CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | RECOMENDAÇÕES DE USO | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | |||
Algodão | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 750 a 1500 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações, quando for constatado no máximo 10% de plantas com presença do ácaro. Se necessário, reaplicar com intervalo de 5 dias. | 4 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Bicudo (Anthonomus grandis) | Realizar monitoramento constante. Aplicar logo no início das infestações, quando atingir no máximo 5% de botões florais atacados. Se necessário, reaplicar com intervalo de 5 dias. | ||||
Pulgão-do- algodoeiro (Aphis gossypii) | 200 a 300 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar quando atingir de 5 a 10% de plantas atacadas, que se caracteriza quando houver pelo menos uma colônia em formação. Em áreas com cultivares susceptíveis a “doença azul”, realizar aplicação quando atingir de 3 a 5 % de plantas atacadas pelo pulgão. Se necessário, reaplicar com intervalo de 5 dias. | |||
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 400 a 800 mL/ha | Recomenda-se realizar monitoramento constante da praga na cultura. Realizar aplicação quando for observado o início de infestação de adultos na área, ou conforme a população atingir o nível de dano na cultura. Se necessário, reaplicar com intervalo de 5 dias. | |||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 500 a 750 mL/ha | Realizar monitoramento constante e realizar a aplicação no início da infestação. Se necessário, reaplicar com intervalo de 5 dias. | |||
Amendoim | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 400 a 600 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura, realizar aplicação quando for observado o início da infestação de adultos na área, ou conforme nível de infestação na cultura. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. Utilizar a dose menor em condições de menor infestação da praga. Em maiores infestações da praga, utilizar a maior dose. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Arroz / Arroz irrigado | Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 600 a 800 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura, realizar aplicação quando for observado o início da infestação de lagartas pequenas. | 1 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | |||||
Percevejo-do- arroz (Oebalus poecilus) | Inspecionar periodicamente a lavoura, realizar aplicação quando for observado o início da infestação. | ||||
Percevejo-do- colmo (Tibraca limbativentris) | |||||
Aveia | Percevejo- Barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 a 500 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura através de batidas de pano, no mínimo uma vez por semana. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Repetir a aplicação 7 dias após a primeira aplicação, não ultrapassando o limite máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 400 a 500 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. | 1 | ||
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 300 a 600 mL/ha | ||||
Pulgão-verde- dos-cereais (Rhopalosiphum graminum) | 200 a 400 mL/ha | ||||
Café | Broca-do-café (Hypothenemus hampei) | 500 a 1500 mL/ha | Realizar monitoramento da praga, avaliando no mínimo 100 frutos por talhão. Realizar uma aplicação no início do desenvolvimento dos frutos, em novembro ou dezembro, quando o nível de infestação atingir 5% de frutos brocados. Utilizar a maior dose quando o cafeeiro tiver grande densidade vegetativa. | 2 | Terrestre: 400 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Bicho-mineiro-do- café (Leucoptera coffeella) | 750 a 1250 mL/ha | Realizar monitoramento da praga constantemente. Realizar uma aplicação quando o nível de infestação atingir 3% de folhas minadas com larvas vivas, em janeiro ou fevereiro. Utilizar a maior dose quando o cafeeiro tiver grande densidade vegetativa. | |||
Centeio | Percevejo- Barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 a 500 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura através de batidas de pano, no mínimo uma vez por semana. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Repetir a aplicação 7 dias após a primeira aplicação, não ultrapassando o limite máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 400 a 500 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. | 1 | ||
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 300 a 600 mL/ha | ||||
Pulgão-verde- dos-cereais (Rhopalosiphum graminum) | 200 a 400 mL/ha |
Cevada | Percevejo- Barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 a 500 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura através de batidas de pano, no mínimo uma vez por semana. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Repetir a aplicação 7 dias após a primeira aplicação, não ultrapassando o limite máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 400 a 500 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. | 1 | ||
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 300 a 600 mL/ha | ||||
Pulgão-verde- dos-cereais (Rhopalosiphum graminum) | 200 a 400 mL/ha | ||||
Ervilha | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 400 a 600 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura, realizar aplicação quando for observado o início da infestação de adultos na área, ou conforme nível de infestação na cultura. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. Utilizar a dose menor em condições de menor infestação da praga. Em maiores infestações da praga, utilizar a maior dose. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Feijão | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 400 a 600 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura, realizar aplicação quando for observado o início da infestação de adultos na área, ou conforme nível de infestação na cultura. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. Utilizar a dose menor em condições de menor infestação da praga. Em maiores infestações da praga, utilizar a maior dose. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Percevejo- marrom (Euschistus heros) | 500 mL/ha | Realizar monitoramento constante e realizar a aplicação no início da infestação. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. | Terrestre: 150 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha | ||
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 300 a 400 mL/ha | Realizar monitoramento da praga e iniciar as aplicações no início da infestação. Utilizar dose maior em caso de alta incidência da praga. Se necessário, reaplicar em 7 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por safra. | |||
Feijão-caupi | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 400 a 600 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura, realizar aplicação quando for observado o início da infestação de adultos na área, ou conforme nível de infestação na cultura. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. Utilizar a dose menor em condições de menor infestação da praga. Em maiores infestações da praga, utilizar a maior dose. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Fumo | Pulga-do-fumo (Epitrix fasciata) | 2000 a 3000 mL/ha | Realizar aplicação via esguicho (“drench”), 30 dias após o transplantio das mudas de fumo. | 1 | Terrestre: 20 mL/planta (300 L/ha) |
Milheto | Percevejo- barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 a 500 mL/ha | Realizar aplicação logo após a emergência do milheto quando for constatada a presença da praga. Em áreas de histórico e de maior pressão, deve-se utilizar a maior dose. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | Realizar monitoramento constante e aplicar impreterivelmente sobre as lagartas ainda pequenas ou quando estiverem causando danos iniciais de raspagem nas folhas. Aplicar, no máximo, quando houver 20% de plantas com os sintomas de raspagem nas folhas. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. | Terrestre: 150 a 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha | |||
Milho | Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | 300 a 500 mL/ha | Realizar aplicação no início da ocorrência da praga. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Percevejo- barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 a 500 mL/ha | Realizar aplicação logo após a emergência do milho quando for constatada a presença da praga. Em áreas de histórico e de maior pressão, deve-se utilizar a maior dose. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. | |||
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | Realizar monitoramento constante e aplicar impreterivelmente sobre as lagartas ainda pequenas ou quando estiverem causando danos iniciais de raspagem nas folhas. Aplicar, no máximo, quando houver 20% de plantas com os sintomas de raspagem nas folhas. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. | Terrestre: 150 a 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha | |||
Cigarrinha-do- milho (Dalbulus maidis) | 500 mL/ha | Realizar aplicação com a presença dos insetos na área, ou seja, no início das infestações. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha | ||
Rosa | Pulgão-roxo-da- roseira (Macrosiphum rosae) | 2,5 a 5,0 mL /100 L de água | Realizar monitoramento constante para verificar a ocorrência da praga. Realizar aplicação no início da ocorrência da praga. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. | 1 | Terrestre: 500 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Soja | Mosca-branca (Bemisia tabaci Raça B) | 400 a 500 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura, realizar aplicação quando for observado o início de infestação de adultos na área, ou conforme nível de infestação na cultura. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. Utilizar a dose menor em condições de menor infestação da praga. Em maiores infestações da praga, utilizar a maior dose. | 2 | Terrestre: 150 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Percevejo- marrom (Euschistus heros) | 500 a 900 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura através de batidas de pano, no mínimo uma vez por semana. Recomenda-se realizar a batida de pano em um metro linear de um lado da fileira de soja nos momentos mais frescos do dia. Realizar aplicação quando for observado o início de infestação. No máximo dois percevejos maiores que 0,4 cm por metro linear em áreas de produção de grãos e no máximo um percevejo maior que 0,4 cm em áreas de produção de sementes. Utilizar a dose menor em condições de menor infestação da praga. Em maiores infestações da praga, utilizar a maior dose. | 1 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Lagarta-das- vagens (Spodoptera eridania) | 500 a 900 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. | |||
Tamanduá-da- soja (Sternechus subsignatus) | 400 a 600 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar logo no início das infestações. | Terrestre: 150 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha | ||
Sorgo | Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | 400 a 500 mL/ha | Realizar aplicação no início da ocorrência da praga. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | Realizar monitoramento constante e aplicar impreterivelmente sobre as lagartas ainda pequenas, ou quando estiverem causando danos iniciais de raspagem nas folhas. Aplicar no máximo quando houver 20% de plantas com os sintomas de raspagem nas folhas. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. | Terrestre: 150 a 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha | |||
Trigo | Percevejo- Barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 a 500 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura através de batidas de pano, no mínimo uma vez por semana. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Repetir a aplicação 7 dias após a primeira aplicação, não ultrapassando o limite máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 400 a 500 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. | 1 | ||
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 300 a 600 mL/ha | ||||
Pulgão-verde- dos-cereais (Rhopalosiphum graminum) | 200 a 400 mL/ha | ||||
Triticale | Percevejo- Barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 a 500 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura através de batidas de pano, no mínimo uma vez por semana. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Repetir a aplicação 7 dias após a primeira aplicação, não ultrapassando o limite máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 400 a 500 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. | 1 | ||
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 300 a 600 mL/ha | ||||
Pulgão-verde- dos-cereais (Rhopalosiphum graminum) | 200 a 400 mL/ha |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Arroz | Pseudaletia sequax | Lagarta-da-panícula | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Oebalus poecilus | Ver detalhes | |
| Aveia | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Café | Hypothenemus hampei | Broca-do-café | Ver detalhes |
| Centeio | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Cevada | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Ervilha | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijão | Euschistus heros | Percevejo-marrom | Ver detalhes |
| Feijão-caupi | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Fumo | Epitrix fasciata | Pulga-do-fumo, Vaquinha-do-fumo | Ver detalhes |
| Milheto | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Milho | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Rosa | Macrosiphum rosae | Pulgão-grande-da-roseira, Pulgão-roxo-da-roseira | Ver detalhes |
| Soja | Spodoptera eridania | Lagarta-das-folhas, Lagarta-das-vagens | Ver detalhes |
| Sorgo | Rhopalosiphum maidis | Pulgão-do-milho | Ver detalhes |
| Trigo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Triticale | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
Aplicar BOLD; DECISION nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação. Este produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendação para cada cultura.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado.
O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva.
A boa eficiência de aplicação, entre outros fatores, destaca um conjunto de características e ações que devem ser rigorosamente observadas, tais como:
Diluir o produto na dose recomendada por ha em volume de água suficiente para aplicação de
20 mL/planta (aplicação sobre a planta). Usar pulverizador costal (manual ou motorizado) ou equipamento tratorizado corretamente calibrado e adaptado para aplicação no solo limpo.
Realize a aplicação via aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aero agrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Amendoim, Ervilha, Feijão e Feijão-caupi | 14 dias |
Arroz, Arroz irrigado e Soja | 30 dias |
Aveia, Cevada, Centeio, Trigo e Triticale | 15 dias |
Algodão, Milheto, Milho e Sorgo | 7 dias |
Café | 60 dias |
Fumo e Rosa | U.N.A |
U.N.A: Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Alvos biológicos Nome comum/científico | Doses* | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
g p.c./ha | ||||
Amendoim | Mosca branca Bemisia tabaci | 320 - 350 | 150 | 3 |
Tripes Frankliniella schultzei | ||||
Vaquinha verde amarela Diabrotica speciosa | 2 | |||
Arroz | Percevejo grande do arroz Tibraca limbativentris | 320 - 350 | 150 | 1 |
Batata | Vaquinha verde amarela Diabrotica speciosa | 320 | 150 | 3 |
Pulgão verde Myzus persicae | 150 - 250 | 150 | 2 | |
Cana-de-açúcar | Cigarrinha da cana Mahanarva fimbriolata | 715 - 1000 | 200 | 1 |
Feijão | Mosca branca Bemisia tabaci | 320 - 350 | 150 | 3 |
Vaquinha verde amarela Diabrotica speciosa | 2 |
Cultura | Alvos biológicos Nome comum/científico | Doses* | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
g p.c./ha | ||||
Soja | Mosca branca Bemisia tabaci | 320 - 350 | 150 | 3 |
Percevejo barriga verde Dichelops melacanthus | 2 | |||
Percevejo marrom Euschistus heros | ||||
Percevejo verde Nezara viridula | ||||
Percevejo verde pequeno Piezodorus guildinii |
p.c. = produto comercial (1 kg de Entigris® equivale a 220 g i.a Alfa-cipermetrina e 140 g i.a Dinotefuram).
* Utilizar as maiores doses em áreas e/ou períodos de alta incidência da praga ou para se conseguir um maior período de controle.
O uso de adjuvante não iônico a 0,5% v/v pode auxiliar na tecnologia de aplicação em estádios mais desenvolvidos do cultivo (fechamento nas entre linhas).
Caso seja necessário, devido à reinfestação da praga, repetir a aplicação com intervalo de 10 dias, respeitando o período de carência, o número máximo de 3 aplicações durante o ciclo da cultura, as distâncias de bordadura entre a cultura tratada e as áreas adjacentes e os tamanhos de gota recomendados (vide MODO DE APLICAÇÃO).
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Amendoim | Bemisia tabaci | Mosca branca | Ver detalhes |
| Arroz | Tibraca limbativentris | Percevejo, Percevejo-grande-do-arroz | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Mahanarva fimbriolata | Cigarrinha-das-raízes, Cigarrinha-vermelha | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas hospedeiras das pragas-alvo e que produzam gotas médias (=236 a 340 μm). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.
Cultura | Aplicação Terrestre Distância de Bordadura (metros) |
Amendoim | 6 |
Arroz | 6 |
Batata | 5 |
Cana-de-açúcar | 20 |
Feijão | 6 |
Soja | 6 |
Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 L/ha ou 10 a 30 L/ha, quando utilizados bicos centrífugos (atomizadores rotativos)
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem cobertura adequada das plantas hospedeiras e produzam gotas médias (=236 a 340 μm). Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.
Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.
Cultura | Aplicação Aérea Distância de Bordadura (metros) |
Soja | 100 |
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 Km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30ºC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos/culturas. Recomenda- se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
CULTURA | DIAS |
Amendoim | 15 |
Arroz | 14 |
Batata | 3 |
Cana-de-açúcar | 189 |
Feijão | 15 |
Soja | 21 |
Recomenda-se aguardar 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso haja necessidade de entrar na área tratada antes da secagem total da calda aplicada, utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) indicados para uso durante a aplicação.
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
ABACATE | Lagarta-das-folhas (Papilio scamander) | 3 a 4 mL/ 100 L água (30 a 80 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 Pulverização aérea: Mín. 20 | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. |
ABACAXI | Lagarta-das-folhas (Monodes agrotina) | 3 a 4 mL/ 100 L água (30 a 80 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. |
ABÓBORA | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 5 a 10 mL/ 100 L água (20 a 80 ml/ha) | 5 | Pulverização terrestre: 400 a 800 | Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, antes das larvas penetrarem nos frutos, e reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
ABOBRINHA | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 5 a 10 mL/ 100 L água (20 a 80 ml/ha) | 5 | Pulverização terrestre: 400 a 800 | Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, antes das larvas penetrarem nos frutos, e reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
Curuquerê-do- algodoeiro (Alabama argilacea) | 20 mL/ha | Curuquerê: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Bicudo: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Iniciar as aplicações quando o nível de infestação obtido através do monitoramento, atingir de 1 a 2% de botões florais atacados, ou quando for identificado presença de bicudo em armadilhas de monitoramento. Lagarta-das-maçãs: Para controle da lagarta- das-maçãs iniciar as aplicações quando 20% dos ponteiros apresentarem ovos ou 15% dos ponteiros estiverem ameaçados. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 5 dias. Lagarta-rosada: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. | |||
Bicudo (Anthonomus grandis) | 60 mL/ha | Pulverização terrestre: 150 | |||
ALGODÃO | 3 | ||||
Pulverização aérea: Mín. 20 | |||||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens | 80 mL/ha | ||||
Lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella) | 50 mL/ha |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
ALHO | Tripes (Thrips tabaci) | 20 mL/ha | 5 | Pulverização terrestre: 100 a 400 | Tripes: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação na área ou os primeiros sintomas nas folhas, e reaplicar se necessário, de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
AMENDOIM | Tripes-do-amendoim (Enneothrips flavens) | 20 mL/ha | 3 | Pulverização terrestre: 100 a 300 Pulverização aérea: Mín. 20 | Tripes: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação na área ou os primeiros sintomas nas folhas. Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. Lagarta-rosada: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. |
Lagarta-do-pescoço- vermelho (Stegasta bosquella) | 80 mL/ha | ||||
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 60 a 80 mL/ha | ||||
AMORA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 16 mL/ 100 L água (80 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 500 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
ANONÁCEAS | Vaquinha (Diabrotica speciosa) | 60 a 80 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Bicho-furão: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, antes das larvas penetrarem nos frutos. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. |
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | |||||
ARROZ | Bicheira-da-raiz (Oryzophagus oryzae) | 30 mL/ha | 1 | Pulverização terrestre: 150 a 200 | Bicheira-da-raiz: Fazer a aplicação 1 a 2 dias antes da irrigação definitiva. Curuquerê: Recomenda-se monitorar constan-temente a ocorrência da praga na |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Curuquerê-dos- capinzais (Mocis latipes) | 20 a 30 mL/ha | cultura. Fazer a aplicação quando a praga alvo estiver nos estádios iniciais de desenvolvimento larval - lagartas menores que 1,5 cm e antes de se observar desfolha significativa na lavoura. Percevejo: Recomenda-se monitorar constan-temente a ocorrência da praga na cultura. Fazer a aplicação entre os 20 e 30 dias após a emergência ou quando a população de percevejos atingir a densidade de 1 percevejo por m². | |||
Percevejo-grande-do- arroz (Tibraca limbativentris) | 30 mL/ha | ||||
ATEMOIA | Percevejo-escuro (Leptoglossus gonara) | 3 a 4 mL/ 100 L água (30 a 80 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 | Percevejo: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área e reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. |
AVEIA | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 20 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100 a 300 Pulverização aérea: Mín. 20 | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
BATATA | Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 10 a 20 mL/ 100 L água (10 a 80 ml/ha) | 5 | Pulverização terrestre: 100 a 400 Pulverização aérea: Mín. 20 | Larva-minadora: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros ataques nas folhas ou início da infestação. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 60 a 80 mL/ha | ||||
BATATA-DOCE | Vaquinha (Epicauta atomaria) | 20 mL/ha | 5 | Pulverização terrestre: 100 a 400 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
BATATA- YACON | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 20 mL/ha | 5 | Pulverização terrestre: 100 a 400 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
BERINJELA | Broca-pequena-do- fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 5 a 10 mL/ 100 L água (20 a 80 ml/ha) | 5 | Pulverização terrestre: 400 a 800 | Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, intensificando o monitoramento no período de florescimento, quando a praga inicia a oviposição, e reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. | |||||
BETERRABA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 20 mL/ha | 5 | Pulverização terrestre: 100 a 400 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
BRÓCOLIS | Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 6 mL/100 L água (15 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 250 | Curuquerê: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observada a ocorrência dos primeiros adultos na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 10 dias. |
CACAU | Broca-dos-ramos (Stenoma decora) | 3 a 4 mL/ 100 L água (30 a 80 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 Pulverização aérea: Mín. 20 | Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação quando for observada a ocorrência dos primeiros adultos na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. |
CAFÉ | Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) | 20 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 300 a 600 | Bicho-mineiro: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação, quando for observado o início da infestação na área, nos primeiros sintomas de ataque nas folhas. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 20 dias. |
CANOLA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 30 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100 a 300 Pulverização aérea: Mín. 20 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 14 dias. |
CAQUI | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 10 mL/ 100 L água (100 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 1000 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
CEBOLA | Tripes (Thrips tabaci) | 20 mL/ha | 5 | Pulverização terrestre: 100 a 400 | Tripes: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação na área ou os primeiros sintomas nas folhas, e reaplicar se necessário, de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
CENOURA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 20 mL/ha | 5 | Pulverização terrestre: 100 a 400 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. | |||||
CENTEIO | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 20 a 25 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100 a 300 Pulverização aérea: Mín. 20 | Lagarta-do-trigo: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
CEVADA | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 20 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100 a 300 Pulverização aérea: Mín. 20 | Lagarta-do-trigo: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
CHALOTA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 20 mL/ha | 5 | Pulverização terrestre: 100 a 400 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
CHUCHU | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 5 a 10 mL/ 100 L água (20 a 80 ml/ha) | 5 | Pulverização terrestre: 400 a 800 | Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, antes das larvas penetrarem nos frutos, e reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
CITROS | Psilídeo (Diaphorina citri) | 3 - 4 mL/100L (30 a 80 ml/ha) | 6 | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 Pulverização aérea: Mín 20 | Psilídeo: Inspecionar periodicamente a cultura através do monitoramento e pulverizar quando forem constatados os primeiros insetos (adultos ou ninfas). Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 14 dias. |
Cigarrinha-da-CVC (Dilobopterus costalimai) | 4 mL/ 100 L água (40 a 80 ml/ha) | 2 | Cigarrinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos nas brotações. Bicho-furão: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, antes das larvas penetrarem nos frutos. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. | ||
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 3 a 4 mL/ 100 L água (30 a 80 ml/ha) | ||||
COUVE | Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 6 mL/100 L água (15 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 250 | Curuquerê: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observada a ocorrência dos primeiros adultos na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 10 dias. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
COUVE- CHINESA | Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 6 mL/100 L água (15 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 250 | Curuquerê: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observada a ocorrência dos primeiros adultos na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 10 dias. |
COUVE-DE- BRUXELAS | Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 6 mL/100 L água (15 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 250 | Curuquerê: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observada a ocorrência dos primeiros adultos na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 10 dias. |
COUVE-FLOR | Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 6 mL/100 L água (15 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 250 | Curuquerê: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observada a ocorrência dos primeiros adultos na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 10 dias. |
CUPUAÇU | Lagarta-das-folhas (Macrosoma tipulata) | 3 a 4 mL/ 100 L água (30 a 80 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga. com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. |
ERVILHA | Tripes (Thrips tabaci) | 30 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100 a 300 | Tripes: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação na área ou os primeiros sintomas nas folhas, e reaplicar se necessário, de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 14 dias. |
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 60 a 80 mL/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Lagarta-das-maçãs: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar caso necessário, de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 a 10 dias. | |||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 80 mL/ha | ||||
FEIJÃO | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 60 a 80 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100 a 300 Pulverização aérea: Mín. 20 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 10 dias. |
FEIJÕES (Feijão-mungo, Feijão-fava, Feijão-vagem e demais espécies) | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 60 a 80 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100 a 300 Pulverização aérea: Mín. 20 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 10 dias. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
FUMO | Pulga-do-fumo (Epitrix fasciata) | 20 mL/ha | 1 | Pulverização terrestre: 300 | Pulga: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. |
GENGIBRE | Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 20 mL/ha | 5 | Pulverização terrestre: 100 a 400 | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
GERGELIM | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 30 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100 a 300 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 14 dias. |
GIRASSOL | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 30 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100 a 300 Pulverização aérea: Mín. 20 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 14 dias. |
GOIABA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 10 mL/ 100 L água (100 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 1000 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
GRÃO-DE-BICO | Lagarta-das-vagens (Helicoverpa armigera) | 30 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100 a 300 | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga. com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 14 dias. |
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 60 a 80 mL/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Lagarta-das-maçãs: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar caso necessário, de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 a 10 dias. | |||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 80 mL/ha | ||||
GUARANÁ | Tripes (Liothrips adisi) | 3 a 4 mL/ 100 L água (30 a 80 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 Pulverização aérea: Mín. 20 | Tripes: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação na área ou os primeiros sintomas nas folhas, e reaplicar se necessário, de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
INHAME | Lagarta-desfolhadora (Spodoptera litura) | 20 mL/ha | 5 | Pulverização terrestre: 100 a 400 | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga. com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
JILÓ | Broca-pequena-do- fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 5 a 10 mL/ 100 L água (20 a 80 ml/ha) | 5 | Pulverização terrestre: 400 a 800 | Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, intensificando o monitoramento no período de florescimento, quando a praga inicia a oviposição, e reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
KIWI | Traça-dos-frutos (Clarkeulia excerptana) | 3 a 4 mL/ 100 L água (30 a 80 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 | Traça: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, e reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. |
LENTILHA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 60 a 80 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100 a 300 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 10 dias. |
LICHIA | Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 60 a 80 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 | Bicho-furão: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, antes das larvas penetrarem nos frutos, e reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. |
LINHAÇA | Lagarta-falsa- medideira (Rachiplusia nu) | 30 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100 a 300 | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 14 dias. |
MACADÂMIA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 60 a 80 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. |
MAMÃO | Lagarta-das-folhas (Protambulyx strigilis) | 3 a 4 mL/ 100 L água (30 a 80 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 Pulverização aérea: Mín. 20 | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
MAMONA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 30 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100 a 300 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 14 dias. |
MANDIOCA | Mandarová (Erinnyis ello) | 20 mL/ha | 5 | Pulverização terrestre: 100 a 400 Pulverização aérea: Mín. 20 | Mandarová: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área e reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
MANDIOQUINHA- SALSA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 20 mL/ha | 5 | Pulverização terrestre: 100 a 400 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
MANGA | Lagarta-do-fogo (Megalopyge lanata) | 3 a 4 mL/ 100 L água (30 a 80 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 Pulverização aérea: Mín. 20 | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. |
MARACUJÁ | Lagarta-das-folhas (Dione juno juno) | 3 a 4 mL/ 100 L água (30 a 80 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. |
MAXIXE | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 5 a 10 mL/ 100 L água (20 a 80 ml/ha) | 5 | Pulverização terrestre: 400 a 800 | Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, antes das larvas penetrarem nos frutos, e reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
MELANCIA | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 60 a 100 mL/ha | 4 | Pulverização terrestre: 300 a 600 | Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, antes das larvas penetrarem nos frutos. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 60 a 80 mL/ha | Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 a 10 dias. | |||
MELÃO | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 60 a 100 mL/ha | 4 | Pulverização terrestre: 300 a 600 | Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, antes das larvas penetrarem nos frutos. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 a 10 dias. |
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 60 a 80 mL/ha | ||||
MILHETO | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 100 - 150 mL /ha | 2 | Pulverização terrestre: 100-150 Pulverização aérea: Mín. 20 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Percevejo: Inspecionar periodicamente a lavoura e pulverizar no início do desenvolvimento da cultura (até 2 dias após a emergência das plantas de milho) e reaplicar com intervalo de 5 dias após a primeira aplicação. Lagarta-militar: Inspecionar periodicamente a lavoura e aplicar no início da infestação, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares ou quando observadas até 10% de plantas com sintomas de raspagens nas folhas. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERV. APLICAÇÃO: 5 a 7 dias. |
Percevejo-barriga- verde (Dichelops melacanthus) | 100 - 160 mL/ha | ||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
MILHO | Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 100 mL/ha | 3 | Pulverização terrestre: 200 Pulverização aérea: Mín. 20 | Lagarta-rosca: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga. Lagarta-militar: Inspecionar periodicamente a lavoura e aplicar no início da infestação, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares ou quando observadas até 10% de plantas com sintomas de raspagens nas folhas. Percevejo: Inspecionar periodicamente a lavoura e pulverizar no início do desenvolvimento da cultura (até 2 dias após a emergência das plantas de milho) e reaplicar com intervalo de 5 dias após a primeira aplicação. |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 100 – 160 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100-150 |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Percevejo-da-barriga- verde (Dichelops melacanthus) | Pulverização aérea: Mín. 20 | Cigarrinha: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERV. APLICAÇÃO: 5 a 7 dias. | |||
Cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) | 60 a 160 mL/ha | ||||
MIRTILO | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 16 mL/ 100 L água (80 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 500 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
MORANGO | Pulgão-do- morangueiro (Capitophorus fragaefolli) | 16 mL/ 100 L água (80 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 500 | Pulgão: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
NABO | Lagarta-falsa- medideira (Trichoplusia ni) | 20 mL/ha | 5 | Pulverização terrestre: 100 a 400 | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
PEPINO | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 5 a 10 mL/ 100 L água (20 a 80 ml/ha) | 5 | Pulverização terrestre: 400 a 800 | Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, antes das larvas penetrarem nos frutos, e reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
PIMENTA | Broca-pequena-do- fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 5 a 10 mL/ 100 L água (20 a 80 ml/ha) | 5 | Pulverização terrestre: 400 a 800 | Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, intensificando o monitoramento no período de florescimento, quando a praga inicia a oviposição, e reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
PIMENTÃO | Broca-pequena-do- fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 5 a 10 mL/ 100 L água (20 a 80 ml/ha) | 5 | Pulverização terrestre: 400 a 800 | Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, intensificando o monitoramento no período de florescimento, quando a praga inicia a oviposição, e reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
PLANTAS ORNAMENTAIS * | Tripes (Thrips tabaci) | 20 mL/ha | 3 | Pulverização terrestre: 600 a 1000 | Tripes: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. Realizar as aplicações nos primeiros horários da manhã ou então ao final dia. Caso seja detectada a presença de ventos, fechar a estufa para evitar deriva. Observação: O produto é recomendado para os cultivos sob condições de casa-de- vegetação/estufa. | |||||
QUIABO | Lagarta-dos-frutos (Platyedra gossypiela) | 5 a 10 mL/ 100 L água (20 a 80 ml/ha) | 5 | Pulverização terrestre: 400 a 800 | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
RABANETE | Lagarta-falsa- medideira (Trichoplusia ni) | 20 mL/ha | 5 | Pulverização terrestre: 100 a 400 | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
REPOLHO | Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 6 mL/100 L Água (15 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 250 | Curuquerê: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observada a ocorrência dos primeiros adultos na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 10 dias. |
ROMÃ | Percevejo-escuro (Leptoglossus gonagra) | 3 a 4 mL/ 100 L água (30 a 80 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 | Percevejo: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área e reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. |
SOJA | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 15 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 150 Pulverização aérea: Mín. 20 | Lagarta-da-soja: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Percevejos: Inspecionar periodicamente a lavoura com batida de pano e pulverizar em lavouras destinadas a produção de grão quando forem encontrados dois percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano (metro linear) e para lavouras destinadas a produção de sementes, pulverizar quando for encontrado um percevejo (maior que 0,5 cm) por batida de pano (metro linear), considerando uma fileira de plantas. |
Percevejo-da-soja (Nezara viridula) | 30 mL/ha |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 100 - 150 mL/ha | Pulverização terrestre: 100-150 Pulverização aérea: Mín. 20 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Cascudinho: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações ou danos na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERV. APLICAÇÃO: 7 a 10 dias | ||
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | |||||
Cascudinho-da soja (Myochrous armatus) | 50 a 150 mL/ha | ||||
SORGO | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 100 -150 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100-150 Pulverização aérea: Mín. 20 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Percevejo: Inspecionar periodicamente a lavoura e pulverizar no início do desenvolvimento da cultura (até 2 dias após a emergência das plantas de milho) e reaplicar com intervalo de 5 dias após a primeira aplicação. Lagarta-militar: Inspecionar periodicamente a lavoura e aplicar no início da infestação, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares ou quando observadas até 10% de plantas com sintomas de raspagens nas folhas. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERV. APLICAÇÃO: 5 a 7 dias. |
Percevejo-barriga- verde (Dichelops melacanthus) | 100 - 160 mL/ha | ||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
TOMATE | Broca-pequena-do- fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 6 a 10 mL/ 100 L água (24 a 80 ml/ha) | 5 | Pulverização terrestre: 400 a 800 Pulverização aérea: Mín. 20 | Broca-pequena: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, intensificando o monitoramento no período de florescimento, quando a praga inicia a oviposição. Broca-grande: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 a 14 dias. |
Broca-grande-do-fruto (Helicoverpa zea) | 8 a 10 mL/ 100 L água (32 a 80 ml/ha) | ||||
TRIGO | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 20 a 25 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100 a 300 Pulverização aérea: Mín. 20 | Lagarta-do-trigo: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
TRITICALE | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 20 a 25 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100 a 300 Pulverização aérea: Mín. 20 | Lagarta-do-trigo: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
UVA | Lagarta-das-folhas (Eumorpha vitis) | 10 mL/ 100 L água (100 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 1000 | Lagarta: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
Para todas as culturas acima, a menor dose deve ser recomendada no início da infestação ou aparecimento dos primeiros sintomas na área, e a maior dose recomendada em áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque.
