CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
ALGODÃO | Bicudo-do- algodoeiro (Anthonomus grandis) | 300-400 mL/ha | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 150 L/ha Pulverização aérea: Mín 20 L/ha | Bicudo-do-algodoeiro: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Iniciar as aplicações quando o nível de infestação obtido através do monitoramento atingir de 1 a 2% de botões florais atacados, ou quando for identificada presença de bicudo em armadilhas de monitoramento. Fazer bateria sequencial de 3 aplicações com intervalo de 5 dias. Intervalo de aplicação: 5 dias. Lagartas: Inspecionar periodicamente a lavoura e aplicar no início da infestação, com lagartas pequenas, de 1° e 2° instares. |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 100-200 mL/ha | ||||
Lagarta- helicoverpa (Helicoverpa spp) | 300 mL/ha | Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias. | |||
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 15 – 200 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 200 L/ha | Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1° e 2° instares. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar no início da infestação de adultos na área. Traça: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura e pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias. | |
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 50 – 200 mL/ha | ||||
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 75 – 200 mL/ha | ||||
AMENDOIM | |||||
Lagarta- enroladeira-das- folhas (Hedylepta indicata) | |||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 100-200 mL/ha | ||||
Lagarta-das- palmeiras (Brassolis sophorae) |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
Lagarta- helicoverpa (Helicoverpa armigera) | |||||
Lagarta-da- espiga (Helicoverpa zea) | |||||
Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | |||||
AVEIA | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 40-60 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 200 L/ha Pulverização aérea: Min 20 L/ha | Lagarta-do-trigo: Realizar o monitoramento escavando o solo (sob torrões e restos vegetais, fendas, etc.) e vistoriando as plantas. Aplicar quando forem constatadas as primeiras infestações de lagartas. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar no início da infestação de adultos na área. Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias. |
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 50 – 60 mL/ha | ||||
BATATA | Traça-da-batata (Phthorimaea operculella) | 100-200 mL/ha | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 400 a 500 L/ha | Traça- da- batata: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Iniciar as aplicações no início de infestação, nos primeiros sinais de ataque na lavoura. Vaquinha-verde-amarela: Recomenda- se monitorar constantemente a praga na cultura. Iniciar as aplicações quando forem constatados insetos adultos e os primeiros furos nas folhas. Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias. |
Vaquinha -verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 50-100 mL/ha | ||||
BATATA-DOCE | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 50 – 300 mL/ha | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 200 – 500 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar no início da infestação de adultos na área. Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. |
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 75 – 300 mL/ha |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Lagarta- helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 100 – 300 mL/ha | Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias | |||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
BATATA-YACON | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 50 – 300 mL/ha | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 200 – 500 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar no início da infestação de adultos na área. Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias |
Lagarta-das- folhas (Spodoptera eridania) | 150 – 300 mL/ha | ||||
BETERRABA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 50 – 300 mL/ha | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 200 – 500 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar no início da infestação de adultos na área. Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Traças: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura e pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias |
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 75 – 300 mL/ha | ||||
Lagarta- helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 100 – 300 mL/ha | ||||
Lagarta-da- espiga (Helicoverpa zea) | |||||
Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | |||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
Lagarta-das- folhas (Spodoptera eridania) | 150 – 300 mL/ha | ||||
Traça-do- tomateiro (Tuta absoluta) | 200 – 300 mL/ha |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
BRÓCOLIS | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 50 – 200 mL/ha | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 400 L/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar no início da infestação de adultos na área. Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Traça: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Iniciar a aplicação no início da infestação quando observadas as primeiras lagartas nas folhas e sintomas de ataque nas plantas. Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias. |
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 75 – 200 mL/ha | ||||
Lagarta-das- palmeiras (Brassolis sophorae) | 100 – 200 mL/ha | ||||
Lagarta- helicoverpa (Helicoverpa armigera) | |||||
Lagarta-da- espiga (Helicoverpa zea) | |||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | 100-200 mL/ha | ||||
CANA-DE- AÇÚCAR | Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 100-200 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 150 L/ha Pulverização aérea: Min 20 L/ha | Broca-da-cana: Fazer amostragem e pulverizar no início da infestação, com até 1% de incidência de broca na bainha da cana, antes da penetração no palmito. Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação, respeitando-se o intervalo mínimo de 28 dias, não excedendo o número máximo de aplicações. |
CANOLA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 50 – 150 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 200 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar no início da infestação de adultos na área. Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Traça: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura e pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. |
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 75 – 150 mL/ha | ||||
Lagarta- helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 100 – 150 mL/ha | ||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | Intervalo de aplicação: 7 dias | ||||
CARÁ | Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 75 – 300 mL/ha | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 200 – 500 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Mosca-negra: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Iniciar a pulverização no início de infestação dos insetos adultos e ninfas, após inspecionar folhas, ramos e caule. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias |
Mosca-negra (Aleurocanthus woglumi) | 200 - 300 mL/ha | ||||
CENOURA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 50 – 300 mL/ha | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 200 – 500 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar no início da infestação de adultos na área. Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Traça: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura e pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias |
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 75 – 300 mL/ha | ||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 100 – 300 mL/ha | ||||
Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | |||||
CENTEIO | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 40 – 60 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 200 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 50 – 60 mL/ha | Realizar a pulverização foliar no início da infestação de adultos na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias | |||
CEVADA | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 40-60 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 200 L/ha Pulverização aérea: Min 20 L/ha | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar no início da infestação de adultos na área. Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias. |
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 50 – 60 mL/ha | ||||
CITROS | Psilídeo (Diaphorina citri) | 10-30 mL/100L | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 2000 L/ha Pulverização aérea: Min 20 L/ha | Psilídeo: Inspecionar periodicamente a cultura através do monitoramento e pulverizar quando forem constatados os primeiros insetos adultos ou ninfas nos ramos e brotações. |
Larva-minadora- das-folhas (Phyllocnistis citrella) | Larva-minadora-das-folhas: Inspecionar periodicamente a cultura através do monitoramento e pulverizar quando forem encontradas as primeiras minas com presença de larvas de 1º ínstar nas brotações. | ||||
Mosca-negra (Aleurocanthus woglumi) | 10 mL/100L | Mosca-negra: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Iniciar a aplicação no início de infestação dos insetos adultos e ninfas, após inspecionar folhas, ramos e caule. | |||
Bicho-furão (Gymnandrosoma aurantianum) | Bicho-furão: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Fazer a aplicação no inicio do aparecimento dos insetos adultos, antes da penetração das lagartas no fruto, ou quando o número de adultos capturados pelas armadilhas de feromônio atingirem o nível de controle (6 adultos/armadilha). Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 21 dias. | ||||
COUVE | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 50 – 200 mL/ha | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 400 L/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar no início da infestação de adultos na área. Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 75 – 200 mL/ha | infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Traça: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Iniciar a aplicação no início da infestação quando observadas as primeiras lagartas nas folhas e sintomas de ataque nas plantas. Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias | |||
Lagarta-das- palmeiras (Brassolis sophorae) | 100-200 mL/ha | ||||
Lagarta- helicoverpa (Helicoverpa armigera) | |||||
Lagarta-da- espiga (Helicoverpa zea) | |||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | |||||
COUVE-CHINESA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 50 – 200 mL/ha | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 400 L/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar no início da infestação de adultos na área. Traça: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Iniciar a pulverização no início da infestação quando observadas as primeiras lagartas nas folhas e sintomas de ataque nas plantas. Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da aérea, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias |
Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | 100-200 mL/ha | ||||
COUVE-DE- BRUXELAS | Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | 100 – 200 mL/ha | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 400 L/ha | Traça: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura e pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias | |||||
COUVE-FLOR | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 50 – 200 mL/ha | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 400 L/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar no início da infestação de adultos na área. Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Traça: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Iniciar a aplicação no início da infestação quando observadas as primeiras lagartas nas folhas e sintomas de ataque nas plantas. Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da aérea, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias |
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 75 – 200 mL/ha | ||||
Lagarta-das- palmeiras (Brassolis sophorae) | 100 – 200 mL/ha | ||||
Lagarta- helicoverpa (Helicoverpa armigera) | |||||
Lagarta-da- espiga (Helicoverpa zea) | |||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | |||||
ERVILHA | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 15 – 200 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 200 L/ha | Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar no início da infestação de adultos na área. Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias. |
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 50 – 200 mL/ha | ||||
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 75 – 200 mL/ha | ||||
Lagarta- helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 100-200 mL/ha | ||||
Lagarta-da- espiga (Helicoverpa zea) | |||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
Lagarta- enroladeira-das- folhas (Hedylepta indicata) |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
FEIJÃO | Lagarta- enroladeira-das- folhas (Hedylepta indicata) | 100-200 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 200 L/ha | Lagarta-enroladeira-das-folhas: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Iniciar a aplicação preferencialmente no início de ataque, quando observadas as primeiras lagartas e os sintomas de raspagem nas folhas. Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias. |
FEIJÕES (Feijão-mungo, Feijão-fava, Feijão caupi e demais espécies) | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 15 – 200 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 200 L/ha | Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar no início da infestação de adultos na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias. |
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 50 – 200 mL/ha | ||||
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 75 – 200 mL/ha | ||||
