CULTURAS, PRAGAS, DOSES, VOLUME DE CALDA E NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
CULTURAS | PRAGAS | Dose (Produto Comercial) | Nº máx. de aplicação | Volume de Calda | Época de aplicação | |
Nome Científico | Nome Comum | |||||
Abacate | Aulacaspis tubercularis | Cochonilha- branca | 10 a 15 g/100 L água | 2 | 1000 a 2000 L/ha | Realizar a aplicação no período vegetativo, quando 50% das folhas estiverem infestadas e no período crítico, quando a infestação atingir 20% das folhas ou 5% dos frutos. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
Abacaxi | Diaspis bromeliae | Cochonilha- abacaxi | 10 a 15 g/100 L água | 2 | 300 a 600 L/ha | Realizar a aplicação no início do aparecimento da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
Acelga Agrião Alface Almeirão | Myzus persicae | Pulgão- verde | 15 a 15 g/100 L água | 1 | 400 a 800 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Algodão | Anthonomus grandis | Bicudo-do- algodoeiro | 250 a 300 g/ha | 3 | 100 a 300 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Realizar a aplicação quando o nível de infestação obtido através de monitoramento atingir de 3 a 5% de botões florais atacados. Fazer bateria com 3 aplicações sequenciais com intervalo de 5 dias. Usar a maior dose em situação de maior pressão da praga ou quando o clima dor mais favorável ao ataque. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. |
Bemisia tabaci raça B | Mosca- branca | Realizar a aplicação quando for constatado a presença dos primeiros adultos da praga ou conforme e nível de infestação o da cultura. Repetir se necessário após 7 dias. A dose menor poderá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. | ||||
Aphis gossypii | Pulgão-do- algodoeiro | O início das aplicações está baseado no cultivar de algodão plantado. Nas cultivares tolerantes a virose iniciar o controle quando 70% das folhas das plantas examinadas começarem a se deformar e apresentarem pulgões vivos. Para as susceptíveis a virose, a aplicação deverá ser iniciada quando 5 a 10% das plantas apresentarem pulgões. Fazer 3 aplicações sucessivas com intervalo de 7 dias. A dose menor poderá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. No controle dessa praga, recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando- se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. | ||||
Alho | Thrips tabaci | Tripes | 250 a 300 g/ha | 3 | 100 a 300 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação, quando constatar a presença de tripes na bainha das folhas, repetindo se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Amendoim | Bemisia tabaci raça B | Mosca- branca | 250 a 300 g/ha | 2 | 100 a 300 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Realizar a aplicação no início da infestação, quando constatar a presença dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário após 7 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. |
Diabrotica speciosa | Vaquinha- verde- amarelo | 150 a 250 g/ha | Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no começo da infestação, quando forem encontrados 20 insetos/pano ou 2 m de linha, até o período de formação de vagens. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 a 10 dias. | |||
Arroz irrigado | Tibraca limbativentris | Percevejo- do-colmo | 60 a 100 g/ha | 1 | 100 a 300 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Realizar a aplicação quando a população de percevejos atingir a densidade de 1 percevejo por m2. |
Aveia | Sitobion avenae | Pulgão-da- espiga | 80 a 100 g/ha | 2 | 100 a 300 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Na fase de emergência ao afilhamento controlar quando encontrar em média 10% de plantas por pulgões, na fase de alongamento ao emborrachamento aplicar quando a população média atingir 10 pulgões por afilho. Na fase reprodutiva quando a população média atingir 10 pulgões por espiga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
Batata | Bemisia tabaci raça B | Mosca- branca | 250 a 300 g/ha | 3 | 300 a 600 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Realizar a aplicação no início da infestação, quando constatar a presença dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário após 7 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. |
Myzus persicae | Pulgão- verde | 150 a 250 g/ha | Realizar a aplicação quando aparecerem as primeiras colônias na cultura. O monitoramento deve ser realizado com instalações de bandejas d’água amarelas (4/ha) ou contagem direta de pulgões em 100 folhas por hectare, 2 vezes por semana e constatar mais de 20 pulgões alados/bandeja ou mais de 30 pulgões ápteros por folha em cada observação. Repetir a aplicação se necessário em intervalos de 7 dias, fazendo rotação com outros produtos com mecanismos de |
ação diferentes. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. | ||||||
Diabrotica speciosa | Vaquinha- verde- amarelo | 150 a 250 g/ha | Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no começo da infestação constatando insetos adultos e os primeiros furos nas folhas. Repetir a aplicação se necessário em intervalos de 7 dias. | |||
Berinjela | Bemisia tabaci raça B | Mosca- branca | 200 a 250 g/ha | 3 | 400 a 800 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação, quando constatar a presença dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando- se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. |
Thrips palmi | Tripes | 200 a 250 g/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, repetindo se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. | |||
Brócolis | Brevicoryne brassicae | Pulgão- das- brássicas | 15 a 25 g/100 L água | 2 | 400 a 800 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, repetindo se necessário em intervalos de 10 dias. Utilizar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Café | Oligonychus ilicis | Ácaro- vermelho | 400 a 600 g/ha | 3 | 300 a 600 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Realizar a aplicação assim que forem observados os sintomas de ataque, ou forem constatados ácaros vivos nas folhas através de uma lupa de bolso, respeitando o nível de controle para a praga. Repetir a aplicação se necessário em intervalos de 25 a 30 dias. Utilizar as maiores doses em altas infestações ou condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da praga. Nas aplicações para controle das pragas de café, adicionar à calda 1,0 L/ha de óleo mineral. |
Leucoptera coffeella | Bicho- mineiro-do- café | 160 a 240 g/ha | Realizar a aplicação quando for constatada as primeiras minas ativas, com sinal de início de ataque. Usar a dose menor na fase bem inicial de infestação, abaixo de 20% de incidência de ataque. A dose maior deverá ser usada em situação igual ou superior a 20% de incidência de ataque. Repetir a aplicação se necessário a cada 30 dias. Nas aplicações para controle das pragas de café, adicionar à calda 1,0 L/ha de óleo mineral. | |||
Hypothenemus hampei | Broca-do- café | 500 a 700 g/ha | Realizar a aplicação quando o grau de infestação for igual ou maior que 5% avaliando-se o número de grãos perfurados coletados ao acaso em ambos lados da planta, em no mínimo 100 frutos colhidos dentro do talhão. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 25 a 30 dias. Utilizar s maior dose quando o cafeeiro tiver grande densidade vegetativa. Nas aplicações para controle das pragas de café, adicionar à calda 1,0 l/ha de óleo mineral. | |||
Cebola Chalota | Thrips tabaci | Tripes | 250 a 300 g/ha | 3 | 100 a 300 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação, quando constatar a presença de tripes na bainha das folhas, repetindo se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Centeio Cevada | Sitobion avenae | Pulgão-da- espiga | 80 a 100 g/ha | 2 | 100 a 300 L/ha (aplicação | Na fase de emergência ao afilhamento controlar quando encontrar em média 10% de plantas por pulgões, na fase de alongamento ao |
terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | emborrachamento aplicar quando a população média atingir 10 pulgões por afilho. Na fase reprodutiva quando a população média atingir 10 pulgões por espiga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. | |||||
Chicória | Myzus persicae | Pulgão- verde | 15 a 25 g/100 L água | 1 | 400 a 800 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Citros | Diaphorina citri | Psilídeo | 8 a 12 g/100 L água ou 160 a 240 g/ha | 2 | 1000 a 2000 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Realizar a aplicação quando for constatado os primeiros insetos (adultos ou ninfas) principalmente na vegetação nova. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 21 dias. |
Couve Couve- chinesa Couve-de- bruxelas Couve-flor | Brevicoryne brassicae | Pulgão- das- brássicas | 15 a 25 g/100 L água | 2 | 400 a 800 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, repetindo se necessário em um intervalo de 10 dias. Utilizar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Espinafre Estévia | Myzus persicae | Pulgão- verde | 15 a 25 g/100 L água | 1 | 400 a 800 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Eucalipto | Thaumastocoris peregrinus | Percevejo- bronzeado | 60 a 120 g/ha | 2 | 100 a 300 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 21 dias. |
Glycaspis brimblecombei | Psilídeo-de- concha | 80 a 120 g/ha | ||||
Ervilha Feijão Feijão- caupi Feijão-fava Feijão- guandu Feijão- mungo Feijão- vagem Grão-de- bico | Bemisia tabaci raça B | Mosca- branca | 250 a 300 g/ha | 3 | 100 a 300 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Realizar a aplicação no início da infestação, quando constatado o aparecimento dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando- se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. |
Diabrotica speciosa | Vaquinha- verde- amarelo | 150 a 250 g/ha | Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no começo da infestação, quando forem encontrados 20 insetos/pano ou 2 m de linha, até o período de formação de vagens. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 a 10 dias. | |||
Jiló | Bemisia tabaci raça B | Mosca- branca | 200 a 250 g/ha | 3 | 300 a 600 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação, quando constatada a presença dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando- se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. |
Thrips palmi | Tripes | 200 a 250 g/ha | 3 | 300 a 600 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, repetindo se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. | |
Lentilha | Bemisia tabaci raça B | Mosca- branca | 250 a 300 g/ha | 2 | 100 a 300 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Realizar a aplicação no início da infestação, quando constatado o aparecimento dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando- se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. |
Diabrotica speciosa | Vaquinha- verde- amarelo | 150 a 250 g/ha | Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no começo da infestação, quando forem encontrados 20 insetos/pano ou 2 m de linha, até o período de formação de vagens. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 a 10 dias. | |||
Mamão Manga | Aulacaspis tubercularis | Cochonilha- branca | 10 a 15 g/100 L água | 2 | 1000 a 2000 L/ha | Realizar a aplicação no período vegetativo, quando 50% das folhas estiverem infestadas e no período crítico, quando a infestação atingir 20% das folhas ou 5% dos frutos. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
Melancia Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca- branca | 150 a 250 g/ha | 2 | 300 a 600 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação, quando constatado o aparecimento dos primeiros adultos da praga. Realizar a aplicação em horário do dia com temperatura amena 6h às 9h. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
Milheto | Dichelops melacanthus | Percevejo- barriga- verde | 200 a 300 g/ha | 2 | 100 a 200 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, na fase inicial da cultura. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. |
Milho | Dalbulus maidis | Cigarrinha- do-milho | 200 a 300 g/ha | 2 | 100 a 200 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Realizar a aplicação no início do desenvolvimento da cultura, quando for constatado o aparecimento da praga repetindo com intervalo máximo de 7 dias. Utilizar as maiores doses em altas infestações ou condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da praga. Alternar as aplicações com produto com outro modo de ação |
Dichelops melacanthus | Percevejo- barriga- verde | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, na fase inicial da cultura. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. | ||||
Mostarda | Myzus persicae | Pulgão- verde | 15 a 25 g/100 L água | 1 | 400 a 800 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Pastagem | Deois flavopicta | Cigarrinha- das- pastagens | 70 a 130 g/ha | 1 | 100 a 300 L/ha (aplicação terrestre) | Realizar a aplicação quando for constatada a praga na área, através da observação da presença de adultos ou da formação de espuma na base das plantas. |
20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | ||||||
Pimenta Pimentão Quiabo | Bemisia tabaci raça B | Mosca- branca | 200 a 250 g/ha | 3 | 400 a 800 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação, quando constatado a presença dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando- se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. |
Thrips palmi | Tripes | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, repetindo se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. | ||||
Repolho | Brevicoryne brassicae | Pulgão- das- brássicas | 15 a 25 g/100 L água | 2 | 400 a 800 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, repetindo se necessário em um intervalo de 10 dias. Utilizar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Rúcula | Myzus persicae | Pulgão- verde | 15 a 25 g/100 L água | 1 | 400 a 800 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Soja | Bemisia tabaci raça B | Mosca- branca | 250 a 300 g/ha | 2 | 100 a 300 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Realizar a aplicação no início da infestação, quando for constatado o aparecimento dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando- se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. |
Euschistus heros | Percevejo- marrom | 250 a 300 g/ha | Para o controle do percevejo-marrom e percevejo- verde-pequeno, inspecionar a lavoura periodicamente após o florescimento e pulverizar a partir da fase de “canivete” (R3) quando for encontrado 2 percevejos ou mais maiores que 0,4 cm em campos de soja destinados para grãos ou 1 percevejo ou mais maiores que 0,4 cm em campos destinados para sementes, por metro linear da cultura. As amostragens devem ser realizadas preferencialmente, nos períodos mais frescos, pela manhã ou à tarde. Repetir se necessário em intervalo de no máximo 10 dias. Utilizar a maior dose em soja com alta densidade de folhas. | |||
Piezodorus guildinii | Percevejo- verde- pequeno | 250 a 300 g/ha | ||||
Sorgo | Dalbulus maidis | Cigarrinha- do-milho | 200 a 300 g/ha | 2 | 100 a 200 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha | Realizar a aplicação no início do desenvolvimento da cultura, quando for constatado o aparecimento da praga repetindo com intervalo máximo de 7 dias. Utilizar as maiores doses em altas infestações ou condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da praga. Alternar as aplicações com produto com outro modo de ação |
Dichelops melacanthus | Percevejo- barriga- verde | (aplicação aérea) | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, na fase inicial da cultura. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. | |||
Tomate | Bemisia tabaci raça B | Mosca- branca | 140 a 180 g/ha | 3 | 300 a 600 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, na fase inicial da cultura. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. |
Myzus persicae | Pulgão- verde | 80 a 120 g/ha | 3 | 300 a 600 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. | |
Trigo Triticale | Sitobion avenae | Pulgão-da- espiga | 80 a 100 g/ha | 2 | 100 a 300 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Na fase de emergência ao afilhamento controlar quando encontrar em média 10% de plantas por pulgões, na fase de alongamento ao emborrachamento aplicar quando a população média atingir 10 pulgões por afilho. Na fase reprodutiva quando a população média atingir 10 pulgões por espiga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Aulacaspis tubercularis | Cochonilha branca | Ver detalhes |
| Abacaxi | Diaspis bromeliae | Cochonilha-da-cana | Ver detalhes |
| Acelga | Myzus persicae | Pulgão-verde | Ver detalhes |
| Agrião | Myzus persicae | Pulgão-verde | Ver detalhes |
| Alface | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Alho | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Almeirão | Myzus persicae | Pulgão-verde | Ver detalhes |
| Amendoim | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Tibraca limbativentris | Percevejo | Ver detalhes |
| Aveia | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Batata | Bemisia tabaci raça B | mosca-branca | Ver detalhes |
| Berinjela | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Brócolis | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Café | Oligonychus ilicis | Ácaro-vermelho, Aranha-vermelha-do-cafeeiro | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Centeio | Sitobion avenae | Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Cevada | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Chalota | Thrips tabaci | Tripes | Ver detalhes |
| Chicória | Myzus persicae | Pulgão-verde | Ver detalhes |
| Citros | Diaphorina citri | Psilídeo | Ver detalhes |
| Couve | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-de-bruxelas | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-flor | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Ervilha | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Espinafre | Myzus persicae | PULGÃO - VERDE | Ver detalhes |
| Estévia | Myzus persicae | Pulgão verde | Ver detalhes |
| Eucalipto | Glycaspis brimblecombei | Psilideo de concha | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijão-caupi | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Feijão-fava | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete , Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Feijão-guandu | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijão-mungo | Diabrotica speciosa | Vaquinha-Verde-Amarela | Ver detalhes |
| Feijão-vagem | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete , Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Jiló | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Lentilha | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Mamão | Aulacaspis tubercularis | Cochonilha branca | Ver detalhes |
| Manga | Aulacaspis tubercularis | Cochonilha-branca | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Milheto | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Milho | Dalbulus maidis | Cigarrinha-do-milho | Ver detalhes |
| Mostarda | Myzus persicae | Pulgão verde | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Pimenta | Thrips palmi | tripes | Ver detalhes |
| Pimentão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Quiabo | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Repolho | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Rúcula | Myzus persicae | Pulgão-verde | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Sorgo | Dichelops melacanthus | percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Trigo | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Triticale | Sitobion avenae | Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
Via área:
Essa modalidade de aplicação é indicada para as culturas de Algodão, Amendoim, Arroz Irrigado, Aveia, Batata, Café, Centeio, Cevada, Citros, Ervilha, Eucalipto, Feijão, Feijão-caupi, Feijão-fava, Feijão-guandu, Feijão-mungo, Feijão-vagem, Grão-de-bico, Lentilha, Milheto, Milho, Pastagem, Soja, Sorgo, Trigo e Triticale.
A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para aplicação terrestre, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não utilizar água classificada como dura, ou com ph acima de 7, devendo-se corrigir a mesma antes do preparo da calda. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária de ACEWAY; FLAME WG. Deve-se fazer a adição do produto em água de forma cuidadosa, de modo que, a cada dois segundos, 1 Kg do produto, no máximo, seja despejado no tanque, evitando que todo o conteúdo da embalagem seja adicionado de forma muito rápida e inadequada. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto a ser adicionado. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso legal de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua prefer6encia para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos e finais de seção de barra.
