar os primeiros sintomas de infestação. Para maior eficiência, a aplicação deverá ser realizada sobre os tubérculos no sulco de plantio e antes do fechamento do sulco. Intervalo de aplicação será em função da reinfestação. | 800 - 1000 L/ha (Aplicação terrestre) |
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS | DOSES | Nº de aplicações | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | P.C. (L/ha) | ||||
Lagarta-rosca (Agrotis ípsilon) | 1,5 | Fazer no máximo 3 aplicações. | Realizar monitoramento no plantio, observando se a praga já estava presente na cultura anterior. Realizar a aplicação quando aparecerem às primeiras plântulas cortadas junto ao solo. Intervalo de aplicação de 7 dias. | 300 L/ha (Aplicação terrestre) | |
Café | Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) | 1,0 – 1,5 (*) | Fazer no máximo 2 aplicações. | Em locais onde o ataque da praga for no período seco do ano, a aplicação do produto deve ser iniciada quando na amostragem (100 folhas) for encontrado 40 folhas com lagartas viva. Já quando a ocorrência da praga se der no período chuvoso, a pulverização deverá ser realizada quando for observado 20% das folhas minadas. A aplicação pode ser iniciada quando da presença do adulto na lavoura. Se necessário, reaplicar o produto num intervalo de 20-45 dias. | 400 – 1300 L/ha (Aplicação terrestre) 10 – 50 L/ha (Aplicação aérea) |
Broca-do-café (Hypothenemus hampei) | 1,0 - 1,5 (*) | Aplicar quando o grau de infestação for maior ou igual a 5% nos grãos provenientes da primeira florada. Intervalo de aplicação 20 a 30 dias. | 400 – 1300 L/ha (Aplicação terrestre) | ||
Cochonilha-da-roseta (Planococcus minor) | 1,0 – 1,5 (*) | Aplicação em pulverização foliar em alto volume, quando se observar o início da infestação. Intervalo de aplicação de 22 dias. | |||
Cevada | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 0,4 – 0,7 (*) | Fazer no máximo 2 aplicações. | Quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Intervalo de aplicação será em função da reinfestação. | 100 – 300 L/ha (Aplicação aérea e terrestre) |
Pulgão-da-folha (Metopolophium dirhodum) | 0,4 | ||||
Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae) | 0,4 | ||||
Citros | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 ml/100 L | Fazer no máximo 3 aplicações. | Realizar monitoramento com auxílio de armadilhas e iniciar a aplicação quando encontrar 1 mosca por armadilha. Reaplicar assim que os frutos começarem a amadurecer, principalmente na fase de mudança de cor. Intervalo de aplicação será em função da reinfestação. Intervalo de 35 dias. | 400 – 1000 L/ha (Aplicação terrestre) 10 - 50 L/ha (aplicação aérea) |
Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulatus) | 100-150 ml/100 L de calda | Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário. Aplicar até o ponto de escorrimento. Intervalo de aplicação 15 dias. | 100 – 2000 L/ha (Aplicação terrestre) 100 – 300 L/ha (aplicação aérea) | ||
Cocholinha-parlatoria (Parlatoria cinerea) | 100-150 ml/100 L de calda | Aplicar no início da infestação, com a calda dirigida ao tronco e ramos primários. Reaplicar se necessário. | 100 – 300 L/ha (Aplicação aérea e terrestre) | ||
Cochonilha-ortezia (Orthezia praelonga) | 100-150 ml/100 L de calda | Fazer no máximo 2 aplicações. | Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário. Adicionar óleo mineral na calda na proporção de 0,25% (250 ml/100 L). | 100 - 300 L/ha (Aplicação terrestre) 10 – 50 L/ha (Aplicação aérea) | |
Psilídeo (Diaphorina citri) | 100-150 ml/100 L de calda | Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário. |
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS | DOSES | Nº de aplicações | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | P.C. (L/ha) | ||||
Feijão | Tripes (Thrips tabaci) | 0,8 | Fazer no máximo 2 aplicações. | Aplicar quando aparecerem às primeiras pragas. Intervalo de aplicação de 29 dias. | 100 – 400 L/ha (Aplicação terrestre) |
Broca-das-vagens (Etiella zinckenella) | 1,25 | Na ocorrência da praga, aplicar o produto semanalmente. Reaplicar o produto se necessário. | |||
Lagarta-da-vagem (Michaelus jebus) | 1,25 | Quando aparecerem as primeiras pragas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação será em função da reinfestação. | |||
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 1,0 | Quando aparecerem as primeiras pragas. Intervalo de aplicação 29 dias. | |||
Cigarrinha-verde (Empoasca Kraemeri) | 0,8 | Aplicar o produto preventivamente em intervalos semanais durante todo o período vegetativo da cultura ou quando o nível de controle atingir 2 ninfas/folha em 100 folhas examinadas. Intervalo de aplicação 29 dias. | 40 – 400 L/ha (Aplicação terrestre) 10 – 50 L/ha (Aplicação aérea) | ||
Maçã | Lagarta-enroladeira (Bonagota cranaodes) | 100-150 mL/100L de calda | Fazer no máximo 3 aplicações por safra. | Aplicar no início da infestação ou quando atingir o nível de controle de 20 machos/armadilha/semana. Utilizar armadilhas para fazer o monitoramento da praga, na proporção de 1 a 2 por 5 ha. Intervalo de aplicação 10 dias. | 100 – 1000 L/ha (Aplicação terrestre) 100 – 300 L/ha (Aplicação aérea) |
Milho | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,4 – 0,6 (*) | Fazer no máximo 2 aplicações. | Aplicar o produto após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura, ou logo no início da raspagem das folhas pelas lagartas. Período crítico de 45 a 60 dias (nível de controle = 10%). Intervalo das aplicações de 10 dias. | 40 – 400 L/ha (Aplicação terrestre) 10 – 50 L/ha (Aplicação aérea) |
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | 1,0 | Aplicar no período após a germinação até uma altura aproximada de 35 cm, com jato dirigido a base das plantas. Intervalo de aplicação 1 a 2 semanas. | 100 – 400 L/ha (Aplicação terrestre) | ||
Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,0 | Aplicar no período após a germinação até 30 dias de idade da cultura, com jato dirigido a base das plantas. Intervalo de aplicação 1 a 2 semanas. | |||
Lagarta-dos-capinzais (Mocis latipes) | 0,6 | Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação será em função da reinfestação. | |||
Pastagens | Cigarrinha-das-pastagens (Deois flavopicta) | 1,0 | Fazer no máximo 2 aplicações. | Quando aparecerem as primeiras pragas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação será em função da reinfestação. | 40 – 300 L/ha (Aplicação terrestre) 10 – 50 L/ha (Aplicação aérea) |
Soja | Percevejo-verde (Nezara viridula) | 1,25 | Fazer no máximo 2 aplicações. | Aplicar na maturação das vagens a formação fisiológica. Lavoura de produção e grãos: Controlar quando encontrar 4 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. Lavoura de produção de sementes: Controlar quando encontrar 2 percevejos por batida de pano. Intervalo e aplicação 20 dias. | 100 – 400 L/ha (Aplicação terrestre) |
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS | DOSES | Nº de aplicações | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | P.C. (L/ha) | ||||
Soja | Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | 1,0 – 1,5 (*) | Quando forem encontradas 20% de plantas com ponteiros danificados. Intervalo de aplicação 1 a 2 semanas. | ||
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,25- 1,0 (*) | Aplicar quando forem encontradas 20 lagartas/metro linear, ou 30% de desfolha no período antes da floração ou 15% de desfolha após a floração. Intervalo de aplicação de 14 a 20 dias. | 40 – 400 L/ha (Aplicação terrestre) 10 - 50 L/ha (Aplicação aérea) | ||
Lagarta-falsa-medideira (Rachiplusia nu) | 0,7 – 1,0 (*) | Fazer no máximo 2 aplicações. | Aplicar quando forem encontradas em torno de 40 lagartas grandes (maiores que 1,5 cm) por batida de pano ou 30% de desfolha no período anterior à floração e quando forem encontradas em torno de 40 lagartas grandes ou 15% de desfolha após a floração. Intervalo de aplicação de 20 dias. | 150 – 250 L/ha (Aplicação terrestre) | |
Lagarta-rosca (Agrotis ípsilon) | 1,5 | Monitorar a lavoura desde o plantio, observando também se a praga já estava presente na cultura anterior. Pulverizar junto ao colo da planta, logo após o aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. Intervalo de aplicação de 20 dias. | 300 – 600 L/ha (Aplicação terrestre) | ||
Lagarta-falsa-medideira (Pseudoplusia includens) | 0,75- 1,0 (*) | Quando forem encontradas 20 lagartas/ metro linear de preferência nos primeiros estágios larvais. O intervalo de aplicação de 14 dias. | 40 - 300 L/ha (Aplicação terrestre) 10 – 50 (Aplicação aérea) | ||
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 1,5 | Lavoura de produção de grãos: Controlar quando encontrar 4 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. Lavoura de produção de sementes: Controlar quando encontrar 2 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. Intervalo de aplicação 20 dias. | 200 L/ha (Aplicação terrestre) | ||
Percevejo-verde-pequeno (Piezodorus guildinii) | 1,5 | Lavoura de produção de grãos: Controlar quando encontrar 4 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. Lavoura de produção de sementes: Controlar quando encontrar 2 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. Intervalo de aplicação 20 dias. | |||
Lagarta-Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 1,0 | Aplicar o produto quando aparecerem as primeiras lagartas L1-L2, ou for constatado mais de 25% de desfoliação em presença de lagartas, em qualquer fase da cultura. Não recomendado o uso para lagartas grandes (maiores que 2 cm). Intervalo de aplicação 7 dias. | 40-300 L/ha (Aplicação terrestre) 10-50 L/ha (Aplicação aérea) |
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS | DOSES | Nº de aplicações | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | P.C. (L/ha) | ||||
Sorgo | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,5 - 0,75 (*) | Fazer no máximo 2 aplicações . | Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura. 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação será em função da reinfestação. | 100 - 300 L/ha (Aplicação aérea e terrestre) |
Mosca-do-sorgo (Contarinia sorghicola) | 0,62 | Aplicar quando 80% do sorgal estiver florido. Se necessário, repetir após 4 dias. | |||
Tomate (Uso industrial) | Lagarta-rosca (Agrotis ípsilon) | (150mL/100L) | Fazer no máximo 4 aplicações | Monitorar a lavoura desde o plantio, observando também se a praga já estava presente na cultura anterior. Pulverizar junto ao colo da planta, logo após o aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. Intervalo de aplicação de 9 dias | 300-600 L/ha (Aplicação terrestre) |
Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | (100mL/100L) | Aplicar quando os frutos estiverem pequenos. Intervalo de aplicação de 9 dias. | 1.000 L/ha (Aplicação terrestre) | ||
Larva-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 1,0 - 1,5 | Iniciar as aplicações, quando forem observados os primeiros sintomas de infestação da praga. Fazer no máximo 4 aplicações com intervalo de 7 dias. | 800-1000 L/ha (Aplicação terrestre) | ||
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | (100mL/100L) | ||||
Pulgão-verde (Myzus persicae) | |||||
Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | |||||
Trigo | Pulgão-verde-dos-cereais (Rhopalosiphum graminum) | 0,2 – 0,3 (*) | Fazer no máximo 2 aplicações | Quando o nível de pulgões for de até 10/perfilho. Intervalo de Aplicação será em função da reinfestação. | 100 – 400 L/ha (Aplicação terrestre) |
Pulgão-da-folha (Rhopalosiphum padi) | 0,3 | Aplicar o produto quando 10% das plantas estiverem atacadas, com a presença de colônia em formação. Reaplicar o produto se necessário. | |||
Pulgão-da-folha (Metopolophium dirhodum) | 0,3 | Quando 10% das plantas apresentarem colônias em formação. Intervalo de aplicação será em função da reinfestação. | |||
Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae) | 0,4 – 0,5 (*) | Quando forem encontrados mais de 10 pulgões/espiga. Intervalo de aplicação será em função da reinfestação. | |||
Lagarta-rosca (Agrotis ípsilon) | 1,5 | Assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação. Intervalo de aplicação 1 a 2 semanas. | |||
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | 1,25 | Aplicar na fase inicial da cultura. Intervalo de aplicação 1 a 2 semanas. | |||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 0,75 | Quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Intervalo de aplicação será em função da reinfestação. | 40 – 400 L/ha (Aplicação terrestre) | ||
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 0,7 – 1,0 (*) | Quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Intervalo de aplicação será em função da reinfestação. | |||
10 – 50 L/ha (Aplicação aérea) | |||||
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia adultera) | 1,0 | Quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Intervalo de aplicação de 30 dias. | 150 – 250 L/ha. (Aplicação terrestre) |
(*) As doses variam de acordo com o nível de infestação – maior dose para infestações mais intensas.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Pectinophora gossypiella | Lagarta-rosada | Ver detalhes |
| Batata | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Café | Planococcus minor | Cochonilha | Ver detalhes |
| Cevada | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Citros | Selenaspidus articulatus | Cochonilha-pardinha | Ver detalhes |
| Feijão | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Maçã | Bonagota cranaodes | Lagarta-enroladeira-da-folha | Ver detalhes |
| Milho | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Soja | Rachiplusia nu | Lagarta-falsa-medideira, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Sorgo | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Tomate | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Trigo | Rhopalosiphum padi | pulgão-da-aveia, Pulgão-da-folha, Pulgão-da-raiz | Ver detalhes |
(Pulverização das partes aéreas das culturas conforme quadro acima)
O produto deve ser diluído em água e aplicado através de pulverizador tratorizado com barras, autopropelido ou aplicador aéreo.
Recomenda-se utilizar pulverizador tratorizado com barra de pulverização equipado com bicos do tipo cone vazio JA2 ou similares e densidade mínima de 40 gotas/cm².
Pressão: 150 a 300 lb/pol². Volume de calda: 40 a 300 L/ha.
Recomenda-se utilizar pulverizador tratorizado com barra de pulverização equipado com bicos do tipo cone cheio, ou cone vazio série X26 ou similar, espaçados em 25 cm um do outro e densidade mínima de 40 gotas/cm².
Pressão: 45 a 300 lb/pol².
Volume de calda: 300 a 1000 L/ha.
Recomenda-se aplicar através de equipamentos pulverizadores ou atomizadores tratorizados, adequados ao porte da cultura, visando obter boa cobertura de pulverização das plantas. Utilizar bicos do tipo cone vazio JA2 ou similares e densidade mínima de 40 gotas/cm². Procurar obter gotas com tamanho de 100 a 400 micra.
Pressão: 150 a 300 lb/pol².
Volume de calda: 400 L/ha a 1300 L/ha.
Recomenda-se utilizar equipamentos pulverizadores tratorizados, adequados ao porte da cultura, visando obter boa cobertura de pulverização das plantas. Utilizar bicos do tipo cone vazio JA2 ou similares e densidade mínima de 40 gotas/cm².
Pressão: 150 a 300 lb/pol². Volume de calda: 100 a 300 L/ha.
Recomenda-se utilizar um turbo atomizador, utilizando bicos do tipo leque D6-D8 sob pressão de 200 a 300 lb/pol², ou bicos do tipo cone vazio JA2 ou similares sob pressão de 150 a 300
lb/pol².
Densidade mínima de 40 gotas/cm². Volume de calda: 100 a 2000 L/ha.
Recomenda-se utilizar pulverizador tratorizado com barra de pulverização equipado com bicos do tipo cone vazio JA2, D2 25 ou similares e densidade mínima de 40 gotas/cm².
Pressão: 150 a 300 lb/pol². Volume de calda: 40 a 400 L/ha.
Recomenda-se aplicar através de equipamentos pulverizadores ou atomizadores tratorizados, adequados ao porte da cultura, visando obter boa cobertura de pulverização das plantas. Utilizar bicos do tipo cone vazio JA2 ou similares e densidade mínima de 40 gotas/cm². Procurar obter gotas com tamanho de 100 a 400 micra.
Pressão: 150 a 300 lb/pol². Volume de calda: 100 a 1000 L/ha.
Recomenda-se utilizar bicos do tipo leque séries 80.02 a 80.04 e 110.02 a 110.04 ou similares espaçados de 50 cm um do outro. Pode-se utilizar também bicos do tipo cone vazio D2 25 ou similares.
Pressão: 40 a 60 lb/pol². Volume de calda: 40 a 400 L/ha.
Obs.: Para a lagarta do cartucho em milho, recomenda-se o uso de bico tipo leque série 80.03 ou 80.04 dirigido sobre a linha de plantio ou no cartucho da planta, procurando obter gotas de pulverização com tamanho de 100 a 400 micra e densidade mínima de 40 gotas/cm².
Recomenda-se utilizar pulverizador tratorizado com barra de pulverização equipado com bicos do tipo cone vazio JA2 ou similares e densidade mínima de 40 gotas/cm².
Pressão: 150 a 300 lb/pol². Volume de calda: 40 a 300 L/ha.
Recomenda-se utilizar bicos do tipo cone vazio séries X4 e X6, D2 25 ou similares, espaçados de 25 cm um do outro. Para aplicação no colo da planta pode-se utilizar bicos do tipo cone vazio série X26 ou similar, espaçados de 25 cm um do outro.
Pressão: 50 a 100 lb/pol². Volume de calda: 40 a 600 L/ha.
Recomenda-se utilizar pulverizador tratorizado com barra de pulverização equipado com bicos do tipo cone vazio JA2 ou similares e densidade mínima de 40 gotas/cm².
Pressão: 150 a 300 lb/pol². Volume de calda: 100 a 300 L/ha.
Obs. Para a lagarta do cartucho em sorgo, recomenda-se o uso de bico leque serie 80.03 ou
80.04 sobre a linha de cultura, procurando obter gotas de pulverização com tamanho de 100 a 400 micras e densidade mínima de 40 gotas/cm².
Recomenda-se utilizar bicos do tipo cone vazio série X26 ou similar, espaçados de 25 cm um do outro.
Pressão: 50 a 100 lb/pol².
Volume de calda: 300 a 1000 L/ha.
Recomenda-se utilizar bicos do tipo cone vazio séries X4 e X6, D2 25 ou similares, espaçados de 25 cm um do outro.
Pressão: 50 a 100 lb/pol². Volume de calda: 40 a 400 L/ha.
Recomenda-se utilizar aplicação aérea nas culturas do algodão, café, cevada, citros, feijão, maçã, milho, pastagens, soja, sorgo e trigo.
Utilizar aeronave agrícola equipada com GPS e barra ou “micronair”, dotadas de bicos de jatos cônicos vazios que produzam gotas de 200 a 400 micra, densidade de 40 gotas/cm2 e altura de voo de 2 a 4 metros sobre a cultura.
Volume de calda: Para as culturas do algodão, café, feijão, milho, pastagens, soja e trigo utilizar de 10 a 50 L/ha. Para as culturas de cevada, maçã e sorgo utilizar 100 a 300 L/ha, e para a cultura do citros utilizar 10 a 300 L/ha.
- Para aplicação aérea não utilizar balizamento com bandeirinhas.
Outros equipamentos sugeridos para aplicação: Equipamentos de irrigação tipo pivot central.
O Engenheiro Agrônomo poderá alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinadas na bula.
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como:
Temperatura ambiente máxima de 30ºC.
Umidade relativa do ar mínima de 50%.
Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.
Para se obter calda homogênea, deve-se observar os seguintes procedimentos:
Agitar bem a embalagem do produto antes de vertê-lo no tanque;
Encher o reservatório do pulverizador com água limpa, até a metade;
Acrescentar o produto nos volumes indicados conforme o alvo;
Completar o volume do reservatório com água limpa.
A aplicação deve ser conduzida sempre de modo a se obter cobertura uniforme do alvo, nas horas em que a temperatura é mais amena (primeiras horas da manhã ou fim do dia).
CULTURA | DIAS |
Algodão | 21 |
Batata | 21 |
Batata | (1) |
Café | 21 |
Cevada | 14 |
Citros | 21 |
Feijão | 25 |
Maçã | 14 |
Milho | 21 |
Pastagem | 13 |
Soja | 21 |
Sorgo | 21 |
Tomate | 21 |
Trigo | 21 |
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego –
aplicação no solo.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
O CHLOROCIL é um inseticida utilizado conforme recomendações abaixo:
CULTURA: ALGODÃO | |||
PRAGAS CONTROLADAS | DOSE COMERCIAL (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Curuquerê (Alabama argiliacea) | 0,5 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Quando houver 2 lagartas/planta, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Nº Máximo de Aplicações: 3 |
Pulgão-do- algodoeiro (Aphis gossypii) | 0,3-0,5 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Quando houver 10% das plantas atacadas, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Nº Máximo de Aplicações: 3 |
Broca-do-algodoeiro (Eutinobothrus brasiliensis) | 0,8-2,0 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | 20 dias após a germinação, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 semana. Nº Máximo de Aplicações: 3 |
Ácaro-branco (Polyphagotarson emuslatus) | 1,5 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Quando houver 40% das plantas com sinais de ataque, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Nº Máximo de Aplicações: 3 |
Lagarta-da-maçã (Heliothis virescens) | 1,5-2,0 | Terrestre: 40-300 Aéreo: 10-50 | Aplicar quando forem constatadas 10 lagartas/100 plantas. Nº Máximo de Aplicações: 1 |
Lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella) | 1,5-2,0 | Terrestre: 40-300 Aéreo: 10-50 | Aplicar o produto quando existir 5% de maçãs atacadas. Nº Máximo de Aplicações: 1 |
Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 1,75-2,0 | Terrestre: 40-300 Aéreo: 10-50 | Aplicar quando forem constatadas 1 - 2 lagartas L1 - L2/m². Nº Máximo de Aplicações: 1 |
CULTURA: BATATA | |||
PRAGAS CONTROLADAS | DOSE COMERCIAL (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Larva-alfinete (Diabrotica speciosa) | 1,0 | Terrestre (Foliar): 800 | Assim que se observar os primeiros sintomas de infestação. Intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Larva-alfinete (Diabrotica speciosa) | 3,0-4,0 | Terrestre (Solo):1000 | A aplicação deverá ser realizada sobre os tubérculos no sulco de plantio e antes do fechamento do sulco. Nº Máximo de Aplicações: 1 |
Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,5 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Assim que se observar os primeiros sintomas de infestação. Intervalo de aplicação 14 dias. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
CULTURA: CAFÉ | |||
PRAGAS CONTROLADAS | DOSE COMERCIAL (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Bicho-mineiro-do- café (Leucoptera coffeella) | 1,0-1,5 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Em locais onde o ataque da praga for no período seco do ano, a aplicação do produto deve ser iniciada quando na amostragem (100 folhas) for encontrado 40 folhas com lagartas vivas. Já quando a ocorrência da praga se der no período chuvoso, a pulverização deverá ser realizada quando for observado 20% das folhas minadas. Se necessário, reaplicar o produto em um intervalo de 30-45 dias. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Broca-do-café (Hypothenemus hampei) | 1,5 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Quando o grau de infestação for maior ou igual a 5% nos grãos provenientes da primeira florada, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 20 a 30 dias. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Cochonilha-da-roseta (Planococcus minor) | 1,0-1,5 | Terrestre:1000 Aéreo: 20-40 | Realizar uma aplicação em pulverização foliar em alto volume, cerca de 1.000 litros calda/ha, quando se observar o início da infestação. Nº Máximo de Aplicações: 1 |
CULTURA: CEVADA | |||
PRAGAS CONTROLADAS | DOSE COMERCIAL (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 0,4-0,7 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Quando aparecerem os primeiros focos de infestação, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Pulgão-da-folha (Metopolophium dirhodum) | 0,4 | ||
Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae) | 0,4 | ||
CULTURA: MAÇÃ | |||
PRAGAS CONTROLADAS | DOSE COMERCIAL (mL/100L de calda) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Lagarta-enroladeira (Bonagota cranaodes) | 100-150 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Aplicar no início da infestação. Reaplicar, se necessário, com intervalo de 2 a 3 semanas. Intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 3 |
CULTURA: CITROS | |||
PRAGAS CONTROLADAS | DOSE COMERCIAL (mL/100L de calda) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 | Terrestre: 400-500 Aéreo: 20-40 | Assim que os frutos começarem a amadurecer, 2 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. Volume total sugerido: 400 - 500 L/ha. Nº Máximo de Aplicações: 3 |
Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulatus) | 100-150 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário. Aplicar até o ponto de escorrimento. Intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Cochonilha-parlatória (Parlatoria cinerea) | 100-150 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Aplicar no início da infestação, com a calda dirigida ao tronco e ramos primários. Reaplicar se necessário. Intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Cochonilha- ortezia (Orthezia praelonga) | 100-150 Adicionar óleo mineral 0,25% v/v (250 mL/100L) | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário. Adicionar óleo mineral na calda na proporção de 0,25% (250 mL/100 L). Reaplicar se necessário. Intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Psilídeo (Diaphorina citri) | 100-150 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário. Reaplicar se necessário. Intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
CULTURA: PASTAGEM | |||
PRAGAS CONTROLADAS | DOSE COMERCIAL (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Cigarrinha-das- pastagens (Deois flavopicta) | 1,0 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Quando aparecerem as primeiras pragas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação será definido em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
CULTURA: FEIJÃO | |||
PRAGAS CONTROLADAS | DOSE COMERCIAL (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Broca-da-vagem (Etiella zinckenella) | 1,25 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Na ocorrência da praga, aplicar o produto semanalmente. Reaplicar o produto se necessário. Intervalo de aplicação será definido em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | 0,8 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Aplicar o produto preventivamente em Intervalos semanais durante todo o período vegetativo da cultura. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Lagarta-da-vagem (Michaelus jebus) | 1,25 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Quando aparecerem as primeiras pragas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação será definido em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 1,0 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Quando aparecerem as primeiras pragas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação será definido em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Tripes (Thrips tabaci) | 0,8 | Terrestre: 250 | Aplicar o produto no início da infestação. Intervalo de 29 dias. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
CULTURA: SORGO | |||
PRAGAS CONTROLADAS | DOSE COMERCIAL (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,5-0,75 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura, 1-2 aplicações. Intervalo de aplicação será definido em função da reinfestação. Usar bico leque. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Mosca-do-sorgo (Contarinia sorghicola) | 0,62 | Aplicar quando 80% do sorgal estiver florido. Se necessário, repetir após 4 dias. Nº Máximo de Aplicações: 2 | |
CULTURA: MILHO | |||
PRAGAS CONTROLADAS | DOSE COMERCIAL (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,4-0,6 | Terrestre: 100-400 Aéreo: 20-40 | Aplicar o produto após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura. O intervalo das aplicações será em função da reinfestação. Utilizar bico tipo leque. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | 1,0 | Terrestre: 100-400 Aéreo: 20-40 | Aplicar no período após a germinação até uma altura aproximada de 35 cm, com jato dirigido a base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,0 | Terrestre: 100-400 Aéreo: 20-40 | Aplicar no período após a germinação até 30 dias de idade da cultura, com jato dirigido a base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Lagarta-dos- capinzais (Mocis Iatipes) | 0,6 | Terrestre: 100-400 Aéreo: 20-40 | Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação será definido em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 3 |
CULTURA: TOMATE RASTEIRO, com fins industriais. Não permitido em lavouras de tomate estaqueado. | |||
PRAGAS CONTROLADAS | DOSE COMERCIAL (L/ha) (mL/100 L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 1,5 L/ha | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando os frutos estiverem pequenos. Intervalo de 7 -14 dias. Nº Máximo de Aplicações: 5 |
Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 1,0-1,5L/ha | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando os frutos estiverem pequenos. Intervalo de 10 dias. Nº Máximo de Aplicações: 5 |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100mL/100L água | Terrestre: 800-1000 | Quando aparecerem os primeiros sintomas de infestação. Intervalo de 7dias. Nº Máximo de Aplicações: 4 |
Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | 100mL/100L água | Terrestre: 800-1000 | Quando aparecerem os primeiros sintomas de infestação. Intervalo de 7dias. Nº Máximo de Aplicações: 4 |
Pulgão-verde (Myzus Persicae) | 100mL/100L água | Terrestre: 800-1000 | Quando aparecerem os primeiros sintomas de infestação. Intervalo de 7dias. Nº Máximo de Aplicações: 4. |
CULTURA: SOJA | |||
PRAGAS CONTROLADAS | DOSE COMERCIAL (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Percevejo-verde (Nezara viridula) | 1,25-1,5 | Terrestre: 100-400 | Aplicar da maturação das vagens à formação fisiológica. Lavoura de produção de grãos: controlar quando encontrar 4 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. Lavoura de produção de sementes: controlar quando encontrar 2 percevejos por batida de pano. Intervalo de 20 dias. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | 0,8 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Quando forem encontradas 20% de plantas com ponteiros danificados, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação:1 a 2 semanas. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,25-1,0 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Quando forem encontradas 20 lagartas/ metro linear. Fazer apenas uma aplicação por ciclo de cultura. Nº Máximo de Aplicações: 1 |
Lagarta falsa-medideira (Pseudoplusia includens) | 0,75-1,0 | Terrestre: 40-300 Aéreo: 10-50 | Quando forem encontradas 20 lagartas/ metro linear. Intervalo de aplicação de 10 dias. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 1,0 | Terrestre: 40-300 Aéreo: 10-50 | Quando aparecerem as primeiras lagartas L1 - L2, fase vegetativa 7 lagartas/m fase reprodutiva 2 lagartas/m linear. Intervalo de aplicação de 7 dias. Obs.: Não recomendado o uso para lagartas grandes (maiores de 2 cm). Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 1,5 | Terrestre: 200 | Lavoura de produção de grãos: controlar quando encontrar 4 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Percevejo-verde-pequeno (Piezodorus guildinii) | 1,5 | Terrestre: 200 | Lavoura de produção de sementes: controlar quando encontrar 2 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. Intervalo de 20 dias. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Lagarta–rosca (Agrotís ípsilon) | 1,5 | Terrestre: 150-250 | Monitorar a lavoura desde o plantio, observando também se a praga já estava presente na cultura anterior. Pulverizar junto ao colo da planta, logo após o aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Lagarta-falsa-medideira (Rachiplusia nu) | 0,7-1,0 | Terrestre: 150-250 | Aplicar quando forem encontradas em torno de 40 lagartas grandes (maiores que 1,5 cm) por batida de pano ou 30% de desfolha no período anterior à floração e quando forem encontradas em torno de 40 lagartas grandes ou 15% de desfolha após a floração. Intervalo de 20 dias Nº Máximo de Aplicações: 2 |
CULTURA: TRIGO | |||
PRAGAS CONTROLADAS | DOSE COMERCIAL (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Pulgão-verde-dos-cereais (Rhopalosiphum graminum) | 0,2-0,3 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Quando o nível de pulgões for de até 10/perfilho. Intervalo de aplicação será definido em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Pulgão-da-folha (Rhopalosiphum padi) | 0,3 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Aplicar o produto quando 10% das plantas estiverem atacadas, com a presença de colônia em formação. Reaplicar o produto se necessário. Intervalo de aplicação será definido em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Pulgão-da-folha (Metopolophium dirhodum) | 0,3 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Quando 10% das plantas apresentarem colônias em formação. 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação será definido em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,5 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | 1,25 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Aplicar na fase inicial da cultura, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae) | 0,4-0,5 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Quando forem encontrados mais de 10 pulgões/espiga, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação será definido em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 0,75 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Quando aparecerem os primeiros focos de infestação, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação será definido em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 0,7-1,0 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Quando aparecerem os primeiros focos de infestação, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação será definido em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro-branco, Ácaro-tropical | Ver detalhes |
| Batata | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cevada | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Citros | Selenaspidus articulatus | Cochonilha-pardinha | Ver detalhes |
| Feijão | Etiella zinckenella | Broca-da-vagem, Lagarta-das-vagens | Ver detalhes |
| Maçã | Bonagota cranaodes | Lagarta-enroladeira-da-folha | Ver detalhes |
| Milho | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Soja | Rachiplusia nu | Lagarta-falsa-medideira, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Trigo | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
O inseticida CHLOROCIL poderá ser aplicado através de equipamentos tratorizados e aeronaves agrícolas equipadas com barras e pontas específicas. Equipamentos de irrigação tipo pivô central também poderá ser utilizado.
Os parâmetros de aplicação através de equipamentos tratorizados, como tipo de pontas, pressão de trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as
recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas. Para o controle da lagarta do cartucho em milho e sorgo recomenda-se o uso de pontas tipo leque com jato dirigido sobre a linha da cultura. As aplicações via equipamentos de irrigação tipo pivô central devem sempre: utilizar equipamentos de irrigação bem ajustados, que possibilitem cobertura uniforme do produto; utilizar sistemas de injeção completos e adequadamente calibrados, seguindo as orientações do fabricante; verificar as características da área a ser tratada, quantidade de produto necessária e a taxa de injeção; utilizar equipamentos de proteção individual.
Recomenda-se a utilização de barras com pontas específicas ou atomizadores rotativos do tipo “Micronair”, sempre procurando obter uma boa cobertura na aplicação. Toda aplicação com aeronave agrícola deve ser controlada/monitorada por GPS, não utilizar balizamento por bandeirinhas.
INTERVALO DE SEGURANÇA: (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita).
Algodão (foliar) 21 dias
Batata (foliar) 21 dias
Batata (solo) Não determinado devido à modalidade de emprego.
Café (foliar) 21 dias
Cevada (foliar) 14 dias
Citros (foliar) 21 dias
Feijão (foliar) 25 dias
Maçã (foliar) 14 dias
Milho (foliar) 21 dias
Pastagem (foliar) 13 dias
Soja (foliar) 21 dias
Sorgo (foliar) 21 dias
Tomate (foliar) 21 dias
Trigo (foliar) 21 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | ALVOS | RECOMENDAÇÕES DE USO | |||
DOSES mL de p.c./ 100 kg de sementes * | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/100 kg de sementes) | ||
Algodão | Pulgão Aphis gossypii | 660 - 800 | Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. As doses mais altas devem ser utilizadas em áreas com histórico de alta pressão da praga e/ou para um maior período de controle. | 1 | 1,0 |
Broca Eutinobothrus brasiliensis | |||||
Tripes Frankliniella schultzei | |||||
Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | 800 | ||||
Amendoim | Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | 250 - 350 | Utilizar uma única vez via tratamento de semente. Utilizar a maior dose em áreas com histórico de alta pressão de ocorrência da praga. | 1 | 0,5 a 1,0 |
Feijão | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 350 - 400 | Utilizar uma única vez via tratamento de semente. Utilizar a maior dose em áreas com histórico de alta pressão de ocorrência da praga. | 1 | 0,5 a 1,0 |
Soja | Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | 250 - 350 | Utilizar uma única vez via tratamento de semente. Utilizar a maior dose em áreas com histórico de alta pressão de ocorrência da praga. | 1 | 0,4 a 1,0 |
Tamanduá-da-soja Sternechus subsignatus | 300 - 350 | ||||
Percevejo-castanho Scaptocoris castanea | |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Amendoim | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Soja | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
Aplicar CONVENCE FS nas doses recomendadas, via tratamento de sementes, usando equipamentos apropriados.
Ajustar o volume de calda para obter a uniformidade no recobrimento das sementes.
O tratamento de sementes deve ser realizado em local arejado e específico para esse fim. Utilizar somente sementes limpas (livres de poeira e impurezas) e de boa qualidade (alto poder germinativo e bom vigor).
O tratamento de sementes pode ser feito com o auxílio de máquinas específicas recomendadas para o tratamento industrial de sementes e tratamento na propriedade ou tambores rotativos, desde que estejam com a manutenção em dia, de tal forma para que haja uma distribuição homogênea do produto sobre as sementes, seguindo as recomendações dos fabricantes das máquinas de tratamento de sementes.
O tratamento é feito, diluindo-se a dose recomendada do produto em um volume que não exceda 1000 mL de calda por 100 kg de sementes. Se o tratamento de sementes for feito com tambores rotativos, a mistura deve ser feita durante aproximadamente 3 minutos, para que se haja uma perfeita uniformização do produto sobre as sementes. Para tratamento com Máquinas de tratamento Industrial, seguir a recomendação do fabricante. As sementes tratadas deverão ser semeadas em solo adequado para o plantio de forma a obter uma germinação e emergência uniforme, seguindo as recomendações oficiais de semeadura para a cultura.
-Seguir as condições de aplicação acima indicadas e consultar um Engenheiro Agrônomo.
- Para a cultura do Feijão: recomenda-se evitar o plantio de feijão próximo a lavouras tardias da própria cultura ou de demais culturas hospedeiras, a fim de diminuir problemas de dispersão de mosca-branca entre as áreas. Realizar o manejo de plantas daninhas e de plantas remanescentes da cultura anterior, a fim de reduzir possíveis plantas hospedeiras da mosca-branca.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. Destinado a tratamento de sementes antes da semeadura.
Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada.
Produto comercial: Cada 1 Litro (L) de Standak® Duo corresponde a 400 g de i.a. Acetamiprido e 100 g de i.a. Fipronil.
ALGODÃO | |||||
Alvo Biológico | Nome Científico | Doses* | Volume de Calda (L/100 kg de sementes) | Número Máximo de Aplicações | |
mL p.c./ 100 kg de sementes** | mL p.c./ha** | ||||
Pulgão | Aphis gossypii | 660 - 800 | 100 - 120 | 1,0 | 1 |
Broca | Eutinobothrus brasiliensis | 660 - 800 | 100 - 120 | ||
Tripes | Frankliniella schultzei | 660 - 800 | 100 - 120 | ||
Lagarta-elasmo | Elasmopalpus lignosellus | 800 | 120 | ||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. * As doses mais altas devem ser utilizadas em áreas com histórico de alta pressão da praga e/ou para um maior período de controle. ** Baseado na seguinte quantidade de sementes/ha: 15 kg/ha. | |||||
MILHO | |||||
Alvo Biológico | Nome Científico | Doses* | Volume de Calda (L/100 kg de sementes) | Número Máximo de Aplicações | |
mL p.c./ 100 kg de sementes** | mL p.c./ha** | ||||
Percevejo | Dichelops furcatus | 500 - 600 | 100 - 120 | 1,0 | 1 |
Coró | Phyllophaga cuyabana | 500 - 600 | 100 - 120 | ||
Lagarta-elasmo | Elasmopalpus lignosellus | 600 | 120 | ||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. * As doses mais altas devem ser utilizadas em áreas com histórico de alta pressão da praga e/ou para um maior período de controle. ** Baseado na seguinte quantidade de sementes/ha: 20 kg/ha (60.000 sementes/ha). | |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Milho | Phyllophaga cuyabana | Coró | Ver detalhes |
O tratamento de sementes deve ser realizado em local arejado e específico para esse fim. Utilizar somente sementes limpas (livres de poeira e impurezas) e de boa qualidade (alto poder germinativo e bom vigor).
O tratamento de sementes pode ser feito com o auxílio de máquinas específicas recomendadas para o tratamento industrial de sementes e tratamento na propriedade ou tambores rotativos, desde que estejam com a manutenção em dia, de tal forma para que haja uma distribuição homogênea do produto sobre as sementes, seguindo as recomendações dos fabricantes das máquinas de tratamento de sementes.
Caso haja necessidade da adição de outros produtos, pode ser necessário ajustar o volume de calda conforme a recomendação de cada produto.
Não determinado por tratar-se de tratamento de sementes antes da semeadura.
Não há necessidade de observância do intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao reentrarem na área tratada.
Cultura | Pragas | Doses kg p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número máximo de aplicações | Época de aplicação |
Algodão (Sementes) | Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii) | 1 kg/100 kg de sementes | Não se aplica | 1 | - |
Broca-do-algodeiro (Eutinobrothrus brasilienses) | |||||
Algodão | Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii) | 0,5 – 0,75 | 300 – 400 | 2 | Usar a maior dose em altas infestações. |
Tripes (Frankliniella schultzei) | 0,4 – 0,5 | ||||
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 0,5 – 0,75 | ||||
Percevejo-manchador (Dysdercus ruficollis) | 0,5 – 0,75 | ||||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 1,0 – 1,5 | ||||
Tripes (Caliothrips brasiliensis) | 0,4 – 0,5 | ||||
Curuquerê (Alabama argillacea) | |||||
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | 0,5 – 1,0 | 400 | |||
Lagarta-do-algodão (Helicoverpa armigera) | 0,8 – 1,2 | 300 | Aplicar em algodão convencional quando forem encontradas 2 lagartas menores que 3 mm ou 1 maior que 8 mm por metro. Para algodão Bt transgênico, aplicar quando forem encontradas 2 lagartas maiores que 3 mm ou 1 maior que 8 mm por metro. |
Cultura | Pragas | Doses kg p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número máximo de aplicações | Época de aplicação |
Amendoim | Tripes-do-amendoim (Caliothrips brasiliensis) | 0,4 – 0,5 | 300 – 400 | 1 | Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. |
Tripes-do-amendoim (Enneothrips flavens) | |||||
Cigarra-verde (Empoasca spp) | |||||
Lagarta-do-pescoço- vermelho (Stegasta bosquella) | 0,5 – 1,0 | ||||
Batata | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 0,4 – 0,6 | 400 – 600 | 3 | Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. |
Puldão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | |||||
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | |||||
Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | 0,75 – 1,5 | 750 – 1500 | |||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
Citros | Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulatus) | 1,0 – 1,5 | 2000 | 2 | Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. |
Cochonilha-da-raiz (Parlatoria pergandii) | |||||
Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) | |||||
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | |||||
Melão | Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 0,25 | 400 | 3 | Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. |
Cultura | Pragas | Doses kg p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número máximo de aplicações | Época de aplicação |
Milho | Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | 0,8 – 1,0 | 150 – 200 | 2 | Aplicar quando a presença da praga (colônias) nos cartuchos das plantas jovens, no pendão e na bainha das folhas superiores. |
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) | Efetuar a primeira aplicação entre o 1º e o 5º dia após a emergência da cultura e a segunda sete dias após a primeira. | ||||
Soja | Percevejo-da-soja (Nezara viridula) | 0,3 – 0,4 | 300 – 400 | 1 | Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. |
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,3 – 0,5 | ||||
Lagarta-mede-palmo (Trichoplusia ni) | 0,2 – 0,5 | ||||
Percevejo-verde- pequeno (Piezodorus guildinii) | 0,8 – 1,0 | ||||
Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | |||||
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 1,0 | ||||
Tripes-do-feijoeiro (Caliothrips phaseoli) | 0,5 | ||||
Tripes (Frankliniella rodeos) | |||||
Tripes (Frankliniella schultzei) | |||||
Lagarta-enroladeira-das- folhas (Hedylepta indicata) | 0,6 – 1,0 |
Cultura | Pragas | Doses kg p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número máximo de aplicações | Época de aplicação |
Tomate Industrial | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 1,0 | 500 – 750 | 3 | Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. |
Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | |||||
Tripes (Thrips palmi) | 0,5 – 0,75 | ||||
Tripes (Frankliniella schultzei) | |||||
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | |||||
Minadora-das-folhas (Lyriomyza huidobrensis) | |||||
Boca-grande-do-fruto (Helicoverpa zea) | 0,75 – 1,0 | 750 – 1000 | |||
Ácaro-vermelho (Tetranychus evansi) |
Recomenda-se iniciar o tratamento quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetir se necessário de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Amendoim | Caliothrips brasiliensis | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-prateamento | Ver detalhes |
| Batata | Macrosiphum euphorbiae | Pulgão-das-solanáceas, Pulgão-verde-escuro | Ver detalhes |
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Milho | Rhopalosiphum maidis | Pulgão-do-milho, Pulgão-dos-cereais | Ver detalhes |
| Soja | Epinotia aporema | Broca-das-axilas, Broca-das-axilas-da-soja | Ver detalhes |
| Tomate | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
Para o tratamento de sementes o equipamento a ser usado deve ser tambor giratório ou similar. O umedecimento é feito previamente no interior do aparelho, observando o volume de modo a não causar excesso de umidade.
Para o uso de sacos hidrossolúveis:
Encher o tanque com água limpa com ¼ do volume de calda recomendado;
Iniciar agitação no tanque;
Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao colocá- lo na água ele se dissolverá rapidamente;
Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem recomendada;
Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A agitação contínua é necessária para a boa mistura.
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxague completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. Enxague completamente o pulverizador, mangueiras, barras, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Temperatura ambiente: máxima de 30°C. Umidade Relativa do Ar: mínima de 55%. Velocidade do vento: 2 a 10 km/hora.
O Engenheiro agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinados na bula.
Culturas | Dias |
Algodão | 21 |
Algodão (sementes) | - |
Amendoim | 14 |
Batata | 21 |
Citros | 21 |
Melão | 14 |
Milho | 35 |
Soja | 21 |
Tomate (Industrial) | 35 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Eutinobothrus brasiliensis | Broca-da-raiz, Broca-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Arroz | Procornitermes triacifer | Cupim-de-monte, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Cevada | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Feijão | Sternechus subsignatus | Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
| Milho | Procornitermes triacifer | Cupim, Cupim-de-monte, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Pastagens | Atta capiguara | Saúva-parda | Ver detalhes |
| Soja | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA
Culturas | Pragas | Doses | Época e Numero de aplicações |
Nome Comum Nome Científico | |||
Algodão | Broca-do-algodoeiro (Eutinobothrus brasiliensis) | 250 - 300 mL/100 kg de sementes (62,5 - 75 g i.a/100 kg de sementes) | BEQUEBR® deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura. |
Tripes (Frankliniella schultzei) | |||
Arroz | Bicheira-da-raiz-do- arroz, Gorgulho- aquático-do-arroz (Oryzophagus oryzae) | 100 - 150 mL/100 kg de sementes (25 – 37,5 g i.a/100 kg de sementes) | BEQUEBR® deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura. |
Cupins (Syntermes molestus e Proconitermes triacifer) | 200 - 250 mL/100 kg de sementes (50 - 62,5 g i.a/100 kg de sementes) | ||
Cevada | Pão-de-galinha (Diloboderus abderus) | 100 - 150 mL/100 kg de sementes (25 – 37,5 g i.a/100 kg de sementes) | BEQUEBR® deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura. |
Feijão | Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 200 mL/100 kg de sementes (50 g i.a/100 kg de sementes) | BEQUEBR® deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura. |
Tamanduá-da-soja (Sternechus subsignatus) | |||
Milho | Coró (Phyllophaga cuyabana) | 40 - 80 mL/ha (10 - 20 g i.a/ha) | BEQUEBR® deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura. |
Lagarta-elasmo, Broca-do-colo (Elasmopalpus lignosellus) | 50 - 200 mL/ha (12,5 - 50 g i.a/ha) | ||
Cupim (Proconitermes triacifer) | |||
Pastagem | Saúva-parda (Atta capiguara) | 20 – 40 mL/ha (5 – 10 g i.a/ha) | BEQUEBR® deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura. |
Cupins (Cornitermes cumulans) |
Soja | Torrãozinho (Aracanthus mourei) | 100 mL/100 kg sementes (25 g i.a/100 Kg de sementes) | BEQUEBR® deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura. |
Coró (Phyllophaga cuyabana) | |||
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 200 mL/100 kg sementes (50 g i.a/100 kg de sementes) | ||
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | |||
Tamanduá-da-soja (Sternechus subsignatus) | |||
Piolho-de-cobra (Porcellio laevis) | 80 mL/100 kg sementes (20 g i.a/100 kg de sementes) | ||
Trigo | Pão-de-galinha (Diloboderus abderus) | 100 - 150 mL/100 kg de sementes (25 – 37,5 g i.a/100 kg de sementes) | BEQUEBR® deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura. |
i.a: ingrediente ativo
Utilizar a maior dose em condições de alta incidência da praga na área. Baseado nas seguintes quantidades de sementes/ha, kg/ha:
Algodão: 15; Arroz: 100; Cevada: 120; Feijão: 50; Soja: 50; Trigo: 150 e Milho: 60.000 sementes/ha
Nas recomendações de doses por hectare, o produto deverá ser distribuído nas quantidades de sementes para plantio de 01 (um) hectare de área.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Arroz | Oryzophagus oryzae | Bicheira-da-raiz-do-arroz, Gorgulho-aquático-do-arroz | Ver detalhes |
| Cevada | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Feijão | Sternechus subsignatus | Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
| Milho | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Pastagens | Cornitermes cumulans | Cupim | Ver detalhes |
| Soja | Sternechus subsignatus | Gorgulho-da-soja, Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
| Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
Aplicar o produto homogeneamente sobre as sementes na dose recomendada, utilizando equipamentos específicos que propiciem uma distribuição uniforme da dose desejada sobre as sementes.