Lagarta-da- espiga (Helicoverpa zea) | 100-200 mL/ha | ||||
Lagarta- enroladeira-das- folhas (Hedylepta indicata) | |||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
Lagarta-das- vagens (Helicoverpa armigera) | |||||
GENGIBRE | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 50 – 300 mL/ha | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 200 – 500 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Mosca-negra: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Iniciar a pulverização no início de infestação dos insetos adultos e ninfas, após inspecionar folhas, ramos e caule. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar no início da infestação de adultos na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 100 – 300 mL/ha |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Mosca-negra (Aleurocanthus woglumi) | 200 - 300 mL/ha | Intervalo de aplicação: 7 dias | |||
GERGELIM | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 50 – 150 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 200 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar no início da infestação de adultos na área. Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias |
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 75 – 150 mL/ha | ||||
Lagarta- helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 100 – 150 mL/ha | ||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
GIRASSOL | Lagarta-das- folhas (Spodoptera eridania) | 150 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 200 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Lagarta-das-folhas: Inspecionar periodicamente a cultura e pulverizar quando forem constatadas as primeiras lagartas nas folhas. Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias |
GRÃO-DE-BICO | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 50 – 200 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 200 L/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar no início da infestação de adultos na área. Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Traça: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura e |
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 75 – 200 mL/ha |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Lagarta- helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 100 – 200 mL/ha | pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias. | |||
Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | |||||
Lagarta- enroladeira-das- folhas (Hedylepta indicata) | |||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
INHAME | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 50 – 300 mL/ha | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 200 – 500 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar no início da infestação de adultos na área. Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias |
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 75 – 300 mL/ha | ||||
LENTILHA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 50 – 200 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 200 L/ha | Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar no início da infestação de adultos na área. Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias. |
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 75 – 200 mL/ha | ||||
Lagarta-da- espiga (Helicoverpa zea) | 100-200 mL/ha |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
Lagarta- enroladeira-das- folhas (Hedylepta indicata) | |||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
Lagarta-das- vagens (Helicoverpa armigera) | |||||
LINHAÇA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 50 – 150 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 200 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar no início da infestação de adultos na área. Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias |
Lagarta- helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 100 – 150 mL/ha | ||||
Lagarta-da- espiga (Helicoverpa zea) | |||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
MAMONA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 50 – 150 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 200 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar no início da infestação de adultos na área. Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias |
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 75 – 150 mL/ha | ||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 100 – 150 mL/ha |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
MANDIOCA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 50 – 300 mL/ha | 3 aplicações | Aplicação terrestre: 200 – 500 L/ha Aplicação aérea: Mín. 20 L/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar no início da infestação de adultos na área. Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Traça: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura e pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Mosca-negra: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Iniciar a aplicação no início de infestação dos insetos adultos e ninfas, após inspecionar folhas, ramos e caule. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias |
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 75 – 300 mL/ha | ||||
Lagarta-das- palmeiras (Brassolis sophorae) | 100 – 300 mL/ha | ||||
Lagarta-da- espiga (Helicoverpa zea) | |||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | |||||
Mosca-negra (Aleurocanthus woglumi) | 200 - 300 mL/ha | ||||
MANDIOQUINHA- SALSA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 50 – 300 mL/ha | 3 Aplicações | Pulverização terrestre: 200 - 500 L/ha Pulverização aérea: Min 20 L/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar no início da infestação de adultos na área. Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área. Não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias. |
MILHETO | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 50 – 150 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 200 L/ha Pulverização aérea: Min 20 L/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar no início da infestação de adultos na área. Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área. |
Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 100-150 mL/ha |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Lagarta- helicoverpa (Helicoverpa armigera) | Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias. | ||||
Lagarta-da- espiga (Helicoverpa zea) | |||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
MILHO | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 100-150 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 200 L/ha Pulverização aérea: Min 20 L/ha | Lagarta-militar: Fazer amostragem e pulverizar no início da infestação, com lagartas pequenas de 1° e 2° instares ou quando observadas até 10% de plantas com sintomas de raspagens nas folhas. Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área. Não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias. |
NABO | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 50 – 300 mL/ha | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 200 – 500 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar no início da infestação de adultos na área. Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Traça: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura e pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias |
Lagarta- helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 100 – 300 mL/ha | ||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | |||||
PLANTAS ORNAMENTAIS* | Lagarta-das- palmeiras (Brassolis sophorae) | 100-300 mL/ha | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 600-1000 L/ha | Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar quando for |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 100-300 mL/ha | observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Realizar as aplicações nos primeiros horários da manhã ou então ao final dia. Caso seja detectada a presença de ventos, fechar a estufa para evitar deriva. | |||
Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 100-300 mL/ha | ||||
RABANETE | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 50 – 300 mL/ha | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 200 – 500 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar no início da infestação de adultos na área. Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Traça: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura e pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 100 – 300 mL/ha | ||||
Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | |||||
REPOLHO | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 50 – 200 mL/ha | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 400 L/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar no início da infestação de adultos na área. Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Traça: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Iniciar a aplicação no início da infestação, quando observadas as primeiras lagartas nas folhas e sintomas de ataque nas plantas. |
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 75 – 200 mL/ha |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Lagarta-das- palmeiras (Brassolis sophorae) | 100 – 200 mL/ha | Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias. | |||
Lagarta- helicoverpa (Helicoverpa armigera) | |||||
Lagarta-da- espiga (Helicoverpa zea) | |||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | |||||
SOJA | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 15-20 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 150 e 200 L/ha Pulverização aérea: Min 20 L/ha | Lagarta-da-soja: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1° e 2° instares. Lagarta-enroladeira-das-folhas: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Iniciar a aplicação no início de ataque, quando observadas as primeiras lagartas e sintomas de raspagem nas folhas. Reaplicar se necessário, de acordo com a reinsfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 14 dias. |
Lagarta- enroladeira-das- folhas (Hedylepta indicata Sin. Omiodes indicata) | 50-75 mL/ha | ||||
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 75 – 200 mL/ha |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Lagarta-falsa-medideira: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. | |||||
Lagarta- Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 100 a 200 mL/ha | Helicoverpa armigera: As aplicações deverão ser iniciadas no início da infestação, quando as lagartas se encontram nos primeiros estágios de desenvolvimento. O monitoramento da entrada dos adultos (mariposas) na área é fundamental para a aplicação na época correta, ou seja, com lagartas no início do desenvolvimento (lagartas pequenas). Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias | |||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias | ||||
Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | 150 - 200 mL/ha | Broca-das-axilas: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação, quando for observado o início da infestação na área. | |||
SORGO | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 50 – 150 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 150 L/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar no início da infestação de adultos na área. Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área. Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias |
Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 100-150 mL/ha | ||||
Lagarta- Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | |||||
Lagarta-da- espiga (Helicoverpa zea) |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
TOMATE | Traça-do- tomateiro (Tuta absoluta) | 20-30 mL/100L | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 1.000 L/ha | Traça-do-tomateiro: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Pulverizar no início da infestação, quando constatada a presença de insetos adultos e os primeiros sintomas de minas nas folhas. Broca-pequena: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Iniciar as aplicações no inicio do florescimento, procurando atingir flores e sépalas, com a cultura a partir de 20-25 dias do transplantio. Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias |
Broca-pequena (Neoleucinodes elegantalis) | 30 mL/100L | ||||
TRIGO | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 40-60 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 200 L/ha Pulverização aérea: Min 20 L/ha | Lagarta-do-trigo: Realizar o monitoramento escavando o solo (sob torrões e restos vegetais, fendas, etc.) e vistoriando as plantas. Aplicar quando forem constatadas as primeiras infestações de lagartas. Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área. Não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias |
TRITICALE | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 40 – 60 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 200 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Intervalo de aplicação: 7 dias |
Devido ao grande número de espécies e variedades de culturas e plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas pragas indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala.
De acordo com a adoção de agrupamento de culturas em plantas ornamentais, consideram-se plantas ornamentais todos os vegetais não-comestíveis, cultivados com finalidade comercial, podendo incluir mudas, plantas cortadas ou envasadas, herbáceas, arbustivas ou arbóreas, destinadas unicamente para ornamentação ou para revestimento de superfícies de solo (ação protetiva) (INC nº 1, de 08/11/2019).
Modalidade de aplicação junto com a Dessecação:
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
Lagarta- | Lagartas: Avaliar o histórico da área e realizar o monitoramento, amostrando- se o número de lagartas presentes na palha e no solo. Recomenda-se o uso de um quadrado vasado de 1 m² para a realização do levantamento. Aplicar na constatação da praga. | ||||
militar* | 75-150 | ||||
(Spodoptera | mL/ha | ||||
JUNTO COM | frugiperda) | Pulverização | |||
DESSECAÇÃO (Pré-plantio) | 1 aplicação | terrestre: 150 a 200 L/ha | |||
Lagarta- Helicoverpa ** (Helicoverpa | 100-150 mL/ha | ||||
armígera) |
Aplicação sobre a palhada, antes da semeadura das culturas de soja, milho, milheto, sorgo e algodão.