Culturas | Intervalo de segurança |
Abacate | 15 dias |
Abacaxi | 15 dias |
Acelga | 14 dias |
Agrião | 14 dias |
Alface | 14 dias |
Algodão | 35 dias |
Alho | 21 dias |
Almeirão | 14 dias |
Amendoim | 21 dias |
Arroz Irrigado | 30 dias |
Aveia | 30 dias |
Batata | 21 dias |
Berinjela | 14 dias |
Brócolis | 14 dias |
Café | 40 dias |
Cebola | 21 dias |
Centeio | 30 dias |
Cevada | 30 dias |
Chalota | 21 dias |
Chicória | 14 dias |
Citros | 21 dias |
Couve | 14 dias |
Couve-chinesa | 14 dias |
Couve-de-bruxelas | 14 dias |
Couve-flor | 14 dias |
Ervilha | 21 dias |
Espinafre | 14 dias |
Estévia | 14 dias |
Eucalipto | UNA (Uso Não Alimentar) |
Feijão | 21 dias |
Feijão-caupi | 21 dias |
Feijão-fava | 21 dias |
Feijão-guandu | 21 dias |
Feijão-mungo | 21 dias |
Feijão-vagem | 21 dias |
Grão-de-bico | 21 dias |
Jiló | 14 dias |
Lentilha | 21 dias |
Mamão | 15 dias |
Manga | 15 dias |
Melancia | 10 dias |
Melão | 10 dias |
Milheto | 40 dias |
Milho | 40 dias |
Mostarda | 14 dias |
Pastagem | 10 dias |
Pimenta | 14 dias |
Pimentão | 14 dias |
Quiabo | 14 dias |
Repolho | 14 dias |
Rúcula | 14 dias |
Soja | 21 dias |
Sorgo | 40 dias |
Tomate | 7 dias |
Trigo | 30 dias |
Triticale | 30 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | RECOMENDAÇÕES DE USO | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | |||
Algodão | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 750 a 1500 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações, quando for constatado no máximo 10% de plantas com presença do ácaro. Se necessário, reaplicar com intervalo de 5 dias. | 4 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Bicudo (Anthonomus grandis) | Realizar monitoramento constante. Aplicar logo no início das infestações, quando atingir no máximo 5% de botões florais atacados. Se necessário, reaplicar com intervalo de 5 dias. | ||||
Pulgão-do- algodoeiro (Aphis gossypii) | 200 a 300 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar quando atingir de 5 a 10% de plantas atacadas, que se caracteriza quando houver pelo menos uma colônia em formação. Em áreas com cultivares susceptíveis a “doença azul”, realizar aplicação quando atingir de 3 a 5 % de plantas atacadas pelo pulgão. Se necessário, reaplicar com intervalo de 5 dias. | |||
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 400 a 800 mL/ha | Recomenda-se realizar monitoramento constante da praga na cultura. Realizar aplicação quando for observado o início de infestação de adultos na área, ou conforme a população atingir o nível de dano na cultura. Se necessário, reaplicar com intervalo de 5 dias. | |||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 500 a 750 mL/ha | Realizar monitoramento constante e realizar a aplicação no início da infestação. Se necessário, reaplicar com intervalo de 5 dias. | |||
Amendoim | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 400 a 600 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura, realizar aplicação quando for observado o início da infestação de adultos na área, ou conforme nível de infestação na cultura. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. Utilizar a dose menor em condições de menor infestação da praga. Em maiores infestações da praga, utilizar a maior dose. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Arroz / Arroz irrigado | Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 600 a 800 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura, realizar aplicação quando for observado o início da infestação de lagartas pequenas. | 1 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | |||||
Percevejo-do- arroz (Oebalus poecilus) | Inspecionar periodicamente a lavoura, realizar aplicação quando for observado o início da infestação. | ||||
Percevejo-do- colmo (Tibraca limbativentris) | |||||
Aveia | Percevejo- Barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 a 500 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura através de batidas de pano, no mínimo uma vez por semana. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Repetir a aplicação 7 dias após a primeira aplicação, não ultrapassando o limite máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 400 a 500 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. | 1 | ||
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 300 a 600 mL/ha | ||||
Pulgão-verde- dos-cereais (Rhopalosiphum graminum) | 200 a 400 mL/ha | ||||
Café | Broca-do-café (Hypothenemus hampei) | 500 a 1500 mL/ha | Realizar monitoramento da praga, avaliando no mínimo 100 frutos por talhão. Realizar uma aplicação no início do desenvolvimento dos frutos, em novembro ou dezembro, quando o nível de infestação atingir 5% de frutos brocados. Utilizar a maior dose quando o cafeeiro tiver grande densidade vegetativa. | 2 | Terrestre: 400 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Bicho-mineiro-do- café (Leucoptera coffeella) | 750 a 1250 mL/ha | Realizar monitoramento da praga constantemente. Realizar uma aplicação quando o nível de infestação atingir 3% de folhas minadas com larvas vivas, em janeiro ou fevereiro. Utilizar a maior dose quando o cafeeiro tiver grande densidade vegetativa. | |||
Centeio | Percevejo- Barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 a 500 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura através de batidas de pano, no mínimo uma vez por semana. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Repetir a aplicação 7 dias após a primeira aplicação, não ultrapassando o limite máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 400 a 500 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. | 1 | ||
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 300 a 600 mL/ha | ||||
Pulgão-verde- dos-cereais (Rhopalosiphum graminum) | 200 a 400 mL/ha |
Cevada | Percevejo- Barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 a 500 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura através de batidas de pano, no mínimo uma vez por semana. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Repetir a aplicação 7 dias após a primeira aplicação, não ultrapassando o limite máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 400 a 500 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. | 1 | ||
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 300 a 600 mL/ha | ||||
Pulgão-verde- dos-cereais (Rhopalosiphum graminum) | 200 a 400 mL/ha | ||||
Ervilha | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 400 a 600 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura, realizar aplicação quando for observado o início da infestação de adultos na área, ou conforme nível de infestação na cultura. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. Utilizar a dose menor em condições de menor infestação da praga. Em maiores infestações da praga, utilizar a maior dose. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Feijão | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 400 a 600 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura, realizar aplicação quando for observado o início da infestação de adultos na área, ou conforme nível de infestação na cultura. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. Utilizar a dose menor em condições de menor infestação da praga. Em maiores infestações da praga, utilizar a maior dose. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Percevejo- marrom (Euschistus heros) | 500 mL/ha | Realizar monitoramento constante e realizar a aplicação no início da infestação. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. | Terrestre: 150 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha | ||
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 300 a 400 mL/ha | Realizar monitoramento da praga e iniciar as aplicações no início da infestação. Utilizar dose maior em caso de alta incidência da praga. Se necessário, reaplicar em 7 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por safra. | |||
Feijão-caupi | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 400 a 600 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura, realizar aplicação quando for observado o início da infestação de adultos na área, ou conforme nível de infestação na cultura. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. Utilizar a dose menor em condições de menor infestação da praga. Em maiores infestações da praga, utilizar a maior dose. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Fumo | Pulga-do-fumo (Epitrix fasciata) | 2000 a 3000 mL/ha | Realizar aplicação via esguicho (“drench”), 30 dias após o transplantio das mudas de fumo. | 1 | Terrestre: 20 mL/planta (300 L/ha) |
Milheto | Percevejo- barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 a 500 mL/ha | Realizar aplicação logo após a emergência do milheto quando for constatada a presença da praga. Em áreas de histórico e de maior pressão, deve-se utilizar a maior dose. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | Realizar monitoramento constante e aplicar impreterivelmente sobre as lagartas ainda pequenas ou quando estiverem causando danos iniciais de raspagem nas folhas. Aplicar, no máximo, quando houver 20% de plantas com os sintomas de raspagem nas folhas. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. | Terrestre: 150 a 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha | |||
Milho | Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | 300 a 500 mL/ha | Realizar aplicação no início da ocorrência da praga. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Percevejo- barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 a 500 mL/ha | Realizar aplicação logo após a emergência do milho quando for constatada a presença da praga. Em áreas de histórico e de maior pressão, deve-se utilizar a maior dose. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. | |||
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | Realizar monitoramento constante e aplicar impreterivelmente sobre as lagartas ainda pequenas ou quando estiverem causando danos iniciais de raspagem nas folhas. Aplicar, no máximo, quando houver 20% de plantas com os sintomas de raspagem nas folhas. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. | Terrestre: 150 a 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha | |||
Cigarrinha-do- milho (Dalbulus maidis) | 500 mL/ha | Realizar aplicação com a presença dos insetos na área, ou seja, no início das infestações. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha | ||
Rosa | Pulgão-roxo-da- roseira (Macrosiphum rosae) | 2,5 a 5,0 mL /100 L de água | Realizar monitoramento constante para verificar a ocorrência da praga. Realizar aplicação no início da ocorrência da praga. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. | 1 | Terrestre: 500 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Soja | Mosca-branca (Bemisia tabaci Raça B) | 400 a 500 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura, realizar aplicação quando for observado o início de infestação de adultos na área, ou conforme nível de infestação na cultura. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. Utilizar a dose menor em condições de menor infestação da praga. Em maiores infestações da praga, utilizar a maior dose. | 2 | Terrestre: 150 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Percevejo- marrom (Euschistus heros) | 500 a 900 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura através de batidas de pano, no mínimo uma vez por semana. Recomenda-se realizar a batida de pano em um metro linear de um lado da fileira de soja nos momentos mais frescos do dia. Realizar aplicação quando for observado o início de infestação. No máximo dois percevejos maiores que 0,4 cm por metro linear em áreas de produção de grãos e no máximo um percevejo maior que 0,4 cm em áreas de produção de sementes. Utilizar a dose menor em condições de menor infestação da praga. Em maiores infestações da praga, utilizar a maior dose. | 1 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Lagarta-das- vagens (Spodoptera eridania) | 500 a 900 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. | |||
Tamanduá-da- soja (Sternechus subsignatus) | 400 a 600 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar logo no início das infestações. | Terrestre: 150 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha | ||
Sorgo | Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | 400 a 500 mL/ha | Realizar aplicação no início da ocorrência da praga. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | Realizar monitoramento constante e aplicar impreterivelmente sobre as lagartas ainda pequenas, ou quando estiverem causando danos iniciais de raspagem nas folhas. Aplicar no máximo quando houver 20% de plantas com os sintomas de raspagem nas folhas. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. | Terrestre: 150 a 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha | |||
Trigo | Percevejo- Barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 a 500 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura através de batidas de pano, no mínimo uma vez por semana. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Repetir a aplicação 7 dias após a primeira aplicação, não ultrapassando o limite máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 400 a 500 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. | 1 | ||
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 300 a 600 mL/ha | ||||
Pulgão-verde- dos-cereais (Rhopalosiphum graminum) | 200 a 400 mL/ha | ||||
Triticale | Percevejo- Barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 a 500 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura através de batidas de pano, no mínimo uma vez por semana. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Repetir a aplicação 7 dias após a primeira aplicação, não ultrapassando o limite máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 400 a 500 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. | 1 | ||
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 300 a 600 mL/ha | ||||
Pulgão-verde- dos-cereais (Rhopalosiphum graminum) | 200 a 400 mL/ha |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Arroz | Pseudaletia sequax | Lagarta-da-panícula | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Oebalus poecilus | Ver detalhes | |
| Aveia | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Café | Hypothenemus hampei | Broca-do-café | Ver detalhes |
| Centeio | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Cevada | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Ervilha | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijão | Euschistus heros | Percevejo-marrom | Ver detalhes |
| Feijão-caupi | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Fumo | Epitrix fasciata | Pulga-do-fumo, Vaquinha-do-fumo | Ver detalhes |
| Milheto | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Milho | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Rosa | Macrosiphum rosae | Pulgão-grande-da-roseira, Pulgão-roxo-da-roseira | Ver detalhes |
| Soja | Spodoptera eridania | Lagarta-das-folhas, Lagarta-das-vagens | Ver detalhes |
| Sorgo | Rhopalosiphum maidis | Pulgão-do-milho | Ver detalhes |
| Trigo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Triticale | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
Aplicar BOLD; DECISION nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação. Este produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendação para cada cultura.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado.
O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva.
A boa eficiência de aplicação, entre outros fatores, destaca um conjunto de características e ações que devem ser rigorosamente observadas, tais como:
Diluir o produto na dose recomendada por ha em volume de água suficiente para aplicação de
20 mL/planta (aplicação sobre a planta). Usar pulverizador costal (manual ou motorizado) ou equipamento tratorizado corretamente calibrado e adaptado para aplicação no solo limpo.
Realize a aplicação via aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aero agrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Amendoim, Ervilha, Feijão e Feijão-caupi | 14 dias |
Arroz, Arroz irrigado e Soja | 30 dias |
Aveia, Cevada, Centeio, Trigo e Triticale | 15 dias |
Algodão, Milheto, Milho e Sorgo | 7 dias |
Café | 60 dias |
Fumo e Rosa | U.N.A |
U.N.A: Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | ALVOS Nome Comum/ Nome Científico | DOSES Produto comercial (g/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (em dias) |
Algodão | Curuquerê-do-algodoeiro (Alabama argillacea) | 20 - 30 | Terrestre: 40 – 300 Aéreo: 10 - 50 | 3 | 7 |
Bicudo (Anthonomus grandis) | 60 – 100 | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Curuquerê-do-algodoeiro: Iniciar as aplicações quando constatada 2 lagartas/planta ou 25% de desfolha. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior incidência, ou quando houver histórico de ocorrência da praga. Manter a lavoura monitorada e reaplicar se houver reinfestação. Bicudo: Iniciar as aplicações quando o nível de botões florais atacados atingir no máximo 5% e repetir a cada 7 dias ou toda vez que o ataque atingir o limiar de 5% de botões danificados. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior incidência, ou quando houver histórico de ocorrência da praga. | |||||
Arroz irrigado | Curuquerê-dos-capinzais (Mocis latipes) | 20 – 35 | Terrestre: 40 – 300 Aéreo: 10 - 50 | 2 | 10 |
Percevejo-do-colmo (Tibraca limbativentris) | 30 - 40 | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Curuquerê-dos-capinzais: Iniciar as aplicações quando a praga estiver no estádio inicial de desenvolvimento larval (lagartas menores que 1,5cm) e antes de se observar desfolha significativa na lavoura. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior incidência, ou quando houver histórico de ocorrência da praga. Manter a lavoura monitorada e reaplicar se houver reinfestação. Percevejo-do-colmo: Iniciar as aplicações 20 a 30 dias após a emergência ou quando a população de percevejos atingir a densidade de 1 percevejo por m2. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior incidência, ou quando houver histórico de ocorrência da praga. Manter a lavoura monitorada e reaplicar se houver reinfestação. | |||||
Batata | Larva-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 20 - 30 | Terrestre: 100 – 400 | 5 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações visando a redução da população de insetos adultos. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior incidência, ou quando houver histórico de ocorrência da praga. Manter a lavoura monitorada e reaplicar se houver reinfestação. | |||||
Café | Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) | 20 - 35 | Terrestre: 400 – 600 | 2 | 45 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Por se tratar de um inseticida protetor e de longa persistência, iniciar as aplicações no início da infestação de adultos na área. A maior dose deve ser utilizada em condições de | |||||
CULTURAS | ALVOS Nome Comum/ Nome Científico | DOSES Produto comercial (g/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (em dias) |
maior incidência, ou quando houver histórico de ocorrência da praga. Manter a lavoura monitorada e reaplicar se houver reinfestação. | |||||
Citros | Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 60 - 100 g/ha 3 - 5 g/100L d’água | Terrestre: 1000 – 2000 | 2 | 14 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações ao entardecer, antes da lagarta penetrar no fruto, logo no início do aparecimento dos adultos ou quando o número de adultos capturados pelas armadilhas de feromônio atingirem o nível de controle (6 adultos por armadilha). A maior dose deve ser utilizada em condições de maior incidência, ou quando houver histórico de ocorrência da praga. Manter a lavoura monitorada e reaplicar se houver reinfestação. | |||||
CULTURAS | ALVOS Nome Comum/ Nome Científico | DOSES Produto comercial (g/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (em dias) |
Feijão | Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 40 - 50 | Terrestre: 40 – 300 Aéreo: 10 - 50 | 2 | 10 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações no aparecimento da praga em alternância com produtos de outros grupos químicos. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior incidência, ou quando houver histórico de ocorrência da praga. | |||||
Milho | Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 60 - 100 | Terrestre: 40 – 300 Aéreo: 10 - 50 | 3 | 7 |
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 30 - 50 | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Percevejo-barriga-verde: Iniciar as aplicações no aparecimento da praga em alternância com produtos de outros grupos químicos. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior incidência, ou quando houver histórico de ocorrência da praga. Lagarta-do-cartucho: Iniciar as aplicações nos primeiros sintomas (folha raspada). Geralmente com 3 a 5 folhas definitivas do milho. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior incidência, ou quando houver histórico de ocorrência da praga. Manter a lavoura monitorada e reaplicar se houver reinfestação. | |||||
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 15 - 25 | Terrestre: 40 – 300 Aéreo: 10 - 50 | 2 | 7 |
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 40 - 60 | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Lagarta-da-soja: Iniciar as aplicações quando houver 5 lagartas por batida de pano ou 30% de desfolha (antes do florescimento) ou 15% de desfolha após o florescimento. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior incidência, ou quando houver histórico de ocorrência da praga. Manter a lavoura monitorada e reaplicar se houver reinfestação. Percevejo-marrom: Iniciar as aplicações quando nível de percevejo por batida de pano atingir 2 percevejos/pano para produção de sementes e 4 percevejos/pano para produção de grãos. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior incidência, ou quando houver histórico de ocorrência da praga. Manter a lavoura monitorada e reaplicar se houver reinfestação. | |||||
Tomate | Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 160 g/ha 20g/100L d’água | Terrestre: 400 – 800 | 5 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações no início da frutificação assegurando que o produto atinja as sépalas. Aplicar o produto intercalando com outros produtos. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior incidência, ou quando houver histórico de ocorrência da praga. | |||||
Trigo | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 20 – 30 | Terrestre: 40 – 300 Aéreo: 10 - 50 | 2 | 14 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações no aparecimento da praga, em alternância com produtos de outros grupos químicos. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior incidência, ou quando houver histórico de ocorrência da praga.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Anthonomus grandis | Bicudo | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Mocis latipes | Curuquerê-dos-capinzais, Mocis | Ver detalhes |
| Batata | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Soja | Euschistus heros | Percevejo-marrom | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador, ao estágio, porte/altura e densidade da cultura, podendo ser alterado conforme especificações técnicas do equipamento aplicador e/ou indicação do Engenheiro Agrônomo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o KAISO SORBIE de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença
de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Aplicação Terrestre:
Equipamentos Costais (manuais ou motorizados): Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização, calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Equipamento estacionário manual (pistola): Utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica, calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a pistola de evitando a concentração de calda em um único ponto gerando, assim, escorrimento e desperdício da calda.
