CULTURAS | DOENÇAS | DOSES (p.c.) | RECOMENDAÇÃO DE USO | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | |||
Acerola | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 90-130 g/100L de água | Realizar no máximo 4 aplicações com intervalo mínimo de 7 dias, iniciando na condição preventiva dos sintomas da doença. Utilizar doses maiores quando houver condições mais favoráveis para a doença. | 4 | Terrestre: 1000 L/ha |
Nematoide-da- | Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 10 a 15 dias, iniciando a aplicação no início da incidência do nematoide nas plantas. | ||||
haste-verde | |||||
(Aphelenchoides | |||||
besseyi) | 1000 g/ha | ||||
Terrestre: 50 a 200 L/ha | |||||
Mofo-branco | Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 10 dias, iniciando a aplicação no início do florescimento (estágio F1). | ||||
Algodão | (Sclerotinia | 3 | |||
sclerotiorum) | Aérea: 5 a 40 L/ha | ||||
Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 15 dias, iniciando a aplicação preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. | |||||
Ramulária | 800-1000 | ||||
(Ramularia areola) | g/ha | ||||
Amendoim | Pinta-preta (Pseudocercospora personata) | 1000 g/ha | Iniciar as aplicações preventivas ou no início dos sintomas e repetir com intervalos de 14 dias. Realizar no máximo 3 | 3 | Terrestre: 400 L/ha |
Mancha-castanha | |||||
(Cercospora | aplicações por ciclo de | ||||
arachidicola) | cultivo. | ||||
Azeitona | Antracnose (Colletotrichum spp.) | 90-130 g/100L de água | Realizar no máximo 4 aplicações com intervalo mínimo de 7 dias, iniciando na condição preventiva dos sintomas da doença. Utilizar doses maiores quando houver condições mais favoráveis para a doença. | 4 | Terrestre: 1000 L/ha |
Batata | Pinta-preta (Alternaria solani) | 1000- 1250 g/ha | Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 7 dias, iniciando a aplicação preventivamente. | 2 | Terrestre: 200 a 1000 L/ha Aérea: 5 a 40 L/ha |
Podridão-de- Sclerotinia (Sclerotinia sclerotiorum) | Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 10 dias, iniciando a aplicação preventivamente no período de florescimento da cultura. | ||||
Berinjela | Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | 100-125 g/100L de água | Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 10 dias, iniciando a aplicação preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha |
Cana-de- açúcar | Podridão-abacaxi (Thielaviopsis paradoxa) | 250-1000 g/ha | Recomenda-se 1 aplicação no sulco durante o plantio. | 1 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 5 a 40 L/ha |
Canola | Mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum) | 750-1000 g/ha | Iniciar as aplicações preventivamente no início do florescimento da cultura. Caso necessário reaplicar em intervalos de 10 dias. Recomenda-se no máximo 3 aplicações no ciclo. | 3 | Terrestre: 200 a 300 L/ha Aérea: 5 a 40 L/ha |
Cenoura | Mancha-de- Cercospora (Cercospora carotae) | 75-125 g/100L de água | Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 10 dias, iniciando a aplicação preventivamente. | 2 | Terrestre: 800 L/ha |
Ervilha | Mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum) | 1000 g/ha | Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 10 dias, iniciando a aplicação preventivamente no período de florescimento da cultura. | 2 | Terrestre: 400 L/ha |
Antracnose | Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 10 dias, iniciando a aplicação preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. | ||||
(Colletotrichum lindemuthianum) | Terrestre: 200 a 400 L/ha | ||||
Feijão | 1000 g/ha | 2 | |||
Mofo-branco (Sclerotinia | Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 10 dias, iniciando a aplicação preventivamente no início do florescimento. | Aérea: 5 a 40 L/ha | |||
sclerotiorum) | |||||
Feijão-caupi | Mofo-branco (Sclerotium rolfsii) | 1000 g/ha | Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 10 dias, iniciando a aplicação preventivamente no período de florescimento da cultura. | 2 | Terrestre: 400 L/ha |
Framboesa | Antracnose (Elsinoe veneta) | 90-130 g/100L de água | Realizar no máximo 4 aplicações com intervalo mínimo de 7 dias, iniciando na condição preventiva dos | 4 | Terrestre: 1000 L/ha |
Antracnose (Sphaceloma necator) | sintomas da doença. Utilizar doses maiores quando houver condições mais favoráveis para a doença. | ||||
Gergelim | Mancha-de- cercospora (Cercospora sesami) | 1000 g/ha | Iniciar as aplicações no início dos sintomas e repetir com intervalos de 10 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo. | 3 | Terrestre: 200 a 400 L/ha |
Girassol | Mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum) | 750-1000 g/ha | Iniciar as aplicações preventivamente no início do florescimento da cultura. Caso necessário reaplicar em intervalos de 10 dias. Recomenda-se no máximo 3 aplicações no ciclo. | 3 | Terrestre: 200 a 300 L/ha Aérea: 5 a 40 L/ha |
Gramado (Produção) | Esclerotinia (Sclerotinia homoecarpa) | 1000 g/ha | Iniciar as aplicações no início dos sintomas e repetir com intervalos de 10 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo. | 3 | Terrestre: 200 a 400 L/ha |
Grão-de- bico | Esclerotinia (Sclerotium rolfsii) | 1000 g/ha | Iniciar as aplicações no início dos sintomas e repetir com intervalos de 10 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo. | 3 | Terrestre: 200 a 400 L/ha |
Lentilha | Esclerotinia (Sclerotium rolfsii) | 1000 g/ha | Iniciar as aplicações no início dos sintomas e repetir com intervalos de 10 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo. | 3 | Terrestre: 200 a 400 L/ha |
Maçã | Sarna-da-macieira (Venturia inaequalis) | 100 g/100L de água | Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura, iniciando a aplicação na fase de diferenciação floral das gemas da macieira, reaplicando em intervalos de 7 dias em condições favoráveis ao desenvolvimento da doença. | 4 | Terrestre: 1000 L/ha |
Ácaro-vermelho- europeu (Panonychus ulmi) | Proceder aplicação no início da infestação da praga. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias. | ||||
Mancha-da-gala (Colletotrichum gloeosporioides) | Realizar no máximo 4 aplicações com intervalo de 7 dias, iniciando a aplicação preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. | ||||
Mamona | Mofo-cinzento (Amphobotrys ricini) | 1000 g/ha | Iniciar as aplicações no início dos sintomas e repetir com intervalos de 10 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo. | 3 | Terrestre: 200 a 400 L/ha |
Milho | Mancha-de- cercospora (Cercospora zeae-maydis) | 1000 g/ha | Realizar no máximo 2 aplicações sendo a primeira no final da fase vegetativa (V8 a V10) e a segunda aplicação com intervalo de 14 dias ou no pré-pendoamento e no máximo em VT. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 5 a 40 L/ha |
Mancha-de- phaeosphaeria (Phaeosphaeria maydis) | 1250 g/ha | Realizar no máximo 2 aplicações sendo a primeira no final da fase vegetativa (V8 a V10) e a segunda aplicação no pré-pendoamento, no máximo em VT, com intervalo mínimo de 10 dias. | |||
Mirtilo | Ferrugem (Pucciniastrum vaccinii) | 90-130 g/100L de água | Realizar no máximo 4 aplicações com intervalo mínimo de 7 dias, iniciando na condição preventiva dos sintomas da doença. Utilizar doses maiores quando houver condições mais favoráveis para a doença. | 4 | Terrestre: 1000 L/ha |
Morango | Mancha-de- mycosphaerella (Mycosphaerella fragariae) | 90-130 g/100L de água | Realizar no máximo 4 aplicações com intervalo mínimo de 7 dias, iniciando na condição preventiva dos sintomas da doença Utilizar doses maiores quando houver condições mais favoráveis para a doença. | 4 | Terrestre: 1000 L/ha |
Pimentão | Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | 100-125 g/100L de água | Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 10 dias, iniciando a aplicação preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha |
Seriguela | Ferrugem ou verrugose (Elsinoe spondiadis) | 90-130 g/100L de água | Realizar no máximo 4 aplicações com intervalo mínimo de 7 dias, iniciando na condição preventiva dos sintomas da doença. Utilizar doses maiores quando houver condições mais favoráveis para a doença. | 4 | Terrestre: 1000 L/ha |
Soja | Antracnose (Colletotrichum truncatum) | 1000 g/ha | Realizar 2 aplicações com intervalo de 10 a 15 dias, iniciando a aplicação preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. | 3 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 5 a 40 L/ha |
Mancha-alvo (Corynespora cassiicola) | Realizar 2 aplicações com intervalo de 15 dias, iniciando a aplicação preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. | ||||
Mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum) | Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 10 dias, iniciando a aplicação preventivamente no início do florescimento ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. |
Ferrugem-asiática (Phakopsora pachyrhizi) | 600-1000 g/ha | Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 10 dias, iniciando a aplicação na condição preventiva, antes do aparecimento dos sintomas da doença, podendo iniciar antes do florescimento da cultura. Utilizar a dose máxima em condições favoráveis de desenvolvimento da doença. | |||
Oídio (Microsphaera diffusa) | Realizar 2 aplicações com intervalo de 14 dias, iniciando a aplicação preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. | ||||
Sorgo | Cercosporiose (Cercospora fusimaculans) | 1000 g/ha | Realizar no máximo 2 aplicações sendo a primeira no final da fase vegetativa (V8 a V10) e a segunda aplicação com intervalo de 14 dias ou no pré-pendoamento e no máximo em VT. | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 5 a 40 L/ha |
Tomate | Septoriose (Septoria lycopersici) | 1000 g/ha | Realizar no máximo 4 aplicações com intervalo de 7 dias, iniciando a aplicação preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. | 4 | Terrestre: 200 a 1000 L/ha Aérea: 5 a 40 L/ha |
Pinta-preta (Alternaria solani) | Realizar no máximo 4 aplicações com intervalo de 7 dias, iniciando a aplicação preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença | ||||
Mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum) | Realizar 3 aplicações com intervalo de 10 dias, iniciando a aplicação preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. |
É recomendado que o APPROVE seja utilizado em programas de manejo em rotação com fungicidas de outros modos de ação;
Realizar o monitoramento constante da doença na cultura;
Sempre respeitar o vazio sanitário (eliminar plantas de soja voluntária);
Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para cada região (escape);
Evitar semeaduras em várias épocas e as cultivares tardias. Não semear soja safrinha (segunda época);
Utilizar cultivares de gene de resistência, quando disponíveis;
Semear a soja com a densidade de plantas que permita um bom arejamento foliar e maior penetração/ cobertura do fungicida.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Acerola | Colletotrichum gloeosporioides | Antracnose | Ver detalhes |
| Algodão | Ramularia areola | Falso-oídio, Ramulária | Ver detalhes |
| Amendoim | Pseudocercospora personata | Mancha-preta | Ver detalhes |
| Batata | Sclerotinia sclerotiorum | Mofo-branco, Podridão-de-Sclerotinia | Ver detalhes |
| Berinjela | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento, Podridão-da-flor | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Thielaviopsis paradoxa | Podridão-abacaxi. | Ver detalhes |
| Cenoura | Cercospora carotae | Mancha-de-Cercospora, Queima-das-folhas | Ver detalhes |
| Ervilha | Sclerotinia sclerotiorum | Mofo-branco, Podridão-de-Sclerotinia | Ver detalhes |
| Feijão | Colletotrichum lindemuthianum | Antracnose | Ver detalhes |
| Feijão-caupi | Sclerotium rolfsii | Mofo cinzento | Ver detalhes |
| Framboesa | Elsinoe veneta | Antracnose da framboesa | Ver detalhes |
| Gergelim | Cercospora sesami | Cercosporiose | Ver detalhes |
| Girassol | Sclerotinia sclerotiorum | Mofo-branco, Podridão-branca, Podridão-de-Sclerotinia | Ver detalhes |
| Gramados | Sclerotium homoecarpa | Mancha do dolar | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Sclerotium rolfsii | Mofo cinzento | Ver detalhes |
| Lentilha | Sclerotium rolfsii | Mofo cinzento | Ver detalhes |
| Maçã | Colletotrichum gloeosporioides | Antracnose, Mancha-foliar-da-gala | Ver detalhes |
| Mamona | Amphobotrys ricini | Mofo cinzento | Ver detalhes |
| Milho | Phaeosphaeria maydis | Mancha-de-Phaeosphaeria, Mancha-foliar | Ver detalhes |
| Mirtilo | Pucciniastrum vaccinii | ferrugem do mirtilo | Ver detalhes |
| Morango | Mycosphaerella fragariae | Mancha-de-Mycosphaerella, Mancha-foliar | Ver detalhes |
| Pimentão | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento, Podridão-da-flor | Ver detalhes |
| Seriguela | Elsinoe spondiadis | Ferrugem da Seriguela | Ver detalhes |
| Soja | Colletotrichum truncatum | Antracnose | Ver detalhes |
| Sorgo | Cercospora fusimaculans | Cercosporiose, Mancha foliar | Ver detalhes |
| Tomate | Alternaria solani | Mancha-de-Alternaria, Pinta-preta-grande | Ver detalhes |
Este produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais
ou motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendação para cada cultura. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva.