** Aplicação sobre a palhada, antes da semeadura da cultura de soja, milheto e sorgo.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Amendoim | Hedylepta indicata | Lagarta-do-feijão, Lagarta-enroladeira-das-folhas | Ver detalhes |
| Aveia | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Batata yacon | Spodoptera eridania | Lagarta das folhas | Ver detalhes |
| Batata-doce | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete , Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Beterraba | Helicoverpa zea | Broca-grande-do-fruto, Broca-grande-do-tomate | Ver detalhes |
| Brócolis | Chrysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Canola | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Cará | Aleurocanthus woglumi | Mosca-negra | Ver detalhes |
| Cenoura | Spodoptera frugiperda | Ver detalhes | |
| Centeio | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Cevada | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Couve | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Plutella xylostella | Traça das crucíferas | Ver detalhes |
| Couve-de-bruxelas | Plutella xylostella | Traça das crucíferas | Ver detalhes |
| Couve-flor | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmeiras | Ver detalhes |
| Ervilha | Hedylepta indicata | Lagarta-do-feijão, Lagarta-enroladeira-das-folhas | Ver detalhes |
| Feijão | Hedylepta indicata | Lagarta-do-feijão, Lagarta-enroladeira-das-folhas | Ver detalhes |
| Feijão-caupi | Hedylepta indicata | Lagarta-do-feijão, Lagarta-enroladeira-das-folhas | Ver detalhes |
| Feijão-fava | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho , Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Feijão-vagem | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Feijões | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja | Ver detalhes |
| Gengibre | Aleurocanthus woglumi | Mosca-negra | Ver detalhes |
| Gergelim | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Girassol | Spodoptera eridania | Lagarta-das-folhas | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho , Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Inhame | Chrysodeixis includens | Lagarta falsa medideira | Ver detalhes |
| Lentilha | Helicoverpa armigera | Lagarta Helicoverpa | Ver detalhes |
| Linhaça | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Mamona | Diabrotica speciosa | Larva-Alfinete | Ver detalhes |
| Mandioca | Diabrotica speciosa | Larva-Alfinete | Ver detalhes |
| Mandioquinha-salsa | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Milheto | Diatraea saccharalis | Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Nabo | Helicoverpa armigera | Helicoverpa armigera | Ver detalhes |
| Plantas Ornamentais | Brassolis sophorae | Lagarta-daspalmeiras | Ver detalhes |
| Rabanete | Spodoptera frugiperda | Lagarta do cartucho | Ver detalhes |
| Repolho | Spodoptera frugiperda | Lagarta Militar | Ver detalhes |
| Soja | Chrysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira. | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Triticale | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido, providos de pontas que produzam gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno. Utilizar os seguintes parâmetros:
Pressão de trabalho: 100 a 400 KPA (costal) e 100 a 800 KPA (equipamentos tratorizados); Diâmetro de gotas: 200 a 400 μm (micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico);
Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm2;
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura de pulverização de no mínimo de 50 cm, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Temperatura do ar: abaixo de 30°C Umidade relativa do ar: acima de 55%
Velocidade do vento: média de 3 km/h até 10 km/h
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Adicionar óleo mineral ou vegetal à calda de pulverização na proporção de 0,25% v/v (250 mL/100 L), conforme preconizado pela prática agrícola na cultura.
Aplicação aérea:
Para as culturas indicadas na tabela de recomendação, AMPLIGO pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos apropriados para proporcionar a densidade
e diâmetro de gota média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 metros acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura e Pecuária.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização entre 2 e 4 metros, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Temperatura do ar: Abaixo de 30o C. Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Média de 3 km/h até 10 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Somente realizar a aplicação aérea na presença de Profissionais habilitados.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação previstas nas portarias do Decreto Lei 86.765 do Ministério da Agricultura.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
Aplicação via drones agrícolas:
O produto AMPLIGO pode ser aplicado através de drones agrícolas, devendo ser adequados para cada tipo de cultura e alvo, provido de pontas, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos, seguindo todas as orientações e normativas do MAPA e ANAC.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de drone utilizado, procurando manter média de 2 metros acima do topo da planta, ou menor quando possível. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação, sendo recomendado o uso de gotas com diâmetro médio. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Quando utilizar aplicações via drones agrícolas obedecer às normas técnicas de operação previstas na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pelo regulamento brasileiro de aviação civil especial (RBAC) nº 94 e pelas diretrizes e orientações do Ministério da Agricultura (MAPA).
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização com média de 2 metros, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Condições meteorológicas:
Temperatura do ar: abaixo de 30 ºC Umidade relativa do ar: acima de 55%
Velocidade do vento: média de 3 km/h até 10 km/h
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Somente realizar a aplicação aérea na presença de profissionais habilitados.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo-higrômetro.
Cultura | Dias |
ALGODÃO | 14 |
AMENDOIM | 15 |
AVEIA | 10 |
BATATA | 3 |
BATATA-DOCE | 3 |
BATATA-YACON | 3 |
BETERRABA | 3 |
BRÓCOLIS | 7 |
CANA-DE-AÇÚCAR | 60 |
CANOLA | 21 |
CARÁ | 3 |
CENOURA | 3 |
CENTEIO | 15 |
CEVADA | 10 |
CITROS | 21 |
COUVE | 7 |
COUVE-DE-BRUXELAS | 7 |
COUVE-CHINESA | 7 |
COUVE-FLOR | 7 |
ERVILHA | 15 |
FEIJÃO | 15 |
FEIJÃO-CAUPI | 15 |
FEIJÃO-FAVA | 15 |
FEIJÃO-VAGEM | 15 |
GERGELIM | 21 |
GENGIBRE | 3 |
GIRASSOL | 21 |
GRÃO-DE-BICO | 15 |
INHAME | 3 |
LENTILHA | 15 |
LINHAÇA | 21 |
MAMONA | 21 |
MANDIOCA | 3 |
MANDIOQUINHA- SALSA | 3 |
MILHETO | 15 |
MILHO | 15 |
NABO | 3 |
PLANTAS ORNAMENTAIS | UNA |
RABANETE | 3 |
REPOLHO | 7 |
SOJA | 21 |
SORGO | 15 |
TOMATE | 3 |
TRIGO | 15 |
TRITICALE | 15 |
UNA: Uso Não Alimentar
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
Bicudo-do- algodoeiro (Anthonomus grandis) | 300 a 400 mL/ha | 150 L/ha (aplicação terrestre) | ÉPOCA: Bicudo-do-algodoeiro: Iniciar as aplicações quando o nível de infestação obtido através do monitoramento, atingir no máximo entre 3 a 5% de botões florais atacados. Fazer bateria sequencial de 3 aplicações com intervalo de 5 dias. Usar a dose maior em situação de maior pressão da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. Para aplicação aérea seguir as instruções presentes na bula. | ||
ALGODÃO | 3 aplicações | INTERV. APLICAÇÃO: 5 dias. | |||
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 100 a 200 mL/ha | 20 L/ha (aplicação aérea) | ÉPOCA: Lagarta-do-cartucho: Iniciar a aplicação no início da infestação com no máximo 10% de plantas com lagartas pequenas. Reaplicar quando os níveis de dano forem atingidos. Usar dose maior em situação de alta infestação e quando as lagartas já estiverem em estágio mais avançado de desenvolvimento. | ||
INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||
AVEIA | Lagarta-do- trigo (Pseudaletia sequax) | 40 a 60 mL/ha | 2 aplicações | Ao redor de 200 L/ha (aplicação terrestre) 20 L/ha (aplicação aérea) | ÉPOCA: Realizar o monitoramento contando o número de lagartas grandes e médias (2 a 3 cm de comprimento) escavando o solo (sob torrões e restos vegetais, fendas, etc.) e as plantas. Aplicar quando forem constatadas as primeiras infestações de lagartas e reaplicar quando necessário. Usar a maior dose em caso de altas infestações. Para aplicação aérea seguir as instruções abaixo. |
INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||
BATATA | Traça-da- batata (Phthorimaea operculella) | 100 a 200 mL/ha | 4 aplicações | Em torno de 400 a 500 L/ha (aplicação terrestre) | ÉPOCA: Traça-da-batata: Iniciar as aplicações no início de infestação, nos primeiros sinais de ataque na lavoura. Reaplicar somente caso seja necessário, após monitoramento populacional da praga. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população da praga e condições de clima favorável ao seu desenvolvimento. |
Vaquinha- verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 50 a 100 mL/ha | ÉPOCA: Vaquinha-verde-amarela: Iniciar as aplicações quando forem constatados insetos adultos e os primeiros furos nas folhas. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população da praga e condições de alta temperatura e umidade. |
INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||
CANA-DE- AÇÚCAR | Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 100 a 200 mL/ha | 2 aplicações | 150 L/ha (aplicação terrestre) 20 L/ha (aplicação aérea) | ÉPOCA: Pulverizar em área total quando o nível de infestação atingir 1% de colmos com presença de lagartas vivas de primeiro instar, antes de penetrarem no colmo. A época mais adequada para controle é quando coincide a infestação com o período de formação de colmos, quando o ataque é mais severo e a cultura é mais sensível. A maior dose deve ser utilizada no verão onde temos períodos de altas temperaturas e umidade, condições estas favoráveis para ocorrência de altas populações. Para aplicação aérea seguir as instruções abaixo. |
INTERV. APLICAÇÃO: 28 dias. | |||||
CEVADA | Lagarta-do- trigo (Pseudaletia sequax) | 40 a 60 mL/ha | 2 aplicações | Ao redor de 200 L/ha (aplicação terrestre) 20 L/ha (aplicação aérea) | ÉPOCA: Realizar o monitoramento contando o número de lagartas grandes e médias (2 a 3 cm de comprimento) escavando o solo (sob torrões e restos vegetais, fendas, etc.) e as plantas. Aplicar quando forem constatadas as primeiras infestações de lagartas e reaplicar quando necessário. Usar a maior dose em caso de altas infestações. Para aplicação aérea seguir as instruções abaixo. |
INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||
CITROS | Psilídeo (Diaphorina citri) | 10 a 30 mL/100 L | 2 aplicações | Ao redor de 2.000 L/ha (aplicação terrestre) 20 L/ha (aplicação aérea) | ÉPOCA: Psilídeo: Inspecionar periodicamente a cultura através do monitoramento e pulverizar quando forem constatados os primeiros insetos adultos ou ninfas nos ramos e brotações. ÉPOCA: Larva-minadora-das- folhas: Inspecionar periodicamente a cultura através do monitoramento e pulverizar quando forem encontradas as primeiras minas com presença de larvas de 1º ínstar nas brotações. A maior dose deve ser utilizada em caso de alta pressão da praga, áreas com histórico ou condições climáticas favoráveis ao ataque. |
Larva- minadora-das- folhas (Phyllocnistis citrella) | 10 a 30 mL/100 L | ||||
Mosca-negra (Aleurocanthus woglumi) | 10 mL/100 L |
ÉPOCA: Mosca-negra: Iniciar a aplicação no início de infestação dos insetos adultos e ninfas, após inspecionar folhas, ramos e caule. | |||||
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 10 mL/ 100 L | ÉPOCA: Bicho-furão: Fazer a aplicação no início do aparecimento dos insetos adultos, antes da penetração das lagartas no fruto, ou quando o número de adultos capturados pelas armadilhas de feromônio atingirem o nível de controle (6 adultos / armadilha). Reaplicar em caso de reinfestação, após monitoramento populacional das pragas. Para aplicação aérea seguir as instruções presentes na bula. | |||
INTERV. APLICAÇÃO: 21 dias. | |||||
FEIJÃO | Lagarta- enroladeira- das-folhas (Hedylepta indicata) | 100 a 200 mL/ha | 2 aplicações | 200 L/ha (aplicação terrestre) | ÉPOCA: Iniciar a aplicação preferencialmente no início de ataque, quando observadas as primeiras lagartas e os sintomas de raspagem nas folhas. Reaplicar somente em caso de reinfestação. Usar dose maior em situação de alta infestação quando as lagartas já estiverem alojadas e enrolando as folhas. |
INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias | |||||
GIRASSOL | Lagarta-das- folhas (Spodoptera eridania) | 150 mL/ha | 2 aplicações | Ao redor de 200 L/ha (aplicação terrestre) 20 L/ha (aplicação aérea) | ÉPOCA: Inspecionar periodicamente a cultura e pulverizar quando forem constatadas as primeiras lagartas nas folhas. Reaplicar apenas se ocorrer reinfestação na área. Para aplicação aérea seguir as instruções abaixo. |
INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias | |||||
MILHO | Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 100 a 150 mL/ha | 2 aplicações | 200 L/ha (aplicação terrestre) 20 L/ha (aplicação aérea) | ÉPOCA: Fazer amostragem e pulverizar no início da infestação, quando atingir 20% de plantas com folhas raspadas pelas lagartas. Aplicar preferencialmente com a cultura com 3 a 5 folhas expandidas. Aplicar o produto nas horas de temperatura mais amena e com presença de água no cartucho. Usar dose maior em situação de condições de alta infestação ou quando o clima for favorável ao ataque. |
INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||
REPOLHO | Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | 100 a 200 mL/ha | 4 aplicações | 400 L/ha (aplicação terrestre) | ÉPOCA: Iniciar a aplicação no início da infestação, quando observadas as primeiras lagartas nas folhas e sintomas de ataque nas plantas. Reaplicar somente se for necessário. Usar dose maior em situação de condições de alta infestação ou quando o clima for favorável ao ataque, normalmente quente e seco. |
INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. |
SOJA | Lagarta-da- soja (Anticarsia gemmatalis) | 15 a 20 mL/ha | 2 aplicações | 150 e 200 L/ha (aplicação terrestre) | ÉPOCA: Lagarta-da-soja: Seguir a recomendação oficial: 30% de desfolha ou 40 lagartas/pano de batida antes da floração ou 15% de desfolha ou 40 lagartas/pano de batida, após a floração. ÉPOCA: Lagarta-falsa-medideira: Inspecionar periodicamente a lavoura com batida de pano e aplicar quando encontrar entre 5 a 10 lagartas pequenas de 1º e 2º por amostragem. ÉPOCA: Lagarta-enroladeira-das- folhas: Iniciar a aplicação no início de ataque, quando observadas as primeiras lagartas e sintomas de raspagem nas folhas. Para aplicação aérea seguir as instruções presentes na bula. |
Lagarta-falsa- medideira (Pseudoplusia includens) | 50 a 75 mL/ha | ||||
Lagarta- enroladeira- das-folhas (Hedylepta indicata Sin. Omiodes indicata) | 50 a 75 mL/ha | ||||
INTERV. APLICAÇÃO: 14 dias. | |||||
Helicoverpa (Helicoverpa armígera) | 100 a 200 mL/ha | 20 L/ha (aplicação aérea) | ÉPOCA: Helicoverpa armigera: As aplicações deverão ser iniciadas no início da infestação, quando as lagartas encontram-se nos primeiros estágios de desenvolvimento. O monitoramento da entrada dos adultos (mariposas) na área é fundamental para a aplicação na época correta, ou seja, com lagartas no início do desenvolvimento (lagartas pequenas). A maior dose deve ser recomendada para condições de maior pressão e quando houver necessidade de maior período de controle | ||
INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||
TOMATE | Traça-do- tomateiro (Tuta absoluta) | 20 a 30 mL/100L | 4 aplicações | 1.000 L/ha (aplicação terrestre) | ÉPOCA: Traça-do-tomateiro: Pulverizar no início da infestação, quando constatada a presença de insetos adultos e os primeiros sintomas de minas nas folhas. Usar dose maior em condições de alta infestação ou quando o clima for favorável ao ataque. Fazer 3 a 4 aplicações semanais após o aparecimento da praga. INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias |
Broca- pequena (Neoleucinodes elegantalis) | 30 mL/100L | ÉPOCA: Broca-pequena: Iniciar as aplicações no início do florescimento, procurando atingir flores e sépalas, com a cultura a partir de 20-25 dias do transplantio. | |||
INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias | |||||
TRIGO | Lagarta-do- trigo (Pseudaletia sequax) | 40 a 60 mL/ha | 2 aplicações | 200 L/ha (aplicação terrestre) 20 L/ha (aplicação aérea) | ÉPOCA: Realizar o monitoramento contando o número de lagartas grandes e médias (2 a 3 cm de comprimento) escavando o solo (sob torrões e restos vegetais, fendas, etc.) e as plantas. Aplicar quando forem constatadas as primeiras infestações de lagartas e reaplicar quando necessário. Usar |
a maior dose em caso de altas infestações. Para aplicação aérea seguir as instruções abaixo. INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. |
Modalidade de aplicação junto com a Dessecação:
CULTURAS | PRAGAS NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
ÉPOCA: Avaliar o histórico | |||||
da área e realizar o | |||||
monitoramento, | |||||
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 75 a 150 mL/ha | 1 aplicação* | 150 a 200 L/ha (aplicação terrestre) | amostrando-se o número de lagartas presentes na palha e no solo. Recomenda-se o uso de um quadrado vasado de 1 m² | |
para a realização do | |||||
levantamento. Aplicar na | |||||
constatação da praga. | |||||
JUNTO COM | ÉPOCA: Avaliar o histórico da área e realizar o | ||||
DESSECAÇÃO | monitoramento, | ||||
(Pré-plantio) | amostrando-se o número de | ||||
lagartas presentes na palha | |||||
e no solo. Recomenda-se o | |||||
Helicoverpa (Helicoverpa armígera) | 100 a 150 mL/ha | 1 aplicação** | uso de um quadrado vasado de 1 m² para a realização do levantamento. Aplicar na constatação da praga. A | ||
maior dose deve ser | |||||
recomendada para | |||||
condições de maior pressão | |||||
ou quando houver | |||||
necessidade de maior | |||||
período de controle. |
* Aplicação sobre a palhada, antes da semeadura das culturas de soja, milho e algodão.
** Aplicação sobre a palhada, antes da semeadura da cultura de soja.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Anthonomus grandis | Bicudo | Ver detalhes |
| Aveia | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Cevada | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Citros | Diaphorina citri | Psilídeo | Ver detalhes |
| Feijão | Hedylepta indicata | Lagarta-do-feijão, Lagarta-enroladeira-das-folhas | Ver detalhes |
| Girassol | Spodoptera eridania | Lagarta-das-folhas | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Repolho | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Adicionar óleo mineral ou vegetal à calda de pulverização na proporção de 0,25% v/v (250 mL/100 L), conforme preconizado pela prática agrícola na cultura.
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido, providos de pontas que produzam gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno. Utilizar os seguintes parâmetros:
Pressão de trabalho: 100 a 400 KPA (costal) e 100 a 800 KPA (equipamentos tratorizados);
Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ (micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico);
Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm2.
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura de pulverização de no mínimo de 50 cm, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Condições Meteorológicas:
Temperatura do ar: Abaixo de 30o C. Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Mínima de 3 km/h até 15 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
calda suficiente para boa distribuição na planta. Para equipamentos que injetam diretamente o produto na tubulação e para equipamentos que necessitam diluição, é necessário que a agitação seja efetuada para melhor distribuição do inseticida no fluxo de água da tubulação.
Para as culturas de Algodão, Aveia, Cana-de-Açúcar, Cevada, Citros, Girassol, Milho, Soja e Trigo ANKOR pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média (DMV- 200 a 400 µm). O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 metros acima do topo da planta.
A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização entre 2 e 4 metros, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Condições meteorológicas:
Temperatura do ar: Abaixo de 30o C. Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Mínima de 3 km/h até 15 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Somente realizar a aplicação aérea na presença de Profissionais habilitados.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termohigrômetro.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação previstas nas portarias do Decreto Lei 86.765 do Ministério da Agricultura.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
antes de iniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
CULTURA | DIAS |
Algodão | 14 |
Aveia | 10 |
Batata | 3 |
Cana-de-Açúcar | 60 |
Cevada | 10 |
Citros | 21 |
Feijão | 15 |
Girassol | 21 |
Milho | 15 |
Repolho | 7 |
Soja | 21 |
Tomate | 3 |
Trigo | 15 |
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos Equipamentos de Proteção Individual usados durante a aplicação.