* De acordo com a adoção de agrupamento de culturas em plantas ornamentais, consideram-se plantas ornamentais todos os vegetais não-comestíveis, cultivados com finalidade comercial, podendo incluir mudas, plantas cortadas ou envasadas, herbáceas, arbustivas ou arbóreas, destinadas unicamente para ornamentação ou para revestimento de superfícies de solo (ação protetiva) (INC nº 1, de 08/11/2019). Devido ao grande número de espécies e variedades de culturas que podem vir a ser afetadas pelas pragas indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Papilio scamander | Lagarta-das-folhas | Ver detalhes |
| Abacaxi | Monodes agrotina | Lagarta-das-folhas | Ver detalhes |
| Abóbora | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Abobrinha | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Algodão | Heliothis virescens | Lagarta-das-maçãs | Ver detalhes |
| Alho | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Amendoim | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Amora | Diabrotica speciosa | Larva-Alfinete | Ver detalhes |
| Anonáceas | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Arroz | Mocis latipes | Curuquerê-dos-capinzais, Mocis | Ver detalhes |
| Atemóia | Leptoglossus gonara | Percevejo | Ver detalhes |
| Aveia | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Batata yacon | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Batata-doce | Epicauta atomaria | Vaquinha | Ver detalhes |
| Berinjela | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Beterraba | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Brócolis | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Cacau | Stenoma decora | Broca-dos-ramos | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Canola | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Caqui | Diabrotica speciosa | Larva-Alfinete | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Cenoura | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Centeio | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Cevada | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Chuchu | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Citros | Dilobopterus costalimai | Cigarrinha-da-cvc | Ver detalhes |
| Couve | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Ascia monuste orseis | Curuquerê da couve | Ver detalhes |
| Couve-de-bruxelas | Ascia monuste orseis | Curuquerê da couve | Ver detalhes |
| Couve-flor | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Cupuaçu | Macrosoma tipulata | Lagarta-das-folhas | Ver detalhes |
| Ervilha | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Feijão-caupi | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Feijão-fava | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete , Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Feijão-guandu | Diabrotica speciosa | Vaquinha-Verde-Amarela | Ver detalhes |
| Feijão-mungo | Diabrotica speciosa | Vaquinha-Verde-Amarela | Ver detalhes |
| Feijão-vagem | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Fumo | Epitrix fasciata | Pulga-do-fumo, Vaquinha-do-fumo | Ver detalhes |
| Gengibre | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Gergelim | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Girassol | Diabrotica speciosa | vaquinha verde pequeno | Ver detalhes |
| Goiaba | Diabrotica speciosa | Larva-Alfinete | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete , Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Guaraná | Liothrips adisi | Tripes | Ver detalhes |
| Inhame | Spodoptera litura | Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Jiló | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Kiwi | Clarkeulia excerptana | Traça-dos-frutos | Ver detalhes |
| Lentilha | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Lichia | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Linhaça | Rachiplusia nu | Lagarta-medideira | Ver detalhes |
| Macadâmia | Diabrotica speciosa | Larva-Alfinete | Ver detalhes |
| Mamão | Protambulyx strigilis | Lagarta, Lagarta-das-folhas | Ver detalhes |
| Mamona | Diabrotica speciosa | Larva-Alfinete | Ver detalhes |
| Mandioca | Erinnyis ello | Gervão, Mandarová | Ver detalhes |
| Mandioquinha-salsa | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Manga | Megalopyge lanata | Lagarta-de-fogo, Taturana | Ver detalhes |
| Maracujá | Dione juno juno | Lagarta-das-folhas, Lagarta-do-maracujazeiro | Ver detalhes |
| Maxixe | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Melancia | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Melão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Milheto | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete | Ver detalhes |
| Milho | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Mirtilo | Diabrotica speciosa | Larva-Alfinete | Ver detalhes |
| Morango | Capitophorus fragaefolli | Pulgão-do-morangueiro | Ver detalhes |
| Nabo | Trichoplusia ni | Lagarta-medideira | Ver detalhes |
| Pepino | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Pimenta | Neoleucinodes elegantalis | Ver detalhes | |
| Pimentão | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Plantas Ornamentais | Thrips tabaci | Tripes | Ver detalhes |
| Quiabo | Platyedra gossypiela | Lagarta-dos-frutos | Ver detalhes |
| Rabanete | Trichoplusia ni | Lagarta-medideira | Ver detalhes |
| Repolho | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Romã | Leptoglossus gonagra | Percevejo-escuro | Ver detalhes |
| Soja | Nezara viridula | Fede-fede, Percevejo-verde | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Helicoverpa zea | Broca-grande-do-fruto, Broca-grande-do-tomate | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Triticale | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Uva | Eumorpha vitis | Lagarta-das-folhas, Mandarová-da-uva | Ver detalhes |
Pulverização terrestre:
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou autopropelido, providos de pontas que produzam gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno.
Pressão de trabalho: 100 a 400 kPa (costal) e 100 a 800 kPa (equipamentos tratorizados);
Diâmetro de gotas: 200 a 400 µm (micrometro) DMV (diâmetro mediano volumétrico);
Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm2;
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura de pulverização de no mínimo de 50 cm, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Temperatura do ar: Abaixo de 30 oC. Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Média de 3 km/h até 10 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Aplicação Aérea:
Para as culturas do Abacate, Algodão, Amendoim, Aveia, Batata, Cacau, Canola, Centeio, Cevada, Citros, Feijão, Feijões (feijão-mungo, feijão-fava, feijão-vagem e demais espécies), Girassol, Guaraná, Mamão, Mandioca, Manga, Milho, Milheto, Soja, Sorgo, Tomate, Trigo e Triticale, KARATE ZEON 250 CS pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 metros acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização entre 2 e 4 metros, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Temperatura do ar: Abaixo de 30 oC. Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: média de 3 km/h até 10 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Somente realizar a aplicação aérea na presença de Profissionais habilitados.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo higrômetro.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura.
Aplicação via drones agrícolas:
O produto KARATE ZEON 250 CS pode ser aplicado através de drones agrícolas, devendo ser adequados para cada tipo de cultura e alvo, provido de pontas, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos, seguindo todas as orientações e normativas do MAPA e ANAC.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de drone utilizado, procurando manter média de 2 metros acima do topo da planta, ou menor quando possível. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação, sendo recomendado o uso de gotas com diâmetro médio. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Quando utilizar aplicações via drones agrícolas obedecer às normas técnicas de operação previstas na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pelo regulamento brasileiro de aviação civil especial (RBAC) nº 94 e pelas diretrizes e orientações do Ministério da Agricultura (MAPA).
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização com média de 2 metros, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Temperatura do ar: abaixo de 30 oC Umidade relativa do ar: acima de 55%
Velocidade do vento: média de 3 km/h até 10 km/h
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Somente realizar a aplicação aérea na presença de Profissionais habilitados.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo higrômetro.
Cultura | Dias |
Abacate | 10 |
Abacaxi | 10 |
Abóbora | 1 |
Abobrinha | 1 |
Algodão | 10 |
Alho | 7 |
Amendoim | 21 |
Amora | 1 |
Anonáceas | 10 |
Arroz | 21 |
Atemoia | 10 |
Aveia | 7 |
Batata | 3 |
Batata-doce | 3 |
Batata-yacon | 3 |
Berinjela | 1 |
Beterraba | 3 |
Brócolis | 1 |
Cacau | 10 |
Café | 1 |
Canola | 21 |
Caqui | 7 |
Cebola | 3 |
Cenoura | 3 |
Centeio | 15 |
Cevada | 3 |
Chalota | 3 |
Chuchu | 1 |
Citros | 10 |
Couve | 1 |
Couve-chinesa | 1 |
Couve-de-bruxelas | 1 |
Couve-flor | 1 |
Cupuaçu | 10 |
Ervilha | 20 |
Feijão | 15 |
Feijões (feijão-mungo, feijão-fava, feijão-vagem e demais espécies) | 15 |
Fumo | UNA (1) |
Gengibre | 3 |
Gergelim | 21 |
Girassol | 21 |
Goiaba | 7 |
Grão-de-bico | 20 |
Guaraná | 10 |
Inhame | 3 |
Jiló | 1 |
Kiwi | 10 |
Lentilha | 20 |
Lichia | 5 |
Linhaça | 21 |
Macadâmia | 5 |
Mamão | 10 |
Mamona | 21 |
Mandioca | 3 |
Mandioquinha-salsa | 3 |
Manga | 5 |
Maracujá | 10 |
Maxixe | 1 |
Melancia | 3 |
Melão | 3 |
Milho | 40 |
Milheto | 40 |
Mirtilo | 1 |
Morango | 1 |
Nabo | 3 |
Pepino | 1 |
Pimenta | 1 |
Pimentão | 1 |
Plantas Ornamentais | UNA (1) |
Quiabo | 1 |
Rabanete | 3 |
Repolho | 1 |
Romã | 10 |
Soja | 20 |
Sorgo | 40 |
Tomate | 3 |
Trigo | 15 |
Triticale | 15 |
Uva | 7 |
(1) UNA = Uso não alimentar
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos Equipamentos de Proteção Individual usados durante a aplicação.
CULTURA | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto Comercial | VOLUME DE CALDA | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÃO | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Abacate | Cochonilha-branca (Aulacaspis tubercularis) | 10 a 15 g/100 L água | 1000 a 2000 L/ha | 2 | Realizar aplicação quando encontrar até 10% das folhas infestadas ou quando detectar presença de cochonilhas vivas em frutos. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
Abacaxi | Cochonilha- abacaxi (Diaspis bromeliae) | 10 a 15 g/100 L água | 300 a 600 L/ha | 2 | Realizar a aplicação no início do aparecimento da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
Acelga Agrião Alface Almeirão | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 15 a 25 g/100 L água | 400 a 800 L/ha | 1 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Algodão | Bicudo-do- algodoeiro (Anthonomus grandis) | 250 a 300 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha – aplicação aérea) | 3 | Realizar a aplicação quando o nível de infestação obtido através de monitoramento atingir de 3 a 5% de botões florais atacados. Fazer bateria com 3 aplicações sequenciais com intervalo de 5 dias. Usar a maior dose em situação de maior pressão da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | Realizar a aplicação quando for constatada a presença dos primeiros adultos da praga ou conforme o nível de infestação da cultura. Repetir se necessário após 7 dias. A dose menor poderá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se |
assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. | |||||
Pulgão-do- algodoeiro (Aphis gossypii) | 250 a 300 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha – aplicação aérea) | O início das aplicações está baseado no cultivar de algodão plantado. Nas cultivares tolerante a virose iniciar o controle quando 70% das folhas das plantas examinadas começarem a se deformar e apresentarem pulgões vivos. Para as suscetíveis a virose, a aplicação deverá ser iniciada quando 5 a 10% das plantas apresentarem pulgões. Fazer 3 aplicações sucessivas com intervalo de 7 dias. A dose menor poderá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. No controle destas pragas, recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos para que seja evitado o aparecimento de resistência destes aos ingredientes ativos utilizados. | ||
Alho | Tripes (Thrips tabaci) | 250 a 300 g/ha | 100 a 300 L/ha | 3 | Realizar a aplicação no início da infestação, quando constatar a presença de tripes na bainha das folhas, repetindo se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Amendoim | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 250 a 300 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | 2 | Realizar a aplicação no início da infestação quando for constatada a presença dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. |
Vaquinha-verde- amarela | 150 a 250 g/ha | 100 a 300 L/ha | Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no começo da infestação, quando forem |
(Diabrotica speciosa) | (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | encontrados 20 insetos/pano ou 2m de linha, até o período de formação de vagens. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 a 10 dias. | |||
Arroz Irrigado Arroz Sequeiro | Percevejo-do- colmo (Tibraca limbativentris) | 150 a 200 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | 1 | Realizar a aplicação quando a população de percevejos atingir a densidade de 1 percevejo por m2. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão ou em condições favoráveis ao desenvolvimento da praga. |
Aveia | Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae) | 80 a 100 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | 2 | Na fase de emergência ao afilhamento controlar quando encontrar em média 10% de plantas por pulgões, na fase de alongamento ao emborrachamento aplicar quando a população média atingir 10 pulgões por afilho. Na fase reprodutiva quando a população média atingir 10 pulgões por espiga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
Batata | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 250 a 300 g/ha | 300 a 600 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | 3 | Realizar a aplicação no início da infestação quando for constatada a presença dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. |
Pulgão-verde (Myzus persicae) | 150 a 250 g/ha | 300 a 600 L/ha (20 a 50 L/ha – aplicação aérea) | Realizar a aplicação quando aparecerem as primeiras colônias na cultura. O monitoramento deve ser realizado com instalações de bandejas d'água amarelas (4/ha) ou contagem direta de pulgões em 100 folhas por hectare, 2 vezes por semana e constatar 20 pulgões alados/bandeja ou 30 pulgões ápteros por folha em cada observação. Repetir a aplicação se necessário em intervalos de 7 dias, fazendo rotação com |
outros produtos com mecanismos de ação diferentes. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. | |||||
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 150 a 250 g/ha | 300 a 600 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no começo da infestação constatando insetos adultos e os primeiros furos nas folhas. Repetir a aplicação se necessário em intervalos de 7 dias. | ||
Berinjela | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 200 a 250 g/ha | 400 a 800 L/ha | 3 | Realizar a aplicação no início da infestação quando for constatada a presença dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. |
Tripes (Thrips palmi) | 200 a 250 g/ha | 400 a 800 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga repetindo se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. | ||
Brócolis | Pulgão-das- brássicas (Brevicoryne brassicae) | 15 a 25 g/100 L água | 400 a 800 L/ha | 2 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, repetindo se necessário em um intervalo de 10 dias. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Café | Ácaro-vermelho (Oligonychus ilicis) | 400 a 600 g/ha | 300 a 600 L/ha (20 a 50 L/ha – aplicação aérea) | 3 | Realizar a aplicação assim que forem observados os sintomas de ataque, ou forem constatados ácaros vivos nas folhas através de uma lupa de bolso, respeitando o nível de controle para a praga. Repetir a aplicação se necessário em intervalos de 25 a 30 dias. Utilizar as maiores doses em altas infestações ou condições |
climáticas favoráveis ao desenvolvimento da praga. Nas aplicações para controle das pragas de café, adicionar à calda 1,0 L/ha de óleo mineral. | |||||
Bicho-mineiro-do- café (Leucoptera coffeella) | 160 a 240 g/ha | Realizar a aplicação quando for constatada as primeiras minas ativas, com sinal de início de ataque. Usar a dose menor na fase bem inicial de infestação, abaixo de 20% de incidência de ataque. A dose maior deverá ser usada em situação igual ou superior a 20% de incidência de ataque. Repetir a aplicação se necessário a cada 30 dias. Nas aplicações para controle das pragas de café, adicionar à calda 1,0 L/ha de óleo mineral. | |||
Broca-do-café (Hypothenemus hampei) | 500 a 700 g/ha | Realizar as aplicações para o controle da broca-do-café no início da formação de grãos e durante o período de migração de adultos. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 25 a 30 dias. Utilizar a maior dose quando o cafeeiro tiver grande densidade vegetativa. Nas aplicações, adicionar à calda 1,0 L/ha de óleo mineral. | |||
Cochonilha-da-roseta (Planococcus minor) | 500 a 600 g/ha | Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área. Fazer uma única aplicação por ciclo da cultura. Nas aplicações, adicionar à calda 1,0 L/ha de óleo mineral. | |||
Cana-de- açúcar | Cigarrinha-das- raízes (Mahanarva fimbriolata) | 1200 a 1600 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | 1 | Pulverizar quando forem encontradas as primeiras ninfas nas brotações das soqueiras, preferencialmente no início do desenvolvimento da cultura, quando o ataque é mais severo. Posicionar o jato de pulverização direcionando-o à base das touceiras, de forma que atinja aproximadamente 70% as plantas e 30% o solo. Pulverizar em ambos os lados da fileira de plantas. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população da praga e condições de clima favorável ao seu desenvolvimento (quente e úmido). |
Bicudo-da-cana (Sphenophorus levis) | Fazer a aplicação em cana- planta, na operação de plantio, aplicando SPERTO sobre os toletes de cana (mudas) no interior do sulco, fechando-o imediatamente após o tratamento ou, em cana-soca logo no início da brotação, aplicando o produto dirigido à base da soqueira. Posicionar o jato de pulverização à base das touceiras, de forma que atinja aproximadamente 70% as plantas e 30% o solo. Pulverizar em ambos os lados da linha de cana. Realizar o tratamento nas áreas onde a amostragem prévia identificar a presença da praga. A maior dose deve ser utilizada em caso de alta pressão da praga ou em áreas com histórico de ataque. | ||||
Cebola Chalota | Tripes (Thrips tabaci) | 250 a 300 g/ha | 100 a 300 L/ha | 3 | Realizar a aplicação no início da infestação, quando for constada a presença de tripes na bainha das folhas, repetindo se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Centeio Cevada | Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae) | 80 a 100 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | 2 | Na fase de emergência ao afilhamento controlar quando encontrar em média 10% de plantas por pulgões, na fase de alongamento ao emborrachamento aplicar quando a população média atingir 10 pulgões por afilho. Na fase reprodutiva quando a população média atingir 10 pulgões por espiga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
Chicória | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 15 a 25 g/100 L água | 400 a 800 L/ha | 1 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Citros | Psilídeo (Diaphorina citri) | 8 a 12 g /100 L água ou 160 a 240 g/ha | 1000 a 2000 L/ha (20 a 50 L/ha | 2 | Realizar a aplicação quando for constatado os primeiros insetos (adultos ou ninfas) principalmente na vegetação nova. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 21 dias. |
Mosca-negra-dos- citros (Aleurocanthus woglumi) | 10 a 12 g/100 L água | aplicação aérea) | Após inspecionar folhas, ramos e caule, iniciar a aplicação quando da constatação da praga tanto na fase de ninfa como adulto na planta. Repetir se necessário a aplicação em intervalo de 21 dias. | ||
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 8 a 12 g/100 L água | Fazer a aplicação quando do aparecimento da praga, antes da penetração das lagartas no fruto, ou quando o número de adultos capturados pelas armadilhas de feromônio atingirem o nível de controle (6 adultos/armadilha). Utilizar a maior dose em períodos de maior infestação. Reaplicar se necessário em um intervalo de 21 dias, de acordo com a reinfestação da área. | |||
Couve Couve- chinesa Couve-de- bruxelas Couve-flor | Pulgão-das- brássicas (Brevicoryne brassicae) | 15 a 25 g/100 L água | 400 a 800 L/ha | 2 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, repetindo se necessário em um intervalo de 10 dias. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Crisântemo | Tripes (Frankliniella occidentalis) | 16 a 20 g/100 L de água | 500 a 1000 L/ha | 3 | Aplicar no início da infestação quando encontrados os primeiros insetos. Repetir a aplicação se necessário em intervalos de 7 dias, rotacionando com produtos de outros modos de ação. |
Espinafre Estévia | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 15 a 25 g/100 L água | 400 a 800 L/ha | 1 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Eucalipto | Percevejo - bronzeado (Thaumastocoris peregrinus) | 60 a 120 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | 2 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 21 dias. |
Psilídeo -de - concha (Glycaspis brimblecombei) | 80 a 120 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | |||
Ervilha Feijão Feijão- caupi Feijão-fava Feijão- guandu | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 250 a 300 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha – aplicação aérea) | 2 | Realizar a aplicação no início da infestação quando for constatado o aparecimento dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Recomenda-se fazer |
Feijão- mungo Feijão- vagem Grão-de- bico | rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. | ||||
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 150 a 250 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no começo da infestação, quando forem encontrados 20 insetos/pano ou 2m de linha, até o período de formação de vagens. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 a 10 dias. | ||
Jiló | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 200 a 250 g/ha | 300 a 600 L/ha | 3 | Realizar a aplicação no início da infestação quando for constatada a presença dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. |
Tripes (Thrips palmi) | 200 a 250 g/ha | 300 a 600 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga repetindo se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. | ||
Lentilha | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 250 a 300 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | 2 | Realizar a aplicação no início da infestação quando for constatado o aparecimento dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em |
condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. | |||||
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 150 a 250 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no começo da infestação, quando forem encontrados 20 insetos/pano ou 2m de linha, até o período de formação de vagens. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 a 10 dias. | ||
Mamão | Cochonilha-branca (Aulacaspis tubercularis) | 10 a 15 g/100 L água | 1000 a 2000 L/ha | 2 | Realizar a aplicação no período vegetativo, quando 50% das folhas estiverem infestadas e no período crítico, quando a infestação atingir 20% das folhas ou 5% dos frutos. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
Cigarrinha-verde- do-mamoeiro (Solanasca bordia) | Realizar a aplicação no início da infestação quando da constatação da presença da praga. Utilizar a maior dose em situações de alta infestação e/ou condições favoráveis ao desenvolvimento do inseto. Repetir se necessário a aplicação em intervalo não inferior a 10 dias. Fazer até 2 aplicações por ano ou ciclo da cultura. | ||||
Manga | Cochonilha-branca (Aulacaspis tubercularis) | 10 a 15 g/100 L água | 1000 a 2000 L/ha | 2 | Realizar a aplicação no período vegetativo, quando 50% das folhas estiverem infestadas e no período crítico, quando a infestação atingir 20% das folhas ou 5% dos frutos. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
Tripes-do- cacaueiro (Selenothrips rubrocinctus) | Realizar a aplicação no início da infestação quando da constatação da presença da praga. Utilizar a maior dose em situações de alta infestação e/ou condições favoráveis ao desenvolvimento do inseto. Repetir se necessário a aplicação em intervalo não inferior a 10 dias. Fazer até 2 aplicações por ano ou ciclo da cultura. | ||||
Melancia Melão | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 150 a 250 g/ha | 300 a 600 L/ha | 2 | Realizar a aplicação no início da infestação quando for constatado o aparecimento dos primeiros adultos da praga. Realizar a aplicação em horário do dia com temperatura amena (6h às 9h). Repetir a aplicação |
se necessário em um intervalo de 10 dias. | |||||
Milheto | Percevejo-barriga- verde (Dichelops melacanthus) | 200 a 300 g/ha | 100 a 200 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | 2 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, na fase inicial da cultura. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. |
Milho | Cigarrinha-do- milho (Dalbulus maidis) | 200 a 300 g/ha | 100 a 200 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | 2 | Realizar a aplicação no início do desenvolvimento da cultura, quando for constatado o aparecimento da praga repetindo com intervalo máximo de 7 dias. Utilizar as maiores doses em altas infestações ou condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da praga. Alternar as aplicações com produtos com outro modo de ação. |
Percevejo-barriga- verde (Dichelops melacanthus) | 200 a 300 g/ha | 100 a 200 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, na fase inicial da cultura. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. | ||
Mostarda | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 15 a 25 g/100 L água | 400 a 800 L/ha | 1 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Pastagem | Cigarrinha-das- pastagens (Deois flavopicta) | 70 a 130 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | 1 | Realizar a aplicação quando for constatada a praga na área, através da observação da presença de adultos ou da formação de espuma na base das plantas. |
Pimenta Pimentão Quiabo | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 200 a 250 g/ha | 400 a 800 L/ha | 3 | Realizar a aplicação no início da infestação quando for constatada a presença dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. |
Tripes (Thrips palmi) | 200 a 250 g/ha | 400 a 800 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga repetindo se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. | ||
Repolho | Pulgão-das- brássicas (Brevicoryne brassicae) | 15 a 25 g/100 L água | 400 a 800 L/ha | 2 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, repetindo se necessário em um intervalo de 10 dias. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Rúcula | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 15 a 25 g/100 L água | 400 a 800 L/ha | 1 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Soja | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 250 a 300 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 – 50 L/ha – aplicação aérea) | 2 | Realizar a aplicação no início da infestação quando for constatado o aparecimento dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. |
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 250 a 300 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 – 50 L/ha – aplicação aérea) | Para o controle do percevejo- marrom e percevejo-verde- pequeno, inspecionar a lavoura periodicamente após o florescimento e pulverizar a partir da fase de “canivete” (R3) quando for encontrado 2 percevejos ou mais maiores que 0,4 cm em campos de soja destinados para grãos ou 1 percevejo ou mais maiores que 0,4 cm em campos destinados para sementes, por metro linear da cultura. As amostragens devem ser realizadas preferencialmente nos períodos mais frescos, pela manhã ou à tarde. Repetir se necessário em intervalo de no máximo 10 dias. Utilizar a maior dose em soja com alta densidade de folhas. | ||
Percevejo-verde- pequeno (Piezodorus guildinii) | 250 a 300 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | |||
Sorgo | Cigarrinha-do- milho (Dalbulus maidis) | 200 a 300 g/ha | 100 a 200 L/ha | 2 | Realizar a aplicação no início do desenvolvimento da cultura, quando for constatado o |
(20 a 50 L/ha aplicação aérea) | aparecimento da praga repetindo com intervalo máximo de 7 dias. Utilizar as maiores doses em altas infestações ou condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da praga. Alternar as aplicações com produtos com outro modo de ação. | ||||
Percevejo-barriga- verde (Dichelops melacanthus) | 200 a 300 g/ha | 100 a 200 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, na fase inicial da cultura. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. | ||
Tomate | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 200 a 250 g/ha | 300 a 600 L/ha | 3 | Aplicar no início da infestação da praga, na fase inicial da cultura. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão ou em condições favoráveis ao desenvolvimento da praga. |
Pulgão-verde (Myzus persicae) | 150 a 250 g/ha | ||||
Trigo Triticale | Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae) | 80 a 100 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | 2 | Na fase de emergência ao afilhamento controlar quando encontrar em média 10% de plantas por pulgões, na fase de alongamento ao emborrachamento aplicar quando a população média atingir 10 pulgões por afilho. Na fase reprodutiva quando a população média atingir 10 pulgões por espiga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Aulacaspis tubercularis | Cochonilha branca | Ver detalhes |
| Acelga | Myzus persicae | Pulgão-verde | Ver detalhes |
| Agrião | Myzus persicae | Pulgão-verde | Ver detalhes |
| Alface | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Alho | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Almeirão | Myzus persicae | Pulgão-verde | Ver detalhes |
| Amendoim | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Arroz | Tibraca limbativentris | Percevejo, Percevejo-grande-do-arroz | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Tibraca limbativentris | Percevejo | Ver detalhes |
| Batata | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Berinjela | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Brócolis | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Café | Planococcus minor | Cochonilha | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Sphenophorus levis | Bicudo da Cana-de-açucar, Gorgulho-da-cana | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Chalota | Thrips tabaci | Tripes | Ver detalhes |
| Chicória | Myzus persicae | Pulgão-verde | Ver detalhes |
| Citros | Diaphorina citri | Psilídeo | Ver detalhes |
| Couve | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-de-bruxelas | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-flor | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Crisântemo | Frankliniella occidentalis | Tripes | Ver detalhes |
| Ervilha | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Espinafre | Myzus persicae | PULGÃO - VERDE | Ver detalhes |
| Eucalipto | Glycaspis brimblecombei | Psilideo de concha | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijão-caupi | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Feijão-vagem | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Jiló | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Lentilha | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Manga | Aulacaspis tubercularis | Cochonilha-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Milho | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Pimenta | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Pimentão | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Quiabo | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Repolho | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Rúcula | Myzus persicae | Pulgão-verde | Ver detalhes |
| Soja | Septoria glycines | Mancha-parda, Septoriose | Ver detalhes |
| Sorgo | Dichelops melacanthus | percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Trigo | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
tecnologias de bicos que possibilitem a redução do volume de aplicação, visando à produção de gotas finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. Ajustes no volume de ar produzido pela turbina podem ser necessários, dependendo do pulverizador, para que as gotas se depositem adequadamente no alvo, evitando problemas com deriva. A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Caso o equipamento de pulverização proporcione cobertura adequada da cultura em seu pleno desenvolvimento com volumes menores que a faixa mínima recomendada, concentrar a calda de modo a respeitar a dose recomendada por hectare. Sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Essa modalidade de aplicação é indicada para as culturas de Algodão, Amendoim, Arroz Irrigado, Arroz Sequeiro, Aveia, Batata, Café, Cana-de-açúcar, Centeio, Cevada, Citros, Ervilha, Feijão, Feijão-caupi, Feijão-fava, Feijão-guandu, Feijão-mungo, Feijão-vagem, Grão-de-bico, Lentilha, Milheto, Milho, Pastagem, Soja, Sorgo, Trigo e Triticale.