Os mecanismos dosadores e pulverizadores destes equipamentos devem ser revisados e limpos diariamente ou a cada parada do equipamento. Resíduos de calda podem reduzir a capacidade das canecas ou copos dosadores ou afetar a regulagem de bicos e ou mecanismos de aplicação de calda sobre as sementes.
Com equipamentos de tratamento de bateladas ou lotes, tambores rotativos, betoneiras e/ou similares:
Com equipamentos de tratamento com fluxo contínuo de sementes:
Aferir, periodicamente, o fluxo de sementes e calda a fim de evitar erros na aplicação.
Não tratar sementes diretamente sobre lonas, sacos ou mesmo nas caixas de sementes que provoquem uma distribuição incompleta ou desuniforme do produto sobre as sementes pode resultar em níveis indesejáveis ou falhas no controle de pragas.
Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas.
Se necessário poderá ser feita à diluição na proporção de 1:1 (1 litro do produto em 1 litro de água).
Se diluído, utilizar 500 a 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes de algodão para se obter a quantidade de produto conforme recomendação.
Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas.
Se necessário poderá ser feita à diluição na proporção de 1:1 (1 litro do produto em 1 litro de água).
Se diluído, utilizar 240 a 300 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes de arroz para controle da Bicheira- da-raiz-do-arroz e 400 a 500 mL de calda de inseticida para 100 kg de sementes de arroz para controle de Cupins para se obter a quantidade de produto conforme recomendação.
Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes na dose recomendada.
Se necessário poderá ser feita a diluição do produto na proporção de 1:3 (1 litro do produto em 3 litros de água). Se diluído, utilizar 400 a 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes de cevada ou trigo para se obter a quantidade de produto conforme recomendação.
Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes na dose recomendada.
Se necessário poderá ser feita a diluição do produto na proporção de 1:2 (1 litro do produto em 2 litros de água). Se diluído, utilizar 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes de feijão para se obter a quantidade de produto conforme recomendação.
Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas.
Se necessário poderá ser feita a diluição na proporção de 1:1 (1 litro do produto em 1 litro de água).
Se diluído, utilizar 80 a 200 mL da calda inseticida e distribuir homogeneamente sobre a quantidade de sementes suficiente para 1 (um) hectare de área semeada para se obter a quantidade de produto conforme recomendação.
Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas.
Se necessário poderá ser feita a diluição do produto na proporção de 1:9 (1 litro do produto em 9 litros de água). Se diluído, utilizar 200 a 400 mL da calda inseticida e distribuir homogeneamente sobre a quantidade de sementes suficiente para 1 (um) hectare de área semeada para se obter a quantidade de produto conforme recomendação.
Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas.
Se necessário poderá ser feita a diluição do produto na proporção de 1:2 (1 litro do produto em 2 litros de água). Se diluído, utilizar os volumes de calda a seguir:
Utilizar 600 mL da calda inseticida quando a dose recomendada for de 200 mL do produto/100 Kg de sementes para se obter as quantidades de produto conforme recomendação (controle do tamanduá-da-soja, vaquinha- verde-amarela e lagarta-elasmo).
Utilizar 300 mL da calda inseticida quando a dose recomendada for de 100 mL do produto/ 100 Kg de sementes para se obter as quantidades de produto conforme recomendação (controle de coró e torrãozinho).
Utilizar 240 mL da calda inseticida quando a dose recomendada for de 80 mL/ 100 kg de sementes para se obter as quantidades de produto conforme recomendação (controle de piolho-de-cobra)
Não determinado devido à modalidade de emprego.
Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada.
Cultura | Pragas Nome comum (Nome científico) | Dose | Volume de calda | Nº máximo de aplicações |
Algodão | Broca-da-raiz; Broca-do-algodoeiro (Eutinobothrus brasiliensis) | 250 - 300 mL/100 kg de sementes | 0,5 - 0,6 L/100 kg de sementes | 1 |
Tripes (Frankliniella schultzei) | ||||
Número, época e intervalo de aplicação: Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita à diluição na proporção de 1:1 (1 litro do produto em 1 litro de água), neste caso utilizar 0,50 a 0,60 litro da calda inseticida para 100 kg de sementes de algodão para se obter as quantidades do produto conforme recomendação. Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. | ||||
Arroz | Cupins (Syntermes molestus) | 200 - 250 mL/100 kg de sementes | 0,4 - 0,5 L/100 kg de sementes | 1 |
Cupins (Procornitermes triacifer) | ||||
Bicheira-da-raiz-do-arroz (Oryzophagus oryzae) | 120 - 150 mL/100 kg de sementes | 0,24 - 0,3 L/100 kg de sementes | ||
Número, época e intervalo de aplicação: Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita à diluição na proporção de 1:1 (1 litro do produto em 1 litro de água), neste caso utilizar 0,24 a 0,30 litro da calda inseticida para 100 kg de sementes de Arroz para o controle da bicheira-da-raiz e 0,40 a 0,50 litro da calda inseticida para 100 kg de sementes de arroz para o controle de cupins para se obter as quantidades de produto conforme recomendação. Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. | ||||
Cultura | Pragas Nome comum (Nome científico) | Dose | Volume de calda | Nº máximo de aplicações |
Cevada | Pão-de-galinha (Diloboderus abderus) | 100 - 150 mL/100 kg de sementes | 0,4 - 0,6 L/100 kg de sementes | 1 |
Número, época e intervalo de aplicação: Se necessário poderá ser feita à diluição do produto formulado na proporção de 1:3 (1 litro do produto em 3 litros de água). Utilizar 0,40 a 0,60 litro da calda inseticida para 100 kg de sementes de cevada para se obter as quantidades de produto conforme recomendação. Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. | ||||
Feijão | Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 200 mL/100 kg de sementes | 0,6 L/100 kg de sementes | 1 |
Tamanduá-da-soja (Sternechus subsignatus) | ||||
Número, época e intervalo de aplicação: Se necessário poderá ser feita à diluição do produto formulado na proporção de 1:2 (1 litro do produto em 2 litros de água). Utilizar 0,60 litro da calda inseticida para 100 kg de sementes de feijão para se obter as quantidades de produto conforme recomendação. Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. | ||||
Milho | Lagarta Elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | 50 - 200 mL/100 kg de sementes | 0,08 - 0,1 L/100 kg de sementes 0,08 - 0,1 L/100 kg de sementes | 1 |
Cupim (Procornitermes triacifer) | ||||
Coró (Phyllophaga cuyabana) | 20 - 40 mL/ha | |||
Número, época e intervalo de aplicação: Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita à diluição na proporção de 1:1 (1 litro do produto em 1 litro de água), neste caso utilizar 0,08 a 0,10 litro da calda inseticida para 100 kg de sementes de milho para se obter as quantidades de produto conforme recomendação. Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. | ||||
Pastagens | Cupins (Cornitermes cumulans) | 20 - 40 mL/ha | 0,2 - 0,4 L/ha | 1 |
Saúva-parda (Atta capiguara) | ||||
Número, época e intervalo de aplicação: Se necessário poderá ser feita à diluição do produto formulado na proporção de 1:9 (1 litro do produto em 9 litros de água). Utilizar 0,20 a 0,40 litro da calda inseticida por hectare quando a dose a ser utilizada for de 20 ou 40 mL de produto comercial/ha respectivamente. Esta quantidade de calda inseticida deverá ser distribuída homogeneamente no volume de sementes que será utilizado para cobrir 1 (um) hectare de área semeada para se obter as quantidades de produto conforme recomendação. Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. | ||||
Soja | Coró (Phyllophaga cuyabana) | 100 mL/100 kg de sementes | 0,3 L/100 kg de sementes | 1 |
Torrãozinho (Aracanthus mourei) | ||||
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | 200 mL/100 kg de sementes 200 mL/100 kg de sementes | 0,6 L/100 kg de sementes 0,6 L/100 kg de sementes | ||
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | ||||
Tamanduá-da-soja (Sternechus subsignatus) | ||||
Piolho-de-cobra (Porcellio laevis) | 80 mL/100 kg de sementes | 0,24 L/100 kg de sementes | ||
Cultura | Pragas Nome comum (Nome científico) | Dose | Volume de calda | Nº máximo de aplicações |
Número, época e intervalo de aplicação: Se necessário poderá ser feita à diluição do produto formulado na proporção de 1:2 (1 litro do produto em 2 litros de água). Utilizar 0,60 litro da calda inseticida quando a dose recomendada for de 200 mL de produto comercial/100 kg de sementes (controle do tamanduá-da-soja, vaquinha-verde-amarela e lagarta-elasmo); 0,30 litro da calda inseticida quando a dose recomendada for de 100 mL de produto comercial/100 kg de sementes (coró e torrãozinho); e 0,24 litro da calda inseticida quando a dose recomendada for de 80 mL de produto comercial/100 kg de sementes (piolho-de-cobra) para se obter as quantidades de produto conforme recomendação. Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. | ||||
Trigo | Pão-de-galinha (Diloboderus abderus) | 100 - 150 mL/100 kg de sementes | 0,4 - 0,6 L/100 kg de sementes | 1 |
Número, época e intervalo de aplicação: Se necessário poderá ser feita à diluição do produto formulado na proporção de 1:3 (1 litro do produto em 3 litros de água). Utilizar 0,40 a 0,60 litro da calda inseticida para 100 kg de sementes de trigo para se obter as quantidades de produto conforme recomendação. Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. | ||||
(1) Consultar seção de “Precauções de uso e advertência quanto aos cuidados de proteção ao meio ambiente”.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Eutinobothrus brasiliensis | Broca-da-raiz, Broca-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Arroz | Syntermes molestus | Cupim, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Cevada | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Milho | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Pastagens | Atta capiguara | Saúva-parda | Ver detalhes |
| Soja | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
Aplicar o produto homogeneamente sobre as sementes na dose recomendada, utilizando tambor rotativo com eixo excêntrico ou máquinas apropriadas para tratamento de sementes.
Tambor rotativo: colocar as sementes e metade da calda inseticida, girar o mesmo algumas vezes e, em seguida colocar o restante da calda girando novamente até que haja uma perfeita distribuição e cobertura das sementes. Máquinas para tratamento de sementes: verificar o rendimento do equipamento para a semente de arroz, cevada, feijão, pastagem, soja e trigo e colocar a calda pronta no reservatório, calibrar a máquina e efetuar o tratamento. Após o tratamento deixar as sementes secarem à sombra e proceder a semeadura.
O tratamento das sementes deve ser feito diluindo-se a dose recomendada do BINGO 250 FS em um volume de calda conforme recomendado abaixo. Caso haja necessidade da adição de outros produtos, pode ser necessário ajustar o volume de calda conforme a recomendação de cada produto.
Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego.
Como a finalidade do produto é tratamento de sementes, não há restrições quanto a reentrada de pessoas em lavouras oriundas de sementes tratadas.
CULTURA | PRAGA ALVO-BIOLÓGICO | DOSE | ||
Nome comum | Nome científico | (produto comercial) mL/100 kg de sementes | (ingrediente ativo) (g/100 kg de sementes) | |
Algodão | Eutinobothrus brasiliensis Frankliniella schultzei | Broca-da-raiz; Broca-do-algodoeiro Tripes | 250-300 | 62,5-75 |
Arroz | Syntermes molestus Procornitermes triacifer Oryzophagus oryzae | Cupim; Cupim-de-montículo Cupim-de-monte; Cupim-de-montículo Bicheira-da-raiz-do-arroz; Gorgulho-aquático-do- arroz | 200-250 200-250 120-150 | 50-62,5 50-62,5 30-37,5 |
Cevada | Diloboderus abderus | Bicho-bolo; Pão-de-galinha | 100-150 | 25-37,5 |
Feijão | Diabrotica speciosa Sternechus subsignatus | Larva-alfinete; Vaquinha-verde-amarela Tamanduá-da-soja | 200 | 50 |
Milho | Elasmopalpus lignosellus Procornitermes triacifer Phyllophaga cuyabana | Broca-do-colo; Lagarta-elasmo Cupim; Cupim-de-monte; Cupim-de-montículo Coró | 50-200 50-200 20-40 mL/ha | 12,5-50 12,5-50 5-10 g/ha |
Pastagens | Cornitermes cumulans Atta capiguara | Cupim Saúva-parda | 20-40 mL/ha | 5-10 g/ha |
Soja | Phyllophaga cuyabana Elasmopalpus lignosellus Diabrotica speciosa Sternechus subsignatus Porcellio laevis Aracanthus mourei | Coró Broca-do-colo; Lagarta-elasmo Larva-alfinete; Vaquinha-verde-amarela Gorgulho-da-soja; Tamanduá-da-soja Piolho-de-cobra Torrãozinho | 100 200 200 200 80 100 | 25 50 50 50 20 25 |
Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo; Pão-de-galinha | 100-150 | 25-37,7 |
Notas:
Utilizar a dose maior em condições de alta incidência da praga na área.
1 L de BOIADEIRO 250 FS contém 250 g do ingrediente ativo fipronil.
Nas recomendações de uso por hectare, o produto devera ser distribuído na quantidade de sementes a ser utilizada para semear 1 (um) hectare.
O tratamento deve ser realizado antes do plantio das sementes.
Número de aplicações por ciclo da cultura: no máximo uma, antes do plantio.
Algodão | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:1 (1 L do produto em 1 L d`água). Utilizar 0,5 a 0,6 L da calda inseticida para 100 kg de sementes. |
Arroz | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:1 (1 L do produto em 1 L d`água). inseticida para 100 kg de sementes. |
Cevada | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:3 (1 L do produto em 3 L d`água). Utilizar 0,4 a 0,6 L da calda inseticida para 100 kg de sementes. |
Feijão | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:2 (1 L do produto em 2 L d`água). Utilizar 0,6 L da calda inseticida para 100 kg de sementes. Utilizar no máximo 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes. |
Milho | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:1 (1 L do produto em 1 L d`água), neste caso utilizar 0,08 a 0,1 L da calda inseticida / hectare. |
Pastagens | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:9 (1 L do produto em 9 L d`água). Utilizar 0,2 a 0,4 L da calda inseticida/hectare quando a dose a ser utilizada for de 20 ou 40 mL P.C./ha respectivamente. Esta quantidade de calda inseticida deverá ser distribuída homogeneamente no volume de sementes que será utilizado para cobrir 1 (um) hectare de área semeada. |
Soja | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:2 (1 L do produto em 2 L d`água). Utilizar no máximo 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes, pois poderá haver absorção de excesso de umidade pelo tegumento. |
Trigo | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:3 (1 L do produto em 3 L d`água). Utilizar 0,4 a 0,6 L da calda inseticida para 100 kg de sementes. |
Bicheira-da-raiz (Oryzophagus oryzae): utilizar 0,24 a 0,3 L da calda inseticida para 100 kg de sementes.
Cupins (Syntermes molestus, Procornitermes triacifer): utilizar 0,4 a 0,5 L da calda
Tamanduá-da-soja (Sternechus subsignatus), vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) e lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus): utilizar 0,6 L da calda inseticida quando a dose recomendada for de 0,2 L P.C./100 kg de sementes;
Coró (Phyllophaga cuyabana) e torrãozinho (Aracanthus mourei): utilizar 0,3 L da calda inseticida quando a dose recomendada for de 100 mL P.C./100 kg de sementes;
Piolho-de-cobra (Porcellio laevis): utilizar 0,24 L da calda inseticida quando a dose recomendada for de 80 mL P.C./100 kg de sementes
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Eutinobothrus brasiliensis | Broca-da-raiz, Broca-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Arroz | Syntermes molestus | Cupim, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Cevada | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Milho | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Pastagens | Atta capiguara | Saúva-parda | Ver detalhes |
| Soja | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
Tratamento de sementes.
O tratamento de sementes pode ser efetuado em tambores rotativos com eixo excêntrico ou em máquinas apropriadas para o tratamento de sementes. Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas.
Equipamentos de aplicação:
Tambor rotativo ou em máquinas apropriadas para tratamento de sementes.
Tambor rotativo: colocar as sementes e metade da calda do produto no tambor, girar o tambor algumas vezes e, em seguida, colocar o restante da calda girando novamente até que haja uma perfeita cobertura das sementes. Após o tratamento deixar as sementes secarem à sombra e proceder a semeadura.
Máquinas para tratamento de sementes: verificar o rendimento do equipamento para sementes de arroz, cevada, feijão, pastagem, soja e trigo e colocar a calda pronta no reservatório. Calibrar a máquina e efetuar o tratamento. Após o tratamento deixar as sementes secarem à sombra e proceder a semeadura.
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Não determinado por referir-se a tratamento de sementes.
Não determinado por referir-se a tratamento de sementes.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Café | Planococcus minor | Cochonilha | Ver detalhes |
| Cevada | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Citros | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Feijão | Etiella zinckenella | Broca-da-vagem, Lagarta-das-vagens | Ver detalhes |
| Maçã | Bonagota cranaodes | Lagarta-enroladeira-da-folha | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Soja | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
Cor da faixa: Amarelo PMS Yellow C
INSTRUÇÕES DE USO:
Cultura | Alvo-biológico | Dose de aplicação (produto comercial | Volume de calda (L/ha) Aplicação | ||
Nome comum | Nome científico | Terrestr e | Aére a | ||
Algodão | Curuquerê | Alabama argillacea | 0,5 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Broca-do-algodoeiro | Eutinobothrus brasiliensis | 0,8-2 L/ha | |||
Pulgão-do-algodoeiro | Aphis gossypii | 0,3-0,5 L/ha | |||
Lagarta-das-maçãs | Heliothis virescens | 1,5-2 L/ha | |||
Lagarta-rosada | Pectinophora gossypiella | 1,5-2 L/ha | |||
Batata | Lagarta-rosca | Agrotis ipsilon | 1,5 L/ha | 100-300 | - |
Café | Broca-do-café | Hypothenemus hampei | 1-1,5 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Bicho-mineiro-do- café | Leucoptera coffeella | ||||
Citros | Mosca-das-frutas | Ceratitis capitata | 200 mL/100 L | 400-500 | - |
Cochonilha-pardinha | Selenaspidus articulatus | 100-150 mL/100 L | |||
Cochonilha-de-placa | Orthezia praelonga | 100-300 | |||
Cochonilha-parlatoria | Parlatoria cinerea | 400-500 | |||
Psilideo | Diaphorina citri | 100-300 | |||
Feijão | Mosca-branca | Bemisia tabaci | 1 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Mosca-branca | Bemisia tabaci raça B | 1-1,25 L/ha | |||
Cigarrinha-verde | Empoasca kraemeri | 0,8 L/ha | |||
Milho | Lagarta-do-cartucho | Spodoptera frugiperda | 0,4 -0,6 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Lagarta-rosca | Agrotis ipsilon | 1 L/ha | |||
Lagarta-elasmo | Elasmopalpus lignosellus | ||||
Soja | Lagarta-da-soja | Anticarsia gemmatalis | 0,4-1 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Broca-das-axilas | Epinotia aporema | 0,8 L/ha | |||
Tomate | Broca-pequena-do- fruto | Neoleucinodes elegantalis | 1,5 L/ha | 1000 | - |
Larva-minadora | Lyriomyza huidobrensis | 1-1,5 L/ha | |||
Trigo | Lagarta-do-trigo | Pseudaletia sequax | 0,7-1 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Pulgão-da-espiga | Sitobion avenae | 0,4-0,5 L/ha | |||
Notas:
1 L de CLOFOS 480 EC contém 480 g/L do ingrediente ativo clorpirifós. As doses variam conforme o nível de infestação.
Algodão | - Iniciar a aplicação do produto: Alabama argillacea (Curuquerê): quando houver 2 lagartas/planta, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Aphis gossypii (Pulgão): quando houver 10% das plantas atacadas, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Euthinobothrus brasiliensis (Broca): 20 dias após a germinação, 1 a 2 aplicações.Intervalo de aplicação: 1 semana. Heliothis virescens (Lagarta-das-maçãs): quando houver 10% de infestação (1 lagarta pequena = menor que 10 mm) em 10 plantas examinadas. Pectinophora gossypiella (Lagarta-rosada): quando constatar 15 machos/dia, em amostragem com o uso de armadilhas, com feromônio sexual. Número de aplicações: até 3 pulverizações por safra da cultura. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
Batata | - Iniciar a aplicação do produto assim que forem observados os primeiros sintomas de infestação. Intervalo de aplicação: 2 semanas. Número de aplicações: até 2 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 100 a 300 L/há (pulverização terrestre). |
Café | - Iniciar a aplicação do produto: Hypothenemus hampei (Broca): quando o grau de infestação for maior ou igual a 5% nos grãos provenientes da primeira florada, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 20 a 30 dias. Leucoptera coffeella (Bicho mineiro): quando mais ou menos 20% das folhas estiverem contaminadas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 30 a 45 dias. Número de aplicações: até 2 aplicações por safra da cultura. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
Citros | - Iniciar a aplicação do produto: Ceratitis capitata (Mosca das frutas): Assim que os frutos começarem a amadurecer, 2 a 3 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Volume de calda: 400-500 L/ha. Selenaspidus articulatus (Cochonilha pardinha): Aplicar no início da infestação. Reaplicar, se necessário. Aplicar até o ponto de escorrimento. Volume de calda: 400-500 L/ha. Parlatoria cinerea (Cochonilha parlatoria): Aplicar no início da infestação, com a calda dirigida ao tronco e ramos primários. Reaplicar, se necessário. Volume de calda: 400-500 L/ha. Orthezia praelonga (Cochonilha-ortezia): Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário. Realizar até duas aplicações por safra. Volume de calda: 100-300 L/ha. Diaphorina citri (Psilídeo): Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário, até duas aplicações por safra. Volume de calda: 100 a 300 L/há (pulverização terrestre). Número de aplicações: até 3 aplicações por ciclo da cultura. |
O produto deve ser aplicado com uso de óleo mineral na calda na proporção de 0,25% (250 mL/100L) | |
Feijão | - Iniciar a aplicação do produto quando aparecerem as primeiras pragas. Número de aplicações: até 2 aplicações por ciclo da cultura. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
Milho | - Iniciar a aplicação do produto: Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho): no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura, 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Usar bico leque. Elasmopalpus lignosellus (Lagarta elasmo): no período após a germinação até uma altura aproximada de 35 cm, com jato dirigido à base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas; Agrotis ipisilon (Lagarta Rosca): no período após a germinação até 30 dias de idade da cultura, com jato dirigido à base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Número de aplicações: até 3 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
Soja | - Iniciar a aplicação do produto: Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja): quando forem encontradas 20 lagartas/metro linear, 1 a 2 aplicações. Epinotia aporema (Broca das axilas): quando forem encontradas 20% de plantas com ponteiros danificados, 1 a 2 aplicações. Número de aplicações: até 2 aplicações por ciclo da cultura. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
Tomate (rasteiro) | - Iniciar a aplicação do produto: Neoleucinodes elegantis (Broca pequena): quando os frutos estiverem pequenos, 4 a 7 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Liriomyza huidobrensis (Mosca minadora): assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação. Se necessário, reaplicar com intervalo de 10 dias. Número de aplicações: até 2 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 1000 L/ha (pulverização terrestre). |
Trigo | - Iniciar a aplicação do produto: Sitobion avenae (Pulgão das espigas): quando forem encontrados mais de 10 pulgões/espiga, 1 a 2 aplicações. Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo): Quando aparecerem os primeiros focos de infestação, 1 a 2 aplicações. Número de aplicações: até 2 aplicações por ciclo da cultura. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Citros | Parlatoria cinerea | Cochonilha-de-carapaça, Picuinha | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Milho | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Equipamentos de aplicação:
Equipamentos tratorizados ou através de aeronaves agrícolas.
Aplicação terrestre:
Através de tratores com pulverizador com barra equipada com bicos JA2 ou similares (exceto para lagarta do cartucho em milho que recomenda-se bico leque série 80.03 ou 80.04 sobre a linha da cultura) procurando obter gotas de pulverização com tamanho de 100 a 400 micra e, densidade mínima de 40 gotas/cm2.
Fechar o registro do pulverizador durante as paradas e manobras com o equipamento para evitar-se a sobreposição nas áreas tratadas.
Aplicação através de aeronave agrícola:
Equipamento com barra ou "micronair". Para aplicação aérea utilizar equipamento GPS, não utilizar balizamento com bandeirinhas.
Condições climáticas:
Não aplicar o produto com ventos superiores a 10 km/h, não aplicar sob chuva; temperatura deverá ser inferior a 30°C; umidade relativa deverá ser superior a 50%. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
NOTA: Os volumes de calda citados em faixa variam em função do estado vegetativo, densidade foliar e porte das plantas.
Encher ¾ do volume do tanque de pulverização com água e adicionar CLOFOS 480 EC mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Algodão: 21; Batata: 21; Café: 21; Citros: 21; Feijão: 25; Milho: 21; Soja: 21; Tomate: 21;
Trigo: 21.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CLOPANTO, NANOFOS, RAINIFOS, TEMINATOR é um inseticida organofosforado com ação de contato e ingestão, recomendado para o controle de pragas nas culturas de algodão, batata, café, cevada, citros, feijão, maçã, milho, pastagem, soja, sorgo, tomate rasteiro para fins industriais e trigo.
Cultura | Pragas Nome comum (nome científico) | Dose | Volume de calda (L/ha) | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
Algodão | Pulgão-das-inflorescências (Aphis gossypii) | 0,3 – 0,5* L/ha | 300 | Aplicar quando houver 10% das plantas atacadas. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 1 a 2 semanas. |
Curuquerê (Alabama argillacea) | 0,7 L/ha | Aplicar quando houver 2 lagartas/planta. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 1 a 2 semanas. | ||
Broca-da-raiz (Eutinobothrus brasiliensis) | 0,8 – 2,0* L/ha | Aplicar 20 dias após a germinação, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação de 1 semana. | ||
Lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella) | 1,5 – 2,0* L/ha | Aplicar quando, em amostragem com o uso de armadilhas, com feromônio sexual, forem contatados 15 machos/dia. Em lavoura só com flores (50 a 70 dias da emergência) examinar 2 flores por planta em 10 plantas amostradas. Aplicar quando houver 10% de flores com lagartas. Em lavoura com maçãs pequenas (após 70 dias da emergência) examinar duas maçãs do ponteiro/planta em 10 plantas. Aplicar quando houver 5% das maçãs atacadas. Em todos os casos, realizar de 1 a 3 aplicações com intervalo de 1 a 2 semanas. | ||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 1,5 – 2,0* L/ha | Aplicar quando houver 10% de infestação em 10 plantas examinadas. Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura. | ||
Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 1,75 – 2,0* L/ha | 40 - 300 | Aplicar quando forem constatadas 1 – 2 lagartas L1 – L2 m². Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura |
Aéreo: 10 - 50 | ||||
Intervalo de segurança: 21 dias | ||||
Batata | Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,5 L/há | 300 | Monitorar a lavoura desde o plantio, observando também se a praga já estava presente na cultura anterior. Aplicar quando aparecerem as primeiras plântulas cortadas. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 7 dias. |
Larva-alfinete (Diabrotica speciosa) | 3,0– 4,0* L/há | A aplicação deve ser feita imediatamente após o plantio e antes do fechamento do sulco. Realizar apenas 1 aplicação, por ciclo da cultura. | ||
Intervalo de segurança: Foliar: 21 dias Solo: Não determinado devido a modalidade de emprego | ||||
Café | Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) | 1,0 – 1,5* L/ha | 500 | Aplicar quando 20% das folhas estiverem contaminadas. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 30 dias. |
Broca-do-café (Hypothenemus hampei) | 1,5 L/ha | Aplicar quando o grau de infestação for maior ou igual a 5% nos grãos provenientes da primeira florada. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 30 dias. | ||
Cochonilha (Planococcus minor) | Aplicar quando aparecerem as primeiras pragas. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 22 dias. | |||
Intervalo de segurança: 21 dias | ||||
Cevada | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 0,4 – 0,7* L/ha | 300 | Aplicar quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Realizar no máximo 2 aplicações, com intervalo de aplicação de acordo com a reinfestação. |
Pulgão-da-folha (Metopolophium dirhodum) | 0,4 L/ha | |||
Pulgão (Sitobion avenae) | ||||
Intervalo de segurança: 14 dias | ||||
Citros | Cochonilha-de-carapaça (Parlatoria cinerea) | 100 – 150* mL/100 L água | 100 - 300 L/ha (para mosca-das-frutas utilizar 400 - 500 L/ha) | Aplicar no início do aparecimento da praga, promovendo uma boa cobertura das plantas. Caso ocorra uma maior infestação, utilizar a dose maior, reaplicando quando houver necessidade, realizar no máximo fazer no máximo 2 aplicações por safra da cultura com intervalo de 15 dias. Orethezia praelonga: Adicionar óleo mineral 0,25% v/v (250 ml/100 L) |
Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulatus) | ||||
Cochonilha ortezia (Orthezia praelonga) | ||||
Psilídeo (Diaphorina citri) | ||||
Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 mL/ 100 L água | Realizar monitoramento de armadilhas caça-moscas e iniciar a aplicação quando aparecer uma média de 1 mosca por garrafa (armadilha). Reaplicar quando a praga atingir este nível populacional novamente, principalmente na fase de mudança de cor do fruto. Realizar no máximo a 2 aplicações com intervalo de 35 dias. | ||
Intervalo de segurança: 21 dias | ||||
Feijão | Lagarta-das-vagens (Michaelus jebus) | 1,25 L/ha | Aplicar quando aparecerem as primeiras pragas. Realizar no máximo 02 | |
Broca-da-vagem (Etiella zinckenella) | 200 a 400 | aplicações, com intervalo de aplicação de acordo com a reinfestação. | ||
Cigarrinha (Empoasca kraemeri) | 0,8 L/ha | |||
Tripes (Thrips tabaci) | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 1 – 1,25* L/ha | Aplicar no início da infestação, reaplicando quando necessário, fazer no máximo 2 aplicações com intervalo de 15 dias. | ||
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 1 L/ha | 100- 400 | Aplicar quando aparecerem as primeiras pragas. Realizar no máximo 02 aplicações em função da reinfestação. | |
Intervalo de segurança: 25 dias | ||||
Maçã | Lagarta-enroladeira-da-folha (Bonagota cranaodes) | 100 – 150* mL/100 L água | 1.000 | O monitoramento deve ser feito com armadilhas de feromônio, na proporção de 1 a 2 por 5 ha. Aplicar quando atingir o nível de controle: 20 machos/armadilha/semana. Realizar 2 a 3 aplicações com intervalo de 10 dias. |
Intervalo de segurança:14 dias | ||||
Milho | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,4 – 0,6* L/ha | 300 a 400 | Aplicar no início das raspagens das folhas pelas lagartas. Realizar 1 a 2 aplicações com intervalo de 30 dias |
Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,0 L/ha | Aplicar no período após a germinação até 30 dias de idade da cultura, com jato dirigido à base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. | ||
Curuquerê-dos-capinzais (Mocis latipes) | 0,6 L/ha | Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. | ||
Broca-do-colo (Elasmopalpus lignosellus) | 1,0 L/ha | Aplicar no período após a germinação até uma altura aproximada de 35 cm, com jato dirigido à base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. | ||
Intervalo de segurança: 21 dias | ||||
Pastagem | Cigarrinha-das-pastagens (Deois flavopicta) | 1,0 L/ha | 300 | Iniciar a aplicação quando aparecerem as primeiras pragas. Realizar de 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. |
Intervalo de segurança: 13 dias | ||||
Soja | Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | 0,8 L/ha | 300 | Quando forem encontradas 20% de plantas com ponteiros danificados, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. |
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,25 – 1,0* L/ha | Iniciar a aplicação quando forem encontradas 20 lagartas/metro linear. Realizar de 1 a 2 aplicações, com o intervalo de aplicação em função da reinfestação. | ||
Percevejo-verde-pequeno (Piezodorus guildinii) | 1,5 L/ha | Lavoura de produção de grãos: controlar quando encontrar 4 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. Lavoura de produção de sementes: controlar quando encontrar 2 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. Realizar 1 a 2 aplicações com intervalo de 20 dias. | ||
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | ||||
Percevejo-da-soja (Nezara viridula) | ||||
Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 1,0 L/ha | 40 - 300 Aéreo: 10 - 50 | Aplicar quando aparecerem as primeiras lagartas L1 - L2, fase vegetativa 7 lagartas/m, fase reprodutiva 2 lagartas/m linear. Obs.: Não recomendado o uso para lagartas grandes (maiores de 2 cm). Realizar no máximo 02 aplicações com intervalo de 07 dias. | |
Lagarta-falsa-medideira (Rachiplusia nu) | 0,7 – 1,0*L/ha | 300 - 600 | Aplicar quando forem encontradas em torno de 40 lagartas grandes (maiores que 1,5 cm) por batida de pano ou 30% de desfolha no período anterior à floração e quando forem encontradas em torno de 40 lagartas grandes ou 15% de desfolha após a floração. Realizar no máximo 02 aplicações com intervalo de 20 dias | |
Lagarta –rosca (Agrotis ipsilon) | 1,5 L/ha | 150 - 250 | Monitorar a lavoura desde o plantio, observando também se a praga já estava presente na cultura anterior. Pulverizar junto ao colo da planta, logo após o aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. Realizar no máximo 02 aplicações com intervalo de 20 dias | |
Intervalo de segurança: 21 dias | ||||
Sorgo | Mosca-do-sorgo (Stenodiplosis sorghicolla) | 0,62 L/ha | 300 | Aplicar quando 80% do sorgal estiver florido. Se necessário, repetir após 4 dias. |
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,5 – 0,75* L/ha | Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura. Realizar de 1 a 2 aplicações e o intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. | ||
Intervalo de segurança: 21 dias | ||||
Tomate rasteiro com fins industriais | Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 1,5 L/ha | 800 a 1.000 | Aplicar preventivamente a partir do início do florescimento, reaplicando a cada 7 dias, caso haja necessidade. |
Larva-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 1 – 1,15* L/ha | 800 a 1.000 | Iniciar as aplicações, quando forem observados os primeiros sintomas de infestação da praga. Fazer no máximo 4 aplicações com intervalo de 7 dias. | |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 mL/100 L água | |||
Pulgão-verde (Myzus persicae) | ||||
Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | ||||
Intervalo de segurança: 21 dias | ||||
Trigo | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 0,7 – 1,0* L/ha | 300 | Aplicar quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Realizar de 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. |
Pulgão-da-folha (Metopolophium dirhodum) | 0,3 L/ha | Aplicar quando 10% das plantas apresentarem colônias em formação. Realizar de 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. | ||
Broca-do-colo (Elasmopalpus lignosellus) | 1,25 L/ha | Aplicar na fase inicial da cultura. Realizar de 1 a 2 aplicações com intervalo de 1 a 2 semanas. | ||
Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,5 L/ha | Realizar a aplicação assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação. Realizar de 1 a 2 aplicações com intervalo de 1 a 2 semanas. | ||
Pulgão-da-espiga (Rhopalosiphum graminum) | 0,2 – 0,3*L/ha | Aplicar quando o nível de pulgão for de ate 10/perfilho. Realizar de 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. | ||
Pulgão (Sitobion avenae) | 0,4 – 0,5*L/ha | Aplicar quando forem encontrados mais de 10 pulgões/espiga. Realizar de 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação | ||
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,75 L/ha | Aplicar quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Realizar de 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. | ||
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia adultera) | 1,0 L/ha | Aplicar quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Realizar de 1 a 2 aplicações com intervalo de 30 dias. | ||
Pulgão-da-folha (Rhopalosiphum padi) | 0,3 L/ha | 100 - 400 | Aplicar o produto quando 10% das plantas estiverem atacadas, com a presença de colônia em formação. Realizar no máximo 02 aplicações por ciclo da cultura e reaplicar o produto, se necessário. | |
Intervalo de segurança: 21 dias | ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Soja | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Trigo | Rhopalosiphum padi | pulgão-da-aveia, Pulgão-da-folha, Pulgão-da-raiz | Ver detalhes |
Aplicar através de equipamentos tratorizados com barra equipada com bicos JA2 ou similares (exceto para lagarta do cartucho em milho onde se recomenda bico leque série 80.03 ou 80.04 sobre a linha da cultura), procurando obter gotas de pulverização com tamanho de 100 a 400 micra e, densidade mínima de 40 gotas/cm2.
A pressão recomendada é de 150 a 300 Ib/pol
Velocidade de Aplicação: 4,5 Km/h
Temperatura: < 30°C
Umidade Relativa: > 50%
Para as culturas de Algodão, Batata, Cevada, Feijão, Milho, Pastagem, Soja, Sorgo e Trigo: Aplicar através de pulverizador tratorizado com barra de pulverização equipada com bicos tipo cone ou similares, procurando obter uma pulverização uniforme.
Para controle de lagarta-do-cartucho em milho: Recomenda-se bico leque série 80.03 ou 80.04, dirigindo a aplicação para o cartucho da planta ou linha de plantio. Para obter maiores informações visando melhor cobertura de pulverização das plantas, consulte um Engenheiro Agrônomo.
Para as culturas de Café, Citros, Maçã e Tomate: Aplicar através de equipamentos pulverizadores ou atomizadores tratorizados, adequados ao porte das culturas, visando obter uma boa cobertura de pulverização das plantas. Para obter maiores informações visando melhor cobertura de pulverização das plantas, consulte um Engenheiro Agrônomo.
Helicoverpa armígera em algodão e soja:
Outros equipamentos sugeridos para aplicação: aeronave agrícola equipada com GPS e barra ou “micronair” e, através de equipamentos de irrigação tipo pivot central.
Abasteça o reservatório do pulverizador até ¼ de sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. Adicionar a quantidade correta de produto, previamente medido em recipiente graduado no reservatório do pulverizador, e então, completar o volume com água. A agitação deverá ser constante durante todo o processo de preparo e pulverização da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo em seguida. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxague completamente o reservatório do pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante dessa operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto;
Complete o pulverizador com água limpa. Circule essa solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto;
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia de uso doméstico (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d´água, nascentes ou plantas úteis;
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores com um balde com a solução de limpeza;
Repita o passo 3;
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes;
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Sigas as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos esses fatores quando da decisão de aplicar.
A melhor estratégia de gerenciamento da deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (0,15 a 0,20 mm). A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas
de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade, e inversão térmica.
enquantoque, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Deve-se procurar aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h, temperaturas superiores a 30°C e umidade relativa inferior a 50%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Em aplicações com qualquer tipo de equipamento, observar as condições climáticas recomendadas, considerando que a umidade relativa do ar é o fator mais importante, já que determina uma maior ou menor evaporação.
Algodão 21dias Batata (foliar). 21 dias
Batata (solo). (1) dias
Café 21 dias
Cevada 14 dias
Citros 21 dias
Feijão 25 dias
Maçã 14 dias
Milho (foliar) 21 dias
Pastagem 13 dias
Soja 21 dias
Sorgo 21 dias
Tomate(*). 21 dias
Trigo 21 dias
(*) Uso autorizado somente para tomate rasteiro com fins industriais.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Alvo biológico Nome comum (Nome científico) | Doses p.c.(*) | Volume de Calda (L/ha) | Nº máx. de aplicações |
Curuquerê (Alabama argillacea) | 0,5 L/ha | |||
Algodão | Broca-do-algodoeiro (Eutinobothrus brasiliensis) | 0,8 – 2,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 – 300 L/ha Aplicação aérea: 30 – 50 L/ha | 2 |
Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii) | 0,3 – 0,5 L/ha | |||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 1,5 – 2 L/ha | |||
Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 1,5 L/ha | |||
Época e intervalo de aplicação: Iniciar a aplicação do produto: Curuquerê (Alabama argillacea) – quando houver 2 lagartas/planta. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Número de aplicações: até 2 por safra da cultura. Broca-do-algodoeiro (Eutinobothrus brasiliensis): 20 dias após a germinação. Intervalo de aplicação: 1 semana. Número de aplicações: até 2 por safra. Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii): Aplicar o produto quando houver 10% das plantas atacadas. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Número de aplicações: até 2 por safra. Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens): Quando houver 10% de infestação, ou seja, uma lagarta pequena (menor que 1 cm) em 10 plantas examinadas. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com | ||||
Cultura | Alvo biológico Nome comum (Nome científico) | Doses p.c.(*) | Volume de Calda (L/ha) | Nº máx. de aplicações |
intervalo de 1 a 2 semanas Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus): aplicar o produto quando houver 40% das plantas com sinais de ataque. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Número de aplicações: até 2 por safra. | ||||
Batata | Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 – 300 L/ha | 2 |
Época e intervalo de aplicação: Iniciar a aplicação do produto assim que forem observados os primeiros sintomas de infestação. Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura. Intervalo de aplicação: 2 semanas. | ||||
Café | Broca-do-café (Hvoothenemus hamoei) | 1,5 L/100 L de água | Aplicação terrestre: 100 – 300 L/ha Aplicação aérea: 30 – 50 L/ha | 2 |
Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeela) | 1 - 1,5 L/ha | |||
Época e intervalo de aplicação: Iniciar a aplicação do produto: Broca-do-café (Hypothenemus hampei): aplicar o produto quando o grau de infestação for maior ou igual a 5% nos grãos provenientes da primeira florada. Intervalo de aplicação: 20 a 30 dias. Número de aplicações: até 2 por safra. Bicho mineiro (Leucoptera coffeella): aplicar o produto quando mais ou menos 20% das folhas estiverem contaminadas. Intervalo de aplicação: 30 a 45 dias. Número de aplicações: até 2 aplicações por safra. | ||||
Citros | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 mL/100 L de água | Aplicação terrestre: 400 – 500 L/ha | 1 |
Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulatus) | 100 – 150 ml/100 L de água | |||
Cochonilha-parlatoria (Parlatoria cinerea) | ||||
Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) | ||||
Psilídeo (Diaphorina citri) | ||||
Época e intervalo de aplicação: - Iniciar a aplicação do produto: Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata): Assim que os frutos começarem a amadurecer. Volume de calda: 400- 500 L/ha. Cochonilha pardinha (Selenaspidus articulatus): Aplicar no início da infestação. Reaplicar, se necessário. Aplicar até o ponto de escorrimento. Volume de calda: 400-500 L/ha. Cochonilha parlatoria (Parlatoria cinerea): Aplicar no início da infestação, com a calda dirigida ao tronco e ramos primários. Reaplicar, se necessário. Volume de calda: 400-500 L/ha. Cochonilha-ortezia (Orthezia praelonga): Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário. Volume de calda: 100-300 L/ha. Psilídeo (Diaphorina citri): Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário, até duas aplicações por safra. Volume de calda: 100 a 300 L/há (pulverização terrestre). Número de aplicações: até 3 aplicações por ciclo da cultura. O produto deve ser aplicado com uso de óleo mineral na calda na proporção de 0,25% (250 mL/100L). | ||||
Cultura | Alvo biológico Nome comum (Nome científico) | Doses p.c.(*) | Volume de Calda (L/ha) | Nº máx. de aplicações |
Feijão | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 1,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 – 300 L/ha Aplicação aérea: 30 – 50 L/ha | 2 |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 1,0 – 1,25 L/ha | |||
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | 0,8 L/ha | |||
Época e intervalo de aplicação: Iniciar a aplicação do produto quando aparecerem as primeiras pragas. Intervalo de aplicação: 15 dias. Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura. | ||||
Milho | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,4 – 0,6 L/ha | Aplicação terrestre: 100 – 300 L/ha Aplicação aérea: 30 – 50 L/ha | 2 |
Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1 L/ha | |||
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | ||||
Época e intervalo de aplicação: Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda): no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 10 dias. Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura. Usar bico leque. Lagarta-Rosca (Agrotis ipsilon): aplicar o produto no período após a germinação até 30 dias de idade da cultura, com jato dirigido à base das plantas. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura. Lagarta elasmo (Elasmopalpus lignosellus): aplicar o produto no período após a germinação até uma altura aproximada de 35 cm, com jato dirigido a base das plantas. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura. | ||||
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,4 – 1,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 – 300 L/ha Aplicação aérea: 30 – 50 L/ha | 2 |
Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | 0,8 L/ha | |||
Época e intervalo de aplicação: Iniciar a aplicação do produto: Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis): aplicar o produto quando forem encontradas 20 lagartas/metro linear. Intervalo de aplicação: 20 dias. Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura. Broca das axilas (Epinotia aporema): aplicar o produto quando forem encontradas 20% de plantas com ponteiros danificados. Intervalo de aplicação 10 dias. Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura. | ||||
Tomate (Rasteiro) | Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 1000 L/ha | 2 |
Larva-minadora (Lvriomvza huidobrensis) | 1,0 – 1,5 L/ha | |||
Época e intervalo de aplicação: Iniciar a aplicação do produto: Broca pequena (Neoleucinodes elegantis): aplicar o produto quando os frutos Estiverem pequenos. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Número de aplicações: até 7 por ciclo da cultura. Larva minadora (Liriomyza huidobrensis): aplicar o produto assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação. Intervalo de aplicação: 10 dias. Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura. | ||||
Cultura | Alvo biológico Nome comum (Nome científico) | Doses p.c.(*) | Volume de Calda (L/ha) | Nº máx. de aplicações |
Trigo | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia seauax) | 0,7- 1,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 – 300 L/ha Aplicação aérea: 30 – 50 L/ha | 2 |
Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae) | 0,4 – 0,5 L/ha | |||
Época e intervalo de aplicação: Iniciar a aplicação do produto: Lagarta do trigo (Pseudaletia sequax): aplicar o produto quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura. Intervalo de aplicação: 30 dias. Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae): quando forem encontrados mais de 10 pulgões/espiga, 1 a 2 aplicações. | ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Heliothis virescens | Lagarta-das-maçãs | Ver detalhes |
| Batata | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Café | Hypothenemus hampei | Broca-do-café | Ver detalhes |
| Citros | Parlatoria cinerea | Cochonilha-de-carapaça, Picuinha | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Milho | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Equipamento tratorizado ou através de aeronave agrícola.
Através de tratores com pulverizador com barra equipada com bicos JA2 ou similares (exceto para lagarta do cartucho em milho que se recomenda bico leque série 80.03 ou 80.04 sobre a linha da cultura) procurando obter gotas de pulverização com tamanho de 100 a 400 micra e, densidade mínima de 40 gotas/cm2. Fechar o registro do pulverizador durante as paradas e manobras com o equipamento para evitar-se a sobreposição nas áreas tratadas.
Não aplicar o produto com ventos superiores a 10 km/h, não aplicar sob chuva; temperatura deverá ser inferior a 30 °C; umidade relativa deverá ser superior a 50%. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
NOTA: Os volumes de calda citados em faixa variam em função do estado vegetativo, densidade foliar e
porte das plantas.