Turbo-atomizadores: Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio com espaçamento entre pontas determinado pelo fabricante. As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com perfil de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
Aplicação aérea
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Algodão | 10 |
Arroz | 21 |
Batata | 3 |
Café | 1 |
Citros | 10 |
Feijão | 15 |
Milho | 15 |
Soja | 20 |
Tomate | 3 |
Trigo | 15 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | ALVOS Nome Comum/ Nome Científico | DOSE Produto comercial (g/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) | ÉPOCA |
Algodão | Curuquerê-do- algodoeiro (Alabama argillacea) | 20 - 30 | Tratorizado: 40 – 300 Aéreo: 10 - 50 | 3 | 7 | Aplicar quando forem constatadas 2 lagartas/planta ou 25% de desfolha. |
Bicudo (Anthonomus grandis) | 60 - 100 | 3 | 7 | Iniciar as aplicações quando o nível de botões florais atacados atingir no máximo 5% e repetir as aplicações a cada 7 dias ou toda vez que o ataque atingir o limiar de 5% de botões danificados. | ||
Arroz irrigado | Curuquerê- dos-capinzais (Mocis latipes) | 20 - 35 | Tratorizado: 40 – 300 Aéreo: 10 - 50 | 2 | 10 | Fazer a aplicação quando a praga alvo estiver nos estádios iniciais de desenvolvimento larval - lagartas menores que 1,5 cm e antes de se observar desfolha significativa na lavoura. Volume de calda de 200 L/ha. |
Percevejo-do- colmo (Tibraca limbativentris) | 30 - 40 | 2 | 10 | Fazer a aplicação 20 a 30 dias após a emergência ou quando a população de percevejos atingir a densidade de 1 percevejo por m2. | ||
Batata | Larva- minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 20 - 30 | Tratorizado: 100 – 400 | 5 | 7 | As pulverizações devem ser realizadas visando a redução da população de insetos adultos. |
Café | Bicho-mineiro- do-café (Leucoptera coffeella) | 20 - 35 | Tratorizado: 400 – 600 Costal 400 - 600 | 2 | 45 | Por se tratar de um inseticida protetor e de longa persistência, o produto deve ser aplicado no início da infestação do adulto na área. |
Citros | Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 60 - 100 g/ha 3 - 5 g/100 L | Tratorizado: 1000 – 2000 | 2 | 14 | Fazer a aplicação ao entardecer antes da lagarta penetrar no fruto, |
logo no início do aparecimento dos adultos, ou quando, o número de adultos capturados pelas armadilhas de feromônio atingirem o nível de controle (6 adultos por armadilha). Usar a dose maior em infestações mais altas. | ||||||
Feijão | Vaquinha- verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 40 - 50 | Tratorizado: 40 – 300 Aéreo: 10 - 50 | 2 | 10 | Aplicar o produto no aparecimento da praga, em alternância com outros produtos de outros grupos químicos. |
Milho | Percevejo- barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 60 - 100 | Tratorizado: 40 – 300 Aéreo: 10 - 50 | 3 | 7 | Aplicar o produto de acordo com a necessidade mediante a ocorrência da praga, em alternância com outros produtos. |
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 30 - 50 | 3 | 7 | Iniciar as aplicações nos primeiros sintomas (folha raspada). Geralmente com 3 a 5 folhas definitivas do milho. | ||
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 15 - 25 | Tratorizado: 40 – 300 Aéreo: 10 - 50 | 2 | 7 | Aplicar o produto quando houver 5 lagartas por batida de pano ou 30% de desfolha (antes do florescimento) ou 15% de desfolha após o florescimento. |
Tomate | Broca- pequena-do- fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 20 g/100L 160 g/ha | Tratorizado: 400 – 800 Costal 400 - 800 | 5 | 7 | Iniciar as aplicações no início da frutificação assegurando que o produto atinja as sépalas. Aplicar o produto intercalando com outros produtos. |
Trigo | Lagarta-do- trigo (Pseudaletia sequax) | 20 - 30 | Tratorizado: 40 – 300 Aéreo: 10 - 50 | 2 | 14 | Aplicar o produto no aparecimento da praga, em alternância com outros produtos de outros grupos químicos. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Mocis latipes | Curuquerê-dos-capinzais, Mocis | Ver detalhes |
| Batata | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Milho | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
O volume de calda pode variar em função da área efetivamente tratada, do estágio, porte e densidade da cultura, bem como do equipamento e tecnologia utilizada, conforme descrito abaixo:
Costal Manual: Utilizar bicos cônicos das séries D; ou equivalentes, com pressão de 40 a 60 lbs/pol2 (p.s.i.), aplicando 400 a 800 litros de calda por hectare. Observar para que ocorra uma boa cobertura da cultura tratada.
Costal Motorizado: Utilizar bicos cônicos das séries D ou equivalente, com pressão de 40 a 60 lbs/pol2 (p.s.i.), aplicando 400 a 800 litros de calda por hectare.
Tratorizado: Quando aplicar com barra, utilizar bico cônico das séries D ou equivalentes com pressão de 80 a 150 lbs/pol2 (p.s.i.), aplicando de 40 a 300 litros de calda por hectare. No caso específico do tomate rasteiro, utilizar um volume de 400 a 800 litros de calda por hectare, dependendo do estágio da cultura.
Em aplicação em plantas perenes como café usar vazão de 400 a 600 L/ha, em citros de 1000 a 2000 L/ha. Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura.
Bicos: Utilizar bicos de jato cônico vazio da série D ou similar, com a combinação adequada de ponta e difusor (core) ou bicos rotativos tipo MICRONAIR.
Número de bicos na barra de pulverização: Para aviões tipo IPANEMA, qualquer que seja o modelo, utilizar de 40 a 42 bicos, fechando sempre de 4 a 5 unidades em cada ponta externa da asa e três intermediários de cada ponta interna das asas e próximos ao corpo (fuselagem do avião).
Manter em operação os oito bicos originais e existentes sob a “barriga” (fuselagem) do avião e sempre
posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas.
Para outros tipos ou modelos de aeronaves, utilizar a disposição que permita uma uniformidade de distribuição das gotas sobre a faixa de deposição e evitar a influência e perda das gotas pelos vórtices de pontas das asas.
Altura de voo: Com aviões IPANEMA, qualquer modelo, a maior uniformidade de geração e distribuição das gotas nas faixas de deposição, é obtida na altura mínima de voo de 4 a 5 metros, sempre considerada em relação ao alvo ou a cultura. Outros modelos de aeronaves, operar com os mesmos a uma altura mínima de 3 a 4 metros do alvo estabelecido.
A altura de voo recomendada deverá ser mantida durante todo o processo de aplicação do produto, independente das variações que ocorram nas condições climáticas locais. Ajustar sempre o ângulo dos bicos, para manter o padrão de deposição e gotas recomendados.
Volume de aplicação: Nas aplicações com diluição do produto em água, utilizar vazões de 10 a 50 litros/hectare. Nesta faixa de volume poderão ser usados bicos hidráulicos como recomendados acima ou bicos rotativos tipo MICRONAIR. Volumes de aplicação acima daqueles valores, é vedado ou não recomendável o uso de bicos rotativos, passando a serem utilizados somente os bicos hidráulicos acima indicados.
Faixa de deposição: Para aviões tipo IPANEMA, ou similares, utilizar a faixa de deposição de 20 metros, independente dos bicos utilizados serem hidráulicos ou rotativos.
Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes d'água, criações e áreas de preservação ambiental.
As condições de aplicação poderão ser alteradas de acordo com as instruções do Engenheiro Agrônomo ou técnico responsável, mediante uso de tecnologia adequada.
Em caso de dúvidas ou mudança de aeronave, realizar testes de campo com papel sensível, ou consultar empresa aplicadora ou o departamento técnico da SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A.
Consulte sempre um engenheiro agrônomo ou representante da empresa.
Os valores devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos. Temperatura ambiente: abaixo de 32ºC;
Umidade relativa do ar: mínima de 55%;
Velocidade de vento: acima de 2 Km/h até o máximo de 10 Km/h;
Clima: observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Para o abastecimento do tanque do pulverizador, deve-se encher 1/3 da capacidade do tanque com água. Acionar e manter o agitador em funcionamento e então adicionar o produto, completando por fim o volume do tanque com água. Caso indicado, o espalhante deve ser o último produto a ser adicionado à calda. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
CULTURA INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS) Algodão 10 dias
Arroz. 21 dias
Batata............................................3 dias
Café...............................................1 dia
Citros. 10 dias
Feijão 15 dias
Milho 15 dias
Soja 20 dias
Tomate. 3 dias
Trigo. 15 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 48 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | RECOMENDAÇÕES DE USO | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | |||
Algodão | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 750 a 1500 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações, quando for constatado no máximo 10% de plantas com presença do ácaro. Se necessário, reaplicar com intervalo de 5 dias. | 4 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Bicudo (Anthonomus grandis) | Realizar monitoramento constante. Aplicar logo no início das infestações, quando atingir no máximo 5% de botões florais atacados. Se necessário, reaplicar com intervalo de 5 dias. | ||||
Pulgão-do- algodoeiro (Aphis gossypii) | 200 a 300 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar quando atingir de 5 a 10% de plantas atacadas, que se caracteriza quando houver pelo menos uma colônia em formação. Em áreas com cultivares susceptíveis a “doença azul”, realizar aplicação quando atingir de 3 a 5 % de plantas atacadas pelo pulgão. Se necessário, reaplicar com intervalo de 5 dias. | |||
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 400 a 800 mL/ha | Recomenda-se realizar monitoramento constante da praga na cultura. Realizar aplicação quando for observado o início de infestação de adultos na área, ou conforme a população atingir o nível de dano na cultura. Se necessário, reaplicar com intervalo de 5 dias. | |||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 500 a 750 mL/ha | Realizar monitoramento constante e realizar a aplicação no início da infestação. Se necessário, reaplicar com intervalo de 5 dias. | |||
Amendoim | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 400 a 600 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura, realizar aplicação quando for observado o início da infestação de adultos na área, ou conforme nível de infestação na cultura. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. Utilizar a dose menor em condições de menor infestação da praga. Em maiores infestações da praga, utilizar a maior dose. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Arroz / Arroz irrigado | Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 600 a 800 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura, realizar aplicação quando for observado o início da infestação de lagartas pequenas. | 1 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | |||||
Percevejo-do- arroz (Oebalus poecilus) | Inspecionar periodicamente a lavoura, realizar aplicação quando for observado o início da infestação. | ||||
Percevejo-do- colmo (Tibraca limbativentris) | |||||
Aveia | Percevejo- Barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 a 500 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura através de batidas de pano, no mínimo uma vez por semana. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Repetir a aplicação 7 dias após a primeira aplicação, não ultrapassando o limite máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 400 a 500 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. | 1 | ||
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 300 a 600 mL/ha | ||||
Pulgão-verde- dos-cereais (Rhopalosiphum graminum) | 200 a 400 mL/ha | ||||
Café | Broca-do-café (Hypothenemus hampei) | 500 a 1500 mL/ha | Realizar monitoramento da praga, avaliando no mínimo 100 frutos por talhão. Realizar uma aplicação no início do desenvolvimento dos frutos, em novembro ou dezembro, quando o nível de infestação atingir 5% de frutos brocados. Utilizar a maior dose quando o cafeeiro tiver grande densidade vegetativa. | 2 | Terrestre: 400 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Bicho-mineiro-do- café (Leucoptera coffeella) | 750 a 1250 mL/ha | Realizar monitoramento da praga constantemente. Realizar uma aplicação quando o nível de infestação atingir 3% de folhas minadas com larvas vivas, em janeiro ou fevereiro. Utilizar a maior dose quando o cafeeiro tiver grande densidade vegetativa. | |||
Centeio | Percevejo- Barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 a 500 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura através de batidas de pano, no mínimo uma vez por semana. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Repetir a aplicação 7 dias após a primeira aplicação, não ultrapassando o limite máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 400 a 500 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. | 1 | ||
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 300 a 600 mL/ha | ||||
Pulgão-verde- dos-cereais (Rhopalosiphum graminum) | 200 a 400 mL/ha |
Cevada | Percevejo- Barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 a 500 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura através de batidas de pano, no mínimo uma vez por semana. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Repetir a aplicação 7 dias após a primeira aplicação, não ultrapassando o limite máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 400 a 500 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. | 1 | ||
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 300 a 600 mL/ha | ||||
Pulgão-verde- dos-cereais (Rhopalosiphum graminum) | 200 a 400 mL/ha | ||||
Ervilha | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 400 a 600 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura, realizar aplicação quando for observado o início da infestação de adultos na área, ou conforme nível de infestação na cultura. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. Utilizar a dose menor em condições de menor infestação da praga. Em maiores infestações da praga, utilizar a maior dose. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Feijão | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 400 a 600 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura, realizar aplicação quando for observado o início da infestação de adultos na área, ou conforme nível de infestação na cultura. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. Utilizar a dose menor em condições de menor infestação da praga. Em maiores infestações da praga, utilizar a maior dose. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Percevejo- marrom (Euschistus heros) | 500 mL/ha | Realizar monitoramento constante e realizar a aplicação no início da infestação. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. | Terrestre: 150 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha | ||
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 300 a 400 mL/ha | Realizar monitoramento da praga e iniciar as aplicações no início da infestação. Utilizar dose maior em caso de alta incidência da praga. Se necessário, reaplicar em 7 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por safra. | |||
Feijão-caupi | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 400 a 600 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura, realizar aplicação quando for observado o início da infestação de adultos na área, ou conforme nível de infestação na cultura. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. Utilizar a dose menor em condições de menor infestação da praga. Em maiores infestações da praga, utilizar a maior dose. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Fumo | Pulga-do-fumo (Epitrix fasciata) | 2000 mL/ha | Realizar aplicação via esguicho (“drench”), 30 dias após o transplantio das mudas de fumo. | 1 | 20 mL/planta (300 L/ha) |
Milheto | Percevejo- barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 a 500 mL/ha | Realizar aplicação logo após a emergência do milheto quando for constatada a presença da praga. Em áreas de histórico e de maior pressão, deve-se utilizar a maior dose. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | Realizar monitoramento constante e aplicar impreterivelmente sobre as lagartas ainda pequenas ou quando estiverem causando danos iniciais de raspagem nas folhas. Aplicar, no máximo, quando houver 20% de plantas com os sintomas de raspagem nas folhas. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. | Terrestre: 150 a 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha | |||
Milho | Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | 300 a 500 mL/ha | Realizar aplicação no início da ocorrência da praga. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Percevejo- barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 a 500 mL/ha | Realizar aplicação logo após a emergência do milho quando for constatada a presença da praga. Em áreas de histórico e de maior pressão, deve-se utilizar a maior dose. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. | |||
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | Realizar monitoramento constante e aplicar impreterivelmente sobre as lagartas ainda pequenas ou quando estiverem causando danos iniciais de raspagem nas folhas. Aplicar, no máximo, quando houver 20% de plantas com os sintomas de raspagem nas folhas. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. | Terrestre: 150 a 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha | |||
Cigarrinha-do- milho (Dalbulus maidis) | 500 mL/ha | Realizar aplicação com a presença dos insetos na área, ou seja, no início das infestações. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha | ||
Rosa | Pulgão-roxo-da- roseira (Macrosiphum rosae) | 2,5 a 5,0 mL/100 L de água | Realizar monitoramento constante para verificar a ocorrência da praga. Realizar aplicação no início da ocorrência da praga. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. | 1 | Terrestre: 500 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Soja | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 400 a 500 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura, realizar aplicação quando for observado o início de infestação de adultos na área, ou conforme nível de infestação na cultura. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. Utilizar a dose menor em condições de menor infestação da praga. Em maiores infestações da praga, utilizar a maior dose. | 2 | Terrestre: 150 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Percevejo- marrom (Euschistus heros) | 500 a 900 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura através de batidas de pano, no mínimo uma vez por semana. Recomenda-se realizar a batida de pano em um metro linear de um lado da fileira de soja nos momentos mais frescos do dia. Realizar aplicação quando for observado o início de infestação. No máximo dois percevejos maiores que 0,4 cm por metro linear em áreas de produção de grãos e no máximo um percevejo maior que 0,4 cm em áreas de produção de sementes. Utilizar a dose menor em condições de menor infestação da praga. Em maiores infestações da praga, utilizar a maior dose. | 1 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha | |
Lagarta-das- vagens (Spodoptera eridania) | 500 a 900 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. | |||
Sorgo | Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | 400 a 500 mL/ha | Realizar aplicação no início da ocorrência da praga. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | Realizar monitoramento constante e aplicar impreterivelmente sobre as lagartas ainda pequenas, ou quando estiverem causando danos iniciais de raspagem nas folhas. Aplicar no máximo quando houver 20% de plantas com os sintomas de raspagem nas folhas. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. | Terrestre: 150 a 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha | |||
Trigo | Percevejo- Barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 a 500 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura através de batidas de pano, no mínimo uma vez por semana. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Repetir a aplicação 7 dias após a primeira aplicação, não ultrapassando o limite máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 400 a 500 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. | 1 | ||
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 300 a 600 mL/ha | ||||
Pulgão-verde- dos-cereais (Rhopalosiphum graminum) | 200 a 400 mL/ha |
Triticale | Percevejo- Barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 a 500 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura através de batidas de pano, no mínimo uma vez por semana. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Repetir a aplicação 7 dias após a primeira aplicação, não ultrapassando o limite máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 400 a 500 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. | 1 | ||
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 300 a 600 mL/ha | ||||
Pulgão-verde- dos-cereais (Rhopalosiphum graminum) | 200 a 400 mL/ha |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Amendoim | Bemisia tabaci | Mosca branca | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Tibraca limbativentris | Percevejo | Ver detalhes |
| Aveia | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Centeio | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-da-espiga, Pulgão-verde, Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
| Cevada | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-da-espiga, Pulgão-verde, Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
| Ervilha | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Feijão-caupi | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Fumo | Epitrix fasciata | Pulga-do-fumo, Vaquinha-do-fumo | Ver detalhes |
| Milheto | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Rosa | Macrosiphum rosae | Pulgão-grande-da-roseira, Pulgão-roxo-da-roseira | Ver detalhes |
| Soja | Spodoptera eridania | Lagarta-das-folhas, Lagarta-das-vagens | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Trigo | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Triticale | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Aplicar ROMPER nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação.
Este produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendação para cada cultura.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado.
O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Sempre consultar um engenheiro agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva.
A boa eficiência de aplicação, entre outros fatores, destaca um conjunto de características e ações que devem ser rigorosamente observadas, tais como:
Diluir o produto na dose recomendada por ha em volume de água suficiente para aplicação de 20 mL/planta (aplicação sobre a planta). Usar pulverizador costal (manual ou motorizado) ou equipamento tratorizado corretamente calibrado e adaptado para aplicação no solo limpo.