# Aplicação VIA TERRESTRE:
A boa eficiência de aplicação, entre outros fatores, destaca um conjunto de características e ações que devem ser rigorosamente observadas, tais como:
# Aplicação VIA AÉREA:
Realize a aplicação via aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para aplicação do produto, conforme consta no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Acerola 3 dias
Algodão 30 dias
Amendoim 7 dias
Azeitona 3 dias
Batata 14 dias
Berinjela 7 dias
Cana-de-açúcar 300 dias
Canola 21 dias
Cenoura 7 dias
Ervilha 14 dias
Framboesa 3 dias
Gergelim 21 dias
Gramados UNA*
Grão-de-bico 7 dias
Lentilha 7 dias
Feijão 28 dias
Feijão-caupi 14 dias
Girassol 21 dias
Maçã 14 dias
Mamona 21 dias
Milho 3 dias
Mirtilo 3 dias
Morango 3 dias
Pimentão 7 dias
Seriguela 3 dias
Soja 28 dias
Sorgo 3 dias
Tomate 14 dias
*UNA: Uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
VER 06 11.10.2024
CULTURA | DOENÇA | DOSE g/ha | NÚMERO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Acelga | Mancha-de-cercospora Cercospora beticola | 150 | 3 | 500 a 1000 |
Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Repetir as aplicações caso necessário em intervalos de 6 a 10 dias dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 3 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança. | ||||
Acerola | Mancha-de-corinespora Corynespora cassiicola | 150 | 3 | 500 a 1000 |
Mancha-de-cercospora Cercospora spp. | ||||
CULTURA | DOENÇA | DOSE g/ha | NÚMERO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Mancha-de-alternaria Alternaria spp. | ||||
Iniciar as aplicações preventivamente na formação dos primeiros frutos. Repetir as aplicações caso necessário em intervalos de 10 dias dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 3 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança. | ||||
Alface | Mofo-cinzento Botrytis cinerea | 800 | 3 | 1000 |
Mofo-branco Sclerotinia sclerotiorum | 1000 | |||
Iniciar as aplicações preventivamente, e repetir se necessário (no máximo 3 vezes), em intervalos de 10 dias entre as mesmas, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de segurança. | ||||
Alho | Mancha-púrpura Alternaria porri | 150 | 4 | 500 a 800 |
Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sinais da doença, e repetir se necessário (no máximo 4 vezes), em intervalos de 10 a 14 dias para Mancha-púrpura, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de segurança. | ||||
Almeirão | Alternariose Alternaria cichorii | 150 | 3 | 500 a 1000 |
Alternariose Alternaria sonchi | ||||
Cercosporiose Cercospora spp. | ||||
Mofo-branco Sclerotinia scleroriorum | 1000 | 1000 | ||
Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Repetir as aplicações caso necessário em intervalos de 6 a 10 dias dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 3 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança. | ||||
Amora | Mancha-de-cercospora Cercospora spp. | 150 | 3 | 500 a 1000 |
Mancha-de-alternaria Alternaria spp. | ||||
Iniciar as aplicações preventivamente na formação dos primeiros frutos. Repetir as aplicações caso necessário em intervalos de 10 dias dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 3 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança. | ||||
Batata | Pinta-preta Alternaria solani | 100 a 150 | 5 | 500 a 800 |
Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sinais da doença, que normalmente ocorre no início do fechamento da cultura e início da tuberização (ao redor dos 45 dias após plantio) e repetir se necessário (no máximo 5 vezes), em intervalos de 7 a 10 dias para a dose de 100 g/ha e de 10 a 14 dias para a dose de 150 g/ha, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de segurança. | ||||
Berinjela | Mancha-de-alternaria Alternaria solani | 150 | 3 | 500 a 1000 |
VER 06 11.10.2024
CULTURA | DOENÇA | DOSE g/ha | NÚMERO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Mofo-cinzento Botrytis cinerea | 800 | 1000 | ||
Podridão-de-ascochyta Phoma exigua var. exigua | 150 | 500 a 1000 | ||
Raízes-rosadas Phoma terrestris | ||||
Podridão-de-sclerotinia Sclerotinia sclerotiorum | 800 | 1000 | ||
Mancha-de-cercospora Cercospora melongenae | 150 | 500 a 1000 | ||
Iniciar as aplicações preventivamente na formação dos primeiros frutos. Repetir as aplicações caso necessário em intervalos de 10 dias dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 3 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança. | ||||
Café | Mancha-de-phoma Phoma costaricencis | 150 | 3 | 500 |
Mancha-de-ascochyta Ascochyta coffeae | ||||
Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sinais das doenças, e repetir se necessário para Mancha- de-phoma (no máximo 3 vezes), respeitando-se o intervalo de segurança. | ||||
Cebola | Mancha-púrpura Alternaria porri | 150 | 4 | 500 a 800 |
Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sinais da doença, e repetir se necessário (no máximo 4 vezes), em intervalos de 10 a 14 dias para Mancha-púrpura, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de segurança. | ||||
Cenoura | Mancha-de-alternaria Alternaria dauci | 150 | 3 | 500 a 800 |
Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sinais da doença e repetir se necessário (no máximo 3 vezes), em intervalos de 10 a 14 dias, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de segurança. | ||||
Chicória | Alternariose Alternaria cichorii | 150 | 3 | 500 a 1000 |
Alternariose Alternaria sonchi | ||||
Cercosporiose Cercospora cichorii | ||||
Mofo-branco Sclerotinia scleroriorum | 1000 | 1000 | ||
Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Repetir as aplicações caso necessário em intervalos de 6 a 10 dias dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 3 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança. | ||||
VER 06 11.10.2024
CULTURA | DOENÇA | DOSE g/ha | NÚMERO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Crisântemo | Mofo-cinzento Botrytis cinerea | 800 | 3 | 1000 |
Iniciar as aplicações preventivamente, e repetir se necessário (no máximo 3 vezes), em intervalos de 10 dias entre as mesmas, dependendo da evolução da doença. | ||||
Espinafre | Cercosporiose Cercospora tetragoniae | 150 | 3 | 500 a 1000 |
Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Repetir as aplicações caso necessário em intervalos de 6 a 10 dias dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 3 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança. | ||||
Feijão | Mofo-branco Sclerotinia sclerotiorum | 800 | 2 | 300 |
Iniciar as aplicações na fase inicial de florescimento, e repetir se necessário (no máximo 2 vezes), em intervalo de 10 dias entre as mesmas, dependendo da evolução da doença, respeitando- se o intervalo de segurança | ||||
Framboesa | Podridão-do-fruto Botrytis cinerea | 800 | 3 | 1000 |
Iniciar as aplicações preventivamente na formação dos primeiros frutos. Repetir as aplicações caso necessário em intervalos de 10 dias dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 3 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança. | ||||
Jiló | Murcha-de-sclerotium Sclerotium rolfsii | 800 | 3 | 1000 |
Iniciar as aplicações preventivamente na formação dos primeiros frutos. Repetir as aplicações caso necessário em intervalos de 10 dias dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 3 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança. | ||||
Melão | Mofo-branco Sclerotinia sclerotiorum | 800 | 3 | 400 |
Iniciar as aplicações preventivamente, ou no início dos primeiros sintomas, e repetir se necessário (no máximo 3 vezes), em intervalos de 10 dias entre as mesmas, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de segurança. | ||||
Melancia | Mofo-branco Sclerotinia sclerotiorum | 800 g/ha | 3 | 400 |
Iniciar as aplicações preventivamente, ou no início dos primeiros sintomas, e repetir se necessário (no máximo 3 vezes), em intervalos de 10 dias entre as mesmas, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de segurança. | ||||
Morango | Mofo-cinzeto Botrytis cinerea | 800 | 3 | 1000 |
Iniciar as aplicações na formação dos primeiros frutos, e repetir se necessário (no máximo 3 vezes), em intervalos de 10 dias entre as mesmas, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de segurança. | ||||
Mostarda | Cercosporiose Cercospora brassicicola | 150 | 3 | 500 a 1000 |
Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Repetir as aplicações caso necessário em intervalos de 6 a 10 dias dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 3 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança. | ||||
VER 06 11.10.2024
CULTURA | DOENÇA | DOSE g/ha | NÚMERO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Pimenta | Mancha-de-alternaria Alternaria solani | 150 | 3 | 500 a 1000 |
Mofo-cinzento Botrytis cinerea | 800 | 1000 | ||
Mancha-de-cercospora Cercospora capsici | 800 | 500 a 1000 | ||
Mancha-de-cercospora Cercospora melongenae | ||||
Podridão-de-ascochyta Phoma exigua var. exigua | ||||
Iniciar as aplicações preventivamente na formação dos primeiros frutos. Repetir as aplicações caso necessário em intervalos de 10 dias dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 3 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança. | ||||
Pimentão | Mofo-cinzeto Botrytis cinerea | 800 | 3 | 1000 |
Iniciar as aplicações na formação dos primeiros frutos, e repetir se necessário (no máximo 3 vezes), em intervalos de 10 dias entre as mesmas, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de segurança. | ||||
Quiabo | Cercosporiose Cercospora spp. | 150 | 3 | 500 a 100 |
Cercosporiose Pseudocercospora abelmoschi | ||||
Iniciar as aplicações preventivamente na formação dos primeiros frutos. Repetir as aplicações caso necessário em intervalos de 10 dias dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 3 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança. | ||||
Rosa | Mofo-cinzeto Botrytis cinerea | 800 | 3 | 1000 |
Iniciar as aplicações preventivamente, e repetir se necessário (no máximo 3 vezes), em intervalos de 7 dias entre as mesmas, dependendo da evolução da doença. | ||||
Seriguela | Cercosporiose Pseudocercospora mombin | 150 | 3 | 500 a 1000 |
Iniciar as aplicações preventivamente na formação dos primeiros frutos. Repetir as aplicações caso necessário em intervalos de 10 dias dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 3 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança. | ||||
Obs: Um quilo do produto comercial (p.c) possui 500 do ingrediente ativo (i.a) Boscalida.
VER 06 11.10.2024
Utilizar as maiores doses em áreas de alta incidência da doença e/ou para se conseguir um maior período de controle.
CULTURA | DOENÇA | DOSE g/100 L de água | NÚMERO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Tomate | Pinta-preta Alternaria solani | 10 a 15 | 5 | 1000 |
CULTURA | DOENÇA | DOSE g/100 L de água | NÚMERO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sinais da doença, que normalmente ocorre entre o primeiro e o segundo amarrio do tomate estaqueado (45 dias do transplante) e a partir do florescimento do tomate rasteiro (40 a 50 dias após transplante), repetindo se necessário (no máximo 5 vezes), em intervalos de 7 a 10 dias para a dose de 100 g/ha e de 10 a 14 dias para a dose de 150 g/ha, dependendo da evolução da doença e respeitando-se o intervalo de segurança. | ||||
Obs: Um quilo do produto comercial (p.c) possui 500 do ingrediente ativo (i.a) Boscalida.
Utilizar as maiores doses em áreas de alta incidência da doença e/ou para se conseguir um maior período de controle.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Acelga | Cercospora beticola | Cercosporiose, Mancha-das-folhas | Ver detalhes |
| Acerola | Corynespora cassiicola | Mancha de corinespora | Ver detalhes |
| Alface | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento, Podridão-da-flor | Ver detalhes |
| Alho | Alternaria porri | Crestamento, Mancha-púrpura | Ver detalhes |
| Almeirão | Alternaria cichorii | Alternariose | Ver detalhes |
| Amora | Cercospora spp. | Mancha-de-cercospora | Ver detalhes |
| Batata | Sclerotinia sclerotiorum | Mofo-branco, Podridão-de-Sclerotinia | Ver detalhes |
| Berinjela | Sclerotinia sclerotiorum | Mofo-branco, Podridão-de-Sclerotinia | Ver detalhes |
| Café | Phoma costaricensis | Mancha-de-Phoma, Seca-de-ponteiros | Ver detalhes |
| Cebola | Alternaria porri | Crestamento, Mancha-púrpura | Ver detalhes |
| Cenoura | Alternaria dauci | Mancha-de-Alternaria, Queima-das-folhas | Ver detalhes |
| Chicória | Alternaria sonchi | Mancha-de-Alternaria, Mancha-foliar | Ver detalhes |
| Crisântemo | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento, Podridão-da-flor | Ver detalhes |
| Espinafre | Cercospora tetragoniae | Cercosporiase | Ver detalhes |
| Feijão | Sclerotinia sclerotiorum | Mofo-branco, Podridão-de-Sclerotinia | Ver detalhes |
| Framboesa | Botrytis cinerea | Botrytis | Ver detalhes |
| Jiló | Sclerotium rolfsii | Murcha-de-Sclerotium, Podridão-das-raízes | Ver detalhes |
| Melancia | Sclerotinia sclerotiorum | Mofo-branco, Podridão-de-Sclerotinia | Ver detalhes |
| Melão | Sclerotinia sclerotiorum | Mofo-branco, Podridão-de-Sclerotinia | Ver detalhes |
| Morango | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento, Podridão-da-flor | Ver detalhes |
| Mostarda | Cercospora brassicicola | Cercosporiose | Ver detalhes |
| Pimenta | Botrytis cinerea | Mofo- cinzento | Ver detalhes |
| Pimentão | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento, Podridão-da-flor | Ver detalhes |
| Quiabo | Pseudocercospora abelmoschi | Cercosporiose | Ver detalhes |
| Rosa | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento, Podridão-cinzenta-dos-botões, Podridão-da-flor | Ver detalhes |
| Seriguela | Pseudocercospora mombin | Cercosporiose | Ver detalhes |
| Tomate | Alternaria solani | Mancha-de-Alternaria, Pinta-preta-grande | Ver detalhes |
Para preparação da calda, abasteça o pulverizador até 3/4 de sua capacidade mantendo agitador ou retorno acionado. Fazer uma pré-mistura, adicionando a quantidade recomendada de BOSCALID NORTOX 500 WG, em um recipiente com água a parte para se obter uma pré-diluição do produto, e adicione ao tanque do pulverizador, após complete o volume restante do pulverizador com água mantendo o agitador ou retorno em funcionamento.
Aplicação Terrestre
Para a aplicação do produto utilize uma tecnologia de aplicação que ofereça uma boa cobertura dos alvos. Consulte um engenheiro Agrônomo. Utilizar gotas de classe Média – M a Grossa - C.
A pressão de trabalho deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas. Utilizar a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva.
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; estacionário com mangueira; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
Aplicação aérea
Indicada para as culturas: batata, café, feijão e tomate.
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aero agrícolas pela ANAC.
A altura de voo não deve ultrapassar 4,0 m, para evitar problemas com deriva, a altura ideal é de 2 a 3 m acima do alvo, desde que garanta a segurança do voo. Deve-se utilizar gotas de classe Média – M e/ou Grossa – C.