AGITE ANTES DE USAR.
Culturas, Alvos, Doses e Modalidade de Aplicação:
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
ALGODÃO | Bicudo do algodoeiro Anthonomus grandis | 200 - 250 mL/ha | 3 aplicações | NÚMERO: Máximo 3 aplicações. ÉPOCA: Iniciar as aplicações quando o nível de infestação, obtido através do monitoramento, atingir no máximo 5% de botões florais atacados. Fazer bateria sequencial de 3 aplicações com intervalo de 7 dias. Usar a dose maior em situação de maior pressão da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. Para aplicação aérea seguir as instruções abaixo. | 150 L/ha |
AMENDOIM | Lagarta-do- pescoço- vermelho Stegasta bosquella | 100 - 150 mL/ha | 3 aplicações | NÚMERO: Máximo 3 aplicações. Usar dose maior em situação de condições de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. ÉPOCA: Aplicar no início da infestação. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar a cada 7 dias, se ocorrer reinfestação. | 200 L/ha |
Tripes-do- bronzeamento Enneothrips flavens | |||||
ARROZ | Percevejo-do- arroz Oebalus poecilus | 150 - 200 mL/ha | 1 aplicação | NÚMERO: Máximo 1 aplicação. Usar dose maior em situação de condições de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. ÉPOCA: Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. | 200 L/ha |
BATATA | Pulgão-verde, Pulgão-verde- claro Myzus persicae | 75 - 100 mL/ha | 3 aplicações | NÚMERO: Não exceder a 3 aplicações. Usar dose maior em situação de condições de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. ÉPOCA: Aplicar no início da infestação. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar a cada 6 a 7 dias, se ocorrer reinfestação. | 200 – 500 L/ha |
Vaquinha-das- solanáceas Epicauta atomaria | |||||
Vaquinha- verde-amarela Diabrotica speciosa | |||||
CANA-DE- AÇÚCAR | Broca-da-cana Diatraea saccharalis | 150 - 200 mL/ha | 2 aplicações | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Pulverizar em área total quando o nível de infestação atingir entre 3 e 5% de colmos com presença de lagartas vivas, antes de penetrarem no colmo. A época mais adequada para controle é quando coincide a infestação com o período de formação de colmos, quando o ataque é mais severo e a cultura é mais sensível. A maior dose deve ser utilizada quando as lagartas estiverem em estádio de desenvolvimento entre o 2º e 3º ínstar ou em condições de alta população da praga e condições de clima favorável ao ataque (alta umidade). INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar em caso de reinfestação, mas não antes de 14 dias de intervalo. Para aplicação aérea seguir as instruções abaixo. | Pulverização foliar: 200 L/ha Pulverização dirigida à base da soqueira: 150 L/ha Pulverização no sulco de plantio: 150 L/ha |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
CANA-DE- AÇÚCAR | Cigarrinha-das- raizes Mahanarva fimbriolata | 1,5 - 2,0 L/ha | 1 aplicação | NÚMERO: Máximo 1 aplicação. ÉPOCA: Pulverizar quando forem encontradas as primeiras ninfas nas brotações das soqueiras. Pulverizar preferencialmente no início do desenvolvimento da cultura, quando o ataque é mais severo. Posicionar o jato de pulverização direcionando-o à base das touceiras, de forma que atinja aproximadamente 70% as plantas e 30% o solo. Pulverizar em ambos os lados da fileira de plantas. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população da praga e condições de clima favorável ao seu desenvolvimento (quente e úmido). Para aplicação aérea seguir as instruções abaixo. | |
Cupins Heterotermes tenuis | 1,2 - 1,5 L/ha | NÚMERO: Máximo 1 aplicação. ÉPOCA: Fazer uma aplicação na operação de plantio, direcionando o jato de pulverização no interior do sulco sobre os colmos/toletes de cana (mudas), fechando o sulco imediatamente após o tratamento. Realizar o tratamento nas áreas onde a amostragem prévia identificar a presença da praga. A maior dose deve ser utilizada em caso de área reconhecidamente com alto nível de infestação detectado antes do plantio através do monitoramento ou em áreas de primeiro ano de plantio, após pastagem. | |||
Pão-de-galinha Euetheola humilis | 2,0 L/ha | NÚMERO: Máximo 1 aplicação. ÉPOCA: Fazer uma aplicação na operação de plantio, direcionando o jato de pulverização no interior do sulco sobre os colmos/toletes de cana (mudas), fechando o sulco imediatamente após o tratamento. Realizar o tratamento nas áreas onde a amostragem prévia identificar a presença da praga. | |||
Gorgulho-da- cana-de-açúcar Sphenophorus levis | 2,0 - 2,5 L/ha | 1 aplicação em plantios novos | NÚMERO: Máximo 1 aplicação. ÉPOCA: Fazer uma aplicação em cana planta, na operação de plantio, aplicando o produto sobre os toletes de cana (mudas) no interior do sulco de plantio, fechando o sulco imediatamente após o tratamento. Realizar o tratamento nas áreas onde a amostragem prévia identificar a presença da praga. A maior dose deve ser utilizada em caso de alta pressão da praga ou em áreas com histórico de ataque. | ||
Gorgulho-da- cana-de-açúcar Sphenophorus levis | 2,0 L/ha | 1 aplicação em cana soca | NÚMERO: Máximo 1 aplicação. ÉPOCA: Fazer uma pulverização em cana soca, logo no início da brotação, aplicando o produto dirigido à base da soqueira; posicionar o jato de pulverização à base das touceiras, de forma que atinja aproximadamente 70% as plantas e 30% o solo. Pulverizar em ambos os lados da fileira de plantas. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
CEBOLA | Tripes do fumo, Tripes Thrips tabaci | 250 - 300 mL/ha | 4 aplicações | NÚMERO: Máximo 4 aplicações. Usar dose maior em situação de condições de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. ÉPOCA: Aplicar no início da infestação, presença de tripes na bainha das folhas. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar após 7 dias, se houver reinfestação. | 300 – 400 L/ha |
CITROS | Psilídeo Diaphorina citri | 15 mL/ 100L | 2 aplicações | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Inspecionar periodicamente a cultura através do monitoramento e pulverizar quando forem constatados os primeiros insetos (adultos ou ninfas). INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar em caso de reinfestação, se necessário. | 2000 L/ha |
Pulgão-preto Toxoptera citricida | 15 - 25 mL/ 100L | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Aplicar no início da infestação. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar em caso de reinfestação, se necessário. Usar a dose maior em situação de alta infestação, ou quando o clima for favorável ao ataque. | |||
Cochonilha- orthezia Orthezia praelonga | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Pulverizar no início da infestação, procurando atingir toda a copa da planta de citros, inclusive caule e pernadas, a fim de atingir a praga no interior da planta. Fazer aplicação dirigida nas árvores infestadas utilizando jato com pistola. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar em caso de reinfestação, se necessário. A maior dose deve ser utilizada em caso de alta pressão da praga ou condições climáticas favoráveis ao ataque. De acordo com a prática agrícola, pode-se acrescentar 0,25% v/v de óleo mineral à calda de pulverização. | ||||
Cigarrinhas- dos-citros Acrogonia gracilis; Dilobopterus costalimai; Oncometopia facialis | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Aplicar no aparecimento dos primeiros insetos no pomar. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar em caso de reinfestação, se necessário. Usar a dose maior em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. | ||||
FEIJÃO | Vaquinha- verde-amarela, Larva-alfinete Diabrotica speciosa | 100 - 125 mL/ha | 2 aplicações | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. Usar dose maior em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. ÉPOCA: Aplicar no início da infestação. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar a cada 7 dias, se ocorrer reinfestação. | 200 L/ha |
GIRASSOL | Vaquinha- verde-amarela Diabrotica speciosa | 300 - 400 mL/ha | 2 aplicações | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Iniciar as aplicações quando forem constatados os insetos adultos na área e início de danos nas folhas. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população da praga e condições de clima favorável ao seu desenvolvimento. INTERV. APLICAÇÃO: Fazer duas aplicações com intervalo de 7 dias. | 150 L/ha |
Lagarta-preta- das-folhas | 100 - 300 mL/ha | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Inspecionar periodicamente a cultura e pulverizar quando forem constatadas as |
PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | |
CULTURAS | NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Chlosyne lacinia saundersii | primeiras lagartas nas folhas. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população da praga e condições de clima favorável ao seu desenvolvimento. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar em caso de reinfestação, mas não antes de 7 dias. | ||||
GIRASSOL | Percevejo- verde-pequeno Piezodorus guildinii | 300 - 400 mL/ha | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Inspecionar periodicamente a cultura e pulverizar quando forem constatados os primeiros percevejos nos órgãos florais (capítulos). A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população da praga e condições de clima favorável ao seu desenvolvimento. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar em caso de reinfestação, mas não antes de 7 dias. | ||
Percevejo-da- soja Nezara viridula | |||||
Percevejo- marrom Euschistus heros | |||||