A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para aplicação terrestre, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.
Essa modalidade de aplicação é indicada para as culturas de Algodão, Amendoim, Arroz Irrigado, Arroz Sequeiro, Aveia, Cana-de-açúcar, Centeio, Cevada, Feijão, Feijão-caupi, Feijão-fava, Feijão-guandu, Feijão-mungo, Feijão-vagem, Grão-de-bico, Lentilha, Milheto, Milho, Pastagem, Soja, Sorgo, Trigo e Triticale.
A aplicação deve ser realizada somente por equipamentos que estejam em concordância com as normas e exigências dos órgãos públicos reguladores do setor, como Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e MAPA.
Recomenda-se um volume de aplicação de 30 a 40 L/ha. Quanto maior for o índice de área foliar do alvo, mais próximo dos 40 L/ha deve estar a aplicação. Não aplique volumes de aplicação abaixo da faixa indicada.
Use ARPs (Drones) que trabalhem com bicos rotativos em vez de hidráulicos (pontas) e que tenham seus bicos posicionados abaixo ou dentro da faixa de ar gerado pelos rotores, de modo que a corrente de ar consiga empurrar todos os jatos dos bicos para baixo em direção ao alvo.
Utilize pontas que produzam gotas finas a médias, para boa cobertura do alvo.
Recomendações de velocidade de aplicação, altura de voo em relação ao alvo e largura de faixa estão indicadas na tabela X. Considerar a altura de voo em relação ao topo da vegetação e não em relação ao solo. Para isso é importante monitorar a altura média das plantas antes da aplicação.
Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do fabricante do ARP (Drone).
Tabela X – Parâmetros recomendados regulagem de ARP (Drones):
Volume de aplicação | Tamanho das gotas | Altura de voo em relação ao início do alvo | Velocidade de aplicação | Largura da faixa de trabalho |
30 a 40 L/ha | Finas a médias | 4 a 5* m | 10 a 15* km/h | 3 a 4* m |
*Para drones de maior capacidade de carga, com mais de 16 L de tanque de calda, a depender do modelo e das orientações do fabricante, pode-se trabalhar mais próximo do limite máximo de Altura de voo em relação ao alvo, Velocidade de aplicação e Largura da faixa de trabalho. | ||||
Uma vez misturado o produto em água, a aplicação com o Drone deve ser feita o mais rápido possível. Portanto, não dilua o produto em água se não for realizar a aplicação dentro de 30 min, no máximo. Quanto maior esse intervalo, maiores as chances de incompatibilidade física entre eventuais outros produtos.
Mantenha uma faixa de segurança de 50 m de distância dos possíveis alvos de deriva e organismos sensíveis ao produto.
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não utilizar água classificada como dura, ou com pH acima de 7, devendo-se corrigir a mesma antes do preparo da calda. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária de SPERTO. Deve-se fazer a adição do produto em água de forma cuidadosa, de modo que, a cada dois segundos, 1 kg do produto, no máximo, seja despejado no tanque ou no pré-misturador, evitando que todo o conteúdo da embalagem seja adicionado de forma muito rápida e inadequada. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré- diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso legal de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos e finais de seção de barra.
Condições Meteorológicas:
Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo:
Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada;
Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Pulverizadores de arbóreas (turbopulverizadores):
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator, adicionar produto limpante, manter por 5 minutos a agitação, e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Remova e limpe todas as pontas do pulverizador e suas peneiras, caso sejam utilizadas;
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos ramais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada.
Cultura | Intervalo de segurança (dias) |
Abacate, Abacaxi, Mamão, Manga | 15 |
Acelga, Agrião, Alface, Almeirão, Berinjela, Brócolis, Chicória, Couve, Couve-Chinesa, Couve-Bruxelas, Couve-Flor, Espinafre, Estévia, Jiló, Mostarda, Pimenta, Pimentão, Quiabo, Repolho, Rúcula | 14 |
Algodão | 35 |
Alho, Amendoim, Batata, Cebola, Chalota, Citros, Ervilha, Feijão, Feijão-caupi, Feijão-fava, Feijão- guandu, Feijão-mungo, Feijão-vagem, Grão-de-bico, Lentilha, Soja | 21 |
Arroz Irrigado, Arroz Sequeiro, Aveia, Centeio, Cevada, Trigo, Triticale | 30 |
Café, Milheto, Milho, Sorgo | 40 |
Cana-de-açúcar | 90 |
Crisântemo | UNA=Uso Não Alimentar |
Melancia, Melão, Pastagem | 10 |
Tomate | 7 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | ALVOS | DOSES (p.c.) | RECOMENDAÇÕES DE USO | ||
Número, época e intervalo de aplicação | Número máximo de aplicações (por ciclo da cultura) | Volume de calda | |||
Bicudo-do- | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação (nível de 1% a 3% de botões atacados), com a detecção da praga na lavoura com intervalo de 5 dias entre as aplicações. Utilizar a dose maior em casos de maior pressão da praga. Realizar no máximo 3 aplicações. | ||||
algodoeiro | 300 a 600 | ||||
(Anthonomus | mL/ha | ||||
grandis) | |||||
Lagarta-do- | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Realizar a aplicação no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso necessário, devido a reinfestação, reaplicar com intervalo de 5 dias. Realizar no máximo 3 aplicações. | ||||
cartucho | 300 a 500 | ||||
(Spodoptera | mL/ha | ||||
frugiperda) | Terrestre: 100 - 200 L/ha | ||||
Algodão | Monitorar constantemente a presença da praga e aplicar o produto logo no início da infestação. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. Realizar no máximo 2 aplicações. | 3 | |||
Pulgão-do- algodoeiro (Aphis gossypii) | 250 a 350 mL/ha | Aérea: 5 - 40 L/ha | |||
Mosca-branca (Bemisia tabaci biótipo B) | 250 a 350 mL/ha | Monitorar constantemente a presença da praga e aplicar o produto logo no início da infestação. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. Realizar no máximo 2 aplicações. | |||
Amendoim | Mosca-branca (Bemisia tabaci biótipo B) | 200 a 300 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso necessário, devido a reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 100 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Arroz/ Arroz irrigado | Percevejo-grande- do-arroz (Tibraca limbativentris) | 200 a 300 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. | 1 | Terrestre: 150 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Aveia | Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopalosiphum graminum) | 50 a 125 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar no início das infestações. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação | 2 | Terrestre: 150 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Broca-do-café (Hypothenemus hampei) | 500 a 700 mL/ha | Realizar monitoramento da praga, avaliando-se no mínimo 100 frutos por talhão. Iniciar a aplicação no início do desenvolvimento dos frutos, quando o nível de infestação atingir 3 a 5% de frutos brocados. Repetir a aplicação após intervalo de 30 dias da primeira aplicação. Utilizar a maior dose quando o cafeeiro tiver grande densidade vegetativa. Realizar no máximo 3 aplicações. | Terrestre: 300 - 600 | ||
L/ha | |||||
Café | 3 | ||||
Aérea: | |||||
10 - 40 | |||||
Monitorar constantemente a presença da praga na lavoura e aplicar no início da infestação, logo nos primeiros sintomas nas folhas. Repetir a aplicação entre 25 e 30 dias após a primeira aplicação. Realizar no máximo 2 aplicações. | L/ha | ||||
Bicho-mineiro (Leucoptera coffeella) | 600 a 700 mL/ha | ||||
Caju | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 a 300 mL/ha (20 a 30 mL/100L) | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Realizar no máximo 3 aplicações, em intervalo de 7 dias. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Mosca-branca-do- cajueiro (Aleurodicus cocois) |
Cana-de- açúcar | Gorgulho-da-cana (Sphenophorus levis) | 1,75 a 2,0 L/ha | Recomenda-se realizar monitoramento constante da praga. Após a colheita, realizar a aplicação dirigindo o jato na base da soqueira da cana, próximo às raízes utilizando equipamento apropriados para esta modalidade de aplicação. Utilizar a maior dose para situações de maior pressão da praga. | 1 | Terrestre: 150 a 400 L/ha Aéreo: 10 a 40 L/ha |
Cigarrinha-das- raízes (Mahanarva fimbriolata) | 1,0 a 2,0 L/ha | Recomenda-se realizar monitoramento constante da praga. Realizar aplicação quando for constatado nível de controle. Realizar de preferência, aplicação direcionando o jato para ambos os lados da linha de plantio de forma a distribuir 70% da calda nas folhas e 30% na base das plantas. Recomenda-se aplicar o produto durante a fase da cultura com maior potencial de ocorrência e dano da praga, que pode ser entre a fase de brotação até a fase de crescimento dos colmos. É importante que os métodos de aplicação adotados garantam bom recobrimento da calda sobre as ninfas protegidas pela espuma na base das plantas. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||
Caqui | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 a 300 mL/ha (20 a 30 mL/100L) | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Realizar no máximo 3 aplicações, em intervalo de 7 dias. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Mosca-das-frutas (Anastrepha fraterculus) | |||||
Mosca-das-frutas | Terrestre: 1000 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha | ||||
Carambola | (Ceratitis capitata) | 200 a 300 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. | 3 | |
Mosca-das-frutas (Anastrepha obliqua) | |||||
(20 a 30 mL/100L) | Realizar no máximo 3 aplicações, em intervalo de 7 dias. | ||||
Mosca-da- carambola (Bactrocera carambolae) | |||||
Terrestre: | |||||
Centeio | Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopalosiphum graminum) | 50 a 125 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar no início das infestações. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação. | 2 | 150 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 |
L/ha |
Cevada | Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopalosiphum graminum) | 50 a 125 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar no início das infestações. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação | 2 | Terrestre: 150 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Ervilha | Mosca-branca (Bemisia tabaci biótipo B) | 200 a 300 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso necessário, devido a reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 100 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Realizar monitoramento constante e | |||||
Eucalipto | Psilídeo-de- concha (Glycaspis brimblecombei) | 150 a 250 mL/ha | proceder aplicação logo no início da infestação. Utilizar a menor dose quando forem observados os primeiros sinais de ataque da praga e a maior dose quando a praga já estiver presente em altas populações. Realizar nova | 3 | Terrestre: 100 a 300 L/ha Aéreo: |
aplicação com intervalo mínimo de | 10 a 40 | ||||
21 dias, em caso de reinfestação da | L/ha | ||||
praga. | |||||
Feijão | Mosca-branca (Bemisia tabaci biótipo B) | 200 a 300 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso necessário, devido a reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 100 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Vaquinha (Diabrotica speciosa) | 250 a 300 mL/ha | ||||
Feijões | Mosca-branca (Bemisia tabaci biótipo B) | 200 a 300 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso necessário, devido a reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 100 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Figo | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 a 300 mL/ha (20 a 30 mL/100L) | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Realizar no máximo 3 aplicações, em intervalo de 7 dias. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Mosca-do-figo (Zaprionus indianus) | |||||
Fumo | Pulga-do-fumo (Epitrix fasciata) | 1.250 a 2.000 mL/ha | Realizar aplicação via esguicho (“drench”), 20 a 30 dias após o transplantio das mudas de fumo. | 1 | Terrestre: 20 mL/planta |
Goiaba | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 a 300 mL/ha (20 a 30 mL/100L) | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Realizar no máximo 3 aplicações, em intervalo de 7 dias. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Psilídeo-da- goiabeira (Triozoida limbata) |
Mangaba | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 a 300 mL/ha (20 a 30 mL/100L) | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Realizar no máximo 3 aplicações, em intervalo de 7 dias. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Pulgão (Aphis gossypii) | |||||
Percevejo-barriga- | Realizar aplicação logo após a emergência da cultura quando for constatada a presença da praga. Em áreas de histórico e de maior pressão, deve-se utilizar a maior dose. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar a segunda aplicação com intervalo de 7 dias. | ||||
verde | 200 a 500 | ||||
(Dichelops | mL/ha | ||||
melacanthus) | |||||
Terrestre: | |||||
100 - 200 | |||||
Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso necessário, devido a reinfestação, reaplicar após intervalo de 7 dias. | L/ha | ||||
Milheto | Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | 150 a 250 mL/ha | 2 | Aérea: 10 - 40 L/ha | |
Lagarta-do- | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso necessário, devido a reinfestação, reaplicar após intervalo de 7 dias. | ||||
cartucho | 250 a 300 | ||||
(Spodoptera | mL/ha | ||||
frugiperda) | |||||
Cigarrinha-do- milho (Dalbulus maidis) | 200 a 300 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar no início das infestações. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação. Utilizar as doses mais altas se o local possuir alto histórico de ocorrência da praga. | |||
Milho | Percevejo-barriga- verde (Dichelops melacanthus) | 200 a 500 mL/ha | Realizar aplicação logo após a emergência da cultura quando for constatada a presença da praga. Em áreas de histórico e de maior pressão, deve-se utilizar a maior dose. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar a segunda aplicação com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 100 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso necessário, devido a reinfestação, reaplicar após intervalo de 7 dias. | ||||
250 a 300 mL/ha | |||||
Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | 150 a 250 mL/ha |
Pastagens | Cigarrinha-das- pastagens (Deois flavopicta) | 200 a 300 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. | 1 | Terrestre: 300 - 400 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Quiuí | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 a 300 mL/ha (20 a 30 mL/100L) | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Realizar no máximo 3 aplicações, em intervalo de 7 dias. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Inspecionar periodicamente a | Terrestre: 150 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha | ||||
lavoura através de batidas de pano. | |||||
Recomenda-se realizar a batida de | |||||
pano em um metro linear de um lado | |||||
da fileira de soja nos momentos | |||||
mais frescos do dia. Realizar | |||||
aplicação quando for observado o | |||||
início de infestação. No máximo dois | |||||
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 200 a 500 mL/ha | percevejos maiores que 0,4 cm por metro linear em áreas de produção de grãos e no máximo um percevejo maior que 0,4 com em áreas de | |||
produção de sementes. Caso seja | |||||
necessário devido a reinfestação, | |||||
realizar a segunda aplicação com | |||||
Soja | intervalo de 7 dias. Utilizar a dose | 2 | |||
menor em condições de menor | |||||
infestação da praga. Em maiores | |||||
infestações da praga, utilizar a maior | |||||
dose. | |||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci biótipo B) | 200 a 350 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso seja necessário, devido a | |||
reinfestação, realizar 2 aplicações | |||||
com intervalo de 7 dias. | |||||
Lagarta-das- vagens (Spodoptera eridania) | 250 a 350 mL/ha | Realizar no máximo 1 aplicação. Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. |
Percevejo-barriga- verde (Dichelops melacanthus) | 200 a 500 mL/ha | Realizar aplicação logo após a emergência da cultura quando for constatada a presença da praga. Em áreas de histórico e de maior pressão, deve-se utilizar a maior dose. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar a segunda aplicação com intervalo de 7 dias. | Terrestre: | ||
Sorgo | Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | 150 a 250 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso necessário, devido a reinfestação, reaplicar após intervalo de 7 dias. | 2 | 100 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 250 a 300 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso necessário, devido a reinfestação, reaplicar após intervalo de 7 dias. | |||
Tomate | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 250 a 350 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar no início das infestações. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação. | 2 | Terrestre: 800 L/ha |
Tripes (Thrips palmi) | 250 a 350 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Iniciar as aplicações para o controle de tripes quando for constatada a presença dos primeiros adultos na cultura. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação, não excedendo o número máximo de aplicações. | Terrestre: 400 - 800 L/ha | ||
Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 300 a 350 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Iniciar as aplicações quando for constatada a presença da praga na cultura. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação, não excedendo o número máximo de aplicações. | |||
Pulgão-verde-dos- | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar no início das infestações. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação. Realizar no máximo 2 aplicações. | ||||
cereais | 50 a 125 | ||||
(Rhopalosiphum | mL/ha | ||||
graminum) | Terrestre: | ||||
Realizar monitoramento constante e proceder a aplicação logo no início da infestação. Utilizar a menor dose quando for observado os primeiros sinais de ataque da praga e a maior dose quando a praga já estiver presente em altas populações. Repetir a aplicação 7 dias caso haja reincidência de ataque da praga, não ultrapassando o limite máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. | 100 - 200 L/ha | ||||
Trigo | 3 | ||||
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 125 a 150 mL/ha | Aéreo: 10 - 40 L/ha |
Triticale | Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopalosiphum graminum) | 50 a 125 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar no início das infestações. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação | 2 | Terrestre: 150 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Uva | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 a 300 mL/ha (20 a 30 mL/100L) | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Realizar no máximo 3 aplicações, em intervalo de 7 dias. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Anthonomus grandis | Bicudo | Ver detalhes |
| Amendoim | Bemisia tabaci biótipo B | Mosca-Branca | Ver detalhes |
| Arroz | Tibraca limbativentris | Percevejo, Percevejo-grande-do-arroz | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Tibraca limbativentris | Percevejo | Ver detalhes |
| Aveia | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-da-espiga, Pulgão-verde, Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Caju | Aleurodicus cocois | Mosca-branca, Mosca-branca-do-cajueiro | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Mahanarva fimbriolata | Cigarrinha-das-raízes, Cigarrinha-vermelha | Ver detalhes |
| Caqui | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Carambola | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Centeio | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-da-espiga, Pulgão-verde, Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
| Cevada | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-da-espiga, Pulgão-verde, Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
| Ervilha | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Eucalipto | Glycaspis brimblecombei | Psilideo de concha | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Feijões | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Figo | Zaprionus indianus | Mosca-do-figo | Ver detalhes |
| Fumo | Epitrix fasciata | Pulga-do-fumo, Vaquinha-do-fumo | Ver detalhes |
| Goiaba | Triozoida limbata | Psilídeo da goiabeira | Ver detalhes |
| Kiwi | Ceratitis capitata | Mosca do mediterâneo | Ver detalhes |
| Manga | Aphis gossypii | pulgão-do-algodão | Ver detalhes |
| Milheto | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Milho | Rhopalosiphum maidis | Pulgão-do-milho, Pulgão-dos-cereais | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Soja | Euschistus heros | Percevejo-marrom | Ver detalhes |
| Sorgo | Dichelops melacanthus | percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Trigo | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-da-espiga, Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
| Triticale | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
| Uva | Ceratitis capitata | Ver detalhes |
Aplicar TERMINUS nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação. Este produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendação para cada cultura.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado.
Diluir o produto na dose recomendada por ha em volume de água suficiente para aplicação de 20 mL/planta (aplicação sobre a planta). Usar pulverizador costal (manual ou motorizado) ou equipamento tratorizado corretamente calibrado e adaptado para aplicação no solo limpo.
# Aplicação VIA TERRESTRE:
A boa eficiência de aplicação, entre outros fatores, destaca um conjunto de características e ações que devem ser rigorosamente observadas, tais como:
para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Realize a aplicação via aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos:
. Temperatura ambiente abaixo de 30ºC;
. Umidade relativa do ar acima de 50%
. Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/h.