VER 06 11.10.2024
O número de bicos utilizados deve ser o menor número de bicos com maior vazão possível que proporcione uma cobertura uniforme, os mesmos devem ser escolhidos de acordo com as classes de gotas recomendadas acima, sendo que devem orientados de maneira que o jato esteja dirigido para trás, no sentido paralelo a corrente de ar.
A vazão deve de ser de 10 a 20 L/ha para Micronair e de 20 a 40 L/ha quando se emprega barra com largura da faixa de disposição de 15 a 18 m.
Evitar as condições de inversão térmica.
Ajustar o tamanho de gotas às condições ambientais, alterando o ângulo relativo dos bicos hidráulicos ou o ângulo das pás do “micronair”.
Os volumes de aplicação e tamanho de gotas maiores são indicados quando as condições ambientais estão próximas dos limites recomendados. Já para lavouras com densa massa foliar, recomendam-se gotas menores e volumes maiores.
As condições climáticas mais favoráveis para a realização de uma pulverização, utilizando-se os equipamentos adequados de pulverização, são:
Umidade relativa do ar: mínimo 60%
Velocidade do vento: 2 km/hora a 10 km/hora;
Temperatura: 20 a 30ºC;
Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores, porém independentemente do equipamento utilizado para a pulverização, o tamanho de gostas é um dos fatores mais importantes para se evitar a deriva. O tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência.
Fatores como tamanho de gotas, pressão de trabalho, velocidade do vento, umidade e temperatura devem ser avaliados pelo aplicador, quando da decisão de aplicar.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
CULTURA | INTERVALO DE SEGURANÇA (dias) |
Acelga, Alface, Almeirão, Batata, Berinjela, Chicória, Espinafre, Jiló, Mostarda, Pimenta, Pimentão e Quiabo | 3 |
Acerola, Amora, Framboesa, Morango, Seriguela e Tomate | 1 |
Alho, Cebola, Cenoura, Melão e Melancia | 7 |
Café | 45 |
Crisântemo e Rosa | UNA |
Feijão | 14 |
U.N.A – uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose* | Volume de calda (L/ha)** | Nº máximo de aplicações | |
g p.c./ha | g p.c./ 100 L d’água | ||||
Acelga | Mancha-de-cercospora Cercospora beticola | 150 | - | 500 a 1000 | 3 |
Acerola | Mancha-de-corinespora Corynespora cassiicola | 150 | - | 500 a 1000 | 3 |
Mancha-de-cercospora Cercospora sp. | - | ||||
Mancha-de-alternaria Alternaria sp. | - | ||||
Agrião | Podridão de Sclerotinia Sclerotinia sclerotiorum | 1000 | - | 1000 | 3 |
Cercosporiose Cercospora spp. | 150 | - | 500 a 1000 | 3 | |
Alface | Mofo-cinzento Botrytis cinerea | 800 | - | 1000 | 3 |
Mofo-branco Sclerotinia sclerotiorum | 1000 | - | |||
Alho | Mancha-púrpura Alternaria porri | 150 | - | 500 a 800 | 4 |
Almeirão | Alternariose Alternaria cichorii | 150 | - | 500 a 1000 | 3 |
Alternariose Alternaria sonchi | - | ||||
Cercosporiose Cercospora spp. | - | ||||
Mofo-branco Sclerotinia sclerotiorum | 1000 | - | 1000 | ||
Amora | Mancha-de-cercospora Cercospora sp. | 150 | - | 500 a 1000 | 3 |
Mancha-de-alternaria Alternaria sp. | - | ||||
Anonáceas | Mancha-de-cercospora Cercospora annonae | 800 | - | 400 | 3 |
Mela Sclerotium rolfsii | 800 | - | 400 | 3 | |
Azeitona | Cercosporiose Cercospora cladosporioides | 800 | - | 1000 | 3 |
Batata | Pinta-preta Alternaria solani | 100 - 150 | - | 500 a 800 | 5 |
Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose* | Volume de calda (L/ha)** | Nº máximo de aplicações | |
g p.c./ha | g p.c./ 100 L d’água | ||||
Batata | Mofo-branco Sclerotinia sclerotiorum | 500 - 1000 | - | 100 a 200 | 5 |
Batata yacon | Mancha-de-alternaria Alternaria alternata | 150 | - | 500 a 800 | 3 |
Queima da folhas Alternaria bataticola | 150 | - | 500 a 800 | 3 | |
Cercosporiose Cercospora beticola | 150 | - | 500 a 800 | 3 | |
Berinjela | Mancha-de-alternaria Alternaria solani | 150 | - | 500 a 1000 | 3 |
Mofo-cinzento Botrytis cinerea | 800 | - | 1000 | ||
Podridão-de-ascochyta Phoma exigua var. exigua | 150 | - | 500 a 1000 | ||
Raízes-rosadas Phoma terrestris | - | ||||
Podridão-de-sclerotinia Sclerotinia sclerotiorum | 800 | - | 1000 | ||
Mancha-de-cercospora Cercospora melongenae | 150 | - | 500 a 1000 | ||
Beterraba | Mancha-de-alternaria Alternaria tenuis | 150 | - | 500 a 800 | 3 |
Cercosporiose Cercospora beticola | 150 | - | 500 a 800 | 3 | |
Café | Mancha-de-phoma Phoma costaricencis | 150 | - | 500 | 3 |
Mancha-de-ascochyta Ascochyta coffeae | |||||
Cará | Cercosporiose Cercospora beticola | 150 | - | 500 a 800 | 3 |
Cebola | Mancha-púrpura Alternaria porri | 150 | - | 500 a 800 | 4 |
Cenoura | Mancha-de-alternaria Alternaria dauci | 150 | - | 500 a 800 | 3 |
Chalota | Mancha-púrpura Alternaria porri | 150 | - | 500 a 800 | 4 |
Podridão Branca Sclerotium cepivorum | 150 | - | 500 a 800 | 4 | |
Chicória | Alternariose Alternaria cichorii | 150 | - | 500 a 1000 | 3 |
Alternariose Alternaria sonchi | - | ||||
Cercosporiose Cercospora cichorii | - | ||||
Chicória | Mofo-branco Sclerotinia sclerotiorum | 1000 | - | 1000 | 3 |
Espinafre | Cercosporiose Cercospora tetragoniae | 150 | - | 500 a 1000 | 3 |
Septoriose Septoria lactucae | |||||
Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose* | Volume de calda (L/ha)** | Nº máximo de aplicações | |
g p.c./ha | g p.c./ 100 L d’água | ||||
Estévia | Mofo-cinzento Botrytis cinerea | 800 | - | 1000 | 3 |
Feijão | Mofo-branco Sclerotinia sclerotiorum | 800 | - | 300 | 2 |
Framboesa | Podridão-do-fruto Botrytis cinerea | 800 | - | 1000 | 3 |
Inhame | Cercosporiose Cercospora beticola | 150 | - | 500 a 800 | 3 |
Jiló | Murcha-de-sclerotium Sclerotium rolfsii | 800 | - | 1000 | 3 |
Antracnose Colletotrichum gloeosporioides | |||||
Kiwi | Mofo-cinzento Botrytis cinerea | 800 | - | 400 | 3 |
Podridão de Sclerotium Sclerotium rolfsii | 800 | - | 400 | 3 | |
Mancha-de-alternaria Alternaria alternata | 800 | - | 400 | 3 | |
Mandioca | Cercosporiose Cercospora betícola Cercosporidium henningsii Cercospora vicosae | 150 | - | 500 a 800 | 3 |
Mandioquinha- salsa | Mancha-de-alternaria Alternaria dauci Alternaria alternata | 150 | - | 500 a 800 | 3 |
Cercosporiose Cercospora beticola | |||||
Mofo-branco Sclerotinia sclerotiorum Sclerotium rolfsii | |||||
Manga | Mofo-cinzento Botrytis cinerea | 800 | - | 400 | 3 |
Mancha-de-alternaria Alternaria sp. | |||||
Maracujá | Mancha Parda Alternaria alternata | 800 | - | 400 | 3 |
Podridão das raízes Sclerotinia sclerotiorum | |||||
Melão | Mofo-branco Sclerotinia sclerotiorum | 800 | - | 400 | 3 |
Melancia | Mofo-branco Sclerotinia sclerotiorum | 800 | - | 400 | 3 |
Mirtilo | Mofo-cinzento Botrytis cinerea | 800 | - | 1000 | 3 |
Mancha-de-alternaria Alternaria tenuissima | |||||
Morango | Mofo-cinzento Botrytis cinerea | 800 | - | 1000 | 3 |
Mostarda | Cercosporiose Cercospora brassicicola | 150 | - | 500 a 1000 | 3 |
Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose* | Volume de calda (L/ha)** | Nº máximo de aplicações | |
g p.c./ha | g p.c./ 100 L d’água | ||||
Nabo | Mancha-de-alternaria Alternaria brassicicola | 150 | - | 500 a 800 | 3 |
Cercosporiose Cercospora beticola Cercospora brassicicola | |||||
Mofo-branco Sclerotinia sclerotiorum | |||||
Pimenta | Mancha-de-alternaria Alternaria solani | 150 | - | 500 a 1000 | 3 |
Mofo-cinzento Botrytis cinerea | 800 | - | 1000 | ||
Mancha-de-cercospora Cercospora capsici | 150 | - | 500 a 1000 | ||
Mancha-de-cercospora Cercospora melongenae | - | ||||
Podridão-de-ascochyta Phoma exigua var. exigua | - | ||||
Pimentão | Mofo-cinzento Botrytis cinerea | 800 | - | 1000 | 3 |
Pitanga | Cercosporiose Cercospora spp. | 800 | - | 1000 | 3 |
Plantas Ornamentais | Mofo-cinzeto Botrytis cinerea | 800 | - | 1000 | 3 |
Mancha-foliar Cercospora sp. | 100 - 150 | - | 800 a 1000 | ||
Mancha-foliar Alternaria sp. | 150 | - | |||
Quiabo | Cercosporiose Cercospora spp. | 150 | - | 500 a 1000 | 3 |
Cercosporiose Pseudocercospora abelmoschi | - | ||||
Rabanete | Pinta preta Alternaria spp. | 150 | - | 500 a 800 | 3 |
Cercosporiose Cercospora beticola | |||||
Mofo-branco Sclerotinia sclerotiorum | |||||
Rúcula | Mofo-branco Sclerotinia sclerotiorum | 1000 | - | 1000 | 3 |
Mofo-cinzento Botrytis cinerea | 800 | ||||
Seriguela | Cercosporiose Pseudocercospora mombin | 150 | - | 500 a 1000 | 3 |
Tomate | Pimenta-preta Alternaria solani | - | 10 - 15 | 1000 | 5 |
* Utilizar as maiores doses em áreas de alta incidência da doença e/ou para se conseguir um maior período de controle.
** Aplicação terrestre tratorizada.
Para o controle do Mofo-branco, realizar a aplicação preventivamente no sulco de plantio, diretamente sobre os tubérculos, utilizando-se a dose de 500 g/ha para áreas onde se tem baixa pressão de doença e a dose de 1000 g/ha em áreas com histórico da doença, bem como quando as condições forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Após a aplicação fechar o sulco de plantio.
Devido ao grande número de espécies de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas doenças, indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, antes de sua aplicação em maior escala.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Acelga | Cercospora beticola | Cercosporiose, Mancha-das-folhas | Ver detalhes |
| Acerola | Alternaria spp. | Alternaria | Ver detalhes |
| Agrião | Cercospora spp. | Cercosporiose , Mancha-de-Cercospora | Ver detalhes |
| Alface | Sclerotinia sclerotiorum | Mofo-branco, Podridão-de-Sclerotinia | Ver detalhes |
| Alho | Alternaria porri | Crestamento, Mancha-púrpura | Ver detalhes |
| Almeirão | Alternaria sonchi | Mancha-de-Alternaria, Mancha-foliar | Ver detalhes |
| Amora | Alternaria spp. | Mancha-de-alternaria | Ver detalhes |
| Anonáceas | Cercospora annonae | Cercosporiose, Mancha-de-Cercospora | Ver detalhes |
| Azeitona | Cercospora cladosporioides | Cercosporiose, Mancha-de-Cercospora | Ver detalhes |
| Batata | Alternaria solani | Pinta-preta, Pinta-preta-grande | Ver detalhes |
| Batata yacon | Cercospora beticola | Mancha-de-cercospora | Ver detalhes |
| Berinjela | Phoma exigua | Podridão-de-Ascochyta | Ver detalhes |
| Beterraba | Alternaria tenuis | Mancha-de-Alternaria | Ver detalhes |
| Café | Ascochyta coffeae | Mancha-das-folhas, Mancha-de-Ascochyta | Ver detalhes |
| Cará | Cercospora beticola | Mancha-de -cercospora | Ver detalhes |
| Cebola | Alternaria porri | Crestamento, Mancha-púrpura | Ver detalhes |
| Cenoura | Alternaria dauci | Mancha-de-Alternaria, Queima-das-folhas | Ver detalhes |
| Chalota | Alternaria porri | Alternaria púrpura | Ver detalhes |
| Chicória | Alternaria sonchi | Mancha-de-Alternaria, Mancha-foliar | Ver detalhes |
| Espinafre | Cercospora tetragoniae | Cercosporiase | Ver detalhes |
| Estévia | Botrytis cinerea | Mofo -cinzento | Ver detalhes |
| Feijão | Sclerotinia sclerotiorum | Mofo-branco, Podridão-de-Sclerotinia | Ver detalhes |
| Framboesa | Botrytis cinerea | Botrytis | Ver detalhes |
| Inhame | Cercospora beticola | Mancha-de -cercospora | Ver detalhes |
| Jiló | Colletotrichum gloeosporioides | Antracnose | Ver detalhes |
| Kiwi | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento | Ver detalhes |
| Mandioca | Cercosporidium henningsii | Cercosporiose | Ver detalhes |
| Mandioquinha-salsa | Cercospora beticola | Mancha-de-cercospora | Ver detalhes |
| Manga | Alternaria sp. | Mancha-de-alternaria | Ver detalhes |
| Maracujá | Sclerotinia sclerotiorum | Podridão das raízes | Ver detalhes |
| Melancia | Sclerotinia sclerotiorum | Mofo-branco, Podridão-de-Sclerotinia | Ver detalhes |
| Melão | Sclerotinia sclerotiorum | Mofo-branco, Podridão-de-Sclerotinia | Ver detalhes |
| Mirtilo | Alternaria tenuissima | Mancha-de-alternaria | Ver detalhes |
| Morango | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento, Podridão-da-flor | Ver detalhes |
| Mostarda | Cercospora brassicicola | Cercosporiose | Ver detalhes |
| Nabo | Cercospora brassicicola | Cercosporiose | Ver detalhes |
| Pimenta | Phoma exigua var. exigua | Podridão-de-ascochyta | Ver detalhes |
| Pimentão | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento, Podridão-da-flor | Ver detalhes |
| Pitanga | Cercospora spp. | Cercosporiose | Ver detalhes |
| Plantas Ornamentais | Cercospora spp. | Mancha-foliar | Ver detalhes |
| Quiabo | Cercospora spp. | Cercosporiose, Mancha-de-Cercospora | Ver detalhes |
| Rabanete | Sclerotinia sclerotiorum | Mofo-branco | Ver detalhes |
| Rúcula | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento Podridão-da-flor, Podridão-da-flor | Ver detalhes |
| Seriguela | Pseudocercospora mombin | Cercosporiose | Ver detalhes |
| Tomate | Alternaria solani | Mancha-de-Alternaria, Pinta-preta-grande | Ver detalhes |
Preparo da calda: O responsável pela preparação da calda deve usar Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) indicados para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Por se tratar de uma formulação do tipo WG (Grânulos dispersíveis em água) o produto deve ser adicionado lentamente no tanque do pulverizador sob agitação constante ou pré dissolvido em recipiente adequado.
Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:
Aplicação Terrestre:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas hospedeiras e que produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o
volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.
Para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de aplicação.
É recomendado a APLICAÇÃO AÉREA desse produto para a cultura do café, adotando as seguintes recomendações:
Utilizar aeronaves agrícolas providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 L/ha ou 10 a 30 L/ha, quando utilizados bicos centrífugos (atomizadores rotativos).
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem cobertura adequada das plantas hospedeiras e produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.
Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30ºC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos/culturas. Recomenda- se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Encher novamente o tanque com água limpa e manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixar esgotar pela barra.
Cultura | Dias | Cultura | Dias |
Acelga | 3 | Inhame | 7 |
Acerola | 1 | Jiló | 3 |
Agrião | 3 | Kiwi | 7 |
Alface | 3 | Mandioca | 7 |
Alho | 7 | Mandioquinha-salsa | 7 |
Almeirão | 3 | Manga | 7 |
Amora | 1 | Maracujá | 7 |
Anonáceas | 7 | Melão | 7 |
Azeitona | 1 | Melancia | 7 |
Batata | 3 | Mirtilo | 1 |
Cultura | Dias | Cultura | Dias |
Batata yacon | 7 | Morango | 1 |
Berinjela | 3 | Mostarda | 3 |
Beterraba | 7 | Nabo | 7 |
Café | 45 | Pimenta | 3 |
Cará | 7 | Pimentão | 3 |
Chalota | 7 | Pitanga | 1 |
Cebola | 7 | Quiabo | 3 |
Cenoura | 7 | Rabanete | 7 |
Chicória | 3 | Rúcula | 3 |
Espinafre | 3 | Seriguela | 1 |
Estévia | 3 | Tomate | 1 |
Feijão | 14 | Plantas Ornamentais | UNA* |
Framboesa | 1 | - | - |
(*) U.N.A. - Uso Não Alimentar | |||
Recomenda-se aguardar 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso haja necessidade de entrar na área tratada antes da secagem total da calda aplicada, utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) indicados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Doença | Dose Produto Comercial | Número epoca e intervalo | |
mL/100 L | mL/ha | |||
Abacaxi | Fusariose (Fusarium subglutinans) | 98 - 140 | Iniciar a aplicação logo após a indução floral através de jato dirigido a coroa, com intervalos de 25 a 30 dias. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura | |
Abóbora | Antracnose (Colletotrichum orbiculare) Crestamento-gomoso-do- caule(Didymella bryoniae) Mancha-zonada (Leandria momordicae) Oídio (Sphaerotheca fuliginea) Podridão-de-sclerotinia (Sclerotinia sclerotiorum) | 98 | As aplicações deverão ser realizadas preventivamente, quando as condições climáticas estiverem propícias para a ocorrência das doenças, iniciando-se no início da frutificação da cultura, com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Utilizar volume de calda de 700 a 1000 L/ha. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. | |
Algodão | Ramulária (Ramularia areola) | 600 - 800 | Iniciar as aplicações preventivamente, antes do fechamento da cultura, repetindo a cada 10 a 15 dias, sempre rotacionando com fungicidas com modo de ação diferente. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar o volume de aplicação de 200 L/ha. | |
Alho | Antracnose (Colletotrichum circinans) Podridão-branca (Sclerotium capivorum) Antracnose-foliar (Colletotrichum gloesporioides) | 98 | Iniciar as aplicações de forma preventiva logo após a emergência da cultura (7 dias), com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Utilizar volume de calda de 700 - 1000 L/ha. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura | |
Antúrio | Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | 98 | Realizar as aplicações de forma preventiva quando do início do florescimento, com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura | |
Banana | Mal-de-Sigatoka (Mycosphaerella musicola) | 400 - 600 | Realizar até 3 aplicações durante o período chuvoso, com intervalos de 30 a 45 dias, sempre rotacionando com fungicidas com modo de ação diferente. Utilizar o volume de aplicação de 400 a 600 L/ha (Terrestre) e 20 a 40 L/ha (aéreo). | |
Cultura | Doença | Dose Produto Comercial | Número epoca e intervalo | |
mL/100 L | mL/ha | |||
Begônia | Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | 98 | Realizar as aplicações de forma preventiva quando do início do florescimento, com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. | |
Berinjela | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) Podridão-de-ascochyta (Phoma exígua var. exígua) Podridão-de-sclerotinia (Sclerotinia sclerotiorum) | 98 | As aplicações deverão ser realizadas preventivamente, quando as condições climáticas estiverem propícias para a ocorrência das doenças, iniciando-se no início da frutificação, com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Utilizar volume de calda de 700- 1000 L/ha. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura | |
Café | Cercosporiose ou Mancha-de-olho-pardo (Cercospora coffeicola) Seca-de-ponteiros (Phoma costarricensis) | 980 - 1400 | Cercosporiose: efetuar a primeira aplicação logo no início da formação dos frutos (estádio de chumbinho) com novas aplicações em intervalo de 30 dias. Seca-de-ponteiros: no caso de ocorrência de baixas temperaturas e alta umidade efetuar mais uma aplicação para o controle desta doença, respeitando-se o intervalo de 30 dias entre as aplicações. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura | |
Cebola | Mal-de-sete-voltas (Colletotrichum gloesporioides f.sp. cepae) | 140 | Iniciar a aplicação logo após a emergência (7dias) ou transplante da cultura, com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar o volume de calda de 1000 L/ha. | |
Citros | Mancha-preta ou Pinta- preta (Phyllosticta citricarpa) Verrugose (Elsinoe australis) | 100 | Para o controle da Mancha-preta ou Pinta- preta: Iniciar o tratamento à partir de frutos com 1,5 cm de diâmetro, com intervalos de 40 dias. Para o controle da Verrugose: Aplicar no estágio de florescimento, sendo a primeira no estágio “palito de fósforo” e a segunda com 2/3 das "pétalas caídas”. Rotacionar sempre com fungicidas com modo de ação diferente. Realizar no máximo 4 aplicações por safra da cultura para o alvo Mancha-preta ou Pinta-preta e 2 aplicações por safra da cultura para o alvo Verrugose. O volume de aplicação é variável conforme o estágio de desenvolvimento da planta, utilizar em média 10 litros por planta. | |
Cultura | Doença | Dose Produto Comercial | Número epoca e intervalo | |
mL/100 L | mL/ha | |||
Recomenda-se adicionar sempre a calda de pulverização, Óleo Mineral ou Vegetal a 0,5%. | ||||
Antracnose (Colletotrichum gloesporioides) Bolor-azul (Penicillium italicum) Bolor-verde (Penicillium digitatum) Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) Verrugose (Elsinoe fawcetti) Melanose (Diaporthe citri) Rubelose (Corticium salmonicolor) | 98 | Antracnose: Realizar aplicações no estágio de florescimento, onde a primeira aplicação deve ser realizada no estágio “palito de fósforo” e a segunda aplicação deve ser realizada com “2/3 das pétalas caídas”, com intervalo de 30 dias. Verrugose e Melanose: Iniciar as aplicações preventivamente em fase de “pingue- pongue” e repetir as aplicações em intervalos de 30 dias. Bolor-Azul e Bolor Verde: realizar aplicação do fungicida em pré-colheita, respeitando a carência de 14 dias. Rubelose: Após detectar os primeiros sintomas da doença, realizar a poda dos galhos/ramos infectados e fazer aplicação do fungicida em toda a planta. Utilizar o volume de calda de 1000 L/ha (terrestre) e 30 a 40L/ha (aéreo). | ||
Cravo | Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | 98 | Realizar as aplicações de forma preventiva quando do início do florescimento, com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. | |
Crisântemo | Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) Ferrugem-branca (Puccinia horiana) Oidio (Oidium chrysanthemi) | 98 | Realizar as aplicações de forma preventiva quando do início do florescimento, com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha. | |
Ervilha | Oídio (Erysiphe polygoni) (Erysi phepisi) | 700 | Realizar a primeira aplicação nos primeiros sintomas das doenças com intervalos de 7 a 10 dias, sempre rotacionando com fungicidas com modo de ação diferente. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar o volume de aplicação de 700 L/ha. | |
Antracnose (Colletotrichum pisi) Mancha-de-ascochyta (Ascochyta pinodes) (Ascochyta pisi) Podridão-do-colo (Sclerotium rolfsii) Podridão-de-sclerotinia (Sclerotinia sclerotiorum) | 98 | |||
Cultura | Doença | Dose Produto Comercial | Número epoca e intervalo | |
mL/100 L | mL/ha | |||
Feijão | Antracnose (Colletotrichum lindemuthianum) Mancha-de-ascochyta (Phoma exígua var. exígua) Oídio (Erysiphe polygoni) Podridão-do-colo (Sclerotium rolfsii) Podridão-de-sclerotinia (Sclerotinia sclerotiorum) | 98 | Realizar as aplicações de forma preventiva sendo, a 1ª pulverização aos 20 dias após a emergência e as demais em pré e pós florada com intervalos de 10 a 15 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar o volume de calda de 700 - 1000 L/ha (terrestre) e 30 a 40L/ha (aéreo). | |
Gladíolo | Crestamento ou Podridão- da-flor (Botrytis gladiolorum) | 98 | Iniciar as aplicações de forma preventiva, aplicando logo no início do florescimento, repetindo com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar o volume de calda de 700 – 1000 L/ha. | |
Hortênsia | Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | 98 | Iniciar as aplicações de forma preventiva, aplicando logo no início do florescimento, repetindo com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar o volume de calda de 1000 L/ha. | |
Maçã | Oídio (Podosphaera leucotricha) Sarna (Venturia inaequalis) (Cladosporium carpophilum) Cancro Europeu (Neonectria galligena) Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) Podridão-parda (Monilinia fructicola) Podridão-amarga (Colletotrichum gloesporioides) | 98 | Iniciar as aplicações preventivamente, quando as condições climáticas estiverem propícias para a ocorrência da doença, ou iniciar as aplicações imediatamente após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. É indicado concentrar as aplicações no período Chuvoso (de novembro a janeiro) com intervalos de 10 da 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar o volume de calda de 700 – 1000 L/ha. | |
Mamão | Oídio (Oidium caricae) | 140 | Realizar as aplicações no início do florescimento/frutificação, com intervalos de 20 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar o volume de calda de 1000 L/ha. | |
Cultura | Doença | Dose Produto Comercial | Número epoca e intervalo | |
mL/100 L | mL/ha | |||
Manga | Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | 100 - 150 | Realizar a primeira aplicação quando os frutos estiverem formados. Repetindo a cada 10 dias, sempre rotacionando com fungicidas com modo de ação diferente. Realizar no máximo 2 aplicações por safra da cultura. Utilizar o volume de aplicação de 700 a 1000 L/ha. | |
Melancia | Antracnose (Colletotrichum orbiculare) Crestamento-gomoso-do- caule (Didymella bryoniae) Mancha-zonada (Leandria momordicae) Oídio (Sphaerotheca fuliginea) Podridão-de-sclerotinia (Sclerotinia sclerotiorum) Mancha-das-folhas (Alternaria cucumerina) Cercosporiose (Cercospora citrulina) | 98 | As aplicações deverão ser realizadas preventivamente, quando as condições climáticas estiverem propícias para a ocorrência das doenças, iniciando-se no início da frutificação da cultura, com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar o volume de calda de 700 - 1000 L/ha (terrestre) e 30 a 40L/ha (aéreo). | |
Melão | Antracnose (Colletotrichum orbiculare) Crestamento-gomoso-do- caule (Didymella bryoniae) Mancha-zonada (Leandria momordicae) Oídio (Sphaerotheca fuliginea) Podridão-de-sclerotinia (Sclerotinia sclerotiorum) Mancha-das-folhas (Alternaria cucumerina) | 98 | As aplicações deverão ser realizadas preventivamente, quando as condições climáticas estiverem propícias para a ocorrência das doenças, iniciando-se no início da frutificação da cultura, com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar o volume de calda de 700 - 1000 L/ha (terrestre) e 30 a 40L/ha (aéreo). | |
Milho | Mancha-de- Phaeosphaeria (Phaeosphaeria maydis) | 800 - 1000 | Realizar a primeira aplicação no 4º par de folhas, e a segunda no início da florada. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar o volume de aplicação de 200 L/ha. | |