Encher ¾ do volume do tanque de pulverização com água e adicionar CLORMAX 480 EC mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Cultura | Intervalo (Dias) |
Algodão | 21 |
Batata | 21 |
Café | 21 |
Citros | 21 |
Feijão | 25 |
Milho | 21 |
Soja | 21 |
Tomate | 21 |
Trigo | 21 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Alvo-biológico | Dose de aplicação (PC) | Volume de calda (L/ha) | ||
Nome comum | Nome científico | Aplicação terrestre | Aplicação aérea | ||
Algodão | Curuquerê | Alabama argillacea | 0,5 L / ha | 100-300 | 30-50 |
Broca-do algodoeiro | Eutinobothrus brasiliensis | 0,8 - 2,0 L/ha | |||
Pulgão-do-algodoeiro | Aphis gossypii | 0,3 - 0,5 L/ha | |||
Lagarta-das-maçãs | Heliothis virescens | 1,5 - 2,0 L/ha | |||
Lagarta-rosada | Pectinophora gossypiella | 1,5 - 2,0 L/ha | |||
Batata | Lagarta-rosca | Agrotis ipsilon | 1,5 L/ha | 100-300 | - |
Café | Broca-do-café | Hypothenemus hampei | 1,0 - 1,5 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Bicho-mineiro-do-café | Leucoptera coffeella | ||||
Citros | Mosca-das-frutas | Ceratitis capitata | 200 mL/100 L | 400-500 | - |
Cochonilha-pardinha | Selenaspidus articulatus | 100 - 150 mL/100 L | |||
Cochonilha-de-placa | Orthezia praelonga | 100-300 | |||
Cochonilha-parlatoria | Parlatoria cinerea | 400-500 | |||
Psilideo | Diaphorina citri | 100-300 | |||
Feijão | Mosca-branca | Bemisia tabaci | 1,0 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Mosca-branca | Bemisia tabaci raça B | 1,0 - 1,25 L/ha | |||
Cigarrinha-verde | Empoasca kraemeri | 0,8 L/ha | |||
Milho | Lagarta-do-cartucho | Spodoptera frugiperda | 0,4 -0,6 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Lagarta-rosca | Agrotis ipsilon | 1,0 L/ha | |||
Lagarta-elasmo | Elasmopalpus lignosellus | ||||
Soja | Lagarta-da-soja | Anticarsia gemmatalis | 0,4 - 1,0 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Broca-das-axilas | Epinotia aporema | 0,8 L/ha | |||
Tomate | Broca-pequena-do- fruto | Neoleucinodes elegantalis | 1,5 L/ha | 1000 | - |
Larva-minadora | Lyriomyza huidobrensis | 1,0 - 1,5 L/ha | |||
Trigo | Lagarta-do-trigo | Pseudaletia sequax | 0,7 - 1,0 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Pulgão-da-espiga | Sitobion avenae | 0,4 - 0,5 L/ha | |||
PC: produto comercial
Nota: 1 L de CLORPIRI 480 EC contém 480 g do ingrediente ativo clorpirifós.
Algodão | - Iniciar a aplicação do produto: Alabama argillacea (Curuquerê): quando houver 2 lagartas/planta, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Aphis gossypii (Pulgão): quando houver 10% das plantas atacadas, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Euthinobothrus brasiliensis (Broca): 20 dias após a germinação, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 semana. Heliothis virescens (Lagarta-das-maçãs): quando houver 10% de infestação (1 lagarta pequena igual ou menor que 10 mm) em 10 plantas examinadas. Pectinophora gossypiella (Lagarta-rosada): quando constatar 15 machos/dia, em amostragem com o uso de armadilhas, com feromônio sexual, Realizar até 3 pulverizações por ciclo da cultura. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
Batata | - Iniciar a aplicação do produto assim que forem observados os primeiros sintomas de infestação. Intervalo de aplicação: 2 semanas. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 100 a 300 L/ha. |
Café | - Iniciar a aplicação do produto: Hypothenemus hampei (Broca): quando o grau de infestação for maior ou igual a 5% nos grãos provenientes da primeira florada, realizar 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 20 a 30 dias. Leucoptera coffeella (Bicho mineiro): quando mais ou menos 20% das folhas estiverem contaminadas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 30 a 45 dias. Realizar até 2 aplicações por safra da cultura. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
Citros | - Iniciar a aplicação do produto: Ceratitis capitata (Mosca das frutas): Assim que os frutos começarem a amadurecer, realizar 2 a 3 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Volume de calda: 400-500 L/ha. Selenaspidus articulatus (Cochonilha pardinha): Aplicar no início da infestação. Reaplicar, se necessário. Aplicar até o ponto de escorrimento. Volume de calda: 400- 500 L/ha. Parlatoria cinerea (Cochonilha parlatoria): Aplicar no início da infestação, com aplicação da calda dirigida ao tronco e ramos primários. Reaplicar, se necessário. Volume de calda: 400-500 L/ha. Orthezia praelonga (Cochonilha-de-placa): Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário. Máximo de duas aplicações por safra. Volume de calda: 100-300 L/ha. Diaphorina citri (Psilídeo): Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário, máximo de duas aplicações por safra. Volume de calda: 100 a 300 L/ha. Realizar até 3 aplicações por ciclo da cultura. O produto deve ser aplicado com uso de óleo mineral na calda na proporção de 0,25% (250 mL/100L) |
Feijão | - Iniciar a aplicação do produto quando aparecerem as primeiras pragas. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30- 50 L/ha (pulverização aérea). |
Milho | - Iniciar a aplicação do produto: Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho): no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura, 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Usar bico leque. Elasmopalpus lignosellus (Lagarta elasmo): no período após a germinação até uma altura aproximada de 35 cm, com jato dirigido à base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas; Agrotis ipisilon (Lagarta Rosca): no período após a germinação até 30 dias de idade da cultura, com jato dirigido à base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Realizar até 3 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
Soja | - Iniciar a aplicação do produto: Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja): quando forem encontradas 20 lagartas/metro linear, 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação da praga. Epinotia aporema (Broca das axilas): quando forem encontradas 20% de plantas com ponteiros danificados, 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação da praga. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30- 50 L/ha (pulverização aérea). |
Tomate (rasteiro) | - Iniciar a aplicação do produto: Neoleucinodes elegantis (Broca pequena): quando os frutos estiverem pequenos, 4 a 7 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Liriomyza huidobrensis (Larva minadora): assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação. Se necessário, reaplicar com intervalo de 10 dias. Volume de calda: 1000 L/ha. |
Trigo | - Iniciar a aplicação do produto: Sitobion avenae (Pulgão das espigas): quando forem encontrados mais de 10 pulgões/espiga, 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação da praga. Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo): quando aparecerem os primeiros focos de infestação, 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Heliothis virescens | Lagarta-das-maçãs | Ver detalhes |
| Batata | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Café | Hypothenemus hampei | Broca-do-café | Ver detalhes |
| Citros | Parlatoria cinerea | Cochonilha-de-carapaça, Picuinha | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
Equipamentos de aplicação:
Equipamentos tratorizados ou através de aeronaves agrícolas.
Aplicação terrestre:
Através de tratores com pulverizador com barra equipada com bicos JA2 ou similares
(exceto para lagarta do cartucho em milho que recomenda-se bico leque série 80.03 ou 80.04 sobre a linha da cultura) procurando obter gotas de pulverização com tamanho de 100 a 400 micra e, densidade mínima de 40 gotas/cm2.
Fechar o registro do pulverizador durante as paradas e manobras com o equipamento para evitar-se a sobreposição nas áreas tratadas.
Aplicação através de aeronave agrícola:
Equipamento com barra ou "micronair". Para aplicação aérea utilizar equipamento GPS, não utilizar balizamento com bandeirinhas.
Condições climáticas:
Não aplicar o produto com ventos superiores a 10 km/h, não aplicar sob chuva; temperatura deverá ser inferior a 30°C; umidade relativa deverá ser superior a 50%. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
NOTA: Os volumes de calda citados em faixa variam em função do estado vegetativo, densidade foliar e porte das plantas.
Encher ¾ do volume do tanque de pulverização com água e adicionar CLORPIRI 480 EC mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Algodão: 21; Batata: 21; Café: 21; Citros: 21; Feijão: 25; Milho: 21; Soja: 21; Tomate: 21;
Trigo: 21.
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS | DOSE (L/ha) / 100L | VOLUME DE CALDA | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
ALGODÃO | Curuquerê (Alabama argillacea) | 0,5 L/ha | 100 - 300 L/ha | 3 | Quando houver 2 lagartas/planta, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. |
Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii) | 0,3 - 0,5 L/ha | Quando houver 10% das plantas atacadas, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. | |||
Broca-do-algodoeiro (Eutinobothrus brasiliensis) | 0,8 - 1,5 L/ha | 20 dias após a germinação, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 semana. | |||
Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 1,5 L/ha | Quando houver 40% das plantas com sinais de ataque, 1 a 3 aplicações Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. | |||
BATATA | Larva-alfinete (Diabrotica speciosa) | 1,0 L/ha | 800 L/ha | Fazer no máximo duas (2) aplicação por ciclo de cultura. | Assim que se observar os primeiros sintomas de infestação |
Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | |||||
CAFÉ | Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) | 1,0 - 1,5 L/ha | 1,0 - 1,5 L/ha | 2 | Em locais onde o ataqu e da praga for no períod o seco do ano, a aplicaçã o do produto deve se iniciada quando na amostragem (100 folhas for encontrado 40 folha s com lagartas vivas. Já quando a ocorrência da praga se der no período chuvoso, a pulverização deverá ser realizada quando for observado 20% das folhas minadas. Se necessário, reaplicar o produto num intervalo de 30-45 dias. |
Broca-do-café (Hypothenemus hampei) | 1,5 L/ha | Quando o grau de infestação for maior o u igual a 5% nos grão s provenientes da primeir a florada, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação 20 a 30 dias | |||
Cochonilha-da-roseta (Planococcus minor) | 1,0 - 1,5 L/ha | Realizar uma aplicação em pulverização folia em alto volume, cerca de 1.000 litros calda/ha quando se observar o início da infestação. | |||
CEVADA | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 0,4 - 0,7 L/ha | 100 - 300 L/ha | 2 | Quando aparecerem os primeiros focos de infestação, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: (*) |
Pulgão-da-folha (Metopolophium dirhodum) | 0,4 L/ha | ||||
Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae) | 0,4 L/ha | ||||
CITROS | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 mL / 100 L | 100 - 300 L/ha | 3 | Assim que os frutos começarem a amadurecer, 2 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: (*). Volume total sugerido: 400 - 500 L/ha |
Cochonilhapardinha (Selenaspidus articulatus) | 100 - 150 mL / 100 L | Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário. Aplicar até o ponto de escorrimento | |||
Cochonilhaparlatória (Parlatoria cinerea) | 100 - 150 mL / 100 L | Aplicar no início da infestação, com a calda dirigida ao tronco e ramos primários. Reaplicar se necessário. | |||
Cochonilhaortezia (Orthezia praelonga) | 100 - 150 mL / 100 L | Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário. Adiciona óleo mineral na calda na proporção de 0,25% (250 mL/100 L). Máximo de 2 aplicações po safra. | |||
Psilídeo (Diaphorina citri) | 100 - 150 mL / 100 L | Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário. Máximo de 2 aplicações por safra. | |||
FEIJÃO | Broca-das-vagens (Etiella zinckenella) | 1,25 L/ha | 100 - 400 L/ha | 2 | Na ocorrência da praga aplicar o produto semanalmente. Reaplicar o produto se necessário. |
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | 0,8 L/ha | Aplicar o produto preventivamente em intervalos semanais durante todo o período vegetativo da cultura. | |||
Lagarta-da-vagem (Michaelus jebus) | 1,25 L/ha | Quando aparecerem as primeiras pragas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: (*) | |||
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 1,0 L/ha | Quando aparecerem as primeiras pragas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: (*) | |||
MAÇÃ | Lagarta-enroladeira (Bonagota cranaodes) | 100 - 150 mL /100 L | 1000L/ha | 3 | Aplicar no início da infestação. Reaplicar, se necessário, com intervalo de 2 a 3 semanas. Fazer no máximo 3 aplicações por safra. |
MILHO | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,4 - 0,6 L/ha | 100 - 400 L/ha | 2 | Aplicar o produto após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura O intervalo das aplicações será em função da reinfestação Utilizar bico tipo leque. |
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | 1,0 L/ha | Aplicar no período após a germinação até uma altura aproximada de 35 cm, com jato dirigido à base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas | |||
Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,0 L/ha | Aplicar no período após a germinação até 30 dias de idade da cultura, com jato dirigido a base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas | |||
Lagarta-dos-capinzais (Mocis Iatipes) | 0,6 L/ha | Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: (*) | |||
PASTAGEM | Cigarrinha-das-pastagens (Deois flavopicta) | 1,0 L/ha | 100 - 300 L/ha | 2 | Quando aparecerem as primeiras pragas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: (*) |
SOJA | Percevejo-verde (Nezara viridula) | 1,25 L/ha | 100 - 400 L/ha | 2 | Quando forem encontradas 20% de plantas com ponteiros danificados, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Lavoura de produção de sementes: controla quando encontrar 2 percevejos por batida de pano. |
Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | 0,8 L/ha | Fazer no máximo uma | Quando forem encontradas 20% de plantas com ponteiros danificados, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 |
(1) aplicação por ciclo de cultura. | semanas | ||||
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,4 L/ha | Quando forem encontradas 20 lagartas/metro linear Fazer apenas uma aplicação por ciclo de cultura. | |||
SORGO | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,5 - 0,75 L/ha | 100 - 300 L/ha | 2 | Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura 1-2 aplicações. Intervaol de aplicação: (*). Usa bico leque. |
Mosca-do-sorgo (Contarinia sorghicola) | 0,62 L/ha | Aplicar quando 80% do sorgal estiver florido. Se necessário, repetir após 4 dias. | |||
TRIGO | Pulgão-verde-dos-cereais (Rhopalosiphum graminum) | 0,2 - 0,3 L/ha | 100 - 400 L/ha | 2 | Quando o nível de pulgões for de até 10/perfilho. Intervalo de aplicação: (*) |
Pulgão-da-folha (Rhopalosiphum padi) | 0,3 L/ha | Aplicar o produto quando 10% das plantas estiverem atacadas, com a presença de colônia em formação. Reaplica o produto se necessário | |||
Pulgão-da-folha (Metopolophium dirhodum) | 0,3 L/ha | Quando 10% das plantas apresentarem colônias em formação. 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: (*) | |||
Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,5 L/ha | Assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. | |||
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | 1,25 L/ha | Aplicar na fase inicial da cultura, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. | |||
Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae) | 0,4 - 0,5 L/ha | Quando forem encontrados mais de 10 pulgões/espiga, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: (*) | |||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 0,75 L/ha | Quando aparecerem os primeiros focos de infestação, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: (*) | |||
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 0,7-1,0 L/ha | Quando aparecerem os primeiros focos de infestação, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: (*) |
(*) O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. É PROIBIDA A APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTO COSTAL.
VIDE: Instruções de Uso.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Café | Planococcus minor | Cochonilha | Ver detalhes |
| Cevada | Metopolophium dirhodum | Pulgão-da-folha, Pulgão-verde-pálido | Ver detalhes |
| Citros | Selenaspidus articulatus | Cochonilha-pardinha | Ver detalhes |
| Feijão | Etiella zinckenella | Broca-da-vagem, Lagarta-das-vagens | Ver detalhes |
| Maçã | Bonagota cranaodes | Lagarta-enroladeira-da-folha | Ver detalhes |
| Milho | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Soja | Epinotia aporema | Broca-das-axilas, Broca-das-axilas-da-soja | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Trigo | Metopolophium dirhodum | Pulgão-da-folha, Pulgão-verde-pálido | Ver detalhes |
Pulverização das partes aéreas das culturas conforme quadro acima.
Terrestre/aérea: Cevada, Citros, Maçã, Pastagem e Sorgo.
Terrestre: Algodão, Batata, Café, Feijão, Milho, Soja e Trigo.
O produto deve ser diluído em água e pulverizado através de equipamento manual, motorizado, tratorizado com barras, sendo:
Para as culturas do feijão, milho, soja, trigo, algodão, batata e café:
Volume de calda: 100 a 400 L/ha.
Tipo de bico: D2 25 cone vazio ousimilar
Pressão: 80-100 psi Para a cultura da batata:
Volume de calda: 800 L/ha.
Tipo de bico: Cone cheio
Pressão: 45 Ib/poI2 Para a cultura do café:
Volume de calda: utilizar alto volume de calda de aproximadamente 1300 L/ha. Para a cultura de algodão, cevada, citros, maçã, pastagens, sorgo:
Volume de calda: 100 a 300 L/ha.
Tipo de bico: JA2 ou similares
Pressão: 150 a 300 lb/pol2
Obs.: Para lagarta-do-cartucho em milho e sorgo, recomenda-se o uso de bico leque série 80.03 ou
80.04 sobre a linha de cultura, procurando obter gotas de pulverização com tamanho de 100 a 400 micra e densidade mínima de 40gotas/cm2.
Outros equipamentos sugeridos para aplicação: aeronaves agrícolas equipadas com barra ou "micronair" e através de equipamentos de irrigação tipo pivot central. Para aplicação aérea utilizar equipamento com GPS, não utilizar balizamento com bandeirinhas.
Obs.: o Engenheiro Agrônomo poderá alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o numero máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinados na bula.
Feijão: 25 dias
Milho foliar, Café, Trigo, Batata, Soja, Algodão, Citros, Sorgo: 21 dias Cevada, Maçã: 14 dias
Pastagem: 13 dias
Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para uso durante a aplicação.
VER 17 – 26.07.2024
CLORPIRIFÓS NORTOX EC | ||||
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE de p.c | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
Nome comum/ Nome científico | ||||
ALGODÃO | Curuquerê Alabama argillacea | 0,5 L/ha | 3 | 100 - 300 |
Pulgão-do-algodoeiro Aphis gossypii | 0,3 – 0,5 L/ha | 3 | ||
Broca-do-algodoeiro Eutinobothrus brasiliensis | 0,8 – 2,0 L/ha | 2 | ||
Ácaro-branco Polyphagotarsonemus latus | 1,5 L/ha | 3 | ||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Curuquerê: aplicar quando houver 2 lagartas/planta. Se necessário reaplicar com intervalo de 7 à 14 dias. Pulgão do algodoeiro: aplicar quando houver 10% das plantas atacadas. Se necessário reaplicar com intervalo de 7 à 14 dias. Broca do algodoeiro: aplicar 20 dias após a germinação. Se necessário reaplicar com intervalo de 7 dias. Ácaro-branco: aplicar quando houver 40% das plantas com sinais de ataque. Se necessário reaplicar com intervalo de 7 à 14 dias. | ||||
CLORPIRIFÓS NORTOX EC | ||||
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE de p.c | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
Nome comum/ Nome científico | ||||
AMENDOIM | Cigarrinha Empoasca kraemeri | 0,8 L/ha | 2 | 100 - 300 |
Mosca-branca Bemisia tabaci | 1,0 L/ha | |||
Lagarta-do-pescoço-vermelho Stegasta bosquella | 1,25 L/ha | |||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Cigarrinha, Mosca-branca e Lagarta-do-pescoço-vermelho: aplicar no início da infestação. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. | ||||
AVEIA CENTEIO TRIGO TRITICALE | Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | 1,5 L/ha | 2 | 100 - 300 |
Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | 1,25 L/ha | |||
Pulgão-da-folha Metopolophium dirhodum | 0,3 L/ha | |||
Pulgão-da-espiga Sitobion avenae | 0,4 – 0,5 L/ha | |||
Pulgão-verde-dos-cereais Rhopalosiphum graminum | 0,2 – 0,3 L/ha | |||
Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | 0,75 L/ha | |||
Lagarta-do-trigo Pseudaletia sequax | 0,7 – 1,0 L/ha | |||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Lagarta-rosca: aplicar assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação. Se necessário reaplicar com intervalo de 7 a 14 dias. Lagarta-elasmo: aplicar na fase inicial da cultura, assim que se observar os primeiros sintomas de infestação. Se necessário reaplicar com intervalo de 7 a 14 dias. Pulgão-da-folha: Aplicar quando 10% das plantas apresentarem colônias em formação. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. Pulgão-da-espiga: aplicar quando forem encontrados mais de 10 pulgões/espiga. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. Pulgão-verde-dos-cereais: aplicar quando o nível de pulgões for de até 10/perfilho. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. Lagarta-militar e Lagarta-do-trigo: Aplicar quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. | ||||
BATATA | Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | 1,5 L/ha | 2 | 100 - 300 |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Lagarta-rosca: aplicar assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação. Se necessário reaplicar com intervalo de 14 dias. | ||||
VER 17 – 26.07.2024
CLORPIRIFÓS NORTOX EC | ||||
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE de p.c | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
Nome comum/ Nome científico | ||||
CAFÉ | Broca-do-café Hypothenemus hampei | 1,5 L/ha | 2 | 100 - 300 |
Bicho-mineiro Leucoptera coffeella | 1,0 – 1,5 L/ha | 2 | ||
Cochonilha-de-roseta Planococcus minor | 1 | 1000 | ||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Broca do café: aplicar quando o grau de infestação for maior ou igual a 5% nos grãos provenientes da primeira florada. Se necessário reaplicar com intervalo de 20 à 30 dias. Bicho-mineiro: aplicar quando forem observadas cerca de 20% das folhas minadas. Se necessário reaplicar com intervalo de 30 à 45 dias. Cochonilha de roseta: aplicar no início da infestação. | ||||
CEVADA | Lagarta-do-trigo Pseudaletia sequax | 0,4 – 0,7 L/ha | 2 | 100 - 300 |
Pulgão-da-folha Metopolophium dirhodum | 0,4 L/ha | |||
Pulgão-da-espiga Sitobion avenae | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Lagarta do trigo, Pulgão da folha e Pulgão da espiga: aplicar no início da infestação. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. | ||||
CITROS | Mosca-das-frutas Ceratitis capitata | 200 mL/100 L de água | 3 | 400 - 500 |
Cochonilha-pardinha Selenaspidus articulatus | 100 – 150 mL/100 L de água | 2 | 100 - 300 | |
Cochonilha-parlatória Parlatoria cinerea | ||||
Cochonilha-ortezia* Orthezia praelonga | ||||
Psilídeo Diaphorina citri | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Mosca das frutas: aplicar no início do amadurecimento dos frutos. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. Cochonilha-pardinha: aplicar no início da infestação, até o ponto de escorrimento. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. Cochonilha-parlatória: aplicar no início da infestação, com a calda dirigida ao tronco e ramos primários. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. Cochonilha-ortezia* e Psilídeo: aplicar no início da infestação. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. *Adicionar óleo mineral na calda na proporção de 0,25% v/v (250 mL/100L). | ||||
VER 17 – 26.07.2024
CLORPIRIFÓS NORTOX EC | ||||
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE de p.c | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
Nome comum/ Nome científico | ||||
ERVILHA GRÃO-DE-BICO LENTILHA | Cigarrinha Empoasca kraemeri | 0,8 L/ha | 2 | 100 - 300 |
Mosca-branca Bemisia tabaci | 1,0 L/ha | |||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Cigarrinha e Mosca-branca: aplicar no início da infestação. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. | ||||
FEIJÃO (Phaseolus vulgaris L.) FEIJÕES | Cigarrinha Empoasca kraemeri | 0,8 L/ha | 2 | 100 - 300 |
Broca-da-vagem Etiella zinckenella | 1,25 L/ha | |||
Lagarta-da-vagem Michaelus jebus | ||||
Mosca-branca Bemisia tabaci | 1,0 L/ha | |||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Cigarrinha, Broca-da-vagem, Lagarta da vagem e Mosca-branca: aplicar no início da infestação. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. | ||||
MAÇÃ | Lagarta-enroladeira Bonagota cranaodes | 100 – 150 mL/100 L de água | 3 | 100 - 300 |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Lagarta-enroladeira: aplicar no início da infestação. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. | ||||
MILHETO MILHO | Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | 0,4 – 0,6 L/ha | 2 | 100 - 300 |
Lagarta-dos-capinzais Mocis latipes | 0,6 L/ha | 3 | ||
Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | 1,0 L/ha | 2 | ||
Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | 2 | |||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Lagarta do cartucho: aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. Lagarta dos capinzais: aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. Lagarta-elasmo: aplicar no início da infestação, do período após a germinação até uma altura aproximada de 35 cm, com jato dirigido à base das plantas. Se necessário reaplicar com intervalos de 7 à 14 dias. Lagarta-rosca: aplicar no início da infestação, no período após a germinação até 30 dias de idade da cultura, com jato dirigido à base das plantas. Se necessário reaplicar com intervalos de 7 à 14 dias. | ||||
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CLORPIRIFÓS NORTOX EC | ||||
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE de p.c | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
Nome comum/ Nome científico | ||||
PASTAGENS | Cigarrinha-das-pastagens Deois flavopicta | 1,0 L/ha | 2 | 100 - 300 |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Cigarrinha das pastagens: aplicar no início da infestação. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. | ||||
SOJA | Lagarta-da-soja Anticarsia gemmatalis | 0,25 - 1,0 L/ha | 2 | 100 - 300 |
Broca-das-axilas Epinotia aporema | 0,8 L/ha | |||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Lagarta-da-soja: aplicar quando forem encontradas 20 lagartas/metro linear. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. Broca-das-axilas: aplicar quando forem encontradas 20% de plantas com ponteiros danificados. Se necessário reaplicar com intervalo de 7 à 14 dias. | ||||
SORGO | Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | 0,5 - 0,75 L/ha | 2 | 100 - 300 |
Mosca-do-sorgo Stenodiplosis sorghicola | 0,62 L/ha | |||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Lagarta-do-cartucho: aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. Mosca-do-sorgo: Aplicar quando 80% do sorgal estiver florido. Se necessário reaplicar com intervalo de 4 dias. | ||||
TOMATE ** Rasteiro com fins industriais | Broca-pequena-do-fruto Neoleucinodes elegantalis | 1,5 L/ha | 5 | 100 - 300 |
Mosca-minadora Liriomyza huidobrensis | 1,0 – 1,5 L/ha | |||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Broca-pequena-do-fruto: aplicar quando os frutos estiverem pequenos. Se necessário reaplicar com intervalo de 7 à 14 dias. Mosca-minadora: aplicar assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação. Se necessário reaplicar com intervalo de 10 dias. ** Não permitido o uso deste produto em lavouras de tomate estaqueado. | ||||
VER 17 – 26.07.2024
Nota: um litro do produto comercial (p.c) contém 480 gramas do ingrediente ativo (a.i) CLORPIRIFÓS.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Amendoim | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Aveia | Metopolophium dirhodum | Pulgão-da-folha, Pulgão-verde-pálido | Ver detalhes |
| Batata | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Centeio | Sitobion avenae | Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Cevada | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
| Ervilha | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Feijão | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Empoasca kraemeri | Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Lentilha | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Maçã | Bonagota cranaodes | Lagarta-enroladeira-da-folha | Ver detalhes |
| Milheto | Elasmopalpus lignosellus | Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Milho | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Sorgo | Stenodiplosis sorghicolla | Mosca-do-sorgo | Ver detalhes |
| Tomate | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Trigo | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Triticale | Metopolophium dirhodum | Pulgão-da-folha, Pulgão-verde-pálido | Ver detalhes |
É PROIBIDA A APLICAÇÃO ATRAVÉS DE EQUIPAMENTOS COSTAIS E MANUAIS
PREPARO DA CALDA:
Agitar a embalagem do produto antes do preparo da calda.
Recomenda-se o preparo da quantidade necessária de calda para uma aplicação.
Para preparar a calda, coloque a dose indicada de CLORPIRIFÓS NORTOX EC no pulverizador com água até ¾ de sua capacidade e em seguida complete o volume agitando constantemente, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. A agitação deve ser constante durante a preparação da calda e aplicação do produto. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação. Aplique de imediato sobre o alvo biológico. O volume de água utilizado por hectare é o que consta do item “VOLUME DE CALDA” para cada cultura recomendada.
Somente para a cultura do citros visando o controle de Cochonilha-ortezia (Orthezia praelonga).
Indicado o uso de adjuvante a base de Óleo Mineral.
Função: proporciona uma melhor e mais adequada distribuição das formulações sobre as superfícies foliares, aumenta a absorção e translocação dos compostos aplicados; aumenta a penetração dos compostos através da cutícula foliar, devido à destruição das camadas de cera presentes nas folhas.
Concentração do adjuvante na calda: 0,25% v/v ou seja 0,25 L de adjuvante para cada 100 L de calda.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
Para a aplicação do produto utilize uma tecnologia de aplicação que ofereça uma boa cobertura dos alvos. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, lembrando que é proibida a aplicação de CLORPIRIFÓS NORTOX EC através de equipamentos costais e manuais. A pressão de trabalho adotada deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
Utilizar a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva.
Deve-se realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (pontas, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo.
As maiores doses devem ser utilizadas em altas pressões da praga e/ou em estádios vegetativos avançados da cultura, bem como os volumes de calda recomendados.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
Para as culturas de Algodão, Batata, Cevada, Feijão, Milho, Pastagem, Soja, Sorgo e Trigo: recomenda-se o uso de pontas do tipo cone ou similares, procurando obter uma pulverização uniforme.
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Para controle de lagarta-do-cartucho em milho e sorgo, recomenda-se o uso de pontas do tipo leque com jato dirigido sobre a linha da cultura.
Para as culturas de Café, Citros, Maçã e Tomate: recomenda-se aplicação através de equipamentos pulverizadores ou atomizadores tratorizados, adequados ao porte das culturas, visando obter uma boa cobertura de pulverização das plantas.
O Engenheiro agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinados na bula.
APLICAÇÃO AÉREA:
A recomendação de aplicação aérea é destinada para as culturas do amendoim, algodão, aveia, batata, café, centeio, cevada, citros, feijão, feijões, maçã, milheto, milho, pastagens, soja, sorgo, tomate, trigo e triticale.
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aero agrícolas pela ANAC. A altura de voo não deve ultrapassar 4,0 m, para evitar problemas com deriva, a altura ideal é de 2 a 4 m acima do alvo, desde que garanta a segurança do voo.
O volume de calda recomendado é 20 à 40 L/ha.
O sistema de agitação, do produto no tanque, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Obs: Seguir estas condições de aplicação, caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo.
A APLICAÇÃO VIA IRRIGAÇÃO TIPO PIVOT CENTRAL É PERMITIDA:
Observações locais deverão ser feitas visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e volatilização. Sobre outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas.
Para obter uma melhor eficiência do produto, a aplicação deverá ocorrer dentro dos seguintes parâmetros:
Evitar aplicação na presença de ventos fortes (acima de 10 Km/hora);
Umidade relativa do ar: superior a 50%;
Temperatura: até 30ºC;
RECOMENDAÇÕES DE BOAS PRÁTICAS DE APLICAÇÃO:
Evitar as condições de inversão térmica.
Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave.
Ajustar o tamanho de gotas às condições ambientais, alterando o ângulo relativo dos bicos
hidráulicos ou o ângulo das pás do “micronair”.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura), para tanto o tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
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Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
LIMPEZA DE TANQUE:
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas.
Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e
deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque.
Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada.
Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante.
Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Culturas | Dias |
Algodão, Aveia, Batata, Café, Centeio, Citros, Milheto, Milho, Soja, Sorgo, Tomate, Trigo e Triticale. | 21 |
Amendoim, Ervilha, Feijão, Feijões, Grão-de-bico e Lentilha | 25 |
Pastagens | 13 |
Cevada e Maçã | 14 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURA | ALVOS BIOLÓGICOS | DOSES | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: |
Algodão | Curuquerê (Alabama argilacea) | 0,5 L/ha | Terrestre: 100 - 300 L/ha Aérea: 20 - 40 L/ha | Quando houver 2 lagartas/planta. Nº máximo de aplicações: 2. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. |
Pulgão-do- algodoeiro (Aphis gossypii) | 0,3-0,5 L/ha | Quando houver 10% das plantas atacadas. Nº máximo de aplicações: 3. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. | ||
Broca-do-algodoeiro (Euthinobothrus brasiliensis) | 0,8-2,0 L/ha | 20 dias após a germinação. Nº máximo de aplicações: 2. Intervalo de aplicação: 1 semana. | ||
Ácaro-branco (Polyphagotarsone mus latus) | 1,5 L/ha | Quando houver 40% das plantas com sinais de ataque. Nº máximo de aplicações: 3. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. | ||
Batata | Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,5 L/ha | Terrestre: 100 - 300 L/ha | Assim que se observem os primeiros sintomas de infestação. Nº máximo de aplicações: 2. Intervalo de aplicação: 2 semanas. |
Café | Broca-do-café (Hypothenemus hampei) | 1,5 L/ha | Terrestre: 100 - 300 L/ha Aérea: 20 - 40 L/ha | Quando o grau de infestação for maior ou igual a 5% nos grãos provenientes da primeira florada. Nº máximo de aplicações: 2. Intervalo de aplicação: 20 a 30 dias. |
Bicho-mineiro-do- café (Leucoptera coffeella) | 1,0-1,5 L/ha | Quando mais ou menos 20% das folhas estiverem minadas. Nº máximo de aplicações: 2. Intervalo de aplicação: 30 a 45 dias. | ||
Cochonilha-de- roseta (Planococcus minor) | Terrestre: 1000 L/ha Aérea: 20 - 40 L/ha | Realizar uma aplicação em pulverização foliar em alto volume, quando se observar o início da infestação. Realizar 1 aplicação por safra. |
CULTURA | ALVOS BIOLÓGICOS | DOSES | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: |
Cevada | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 0,4-0,7 L/ha | Terrestre: 100 - 300 L/ha Aérea: 20 - 40 L/ha | Quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Nº máximo de aplicações: 2. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. |
Pulgão-da-folha (Metopolophium dirhodum) | 0,4 L/ha | |||
Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae) | ||||
Citros | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 mL/100 L de calda | Terrestre: 400 - 500 L/ha | Assim que os frutos começarem a amadurecer. Nº máximo de aplicações: 3. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. |
Cochonilha- pardinha (Selenaspidus articulatus) | 100-150 mL/100 L de calda | Terrestre: 100 - 300 L/ha | Aplicar no início da infestação. Aplicar até o ponto de escorrimento. Nº máximo de aplicações: 2. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. | |
Cochonilha- parlatória (Parlatoria cinerea) | Aplicar no início da infestação, com a calda dirigida ao tronco e ramos primários. Nº máximo de aplicações: 2. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. *Adicionar óleo mineral 0,25% v/v (250 mL/100 L). | |||
Cochonilha-ortezia* (Orthezia praelonga) | Aplicar no início da infestação. Nº máximo de aplicações: 2. Adicionar óleo mineral 0,25% v/v (250 mL/100 L). O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. | |||
Psilídeo (Diaphorina citri) | ||||
Feijão | Cigarrinha (Empoasca kraemeri) | 0,8 L/ha | Terrestre: 100 - 300 L/ha Aérea: 20 - 40 L/ha | Quando aparecerem as primeiras pragas. Nº máximo de aplicações: 2. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. |
Broca-da-vagem (Etiella zinckenella) | 1,25 L/ha | |||
Lagarta-da-vagem (Michaelus jebus) | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 1,0 L/ha |
CULTURA | ALVOS BIOLÓGICOS | DOSES | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: |
Maçã | Lagarta-enroladeira (Bonagota cranaodes) | 100-150 mL/100 L de calda | Terrestre: 100 - 300 L/ha | Aplicar no início da infestação. Nº máximo de aplicações: 3. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. |
Milho | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,4-0,6 L/ha | Terrestre: 100 - 300 L/ha Aérea: 20 - 40 L/ha | Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura. Nº máximo de aplicações: 2. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. |
Lagarta-dos- capinzais (Mocis latipes) | 0,6 L/ha | Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura. Nº máximo de aplicações: 3. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. | ||
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | 1,0 L/ha | Aplicar no período após a germinação até uma altura aproximada de 35 cm, com jato dirigido à base das plantas. Nº máximo de aplicações: 2. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. | ||
Lagarta-rosca (Agrotis ipisilon) | Aplicar no período após a germinação até 30 dias de idade da cultura, com jato dirigido à base das plantas. Nº máximo de aplicações: 2. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. | |||
Pastagem | Cigarrinha-das- pastagens (Deois flavopicta) | 1,0 L/ha | Terrestre: 100 - 300 L/ha Aérea: 20 - 40 L/ha | Quando aparecerem as primeiras pragas. Nº máximo de aplicações: 2. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. |
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,25-1,0 L/ha | Terrestre: 100 - 300 L/ha Aérea: 20 - 40 L/ha | Quando forem encontradas 20 lagartas/metro linear. Nº máximo de aplicações: 2. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. |
Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | 0,8 L/ha | Quando forem encontradas 20% de plantas com ponteiros danificados. Nº máximo de aplicações: 2. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. |
CULTURA | ALVOS BIOLÓGICOS | DOSES | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: |
Sorgo | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,5-0,75 L/ha | Terrestre: 100 - 300 L/ha Aérea: 20 - 40 L/ha | Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura. Nº máximo de aplicações: 2. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. |
Mosca-do-sorgo (Stenodiplosis sorghicola) | 0,62 L/ha | Aplicar quando 80% do sorgal estiver florido. Nº máximo de aplicações: 2. Intervalo de aplicação: 4 dias. | ||
Tomate * rasteiro com fins industriais | Broca-pequena-do- fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 1,5 L/ha | Terrestre: 100 - 300 L/ha | Quando os frutos estiverem pequenos. Nº máximo de aplicações: 5. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. |
Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 1,0-1,5 L/ha | Assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação. Nº máximo de aplicações: 5. Intervalo de aplicação: 10 dias. | ||
Trigo | Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,5 L/ha | Terrestre: 100 - 300 L/ha Aérea: 20 - 40 L/ha | Assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação. Nº máximo de aplicações: 2. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. |
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | 1,25 L/ha | Aplicar na fase inicial da cultura. Nº máximo de aplicações: 2. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. | ||
Pulgão-da-folha (Metopolophium dirhodum) | 0,3 L/ha | Quando 10% das plantas apresentarem colônias em formação. Nº máximo de aplicações: 2. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. | ||
Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae) | 0,4-0,5 L/ha | Quando forem encontrados mais de 10 pulgões/espiga. Nº máximo de aplicações: 2. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. | ||
Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopalosiphum graminum) | 0,2-0,3 L/ha | Quando o nível de pulgões for de até 10/perfilho. Nº máximo de aplicações: 2. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. |
CULTURA | ALVOS BIOLÓGICOS | DOSES | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: |
Trigo | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 0,75 L/ha | Terrestre: 100 - 300 L/ha Aérea: 20 - 40 L/ha | Quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Nº máximo de aplicações: 2. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. |
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 0,7-1,0 L/ha |
* Não permitido o uso deste produto em lavouras de tomate estaqueado.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cevada | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
| Feijão | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Maçã | Bonagota cranaodes | Lagarta-enroladeira-da-folha | Ver detalhes |
| Milho | Mocis latipes | Curuquerê-dos-capinzais, Mocis | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-da-espiga, Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
O inseticida CLORPIRIFÓS SABERO 480 EC poderá ser aplicado através de equipamentos tratorizados e aeronaves agrícolas equipadas com barras e pontas específicas. Equipamentos de irrigação tipo pivô central também poderão ser utilizados.
Aplicações terrestres - Equipamento Tratorizado:
Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura. As pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta.
Pulverizadores de barra tratorizados ou autopropelidos: Para essa modalidade de aplicação deve-se utilizar pulverizador de barra tratorizado, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Pontas de pulverização e classe de gotas: Utilizar pontas de pulverização de jato plano, jato plano duplo ou jato cônico, que proporcionem classe de gotas fina ou média. Cabe ao Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação ou responsável técnico pela aplicação indicar a ponta de pulverização mais adequada, devendo sempre seguir parâmetros técnicos para a cultura, equipamentos, gerenciamento de deriva e condições meteorológicas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Aplicações com aeronaves agrícolas:
Recomenda-se a utilização de barras com pontas específicas ou atomizadores rotativos do tipo “Micronair”, sempre procurando obter uma boa cobertura na aplicação. Toda aplicação com aeronave agrícola deve ser controlada/monitorada por GPS, não utilizar balizamento por bandeirinhas.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) ou que tenham sido capacitadas e treinadas para realizar a aplicação aérea deste produto. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto.
Para se obter calda homogênea, devem-se observar os seguintes procedimentos:
Agitar bem a embalagem do produto antes de vertê-lo no tanque;
Encher o reservatório do pulverizador com água limpa, até a metade;
Acrescentar o produto nos volumes indicados conforme o alvo;
Completar o volume do reservatório com água limpa.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e condições meteorológicas (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independentemente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota dentro do faixa de espectro recomendada, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. Recomenda-se o uso de anemômetro para medir a velocidade do vento no local da aplicação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica, das quais ocorrem quando a temperatura aumenta com a altitude, reduzindo o movimento vertical do ar. São comuns em noites sem nuvens e vento. Durante uma inversão térmica, pequenas gotas de água formam uma nuvem suspensa perto do solo, movendo-se lateralmente. Elas começam ao pôr do sol e podem durar até a manhã seguinte. A presença de neblina no solo indica uma inversão térmica, mas também é possível identificá-las pelo comportamento da fumaça. Se a fumaça se acumula em camadas e se move lateralmente, há uma inversão térmica, enquanto a fumaça dispersa rapidamente e sobe indica bom movimento vertical do ar.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível dentro da faixa de espectro recomendada, para dar uma boa cobertura e controle. Leia as instruções sobre o gerenciamento adequado de deriva, bem como condições de Vento, Temperatura e Umidade e Inversão Térmica.
Cultura | Intervalo de Segurança (Dias) |
Algodão | 21 |
Batata | 21 |
Café | 21 |
Cevada | 14 |
Citros | 21 |
Feijão | 25 |
Maçã | 14 |
Milho | 21 |
Pastagem | 13 |
Soja | 21 |
Sorgo | 21 |
Tomate Rasteiro | 21 |
Trigo | 21 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Eutinobothrus brasiliensis | Broca-da-raiz, Broca-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Café | Hypothenemus hampei | Broca-do-café | Ver detalhes |
| Citros | Diaphorina citri | Psilídeo | Ver detalhes |
| Feijão | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Heliothis virescens | Lagarta-das-maçãs | Ver detalhes |
| Batata | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Citros | Parlatoria cinerea | Cochonilha-de-carapaça, Picuinha | Ver detalhes |
| Feijão | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Maçã | Bonagota cranaodes | Lagarta-enroladeira-da-folha | Ver detalhes |
| Milho | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Soja | Epinotia aporema | Broca-das-axilas, Broca-das-axilas-da-soja | Ver detalhes |
| Sorgo | Contarinia sorghicola | Mosca-do-sorgo | Ver detalhes |
| Tomate | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Trigo | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
CULTURA | PRAGA ALVO-BIOLÓGICO | DOSE | ||
Nome comum | Nome científico | (produto comercial) mL/100 kg de sementes | (ingrediente ativo) (g/100 kg de sementes) | |
Algodão | Eutinobothrus brasiliensis Frankliniella schultzei | Broca-da-raiz; Broca-do-algodoeiro Tripes | 250-300 | 62,5-75 |
Arroz | Syntermes molestus Procornitermes triacifer Oryzophagus oryzae | Cupim; Cupim-de-montículo Cupim-de-monte; Cupim-de-montículo Bicheira-da-raiz-do-arroz; Gorgulho-aquático-do- arroz | 200-250 200-250 120-150 | 50-62,5 50-62,5 30-37,5 |
Cevada | Diloboderus abderus | Bicho-bolo; Pão-de-galinha | 100-150 | 25-37,5 |
Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete; Vaquinha-verde-amarela | 200 | 50 |
Sternechus subsignatus | Tamanduá-da-soja | |||
Milho | Elasmopalpus lignosellus Procornitermes triacifer Phyllophaga cuyabana | Broca-do-colo; Lagarta-elasmo Cupim; Cupim-de-monte; Cupim-de-montículo Coró | 50-200 50-200 20-40 mL/ha | 12,5-50 12,5-50 5-10 g/ha |
Pastagens | Cornitermes cumulans Atta capiguara | Cupim Saúva-parda | 20-40 mL/ha | 5-10 g/ha |
Soja | Phyllophaga cuyabana Elasmopalpus lignosellus Diabrotica speciosa Sternechus subsignatus Porcellio laevis Aracanthus mourei | Coró Broca-do-colo; Lagarta-elasmo Larva-alfinete; Vaquinha-verde-amarela Gorgulho-da-soja; Tamanduá-da-soja Piolho-de-cobra Torrãozinho | 100 200 200 200 80 100 | 25 50 50 50 20 25 |
Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo; Pão-de-galinha | 100-150 | 25-37,7 |
Notas:
Utilizar a dose maior em condições de alta incidência da praga na área.
1 L de FIPRONIL BRT 250 FS contém 250 g do ingrediente ativo fipronil.
Nas recomendações de uso por hectare, o produto deverá ser distribuído na quantidade de sementes a ser utilizada para semear 1 (um) hectare.
O tratamento deve ser realizado antes do plantio das sementes.
Número de aplicações por ciclo da cultura: no máximo uma, antes do plantio.
Algodão | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:1 (1 L do produto em 1 L d`água). Utilizar 0,5 a 0,6 L da calda inseticida para 100 kg de sementes. |
Arroz | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:1 (1 L do produto em 1 L d`água). calda inseticida para 100 kg de sementes. |
Cevada | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:3 (1 L do produto em 3 L d`água). Utilizar 0,4 a 0,6 L da calda inseticida para 100 kg de sementes. |
Feijão | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:2 (1 L do produto em 2 L d`água). Utilizar 0,6 L da calda inseticida para 100 kg de sementes. Utilizar no máximo 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes. |
Milho | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:1 (1 L do produto em 1 L d`água), neste caso utilizar 0,08 a 0,1 L da calda inseticida / hectare. |
Pastagens | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:9 (1 L do produto em 9 L d`água). Utilizar 0,2 a 0,4 L da calda inseticida/hectare quando a dose a ser utilizada for de 20 ou 40 mL P.C./ha respectivamente. Esta quantidade de calda inseticida deverá ser distribuída homogeneamente no volume de sementes que será utilizado para cobrir 1 (um) hectare de área semeada. |
Soja | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:2 (1 L do produto em 2 L d`água). |
Bicheira-da-raiz (Oryzophagus oryzae): utilizar 0,24 a 0,3 L da calda inseticida para 100 kg de sementes.
Cupins (Syntermes molestus, Procornitermes triacifer): utilizar 0,4 a 0,5 L da
Tamanduá-da-soja (Sternechus subsignatus), vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) e lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus): utilizar 0,6 L da calda inseticida quando a dose recomendada for de 0,2 L P.C./100 kg de sementes;
Coró (Phyllophaga cuyabana) e torrãozinho (Aracanthus mourei): utilizar 0,3 L da calda inseticida quando a dose recomendada for de 100 mL P.C./100 kg de
sementes; - Piolho-de-cobra (Porcellio laevis): utilizar 0,24 L da calda inseticida quando a dose recomendada for de 80 mL P.C./100 kg de sementes Utilizar no máximo 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes, pois poderá haver absorção de excesso de umidade pelo tegumento. | |
Trigo | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:3 (1 L do produto em 3 L d`água). Utilizar 0,4 a 0,6 L da calda inseticida para 100 kg de sementes. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Arroz | Oryzophagus oryzae | Bicheira-da-raiz-do-arroz, Gorgulho-aquático-do-arroz | Ver detalhes |
| Cevada | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Feijão | Sternechus subsignatus | Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
| Milho | Phyllophaga cuyabana | Coró | Ver detalhes |
| Pastagens | Atta capiguara | Saúva-parda | Ver detalhes |
| Soja | Phyllophaga cuyabana | Coró | Ver detalhes |
| Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
Tratamento de sementes.