CULTURA | Intervalo de Segurança (dias) |
Algodão | 10 |
Amendoim | 7 |
Arroz/Arroz irrigado | 30 |
Aveia | 15 |
Café | 40 |
Caju | 10 |
Cana-de-açúcar | 40 |
Caqui | 10 |
Carambola | 10 |
Centeio | 15 |
Cevada | 15 |
Ervilha | 15 |
Eucalipto | UNA |
Feijão | 7 |
Feijões | 7 |
Figo | 10 |
Fumo | UNA |
Goiaba | 10 |
Mangaba | 10 |
Milheto | 15 |
Milho | 15 |
Pastagem | UNA |
Quiuí | 10 |
Soja | 20 |
Sorgo | 15 |
Tomate | 3 |
Trigo | 15 |
Triticale | 15 |
Uva | 10 |
UNA: Uso Não Alimentar
A reentrada de pessoas nas culturas poderá ocorrer após a completa secagem da calda aplicada (cerca de 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | RECOMENDAÇÕES DE USO | ||
ÉPOCA E INTERVALO ENTRE APLICAÇÕES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | |||
Arroz/ Arroz irrigado | Percevejo-grande-do- arroz (Tibraca limbativentris) | 400 a 600 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. | 1 | Terrestre: 150 L/ha Aéreo: 10 a 30 L/ha |
Inspecionar periodicamente a lavoura. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Caso seja necessário, devido a reinfestação realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias, não ultrapassando o limite máximo de 2 aplicações durante o ciclo da cultura. | Terrestre: 200 L/ha | ||||
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 mL/ha | 2 | |||
Aéreo: 10 a 30 L/ha | |||||
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 600 mL/ha | Realizar monitoramento constante e aplicar no início da infestação. | |||
Aveia | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 300 a 600 mL/ha | Realizar monitoramento constante e realizar a aplicação logo no início da infestação. O monitoramento deve ser feito contabilizando o número de lagartas. Verificar na superfície do solo e nas plantas. A aplicação deve ser realizada quando forem encontradas as primeiras infestações de lagartas. Usar a maior dose em caso de altas infestações. | 1 | Terrestre: 150 a 200 L/ha Aéreo: 10 a 30 L/ha |
Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopalosiphum graminum) | 300 a 400 mL/ha | Realizar monitoramento constante e aplicar no início da infestação. Utilizar a maior dose em caso de alta pressão da praga | |||
Cana-de- açúcar | Cigarrinha-das-raízes (Mahanarva fimbriolata) | 1,1 a 2,3 L/ha | Após a colheita, realizar aplicação dirigindo o jato ao solo, no corte na soqueira da cana, próximo às raízes utilizando equipamentos apropriados (Aplicador de inseticidas em soqueira) para esta modalidade de aplicação. Utilizar a maior dose para situações de maior pressão da praga. | 1 | Terrestre: 200 L/ha |
Gorgulho-da-cana-de- açúcar (Sphenophorus levis) | 1,7 a 2,3 L/ha | Terrestre: 130 a 200 L/ha | |||
Broca-gigante (Castnia licus) | 1,7 a 2,3 L/ha | Monitorar constantemente a presença da praga e aplicar logo no início da ocorrência. Após a colheita, realizar a aplicação dirigindo o jato ao solo na base da soqueira da cana, próximo às raízes utilizando equipamento apropriados para esta modalidade de aplicação. Utilizar a maior dose para situações de maior pressão da praga. | Terrestre: 150 a 300 L/ha | ||
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Caso seja necessário, devido a reinfestação realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias, não ultrapassando o limite máximo de 2 aplicações durante o ciclo da cultura. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aéreo: 10 a 30 L/ha | |
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 600 mL/ha | Realizar monitoramento constante e aplicar no início da infestação. | |||
Centeio | Realizar monitoramento constante e realizar a aplicação logo no início da infestação. O monitoramento deve ser feito contabilizando o número de lagartas. Verificar na superfície do solo e nas plantas. A aplicação deve ser realizada quando forem encontradas as primeiras infestações de lagartas. Usar a maior dose em caso de altas infestações. | Terrestre: 150 a 200 L/ha | |||
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 300 a 600 mL/ha | 1 | |||
Aéreo: 10 a 30 L/ha | |||||
Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopalosiphum graminum) | 300 a 400 mL/ha | Realizar monitoramento constante e aplicar no início da infestação. Utilizar a maior dose em caso de alta pressão da praga | |||
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Caso seja necessário, devido a reinfestação realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias, não ultrapassando o limite máximo de 2 aplicações durante o ciclo da cultura. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aéreo: 10 a 30 L/ha | |
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 600 mL/ha | Realizar monitoramento constante e aplicar no início da infestação. | |||
Cevada | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 300 a 600 mL/ha | Realizar monitoramento constante e realizar a aplicação logo no início da infestação. O monitoramento deve ser feito contabilizando o número de lagartas. Verificar na superfície do solo e nas plantas. A aplicação deve ser realizada quando forem encontradas as primeiras infestações de lagartas. Usar a maior dose em caso de altas infestações. | 1 | Terrestre: 150 a 200 L/ha |
Aéreo: 10 a 30 L/ha | |||||
Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopalosiphum graminum) | 300 a 400 mL/ha | Realizar monitoramento constante e aplicar no início da infestação. Utilizar a maior dose em caso de alta pressão da praga |
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) | Realizar aplicação logo após a emergência do milheto quando for constatada a presença da praga. Em áreas de histórico e de maior pressão, deve-se utilizar a maior dose. Caso seja necessário, devido a reinfestação realizar 2 aplicações com intervalo mínimo de 7 dias não ultrapassando o limite máximo de 2 aplicações durante o ciclo da cultura. | Terrestre: 120 a 200 L/ha Aéreo: 10 a 30 L/ha | |||
Milheto | 400 a 500 mL/ha | Realizar monitoramento constante para verificar a ocorrência de adultos e ninfas. A aplicação deve ser realizada quando for constatada a presença da praga. Em áreas de histórico e de maior pressão, deve-se utilizar a maior dose. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo mínimo de 7 dias. Os métodos de controle culturais também devem ser adotados, tais como: evitar a multiplicação do vetor em plantios sucessivos e erradicar plantas voluntárias de milho na área do plantio. | 2 | ||
Cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) | Terrestre: 150 a 200 L/ha | ||||
Aéreo: 10 a 30 L/ha | |||||
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 a 500 mL/ha | Realizar aplicação logo após a emergência do milho quando for constatada a presença da praga. Em áreas de histórico e de maior pressão, deve-se utilizar a maior dose. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo mínimo de 7 dias, não ultrapassando o limite máximo de 2 aplicações durante o ciclo da cultura. | 2 | Terrestre: 120 a 200 L/ha Aéreo: 10 a 30 L/ha | |
Milho | Cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) | 400 a 500 mL/ha | Realizar monitoramento constante para verificar a ocorrência de adultos e ninfas. A aplicação deve ser realizada quando for constatada a presença da praga. Em áreas de histórico e de maior pressão, deve-se utilizar a maior dose. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo mínimo de 7 dias. Os métodos de controle culturais também devem ser adotados, tais como: evitar a multiplicação do vetor em plantios sucessivos e erradicar plantas voluntárias de milho na área do plantio. | 2 | Terrestre: 150 a 200 L/ha Aéreo: 10 a 30 L/ha |
Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | 300 a 500 mL/ha | Realizar aplicação no início da ocorrência da praga. Utilizar maior dose em caso de maior incidência do alvo. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias | |||
Pastagens | Cigarrinha-das- pastagens (Deois flavopicta) | 400 a 450 mL/ha | Realizar aplicação quando for observado a ocorrência das primeiras ninfas nas bases das plantas (Brachiaria sp.), sendo geralmente nos primeiros dias após a germinação. | 1 | Terrestre: L/ha Aéreo: 10 a 30 L/ha |
Carrapato-do-boi (Rhipicephalus | Monitorar a praga constantemente na lavoura e animais. Realizar a aplicação no pasto no início da infestação, com a detecção da praga. | ||||
microplus) |
Mosca-branca (Bemisia tabaci Raça B) | Inspecionar periodicamente a lavoura. Realizar aplicação quando for observado o início de infestação de adultos na área, ou conforme a infestação e o nível de dano na cultura. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 10 dias. Utilizar a dose menor em condições de menor infestação da praga. Em maiores infestações da praga, utilizar a maior dose. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. | ||||
Terrestre: 150 L/ha | |||||
400 a 500 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura através de batidas de pano, no mínimo uma vez por semana. Recomenda-se realizar a batida de pano em um metro linear de um lado da fileira de soja nos momentos mais frescos do dia. Realizar aplicação quando for observado o início de infestação, no máximo dois percevejos maiores que 0,4 cm por metro linear em áreas de produção de grãos e no máximo um percevejo maior que 0,4 com em áreas de produção de sementes. Caso seja necessário devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 10 dias. Utilizar a dose menor em condições de menor infestação da praga. Em maiores infestações da praga, utilizar a maior dose. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. | 2 | |||
Percevejo-verde- pequeno (Piezodorus guildinii) | Aéreo: 30 L/ha | ||||
Soja | |||||
Realizar monitoramento constante e aplicar quando forem observadas lagartas pequenas no início da infestação. Para a dose de 500 mL/ha, respeitar o intervalo mínimo de 10 dias entre as aplicações. Para doses maiores que 500 mL/ha realizar somente 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||||
500 mL/ha | 2 | ||||
Lagarta-das-vagens (Spodoptera eridania) | |||||
500 a 900 mL/ha | 1 | ||||
Inspecionar periodicamente a lavoura através de batidas de pano, no mínimo uma vez por semana. Recomenda-se realizar a batida de pano em um metro linear de um lado da fileira de soja nos momentos mais frescos do dia. Realizar aplicação quando for observado o início de infestação, no máximo dois percevejos maiores que 0,4 cm por metro linear em áreas de produção de grãos e no máximo um percevejo maior que 0,4 com em áreas de produção de sementes. Para a dose de 500 mL/ha, respeitar o intervalo mínimo de 10 dias entre as aplicações. Para doses maiores que 500 mL/ha realizar somente 1 aplicação por ciclo da cultura. Não aplicar mais que 1000 mL/ha (84 + 48 g i.a./ha) por ciclo da cultura. | Terrestre: 150 a 200 L/ha | ||||
500 mL/ha | 2 | ||||
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | |||||
500 a 1000 mL/ha | 1 | ||||
Aéreo: 30 L/ha | |||||
Tripes (Caliothrips brasiliensis) | 500 mL/ha | Realizar aplicação no início da ocorrência da praga. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 10 dias. | 2 |
Sorgo | Cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) | 400 a 500 mL/ha | Realizar monitoramento constante para verificar a ocorrência de adultos e ninfas. A aplicação deve ser realizada quando for constatada a presença da praga. Em áreas de histórico e de maior pressão, deve-se utilizar a maior dose. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo mínimo de 7 dias. Os métodos de controle culturais também devem ser adotados, tais como: evitar a multiplicação do vetor em plantios sucessivos e erradicar plantas voluntárias de milho na área do plantio. | 2 | Terrestre: 150 a 200 L/ha Aéreo: 10 a 30 L/ha |
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias, não ultrapassando o limite máximo de 2 aplicações durante o ciclo da cultura. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aéreo: 10 a 30 L/ha | |
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 600 mL/ha | Realizar monitoramento constante e aplicar no início da infestação. | |||
Trigo | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 300 a 600 mL/ha | Realizar monitoramento constante e realizar a aplicação logo no início da infestação. O monitoramento deve ser feito contabilizando o número de lagartas. Verificar na superfície do solo e nas plantas. A aplicação deve ser realizada quando forem encontradas as primeiras infestações de lagartas. Usar a maior dose em caso de altas infestações. | 1 | Terrestre: 150 a 200 L/ha Aéreo: 10 a 30 L/ha |
Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopalosiphum graminum) | 300 a 400 mL/ha | Realizar monitoramento constante e aplicar no início da infestação. Utilizar a maior dose em caso de alta pressão da praga. | |||
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar duas aplicações com intervalo de 7 dias, não ultrapassando o limite máximo de 2 aplicações durante o ciclo da cultura. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aéreo: 10 a 30 L/ha | |
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 600 mL/ha | Realizar monitoramento constante e aplicar no início da infestação. | |||
Triticale | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 300 a 600 mL/ha | Realizar monitoramento constante e realizar a aplicação logo no início da infestação. O monitoramento deve ser feito contabilizando o número de lagartas. Verificar na superfície do solo e nas plantas. A aplicação deve ser realizada quando forem encontradas as primeiras infestações de lagartas. Usar a maior dose em caso de altas infestações. | 1 | Terrestre: 150 a 200 L/ha Aéreo: 10 a 30 L/ha |
Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopalosiphum graminum) | 300 a 400 mL/ha | Realizar monitoramento constante e aplicar no início da infestação. Utilizar a maior dose em caso de alta pressão da praga. | |||
p.c.: produto comercial
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Tibraca limbativentris | Percevejo, Percevejo-grande-do-arroz | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Tibraca limbativentris | Percevejo | Ver detalhes |
| Aveia | Dichelops melacanthus | PERCEVEJO- BARRIGA VERDE | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Castnia licus | Broca-gigante | Ver detalhes |
| Centeio | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga verde | Ver detalhes |
| Cevada | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga verde | Ver detalhes |
| Milheto | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Milho | Rhopalosiphum maidis | Pulgão-do-milho, Pulgão-dos-cereais | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Soja | Caliothrips brasiliensis | Tipes | Ver detalhes |
| Trigo | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Triticale | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
ZEUS; ESTRELA é apresentado na forma de Emulsão de óleo em água (EW), e pode ser aplicado com pulverizadores ou equipamentos terrestres e aéreos. São usados pulverizadores costais manual ou motorizado, tratorizados, aviões com barras ou atomizadores, conforme recomendação para cada cultura.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado.
Encher com água o tanque do pulverizador com ¾ da capacidade. Com o sistema de agitação do tanque do pulverizador funcionando, adicionar lentamente o produto diretamente no tanque do pulverizador de acordo com as doses recomendadas. Completar o volume do tanque com água. Deve- se respeitar os volumes de calda recomendados para que seja possível proporcionar uma boa cobertura da área a ser tratada.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva.
Utilizar pulverizador costal (manual ou motorizado) ou pulverizador tratorizado de barra, equipado com bicos ou pontas tipo leque, mas utilizar preferencialmente com bicos ou pontas de jato cônico vazio da série JA ou D. Utilizar nesta série o difusor 23 ou 25 de acordo com as variações da umidade relativa do ar nas áreas de aplicação, de forma a se obter um Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) de gotas acima de 175 µm para Arroz/Arroz irrigado, Aveia, Centeio, Cevada, Milheto, Milho, Pastagens, Sorgo, Trigo e Triticale e Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) de gotas acima de 341 μm para Soja, e uma densidade de 50 a 70 gotas/cm2, sobre o local onde o alvo biológico se situa. A pressão de trabalho para os bicos recomendados deverá ser de 80 a 120 libras. Utilizar turbo atomizador conforme regulagem acima citados, e procurar através de volume de calda e tamanho de gotas obter uma aplicação com cobertura uniforme de toda a parte aérea da planta e evitar escorrimento da calda. O sistema de agitação no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda operação de preparo da calda e aplicação.
Utilizar equipamento de pulverização terrestre tratorizado apropriado para esta modalidade de aplicação, evitando a deriva, e procurando obter uma distribuição uniforme da calda para atingir o solo onde haja maior concentração de raízes das plantas. Utilizar pontas de jato plano (leque) do tipo XR TeeJet que produzam gotas de categorias média ou outras que proporcionem as mesmas condições. Outras pontas, disponíveis no mercado, similares, podem ser utilizadas desde que garanta uma cobertura uniforme e atingimento do alvo.
O sistema de agitação no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda operação de preparo da calda e aplicação.
Volume de calda para aplicação: 10 a 30 L/ha, dependendo da tecnologia de aplicação empregada. Densidade de gotas: 20 a 30 gotas/cm².
Altura sugerida de voo de 3 m acima do alvo. Calcular a altura do voo em função da velocidade do vento. Considerar para o cálculo o fator AMSDEN de 30.
Condições meteorológicas: Temperatura do ar abaixo de 30ºC; umidade relativa do ar: acima de 55%. Velocidade do vento: entre 3 e 10 Km/h.
Para a cultura da soja: além das informações acima utilizar somente aeronave Air Tractor AT-502 ou com desempenho similar e volume de calda mínimo de 30 L/ha.
Podem ser utilizados atomizadores rotativos como Micronair, ASC ou Turboaero. Usar a combinação de ponta e difusor que produza uma neblina com o maior DMV (Diâmetros Medianos Volumétricos de gotas) e menor PRD (Potencial de Risco de Deriva).
Voar na altura adequada para uma distribuição correta na faixa de aplicação e evitando deriva; manter esta altura e não voar mais alto do que o necessário, acompanhando sempre o FATOR AMSDEN. Realizar sempre reconhecimento da área em que se está aplicando, tentar localizar além dos obstáculos, residências, estábulos, apiários, granjas, bem como lago e pastagem vizinhas à área que está sendo tratada. Ficar atento para as variações de vento, em direção, sentido e intensidade, em relação a sua linha de voo. Não hesitar em parar as aplicações se uma mudança de vento ocorrer e vier a provocar a deriva.
Parar as aplicações sempre que a temperatura passar dos limites 30°C ou se a umidade relativa descer a níveis abaixo de 55%.
Não voar com equipamento vazando e realizar a sua manutenção adequada. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Todas as atividades aeroagrícolas bem como as recomendações de voo para evitar deriva a fim de obter boa deposição de gotas sobre o alvo, devem ser acompanhadas de Técnicos em Agropecuária, de nível médio, possuidores de curso de executor técnico em Aviação Agrícola, reconhecido pelo Ministério da Agricultura.
Todos os procedimentos ligados às atividades aero agrícolas devem estar em conformidade às regulamentações e legislações específicas ditadas pelo Ministério da Agricultura e devem evitar e mitigar riscos de contaminação ambiental e risco à saúde humana.
ADVERTÊNCIA: A não observação das condições de uso podem aumentar a possibilidade de deriva.
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos:
-Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
-Umidade relativa do ar acima de 50%.
-Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para aplicação do produto, conforme consta no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Arroz/Arroz irrigado: 21 dias Aveia: 15 dias
Cana-de-açúcar: 150 dias
Centeio: 15 dias
Cevada: 15 dias
Milheto: 21 dias
Milho: 21 dias
Pastagens: 3 dias
Soja: 30 dias
Sorgo: 21 dias
Trigo: 15 dias
Triticale: 15 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas | Pragas Nome comum / científico | Dose de produto comercial | Volume de calda (1) | Época e Intervalo de aplicação | Nº máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Bicudo-do- algodoeiro (Anthonomus grandis) | 100 – 200 mL/ha | Aplicar quando o nível de botões florais danificados atingir, no máximo, 5% (25 botões florais avaliados por hectare) dos 30 a 70 dias. Após 70 dias, iniciar as aplicações quando o nível de botões florais danificados atingir, no máximo, 10% (25 botões florais avaliados por hectare). Reaplicar a cada 5 dias ou toda vez que o ataque atingir 5% (30 a 70 dias) e 10% (após 70 dias) de botões danificados. | |||
ALGODÃO | 200 – 300 mL/ha | 200 – 300 mL/ha (Terrestre) | Aplicar quando houver 2 lagartas médias (2cm) por planta e nível de desfolha de 20% da planta toda, ou 10% de desfolha da ponteira da planta. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. | 5 | |
Aplicar quando a praga atingir o nível econômico de até 1 lagarta grande por planta (25 plantas amostradas por hectare), ou até 5 lagartas pequenas por planta em 5 batidas de pano por hectare. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. | |||||
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 100 - 200 mL/ha | 10 – 40 L/ha (Aérea) | |||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 200 - 300 mL/ha | Aplicar quando for identificada a presença de lagartas em 10% das plantas. O melhor momento para aplicação dos produtos é com as lagartas entre 1° a 3° ínstares. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. | |||
300 mL/ha | Aplicar com intervalos máximo de 5 dias e lagartas no estádio máximo de 2º ínstar. |
Culturas | Pragas Nome comum / científico | Dose de produto comercial | Volume de calda (1) | Época e Intervalo de aplicação | Nº máximo de aplicação por ciclo da cultura |
ARROZ | 150 – 200 mL/ha | 150 L/ha (Terrestre) | A aplicação deve iniciar quando detectado a presença dos primeiros indivíduos do percevejo-do- colmo ou do percevejo-do- arroz na cultura. | 1 | |
Percevejo-do-arroz (Oebalus poecilus) | |||||
CAFÉ | (Leucoptera coffeella) | 250 – 300 mL/ha | 400-500 L/ha (Terrestre) | Iniciar as aplicações quando forem constatados os primeiros danos (até 3% de minas com larvas vivas) na cultura. Em épocas de menor ocorrência da praga, usar a menor dose. Intervalo entre aplicações: 14 dias. | 2 |
CITROS | 150 - 200 mL/ha | 1500 - 2000 L/ha (Terrestre) 10 – 40 L/ha (Aérea) | Iniciar as aplicações no início da infestação de adultos e ninfas. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 | |
EUCALIPTO (Campo) | Vespa-da-galha (Leptocybe invasa) | 350 - 550 mL/ha | 200L/ha (Terrestre) 10-40L/ha (Aérea) | Aplicar logo após o início da infestação. A pulverização deve ser de preferência a alto volume, procurando obter uma perfeita cobertura da parte interna e ponteiro das plantas. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. | 3 |
EUCALIPTO (Viveiro) | Vespa-da-galha (Leptocybe invasa) | 175 - 275 mL/100L água | 20mL/m2 de bandeja | Aplicar através de rega das bandejas, utilizando um regador ou pulverizador costal. Reaplicar conforme a reinfestação. | |
FEIJÃO AMENDOIM ERVILHA FEIJÕES GRÃO-DE- BICO LENTILHA | Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 150 - 200 mL/ha | 150 L/ha (Terrestre) 10 – 40L/ha (Aérea) | Realizar levantamentos populacionais em intervalos regulares, fazer a pulverização quando observados os primeiros indivíduos na cultura. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Culturas | Pragas Nome comum / científico | Dose de produto comercial | Volume de calda (1) | Época e Intervalo de aplicação | Nº máximo de aplicação por ciclo da cultura |
MILHO | Percevejo-barriga- verde (Dichelops furcatus) | 100-200 mL/ha | 200 L/ha (Terrestre) 10 – 40 L/ha (Aérea) | As aplicações devem iniciar quando detectado a presença do percevejo- barriga-verde logo após a emergência do milho. No início do desenvolvimento da cultura, o ataque é mais severo, pois quanto menor o tamanho da planta atacada, maior é o potencial de dano da praga. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população, em áreas com histórico da praga. Realizar as aplicações com intervalos de 10 dias | 5 |
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 200 mL/ha | Iniciar a aplicação quando forem encontradas lagartas em estágio larval de 1º e 2º instar. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. | |||
SOJA (2) | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 40 - 80 mL/ha | 150 - 200 L/ha (Terrestre) 10 - 40 L/ha (Aérea) | O nível de controle depende da época que ocorre o ataque. Se o ataque ocorrer antes da floração, o controle deve ser feito quando houver 30% de desfolha. Se o ataque for após a floração, aplicar o produto com nível de desfolha de 15%. | 4 |
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 60 - 80 mL/ha | ||||
Percevejo-pequeno- da-soja (Piezodorus guildinii) | 80 - 100 mL/ha | Realizar levantamentos populacionais em intervalos regulares a partir do início da formação das vagens. Em áreas de produção comercial, fazer a pulverização quando forem encontrados 2 percevejos adultos ou 4 a 5 ninfas maiores que 0,5 cm por metro linear (ninfas a partir do 3º ínstar). Em áreas de produção de sementes, fazer a pulverização quando a população atingir 1 percevejo adulto ou 2 ninfas maiores que 0,5 cm por metro linear. | |||
Percevejo-verde (Nezara viridula) | 80 - 100 mL/ha | ||||
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 200 mL/ha | 200-400 L/ha (Terrestre) 10 – 40 L/ha (Aérea) | 2 |
Culturas | Pragas Nome comum / científico | Dose de produto comercial | Volume de calda (1) | Época e Intervalo de aplicação | Nº máximo de aplicação por ciclo da cultura |
TOMATE | Broca-pequena-do- tomateiro (Neoleucinodes elegantalis) | 150 - 200 mL/ha | 400- 1.000L/ha (Terrestre) | Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros botões florais. Em épocas de menor ocorrência da praga, usar a menor dose. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
TRIGO AVEIA CENTEIO CEVADA TRITICALE | 150 - 200 mL/ha | 150L/ha (Terrestre) 10 – 40L/ha (Aérea) | Aplicar quando forem constatadas as primeiras infestações de lagartas e reaplicar quando necessário. Usar a maior dose em caso de altas infestações. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Anthonomus grandis | Bicudo | Ver detalhes |
| Amendoim | Euschistus heros | Percevejo Marrom | Ver detalhes |
| Arroz | Oebalus poecilus | Percevejo-da-panícula, Percevejo-do-arroz | Ver detalhes |
| Aveia | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Centeio | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Cevada | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Citros | Diaphorina citri | Psilídeo | Ver detalhes |
| Ervilha | Euschistus heros | Percevejo-marrom | Ver detalhes |
| Eucalipto | Leptocybe invasa | Vespa-da-galha | Ver detalhes |
| Feijão | Euschistus heros | Percevejo-marrom | Ver detalhes |
| Feijões | Euschistus heros | Percevejo marrom | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Euschistus heros | Percevejo Marrom | Ver detalhes |
| Lentilha | Euschistus heros | Percevejo Marrom | Ver detalhes |
| Milho | Dichelops furcatus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Soja | Piezodorus guildinii | Percevejo-pequeno, Percevejo-verde-pequeno | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Triticale | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
Mantenha a lavoura inspecionada e utilize o monitoramento de pragas (uso de armadilhas) dependendo do estágio da cultura.
Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Aplicação Terrestre
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Aplicação aérea
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Amendoim | 20 |
Algodão | 15 |
Arroz | 14 |
Aveia | 15 |
Café | 15 |
Centeio | 15 |
Cevada | 15 |
Citros | 14 |
Ervilha | 20 |
Eucalipto | UNA |
Feijão | 20 |
Feijões | 20 |
Grão-de-bico | 20 |
Lentilha | 20 |
Milho | 20 |
Soja | 3 |
Tomate | 6 |
Trigo | 15 |
Triricale | 15 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Papilio scamander | Lagarta-das-folhas | Ver detalhes |
| Abacaxi | Monodes agrotina | Lagarta-das-folhas | Ver detalhes |
| Abóbora | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Abobrinha | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Algodão | Horcias nobilellus | Percevejo-rajado | Ver detalhes |
| Alho | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Amendoim | Enneothrips flavens | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-bronzeamento | Ver detalhes |
| Arroz | Oryzophagus oryzae | Bicheira-da-raiz-do-arroz, Gorgulho-aquático-do-arroz | Ver detalhes |
| Atemóia | Leptoglossus gonara | Percevejo | Ver detalhes |
| Batata | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Batata yacon | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Batata-doce | Epicauta atomaria | Vaquinha | Ver detalhes |
| Berinjela | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Beterraba | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cacau | Stenoma decora | Broca-dos-ramos | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Canola | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Cará | Pseudoplusia oo | Lagarta-das-folhas | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Chuchu | Diaphania nitidalis | Broca-das-curcubitáceas | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Couve | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Cupuaçu | Macrosoma tipulata | Lagarta-das-folhas | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Fumo | Epitrix fasciata | Pulga-do-fumo, Vaquinha-do-fumo | Ver detalhes |
| Gengibre | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Gergelim | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Girassol | Diabrotica speciosa | vaquinha verde pequeno | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Helicoverpa armigera | Lagarta-das-vagens | Ver detalhes |
| Guaraná | Liothrips adisi | Tripes | Ver detalhes |
| Inhame | Spodoptera litura | Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Jiló | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Kiwi | Clarkeulia excerptana | Traça-dos-frutos | Ver detalhes |
| Lentilha | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Linhaça | Rachiplusia nu | Lagarta-medideira | Ver detalhes |
| Mamão | Protambulyx strigilis | Lagarta, Lagarta-das-folhas | Ver detalhes |
| Mandioca | Erinnyis ello | Gervão, Mandarová | Ver detalhes |
| Mandioquinha-salsa | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Manga | Megalopyge lanata | Lagarta-de-fogo, Taturana | Ver detalhes |
| Maracujá | Dione juno juno | Lagarta-das-folhas, Lagarta-do-maracujazeiro | Ver detalhes |
| Maxixe | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Melancia | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Melão | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Milho | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Morango | Capitophorus fragaefolli | Pulgão-do-morangueiro | Ver detalhes |
| Nabo | Trichoplusia ni | Lagarta-medideira | Ver detalhes |
| Pepino | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Pimenta | Neoleucinodes elegantalis | Ver detalhes | |
| Pimentão | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Plantas Ornamentais | Thrips tabaci | Tripes | Ver detalhes |
| Quiabo | Platyedra gossypiela | Lagarta-dos-frutos | Ver detalhes |
| Rabanete | Trichoplusia ni | Lagarta-medideira | Ver detalhes |
| Romã | Leptoglossus gonagra | Percevejo-escuro | Ver detalhes |
| Soja | Nezara viridula | Fede-fede, Percevejo-verde | Ver detalhes |
| Tomate | Helicoverpa zea | Broca-grande-do-fruto, Broca-grande-do-tomate | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Uva | Eumorpha vitis | Lagarta-das-folhas, Mandarová-da-uva | Ver detalhes |
Culturas | Pragas Nome comum / científico | Dose de produto comercial | Volume de calda (1) | Época e Intervalo de aplicação | Nº máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Bicudo-do- algodoeiro (Anthonomus grandis) | 100 – 200 mL/há | Aplicar quando o nível de botões florais danificados atingir, no máximo, 5% (25 botões florais avaliados por hectare) dos 30 a 70 dias. Após 70 dias, iniciar as aplicações quando o nível de botões florais danificados atingir, no máximo, 10% (25 botões florais avaliados por hectare). Reaplicar a cada 5 dias ou toda vez que o ataque atingir 5% (30 a 70 dias) e 10% (após 70 dias) de botões danificados. | |||
200 – 300 L/ha (Terrestre) | 5 | ||||
Aplicar quando houver 2 lagartas médias (2cm) por planta e nível de desfolha de 20% da planta toda, ou 10% de desfolha do ponteira da planta. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. | |||||
Curuquerê-do- algodoeiro (Alabama argilácea) | 200 – 300 mL/há | 10 – 40 L/ha (Aérea) | |||
ALGODÃO | Aplicar quando a praga atingir o nível econômico de até 1 lagarta grande por planta (25 plantas amostrada por hectare), ou até 5 lagartas pequenas por planta em 5 batidas de pano por hectare. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. | ||||
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 100 – 200 mL/há | ||||
Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armígera) | 300 mL/ha | Aplicar com intervalos máximo de 5 dias e lagartas no estádio máximo de 2 o ínstar. | |||
200 – 300 L/ha (Terrestre) | Aplicar quando for identificada a presença de lagartas em 10% das plantas. O melhor momento para aplicação dos produtos é com as lagartas entre 1° a 3° ínstares. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. | 5 | |||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 200 - 300 mL/ha | 10 – 40 L/ha (Aérea) |
Culturas | Pragas Nome comum / científico | Dose de produto comercial | Volume de calda (1) | Época e Intervalo de aplicação | Nº máximo de aplicação por ciclo da cultura |
ARROZ | Percevejo-do-colmo (Tibraca limbativentris) | 150 – 200 mL/ha | 150 L/ha (Terrestre) | A aplicação deve iniciar quando detectado a presença dos primeiros indivíduos do percevejo-do- | 1 |
Percevejo-do-arroz (Oebalus poecilus) | |||||
CAFÉ | Bicho-mineiro-do- café (Leucoptera coffeella) | 250 – 300 mL/ha | 400 – 500 L/ha (Terrestre) | Iniciar as aplicações quando forem constatados os primeiros danos (até 3% de minas com larvas vivas) na cultura. Em épocas de menor ocorrência da praga, usar a menor dose. Intervalo entre aplicações: 14 dias. | 2 |
CITROS | 150 - 200 mL/ha | 1.500 - 2.000 L/ha (Terrestre) 10 – 40 L/ha (Aérea) | Iniciar as aplicações no início da infestação de adultos e ninfas. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 | |
EUCALIPTO (Campo) | Vespa-da-galha (Leptocybe invasa) | 350 - 550 mL/ha | 200 L/ha (Terrestre) 10 - 40 L/ha (Aérea) | Aplicar logo após o início da infestação. A pulverização deve ser de preferência a alto volume, procurando obter uma perfeita cobertura da parte interna e ponteiro das plantas. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. | 3 |
EUCALIPTO (Viveiro) | Vespa-da-galha (Leptocybe invasa) | 175 - 275 mL/100L água | 20 mL/m2 de bandeja | Aplicar através de rega das bandejas, utilizando um regador ou pulverizador costal. Reaplicar conforme a reinfestação. | |
FEIJÃO AMENDOIM ERVILHA FEIJÕES GRÃO-DE- BICO LENTILHA | Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 150 - 200 mL/ha | 150 L/ha (Terrestre) 10 – 40L/ha (Aérea) | Realizar levantamentos populacionais em intervalos regulares, fazer a pulverização quando observados os primeiros indivíduos na cultura. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
MILHO | 200 mL/ha | 200 L/ha (Terrestre) 10 – 40 L/ha (Aérea) | Iniciar a aplicação quando forem encontradas lagartas em estágio larval de 1º e 2º instar. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. | 5 | |
Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armígera) | 200 mL/ha | 200 L/ha (Terrestre) 10 – 40 L/ha (Aérea) | As aplicações devem ter intervalos máximo de 5 dias e a larva no estádio máximo de 2º ínstar. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. | 5 |
Culturas | Pragas Nome comum / científico | Dose de produto comercial | Volume de calda (1) | Época e Intervalo de aplicação | Nº máximo de aplicação por ciclo da cultura |
MILHO | Percevejo-barriga- verde (Dichelops furcatus) | 100 – 200 mL/ha | As aplicações devem iniciar quando detectado a presença do percevejo- barriga-verde logo após a emergência do milho. No início do desenvolvimento da cultura, o ataque é mais severo, pois quanto menor o tamanho da planta atacada, maior é o potencial de dano da praga. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população, em áreas com histórico da praga. Realizar as aplicações com intervalos de 10 dias. | ||
PASTAGEM | Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | 100 mL/ha | 200 L/ha (Terrestre) 10 - 40 L/ha (Aérea) | As aplicações devem ser iniciadas a partir do início da infestação, quando forem encontradas lagartas em estágio larval de 1º e 2º instar. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação, mantendo intervalos de 10 dias. | 3 |
SOJA (2) | 40 - 80 mL/ha | 150 - 200 L/ha (Terrestre) | O nível de controle depende da época que ocorre o ataque. Se o ataque ocorrer antes da floração, o controle deve ser feito quando houver 30% de desfolha. Se o ataque for após a floração, aplicar o produto com nível de desfolha de 15%. | 4 | |
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 60 - 80 mL/ha | ||||
Percevejo-pequeno- da-soja (Piezodorus guildinii) | 80 - 100 mL/ha | 150 - 200 L/ha (Terrestre) 10 - 40 L/ha (Aérea) | Realizar levantamentos populacionais em intervalos regulares a partir do início da formação das vagens. Em áreas de produção comercial, fazer a pulverização quando forem encontrados 2 percevejos adultos ou 4 a 5 ninfas maiores que 0,5 cm por metro linear (ninfas a partir do 3º ínstar). Em áreas de produção de sementes, fazer a pulverização quando a população atingir 1 percevejo adulto ou 2 ninfas maiores que 0,5 cm por metro linear. | 4 | |
Percevejo-verde (Nezara viridula) | |||||
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 200 mL/ha | 200 - 400 L/ha (Terrestre) 10 - 40 L/ha (Aérea) | 2 |
Culturas | Pragas Nome comum / científico | Dose de produto comercial | Volume de calda (1) | Época e Intervalo de aplicação | Nº máximo de aplicação por ciclo da cultura |
TOMATE | Broca-pequena-do- tomateiro (Neoleucinodes elegantalis) | 150 - 200 mL/ha | 400 - 1.000 L/ha (Terrestre) | Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros botões florais. Em épocas de menor ocorrência da praga, usar a menor dose. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
TRIGO AVEIA CENTEIO CEVADA TRITICALE | 150 - 200 mL/ha | 150 L/ha (Terrestre) 10 – 40 L/ha (Aérea) | Aplicar quando forem constatadas as primeiras infestações de lagartas e reaplicar quando necessário. Usar a maior dose em caso de altas infestações. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação.