Morango | Macha-de-Diplocarpon (Diplocarpon earlianum) Mancha-de- Mycosphaerella (Mycosphaerella fragariae) Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) Crestamento-das-Folhas (Phomopsis obscurans) | 98 | Recomenda-se iniciar as aplicações de forma preventiva a cada período de florescimento ou frutificação, ou iniciar as aplicações imediatamente após o aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, com intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar o volume de calda de 700 – 1000 L/ha. | |
Cultura | Doença | Dose Produto Comercial | Número epoca e intervalo | |
mL/100 L | mL/ha | |||
Orquídeas | Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | 98 | Iniciar as aplicações de forma preventiva, aplicando logo no início do florescimento, repetindo com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar o volume de calda de 1000 L/ha. | |
Pepino | Antracnose (Colletotrichum orbiculare) Crestamento-gomoso-do- caule (Didymella bryoniae) Mancha-zonada (Leandria momordicae) Oídio (Sphaerotheca fuliginea) Podridão-de-sclerotinia (Sclerotinia sclerotiorum) Cercosporiose (Cercospora citrulina) | 98 | As aplicações deverão ser realizadas preventivamente, quando as condições climáticas estiverem propícias para a ocorrência das doenças, iniciando- se no início da frutificação da cultura, com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar o volume de calda de 700- 1000 L/ha. | |
Pinhão Manso | Oídio (Oidium sp) | 100 - 150 | Iniciar aplicação ao detectar os primeiros sintomas, ou em condições favoráveis da doença, com intervalo de 7 dias, sempre rotacionando com fungicidas com modo de ação diferente. Realizar no máximo 4 por safra da cultura. Utilizar o volume de aplicação de 700 a 1000 L/ha. | |
Rosa | Mancha-negra (Diplocarpon rosae) | 700 | Realizar aplicações anuais (iniciando-se logo após a primeira poda) com intervalos de 7 a 10 dias, sempre rotacionando com fungicidas com modo de ação diferente. Realizar no máximo 5 aplicações anuais. Utilizar o volume de aplicação de 700 - 1000 L/ha. | |
Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) Oídio (Sphaerotheca pannosa) | 98 | |||
Seringueira | Mal-das-folhas (Mycrocyclus ulei) | No viveiro: 140 | Em plantações novas: 420 - 560 | As aplicações deverão ser realizadas preventivamente, quando as condições climáticas estiverem propícias para a ocorrência da doença, ou iniciar as aplicações imediatamente após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. É indicado concentrar as aplicações no período chuvoso (de outubro a março), realizando até 2 aplicações com intervalos de 20 a 30 dias. Para seringais adultos, as aplicações devem realizadas no período de reenfolhamento das árvores até que as folhas atinjam a maturidade, sendo permitido no máximo 3 aplicações. Utilizar o volume de calda de 400-1000 L/ha. |
Cultura | Doença | Dose Produto Comercial | Número epoca e intervalo | |
mL/100 L | mL/ha | |||
Soja | Crestamento-foliar (Cercospora kikuchii) Mancha-parda (Septoria glycines) | 600 - 800 | Crestamento a Mancha-parda: Realizar a primeira aplicação no Estágio R5.1 (início da formação dos grãos) e a segunda 10 dias após a primeira aplicação. Mofo-branco: Efetuar a primeira aplicação no início da floração (R1) e a segunda aplicação na floração plena (R2). Oídio: As aplicações deverão ser iniciadas de preferência preventivamente, quando a cultura da soja estiver no estádio entre o florescimento e o enchimento de grãos (R5) ou iniciar as aplicações logo após a detecção do primeiro sintoma da doença. Intervalo entre as aplicações de 7 a 10 dias Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar o volume de aplicação de 200 L/ha (terrestre) e 30 – 40 L/ha (aéreo). | |
Mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum) | 1.000 | |||
Oídio (Erysiphe diffusa) (Microsphaera diffusa) | 840 | |||
Tomate | Mancha-de-Cladosporium (Fulvia fulva) Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) Podridão-de-Sclerotinia (Sclerotinia sclerotiorum) Septoriose (Septoria lycopersici) | 98 | Mancha-de-Cladosporium, Mofo-cinzento e | |
Septoriose: recomenda-se realizar até 2 aplicações com intervalo de 7 dias, onde: a primeira pulverização deverá ocorrer ao detectar os primeiros sintomas das doenças e a segunda 10 dias após. Podridão-de-Sclerotinia: recomenda-se realizar o controle preventivamente, onde: a primeira pulverização deverá ocorrer aos 55 dias após o transplante da cultura e a segunda 10 dias após. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar o volume de calda de 700 - 1000 L/ha (terrestre) e 30 – 40 L/ha (aéreo). | ||||
Trigo | Ferrugem-do-colmo (Puccinia graminis) Ferrugem-da-folha (Puccinia triticina) | 126 | Ferrugem do Colmo, Ferrugem da-folha, | |
Septoriose e Helmintosporiose: começar o monitoramento das doenças a partir da fase de perfilhamento. A primeira aplicação deve ser efetuada preventivamente ou a partir dos primeiros sintomas das doenças. Reaplicar com intervalos de 10 a 14 dias. Mancha-das-glumas Fusariose e Giberela: | ||||
Fusariose (Fusarium avenaceum) Giberela (Fusarium graminearum) Helmintosporiose (Drechslera avenae) Mancha-das-glumas (Stagonospora nodorum) Oídio (Blumeria graminis f.sp. tritici) Septoriose (Septoria tritici) | 98 | |||
aplicar preventivamente quando o sistema de alerta climático indicar temperatura entre 20 a 25°C e precipitação de no mínimo, 48 horas consecutivas. Quando necessário, reaplicar o produto no intervalo de 7 dias. Oídio: iniciar as aplicações quando a incidência foliar for de 20 a 25% a partir do estádio de alongamento, fazer nova aplicação dentro de 10 a 14 dias de intervalo. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar o volume de calda de 400 – 1000 L/ha (terrestre) e 30 – 40 L/ha (aéreo). | ||||
Cultura | Doença | Dose Produto Comercial | Número epoca e intervalo | |
mL/100 L | mL/ha | |||
Uva | Antracnose (Elsinoe ampelina) Mancha-das-folhas (Pseudocercospora vitis) Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) Oídio (Uncinula necator) Podridão-da-uva-madura (Colletotrichum gloesporioides) | 98 | As aplicações deverão ser realizadas preventivamente, quando as condições climáticas estiverem propícias para a ocorrência das doenças, iniciando-se no início da frutificação da cultura, com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar o volume de calda de 700-1000 L/ha. | |
Mildio (Plasmopara vitícola) | 126 | |||
Obs 1: Um litro do produto comercial (p.c) contém 500 g do ingrediente ativo (i.a) Tiofanato-metílico.
Obs 2: Usar a dose maior quando houver maior pressão de inóculo da doença e quando as plantas apresentarem maior densidade vegetativa.
CULTURA | DOENÇA NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÀO |
ml p.c /100 kg de sementes | |||
Algodão | Ramulose (Colletotrichum gossypii var. cephaosporioides) | 300 | O tratamento de sementes de algodão deve ser realizado imediatamente antes da semeadura. Realizar apenas uma aplicação. |
Batata | Podridão-seca (Fusarium solani) | 105 – 140 | O tratamento de sementes da batata deve ser realizado até no máximo 8 horas após a colheita. 1 aplicação por safra. |
Feijão | Podridão-radicular-seca (Fusarium solani f.sp. phaseoli) Antracnose (Colletotrichum lindemuthianum) | 140 | O tratamento de sementes de feijão deve ser realizado pouco antes da semeadura. Utilizar volume de calda de no máximo 500 mL/100 Kg de sementes. 1 aplicação por safra. |
Soja | Antracnose (Colletotrichum dematium) | 125 - 150 | O tratamento de sementes de soja deve ser realizado imediatamente antes da semeadura. Realizar apenas uma aplicação. |
Antracnose (Colletotrichum truncatum) | 100-150 | O tratamento de sementes de soja deve ser realizado imediatamente antes da semeadura. Realizar apenas uma aplicação. | |
Mancha-púrpura-da-semente (Cercospora kikuchii) | |||
Fungo-de-armazenamento (Aspergillus spp.) | |||
Murcha-de-Fusarium (Fusarium oxysporum) | |||
Podridão-do-colo (Fusarium pallidoroseum) | |||
Phomopsis-da-semente (Phomopsis sojae) |
Obs 1: Um litro do produto comercial (p.c) contém 500 g do ingrediente ativo (i.a) Tiofanato-metílico.
Obs 2: Usar a dose maior quando houver maior pressão de inóculo da doença e quando as plantas apresentarem maior densidade vegetativa.
Agitar vigorosamente a embalagem do produto antes do preparo da calda. Recomenda-se o preparo da quantidade necessária de calda para uma aplicação. No preparo da calda, a agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Para o preparo, abastecer o tanque do pulverizador até 1/3 da capacidade do tanque com água. Acionar e manter o agitador em funcionamento e adicionar o produto, completando por fim o volume do tanque com água.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abóbora | Sclerotinia sclerotiorum | Mofo-branco, Podridão-de-Sclerotinia | Ver detalhes |
| Algodão | Ramularia areola | Falso-oídio, Ramulária | Ver detalhes |
| Alho | Sclerotium cepivorum | Podridão-branca | Ver detalhes |
| Antúrio | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento | Ver detalhes |
| Banana | Mycosphaerella musicola | Mal-de-Sigatoka, Sigatoka-amarela | Ver detalhes |
| Berinjela | Phoma exigua var. exigua | Podridão-de-Ascochyta | Ver detalhes |
| Café | Cercospora coffeicola | Cercosporiose, Mancha-de-olho-pardo | Ver detalhes |
| Cebola | Colletotrichum gloeosporioides f.sp cepae | Antracnose-dos-frutos, Mal-de-sete-voltas | Ver detalhes |
| Citros | Corticium salmonicolor | Doença-rosada, Rubelose | Ver detalhes |
| Cravo | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento, Podridão-da-flor | Ver detalhes |
| Crisântemo | Puccinia horiana | Ferrugem-branca | Ver detalhes |
| Ervilha | Erysiphe polygoni | Oídio | Ver detalhes |
| Feijão | Colletotrichum lindemuthianum | Antracnose | Ver detalhes |
| Gladíolo | Botrytis gladiolorum | Crestamento, Podridão-da-flor | Ver detalhes |
| Hortênsia | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento, Podridão-da-flor | Ver detalhes |
| Maçã | Podosphaera leucotricha | Oídio | Ver detalhes |
| Mamão | Oidium caricae | Oídio | Ver detalhes |
| Manga | Colletotrichum gloeosporioides | Antracnose | Ver detalhes |
| Melancia | Sclerotinia sclerotiorum | Mofo-branco, Podridão-de-Sclerotinia | Ver detalhes |
| Melão | Alternaria cucumerina | Mancha-das-folhas, Mancha-de-Alternaria | Ver detalhes |
| Milho | Phaeosphaeria maydis | Mancha-de-Phaeosphaeria, Mancha-foliar | Ver detalhes |
| Morango | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento, Podridão-da-flor | Ver detalhes |
| Orquídeas | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento | Ver detalhes |
| Pepino | Sclerotinia sclerotiorum | Mofo-branco, Podridão-de-Sclerotinia | Ver detalhes |
| Pinhão manso | Oidium spp. | Oídio | Ver detalhes |
| Rosa | Diplocarpon rosae | Mancha-das-folhas | Ver detalhes |
| Seringueira | Microcyclus ulei | Mal-das-folhas, Queima-das-folhas | Ver detalhes |
| Soja | Phomopsis sojae | Phomopsis-da-semente | Ver detalhes |
| Tomate | Septoria lycopersici | Pinta-preta-pequena, Septoriose | Ver detalhes |
| Trigo | Drechslera avenae | Helmintosporiose | Ver detalhes |
| Uva | Elsinoe ampelina | Antracnose | Ver detalhes |
Para a aplicação do produto utilize uma tecnologia de aplicação que ofereça uma boa cobertura dos alvos. Consulte um engenheiro Agrônomo. A pressão de trabalho deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas. Utilizar a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser pulverizadores costal manual ou motorizado; estacionário com mangueira; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido, munidos ou não com canetas ou lanças de pulverização. O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aero agrícolas pela ANAC. A altura de voo não deve ultrapassar 4,0 m, para evitar problemas com deriva, a altura ideal é de 2 a 3 m acima do alvo, desde que garanta a segurança do voo. O número de bicos utilizados deve ser o menor número de bicos com maior vazão possível que proporcione uma cobertura uniforme, os mesmos devem ser escolhidos de acordo com as classes de gotas recomendadas, sendo que devem orientados de maneira que o jato esteja dirigido para trás, no sentido paralelo a corrente de ar. O sistema de agitação, do produto no tanque, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Obs: Seguir estas condições de aplicação, caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem cobertura adequada. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas. Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.
As condições climáticas mais favoráveis para a realização de uma pulverização, utilizando-se os equipamentos adequados de pulverização, são:
Umidade relativa do ar: mínimo 60%; máximo 95%;
Velocidade do vento: mínimo - 2 km/hora; máximo – 10 km/hora;
Temperatura: entre 20 a 27ºC ideal;
Evitar as condições de inversão térmica;
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto.
Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores, porém independentemente do equipamento utilizado para a pulverização, o tamanho de gostas é um dos fatores mais importantes para se evitar a deriva. O tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência. Fatores como tamanho de gotas, pressão de trabalho, velocidade do vento, umidade e temperatura devem ser avaliados pelo aplicador, quando da decisão de aplicar. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aero agrícolas.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda- se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante. Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
INSTRUÇÕES PARA CONTROLE DE MOFO-BRANCO NA CULTURA DA SOJA:
Plantio de sementes sadias: O uso de sementes sadias e tratadas com fungicidas registrados representa a melhor forma de se evitar a introdução do patógeno na área, uma vez que esta representa uma das principais formas de disseminação. O fungo pode ser disseminado via semente na fase de micélio dormente. Desta forma, a análise sanitária da semente é de extrema importância para o agricultor. Sementes multiplicadas pelo próprio agricultor representam um risco ainda maior a sustentabilidade do negócio.
Limpeza de implementos agrícolas: Outra forma importante de disseminação do fungo é através de esclerócios que podem ser levados por implementos agrícolas infestados. Para evitar o problema, o agricultor deverá realizar uma desinfestação dos implementos, para isso poderá utilizar apenas água e pressão.
Rotação de culturas: A rotação de culturas representa a principal alternativa para o desenvolvimento da agricultura sustentável, melhorando as características químicas, físicas e biológicas no solo. A manutenção do sistema plantio direto só é possível com a rotação de culturas. Entretanto, no caso específico do mofo branco, a rotação de culturas deve ser essencialmente com gramíneas, as quais não são hospedeiras do fungo. O agricultor deve dar preferência para aquelas gramíneas que formam maior quantidade de palha. O cultivo consorciado de milho de Brachiaria spp., tem se destacado em programas de rotação, uma vez que forma ampla palhada sobre o solo e ainda apresenta retorno econômico para o agricultor.
Integração lavoura-pecuária: A integração lavoura-pecuária é outra importante opção para áreas altamente infestadas, isso se deve principalmente pelo uso de gramíneas (planta não hospedeira) e pela erradicação de muitas plantas daninhas tidas como hospedeira. Entretanto, plantas infestantes comuns nas lavouras de soja como o leiteiro, o picão-preto e o joá-de-capote devem ser erradicadas, uma vez que estas também são hospedeiras de mofo branco. O maior período sem plantas hospedeiras, proporcionado pela integração lavoura-pecuária pode reduzir significativamente a fonte de inoculo.
Escolha de cultivares: Principalmente para as áreas infestadas, o agricultor ou técnico responsável deve optar por cultivares de ciclo determinado, com período de floração concentrado e por cultivares que apresentam arquitetura de folhas eretas e porte baixo.
Porte e arquitetura de folhas – plantas de porte baixo com folhas menores e eretas são menos favoráveis à ocorrência da doença, ou seja, não proporcionam um microclima favorável à infecção e ao desenvolvimento do patógeno.
Período de floração concentrada – como os esporos do fungo Sclerotinia sclerotiorum, ao germinarem, encontram dificuldades em penetrar diretamente nos tecidos das hastes dos hospedeiros, o mesmo necessita da flor em senescência para melhor infectar as plantas. Assim sendo, quanto menor o período de floração, menor a probabilidade de infecção. Cultivares de ciclo determinado, as quais apresentam flores por maior período de tempo estão mais sujeitas à infecção.
Formação ampla de palha: A palha oriunda do plantio direto, diferentemente do que havia se pensado em um passado recente, tem contribuído sobremaneira no controle da doença. Além de aumentar a matéria orgânica do solo, permitindo a proliferação e manutenção de microrganismos antagonistas, a palha funciona como uma barreira física impedindo a liberação dos ascósporos (esporos) pelos apotécios. Quanto mais densa e uniforme for a palha sobre o solo, maior o impedimento físico imposto à disseminação do patógeno e, consequentemente, melhor controle da doença.
Manejo do solo: Entende-se por manejo do solo, a conservação química, física e biológica do mesmo. No caso do mofo branco, quanto maior a porcentagem de matéria orgânica, maior será a quantidade e a diversidade de microrganismos antagonistas como o Trichoderma spp. Em relação à qualidade química, podemos inferir que solos bem adubados, conforme necessidade da cultura, maior será a capacidade da planta em resistir à infecção e/ou colonização pelo patógeno, ou seja, plantas bem nutridas são naturalmente mais resistentes. O potássio, por exemplo está envolvido na maior lignificação do tecido vegetal e, consequentemente, menor possibilidade de acamamento. Plantas acamadas significam maior pressão de doença, principalmente pelo microclima formado. Em relação à física, recomenda-se não revolver o solo. Quando se revolve o solo pela primeira vez, os escleródios produzidos pelo fungo são enterrados na camada abaixo de 20 cm. Entretanto, quando essa prática é repetida, tais escleródios são novamente trazidos à superfície ficando o solo infestado nos perfis de 0- 20 cm, formando um banco de escleródios.
Controle biológico: Para o controle biológico utiliza-se um organismo vivo no controle de outro organismo vivo, que pode ocorrer a partir de diferentes processos (antibiose, competição, parasitismo, etc). No caso específico do mofo branco, o controle biológico mais conhecido é através do uso de fungos do gênero Trichoderma. Trata-se de um microrganismo vivo, é necessário que o mesmo se estabeleça e encontre condições para sobreviver e controlar o agente patogênico.
Controle químico com LIVENKO 500 SC:
Dose de Uso - 1000 mL/ha com volume de calda de 200 L/ha quando tratorizado ou 40 L/ha em aplicações aéreas. Recomendamos sempre utilizar a tecnologia mais adequada para o atingimento do alvo. Aplicar o produto de forma preventiva no início da floração (R1). Se for necessário reaplicar o produto, a aplicação deverá ser com intervalo de 10 dias em relação à primeira, no estágio fenológico de floração plena (R2) e também deverá ser de caráter preventivo. É recomendado que o produto seja usado no manejo em rotação com fungicidas de outros grupos químicos.
APLICAÇÃO VIA TRATAMENTO DE SEMENTES:
O tratamento pode ser feito em tratadores de sementes na unidade de beneficiamento (Máquinas de Tratar sementes) ou utilizando um tambor giratório concêntrico. Não se aconselha o tratamento de sementes diretamente na caixa semeadora e na lona. Para melhor homogeneização do LIVENKO 500 SC nas sementes, o produto deverá ser misturado com água perfazendo um total máximo de 600 mL de calda para tratar 100 kg de sementes. Para tratamento de sementes adicionar corante.
CULTURAS | INTERVALO DE SEGURANÇA |
Abacaxi, Abóbora, Algodão, Alho, Banana, Citros, Ervilha, Feijão, Manga, Melão, Tomate, Trigo e Uva | 14 dias |
Café | 28 dias |
Mamão, Milho e Morango | 3 dias |
Berinjela, Cebola, Maçã, Melancia e Pepino | 7 dias |
Soja | 21 dias |
Algodão, Batata, Feijão e Soja (Sementes) | (1) |
Antúrio, Begônia, Cravo, Crisântemo, Gladíolo, Hortênsia, Orquídeas, Pinhão Manso, Rosa e Seringueira | UNA |
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. UNA = Uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
METILTIOFAN® é um fungicida sistêmico, do grupo químico benzimidazol (precursor de) (Tiofanato-metílico) apresentado na formulação pó molhável (WP) empregado no controle de inúmeras doenças fúngicas que causam danos econômicos em várias culturas através de pulverizações foliar bem como em tratamento de sementes.
CULTURA | Doenças Nome comum (Nome científico) | DOSES (p.c) | Número Máximo de Aplicações por safra | Início, época, intervalo e volume de aplicação. | |
g/100L de água | kg/ha | ||||
Abacaxi | Fusariose (Fusarium subglutinans) | 70 - 100 | - | 3 | Iniciar a aplicação logo após a indução floral através de jato dirigido a coroa, com intervalos de 25 a 30 dias. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha. |
Antracnose (Colletotrichum orbiculare) | |||||
Abobora | Crestamento- gomoso-do-caule (Didymella bryoniae) Mancha-zonada (Leandria momordicae) Oídio (Sphaerotheca fuliginea) | 70 | - | 3 | As aplicações deverão ser realizadas preventivamente, quando as condições climáticas estiverem propícias para a ocorrência das doenças, iniciando- se no início da frutificação da cultura, com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Utilizar volume de calda de 700- 1000 L/ha. |
Podridão-de- Sclerotinia (Sclerotinia sclerotiorum) | |||||
Alho | Antracnose (Colletotrichum circinans) Podridão-branca (Sclerotium capivorum) Antracnose-foliar (Colletotrichum gloeosporioides) | 70 | - | 3 | Iniciar as aplicações de forma preventiva logo após a emergência da cultura (7 dias), com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Utilizar volume de calda de 700- 1000 L/ha. |
CULTURA | Doenças Nome comum (Nome científico) | DOSES (p.c) | Número Máximo de Aplicações por safra | Início, época, intervalo e volume de aplicação. | |
g/100L de água | kg/ha | ||||
Antúrio | Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | 70 | - | 3 | Realizar as aplicações de forma preventiva quando do início do florescimento, com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha. |
Banana | Mal-de-Sigatoka (Mycosphaerella musicola) | - | 0,3 – 0,4 | 3 | Iniciar as pulverizações em UBV (Ultrabaixo Volume) de preferência preventivamente ou no início dos primeiros sintomas de presença da doença, com intervalo de 30 a 45 dias. Utilizar volume de calda de 15 L/ha. |
Begônia | Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | 70 | - | 3 | Realizar as aplicações de forma preventiva quando do início do florescimento, com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha. |
Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | As aplicações deverão ser realizadas preventivamente, quando as condições climáticas estiverem propícias para a ocorrência das doenças, iniciando-se no início da frutificação, com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Utilizar volume de calda de 700- 1000 L/ha. | ||||
Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | |||||
Berinjela | Podridão-de- Ascochyta (Phoma exigua var. exígua) | 70 | - | 3 | |
Podridão-de- Sclerotinia (Sclerotinia sclerotiorum) | |||||
Café | Cercosporiose ou Mancha-de-olho- pardo (Cercospora coffeicola) Seca-de-ponteiros (Phoma costarricensis) | - | 0,7 – 1,0 | 2 | Cercosporiose: efetuar a primeira aplicação logo no início da formação dos frutos (estádio de chumbinho) com novas aplicações em intervalo de 30 dias. Seca-de-ponteiros: no caso de ocorrência de baixas temperaturas e alta umidade efetuar mais uma aplicação para o controle desta doença, respeitando-se o intervalo de 30 dias entre as aplicações. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha. |
CULTURA | Doenças Nome comum (Nome científico) | DOSES (p.c) | Número Máximo de Aplicações por safra | Início, época, intervalo e volume de aplicação. | |
g/100L de água | kg/ha | ||||
Cebola | Mal-de-sete-voltas (Colletotrichum gloesporioides f.sp. cepae) | 100 | - | 3 | Iniciar a aplicação logo após a emergência (7dias) ou transplante da cultura, com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 1000 L/ha. |
Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) | Antracnose: Realizar aplicações no estágio de florescimento, onde a primeira aplicação deve ser realizada no estágio “palito de fósforo” e a segunda aplicação deve ser realizada com “2/3 das pétalas caídas”, com intervalo de 30 dias. Verrugose e Melanose: Iniciar as aplicações preventivamente em fase de “pingue-pongue” e repetir as aplicações em intervalos de 30 dias. Bolor-Azul e Bolor Verde: realizar aplicação do fungicida em pré-colheita, respeitando a carência de 14 dias. Rubelose: Após detectar os primeiros sintomas da doença, realizar a poda dos galhos/ramos infectados e fazer aplicação do fungicida em toda a planta. Utilizar o volume de calda de 1000 L/ha. | ||||
Bolor-azul (Penicillium italicum) | |||||
Bolor-verde (Penicillium digitatum) | |||||
Citros | Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | 70 | - | 2 | |
Verrugose (Elsinoe fawcetti) | |||||
Verrugose (Elsinoe australlis) | |||||
Melanose (Diaporthe citri) | |||||
Rubelose (Corticium salmonicolor) | |||||
Cravo | Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | 70 | - | 3 | Realizar as aplicações de forma preventiva aplicando logo no início do florescimento, com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Utilizar volume de calda de 700- 1000 L/ha. |
Crisântemo | Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) Ferrugem-branca (Puccinia horiana) Oidio (Oidium chrysanthemi) | 70 | - | 3 | Realizar as aplicações de forma preventiva aplicando logo no início do florescimento, com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Utilizar volume de calda de 700- 1000 L/ha. |
CULTURA | Doenças Nome comum (Nome científico) | DOSES (p.c) | Número Máximo de Aplicações por safra | Início, época, intervalo e volume de aplicação. | |
g/100L de água | kg/ha | ||||
Antracnose (Colletotrichum pisi) | Recomenda-se preferencialmente iniciar as aplicações antes da detecção dos sintomas das doenças, quando as condições climáticas estiverem favoráveis à ocorrência destas, ou imediatamente após a detecção dos primeiros sintomas das doenças. Repetir com intervalos de 7 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 700 – 1000 L/ha. | ||||
Mancha-de- Ascochyta (Ascochyta pisi) | |||||
Mancha-de- Ascochyta (Ascochyta pinodes) | |||||
Ervilha | Oidio (Erysiphe pisi) | 70 | - | 3 | |
Podridão-do-colo (Sclerotium rolfsii) | |||||
Podridão-de- Sclerotinia (Sclerotinia sclerotiorum) | |||||