O tratamento de sementes pode ser efetuado em tambores rotativos com eixo excêntrico ou em máquinas apropriadas para o tratamento de sementes. Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas.
Equipamentos de aplicação:
Tambor rotativo ou em máquinas apropriadas para tratamento de sementes.
Tambor rotativo: colocar as sementes e metade da calda do produto no tambor, girar o tambor algumas vezes e, em seguida, colocar o restante da calda girando novamente até que haja uma perfeita cobertura das sementes. Após o tratamento deixar as sementes secarem à sombra e proceder a semeadura.
Máquinas para tratamento de sementes: verificar o rendimento do equipamento para sementes de arroz, cevada, feijão, pastagem, soja e trigo e colocar a calda pronta no reservatório. Calibrar a máquina e efetuar o tratamento. Após o tratamento deixar as sementes secarem à sombra e proceder a semeadura.
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Não determinado por referir-se a tratamento de sementes.
Não determinado por referir-se a tratamento de sementes.
Culturas | Pragas | Produto comercial mL/100 kg de sementes | Ingrediente ativo g/100 kg de sementes |
Algodão | Broca-do-algodoeiro (Eutinobothrus brasiliensis) | 250 – 300 | 62,5 – 75,0 |
Tripes (Frankliniella schultzei) | |||
Arroz | Bicheira-da-raiz-do-arroz (Oryzophagus oryzae) | 120 – 150 | 30,0 – 37,5 |
Cupim (Procornitermes triacifer) | 200 – 250 | 50,0 – 62,5 | |
Cupim-de-montículo (Syntermes molestus) | |||
Cevada | Pão-de-galinha (Diloboderus abderus) | 100 – 150 | 25,0 – 37,5 |
Feijão | Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 200 | 50,0 |
Tamanduá-da-soja (Sternechus subsignatus) | |||
Milho | Coró (Phyllophaga cuyabana) | 40 – 80 | 10,0 – 20,0 |
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | 50 – 200 | 12,5 – 50,0 | |
Cupim (Procornitermes triacifer) | |||
Pastagem | Saúva-parda (Atta capiguara) | 20 – 40 | 5,0 – 10,0 |
Cupim (Cornitermes cumulans) | |||
Soja | Piolho-de-cobra (Porcellio laevis) | 80 | 20,0 |
Torrãozinho (Aracanthusmourei) | 100 | 25,0 | |
Coró (Phyllophaga cuyabana) | |||
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 200 | 50,0 | |
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | |||
Tamanduá-da-soja (Sternechus subsignatus) | |||
Trigo | Pão-de-galinha (Diloboderus abderus) | 100 – 150 | 25,0 – 37,5 |
Nas recomendações de uso por hectare, o produto deverá ser distribuído na quantidade de sementes a ser utilizada para semear 1 (um) hectare.
Alameda Santos, 2159. CJ 61 e 62 Cerqueira Cesar
São Paulo/SP – CEP: 01419-100
Aplicação única como tratamento de sementes, antes da semeadura.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Arroz | Procornitermes triacifer | Cupim-de-monte, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Cevada | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Milho | Procornitermes triacifer | Cupim, Cupim-de-monte, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Pastagens | Cornitermes cumulans | Cupim | Ver detalhes |
| Soja | Phyllophaga cuyabana | Coró | Ver detalhes |
| Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
Aplicar o produto homogeneamente sobre as sementes nas doses recomendadas, utilizando tambor rotativo com eixo excêntrico ou máquinas apropriadas para tratamento de sementes.
Após o tratamento deixar as sementes secarem a sombra e fazer a semeadura.
ALGODÃO e MILHO: Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário efetuar a diluição do produto na proporção de 1:1 (1,0 L do produto em 1,0 L de água). Neste caso utilizar 0,50 a 0,60 L da calda inseticida para 100 kg de sementes de Algodão e 0,08 a 0,10 L da calda inseticida por hectare de Milho, para obter-se a dosagem recomendada.
ARROZ: Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário efetuar a diluição do produto na proporção de 1:1 (1,0 L do produto em 1,0 L de água). Neste caso utilizar 0,24 a 0,30 L da calda inseticida para 100 kg de sementes de Arroz para o controle da Bicheira-da-raiz e 0,40 a 0,50 L da calda inseticida para
100 kg de sementes de Arroz para o controle de cupins, para obter-se a dosagem recomendada.
CEVADA e TRIGO: Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário efetuar a diluição do produto na proporção de 1:3 (1,0 L do produto em 3,0 L de água). Utilizar 0,40 a 0,60 L da calda inseticida para 100 kg de sementes de Cevada ou Trigo, para obter-se a dosagem recomendada.
FEIJÃO: Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes na dose recomendada. Se necessário efetuar a diluição do produto na proporção de 1:2 (1,0 L do produto em 2,0 L de água). Utilizar 0,60 L da calda inseticida para 100 kg de sementes de Feijão para obter-se dosagem recomendada.
SOJA: Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário efetuar a diluição do produto na proporção de 1:2 (1,0 L do produto em 2,0 L de água). Utilizar 0,60 L da calda inseticida quando a dose recomendada for de 200 mL/100 kg de sementes (controle do Tamanduá-da- soja, Vaquinha-verde-amarela e Lagarta-elasmo), 0,30 L da calda inseticida quando a dose recomendada for de 100 mL/100 kg de sementes (controle de Coró e Torrãozinho) e 0,24 L da calda inseticida quando a dose recomendada for de 80 mL/100 kg de sementes (controle de Piolho-de-cobra), para obter-se as dosagens recomendadas.
Alameda Santos, 2159. CJ 61 e 62 Cerqueira Cesar
São Paulo/SP – CEP: 01419-100
PASTAGEM: Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário efetuar a diluição do produto na proporção de 1:9 (1,0 L do produto em 9,0 L de água). Utilizar 0,20 a 0,40 L da calda inseticida por hectare quando a dose a ser utilizada for de 20 e 40 mL/ha respectivamente. Esta quantidade de calda inseticida deverá ser distribuída homogeneamente no volume de sementes que será utilizado para cobrir 1 (um) hectare de área semeada e para obter-se a dosagem recomendada.
Cultura | Intervalo de segurança |
Algodão | Não determinado devido à modalidade de emprego |
Arroz | |
Cevada | |
Feijão | |
Milho | |
Pastagem | |
Soja | |
Trigo |
Não específico por se tratar de tratamento de sementes, utilizar calçados durante a reentrada.
CULTURA | PRAGA ALVO-BIOLÓGICO | DOSE | ||
Nome comum | Nome científico | (produto comercial) mL/100 kg de sementes | (ingrediente ativo) (g/100 kg de sementes) | |
Algodão | Eutinobothrus brasiliensis Frankliniella schultzei | Broca-da-raiz; Broca-do-algodoeiro Tripes | 250-300 | 62,5-75 |
Arroz | Syntermes molestus Procornitermes triacifer Oryzophagus oryzae | Cupim; Cupim-de-montículo Cupim-de-monte; Cupim-de-montículo Bicheira-da-raiz-do-arroz; Gorgulho-aquático-do- arroz | 200-250 200-250 120-150 | 50-62,5 50-62,5 30-37,5 |
Cevada | Diloboderus abderus | Bicho-bolo; Pão-de-galinha | 100-150 | 25-37,5 |
Feijão | Diabrotica speciosa Sternechus subsignatus | Larva-alfinete; Vaquinha-verde-amarela Tamanduá-da-soja | 200 | 50 |
Milho | Elasmopalpus lignosellus Procornitermes triacifer Phyllophaga cuyabana | Broca-do-colo; Lagarta-elasmo Cupim; Cupim-de-monte; Cupim-de-montículo Coró | 50-200 50-200 20-40 mL/ha | 12,5-50 12,5-50 5-10 g/ha |
Pastagens | Cornitermes cumulans Atta capiguara | Cupim Saúva-parda | 20-40 mL/ha | 5-10 g/ha |
Soja | Phyllophaga cuyabana Elasmopalpus lignosellus Diabrotica speciosa Sternechus subsignatus Porcellio laevis Aracanthus mourei | Coró Broca-do-colo; Lagarta-elasmo Larva-alfinete; Vaquinha-verde-amarela Gorgulho-da-soja; Tamanduá-da-soja Piolho-de-cobra Torrãozinho | 100 200 200 200 80 100 | 25 50 50 50 20 25 |
Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo; Pão-de-galinha | 100-150 | 25-37,7 |
Notas:
Utilizar a dose maior em condições de alta incidência da praga na área.
1 L de FIPRONIL EDS 250 FS contém 250 g do ingrediente ativo fipronil.
Nas recomendações de uso por hectare, o produto devera ser distribuído na quantidade de sementes a ser utilizada para semear 1 (um) hectare.
O tratamento deve ser realizado antes do plantio das sementes.
Número de aplicações por ciclo da cultura: no máximo uma, antes do plantio.
Algodão | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:1 (1 L do produto em 1 L d`água). Utilizar 0,5 a 0,6 L da calda inseticida para 100 kg de sementes. |
Arroz | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:1 (1 L do produto em 1 L d`água). |
Cevada | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:3 (1 L do produto em 3 L d`água). Utilizar 0,4 a 0,6 L da calda inseticida para 100 kg de sementes. |
Feijão | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:2 (1 L do produto em 2 L d`água). Utilizar 0,6 L da calda inseticida para 100 kg de sementes. Utilizar no máximo 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes. |
Milho | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:1 (1 L do produto em 1 L d`água), neste caso utilizar 0,08 a 0,1 L da calda inseticida / hectare. |
Pastagens | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:9 (1 L do produto em 9 L d`água). Utilizar 0,2 a 0,4 L da calda inseticida/hectare quando a dose a ser utilizada for de 20 ou 40 mL P.C./ha respectivamente. Esta quantidade de calda inseticida deverá ser distribuída homogeneamente no volume de sementes que será utilizado para cobrir 1 (um) hectare de área semeada. |
Soja | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:2 (1 L do produto em 2 L d`água). Utilizar no máximo 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes, pois poderá haver absorção de excesso de umidade pelo tegumento. |
Trigo | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:3 (1 L do produto em 3 L d`água). Utilizar 0,4 a 0,6 L da calda inseticida para 100 kg de sementes. |
Bicheira-da-raiz (Oryzophagus oryzae): utilizar 0,24 a 0,3 L da calda inseticida para 100 kg de sementes.
Cupins (Syntermes molestus, Procornitermes triacifer): utilizar 0,4 a 0,5 L da calda inseticida para 100 kg de sementes.
Tamanduá-da-soja (Sternechus subsignatus), vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) e lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus): utilizar 0,6 L da calda inseticida quando a dose recomendada for de 0,2 L P.C./100 kg de sementes;
Coró (Phyllophaga cuyabana) e torrãozinho (Aracanthus mourei): utilizar 0,3 L da calda inseticida quando a dose recomendada for de 100 mL P.C./100 kg de sementes;
Piolho-de-cobra (Porcellio laevis): utilizar 0,24 L da calda inseticida quando a dose recomendada for de 80 mL P.C./100 kg de sementes
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Eutinobothrus brasiliensis | Broca-da-raiz, Broca-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Arroz | Syntermes molestus | Cupim, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Cevada | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Milho | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Pastagens | Atta capiguara | Saúva-parda | Ver detalhes |
| Soja | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
Tratamento de sementes.
O tratamento de sementes pode ser efetuado em tambores rotativos com eixo excêntrico ou em máquinas apropriadas para o tratamento de sementes. Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas.
Equipamentos de aplicação:
Tambor rotativo ou em máquinas apropriadas para tratamento de sementes.
Tambor rotativo: colocar as sementes e metade da calda do produto no tambor, girar o tambor algumas vezes e, em seguida, colocar o restante da calda girando novamente até que haja uma perfeita cobertura das sementes. Após o tratamento deixar as sementes secarem à sombra e proceder a semeadura.
Máquinas para tratamento de sementes: verificar o rendimento do equipamento para sementes de arroz, cevada, feijão, pastagem, soja e trigo e colocar a calda pronta no reservatório. Calibrar a máquina e efetuar o tratamento. Após o tratamento deixar as sementes secarem à sombra e proceder a semeadura.
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Não determinado por referir-se a tratamento de sementes.
Não determinado por referir-se a tratamento de sementes.
CULTURA | PRAGA ALVO-BIOLÓGICO | DOSE | ||
Nome comum | Nome científico | (produto comercial) mL/100 kg de sementes | (ingrediente ativo) (g/100 kg de sementes) | |
Algodão | Eutinobothrus brasiliensis Frankliniella schultzei | Broca-da-raiz; Broca-do-algodoeiro Tripes | 250-300 | 62,5-75 |
Arroz | Syntermes molestus Procornitermes triacifer Oryzophagus oryzae | Cupim; Cupim-de-montículo Cupim-de-monte; Cupim-de- montículo Bicheira-da-raiz-do-arroz; Gorgulho- aquático-do-arroz | 200-250 200-250 120-150 | 50-62,5 50-62,5 30-37,5 |
Cevada | Diloboderus abderus | Bicho-bolo; Pão-de-galinha | 100-150 | 25-37,5 |
Feijão | Diabrotica speciosa Sternechus subsignatus | Larva-alfinete; Vaquinha-verde- amarela Tamanduá-da-soja | 200 | 50 |
Milho | Elasmopalpus lignosellus Procornitermes triacifer Phyllophaga cuyabana | Broca-do-colo; Lagarta-elasmo Cupim; Cupim-de-monte; Cupim-de- montículo Coró | 50-200 mL/ha 50-200 mL/ha 20-40 mL/ha | 12,5-50 12,5-50 5-10 g/ha |
Pastagens | Cornitermes cumulans Atta capiguara | Cupim Saúva-parda | 20-40 mL/ha | 5-10 g/ha |
Soja | Phyllophaga cuyabana Elasmopalpus lignosellus Diabrotica speciosa Sternechus subsignatus Porcellio laevis Aracanthus mourei | Coró Broca-do-colo; Lagarta-elasmo Larva-alfinete; Vaquinha-verde- amarela Gorgulho-da-soja; Tamanduá-da- soja Piolho-de-cobra Torrãozinho | 100 200 200 200 80 100 | 25 50 50 50 20 25 |
Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo; Pão-de-galinha | 100-150 | 25-37,7 |
Notas:
Utilizar a dose maior em condições de alta incidência da praga na área.
1 L de FIPRONIL NAG 250 FS contém 250 g do ingrediente ativo fipronil.
Nas recomendações de uso por hectare, o produto devera ser distribuído na quantidade de sementes a ser utilizada para semear 1 (um) hectare.
O tratamento deve ser realizado antes do plantio das sementes.
Número de aplicações por ciclo da cultura: no máximo uma, antes do plantio.
Algodão | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:1 (1 L do produto em 1 L d`água). Utilizar 0,5 a 0,6 L da calda inseticida/ 100 kg de sementes. |
Arroz | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:1 (1 L do produto em 1 L d`água). inseticida para 100 kg de sementes. |
Cevada | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:3 (1 L do produto em 3 L d`água). Utilizar 0,4 a 0,6 L da calda inseticida/100 kg de sementes. |
Feijão | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:2 (1 L do produto em 2 L d`água). Utilizar 0,6 L da calda inseticida/100 kg de sementes. Utilizar no máximo 600 mL da calda inseticida/100 kg de sementes. |
Milho | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:1 (1 L do produto em 1 L d`água), neste caso utilizar 0,08 a 0,1 L da calda inseticida / ha. |
Pastagens | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:9 (1 L do produto em 9 L d`água). Utilizar 0,2 a 0,4 L da calda inseticida/hectare quando a dose a ser utilizada for de 20 ou 40 mL P.C./ha respectivamente. Esta quantidade de calda inseticida deverá ser distribuída homogeneamente no volume de sementes que será utilizado para cobrir 1 (um) hectare de área semeada. |
Soja | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:2 (1 L do produto em 2 L d`água). calda inseticida quando a dose recomendada for de 100 mL P.C./100 kg de sementes; |
Bicheira-da-raiz (Oryzophagus oryzae): utilizar 0,24 a 0,3 L da calda inseticida/ 100 kg de sementes.
Cupins (Syntermes molestus, Procornitermes triacifer): utilizar 0,4 a 0,5 L da calda
Tamanduá-da-soja (Sternechus subsignatus), vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) e lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus): utilizar 0,6 L da calda inseticida quando a dose recomendada for de 0,2 L P.C./100 kg de sementes;
Coró (Phyllophaga cuyabana) e torrãozinho (Aracanthus mourei): utilizar 0,3 L da
- Piolho-de-cobra (Porcellio laevis): utilizar 0,24 L da calda inseticida quando a dose recomendada for de 80 mL P.C./100 kg de sementes Utilizar no máximo 600 mL da calda inseticida/100 kg de sementes, pois poderá haver absorção de excesso de umidade pelo tegumento. | |
Trigo | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:3 (1 L do produto em 3 L d`água). Utilizar 0,4 a 0,6 L da calda inseticida /100 kg de sementes. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Eutinobothrus brasiliensis | Broca-da-raiz, Broca-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Arroz | Syntermes molestus | Cupim, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Cevada | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Milho | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Pastagens | Cornitermes cumulans | Cupim | Ver detalhes |
| Soja | Phyllophaga cuyabana | Coró | Ver detalhes |
| Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
Tratamento de sementes.
O tratamento de sementes pode ser efetuado em tambores rotativos com eixo excêntrico ou em máquinas apropriadas para o tratamento de sementes. Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas.
Equipamentos de aplicação:
Tambor rotativo ou em máquinas apropriadas para tratamento de sementes.
Tambor rotativo: colocar as sementes e metade da calda do produto no tambor, girar o tambor algumas vezes e, em seguida, colocar o restante da calda girando novamente até que haja uma perfeita cobertura das sementes. Após o tratamento deixar as sementes secarem à sombra e proceder a semeadura.
Máquinas para tratamento de sementes: verificar o rendimento do equipamento para sementes de arroz, cevada, feijão, pastagem, soja e trigo e colocar a calda pronta no reservatório. Calibrar a máquina e efetuar o tratamento. Após o tratamento deixar as sementes secarem à sombra e proceder a semeadura.
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Não determinado por referir-se a tratamento de sementes.
Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego.
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | FIPRONIL NORTOX | ÉPOCA E NÚMERO DE APLICAÇÃO |
Nome comum/ Nome científico | DOSE mL p.c./100 kg de sementes ou ha | ||
ALGODÃO | Tripes (Frankliniella schultzei) | 300 | |
Broca-do-algodoeiro (Eutinobothrus brasiliensis) | |||
ARROZ | Cupim-de-montículo (Syntermes molestus) | 250 | |
Cupim (Procornitermes triacifer) | 250 | ||
ARROZ IRRIGADO | Bicheira-da-raiz-do-arroz (Oryzophagus oryzae) | 150 | |
FEIJÃO | Tamanduá-da-soja (Sternechus subsignatus) | 225 | |
MILHO | Lagarta-elasmo; Broca-do-caule (Elasmopalpus lignosellus) | 150 – 200 | Misturar o produto às sementes no momento da semeadura. |
Pão-de-galinha (Diloboderus abderus) | 250 | ||
PASTAGEM | Cupim-de-montículo (Cornitermes cumulans) | 40 - 50 mL/ha* | |
SOJA | Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 225 | Efetuar apenas uma aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. |
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | 150 – 200 | ||
Coró (Phyllophaga cuyabana) | 200 | ||
Torrãozinho (Aracanthus sp) | 175 | ||
TRIGO | Pão-de-galinha (Diloboderus abderus) | 175 |
VER 20 – 19.03.2024
1 Litro do produto comercial (p.c) FIPRONIL NORTOX contém 250 g do ingrediente ativo (a.i) Fipronil.
Obs: (*) Nas recomendações de uso por hectare, o produto deverá ser distribuído na quantidade de sementes a ser utilizada para semear 1 (um) hectare.
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | FIPRONIL NORTOX | ÉPOCA, NÚMERO MÁXIMO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA |
Nome comum/ Nome científico | DOSE mL p.c./ha | ||
BATATA | Vaquinha (Diabrotica speciosa) | 700 | Realizar a aplicação em jato dirigido no sulco do plantio da cultura no momento da semeadura. Efetuar uma complementação na “amontoa” (15 a 25 dias após a semeadura), cobrindo o produto imediatamente com terra após a aplicação. Nº máximo de aplicação: 2 Intervalo entre as aplicações: 15 - 25 dias Volume de calda: 200 - 250 L/ha |
Larva-arame (Conoderus scalaris) | 650 - 700 | Aplicar em jato dirigido no sulco de plantio, momentos antes da cobertura dos tubérculos-semente. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 200 - 250 L/ha | |
CANA-DE- AÇÚCAR (Cana-planta) | Migdolus (Migdolus fryanus) | 1600 - 1650 | Aplicar diretamente no sulco do plantio, sobre os toletes de cana-de-açúcar, e cobrir imediatamente com uma camada de terra. Usar a maior dose quando houver maior intensidade de ataque. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 200 L/ha |
Cupim (Cornitermes cumulans) | 700 - 800 | ||
Cupim (Neocapritermes opacus) | 700 | ||
CANA-DE- ACÚCAR (Cana-soca) | Cupim (Neocapritermes opacus) | 700- 800 | Aplicar diretamente em um sulco paralelo à linha de plantio, com posterior fechamento. Usar a maior dose quando houver maior intensidade de ataque. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 200 L/ha |
Cupim (Cornitermes cumulans) | |||
EUCALIPTO | Cupim (Cornitermes bequaerti) | 1500 | Aplicar imediatamente após o plantio das mudas em jato dirigido sobre a região do solo e caule das plantas de eucalipto, com leve incorporação ao solo após a aplicação. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 200 L/ha |
Cupim (Syntermes molestus) |
VER 20 – 19.03.2024
1 Litro do produto comercial (p.c) FIPRONIL NORTOX contém 250 g do ingrediente ativo (a.i) Fipronil.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Arroz | Procornitermes triacifer | Cupim-de-monte, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Oryzophagus oryzae | Bicheira-da-raiz-do-arroz, Gorgulho-aquático-do-arroz | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Neocapritermes opacus | Cupim | Ver detalhes |
| Eucalipto | Cornitermes bequaerti | Cupim-de-chifre | Ver detalhes |
| Feijão | Sternechus subsignatus | Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
| Milho | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Pastagens | Cornitermes cumulans | Cupim | Ver detalhes |
| Soja | Aracanthus sp. | Torrãozinho | Ver detalhes |
| Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
ESTE PRODUTO É TOXICO ÀS ABELHAS. A APLICAÇÃO AÉREA NÃO É PERMITIDA
PREPARO DA CALDA
Agitar a embalagem do produto antes do preparo da calda. Recomenda-se o preparo da quantidade necessária de calda para uma aplicação.
Abasteça o pulverizador com água até ¾ de sua capacidade mantendo o agitador em funcionamento, coloque a dose indicada de FIPRONIL NORTOX no pulverizador e em seguida complete o volume com água. A agitação deve ser constante durante a preparação da calda e aplicação do produto. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação. Aplique de imediato sobre o alvo biológico.
APLICAÇÃO TERRESTRE
TRATAMENTO DE SEMENTES
Misturar homogeneamente o produto sobre as sementes na dose recomendada, utilizando tambor rotativo com eixo excêntrico ou máquinas apropriadas para tratamentos de sementes.
Tambor rotativo: colocar as sementes e metade da calda inseticida, girar o tambor algumas vezes, e em seguida acrescentar o restante da calda girando novamente até que ocorra uma perfeita distribuição e cobertura das sementes.
Máquinas para tratamento de sementes: antes de tudo verificar o rendimento do equipamento para a semente de arroz, feijão, pastagem, soja e trigo, e depois abastecer com a calda pronta no reservatório, calibrar a máquina e por fim efetuar o tratamento. Após o tratamento deixar as sementes secarem a sombra e proceder a semeadura.
VER 20 – 19.03.2024
inseticida por hectare. Esta quantidade de calda inseticida deverá ser distribuída homogeneamente no volume de sementes que será utilizado para cobrir um hectare de área semeada para se obter as quantidades de produto conforme recomendação.
ATENÇÃO: |
|
CULTURA | DIAS |
Batata, Cana-de-açúcar e Eucalipto (aplicação dirigida) | (1) |
Algodão, Arroz, Arroz Irrigado, Feijão, Milho, Pastagem, Soja e Trigo (tratamento de sementes) | (1) |
(1)Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.
arroz, arroz irrigado, batata, cana-de-açúcar (planta e soca), eucalipto, feijão, milho, pastagem, soja e trigo.
VER 15 – 24.06.2024
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | FIPRONIL NORTOX MAX DOSE |
Nome comum/ Nome científico | mL p.c./100 kg de sementes | |
ALGODÃO | Tripes Frankliniella schultzei | 150 |
Broca-do-algodoeiro Eutinobothrus brasiliensis | ||
ARROZ | Cupim-de-montículo Syntermes molestus | 125 |
Cupim Procornitermes triacifer | ||
ARROZ IRRIGADO | Bicheira-da-raiz-do-arroz Oryzophagus oryzae | 75 |
FEIJÃO | Tamanduá-da-soja Sternechus subsignatus | 112,5 |
MILHO | Lagarta-elasmo; Broca-do-caule Elasmopalpus lignosellus | 75 - 100 |
Pão-de-galinha Diloboderus abderus | 125 | |
Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | 100 - 125 | |
PASTAGEM | Cupim-de-montículo Cornitermes cumulans | 20 - 25 mL/ha* |
SOJA | Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | 112,5 |
Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | 75 - 100 | |
Coró Phyllophaga cuyabana | 100 | |
Torrãozinho Aracanthus sp | 87,5 | |
TRIGO | Pão-de-galinha Diloboderus abderus | 87,5 |
Efetuar apenas uma aplicação nesta modalidade. (*) Nas recomendações de uso por hectare, o produto deverá ser distribuído na quantidade de sementes a ser utilizada em 1 (um) hectare. | ||
VER 15 – 24.06.2024
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | FIPRONIL NORTOX MAX DOSE |
Nome comum/ Nome científico | mL p.c./ha | |
BATATA | Vaquinha Diabrotica speciosa | 350 |
Larva-arame Conoderus scalaris | 325- 350 | |
Vaquinha: realizar a aplicação em jato dirigido no sulco do plantio da cultura no momento da semeadura. Efetuar uma complementação na “amontoa” (15 a 25 dias após a semeadura), cobrindo o produto imediatamente com terra após a aplicação. Nº máximo de aplicação: 2 Intervalo entre aplicações: 15 - 25 dias Volume de calda: 200 - 250 L/ha Larva-arame: aplicar em jato dirigido no sulco de plantio, momentos antes da cobertura dos tubérculos-semente. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 200 - 250 L/ha | ||
CANA-DE- AÇÚCAR (Cana-planta) | Migdolus Migdolus fryanus | 800-825 |
Cupim Cornitermes cumulans | 350-400 | |
Cupim Neocapritermes opacus | 350 | |
Aplicar diretamente no sulco do plantio, sobre os toletes de cana-de-açúcar, e cobrir imediatamente com uma camada de terra. Usar a maior dose quando houver maior intensidade de ataque. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 200 L/ha | ||
CANA-DE- ACÚCAR (Cana-soca) | Cupim Neocapritermes opacus | 350- 400 |
Cupim Cornitermes cumulans | ||
Aplicar diretamente em um sulco paralelo à linha de plantio, com posterior fechamento. Usar a maior dose quando houver maior intensidade de ataque. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 200 L/ha | ||
EUCALIPTO | Cupim Cornitermes bequaerti | 750 |
Cupim Syntermes molestus | ||
Aplicar imediatamente após o plantio das mudas em jato dirigido sobre a região do solo e caule das plantas de eucalipto, com leve incorporação ao solo após a aplicação. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 200 L/ha | ||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Arroz | Procornitermes triacifer | Cupim-de-monte, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Oryzophagus oryzae | Bicheira-da-raiz-do-arroz, Gorgulho-aquático-do-arroz | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Neocapritermes opacus | Cupim | Ver detalhes |
| Eucalipto | Syntermes molestus | Cupim, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Feijão | Sternechus subsignatus | Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
| Milho | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Pastagens | Cornitermes cumulans | Cupim | Ver detalhes |
| Soja | Sternechus subsignatus | Gorgulho-da-soja, Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
| Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
ESTE PRODUTO É TOXICO ÀS ABELHAS. A APLICAÇÃO AÉREA NÃO É PERMITIDA
Agitar a embalagem do produto antes do preparo da calda. Recomenda-se o preparo da quantidade necessária de calda para uma aplicação.
Abasteça o pulverizador com água até ¾ de sua capacidade mantendo o agitador em funcionamento, coloque a dose indicada de FIPRONIL NORTOX MAX no pulverizador e em seguida complete o volume com água. A agitação deve ser constante durante a preparação da calda e aplicação do produto. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
APLICAÇÃO TERRESTRE
TRATAMENTO DE SEMENTES
Misturar homogeneamente o produto sobre as sementes na dose recomendada, utilizando tambor rotativo com eixo excêntrico ou máquinas apropriadas para tratamentos de sementes.
Deve-se adicionar ao FIPRONIL NORTOX MAX um corante específico para o tratamento de sementes, adicionando-o na água com o inseticida e misturando com as sementes que serão plantadas logo em seguida. Recomenda-se utilizar 15 mL de corante/100 Kg sementes.
Tambor rotativo: colocar as sementes e metade da calda inseticida, girar o tambor algumas vezes, e em seguida acrescentar o restante da calda girando novamente até que ocorra uma perfeita distribuição e cobertura das sementes.
Máquinas para tratamento de sementes: antes de tudo verificar o rendimento do equipamento para a semente de arroz, feijão, pastagem, soja e trigo, e depois abastecer com a calda pronta no reservatório, calibrar a máquina e por fim efetuar o tratamento. Após o tratamento deixar as sementes secarem a sombra e proceder a semeadura.
VER 15 – 24.06.2024
ATENÇÃO: |
|
CULTURA | DIAS |
Algodão, Arroz, Arroz Irrigado, Batata, Cana-de-açúcar, Feijão, Milho, Pastagem, Soja e Trigo | (1) |
Eucalipto | UNA |
(1)Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego UNA – Uso Não Alimentar
VER 15 – 24.06.2024
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO:
PRAGAS CONTROLADAS E DOSES DE APLICAÇÃO:
CULTURA | PRAGA ALVO-BIOLóGICO | DOSE | ||
Nomecomum | Nome científico | (produto comercial) mL/100 kg de sementes | (ingrediente ativo) (g/100 kg de sementes) | |
Algodão | Eutinobothrus brasiłiensls Frankliniella schultzei | Broca-da-raiz; Broca-do-algodoeiro Tripes | 250-300 | 62,5-75 |
Arroz | Syntermes molestus Procornitermes triacifer 0 | Cupim; Cupim-de-monticulo Cupim-de-monte; Cupim-de-montículo Bicheira-da-raiz-do-arroz; Gorgulho-aquátco-do- arroz | 200-250 200-250 120-150 | 50-62,5 50-62,5 30-37,5 |
Cevada | Diloboderus abderus | Bicho-bolo; Pão-de-galinha | 100-150 | 25-37,5 |
Feijão | Diabrotica speciosa Sternechus subsignatus | Larva-alfinete; Vaquinha-verde-amarela Tamanduá-da-soja | 200 | 50 |
Milho | Elasmopalpus lignosellus Procornitermes triacifer Phyllophaga cuyabana | Broca-do-colo; Lagarta-elasmo Cupim; Cupim-de-monte; Cupim-de-montículo Coró | 50-200 50-200 20-40 mL/ha | 12,5-50 12,5-50 5-10 g/ha |
Pastagens | Cornitermes cumulans Atta capiguara | Cupim Saúva-parda | 20-40 mL/ha | 5-10 g/ha |
Soja | Phyllophaga cuyabana Elasmopalpus lignosellus Diabrotica speciosa Sternechus subslgnatus Porcellio laevis Aracanthus mourei | Coró Broca-do-colo; Lagarta-elasmo Larva-alfinete; Vaquinha-verde-amarela Gorgulho-da-soja; Tamanduá-da-soja Piolho-de-cobra Torrãozinho | 100 200 200 200 80 100 | 25 50 50 50 20 25 |
Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo; Päo-de-galinha | 100-150 | 25-37,7 |
Notas:
Utilizar a dose maior em condições de alta incidência da praga na área.
1 L de FIPRONIL ZEI 250 FS contém 250 g do ingrediente ativo fipronil.
Nas recomendações de uso por hectare, o produto devera ser distribuído na quantidade de sementes a ser utilizada para semear 1 (um) hectare.
O tratamento deve ser realizado antes do plantio das sementes.
Número de aplicações por ciclo da cultura: no máximo uma, antes do plantio.
Algodão | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:1 (1 L do produto em 1 L d”água). Utilizar 0,5 a 0,6 L da calda inseticida para 100 kg de sementes. |
Arroz | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:1 (1 L do produto em 1 L d”água). |
Cevada | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:3 (1 L do produto em 3 L d”água). Utilizar 0,4 a 0,6 L da calda inseticida para 100 kg de sementes. |
Feijão | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:2 (1 L do produto em 2 L d”água). Utilizar 0,6 L da calda inseticida para 100 kg de sementes. Utilizar no máximo 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes. |
Milho | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:1 (1 L do produto em 1 L d”água), neste caso utilizar 0,08 a 0,1 L da calda inseticida / hectare. |
Pastagens | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:9 (1 L do produto em 9 L d”água). Utilizar 0,2 a 0,4 L da calda inseticida/hectare quando a dose a ser utilizada for de 20 ou 40 mL P.C.lha respectivamente. Esta quantidade de calda inseticida deverá ser distribuída homogeneamente no volume de sementes que será utilizado para cobrir 1 (um) hectare de área semeada. |
Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:2 (1 L do produto em 2 L d”água). Soja - Coró (Phyllophaga cuyabana) e torrãozinho (Aracanthus mourei): utilizar 0,3 L da calda inseticida quando a dose recomendada for de 100 mL P.C./100 kg de sementes; Utilizar no máximo 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes, pois poderá haver absorção de excesso de umidade pelo tegumento. | |
Trigo | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:3 (1 L do produto em 3 L d”água). Utilizar 0,4 a 0,6 L da calda inseticida para 100 kg de sementes. |
Bicheira-da-raiz (Oryzophagus oryzae): utilizar 0,24 a 0,3 L da calda inseticida para 100 kg de sementes.
Cupins (Syntermes molestus, Procornitermes triacifer): utilizar 0,4 a 0,5 L da calda inseticida para 100 kg de sementes.
Tamanduá-da-soja (Sternechus subsignatus), vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) e lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus): utilizar 0,6 L da calda inseticida quando a dose recomendada for de 0,2 L P.C./100 kg de sementes;
Piolho-de-cobra (Porcellio laevis): utilizar 0,24 L da calda inseticida quando a dose recomendada for de 80 mL P.C./100 kg de sementes
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Arroz | Syntermes molestus | Cupim, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Cevada | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Feijão | Sternechus subsignatus | Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
| Milho | Procornitermes triacifer | Cupim, Cupim-de-monte, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Pastagens | Cornitermes cumulans | Cupim | Ver detalhes |
| Soja | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
Tratamento de sementes.
O tratamento de sementes pode ser efetuado em tambores rotativos com eixo excêntrico ou em máquinas apropriadas para o tratamento de sementes. Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas.
Equipamentos de aplicaçäo:
Tambor rotativo ou em máquinas apropriadas para tratamento de sementes.
Tambor rotativo: colocar as sementes e metade da calda do produto no tambor, girar o tambor algumas vezes e, em seguida, colocar o restante da calda girando novamente ate que haja uma perfeita cobertura das sementes. Após o tratamento deixar as sementes secarem à sombra e proceder a semeadura.
Máquinas para tratamento de sementes: verificar o rendimento do equipamento para sementes de arroz, cevada, feijão, pastagem, soja e trigo e colocar a calda pronta no reservatório. Calibrar a máquina e efetuar o tratamento. Após o tratamento deixar as sementes secarem à sombra e proceder a semeadura.
Lavagem do equipamento:
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicaçäo do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Não determinado por referir-se a tratamento de sementes.
Näo determinado por referir-se a tratamento de sementes.
controle de insetos, cupins e formigas nas culturas de algodão, arroz, cevada, feijão, milho, pastagens, soja e trigo.
CULTURA | PRAGA ALVO-BIOLÓGICO | DOSE | ||
Nome comum | Nome científico | (produto comercial) mL/100 kg de sementes | (ingrediente ativo) (g/100 kg de sementes) | |
Algodão | Eutinobothrus brasiliensis Frankliniella schultzei | Broca-da-raiz; Broca-do-algodoeiro Tripes | 250-300 | 62,5-75 |
Arroz | Syntermes molestus Procornitermes triacifer Oryzophagus oryzae | Cupim; Cupim-de-montículo Cupim-de-monte; Cupim-de-montículo Bicheira-da-raiz-do-arroz; Gorgulho-aquático-do- arroz | 200-250 200-250 120-150 | 50-62,5 50-62,5 30-37,5 |
Cevada | Diloboderus abderus | Bicho-bolo; Pão-de-galinha | 100-150 | 25-37,5 |
Feijão | Diabrotica speciosa Sternechus subsignatus | Larva-alfinete; Vaquinha-verde-amarela Tamanduá-da-soja | 200 | 50 |
Milho | Elasmopalpus lignosellus Procornitermes triacifer Phyllophaga cuyabana | Broca-do-colo; Lagarta-elasmo Cupim; Cupim-de-monte; Cupim-de-montículo Coró | 50-200 50-200 20-40 mL/ha | 12,5-50 12,5-50 5-10 g/ha |
Pastagens | Cornitermes cumulans Atta capiguara | Cupim Saúva-parda | 20-40 mL/ha | 5-10 g/ha |
Soja | Phyllophaga cuyabana Elasmopalpus lignosellus Diabrotica speciosa Sternechus subsignatus Porcellio laevis Aracanthus mourei | Coró Broca-do-colo; Lagarta-elasmo Larva-alfinete; Vaquinha-verde-amarela Gorgulho-da-soja; Tamanduá-da-soja Piolho-de-cobra Torrãozinho | 100 200 200 200 80 100 | 25 50 50 50 20 25 |
Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo; Pão-de-galinha | 100-150 | 25-37,7 |
Notas:
1 L de FIPRONIL 250 FS AGCN contém 250 g do ingrediente ativo fipronil.
Utilizar a dose maior em condições de alta incidência da praga na área.
Nas recomendações de uso por hectare, o produto devera ser distribuído na quantidade de sementes a ser utilizada para semear 1 (um) hectare.
O tratamento deve ser realizado antes do plantio das sementes.
Número de aplicações por ciclo da cultura: no máximo uma, antes do plantio.
Algodão | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:1 (1 L do produto em 1 L d`água). Utilizar 0,5 a 0,6 L da calda inseticida para 100 kg de sementes. |
Arroz | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:1 (1 L do produto em 1 L d`água).
|
Cevada | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:3 (1 L do produto em 3 L d`água). Utilizar 0,4 a 0,6 L da calda inseticida para 100 kg de sementes. |
Feijão | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:2 (1 L do produto em 2 L d`água). Utilizar 0,6 L da calda inseticida para 100 kg de sementes. Utilizar no máximo 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes. |
Milho | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:1 (1 L do produto em 1 L d`água), neste caso utilizar 0,08 a 0,1 L da calda inseticida / hectare. |
Pastagens | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:9 (1 L do produto em 9 L d`água). Utilizar 0,2 a 0,4 L da calda inseticida/hectare quando a dose a ser utilizada for de 20 ou 40 mL P.C./ha respectivamente. Esta quantidade de calda inseticida deverá ser distribuída homogeneamente no volume de sementes que será utilizado para cobrir 1 (um) hectare de área semeada. |
Soja | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:2 (1 L do produto em 2 L d`água).
Utilizar no máximo 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes, pois poderá haver absorção de excesso de umidade pelo tegumento. |
Trigo | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:3 (1 L do produto em 3 L d`água). Utilizar 0,4 a 0,6 L da calda inseticida para 100 kg de sementes. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Eutinobothrus brasiliensis | Broca-da-raiz, Broca-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Arroz | Syntermes molestus | Cupim, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Cevada | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Milho | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Pastagens | Atta capiguara | Saúva-parda | Ver detalhes |
| Soja | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
Tratamento de sementes.
O tratamento de sementes pode ser efetuado em tambores rotativos com eixo excêntrico ou em máquinas apropriadas para o tratamento de sementes. Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas.
Equipamentos de aplicação:
Tambor rotativo ou em máquinas apropriadas para tratamento de sementes.
Tambor rotativo: colocar as sementes e metade da calda do produto no tambor, girar o tambor algumas vezes e, em seguida, colocar o restante da calda girando novamente até que haja uma perfeita cobertura das sementes. Após o tratamento deixar as sementes secarem à sombra e proceder a semeadura.
Máquinas para tratamento de sementes: verificar o rendimento do equipamento para sementes de arroz, cevada, feijão, pastagem, soja e trigo e colocar a calda pronta no reservatório. Calibrar a máquina e efetuar o tratamento. Após o tratamento deixar as sementes secarem à sombra e proceder a semeadura.
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Não determinado por referir-se a tratamento de sementes.
Não determinado por referir-se a tratamento de sementes.
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
Curuquerê Alabama argillacea | 0,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
Pulgão-do-algodoeiro Aphis gossypii | 0,3 - 0,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: | ||
20 - 40 L/ha | 03 | |||
Broca-do-algodoiero Euthinobothrus brasiliensis | 0,8 - 2,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea:20 - 40 L/ha | ||
ALGODÃO | Ácaro-branco Polyphagotarsonemus latus | 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Curuquerê: realizar as aplicações quando houver 02 lagartas/planta. Intervalo de aplicação de 01-02 semanas. Pulgão-do-algodoeiro: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido. Intervalo de aplicação de 07-14 dias. Broca-do-algodoiero: aplicar o produto 20 dias após a germinação. Intervalo de aplicação de 07 dias. Ácaro-branco: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando houver 40% das plantas com sinais de ataque. Intervalo de aplicação de 7-14 dias. | ||||
BATATA | Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 1000 L/ha Aplicação aérea: 20-40 L/ha. | 02 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Assim que se observem os primeiros sintomas de infestação, realizar as aplicações com intervalo de 14 dias. | ||||
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
Broca-do-café Hypothenemus hampei | 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
02 | ||||
Bicho-mineiro-do-café Leucoptera coffeella | 1,0 - 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: | ||
20 - 40 L/ha | ||||
CAFÉ | Cochonilha-da-roseta Planococcus minor | 1,0 - 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 1000 L/ha Aplicação aérea: 20 – 40 L/ha | 01 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Broca-do-café: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de infestação for maior ou igual a 5% nos grãos provenientes da primeira florada. Intervalo de aplicação de 20-30 dias. Bicho-mineiro-do-café: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando forem observadas cerca de 20% de folhas minadas. Intervalo de aplicação de 30-45 dias. Cochonilha-da-roseta: realizar uma aplicação em pulverização foliar em alto volume, cerca de 1.000 litros de calda/ha, quando se observar o início da infestação | ||||
Lagarta-do-trigo Pseudaletia sequax | 0,4 - 0,7 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | ||
Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||||
CEVADA | Pulgão-da-folha Metopolophium dirhodum | 0,4 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 02 |
Pulgão-da-espiga Sitobion avenae | 0,4 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | ||
Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação. O intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. | ||||
CITROS | Mosca-das-frutas Ceratitis capitata | 200 mL/100 L | Aplicação terrestre: 400 - 500 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 03 |
Cochonilha-pardinha Selenaspidus articulatus | 100 - 150 mL/100 L | Aplicação terrestre: | 02 | |
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
100 - 300 L/ha | ||||
Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||||
Cochonilha-parlatoria Parlatoria cinerea | 100 - 150 mL/100 L | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | ||||
Cochonilha-ortezia Orthezia praelonga | 100 - 150 mL/100 L | Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha Adicionar óleo | ||
mineral 0,25% v/v | ||||
(250 mL/100 L) | ||||
Psillídeo Diaphorina citri | 100 - 150 mL/100 L | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: | ||
20 - 40 L/ha | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Cochonilha-ortezia e Psillídeo: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação. O | ||||
intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. | ||||
Mosca-das-frutas: realizar as aplicações assim que os frutos começarem a amadurecer. Intervalo de | ||||
aplicação: (*). | ||||
Cochonilha-pardinha: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação até o ponto de | ||||
escorrimento. | ||||
Intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. | ||||
Cochonilha-parlatoria: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação, com a calda | ||||
dirigida ao tronco e ramos primários. Intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. | ||||
FEIJÃO | Cigarrinha Empoasca kraemeri | 0,8 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 02 |
Broca-da-vagem Etiella zinckenella | 1,25 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
Lagarta-da-vagem Michaelus jebus | 1,25 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
Mosca-branca Bemisia tabaci | 1,00 L/ha | Aplicação terrestre: | ||
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Cigarrinha, Broca-da-vagem e Lagarta-da-vagem: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação. Intervalo de aplicação será definido em função da reinfestação. Mosca-branca: iniciar as aplicações quando aparecerem as primeiras. Intervalo de aplicação: (*) | ||||
Lagarta-enroladeira Bonagota cranaodes | 100 - 150 mL/100 L | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | 03 | |
MAÇÃ | Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação. O intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. | ||||
Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | 0,4 - 0,6 L/ha. | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | ||
Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||||
Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | 1,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 02 | |
Lagarta-rosca Agrotis ipisilon | 1,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
MILHO | ||||
Lagarta-dos-capinzais Mocis latipes | 0,6 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 03 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Lagarta-do-cartucho: aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura. Usar bico leque. Intervalo de aplicação: (*). Lagarta-dos-capinzais: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido, do período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura. O intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. Lagarta-elasmo: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação, do período após germinação até uma altura aproximada de 35 cm, com jato dirigido à base das plantas. Intervalo de aplicação de 7-14 dias. Lagarta-rosca: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação, do período após a germinação até 30 dias de idade da cultura, com jato dirigido à base das plantas. Intervalo de aplicação de 7-14 dias. | ||||
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
Cigarrinha-das-pastagens Deois flavopicta | 1,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | 02 | |
PASTAGENS | Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação. O intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação | ||||
Lagarta-da-soja Anticarsia gemmatalis | 0,25 - 1,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | ||
SOJA | Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 02 | ||
Broca-das-axilas Epinotia aporema | 0,8 L/ha. | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | ||
Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Lagarta-da-soja: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido. O intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. Broca-das-axilas: realizar as aplicações quando forem encontradas 20% de plantas com ponteiros danificados. Intervalo de aplicação de 07-14 dias. | ||||
Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | 0,5 - 0,75 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | ||
Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 02 | |||
SORGO | Mosca-do-sorgo Stenodiplosis sorghicola | 0,62 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | |
Aplicação aérea: | ||||
20 - 40 L/ha | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Lagarta-do-cartucho: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido, da germinação até 60-70 dias de idade da cultura. O intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. Mosca-do-sorgo: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando 80% do sorgal estiver florido. Intervalo de aplicação de 04 dias. | ||||
TOMATE** RASTEIRO COM FINS INDUSTRIAIS | Broca-pequena-do-fruto Neoleucinodes elegantalis | 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 05 |
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
Mosca-minadora Liriomyza huidobrensis | 1,0 - 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: | ||
20 - 40 L/ha | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Broca-pequena-do-fruto: realizar as aplicações quando os frutos estiverem pequenos. Intervalo de aplicação de 07-14 dias. | ||||
Mosca-minadora: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto assim que se observem os primeiros sintomas de infestação. Intervalo de aplicação de 10 dias. | ||||
Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | 1,25 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | ||
Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||||
Pulgão-da-folha Metopolophium dirhodum | 0,3 L/ha. | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
TRIGO | Pulgão-da-espiga Sitobion avenae | 0,4 - 0,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | 02 |
Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||||
Pulgão-verde-dos-cereais Rhopalosiphum graminum | 0,2 - 0,3 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | ||
Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||||
Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | 0,75 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | ||
Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||||
Lagarta-do-trigo Pseudaletia sequax | 0,7 - 1,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | ||
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Lagarta-rosca e Lagarta-elasmo: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação na fase inicial da cultura. Intervalo de aplicação de 7-14 dias. Pulgão-da-folha: quando 10% das plantas apresentarem colônias em formação. Intervalo de aplicação: (*) Pulgão-da-espiga e Pulgão-verde-dos-cereais: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido. O Intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação Lagarta-militar e Lagarta-do-trigo: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto assim que se observarem os primeiros focos de infestação. O intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. | ||||
(*) O Intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. O período mínimo de dias entre as aplicações será de 15 dias para as culturas de citros, feijão e trigo e 10 dias para a cultura do milho.