Realize a aplicação via aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o engenheiro agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Amendoim, Ervilha, Feijão e Feijão-caupi | 14 dias |
Arroz, Arroz irrigado e Soja | 30 dias |
Aveia, Cevada, Centeio, Trigo e Triticale | 15 dias |
Algodão, Milheto, Milho e Sorgo | 7 dias |
Café | 60 dias |
Fumo e Rosa | U.N.A |
U.N.A: Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURA | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto Comercial | VOLUME DE CALDA | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÃO | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Abacate | Cochonilha-branca (Aulacaspis tubercularis) | 10 a 15 g/100 L água | 1000 a 2000 L/ha | 2 | Realizar aplicação quando encontrar até 10% das folhas infestadas ou quando detectar presença de cochonilhas vivas em frutos. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
Abacaxi | Cochonilha- abacaxi (Diaspis bromeliae) | 10 a 15 g/100 L água | 300 a 600 L/ha | 2 | Realizar a aplicação no início do aparecimento da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
Acelga Agrião Alface Almeirão | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 15 a 25 g/100 L água | 400 a 800 L/ha | 1 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Algodão | Bicudo-do- algodoeiro (Anthonomus grandis) | 250 a 300 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha – aplicação aérea) | 3 | Realizar a aplicação quando o nível de infestação obtido através de monitoramento atingir de 3 a 5% de botões florais atacados. Fazer bateria com 3 aplicações sequenciais com intervalo de 5 dias. Usar a maior dose em situação de maior pressão da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | Realizar a aplicação quando for constatada a presença dos primeiros adultos da praga ou conforme o nível de infestação da cultura. Repetir se necessário após 7 dias. A dose menor poderá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se |
assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. | |||||
Pulgão-do- algodoeiro (Aphis gossypii) | 250 a 300 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha – aplicação aérea) | O início das aplicações está baseado no cultivar de algodão plantado. Nas cultivares tolerante a virose iniciar o controle quando 70% das folhas das plantas examinadas começarem a se deformar e apresentarem pulgões vivos. Para as suscetíveis a virose, a aplicação deverá ser iniciada quando 5 a 10% das plantas apresentarem pulgões. Fazer 3 aplicações sucessivas com intervalo de 7 dias. A dose menor poderá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. No controle destas pragas, recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos para que seja evitado o aparecimento de resistência destes aos ingredientes ativos utilizados. | ||
Alho | Tripes (Thrips tabaci) | 250 a 300 g/ha | 100 a 300 L/ha | 3 | Realizar a aplicação no início da infestação, quando constatar a presença de tripes na bainha das folhas, repetindo se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Amendoim | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 250 a 300 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | 2 | Realizar a aplicação no início da infestação quando for constatada a presença dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. |
Vaquinha-verde- amarela | 150 a 250 g/ha | 100 a 300 L/ha | Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no começo da infestação, quando forem |
(Diabrotica speciosa) | (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | encontrados 20 insetos/pano ou 2m de linha, até o período de formação de vagens. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 a 10 dias. | |||
Arroz Irrigado Arroz Sequeiro | Percevejo-do- colmo (Tibraca limbativentris) | 150 a 200 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | 1 | Realizar a aplicação quando a população de percevejos atingir a densidade de 1 percevejo por m2. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão ou em condições favoráveis ao desenvolvimento da praga. |
Aveia | Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae) | 80 a 100 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | 2 | Na fase de emergência ao afilhamento controlar quando encontrar em média 10% de plantas por pulgões, na fase de alongamento ao emborrachamento aplicar quando a população média atingir 10 pulgões por afilho. Na fase reprodutiva quando a população média atingir 10 pulgões por espiga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
Batata | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 250 a 300 g/ha | 300 a 600 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | 3 | Realizar a aplicação no início da infestação quando for constatada a presença dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. |
Pulgão-verde (Myzus persicae) | 150 a 250 g/ha | 300 a 600 L/ha (20 a 50 L/ha – aplicação aérea) | Realizar a aplicação quando aparecerem as primeiras colônias na cultura. O monitoramento deve ser realizado com instalações de bandejas d'água amarelas (4/ha) ou contagem direta de pulgões em 100 folhas por hectare, 2 vezes por semana e constatar 20 pulgões alados/bandeja ou 30 pulgões ápteros por folha em cada observação. Repetir a aplicação se necessário em intervalos de 7 dias, fazendo rotação com |
outros produtos com mecanismos de ação diferentes. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. | |||||
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 150 a 250 g/ha | 300 a 600 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no começo da infestação constatando insetos adultos e os primeiros furos nas folhas. Repetir a aplicação se necessário em intervalos de 7 dias. | ||
Berinjela | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 200 a 250 g/ha | 400 a 800 L/ha | 3 | Realizar a aplicação no início da infestação quando for constatada a presença dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. |
Tripes (Thrips palmi) | 200 a 250 g/ha | 400 a 800 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga repetindo se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. | ||
Brócolis | Pulgão-das- brássicas (Brevicoryne brassicae) | 15 a 25 g/100 L água | 400 a 800 L/ha | 2 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, repetindo se necessário em um intervalo de 10 dias. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Café | Ácaro-vermelho (Oligonychus ilicis) | 400 a 600 g/ha | 300 a 600 L/ha (20 a 50 L/ha – aplicação aérea) | 3 | Realizar a aplicação assim que forem observados os sintomas de ataque, ou forem constatados ácaros vivos nas folhas através de uma lupa de bolso, respeitando o nível de controle para a praga. Repetir a aplicação se necessário em intervalos de 25 a 30 dias. Utilizar as maiores doses em altas infestações ou condições |
climáticas favoráveis ao desenvolvimento da praga. Nas aplicações para controle das pragas de café, adicionar à calda 1,0 L/ha de óleo mineral. | |||||
Bicho-mineiro-do- café (Leucoptera coffeella) | 160 a 240 g/ha | Realizar a aplicação quando for constatada as primeiras minas ativas, com sinal de início de ataque. Usar a dose menor na fase bem inicial de infestação, abaixo de 20% de incidência de ataque. A dose maior deverá ser usada em situação igual ou superior a 20% de incidência de ataque. Repetir a aplicação se necessário a cada 30 dias. Nas aplicações para controle das pragas de café, adicionar à calda 1,0 L/ha de óleo mineral. | |||
Broca-do-café (Hypothenemus hampei) | 500 a 700 g/ha | Realizar as aplicações para o controle da broca-do-café no início da formação de grãos e durante o período de migração de adultos. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 25 a 30 dias. Utilizar a maior dose quando o cafeeiro tiver grande densidade vegetativa. Nas aplicações, adicionar à calda 1,0 L/ha de óleo mineral. | |||
Cochonilha-da-roseta (Planococcus minor) | 500 a 600 g/ha | Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área. Fazer uma única aplicação por ciclo da cultura. Nas aplicações, adicionar à calda 1,0 L/ha de óleo mineral. | |||
Cana-de- açúcar | Cigarrinha-das- raízes (Mahanarva fimbriolata) | 1200 a 1600 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | 1 | Pulverizar quando forem encontradas as primeiras ninfas nas brotações das soqueiras, preferencialmente no início do desenvolvimento da cultura, quando o ataque é mais severo. Posicionar o jato de pulverização direcionando-o à base das touceiras, de forma que atinja aproximadamente 70% as plantas e 30% o solo. Pulverizar em ambos os lados da fileira de plantas. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população da praga e condições de clima favorável ao seu desenvolvimento (quente e úmido). |
Bicudo-da-cana (Sphenophorus levis) | Fazer a aplicação em cana- planta, na operação de plantio, aplicando SPERTO sobre os toletes de cana (mudas) no interior do sulco, fechando-o imediatamente após o tratamento ou, em cana-soca logo no início da brotação, aplicando o produto dirigido à base da soqueira. Posicionar o jato de pulverização à base das touceiras, de forma que atinja aproximadamente 70% as plantas e 30% o solo. Pulverizar em ambos os lados da linha de cana. Realizar o tratamento nas áreas onde a amostragem prévia identificar a presença da praga. A maior dose deve ser utilizada em caso de alta pressão da praga ou em áreas com histórico de ataque. | ||||
Cebola Chalota | Tripes (Thrips tabaci) | 250 a 300 g/ha | 100 a 300 L/ha | 3 | Realizar a aplicação no início da infestação, quando for constada a presença de tripes na bainha das folhas, repetindo se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Centeio Cevada | Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae) | 80 a 100 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | 2 | Na fase de emergência ao afilhamento controlar quando encontrar em média 10% de plantas por pulgões, na fase de alongamento ao emborrachamento aplicar quando a população média atingir 10 pulgões por afilho. Na fase reprodutiva quando a população média atingir 10 pulgões por espiga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
Chicória | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 15 a 25 g/100 L água | 400 a 800 L/ha | 1 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Citros | Psilídeo (Diaphorina citri) | 8 a 12 g /100 L água ou 160 a 240 g/ha | 1000 a 2000 L/ha (20 a 50 L/ha | 2 | Realizar a aplicação quando for constatado os primeiros insetos (adultos ou ninfas) principalmente na vegetação nova. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 21 dias. |
Mosca-negra-dos- citros (Aleurocanthus woglumi) | 10 a 12 g/100 L água | aplicação aérea) | Após inspecionar folhas, ramos e caule, iniciar a aplicação quando da constatação da praga tanto na fase de ninfa como adulto na planta. Repetir se necessário a aplicação em intervalo de 21 dias. | ||
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 8 a 12 g/100 L água | Fazer a aplicação quando do aparecimento da praga, antes da penetração das lagartas no fruto, ou quando o número de adultos capturados pelas armadilhas de feromônio atingirem o nível de controle (6 adultos/armadilha). Utilizar a maior dose em períodos de maior infestação. Reaplicar se necessário em um intervalo de 21 dias, de acordo com a reinfestação da área. | |||
Couve Couve- chinesa Couve-de- bruxelas Couve-flor | Pulgão-das- brássicas (Brevicoryne brassicae) | 15 a 25 g/100 L água | 400 a 800 L/ha | 2 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, repetindo se necessário em um intervalo de 10 dias. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Crisântemo | Tripes (Frankliniella occidentalis) | 16 a 20 g/100 L de água | 500 a 1000 L/ha | 3 | Aplicar no início da infestação quando encontrados os primeiros insetos. Repetir a aplicação se necessário em intervalos de 7 dias, rotacionando com produtos de outros modos de ação. |
Espinafre Estévia | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 15 a 25 g/100 L água | 400 a 800 L/ha | 1 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Eucalipto | Percevejo - bronzeado (Thaumastocoris peregrinus) | 60 a 120 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | 2 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 21 dias. |
Psilídeo -de - concha (Glycaspis brimblecombei) | 80 a 120 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | |||
Ervilha Feijão Feijão- caupi Feijão-fava Feijão- guandu | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 250 a 300 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha – aplicação aérea) | 2 | Realizar a aplicação no início da infestação quando for constatado o aparecimento dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Recomenda-se fazer |
Feijão- mungo Feijão- vagem Grão-de- bico | rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. | ||||
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 150 a 250 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no começo da infestação, quando forem encontrados 20 insetos/pano ou 2m de linha, até o período de formação de vagens. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 a 10 dias. | ||
Jiló | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 200 a 250 g/ha | 300 a 600 L/ha | 3 | Realizar a aplicação no início da infestação quando for constatada a presença dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. |
Tripes (Thrips palmi) | 200 a 250 g/ha | 300 a 600 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga repetindo se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. | ||
Lentilha | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 250 a 300 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | 2 | Realizar a aplicação no início da infestação quando for constatado o aparecimento dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em |
condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. | |||||
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 150 a 250 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no começo da infestação, quando forem encontrados 20 insetos/pano ou 2m de linha, até o período de formação de vagens. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 a 10 dias. | ||
Mamão | Cochonilha-branca (Aulacaspis tubercularis) | 10 a 15 g/100 L água | 1000 a 2000 L/ha | 2 | Realizar a aplicação no período vegetativo, quando 50% das folhas estiverem infestadas e no período crítico, quando a infestação atingir 20% das folhas ou 5% dos frutos. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
Cigarrinha-verde- do-mamoeiro (Solanasca bordia) | Realizar a aplicação no início da infestação quando da constatação da presença da praga. Utilizar a maior dose em situações de alta infestação e/ou condições favoráveis ao desenvolvimento do inseto. Repetir se necessário a aplicação em intervalo não inferior a 10 dias. Fazer até 2 aplicações por ano ou ciclo da cultura. | ||||
Manga | Cochonilha-branca (Aulacaspis tubercularis) | 10 a 15 g/100 L água | 1000 a 2000 L/ha | 2 | Realizar a aplicação no período vegetativo, quando 50% das folhas estiverem infestadas e no período crítico, quando a infestação atingir 20% das folhas ou 5% dos frutos. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
Tripes-do- cacaueiro (Selenothrips rubrocinctus) | Realizar a aplicação no início da infestação quando da constatação da presença da praga. Utilizar a maior dose em situações de alta infestação e/ou condições favoráveis ao desenvolvimento do inseto. Repetir se necessário a aplicação em intervalo não inferior a 10 dias. Fazer até 2 aplicações por ano ou ciclo da cultura. | ||||
Melancia Melão | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 150 a 250 g/ha | 300 a 600 L/ha | 2 | Realizar a aplicação no início da infestação quando for constatado o aparecimento dos primeiros adultos da praga. Realizar a aplicação em horário do dia com temperatura amena (6h às 9h). Repetir a aplicação |
se necessário em um intervalo de 10 dias. | |||||
Milheto | Percevejo-barriga- verde (Dichelops melacanthus) | 200 a 300 g/ha | 100 a 200 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | 2 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, na fase inicial da cultura. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. |
Milho | Cigarrinha-do- milho (Dalbulus maidis) | 200 a 300 g/ha | 100 a 200 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | 2 | Realizar a aplicação no início do desenvolvimento da cultura, quando for constatado o aparecimento da praga repetindo com intervalo máximo de 7 dias. Utilizar as maiores doses em altas infestações ou condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da praga. Alternar as aplicações com produtos com outro modo de ação. |
Percevejo-barriga- verde (Dichelops melacanthus) | 200 a 300 g/ha | 100 a 200 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, na fase inicial da cultura. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. | ||
Mostarda | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 15 a 25 g/100 L água | 400 a 800 L/ha | 1 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Pastagem | Cigarrinha-das- pastagens (Deois flavopicta) | 70 a 130 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | 1 | Realizar a aplicação quando for constatada a praga na área, através da observação da presença de adultos ou da formação de espuma na base das plantas. |
Pimenta Pimentão Quiabo | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 200 a 250 g/ha | 400 a 800 L/ha | 3 | Realizar a aplicação no início da infestação quando for constatada a presença dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. |
Tripes (Thrips palmi) | 200 a 250 g/ha | 400 a 800 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga repetindo se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. | ||
Repolho | Pulgão-das- brássicas (Brevicoryne brassicae) | 15 a 25 g/100 L água | 400 a 800 L/ha | 2 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, repetindo se necessário em um intervalo de 10 dias. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Rúcula | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 15 a 25 g/100 L água | 400 a 800 L/ha | 1 | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Soja | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 250 a 300 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 – 50 L/ha – aplicação aérea) | 2 | Realizar a aplicação no início da infestação quando for constatado o aparecimento dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. |
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 250 a 300 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 – 50 L/ha – aplicação aérea) | Para o controle do percevejo- marrom e percevejo-verde- pequeno, inspecionar a lavoura periodicamente após o florescimento e pulverizar a partir da fase de “canivete” (R3) quando for encontrado 2 percevejos ou mais maiores que 0,4 cm em campos de soja destinados para grãos ou 1 percevejo ou mais maiores que 0,4 cm em campos destinados para sementes, por metro linear da cultura. As amostragens devem ser realizadas preferencialmente nos períodos mais frescos, pela manhã ou à tarde. Repetir se necessário em intervalo de no máximo 10 dias. Utilizar a maior dose em soja com alta densidade de folhas. | ||
Percevejo-verde- pequeno (Piezodorus guildinii) | 250 a 300 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | |||
Sorgo | Cigarrinha-do- milho (Dalbulus maidis) | 200 a 300 g/ha | 100 a 200 L/ha | 2 | Realizar a aplicação no início do desenvolvimento da cultura, quando for constatado o |
(20 a 50 L/ha aplicação aérea) | aparecimento da praga repetindo com intervalo máximo de 7 dias. Utilizar as maiores doses em altas infestações ou condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da praga. Alternar as aplicações com produtos com outro modo de ação. | ||||
Percevejo-barriga- verde (Dichelops melacanthus) | 200 a 300 g/ha | 100 a 200 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, na fase inicial da cultura. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. | ||
Tomate | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 200 a 250 g/ha | 300 a 600 L/ha | 3 | Aplicar no início da infestação da praga, na fase inicial da cultura. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão ou em condições favoráveis ao desenvolvimento da praga. |
Pulgão-verde (Myzus persicae) | 150 a 250 g/ha | ||||
Trigo Triticale | Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae) | 80 a 100 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | 2 | Na fase de emergência ao afilhamento controlar quando encontrar em média 10% de plantas por pulgões, na fase de alongamento ao emborrachamento aplicar quando a população média atingir 10 pulgões por afilho. Na fase reprodutiva quando a população média atingir 10 pulgões por espiga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Aulacaspis tubercularis | Cochonilha branca | Ver detalhes |
| Acelga | Myzus persicae | Pulgão-verde | Ver detalhes |
| Agrião | Myzus persicae | Pulgão-verde | Ver detalhes |
| Alface | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Alho | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Almeirão | Myzus persicae | Pulgão-verde | Ver detalhes |
| Amendoim | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Arroz | Tibraca limbativentris | Percevejo, Percevejo-grande-do-arroz | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Tibraca limbativentris | Percevejo | Ver detalhes |
| Batata | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Berinjela | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Brócolis | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Café | Planococcus minor | Cochonilha | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Sphenophorus levis | Bicudo da Cana-de-açucar, Gorgulho-da-cana | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Chalota | Thrips tabaci | Tripes | Ver detalhes |
| Chicória | Myzus persicae | Pulgão-verde | Ver detalhes |
| Citros | Diaphorina citri | Psilídeo | Ver detalhes |
| Couve | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-de-bruxelas | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-flor | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Crisântemo | Frankliniella occidentalis | Tripes | Ver detalhes |
| Ervilha | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Espinafre | Myzus persicae | PULGÃO - VERDE | Ver detalhes |
| Eucalipto | Glycaspis brimblecombei | Psilideo de concha | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijão-caupi | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Feijão-vagem | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Jiló | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Lentilha | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Manga | Aulacaspis tubercularis | Cochonilha-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Milho | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Pimenta | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Pimentão | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Quiabo | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Repolho | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Rúcula | Myzus persicae | Pulgão-verde | Ver detalhes |
| Soja | Septoria glycines | Mancha-parda, Septoriose | Ver detalhes |
| Sorgo | Dichelops melacanthus | percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Trigo | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
tecnologias de bicos que possibilitem a redução do volume de aplicação, visando à produção de gotas finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. Ajustes no volume de ar produzido pela turbina podem ser necessários, dependendo do pulverizador, para que as gotas se depositem adequadamente no alvo, evitando problemas com deriva. A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Caso o equipamento de pulverização proporcione cobertura adequada da cultura em seu pleno desenvolvimento com volumes menores que a faixa mínima recomendada, concentrar a calda de modo a respeitar a dose recomendada por hectare. Sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Essa modalidade de aplicação é indicada para as culturas de Algodão, Amendoim, Arroz Irrigado, Arroz Sequeiro, Aveia, Batata, Café, Cana-de-açúcar, Centeio, Cevada, Citros, Ervilha, Feijão, Feijão-caupi, Feijão-fava, Feijão-guandu, Feijão-mungo, Feijão-vagem, Grão-de-bico, Lentilha, Milheto, Milho, Pastagem, Soja, Sorgo, Trigo e Triticale.