Antracnose (Colletotrichum lindemuthianum) | Realizar as aplicações de forma preventiva sendo, a 1ª pulverização aos 20 dias após a emergência e as demais em pré e pós florada com intervalos de 10 a 15 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 700 - 1000 L/ha. | ||||
Mancha-de- Ascochyta (Phoma exígua var.exigua) | |||||
Feijão | Oídio (Erysiphe polygoni) | 70 | - | 3 | |
Podridão-do-colo (Sclerotium rolfsii) | |||||
Podridão-de- Sclerotinia (Sclerotinia sclerotiorum) | |||||
Gladíolo | Crestamento ou Podridão-da-flor (Botrytis gladiolorum) | 70 | - | 3 | Iniciar as aplicações de forma preventiva, aplicando logo no início do florescimento, repetindo com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 700 – 1000 L/ha. |
CULTURA | Doenças Nome comum (Nome científico) | DOSES (p.c) | Número Máximo de Aplicações por safra | Início, época, intervalo e volume de aplicação. | |
g/100L de água | kg/ha | ||||
Hortênsia | Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | 70 | - | 3 | Iniciar as aplicações de forma preventiva, aplicando logo no início do florescimento, repetindo com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 1000 L/ha. |
Oidio (Podosphaera leucotricha) | Iniciar as aplicações preventivamente, quando as condições climáticas estiverem propícias para a ocorrência da doença, ou iniciar as aplicações imediatamente após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. É indicado concentrar as aplicações no período Chuvoso (de novembro a janeiro) com intervalos de 10 da 15 dias. Utilizar o volume de calda de 700 – 1000 L/ha. | ||||
Sarna (Venturia inaequalis) | |||||
Sarna (Cladosporium carpophilum) | |||||
Maçã | Cancro Europeu (Neonectria galligena) | 70 | - | 3 | |
Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | |||||
Podridão-parda (Monilinia fructicola) | |||||
Podridão-amarga (Colletotrichum gloeosporioides) | |||||
Mamão | Oídio (Oidium caricae) | 100 | - | 5 | Realizar as aplicações no início do florescimento/frutificação, com intervalos de 20 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 1000 L/ha. |
CULTURA | Doenças Nome comum (Nome científico) | DOSES (p.c) | Número Máximo de Aplicações por safra | Início, época, intervalo e volume de aplicação. | |
g/100L de água | kg/ha | ||||
Antracnose (Colletotrichum orbiculare) | As aplicações deverão ser realizadas preventivamente, quando as condições climáticas estiverem propícias para a ocorrência das doenças, iniciando-se no início da frutificação da cultura, com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 700 - 1000 L/ha. | ||||
Crestamento- gomoso-do-caule (Didymella bryoniae) | |||||
Mancha-zonada (Leandria momordicae) | |||||
Melancia | Oídio (Sphaerotheca fuliginea) | 70 | - | 3 | |
Podridão-de- Sclerotinia (Sclerotinia sclerotiorum) | |||||
Mancha-das-folhas (Alternaria cucumerina) | |||||
Cercosporiose (Cercospora citrulina) | |||||
Antracnose (Colletotrichum orbiculare) | As aplicações deverão ser realizadas preventivamente, quando as condições climáticas estiverem propícias para a ocorrência das doenças, iniciando-se no início da frutificação da cultura, com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 700 - 1000 L/ha. | ||||
Crestamento- gomoso-do-caule (Didymella bryoniae) | |||||
Mancha-zonada (Leandria momordicae) | |||||
Melão | Oídio (Sphaerotheca fuliginea) | 70 | - | 3 | |
Podridão-de- Sclerotinia (Sclerotinia sclerotiorum) | |||||
Mancha-das-folhas (Alternaria cucumerina) | |||||
CULTURA | Doenças Nome comum (Nome científico) | DOSES (p.c) | Número Máximo de Aplicações por safra | Início, época, intervalo e volume de aplicação. | |
g/100L de água | kg/ha | ||||
Orquídeas | Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | 70 | - | 3 | Efetuar as aplicações de forma preventiva no início do florescimento, com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 1000 L/ha. |
Macha-de- | Recomenda-se iniciar as aplicações de forma preventiva a cada período de florescimento ou frutificação, ou iniciar as aplicações imediatamente após o aparecimento dos primeiros sintomas das doenças, com intervalos de 7 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 700 – 1000 L/ha. | ||||
Diplocarpon | |||||
(Diplocarpon earlianum) | |||||
Morango | Mancha-de- Mycosphaerella (Mycosphaerella fragariae) | 70 | - | 4 | |
Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) | |||||
Crestamento-das- Folhas (Phomopsis obscurans) | |||||
Antracnose | As aplicações deverão ser realizadas preventivamente, quando as condições climáticas estiverem propícias para a ocorrência das doenças, iniciando- se no início da frutificação da cultura, com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 700- 1000 L/ha. | ||||
(Colletotrichum | |||||
orbiculare) | |||||
Crestamento- | |||||
gomoso-do-caule | |||||
(Didymella bryoniae) | |||||
Mancha-zonada | |||||
(Leandria | |||||
momordicae) | |||||
Pepino | Oídio | 70 | - | 3 | |
(Sphaerotheca | |||||
fuliginea) | |||||
Podridão-de- | |||||
Sclerotinia | |||||
(Sclerotinia | |||||
sclerotiorum) | |||||
Cercosporiose | |||||
(Cercospora citrulina) | |||||
Mancha-negra | Recomenda-se iniciar as aplicações de forma preventiva, logo após a primeira poda da cultura, com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 700 - 1000 L/ha. | ||||
(Diplocarpon rosae) | |||||
Mofo-das-flores | |||||
Rosa | (Botrytis cinerea) | 70 | - | 5 | |
Oídio | |||||
(Sphaerotheca | |||||
pannosa) | |||||
CULTURA | Doenças Nome comum (Nome científico) | DOSES (p.c) | Número Máximo de Aplicações por safra | Início, época, intervalo e volume de aplicação. | |
g/100L de água | kg/ha | ||||
Seringueira | Mal-das-folhas (Mycrocyclus ulei) | No viveiro: 100 g/100 L água. | Em plantações Novas: 0,3 - 0,4 Kg/ha | 3 | As aplicações deverão ser realizadas preventivamente, quando as condições climáticas estiverem propícias para a ocorrência da doença, ou iniciar as aplicações imediatamente após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. É indicado concentrar as aplicações no período chuvoso (de outubro a março), realizando até 2 aplicações com intervalos de 20 a 30 dias. Para seringais adultos, as aplicações devem realizadas no período de reenfolhamento das árvores até que as folhas atinjam a maturidade. Utilizar o volume de calda de 400-1000 L/ha. |
Soja | Septoriose (Septoria glycines) Crestamento-foliar (Cercospora kikuchii) | - | 0,43-0,6 | 2 | As aplicações deverão ser iniciadas de preferência preventivamente, quando a cultura da soja estiver no estádio entre o florescimento e o enchimento de grãos (R5) ou iniciar as aplicações logo após a detecção do primeiro sintoma da doença. Intervalo entre as aplicações de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de |
Oidio (Erysiphe diffusa) Oídio (Microsphaera diffusa) | 0,6 | ||||
200 L/ha. | |||||
Tomate | Mancha-de- Cladosporium (Fulvia fulva) Mofo-cinzento (Botrytis cinerea) Podridão-de- Sclerotinia (Sclerotinia sclerotiorum) Septoriose (Septoria lycopersici) | 70 | - | 3 | Mancha-de-Cladosporium, Mofo-cinzento e Septoriose: recomenda-se realizar até 2 aplicações com intervalo de 7 dias, onde: a primeira pulverização deverá ocorrer ao detectar os primeiros sintomas das doenças e a segunda 10 dias após, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Podridão-de-Sclerotinia: recomenda-se realizar o controle preventivamente, onde: a primeira pulverização deverá ocorrer aos 55 dias após o transplante da cultura e a segunda 10 dias após. |
Utilizar o volume de calda de 700 – 1000 L/ha. | |||||
CULTURA | Doenças Nome comum (Nome científico) | DOSES (p.c) | Número Máximo de Aplicações por safra | Início, época, intervalo e volume de aplicação. | |
g/100L de água | kg/ha | ||||
Ferrugem-do-colmo | 90 90 70 70 70 70 70 70 | Ferrugem do Colmo, Ferrugem- da-folha, Septoriose e Helmintosporiose: começar o monitoramento das doenças a partir da fase de perfilhamento. A primeira aplicação deve ser efetuada preventivamente ou a partir dos primeiros sintomas das doenças. Fazer nova aplicação dentro de 10 a 14 dias de intervalo Mancha-das-glumas Fusariose e Giberela: aplicar preventivamente quando o sistema de alerta climático indicar temperatura entre 20 a 25°C e precipitação de no mínimo, 48 horas consecutivas. Quando necessário, reaplicar o produto no intervalo de 7 dias. Oídio: iniciar as aplicações quando a incidência foliar for de 20 a 25% a partir do estádio de alongamento, fazer nova aplicação dentro de 10 a 14 dias de intervalo. Recomenda-se a rotação de produtos de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 400 – 1000 L/ha. | |||
(Puccinia graminis) | |||||
Ferrugem-da-folha | |||||
(Puccinia triticina) | |||||
Fusariose | |||||
(Fusarium | |||||
avenaceum) | |||||
Giberela | |||||
(Fusarium | |||||
graminearum) | |||||
Trigo | - | 3 | |||
Helmintosporiose | |||||
(Drechslera avenae) | |||||
Mancha-das-glumas | |||||
(Stagonospora | |||||
nodorum) | |||||
Oídio | |||||
(Blumeria graminis | |||||
f.sp. tritici) | |||||
Septoriose | |||||
(Septoria tritici) | |||||
Antracnose (Elsinoe ampelina) | |||||
Uva | Mancha-das-folhas (Pseudocercospora vitis) Mofo-cinzeto (Botrytis cinerea) Oidio (Uncinula necator) Podridão-da-uva- madura (Colletotrichum gloesporioides) | 70 | - | 3 | As aplicações deverão ser realizadas preventivamente, quando as condições climáticas estiverem propícias para a ocorrência das doenças, iniciando-se no início da frutificação da cultura, com intervalos de 7 a 10 dias, preferencialmente rotacionando com produtos de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 700-1000 L/ha. |
Mildio (Plasmopara vitícola) | 90 | ||||
OBS.: 1 quilo do produto comercial (p.c.) METILTIOFAN® equivale a 700 g do ingrediente ativo (a.i) tiofanato metílico.
Para culturas em geral: as doses do METILTIOFAN® expressas em g/100 L de água, são recomendadas para aplicações terrestres, onde se empregam quantidades de água de 700 – 1000 L/ha ou assegurando a dose mínima de 0,7 kg/ha de METILTIOFAN®. No caso da banana, assegurar a dose de 300 – 400 de g/ha do produto.
Para todas as instruções acima, recomenda-se alternância com fungicidas de outros grupos químicos (mecanismo de ação diferente) no mesmo intervalo de aplicação para a prevenção e gerenciamento da resistência e de controle.
CULTURA | Doenças Nome comum (Nome científico) | g p.c/100 Kg de sementes | Início, época, intervalo e volume de aplicação. |
Feijão | Podridao- radicular-seca (Fusarium solani f.sp phaseoli) Antracnose (Colletotrichum lindemuthianum) | 100 | O tratamento de sementes de feijão deve ser realizado pouco antes da semeadura. Utilizar volume de calda de no máximo 500 mL/100 Kg de sementes. 1 aplicação por safra. |
Batata | Podridão-seca (Fusarium solani) | 75 - 100 | O tratamento de sementes da batata deve ser realizado até no máximo 8 horas após a colheita. 1 aplicação por safra. |
OBS.: 1 quilo do produto comercial (p.c.) METILTIOFAN® equivale a 700 g do ingrediente ativo (a.i) tiofanato metílico.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Fusarium subglutinans | Fusariose, Podridão-por-Fusarium | Ver detalhes |
| Abóbora | Colletotrichum orbiculare | Antracnose, Podridão-amarga | Ver detalhes |
| Alho | Sclerotium cepivorum | Podridão-branca | Ver detalhes |
| Antúrio | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento | Ver detalhes |
| Banana | Mycosphaerella musicola | Mal-de-Sigatoka, Sigatoka-amarela | Ver detalhes |
| Batata | Fusarium solani | Fusariose, Podridão-seca | Ver detalhes |
| Begônia | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento, Podridão-da-flor | Ver detalhes |
| Berinjela | Phoma exigua | Podridão-de-Ascochyta | Ver detalhes |
| Café | Cercospora coffeicola | Cercosporiose, Mancha-de-olho-pardo | Ver detalhes |
| Cebola | Colletotrichum gloeosporioides f.sp cepae | Antracnose-dos-frutos, Mal-de-sete-voltas | Ver detalhes |
| Citros | Penicillium italicum | Bolor-azul, Podridão-azul-dos-frutos | Ver detalhes |
| Cravo | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento, Podridão-da-flor | Ver detalhes |
| Crisântemo | Puccinia horiana | Ferrugem-branca | Ver detalhes |
| Ervilha | Ascochyta pinodes | Mancha-de-Ascochyta | Ver detalhes |
| Feijão | Sclerotinia sclerotiorum | Mofo-branco, Podridão-de-Sclerotinia | Ver detalhes |
| Feijão-vagem | Sclerotium rolfsii | Murcha-de-Sclerotium | Ver detalhes |
| Gladíolo | Botrytis gladiolorum | Crestamento, Podridão-da-flor | Ver detalhes |
| Hortênsia | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento, Podridão-da-flor | Ver detalhes |
| Maçã | Colletotrichum gloeosporioides | Antracnose, Mancha-foliar-da-gala | Ver detalhes |
| Mamão | Oidium caricae | Oídio | Ver detalhes |
| Melancia | Cercospora citrullina | Cercosporiose, Mancha-de-Cercospora | Ver detalhes |
| Melão | Sphaerotheca fuliginea | Míldio-pulverulento, Oídio | Ver detalhes |
| Morango | Mycosphaerella fragariae | Mancha-de-Mycosphaerella, Mancha-foliar | Ver detalhes |
| Orquídeas | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento | Ver detalhes |
| Pepino | Colletotrichum orbiculare | Antracnose, Podridão-amarga | Ver detalhes |
| Rosa | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento, Podridão-cinzenta-dos-botões, Podridão-da-flor | Ver detalhes |
| Seringueira | Microcyclus ulei | Mal-das-folhas, Queima-das-folhas | Ver detalhes |
| Soja | Microsphaera diffusa | Oídio | Ver detalhes |
| Tomate | Sclerotinia sclerotiorum | Mofo-branco, Podridão-de-Sclerotinia | Ver detalhes |
| Trigo | Septoria tritici | Mancha-salpicada, Septoriose | Ver detalhes |
| Uva | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento, Podridão-da-flor | Ver detalhes |
Encher metade do volume de água a ser aplicado no tanque de pulverização. Adicionar METILTIOFAN® na quantidade desejada e completar com água até o volume desejado. Manter agitação moderada e constante no tanque de pulverização durante o preparo da calda e a aplicação. Aplicar o produto imediatamente após preparo da calda.