(**) Não é permitido o uso deste produto em lavouras de tomate estaqueado.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Café | Hypothenemus hampei | Broca-do-café | Ver detalhes |
| Cevada | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Citros | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Maçã | Bonagota cranaodes | Lagarta-enroladeira-da-folha | Ver detalhes |
| Milho | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Soja | Epinotia aporema | Broca-das-axilas, Broca-das-axilas-da-soja | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Neocurtilla hexadactyla | Grilo-toupeira, Paquinha | Ver detalhes |
| Trigo | Metopolophium dirhodum | Pulgão-da-folha, Pulgão-verde-pálido | Ver detalhes |
É PROIBIDA A APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTO COSTAL
O inseticida INCAR 480 EC poderá ser aplicado através de equipamentos tratorizados e aeronavesagrícolas equipadas com barras e pontas específicas. Equipamentos de irrigação tipo pivôs centrais também poderão ser utilizados.
Os parâmetros de aplicação através de equipamentos tratorizados, como tipo de pontas, pressão de trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas. Para o controle da lagarta do cartucho em milho e sorgo recomenda-se o uso de pontas tipo leque com jato dirigido sobre a linha da cultura.
As aplicações via equipamentos de irrigação tipo pivô central devem sempre: utilizar equipamentos de irrigação bem ajustados, que possibilitem cobertura uniforme do produto; utilizar sistemas de injeção completos e adequadamente calibrados, seguindo as orientações do fabricante; verificar as características da área a ser tratada, quantidade de produto necessária e a taxa de injeção; utilizar equipamentos de proteção individual.
Recomenda-se a utilização de barras com pontas específicas ou atomizadores rotativos do tipo “Micronair”, sempre procurando obter uma boa cobertura na aplicação. Toda aplicação com aeronaveagrícola deve ser controlada/monitorada por GPS, não utilizar balizamento por bandeirinhas.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Algodão | 21 dias |
Batata | 21 dias |
Café | 21 dias |
Cevada | 14 dias |
Citros | 21 dias |
Feijão | 25 dias |
Maçã | 14 dias |
Milho | 21 dias |
Pastagem | 13 dias |
Soja | 21 dias |
Sorgo | 21 dias |
Tomate | 21 dias |
Trigo | 21 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
INICIATE é um inseticida do grupo químico Pirazol que atua por contato e por ingestão, como bloqueador dos canais de cloretos acoplados aos receptores GABA, matando as pragas por hiperexcitação. É usado em tratamento de sementes para controle de pragas iniciais nas culturas abaixo, conforme quadro:
“Este produto é TÓXICO ÀS ABELHAS. A aplicação aérea NÃO É PERMITIDA. A pulverização foliar não dirigida ao solo ou às plantas, ou seja, aplicações em área total, NÃO É PERMITIDA. Não aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando for observada visitação de abelhas na cultura. O descumprimento dessas determinações constitui crime ambiental, sujeito a penalidades cabíveis e sem prejuízo de outras responsabilidades.
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto Comercial (Dose de i.a.) | VOLUME DE CALDA (*) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES |
Algodão | Tripes (Frankliniella schultzei) | 250 – 300 mL/100 kg de sementes (62,5 – 75,0 g/100 kg de sementes) | 500 – 600 mL/100 kg de sementes | Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita a diluição na proporção de 1:1 (1 litro do produto em 1 litro de água), neste caso utilizar 500 a 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes de algodão. Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. |
Broca-do-algodoeiro (Eutinobothrus brasiliensis) | ||||
Arroz | Bicheira-da-raiz-do- arroz (Oryzophagus oryzae) | 120 – 150 mL/100 kg de sementes (30,0 – 37,5 g/100 kg de sementes) | 240 – 300 mL/100 kg de sementes | Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita a diluição na proporção de 1:1 (1 litro do produto em 1 litro de água), neste caso utilizar 240 a 300 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes de arroz para o controle da bicheira-da- raiz-do-arroz e 400 a 500 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes de arroz para o controle de cupins para se obter as quantidades de produto conforme recomendação. Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. |
Cupim (Syntermes molestus) e (Procornitermes triacifer) | 200 – 250 mL/100 kg de sementes (50,0 – 62,5 g/100 kg de sementes) | 400 – 500 mL/100 kg de sementes | ||
Cevada | Pão-de-galinha (Diloboderus abderus) | 100 – 150 mL/100 kg de sementes (25,0 – 37,5 g/100 kg de sementes) | 400 – 600 mL/100 kg de sementes | Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita a diluição do produto formulado na proporção de 1:3 (1 litro do produto em 3 litros de água). Utilizar 400 a 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes de cevada para se |
obter as quantidades de produto conforme recomendação. Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. | ||||
Feijão | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 200 mL/100 kg de sementes (50,0 g/100 kg de sementes) | 600 mL/100 kg de sementes | Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita a diluição do produto formulado na proporção de 1:2 (1 litro do produto em 2 litros de água). Utilizar 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes de feijão para se obter as quantidades de produto conforme recomendação. Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. |
Tamanduá-da-soja (Sternechus subsignatus) | ||||
Milho | Coró (Phyllophaga cuyabana) | 40 – 50 mL/ha (10,0 – 12,5 g/ha) | 80 – 100 mL/ha | Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita a diluição na proporção de 1:1 (1 litro do produto em 1 litro de água), neste caso utilizar 80 a 100 mL da calda inseticida por hectare de milho para se obter as quantidades de produto conforme recomendação. Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. |
Pastagem | Cupim (Cornitermes cumulans) | 20 – 40 mL/ha (5,0 – 10,0 g/ha) | 200 – 400 mL/ha | Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita a diluição do produto formulado na proporção de 1:9 (1 litro do produto em 9 litros de água). Utilizar 200 a 400 mL da calda inseticida por hectare quando a dose a ser utilizada for de 20 ou 40 mL p.c./ha respectivamente. Esta quantidade de calda inseticida deverá ser distribuída homogeneamente no volume de sementes que será utilizado para cobrir 1 (um) hectare de área semeada para se obter as quantidades de produto conforme recomendação. Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. |
Saúva-parda (Atta capiguara) |
Soja | Tamanduá-da-soja (Sternechus subsignatus) | 200 mL/100 kg de sementes (50,0 g/100 kg de sementes) | 600 mL/100 kg de sementes | Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita a diluição do produto formulado na proporção de 1:2 (1 litro do produto em 2 litros de água). Utilizar 600 mL da calda inseticida quando a dose recomendada for de 200 mL p.c./100 kg de sementes (controle do tamanduá-da-soja, vaquinha-verde-amarela e lagarta-elasmo); 300 mL da calda inseticida quando a dose recomendada for de 100 mL p.c./100 kg de sementes (controle de coró e torrãozinho); e 240 mL da calda inseticida quando a dose recomendada for de 80 mL p.c./100 kg de sementes (controle de piolho-de- cobra) para se obter as quantidades de produto conforme recomendação. Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. |
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | ||||
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | ||||
Piolho-de-cobra (Porcellio laevis) | 80 mL /100 kg de sementes (20,0 g/100 kg de sementes) | 240 mL/100 kg de sementes | ||
Coró (Phyllophaga cuyabana) | 100 mL/100 kg de sementes (25,0 g/100 kg de sementes) | 300 mL/100 kg de sementes | ||
Torrãozinho (Aracanthus mourei) | ||||
Trigo | Pão-de-galinha (Diloboderus abderus) | 100 - 150 mL/100 kg de sementes (25,0 – 37,5 g/100 kg de sementes) | 400 – 600 mL/100 kg de sementes | Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita a diluição do produto formulado na proporção de 1:3 (1 litro do produto em 3 litros de água). Utilizar 400 a 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes de trigo para se obter as quantidades de produto conforme recomendação. Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. |
Obs.: Utilizar a dose maior em condições de alta incidência da praga na área.
Nas recomendações de uso por hectare, o produto deverá ser distribuído na quantidade de sementes a ser utilizada para semear 1 (um) hectare.
*Se necessário.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Arroz | Syntermes molestus | Cupim, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Cevada | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Feijão | Sternechus subsignatus | Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
| Milho | Phyllophaga cuyabana | Coró | Ver detalhes |
| Pastagens | Cornitermes cumulans | Cupim | Ver detalhes |
| Soja | Aracanthus mourei | Torrãozinho | Ver detalhes |
| Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
O tratamento de sementes deve ser realizado em local arejado e específico para esse fim. Utilizar sementes limpas, livres de poeira e impurezas, e de boa qualidade, com alto poder germinativo e bom vigor.
Utilizar equipamentos específicos para tratamento de sementes que propiciem uma distribuição uniforme da dose desejada sobre as sementes sem danificar sua qualidade fisiológica. Utilizar a dose
recomendada para o peso desejado de sementes e proceder a operação do equipamento de forma a obter uma distribuição uniforme dos produtos sobre as sementes.
Havendo a necessidade de acrescentar água, a ordem a ser seguida da confecção da calda deverá ser do produto adicionado em água, mantendo-se a mesma sob agitação constante, do início do preparo da calda até a aplicação nas sementes.
É obrigatória a utilização de EPI completo durante a operação de tratamento de sementes.
Deve-se colocar as sementes a serem tratadas dentro do equipamento, iniciar a agitação e adicionar gradativamente a dose do produto/calda. Manter as sementes misturando com o produto adicionado por 3 a 5 minutos. Ao final do tratamento, deve-se atentar para que as sementes estejam devidamente recobertas e secas e que não haja sobra de produto/calda no equipamento utilizado. Se atente para a quantidade de sementes a ser colocada no recipiente do equipamento tratador. Cada equipamento informa uma quantidade ideal de sementes a ser tratada por batelada. Respeite as recomendações e escolha o tamanho de equipamento mais adequado às necessidades.
Sementes umedecidas em excesso devem ser secas à sombra antes de armazená-las e/ou semeá-las. Acondicionar as sementes tratadas em sacos de papel ou em embalagens que permitam a respiração das sementes, evitando exposição ao sol.
A semente tratada deve ser utilizada somente para o plantio, não podendo ser empregada na alimentação humana ou animal. Obedecer às recomendações oficiais de profundidade de semeadura para cada cultivo.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de uso.
Como o produto é destinado para o tratamento de sementes, não há restrições quanto a reentrada de pessoas em lavouras oriundas de sementes tratadas. Como medida preventiva, recomenda-se o uso de botas de borracha.
CULTURA | PRAGA ALVO-BIOLÓGICO | DOSE | ||
PRAGAS Nome Científico | PRAGAS Nome Comum | Produto comercial mL/100 kg de sementes | Ingrediente ativo g/100 kg de sementes | |
Algodão | Eutinobothrus brasiliensisFrankliniella schultzei | Broca-da-raiz; Broca-do-algodoeiroTripes | 250-300 | 62,5-75 |
Arroz | Syntermes molestus Procornitermes triacifer Oryzophagus oryzae | Cupim; Cupim-de-montículo Cupim-de-monte; Cupim-de-montículo Bicheira-da-raiz-do-arroz; Gorgulho- aquático-do- arroz | 200-250 200-250 120-150 | 50-62,5 50-62,5 30-37,5 |
Cevada | Diloboderus abderus | Bicho-bolo; Pão-de-galinha | 100-150 | 25-37,5 |
Feijão | Diabrotica speciosa Sternechus subsignatus | Larva-alfinete; Vaquinha-verde- amarelaTamanduá-da-soja | 200 | 50 |
Milho | Elasmopalpus lignosellus Procornitermes triacifer Phyllophaga cuyabana | Broca-do-colo; Lagarta-elasmo Cupim; Cupim-de-monte; Cupim-de- montículoCoró | 50-200 50-200 20-40 mL/ha | 12,5-50 12,5-50 5-10 g/ha |
Pastagens | Cornitermes cumulans Atta capiguara | Cupim Saúva-parda | 20-40 mL/ha | 5-10 g/ha |
Soja | Phyllophaga cuyabana Elasmopalpus lignosellusDiabrotica speciosa Sternechus subsignatus Porcellio laevis Aracanthus mourei | Coró Broca-do-colo; Lagarta-elasmo Larva-alfinete; Vaquinha-verde- amarelaGorgulho-da-soja; Tamanduá- da-soja Piolho-de-cobra Torrãozinho | 100 200 200 200 80 100 | 25 50 50 50 20 25 |
Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo; Pão-de-galinha | 100-150 | 25-37,7 |
Utilizar a dose maior em condições de alta incidência da praga na área.
1 L de INSTAL 250 FS contém 250 g do ingrediente ativo fipronil.
Nas recomendações de uso por hectare, o produto deverá ser distribuído na quantidadede sementes a ser utilizada para semear 1 (um) hectare.
O tratamento deve ser realizado antes do plantio das sementes.
Número de aplicações por ciclo da cultura: no máximo uma aplicação antes do plantio.
Algodão | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:1 (1 L do produto em 1 L de água). Utilizar 0,5 a 0,6 L da calda inseticida para 100 kg de sementes. |
Arroz | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:1 (1 L do produto em 1 L de água).
|
Cevada | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:3 (1 L do produto em 3 L de água). Utilizar 0,4 a 0,6 L da calda inseticida para 100 kg de sementes. |
Feijão | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:2 (1 L do produto em 2 L de água). Utilizar 0,6 L da calda inseticida para 100 kg de sementes. Utilizar no máximo 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes. |
Milho | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:1 (1 L do produto em 1 L de água), neste caso utilizar 0,08 a 0,1 L da calda inseticida / hectare. |
Pastagens | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:9 (1 L do produto em 9 L de água). Utilizar 0,2 a 0,4 L da calda inseticida/hectare quando a dose a ser utilizada for de 20 ou 40 mL P.C./ha respectivamente. Esta quantidade de calda inseticida deverá ser distribuída homogeneamente no volume de sementes que será utilizado para cobrir 1 (um) hectare de área semeada. |
Soja | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:2 (1 L do produto em 2 L de água).
Utilizar no máximo 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes, pois poderá haver absorção de excesso de umidade pelo tegumento. |
Trigo | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:3 (1 L do produto em 3 Lde água). Utilizar 0,4 a 0,6 L da calda inseticida para 100 kg de sementes. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Eutinobothrus brasiliensis | Broca-da-raiz, Broca-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Arroz | Syntermes molestus | Cupim, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Cevada | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Milho | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Pastagens | Cornitermes cumulans | Cupim | Ver detalhes |
| Soja | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
O tratamento de sementes pode ser efetuado em tambores rotativos com eixo excêntrico ou em máquinas apropriadas para o tratamento de sementes. Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas.
Tambor rotativo ou em máquinas apropriadas para tratamento de sementes.
Tambor rotativo: colocar as sementes e metade da calda do produto no tambor, girar o tambor algumas vezes e, em seguida, colocar o restante da calda girando novamente até que haja uma perfeita cobertura das sementes. Após o tratamento deixar as sementes secarem à sombra e proceder a semeadura.
Máquinas para tratamento de sementes: verificar o rendimento do equipamento para sementes de arroz, cevada, feijão, pastagem, soja e trigo e colocar a calda pronta no reservatório. Calibrar a máquina e efetuar o tratamento. Após o tratamento deixar as sementes secarem à sombra e proceder a semeadura.
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Não determinado por referir-se a tratamento de sementes.
Não determinado por referir-se a tratamento de sementes.
INSTRUÇÕES DE USO:
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS | DOSES* PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: |
Nome comum / Nome científico | ||||
Algodão | Tripes Frankliniella schultzei | 250-300 mL/100 kg de sementes | 500 – 600 mL/100 kg de sementes | Deve ser feita somente uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura da cultura. |
Broca-do-algodoeiro Eutinobothrus brasiliensis | ||||
Arroz | Bicheira-da-raiz-do-arroz Oryzophagus oryzae | 120-150 mL/100 kg de sementes | 240 - 300 mL/100 kg de sementes | Deve ser feita somente uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura da cultura. |
Cupim-de-montículo Procornitermes triacifer | 200-250 mL/100 kg de sementes | 400 – 500 mL/100 kg de sementes | ||
Cevada | Pão-de-galinha Diloboderus abderus | 100-150 mL/100 kg de sementes | 400 - 600 mL/100 kg de sementes | Deve ser feita somente uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura da cultura. |
Feijão | Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | 200 mL/100 kg de sementes | 600 mL/100 kg de sementes | Deve ser feita somente uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura da cultura. |
Tamanduá-da-soja Sternechus subsignatus | ||||
Milho | Coró-da-soja Phyllophaga cuyabana | 40-80 mL/ha | 80 – 100 mL/ha | Deve ser feita somente uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura da cultura. |
Lagarta elasmo Elasmopalpus lignosellus | 50-200 mL/ha | |||
Pastagens | Cupim Cornitermes cumulans | 20-40 mL/ha | 200 - 400 mL/ha | Deve ser feita somente uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura da cultura. |
Saúva-parda Atta capiguara | ||||
Soja | Tamanduá-da-soja Sternechus subsignatus | 200 mL/100 kg de sementes | 600 mL/100 kg de sementes | Deve ser feita somente uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura da cultura. |
Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | ||||
Broca-do-colo Elasmopalpus lignosellus | ||||
Piolho-de-cobra Porcellio laevis | 80 mL /100 kg de sementes | 240 mL/100 kg de sementes | ||
Coró Phyllophaga cuyabana | 100 mL/100 kg de sementes | 300 mL/100 kg de sementes | ||
Trigo | Pão-de-galinha Diloboderus abderus | 100-150 mL/100 kg de sementes | 400 a 600 mL/100 Kg de sementes | Deve ser feita somente uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura da cultura. |
(*) Utilizar a dose maior em condições de alta incidência da praga na área.
Nas recomendações de uso por hectare, o produto deverá ser distribuído na quantidade de sementes a ser utilizada para semear 1 (um) hectare.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Arroz | Oryzophagus oryzae | Bicheira-da-raiz-do-arroz, Gorgulho-aquático-do-arroz | Ver detalhes |
| Cevada | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Milho | Phyllophaga cuyabana | Coró | Ver detalhes |
| Pastagens | Cornitermes cumulans | Cupim | Ver detalhes |
| Soja | Sternechus subsignatus | Gorgulho-da-soja, Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
| Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
Aplicar o produto homogeneamente sobre as sementes na dose recomendada, utilizando tambor rotativo com eixo excêntrico ou máquinas apropriadas para tratamento de sementes.
0,50 a 0,60 litro da calda inseticida para 100 kg de sementes de Algodão.
0,08 a 0,10 litro da calda inseticida por hectare de Milho.
0,24 a 0,30 litro da calda inseticida para 100 kg de sementes de Arroz para o controle da Bicheira-da-raiz- do-arroz;
0,40 a 0,50 litro da calda inseticida para 100 kg de sementes de Arroz para o controle de Cupim.
0,40 a 0,60 litro da calda inseticida para 100 kg de sementes de Cevada ou Trigo.
0,60 litro da calda inseticida quando a dose recomendada for de 200 ml.p.c./100 kg de sementes (controle do tamanduá-da-soja, vaquinha-verde-amarela e broca-do-colo);
0,30 litro da calda inseticida quando a dose recomendada for de 100 ml.p.c./100 kg de sementes (controle de coró);
0,24 litro da calda inseticida quando a dose recomendada for de 80 ml.p.c./100 kg de sementes (controle de piolho-de-cobra).
0,20 a 0,40 litro da calda inseticida por hectare quando a dose a ser utilizada for de 20 ou 40 ml.p.c./ha respectivamente. Esta quantidade de calda inseticida deverá ser distribuída homogeneamente no volume de sementes que será utilizado para cobrir 1 (um) hectare de área semeada.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
Como o produto é destinado ao tratamento de sementes, não há restrições quanto à reentrada de pessoas em lavouras oriundas de sementes tratadas. Como medida preventiva, recomenda-se o uso de botas de borracha.
MAESTRO 250 FS é um inseticida à base de Fipronil recomendado exclusivamente para o tratamento de sementes nas culturas de algodão, arroz, cevada, feijão, milho, pastagens, soja e trigo.
Culturas | Pragas Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial | Volume de calda | Número máximo de aplicação |
Algodão | Tripes (Frankliniella schultzei) | 250-300mL/100 kg de sementes | 500 – 600mL/100 Kg de sementes | 1 |
Broca-do-algodoeiro (Eutinobothrus brasiliensis) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita a diluição na proporção de 1:1 (1 litro do produto em 1 litro de água). Neste caso, para se obter as quantidades de produto conforme recomendação, utilizar: - 0,50 a 0,60 litro da calda inseticida para 100 kg de sementes. | ||||
Arroz | Bicheira-da-raiz-do- arroz (Oryzophagus oryzae) | 120-150mL/100kg de sementes | 240 - 300 mL/100Kg de sementes | 1 |
Cupim-de-montículo (Procornitermes triacifer) | 200-250mL/100 kg de sementes | 400 – 500 mL/100Kg de sementes | ||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita a diluição na proporção de 1:1 (1 litro do produto em 1 litro de água). Neste caso, para se obter as quantidades de produto conforme recomendação, utilizar:
| ||||
Cevada | Pão-de-galinha (Diloboderus abderus) | 100-150mL/100 kg de sementes | 400 - 600 mL/100 Kg de sementes | 1 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Se necessário poderá ser feita a diluição do produto formulado na proporção de 1:3 (1 litro do produto em 3 litros de água). Para se obter as quantidades de produto conforme recomendação, utilizar: - 0,40 a 0,60 litro da calda inseticida para 100 kg de sementes. | ||||
Feijão | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 200mL/100 kg de sementes | 600 mL/100 Kg de sementes | 1 |
Tamanduá-da-soja (Sternechus subsignatus) | ||||
Culturas | Pragas Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial | Volume de calda | Número máximo de aplicação |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Se necessário poderá ser feita a diluição do produto formulado na proporção de 1:2 (1 litro do produto em 2 litros de água). Para se obter as quantidades de produto conforme recomendação, utilizar: - 0,60 litro da calda inseticida para 100 kg de sementes. | ||||
Milho | Coró-da-soja (Phyllophaga cuyabana) | 40-80 mL/ha | 80 – 200 mL/ha | 1 |
Lagarta elasmo (Elasmopalpus lignoselus) | 50-200mL/ha | |||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita a diluição na proporção de 1:1 (1 litro do produto em 1 litro de água). Neste caso, para se obter as quantidades de produto conforme recomendação, utilizar: - 0,08 a 0,20 litro da calda inseticida por hectare de Milho. | ||||
Pastagem | Cupim (Cornitermes cumulans) | 20-40mL/ha | 200 - 400mL/ha | 1 |
Saúva-parda (Atta capiguara) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Se necessário poderá ser feita a diluição do produto formulado na proporção de 1:9 (1 litro do produto em 9 litros de água). Para se obter as quantidades de produto conforme recomendação, utilizar: - 0,20 e 0,40 litro da calda inseticida por hectare, para a dose de 20 e 40mL.p.c./ha, respectivamente. Esta quantidade de calda inseticida deverá ser distribuída homogeneamente no volume de sementes que será utilizado para cobrir 1 (um) hectare de área semeada. | ||||
Soja | Tamanduá-da-soja (Sternechus subsignatus) | 200 mL/100kg de sementes | 600mL/100Kg de sementes | 1 |
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | ||||
Broca-do-colo (Elasmopalpus lignosellus) | ||||
Piolho-de-cobra (Porcellio laevis) | 80 mL /100kg de sementes | 240 mL/100Kg de sementes | ||
Coró (Phyllophaga cuyabana) | 100 mL/100kg de sementes | 300 mL/100Kg de sementes | ||
Culturas | Pragas Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial | Volume de calda | Número máximo de aplicação |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Se necessário, poderá ser feita a diluição do produto formulado na proporção de 1:2 (1 litro do produto em 2 litros de água). Para se obter as quantidades de produto conforme recomendação, utilizar:
| ||||
Trigo | Pão-de-galinha (Diloboderus abderus) | 100-150 mL/100 kg de sementes | 400 a 600 mL/100 Kg de sementes | 1 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Se necessário poderá ser feita a diluição do produto formulado na proporção de 1:3 (1 litro do produto em 3 litros de água). Para se obter as quantidades de produto conforme recomendação, utilizar: - 0,40 a 0,60 litro da calda inseticida para 100 kg de sementes. | ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Arroz | Oryzophagus oryzae | Bicheira-da-raiz-do-arroz, Gorgulho-aquático-do-arroz | Ver detalhes |
| Cevada | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Milho | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Pastagens | Atta capiguara | Saúva-parda | Ver detalhes |
| Soja | Phyllophaga cuyabana | Coró | Ver detalhes |
| Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
Aplicar o produto homogeneamente sobre as sementes na dose recomendada, utilizando tambor rotativo com eixo excêntrico ou máquinas apropriadas para tratamento de sementes.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Algodão, arroz, cevada, feijão, milho, pastagens, soja e trigo. | Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego |
Como a finalidade do produto é tratamento de sementes, não há restrições quanto à reentrada de pessoas em lavouras oriundas de sementes tratadas.
Marlox FS é um inseticida do grupo químico Pirazol que atua por contato e ingestão, que contém o
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE (1) | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha)(2) | |
produto comercial | ingrediente ativo | ||||
ALGODÃO | Broca-do-algodoeiro (Eutinobothurs brasiliensis) | 250 - 300 ml/100 kg de sementes | 62,5 - 75,0 g/100 kg de sementes | 01 | 0,50 - 0,60 L/100 kg de sementes |
Tripes (Frankliniella schultzei) | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita a diluição na proporção de 1:1 (1 litro do produto em 1 litro de água). Se diluído, utilizar 0,50 a 0,60 litro de calda inseticida para 100 kg de sementes de algodão para se obter a quantidade de produto. | |||||
ARROZ | Bicheira-da-raiz-do-arroz (Oryzophagus oryzae) | 100 - 150 ml/100 kg de sementes | 25,0 - 37,5 g/100 kg de sementes | 01 | 0,24 - 0,30 L/100 kg de sementes |
Cupim (Syntermes molestus) | 200 - 250 ml/100 kg de sementes | 50,0 - 62,5 g/100 kg de sementes | 0,40 - 0,50 L/100 kg de sementes | ||
Cupim (Procornitermes triacifer) | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita a diluição na proporção de 1:1 (1 litro do produto em 1 litro de água), neste caso utilizar 0,24 a 0,30 litro de calda inseticida para 100 kg de sementes de Arroz para controle da bicheira-da-raiz e 0,40 a 0,50 litro de calda inseticida para 100 kg de semente de arroz para o controle de cupins para se obter as quantidades de produto conforme recomendação. | |||||
CEVADA | Pão-de-galinha (Diloboderus abderus) | 100 - 150 ml/100 kg de sementes | 25,0 - 37,5 g/100 kg de sementes | 01 | 0,40 - 0,60 L/100 kg de sementes |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita a diluição na proporção de 1:3 (1 litro do produto em 3 litros de água), neste caso utilizar 0,40 a 0,60 litro de calda inseticida para 100 kg de sementes de cevada para ser obter as quantidades de produto conforme orientação. | |||||
FEIJÃO | Tamanduá-da-soja (Sternechus subsignatus) | 200 ml/100 kg de sementes | 50,0 g/100 kg de sementes | 01 | 0,60 L/100 kg de sementes |
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita a diluição na proporção de 1:2 (1 litro do produto em 2 litros de água), neste caso utilizar 0,60 litro de calda inseticida para 100 kg de sementes de feijão para ser obter as quantidades de produto conforme orientação. | |||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE (1) | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha)(2) | |
produto comercial | ingrediente ativo | ||||
FEIJÃO | Para a cultura do feijão, utilizar no máximo 600 ml da calda inseticida para 100 kg de sementes, pois poderá haver absorção de excesso de umidade pelo tegumento, o que poderá alterar a qualidade quanto à germinação e vigor vegetativo. | ||||
MILHO | Coró (Phyllophaga cuyabana) | 50 - 200 ml/ha | 12,5 - 50 g/ha | 01 | 0,08 - 0,10 L/ha |
Cupim (Procornitermes triacifer) | 40 - 80 ml/ha | 10,0 - 20 g/ha | |||
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | 50 - 200 ml/ha | 12,5 - 50 g/ha | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita a diluição na proporção de 1:1 (1 litro do produto em 1 litro de água), neste caso utilizar 0,08 a 0,10 litro de calda inseticida por hectare de milho para ser obter as quantidades de produto conforme orientação. | |||||
PASTAGEM | Cupim (Cornitermes cumulans) | 20 - 40 ml/ha | 5,0 - 10,0 g/ha | 01 | 0,20 - 0,40 L/ha |
Saúva-parda (Atta capiguara) | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. Se necessário poderá ser feita a diluição na proporção de 1:9 (1 litro do produto em 9 litros de água), neste caso utilizar 0,20 a 0,40 litro de calda inseticida por hectare quando a dose utilizada for de 20 ou 40 ml de produto comercial/ha respectivamente. Esta quantidade de calda inseticida deverá ser distribuída homogeneamente no volume de sementes que será utilizado para cobrir 1 hectare de área semeada para ser obter as quantidades de produto conforme orientação. | |||||
SOJA | Coró (Phyllophaga cuyabana) | 100 ml/100 kg de sementes | 25,0 g/100 kg de sementes | 01 | 0,30 L/100 kg de sementes |
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | 200 ml/100 kg de sementes | 50,0 g/100 kg de sementes | 0,60 L/100 kg de sementes | ||
Piolho-de-cobra (Porcellio laevis) | 80 ml/100 kg de sementes | 20,0 g/100 kg de sementes | 0,24 L/100 kg de sementes | ||
Tamanduá-da-soja (Sternechus subsignatus) | 200 ml/100 kg de sementes | 50,0 g/100 kg de sementes | 0,60 L/100 kg de sementes | ||
Torrãozinho (Acarantus mourei) | 100 ml/100 kg de sementes | 25,0 g/100 kg de sementes | 0,30 L/100 kg de sementes | ||
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 200 ml/100 kg de sementes | 50,0 g/100 kg de sementes | 0,60 L/100 kg de sementes | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita | |||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE (1) | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha)(2) | |
produto comercial | ingrediente ativo | ||||
SOJA | a diluição na proporção de 1:2 (1 litro do produto em 2 litros de água), neste caso utilizar 0,60 litro de calda inseticida quando a dose recomendada for de 200 ml de produto comercial/100 kg de sementes para o controle do tamanduá-das-soja, vaquinha-verde-amarela e lagarta-elasmo; 0,30 litro de calda inseticida quando a dose recomendada for de 100 ml de produto comercial/100 kg de sementes para controle do coró e torrãozinho; e 0,24 litro de calda inseticida quando a dose recomendada for de 80 ml de produto comercial/100 kg de sementes para controle de piolho-de- cobra para se obter as quantidade de produto conforme recomendação. Para a cultura da soja, utilizar no máximo 600 ml da calda inseticida para 100 kg de sementes, pois poderá haver absorção de excesso de umidade pelo tegumento, o que poderá alterar a qualidade quanto à germinação e vigor vegetativo. | ||||
TRIGO | Pão-de-galinha (Diloboderus abderus) | 100 - 150 ml/ 100 kg de sementes | 25,0 - 37,5 g/100 kg de sementes | 01 | 0,40 - 0,60 L/100 kg de sementes |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita a diluição na proporção de 1:3 (1 litro do produto em 3 litros de água), neste caso utilizar 0,40 a 0,60 litro de calda inseticida para 100 kg de sementes de trigo para ser obter as quantidades de produto conforme orientação. | |||||
Utilizar a dose maior em condições de alta incidência da praga na área
O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação ou a critério do Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Eutinobothrus brasiliensis | Broca-da-raiz, Broca-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Arroz | Syntermes molestus | Cupim, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Cevada | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Feijão | Sternechus subsignatus | Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
| Milho | Procornitermes triacifer | Cupim, Cupim-de-monte, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Pastagens | Atta capiguara | Saúva-parda | Ver detalhes |
| Soja | Aracanthus mourei | Torrãozinho | Ver detalhes |
| Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
O tratamento de sementes deverá ser feito em equipamentos que propiciem uma distribuição uniforme da calda sobre as sementes.
Colocar uma quantidade de semente conhecida.
Adicionar volume de calda desejada para esta quantidade de semente.
Obrigatoriamente adicionar o agente corante.
Realizar a agitação/movimentação lenta das sementes até obter uma perfeita cobertura das sementes.
Atentar para que no final do tratamento, não haja sobra de produto no equipamento utilizado.
É obrigatória a utilização de EPI completo durante a operação de tratamentos de sementes. Observação: Antes da utilização do Marlox FS, agitar lentamente a embalagem para uniformização do produto.
Para todos os métodos de tratamento de sementes é importante realizar medições periódicas dos equipamentos, fluxos de sementes e volume de calda para que o tratamento efetuado seja o mais uniforme possível.
Não tratar sementes sobre lonas, sacos ou mesmo nas caixas de sementes dos equipamentos de plantio (semeadoras).
Para obter o controle almejado, recomenda-se o uso de equipamentos que promovam uma completa cobertura das sementes. Importante: manter a calda em agitação constante para evitar decantação.
Os mecanismos dosadores e/ou pulverizadores destes equipamentos devem ser revisados e limpos diariamente ou a cada parada do equipamento. Resíduos de calda podem reduzir a capacidade das canecas ou copos dosadores ou afetar a regulagem de bicos e ou mecanismos de aplicação da calda sobre as sementes.
É obrigatória a utilização de EPI completo durante a operação de tratamentos de sementes.
Volume de calda por 100 kg de sementes nas culturas de milho, soja e algodão deve promover uma boa cobertura, sem causar efeitos negativos ao desempenho fisiológico das sementes.
Colocar um peso de semente conhecida.
Adicionar volume de calda desejada para esta quantidade de semente.
Obrigatoriamente adicionar o agente corante.
Realizar a agitação/movimentação lenta das sementes até obter uma perfeita cobertura das sementes.
Atentar para que no final do tratamento, não haja sobra de produto no equipamento utilizado.
É obrigatória a utilização de EPI completo durante a operação de tratamentos de sementes. Observação: Antes da utilização do Marlox FS agitar lentamente a embalagem para uniformização do produto.
Não utilizar o produto em desacordo às instruções do rótulo e bula.
Para o armazenamento das sementes tratadas, utilize sacos de papel.
Não deixe as sementes tratadas expostas ao sol.
Para todos os métodos de tratamento de sementes é importante realizar medições periódicas dos equipamentos, fluxos de sementes e volume de calda para que o tratamento efetuado seja o mais uniforme.
Não tratar sementes sobre lonas, sacos ou mesmo nas caixas de sementes dos equipamentos de plantio (semeadoras).
Para obter o controle desejado, recomenda-se o uso de equipamentos que promovam uma completa cobertura das sementes. Importante: manter a calda em agitação constante para evitar decantação.
Os mecanismos dosadores e/ou pulverizadores destes equipamentos devem ser revisados e limpos diariamente ou a cada parada do equipamento. Resíduos de calda podem diminuir a capacidade das canecas ou copos dosadores ou afetar a regulagem de bicos e ou mecanismos de aplicação da calda sobre as sementes.
É obrigatória a utilização de EPI completo durante a operação de tratamento de sementes.
A aplicação do produto com equipamentos desregulados ou inadequados podem resultar em cobertura desuniforme das sementes com consequente redução no controle das pragas.
Não determinado devido à modalidade de emprego.
Como o produto é destinado ao tratamento de sementes, não há restrições quanto à reentrada de pessoas em lavouras oriundas de sementes tratadas. Como medida preventiva, recomenda-se o uso de botas de borracha.
Cultura | Alvo-biológico | Dose de aplicação (produto comercial | Volume de calda (L/ha) Aplicação | ||
Nome comum | Nome científico | Terrestre | Aérea | ||
Algodão | Curuquerê | Alabama argillacea | 0,5 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Broca-do-algodoeiro | Eutinobothrus brasiliensis | 0,8-2 L/ha | |||
Pulgão-do-algodoeiro | Aphis gossypii | 0,3-0,5 L/ha | |||
Lagarta-das-maçãs | Heliothis virescens | 1,5-2 L/ha | |||
Lagarta-rosada | Pectinophora gossypiella | 1,5-2 L/ha | |||
Batata | Lagarta-rosca | Agrotis ipsilon | 1,5 L/ha | 100-300 | - |
Café | Broca-do-café | Hypothenemus hampei | 1-1,5 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Bicho-mineiro-do-café | Leucoptera coffeella | ||||
Citros | Mosca-das-frutas | Ceratitis capitata | 200 mL/100 L | 400-500 | - |
Cochonilha-pardinha | Selenaspidus articulatus | 100-150 mL/100 L | |||
Cochonilha-de-placa | Orthezia praelonga | 100-300 | |||
Cochonilha-parlatoria | Parlatoria cinerea | 400-500 | |||
Psilideo | Diaphorina citri | 100-300 | |||
Feijão | Mosca-branca | Bemisia tabaci | 1 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Mosca-branca | Bemisia tabaci raça B | 1-1,25 L/ha | |||
Cigarrinha-verde | Empoasca kraemeri | 0,8 L/ha | |||
Milho | Lagarta-do-cartucho | Spodoptera frugiperda | 0,4 -0,6 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Lagarta-rosca | Agrotis ipsilon | 1 L/ha | |||
Lagarta-elasmo | Elasmopalpus lignosellus | ||||
Soja | Lagarta-da-soja | Anticarsia gemmatalis | 0,4-1 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Broca-das-axilas | Epinotia aporema | 0,8 L/ha | |||
Tomate | Broca-pequena-do-fruto | Neoleucinodes elegantalis | 1,5 L/ha | 1000 | - |
Larva-minadora | Lyriomyza huidobrensis | 1-1,5 L/ha | |||
Trigo | Lagarta-do-trigo | Pseudaletia sequax | 0,7-1 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Pulgão-da-espiga | Sitobion avenae | 0,4-0,5 L/ha | |||
Notas:
1 L de PIRIFAST contém 480 g do ingrediente ativo clorpirifós. As doses variam conforme o nível de infestação.
Algodão | - Iniciar a aplicação do produto: Alabama argillacea (Curuquerê): quando houver 2 lagartas/planta, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Aphis gossypii (Pulgão): quando houver 10% das plantas atacadas, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Euthinobothrus brasiliensis (Broca): 20 dias após a germinação, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 semana. Heliothis virescens (Lagarta-das-maçãs): quando houver 10% de infestação (1 lagarta pequena = menor que 10 mm) em 10 plantas examinadas. Pectinophora gossypiella (Lagarta-rosada): quando constatar 15 machos/dia, em amostragem com o uso de armadilhas, com feromônio sexual. Número de aplicações: até 3 pulverizações por safra da cultura. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
Batata | - Iniciar a aplicação do produto assim que forem observados os primeiros sintomas de infestação. Intervalo de aplicação: 2 semanas. Número de aplicações: até 2 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre). |
Café | - Iniciar a aplicação do produto: Hypothenemus hampei (Broca): quando o grau de infestação for maior ou igual a 5% nos grãos provenientes da primeira florada, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 20 a 30 dias. Leucoptera coffeella (Bicho mineiro): quando mais ou menos 20% das folhas estiverem contaminadas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 30 a 45 dias. Número de aplicações: até 2 aplicações por safra da cultura. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
Citros | - Iniciar a aplicação do produto: Ceratitis capitata (Mosca das frutas): Assim que os frutos começarem a amadurecer, 2 a 3 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Volume de calda: 400-500 L/ha. Selenaspidus articulatus (Cochonilha pardinha): Aplicar no início da infestação. Reaplicar, se necessário. Aplicar até o ponto de escorrimento. Volume de calda: 400-500 L/ha. Parlatoria cinerea (Cochonilha parlatoria): Aplicar no início da infestação, com a calda dirigida ao tronco e ramos primários. Reaplicar, se necessário. Volume de calda: 400-500 L/ha. Orthezia praelonga (Cochonilha-ortezia): Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário. Realizar até duas aplicações por safra. Volume de calda: 100-300 L/ha. Diaphorina citri (Psilídeo): Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário, até duas aplicações por safra. Volume de calda: 100 a 300 L/há (pulverização terrestre). Número de aplicações: até 3 aplicações por ciclo da cultura. O produto deve ser aplicado com uso de óleo mineral na calda na proporção de 0,25% (250 mL/100L) |
Feijão | - Iniciar a aplicação do produto quando aparecerem as primeiras pragas. Número de aplicações: até 2 aplicações por ciclo da cultura. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
Milho | - Iniciar a aplicação do produto: Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho): no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura, 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Usar bico leque. Elasmopalpus lignosellus (Lagarta elasmo): no período após a germinação até uma altura aproximada de 35 cm, com jato dirigido à base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas; Agrotis ipisilon (Lagarta Rosca): no período após a germinação até 30 dias de idade da cultura, com jato dirigido à base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Número de aplicações: até 3 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
Soja | - Iniciar a aplicação do produto: Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja): quando forem encontradas 20 lagartas/metro linear, 1 a 2 aplicações. Epinotia aporema (Broca das axilas): quando forem encontradas 20% de plantas com ponteiros danificados, 1 a 2 aplicações. Número de aplicações: até 2 aplicações por ciclo da cultura. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
Tomate (rasteiro) | - Iniciar a aplicação do produto: Neoleucinodes elegantis (Broca pequena): quando os frutos estiverem pequenos, 4 a 7 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Liriomyza huidobrensis (Mosca minadora): assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação. Se necessário, reaplicar com intervalo de 10 dias. Número de aplicações: até 2 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 1000 L/há (pulverização terrestre). |
Trigo | - Iniciar a aplicação do produto: Sitobion avenae (Pulgão das espigas): quando forem encontrados mais de 10 pulgões/espiga, 1 a 2 aplicações. Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo): Quando aparecerem os primeiros focos de infestação, 1 a 2 aplicações. Número de aplicações: até 2 aplicações por ciclo da cultura. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Citros | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Milho | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Soja | Epinotia aporema | Broca-das-axilas, Broca-das-axilas-da-soja | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Equipamentos de aplicação:
Equipamentos tratorizados ou através de aeronaves agrícolas.
Aplicação terrestre:
Através de tratores com pulverizador com barra equipada com bicos JA2 ou similares (exceto para lagarta do cartucho em milho que se recomenda bico leque série 80.03 ou 80.04 sobre a linha da cultura) procurando obter gotas de pulverização com tamanho de 100 a 400 micra e, densidade mínima de 40 gotas/cm2.
Fechar o registro do pulverizador durante as paradas e manobras com o equipamento para evitar-se a sobreposição nas áreas tratadas.
Aplicação através de aeronave agrícola:
Equipamento com barra ou "micronair". Para aplicação aérea utilizar equipamento GPS, não utilizar balizamento com bandeirinhas.
Condições climáticas:
Não aplicar o produto com ventos superiores a 10 km/h, não aplicar sob chuva; temperatura deverá ser inferior a 30°C; umidade relativa deverá ser superior a 50%. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
NOTA: Os volumes de calda citados em faixa variam em função do estado vegetativo, densidade foliar e porte das plantas.