A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para aplicação terrestre, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.
Essa modalidade de aplicação é indicada para as culturas de Algodão, Amendoim, Arroz Irrigado, Arroz Sequeiro, Aveia, Cana-de-açúcar, Centeio, Cevada, Feijão, Feijão-caupi, Feijão-fava, Feijão-guandu, Feijão-mungo, Feijão-vagem, Grão-de-bico, Lentilha, Milheto, Milho, Pastagem, Soja, Sorgo, Trigo e Triticale.
A aplicação deve ser realizada somente por equipamentos que estejam em concordância com as normas e exigências dos órgãos públicos reguladores do setor, como Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e MAPA.
Recomenda-se um volume de aplicação de 30 a 40 L/ha. Quanto maior for o índice de área foliar do alvo, mais próximo dos 40 L/ha deve estar a aplicação. Não aplique volumes de aplicação abaixo da faixa indicada.
Use ARPs (Drones) que trabalhem com bicos rotativos em vez de hidráulicos (pontas) e que tenham seus bicos posicionados abaixo ou dentro da faixa de ar gerado pelos rotores, de modo que a corrente de ar consiga empurrar todos os jatos dos bicos para baixo em direção ao alvo.
Utilize pontas que produzam gotas finas a médias, para boa cobertura do alvo.
Recomendações de velocidade de aplicação, altura de voo em relação ao alvo e largura de faixa estão indicadas na tabela X. Considerar a altura de voo em relação ao topo da vegetação e não em relação ao solo. Para isso é importante monitorar a altura média das plantas antes da aplicação.
Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do fabricante do ARP (Drone).
Tabela X – Parâmetros recomendados regulagem de ARP (Drones):
Volume de aplicação | Tamanho das gotas | Altura de voo em relação ao início do alvo | Velocidade de aplicação | Largura da faixa de trabalho |
30 a 40 L/ha | Finas a médias | 4 a 5* m | 10 a 15* km/h | 3 a 4* m |
*Para drones de maior capacidade de carga, com mais de 16 L de tanque de calda, a depender do modelo e das orientações do fabricante, pode-se trabalhar mais próximo do limite máximo de Altura de voo em relação ao alvo, Velocidade de aplicação e Largura da faixa de trabalho. | ||||
Uma vez misturado o produto em água, a aplicação com o Drone deve ser feita o mais rápido possível. Portanto, não dilua o produto em água se não for realizar a aplicação dentro de 30 min, no máximo. Quanto maior esse intervalo, maiores as chances de incompatibilidade física entre eventuais outros produtos.
Mantenha uma faixa de segurança de 50 m de distância dos possíveis alvos de deriva e organismos sensíveis ao produto.
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não utilizar água classificada como dura, ou com pH acima de 7, devendo-se corrigir a mesma antes do preparo da calda. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária de SPERTO. Deve-se fazer a adição do produto em água de forma cuidadosa, de modo que, a cada dois segundos, 1 kg do produto, no máximo, seja despejado no tanque ou no pré-misturador, evitando que todo o conteúdo da embalagem seja adicionado de forma muito rápida e inadequada. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré- diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso legal de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos e finais de seção de barra.
Condições Meteorológicas:
Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo:
Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada;
Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Pulverizadores de arbóreas (turbopulverizadores):
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator, adicionar produto limpante, manter por 5 minutos a agitação, e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Remova e limpe todas as pontas do pulverizador e suas peneiras, caso sejam utilizadas;
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos ramais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada.
Cultura | Intervalo de segurança (dias) |
Abacate, Abacaxi, Mamão, Manga | 15 |
Acelga, Agrião, Alface, Almeirão, Berinjela, Brócolis, Chicória, Couve, Couve-Chinesa, Couve-Bruxelas, Couve-Flor, Espinafre, Estévia, Jiló, Mostarda, Pimenta, Pimentão, Quiabo, Repolho, Rúcula | 14 |
Algodão | 35 |
Alho, Amendoim, Batata, Cebola, Chalota, Citros, Ervilha, Feijão, Feijão-caupi, Feijão-fava, Feijão- guandu, Feijão-mungo, Feijão-vagem, Grão-de-bico, Lentilha, Soja | 21 |
Arroz Irrigado, Arroz Sequeiro, Aveia, Centeio, Cevada, Trigo, Triticale | 30 |
Café, Milheto, Milho, Sorgo | 40 |
Cana-de-açúcar | 90 |
Crisântemo | UNA=Uso Não Alimentar |
Melancia, Melão, Pastagem | 10 |
Tomate | 7 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | PRAGAS | Dose (Produto Comercial) | Nº máx. de aplicação | Volume de Calda | Época de aplicação | |
Nome Científico | Nome Comum | |||||
Abacate | Aulacaspis tubercularis | Cochonilha- branca | 10 a 15 g/100 L água | 2 | 1000 a 2000 L/ha | Realizar a aplicação no período vegetativo, quando 50% das folhas estiverem infestadas e no período crítico, quando a infestação atingir 20% das folhas ou 5% dos frutos. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
Abacaxi | Diaspis bromeliae | Cochonilha- abacaxi | 10 a 15 g/100 L água | 2 | 300 a 600 L/ha | Realizar a aplicação no início do aparecimento da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
Agrião Alface Almeirão | Myzus persicae | Pulgão- verde | 15 a 25 g/100 L água | 1 | 400 a 800 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Algodão | Anthonomus grandis | Bicudo-do- algodoeiro | 250 a 300 g/ha | 3 | 100 a 300 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Realizar a aplicação quando o nível de infestação obtido através de monitoramento atingir de 3 a 5% de botões florais atacados. Fazer bateria com 3 aplicações sequenciais com intervalo de 5 dias. Usar a maior dose em situação de maior pressão da praga ou quando o clima dor mais favorável ao ataque. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. |
Bemisia tabaci raça B | Mosca- branca | Realizar a aplicação quando for constatado a presença dos primeiros adultos da praga ou conforme e nível de infestação o da cultura. Repetir se necessário após 7 dias. A dose menor poderá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. |
Aphis gossypii | Pulgão-do- algodoeiro | O início das aplicações está baseado no cultivar de algodão plantado. Nas cultivares tolerantes a virose iniciar o controle quando 70% das folhas das plantas examinadas começarem a se deformar e apresentarem pulgões vivos. Para as susceptíveis a virose, a aplicação deverá ser iniciada quando 5 a 10% das plantas apresentarem pulgões. Fazer 3 aplicações sucessivas com intervalo de 7 dias. A dose menor poderá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. No controle dessa praga, recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. | ||||
Alho | Thrips tabaci | Tripes | 250 a 300 g/ha | 3 | 100 a 300 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação, quando constatar a presença de tripes na bainha das folhas, repetindo se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Amendoim | Bemisia tabaci raça B | Mosca- branca | 250 a 300 g/ha | 2 | 100 a 300 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação | Realizar a aplicação no início da infestação, quando constatar a presença dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário após 7 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas |
aérea) | infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. | |||||
Diabrotica speciosa | Vaquinha- verde- amarelo | 150 a 250 g/ha | Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no começo da infestação, quando forem encontrados 20 insetos/pano ou 2 m de linha, até o período de formação de vagens. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 a 10 dias. | |||
Arroz irrigado | Tibraca limbativentris | Percevejo- do-colmo | 60 a 100 g/ha | 1 | 100 a 300 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Realizar a aplicação quando a população de percevejos atingir a densidade de 1 percevejo por m2. |
Aveia | Sitobion avenae | Pulgão-da- espiga | 80 a 100 g/ha | 2 | 100 a 300 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Na fase de emergência ao afilhamento controlar quando encontrar em média 10% de plantas por pulgões, na fase de alongamento ao emborrachamento aplicar quando a população média atingir 10 pulgões por afilho. Na fase reprodutiva quando a população média atingir 10 pulgões por espiga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
Batata | Bemisia tabaci raça B | Mosca- branca | 250 a 300 g/ha | Realizar a aplicação no início da infestação, quando constatar a presença dos primeiros adultos da praga. |
3 | 300 a 600 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Repetir a aplicação se necessário após 7 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. | ||||
Myzus persicae | Pulgão- verde | 150 a 250 g/ha | Realizar a aplicação quando aparecerem as primeiras colônias na cultura. O monitoramento deve ser realizado com instalações de bandejas d’água amarelas (4/ha) ou contagem direta de pulgões em 100 folhas por hectare, 2 vezes por semana e constatar mais de 20 pulgões alados/bandeja ou mais de 30 pulgões ápteros por folha em cada observação. Repetir a aplicação se necessário em intervalos de 7 dias, fazendo rotação com outros produtos com mecanismos de ação diferentes. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. | |||
Diabrotica speciosa | Vaquinha- verde- amarelo | 150 a 250 g/ha | Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no começo da infestação constatando insetos adultos e os primeiros furos nas folhas. Repetir a aplicação se necessário em intervalos de 7 dias. |
Berinjela | Bemisia tabaci raça B | Mosca- branca | 200 a 250 g/ha | 3 | 400 a 800 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação, quando constatar a presença dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. |
Thrips palmi | Tripes | 200 a 250 g/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, repetindo se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. | |||
Brócolis | Brevicoryne brassicae | Pulgão- das- brássicas | 15 a 25 g/100 L água | 2 | 400 a 800 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, repetindo se necessário em intervalos de 10 dias. Utilizar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Café | Oligonychus ilicis | Ácaro- vermelho | 400 a 600 g/ha | 3 | 300 a 600 L/ha (aplicação terrestre) | Realizar a aplicação assim que forem observados os sintomas de ataque, ou forem constatados ácaros vivos nas folhas através de uma lupa de bolso, respeitando o nível de controle para a praga. Repetir a aplicação se necessário em |
20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | intervalos de 25 a 30 dias. Utilizar as maiores doses em altas infestações ou condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da praga. Nas aplicações para controle das pragas de café, adicionar à calda 1,0 L/ha de óleo mineral. | |||||
Leucoptera coffeella | Bicho- mineiro-do- café | 160 a 240 g/ha | Realizar a aplicação quando for constatada as primeiras minas ativas, com sinal de início de ataque. Usar a dose menor na fase bem inicial de infestação, abaixo de 20% de incidência de ataque. A dose maior deverá ser usada em situação igual ou superior a 20% de incidência de ataque. Repetir a aplicação se necessário a cada 30 dias. Nas aplicações para controle das pragas de café, adicionar à calda 1,0 L/ha de óleo mineral. | |||
Hypothenemus hampei | Broca-do- café | 500 a 700 g/ha | Realizar a aplicação quando o grau de infestação for igual ou maior que 5% avaliando-se o número de grãos perfurados coletados ao acaso em ambos lados da planta, em no mínimo 100 frutos colhidos dentro do talhão. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 25 a 30 dias. Utilizar s maior dose quando o cafeeiro tiver grande densidade vegetativa. Nas aplicações para controle das pragas de café, adicionar à calda 1,0 l/ha de óleo mineral. | |||
Cebola Chalota | Thrips tabaci | Tripes | 250 a 300 g/ha | 3 | 100 a 300 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação, quando constatar a presença de tripes na |
bainha das folhas, repetindo se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. | ||||||
Centeio Cevada | Sitobion avenae | Pulgão-da- espiga | 80 a 100 g/ha | 2 | 100 a 300 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Na fase de emergência ao afilhamento controlar quando encontrar em média 10% de plantas por pulgões, na fase de alongamento ao emborrachamento aplicar quando a população média atingir 10 pulgões por afilho. Na fase reprodutiva quando a população média atingir 10 pulgões por espiga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
Chicória | Myzus persicae | Pulgão- verde | 15 a 25 g/100 L água | 1 | 400 a 800 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Citros | Diaphorina citri | Psilídeo | 8 a 12 g/100 L água ou 160 a 240 g/ha | 2 | 1000 a 2000 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Realizar a aplicação quando for constatado os primeiros insetos (adultos ou ninfas) principalmente na vegetação nova. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 21 dias. |
Couve Couve- chinesa Couve-de- bruxelas Couve-flor | Brevicoryne brassicae | Pulgão- das- brássicas | 15 a 25 g/100 L água | 2 | 400 a 800 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, repetindo se necessário em um intervalo de 10 dias. Utilizar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Espinafre Estévia | Myzus persicae | Pulgão- verde | 15 a 25 g/100 L água | 1 | 400 a 800 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Usar a maior dose em situação de |
alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. | ||||||
Eucalipto | Thaumastocoris peregrinus | Percevejo- bronzeado | 60 a 120 g/ha | 2 | 100 a 300 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 21 dias. |
Glycaspis brimblecombei | Psilídeo-de- concha | 80 a 120 g/ha | ||||
Ervilha Feijão Feijão- caupi Feijão-fava Feijão- guandu Feijão- mungo Feijão- vagem Grão-de- bico | Bemisia tabaci raça B | Mosca- branca | 250 a 300 g/ha | 3 | 100 a 300 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Realizar a aplicação no início da infestação, quando constatado o aparecimento dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. |
Diabrotica speciosa | Vaquinha- verde- amarelo | 150 a 250 g/ha | Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no começo da infestação, quando forem encontrados 20 insetos/pano ou 2 m de linha, até o período de formação de vagens. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 a 10 dias. | |||
Jiló | Bemisia tabaci raça B | Mosca- branca | 200 a 250 g/ha | 3 | 300 a 600 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação, quando constatada a presença dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. |
Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. | ||||||
Thrips palmi | Tripes | 200 a 250 g/ha | 3 | 300 a 600 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, repetindo se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. | |
Lentilha | Bemisia tabaci raça B | Mosca- branca | 250 a 300 g/ha | 2 | 100 a 300 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Realizar a aplicação no início da infestação, quando constatado o aparecimento dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. |
Diabrotica speciosa | Vaquinha- verde- amarelo | 150 a 250 g/ha | Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no começo da infestação, quando forem encontrados 20 |
insetos/pano ou 2 m de linha, até o período de formação de vagens. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 a 10 dias. | ||||||
Mamão Manga | Aulacaspis tubercularis | Cochonilha- branca | 10 a 15 g/100 L água | 2 | 1000 a 2000 L/ha | Realizar a aplicação no período vegetativo, quando 50% das folhas estiverem infestadas e no período crítico, quando a infestação atingir 20% das folhas ou 5% dos frutos. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
Melancia Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca- branca | 150 a 250 g/ha | 2 | 300 a 600 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação, quando constatado o aparecimento dos primeiros adultos da praga. Realizar a aplicação em horário do dia com temperatura amena 6h às 9h. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
Milheto | Dichelops melacanthus | Percevejo- barriga- verde | 200 a 300 g/ha | 2 | 100 a 200 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, na fase inicial da cultura. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. |
Milho | Dalbulus maidis | Cigarrinha- do-milho | 200 a 300 g/ha | 2 | 100 a 200 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Realizar a aplicação no início do desenvolvimento da cultura, quando for constatado o aparecimento da praga repetindo com intervalo máximo de 7 dias. Utilizar as maiores doses em altas infestações ou condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da praga. Alternar as aplicações com produto com outro modo de ação |
Dichelops melacanthus | Percevejo- barriga- | Realizar a aplicação no início da infestação da |
verde | praga, na fase inicial da cultura. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. | |||||
Mostarda | Myzus persicae | Pulgão- verde | 15 a 25 g/100 L água | 1 | 400 a 800 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Pastagem | Deois flavopicta | Cigarrinha- das- pastagens | 70 a 130 g/ha | 1 | 100 a 300 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Realizar a aplicação quando for constatada a praga na área, através da observação da presença de adultos ou da formação de espuma na base das plantas. |
Pimenta Pimentão Quiabo | Bemisia tabaci raça B | Mosca- branca | 200 a 250 g/ha | 3 | 400 a 800 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação, quando constatado a presença dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. |
Thrips palmi | Tripes | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, repetindo se necessário em intervalos de 7 a 10 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. |
Repolho | Brevicoryne brassicae | Pulgão- das- brássicas | 15 a 25 g/100 L água | 2 | 400 a 800 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, repetindo se necessário em um intervalo de 10 dias. Utilizar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Rúcula | Myzus persicae | Pulgão- verde | 15 a 25 g/100 L água | 1 | 400 a 800 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Usar a maior dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. |
Soja | Bemisia tabaci raça B | Mosca- branca | 250 a 300 g/ha | 2 | 100 a 300 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Realizar a aplicação no início da infestação, quando for constatado o aparecimento dos primeiros adultos da praga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. |
Euschistus heros | Percevejo- marrom | 250 a 300 g/ha | Para o controle do percevejo-marrom e percevejo-verde- pequeno, inspecionar a lavoura periodicamente após o florescimento e pulverizar a partir da fase de “canivete” (R3) quando for encontrado 2 percevejos ou mais maiores que 0,4 cm em campos de soja destinados para grãos ou 1 percevejo ou mais maiores que 0,4 cm em | |||
Piezodorus guildinii | Percevejo- verde- pequeno | 250 a 300 g/ha |
campos destinados para sementes, por metro linear da cultura. As amostragens devem ser realizadas preferencialmente, nos períodos mais frescos, pela manhã ou à tarde. Repetir se necessário em intervalo de no máximo 10 dias. Utilizar a maior dose em soja com alta densidade de folhas. | ||||||
Sorgo | Dalbulus maidis | Cigarrinha- do-milho | 200 a 300 g/ha | 2 | 100 a 200 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Realizar a aplicação no início do desenvolvimento da cultura, quando for constatado o aparecimento da praga repetindo com intervalo máximo de 7 dias. Utilizar as maiores doses em altas infestações ou condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da praga. Alternar as aplicações com produto com outro modo de ação |
Dichelops melacanthus | Percevejo- barriga- verde | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, na fase inicial da cultura. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. | ||||
Tomate | Bemisia tabaci raça B | Mosca- branca | 140 a 180 g/ha | 3 | 300 a 600 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga, na fase inicial da cultura. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos, evitando-se assim o aparecimento de populações resistentes a estes inseticidas. |
Myzus persicae | Pulgão- verde | 80 a 120 g/ha | 3 | 300 a 600 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação da praga. Usar a maior |
dose em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. | ||||||
Trigo Triticale | Sitobion avenae | Pulgão-da- espiga | 80 a 100 g/ha | 2 | 100 a 300 L/ha (aplicação terrestre) 20 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Na fase de emergência ao afilhamento controlar quando encontrar em média 10% de plantas por pulgões, na fase de alongamento ao emborrachamento aplicar quando a população média atingir 10 pulgões por afilho. Na fase reprodutiva quando a população média atingir 10 pulgões por espiga. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Aulacaspis tubercularis | Cochonilha branca | Ver detalhes |
| Abacaxi | Diaspis bromeliae | Cochonilha-da-cana | Ver detalhes |
| Acelga | Myzus persicae | Pulgão-verde | Ver detalhes |
| Agrião | Myzus persicae | Pulgão-verde | Ver detalhes |
| Alface | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Alho | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Almeirão | Myzus persicae | Pulgão-verde | Ver detalhes |
| Amendoim | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Tibraca limbativentris | Percevejo | Ver detalhes |
| Aveia | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Berinjela | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Brócolis | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Café | Oligonychus ilicis | Ácaro-vermelho, Aranha-vermelha-do-cafeeiro | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Centeio | Sitobion avenae | Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Cevada | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Chicória | Myzus persicae | Pulgão-verde | Ver detalhes |
| Citros | Diaphorina citri | Psilídeo | Ver detalhes |
| Couve | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-de-bruxelas | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-flor | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Ervilha | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Espinafre | Myzus persicae | PULGÃO - VERDE | Ver detalhes |
| Estévia | Myzus persicae | Pulgão verde | Ver detalhes |
| Eucalipto | Glycaspis brimblecombei | Psilideo de concha | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijão-caupi | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijão-fava | Bemisia tabaci raça B | Mosca-Branca | Ver detalhes |
| Feijão-guandu | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijão-mungo | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijão-vagem | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete , Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Jiló | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Lentilha | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Mamão | Aulacaspis tubercularis | Cochonilha branca | Ver detalhes |
| Manga | Aulacaspis tubercularis | Cochonilha-branca | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Milheto | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Milho | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Mostarda | Myzus persicae | Pulgão verde | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Pimenta | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Pimentão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Quiabo | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Repolho | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Rúcula | Myzus persicae | Pulgão-verde | Ver detalhes |
| Soja | Euschistus heros | Percevejo-marrom | Ver detalhes |
| Sorgo | Dichelops melacanthus | percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Trigo | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Triticale | Sitobion avenae | Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
adequada da cultura em seu pleno desenvolvimento com volumes menores que a faixa mínima recomendada, concentrar a calda de modo a respeitar a dose recomendada por hectare. Sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia (s) e técnica (s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Essa modalidade de aplicação é indicada para as culturas de Algodão, Amendoim, Arroz Irrigado, Aveia, Batata, Café, Centeio, Cevada, Citros, Ervilha, Eucalipto, Feijão, Feijão-caupi, Feijão-fava, Feijão-guandu, Feijão-mungo, Feijão-vagem, Grão-de-bico, Lentilha, Milheto, Milho, Pastagem, Soja, Sorgo, Trigo e Triticale.