Não aplique um total de mais de 400 mL/ha do inseticida HERO®, HALOX®, QUAKE® por ciclo da cultura da soja.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Helicoverpa armigera | Lagarta-do-algodão | Ver detalhes |
| Amendoim | Euschistus heros | Percevejo Marrom | Ver detalhes |
| Arroz | Oebalus poecilus | Percevejo-da-panícula, Percevejo-do-arroz | Ver detalhes |
| Aveia | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Centeio | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Cevada | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Citros | Diaphorina citri | Psilídeo | Ver detalhes |
| Ervilha | Euschistus heros | Percevejo-marrom | Ver detalhes |
| Eucalipto | Leptocybe invasa | Vespa-da-galha | Ver detalhes |
| Feijão | Euschistus heros | Percevejo-marrom | Ver detalhes |
| Feijão-caupi | Euschistus heros | Percevejo Marrom | Ver detalhes |
| Feijão-fava | Euschistus heros | Percevejo Marrom | Ver detalhes |
| Feijão-guandu | Euschistus heros | Percevejo Marrom | Ver detalhes |
| Feijão-mungo | Euschistus heros | Percevejo Marrom | Ver detalhes |
| Feijão-vagem | Euschistus heros | Percevejo Marrom | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Euschistus heros | Percevejo Marrom | Ver detalhes |
| Lentilha | Euschistus heros | Percevejo Marrom | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Pastagens | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Soja | Pseudoplusia includens | Lagarta-do-linho, Lagarta-falsa-medideira | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Triticale | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
Mantenha a lavoura inspecionada e utilize o monitoramento de pragas (uso de armadilhas) dependendo do estágio da cultura.
Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos metade de sua capacidade preenchida com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Aplicação Terrestre
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
Para o EUCALIPTO (CAMPO), a pulverização deve ser feita utilizando pulverizadores de pistola ou turbo atomizadores.
Pulverização com pistola: utilizar pressão de trabalho de 200 a 300 lb./pol² para plantas de até 6 metros de altura. Para alturas superiores, utilizar pressão superior e bicos com orifícios maiores.
Pulverização com turbo atomizador e nebulizadores florestais: a regulagem/distribuição dos bicos deve ser feita de maneira que o volume de calda a ser aplicado obedeça a uma relação com a massa foliar da árvore.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Aplicação aérea
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Amendoim | 20 |
Algodão | 15 |
Arroz | 14 |
Aveia | 15 |
Café | 15 |
Centeio | 15 |
Cevada | 15 |
Citros | 14 |
Ervilha | 20 |
Eucalipto | UNA |
Feijão | 20 |
Feijões | 20 |
Grão-de-bico | 20 |
Lentilha | 20 |
Milho | 20 |
Pastagem | UNA |
Soja | 3 |
Tomate | 6 |
Trigo | 15 |
Triricale | 15 |
UNA = Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | PRAGAS NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | DOSE (mL p.c./ha) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Algodão | Curuquerê (Alabama argillacea) | 100 mL/ha (5 g de i.a./ha) | 3 | Terrestre: 100 a 200 Aérea: Mín. 20 | Aplicar o produto quando forem constatadas 2 lagartas/planta ou 25% de desfolha. |
Bicudo (Anthonomus grandis) | 300 mL/ha (15 g de i.a./ha) | Para o controle do bicudo, iniciar as aplicações do produto quando o nível de botões florais danificados atingir no máximo 10% e repetir as aplicações a cada 5 dias ou toda vez que atingir o nível de 10% de botões danificados. | |||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 400 mL/ha (20 g de i.a./ha) | Para controle da lagarta-das-maçãs iniciar as aplicações do produto quando 20% dos ponteiros apresentarem ovos ou 15% dos ponteiros estiverem ameaçados. | |||
Lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella) | 250 mL/ha (12,5 g de i.a./ha) | Para controle da lagarta-rosada fazer 3 aplicações do produto espaçadas de 15 dias, a partir de 80 dias após a emergência. | |||
Percevejo-rajado (Horcias nobilellus) | 250 mL/ha (12,5 g de i.a./ha) | Para o controle do percevejo-rajado, estabelecer as aplicações por monitoramento da praga. | |||
Arroz | Bicheira-da-raiz-do- arroz (Oryzophagus oryzae) | 150 mL/ha (7,5 g de i.a./ha) | 1 | Terrestre: 150 a 200 Aérea: Mín. 20 | Fazer a aplicação 1 a 2 dias antes da irrigação definitiva. |
Curuquerê-dos- capinzais (Mocis latipes) | 100 a 150 mL/ha (5 a 7,5 g de i.a./ha) | Fazer a aplicação quando a praga alvo estiver nos estádios iniciais de desenvolvimento larval - lagartas menores que 1,5 cm e antes de se observar desfolha significativa na lavoura. | |||
Percevejo-grande- do-arroz (Tibraca limbativentris) | 150 mL/ha (7,5 g de i.a./ha) | Fazer a aplicação entre os 20 e 30 dias após a emergência ou quando a população de percevejos atingir a densidade de 1 percevejo por m². | |||
Amendoim | Tripes-do-amendoim (Enneothrips flavens) | 100 mL/ha (5 g de i.a./ha) | 3 | Terrestre: 300 a 400 Aérea: Mín. 20 | Aplicar o produto logo no início da infestação. Repetir a aplicação com 7 dias de intervalo. |
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 150-200 mL/ha (7,5 – 10,0 g de i.a./ha) | Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura reaplicar se necessário, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de aplicação de 5 a 7 dias. | |||
Batata | Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 50 a 100 mL/100 L de água (2,5 a 5,0 g.i.a./100 L de água) | 5 | Terrestre: 400 | As pulverizações devem ser realizadas visando a redução da população de insetos adultos. Realizar entre uma e cinco aplicações por ciclo a intervalos de 7 dias entre as aplicações. |
Café | Bicho-mineiro-do- café (Leucoptera coffeella) | 100 mL/ha (5,0 g de i.a./ha) | 2 | Terrestre: 400 | Por se tratar de um inseticida protetor e de longa persistência, o produto deve ser aplicado no início da infestação. Reaplicar a cada 45 dias, se necessário. |
Cebola | Tripes-do-fumo (Thrips tabaci) | 100 mL/ha (5,0 g de i.a./ha) | 3 | Terrestre: 400 | Aplicar mediante ao monitoramento da praga. As pulverizações devem ter início a partir da constatação da praga na cultura. |
Citros | Cigarrinha-da-CVC (Dilobopterus costalimai) | 200-400 mL/ha (10 – 20 g i.a./ha) | 1 | Terrestre: 1000 a 2000 Aérea: Mín. 20 | Aplicar quando a praga for detectada nas brotações. Usar volume da calda de 1000 a 2000 L/ha conforme o porte das plantas. |
Bicho-furão (Ecditolopha aurantiana) | 15 a 20 mL/100 L (0,75 a 1,0 g de i.a./100 L) | Fazer a aplicação ao entardecer antes de a lagarta penetrar no fruto, logo no início do aparecimento de adultos, ou quando o número de adultos capturados pelas armadilhas de feromônio atingirem o nível de controle (6 adultos/armadilha). Usar a dose maior em infestações mais altas. |
CULTURAS | PRAGAS NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | DOSE (mL p.c./ha) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Couve | Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 30 mL/100 L de água (1,5 g de i.a/100 L de água) | 2 | Terrestre: 500 | Determinar as aplicações mediante o monitoramento da presença de adultos na cultura. Intervalo de 10 dias entre as aplicações. |
Crisântemo* | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 150 mL/ha 75 - 100 mL/100 L | 3 | Terrestre: 600 a 1000 | Época: Fazer amostragem e pulverizar no início da infestação, com intervalo de aplicação: 7 dias. Realizar as aplicações nos primeiros horários da manhã ou então ao final dia. Caso seja detectada a presença de ventos, fechar a estufa para evitar deriva. Observação: O produto é recomendado para os cultivos sob condições de casa-de- vegetação/estufa. |
Ervilha | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 150-200 mL/ha (7,5 – 10,0 g de i.a./ha) | 2 | Terrestre: 150 a 250 | Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura reaplicar se necessário, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de aplicação de 5 a 7 dias. |
Feijão | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 150-200 mL/ha (7,5 – 10,0 g de i.a./ha) | 2 | Terrestre: 150 a 250 Aérea: Mín. 20 | Aplicar o produto no aparecimento da praga, em alternância com outros produtos. Repetir se necessário. |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 600 mL/ha (30 g de i.a./ha) | Aplicação Preventiva. Aplicar o produto em alternância com outros produtos específicos. Iniciar o tratamento aos 28 dias após a emergência. | |||
Feijão-caupi | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 150-200 mL/ha (7,5 – 10,0 g de i.a./ha) | 2 | Terrestre: 150 a 250 Aérea: Mín. 20 | Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura reaplicar se necessário, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de aplicação de 5 a 7 dias. |
Feijão-fava | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 150-200 mL/ha (7,5 – 10,0 g de i.a./ha) | 2 | Terrestre: 150 a 250 Aérea: Mín. 20 | Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura reaplicar se necessário, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de aplicação de 5 a 7 dias. |
Feijão-vagem | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 150-200 mL/ha (7,5 – 10,0 g de i.a./ha) | 2 | Terrestre: 150 a 250 Aérea: Mín. 20 | Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura reaplicar se necessário, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de aplicação de 5 a 7 dias. |
Fumo | Pulga-do-fumo (Epitrix fasciata) | 100 mL/ha (5,0 g de i. a./ha) | 1 | Terrestre: 300 | Aplicar o produto quando a infestação atingir o nível de 20 a 30 pulgas por planta. |
Grão-de-bico | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 150-200 mL/ha (7,5 – 10,0 g de i.a./ha) | 2 | Terrestre: 150 a 250 | Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura reaplicar se necessário, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de aplicação de 5 a 7 dias. |
Lentilha | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 150-200 mL/ha (7,5 – 10,0 g de i.a./ha) | 2 | Terrestre: 150 a 250 | Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura reaplicar se necessário, não excedendo o número máximo de |
CULTURAS | PRAGAS NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | DOSE (mL p.c./ha) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
aplicações, com intervalo de aplicação de 5 a 7 dias. | |||||
Melancia | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 40 a 50 mL/100 L (2,0 a 2,5 g de i.a./100 L) | 4 | Terrestre: 600 a 800 | Fazer até um máximo de 4 aplicações, com 7 dias de intervalo, preferencialmente no período da tarde, iniciando no florescimento ou antes de a broca penetrar no interior do fruto. Usar dose maior em altas infestações. |
Melão | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 40 a 50 mL/100 L (2,0 a 2,5 g de i.a./100 L) | 4 | Terrestre: 600 a 800 | Fazer até um máximo de 4 aplicações, com 7 dias de intervalo, preferencialmente no período da tarde, iniciando no florescimento ou antes de a broca penetrar no interior do fruto. Usar dose maior em altas infestações. |
Milho | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 150 mL/ha (7,5 g de i.a./ha) | 1 | Terrestre: 150 a 200 Aérea: Mín. 20 | Realizar uma aplicação do produto. O melhor momento para o controle ocorre na fase de folha raspada (início da infestação). |
Broca-da-Cana ou Broca-do-colmo (Diatraea saccharalis) | 300 mL/ha (15 g de i.a./ha) | Deve-se realizar uma aplicação preventiva por ciclo, podendo ser a mesma aplicação feita para o controle da lagarta-militar. | |||
Percevejo-barriga- verde (Dichelops melacanthus) | 300 mL/ha (15 g de i.a./ha) | Aplicar o produto de acordo com a necessidade mediante a ocorrência da praga, em alternância com outros produtos. Realizar uma aplicação por ciclo. | |||
Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | 500 a 600 mL/ha (25 a 30 g de i.a./ha) | Fazer a aplicação logo após o aparecimento dos primeiros sintomas de ataque, assegurando que o jato de pulverização atinja o colo das plantas. Reaplicar se necessário. Usar a dose maior em caso de alta pressão da praga. | |||
Morango | Pulgão-do- morangueiro Capitophorus fragaefolli | 80 mL/100 L (4,0 g de i.a./100 L) | 2 | Terrestre: 500 | Considerar 7 dias de intervalo no início da infestação, assegurando boa cobertura do alvo. |
Plantas Ornamentais* | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 150 mL/ha 15 - 25 mL/100 L | 3 | Terrestre: 600 a 1000 | Época: Fazer amostragem e pulverizar no início da infestação, com intervalo de aplicação: 7 dias. Realizar as aplicações nos primeiros horários da manhã ou então ao final dia. Caso seja detectada a presença de ventos, fechar a estufa para evitar deriva. Observação: O produto é recomendado para os cultivos sob condições de casa-de- vegetação/estufa. |
Tripes (Thrips tabaci) | 100 mL/ha 15 - 25 mL/100 L | ||||
Rosa* | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 150 mL/ha 15 – 25 mL/100 L | 3 | Terrestre: 600 a 1000 | Época: Fazer amostragem e pulverizar no início da infestação, com intervalo de aplicação: 7 dias. Realizar as aplicações nos primeiros horários da manhã ou então ao final dia. Caso seja detectada a presença de ventos, fechar a estufa para evitar deriva. Observação: O produto é recomendado para os cultivos sob condições de casa-de- vegetação/estufa. |
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 75 mL/ha (3,75 g de i.a./ha) | 2 | Terrestre: 100 a 200 Aérea: Mín. 20 | Aplicar o produto quando houver 40 lagartas por batida de pano, ou 30% de desfolha (antes de florescimento), ou 15% de desfolha (após florescimento). |
Percevejo-da-soja (Nezara viridula) | 150 mL/ha (7,5 g de i.a./ha) | Aplicar o produto quando houver 4 percevejos maiores que 0,5 cm por batida de pano. Em caso de produção de sementes, o limite é de 2 percevejos/amostragem. | |||
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 150 mL/ha (7,5 g de i.a./ha) | Aplicar o produto quando o nível de dano causado pela vaquinha-verde-amarela equivaler a 15% da área foliar. Repetir a aplicação se for observado re- infestação. |
CULTURAS | PRAGAS NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | DOSE (mL p.c./ha) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Tomate | Broca-pequena-do- fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 30 a 50** mL/100 L de água (1,5 - 2,5 g de i.a./100 L de água) | 5 | Terrestre: 600 a 800 | Aplicar o Karate Zeon 50 CS intercalado com outros produtos. *A dose de 50 mL/100 litros de água deverá ser recomendada em situações de alta pressão da praga. |
Broca-grande-do- fruto (Helicoverpa zea) | 40 a 50 mL/100 L (2,0 a 2,5 g de i.a./100 L) | 3 | Fazer de 2 a 3 aplicações, de 10 a 14 dias de intervalo, no início da frutificação assegurando que o produto atinja as sépalas. Utilizar um volume de calda que pode variar de 600 a 800 L/ha dependendo da área foliar, sendo que a maior dose deve ser utilizada somente para o menor volume de calda. | ||
Trigo | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 100 mL/ha (5,0 g de i.a./ha) | 2 | Terrestre: 100 a 200 Aérea: Mín. 20 | Realizar 2 aplicações por ciclo, com intervalo de quinze dias. Realizar a primeira aplicação no aparecimento da praga. |
Uva | Lagarta-das-folhas (Eumorpha vitis) | 50 mL/100 L (2,5 g de i.a./100 L) | 2 | Terrestre: 600 a 1000 | Fazer a aplicação logo após a constatação da praga nas folhas, reaplicando até mais 1 vez se necessário. |
* De acordo com a adoção de agrupamento de culturas em plantas ornamentais, consideram-se plantas ornamentais todos os vegetais não-comestíveis, cultivados com finalidade comercial, podendo incluir mudas, plantas cortadas ou envasadas, herbáceas, arbustivas ou arbóreas, destinadas unicamente para ornamentação ou para revestimento de superfícies de solo (ação protetiva) (INC nº 1, de 08/11/2019).
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Amendoim | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Arroz | Tibraca limbativentris | Percevejo, Percevejo-grande-do-arroz | Ver detalhes |
| Batata | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Couve | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Ervilha | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Feijão-caupi | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Feijão-fava | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete , Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Feijão-vagem | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Fumo | Epitrix fasciata | Pulga-do-fumo, Vaquinha-do-fumo | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete , Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Lentilha | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Melancia | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Melão | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Morango | Capitophorus fragaefolli | Pulgão-do-morangueiro | Ver detalhes |
| Soja | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Tomate | Helicoverpa zea | Broca-grande-do-fruto, Broca-grande-do-tomate | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Uva | Eumorpha vitis | Lagarta-das-folhas, Mandarová-da-uva | Ver detalhes |
Pulverização terrestre:
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido, providos de pontas que produzam gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno.
Pressão de trabalho: 100 a 400 KPA (costal) e 100 a 800 KPA (equipamentos tratorizados);
Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ (micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico);
Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm2;
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura de pulverização de no mínimo de 50 cm, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Temperatura do ar: Abaixo de 30 °C Umidade relativa do ar: Acima de 55%
Velocidade do vento: Média de 3 km/h até 10 km/h
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Devido ao grande número de espécies e variedades das culturas indicadas nesta bula, recomenda-se que o usuário aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala.
Utilizar equipamentos de irrigação ajustados de modo a possibilitar cobertura uniforme do produto. Importante utilizar sistemas de injeção completos e adequadamente calibrados. Verificar as características da área a ser tratada, quantidade de produto necessária e a taxa de injeção. Seguir as instruções do fabricante do sistema de irrigação para a melhor utilização do sistema dosador e de injeção, além da correta regulagem do equipamento.
Aplicação aérea:
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 metros acima do topo da planta.
A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização entre 2 e 4 metros, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Temperatura do ar: Abaixo de 30 °C Umidade relativa do ar: Acima de 55%
Velocidade do vento: Média de 3 km/h até 10 km/h
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Somente realizar a aplicação aérea na presença de Profissionais habilitados.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
O abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento, e então, adicionar o produto e complementar o produto com água. A agitação deverá ser constante durante a preparação e aplicação da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de iniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Culturas | Intervalo de Segurança (Dias) |
Algodão | 10 |
Amendoim | 21 |
Arroz | 30 |
Batata | 3 |
Café | 1 |
Cebola | 3 |
Citros | 21 |
Couve | 10 |
Crisântemo | UNA |
Ervilha | 20 |
Feijão | 15 |
Feijão-caupi | 20 |
Feijão-fava | 15 |
Feijão-vagem | 15 |
Fumo | UNA |
Grão-de-bico | 20 |
Lentilha | 20 |
Melancia | 3 |
Melão | 3 |
Milho | 15 |
Morango | 3 |
Plantas Ornamentais | UNA |
Rosa | UNA |
Soja | 20 |
Tomate | 3 |
Trigo | 15 |
Uva | 7 |
UNA = Uso Não Alimentar.
A reentrada de pessoas na cultura só deve ser permitida após a completa secagem da calda de pulverização aplicada (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é obrigatório utilizar os mesmos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) usados durante a aplicação.
O inseticida PREMIO® STAR; KATAZ BR; RHYME BR pertence ao grupo químico das diamidas antranílicas e piretróides atuando por contato e ingestão.
O inseticida PREMIO® STAR; KATAZ BR; RHYME BR é seletivo para as culturas de abóbora, abobrinha, algodão, alho, amendoim, arroz, aveia, batata, batata-doce, batata yacon, berinjela, beterraba, brócolis, café, cana-de-açúcar, cará, cebola, cenoura, cevada, chalota, chuchu, citros, coco, couve, couve-chinesa, couve- flor, couve-de-bruxelas, dendê, ervilha, feijão, feijões, grão-de-bico, jiló, lentilha, maçã, mandioca, mandioquinha-salsa, maxixe, melão, melancia, milheto, milho, nabo, pepino, pera, pêssego, pimenta, pimentão, pupunha, quiabo, rabanete, repolho, soja, sorgo, tomate, trigo, triticale e uva.