Encher ¾ do volume do tanque de pulverização com água e adicionar PIRIFAST mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Algodão: 21; Batata: 21; Café: 21; Citros: 21; Feijão: 25; Milho: 21; Soja: 21; Tomate: 21;
Trigo: 21.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
Curuquerê Alabama argillacea | 0,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
Pulgão-do-algodoeiro Aphis gossypii | 0,3 - 0,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: | ||
20 - 40 L/ha | 03 | |||
Broca-do-algodoiero Euthinobothrus brasiliensis | 0,8 - 2,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea:20 - 40 L/ha | ||
ALGODÃO | Ácaro-branco Polyphagotarsonemus latus | 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Curuquerê: realizar as aplicações quando houver 02 lagartas/planta. Intervalo de aplicação de 01-02 semanas. Pulgão-do-algodoeiro: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido. Intervalo de aplicação de 07-14 dias. Broca-do-algodoiero: aplicar o produto 20 dias após a germinação. Intervalo de aplicação de 07 dias. Ácaro-branco: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando houver 40% das plantas com sinais de ataque. Intervalo de aplicação de 7-14 dias. | ||||
BATATA | Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 1000 L/ha Aplicação aérea: 20-40 L/ha. | 02 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Assim que se observem os primeiros sintomas de infestação, realizar as aplicações com intervalo de 14 dias. | ||||
CAFÉ | Broca-do-café Hypothenemus hampei | 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 02 |
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
Bicho-mineiro-do-café Leucoptera coffeella | 1,0 - 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: | ||
20 - 40 L/ha | ||||
Cochonilha-da-roseta Planococcus minor | 1,0 - 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 1000 L/ha Aplicação aérea: 20 – 40 L/ha | 01 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Broca-do-café: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de infestação for maior ou igual a 5% nos grãos provenientes da primeira florada. Intervalo de aplicação de 20-30 dias. | ||||
Bicho-mineiro-do-café: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando forem observadas cerca de 20% de folhas minadas. Intervalo de aplicação de 30-45 dias. Cochonilha-da-roseta: realizar uma aplicação em pulverização foliar em alto volume, cerca de 1.000 litros de calda/ha, quando se observar o início da infestação | ||||
Aplicação | ||||
terrestre: | ||||
Lagarta-do-trigo Pseudaletia sequax | 0,4 - 0,7 L/ha | 100 - 300 L/ha | ||
Aplicação aérea: | ||||
20 - 40 L/ha | ||||
Aplicação | ||||
terrestre: | ||||
Pulgão-da-folha Metopolophium | 0,4 L/ha | 100 - 300 L/ha | 02 | |
CEVADA | dirhodum | Aplicação aérea: | ||
20 - 40 L/ha | ||||
Aplicação | ||||
terrestre: | ||||
Pulgão-da-espiga Sitobion avenae | 0,4 L/ha | 100 - 300 L/ha | ||
Aplicação aérea: | ||||
20 - 40 L/ha | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação. O intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. | ||||
Aplicação | ||||
terrestre: | ||||
Mosca-das-frutas Ceratitis capitata | 200 mL/100 L | 400 - 500 L/ha | 03 | |
Aplicação aérea: | ||||
20 - 40 L/ha | ||||
CITROS | Aplicação terrestre: | |||
Cochonilha-pardinha Selenaspidus articulatus | 100 - 150 mL/100 L | 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: | 02 | |
20 - 40 L/ha | ||||
Cochonilha-parlatoria Parlatoria cinerea | 100 - 150 mL/100 L | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | ||
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||||
Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | ||||
Cochonilha-ortezia Orthezia praelonga | 100 - 150 mL/100 L | Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha Adicionar óleo | ||
mineral 0,25% v/v | ||||
(250 mL/100 L) | ||||
Psillídeo Diaphorina citri | 100 - 150 mL/100 L | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: | ||
20 - 40 L/ha | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Cochonilha-ortezia e Psillídeo: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação. O | ||||
intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. | ||||
Mosca-das-frutas: realizar as aplicações assim que os frutos começarem a amadurecer. Intervalo de | ||||
aplicação: (*). | ||||
Cochonilha-pardinha: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação até o ponto de | ||||
escorrimento. | ||||
Intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. | ||||
Cochonilha-parlatoria: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação, com a calda | ||||
dirigida ao tronco e ramos primários. Intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. | ||||
Aplicação terrestre: | ||||
Cigarrinha Empoasca kraemeri | 0,8 L/ha | 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
Aplicação terrestre: | ||||
Broca-da-vagem Etiella zinckenella | 1,25 L/ha | 100 - 300 L/ha | ||
Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||||
Aplicação terrestre: | 02 | |||
FEIJÃO | Lagarta-da-vagem Michaelus jebus | 1,25 L/ha | 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | |
Aplicação terrestre: | ||||
Mosca-branca Bemisia tabaci | 1,00 L/ha | 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: | ||
20 - 40 L/ha | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Cigarrinha, Broca-da-vagem e Lagarta-da-vagem: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da | ||||
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
infestação. Intervalo de aplicação será definido em função da reinfestação. Mosca-branca: iniciar as aplicações quando aparecerem as primeiras. Intervalo de aplicação: (*) | ||||
MAÇÃ | Lagarta-enroladeira Bonagota cranaodes | 100 - 150 mL/100 L | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 03 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação. O intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. | ||||
MILHO | Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | 0,4 - 0,6 L/ha. | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 02 |
Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | 1,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
Lagarta-rosca Agrotis ipisilon | 1,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
Lagarta-dos-capinzais Mocis latipes | 0,6 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 03 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Lagarta-do-cartucho: aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura. Usar bico leque. Intervalo de aplicação: (*). Lagarta-dos-capinzais: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido, do período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura. O intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. Lagarta-elasmo: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação, do período após germinação até uma altura aproximada de 35 cm, com jato dirigido à base das plantas. Intervalo de aplicação de 7-14 dias. Lagarta-rosca: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação, do período após a germinação até 30 dias de idade da cultura, com jato dirigido à base das plantas. Intervalo de aplicação de 7-14 dias. | ||||
PASTAGENS | Cigarrinha-das-pastagens Deois flavopicta | 1,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 02 |
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação. O intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação | ||||
SOJA | Lagarta-da-soja Anticarsia gemmatalis | 0,25 - 1,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 02 |
Broca-das-axilas Epinotia aporema | 0,8 L/ha. | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Lagarta-da-soja: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido. O intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. Broca-das-axilas: realizar as aplicações quando forem encontradas 20% de plantas com ponteiros danificados. Intervalo de aplicação de 07-14 dias. | ||||
SORGO | Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | 0,5 - 0,75 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 02 |
Mosca-do-sorgo Stenodiplosis sorghicola | 0,62 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Lagarta-do-cartucho: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido, da germinação até 60-70 dias de idade da cultura. O intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. Mosca-do-sorgo: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando 80% do sorgal estiver florido. Intervalo de aplicação de 04 dias. | ||||
TOMATE** RASTEIRO COM FINS INDUSTRIAIS | Broca-pequena-do-fruto Neoleucinodes elegantalis | 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 05 |
Mosca-minadora Liriomyza huidobrensis | 1,0 - 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: | ||
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
20 - 40 L/ha | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Broca-pequena-do-fruto: realizar as aplicações quando os frutos estiverem pequenos. Intervalo de aplicação de 07-14 dias. Mosca-minadora: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto assim que se observem os primeiros sintomas de infestação. Intervalo de aplicação de 10 dias. | ||||
TRIGO | Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 02 |
Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | 1,25 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
Pulgão-da-folha Metopolophium dirhodum | 0,3 L/ha. | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
Pulgão-da-espiga Sitobion avenae | 0,4 - 0,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
Pulgão-verde-dos-cereais Rhopalosiphum graminum | 0,2 - 0,3 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | 0,75 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
Lagarta-do-trigo Pseudaletia sequax | 0,7 - 1,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Lagarta-rosca e Lagarta-elasmo: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação na fase inicial da cultura. Intervalo de aplicação de 7-14 dias. | ||||
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
Pulgão-da-folha: quando 10% das plantas apresentarem colônias em formação. Intervalo de aplicação: (*) Pulgão-da-espiga e Pulgão-verde-dos-cereais: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido. O Intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação Lagarta-militar e Lagarta-do-trigo: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto assim que se observarem os primeiros focos de infestação. O intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. | ||||
(*) O Intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. O período mínimo de dias entre as aplicações será de 15 dias para as culturas de citros, feijão e trigo e 10 dias para a cultura do milho.
(**) Não é permitido o uso deste produto em lavouras de tomate estaqueado.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro-branco, Ácaro-tropical | Ver detalhes |
| Batata | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Café | Planococcus minor | Cochonilha | Ver detalhes |
| Cevada | Metopolophium dirhodum | Pulgão-da-folha, Pulgão-verde-pálido | Ver detalhes |
| Citros | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Maçã | Bonagota cranaodes | Lagarta-enroladeira-da-folha | Ver detalhes |
| Milho | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Soja | Epinotia aporema | Broca-das-axilas, Broca-das-axilas-da-soja | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Metopolophium dirhodum | Pulgão-da-folha, Pulgão-verde-pálido | Ver detalhes |
É PROIBIDA A APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTO COSTAL
O inseticida PROMITOR 480 EC poderá ser aplicado através de equipamentos tratorizados e aeronavesagrícolas equipadas com barras e pontas específicas. Equipamentos de irrigação tipo pivôs centrais também poderão ser utilizados.
Os parâmetros de aplicação através de equipamentos tratorizados, como tipo de pontas, pressão de trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas. Para o controle da lagarta do cartucho em milho e sorgo recomenda-se o uso de pontas tipo leque com jato dirigido sobre a linha da cultura.
As aplicações via equipamentos de irrigação tipo pivô central devem sempre: utilizar equipamentos de irrigação bem ajustados, que possibilitem cobertura uniforme do produto; utilizar sistemas de injeção completos e adequadamente calibrados, seguindo as orientações do fabricante; verificar as características da área a ser tratada, quantidade de produto necessária e a taxa de injeção; utilizar equipamentos de proteção individual.
Recomenda-se a utilização de barras com pontas específicas ou atomizadores rotativos do tipo “Micronair”, sempre procurando obter uma boa cobertura na aplicação. Toda aplicação com aeronaveagrícola deve ser controlada/monitorada por GPS, não utilizar balizamento por bandeirinhas.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Algodão | 21 dias |
Batata | 21 dias |
Café | 21 dias |
Cevada | 14 dias |
Citros | 21 dias |
Feijão | 25 dias |
Maçã | 14 dias |
Milho | 21 dias |
Pastagem | 13 dias |
Soja | 21 dias |
Sorgo | 21 dias |
Tomate | 21 dias |
Trigo | 21 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Arroz | Oryzophagus oryzae | Bicheira-da-raiz-do-arroz, Gorgulho-aquático-do-arroz | Ver detalhes |
| Cevada | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Milho | Phyllophaga cuyabana | Coró | Ver detalhes |
| Pastagens | Atta capiguara | Saúva-parda | Ver detalhes |
| Soja | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
Culturas | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose (*) | Volume de Calda |
Algodão | Broca-do-algodoeiro Eutinobothurs brasiliensis | 250 - 300 mL/100 kg de sementes | 0,50 a 0,60 L/100 kg de sementes |
Tripes Frankliniella schultzei | |||
Arroz | Bicheira-da-raiz-do-arroz Oryzophagus oryzae | 100 - 150 mL/100 kg de sementes | 0,24 a 0,30 L/100 kg de sementes |
Cupins Syntermes molestus e Procornitermes triacifer | 200 - 250 mL/100 kg de sementes | 0,40 a 0,50 L/100 kg de sementes | |
Cevada | Pão-de-galinha Diloboderus abderus | 100 - 150 mL/100 kg de sementes | 0,40 a 0,60 L/100 kg de sementes |
Feijão | Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | 200 mL/100 kg de sementes | 0,60 L/100 kg de sementes |
Tamanduá-da-soja Sternechus subsignatus | |||
Milho | Lagarta Elasmo Elasmopalpus lignosellus | 50 - 200 mL/ha | 0,08 a 0,10 L/ha |
Coró Phyllophaga cuyabana | |||
Cupim Procornitermes triacifer | 40 - 80 mL/ha | ||
Pastagem | Saúva-parda Atta capiguara | 20 - 40 mL/ha | 0,20 a 0,40 L/ha |
Cupins Cornitermes cumulans |
Culturas | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose (*) | Volume de Calda |
Soja | Torrãozinho Aracantus mourei | 100 mL/100 kg de sementes | 0,30 L/100 kg de sementes |
Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | 200 mL/100 kg de sementes | 0,60 L/100 kg de sementes | |
Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | 200 mL/100 kg de sementes | 0,60 L/100 kg de sementes | |
Coró Phyllophaga cuyabana | 100 mL/100 kg de sementes | 0,30 L/100 kg de sementes | |
Piolho-de-cobra Porcellio laevis | 80 mL/100 kg de sementes | 0,24 L/100 kg de sementes | |
Tamanduá-da-soja Sternechus subsignatus | 200 mL/100 kg de sementes | 0,60 L/100 kg de sementes | |
Trigo | Pão-de-galinha Diloboderus abderus | 100 - 150 mL/100 kg de sementes | 0,40 a 0,60 L/100 kg de sementes |
* Utilizar as maiores doses em áreas de alta incidência da praga e/ou para se conseguir um maior período de controle.
Baseado nas seguintes quantidades de sementes/ha, kg/ha:
Algodão: 15; Arroz: 100 Feijão: 50; Cevada: 120; Trigo: 150; Soja: 50 (60.000 sementes/ha).
Nas recomendações de uso por hectare, o produto deverá ser distribuído na quantidade de sementes a ser utilizada para semear 1 (um) hectare.
Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Eutinobothrus brasiliensis | Broca-da-raiz, Broca-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Arroz | Syntermes molestus | Cupim, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Cevada | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Milho | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Pastagens | Cornitermes cumulans | Cupim | Ver detalhes |
| Soja | Phyllophaga cuyabana | Coró | Ver detalhes |
| Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
Aplicar o produto homogeneamente sobre as sementes na dose recomendada, utilizando tambor rotativo com eixo excêntrico ou máquinas apropriadas para tratamento de sementes.
Tambor rotativo: colocar as sementes e metade da calda inseticida, girar o mesmo algumas vezes e, em seguida colocar o restante da calda girando novamente até que haja uma perfeita distribuição e cobertura das sementes.
Máquinas para tratamento de sementes: verificar o rendimento do equipamento para a semente de arroz, cevada, feijão, pastagem, soja e trigo e colocar a calda pronta no reservatório, calibrar a máquina e efetuar o tratamento. Após o tratamento deixar as sementes secarem à sombra e proceder a semeadura.
Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego.
Como a finalidade do produto é tratamento de sementes, não há restrições quanto a reentrada de pessoas em lavouras oriundas de sementes tratadas.
Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose* | Volume de calda L/100 kg de sementes | |
mL p.c./100 kg de sementes | mL p.c./ha** | |||
Algodão | Mancha-das-fibras Aspergillus spp. | 400 - 500 | - | 1,0 |
Fungo-de-armazenamento Cladosporium spp. | ||||
Algodão | Antracnose Colletotrichum gossypii | 400 - 500 | - | 1,0 |
Ramulose Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides | ||||
Podridão-das-maçãs Lasiodiplodia theobromae | ||||
Fungo-de-armazenamento Pencillium spp. | ||||
Tombamento Rhizoctonia solani | ||||
Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | - | 60 | ||
Broca-do-algodoeiro Eutinobothrus brasiliensis | 40 - 60 | |||
Tripes Frankliniella schultzei | ||||
Amendoim | Podridão-dos-grãos-armazenados Aspergillus flavus | 300 | 300 | 0,5 |
Tombamento Rhizoctonia solani | ||||
Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | - | |||
Arroz | Tombamento Aspergillus spp. | 150 | - | 0,5 |
Podridão-de-Fusarium Fusarium oxysporum | 250 | |||
Bicheira-da-raiz-do-arroz Oryzophagus oryzae | 100 - 150 | |||
Fungo-de-armazenamento Penicillium spp. | 200 - 250 | |||
Brusone Pyricularia grisea | 200 | |||
Tombamento Rhizoctonia solani | 200 - 250 | |||
Escaldadura Rhynchosporium secalis | 200 | |||
Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | 200 - 250 | |||
Cupim-de-montículo Procornitermes triacifer | 150 - 200 | |||
Cupim-de-montículo Syntermes molestus | ||||
Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose* | Volume de calda L/100 kg de sementes | |
mL p.c./100 kg de sementes | mL p.c./ha** | |||
Cevada | Tombamento Aspergillus spp. | 200 | - | 0,5 |
Giberela Fusarium graminearum | ||||
Fungo-de-armazenamento Penicillium spp. | ||||
Cevada | Tombamento Pythium spp. | 200 | - | 0,5 |
Pão-de-galinha Diloboderus abderus | - | 150 | ||
Feijão | Antracnose Colletotrichum lindemuthianum | 200 | - | 0,5 |
Podridão-de-Fusarium Fusarium graminearum | ||||
Tombamento Rhizoctonia solani | ||||
Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | - | 150 - 200 | ||
Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | ||||
Girassol | Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | 750 | 60 | 1,0 |
Mancha-de-Alternaria Alternaria spp. | 625 - 750 | 50 - 60 | ||
Fungo-de-armazenamento Penicilliun spp. | ||||
Mancha-nas-fibras Aspergillus spp. | ||||
Milho | Podridão-dos-grãos-armazenados Aspergillus flavus | 200 - 250 | - | 1,0 |
Podridão-de-raízes Fusarium verticilioides | ||||
Olho-azul Penicillium oxalicum | ||||
Estiolamento Pythium spp. | ||||
Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | - | 100 - 200 | ||
Coró-da-soja Phyllophaga cuyabana | 50 - 80 | |||
Cupim Procornitermes triacifer | ||||
Pastagem | Saúva-parda Atta capiguara | 375 - 625 | 30 - 50 | 1,0 |
Cupim Cornitermes cumulans | ||||
Fusariose Fusarium spp. | 625 | 50 | ||
Mancha foliar de bipolares Bipolaris spp. | ||||
Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose* | Volume de calda L/100 kg de sementes | |
mL p.c./100 kg de sementes | mL p.c./ha** | |||
Soja | Fungo-de-armazenamento Aspergillus flavus | 200 | 100 | 0,5 |
Mancha-púrpura-da-semente Cercospora kikuchii | ||||
Soja | Antracnose Colletotrichum dematium var. truncata | 200 | 100 | 0,5 |
Podridão-de-Fusarium Fusarium semitectum | ||||
Cancro haste Phomopsis phaseoli f. sp. meridionalis | ||||
Phomopsis-da-semente Phomopsis sojae | ||||
Torrãozinho Aracanthus mourei | 100 | 50 | ||
Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | 200 | 100 | ||
Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | ||||
Piolho-de-cobra Julus hesperus | 80 | 40 | ||
Coró Lyogenis suturalis | 200 | 100 | ||
Coró Phyllophaga cuyabana | 100 | 50 | ||
Tamanduá-da-soja Sternechus subsignatus | 200 | 100 | ||
Sorgo | Mofo preto Alternaria alternata | - | 50 | 0,5 |
Tombamento Aspergillus spp. | ||||
Antracnose Colletotrichum graminicola | ||||
Podridão-de-Fusarium Fusarium moniliforme | ||||
Fungo-de-armazenamento Penicillium spp. | ||||
Tombamento Phoma spp. | ||||
Tombamento Pythium spp. | ||||
Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | ||||
Cupim Heterotermes tenuis | ||||
Trigo | Tombamento Aspergillus spp. | 200 | - | 0,5 |
Giberela Fusarium graminearum | ||||
Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose* | Volume de calda L/100 kg de sementes | |
mL p.c./100 kg de sementes | mL p.c./ha** | |||
Trigo | Fungo-de-armazenamento Penicillium spp. | 200 | - | 0,5 |
Tombamento Pythium spp. | ||||
Pão-de-galinha Diloboderus abderus | - | 150 | ||
i.a. = ingrediente ativo;
*A recomendação está baseada nas seguintes quantidades de sementes em kg/ha (média ou faixa predominante):
** As doses mais altas devem ser utilizadas em áreas ou períodos com histórico de alta ocorrência de pragas e/ou para um maior período de controle.
Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Eutinobothrus brasiliensis | Broca-da-raiz, Broca-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Amendoim | Rhizoctonia solani | Damping-off, Tombamento | Ver detalhes |
| Arroz | Syntermes molestus | Cupim, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Cevada | Penicillium spp. | Fungo-de-armazenamento | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Girassol | Aspergillus spp. | Aspergillus | Ver detalhes |
| Milho | Aspergillus flavus | Fungo-de-pós-colheita, Podridão-dos-grãos-armazenados | Ver detalhes |
| Pastagens | Atta capiguara | Saúva-parda | Ver detalhes |
| Soja | Phomopsis sojae | Phomopsis-da-semente | Ver detalhes |
| Sorgo | Alternaria alternata | mofo-preto, fusariose, tombamento | Ver detalhes |
| Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
O tratamento de sementes deve ser realizado em local arejado e específico para esse fim. Utilizar de preferência somente sementes certificadas, limpas (livres de poeira e impurezas) e de boa qualidade (alto poder germinativo e bom vigor).
O preparo da calda deve ser feito, primeiro colocando a quantidade dosada de produto em um recipiente específico para esse uso, em seguida acrescentar aos poucos a quantidade de calda dosada misturando de forma a obter uma mistura homogênea, sempre mantendo a agitação da calda para evitar a decantação. Para melhorar a homogeneidade do tratamento, fluidez e redução de poeira, recomenda-se o uso de polímero.
Após o tratamento, manter as sementes em sacos ventilados específicos para este fim e a sombra.
As sementes tratadas deverão ser semeadas em solo adequado para o plantio de forma a obter uma germinação e emergência uniforme, seguindo as recomendações oficiais de semeadura para a cultura.
O tratamento de sementes pode ser feito com o auxílio de máquinas específicas ou tambores rotativos, desde que estejam com a manutenção em dia, para que haja uma distribuição homogênea do produto sobre as sementes. Se o tratamento de sementes for feito com tambores rotativos, o processo de mistura deve ser feito durante aproximadamente 3 minutos, para que haja uma perfeita uniformização do produto sobre as sementes.
No momento do plantio, assegurar a regulagem da semeadora com as sementes tratadas e também
certificar que a semente tratada seja incorporada ao solo.
Não determinado por tratar-se de tratamento de sementes antes da semeadura.
Não há necessidade de observância do intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao reentrarem na área tratada.
Cultura | Objetivo | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose | Volume de Calda (L/100 kg de sementes) | |
mL p.c. / 100 kg de sementes | mL p.c./ha* | ||||
Algodão | Fungos de Sementes | Mancha-das-fibras Aspergillus spp. | 400 - 500 | - | 1,0 |
Fungo-de-armazenamento Cladosporium spp. | |||||
Antracnose Colletotrichum gossypii | |||||
Ramulose Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides | |||||
Podridão-das-maçãs Lasiodiplodia theobromae | |||||
Murcha de-fusarium Fusarium oxysporum f. sp. Vasinfectum | |||||
Fungo-de-armazenamento Penicilium spp. | |||||
Tombamento Rhizoctonia solani | |||||
Cultura | Objetivo | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose | Volume de Calda (L/100 kg de sementes) | |
mL p.c. / 100 kg de sementes | mL p.c./ha* | ||||
Algodão | Pragas Iniciais | Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | - | 60 | 1,0 |
Broca-do-algodoeiro Eutinobothrus brasiliensis | 40 - 60** | 1,0 | |||
Tripes Frankliniella schultzei | |||||
Amendoim | Fungos de Sementes | Podridão-dos-grãos- armazenados Aspergillus flavus | 300 | 300 | 0,5 |
Tombamento Rhizoctonia solani | |||||
Pragas Iniciais | Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | - | 300 | ||
Cevada | Fungos de Sementes | Tombamento Aspergillus spp. | 200 - 250 | - | 0,5 |
Giberela Fusarium graminearum | |||||
Fungo-de-armazenamento Penicillium spp. | |||||
Tombamento Pythium spp. | |||||
Pragas Iniciais | Pão-de-galinha Diloboderus abderus | - | 150 | ||
Feijão | Fungos de Sementes | Antracnose Colletotrichum lindemuthianum | 200 | - | 0,5 |
Podridão-de-Fusarium Fusarium graminearum | |||||
Tombamento Rhizoctonia solani | |||||
Pragas Iniciais | Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | - | 150 - 200 ** | ||
Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | |||||
Girassol | Fungos de Sementes | Mancha de Alternaria Alternaria spp | 625 - 750 | 50 - 60 | 1,0 |
Fungo de armazenamento Penicilliun spp | |||||
Mancha nas fibras Aspergillus spp | |||||
Pragas Iniciais | Lagarta Elasmo Elasmopalpus lignosellus | 750 | 60 | ||
Milho | Fungos de Sementes | Podridão-dos-grãos- armazenados Aspergillus flavus | 200 - 250 | - | 0,5 |
Podridão-de-raízes Fusarium verticillioides | |||||
Olho-azul Penicillium oxalicum | |||||
Estiolamento Pythium spp | |||||
Cultura | Objetivo | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose | Volume de Calda (L/100 kg de sementes) | |
mL p.c. / 100 kg de sementes | mL p.c./ha* | ||||
Milho | Pragas Iniciais | Lagarta elasmo Elasmopalpus lignosellus | - | 100 – 200 ** | 0,5 |
Coró-da-soja Phyllophaga cuyabana | - | 50 - 80 ** | |||
Cupim Procornitermes triacifer | |||||
Soja | Fungos de Sementes | Fungo-de-armazenamento Aspergillus flavus | 200 | - | 0,5 |
Mancha-púrpura-da-semente Cercospora kikuchii | |||||
Antracnose Colletotrichum dematium var. truncata | |||||
Podridão-de-fusarium Fusarium semitectum | |||||
Cancro-das-hastes Phomopsis phaseoli f.sp. meridionalis | |||||
Phomopsis-da-semente Phomopsis sojae | |||||
Pragas Iniciais | Coró Lyogenis suturalis | 200 | - | ||
Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | |||||
Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | |||||
Tamanduá-da-soja Sternechus subsignatus | |||||
Torrãozinho Aracanthus mourei | 100 | ||||
Coró Phyllophaga cuyabana | |||||
Piolho-de-cobra Julus hesperus | 80 | ||||
Sorgo | Fungos de Sementes | Mofo preto Alternaria alternata | - | 50 | 0,5 |
Tombamento Aspergillus spp | |||||
Antracnose Colletotrichum graminicola | |||||
Podridão-de-Fusarium Fusarium moniliforme | |||||
Fungo-de-armazenamento Penicillium spp | |||||
Tombamento Phoma spp | |||||
Tombamento Pythium spp | |||||
Pragas Iniciais | Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | - | 50 | ||
Cultura | Objetivo | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose | Volume de Calda (L/100 kg de sementes) | |
mL p.c. / 100 kg de sementes | mL p.c./ha* | ||||
Sorgo | Pragas Iniciais | Cupim Heterotermes tenuis | - | 50 | 0,5 |
Trigo | Fungos de Sementes | Tombamento Aspergillus spp | 200 - 250 | - | 0,5 |
Giberela Fusarium graminearum | |||||
Fungo-de-armazenamento Penicillium spp | |||||
Tombamento Pythium spp | |||||
Pragas Iniciais | Pão-de-galinha Diloboderus abderus | - | 150 | 0,5 | |
i.a. = ingrediente ativo;
* Baseado nas seguintes quantidades de sementes/ha ou kg/ha: algodão: 15 kg/ha; amendoim: 100 kg/ha; feijão: 50 kg/ha; cevada/trigo: 120 a 150 kg/ha; soja: 50 kg/ha; sorgo: 8 kg/ha, milho: 60.000
sementes/ha (20 kg/ha); girassol: 4 kg/ha.
** As doses mais altas devem ser utilizadas em áreas ou períodos com histórico de alta ocorrência de pragas e/ou para um maior período de controle
Uma única aplicação em tratamento de sementes industrial antes da semeadura.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Cladosporium spp. | Cladosporium | Ver detalhes |
| Amendoim | Rhizoctonia solani | Damping-off, Tombamento | Ver detalhes |
| Cevada | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Girassol | Elasmopalpus lignosellus | Broca do colo | Ver detalhes |
| Milho | Aspergillus flavus | Fungo-de-pós-colheita, Podridão-dos-grãos-armazenados | Ver detalhes |
| Soja | Sternechus subsignatus | Gorgulho-da-soja, Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
| Sorgo | Penicillium spp. | Fungo-de-armazenamento | Ver detalhes |
| Trigo | Penicillium spp. | Fungo-de-armazenamento | Ver detalhes |
Formulação exclusiva para Tratamento de Semente Industrial (TSI). OBRIGATÓRIO que seja aplicado em mistura com um CORANTE e/ou polímero aderente ou com outro produto com cor para identificar e/ou diferenciar a semente tratada.
O tratamento de sementes deve ser realizado em local arejado e específico para esse fim. Utilizar somente sementes limpas (livres de poeira e impurezas) e de boa qualidade (alto poder germinativo e bom vigor).
O preparo da calda deve ser feito, primeiro colocando a quantidade dosada de produto em um recipiente específico para esse uso, em seguida acrescentar aos poucos a quantidade de calda dosada misturando de forma a obter uma mistura homogênea, sempre mantendo a agitação da calda para evitar a decantação. Para melhorar a homogeneidade, recobrimento e adesão do tratamento junto a semente, bem como a fluidez, redução de poeira e estande de plantio, recomenda-se o uso de polímero específico para esta finalidade, sempre dentro das recomendações do fabricante.
Após o tratamento, manter as sementes em sacos ventilados específicos para este fim e a sombra.
As sementes tratadas deverão ser semeadas em solo adequado para o plantio de forma a obter uma germinação e emergência uniforme, seguindo as recomendações oficiais de semeadura para a cultura. O tratamento de sementes pode ser feito com o auxílio de máquinas específicas ou tambores rotativos, desde que estejam com a manutenção em dia, para que haja uma distribuição homogênea do produto sobre as sementes. Se o tratamento de sementes for feito com tambores rotativos, a mistura deve ser feita no mínimo durante aproximadamente 3 minutos, para que haja uma perfeita uniformização do produto sobre as sementes.
No momento do plantio, assegurar que a semente tratada seja incorporada ao solo.
Não determinado por tratar-se de tratamento de sementes industrial antes da semeadura.
Não há necessidade de observância do intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao reentrarem na área tratada.
START é um inseticida do grupo químico Pirazol que atua por contato e por ingestão, como bloqueador dos canais de cloretos acoplados aos receptores GABA, matando as pragas por hiperexcitação. É usado em tratamento de sementes para controle de pragas iniciais nas culturas abaixo, conforme quadro:
“Este produto é TÓXICO ÀS ABELHAS. A aplicação aérea NÃO É PERMITIDA. A pulverização foliar não dirigida ao solo ou às plantas, ou seja, aplicações em área total, NÃO É PERMITIDA. Não aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando for observada visitação de abelhas na cultura. O descumprimento dessas determinações constitui crime ambiental, sujeito a penalidades cabíveis e sem prejuízo de outras responsabilidades.”
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto Comercial (Dose de i.a.) | VOLUME DE CALDA (*) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES |
Algodão | Tripes (Frankliniella schultzei) | 250 – 300 mL/100 kg de sementes (62,5 – 75,0 g/100 kg de sementes) | 500 – 600 mL/100 kg de sementes | Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita a diluição na proporção de 1:1 (1 litro do produto em 1 litro de água), neste caso utilizar 500 a 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes de algodão. Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. |
Broca-do-algodoeiro (Eutinobothrus brasiliensis) | ||||
Arroz | Bicheira-da-raiz-do- arroz (Oryzophagus oryzae) | 120 – 150 mL/100 kg de sementes (30,0 – 37,5 g/100 kg de sementes) | 240 – 300 mL/100 kg de sementes | Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita a diluição na proporção de 1:1 (litro do produto em 1 litro de água), neste caso utilizar 240 a 300 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes de arroz para o controle da bicheira da raiz e 400 a 500 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes de arroz para o controle de cupins para se obter as quantidades de produto conforme recomendação. Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. |
Cupim (Syntermes molestus) e (Procornitermes triacifer) | 200 – 250 mL/100 kg de sementes (50,0 – 62,5 g/100 kg de sementes) | 400 – 500 mL/100 kg de sementes | ||
Cevada | Pão-de-galinha (Diloboderus abderus) | 100 – 150 mL/100 kg de sementes (25,0 – 37,5 g/100 kg de sementes) | 400 – 600 mL/100 kg de sementes | Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita a diluição do produto formulado na proporção de 1:3 (1 litro do produto em 3 litros de água). Utilizar 400 a 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes de cevada para se |
obter as quantidades de produto conforme recomendação. Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. | ||||
Feijão | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 200 mL/100 kg de sementes (50,0 g/100 kg de sementes) | 600 mL/100 kg de sementes | Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita a diluição do produto formulado na proporção de 1:2 (1 litro do produto em 2 litros de água). Utilizar 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes de feijão para se obter as quantidades de produto conforme recomendação. Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. |
Tamanduá-da-soja (Sternechus subsignatus) | ||||
Milho | Coró (Phyllophaga cuyabana) | 40 – 50 mL/ha (10,0 – 12,5 g/ha) | 80 – 100 mL/ha | Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita a diluição na proporção de 1:1 (1 litro do produto em 1 litro de água), neste caso utilizar 80 a 100 mL da calda inseticida por hectare de milho para se obter as quantidades de produto conforme recomendação. Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. |
Pastagens | Cupim (Cornitermes cumulans) | 20 – 40 mL/ha (5,0 – 10,0 g/ha) | 200 – 400 mL/ha | Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita a diluição do produto formulado na proporção de 1:9 (1 litro do produto em 9 litros de água). Utilizar 200 a 400 mL da calda inseticida por hectare quando a dose a ser utilizada for de 20 ou 40 mL p.c./ha respectivamente. Esta quantidade de calda inseticida deverá ser distribuída homogeneamente no volume de sementes que será utilizado para cobrir 1 (um) hectare de área semeada para se obter as quantidades de produto conforme recomendação. Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. |
Saúva-parda (Atta capiguara) |
Soja | Tamanduá-da-soja (Sternechus subsignatus) | 200 mL/100 kg de sementes (50,0 g/100 kg de sementes) | 600 mL/100 kg de sementes | Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita a diluição do produto formulado na proporção de 1:2 (1 litro do produto em 2 litros de água). Utilizar 600 mL da calda inseticida quando a dose recomendada for de 200 mL p.c./100 kg de sementes (controle do tamanduá-da-soja, vaquinha-verde-amarela e lagarta-elasmo); 300 mL da calda inseticida quando a dose recomendada for de 100 mL p.c./100 kg de sementes (controle de coró e torrãozinho); e 240 mL da calda inseticida quando a dose recomendada for de 80 mL p.c./100 kg de sementes (controle de piolho-de- cobra) para se obter as quantidades de produto conforme recomendação. Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. |
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | ||||
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | ||||
Piolho-de-cobra (Porcellio laevis) | 80 mL /100 kg de sementes (20,0 g/100 kg de sementes) | 240 mL/100 kg de sementes | ||
Coró (Phyllophaga cuyabana) | 100 mL/100 kg de sementes (25,0 g/100 kg de sementes) | 300 mL/100 kg de sementes | ||
Torrãozinho (Aracanthus mourei) | ||||
Trigo | Pão-de-galinha (Diloboderus abderus) | 100 – 150 mL/100 kg de sementes (25,0 – 37,5 g/100 kg de sementes) | 400 a 600 mL/100 kg de sementes | Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita a diluição do produto formulado na proporção de 1:3 (1 litro do produto em 3 litros de água). Utilizar 400 a 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes de trigo para se obter as quantidades de produto conforme recomendação. Realizar apenas 1 aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. |
Obs.: Utilizar a dose maior em condições de alta incidência da praga na área.
Nas recomendações de uso por hectare, o produto deverá ser distribuído na quantidade de sementes a ser utilizada para semear 1 (um) hectare.
(*) Se necessário.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Arroz | Oryzophagus oryzae | Bicheira-da-raiz-do-arroz, Gorgulho-aquático-do-arroz | Ver detalhes |
| Cevada | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Milho | Phyllophaga cuyabana | Coró | Ver detalhes |
| Pastagens | Atta capiguara | Saúva-parda | Ver detalhes |
| Soja | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
O tratamento de sementes deve ser realizado em local arejado e específico para esse fim. Utilizar sementes limpas, livres de poeira e impurezas, e de boa qualidade, com alto poder germinativo e bom vigor.
Utilizar equipamentos específicos para tratamento de sementes que propiciem uma distribuição uniforme da dose desejada sobre as sementes sem danificar sua qualidade fisiológica. Utilizar a dose
recomendada para o peso desejado de sementes e proceder a operação do equipamento de forma a obter uma distribuição uniforme dos produtos sobre as sementes.
Havendo a necessidade de acrescentar água, a ordem a ser seguida da confecção da calda deverá ser do produto adicionado em água, mantendo-se a mesma sob agitação constante, do início do preparo da calda até a aplicação nas sementes.
É obrigatória a utilização de EPI completo durante a operação de tratamento de sementes.
Deve-se colocar as sementes a serem tratadas dentro do equipamento, iniciar a agitação e adicionar gradativamente a dose do produto/calda. Manter as sementes misturando com o produto adicionado por 3 a 5 minutos. Ao final do tratamento, deve-se atentar para que as sementes estejam devidamente recobertas e secas e que não haja sobra de produto/calda no equipamento utilizado. Se atente para a quantidade de sementes a ser colocada no recipiente do equipamento tratador. Cada equipamento informa uma quantidade ideal de sementes a ser tratada por batelada. Respeite as recomendações e escolha o tamanho de equipamento mais adequado às necessidades.
Sementes umedecidas em excesso devem ser secas à sombra antes de armazená-las e/ou semeá-las. Acondicionar as sementes tratadas em sacos de papel ou em embalagens que permitam a respiração das sementes, evitando exposição ao sol.
A semente tratada deve ser utilizada somente para o plantio, não podendo ser empregada na alimentação humana ou animal. Obedecer às recomendações oficiais de profundidade de semeadura para cada cultivo.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada.
SUMMIT 250 FS; RAINIL FS é um inseticida de contato e ingestão, apresentado como suspensão concentrada para o tratamento de sementes. As culturas e as respectivas pragas controladas estão indicadas no quadro abaixo.
Cultura | Praga | Dose mL de p.c. * | Época e Intervalo de Aplicação |
Broca-do-algodoeiro (Eutinobothrus brasiliensis) | Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. | ||
Algodão | 250 – 300 mL/100 kg de sementes | Se necessário efetuar a diluição do produto na proporção de 1:1 (1 L do produto em 1 L de água). Volume de calda: utilizar 500 a 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes de algodão para obter-se dosagem recomendada. | |
Tripes (Frankliniella schultzei) | |||
Bicheira-da-raiz-do-arroz (Oryzophagus oryzae) | 120 – 150 mL/100 kg de sementes | Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário efetuar a diluição do produto na proporção de 1:1 (1 L do produto em 1 L de água). | |
Volume de calda: | |||
Arroz | Cupim (Procornitermes triacifer) | 200 – 250 mL/100 kg de sementes | Para controle da Bicheira-da-raiz: utilizar 240 a 300 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes de Arroz para obter-se dosagem recomendada. Para controle de Cupins: utilizar 400 a 500 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes de Arroz para obter-se dosagem recomendada. |
Cupim-de-montículo (Syntermes molestus) | |||
Nº máximo de aplicação por ciclo de cultura: Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. * Utilizar as maiores doses em áreas de alta incidência da praga e/ou para se conseguir um maior período de controle. | |||
Cultura | Praga | Dose mL de p.c. * | Época e Intervalo de Aplicação |
Cevada | Pão-de-galinha (Diloboderus abderus) | 100 – 150 mL/100 kg de sementes | Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário efetuar a diluição do produto na proporção de 1:3 (1 L do produto em 3 L de água). Volume de calda: utilizar 400 a 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes de Cevada para obter-se a dosagem recomendada. |
Feijão | Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 200 mL/100 kg de sementes | Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes na dose recomendada. Se necessário efetuar a diluição do produto na proporção de 1:2 (1 L do produto em 2 L de água). Volume de calda: utilizar 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes de Feijão para obter-se dosagem recomendada. |
Tamanduá-da-soja (Sternechus subsignatus) | |||
Milho | Coró (Phyllophaga cuyabana) | 40 – 80 mL/ha | Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário efetuar a diluição do produto na proporção de 1:1 (1,0 L do produto em 1,0 L de água). Volume de calda: utilizar 80 a 100 mL da calda inseticida por hectare de Milho para obter-se dosagem recomendada. |
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | 50 – 200 mL/100 kg de sementes | ||
Cupim (Procornitermes triacifer) | |||
Nº máximo de aplicação por ciclo de cultura: Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. * Utilizar as maiores doses em áreas de alta incidência da praga e/ou para se conseguir um maior período de controle. | |||
Cultura | Praga | Dose mL de p.c. * | Época e Intervalo de Aplicação |
Pastagem | Saúva-parda (Atta capiguara) | 20 – 40 mL/ha | Se necessário efetuar a diluição do produto na proporção de 1:9 (1 L do produto em 9 L de água). Volume de calda: Utilizar 200 a 400 mL da calda inseticida por hectare quando a dose a ser utilizada for de 20 e 40 mL/ha respectivamente. Esta quantidade de calda inseticida deverá ser distribuída homogeneamente no volume de sementes que será utilizado para cobrir 1 (um) hectare de área semeada e para obter-se a dosagem recomendada. |
Cupim (Cornitermes cumulans) | |||
Soja | Piolho-de-cobra (Porcellio laevis) | 80 mL/100 kg de sementes | Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário efetuar a diluição do produto na proporção de 1:2 (1 L do produto em 2 L de água). Volume de calda: Para o controle de Tamanduá-da-soja, Vaquinha-verde-amarela e Lagarta-elasmo: utilizar 600 mL da calda inseticida quando a dose recomendada for de 200 mL/100 kg de sementes para obter-se as dosagens recomendadas. Para o controle de Coró e Torrãozinho: utilizar 300 mL da calda inseticida quando a dose recomendada for de 100 mL/100 kg de sementes para obter-se as dosagens recomendadas. Para o controle de Piolho-de-cobra: utilizar 200 mL da calda inseticida quando a dose recomendada for de 80 mL/100 kg de sementes para obter-se as dosagens recomendadas. |
Torrãozinho (Aracanthus mourei) | 100 mL/100 kg de sementes | ||
Coró (Phyllophaga cuyabana) | |||
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 200 mL/100 kg de sementes | ||
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | |||
Tamanduá-da-soja (Sternechus subsignatus) | |||
Nº máximo de aplicação por ciclo de cultura: Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. * Utilizar as maiores doses em áreas de alta incidência da praga e/ou para se conseguir um maior período de controle. | |||
Cultura | Praga | Dose mL de p.c. * | Época e Intervalo de Aplicação |
Trigo | Pão-de-galinha (Diloboderus abderus) | 100 – 150 mL/100 kg de sementes | Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário efetuar a diluição do produto na proporção de 1:3 (1 L do produto em 3 L de água). Volume de calda: utilizar 400 a 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes de Trigo para obter-se a dosagem recomendada. |
Nº máximo de aplicação por ciclo de cultura: Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura. * Utilizar as maiores doses em áreas de alta incidência da praga e/ou para se conseguir um maior período de controle. | |||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Eutinobothrus brasiliensis | Broca-da-raiz, Broca-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Arroz | Oryzophagus oryzae | Bicheira-da-raiz-do-arroz, Gorgulho-aquático-do-arroz | Ver detalhes |
| Cevada | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Milho | Phyllophaga cuyabana | Coró | Ver detalhes |
| Pastagens | Cornitermes cumulans | Cupim | Ver detalhes |
| Soja | Phyllophaga cuyabana | Coró | Ver detalhes |
| Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
Aplicar o produto homogeneamente sobre as sementes nas doses recomendadas, utilizando tambor rotativo com eixo excêntrico ou máquinas apropriadas para tratamento de sementes.
Após o tratamento deixar as sementes secarem a sombra e fazer a semeadura.
Cultura | Intervalo de segurança |
Algodão | Não determinado devido à modalidade de emprego |
Arroz | |
Cevada | |
Feijão | |
Milho | |
Pastagem | |
Soja | |
Trigo |
Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada.
CULTURA | Praga | Dose (produto comercial) | Dose (ingrediente ativo) | Volume de calda |
Algodão | Broca-da-raiz Eutinobothrus brasiliensis | 250 – 300 mL/100 kg de sementes | 62,5 – 75 g i.a./100 kg de sementes | 0,50 a 0,60 L/100 kg de sementes |
Tripés Frankliniella schultzei | ||||
Arroz | Bicheira-da-raiz-do-arroz Oryzophagus oryzae | 100 - 150 mL/100 kg de sementes | 25 - 37,5 g i.a./100 kg de sementes | 0,24 a 0,30 L/100 kg de sementes |
Cupim Syntermes molestus | 200 - 250 mL/100 kg de sementes | 50 - 62,5 g i.a./100 kg de sementes | 0,40 a 0,50 L/100 kg de sementes | |
Cupim-de-monte Procornitermes triacifer | ||||
Cevada | Bicho-bolo Diloboderus abderus | 100 - 150 mL/100 kg de sementes | 25 - 37,5 g i.a./100 kg de sementes | 0,40 a 0,60 L/100 kg de sementes |
Feijão | Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | 200 mL/100 kg de sementes | 50 g i.a./100 kg de sementes | 0,60 L/100 kg de sementes |
Tamanduá-da-soja Sternechus subsignatus | ||||
Milho | Broca-do-colo Elasmopalpus lignosellus | 50 - 200 mL/ha | 12,5 - 50 g i.a./ha | 0,08 a 0,10 L/ha |
Coró Phyllophaga cuyabana | ||||
Cupim-de-monte Procornitermes triacifer | 40 - 80 mL/ha | 10 - 20 g i.a./ha | ||
Pastagem | Cupim Cornitermes cumulans | 20 - 40 mL/ha | 5 - 10 g i.a./ha | 0,20 a 0,40 L/ha |
Saúva-parda Atta capiguara | ||||
Soja | Torrãozinho Aracanthus mourei | 100 mL/100 kg de sementes | 25 g i.a./100 kg de sementes | 0,30 L/100 kg de sementes |
Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | 200 mL/100 kg de sementes | 50 g i.a./100 kg de sementes | 0,60 L/100 kg de sementes | |
Broca-do-colo Elasmopalpus lignosellus | 200 mL/100 kg de sementes | 50 g i.a./100 kg de sementes | 0,60 L/100 kg de sementes | |
Coró Phyllophaga cuyabana | 100 mL/100 kg de sementes | 25 g i.a./100 kg de sementes | 0,30 L/100 kg de sementes | |
Piolho-de-cobra Porcellio laevis | 80 mL/100 kg de sementes | 20 g i.a./100 kg de sementes | 0,24 L/100 kg de sementes | |
Gorgulho-da-soja Sternechus subsignatus | 200 mL/100 kg de sementes | 50 g i.a./100 kg de sementes | 0,60 L/100 kg de sementes | |
Trigo | Bicho-bolo Diloboderus abderus | 100 - 150 mL/100 kg de sementes | 25 - 37,5 g i.a./100 kg de sementes | 0,40 a 0,60 L/100 kg de sementes |
* Utilizar as maiores doses em áreas de alta incidência da praga e/ou para se conseguir um maior período de controle. Baseado nas seguintes quantidades de sementes/ha, kg/ha: Algodão: 15; Arroz: 100 Feijão: 50; Cevada: 120; Trigo: 150; Soja: 50 (60.000 sementes/ha). Nas recomendações de uso por hectare, o produto deverá ser distribuído na quantidade de sementes a ser utilizada para semear 1 (um) hectare.
O tratamento deve ser realizado antes do plantio das sementes.
Número de aplicações por ciclo da cultura: no máximo uma, antes da semeadura.
Algodão | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:1 (1 L do produto em 1 L d'água). Utilizar 0,5 a 0,6 L da calda inseticida para 100 kg de sementes. |
Arroz | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:1 (1 L do produto em 1 L d'água).
para 100 kg de sementes. |
Cevada | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:3 (1 L do produto em 3 L d'água). Utilizar 0,4 a 0,6 L da calda inseticida para 100 kg de sementes. |
Feijão | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:2 (1 L do produto em 2 L d'água). Utilizar 0,6 L da calda inseticida para 100 kg de sementes. Utilizar no máximo 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes. |
Milho | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:1 (1 L do produto em 1 L d'água), neste caso utilizar 0,08 a 0,1 L da calda inseticida / hectare. |
Pastagens | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:9 (1 L do produto em 9 L d'água).Utilizar 0,2 a 0,4 L da calda inseticida/hectare quando a dose a ser utilizadafor de 20 ou 40 mLP.C./ha respectivamente. Esta quantidade de calda inseticida deverá ser distribuída homogeneamente no volume de sementes que será utilizado para cobrir 1 (um) hectare de área semeada. |
Soja | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:2 (1 L do produto em 2 L d'água).
Utilizar no máximo 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes, pois poderá haver absorção de excesso de umidade pelo tegumento. |
Trigo | Se necessário diluir o produto formulado na proporção de 1:3 (1 L do produto em 3 L d'água).Utilizar 0,4 a 0,6 L da calda inseticida para 100 kg de sementes. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Arroz | Syntermes molestus | Cupim, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Cevada | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Milho | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Pastagens | Cornitermes cumulans | Cupim | Ver detalhes |
| Soja | Aracanthus mourei | Torrãozinho | Ver detalhes |
| Trigo | Bipolaris sorokiniana | Helminthosporiose, Podridão-comum-da-raiz | Ver detalhes |
Tratamento de sementes.
O tratamento de sementes pode ser efetuado em tambores rotativos com eixo excêntrico ou em máquinas apropriadas para o tratamento de sementes. Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas.
Tambor rotativo ou em máquinas apropriadas para tratamento de sementes.
Tambor rotativo: colocar as sementes e metade da calda do produto no tambor, girar o tambor algumas vezes e, em seguida, colocar o restante da calda girando novamente até que haja uma perfeita cobertura das sementes. Após o tratamento deixar as sementes secarem à sombra e proceder a semeadura.
Máquinas para tratamento de sementes: verificar o rendimento do equipamento para sementes de arroz, cevada, feijão, pastagem, soja e trigo e colocar a calda pronta no reservatório. Calibrar a máquina e efetuar o tratamento. Após o tratamento deixar as sementes secarem à sombra e proceder a semeadura.
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Não determinado por referir-se a tratamento de sementes.
Não determinado por referir-se a tratamento de sementes.