A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para aplicação terrestre, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não utilizar água classificada como dura, ou com ph acima de 7, devendo-se corrigir a mesma antes do preparo da calda. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária de SQUADRA®; STELLARE; STRIDEVA. Deve-se fazer a adição do produto em água de forma cuidadosa, de modo que, a cada dois segundos, 1 Kg do produto, no máximo, seja despejado no tanque, evitando que todo o conteúdo da embalagem seja adicionado de forma muito rápida e inadequada. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto a ser adicionado. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso legal de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos e finais de seção de barra.
Culturas | Intervalo de segurança |
Abacate | 15 dias |
Abacaxi | 15 dias |
Agrião | 14 dias |
Alface | 14 dias |
Algodão | 35 dias |
Alho | 21 dias |
Almeirão | 14 dias |
Amendoim | 21 dias |
Arroz Irrigado | 30 dias |
Aveia | 30 dias |
Batata | 21 dias |
Berinjela | 14 dias |
Brócolis | 14 dias |
Café | 40 dias |
Cebola | 21 dias |
Centeio | 30 dias |
Cevada | 30 dias |
Chalota | 21 dias |
Chicória | 14 dias |
Citros | 21 dias |
Couve | 14 dias |
Couve-chinesa | 14 dias |
Couve-de-bruxelas | 14 dias |
Couve-flor | 14 dias |
Ervilha | 21 dias |
Espinafre | 14 dias |
Estévia | 14 dias |
Eucalipto | UNA (Uso Não Alimentar) |
Feijão | 21 dias |
Feijão-caupi | 21 dias |
Feijão-fava | 21 dias |
Feijão-guandu | 21 dias |
Feijão-mungo | 21 dias |
Feijão-vagem | 21 dias |
Grão-de-bico | 21 dias |
Jiló | 14 dias |
Lentilha | 21 dias |
Mamão | 15 dias |
Manga | 15 dias |
Melancia | 10 dias |
Melão | 10 dias |
Milheto | 40 dias |
Milho | 40 dias |
Mostarda | 14 dias |
Pastagem | 10 dias |
Pimenta | 14 dias |
Pimentão | 14 dias |
Quiabo | 14 dias |
Repolho | 14 dias |
Rúcula | 14 dias |
Soja | 21 dias |
Sorgo | 40 dias |
Tomate | 7 dias |
Trigo | 30 dias |
Triticale | 30 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para uso durante a aplicação.
CULTURAS | ALVOS | DOSES (p.c.) | RECOMENDAÇÕES DE USO | ||
Número, época e intervalo de aplicação | Número máximo de aplicações (por ciclo da cultura) | Volume de calda | |||
Bicudo-do- | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação (nível de 1% a 3% de botões atacados), com a detecção da praga na lavoura com intervalo de 5 dias entre as aplicações. Utilizar a dose maior em casos de maior pressão da praga. Realizar no máximo 3 aplicações. | ||||
algodoeiro | 300 a 600 | ||||
(Anthonomus | mL/ha | ||||
grandis) | |||||
Lagarta-do- | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Realizar a aplicação no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso necessário, devido a reinfestação, reaplicar com intervalo de 5 dias. Realizar no máximo 3 aplicações. | ||||
cartucho | 300 a 500 | ||||
(Spodoptera | mL/ha | ||||
frugiperda) | Terrestre: 100 - 200 L/ha | ||||
Algodão | Monitorar constantemente a presença da praga e aplicar o produto logo no início da infestação. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. Realizar no máximo 2 aplicações. | 3 | |||
Pulgão-do- algodoeiro (Aphis gossypii) | 250 a 350 mL/ha | Aérea: 5 - 40 L/ha | |||
Mosca-branca (Bemisia tabaci biótipo B) | 250 a 350 mL/ha | Monitorar constantemente a presença da praga e aplicar o produto logo no início da infestação. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. Realizar no máximo 2 aplicações. | |||
Amendoim | Mosca-branca (Bemisia tabaci biótipo B) | 200 a 300 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso necessário, devido a reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 100 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Arroz/ Arroz irrigado | Percevejo-grande- do-arroz (Tibraca limbativentris) | 200 a 300 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. | 1 | Terrestre: 150 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Aveia | Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopalosiphum graminum) | 50 a 125 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar no início das infestações. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação | 2 | Terrestre: 150 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Broca-do-café (Hypothenemus hampei) | 500 a 700 mL/ha | Realizar monitoramento da praga, avaliando-se no mínimo 100 frutos por talhão. Iniciar a aplicação no início do desenvolvimento dos frutos, quando o nível de infestação atingir 3 a 5% de frutos brocados. Repetir a aplicação após intervalo de 30 dias da primeira aplicação. Utilizar a maior dose quando o cafeeiro tiver grande densidade vegetativa. Realizar no máximo 3 aplicações. | Terrestre: 300 - 600 | ||
L/ha | |||||
Café | 3 | ||||
Aérea: | |||||
10 - 40 | |||||
Monitorar constantemente a presença da praga na lavoura e aplicar no início da infestação, logo nos primeiros sintomas nas folhas. Repetir a aplicação entre 25 e 30 dias após a primeira aplicação. Realizar no máximo 2 aplicações. | L/ha | ||||
Bicho-mineiro (Leucoptera coffeella) | 600 a 700 mL/ha | ||||
Caju | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 a 300 mL/ha (20 a 30 mL/100L) | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Realizar no máximo 3 aplicações, em intervalo de 7 dias. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Mosca-branca-do- cajueiro (Aleurodicus cocois) |
Cana-de- açúcar | Gorgulho-da-cana (Sphenophorus levis) | 1,75 a 2,0 L/ha | Recomenda-se realizar monitoramento constante da praga. Após a colheita, realizar a aplicação dirigindo o jato na base da soqueira da cana, próximo às raízes utilizando equipamento apropriados para esta modalidade de aplicação. Utilizar a maior dose para situações de maior pressão da praga. | 1 | Terrestre: 150 a 400 L/ha Aéreo: 10 a 40 L/ha |
Cigarrinha-das- raízes (Mahanarva fimbriolata) | 1,0 a 2,0 L/ha | Recomenda-se realizar monitoramento constante da praga. Realizar aplicação quando for constatado nível de controle. Realizar de preferência, aplicação direcionando o jato para ambos os lados da linha de plantio de forma a distribuir 70% da calda nas folhas e 30% na base das plantas. Recomenda-se aplicar o produto durante a fase da cultura com maior potencial de ocorrência e dano da praga, que pode ser entre a fase de brotação até a fase de crescimento dos colmos. É importante que os métodos de aplicação adotados garantam bom recobrimento da calda sobre as ninfas protegidas pela espuma na base das plantas. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||
Caqui | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 a 300 mL/ha (20 a 30 mL/100L) | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Realizar no máximo 3 aplicações, em intervalo de 7 dias. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Mosca-das-frutas (Anastrepha fraterculus) | |||||
Mosca-das-frutas | Terrestre: 1000 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha | ||||
Carambola | (Ceratitis capitata) | 200 a 300 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. | 3 | |
Mosca-das-frutas (Anastrepha obliqua) | |||||
(20 a 30 mL/100L) | Realizar no máximo 3 aplicações, em intervalo de 7 dias. | ||||
Mosca-da- carambola (Bactrocera carambolae) | |||||
Terrestre: | |||||
Centeio | Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopalosiphum graminum) | 50 a 125 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar no início das infestações. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação. | 2 | 150 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 |
L/ha |
Cevada | Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopalosiphum graminum) | 50 a 125 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar no início das infestações. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação | 2 | Terrestre: 150 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Ervilha | Mosca-branca (Bemisia tabaci biótipo B) | 200 a 300 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso necessário, devido a reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 100 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Realizar monitoramento constante e | |||||
Eucalipto | Psilídeo-de- concha (Glycaspis brimblecombei) | 150 a 250 mL/ha | proceder aplicação logo no início da infestação. Utilizar a menor dose quando forem observados os primeiros sinais de ataque da praga e a maior dose quando a praga já estiver presente em altas populações. Realizar nova | 3 | Terrestre: 100 a 300 L/ha Aéreo: |
aplicação com intervalo mínimo de | 10 a 40 | ||||
21 dias, em caso de reinfestação da | L/ha | ||||
praga. | |||||
Feijão | Mosca-branca (Bemisia tabaci biótipo B) | 200 a 300 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso necessário, devido a reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 100 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Vaquinha (Diabrotica speciosa) | 250 a 300 mL/ha | ||||
Feijões | Mosca-branca (Bemisia tabaci biótipo B) | 200 a 300 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso necessário, devido a reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 100 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Figo | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 a 300 mL/ha (20 a 30 mL/100L) | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Realizar no máximo 3 aplicações, em intervalo de 7 dias. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Mosca-do-figo (Zaprionus indianus) | |||||
Fumo | Pulga-do-fumo (Epitrix fasciata) | 1.250 a 2.000 mL/ha | Realizar aplicação via esguicho (“drench”), 20 a 30 dias após o transplantio das mudas de fumo. | 1 | Terrestre: 20 mL/planta |
Goiaba | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 a 300 mL/ha (20 a 30 mL/100L) | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Realizar no máximo 3 aplicações, em intervalo de 7 dias. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Psilídeo-da- goiabeira (Triozoida limbata) |
Mangaba | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 a 300 mL/ha (20 a 30 mL/100L) | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Realizar no máximo 3 aplicações, em intervalo de 7 dias. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Pulgão (Aphis gossypii) | |||||
Percevejo-barriga- | Realizar aplicação logo após a emergência da cultura quando for constatada a presença da praga. Em áreas de histórico e de maior pressão, deve-se utilizar a maior dose. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar a segunda aplicação com intervalo de 7 dias. | ||||
verde | 200 a 500 | ||||
(Dichelops | mL/ha | ||||
melacanthus) | |||||
Terrestre: | |||||
100 - 200 | |||||
Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso necessário, devido a reinfestação, reaplicar após intervalo de 7 dias. | L/ha | ||||
Milheto | Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | 150 a 250 mL/ha | 2 | Aérea: 10 - 40 L/ha | |
Lagarta-do- | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso necessário, devido a reinfestação, reaplicar após intervalo de 7 dias. | ||||
cartucho | 250 a 300 | ||||
(Spodoptera | mL/ha | ||||
frugiperda) | |||||
Cigarrinha-do- milho (Dalbulus maidis) | 200 a 300 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar no início das infestações. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação. Utilizar as doses mais altas se o local possuir alto histórico de ocorrência da praga. | |||
Milho | Percevejo-barriga- verde (Dichelops melacanthus) | 200 a 500 mL/ha | Realizar aplicação logo após a emergência da cultura quando for constatada a presença da praga. Em áreas de histórico e de maior pressão, deve-se utilizar a maior dose. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar a segunda aplicação com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 100 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso necessário, devido a reinfestação, reaplicar após intervalo de 7 dias. | ||||
250 a 300 mL/ha | |||||
Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | 150 a 250 mL/ha |
Pastagens | Cigarrinha-das- pastagens (Deois flavopicta) | 200 a 300 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. | 1 | Terrestre: 300 - 400 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Quiuí | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 a 300 mL/ha (20 a 30 mL/100L) | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Realizar no máximo 3 aplicações, em intervalo de 7 dias. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Inspecionar periodicamente a | Terrestre: 150 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha | ||||
lavoura através de batidas de pano. | |||||
Recomenda-se realizar a batida de | |||||
pano em um metro linear de um lado | |||||
da fileira de soja nos momentos | |||||
mais frescos do dia. Realizar | |||||
aplicação quando for observado o | |||||
início de infestação. No máximo dois | |||||
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 200 a 500 mL/ha | percevejos maiores que 0,4 cm por metro linear em áreas de produção de grãos e no máximo um percevejo maior que 0,4 com em áreas de | |||
produção de sementes. Caso seja | |||||
necessário devido a reinfestação, | |||||
realizar a segunda aplicação com | |||||
Soja | intervalo de 7 dias. Utilizar a dose | 2 | |||
menor em condições de menor | |||||
infestação da praga. Em maiores | |||||
infestações da praga, utilizar a maior | |||||
dose. | |||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci biótipo B) | 200 a 350 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso seja necessário, devido a | |||
reinfestação, realizar 2 aplicações | |||||
com intervalo de 7 dias. | |||||
Lagarta-das- vagens (Spodoptera eridania) | 250 a 350 mL/ha | Realizar no máximo 1 aplicação. Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. |
Percevejo-barriga- verde (Dichelops melacanthus) | 200 a 500 mL/ha | Realizar aplicação logo após a emergência da cultura quando for constatada a presença da praga. Em áreas de histórico e de maior pressão, deve-se utilizar a maior dose. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar a segunda aplicação com intervalo de 7 dias. | Terrestre: | ||
Sorgo | Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | 150 a 250 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso necessário, devido a reinfestação, reaplicar após intervalo de 7 dias. | 2 | 100 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 250 a 300 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso necessário, devido a reinfestação, reaplicar após intervalo de 7 dias. | |||
Tomate | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 250 a 350 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar no início das infestações. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação. | 2 | Terrestre: 800 L/ha |
Tripes (Thrips palmi) | 250 a 350 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Iniciar as aplicações para o controle de tripes quando for constatada a presença dos primeiros adultos na cultura. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação, não excedendo o número máximo de aplicações. | Terrestre: 400 - 800 L/ha | ||
Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 300 a 350 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Iniciar as aplicações quando for constatada a presença da praga na cultura. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação, não excedendo o número máximo de aplicações. | |||
Pulgão-verde-dos- | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar no início das infestações. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação. Realizar no máximo 2 aplicações. | ||||
cereais | 50 a 125 | ||||
(Rhopalosiphum | mL/ha | ||||
graminum) | Terrestre: | ||||
Realizar monitoramento constante e proceder a aplicação logo no início da infestação. Utilizar a menor dose quando for observado os primeiros sinais de ataque da praga e a maior dose quando a praga já estiver presente em altas populações. Repetir a aplicação 7 dias caso haja reincidência de ataque da praga, não ultrapassando o limite máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. | 100 - 200 L/ha | ||||
Trigo | 3 | ||||
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 125 a 150 mL/ha | Aéreo: 10 - 40 L/ha |
Triticale | Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopalosiphum graminum) | 50 a 125 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar no início das infestações. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação | 2 | Terrestre: 150 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Uva | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 a 300 mL/ha (20 a 30 mL/100L) | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Realizar no máximo 3 aplicações, em intervalo de 7 dias. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Anthonomus grandis | Bicudo | Ver detalhes |
| Amendoim | Bemisia tabaci biótipo B | Mosca-Branca | Ver detalhes |
| Arroz | Tibraca limbativentris | Percevejo, Percevejo-grande-do-arroz | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Tibraca limbativentris | Percevejo | Ver detalhes |
| Aveia | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-da-espiga, Pulgão-verde, Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Caju | Aleurodicus cocois | Mosca-branca, Mosca-branca-do-cajueiro | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Mahanarva fimbriolata | Cigarrinha-das-raízes, Cigarrinha-vermelha | Ver detalhes |
| Caqui | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Carambola | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Centeio | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-da-espiga, Pulgão-verde, Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
| Cevada | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-da-espiga, Pulgão-verde, Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
| Ervilha | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Eucalipto | Glycaspis brimblecombei | Psilideo de concha | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Feijões | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Figo | Zaprionus indianus | Mosca-do-figo | Ver detalhes |
| Fumo | Epitrix fasciata | Pulga-do-fumo, Vaquinha-do-fumo | Ver detalhes |
| Goiaba | Triozoida limbata | Psilídeo da goiabeira | Ver detalhes |
| Kiwi | Ceratitis capitata | Mosca do mediterâneo | Ver detalhes |
| Manga | Aphis gossypii | pulgão-do-algodão | Ver detalhes |
| Milheto | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Milho | Rhopalosiphum maidis | Pulgão-do-milho, Pulgão-dos-cereais | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Soja | Euschistus heros | Percevejo-marrom | Ver detalhes |
| Sorgo | Dichelops melacanthus | percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Trigo | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-da-espiga, Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
| Triticale | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
| Uva | Ceratitis capitata | Ver detalhes |
Aplicar TERMINUS nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação. Este produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendação para cada cultura.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado.