Culturas | Pragas Nome comum/científico | Dose de produto comercial | Volume de calda (1) | Época e intervalo de aplicação | Nº Máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Algodão | Bicudo-do- algodoeiro (Anthonomus grandis) | 400 – 500 mL/ha | 100 – 150 L/ha (aplicação terrestre) 10 – 40 L/ha (aplicação aérea) | Aplicar logo no início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 350 – 500 mL/ha | Iniciar as aplicações quando forem encontradas lagartas de até 1 cm em 5% das plantas. Não é recomendada aplicação para controle de lagartas maiores que 1 cm. Intervalo entre aplicações: 7 dias | |||
Lagarta- helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 350 – 500 mL/ha | ||||
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 400 – 500 mL/ha | ||||
Pulgão-do- algodoeiro (Aphis gossypii) | 400 – 500 mL/ha | Aplicar quando atingir o nível de controle de acordo com a variedade plantada (suscetibilidade a vírus). Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. Intervalo entre aplicações: 7 dias |
Culturas | Pragas Nome comum/científico | Dose de produto comercial | Volume de calda (1) | Época e intervalo de aplicação | Nº Máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Algodão | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 400 – 500 mL/ha | 100 – 150 L/ha (aplicação terrestre) 10 – 40 L/ha (aplicação aérea) | Aplicar logo após o início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação, fazendo rotação de grupos químicos no manejo para evitar a redução de suscetibilidade aos produtos disponíveis no mercado. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | |||||
Arroz | Lagarta-da- panícula (Pseudaletia sequax) | 250 – 400 mL/ha | 100 – 150 L/ha (aplicação terrestre) 10 – 40 L/ha (aplicação aérea) | Iniciar as aplicações no início da infestação. | 1 |
Percevejo-do-arroz (Oebalus poecilus) | |||||
Percevejo-do- colmo (Tibraca limbativentris) | |||||
Batata | Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 400 – 500 mL/ha | 400 L/ha (aplicação terrestre) 10 – 40 L/ha (aplicação aérea) | Iniciar as aplicações no início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) |
Culturas | Pragas Nome comum/científico | Dose de produto comercial | Volume de calda (1) | Época e intervalo de aplicação | Nº Máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Iniciar as | |||||
Bicho-mineiro-do- café (Leucoptera coffeella) | aplicações com máximo de 3% de infestação (% de folhas com larvas vivas). Intervalo | ||||
entre aplicações: | |||||
Café | 400 – 500 mL/ha | 400 – 500 L/ha (aplicação terrestre) | 30 dias | 2 | |
Broca-do-café (Hypothenemus hampei) | Iniciar as aplicações para o controle da broca- do-cafeeiro no início da formação de grãos e no momento da | ||||
migração dos | |||||
adultos. | |||||
Intervalo entre | |||||
aplicações: 30 dias | |||||
Aplicar no sulco de | |||||
200 L/ha | plantio sobre os | ||||
(aplicação | toletes. Cobrir com | ||||
terrestre no | solo, evitando | ||||
sulco de | deixar o sulco | ||||
plantio) | aberto por longo | ||||
tempo. | |||||
Cana-de- açúcar | Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 1.500 - 1.750 mL/ha | 200 L/ha | Aplicar após o corte, na fase de desenvolvimento dos colmos, dirigindo o jato de pulverização à base da planta, na proporção de 70% na soqueira e 30% no solo. | 1 |
(aplicação | |||||
terrestre | |||||
dirigida à | |||||
base da | |||||
planta) |
Culturas | Pragas Nome comum/científico | Dose de produto comercial | Volume de calda (1) | Época e intervalo de aplicação | Nº Máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Cana-de- açúcar | Gorgulho-da-cana (Sphenophorus levis) | 1.500 - 1.750 mL/ha | 200 L/ha (aplicação terrestre dirigida à base da planta) | Aplicar após o corte, na fase de desenvolvimento dos colmos, dirigindo o jato de pulverização à base da planta, na proporção de 70% na soqueira e 30% no solo. | 1 |
Broca-dos-rizomas (Migdolus fryanus) | 200 L/ha (aplicação terrestre no sulco de plantio) | Aplicar no sulco de plantio sobre os toletes. Cobrir com solo, evitando deixar o sulco aberto por longo tempo. | |||
Cebola, Alho, Chalota | Tripes (Thrips tabaci) | 400 – 500 mL/ha | 400 L/ha (aplicação terrestre) | Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Cenoura, Batata-doce, Batata yacon, Beterraba, Cará, Mandioquinha- salsa, Nabo, Rabanete | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 400 – 500 mL/ha | 150 – 200 L/ha (aplicação terrestre) | Iniciar as aplicações no início da infestação dos adultos. | 1 |
Citros | Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 200 – 300 mL/ha | 1.500 - 2.000 L/ha (aplicação terrestre) 10 – 40 L/ha (aplicação aérea) | Iniciar as aplicações no início da infestação de adultos. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Psilídeo (Diaphorina citri) |
Culturas | Pragas Nome comum/científico | Dose de produto comercial | Volume de calda (1) | Época e intervalo de aplicação | Nº Máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Coco, Dendê, Pupunha | Lagarta-do- coqueiro (Brassolis sophorae) | 300 – 400 mL/ha | 1500 - 2.000 L/ha (aplicação terrestre) 10 – 40 L/ha (aplicação aérea) | Iniciar as aplicações no início da infestação. | 1 |
Feijão, Amendoim, Ervilha, Feijões, Grão-de-bico, Lentilha | Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 250 – 400 mL/ha | 100 – 150 L/ha (aplicação terrestre) 10 – 40L/ha (aplicação aérea) | Iniciar as aplicações no início do ataque ou quando observadas as primeiras lagartas ou danos da praga. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Lagarta-helicoverpa (Helicoverpa armigera) | Iniciar as aplicações no início do ataque ou quando observadas as primeiras lagartas ou danos da praga. Intervalo entre aplicações: 7 dias |
Culturas | Pragas Nome comum/científico | Dose de produto comercial | Volume de calda (1) | Época e intervalo de aplicação | Nº Máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Feijão, Amendoim, Ervilha, Feijões, Grão-de-bico, Lentilha | Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 400 mL/ha | 100 – 150 L/ha (aplicação terrestre) 10 – 40L/ha (aplicação aérea | Realizar levantamentos populacionais em intervalos regulares, fazer a pulverização quando observados os primeiros indivíduos na cultura. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | Iniciar as aplicações para o controle da mosca- branca quando for constatada a presença dos primeiros adultos na cultura. Intervalo entre aplicações: 7 dias | ||||
Lagarta-helicoverpa (Helicoverpa armígera) | 250 – 400 mL/ha | Pivô central (aplicação terrestre) | Iniciar as aplicações no início da infestação ou quando observadas os primeiros danos da praga. Intervalo entre aplicações: 7 dias |
Culturas | Pragas Nome comum/científico | Dose de produto comercial | Volume de calda (1) | Época e intervalo de aplicação | Nº Máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Maçã, Pêra, Pêssego | Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 300 – 500 mL/ha | 1.000 - 1.200 L/ha (aplicação terrestre) | Aplicar de acordo com o monitoramento realizado com armadilhas de feromônio ou no início da infestação. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Lagarta-enroladeira (Bonagota cranaodes) | Monitorar a praga e aplicar o produto quando aparecerem os primeiros indícios de dano econômico pelo ataque da praga. Intervalo entre aplicações: 7 dias | ||||
Mandioca | Mandarová (Erinnyis ello) | 100 – 300 mL/ha | 400 L/ha (aplicação terrestre) 10 – 40L/ha (aplicação aérea) | Pulverização foliar: Iniciar as aplicações no início da infestação. | 1 |
Melão, Melancia | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 300 – 400 mL/ha | 1.000 L/ha (aplicação terrestre) | Iniciar as aplicações foliares preventivas a partir do florescimento. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Culturas | Pragas Nome comum/científico | Dose de produto comercial | Volume de calda (1) | Época e intervalo de aplicação | Nº Máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Milho, Milheto, Sorgo | Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 300 – 500 mL/ha | 100 – 150 L/ha (aplicação terrestre) 10 – 40L/ha (aplicação aérea) | Iniciar as aplicações para o controle da lagarta do cartucho quando forem constatados, no máximo, 10% das plantas com sintomas de folhas raspadas e lagartas menores que 1 cm. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Cigarrinha (Dalbulus maidis) | 400 – 500 mL/ha | Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Intervalo entre aplicações: 7 dias | |||
Percevejo-barriga- verde (Dichelops melacanthus) | |||||
Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | |||||
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 300 – 500 mL/ha | Pivô central (aplicação terrestre) | Iniciar as aplicações para o controle da lagarta do cartucho quando forem constatados, no máximo, 10% das plantas com sintomas de folhas raspadas e lagartas menores que 1 cm. Intervalo entre aplicações: 7 dias | ||
Pepino, Abóbora, Abobrinha, Chuchu, Maxixe | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 300 – 400 mL/ha | 1.000 L/ha (aplicação terrestre) | Iniciar as aplicações foliares preventivas a partir do florescimento. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Culturas | Pragas Nome comum/científico | Dose de produto comercial | Volume de calda (1) | Época e intervalo de aplicação | Nº Máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Pimentão, Berinjela, Jiló, Pimenta, Quiabo | Lagarta-helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 300 – 400 mL/ha | 500 L/ha (aplicação terrestre) | Iniciar as aplicações no início do ataque ou quando observadas as primeiras lagartas ou danos da praga. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Repolho, Brócolis, Couve-flor, Couve- chinesa, Couve, Couve-de- bruxelas | Lagarta-mede- palmo (Trichoplusia ni) | 300 – 400 mL/ha | 800 L/ha (aplicação terrestre) | Iniciar as aplicações no aparecimento das primeiras larvas na cultura. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Soja | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 400 mL/ha | 100 – 150 L/ha (aplicação terrestre) 10 – 40 L/ha (aplicação aérea) | Iniciar as aplicações no início da infestação. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 250 – 400 mL/ha | Iniciar as aplicações quando for constatado até 10 lagartas menores que 1,5 cm, por batida de pano. Intervalo entre aplicações: 7 dias | |||
Lagarta-helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 250 – 400 mL/ha | Iniciar as aplicações com até 1 lagarta em 10 plantas. Intervalo entre aplicações: 7 dias |
Culturas | Pragas Nome comum/científico | Dose de produto comercial | Volume de calda (1) | Época e intervalo de aplicação | Nº Máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Soja | Lagarta-das-folhas (Spodoptera eridania) | 250 – 400 mL/ha | 100 – 150 L/ha (aplicação terrestre) 10 – 40 L/ha (aplicação aérea) | Iniciar as aplicações quando for constatado até 5 lagartas por batida de pano. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 400 mL/ha | Iniciar as aplicações quando constatados até 2 indivíduos (adultos e ninfas) na cultura. Intervalo entre aplicações: 7 dias | |||
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 400 mL/ha | Iniciar as aplicações quando constatados os primeiros adultos na cultura. Intervalo entre aplicações: 7 dias | |||
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 200 – 300 mL/ha | Iniciar as aplicações no início da infestação. Intervalo entre aplicações: 7 dias | |||
Tomate | Broca-pequena-do- tomateiro (Neoleucinodes elegantalis) | 400 – 500 mL/ha | 400 - 1.000 L/ha (aplicação terrestre) | Iniciar as aplicações preventivamente, no aparecimento dos primeiros botões florais. Em épocas de menor ocorrência da praga, usar a menor dose. Intervalo entre aplicações: 7 dias. | 2 |
Trigo, Aveia, Cevada, Triticale | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 250 – 400 mL/ha | 150 L/ha (aplicação | Aplicar quando forem constatadas as primeiras infestações e | 2 |
Percevejo-barriga- verde (Dichelops melacanthus) | terrestre) 10 – 40 L/ha (aplicação aérea) | reaplicar quando necessário. Usar a maior dose em caso de altas infestações. Intervalo entre aplicações: 7 dias. | |||
Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae) | |||||
Culturas | Pragas Nome comum/científico | Dose de produto comercial | Volume de calda (1) | Época e intervalo de aplicação | Nº Máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Uva | Broca-dos-ramos (Paramadarus complexus) | 300 – 400 mL/ha | 600 L/ha (aplicação terrestre) | Iniciar as aplicações no início da infestação ou adultos na cultura. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Traça-dos-cachos (Cryptoblabes gnidiella) | 400 mL/ha |
(1) O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abóbora | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Abobrinha | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Algodão | Anthonomus grandis | Bicudo | Ver detalhes |
| Alho | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Amendoim | Euschistus heros | Percevejo Marrom | Ver detalhes |
| Arroz | Oebalus poecilus | Percevejo-da-panícula, Percevejo-do-arroz | Ver detalhes |
| Aveia | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Batata | Chrysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira | Ver detalhes |
| Batata yacon | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Batata-doce | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete , Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Berinjela | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Beterraba | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Brócolis | Trichoplusia ni | Falsa-medideira-da-couve, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Migdolus fryanus | Broca-da-cana, Migdolus | Ver detalhes |
| Cará | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Cenoura | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cevada | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga verde | Ver detalhes |
| Chalota | Thrips tabaci | Tripes | Ver detalhes |
| Chuchu | Diaphania nitidalis | Broca-das-curcubitáceas | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Coco | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmeiras, Lagarta-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Couve | Trichoplusia ni | Falsa-medideira-da-couve, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Trichoplusia ni | Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Couve-de-bruxelas | Trichoplusia ni | Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Couve-flor | Trichoplusia ni | Falsa-medideira-da-couve, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Dendê | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmáceas | Ver detalhes |
| Ervilha | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Jiló | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Lentilha | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Mandioca | Erinnyis ello | Gervão, Mandarová | Ver detalhes |
| Mandioquinha-salsa | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Maxixe | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Melancia | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Melão | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Milheto | Rhopalosiphum maidis | Pulgão-dos cereais | Ver detalhes |
| Milho | Dalbulus maidis | Cigarrinha-do-milho | Ver detalhes |
| Nabo | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Pepino | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Pera | Bonagota cranaodes | Lagarta enroladeira | Ver detalhes |
| Pimenta | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Pimentão | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Pupunha | Brassolis sophorae | Lagarta das Palmeiras | Ver detalhes |
| Quiabo | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Rabanete | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete , Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Repolho | Trichoplusia ni | Falsa-medideira-da-couve, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Soja | Chrysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira. | Ver detalhes |
| Sorgo | Dichelops melacanthus | percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Triticale | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Uva | Cryptoblabes gnidiella | Broca-dos-cachos, Traça-dos-cachos | Ver detalhes |
O inseticida PREMIO® STAR; KATAZ BR; RHYME BR pode ser aplicado com pulverizadores tratorizados e pulverizador costal manual e pressurizado com os diferentes tipos e espaçamento de bicos recomendados pelos fabricantes. A altura da barra deve obedecer às recomendações dos fabricantes devendo, em toda a sua extensão, estar na mesma altura e ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura, de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas. Mantenha a agitação do tanque e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação ou danos nas culturas vizinhas.
O inseticida PREMIO® STAR; KATAZ BR; RHYME BR pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas nas culturas de algodão, amendoim, arroz, aveia, batata, cevada, citros, coco, dendê, ervilha, feijão, feijões, grão- de-bico, lentilha, mandioca, milheto, milho, pupunha, soja, sorgo, trigo e triticale.
Equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos.
Tipo de bicos: cônicos D8, D10 ou D12, core 44 a 46, ou atomizadores de tela rotativa (Micronair) - Ângulo dos bicos em relação à direção de vôo: 135º e de acordo com as condições climáticas.
Volume de aplicação: mínimo de 10 L de calda/ha.
Altura de vôo: 2,0 a 4,0 metros sobre a cultura.
Largura da faixa de deposição efetiva: 13 a 15 m, de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma cobertura uniforme.
Evite a sobreposição das faixas de aplicação.
Parâmetros mínimos aceitáveis na uniformidade de aplicação: diâmetro de gotas de 150 a 200 micra e densidade de gotas mínima de 30 gotas/cm².
Deve-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
Temperatura ambiente: inferior a 30ºC;
Umidade relativa do ar: superior a 55%;
Velocidade do vento: máxima de 15 km/h. Não aplicar se houver rajadas de vento.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
O abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. Agitar bem o produto antes do uso, adicionar ao tanque do pulverizador e completar o volume com água. A agitação deverá ser constante durante a preparação e aplicação da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, válvulas, filtros, bicos e difusores e, quando aplicável, no fluxômetro.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Atenção ao descarte dos resíduos da limpeza conforme a legislação Estadual ou Municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
As condições climáticas, o estádio de desenvolvimento da cultura, proximidades de organismos não alvos e culturas para os quais o produto não esteja registrado, devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
CULTURA | INTERVALO DE SEGURANÇA (Dias) |
Abóbora | 1 |
Abobrinha | 1 |
Algodão | 14 |
Alho | 7 |
Amendoim | 7 |
Arroz | 15 |
Aveia | 7 |
Batata | 1 |
Batata-doce | 7 |
Batata yacon | 7 |
Berinjela | 1 |
Beterraba | 7 |
Brócolis | 1 |
Café | 14 |
Cana-de-açúcar | 60 |
Cará | 7 |
Cebola | 7 |
Cenoura | 7 |
Cevada | 7 |
Chalota | 7 |
chuchu Chuchu | 1 |
Citros | 7 |
Coco | 7 |
Couve | 1 |
Couve-chinesa | 1 |
Couve-flor | 1 |
Couve-de-bruxelas | 1 |
Dendê | 7 |
Ervilha | 7 |
Feijão | 7 |
Feijões | 7 |
Grão-de-bico | 7 |
Jiló | 1 |
Lentilha | 7 |
Maçã | 14 |
Mandioca | 7 |
Mandioquinha-salsa | 7 |
Maxixe | 1 |
Melão | 7 |
Melancia | 7 |
Milheto | 14 |
Milho | 14 |
Nabo | 7 |
Pepino | 1 |
Pera | 14 |
Pêssego | 14 |
Pimenta | 1 |
Pimentão | 1 |
Pupunha | 7 |
Quiabo | 1 |
Rabanete | 7 |
Repolho | 1 |
Soja | 14 |
Sorgo | 14 |
Tomate | 1 |
Trigo | 7 |
Triticale | 7 |
Uva | 7 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Papilio scamander | Lagarta-das-folhas | Ver detalhes |
| Abacaxi | Monodes agrotina | Lagarta-das-folhas | Ver detalhes |
| Abóbora | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Abobrinha | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Algodão | Heliothis virescens | Lagarta-das-maçãs | Ver detalhes |
| Alho | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Alstroeméria | Thrips tabaci | Tripes | Ver detalhes |
| Amendoim | Enneothrips flavens | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-bronzeamento | Ver detalhes |
| Arroz | Oryzophagus oryzae | Bicheira-da-raiz-do-arroz, Gorgulho-aquático-do-arroz | Ver detalhes |
| Atemóia | Leptoglossus gonara | Percevejo | Ver detalhes |
| Aveia | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Batata | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Batata yacon | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Batata-doce | Epicauta atomaria | Vaquinha | Ver detalhes |
| Berinjela | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Beterraba | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Boca-de-Leão | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho | Ver detalhes |
| Cacau | Stenoma decora | Broca-dos-ramos | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Canola | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Cará | Pseudoplusia oo | Lagarta-das-folhas | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Centeio | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Cevada | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Chuchu | Diaphania nitidalis | Broca-das-curcubitáceas | Ver detalhes |
| Citros | Dilobopterus costalimai | Cigarrinha-da-cvc | Ver detalhes |
| Couve | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Crisântemo | Spodoptera frugiperda | Lagarta Militar | Ver detalhes |
| Cupuaçu | Macrosoma tipulata | Lagarta-das-folhas | Ver detalhes |
| Ervilha | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Feijão-caupi | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Fumo | Epitrix fasciata | Pulga-do-fumo, Vaquinha-do-fumo | Ver detalhes |
| Gengibre | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Gérbera | Thrips tabaci | Tripes | Ver detalhes |
| Gergelim | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Gipsofila | Thrips tabaci | Tripes | Ver detalhes |
| Girassol | Diabrotica speciosa | vaquinha verde pequeno | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Helicoverpa armigera | Lagarta-das-vagens | Ver detalhes |
| Guaraná | Liothrips adisi | Tripes | Ver detalhes |
| Inhame | Spodoptera litura | Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Jiló | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Kiwi | Clarkeulia excerptana | Traça-dos-frutos | Ver detalhes |
| Lentilha | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Linhaça | Rachiplusia nu | Lagarta-medideira | Ver detalhes |
| Lisianthus | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho | Ver detalhes |
| Mamão | Protambulyx strigilis | Lagarta, Lagarta-das-folhas | Ver detalhes |
| Mandioca | Erinnyis ello | Gervão, Mandarová | Ver detalhes |
| Mandioquinha-salsa | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Manga | Megalopyge lanata | Lagarta-de-fogo, Taturana | Ver detalhes |
| Maracujá | Dione juno juno | Lagarta-das-folhas, Lagarta-do-maracujazeiro | Ver detalhes |
| Maxixe | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Melancia | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Melão | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Milho | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Morango | Capitophorus fragaefolli | Pulgão-do-morangueiro | Ver detalhes |
| Nabo | Trichoplusia ni | Lagarta-medideira | Ver detalhes |
| Pepino | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Pimenta | Neoleucinodes elegantalis | Ver detalhes | |
| Pimentão | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Quiabo | Platyedra gossypiela | Lagarta-dos-frutos | Ver detalhes |
| Rabanete | Trichoplusia ni | Lagarta-medideira | Ver detalhes |
| Romã | Leptoglossus gonagra | Percevejo-escuro | Ver detalhes |
| Rosa | Spodoptera frugiperda | Lagarta Militar | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Helicoverpa zea | Broca-grande-do-fruto, Broca-grande-do-tomate | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Triticale | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Uva | Eumorpha vitis | Lagarta-das-folhas, Mandarová-da-uva | Ver detalhes |
cápsulas recomendado para aplicação nas culturas de algodão, amendoim, arroz, batata, café, cebola, citros, couve, feijão, fumo, melão, milho, morango, soja, tomate, trigo e uva.
CULTURAS | ALVOS (NOME COMUM/ NOME CIENTÍFICO) | DOSE* | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | Nº MÁX. DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA |
ALGODÃO | Curuquerê (Alabama argillacea) | 100 ml/ha | Aplicar o produto quando foram constadas 2 lagartas/planta ou 25% de desfolha. | 3 | Aplicação Terrestre: 100 - 150 L/ha Aplicação Aérea: 10 - 30 L/ha |
Bicudo (Anthomonus grandis) | 300 ml/ha | Aplicar o produto quando o nível de botões florais danificados atingir no máximo 10% e repetir as aplicações a cada 5 dias ou toda vez que atingir o nível de 10% de botões danificados. | |||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 400 ml/ha | Aplicar o produto quando 20% dos ponteiros apresentarem ovos ou 15% dos ponteiros estiverem ameaçados. | |||
Percevejo-rajado (Horcias nobilellus) | 250 ml/ha | Estabelecer as aplicações por monitoramento da praga. | |||
AMENDOIM | Tripes-do-amendoim (Enneothrips flavens) | 100 ml/ha | Aplicar o produto logo no início da infestação. Repetir a aplicação com 7 dias de intervalo. | 3 | Aplicação Terrestre: 100 - 150 L/ha Aplicação Aérea: 10 - 30 L/ha |
ARROZ | Bicheira-da-raiz- do- arroz (Oryzophagus oryzae) | 150 ml/ha | Aplicar o produto 1 a 2 dias antes da irrigação definitiva. | 1 | Aplicação Terrestre: 150 - 200 L/ha Aplicação Aérea: 10 - 30 L/ha |
Curuquerê-dos- capinzais (Mocis latipes) | 100-150 ml/ha | Aplicar o produto quando a praga estiver nos estádios iniciais de desenvolvimento larval (lagartas menores de 1,5 cm) e antes da desfolha significativa da lavoura. | |||
Percevejo-grande-do- arroz (Tibraca limbativentris) | 150 ml/ha | Aplicar o produto entre 20 e 30 dias após a emergência ou quando a população atingir 1 percevejo por metro quadrado. | |||
BATATA | Larva-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 50-100 ml/100 L de água | As pulverizações devem ser realizadas visando a redução da população de insetos adultos. Repetir a aplicação com 7 dias de intervalo. | 5 | Aplicação Terrestre: 250 - 800 L/ha Aplicação Aérea: 10 - 30 L/ha |
CAFÉ | Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) | 100 ml/ha | Aplicar o produto no início da infestação. Reaplicar a cada 45 dias, se necessário. | 2 | Aplicação Terrestre: 400 - 600 L/ha Aplicação Aérea: 10 - 30 L/ha |
CEBOLA | Tripes-do-fumo (Thrips tabaci) | 100 ml/ha | Aplicar o produto logo no início da infestação. Repetir a aplicação com 7 dias de intervalo. | 3 | Aplicação Terrestre: 100 - 250 L/ha Aplicação Aérea: 10 - 30 L/ha |
CULTURAS | ALVOS (NOME COMUM/ NOME CIENTÍFICO) | DOSE* | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | Nº MÁX. DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA |
CITROS | Cigarrinha-do-cvc (Dilobopterus costalimai) | 200-400 ml/ha | Aplicar quando a praga for detectada nas brotações. | 1 | Aplicação Terrestre: 1000 - 2000 L/ha Aplicação Aérea: 10 - 30 L/ha |
Bicho-furão (Ecditolopha aurantiana) | 15-20 ml / 100 L de água | Aplicar o produto ao entardecer, antes da lagarta penetrar no fruto, logo no início do aparecimento dos adultos ou quando o nº de adultos capturados pelas armadilhas de feromônio atingirem o nível de controle (6 adultos/armadilha). Usar a dose maior em infestações maiores. | |||
COUVE | Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 30 ml/100 L de água | Aplicar o produto logo que verificada a presença de adultos na cultura. Repetir a aplicação com 10 dias de intervalo. | 2 | Aplicação Terrestre: 100 - 150 L/ha |
FEIJÃO | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 150-200 ml/ha | Aplicar o produto logo no início da infestação, alternando com outros produtos. Repetir se necessário. | 2 | Aplicação Terrestre: 100 - 150 L/ha Aplicação Aérea: 10 - 30 L/ha |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 600 ml/ha | Aplicar preventivamente. Aplicar em alternância com outros produtos específicos. Iniciar o tratamento 28 dias após a emergência. | |||
FUMO | Pulga-do-fumo (Epitrix fasciata) | 100 ml/ha | Aplicar o produto quando a infestação atingir 20 a 30 insetos por planta. | 1 | Aplicação Terrestre: 100 - 150 L/ha Aplicação Aérea: 10 - 30 L/ha |
MELÃO | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 40-50 ml/ 100 L de água | Aplicar o produto no florescimento ou antes da broca penetrar no interior do fruto, preferencialmente no período da tarde. Repetir a aplicação com 7 dias de intervalo. | 4 | Aplicação Terrestre: 800 L/ha |
MILHO | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 150 ml/ha | Aplicar o produto no início da infestação, fase da folha raspada. | 1 | Aplicação Terrestre: 100 - 150 L/ha |
Broca-da-cana Broca- do- colmo (Diatraea saccharalis) | 300 ml/ha | Realizar uma aplicação preventiva por ciclo, podendo ser a mesma aplicação feita para controle da lagarta-militar. | |||
Percevejo- barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 300 ml/ha | Aplicar o produto logo no início da infestação, alternando com outros produtos. | |||
Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 500-600 ml/ha | Aplicar o produto no início da infestação, assegurando que o jato de pulverização atinja o colo das plantas. A dose mais alta deve ser aplicada no caso de alta infestação. | |||
MORANGO | Pulgão-do- morangueiro (Capitophorus fragaefolli) | 80 ml/100 L de água | Aplicar o produto logo que verificada a presença de adultos na cultura (inicio da infestação). Repetir a aplicação com 7 dias de intervalo. | 2 | Aplicação Terrestre: 500 L/ha |
CULTURAS | ALVOS (NOME COMUM/ NOME CIENTÍFICO) | DOSE* | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | Nº MÁX. DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA |
SOJA | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 75 ml/ha | Aplicar o produto quando houver 40 lagartas por batida de pano ou 30% de desfolha (antes do florescimento) ou 15% de desfolha (após florescimento). | 2 | Aplicação Terrestre: 100 - 150 L/ha Aplicação Aérea: 10 - 30 L/ha |
Percevejo-da- soja (Nezara viridula) | 150 ml/ha | Aplicar o produto quando houver 4 percevejos maiores que 0,5 cm, por batida de pano. Em caso de produção de sementes o limite é de 2 percevejos/batida. | |||
Vaquinha-verde- amarela (Diabroticca speciosa) | 150 ml/ha | Aplicar o produto quando o nível de dano causado pelo inseto equivaler a 15% da área foliar. Reaplicar no caso de re- infestação. | |||
TOMATE | Broca-pequena- do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 30-50 ml/100L de água | Aplicar o produto logo no início da infestação, alternando com outros produtos. A dose mais alta deverá ser recomendada no caso de alta infestação. Repetir se necessário. | 5 | Aplicação Terrestre: 400 - 800 L/ha |
Broca-grande- do-fruto (Helicoverpa zea) | 40-50 ml/100 L de água | Aplicar o produto no início da frutificação, garantindo que o produto atinja as sépalas. Utilizar um volume de calda que pode variar de 600 a 800 L/ha dependendo da área foliar, sendo que a maior dose deve ser utilizada somente para o menor volume de calda. Repetir a aplicação com 10 - 14 dias de intervalo. | |||
TRIGO | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 100 ml/ha | Aplicar o produto logo no início da infestação. Repetir a aplicação a cada 15 dias. | 2 | Aplicação Terrestre: 100 - 150 L/ha Aplicação Aérea: 10 - 30 L/ha |
UVA | Lagarta-das- folhas (Eumorpha vitis) | 50 ml/ 100 L de água | Aplicar o produto logo após constatação da praga nas folhas. Reaplicar se necessário. | 2 | Aplicação Terrestre: 1000 L/ha |
*Doses referentes ao produto comercial (p.c.)
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Anthonomus grandis | Bicudo | Ver detalhes |
| Amendoim | Enneothrips flavens | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-bronzeamento | Ver detalhes |
| Arroz | Tibraca limbativentris | Percevejo, Percevejo-grande-do-arroz | Ver detalhes |
| Batata | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Citros | Dilobopterus costalimai | Cigarrinha-da-cvc | Ver detalhes |
| Couve | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Fumo | Epitrix fasciata | Pulga-do-fumo, Vaquinha-do-fumo | Ver detalhes |
| Melão | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Morango | Capitophorus fragaefolli | Pulgão-do-morangueiro | Ver detalhes |
| Soja | Nezara viridula | Fede-fede, Percevejo-verde | Ver detalhes |
| Tomate | Helicoverpa armigera | Lagarta-do-algodão | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Uva | Eumorpha vitis | Lagarta-das-folhas, Mandarová-da-uva | Ver detalhes |
A dose recomendada do SPARVIERO 50 deve ser diluída em água e aplicada sob a forma de pulverização com equipamento terrestre costal ou tratorizado, ou também através de aeronaves especializadas para pulverização agrícola. Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, deve-se observar recomendação do fabricante das pontas de pulverização quanto ao seu espaçamento e pressão de trabalho.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; tratorizado com barra ou auto- propelido, providos de pontas que produzam gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno.
Seguir os seguintes parâmetros de aplicação:
Pulverizadores costais providos de bicos de jato leque ou equivalentes, com espaçamento, vazão e pressão de trabalho corretamente calibrados.
Quando aplicar com barra, utilizar bicos cônicos das séries D, ou equivalentes;
Pressão de trabalho: 40 a 60 lbs/pol2 (costais) e 80 a 150 lbs/pol2 (equipamentos tratorizados);
Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ (micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico);
Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm2;
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura de pulverização de no mínimo de 50 cm, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança.
1.000 a 2.000 L/ha, conforme o porte das plantas, sempre assegurando uma boa cobertura na aplicação. Realizar no máximo 1 aplicação em alternância com outros produtos específicos.
APLICAÇÃO COM AERONAVES AGRÍCOLAS:
O SPARVIERO 50 pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos. Seguir os seguintes parâmetros de aplicação:
Bicos hidráulicos do tipo “CÔNICO VAZIO” da série “D” com difusor “45” com ângulo do jato à 45º para trás;
Atomizador rotativo “MICRONAIR (AU - 5000)” com ângulo das pás de hélice ajustados em 65º;
Diâmetro mediano de gotas (DMV) - Gotas médias - (200 a 400 μm);
Cobertura no alvo, com densidade de gotas: 30 a 40 gotas/cm2;
Volume de aplicação: ao redor de 10 - 30 L/ha;
Com aviões IPANEMA, qualquer modelo, a maior uniformidade de geração e distribuição das gotas nas faixas de deposição, é obtida na altura mínima de vôo de 4 a 5 metros, sempre considerada em relação ao alvo ou a cultura. Outros modelos de aeronaves, operar com os mesmos a uma altura mínima de 3 a 4 metros do alvo estabelecido.