Culturas | Pragas | Doses | Época e número de aplicações |
Nome comum Nome científico | |||
Algodão | Broca-do-algodoeiro (Eutinobothrus brasiliensis) | 250 – 300 mL/100 Kg de sementes (62,5 – 75 g i.a/100 Kg de sementes) | Terra Forte® deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura. |
Tripes (Frankliniella schultzei) | |||
Arroz | Bicheira-da-raiz-do- arroz, Gorgulho-aquático-do- arroz (Oryzophagus oryzae) | 100 – 150 mL/100 Kg de sementes (25 – 37,5 g i.a/100 Kg de sementes) | Terra Forte® deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura. |
Cupins (Syntermes molestus e Proconitermes triacifer) | 200 - 250 mL/100 Kg de sementes (50 – 62,5 g i.a/100 Kg de sementes) | ||
Cevada | Pão-de-galinha (Diloboderus abderus) | 100 – 150 mL/100 Kg de sementes (25 – 37,5 g i.a/100 Kg de sementes) | Terra Forte® deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura. |
Feijão | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 200 mL/100 Kg de sementes (50 g i.a/100 Kg de sementes) | Terra Forte® deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura. |
Tamanduá-da-soja (Sternechus subsignatus) | |||
Milho | Coró (Phyllophaga cuyabana) | 40 – 80 mL/ha (10 - 20 g i.a/ha) | Terra Forte® deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura. |
Lagarta-elasmo, Broca-do-colo (Elasmopalpus lignosellus) | 50 – 200 mL/ha (12,5 – 50 g i.a/ha) | ||
Cupim (Proconitermes triacifer) |
Pastagem | Saúva-parda (Atta capiguara) | 20 – 40 mL/ha (5 – 10 g i.a/ha) | Terra Forte® deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura. |
Cupins (Cornitermes cumulans) | |||
Soja | Torrãozinho (Aracanthus mourei) | 100 mL/100 Kg de sementes (25 g i.a/100 Kg de sementes) | Terra Forte® deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura. |
Coró (Phyllophaga cuyabana) | |||
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 200 mL/100 Kg de sementes (50 g i.a/100 Kg de sementes) | ||
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | |||
Tamanduá-da-soja (Sternechus subsignatus) | |||
Piolho-de-cobra (Porcellio laevis) | 80 mL/100 Kg de sementes (20 g i.a/100 Kg de sementes) | ||
Trigo | Pão-de-galinha (Diloboderus abderus) | 100 – 150 mL/100 Kg de sementes (25 – 37,5 g i.a/100 Kg de sementes) | Terra Forte® deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura. |
i.a: ingrediente ativo.
Utilize a maior dose em condições de alta incidência da praga na area. Baseado nas seguintes quantidades de sementes/ha, kg/ha:
Algodão: 15; Arroz: 100; Feijão: 50; Cevada: 120; Trigo: 150; Soja: 50 e Milho: 60.000 sementes/ha.
Nas recomendações de doses por hectare, o produto deverá ser distribuído nas quantidades de sementes para plantio de 01 (um) hectare de área.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Arroz | Oryzophagus oryzae | Bicheira-da-raiz-do-arroz, Gorgulho-aquático-do-arroz | Ver detalhes |
| Cevada | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Milho | Phyllophaga cuyabana | Coró | Ver detalhes |
| Pastagens | Cornitermes cumulans | Cupim | Ver detalhes |
| Soja | Sternechus subsignatus | Gorgulho-da-soja, Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
| Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
Aplicar o produto homogeneamente sobre as sementes na dose recomendada, utilizando equipamentos específicos que propiciem uma distribuição uniforme da dose desejada sobre as sementes.
Os mecanismos dosadores e pulverizadores destes equipamentos devem ser revisados e limpos diariamente ou a cada parada do equipamento. Resíduos de calda podem reduzir a capacidade das canecas ou copos dosadores ou afetar a regulagem de bicos e ou mecanismos de aplicação de calda sobre as sementes.
Com equipamentos de tratamento de bateladas ou lotes, tambores rotativos, betoneiras e/ou similares:
Com equipamentos de tratamento com fluxo contínuo de sementes:
Aferir, periodicamente, o fluxo de sementes e calda a fim de evitar erros na aplicação.
Não tratar sementes diretamente sobre lonas, sacos ou mesmo nas caixas de sementes das máquinas semeadoras. A utilização de meios de tratamento de sementes que provoquem uma distribuição incompleta ou desuniforme do produto sobre as sementes pode resultar em níveis indesejáveis ou falhas no controle de pragas.
Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas.
Se necessário, poderá ser feita à diluição na proporção de 1:1 (1 litro do produto em 1 litro de água).
Se diluído, utilizar 500 a 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes de algodão para se obter a quantidade de produto conforme recomendação.
Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas.
Se necessário, poderá ser feita à diluição na proporção de 1:1 (1 litro do produto em 1 litro de água).
Se diluído, utilizar 240 a 300 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes de arroz para o controle da Bicheira-da- raiz-do-arroz e 400 a 500 mL de calda de inseticida para 100 kg de sementes de arroz para controle de Cupins para se obter a quantidade de produto conforme recomendação.
Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas.
Se necessário, poderá ser feita à diluição na proporção de 1:3 (1 litro do produto em 3 litros de água). Se diluído, utilizar 400 a 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes de cevada ou trigo para se obter as quantidades de produto conforme recomendação.
Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes na dose recomendada.
Se necessário, poderá ser feita a diluição do produto na proporção de 1:2 (1 litro do produto em 2 litros de água). Se diluído, utilizar 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes de feijão para se obter a quantidade de produto conforme recomendação.
Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas.
Se necessário, poderá ser feita a diluição na proporção de 1:1 (1 litro do produto em 1 litro de água). Se diluído, utilizar 80 a 200 mL da calda inseticida e distribuir homogeneamente sobre a quantidade de sementes suficiente para 1 (um) hectare de área semeada para se obter a quantidade de produto conformerecomendação.
Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas.
Se necessário, poderá ser feita a diluição do produto na proporção de 1:9 (1 litro do produto em 9 litros de água). Se diluído, utilizar 200 a 400 mL da calda inseticida e distribuir homogeneamente sobre a quantidade de sementes suficiente para 1 (um) hectare de área semeada para se obter a quantidade de produto conforme recomendação.
Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas.
Se necessário, poderá ser feita a diluição do produto na proporção de 1:2 (1 litro do produto em 2 litros de água). Se diluído, utilizar os volumes de calda a seguir:
Utilizar 600 mL da calda inseticida quando a dose recomendada for de 200 mL do produto/100 Kg de sementes para se obter as quantidades de produto conforme recomendação (controle do tamanduá-da- soja, vaquinha- verde- amarela e lagarta-elasmo).
Utilizar 300 mL da calda inseticida quando a dose recomendada for de 100 mL do produto/ 100 Kg de sementes para se obter as quantidades de produto conforme recomendação (controle de coró e torrãozinho).
Utilizar 240 mL da calda inseticida quando a dose recomendada for de 80 mL/ 100 kg de sementes para se obter as quantidades de produto conforme recomendação (controle de piolho-de-cobra).
Não determinado devido à modalidade de emprego.
Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada.
Culturas | Pragas | Doses | Época e número de aplicações |
Nome comum Nome científico | |||
Algodão | Broca-do-algodoeiro (Eutinobothrus brasiliensis) | 125 – 150 mL/100 Kg de sementes (62,5 – 75 g i.a/100 Kg de sementes) | TERRA FORTE NF deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura. |
Tripes (Frankliniella schultzei) | |||
Arroz | Bicheira-da-raiz-do-arroz, Gorgulho-aquático-do-arroz (Oryzophagus oryzae) | 50 – 75 mL/100 Kg de sementes (25 – 37,5 g i.a/100 Kg de sementes) | TERRA FORTE NF deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura. |
Cupins (Syntermes molestus e Proconitermes triacifer) | 100 - 125 mL/100 Kg de sementes (50 – 62,5 g i.a/100 Kg de sementes) | ||
Cevada | Pão-de-galinha (Diloboderus abderus) | 50 – 75 mL/100 Kg de sementes (25 – 37,5 g i.a/100 Kg de sementes) | TERRA FORTE NF deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura. |
Feijão | Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 100 mL/100 Kg de sementes (50 g i.a/100 Kg de sementes) | TERRA FORTE NF deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura. |
Tamanduá-da-soja (Sternechus subsignatus) | |||
Milho | Coró (Phyllophaga cuyabana) | 20 – 40 mL/ha (10 - 20 g i.a/ha) | TERRA FORTE NF deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura. |
Lagarta-elasmo, Broca-do- colo (Elasmopalpus lignosellus) | 25 – 100 mL/ha (12,5 – 50 g i.a/ha) | ||
Cupim (Proconitermes triacifer) | |||
Pastagem | Saúva-parda (Atta capiguara) | 10 – 20 mL/ha (5 – 10 g i.a/ha) | TERRA FORTE NF deve ser usado uma única vez no |
Cupins (Cornitermes cumulans) | tratamento de sementes antes da semeadura. | ||
Soja | Torrãozinho (Aracanthus mourei) | 50 mL/100 Kg de sementes (25 g i.a/100 Kg de sementes) | TERRA FORTE NF deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura. |
Coró (Phyllophaga cuyabana) | |||
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 100 mL/100 Kg de sementes (50 g i.a/100 Kg de sementes) | ||
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | |||
Tamanduá-da-soja (Sternechus subsignatus) | |||
Piolho-de-cobra (Porcellio laevis) | 40 mL/100 Kg de sementes (20 g i.a/100 Kg de sementes) | ||
Trigo | Pão-de-galinha (Diloboderus abderus) | 50 – 75 mL/100 Kg de sementes (25 – 37,5 g i.a/100 Kg de sementes) | TERRA FORTE NF deve ser usado uma única vez no tratamento de sementes antes da semeadura. |
i.a: ingrediente ativo.
Utilize a maior dose em condições de alta incidência da praga na área. Baseado nas seguintes quantidades de sementes/ha, kg/ha:
Algodão: 15; Arroz: 100; Feijão: 50; Cevada: 120; Trigo: 150; Soja: 50 e Milho: 60.000 sementes/ha.
Nas recomendações de doses por hectare, o produto deverá ser distribuído nas quantidades de sementes para plantio de 01 (um) hectare de área.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Eutinobothrus brasiliensis | Broca-da-raiz, Broca-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Arroz | Procornitermes triacifer | Cupim-de-monte, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Cevada | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Feijão | Sternechus subsignatus | Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
| Milho | Phyllophaga cuyabana | Coró | Ver detalhes |
| Pastagens | Cornitermes cumulans | Cupim | Ver detalhes |
| Soja | Sternechus subsignatus | Gorgulho-da-soja, Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
| Trigo | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
Aplicar o produto homogeneamente sobre as sementes na dose recomendada, utilizando equipamentos específicos que propiciem uma distribuição uniforme da dose desejada sobre as sementes.
Os mecanismos dosadores e pulverizadores destes equipamentos devem ser revisados e limpos diariamente ou a cada parada do equipamento. Resíduos de calda podem reduzir a capacidade das canecas ou copos dosadores ou afetar a regulagem de bicos e ou mecanismos de aplicação de calda sobre as sementes.
Com equipamentos de tratamento de bateladas ou lotes, tambores rotativos, betoneiras e/ou similares:
Com equipamentos de tratamento com fluxo contínuo de sementes:
Aferir, periodicamente, o fluxo de sementes e calda a fim de evitar erros na aplicação.
Não tratar sementes diretamente sobre lonas, sacos ou mesmo nas caixas de sementes das máquinas semeadoras. A utilização de meios de tratamento de sementes que provoquem uma distribuição incompleta ou desuniforme do produto sobre as sementes pode resultar em níveis indesejáveis ou falhas no controle de pragas.
Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas.
Se necessário, poderá ser feita à diluição na proporção de 1:3 (1 litro do produto em 3 litro de água).
Se diluído, utilizar 500 a 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes de algodão para se obter a quantidade de produto conforme recomendação.
Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas.
Se necessário, poderá ser feita à diluição na proporção de 1:3 (1 litro do produto em 3 litro de água).
Se diluído, utilizar 200 a 300 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes de arroz para o controle da Bicheira- da-raiz-do-arroz e 400 a 500 mL de calda de inseticida para 100 kg de sementes de arroz para controle de Cupins para se obter a quantidade de produto conforme recomendação.
Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas.
Se necessário, poderá ser feita à diluição na proporção de 1:7 (1 litro do produto em 7 litros de água). Se diluído, utilizar 400 a 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes de cevada ou trigo para se obter as quantidades de produto conforme recomendação.
Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes na dose recomendada.
Se necessário, poderá ser feita a diluição do produto na proporção de 1:5 (1 litro do produto em 5 litros de água). Se diluído, utilizar 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes de feijão para se obter a quantidade de produto conforme recomendação.
Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas.
Se necessário, poderá ser feita a diluição na proporção de 1:1 (1 litro do produto em 1 litro de água). Se diluído, utilizar 40 a 200 mL da calda inseticida e distribuir homogeneamente sobre a quantidade de sementes suficiente para 1 (um) hectare de área semeada para se obter a quantidade de produto conforme recomendação.
Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas.
Se necessário, poderá ser feita a diluição do produto na proporção de 1:9 (1 litro do produto em 9 litros de água). Se diluído, utilizar 100 a 200 mL da calda inseticida e distribuir homogeneamente sobre a quantidade de sementes suficiente para 1 (um) hectare de área semeada para se obter a quantidade de produto conforme recomendação.
Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas.
Se necessário, poderá ser feita a diluição do produto na proporção de 1:5 (1 litro do produto em 5 litros de água). Se diluído, utilizar os volumes de calda a seguir:
Utilizar 600 mL da calda inseticida quando a dose recomendada for de 100 mL do produto/100 Kg de sementes para se obter as quantidades de produto conforme recomendação (controle do tamanduá-da- soja, vaquinha- verde- amarela e lagarta-elasmo).
Utilizar 300 mL da calda inseticida quando a dose recomendada for de 50 mL do produto/ 100 Kg de sementes para se obter as quantidades de produto conforme recomendação (controle de coró e torrãozinho).
Utilizar 240 mL da calda inseticida quando a dose recomendada for de 40 mL/ 100 kg de sementes para se obter as quantidades de produto conforme recomendação (controle de piolho-de-cobra).
Não determinado devido à modalidade de emprego.
Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada.
INSTRUÇÕES DE USO:
O WILD é um inseticida organofosforado com ação de contato e ingestão, recomendado para o controle de pragas nas culturas de algodão, batata, café, cevada, citros, feijão, maçã, milho, pastagem, soja, sorgo, tomate rasteiro para fins industriais e trigo.
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
ALGODÃO | Pulgão-das-inflorescências (Aphis gossypii) | 0,3 - 0,5 L/ha | 03 | 300 |
Curuquerê (Alabama argillacea) | 0,7 L/ha | |||
Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 1,5 L/ha | |||
Broca-da-raiz (Eutinobothrus brasiliensis) | 0,8 - 2,0 L/ha | 02 | ||
Lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella) | 1,5 - 2,0 L/ha | 03 | ||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle de Pulgão-das-inflorescências: Quando houver 10% das plantas atacadas. Realizar 1 a 3 aplicações com intervalo de 1 a 2 semanas. Para controle de Curuquerê: Quando houver 2 lagartas/planta. Realizar 1 a 3 aplicações com intervalo de 1 a 2 semanas. Para controle de Ácaro-branco: Quando houver 40% das plantas com sinais de ataque, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Para controle de Broca-da-raiz: 20 dias após a germinação, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação de 1 semana. | ||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
Para controle de Lagarta-rosada: Em amostragem com o uso de armadilhas, com feromônio sexual, quando constatar 15 machos/dia. Em lavoura só com flores (50 a 70 dias da emergência) examinar 2 flores por planta em 10 plantas amostradas. Aplicar quando houver 10% de flores com lagartas. Em lavoura com maçãs pequenas (após 70 dias da emergência) examinar duas maçãs do ponteiro/planta em 10 plantas. Aplicar quando houver 5% das maçãs atacadas. Em todos os casos, realizar de 1 a 3 aplicações com intervalo de 1 a 2 semanas. Para controle de Lagarta-das-maçãs: Quando houver 10% de infestação em 10 plantas examinadas. | ||||
BATATA | Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,5 L/ha | 03 | 300 |
Larva-alfinete (Diabrotica speciosa) | 3,0 - 4,0 L/ha | 02 | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle de Lagarta-rosca: Monitorar a lavoura desde o plantio, observando também se a praga já estava presente na cultura anterior. Realizar a aplicação quando aparecerem as primeiras plântulas cortadas. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 7 dias. Para controle de Larva-alfinete: O controle da larva deve ser feito imediatamente após o plantio e antes do fechamento do sulco. Realizar 1 a 2 aplicações, com intervalo de 2 semanas. | ||||
CAFÉ | Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) | 1,0 - 1,5 L/ha | 02 | 500 |
Broca-do-café (Hypothenemus hampei) | 1,5 L/ha | |||
Cochonilha (Planococcus minor) | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle de Bicho-mineiro-do-café: Aplicar quando 20% das folhas estiverem contaminadas. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 30 dias. Para controle de Broca-do-café: Aplicar quando o grau de infestação for maior ou igual a 5% nos grãos provenientes da primeira florada. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 30 dias. Para controle de Cochonilha: Aplicar quando aparecerem as primeiras pragas. Realizar de 1 a 2 aplicações com intervalo de 22 dias. | ||||
CEVADA | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 0,4 - 0,7 L/ha | 02 | 300 |
Pulgão-da-folha (Metopolophium dirhodum) | 0,4 L/ha | |||
Pulgão (Sitobion avenae) | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Realizar de 1 a 2 aplicações, com intervalo de aplicação de acordo com a reinfestação. | ||||
CITROS | Cochonilha-de-carapaça (Parlatoria cinerea) | 100 - 150 mL/100 L água | 02 | 2000 |
Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulatus) | ||||
Mosca-das-frutas | 200 | |||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
(Ceratitis capitata) | mL/ 100 L água | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle de Cochonilha-de-carapaça e Cochonilha-pardinha: Aplicar no início do aparecimento da praga, promovendo uma boa cobertura das plantas. Caso ocorra uma maior infestação, utilizar a dose maior, reaplicando quando houver necessidade, fazer no máximo 2 aplicações com intervalo de 15 dias. Para controle de Mosca-das-frutas: Realizar monitoramento de armadilhas caça-moscas e iniciar a aplicação quando aparecer uma média de 1 mosca por garrafa (armadilha). Reaplicar quando a praga atingir este nível populacional novamente, principalmente na fase de mudança de cor do fruto. Realizar de 1 a 2 aplicações com intervalo de 35 dias. | ||||
FEIJÃO | Lagarta-das-vagens (Michaelus jebus) | 1,25 L/ha | 02 | 200 - 400 |
Broca-da-vagem (Etiella zinckenella) | ||||
Cigarrinha (Empoasca kraemeri) | 0,8 L/ha | |||
Tripes (Thrips tabaci) | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 1 - 1,25 L/ha | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle de Lagarta-das-vagens, Broca-da-vagem, Cigarrinha e Tripes: Aplicar quando aparecerem as primeiras pragas. Realizar de 1 a 2 aplicações, com intervalo de aplicação de acordo com a reinfestação. Para controle de Mosca-branca: Aplicar no início da infestação, reaplicando quando necessário, fazer no máximo 2 aplicações com intervalo de 15 dias. Caso ocorra maior infestação, utilizar a dose maior. | ||||
MAÇÃ | Lagarta-enroladeira-da-folha (Bonagota cranaodes) | 100 - 150 mL/100 L água | 03 | 1000 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: O monitoramento deve ser feito com armadilhas de feromônio, na proporção de 1 a 2 por 5 ha. Aplicar quando atingir o nível de controle: 20 machos/armadilha/semana. Realizar 2 a 3 aplicações com intervalo de 10 dias. | ||||
MILHO | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,4 – 0,6 L/ha | 02 | 300 - 400 |
Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,0 L/ha | |||
Curuquerê-dos-capinzais (Mocis latipes) | 0,6 L/ha | 03 | ||
Broca-do-colo (Elasmopalpus lignosellus) | 1,0 L/ha | 02 | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle de Lagarta-do-cartucho: Aplicar no início das raspagens das folhas pelas lagartas. Realizar 1 a 2 aplicações com intervalo de 30 dias. | ||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
Para controle de Lagarta-rosca: Aplicar no período após a germinação até 30 dias de idade da cultura, com jato dirigido a base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Para controle de Curuquerê-dos-capinzais: Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Para controle de Broca-do-colo: Aplicar no período após a germinação até uma altura aproximada de 35 cm, com jato dirigido a base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. | ||||
PASTAGEM | Cigarrinha-das-pastagens (Deois flavopicta) | 1,0 L/ha | 02 | 300 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação quando aparecerem as primeiras pragas. Realizar de 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. | ||||
SOJA | Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | 0,8 L/ha | 02 | 300 |
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,25 - 1,0 L/ha | |||
Percevejo-verde-pequeno (Piezodorus guildinii) | 1,5 L/ha | |||
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | ||||
Percevejo-da-soja (Nezara viridula) | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle de Broca-das-axilas: Quando forem encontradas 20% de plantas com ponteiros danificados, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Para controle de Lagarta-da-soja: Iniciar a aplicação quando forem encontradas 20 lagartas/metro linear. Realizar de 1 a 2 aplicações, com o intervalo de aplicação em função da reinfestação. Para controle de Percevejo-verde-pequeno, Percevejo-marrom e Percevejo-da-soja: Lavoura de produção de grãos: controlar quando encontrar 4 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. Lavoura de produção de sementes: controlar quando encontrar 2 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. Realizar 1 a 2 aplicações com intervalo de 20 dias. | ||||
SORGO | Mosca-do-sorgo (Stenodiplosis sorghicolla) | 0,62 L/ha | 02 | 300 |
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,5 - 0,75 L/ha | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle de Mosca-do-sorgo: Aplicar quando 80% do sorgal estiver florido. Se necessário, repetir após 4 dias. Para controle de Lagarta-do-cartucho: Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura. Realizar de 1 a 2 aplicações e o intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. | ||||
Broca-pequena-do-fruto | 1,5 | 05 | 800 - 1000 | |
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
TOMATE RASTEIRO com fins industriais | (Neoleucinodes elegantalis) | L/ha | ||
Larva-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 1 - 1,15 L/ha | 04 | ||
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 mL/100 L água | |||
Pulgão-verde (Myzus persicae) | ||||
Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle de Broca-pequena-do-fruto: Aplicar preventivamente a partir do início do florescimento, reaplicando a cada 7 dias, caso haja necessidade. Para controle de Larva-minadora, Mosca-branca, Pulgão-verde e Pulgão-das-solanáceas: Iniciar as aplicações, quando forem observados os primeiros sintomas de infestação da praga. Fazer no máximo 4 aplicações com intervalo de 7 dias. | ||||
TRIGO | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 0,7 - 1,0 L/ha | 02 | 300 |
Pulgão-da-folha (Metopolophium dirhodum) | 0,3 L/ha | |||
Broca-do-colo (Elasmopalpus lignosellus) | 1,25 L/ha | |||
Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,5 L/ha | |||
Pulgão-da-espiga (Rhopalosiphum graminum) | 0,2 - 0,3 L/ha | |||
Pulgão (Sitobion avenae) | 0,4 - 0,5 L/ha | |||
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,75 L/ha | |||
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia adultera) | 1,0 L/ha | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle de Lagarta-do-trigo: Aplicar quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Realizar de 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Para controle de Pulgão-da-folha: Aplicar quando 10% das plantas apresentarem colônias em formação. Realizar de 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Para controle de Broca-do-colo: Aplicar na fase inicial da cultura. Realizar de 1 a 2 aplicações com intervalo de 1 a 2 semanas. Para controle de Lagarta-rosca: Realizar a aplicação assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação. Realizar de 1 a 2 aplicações com intervalo de 1 a 2 semanas. Para controle de Pulgão-da-espiga: Aplicar quando o nível de pulgão for de até 10/perfilho. Realizar de 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Para controle de Pulgão: Aplicar quando forem encontrados mais de 10 pulgões/espiga. Realizar de 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. | ||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
Para controle de Lagarta-do-cartucho: Aplicar quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Realizar de 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Para controle de Lagarta-do-trigo: Aplicar quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Realizar de 1 a 2 aplicações com intervalo de 30 dias. | ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Café | Planococcus minor | Cochonilha | Ver detalhes |
| Cevada | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Citros | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Feijão | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Maçã | Bonagota cranaodes | Lagarta-enroladeira-da-folha | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Soja | Nezara viridula | Fede-fede, Percevejo-verde | Ver detalhes |
| Sorgo | Stenodiplosis sorghicolla | Mosca-do-sorgo | Ver detalhes |
| Tomate | Macrosiphum euphorbiae | Pulgão-das-solanáceas, Pulgão-verde-escuro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Aplicar através de equipamentos tratorizados com barra equipada com bicos JA2 ou similares (exceto para lagarta do cartucho em milho onde se recomenda bico leque série 80.03 ou 80.04 sobre a linha da cultura), procurando obter gotas de pulverização com tamanho de 100 a 400 micra e, densidade mínima de 40 gotas/cm2.
Condições climáticas:
Pressão: 150 a 300 Ib/pol2;
Velocidade de Aplicação: 4,5 Km/h;
Temperatura: < 300°C;
Umidade Relativa: > 50%.
Para as culturas de Algodão, Batata, Cevada, Feijão, Milho, Pastagem, Soja, Sorgo e Trigo:
Aplicar através de pulverizador tratorizado com barra de pulverização equipada com bicos tipo cone ou similares, procurando obter uma pulverização uniforme.
Para controle de lagarta-do-cartucho em milho, recomenda-se bico leque série 80.03 ou 80.04, dirigindo a aplicação para o cartucho da planta ou linha de plantio. Para obter maiores informações visando melhor cobertura de pulverização das plantas, consulte um Engenheiro Agrônomo.
Para as culturas de Café, Citros, Maçã e Tomate:
Aplicar através de equipamentos pulverizadores ou atomizadores tratorizados, adequados ao porte das culturas, visando obter uma boa cobertura de pulverização das plantas. Para obter maiores informações visando melhor cobertura de pulverização das plantas, consulte um Engenheiro Agrônomo.
Para se obter calda homogênea, deve-se observar os seguintes procedimentos:
Agitar bem a embalagem do produto antes de vertê-lo no tanque;
Encher o reservatório do pulverizador com água limpa, até a metade;
Acrescentar o produto nos volumes indicados conforme o alvo;
Completar o volume do reservatório com água limpa.
A aplicação deve ser sempre conduzida de modo a se obter cobertura uniforme do alvo, nas horas em que a temperatura é mais amena (primeiras horas da manhã ou fim do dia).
CULTURAS | INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS) |
Algodão, Batata (Foliar), Café, Citros, Milho (Foliar), Soja, Sorgo, Tomate (*), Trigo | 21 |
Batata (Solo) | (1) |
Cevada, Maçã | 14 |
Feijão | 25 |
Pastagem | 13 |
(*) Uso autorizado somente para tomate rasteiro com fins industriais.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | PRAGAS | DOSE COMERCIAL (kg/ha) | VOLUME DE CALDA | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | ÉPOCA DE APLICAÇÃO |
ALGODÃO (sementes) | Pulgão-do- algodoeiro (Aphis gossypii) | 1kg/100 kg de semente | Não se aplica | 1 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetir se necessário de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. |
Broca-do-algodoeiro (Eutinobothrus brasiliensis) | 1kg/100 kg de semente | ||||
ALGODÃO | Pulgão-do- algodoeiro (Aphis gossypii) | 0,5-0,75 kg/ha | 300-400 L/ha | 2 | |
Acaro-rajado (Tetranychus urticae) | 0,5-0,75 kg/ha | ||||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 1,0-1,5 kg/ha | ||||
Tripes (Frankliniella schultzei, Caliothrips brasiliensis) | 0,4-0,5 kg/ha | ||||
Curuquerê- algodoeiro (Alabama argillacea) | 0,4-0,5 kg/ha | ||||
AMENDOIM | Tripes (Enneothrips flavens,Caliothrips brasiliensis) | 0,4-0,5 kg/ha | 300-400 L/ha | 1 | |
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | 0,4-0,5 kg/ha | ||||
Lagarta-do-pescoço-vermelho (Stegasta bosquella) | 0,5-1,0 kg/ha | ||||
BATATA | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 0,4-0,6 kg/ha | 300-400 L/ha | 3 | |
Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | 0,4-0,6 kg/ha | ||||
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | 0,4-0,6 kg/ha | ||||
Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | 0,75-1,5 kg/ha | 750–1500 L/ha | |||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 0,75-1,5 kg/ha | ||||
CEBOLA | Tripes (Thrips tabaci) | 0,6 – 1,2 kg/ha | 100–300 L/ha | 2 | |
CENOURA | Falsa-Medideira (Chrysodeixis includens) | 0,75 – 1 kg/ha | |||
CITROS | Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulatus) | 1,0-1,5 kg/ha | 2000L/ha | 1 | |
Cochonilha-da-raiz (Parlatoria pergandii) | 1,0-1,5 kg/ha | ||||
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 1,0-1,5 kg/ha | ||||
Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) | 1,0-1,5 kg/ha | ||||
FEIJÃO | Manhoso (Chalcodermus bimaculatus) | 0,5-1,0 kg/ha | 300-400 L/ha | 2 | |
Lagarta-enroladeira-folhas (Hedylepta indicata) | 0,5-1,0 kg/ha | ||||
Tripes-do-prateamento (Caliothrips brasiliensis) | 1,0 kg/ha | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 0,2-0,50 kg/ha | ||||
Cigarrinha-verde- amarela (Empoasca kraemeri) | 0,2-0,50 kg/ha | ||||
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,5-1,0 kg/ha | ||||
MELÃO | Pulgão-das-inflorescências (Aphis gossypii) | 0,25 kg/ha | 400L/ha | 3 | |
MILHO | Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | 0,8 – 1,0 kg/ha | 150- 200L/ha | 2 | |
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) |
SOJA | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,75 - 1,0 kg/ha | 300-400 L/ha | 2 | |
Percevejo-da-soja (Nezara viridula) | 0,75- 1,0 kg/ha | ||||
Lagarta-mede-palmo (Trichoplusia ni) | 0,2-0,5 kg/ha | ||||
Tripes (Caliothrips phaseoli, Frankliniella rodeos, F. schultzei, Caliothrips brasiliensis) | 0,5 kg/ha | ||||
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 0,6-0,75 kg/ha | ||||
Lagarta-enroladeira- folhas (Hedylepta indicata) | 0,6-0,75 kg/ha | ||||
TOMATE INDUSTRIAL | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 1 kg/ha | 500 – 750 L/ha | 3 | |
Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | |||||
Tripes (Thrips palmi) | 0,5 – 0,75 kg/ha | ||||
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | |||||
Minadora-das-folhas (Lyriomyza huidobrensis) | |||||
Broca-grande-do-fruto (Helicoverpa zea) | 0,75 – 1,0 kg/ha | 1000 L/ha | |||
Ácaro-vermelho (Tetranychus evansi) |
Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetir se necessário de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando- se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Amendoim | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Cenoura | Chrysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira | Ver detalhes |
| Citros | Selenaspidus articulatus | Cochonilha-pardinha | Ver detalhes |
| Feijão | Chalcodermus bimaculatus | Manhoso | Ver detalhes |
| Melão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Milho | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Soja | Hedylepta indicata | Lagarta-do-feijão, Lagarta-enroladeira-das-folhas | Ver detalhes |
| Tomate | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
Para o tratamento de semente o equipamento a ser usado deve ser tambor giratório ou similar. O umedecimento é feito previamente no interior do aparelho, observando o volume de modo a não causar excesso de umidade.
Para o uso de sacos hidrossolúveis:
Encher o tanque com água limpa com ¼ do volume de calda recomendado.
Iniciar agitação notanque.
Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao colocá-lo na água ele se dissolverá rapidamente.
Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem recomendada.
Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A agitação contínua é necessária para a boa mistura.
Antes da aplicação, verifique e inicie somente como equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de ser removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Temperatura ambiente: máxima de 30ºC.Umidade relativa do ar: mínima de 55%.Velocidade do vento: 2 a 10km/hora.
O Engenheiro Agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinados na bula.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Algodão, Citros e Batata | 21 dias |
Amendoim, Feijão e Melão | 14 dias |
Algodão-tratamento sementes | N.D. |
Cebola, Cenoura, Milho, Tomate industrial | 35 dias |
ND=Não especifica do devido à modalidade de emprego.
Até 48 horas após a aplicação, caso necessário reentrar na área tratada, utilizar macacão de mangas compridas, chapéu impermeável de a balarga, luvas e botas de borracha.
ADAGE 350 FS aplicado sobre sementes é prontamente absorvido e se distribui rapidamente pelos tecidos da planta, após a germinação, conferindo proteção prolongada contra o ataque de pragas.
ADAGE 350 FS usado em tratamento de sementes controla as seguintes pragas nas culturas e doses abaixo:
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E IN- TERVALO DE APLICA- ÇÃO. | |
NOME COMUM | NOME CIENTÍ- FICO | ||||
ALGODÃO | Broca-do-algodo- eiro, Broca-da-raiz | Eutinobothrus bra- siliensis | 400 - 600 mL/100 kg de semen- tes* | 500 - 800 mL/100 kg de sementes | ADAGE 350 FS deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de se- mentes. |
Pulgão-das-inflo- rescências, pulgão- do-algodoeiro | Aphis gossypii | ||||
Tripes | Frankliniella schult- zei | ||||
AMEN- DOIM | Tripes-do-bronzea- mento, Tripes-do- amendoim | Enneothrips flavens | 150 - 200 mL/100 kg de semen- tes* | 300 mL/100 kg de semen- tes | ADAGE 350 FS deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de se- mentes. |
ARROZ | Bicheira-da-raiz- do-arroz, Gorgu- lho-aquático-do-ar- roz | Oryzophagus ory- zae | 300 - 400 mL/100 kg de semen- tes* | 1,5L/100 kg de sementes | ADAGE 350 FS deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de se- mentes. |
Cigarrinha-das- pastagens, Cigarri- nha-dos-capinzais | Deois flavopicta | 200 - 400 mL/100 kg de semen- tes* | |||
Cupim-de-montí- culo, Cupim-de- monte | Procornitermes tria- cifer | ||||
Lagarta-elasmo, Broca-do-caule | Elasmopalpus lig- nosellus | 300 - 400 mL/100 kg de semen- tes* | |||
Pulgão-das-raizes | Rhopalosiphum ru- fiabdominale | 50-100 mL/ha** | |||
CEVADA | Pulgão-verde-dos- cereais | Rhopalosiphum graminum | 70 - 150 mL/100 kg de semen- tes* | 300 - 500 mL/100 kg de sementes | ADAGE 350 FS deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de se- mentes. |
FEIJÃO | Mosca-Branca | Bemisia tabaci raça B | 200 - 300 mL/100 kg de semen- tes* | 300 mL/100 kg de semen- tes | ADAGE 350 FS deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de se- mentes. |
Vaquinha-verde- amarela, Larva-alfinete | Diabrotica speciosa | ||||
GIRASSOL | Pulgão | Aphis gossypii | 800 - 1000 mL/100 kg de semen- tes* | 300 mL/100 kg de semen- tes | ADAGE 350 FS deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de se- mentes. |
MILHO | Cigarrinha-das- pastagens, Cigarri- nha-dos-capinzais | Deois flavopicta | 80 mL/60.000 sementes | 500 - 800 mL/100 kg de sementes | ADAGE 350 FS deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de se- mentes. |
Cigarrinha-do-mi- lho | Dalbulus maidis | ||||
Lagarta-elasmo; Broca-do-caule | Elasmopalpus lig- nosellus | 120 mL/60.000 sementes | |||
Percevejo-barriga- verde | Dichelops furcatus | ||||
Coró | Liogenys fuscus | ||||
PASTA- GEM | Cupim, Cupim-de-monte | Cornitermes cumu- lans | 100 - 300 mL/100 kg de semen- tes* | 500 mL/100 kg de semen- tes | ADAGE 350 FS deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de se- mentes. |
SOJA | Broca-do-colo, La- garta-elasmo | Elasmopalpus lig- nosellus | 200 mL/100 kg de se- mentes* | 300 mL/100 kg de semen- tes | ADAGE 350 FS deve ser usado uma única vez na |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E IN- TERVALO DE APLICA- ÇÃO. | |
NOME COMUM | NOME CIENTÍ- FICO | ||||
Cupim-de-montí- culo, Cupim-de- monte | Procornitermes tria- cifer | 100 - 200 mL/100 kg de semen- tes* | forma de tratamento de se- mentes. | ||
Mosca-Branca | Bemisia tabaci raça B | 200 - 300 mL/100 kg de semen- tes* | |||
Tamanduá-da-soja, Bicudo-da-soja | Sternechus subsig- natus | 200 mL/100 kg de se- mentes* | |||
Torrãozinho | Aracanthus mourei | 50 - 70 mL/100 kg de semen- tes* | |||
SORGO | Percevejo-barriga- verde | Dichelops mela- canthus | 300 - 500 mL/100 kg de semen- tes* | 300 mL/100 kg de semen- tes | ADAGE 350 FS deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de se- mentes. |
TRIGO | Percevejo-barriga- verde | Dichelops mela- chanthus | 100 - 150 mL/100 kg de semen- tes* | 500 mL/100 kg de semen- tes | ADAGE 350 FS deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de se- mentes. |
Pulgão-verde-dos- cereais, Pulgão-da- espiga | Rhopalosiphum graminum | 50 - 70 mL/100 kg de semen- tes* | |||
“ADAGE 350 FS além do controle de pragas, por apresentar efeito bioativador, pode melhorar o desenvolvimento das plantas, como a velocidade de emergência, sistema radicular e parte aérea, o que poderá resultar em incremento de produtividade e qualidade do produto final”.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Amendoim | Enneothrips flavens | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-bronzeamento | Ver detalhes |
| Arroz | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Cevada | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-da-espiga, Pulgão-verde, Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Girassol | Aphis gossypii | pulgão | Ver detalhes |
| Milho | Liogenys fuscus | Coró | Ver detalhes |
| Pastagens | Cornitermes cumulans | Cupim | Ver detalhes |
| Soja | Procornitermes triacifer | Cupim-de-monte, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Sorgo | Dichelops melacanthus | percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Trigo | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-da-espiga, Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
OBSERVAÇÕES:
o plantio imediato nessas áreas. Recomenda-se fazer, antes do plantio, na preparação do solo, um bom revolvimento do mesmo, para promover um controle cultural da praga. Usar maior dose recomendada, quando houver histórico de ocorrência das pragas.
Para o (pulgão-da-raiz) a dose maior deverá ser usada em regiões onde ocorreu alta infesta- ção das pragas no plantio anterior, ou seja, áreas com histórico de ocorrência das pragas.
Feijão: Evite o plantio de feijão junto a lavouras antigas desta cultura ou de soja. Nessas condições, quando da colheita destas áreas, haverá uma grande migração de mosca-branca, tornando inevitável a transmissão da virose para a cultura nova. Recomenda-se plantar novamente nessas áreas, somente após a colheita das lavouras antigas. Usar maior dose recomendada, quando houver histórico de ocorrência das pragas.
Utilizar equipamentos que propiciem uma distribuição uniforme da calda sobre as sementes. Existem máquinas específicas para tratamento de sementes fornecidas pelos seguintes fabricantes:
Momesso (modelos: Amazone Transmix, Arktos, Seed–Mix, etc.), MecMaq (modelos: Turbo, Nypro, Tratec, UTS, UMTS, etc.), Niklas, Gustafson, etc.
Os mecanismos dosadores e pulverizadores destes equipamentos devem ser revisados e limpos diariamente ou a cada parada do equipamento. Resíduos de calda podem reduzir a capacidade das canecas ou copos dosadores ou afetar a regulagem de bicos e ou mecanismos de aplicação da calda sobre as sementes.
Com equipamentos de tratamento de batelada ou lotes, dos tipos Amazone Transmix, MecMaq Tratec, tambores rotativos, betoneiras e/ou similares:
Com equipamentos de tratamento com fluxo contínuo de sementes:
Importante:
Aferir periodicamente o fluxo de sementes e de calda, a fim de evitar erros na aplicação.
Não tratar as sementes diretamente sobre lonas, sacos ou mesmo nas caixas de sementes das máquinas semeadoras.
A utilização de meios de tratamento de sementes que provoquem uma distribuição incompleta ou desuniforme do produto sobre as sementes pode resultar em níveis indesejados ou falhas no controle de pragas.
CULTURA | DIAS |
ALGODÃO | Não determinado devido à modalidade de em- prego (tratamento de sementes) |
AMENDOIM | |
ARROZ | |
CEVADA | |
FEIJÃO |
GIRASSOL | |
MILHO | |
PASTAGEM | |
SOJA | |
SORGO | |
TRIGO |
Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas este- jam calçadas ao entrarem na área tratada.
INSTRUÇÕES DE USO:
Culturas | Alvos biológicos (Pragas e doenças) Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial: kg/ha ou g/100 L (ingrediente ativo: kg/ha ou g/100 L) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Intervalo entre as aplicações (em dias) |
Algodão | Curuquerê (Alabama argillacea) | 1,0 - 1,5 kg/ha (0,5 - 0,75 kg i.a./ha) | Terrestre: 300 – 400 Aérea: 10 - 20 | 2 | 7 |
Broca-do-algodoeiro (Eutinobothrus brasiliensis) | |||||
Bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis) | 0,5 - 1,0 kg/ha (0,25 - 0,5 kg i.a./ha) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Curuquerê e Broca-do-algodoeiro: iniciar as aplicações quando se atingir o nível de dano econômico e não ultrapassar de duas aplicações seguidas. Repetir as aplicações conforme ocorrer a reinfestação. Bicudo-do-algodoeiro: iniciar as aplicações assim que observar o aparecimento dos primeiros insetos adultos na lavoura e reaplicar com intervalo de 7 dias, sempre que atingir de 2 a 5% de ataque nos botões florais, totalizando duas aplicações de CARTAP BR 500 no ciclo da cultura. | |||||
Batata | Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 250 g/100 L de água (125 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 400 – 600 | 3 | 7 |
Mosca-minadora (Liriomyza sativae) | |||||
Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | 10 | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: As aplicações devem ser iniciadas aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalos de 7 ou 10 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme ocorrer a reinfestação. | |||||
Café | Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) | 0,8 - 1,0 kg/ha (0,4 - 0,5 kg i.a./ha) | Terrestre: 200 - 400 | 2 | 30 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: As aplicações devem ser iniciadas aos primeiros indícios do aparecimento da praga, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalo de 30 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme ocorrer a reinfestação. Usar espalhante adesivo. | |||||
Couve | Lagarta-da-couve; Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 120 g/100 L de água (60 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 1000 | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: As aplicações devem ser iniciadas aos primeiros indícios do aparecimento da praga, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalo de 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme ocorrer a reinfestação. | |||||
Feijão | Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 175 g/100 L de água (87,5 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 300 Aérea: 10 - 20 | 3 | 7 |
Ferrugem (Uromyces appendiculatus) | 300 g/100 L de água (150 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 500 Aérea: 10 - 20 | |||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: | |||||
Culturas | Alvos biológicos (Pragas e doenças) Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial: kg/ha ou g/100 L (ingrediente ativo: kg/ha ou g/100 L) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Intervalo entre as aplicações (em dias) |
As aplicações devem ser iniciadas aos primeiros indícios do aparecimento da praga, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalo de 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme ocorrer a reinfestação. | |||||
Maracujá | Lagarta-das-folhas (Dione juno juno) | 120 g/100 L de água (60 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 1000 | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: As aplicações devem ser iniciadas aos primeiros indícios do aparecimento da praga, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalo de 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme ocorrer a reinfestação. | |||||
Melancia | Mosca-minadora (Liriomyza sativae) | 1,0 - 1,5 kg/ha (0,5 - 0,75 kg i.a./ha) | Terrestre: 400 - 800 | 3 | 7 |
Pulgão-das-inflorescências (Aphis gossypii) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: As aplicações devem ser iniciadas aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalo de 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme ocorrer a reinfestação. | |||||
Melão | Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 200 - 250 g/100 L de água (100 - 125 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 500 - 1000 | 3 | 7 |
Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: As aplicações devem ser iniciadas aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalo de 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme ocorrer a reinfestação. | |||||
Pepino | Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 150 g/100 L de água (75 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 1000 | 2 | 7 |
Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 200 - 250 g/100 L de água (100 - 125 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 800 | |||
Tripes (Thrips tabaci) | 250 g/100 L de água (125 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 600 | |||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: As aplicações devem ser iniciadas aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalo de 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme ocorrer a reinfestação. | |||||
Soja | Ferrugem-asiática (Phakopsora pachyrhizi) | 0,75 - 1,5 kg/ha (0,375 - 0,75 kg i.a./ha) | Terrestre: 100 – 200 Aérea: 20 - 40 | 3 | 7 - 10 |
Mancha-parda (Septoria glycines) | |||||
Crestamento foliar (Cercospora kikuchii) | |||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci biótipo B) | 1,0 - 1,5 kg/ha (0,5 - 0,75 kg i.a./ha) | 7 | |||
Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ferrugem-asiática (Phakopsora pachyrhizi): iniciar a aplicação preventivamente ao aparecimento da doença, adicionando adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose de 0,5 % v/v, quando as plantas estiverem entre o estádio Vn (final do estádio | |||||
Culturas | Alvos biológicos (Pragas e doenças) Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial: kg/ha ou g/100 L (ingrediente ativo: kg/ha ou g/100 L) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Intervalo entre as aplicações (em dias) |
vegetativo) até R1 (início do florescimento). Realizar 3 aplicações com intervalo máximo de 7 a 10 dias. A definição da dose e a escolha do intervalo, deve ser baseado no monitoramento da lavoura e o acompanhamento da evolução da doença na região e se as condições climáticas estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença deve-se diminuir o intervalo entre as aplicações e utilizar a maior dose. Continuar as aplicações com 7 a 14 dias de intervalo utilizando outros produtos recomendados para controle da ferrugem, rotacionando e/ou alternando os modos de ação dos fungicidas, sejam eles de sítio de ação específico ou multissítio, respeitando sempre as estratégias de manejo de resistência do FRAC. Mancha-parda (Septoria glycines) e Crestamento foliar (Cercospora kikuchii): iniciar a aplicação preventivamente ao aparecimento da doença, adicionando adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose de 0,5 % v/v, quando as plantas estiverem entre o estádio Vn (final do estádio vegetativo) até R1 (início do florescimento). Realizar 3 aplicações com intervalo de 7 dias. A definição da dose e a escolha do intervalo, deve ser baseado no monitoramento da lavoura e o acompanhamento da evolução da doença na região e se as condições climáticas estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença deve-se diminuir o intervalo entre as aplicações e utilizar a maior dose. Deverá seguir as recomendações referente ao controle da Ferrugem. Caso haja necessidade intercalar com fungicidas de outros grupos químicos. Mosca-branca (Bemisia tabaci biótipo B): realizar até 3 aplicações, com intervalo de 7 dias entre elas, devendo-se iniciar as aplicações no início da infestação, quando constatar os primeiros adultos na cultura. Manter a lavoura monitorada e reaplicar se houver reinfestação. Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens): realizar até 3 aplicações, com intervalo de 7 dias entre elas, devendo-se iniciar as aplicações no início da infestação da praga. A maior dose deverá ser utilizada quando a praga estiver presente em alta infestação e em estágios larvais mais avançados, maiores que 1cm. Manter a lavoura monitorada e reaplicar se houver reinfestação. Para as instruções acima, devem ser alternadas com outros inseticidas ou fungicidas de grupos químicos diferentes (mecanismo de ação diferente) para a prevenção e gerenciamento da resistência e controle. | |||||
Tomate | Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 250 g/100 L de água (125 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 400 - 600 | 3 | 7 |
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | |||||
Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: As aplicações devem ser iniciadas aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalo de 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme ocorrer a reinfestação. | |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Couve | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Feijão | Uromyces appendiculatus | Ferrugem | Ver detalhes |
| Girassol | Chlosyine lacinia saundersii | Lagarta-do-girassol, Lagarta-preta-das-folhas | Ver detalhes |
| Maracujá | Dione juno juno | Lagarta-das-folhas, Lagarta-do-maracujazeiro | Ver detalhes |
| Melancia | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Melão | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Pepino | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Soja | Septoria glycines | Mancha-parda, Septoriose | Ver detalhes |
| Tomate | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia adultera | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do mesmo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto CARTAP BR 500 de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.