Diluir o produto na dose recomendada por ha em volume de água suficiente para aplicação de 20 mL/planta (aplicação sobre a planta). Usar pulverizador costal (manual ou motorizado) ou equipamento tratorizado corretamente calibrado e adaptado para aplicação no solo limpo.
# Aplicação VIA TERRESTRE:
A boa eficiência de aplicação, entre outros fatores, destaca um conjunto de características e ações que devem ser rigorosamente observadas, tais como:
para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Realize a aplicação via aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos:
. Temperatura ambiente abaixo de 30ºC;
. Umidade relativa do ar acima de 50%
. Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/h.
CULTURA | Intervalo de Segurança (dias) |
Algodão | 10 |
Amendoim | 7 |
Arroz/Arroz irrigado | 30 |
Aveia | 15 |
Café | 40 |
Caju | 10 |
Cana-de-açúcar | 40 |
Caqui | 10 |
Carambola | 10 |
Centeio | 15 |
Cevada | 15 |
Ervilha | 15 |
Eucalipto | UNA |
Feijão | 7 |
Feijões | 7 |
Figo | 10 |
Fumo | UNA |
Goiaba | 10 |
Mangaba | 10 |
Milheto | 15 |
Milho | 15 |
Pastagem | UNA |
Quiuí | 10 |
Soja | 20 |
Sorgo | 15 |
Tomate | 3 |
Trigo | 15 |
Triticale | 15 |
Uva | 10 |
UNA: Uso Não Alimentar
A reentrada de pessoas nas culturas poderá ocorrer após a completa secagem da calda aplicada (cerca de 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | RECOMENDAÇÕES DE USO | ||
ÉPOCA E INTERVALO ENTRE APLICAÇÕES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | |||
Arroz/ Arroz irrigado | Percevejo-grande-do- arroz (Tibraca limbativentris) | 400 a 600 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. | 1 | Terrestre: 150 L/ha Aéreo: 10 a 30 L/ha |
Inspecionar periodicamente a lavoura. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Caso seja necessário, devido a reinfestação realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias, não ultrapassando o limite máximo de 2 aplicações durante o ciclo da cultura. | Terrestre: 200 L/ha | ||||
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 mL/ha | 2 | |||
Aéreo: 10 a 30 L/ha | |||||
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 600 mL/ha | Realizar monitoramento constante e aplicar no início da infestação. | |||
Aveia | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 300 a 600 mL/ha | Realizar monitoramento constante e realizar a aplicação logo no início da infestação. O monitoramento deve ser feito contabilizando o número de lagartas. Verificar na superfície do solo e nas plantas. A aplicação deve ser realizada quando forem encontradas as primeiras infestações de lagartas. Usar a maior dose em caso de altas infestações. | 1 | Terrestre: 150 a 200 L/ha Aéreo: 10 a 30 L/ha |
Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopalosiphum graminum) | 300 a 400 mL/ha | Realizar monitoramento constante e aplicar no início da infestação. Utilizar a maior dose em caso de alta pressão da praga | |||
Cana-de- açúcar | Cigarrinha-das-raízes (Mahanarva fimbriolata) | 1,1 a 2,3 L/ha | Após a colheita, realizar aplicação dirigindo o jato ao solo, no corte na soqueira da cana, próximo às raízes utilizando equipamentos apropriados (Aplicador de inseticidas em soqueira) para esta modalidade de aplicação. Utilizar a maior dose para situações de maior pressão da praga. | 1 | Terrestre: 200 L/ha |
Gorgulho-da-cana-de- açúcar (Sphenophorus levis) | 1,7 a 2,3 L/ha | Terrestre: 130 a 200 L/ha | |||
Broca-gigante (Castnia licus) | 1,7 a 2,3 L/ha | Monitorar constantemente a presença da praga e aplicar logo no início da ocorrência. Após a colheita, realizar a aplicação dirigindo o jato ao solo na base da soqueira da cana, próximo às raízes utilizando equipamento apropriados para esta modalidade de aplicação. Utilizar a maior dose para situações de maior pressão da praga. | Terrestre: 150 a 300 L/ha | ||
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Caso seja necessário, devido a reinfestação realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias, não ultrapassando o limite máximo de 2 aplicações durante o ciclo da cultura. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aéreo: 10 a 30 L/ha | |
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 600 mL/ha | Realizar monitoramento constante e aplicar no início da infestação. | |||
Centeio | Realizar monitoramento constante e realizar a aplicação logo no início da infestação. O monitoramento deve ser feito contabilizando o número de lagartas. Verificar na superfície do solo e nas plantas. A aplicação deve ser realizada quando forem encontradas as primeiras infestações de lagartas. Usar a maior dose em caso de altas infestações. | Terrestre: 150 a 200 L/ha | |||
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 300 a 600 mL/ha | 1 | |||
Aéreo: 10 a 30 L/ha | |||||
Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopalosiphum graminum) | 300 a 400 mL/ha | Realizar monitoramento constante e aplicar no início da infestação. Utilizar a maior dose em caso de alta pressão da praga | |||
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Caso seja necessário, devido a reinfestação realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias, não ultrapassando o limite máximo de 2 aplicações durante o ciclo da cultura. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aéreo: 10 a 30 L/ha | |
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 600 mL/ha | Realizar monitoramento constante e aplicar no início da infestação. | |||
Cevada | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 300 a 600 mL/ha | Realizar monitoramento constante e realizar a aplicação logo no início da infestação. O monitoramento deve ser feito contabilizando o número de lagartas. Verificar na superfície do solo e nas plantas. A aplicação deve ser realizada quando forem encontradas as primeiras infestações de lagartas. Usar a maior dose em caso de altas infestações. | 1 | Terrestre: 150 a 200 L/ha |
Aéreo: 10 a 30 L/ha | |||||
Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopalosiphum graminum) | 300 a 400 mL/ha | Realizar monitoramento constante e aplicar no início da infestação. Utilizar a maior dose em caso de alta pressão da praga |
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) | Realizar aplicação logo após a emergência do milheto quando for constatada a presença da praga. Em áreas de histórico e de maior pressão, deve-se utilizar a maior dose. Caso seja necessário, devido a reinfestação realizar 2 aplicações com intervalo mínimo de 7 dias não ultrapassando o limite máximo de 2 aplicações durante o ciclo da cultura. | Terrestre: 120 a 200 L/ha Aéreo: 10 a 30 L/ha | |||
Milheto | 400 a 500 mL/ha | Realizar monitoramento constante para verificar a ocorrência de adultos e ninfas. A aplicação deve ser realizada quando for constatada a presença da praga. Em áreas de histórico e de maior pressão, deve-se utilizar a maior dose. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo mínimo de 7 dias. Os métodos de controle culturais também devem ser adotados, tais como: evitar a multiplicação do vetor em plantios sucessivos e erradicar plantas voluntárias de milho na área do plantio. | 2 | ||
Cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) | Terrestre: 150 a 200 L/ha | ||||
Aéreo: 10 a 30 L/ha | |||||
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 a 500 mL/ha | Realizar aplicação logo após a emergência do milho quando for constatada a presença da praga. Em áreas de histórico e de maior pressão, deve-se utilizar a maior dose. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo mínimo de 7 dias, não ultrapassando o limite máximo de 2 aplicações durante o ciclo da cultura. | 2 | Terrestre: 120 a 200 L/ha Aéreo: 10 a 30 L/ha | |
Milho | Cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) | 400 a 500 mL/ha | Realizar monitoramento constante para verificar a ocorrência de adultos e ninfas. A aplicação deve ser realizada quando for constatada a presença da praga. Em áreas de histórico e de maior pressão, deve-se utilizar a maior dose. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo mínimo de 7 dias. Os métodos de controle culturais também devem ser adotados, tais como: evitar a multiplicação do vetor em plantios sucessivos e erradicar plantas voluntárias de milho na área do plantio. | 2 | Terrestre: 150 a 200 L/ha Aéreo: 10 a 30 L/ha |
Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | 300 a 500 mL/ha | Realizar aplicação no início da ocorrência da praga. Utilizar maior dose em caso de maior incidência do alvo. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias | |||
Pastagens | Cigarrinha-das- pastagens (Deois flavopicta) | 400 a 450 mL/ha | Realizar aplicação quando for observado a ocorrência das primeiras ninfas nas bases das plantas (Brachiaria sp.), sendo geralmente nos primeiros dias após a germinação. | 1 | Terrestre: L/ha Aéreo: 10 a 30 L/ha |
Carrapato-do-boi (Rhipicephalus | Monitorar a praga constantemente na lavoura e animais. Realizar a aplicação no pasto no início da infestação, com a detecção da praga. | ||||
microplus) |
Mosca-branca (Bemisia tabaci Raça B) | Inspecionar periodicamente a lavoura. Realizar aplicação quando for observado o início de infestação de adultos na área, ou conforme a infestação e o nível de dano na cultura. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 10 dias. Utilizar a dose menor em condições de menor infestação da praga. Em maiores infestações da praga, utilizar a maior dose. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. | ||||
Terrestre: 150 L/ha | |||||
400 a 500 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura através de batidas de pano, no mínimo uma vez por semana. Recomenda-se realizar a batida de pano em um metro linear de um lado da fileira de soja nos momentos mais frescos do dia. Realizar aplicação quando for observado o início de infestação, no máximo dois percevejos maiores que 0,4 cm por metro linear em áreas de produção de grãos e no máximo um percevejo maior que 0,4 com em áreas de produção de sementes. Caso seja necessário devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 10 dias. Utilizar a dose menor em condições de menor infestação da praga. Em maiores infestações da praga, utilizar a maior dose. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. | 2 | |||
Percevejo-verde- pequeno (Piezodorus guildinii) | Aéreo: 30 L/ha | ||||
Soja | |||||
Realizar monitoramento constante e aplicar quando forem observadas lagartas pequenas no início da infestação. Para a dose de 500 mL/ha, respeitar o intervalo mínimo de 10 dias entre as aplicações. Para doses maiores que 500 mL/ha realizar somente 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||||
500 mL/ha | 2 | ||||
Lagarta-das-vagens (Spodoptera eridania) | |||||
500 a 900 mL/ha | 1 | ||||
Inspecionar periodicamente a lavoura através de batidas de pano, no mínimo uma vez por semana. Recomenda-se realizar a batida de pano em um metro linear de um lado da fileira de soja nos momentos mais frescos do dia. Realizar aplicação quando for observado o início de infestação, no máximo dois percevejos maiores que 0,4 cm por metro linear em áreas de produção de grãos e no máximo um percevejo maior que 0,4 com em áreas de produção de sementes. Para a dose de 500 mL/ha, respeitar o intervalo mínimo de 10 dias entre as aplicações. Para doses maiores que 500 mL/ha realizar somente 1 aplicação por ciclo da cultura. Não aplicar mais que 1000 mL/ha (84 + 48 g i.a./ha) por ciclo da cultura. | Terrestre: 150 a 200 L/ha | ||||
500 mL/ha | 2 | ||||
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | |||||
500 a 1000 mL/ha | 1 | ||||
Aéreo: 30 L/ha | |||||
Tripes (Caliothrips brasiliensis) | 500 mL/ha | Realizar aplicação no início da ocorrência da praga. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 10 dias. | 2 |
Sorgo | Cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) | 400 a 500 mL/ha | Realizar monitoramento constante para verificar a ocorrência de adultos e ninfas. A aplicação deve ser realizada quando for constatada a presença da praga. Em áreas de histórico e de maior pressão, deve-se utilizar a maior dose. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo mínimo de 7 dias. Os métodos de controle culturais também devem ser adotados, tais como: evitar a multiplicação do vetor em plantios sucessivos e erradicar plantas voluntárias de milho na área do plantio. | 2 | Terrestre: 150 a 200 L/ha Aéreo: 10 a 30 L/ha |
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias, não ultrapassando o limite máximo de 2 aplicações durante o ciclo da cultura. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aéreo: 10 a 30 L/ha | |
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 600 mL/ha | Realizar monitoramento constante e aplicar no início da infestação. | |||
Trigo | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 300 a 600 mL/ha | Realizar monitoramento constante e realizar a aplicação logo no início da infestação. O monitoramento deve ser feito contabilizando o número de lagartas. Verificar na superfície do solo e nas plantas. A aplicação deve ser realizada quando forem encontradas as primeiras infestações de lagartas. Usar a maior dose em caso de altas infestações. | 1 | Terrestre: 150 a 200 L/ha Aéreo: 10 a 30 L/ha |
Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopalosiphum graminum) | 300 a 400 mL/ha | Realizar monitoramento constante e aplicar no início da infestação. Utilizar a maior dose em caso de alta pressão da praga. | |||
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 400 mL/ha | Inspecionar periodicamente a lavoura. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar duas aplicações com intervalo de 7 dias, não ultrapassando o limite máximo de 2 aplicações durante o ciclo da cultura. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aéreo: 10 a 30 L/ha | |
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 600 mL/ha | Realizar monitoramento constante e aplicar no início da infestação. | |||
Triticale | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 300 a 600 mL/ha | Realizar monitoramento constante e realizar a aplicação logo no início da infestação. O monitoramento deve ser feito contabilizando o número de lagartas. Verificar na superfície do solo e nas plantas. A aplicação deve ser realizada quando forem encontradas as primeiras infestações de lagartas. Usar a maior dose em caso de altas infestações. | 1 | Terrestre: 150 a 200 L/ha Aéreo: 10 a 30 L/ha |
Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopalosiphum graminum) | 300 a 400 mL/ha | Realizar monitoramento constante e aplicar no início da infestação. Utilizar a maior dose em caso de alta pressão da praga. | |||
p.c.: produto comercial
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Tibraca limbativentris | Percevejo, Percevejo-grande-do-arroz | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Tibraca limbativentris | Percevejo | Ver detalhes |
| Aveia | Dichelops melacanthus | PERCEVEJO- BARRIGA VERDE | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Castnia licus | Broca-gigante | Ver detalhes |
| Centeio | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga verde | Ver detalhes |
| Cevada | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga verde | Ver detalhes |
| Milheto | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Milho | Rhopalosiphum maidis | Pulgão-do-milho, Pulgão-dos-cereais | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Soja | Caliothrips brasiliensis | Tipes | Ver detalhes |
| Trigo | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Triticale | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
ZEUS; ESTRELA é apresentado na forma de Emulsão de óleo em água (EW), e pode ser aplicado com pulverizadores ou equipamentos terrestres e aéreos. São usados pulverizadores costais manual ou motorizado, tratorizados, aviões com barras ou atomizadores, conforme recomendação para cada cultura.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado.
Encher com água o tanque do pulverizador com ¾ da capacidade. Com o sistema de agitação do tanque do pulverizador funcionando, adicionar lentamente o produto diretamente no tanque do pulverizador de acordo com as doses recomendadas. Completar o volume do tanque com água. Deve- se respeitar os volumes de calda recomendados para que seja possível proporcionar uma boa cobertura da área a ser tratada.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva.
Utilizar pulverizador costal (manual ou motorizado) ou pulverizador tratorizado de barra, equipado com bicos ou pontas tipo leque, mas utilizar preferencialmente com bicos ou pontas de jato cônico vazio da série JA ou D. Utilizar nesta série o difusor 23 ou 25 de acordo com as variações da umidade relativa do ar nas áreas de aplicação, de forma a se obter um Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) de gotas acima de 175 µm para Arroz/Arroz irrigado, Aveia, Centeio, Cevada, Milheto, Milho, Pastagens, Sorgo, Trigo e Triticale e Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) de gotas acima de 341 μm para Soja, e uma densidade de 50 a 70 gotas/cm2, sobre o local onde o alvo biológico se situa. A pressão de trabalho para os bicos recomendados deverá ser de 80 a 120 libras. Utilizar turbo atomizador conforme regulagem acima citados, e procurar através de volume de calda e tamanho de gotas obter uma aplicação com cobertura uniforme de toda a parte aérea da planta e evitar escorrimento da calda. O sistema de agitação no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda operação de preparo da calda e aplicação.
Utilizar equipamento de pulverização terrestre tratorizado apropriado para esta modalidade de aplicação, evitando a deriva, e procurando obter uma distribuição uniforme da calda para atingir o solo onde haja maior concentração de raízes das plantas. Utilizar pontas de jato plano (leque) do tipo XR TeeJet que produzam gotas de categorias média ou outras que proporcionem as mesmas condições. Outras pontas, disponíveis no mercado, similares, podem ser utilizadas desde que garanta uma cobertura uniforme e atingimento do alvo.
O sistema de agitação no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda operação de preparo da calda e aplicação.
Volume de calda para aplicação: 10 a 30 L/ha, dependendo da tecnologia de aplicação empregada. Densidade de gotas: 20 a 30 gotas/cm².
Altura sugerida de voo de 3 m acima do alvo. Calcular a altura do voo em função da velocidade do vento. Considerar para o cálculo o fator AMSDEN de 30.