A altura de vôo recomendada deverá ser mantida, durante todo o processo de aplicação do produto, independente das variações que ocorram nas condições climáticas locais. Ajustar sempre o ângulo dos bicos, para manter o padrão de deposição e gotas recomendado.
Nas aplicações com diluição do produto em água, utilizar vazões de 10 a 30 litros/hectare. Nesta faixa de volume poderão ser usados bicos hidráulicos como recomendados acima ou bicos rotativos tipo MICRONAIR. Caso seja recomendado volume de aplicação acima daqueles valores, é vedado ou não recomendável o uso de bicos rotativos, devendo passar a serem utilizados somente os bicos hidráulicos acima indicados.
Aeronaves do tipo Ipanema, Cessna Agwagon ou Pawnee:15 m;
Aeronaves do tipo Trush ou Airtractor: 20 m;
Aeronaves do tipo Dromader: 25 m.
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Temperatura do ar: abaixo de 30º C
Umidade relativa do ar: acima de 55%
Velocidade do vento: mínima de 3 km/h até 18 km/h
Culturas | Intervalo de Segurança (Dias) |
Algodão | 10 |
Amendoim | 15 |
Arroz | 21 |
Batata | 3 |
Café | 1 |
Cebola | 3 |
Citros | 10 |
Couve | 1 |
Feijão | 15 |
Fumo | Uso Não Alimentar |
Melão | 3 |
Milho | 15 |
Morango | 1 |
Soja | 20 |
Tomate | 3 |
Trigo | 15 |
Uva | 7 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas | Pragas | Dose de produto comercial | Nº máximo de aplicações | Modalidade de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Abacaxi | Cochonilha-do- abacaxi | (Dysmicoccus brevipes) | 300 g/100 L | 1 | Imersão de mudas por 3 minutos – pré- transplante. |
Cupim-de-monte | (Procornitermes striatus) | 600 a 800 g/ha(*) | 1 | Esguicho no solo / base da planta entre 45 e 60 dias após o transplante – 30 mL/planta. | |
Abobrinha | Mosca-branca Pulgão-das- inflorescências | (Bemisia tabaci raça B) (Aphis gossypii) | 400 a 600 g/ha(*) | 1 | Em esguicho, ou gotejo no solo, logo após a emergência da cultura. |
Amendoim | Tripes-do- amendoim | (Enneothrips flavens) | 100 a 140 g/ha(*) | 3 | Foliar (no início do aparecimento da praga). |
Alface | Pulgão-verde | (Myzus persicae) | 200 a 300 g/ha | 1 | Aplicar em forma de irrigação na bandeja de mudas, com 0,2 L de calda / bandeja de 288 furos ou 0,5 m2 em dose única antes do plantio da cultura. |
Algodão | Mosca-branca | (Bemisia tabaci raça B) | 120 a 200 g/ha(*) | 2 | Foliar. |
Pulgão-do- algodoeiro Tripes | (Aphis gossypii) (Frankliniella schultzei) | 100 a 200 g/ha(*) | 2 | Foliar. | |
Arroz | Bicheira-da-raiz- do-arroz Percevejo-do- colmo | (Oryzophagus oryzae) (Tibraca limbativentris) | 100 a 150 g/ha(*) | 2 | Foliar (logo após início de irrigação). |
Batata | Pulgão-verde Vaquinha-verde- amarela | (Myzus persicae) (Diabrotica speciosa) | 50 a 60 g/ha | 3 | Foliar. |
Pulgão–verde Vaquinha– verde–amarela Larva–arame Larva–alfinete | (Myzus persicae) (Diabrotica speciosa) (Conoderus scalaris) (Diabrotica speciosa) | 600 ou 800 g/ha | 2 | Aplicar 600 g/ha no sulco de plantio, ou 800 g/ha, antes da amontoa, em área total ou em jato dirigido na linha. Efetuar a amontoa logo após a aplicação. | |
Berinjela | Mosca-branca Tripes | (Bemisia tabaci raça B) (Frankliniella schultzei) | 400 a 600 g/ha(*) 600 g/ha | 1 | Em esguicho, ou gotejo no solo, logo após o transplante. |
Café | Cigarrinha | (Oncometopia facialis) | 2.000 g/ha | 1 | Esguicho no solo sob a copa do cafeeiro com 50 mL / planta. |
Bicho-mineiro | (Leucoptera coffeella) | 1.400 a 2.000 g/ha | 1 | Esguicho no solo sob a copa do cafeeiro com 50 mL / planta. | |
2.000 g/ha | 1 | Gotejo no solo sob a copa do cafeeiro via água de irrigação. | |||
Cigarra-do- cafeeiro | (Quesada gigas) | 1.400 g/ha | 1 | Esguicho no solo sob a copa do cafeeiro com 50 mL / planta. | |
Cochonilhas- farinhentas | (Dysmicoccus texensis) | 1.200 g/ha | 1 | Café Conillon: Esguicho no solo sob a copa do cafeeiro – 100 mL/planta. | |
Culturas | Pragas | Dose de produto comercial | Nº máximo de aplicações | Modalidade de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Cana-de- açúcar | Cigarrinha-das- raízes | (Mahanarva fimbriolata) | 1.000 g/ha | 1 | Aplicação no momento da colheita: Pulverização sobre a soqueira: Pulverizar diretamente sobre a linha de cultivo (soqueira das plantas) por ocasião da colheita, de forma que o produto fique abaixo da camada de palha. Aplicar em áreas com histórico de ocorrência da praga. |
Cupim- subterrâneo | (Heterotermes tenuis) | 400 a 800 g/ha | 1 | Pulverização no sulco, com um volume de 200 – 300 L /ha antes do plantio. | |
Citros | Cigarrinha-da- cvc | (Oncometopia facialis) | 3 g/planta (600 g/ha) | 2 | Jato dirigido ao tronco e solo sob a copa. |
Cochonilha- orthezia | (Orthezia praelonga) | 10 g/100 L de água + 0,5% de óleo ou 20 g/100 L de água sem óleo mineral. | 2 | Aplicação foliar utilizando-se de um volume de 15 Litros por planta de forma a atingir todas partes da planta. | |
Cochonilha- parlatoria | (Parlatoria cinerea) | 3 g/planta | 2 | Aplicação no tronco e ramos com calda de 0,5 L/planta suficiente para molhar sem escorrimento. | |
Cochonilha- pardinha | (Selenaspidus articulatus) | 3 g/planta | 1 | Aplicação no tronco e ramos com calda de 0,5 L/planta suficiente para molhar sem escorrimento, ou em pulverização no solo de 0,2 L / planta na área de projeção da copa. No caso de aplicação em solo efetuar as mesmas no período chuvoso para melhor penetração do produto no solo. | |
Psilídeo | (Diaphorina citri) | ||||
Crisântemo (*****) | Tripes | (Thrips palmi) | 400 g/ha | 3 | Foliar. |
Eucalipto | Cupim | (Aparatermes abbreviatus) | 300 g/100 litros de água | 1 | Imersão de mudas. |
Vespa-da-galha | (Leptocybe invasa) | 300 g/100 litros de água | 1 | Aplicação foliar. | |
Ervilha | Mosca-branca | (Bemisia tabaci raça B) | 20 g/100 L de água. | 3 | Aplicação foliar em forma de pulverização com um volume de calda de 600 a 800 L/ha. |
Mosca-branca Vaquinha-verde- amarela Tripes-do- prateamento Pulgão | (Bemisia tabaci raça B) (Diabrotica speciosa) (Caliothrips brasiliensis) (Aphis craccivora) | 150 a 200 g/ha | 2 | Aplicação foliar em forma de pulverização com um volume de calda de 600 a 800 L/ha. | |
Feijão | Mosca-branca Cigarrinha-verde Vaquinha-verde- amarela | (Bemisia tabaci raça B) (Empoasca kraemeri) (Diabrotica speciosa) | 100 a 200 g/ha(*) 100 a 200 g/ha(*) 150 a 200 g/ha(*) | 2 | Foliar ou via pivot. |
Culturas | Pragas | Dose de produto comercial | Nº máximo de aplicações | Modalidade de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Feijão- vagem | Mosca-branca | (Bemisia tabaci raça B) | 600 g/ha | 1 | Em esguicho, ou gotejo no solo, logo após a emergência. |
Fumo | Pulgão-do-fumo | (Myzus nicotianae) | 0,6 g/m2 | 1 | Aplicação no canteiro de mudas. |
Pulgão-do-fumo Broca-do-fumo Pulga-do-fumo | (Myzus nicotianae) (Faustinus cubae) (Epitrix fasciata) | 600 a 800 g/ha | 1 | Esguicho, ou gotejo no solo. | |
Pulgão-do-fumo Broca-do-fumo Pulga-do-fumo | (Myzus nicotianae) (Faustinus cubae) (Epitrix fasciata) | 840 g/ha | 1 | Rega nas bandejas de mudas pré-transplante 400 mL/bandeja. | |
Melancia | Mosca-branca Pulgão-das- inflorescências | (Bemisia tabaci raça B) (Aphis gossypii) | 60 a 120 g/ha(*) 100 a 200 g/ha(*) | 3 | Foliar. |
400 a 600 g/ha(*) | 1 | Esguicho no solo, ou gotejo no solo. | |||
Melão | Mosca-branca Pulgão-das- inflorescências | (Bemisia tabaci raça B) (Aphis gossypii) | 60 a 120 g/ha(*) | 2 | Foliar. |
400 a 600 g/ha(*) | 1 | Em esguicho, ou gotejo no solo, logo após a emergência. | |||
Morango | Pulgão-do- morangueiro | (Captophorus fragaefolii) | 10 g/100 L | 3 | Em pulverização foliar(***) |
Pepino | Mosca-branca Pulgão-das- inflorescências Pulgão-verde | (Bemisia tabaci raça B) (Aphis gossypii) (Myzus persicae) | 400 a 600 g/ha(*) | 1 | Em esguicho, ou gotejo no solo logo após a emergência. |
Pimentão | Mosca-branca Pulgão-verde Vaquinha-verde- amarela | (Bemisia tabaci raça B) (Myzus persicae) (Diabrotica speciosa) | 400 a 600 g/ha(*) | 1 | Em esguicho, ou gotejo no solo, logo após a emergência. |
Plantas Ornamentai s (*****) (1) | Tripes | (Thrips palmi) | 400 g/ha | 3 | Foliar. |
Repolho | Mosca-branca | (Bemisia tabaci raça B) | 20 g/100 L de água | 3 | Foliar. |
800 g/ha | 1 | Em esguicho, ou gotejo no solo, logo após a emergência. | |||
Pulgão-da-couve | (Brevicoryne brassicae) | 50 g/ha | 3 | Foliar. | |
200 a 300 g/ha | 1 | Em esguicho, ou gotejo no solo logo após a emergência. | |||
Tomate | Mosca-branca | (Bemisia tabaci raça B) | 16 a 20 g/ 100 L de água(*) | 2 | Foliar. |
Pulgão-verde | (Myzus persicae) | 12 a 15 g/100 L de água(*) | 2 | ||
Tripes | (Frankliniella schultzei) | 16 a 20 g/100 L de água. | 2 | Foliar, no início do aparecimento da praga. | |
800 g/ha | 1 | Em esguicho, ou gotejo no solo logo após o transplante. | |||
Pragas | Dose de produto comercial | Nº máximo de aplicações | Modalidade de aplicação | ||
Culturas | Nome Comum | Nome Científico | |||
Tomate | 0,6 g/m2(****) | 1 | Aplicação em canteiro, 4 dias antes do transplantio. | ||
Trigo | Pulgão-verde- dos-cereais | (Rhopalosiphum graminum) | 75 g/ha | 2 | Em pulverização foliar. |
Uva | Pérola-da-terra | (Eurhizococcus brasiliensis) | 680 g/ha(**) | 2 | Rega ao redor da base das plantas nos meses de novembro e janeiro 1 L/planta. |
Se a praga já estiver presente em população alta, inclusive nas culturas adjacentes, ou em cultivares suscetíveis à transmissão de viroses, usar a dose maior, tanto na aplicação foliar quanto em esguicho ou via gotejamento no solo.
(*****) Devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas pragas indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala.
(1) De acordo com a adoção de agrupamento de culturas em plantas ornamentais, consideram-se plantas ornamentais todos os vegetais não-comestíveis, cultivados com finalidade comercial, podendo incluir mudas, plantas cortadas ou envasadas, herbáceas, arbustivas ou arbóreas, destinadas unicamente para ornamentação ou para revestimento de superfícies de solo (ação protetiva) (INC nº 1, de 08/11/2019).
“O ACTARA 250 WG, NIRVANA na dose recomendada apresenta efeito bioativador melhorando o desenvolvimento das plantas (velocidade de brotação, sistema radicular, parte aérea). Por estes motivos, as plantas poderão resistir melhor as adversidades climáticas, mantendo o seu potencial produtivo".
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Dysmicoccus brevipes | Cochonilha-do-abacaxi, Cochonilha-pulverulenta-do-abacaxi | Ver detalhes |
| Abobrinha | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Alface | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Amendoim | Enneothrips flavens | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-bronzeamento | Ver detalhes |
| Arroz | Oryzophagus oryzae | Bicheira-da-raiz-do-arroz, Gorgulho-aquático-do-arroz | Ver detalhes |
| Batata | Conoderus scalaris | Larva-arame, Verme-arame | Ver detalhes |
| Berinjela | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Café | Quesada gigas | Cigarra-do-cafeeiro | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Heterotermes tenuis | Cupins | Ver detalhes |
| Citros | Oncometopia facialis | Cigarrinha-da-cvc | Ver detalhes |
| Crisântemo | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Ervilha | Caliothrips brasiliensis | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-prateamento | Ver detalhes |
| Eucalipto | Aparatermes abbreviatus | Cupim | Ver detalhes |
| Feijão | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Feijão-vagem | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Fumo | Myzus nicotianae | Pulgão, Pulgão-do-fumo | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Morango | Capitophorus fragaefolli | Pulgão-do-morangueiro | Ver detalhes |
| Pepino | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pimentão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Plantas Ornamentais | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Repolho | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tomate | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Trigo | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-da-espiga, Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
| Uva | Eurhizococcus brasiliensis | Cochonilha-pérola-da-terra, Margarodes | Ver detalhes |
/bandeja de 288 furos ou 0,5 m2.
Algodão: Pulverização terrestre: Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volumes de aplicação ao redor de 100 L/ha.
Aplicação aérea / parâmetros a serem observados:
Largura da faixa de aplicação – 15 m (Aeronave tipo Ipanema). Volume de aplicação – 30 a 50 L/ha.
Densidade de gotas – 20 a 30 gotas / cm². Tamanho das gotas (DMV) – 200 a 400 µm. Altura de voo – 2 a 4 m acima do alvo.
Condições meteorológicas:
Temperatura do ar: Abaixo de 30° C.
Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Entre 5 e 18 Km/h.
Observações:
Evitar sempre os horários que estiverem com turbulência forte, inversões térmicas e correntes de convecção.
Obedecer ao regulamento previsto na Portaria 009 do Decreto Lei 86765 do Ministério da Agricultura.
Batata: Aplicar 600 g/ha no sulco de plantio, ou 800 g/ha, antes da amontoa, em área total ou em jato dirigido na linha. Efetuar a amontoa logo após a aplicação. Aplicação foliar: Utilizar pulverizador costal ou motor estacionário com volumes de calda variando de 200 a 400 L/ha, no início da infestação.
Para Cigarrinha:
Aplicação terrestre:
Jato dirigido em ambos os lados da linha de plantio, de modo a atingir as ninfas, protegidas pela espuma, alojadas na base das plantas.
Realizar aplicação única por ocasião da colheita:
Pulverização sobre a soqueira (com diluição): Pulverizar o produto sobre a soqueira das plantas por ocasião da colheita, utilizando volumes de calda entre 50 a 100 L/ha.
Aplicação aérea: Somente em condição de cana fechada, quando não mais permitir aplicação tratorizada.
Aplicação aérea / parâmetros a serem observados:
Largura da faixa de aplicação – 15 m (Aeronave tipo Ipanema). Volume de aplicação – 30 a 50 L/ha.
Densidade de gotas – 20 a 30 gotas/cm². Tamanho das gotas (DMV) – 200 a 400 µm. Altura de voo – 2 a 4 m acima do alvo.
Condições meteorológicas:
Temperatura do ar: Abaixo de 30° C.
Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Entre 5 e 18 Km/h.
Observações:
Evitar sempre os horários que estiverem com turbulência forte, inversões térmicas e correntes de convecção.
Obedecer ao regulamento previsto na Portaria 009 do Decreto Lei 86765 do Ministério da Agricultura.
Para Cupim: Aplicação sobre os colmos (mudas) no sulco de plantio, cobrindo-os logo após o tratamento.
Para cochonilhas-farinhentas: Fazer uma aplicação a partir de julho dependendo da presença da praga na cultura. Fazer aplicação em esguicho utilizando volume de calda de 100 mL por planta. Aplicação em esguicho ou “Drench”: Diluir o produto na dose recomendada por ha em volume de água suficiente para aplicação de 50 mL/planta (metade em cada lado da planta). Usar pulverizador costal manual ou equipamento tratorizado corretamente calibrado e adaptado para aplicação no solo limpo, sob a copa do cafeeiro. Para cochonilhas-farinhentas: Diluir o produto na dose recomendada por ha em volume de água suficiente para aplicação de 100 mL/planta (metade em cada lado da planta). Usar pulverizador costal manual ou equipamento tratorizado corretamente calibrado e adaptado para aplicação no solo limpo, sob a copa do cafeeiro.
Aplicação via água de irrigação por gotejo: Considerar a área abrangida por turno de rega, calcular e administrar a quantidade de produto necessária para a aplicação da dose recomendada por ha; seguir as instruções do fabricante para a regulagem do equipamento dosador.
Aplicação dirigida ao tronco da planta, com 50 mL de calda por planta, a 20 cm do solo.
aplicação em sulcos (de 5 cm de profundidade) sob a copa, em ambos os lados da planta, fechando-os logo após o tratamento. Para controle de Cochonilha-Orthezia: Aplicação via pulverização, procurando atingir toda a copa das plantas com um volume de 15 litros/planta. Melhor efeito de controle é obtido com a adição de 0,5% de óleo mineral. Para controle de Cochonilha-parlatoria, Cochonilha-pardinha e Psilídeo: Aplicação no tronco e ramos com um gasto em torno de 0,5 litro/planta, volume de calda suficiente para uma boa cobertura; ou em pulverização no solo na projeção da copa das plantas com volume em torno de 200 L/ha.
Cupim: Colocar as bandejas contendo as mudas em um estrado, e fazer a imersão, de preferência por meio mecânico, ou seja, através de uma talha (roldana), baixando a bandeja sobre o tambor contendo a calda inseticida. Após a imersão, deixar escorrer para o tambor, o excesso da calda, antes de levar as mudas para o campo.
Vespa-da-galha: Aplicar 300 g/100L em pulverização foliar, no aparecimento da praga, com volume de calda de 10 mL/m2.
Feijão: Pulverização terrestre: Recomenda-se utilizar barra tratorizada ou pulverizador costal com volumes de água de 100 a 200 L/ha. Pulverização por pivot: Utilizar os parâmetros requeridos para essas modalidades de aplicação.
Quando aplicado na forma de esguicho na base da planta, irrigar imediatamente após a aplicação.
Pulgão-do-algodoeiro: As aplicações de ACTARA 250 WG, NIRVANA deverão seguir amostragens, onde avalia-se a porcentagem de plantas atacadas, considerando como planta atacada aquela que tiver pelo menos uma colônia se formando. Em cultivares suscetíveis ao mosaico das nervuras, em áreas sem a presença de plantas com “doença-azul” pode-se tolerar de 5 a 10% de plantas atacadas. Em áreas com 2 a 6% de plantas com “doença-azul” pode-se tolerar até 3 a 5% de plantas atacadas.
Dedicar atenção especial às reboleiras iniciais ou em áreas de risco (próximas a soqueiras não destruídas, do ano anterior, de lavouras infestadas, ou até lavouras com cultivares tolerantes, em altas infestações).
As avaliações das aplicações de ACTARA 250 WG, NIRVANA deverão ser feitas 2 dias após sua aplicação sempre considerando as colônias. Para cultivares tolerantes ou resistentes ao mosaico-das-nervuras, a tolerância é de até 40% de plantas atacadas. Cuidados deverão ser tomados nestas áreas para não ser foco de disseminação para áreas de variedades suscetíveis. A dose de ACTARA 250 WG, NIRVANA de 100 g do produto comercial por hectare é recomendada para as cultivares tolerantes à virose, e 200 g/ha para as suscetíveis à virose.
Arroz: Bicheira-da-raiz-do-arroz: Uma única aplicação logo após o início de irrigação. Percevejo- do-colmo: No início do aparecimento da praga. Se necessário fazer até 2 aplicações.
Vaquinha-verde-amarela: Iniciar as pulverizações quando for constatada a entrada dos primeiros adultos na lavoura. Repetir quando necessário, até 3 vezes nas aplicações foliares e 2 nas aplicações ao solo.
Cochonilhas-farinhentas: Realizar aplicação única a partir de julho dependendo do histórico de ataque da praga na área.
Cana-de-açúcar: Cigarrinha-das-raízes: 1 aplicação dirigida em linha, nos 2 lados das fileiras de plantas. Cupim: Uma aplicação no sulco, durante o plantio.
Feijão: Mosca-branca: Iniciar as aplicações logo no início da infestação. O número de aplicações depende da pressão da praga. As aplicações poderão ser repetidas até 2 vezes.
Evite o plantio de feijão junto a lavouras antigas de feijão ou soja. Nestas condições, quando da colheita destas áreas, haverá uma migração muito grande de Mosca-branca para a nova cultura, tornando inevitável a transmissão da virose. Para evitar pulverizações excessivas na fase de emergência e desenvolvimento inicial, torna-se imprescindível o tratamento de sementes com um produto efetivo contra a Mosca-branca. Na ausência de um bom tratamento de sementes ou com sementes tratadas com produtos não específicos para Mosca-branca, poderá haver introdução da virose. Nessas condições, quando houver 60% de plântulas emergidas, aplicar um produto de contato para eliminar a população adulta migrante. Após a emergência total da cultura, iniciar as aplicações de ACTARA 250 WG, NIRVANA, com intervalos de 7 dias.
Vaquinha-verde-amarela: Iniciar as aplicações quando for verificada a presença de adultos no campo.
Fumo: Canteiro: Para proteção das plantas no período inicial pré e pós-transplante, recomenda- se a aplicação na dose de 0,6 g/m2 de canteiro, no estádio de 4 a 6 folhas. Campo (esguicho no solo): Aplicar logo após o transplante. Usar a dose menor quando o produto for aplicado 30 dias após o transplante. Se a aplicação for feita imediatamente após o transplante, usar a dose maior. Rega de mudas em bandeja: Uma aplicação 2 dias antes do transplante na forma de rega sobre as mudas.
Melancia: Aplicação via esguicho: Realizar uma única aplicação via esguicho na base das plantas logo após emergência. Aplicação foliar: As aplicações deverão ser realizadas logo no início da infestação. Repetir até 3 vezes a intervalos de 7 dias, dependendo da infestação.
Cultura | Dias |
Abacaxi (solo) | 60 dias |
Abacaxi (imersão) | (1) |
Abobrinha (solo) | 45 dias |
Alface (foliar) | 40 dias |
Algodão | 21 dias |
Amendoim | 42 dias |
Arroz | 21 dias |
Batata (foliar) | 10 dias |
Batata (solo) | 89 dias |
Berinjela (solo) | 40 dias |
Café | 90 dias |
Cana-de-açúcar (foliar) | 30 dias |
Cana-de-açúcar (solo) | (1) |
Citros (foliar) | 14 dias |
Citros (tronco) | 180 dias |
Crisântemo | UNA |
Ervilha (foliar) | 3 dias |
Eucalipto | UNA |
Feijão | 14 dias |
Feijão-vagem (solo) | 60 dias |
Fumo | UNA |
Melancia (foliar e solo) | 14 dias |
Melão (foliar) | 7 dias |
Melão (solo) | 64 dias |
Morango | 1 dia |
Pepino (solo) | 45 dias |
Pimentão (solo) | 46 dias |
Plantas Ornamentais | UNA |
Repolho (foliar) | 7 dias |
Repolho (solo) | 70 dias |
Tomate (foliar) | 3 dias |
Tomate (solo) | 10 dias |
Trigo | 42 dias |
Uva | 45 dias |
Não determinado devido a modalidade de uso.
UNA - uso não alimentar.
24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade de reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes deste período, usar macacão de mangas compridas, luvas e botas.
Culturas | Pragas | Doses | Volume de calda |
Nome Comum Nome Científico | p.c. Un.ha-1 (g i.a.ha-1) | ||
Abacaxi | Cupim-de-monte Procornitermes striatus | 300 – 400 g/ha(*) (150 - 200 g i.a/ha) | 30 mL/planta (esguicho) |
Época, intervalo de aplicação, número máximo de aplicações e modalidade de aplicação N° de aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura. Época: Realizar a aplicação ao redor da base das plantas, entre 45 e 60 dias após o transplante. Interv. Aplicação: Não se aplica. Modalidade de aplicação: Esguicho no solo/ base da planta. Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via esguicho por ciclo da cultura corresponde a uma aplicação de 200 g i.a./ha de tiametoxam. | |||
Culturas | Pragas | Doses | Volume de calda |
Nome Comum Nome Científico | p.c. Un.ha-1 (g i.a.ha-1) | ||
Alface | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro Myzus persicae | 100 – 150 g/ha (50 – 75 g i.a/ha) | 0,2L/ bandeja de 288 furos ou 0,5 m² |
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações N° de aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura. Época: Realizar a aplicação em forma de irrigação na bandeja de mudas 01 dia antes do transplante. Interv. Aplicação: Não se aplica. Modalidade de aplicação: Irrigação na bandeja de mudas. Não aplicar o produto em mudas onde o cultivo destina-se à produção de sementes | |||
Culturas | Pragas | Doses | Volume de calda |
Nome Comum Nome Científico | p.c. Un.ha-1 (g i.a.ha-1) | ||
Algodão | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 60 – 100 g/ha(*) (30 – 50 g i.a/ha) | 150 – 200 L/ha |
Pulgão-das-inflorescências Aphis gossypii | 50 – 100 g/ha(*) (25 – 50 g i.a/ha) | ||
Tripes Frankliniella schultzei | |||
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações Mosca-branca N° de aplicações: Realizar no máximo 02 aplicações por safra da cultura. Época: Realizar as aplicações no início do aparecimento da praga. Interv. Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 14 dias, dependendo da infestação. Modalidade de aplicação: Foliar Pulgão-do-algodoeiro N° de aplicações: Realizar no máximo 02 aplicações por safra da cultura. Época: As aplicações deverão seguir amostragens, onde avaliam-se a porcentagem de plantas atacadas, considerando como planta atacada aquela que tiver pelo menos uma colônia se formando. Em cultivares suscetíveis ao mosaico-das-nervuras, em áreas sem a presença de plantas com “doença-azul” pode-se tolerar de 5 a 10% de plantas atacadas. Em áreas com 2 a 6% de plantas com “doença-azul” pode-se tolerar até 3 a 5% de plantas atacadas. Dedicar atenção especial às BATATA reboleiras iniciais ou em áreas de risco (próximas a soqueiras não destruídas, do ano anterior, de lavouras infestadas, ou até lavouras com cultivares tolerantes, em altas infestações). As avaliações das aplicações de VIVANTHA®, FRANCO®, KOYAM® deverão ser feitas 2 dias após sua aplicação sempre considerando as colônias. Para cultivares tolerantes ou resistentes ao mosaico-das-nervuras, a tolerância é de até 40% de plantas atacadas. Cuidados deverão ser tomados nestas áreas para não ser foco de disseminação para áreas de variedades suscetíveis. A dose de VIVANTHA®, FRANCO®, KOYAM® de 50 g/ha(*) é recomendada para as cultivares tolerantes à virose, e 100 g/ha(*) para as suscetíveis à virose. Interv. Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 14 dias, dependendo da infestação. Modalidade de aplicação: Foliar Tripes N° de aplicações: Realizar no máximo 02 aplicações por safra da cultura. Época: Realizar as aplicações quando forem encontradas, em média, 05 ninfas por planta, durante os 30 primeiros dias da cultura. Interv. Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 14 dias, dependendo da infestação. Modalidade de aplicação: Foliar As aplicações devem ser realizadas após o período de florescimento, quando estiver no início de desenvolvimento das maçãs na maioria das plantas. Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via foliar por ciclo da cultura corresponde a duas aplicações de 50 g i.a./ha de tiametoxam. Não aplicar durante o período de inflorescência, quando forem observados os primeiros ramos frutíferos (simpodial) com o botão floral e a folha correspondente fechado e durante o florescimento. Considerando a dose máxima por aplicação de 50 g i.a./ha, deve ser empregada a distância de segurança, entre a área tratada e áreas adjacente, de 6 m para aplicação terrestre. | |||
Culturas | Pragas | Doses | Volume de calda |
Nome Comum Nome Científico | p.c. Un.ha-1 (g i.a.ha-1) | ||
Arroz | Bicheira-da-raiz-do-arroz, Gorgulho-aquático-do-arroz Oryzophagus oryzae | 50 g/ha (25 g i.a/ha) | 150 - 200 L/ha |
Percevejo-do-colmo, Percevejo-grande-do-arroz Tibraca limbativentris | |||
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações N° de aplicações: Realizar no máximo 02 aplicações por safra da cultura. Época: Realizar as aplicações no início do aparecimento da praga. Interv. Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 10 dias, dependendo da infestação. Modalidade de aplicação: Foliar. A primeira aplicação deve ser realizada a partir da emergência e a segunda aplicação não poderá ultrapassar o estágio em que a planta atinja 3 folhas completamente expandidas (V3), durante o desenvolvimento vegetativo. Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via foliar por ciclo da cultura corresponde a duas aplicações de 25 g i.a./ha de tiametoxam. Não aplicar logo após a emissão das panículas e durante o período de antese. Considerando a dose máxima por aplicação de 25 g i.a./ha, deve ser empregada a distância de segurança, entre a área tratada e áreas adjacentes, de 3 m para aplicação terrestre. | |||
Culturas | Pragas | Doses | Volume de calda |
Nome Comum Nome Científico | p.c. Un.ha-1 (g i.a.ha-1) | ||
Batata | Pulgão-verde, Myzus persicae | 25 – 30 g/ha (12,5 – 15 g i.a/ha) | 200 – 400 L/ha |
Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | |||
Pulgão-verde, Myzus persicae | 300 – 400 g/ha (150 – 200 g i.a/ha) | 200 L/ha | |
Vaquinha-verde-amarela Larva-alfinete Diabrotica speciosa | |||
Larva-arame, Conoderus scalaris |
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações Pulgão-verde (25 – 30 g/ha)
N° de aplicações: Realizar no máximo 03 aplicações por safra da cultura. Época: Realizar as aplicações no início do aparecimento da praga.