PARA PULVERIZAÇÃO DA PARTE AÉREA (USO FOLIAR):
APLICAÇÃO VIA TERRESTRE:
METILTIOFAN® é aplicado através de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou motorizados) e tratorizados equipados com bicos cônicos, tipo X ou D, que proporcionam densidade de 70 – 100 gotas/cm2 e tamanho de gotas com 100 - 200 micra, observando o volume de calda indicado para cada cultura no quadro supracitado. Usando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme da parte aérea da planta. Na cultura do Mamão usar pulverizadores a tratores (atomizadores) equipados com bicos cônicos apropriados para aplicação de fungicidas. O volume de calda deve estar de acordo com a idade da planta, variedade e espaçamento em questão, de modo atingir toda a parte da planta proporcionando uma cobertura homogênea da calda fungicida.
Volume de aplicação: 30 – 40 L/ha de calda, procurando assegurar as dosagens do METILTIOFAN® recomendada para cada cultura supra
Altura de voo com barra: 2 – 3 m; com Micronair: 3 - 4 m.
Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m.
Tamanho/densidade da gota: 180–220 micra, com mínimo de 80 gotas/cm2.
No caso de barra, usar bicos cônicos pontas D6 e D12 – disco (core) inferior a 45o.
Usando Micronair, o número de atomizadores deve ser 4, onde, para o ajuste do regulador de vazão/VRU, pressão e ângulo da pá, seguir a tabela sugerida pelo fabricante.
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (litro de calda/ha) para proporcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de até 8 km/h, temperatura e umidade relativa, visando reduzir perdas por deriva e evaporação. Em se tratando de aplicação aérea, obedecer ao teor de umidade relativa do ar não inferior a 70%.
PARA TRATAMENTO DE SEMENTES:
O tratamento deve ser feito em Tambor Rotativo ou em outro equipamento que possibilite uma distribuição homogênea do produto. O tratamento de sementes de feijão pode ser feito de duas maneiras, via seca ou via úmida. O tratamento via seca consiste em misturar o produto comercial as sementes na dose recomendada e homogeneizar até obter uma cobertura uniforme das sementes pelo produto. Já para o tratamento via úmida, primeiramente umedecer as sementes levemente usando-se no máximo 500 mL de água/100 kg de sementes. A seguir, adicionar a dose recomendada de METILTIOFAN® sobre as sementes, misturando de forma homogênea para obter uma cobertura uniforme. O tratamento de sementes de batata deverá ser realizado, no máximo, até 8 horas após a colheita. Este tratamento poderá ser realizado, na esteira, sempre a seco e após o término, as sementes deverão ser armazenadas em condições adequadas. Para aplicação de METILTIOFAN® em tratamento de sementes adicionar corante.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Abacaxi, Abobora, Alho, Banana, Citros, Ervilha, Feijão, Manga, Melão, Tomate, Trigo e Uva | 14 dias |
Mamão e Morango | 3 dias |
Berinjela, Cebola, Maçã, Melancia e Pepino | 7 dias |
Café, Soja | 21 dias |
Antúrio, Begônia, Cravo, Crisântemo, Gladíolo, Hortênsia, Orquídeas, Rosa e Seringueira. | U.N.A |
Batata e Feijão (Tratamento de Sementes) | (1) |
U.N.A – Uso Não Alimentar
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Alvo biológico Nome comum (Nome científico) | Dose de produto comercial | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Acelga | Mancha-de-cercospora (Cercospora beticola) | 150 g/ha | 500 a 1000 | 3 |
Acerola | Mancha-de-corinespora (Corynespora cassiicola) | 150 g/ha | 500 a 1000 | 3 |
Mancha-de-cercospora (Cercospora sp.) | ||||
Mancha-de-alternaria (Alternaria sp.) | ||||
Alface | Mofo-cinzento (Botrytis cinérea) | 800 g/ha | 1000 | 3 |
Mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum) | 1000 g/ha | |||
Alho | Mancha-púrpura (Alternaria porri) | 150 g/ha | 500 a 800 | 4 |
Almeirão | Alternariose (Alternaria cichorii) | 150 g/ha | 500 a 100 | 3 |
Alternariose (Alternaria sonchi) | ||||
Cercosporiose (Cercospora spp) | ||||
Mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum) | 1000 g/ha | 1000 | ||
Amora | Mancha-de-cercospora (Cercospora sp.) | 150 g/ha | 500 a 1000 | 3 |
Mancha-de-alternaria (Alternaria sp.) |
Batata | Pinta-preta (Alternaria solani) | 100 – 150 g/ha | 500 a 800 | 5 |
Mofo-branco (Sclerotinia sclerotiorum) | 500 – 1000 g/ha | 100 a 200 | ||
Berinjela | Mancha-de-alternaria Alternaria solani | 150 g/ha | 500 a 1000 | 3 |
Mofo-cinzento Botrytis cinerea | 800 g/ha | 1000 | ||
Podridão-de-ascochyta Phoma exigua var. exigua | 150 g/ha | 500 a 1000 | ||
Raízes-rosadas Phoma terrestris | ||||
Podridão-de-sclerotinia Sclerotinia sclerotiorum | 800 g/ha | 1000 | ||
Mancha-de-cercospora Cercospora melongenae | 150 g/ha | 500 a 1000 | ||
Café | Mancha-de-phoma Phoma costaricencis | 150 g/ha | 500 | 3 |
Mancha-de-ascochyta Ascochyta coffeae | ||||
Cebola | Mancha-púrpura Alternaria porri | 150 g/ha | 500 a 800 | 4 |
Cenoura | Mancha-de-alternaria Alternaria dauci | 150 g/ha | 500 a 800 | 3 |
Chicória | Alternariose Alternaria cichorii | 150 g/ha | 500 a 1000 | 3 |
Alternariose Alternaria sonchi | ||||
Cercosporiose Cercospora cichorii | ||||
Mofo-branco Sclerotinia sclerotiorum | 1000 g/ha | 1000 | ||
Crisântemo | Mofo-cinzeto Botrytis cinerea | 800 g/ha | 1000 | 3 |
Espinafre | Cercosporiose Cercospora tetragoniae | 150 g/ha | 500 a 1000 | 3 |
Feijão | Mofo-branco Sclerotinia sclerotiorum | 800 g/ha | 300 | 2 |
Framboesa | Podridão-do-fruto Botrytis cinerea | 800 g/ha | 1000 | 3 |
Jiló | Murcha-de-sclerotium Sclerotium rolfsii | 800 g/ha | 1000 | 3 |
Melão | Mofo-branco Sclerotinia sclerotiorum | 800 g/ha | 400 | 3 |
Melancia | Mofo-branco Sclerotinia sclerotiorum | 800 g/ha | 400 | 3 |
Morango | Mofo-cinzeto Botrytis cinerea | 800 g/ha | 1000 | 3 |
Mostarda | Cercosporiose Cercospora brassicicola | 150 g/ha | 500 a 1000 | 3 |
Pimenta | Mancha-de-alternaria Alternaria solani | 150 g/ha | 500 a 1000 | 3 |
Mofo-cinzento Botrytis cinerea | 800 g/ha | 1000 | ||
Mancha-de-cercospora Cercospora capsici | 150 g/ha | 500 a 1000 | ||
Mancha-de-cercospora Cercospora melongenae | ||||
Podridão-de-ascochyta Phoma exigua var. exigua | ||||
Pimentão | Mofo-cinzeto Botrytis cinerea | 800 g/ha | 1000 | 3 |
Quiabo | Cercosporiose Cercospora spp. | 150 g/ha | 500 a 1000 | 3 |
Cercosporiose Pseudocercospora abelmoschi | ||||
Rosa | Mofo-cinzeto Botrytis cinerea | 800 g/ha | 1000 | 3 |
Seriguela | Cercosporiose Pseudocercospora mombin | 150 g/ha | 500 a 1000 | 3 |
Tomate | Pimenta-preta Alternaria solani | 100 – 150 g/ha | 1000 | 5 |
(1) Utilizar as maiores doses em áreas de alta incidência da doença e/ou para se conseguir um maior período de controle.
em intervalos de 6 a 10 dias dependendo das condições climáticas e desenvolvimento da doença. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo das culturas, respeitando os intervalos de segurança determinado para as culturas.
Para o controle do Mofo-branco, realizar a aplicação preventivamente no sulco de plantio, diretamente sobre os tubérculos. Utilizar a maior dose (1000 g/ha) em áreas com histórico da doença, bem como quando as condições forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Após a aplicação sobre os tubérculos fechar o sulco de plantio.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Acelga | Cercospora beticola | Cercosporiose, Mancha-das-folhas | Ver detalhes |
| Acerola | Alternaria spp. | Mancha de alternaria | Ver detalhes |
| Alface | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento, Podridão-da-flor | Ver detalhes |
| Alho | Alternaria porri | Crestamento, Mancha-púrpura | Ver detalhes |
| Almeirão | Alternaria cichorii | Alternariose | Ver detalhes |
| Amora | Alternaria spp. | Mancha-de-alternaria | Ver detalhes |
| Batata | Sclerotinia sclerotiorum | Mofo-branco, Podridão-de-Sclerotinia | Ver detalhes |
| Berinjela | Alternaria solani | Mancha-de-Alternaria, Pinta-preta-grande | Ver detalhes |
| Café | Phoma costaricensis | Mancha-de-Phoma, Seca-de-ponteiros | Ver detalhes |
| Cebola | Alternaria porri | Crestamento, Mancha-púrpura | Ver detalhes |
| Cenoura | Alternaria dauci | Mancha-de-Alternaria, Queima-das-folhas | Ver detalhes |
| Chicória | Alternaria cichorii | Alternariose | Ver detalhes |
| Crisântemo | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento, Podridão-da-flor | Ver detalhes |
| Espinafre | Cercospora tetragoniae | Cercosporiase | Ver detalhes |
| Feijão | Sclerotinia sclerotiorum | Mofo-branco, Podridão-de-Sclerotinia | Ver detalhes |
| Framboesa | Botrytis cinerea | Botrytis | Ver detalhes |
| Jiló | Sclerotium rolfsii | Murcha-de-Sclerotium, Podridão-das-raízes | Ver detalhes |
| Melancia | Sclerotinia sclerotiorum | Mofo-branco, Podridão-de-Sclerotinia | Ver detalhes |
| Melão | Sclerotinia sclerotiorum | Mofo-branco, Podridão-de-Sclerotinia | Ver detalhes |
| Morango | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento, Podridão-da-flor | Ver detalhes |
| Mostarda | Cercospora brassicicola | Cercosporiose | Ver detalhes |
| Pimenta | Botrytis cinerea | Mofo- cinzento | Ver detalhes |
| Pimentão | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento, Podridão-da-flor | Ver detalhes |
| Quiabo | Pseudocercospora abelmoschi | Cercosporiose | Ver detalhes |
| Rosa | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento, Podridão-cinzenta-dos-botões, Podridão-da-flor | Ver detalhes |
| Seriguela | Pseudocercospora mombin | Cercosporiose | Ver detalhes |
| Tomate | Alternaria solani | Mancha-de-Alternaria, Pinta-preta-grande | Ver detalhes |
A dose recomendada de Soleado 50 WG deve ser diluída em água e aplicada na forma de pulverização com uso de equipamentos terrestres. Utilizar equipamentos que proporcionem uma vazão adequada e uma boa cobertura foliar. Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, deve-se observar recomendação do fabricante das pontas de pulverização quanto ao seu espaçamento e pressão de trabalho.
A boa cobertura dos alvos aplicados é fundamental para o sucesso de controle das doenças, independente do equipamento utilizado. Desta forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado.
Para aplicações terrestres são utilizados pulverizadores costais (manual ou pressurizado) e pulverizadores tratorizados com barra ou autopropelido. Utilizar pontas de pulverização (bicos) que proporcionem uma vazão adequada para uma boa cobertura do alvo tratado e que produzam gotas de tamanho médio. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Antes de iniciar o preparo da calda de pulverização deve-se garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam limpos. No preparo da calda, os grânulos necessitam de um período de 1 a 2 minutos para umidificar e dispersar na água sob agitação, promovendo- se assim a homogeneização da calda. Recomenda-se encher o tanque de pulverização com água até atingir ¾ de seu volume, iniciar agitação e adicionar gradativamente a quantidade recomendada do produto. Completar o volume do tanque momentos antes do início da pulverização. A agitação no tanque do pulverizador deve ser constante durante o preparo da calda e aplicação.
Ao final da pulverização deve ser realizada a limpeza de todo o equipamento de pulverização. Seguir as recomendações técnicas de aplicação e consultar sempre um Engenheiro Agrônomo.
Proceda a limpeza de todo equipamento utilizado imediatamente após a aplicação do produto. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Encher novamente o tanque com água limpa e manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixar esgotar pela barra.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para pulverização, tais como:
Umidade relativa do ar: mínima de 55%;
Velocidade do vento: 5 a 10 km/h;
Temperatura ambiente: máxima de 27ºC;
A ocorrência de chuvas dentro do período de 4 horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva e em condições de orvalho.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
Acerola, Amora, Framboesa, Morango, Seriguela, Tomate. 1 dia
Alho, Cebola, Cenoura, Melancia, Melão 7 dias
Café, Rosa 45 dias
Crisântemo. UNA
Feijão. 14 dias
UNA: Não determinado – cultura de uso não alimentar (UNA)
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