MILHO | Lagarta-militar, Lagarta-do- cartucho Spodoptera frugiperda | 200 - 250 mL/ha | 2 aplicações | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. A maior dose deve ser utilizada quando as lagartas estiverem em estádio de desenvolvimento entre o 2º e 3º ínstar ou em condições de alta população da praga ou, independente das demais situações, quando as plantas de milho estiverem no estádio de 6 a 8 folhas. ÉPOCA: Pulverizar quando houver 20% de plantas com sintomas de ataque, isto é, folhas raspadas pelo inseto. | 200 L/ha |
Percevejo- barriga-verde Dichelops melacanthus | 150 - 250 mL/ha | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Pulverizar no início do desenvolvimento da cultura, quando o ataque é mais severo. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população da praga, em áreas com histórico ou em plantios em que a cultura anterior foi o trigo. | |||
Tripes Frankliniella williamsi | 200 - 250 mL/ha | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. A maior dose deve ser utilizada em caso de alta pressão da praga ou condições climáticas favoráveis ao ataque. ÉPOCA: Pulverizar no início do desenvolvimento da cultura, quando o ataque é mais severo. | |||
PALMA FORRAGEIRA | Cochonilha-do- carmim Dactylopius opuntiae | 70 - 100 mL/ha | 2 aplicações | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Inspecionar as plantas freqüentemente. O nível de controle da cochonilha-do-carmim é menos de 10 colônias/planta e o combate deve ser iniciado logo após a detecção das primeiras colônias da praga no cultivo. Na primeira aplicação, tratar em área total. Voltar à área num intervalo de 10 a 14 dias e tratar somente cada planta atacada e as plantas imediatamente ao redor desta. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 10 a 14 dias e tratar somente cada planta atacada e as plantas imediatamente ao redor desta. | 1000 L/ha |
PASTAGENS | Cigarrinha-das- pastagens Deois flavopicta | 200 mL/ha | 1 aplicação | NÚMERO: Máximo 1 aplicação. ÉPOCA: Pulverizar na detecção da praga na área, através da observação da presença de adultos ou da formação de espuma na base das plantas. | 300 – 400 L/ha |
PEPINO | Broca-das- cucurbitáceas Diaphania nitidalis | 10 - 20 mL/100 L | 5 aplicações | NÚMERO: Máximo 5 aplicações. Usar dose maior em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. ÉPOCA: Aplicar no início da infestação INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar a cada 7 dias, se ocorrer reinfestação. | 500 – 800 L/ha |
Pulgão-das- inflorescências Aphis gossypii |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
SOJA | Lagarta-da- soja, Lagarta- desfolhadora Anticarsia gemmatalis | 150 - 200 mL/ha | 2 aplicações | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. Utilizar a dose mais alta em caso de alta pressão da praga. ÉPOCA: Inspecionar periodicamente a cultura com batidas de pano e pulverizar quando constatadas as primeiras lagartas. | 200 L/ha |
Percevejo-da- soja, Percevejo- verde Nezara viridula | 150 - 180 mL/ha | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Inspecionar periodicamente a lavoura com batida de pano após o florescimento e pulverizar quando forem encontrados de 2 a 4 percevejos por batida. | |||
Percevejo- marrom Euschistus heros | 200 mL/ha | ||||
Percevejo- verde- pequeno, Percevejo- pequeno Piezodorus guildinii | 150 - 180 mL/ha | ||||
Vaquinha- verde-amarela, Larva-alfinete Diabrotica speciosa | 75 - 100 mL/ha | 2 aplicações | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Aplicar no início da infestação da praga. | ||
Mosca-branca Bemisia tabaci | 250 mL/ha | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Aplicar no início da infestação da praga. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar com 10 dias de intervalo visando quebrar o ciclo da praga | |||
SORGO | Lagarta-militar, Lagarta-do- cartucho Spodoptera frugiperda | 150 - 200 mL/ha | 3 aplicações | NÚMERO: Máximo 3 aplicações. A maior dose deve ser utilizada em caso de alta pressão da praga ou condições climáticas favoráveis ao ataque. ÉPOCA: Pulverizar no início da infestação. Lagartas menores são mais facilmente controladas pelo produto. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar com intervalos de 7 dias em caso de reinfestação. | 200 L/ha |
TOMATE | Mosca-branca Bemisia tabaci | 50 - 100 mL/ 100 L | 6 aplicações | NÚMERO: Máximo 6 aplicações. A maior dose deve ser utilizada em caso de alta pressão da praga ou condições climáticas favoráveis ao ataque. ÉPOCA: Pulverizar no início do desenvolvimento da cultura, quando o ataque é mais severo e a suscetibilidade da cultura é maior. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar, se necessário, a cada 5 a 7 dias. | 500 – 800 L/ha |
Pulgão-verde, Pulgão-verde- claro Myzus persicae | 50 - 75 mL/ 100 L | 3 aplicações | NÚMERO: Máximo 3 aplicações. Usar a dose maior em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. ÉPOCA: Aplicar no início da infestação. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar a cada 7 dias, se ocorrer reinfestação | ||
Tripes Frankliniella schultzei | 6 aplicações | NÚMERO: Máximo 6 aplicações. A maior dose deve ser utilizada em caso de alta pressão da praga ou condições climáticas favoráveis ao ataque. ÉPOCA: Pulverizar no início do desenvolvimento da cultura, quando o ataque é mais severo e a suscetibilidade da cultura é maior. INTERV. |
PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | |
CULTURAS | NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
APLICAÇÃO: Reaplicar, se necessário, a cada 5 a 7 dias. | |||||
TOMATE | Vaquinha- verde-amarela, Larva-alfinete Diabrotica speciosa | 3 aplicações | NÚMERO: Máximo 3 aplicações. Usar a dose maior em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. ÉPOCA: Aplicar no início da infestação. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar a cada 7 dias, se ocorrer reinfestação. | ||
TRIGO | Percevejo- barriga-verde Dichelops melacanthus | 150 mL/ha | 2 aplicações | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Pulverizar no início do desenvolvimento da cultura, quando o ataque é mais severo. | 200 L/ha |
Pulgão-verde- dos-cereais, Pulgão-da- espiga Rhopalosiphum graminum | 40 - 50 mL/ha | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. A maior dose deve ser utilizada em caso de alta pressão da praga. ÉPOCA: Iniciar as pulverizações a partir do perfilhamento da cultura. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Anthonomus grandis | Bicudo | Ver detalhes |
| Amendoim | Stegasta bosquella | Lagarta-do-pescoço-vermelho | Ver detalhes |
| Arroz | Oebalus poecilus | Percevejo-da-panícula, Percevejo-do-arroz | Ver detalhes |
| Batata | Epicauta atomaria | Burrinho-da-batatinha, Vaquinha-das-solanáceas | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Heterotermes tenuis | Cupins | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Citros | Dilobopterus costalimai | Cigarrinha-da-cvc | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Girassol | Nezara viridula | Percevejo da soja | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Palma forrageira | Dactylopius opuntiae | Palma forregeira | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Pepino | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Trigo | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
Pulverização dirigida à base da soqueira: Posicionar o jato de pulverização direcionando-o à base das touceiras, de forma que atinja aproximadamente 70% as plantas e 30% o solo. Pulverizar em ambos os lados da fileira de plantas, utilizando bicos em pingente. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de aplicação ao redor de 150 L/ha.
Pulverização no sulco de plantio: Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de aplicação ao redor de 150 L/ha. Direcionar o jato de pulverização sobre os colmos (mudas) no momento da operação de plantio. Efetuar o fechamento do sulco imediatamente após o tratamento.
Utilizar pulverizador costal ou tratorizado provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada.
Bicos hidráulicos do tipo “CÔNICO VAZIO” da série “D” com difusor “45”. Ângulo do jato à 135o ou 45o para trás.
Atomizador rotativo “MICRONAIR (AU-5000)” com ângulo das pás de hélice ajustados em 65o. Diâmetro mediano de gotas (DMV) - Gotas médias - (200 a 400 m).
Cobertura no alvo, com densidade de gotas: 30 a 40 gotas/cm2. Volume ou taxa de aplicação: Ao redor de 10 - 30 L/ha.
Aeronaves do tipo Ipanema, Cessna Agwagon ou Pawnee:15 m. Aeronaves do tipo Trush ou Airtractor: 20 m.
Aeronaves do tipo Dromader: 25 m.
Altura do voo: 2 a 4 m acima do alvo, ajustado em função da velocidade do vento: Se o vento tender para velocidades maiores, reduzir a altura de voo, se o vento tender para velocidades menores, aumentar a altura de voo.
Temperatura do ar: Abaixo de 30o C. Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Mínima de 3 km/h até 18 km/h.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termohigrômetro.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
Os parâmetros básicos recomendados são:
Volume de calda 10 a 30 L/ha.
Diâmetro Mediano Volumétrico de gotas (DMV) 200 a 400 µm.
Largura da faixa de aplicação (IPANEMA) 15 m.
Altura de voo 2 a 4 m.
Cobertura no alvo 30 a 40 gotas/cm2.
Volume de calda 2 a 5 L/ha.
Diâmetro Mediano Volumétrico de gotas (DMV) 100 a 200 µm.
Largura da faixa de aplicação 15 a 18 m.
Altura de voo 2 a 4 m.
Cobertura no alvo 30 a 40 gotas /cm2.
Velocidade do vento de través--------------------------------------------Até 20 km/h.
Temperatura atmosférica Abaixo de 30o C.
Umidade relativa do ar Acima de 55%.
Para aplicação a baixo volume (BV) a 30 L/ha, faixa de 15 m e velocidade de voo 110 mph (milhas por hora), utilizar:
37 Bicos hidráulicos da série “D” – D/10 conjugado com difusor DC45, pressão de 2,0 bar (29 psi), com jato posicionado à 90o, ou
8 atomizadores rotativos “Micronair AU5000” com ângulo das pás entre 55 a 65o e com o VRU selecionado no orifício N.o 14 com pressão de 2,53 bar (36,7 psi).