Condições meteorológicas: Temperatura do ar abaixo de 30ºC; umidade relativa do ar: acima de 55%. Velocidade do vento: entre 3 e 10 Km/h.
Para a cultura da soja: além das informações acima utilizar somente aeronave Air Tractor AT-502 ou com desempenho similar e volume de calda mínimo de 30 L/ha.
Podem ser utilizados atomizadores rotativos como Micronair, ASC ou Turboaero. Usar a combinação de ponta e difusor que produza uma neblina com o maior DMV (Diâmetros Medianos Volumétricos de gotas) e menor PRD (Potencial de Risco de Deriva).
Voar na altura adequada para uma distribuição correta na faixa de aplicação e evitando deriva; manter esta altura e não voar mais alto do que o necessário, acompanhando sempre o FATOR AMSDEN. Realizar sempre reconhecimento da área em que se está aplicando, tentar localizar além dos obstáculos, residências, estábulos, apiários, granjas, bem como lago e pastagem vizinhas à área que está sendo tratada. Ficar atento para as variações de vento, em direção, sentido e intensidade, em relação a sua linha de voo. Não hesitar em parar as aplicações se uma mudança de vento ocorrer e vier a provocar a deriva.
Parar as aplicações sempre que a temperatura passar dos limites 30°C ou se a umidade relativa descer a níveis abaixo de 55%.
Não voar com equipamento vazando e realizar a sua manutenção adequada. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Todas as atividades aeroagrícolas bem como as recomendações de voo para evitar deriva a fim de obter boa deposição de gotas sobre o alvo, devem ser acompanhadas de Técnicos em Agropecuária, de nível médio, possuidores de curso de executor técnico em Aviação Agrícola, reconhecido pelo Ministério da Agricultura.
Todos os procedimentos ligados às atividades aero agrícolas devem estar em conformidade às regulamentações e legislações específicas ditadas pelo Ministério da Agricultura e devem evitar e mitigar riscos de contaminação ambiental e risco à saúde humana.
ADVERTÊNCIA: A não observação das condições de uso podem aumentar a possibilidade de deriva.
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos:
-Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
-Umidade relativa do ar acima de 50%.
-Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para aplicação do produto, conforme consta no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Arroz/Arroz irrigado: 21 dias Aveia: 15 dias
Cana-de-açúcar: 150 dias
Centeio: 15 dias
Cevada: 15 dias
Milheto: 21 dias
Milho: 21 dias
Pastagens: 3 dias
Soja: 30 dias
Sorgo: 21 dias
Trigo: 15 dias
Triticale: 15 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose* | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
mL p.c./ha | ||||
Abóbora | Mosca Branca Bemisia tabaci | 400*** | 400 - 1000 | 3 |
Pulgão Verde Myzus persicae | 250 | |||
Abobrinha | Mosca Branca Bemisia tabaci | 400*** | 400 - 1000 | 3 |
Pulgão Verde Myzus persicae | 250 | |||
Algodão | Percevejo-marrom Euschistus heros | 300 - 400 | 100 | 2 |
Arroz irrigado | Percevejo-grande-do-arroz Tibraca limbativentris | 200 - 250 | 200 | 1 |
Aveia | Percevejo-barriga-verde Dichelops furcatus | 300 - 400 | 150 | 1 |
Batata | Mosca Branca Bemisia tabaci | 400 - 500*** | 200 - 400 | 3 |
Pulgão Verde Myzus persicae | 250 - 300 | |||
Berinjela | Mosca Branca Bemisia tabaci | 300 - 400 | 200 - 1000 | 3 |
Pulgão Verde Myzus persicae | 100 - 150 |
Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose* | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
mL p.c./ha | ||||
Brócolis | Mosca Branca Bemisia tabaci | 500**** | 400 - 1000 | 3 |
Pulgão Brevicoryne brassicae | 100 - 150**** | |||
Centeio | Percevejo-barriga-verde Dichelops furcatus | 300 - 400 | 150 | 1 |
Cevada | Percevejo-barriga-verde Dichelops furcatus | 300 - 400 | 150 | 1 |
Chuchu | Mosca Branca Bemisia tabaci | 400*** | 400 - 1000 | 3 |
Pulgão Verde Myzus persicae | 250 | |||
Citros | Psilídeo Diaphorina citri | 300 - 500 | 500 | 2 |
Couve | Mosca Branca Bemisia tabaci | 500**** | 400 - 1000 | 3 |
Pulgão Brevicoryne brassicae | 100 - 150**** | |||
Couve-chinesa | Mosca Branca Bemisia tabaci | 500**** | 400 - 1000 | 3 |
Pulgão Brevicoryne brassicae | 100 - 150**** | |||
Couve-de- bruxelas | Mosca Branca Bemisia tabaci | 500**** | 400 - 1000 | 3 |
Pulgão Brevicoryne brassicae | 100 - 150**** | |||
Couve-flor | Mosca Branca Bemisia tabaci | 500 | 400 - 1000 | 3 |
Pulgão Brevicoryne brassicae | 100 - 150 | |||
Eucalipto | Psilídeo-de-concha Glycaspis brimblecombei | 300 - 500 | 300 | 3 |
Feijão | Mosca-branca Bemisia tabaci | 400 - 500 | 150 | 3 |
Percevejo-marrom Euschistus heros | 300 - 400 | 2 | ||
Jiló | Mosca Branca Bemisia tabaci | 300 - 400 | 200 - 1000 | 3 |
Pulgão Verde Myzus persicae | 100 - 150 | |||
Melancia | Mosca Branca Bemisia tabaci | 400 - 500 | 400 - 1000 | 3 |
Pulgão Aphis gossypii | 100 - 150 |
Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose* mL p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Melão | Mosca Branca Bemisia tabaci | 400 - 500 | 400 - 1000 | 3 |
Pulgão Aphis gossypii | 100 - 150 | |||
Milheto | Percevejo-barriga-verde Dichelops melacanthus | 300 - 400 | 150 | 1 |
Cigarrinha-do-milho Dalbulus maidis | ||||
Pulgão-do-milho Rhopalosiphum maidis | 400 | |||
Milho | Percevejo-barriga-verde Dichelops furcatus | 300 - 400 | 150 | 1 |
Percevejo-barriga-verde Dichelops melacanthus | ||||
Cigarrinha-do-milho Dalbulus maidis | ||||
Pulgão-do-milho Rhopalosiphum maidis | 400 | |||
Pastagem | Cigarrinha-das-pastagens Deois flavopicta | 300 - 400 | 200 | 1 |
Pepino | Mosca Branca Bemisia tabaci | 400*** | 400 - 1000 | 3 |
Pulgão Verde Myzus persicae | 250 | |||
Pimenta | Mosca Branca Bemisia tabaci | 300 - 400 | 200 - 1000 | 3 |
Pulgão Verde Myzus persicae | 100 - 150 | |||
Pimentão | Mosca Branca Bemisia tabaci | 300 - 400 | 200 - 1000 | 3 |
Pulgão Verde Myzus persicae | 100 -150 | |||
Plantas ornamentais** | Pulgão Aphis gossypii | 300 - 500 | 1000 - 1500 | - |
Tripes Frankliniella schultzei | ||||
Quiabo | Mosca Branca Bemisia tabaci | 300 - 400 | 200 - 1000 | 3 |
Pulgão Verde Myzus persicae | 100 - 150 | |||
Repolho | Mosca Branca Bemisia tabaci | 500**** | 400 - 1000 | 3 |
Pulgão Brevicoryne brassicae | 100 - 150**** |
Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose* | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
mL p.c./ha | ||||
Soja | Mosca-branca Bemisia tabaci | 400 - 500 | 150 | 3 |
Soja | Percevejo-marrom Euschistus heros | 300 - 500 | 150 | 3 |
Percevejo-verde-pequeno Piezodorus guildinii | 300 | 200 | 1 | |
Percevejo-da-soja Nezara viridula | 200 - 250 | |||
Sorgo | Percevejo-barriga-verde Dichelops melacanthus | 300 - 400 | 150 | 1 |
Cigarrinha-do-milho Dalbulus maidis | ||||
Pulgão-do-milho Rhopalosiphum maidis | 400 | |||
Tomate | Mosca Branca Bemisia tabaci | 600 | 400 - 1000 | 3 |
Pulgão Verde Myzus persicae | 150 - 200 | |||
Trigo | Percevejo-barriga-verde Dichelops furcatus | 300 - 400 | 150 | 1 |
Percevejo-barriga-verde Dichelops melacanthus | ||||
Pulgão-da-espiga Sitobion avenae | 200 - 400 | |||
Pulgão-dos-cereais Rhopalosiphum maidis | ||||
Triticale | Percevejo-barriga-verde Dichelops melacanthus | 300 - 400 | 150 | 1 |
i.a.: Ingrediente ativo.
* Utilizar as maiores doses em áreas de alta incidência da praga ou para se conseguir um maior período de controle.
** Devido ao grande número de espécies de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pela praga indicada nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, antes da sua aplicação em maior escala. A recomendação se dá para plantas ornamentais cultivadas em ambientes abertos, protegidos ou misto.
*** Adicionar adjuvante não iônico a 0,5% v/v em todas as aplicações.
**** Adicionar espalhante adesivo não iônico a 0,1% v/v em todas as aplicações.
Plantas ornamentais: Em ambientes aberto ou protegidos, iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga e repetir a aplicação sempre que houver reinfestação. Utilizar volumes de calda conforme o porte da planta ornamental. Alternar produtos de modo de ação distintos.
mosca-branca e percevejo-marrom e 01 aplicação para percevejo-verde-pequeno e percevejo-da-soja, durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abóbora | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Abobrinha | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Algodão | Euschistus heros | Percevejo-marrom | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Tibraca limbativentris | Percevejo | Ver detalhes |
| Aveia | Dichelops furcatus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Batata | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Berinjela | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Brócolis | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Centeio | Dichelops furcatus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Cevada | Dichelops furcatus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Chuchu | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Citros | Diaphorina citri | Psilídeo | Ver detalhes |
| Couve | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Couve-de-bruxelas | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-flor | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Eucalipto | Glycaspis brimblecombei | Psilideo de concha | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Jiló | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Melancia | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Milheto | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Milho | Dalbulus maidis | Cigarrinha-do-milho | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Pepino | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pimenta | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Pimentão | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Plantas Ornamentais | Aphis gossypii | pulgão | Ver detalhes |
| Quiabo | Myzus persicae | Pulgão verde | Ver detalhes |
| Repolho | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Soja | Nezara viridula | Fede-fede, Percevejo-verde | Ver detalhes |
| Sorgo | Dalbulus maidis | Cigarrinha-do-milho | Ver detalhes |
| Tomate | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Trigo | Dichelops furcatus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Triticale | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula.
Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas hospedeiras das pragas-alvo e que produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.
Para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de aplicação.
Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 L/ha ou 10 a 30 L/ha, quando utilizados bicos centrífugos (atomizadores rotativos).
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas hospedeiras das pragas-alvo e que produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.
Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30ºC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos/culturas. Recomenda- se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Cultura | Dias |
Abóbora | 1 |
Abobrinha | 1 |
Algodão | 45 |
Arroz irrigado | 30 |
Aveia | 30 |
Batata | 1 |
Berinjela | 1 |
Brócolis | 1 |
Centeio | 30 |
Cevada | 30 |
Chuchu | 1 |
Citros | 28 |
Couve | 1 |
Couve-chinesa | 1 |
Couve-de-bruxelas | 1 |
Couve-flor | 1 |
Eucalipto | U.N.A. |
Feijão | 30 |
Cultura | Dias |
Jiló | 1 |
Melancia | 1 |
Melão | 1 |
Milheto | 30 |
Milho | 30 |
Pastagem | 3 |
Pepino | 1 |
Pimenta | 1 |
Pimentão | 1 |
Plantas ornamentais | U.N.A. |
Quiabo | 1 |
Repolho | 1 |
Soja | 14 |
Sorgo | 30 |
Tomate | 1 |
Trigo | 30 |
Triticale | 30 |
U.N.A.: Uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Praga | Dose (mL p.c./ha) | Recomendação de uso | ||
Época e intervalo de aplicação | Número de Aplicações | Volume de calda (L/ha) | |||
Algodão | Percevejo- marrom (Euschistus heros) | 300 a 400 | Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 2 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. | 2 | Terrestre: 100 Aérea: 10 a 20 |
Arroz Irrigado | Percevejo- grande-do- arroz (Tibraca limbativentris) | 200 a 250 | Realizar a aplicação no início do surgimento da praga na lavoura. Realizar 1 aplicação por ciclo da cultura. | 1 | Terrestre: 200 Aérea: 10 a 20 |
Aveia | Percevejo- barriga-verde (Dichelops furcatus) | 300 a 400 | Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 1 aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. | 1 | Terrestre: 150 Aérea: 10 a 20 |
Centeio | Percevejo- barriga-verde (Dichelops furcatus) | 300 a 400 | Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 1 aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. | 1 | Terrestre: 150 Aérea: 10 a 20 |
Cevada | Percevejo- barriga-verde (Dichelops furcatus) | 300 a 400 | Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 1 aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. | 1 | Terrestre: 150 Aérea: 10 a 20 |
Feijão | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 400 a 500 | Iniciar as aplica-ções foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 03 aplicações | 3 | Terrestre: 150 Aérea: 10 a 20 |
durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. | |||||
Percevejo- marrom (Euschistus heros) | 300 a 400 | Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 02 aplicações. | |||
Milheto | Percevejo- barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 300 a 400 | Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 1 aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. | 1 | Terrestre: 150 Aérea: 10 a 20 |
Milho | Percevejo- barriga-verde (Dichelops furcatus) | 300 a 400 | Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 1 aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. | 1 | Terrestre: 150 Aérea: 10 a 20 |
Percevejo- barriga-verde (Dichelops melacanthus) | |||||
Soja | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 400 a 500 | Para o controle de mosca-branca, iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 03 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. | 3 | Terrestre: 150 Aérea: 10 a 20 |
Percevejo- marrom (Euschistus heros) | 300 a 500 | Iniciar a aplicação quando forem atingidos os níveis de 2 (dois) percevejos adultos ou ninfas (a partir do terceiro instar) por pano-de-batida (em 1 m de fileira) para lavouras de grãos e 1 (um) percevejo por pano-de- batida para campos de produção de sementes. Inspecionar periodicamente a lavoura com batida de pano após o |
estádio de florescimento. Não ultrapassando o limite máximo de 03 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. | |||||
Percevejo- verde-pequeno (Piezodorus guildinii) | 300 | Iniciar a aplicação quando forem atingidos os níveis de 2 (dois) percevejos adultos ou ninfas (a partir do terceiro instar) por pano-de-batida (em 1 m de fileira) para lavouras de grãos e 1 (um) percevejo por pano-de- batida para campos de produção de sementes. Inspecionar periodicamente a lavoura com batida de pano após o estádio de florescimento. Realizar no máximo 1 aplicação. | Terrestre: 200 Aérea: 10 a 20 | ||
Percevejo-da- soja (Nezara viridula) | 200 a 250 | ||||
Sorgo | Percevejo- barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 300 a 400 | Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 1 aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. | 1 | Terrestre: 150 Aérea: 10 a 20 |
Trigo | Percevejo- barriga-verde (Dichelops furcatus) | 300 a 400 | Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 1 aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. | 1 | Terrestre: 150 Aérea: 10 a 20 |
Percevejo- barriga-verde (Dichelops melacanthus) | |||||
Triticale | Percevejo- barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 300 a 400 | Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 1 aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. | 1 | Terrestre: 150 Aérea: 10 a 20 |
p.c.: produto comercial
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Euschistus heros | Percevejo-marrom | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Tibraca limbativentris | Percevejo | Ver detalhes |
| Aveia | Dichelops furcatus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Centeio | Dichelops furcatus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Cevada | Dichelops furcatus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Milheto | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Milho | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Sorgo | Dichelops melacanthus | percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Trigo | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Triticale | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
Este produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendação para cada cultura.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação, a especificação do fabricante do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Aplicação terrestre: Utilizar equipamento de pulverização tratorizado ou costal manual, com volume de calda que proporcione uma boa cobertura nas plantas, produzindo pulverizações com gotas de categoria média a grossa (250 a 400 micra), com pressão de trabalho de 30 a 40 lb/pol2. Aplique apenas em condições ambientais favoráveis, temperaturas menores que 30ºC e umidade relativa acima de 60%. Utilizar bicos XR TeeJet (em boas condições ambientais) ou os bicos de baixa deriva DG TeeJet, Turbo TeeJet (em condições ambientais mais críticas). Também podem ser utilizados bicos ADI Jacto e LD Jacto, AD Magnum e BD Magnum e ALBUZ (em boas condições ambientais) e ADGA Magnum, BJ Jacto (em condições ambientais mais críticas).
Usar bicos de jato cone vazio D6 a D12, com disco (core) nunca maior que 45 graus. Pressão de barra de 30 a 50 libras, volume de calda de 10 a 20 litros. A largura de faixa deve ser estabelecida por teste, altura de voo 2 a 3 metros sobre a cultura, em locais onde essa altura não for possível, fazer arremates com passadas transversais, paralelas aos obstáculos. Vento máximo de 15 km por hora, sem ventos de rajada. Potencialize a eficiência de ambas as modalidades de aplicação com:
Uma boa cobertura das plantas;
Aplicação em plantas com pleno desenvolvimento vegetativo;
Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de controle;
Condições de alta umidade relativa e temperatura entre 20 a 30ºC.
Evite aplicações nas horas mais quentes do dia, temperaturas acima de 30ºC e com baixa umidade rela- tiva do ar, umidade relativa abaixo de 70% ou com ventos acima de 15 km/hora, principalmente quando essas condições causem stress hídrico nas plantas e favoreçam a deriva da pulverização.
Limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra e os bicos) antes de utilizá-los com outros produtos ou em outros cultivos.
A aplicação poderá ser feita fora das condições acima descritas a critério do agrônomo responsável evitando sempre à deriva e perdas de produto por evaporação.
O descarte da água utilizada para a lavagem do equipamento utilizado para pulverização deverá ser depositado em local específico para posterior tratamento da mesma e reutilização.
Cultura | Dias |
Algodão | 45 |
Arroz Irrigado | 30 |
Aveia | 30 |
Centeio | 30 |
Cevada | 30 |
Feijão | 30 |
Milheto | 30 |
Milho | 30 |
Soja | 14 |
Sorgo | 30 |
Trigo | 30 |
Triticale | 30 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