Antes de qualquer aplicação, verifique se o equipamento está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Recomendamos manter equipamentos de aplicação, bicos, barra e medidores de pressão sempre calibrados, em perfeito estado, visando uma aplicação correta e segura, procurando obter uma cobertura uniforme da parte aérea da planta.
Aplicação terrestre
Equipamentos costais (manuais ou motorizados): utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização de jato plano duplo, calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Equipamento estacionário manual: utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica dotadas de pré orifício, calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante de modo a não prejudicar a formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a pistola de evitando a concentração de calda em um único ponto.
Pulverizadores de barra ou autopropelidos: para essa modalidade de aplicação deve-se utilizar pulverizador de barra tratorizado, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produziam jatos plano comum ou cônico vazio, visando a produção de gotas médias para cobertura das plantas de maneira uniforme em toda a área.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
Aplicação aérea
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão, altura e velocidade na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação Municipal, Estadual e Federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica, enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Cultura | Intervalo de segurança (dias) |
Algodão | 14 |
Batata | 14 |
Café | 14 |
Couve | 14 |
Feijão | 14 |
Maracujá | 14 |
Melancia | 03 |
Melão | 03 |
Pepino | 03 |
Soja | 28 |
Tomate | 14 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CARTARYS é um Inseticida e fungicida de contato e ingestão, do grupo químico Bis(tiocarbamato) recomendado para o controle de pragas e doenças conforme especificado abaixo:
CULTURA | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto Comercial | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES |
Abóbora Abobrinha | Broca-das-cucurbitáceas, Broca-da-aboboreira (Diaphania nitidalis) | 150 g/100 L de água | Terrestre: 1000 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento da praga, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. |
Algodão | Curuquerê; Curuquerê-do-algodoeiro (Alabama argillacea) | 1,0 – 1,5 kg/ha | Terrestre: 100 – 200 L/ha Aéreo: 20 – 50 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. |
Broca-do-algodoeiro; Broca-da-raiz (Eutinobothrus brasiliensis) | ||||
Lagarta-mede-palmo; Falsa-medideira-da-couve (Trichoplusia ni) | ||||
Bicudo; Bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis) | 0,5 – 1,0 kg/ha | Iniciar as aplicações assim que observar o aparecimento dos primeiros insetos adultos ou botões danificados na lavoura e reaplicar com intervalo de 7 dias, sempre que atingir de 2 a 5% de ataque nos botões florais. Utilizar a maior dose em períodos de infestação mais alta e rotacionar as pulverizações com outros produtos com modo de ação diferente. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. | ||
Batata | Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 250 g/100L de água | Terrestre: 400 – 600 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias para Lagarta- rosca e Larva-minadora, e de 10 dias para Traça-da-batatinha, dependendo do grau de infestação e condições da cultura. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. |
Larva-minadora; Mosca-minadora (Lyriomyza spp.) | ||||
Traça-da-batatinha; Traça-da-batata; Cegadeira (Phthorimaea operculella) | ||||
Brócolis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve (Ascia monuste orseis) | 120 g/100 L de água | Terrestre: 1000 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento da praga, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura |
monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. | ||||
Café | Bicho-mineiro-do-café; Larva-minadora (Leucoptera coffeella) | 0,8 – 1,0 kg/ha (Adicionar espalhante adesivo) | Terrestre: 200 – 400 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento da praga, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. |
Chuchu | Broca-das-cucurbitáceas, Broca-da-aboboreira (Diaphania nitidalis) | 150 g/100 L de água | Terrestre: 1000 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento da praga, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. |
Couve Couve- chinesa Couve-flor | Curuquerê-da-couve; Lagarta-da-couve (Ascia monuste orseis) | 120 g/100L de água | Terrestre: 1000 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento da praga, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. |
Crisântemo | Larva-minadora; Mosca-minadora (Lyriomyza spp) | 120 g/100L de água | Terrestre: 1000 – 1500 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento da praga, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. |
Ervilha | Larva-minadora; Mosca-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 175 g/100L de água | Terrestre: 300 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento da praga, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. No controle destas pragas, recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos para que seja evitado o aparecimento de resistência destes aos ingredientes ativos utilizados. |
Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. | ||||
Feijão | Larva-minadora; Mosca-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 175 g/100L de água | Terrestre: 300 L/ha Aéreo: 10 – 20 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. |
Ferrugem (Uromyces appendiculatus) | 1,5 kg/ha | Terrestre: 100 – 300 L/ha Aéreo: 20 – 50 L/ha | ||
Feijão-caupi Feijão-fava Feijão- guandu Feijão- mungo Feijão- vagem Grão-de- bico Lentilha | Larva-minadora; Mosca-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 175 g/100L de água | Terrestre: 300 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. No controle destas pragas, recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos para que seja evitado o aparecimento de resistência destes aos ingredientes ativos utilizados. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. |
Ferrugem (Uromyces appendiculatus) | 1,5 kg/ha | Terrestre: 100 – 300 L/ha | ||
Maracujá | Lagarta-do-maracujeiro; Lagarta-das-folhas (Dione juno juno) | 120 g/100L de água | Terrestre: 1000 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento da praga, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. |
Melancia | Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii) | 1,0 – 1,5 kg/ha | Terrestre: 300 – 600 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. |
Larva-minadora Mosca-minadora (Lyriomyza sativae) | ||||
Melão | Broca-das-cucurbitáceas; Broca-da-aboboreira (Diaphania nitidalis) | 200 – 250 g/100L de água | Terrestre: 500 – 1000 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento da praga, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. |
Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. | ||||
Pepino | Broca-das-cucurbitáceas; Broca-da-aboboreira (Diaphania nitidalis) | 150 g/100L de água | Terrestre: 1000 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. |
Larva-minadora; Mosca-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 200 – 250 g/100L de água | Terrestre: 800 L/ha | ||
Tripes-do-fumo; Tripes (Thrips tabaci) | 250 g/100L de água | Terrestre: 600 L/ha | ||
Plantas ornamentais | Larva-minadora, Mosca-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 120 g/100 L de água | Terrestre: 1000 – 1500 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento da praga, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. |
Repolho | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve (Ascia monuste orseis) | 120 g/100 L de água | Terrestre: 1000 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. |
Soja | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 1,0 – 1,5 kg/ha | Terrestre: 100 – 200 L/ha Aéreo: 20 – 50 L/ha | No controle desta praga, recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos para que seja evitado o aparecimento de resistência destes aos ingredientes ativos utilizados. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. |
Lagarta-falsa-medideira, Lagarta-do-linho (Chrysodeixis includens (Ex - Pseudoplusia includens)) | Iniciar as aplicações no começo da ocorrência da praga quando esta atingir o nível de dano. Reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias rotacionando com produtos com modo de ação diferentes. Utilizar a maior dose deverá ser utilizada quando a praga estiver presente em alta infestação e em estágios larvais mais avançados, maiores que 1 cm. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. | |||
Tomate | Broca-pequena-do-fruto; Broca-pequena-do- tomateiro; (Neoleucinodes elegantalis) | 250 g/100 L de água | Terrestre: 400 – 600 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com |
Larva-minadora; Mosca-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. No controle destas pragas, recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos para que seja evitado o aparecimento de resistência destes aos ingredientes ativos utilizados. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. | |||
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abóbora | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Abobrinha | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Algodão | Anthonomus grandis | Bicudo | Ver detalhes |
| Batata | Lyriomyza spp. | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Brócolis | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Chuchu | Diaphania nitidalis | Broca-das-curcubitáceas | Ver detalhes |
| Couve | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Ascia monuste orseis | Curuquerê da couve | Ver detalhes |
| Couve-flor | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Crisântemo | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Ervilha | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Feijão | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Girassol | Chlosyine lacinia saundersii | Lagarta-do-girassol, Lagarta-preta-das-folhas | Ver detalhes |
| Maracujá | Aphis gossypii | pulgão-do-algodão | Ver detalhes |
| Melancia | Lyriomyza sativae | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Melão | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Pepino | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Plantas Ornamentais | Liriomyza huidobrensis | Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Repolho | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tomate | Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | Ver detalhes |
Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples, defletor ou com pré-orifício, visando à produção de gotas médias para boa cobertura do alvo. A aplicação também pode ser feita com o uso de pistola em alguns casos. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Arbóreas:
Deve-se utilizar pulverizador montado ou de arrasto com assistência de ar, ou por meio de pistola acoplada. Utilizar pontas que produzam jato cônico vazio, ou demais tecnologias de bicos que possibilitem a produção de gotas finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas e pode gerar deriva. Ajustes no volume de ar produzido pela turbina podem ser necessários, dependendo do pulverizador, bem como no direcionamento do ar restrito ao formato da planta para que as gotas se depositem adequadamente no alvo, evitando problemas com deriva. A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Aérea:
Recomenda-se um volume de aplicação entre 20 e 50 L/ha. A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto no tanque ou no pré-misturador. Deve-se fazer a adição do produto em água de forma cuidadosa, de modo que, a cada dois segundos, 1 kg do produto, no máximo, seja despejado no tanque, evitando que todo o conteúdo da embalagem seja adicionado de forma muito rápida e inadequada. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré- diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto a
ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.
Condições Meteorológicas:
Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo:
Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada;
Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Pulverizadores de arbóreas (turbo atomizadores):
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator, adicionar produto limpante, manter por 5 minutos a agitação, e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Remova e limpe todas as pontas do pulverizador e suas peneiras, caso sejam utilizadas;
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos ramais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Abóbora: 3 dias
Abobrinha: 3 dias
Algodão: 14 dias
Batata: 14 dias
Brócolis: 14 dias
Café: 14 dias
Chuchu: 3 dias
Couve: 14 dias
Couve-chinesa: 14 dias
Couve-flor: 14 dias Crisântemo: UNA Ervilha: 14 dias
Feijão: 14 dias
Feijão-caupi: 14 dias
Feijão-fava: 14 dias
Feijão-guandu: 14 dias
Feijão-mungo: 14 dias
Feijão-vagem: 14 dias
Grão-de-bico: 14 dias
Lentilha: 14 dias
Maracujá: 14 dias
Melancia: 3 dias
Melão: 3 dias
Pepino: 3 dias
Plantas ornamentais: UNA Repolho: 14 dias
Soja: 14 dias
Tomate: 14 dias
UNA = Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
NOME COMUM | NOME CIENTÍFICO | ||||
ALGODÃO | Broca-do- algodoeiro, Broca- da-raiz | (Eutinobothrus brasiliensis) | 400 a 600 mL/100 kg de sementes* | 500 a 800 mL de água/100 kg de sementes | CRUISER 350 FS, DOMERON, VITALIS deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. |
Pulgão-das- inflorescências, Pulgão-do- algodoeiro | (Aphis gossypii) | ||||
Tripes | (Frankliniella schultzei) | ||||
AMENDOIM | Tripes-do- bronzeamento, Tripes-do- amendoim | (Enneothrips flavens) | 150 a 200 mL/100 kg de sementes* | 300 mL de água/100 kg de sementes | CRUISER 350 FS, DOMERON, VITALIS deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. |
ARROZ | Bicheira-da-raiz-do- arroz, Gorgulho- aquático-do-arroz | (Oryzophagus oryzae) | 300 a 400 mL/100 kg de sementes* | 1,5 L de água/100 kg de sementes | CRUISER 350 FS, DOMERON, VITALIS deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. |
Cigarrinha-das- pastagens, Cigarrinha-dos- capinzais | (Deois flavopicta) | 200 a 400 mL/100 kg de sementes* | |||
Cupim-de- montículo, Cupim- de-monte | (Procornitermes triacifer) | ||||
Lagarta-elasmo, Broca-do-caule | (Elasmopalpus lignosellus) | 300 a 400 mL/100 kg de sementes* | |||
Pulgão-das-raízes | (Rhopalosiphum rufiabdominale) | 50 a 100 mL/ha** | |||
CANA-DE- AÇÚCAR (Propágulos Vegetativos) | Cupim | (Procornitermes triacifer) | 10 a 15 mL/1.000 propágulos, não excedendo a dose de 1.200 mL/ha. Solicitar a utilização da dose máxima sempre que o nível de infestação for alto e/ou quando for área de primeiro plantio ou pós- pastagem. | - | CRUISER 350 FS, DOMERON, VITALIS deve ser usado uma única vez, exclusivamente para tratamento industrial de propágulos vegetativos, pelo fornecedor do produto, antes do plantio. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
NOME COMUM | NOME CIENTÍFICO | ||||
CEVADA | Pulgão-verde-dos- cereais | (Rhopalosiphum graminum) | 70 a 150 mL/100 kg de sementes* | 300 a 500 mL de água/100 kg de sementes | CRUISER 350 FS, DOMERON, VITALIS deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. |
Percevejo-barriga- verde | Dicereaus furcatus | 100 – 150 mL/100 kg de sementes* | 500 mL/100 Kg de sementes | ||
Percevejo-barriga- verde | Dicereaus melacanthus | ||||
Vaquinha-verde- amarela | Diabrotica speciosa | 150 mL/100 kg de sementes* | |||
FEIJÃO | Mosca-branca | (Bemisia tabaci raça B) | 200 a 300 mL/100 kg de sementes* | 300 mL de água/100 kg de sementes | CRUISER 350 FS, DOMERON, VITALIS deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. |
Vaquinha-verde- amarela, Larva- alfinete | (Diabrotica speciosa) | ||||
GIRASSOL | Pulgão | (Aphis gossypii) | 800 a 1.000 mL/100 kg de sementes* | 300 mL de água/100 kg de sementes | CRUISER 350 FS, DOMERON, VITALIS deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. |
MILHO | Cigarrinha-das- pastagens, Cigarrinha-dos- capinzais | (Deois flavopicta) | 80 mL/60.000 sementes | 500 a 800 mL/100 kg de sementes | CRUISER 350 FS, DOMERON, VITALIS deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. |
Cigarrinha-do-milho | (Dalbulus maidis) | ||||
Lagarta-elasmo, Broca-do-caule | (Elasmopalpus lignosellus) | 120 mL/60.000 sementes | |||
Percevejo-barriga- verde | (Diceraeus furcatus) | ||||
(Diceraeus melacanthus) | |||||
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
NOME COMUM | NOME CIENTÍFICO | ||||
Coró | (Liogenys fuscus) | ||||
PASTAGEM | Cupim, Cupim-de- monte | (Cornitermes cumulans) | 100 a 300 mL/100 kg de sementes* | 500 mL/100 kg de sementes | CRUISER 350 FS, DOMERON, VITALIS deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. |
SOJA | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | (Elasmopalpus lignosellus) | 200 mL/100 kg de sementes* | 300 mL de água/100 kg de sementes | CRUISER 350 FS, DOMERON, VITALIS deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. |
Cupim-de- montículo, Cupim- de-monte | (Procornitermes triacifer) | 100 a 200 mL/100 kg de sementes* | |||
Mosca-branca | (Bemisia tabaci raça B) | 200 a 300 mL/100 kg de sementes* | |||
Tamanduá-da-soja, Bicudo-da-soja | (Sternechus subsignatus) | 200 mL/100 kg de sementes* | |||
Torrãozinho | (Aracanthus mourei) | 50 a 70 mL/100 kg de sementes* | |||
Coró, bicho-bolo, Pão-de-galinha | (Liogenys fuscus) | 300 mL/100 kg de sementes* | |||
Vaquinha-verde- amarela | (Diabrotica speciosa) | 150 a 300 mL/100 kg de sementes* | |||
Cascudinho | (Myochrous armatus) | 100 a 300 mL/100 kg de sementes* | |||
SORGO | Percevejo-barriga- verde | (Diceraeus melacanthus) | 300 a 500 mL/100 kg de sementes* | 300 mL de água/100 kg de sementes | CRUISER 350 FS, DOMERON, VITALIS deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. |
Pulgão-dos-cereais | Rhopalosiphum maidis | 50 – 120 mL/ha | 300 mL/100 Kg de sementes | ||
TRIGO | Percevejo-barriga- verde | (Diceraeus melacanthus) | 100 a 150 mL/100 kg de sementes* | 500 mL/100 kg de sementes | CRUISER 350 FS, DOMERON, VITALIS, deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes. |
Pulgão-verde-dos- cereais, Pulgão-da- espiga | (Rhopalosiphum graminum) | 50 a 70 mL/100 kg de sementes* | |||
“CRUISER 350 FS, DOMERON, VITALIS além do controle de pragas, por apresentar efeito bioativador, pode melhorar o desenvolvimento das plantas, como a velocidade de emergência, sistema radicular e parte aérea, o que poderá resultar em incremento de produtividade e qualidade do produto final”.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Amendoim | Enneothrips flavens | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-bronzeamento | Ver detalhes |
| Arroz | Procornitermes triacifer | Cupim-de-monte, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Rhopalosiphum rufiabdominale | Pulgão-da-raiz | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Procornitermes triacifer | Cupim, Cupim-de-monte, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Cevada | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Girassol | Aphis gossypii | pulgão | Ver detalhes |
| Milho | Dalbulus maidis | Cigarrinha-do-milho | Ver detalhes |
| Pastagens | Cornitermes cumulans | Cupim | Ver detalhes |
| Soja | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Sorgo | Dichelops melacanthus | percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Trigo | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-da-espiga, Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
OBSERVAÇÕES:
Para o (pulgão- da- raiz) a dose maior deverá ser usada em regiões onde ocorreu alta infestação das pragas no plantio anterior, ou seja, áreas com histórico de ocorrência das pragas.
Feijão: evite o plantio de feijão junto a lavouras antigas desta cultura ou de soja. Nessas condições, quando da colheita destas áreas, haverá uma grande migração de mosca-branca, tornando inevitável a transmissão da virose para a cultura nova. Recomenda-se plantar novamente nessas áreas, somente após a colheita das lavouras antigas. Usar maior dose recomendada, quando houver histórico de ocorrência das pragas.
em 500 mL de água, o suficiente para tratar 100 kg de sementes para Percevejo-barriga-verde e Vaquinha-verde-amarela.
Utilizar equipamentos que propiciem uma distribuição uniforme da calda sobre as sementes. Existem máquinas específicas para tratamento de sementes fornecidas pelos seguintes fabricantes:
Momesso (modelos: Amazone Transmix, Arktos, Seed–Mix, etc.), MecMaq (modelos: Turbo, Nypro, Tratec, UTS, UMTS, etc.), Niklas, Gustafson, etc. Consulte um Engenheiro Agrônomo.
Os mecanismos dosadores e pulverizadores destes equipamentos devem ser revisados e limpos diariamente ou a cada parada do equipamento. Resíduos de calda podem reduzir a capacidade das canecas ou copos dosadores ou afetar a regulagem de bicos e ou mecanismos de aplicação da calda sobre as sementes.
Com equipamentos de tratamento de batelada ou lotes, dos tipos Amazone Transmix, Arktos África, MecMaq Tratec, tambores rotativos, betoneiras e/ou similares:
Com equipamentos de tratamento com fluxo contínuo de sementes:
Importante:
Aferir periodicamente o fluxo de sementes e de calda, a fim de evitar erros na aplicação.
Não tratar as sementes diretamente sobre lonas, sacos ou mesmo nas caixas de sementes das máquinas semeadoras.
A utilização de meios de tratamento de sementes que provoquem uma distribuição incompleta ou desuniforme do produto sobre as sementes pode resultar em níveis indesejados ou falhas no controle de pragas.
CULTURA | DIAS |
ALGODÃO | Não determinado devido à modalidade de emprego (tratamento de sementes) |
AMENDOIM | |
ARROZ | |
CEVADA | |
FEIJÃO | |
GIRASSOL | |
MILHO | |
PASTAGEM | |
SOJA | |
SORGO | |
TRIGO | |
CANA-DE-AÇÚCAR | Não determinado devido à modalidade de emprego (tratamento propágulos vegetativos - mudas) |
Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada. e não manuseiem as sementes tratadas sem Equipamento de Proteção Individual.
CULTURAS | PRAGAS | DOSE (PRODUTO COMERCIAL) | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||
NOME COMUM | NOME CIENTÍFICO | mL/100 kg de sementes * | mL/ha ** | mL/ 100 kg de sementes | ||
ALGODÃO | Broca-do-algodoeiro | Eutinobothrus brasiliensis | 230 - 350 | 35 - 50 | 500 | CRUISER 600 FS deve ser usado uma única vez na forma de tratamento de sementes, antes da semeadura. |
Pulgão-do-algodoeiro | Aphis gossypii | |||||
Tripes | Frankliniella schultzei | |||||
AMENDOIM | Tripes-do-amendoim | Enneothrips flavens | 87 - 116 | - | 300 | |
ARROZ | Bicheira-da-raiz-do- arroz | Oryzophagus oryzae | 175 - 230 | - | 1500 | |
Cigarrinha-das- pastagens | Deois flavopicta | 116 - 230 | - | |||
Cupim-de-montículo | Procornitermes triacifer | |||||
Lagarta-elasmo | Elasmopalpus lignosellus | 175 - 230 | - | |||
CEVADA | Pulgão-verde-dos- cereais | Rhopalosiphum graminum | 40 - 87 | - | 300-500 | |
Percevejo-barriga- verde | Diceraeus furcatus | 58 – 87 | - | |||
Diceraeus melacanthus | ||||||
Pulgão-das-folhas | Rhopalosiphum padi | 40 | - | |||
Pulgão-dos-cereais | Rhopalosiphum maidis | |||||
FEIJÃO | Mosca-branca | Bemisia tabaci raça B | 116 - 175 | - | 300 | |
Vaquinha-verde- amarela-alfinete | Diabrotica speciosa | |||||
GIRASSOL | Pulgão | Aphis gossypii | 465 - 580 | - | 300 | |
MILHO | Cigarrinha-das- pastagens | Deois flavopicta | 230 | 46 | 500 | |
Cigarrinha-do-milho | Dalbulus maidis | |||||
Lagarta-elasmo | Elasmopalpus lignosellus | 350 | 70 | |||
Percevejo-barriga- verde | Dichelops furcatus | |||||
Diceraeus melacanthus | ||||||
PASTAGEM | Cupim | Cornitermes cumulans | 58-175 | - | 500 | |
SOJA | Lagarta-elasmo | Elasmopalpus lignosellus | 116 | 70 | 300 | |
Tamanduá-da-soja | Sternechus subsignatus | |||||
Cupim-de-montículo | Procornitermes triacifer | 58 - 116 | 35 - 70 | |||
Mosca-Branca | Bemisia tabaci raça B | 116 - 175 | 70 - 105 | |||
Torrãozinho | Aracanthus mourei | 29 - 40 | 17 - 24 | |||
SORGO | Percevejo-barriga- verde | Dichelops melacanthus | 175 - 290 | - | 300 | |
Cigarrinha-do-milho | Dalbulus maidis | - | 46 | |||
Pulgão-dos-cereais | Rhopalosiphum maidis | 40 | - | |||
TRIGO | Percevejo-barriga- verde | Dichelops furcatus | 58 - 87 | - | 500 | |
Pulgão-verde-dos- cereais | Rhopalosiphum graminum | 29 - 40 | - | |||
CULTURAS | DOENÇAS | DOSE (PRODUTO COMERCIAL) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
NOME COMUM | NOME ESPECÍFICO | |||
5,83 – 8,75 mL/1000 | CRUISER 600 FS deve ser usado uma única vez, exclusivamente para tratamento industrial de propágulos vegetativos, pelo fornecedor do produto, antes do plantio. | |||
propágulos, não | ||||
excedendo a dose de 700 | ||||
CANA-DE- AÇÚCAR (Propágulos Vegetativos) | Cupim | Procornitermes triacifer | mL/ha. Solicitar a utilização da dose máxima sempre que o nível de infestação for alto e/ou quando for área | |
de primeiro plantio ou pós | ||||
pastagem. | ||||
* Dose de produto comercial por 100 kg de sementes.
** Na recomendação de doses por hectare, adotar preferencialmente as quantidades de sementes suficientes para plantio de um hectare de área:
Algodão: Média de 14 kg de sementes/ha;
Milho: Média de 20 kg de sementes/ha ou 60.000 sementes/ha; Soja: Média de 60 kg de sementes/ha.
Cruiser 600 FS além do controle de pragas, por apresentar efeito bioativador, pode melhorar o desenvolvimento das plantas, como a velocidade de emergência, sistema radicular e parte aérea, o que poderá resultar em incremento de produtividade e qualidade do produto final.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Eutinobothrus brasiliensis | Broca-da-raiz, Broca-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Amendoim | Enneothrips flavens | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-bronzeamento | Ver detalhes |
| Arroz | Oryzophagus oryzae | Bicheira-da-raiz-do-arroz, Gorgulho-aquático-do-arroz | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Procornitermes triacifer | Cupim, Cupim-de-monte, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Cevada | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-da-espiga, Pulgão-verde, Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Girassol | Aphis gossypii | pulgão | Ver detalhes |
| Milho | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Pastagens | Cornitermes cumulans | Cupim | Ver detalhes |
| Soja | Sternechus subsignatus | Gorgulho-da-soja, Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
| Sorgo | Dichelops melacanthus | percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Trigo | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-da-espiga, Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
Utilizar equipamentos que propiciem uma distribuição uniforme da calda sobre as sementes. Existem máquinas específicas para tratamento de sementes fornecidas pelos seguintes fabricantes:
Momesso, MecMaq, Niklas, Gustafson, etc. Consulte um Engenheiro Agrônomo.
Os mecanismos dosadores e pulverizadores destes equipamentos devem ser revisados e limpos diariamente ou a cada parada do equipamento. Resíduos de calda podem reduzir a capacidade das canecas ou copos dosadores ou afetar a regulagem de bicos e ou mecanismos de aplicação da calda sobre as sementes.
Com equipamentos de tratamento de batelada ou lotes, dos tipos Amazone Transmix, MecMaq Tratec, Arktos Africa, tambores rotativos, betoneiras e/ou similares:
Com equipamentos de tratamento com fluxo contínuo de sementes:
Aferir periodicamente o fluxo de sementes e de calda, a fim de evitar erros na aplicação.
Não tratar as sementes diretamente sobre lonas, sacos ou mesmo nas caixas de sementes das máquinas semeadoras.
A utilização de meios de tratamento de sementes que provoquem uma distribuição incompleta ou desuniforme do produto sobre as sementes pode resultar em níveis indesejados ou falhas no controle de pragas.
CULTURA | DIAS |
ALGODÃO | Não determinado devido à modalidade de emprego. (Tratamento de sementes) |
AMENDOIM | |
ARROZ | |
CEVADA | |
FEIJÃO | |
GIRASSOL | |
MILHO | |
PASTAGEM | |
SOJA | |
SORGO | |
TRIGO | |
CANA-DE-AÇÚCAR | Não determinado devido à modalidade de emprego (tratamento de propágulos vegetativos – mudas) |
Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada e não manuseiem as sementes tratadas sem Equipamento de Proteção Individual.
Cultura | Pragas | Dose* | Número, Época e Intervalo de Aplicações | Volume de Calda | |
Nome Comum (Nome Científico) | mL p.c/100 kg sementes (g i.a/100 kg de sementes) | L p.c/ha** (g i.a/ha) | |||
Arroz | Pulgão-das-raízes (Rhopalosiphum rufiabdominale) | 50 – 100 (17,5 – 35) | 0,05 – 0,1 (17,5 – 35) | Realizar uma única aplicação em tratamento de sementes. | 1,5L /100 kg de sementes |
Observação: Recomenda-se fazer, antes do plantio, na preparação do solo, um bom revolvimento do mesmo para promover um controle cultural da praga. Usar a maior dose recomendada quando houver histórico de ocorrência da praga recomendada acima, nas áreas onde será semeada a cultura. Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via tratamento de sementes por ciclo da cultura corresponde a uma aplicação de 35 g i.a./ha de tiametoxam. | |||||
*p.c. = produto comercial (1 litro de produto comercial= 350 g de tiametoxam); i.a. = ingrediente ativo. **Baseado nas seguintes quantidades de sementes/ha, kg/ha: Arroz: 100
Cultura | Pragas | Dose* | Número, Época e Intervalo de Aplicações | Volume de Calda | |
Nome Comum (Nome Científico) | mL p.c/100 kg sementes (g i.a/100 kg de sementes) | L p.c/ha** (g i.a/ha) | |||
Amendoim | Tripes-do- bronzeamento (Enneothrips flavens) | 150 (52,5) | 0,15 (52,5) | Realizar uma única aplicação em tratamento de sementes. | 0,3L /100 kg de sementes |
Observação: tratar as sementes para semear em áreas com histórico de ocorrência da praga recomendada acima. Fazer uso de equipamentos defletores, acoplados a semeadora, para reduzir a deriva de poeira do tratamento em áreas adjacentes. Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via tratamento de sementes por ciclo da cultura corresponde a uma aplicação de 52,5 g i.a./ha de tiametoxam. | |||||
*p.c. = produto comercial (1 litro de produto comercial= 350 g de tiametoxam); i.a. = ingrediente ativo. **Baseado nas seguintes quantidades de sementes/ha, kg/ha: Amendoim: 100
Cultura | Pragas | Dose* | Número, Época e Intervalo de Aplicações | Volume de Calda | |
Nome Comum (Nome Científico) | mL p.c/100 kg sementes (g i.a/100 kg de sementes) | L p.c/ha** (g i.a/ha) | |||
Cevada | Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopalosiphum graminum) | 70 (24,5) | 0,105 (36,75) | Realizar uma única aplicação em tratamento de sementes. | 0,5L /100 kg de sementes |
Observação: tratar as sementes para semear em áreas com histórico de ocorrência da praga recomendada acima. Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via tratamento de sementes por ciclo da cultura corresponde a uma aplicação de 36,75 g i.a./ha de tiametoxam. | |||||
*p.c. = produto comercial (1 litro de produto comercial= 350 g de tiametoxam); i.a. = ingrediente ativo. **Baseado nas seguintes quantidades de sementes/ha, kg/ha: Cevada: 150
Cultura | Pragas | Dose* | Número, Época e Intervalo de Aplicações | Volume de Calda | |
Nome comum (Nome Científico) | mL p.c/ 60.000 sementes (g i.a/60.000 sementes) | L p.c/ha** (g i.a/gha) | |||
Milho | Cigarrinha-das- pastagens (Deois flavopicta) | 80 (28) | 0,08 (28) | Realizar uma única aplicação em tratamento de sementes. | 0,5 a 0,8L/100 kg de sementes |
Cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) | |||||
Percevejo-barriga-verde (Dichelops furcatus) | 120 (42) | 0,12 (42) | |||
Broca-do-colo (Elasmopalpus lignosellus) | |||||
Coró (Liogenys fuscus) | |||||
Observação: Em áreas de histórico de alta infestação de percevejo-barriga-verde ou adjacentes a matas, monitorar a lavoura no início do desenvolvimento da cultura e, caso seja necessário, complementar a aplicação com inseticida registrado para a cultura e praga em questão. Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via tratamento de sementes por ciclo da cultura corresponde a uma aplicação de 42 g i.a./ha de tiametoxam. | |||||
*p.c. = produto comercial (1 litro de produto comercial= 350 g de tiametoxam); i.a. = ingrediente ativo. **Baseado nas seguintes quantidades de sementes/ha, kg/ha: Milho: 20 (60.000 sementes/ha).
Cultura | Pragas | Dose* | Número, Época e Intervalo de Aplicações | Volume de Calda | |
Nome comum (Nome Científico) | mL p.c/ 100kg sementes (g i.a/100kg sementes) | L p.c/ha** (g i.a/gha) | |||
Broca-do-colo (Elasmopalpus lignosellus) | 200 (70) | 0,1 (35) | |||
Tamanduá-da-soja Bicudo-da-soja (Sternechus subsignatus) | |||||
Soja | Torrãozinho (Aracanthus mourei) | 50 – 70 (17,5 – 24,5) | 0,025 - 0,035 (8,75 - 12,25) | Realizar uma única aplicação em tratamento de sementes. | 0,5L/100 kg de sementes |
Cupim-de-montículo (Procornitermes triacifer) | 100 – 200 (35 – 70) | 0,05 – 0,1 (17,5 – 35) | |||
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 150 - 300 (52,5 - 105) | 0,075 - 0,15 (26,25 - 52,5) | |||
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 200 – 300 (70 – 105) | 0,1 – 0,15 (35 – 52,5) | |||
Coró, Bicho-bolo Pão-de-galinha (Liogenys fuscus) | 300 (105) | 0,15 (52,5) | |||
Observação: usar a maior dose recomendada quando houver histórico de ocorrência das pragas descritas acima, nas áreas onde será semeada a cultura. | |||||
Fazer uso de equipamentos defletores, acoplados a semeadora, para reduzir a deriva de poeira do tratamento em áreas adjacentes. | |||||
Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via tratamento de sementes por ciclo da cultura corresponde a uma aplicação de 52,5 g i.a./ha de tiametoxam. | |||||
*p.c. = produto comercial (1 litro de produto comercial= 350 g de tiametoxam); i.a. = ingrediente ativo. **Baseado nas seguintes quantidades de sementes/ha, kg/ha: Soja: 50
Cultura | Pragas | Dose* | Número, Época e Intervalo de Aplicações | Volume de Calda | |
Nome Comum (Nome Científico) | mL p.c/100 Kg sementes (g i.a/100 Kg de sementes) | L p.c/ha** (g i.a/ha) | |||
Sorgo | Percevejo-barriga- verde (Dichelops melacanthus) | 300 – 500 (105 – 175) | 0,03 – 0,05 (10,5 – 17,5) | Realizar uma única aplicação em tratamento de sementes. | 0,5L /100 kg de sementes |
Observação: a dose maior deverá ser usada em locais de alta infestação e em áreas de plantio direto, onde ocorrem infestações maiores, devido ao favorecimento da manutenção e estabelecimento dos percevejos em virtude da cobertura vegetal que se estabelece nessas áreas. Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via tratamento de sementes por ciclo da cultura corresponde a uma aplicação de 17,5 g i.a./ha de tiametoxam. | |||||
*p.c. = produto comercial (1 litro de produto comercial= 350 g de tiametoxam); i.a. = ingrediente ativo. **Baseado nas seguintes quantidades de sementes/ha, kg/ha: Sorgo: 10
Cultura | Pragas | Dose* | Número, Época e Intervalo de Aplicações | Volume de Calda | |
Nome comum Nome Científico | mL p.c/ 100 kg sementes (g i.a/100 kg sementes) | L p.c/ha** (g i.a/gha) | |||
Trigo | Pulgão-da-espiga Rhopalosiphum graminum | 50 – 70 (17,5 a 24,5) | 0,075 – 0,105 (26,25 – 36,75) | Realizar apenas uma aplicação em tratamento de sementes | 500 mL/100Kg de sementes |
Observação: Usar maior dose para as variedades suscetíveis ao VNAC (Vírus do Nanismo Amarelo da Cevada). Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via tratamento de sementes por ciclo da cultura corresponde a uma aplicação de 36,75 g i.a./ha de tiametoxam. | |||||
*p.c. = produto comercial (1 litro de produto comercial= 350 g de tiametoxam); i.a. = ingrediente ativo.**Baseado nas seguintes quantidades de sementes/ha, kg/ha: Trigo: 150
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Eutinobothrus brasiliensis | Broca-da-raiz, Broca-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Amendoim | Enneothrips flavens | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-bronzeamento | Ver detalhes |
| Arroz | Procornitermes triacifer | Cupim-de-monte, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Cevada | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-da-espiga, Pulgão-verde, Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Milho | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Soja | Sternechus subsignatus | Gorgulho-da-soja, Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
| Sorgo | Dichelops melacanthus | percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Trigo | Dichelops furcatus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
O tratamento de sementes pode ser efetuado em tambores rotativos ou em máquinas específicas. O tratamento é feito via úmida, diluindo-se a dose recomendada do inseticida em um volume de calda específico para cada cultura. No caso particular dos tambores rotativos, proceder a mistura durante 3 minutos, para que ocorra uma perfeita uniformização do inseticida sobre a superfície das sementes. As sementes tratadas deverão ser semeadas em solo úmido que garanta germinação e emergência uniforme. Obedecer às recomendações oficiais de profundidade de semeadura.
Utilizar equipamentos específicos que propiciem uma distribuição uniforme da dose desejada sobre as sementes.
Os mecanismos dosadores e pulverizadores destes equipamentos devem ser revisados e limpos diariamente ou a cada parada do equipamento. Resíduos de calda podem reduzir a capacidade das canecas ou copos dosadores ou afetar a regulagem de bicos e ou mecanismos de aplicação de calda sobre as sementes.
Com equipamentos de tratamento de bateladas ou lotes, tambores rotativos, betoneiras e/ou similares:
Com equipamentos de tratamento com fluxo contínuo de sementes:
Importante:
Aferir, periodicamente, o fluxo de sementes e de calda a fim de evitar erros na aplicação.
Não tratar sementes diretamente sobre lonas, sacos ou mesmo nas caixas de sementes das máquinas semeadoras.
A utilização de meios de tratamento de sementes que provoquem uma distribuição incompleta ou desuniforme do produto sobre as sementes pode resultar em níveis indesejáveis ou falhas no controle de pragas.
O tratamento deverá ser efetuado em local arejado e específico para esse fim, utilizar somente sementes limpas (livres de poeira e impurezas) e de boa qualidade (alto poder germinativo e bom vigor).
CULTURA | DIAS |
Arroz | Não determinado devido à modalidade de emprego |
Amendoim | |
Cevada | |
Milho | |
Soja | |
Sorgo | |
Trigo |
Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada.
INSTRUÇÕES DE USO:
Culturas | Alvos biológicos (Pragas e Doenças) Nome comum (Nome científico) | Doses Produto Comercial: Kg/ha ou g/100L (Ingrediente Ativo: Kg/ha ou g/100L) | Volume de Calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Intervalo entre as aplicações (Em dias) |
Algodão | Curuquerê (Alabama argillacea) | 1,0-1,5 kg/ha (0,5 - 0,75 kg i.a./ha) | Terrestre: 300 – 400 Aérea: 10 - 20 | 2 | 7 |
Broca-do-algodoeiro (Eutinobothrus brasiliensis) | |||||
Lagarta-mede-palmo (Trichoplusia ni) | |||||
Bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis) | 0,5 - 1,0 Kg/ha (0,25 - 0,5 Kg i.a./ha) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Curuquerê, Broca-do-algodoeiro e Lagarta-mede-palmo: Iniciar as aplicações quando se atingir o nível de dano econômico e não ultrapassar de duas aplicações seguidas. Repetir as aplicações conforme ocorrer a reinfestação. Bicudo-do-algodoeiro: Iniciar as aplicações assim que observar o aparecimento dos primeiros insetos adultos na lavoura e reaplicar com intervalo de 7 dias, sempre que atingir de 2 a 5% de ataque nos botões florais, totalizando duas aplicações de THIOBEL 500 no ciclo da cultura. | |||||
Batata | Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 250 g/100 L de água (125 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 400 – 600 | 3 | 7 |
Mosca-minadora (Liriomyza sativae) | |||||
Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | 10 | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: As aplicações devem ser iniciadas aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalos de 7 ou 10 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme ocorrer a reinfestação. | |||||
Café | Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) | 0,8 - 1,0 kg/ha (0,4 - 0,5 kg i.a./ha) | Terrestre: 200 - 400 | 2 | 30 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: As aplicações devem ser iniciadas aos primeiros indícios do aparecimento da praga, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalo de 30 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme ocorrer a reinfestação. Usar espalhante adesivo. | |||||
Culturas | Alvos biológicos (Pragas e Doenças) Nome comum (Nome científico) | Doses Produto Comercial: Kg/ha ou g/100L (Ingrediente Ativo: Kg/ha ou g/100L) | Volume de Calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Intervalo entre as aplicações (Em dias) |
Couve | Lagarta-da-couve; Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 120 g/100L de água (60 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 1000 | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: As aplicações devem ser iniciadas aos primeiros indícios do aparecimento da praga, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalo de 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme ocorrer a reinfestação. | |||||
Crisântemo | Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 120 g/100L d’água (60 g i.a./100L d’água) | Terrestre: 1000 - 1500 | 3 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: As aplicações devem ser iniciadas aos primeiros indícios do aparecimento da praga, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalo de 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme ocorrer a reinfestação. | |||||
Feijão | Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 175 g/100 L de água (87,5 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 300 Aérea: 10 - 20 | 3 | 7 |
Ferrugem (Uromyces appendiculatus) | 300 g/100 L de água (150 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 500 Aérea: 10 - 20 | |||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: As aplicações devem ser iniciadas aos primeiros indícios do aparecimento da praga, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalo de 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme ocorrer a reinfestação. | |||||
Maracujá | Lagarta-das-folhas (Dione juno juno) | 120 g/100 L de água (60 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 1000 | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: As aplicações devem ser iniciadas aos primeiros indícios do aparecimento da praga, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalo de 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme ocorrer a reinfestação. | |||||
Melancia | Mosca-minadora (Liriomyza sativae) | 1,0 - 1,5 kg/ha (0,5 - 0,75 kg i.a./ha) | Terrestre: 400 - 800 | 3 | 7 |
Pulgão-das-inflorescências (Aphis gossypii) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: As aplicações devem ser iniciadas aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalo de 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme ocorrer a reinfestação. | |||||
Culturas | Alvos biológicos (Pragas e Doenças) Nome comum (Nome científico) | Doses Produto Comercial: Kg/ha ou g/100L (Ingrediente Ativo: Kg/ha ou g/100L) | Volume de Calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Intervalo entre as aplicações (Em dias) |
Melão | Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 200 - 250 g/100 L de água (100 - 125 g i.a./100L de água) | Terrestre: 500 - 1000 | 3 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: As aplicações devem ser iniciadas aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalo de 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme ocorrer a reinfestação. | |||||
Pepino | Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 150 g/100 L de água (75 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 1000 | 2 | 7 |
Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 200 - 250 g/100 L de água (100 - 125 g i.a./100L de água) | Terrestre: 800 | |||
Tripes (Thrips tabaci) | 250 g/100 L de água (125 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 600 | |||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: As aplicações devem ser iniciadas aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalo de 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme ocorrer a reinfestação. | |||||
Soja | Ferrugem-asiática (Phakopsora pachyrhizi) | 0,75 - 1,5 kg/ha (0,375 - 0,75 kg i.a./ha) | Terrestre: 100 – 200 Aérea: 20 - 40 | 3 | 7 - 10 |
Mancha-parda (Septoria glycines) | 7 | ||||
Crestamento foliar (Cercospora kikuchii) | |||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci biótipo B) | 1,0 - 1,5 kg/ha (0,5 - 0,75 kg i.a./ha) | ||||
Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Para o controle da Ferrugem-asiática (Phakopsora pachyrhizi) iniciar a aplicação preventivamente ao aparecimento da doença, adicionando adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose de 0,5 % v/v, quando as plantas estiverem entre o estádio Vn (final do estádio vegetativo) até R1 (início do florescimento); realizar 3 aplicações com intervalo máximo de 7 a 10 dias; A definição da dose e a escolha do intervalo, deve ser baseado no monitoramento da lavoura e o acompanhamento da evolução da doença na região e se as condições climáticas estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença deve-se diminuir o intervalo entre as aplicações e utilizar a maior dose. Continuar as aplicações com 7 a 14 dias de intervalo utilizando outros produtos recomendados para controle da ferrugem, rotacionando e/ou alternando os modos de ação dos fungicidas, sejam eles de sítio de ação específico ou multissítio, respeitando sempre as estratégias de manejo de resistência do FRAC. | |||||
Culturas | Alvos biológicos (Pragas e Doenças) Nome comum (Nome científico) | Doses Produto Comercial: Kg/ha ou g/100L (Ingrediente Ativo: Kg/ha ou g/100L) | Volume de Calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Intervalo entre as aplicações (Em dias) |
Para o controle de Mancha-parda (Septoria glycines) e Crestamento foliar (Cercospora kikuchii) iniciar a aplicação preventivamente ao aparecimento da doença, adicionando adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose de 0,5 % v/v, quando as plantas estiverem entre o estádio Vn (final do estádio vegetativo) até R1 (início do florescimento); realizar 3 aplicações com intervalo de 7 dias; A definição da dose e a escolha do intervalo, deve ser baseado no monitoramento da lavoura e o acompanhamento da evolução da doença na região e se as condições climáticas estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença deve-se diminuir o intervalo entre as aplicações e utilizar a maior dose. Deverá seguir as recomendações referente ao controle da Ferrugem. Caso haja necessidade intercalar com fungicidas de outros grupos químicos. Para o controle da Mosca-branca (Bemisia tabaci biótipo B), realizar até 3 aplicações, com intervalo de 7 dias entre elas, devendo-se iniciar as aplicações no início da infestação, quando constatar os primeiros adultos na cultura. Manter a lavoura monitorada e reaplicar se houver reinfestação. Para o controle da Lagarta-falsa-medideira, Chrysodeixis includens, realizar até 3 aplicações, com intervalo de 7 dias entre elas, devendo-se iniciar as aplicações no início da infestação da praga. A maior dose deverá ser utilizada quando a praga estiver presente em alta infestação e em estágios larvais mais avançados, maiores que 1cm. Manter a lavoura monitorada e reaplicar se houver reinfestação. Para as instruções acima, devem ser alternadas com outros inseticidas ou fungicidas de grupos químicos diferentes (mecanismo de ação diferente) para a prevenção e gerenciamento da resistência e controle. | |||||
Tomate | Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 250 g/100 L de água (125 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 400 - 600 | 3 | 7 |
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | |||||
Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: As aplicações devem ser iniciadas aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando-se as plantas até o seu ponto de escorrimento, prosseguindo-se com intervalo de 7 dias, dependendo do grau de infestação e condições da planta. Repetir as aplicações conforme ocorrer a reinfestação. | |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Couve | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Crisântemo | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Feijão | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Girassol | Chlosyine lacinia saundersii | Lagarta-do-girassol, Lagarta-preta-das-folhas | Ver detalhes |
| Maracujá | Dione juno juno | Lagarta-das-folhas, Lagarta-do-maracujazeiro | Ver detalhes |
| Melancia | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Melão | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Pepino | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci biótipo B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tomate | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia adultera | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do mesmo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Para melhor preparação da calda, deve-se
abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto THIOBEL 500 de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.
Antes de qualquer aplicação, verifique se o equipamento está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Recomendamos manter equipamentos de aplicação, bicos, barra e medidores de pressão sempre calibrados, em perfeito estado, visando uma aplicação correta e segura, procurando obter uma cobertura uniforme da parte aérea da planta.
Aplicação Terrestre
Equipamentos Costais (manuais ou motorizados): Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização de jato plano duplo, calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Equipamento estacionário manual: Utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica dotadas de pré orifício, calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante de modo a não prejudicar a formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a pistola de evitando a concentração de calda em um único ponto.
Pulverizadores de barra ou autopropelidos: Para essa modalidade de aplicação deve-se utilizar pulverizador de barra tratorizado, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produziam jatos plano comum ou cônico vazio, visando a produção de gotas médias para cobertura das plantas de maneira uniforme em toda a área.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores
apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
Aplicação aérea
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão, altura e velocidade na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação Municipal, Estadual e Federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Batata, Tomate, Café, Feijão, Algodão, Couve e Maracujá....................... | 14 dias |
Melão, Melancia e Pepino........................................................................ | 03 dias |
Soja.......................................................................................................... | 28 dias |
Crisântemo............................................................................................... | UNA = Uso não alimentar |
Não entre na área em que o produto foi aplicado, antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