Para aplicação (UBV) a 5,0 L/ha, faixa de 18 m e velocidade de voo a 110 mph utilizar:
28 bicos hidráulicos da série “D”, D4 conjugado com difusor DC25 e com pressão
de 2,0 bar e jato direcionado a 135o (seja 45o para frente), ou
8 atomizadores rotativos “Micronair AU5000” com ângulo das pás a 45o e com o VRU selecionado no orifício Nº 7 com uma pressão de 1,72 bar (25 psi).
Os parâmetros básicos recomendados são:
Volume de calda 10 a 30 L/ha.
Diâmetro Mediano Volumétrico de gotas (DMV) 200 a 400 µm .
Largura da faixa de aplicação (IPANEMA) 15 m.
Altura de voo 2 a 4 m.
Cobertura no alvo 30 a 40 gotas/cm2.
Volume de calda 2 a 5 L/ha.
Diâmetro mediano volumétrico de gotas (DMV) 100 a 200 µm.
Largura da faixa de aplicação 15 a 18 m.
Altura de voo 2 a 4 m.
Cobertura no alvo 30 a 40 gotas /cm2
Velocidade do vento calmo: ---------------------------------------------- Até 20 km/h.
Temperatura atmosférica Abaixo de 30o C.
Umidade relativa do ar Acima de 55%.
Para aplicação a baixo volume (BV) 30 L/ha, faixa de 15 m e velocidade de voo 110 mph (milhas por hora), utilizar:
40 Bicos hidráulicos da série “D” - D12 conjugado com difusor DC45, pressão de 1,5 bar, com jato posicionado à 90º;
ou
8 atomizadores rotativos “Micronair AU5000” com ângulo das pás entre 55 a 65º e com o VRU selecionado no orifício Nº 14.
Para aplicação a ultra baixo volume (UBV) a 5,0 L/ha , faixa de 18 m e de voo a 110 mph utilizar:
28 bicos hidráulicos da série “D”, D4 conjugado com difusor DC25 e com pressão
de 2,0 bar e jato direcionado a 45o para frente;
ou
8 atomizadores rotativos “Micronair AU5000” com ângulo das pás a 45º e com o VRU selecionado no orifício Nº 7 e com uma pressão de 1,72 bar (25 psi).
Cultura | Dias |
Algodão | 21 |
Amendoim | 42 |
Arroz | 21 |
Batata | 10 |
Cana-de-açúcar (foliar) | 30 |
Cana-de-açúcar (solo) | (1) |
Cebola | 3 |
Citros | 14 |
Feijão | 15 |
Girassol | 7 |
Milho | 40 |
Palma forrageira | 7 |
Pastagens | 3 |
Pepino | 1 |
Sorgo | 7 |
Soja | 30 |
Tomate | 5 |
Trigo | 42 |
Não determinado devido à modalidade de emprego.
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos Equipamentos de Proteção Individual usados durante a aplicação.
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
ALGODÃO | Bicudo-do- algodoeiro (Anthonomus grandis) | 300 a 400 mL/ha | 3 aplicações | 150 L/ha (aplicação terrestre) | ÉPOCA: Bicudo-do-algodoeiro: Iniciar as aplicações quando o nível de infestação obtido através do monitoramento, atingir no máximo entre 3 a 5% de botões florais atacados. Fazer bateria sequencial de 3 aplicações com intervalo de 5 dias. Usar a dose maior em situação de maior pressão da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. Para aplicação aérea seguir as instruções presentes na bula. INTERV. APLICAÇÃO: 5 dias. |
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 100 a 200 mL/ha | 20 L/ha (aplicação aérea) | ÉPOCA: Lagarta-do-cartucho: Iniciar a aplicação no início da infestação com no máximo 10% de plantas com lagartas pequenas. Reaplicar quando os níveis de dano forem atingidos. Usar dose maior em situação de alta infestação e quando as lagartas já estiverem em estágio mais avançado de desenvolvimento. INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. | ||
BATATA | Traça-da- batata (Phthorimaea operculella) | 100 a 200 mL/ha | 4 aplicações | 500 L/ha (aplicação terrestre) | ÉPOCA: Traça-da-batata: Iniciar as aplicações no início de infestação, nos primeiros sinais de ataque na lavoura. Reaplicar somente caso seja necessário, após monitoramento populacional da praga. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população da praga e condições de clima favorável ao seu desenvolvimento. |
Vaquinha- verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 50 a 100 mL/ha | - | ÉPOCA: Vaquinha-verde-amarela: Iniciar as aplicações quando forem constatados insetos adultos e os primeiros furos nas folhas. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população da praga e condições de alta temperatura e umidade. INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. | ||
CITROS | Psilídeo (Diaphorina citri) | 10 mL | 2 aplicações | Ao redor de 2000 L/ha (aplicação terrestre) 20 L/ha (aplicação aérea) | ÉPOCA: Psilídeo: Inspecionar periodicamente a cultura através do monitoramento e pulverizar quando forem constatados os primeiros insetos adultos ou ninfas nos ramos e brotações. ÉPOCA: Larva-minadora-das- folhas: Inspecionar periodicamente a cultura através do monitoramento e pulverizar |
Larva- minadora- das- folhas (Phyllocnistis citrella) | 10 a 30 mL/100L |
Mosca-negra (Aleurocanthus woglumi) | 10 mL/100L | quando forem encontradas as primeiras minas com presença de larvas de 1º ínstar nas brotações. A maior dose deve ser utilizada em caso de alta pressão da praga, áreas com histórico ou condições climáticas favoráveis ao ataque. ÉPOCA: Mosca-negra: Iniciar a aplicação no início de infestação dos insetos adultos e ninfas, após inspecionar folhas, ramos e caule. ÉPOCA: Bicho-furão: Fazer a aplicação no início do aparecimento dos insetos adultos, antes da penetração das lagartas no fruto, ou quando o número de adultos capturados pelas armadilhas de feromônio atingirem o nível de controle (6 adultos / armadilha). Reaplicar em caso de reinfestação, após monitoramento populacional das pragas. Para aplicação aérea seguir as instruções presentes na bula. INTERV. APLICAÇÃO: 21 dias. | |||
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 10 e 15 mL/ 100L | ||||
FEIJÃO | Lagarta- enroladeira- das- folhas (Hedylepta indicata) | 200 a 300 mL/ha | 1 aplicações | 200 L/ha (aplicação terrestre) | ÉPOCA: Iniciar a aplicação preferencialmente no início de ataque, quando observadas as primeiras lagartas e os sintomas de raspagem nas folhas. Reaplicar somente em caso de reinfestação. Usar dose maior em situação de alta infestação quando as lagartas já estiverem alojadas e enrolando as folhas. INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias |
MILHO | Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 100 a 150 e 200 mL/ha | 1 aplicações | 200 L/ha (aplicação terrestre) 20 L/ha (aplicação aérea) | ÉPOCA: Fazer amostragem e pulverizar no início da infestação, quando atingir 20% de plantas com folhas raspadas pelas lagartas. Aplicar preferencialmente com a cultura com 3 a 5 folhas expandidas. Aplicar o produto nas horas de temperatura mais amena e com presença de água no cartucho. Usar dose maior em situação de condições de alta infestação ou quando o clima for favorável ao ataque. INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. |
REPOLHO | Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | 100 a 200 mL/ha | 4 aplicações | 400 L/ha (aplicação terrestre) | ÉPOCA: Iniciar a aplicação no início da infestação, quando observadas as primeiras lagartas nas folhas e sintomas de ataque nas plantas. Reaplicar somente se for necessário. Usar dose maior em situação de condições de alta infestação ou quando o clima for favorável ao ataque, normalmente quente e seco. INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. |
SOJA | Lagarta-da- soja (Anticarsia gemmatalis) | 15 a 20 mL/ha | 1 aplicações | 150 e 200 L/ha (aplicação terrestre) 20 L/ha (aplicação aérea) | ÉPOCA: Lagarta-da-soja: Seguir a recomendação oficial: 30% de desfolha ou 40 lagartas/pano de batida antes da floração ou 15% de desfolha ou 40 lagartas/pano de batida, após a floração. ÉPOCA: Lagarta-falsa-medideira: Inspecionar periodicamente a lavoura com batida de pano e aplicar quando encontrar entre 5 a 10 lagartas pequenas de 1º e 2º por amostragem. ÉPOCA: Lagarta-enroladeira-das- folhas: Iniciar a aplicação no início de ataque, quando observadas as primeiras lagartas e sintomas de raspagem nas folhas. Para aplicação aérea seguir as instruções presentes na bula. INTERV. APLICAÇÃO: 14 dias. |
Lagarta- falsa- medideira (Pseudoplusia includens) | 50 a 75 e 100mL/ha | ||||
Lagarta- enroladeira - das- folhas (Hedylepta indicata Sin. Omiodes indicata) | 50 a 75 e 100mL/ha | ||||
TOMATE | Traça-do- tomateiro (Tuta absoluta) | 20 a 30 mL/100L | 4 aplicações | 1.000 L/ha (aplicação terrestre) | ÉPOCA: Traça-do-tomateiro: Pulverizar no início da infestação, quando constatada a presença de insetos adultos e os primeiros sintomas de minas nas folhas. Usar dose maior em condições de alta infestação ou quando o clima for favorável ao ataque. Fazer 3 a 4 aplicações semanais após o aparecimento da praga. INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Aveia | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Cevada | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Citros | Diaphorina citri | Psilídeo | Ver detalhes |
| Feijão | Hedylepta indicata | Lagarta-do-feijão, Lagarta-enroladeira-das-folhas | Ver detalhes |
| Girassol | Spodoptera eridania | Lagarta-das-folhas | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Repolho | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Soja | Omiodes indicata | Lagarta das folhas, Lagarta do feijão | Ver detalhes |
| Tomate | Plutella xylostella | Traça das cruciferas | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Adicionar óleo mineral ou vegetal à calda de pulverização na proporção de 0,25% v/v (250 ml/100 L), conforme preconizado pela prática agrícola na cultura.