Interv. Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 07 dias, dependendo da infestação. Modalidade de aplicação: Foliar
Vaquinha-verde-amarela (25 – 30 g/ha)
N° de aplicações: Realizar no máximo 03 aplicações por safra da cultura.
Época: Realizar as aplicações quando for constatada a entrada dos primeiros adultos na lavoura.
Interv. Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 07 dias, dependendo da infestação. Modalidade de aplicação: Foliar
Pulgão-verde, Vaquinha-verde-amarela, Larva-arame, Larva-alfinete
N° de aplicações: Realizar no máximo 02 aplicações por safra da cultura.
Época e modalidade de aplicação: Realizar as aplicações na dose de 300 g/ha no sulco do plantio, ou 400 g/ha antes da amontoa, em área total ou em jato dirigido. Efetuar a amontoa logo após a aplicação.
Interv. Aplicação: Aplicação no sulco de plantio em áreas com histórico de infestação das pragas e reaplicar, se necessário, na operação de amontoa.
Não aplicar em áreas de produção de sementes botânicas ou em áreas com condições favoráveis ao florescimento da cultura.
Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via foliar por ciclo da cultura corresponde a três aplicações de 15 g i.a./ha de tiametoxam e via sulco de plantio por ciclo da cultura corresponde a duas aplicações de 200 g i.a./ha de tiametoxam.
Considerando a dose máxima por aplicação de 15 g de i.a./ha, deve ser empregada a distância de segurança, entre a área tratada e áreas adjacentes, de 2 m para aplicação foliar.
Culturas | Pragas | Doses | Volume de calda |
Nome Comum Nome Científico | p.c. Un.ha-1 (g i.a.ha-1) | ||
Café | Cigarrinha Oncometopia facialis | 1000 g/ha (500 g i.a/ha) | 50 mL/planta |
Bicho-mineiro-do-café Leucoptera coffeella | 700 - 1000 g/ha (350 - 500 g i.a/ha) | 50 mL/planta | |
1000 g/ha (500 g i.a/ha) | Gotejo no solo sob a copa via água de irrigação. | ||
Cigarra-do-cafeeiro Quesada gigas | 700 g/ha (350 g i.a/ha) | 50 mL/planta | |
Cochonilhas farinhentas Dysmicoccus texensis | 600 g/ha (300 g i.a/ha) | 100 mL/planta |
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações Cigarrinha, Cigarra e Bicho-mineiro-do-café
N° de aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por safra da cultura.
Época: Realizar a aplicação, dependendo da praga, após o início do período chuvoso. Interv. Aplicação: Não se aplica.
Modalidade de aplicação: Esguicho no solo sob a copa do cafeeiro ou no gotejo via água de irrigação (Bicho- mineiro-do-café)
Cochonilhas-farinhentas
N° de aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por safra da cultura.
Época: Realizar a aplicação a partir de julho, dependendo do histórico de ataque da praga na área. Interv. Aplicação: Não se aplica.
Modalidade de aplicação: Esguicho no solo ou sob a copa do cafeeiro. Para o café Conillon, aplicar o esguicho no solo sob a copa do cafeeiro utilizando volume de 100 mL/planta.
Culturas | Pragas | Doses | Volume de calda |
Nome Comum Nome Científico | p.c. Un.ha-1 (g i.a.ha-1) | ||
Cana-de-açúcar | Cigarrinha-das-raízes Mahanarva fimbriolata | 500 g/ha (250 g i.a/ha) | 150 – 200 L/ha |
Cupins Heterotermes tenius | 200 - 400 g/ha (100 - 200 g i.a/ha) | 150 – 200 L/ha | |
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações Cigarrinha-das-raízes N° de aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura. Época: Realizar a aplicação em jato dirigido para base da planta quando forem encontradas as primeiras ninfas de cigarrinhas na área. Aplicar até estágio em que a cultura apresenta de dois a três perfilhos a partir do colmo principal. Interv. Aplicação: Não se aplica. Modalidade de aplicação: Jato dirigido para a base das plantas. Cupins N° de aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura. Época: Realizar a aplicação sobre o sulco de plantio. Interv. Aplicação: Não se aplica. Modalidade de aplicação: Sulco de plantio. | |||
Culturas | Pragas | Doses | Volume de calda |
Nome Comum Nome Científico | p.c. Un.ha-1 (g i.a.ha-1) | ||
Crisântemo | Tripes Thrips palmi | 200 g/ha (100 g i.a/ha) | 500 – 1000 L/ha |
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações N° de aplicações: Realizar no máximo 03 aplicações por ciclo da cultura. Época: Realizar as aplicações no aparecimento das primeiras pragas. Interv. Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 07 dias, dependendo da infestação. Modalidade de aplicação: Foliar. O produto somente deve ser utilizado em cultivos protegidos e/ou estufas equipadas com tela que não permitam a passagem de polinizadores. Não aplicar o produto em cultivos de campo aberto. | |||
Culturas | Pragas | Doses | Volume de calda |
Nome Comum Nome Científico | p.c. Un. ha-1 (g i.a. ha-1) | ||
Eucalipto | Cupim Aparatermes abbreviatus | 16,5 – 33 g/ha(²) 150 g/100 L de água (8,25 – 16,5 g i.a/ha(²)) | Imersão de mudas |
Vespa-da-galha Leptocybe invasa | 150 g/ha 150 g/100 L de água (75 g i.a/ha) | 10 mL/m² | |
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações Cupim N° de aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura. Época: Realizar a aplicação antes do transplantio das mudas. Interv. Aplicação: Não se aplica. Modalidade de aplicação: Imersão de mudas. (²) O volume de calda de 100 litros é suficiente para tratar 10.000 mudas. Vespa-da-galha N° de aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura. Época: Realizar a aplicação no aparecimento da praga. Interv. Aplicação: Não se aplica. Modalidade de aplicação: Foliar. O produto somente deve ser utilizado em cultivos protegidos e/ou estufas equipadas com tela que não permitam a passagem de polinizadores. Não aplicar o produto em cultivos de campo aberto. | |||
Culturas | Pragas | Doses | Volume de calda |
Nome Comum Nome Científico | p.c. Un.ha-1 (g i.a.ha-1) | ||
Ervilha | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 60 – 80 g/ha 10 g/100 L de água (30 – 40 g i.a/ha) | 600 – 800 L/ha |
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações Mosca-branca (dose: 10g/100 L de água) N° de aplicações: Realizar no máximo 03 aplicações por ciclo da cultura. Época: Realizar as aplicações no aparecimento da praga. Interv. Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 07 dias, dependendo da infestação.. Modalidade de aplicação: Foliar. As aplicações devem ser realizadas após o período de florescimento, quando estiver no início de desenvolvimento das vagens na maioria das plantas. Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via foliar por ciclo da cultura corresponde a três aplicações de 40 g i.a./ha de tiametoxam. Não aplicar durante o período de inflorescência, quando forem observados os primeiros botões florais em formação e durante o florescimento. Considerando a dose máxima por aplicação de 40 g de i.a./ha, deve ser empregada a distância de segurança, entre a área tratada e áreas adjacentes, de 6 m para aplicação terrestre. | |||
Culturas | Pragas | Doses | Volume de calda |
Nome Comum Nome Científico | p.c. Un.ha-1 (g i.a.ha-1) | ||
Feijão | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 50 g/ha(*) (25 g i.a/ha) | 150 – 200 L/ha |
Cigarrinha, Cigarrinha-verde Empoasca kraemeri | |||
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações Mosca-branca N° de aplicações: Realizar no máximo 02 aplicações por ciclo da cultura. Época: Realizar as aplicações logo no início da infestação. Evite o plantio de feijão junto a lavouras antigas de feijão ou soja. Nestas condições, quando da colheita destas áreas, haverá uma migração de Mosca-branca para a nova cultura, tornando inevitável a transmissão de virose. É imprescindível o tratamento de sementes com um produto efetivo contra Mosca-branca. Na ausência de um bom tratamento de sementes ou com sementes tratadas com produtos não específicos para Mosca-branca, poderá haver introdução de virose. Nessas condições, quando houver 60% de plântulas emergidas, aplicar um produto de contato para eliminar a população adulta migrante. Intervalo de Aplicação: Repetir, se necessário, com intervalo de 07 dias. Modalidade de aplicação: Foliar. Cigarrinha-verde N° de aplicações: Realizar no máximo 02 aplicações por ciclo da cultura. Época: Realizar as aplicações no início do aparecimento da praga na área. Intervalo de Aplicação: Repetir, se necessário, com intervalo de 07 dias. Modalidade de aplicação: Foliar As aplicações devem ser realizadas após o período de florescimento, quando estiver no início de desenvolvimento das vagens na maioria das plantas. Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via foliar por ciclo da cultura corresponde a duas aplicações de 25 g i.a./ha de tiametoxam. Não aplicar durante o período de inflorescência, quando forem observados os primeiros botões florais em formação e durante o florescimento. Considerando a dose máxima por aplicação de 25 g de i.a./ha, deve ser empregada a distância de segurança, entre a área tratada e áreas adjacentes, de 3 m para aplicação terrestre. | |||
Culturas | Pragas | Doses | Volume de calda |
Nome Comum Nome Científico | p.c. Un.ha-1 (g i.a.ha-1) | ||
Fumo | Pulgão, Pulgão-do-fumo Myzus nicotianae | 3.000 g/ha 0,3 g/m² (1500 g i.a/ha) | Aplicação no canteiro de mudas: 200 – 400 L/ha |
Pulgão, Pulgão-do-fumo Myzus nicotianae | 300 - 400 g/ha (150 - 200 g i.a/ha) | Esguicho ou gotejo no solo: 180 – 240 L/ha | |
Broca-do-fumo, Faustinus cubae | |||
Pulgão-do-fumo Epitrix fasciata |
Pulgão, Pulgão-do-fumo Myzus nicotianae | 420 g/ha (210 g i.a/ha) | Rega nas bandejas das mudas pré- transplante: 400 mL/bandeja | |
Broca-do-fumo, Faustinus cubae | |||
Pulgão-do-fumo Epitrix fasciata | |||
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações Pulgão-do-fumo (dose: 0,3 g/m²) N° de aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura. Época: Realizar a aplicação no estádio de 4 a 6 folhas para proteção das plantas no período inicial pré e pós- transplante. Interv. Aplicação: Não se aplica. Modalidade de aplicação: Aplicação foliar em canteiro de mudas. Pulgão-do-fumo e Broca-do-fumo (dose: 300 – 400 g/ha) N° de aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura. Época: Realizar a aplicação logo após o transplante. Usar a menor dose quando o produto for aplicado 30 dias após o transplante. Interv. Aplicação: Não se aplica. Modalidade de aplicação: Esguicho ou gotejo no solo. Pulgão-do-fumo e Broca-do-fumo (dose: 420 g/ha) N° de aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura. Época: Realizar a aplicação 02 dias antes do transplante. Interv. Aplicação: Não se aplica. Modalidade de aplicação: Rega nas bandejas de mudas pré-transplante – 400 mL/bandeja. Não aplicar em áreas de produção de sementes. O produto somente deve ser utilizado em cultivos protegidos e/ou estufas equipadas com tela que não permitam a passagem de polinizadores. | |||
Culturas | Pragas | Doses | Volume de calda |
Nome Comum Nome Científico | p.c. Un.ha-1 (g i.a.ha-1) | ||
Melancia | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 30 - 60 g/ha(*) (15 - 30 g i.a/ha) | Foliar: 500 L/ha |
Pulgão-das-inflorescências Aphis gossypii | 50 - 100 g/ha(*) (25 - 50 g i.a/ha) | ||
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações Mosca-branca e Pulgão N° de aplicações: Realizar no máximo 03 aplicações por ciclo da cultura. Época: Realizar as aplicações somente após o período de florescimento e logo no início da infestação. Interv. Aplicação: Repetir, se necessário, com intervalo de 07 dias. Modalidade de aplicação: Foliar. Somente aplicar o produto após o período de florescimento da cultura. Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via foliar por ciclo da cultura corresponde a três aplicações de 50 g i.a./ha de tiametoxam. Considerando a dose máxima por aplicação de 50 g de i.a./ha, deve ser empregada a distância de segurança, entre a área tratada e áreas adjacentes, de 6 m para aplicação terrestre. | |||
Culturas | Pragas | Doses | Volume de calda |
Nome Comum Nome Científico | p.c. Un.ha-1 (g i.a.ha-1) | ||
Melão | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 30 - 60 g/ha(*) (15 - 30 g i.a/ha) | Foliar: 200 L/ha |
Pulgão-das-inflorescências Aphis gossypii | |||
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações Mosca-branca e Pulgão N° de aplicações: Realizar no máximo 02 aplicações por ciclo da cultura. Época: Realizar as aplicações somente após o período de florescimento e logo no início da infestação. Interv. Aplicação: Repetir, se necessário, com intervalo de 07 dias. Modalidade de aplicação: Foliar Somente aplicar o produto após o período de florescimento da cultura. Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via foliar por ciclo da cultura corresponde a duas aplicações de 30 g i.a./ha de tiametoxam. Considerando a dose máxima por aplicação de 30 g de i.a./ha, deve ser empregada a distância de segurança, entre a área tratada e áreas adjacentes, de 4 m para aplicação terrestre. | |||
Culturas | Pragas | Doses | Volume de calda |
Nome Comum Nome Científico | p.c. Un.ha-1 (g i.a.ha-1) | ||
Milho | Cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) | 70 g/ha 35 g i.a./ha | 150 – 200 L/ha |
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) | |||
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações N° de aplicações: Realizar no máximo 02 aplicações por ciclo da cultura. Época: Percevejo-barriga-verde: Iniciar as aplicações no início do desenvolvimento da cultura. Ter atenção especial em áreas recém-emergidas de milho que teve como cultura antecessora trigo e ou ao lado de áreas de soja recém colhidas, pois poderá ocorrer migração dos percevejos provenientes dessas áreas. Cigarrinha-do- milho: Realizar as aplicações no início da infestação da praga. Intervalo de Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 10 dias. Modalidade de aplicação: Foliar. A primeira aplicação deve ser realizada a partir da emergência e a segunda aplicação não poderá ultrapassar o estágio em que a planta atinja 3 folhas completamente expandidas (V3), durante o desenvolvimento vegetativo. Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via foliar por ciclo da cultura corresponde a duas aplicações de 35 g i.a./ha de tiametoxam. Não aplicar após a emergência dos pendões e durante o florescimento. Considerando a dose máxima por aplicação de 35 g i.a./ha, deve ser empregada a distância de segurança, entre a área tratada e áreas adjacentes, de 4 m para aplicação terrestre. | |||
Culturas | Pragas | Doses | Volume de calda |
Nome Comum Nome Científico | p.c. Un. ha-1 (g i.a.ha-1) | ||
Morango | Pulgão-do-morangueiro Capitophorus fragaefolii | 50 – 100 g/ha 5 g/100 L de água (25 – 50 g i.a/ha) | 1000 – 2000 L/ha |
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações N° de aplicações: Realizar no máximo 03 aplicações por ciclo da cultura. Época: Realizar as aplicações somente após o período de florescimento e logo no início da infestação.. Interv. Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 15 a 20 dias. Modalidade de aplicação: Foliar Somente aplicar o produto após o período de florescimento da cultura. Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via foliar por ciclo da cultura corresponde a três aplicações de 50 g i.a./ha de tiametoxam. Considerando a dose máxima por aplicação de 50 g de i.a./ha, deve ser empregada a distância de segurança, entre a área tratada e áreas adjacentes, de 6 m para aplicação terrestre. | |||
Culturas | Pragas | Doses | Volume de calda |
Nome Comum Nome Científico | p.c. Un.ha-1 (g i.a.ha-1) | ||
Repolho | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 20 g/ha 10 g/100 L de água (10 g i.a/ha) | Foliar: 200 L/ha |
400 g/ha (200 g i.a/ha) | Esguicho ou gotejo no solo: 60 mL/planta | ||
Pulgão-da-couve Brevicoryne brassicae | 100 – 150 g/ha (50 – 75 g i.a/ha) | Esguicho ou gotejo no solo: 60 mL/planta | |
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações Mosca-branca N° de aplicações: Realizar no máximo 03 aplicações por ciclo da cultura. Época: Realizar as aplicações logo no início da infestação. Interv. Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 15 a 20 dias. Modalidade de aplicação: Foliar Mosca-branca e Pulgão N° de aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura. Época: Realizar a aplicação logo após a emergência. Interv. Aplicação: Não se aplica Modalidade de aplicação: Esguicho, ou gotejo no solo. Não aplicar o produto em mudas onde o cultivo destina-se à produção de sementes Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via foliar por ciclo da cultura corresponde a três aplicações de 10 g i.a./ha de tiametoxam e via esguicho ou gotejo a dose máxima corresponde a uma aplicação de 200 g i.a./ha de tiametoxam. Considerando a dose máxima por aplicação, na modalidade foliar, de 10 g de i.a./ha, deve ser empregada a distância de segurança, entre a área tratada e áreas adjacentes, de 2 m para aplicação terrestre. | |||
Culturas | Pragas | Doses | Volume de calda |
Nome Comum Nome Científico | p.c. Un.ha-1 (g i.a.ha-1) | ||
Soja | Percevejo-marrom Euschistus heros | 70 g/ha (35 g i.a/ha) | 150 – 200 L/ha |
Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | |||
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações N° de aplicações: Realizar no máximo 02 aplicações por ciclo da cultura. Época: Percevejo-marrom: Iniciar o monitoramento pelo método de batida de pano após o florescimento da cultura e realizar as aplicações quando forem encontrados 1 percevejo (considerando ninfas e adultos) por batida de pano em áreas de produção de sementes e 2 percevejos (considerando ninfas e adultos) por batida de pano em áreas de produção de grãos. Mosca-branca: Realizar as aplicações no início da infestação da praga. Intervalo de Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 10 dias. Modalidade de aplicação: Foliar. As aplicações devem ser realizadas após o período de florescimento, quando estiver no início de desenvolvimento das vagens (canivetes) na maioria das plantas. Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via foliar por ciclo da cultura corresponde a duas aplicações de 35 g i.a./ha de tiametoxam. Não aplicar durante o período de inflorescência, quando forem observados os primeiros botões florais em formação e durante o florescimento. Considerando a dose máxima por aplicação de 35 g de i.a./ha, deve ser empregada a distância de segurança, entre a área tratada e áreas adjacentes, de 4 m para aplicação terrestre. | |||
Culturas | Pragas | Doses | Volume de calda |
Nome Comum Nome Científico | p.c. Un.ha-1 (g i.a.ha-1) | ||
Trigo | Pulgão-verde-dos-cereais Rhopalosiphum graminum | 37,5 g/ha (18,75 g i.a/ha) | 150 – 200 L/ha |
Época, intervalo de aplicação e número máximo de aplicações N° de aplicações: Realizar no máximo 02 aplicações por ciclo da cultura. Época: Iniciar as aplicações no início do desenvolvimento da cultura. Ter atenção especial em áreas recém- emergidas de trigo que teve como cultura antecessora milho ou soja, e que não foi realizado o controle de plantas invasoras e ou tigueras, pois poderá ocorrer maior infestação da praga nessas áreas. Intervalo de Aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo de 10 dias. Modalidade de aplicação: Foliar A primeira aplicação deve ser realizada a partir da emergência e a segunda aplicação não poderá ultrapassar o estágio em que a planta atinja 3 folhas completamente expandidas (V3), durante o desenvolvimento vegetativo. Concentração máxima de ativo por ciclo da cultura: a dose de aplicação máxima via foliar por ciclo da cultura corresponde a duas aplicações de 18,75 g i.a./ha de tiametoxam. Não aplicar após a emissão da espiga e durante o florescimento (antese). Considerando a dose máxima por aplicação de 18,75 g i.a./ha, deve ser empregada a distância de segurança, entre a área tratada e áreas adjacentes, de 4 m para aplicação terrestre. | |||
p.c.: produto comercial.
(*) A dose menor deverá ser usada quando ocorrerem os primeiros sinais da infestação das pragas. Se a praga já estiver presente em população alta, inclusive nas culturas adjacentes, ou em cultivares suscetíveis à transmissão de viroses, usar a maior, tanto na aplicação foliar quanto em esguicho ou via de gotejamento no solo.
O equipamento para pulverização terrestre deve estar devidamente regulado e em condições adequadas de utilização;
Selecione as pontas e a pressão de pulverização para gerar gotas Médias, segundo a norma ASABE S572.1. Ajuste a velocidade do pulverizador para uma taxa de aplicação de 150 a 200 L/ha para as culturas do algodão, arroz, cana-de-açúcar, feijão, milho, soja e trigo. Evite as velocidades excessivas para diminuição do risco de deriva;
O sistema de agitação no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação;
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva: reduzir a velocidade de aplicação e manter altura de pulverização em no máximo 50 cm do alvo auxilia na redução dos riscos de deriva;
Evitar aplicação em situações sem vento. Estas condições são iniciativas da ocorrência de inversão térmica ou correntes convectivas, fatores que ocasionam deriva.
Para Cigarrinha:
Aplicação terrestre:
Jato dirigido em ambos os lados da linha de plantio, de modo a atingir as ninfas, protegidas pela espuma, alojadas na base das plantas.
Realizar aplicação única por ocasião da colheita: Pulverização sobre a soqueira (com diluição): Pulverizar o produto sobre a soqueira das plantas por ocasião da colheita, utilizando volumes de calda entre 50-100 l/ha.
Para Cupim: Aplicação sobre os colmos (mudas) no sulco de plantio, cobrindo-os logo após o tratamento.
Para cochonilhas-farinhentas: Fazer uma aplicação a partir de Julho dependendo da presença da praga na
cultura. Fazer aplicação em esguicho utilizando volume de calda de 100 ml por planta.
Aplicação em esguicho ou “Drench”: Diluir o produto na dose recomendada por ha em volume de água suficiente para aplicação de 50 ml/planta (metade em cada lado da planta). Usar pulverizador costal manual ou equipamento tratorizado corretamente calibrado e adaptado para aplicação no solo limpo, sob a copa do cafeeiro. Para cochonilhas-farinhentas: Diluir o produto na dose recomendada por ha em volume de água suficiente para aplicação de 100 ml/planta (metade em cada lado da planta). Usar pulverizador costal manual ou equipamento tratorizado corretamente calibrado e adaptado para aplicação no solo limpo, sob a copa do cafeeiro.
Aplicação via água de irrigação por gotejo: Considerar a área abrangida por turno de rega, calcular e administrar a quantidade de produto necessária para a aplicação da dose recomendada por ha; seguir as instruções do fabricante para a regulagem do equipamento dosador.
Cupim: Colocar as bandejas contendo as mudas em um estrado, e fazer a imersão, de preferência por meio mecânico, ou seja, através de uma talha (roldana), baixando a bandeja sobre o tambor contendo a calda inseticida. Após a imersão, deixar escorrer para o tambor, o excesso da calda, antes de levar as mudas para o campo.
Vespa-da-galha: aplicar 300 g/100L em pulverização foliar, no aparecimento da praga, com volume de calda de 10 ml/m².
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Temperatura do ar: abaixo de 30°C Umidade relativa do ar: acima de 50%
Velocidade média do vento entre 3 km/h e 10 km/h
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Procornitermes striatus | Cupim-de-monte, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Alface | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Arroz | Tibraca limbativentris | Percevejo, Percevejo-grande-do-arroz | Ver detalhes |
| Batata | Conoderus scalaris | Larva-arame, Verme-arame | Ver detalhes |
| Café | Oncometopia facialis | Cigarrinha, Cigarrinha-da-cvc | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Mahanarva fimbriolata | Cigarrinha-das-raízes, Cigarrinha-vermelha | Ver detalhes |
| Crisântemo | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Ervilha | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Eucalipto | Aparatermes abbreviatus | Cupim | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Fumo | Epitrix fasciata | Pulga-do-fumo, Vaquinha-do-fumo | Ver detalhes |
| Melancia | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Milho | Dalbulus maidis | Cigarrinha-do-milho | Ver detalhes |
| Morango | Capitophorus fragaefolli | Pulgão-do-morangueiro | Ver detalhes |
| Repolho | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Soja | Euschistus heros | Percevejo-marrom | Ver detalhes |
| Tomate | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Trigo | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-da-espiga, Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
Imediatamente após a aplicação, processa a uma completa limpeza de todo o equipamento.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e orifícios.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza, não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com com a legislação Estadual ou Municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, etc devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS
DESFAVORÁVEIS. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade e inversão térmica.
QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE PONTAS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS DE AUMENTAR A PRESSÃO.
NÃO APLICAR SE HOUVER RAJADAS DE VENTOS OU EM CONDIÇÕES SEM VENTO.
Abacaxi (solo) 60 dias
Alface 01 dia
Algodão 21 dias
Arroz 21 dias
Batata (foliar) 10 dias
Batata (solo) (1)
Café 90 dias
Cana-de-açúcar (solo) (1) Crisântemo UNA
Ervilha 03 dias
Eucalipto UNA
Feijão 14 dias
Fumo UNA
Melancia (foliar) 14 dias
Melão (foliar) 07 dias
Milho 30 dias
Morango 01 dia
Repolho (foliar) 01 dia
Repolho (solo) 70 dias
Soja 30 dias
Trigo 10 dias
Não determinado devido à modalidade de uso UNA: Uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