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido, providos de pontas que produzam gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno. Utilizar os seguintes parâmetros:
Pressão de trabalho: 100 a 400 KPA (costal) e 100 a 800 KPA (equipamentos tratorizados);
Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ (micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico);
Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm2.
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura de pulverização de no mínimo de 50 cm, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Temperatura do ar: Abaixo de 30o C. Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Mínima de 3 km/h até 15 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Para as culturas de Algodão, Citros, Soja e Milho, MASUMO pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 metros acima do topo da planta.
A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição
com equipamentos que serão empregados na aplicação. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização entre 2 e 4 metros, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Temperatura do ar: Abaixo de 30o C. Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Mínima de 3 km/h até 15 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Somente realizar a aplicação aérea na presença de Profissionais habilitados.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termohigrômetro.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação previstas nas portarias do Decreto Lei 86.765 do Ministério da Agricultura.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
CULTURA | DIAS |
Algodão | 14 |
Batata | 3 |
Citros | 21 |
Feijão | 15 |
Milho | 15 |
Repolho | 7 |
Soja | 21 |
Tomate | 3 |
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.
Cultura | Pragas | Modalidade de Aplicação | Dose de produto comercial | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
Arroz | Bicheira do Arroz (Oryzophagus oryzae) | Aplicação foliar Terrestre ou Aérea | 60 - 85,7 g/ha | Aplicar o inseticida Altacor® para o controle da bicheira do arroz via foliar até 5 dias após a irrigação. Utilizar a dose menor em áreas com histórico de menor pressão da praga e dose maior em áreas com histórico de maior pressão da praga. |
Lagarta-da- panícula (Pseudaletia adultera e Pseudaletia sequax) | Aplicação foliar Terrestre ou Aérea | 40 – 50 g/ha | Aplicar o inseticida Altacor® para o controle da Lagarta-da-panícula via foliar quando apresentar incidência de 5 lagartas/m² até 15 dias antes da colheita. | |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 aplicação. Volume de Aplicação:
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Café | Bicho Mineiro do Cafeeiro (Leucoptera coffeella) | Aplicação foliar Terrestre | 90 g/ha | Para controle do bicho mineiro do cafeeiro realizar aplicações foliares de inseticida Altacor® com níveis de infestação (% de folhas atacadas com larvas vivas) de no máximo 3%. Adotar um intervalo de 45 dias entre aplicações. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. |
Número máximo de aplicações por ciclo de cultura: 2 aplicações Volume de Aplicação: - Aplicação foliar terrestre: Para o controle do Bicho Mineiro do Cafeeiro, o produto poderá ser aplicado com equipamento tratorizado turbo-atomizador, com volume de 400 L/ha, buscando atingir a parte externa e interna das plantas (obtendo cobertura uniforne de toda a planta). Pode- se utilizar pulverizador costal, manual ou motorizado. | ||||
Cultura | Pragas | Modalidade de Aplicação | Dose de produto comercial | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
Cana de Açúcar | Cupim (Heterotermes tenuis) | Aplicação Terrestre no Sulco de Plantio | 300 – 450 g/ha | Para o controle de cupins na cultura da cana-de-açúcar, realizar uma única aplicação de inseticida Altacor® no sulco de plantio, na dose de 300 gramas (g) do produto formulado por hectare para populações consideradas médias (abaixo de 40 indivíduos por amostra) e dose de 450 gramas (g) do produto formulado por hectare, para populações consideradas altas (acima de 40 indivíduos por amostra). |
Broca Gigante (Castnia licus) | Aplicação direta na soqueira imediatamente após a colheita | 450 g/ha | Para o controle da broca gigante na cultura da cana-de-açúcar, realizar uma única aplicação de inseticida Altacor® com equipamentos acoplados na colheitadeira mecânica, no momento da colheita, antes dos restos da cultura serem depositados sobre a soqueira, na dose de 450 gramas (g) do produto formulado por hectare. | |
Gorgulho (Sphenohporus levis) | Aplicação direta na soqueira com disco de corte da soqueira | 450 g/ha | Para o controle do gorgulho na cultura da cana-de-açúcar, realizar uma única aplicação de inseticida Altacor® com equipamentos de disco de corte em soqueira após a emergência da cultura com até 1 metro de altura. | |
Broca da Cana (Diatraea saccharalis) | Aplicação foliar Terrestre ou Aérea | 60 g/ha | Para o controle da broca da cana realizar uma única aplicação foliar de inseticida Altacor® com até 1% de incidência (número de plantas com larvas até o segundo instar). | |
Broca da Cana (Diatraea saccharalis) | Aplicação direta na soqueira com disco de corte da soqueira | 300 g/ha | Para o controle da broca da cana na cultura da cana-de-açúcar, realizar uma única aplicação de inseticida Altacor® com equipamentos de disco de corte em soqueira após a emergência da cultura com até 1 metro de altura. | |
Broca da Cana (Diatraea saccharalis) | Aplicação em mudas pré- brotadas | 150 - 300 g/ha | Para o controle da broca da cana na cultura da cana-de-açúcar, realizar uma única aplicação de inseticida Altacor® em mudas pré-brotadas com até 3 dias antes do transplantio. |
Cultura | Pragas | Modalidade de Aplicação | Dose de produto comercial | Número, Época e Intervalo de Aplicação | |
Cana de Açúcar | Broca da Cana (Diatraea saccharalis) | Aplicação Terrestre no Sulco de Plantio | 300 – 450 g/ha | Para o controle da broca da cana na cultura da cana-de-açúcar, realizar uma única aplicação de inseticida Altacor® no sulco de plantio, na dose de 300 gramas (g) do produto formulado por hectare para populações consideradas baixas de acordo com levantamento na cultura antecessora (abaixo de 1% do índice de intensidade de infestação antes do plantio) e dose de 450 gramas (g) do produto formulado por hectare, para populações consideradas altas (até 3% do índice de intensidade de infestação antes do plantio). | |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 aplicação foliar e 1 aplicação no solo (uma no sulco de plantio ou sobre o tolete da cana).
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Maçã | Mariposa Oriental (Grapholita molesta) | Aplicação foliar Terrestre | 10g/100 L | Para o controle da mariposa oriental, iniciar as aplicações com no máximo 5 adultos coletados em armadilhas de feromônios espalhadas pelo pomar. Adotar um intervalo de 14 dias entre aplicações. São recomendadas no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. É recomendado no máximo 120 g pc/ha (42 g i.a./ha) por aplicação. | |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 aplicações. Volume de Aplicação: - Aplicação foliar terrestre: utilizar um volume de 1200 L calda/ha, variando de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. As aplicações com o inseticida Altacor® deverão utilizar equipamento tratorizado turbo-atomizador, buscando atingir a parte externa e interna das plantas (obtendo cobertura uniforme de toda a planta). Pode-se utilizar pulverizador costal, manual ou motorizado. | |||||
Cultura | Pragas | Modalidade de Aplicação | Dose de produto comercial | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
Pêssego | Mariposa Oriental (Grapholita molesta) | Aplicação foliar Terrestre | 14 g/100 L | Para o controle da mariposa oriental, iniciar as aplicações com no máximo 5 adultos coletados em armadilhas de feromônios espalhadas pelo pomar. Adotar um intervalo de 14 dias entre aplicações. São recomendadas no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. É recomendado no máximo 140 g pc/ha (49 g i.a./ha) por aplicação. |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 aplicações. Volume de Aplicação: - Aplicação foliar terrestre: utilizar um volume de 1000 L calda/ha, variando de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. As aplicações com o inseticida Altacor® deverão utilizar equipamento tratorizado turbo-atomizador, buscando atingir a parte externa e interna das plantas (obtendo cobertura uniforme de toda a planta). Pode-se utilizar pulverizador costal, manual ou motorizado. | ||||
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| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Pseudaletia adultera | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Pessego | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
Utilizar pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e/ou estacionários munidos de mangueiras ou turbo-atomizadores. Utilizar pulverizadores tratorizados com os diferentes tipos e espaçamento de bicos recomendados pelos fabricantes. A altura da barra deve obedecer às recomendações dos fabricantes devendo, em toda a sua extensão, estar na mesma altura e ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura, de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
Mantenha a agitação do tanque e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação ou danos a culturas vizinhas.
Para situações em que se necessite utilizar equipamento costal manual de pulverização, recomenda-se que a regulagem seja feita de maneira a manter as doses recomendadas para o produto e cobertura uniforme das plantas.
Para o controle da broca gigante (Castnia licus) na cultura da cana de açúcar tanques para a mistura do defensivo devem ser acoplados a colheitadeira mecânica, para a distribuição da calda sobre os toletes.
Pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e/ou estacionários munidos de mangueiras ou turbo-atomizadores não devem ser usados para o controle da broca gigante. A distância da ponta de pulverização ao tolete deve ser de aproximadamente 50 cm e a calda deve cobrir bem o tolete logo após a colheita e antes da palha cair sobre a área tratada. Mantenha a calda em agitação durante toda a aplicação, mantendo o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação.
Condições climáticas: respeitar as condições de velocidade do vento, temperatura e umidade relativa, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Temperatura: inferior a 30ºC
Umidade relativa: superior a 55%
Velocidade do vento: máxima de 15 km/h
Equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos.
Tipo de bicos: cônicos D8, D10 ou D12, core 44 a 46, ou atomizadores de tela rotativa (Micronair)
Ângulo dos bicos em relação à direção de vôo: 135º e de acordo com as condições climáticas.
Volume de aplicação: mínimo de 20 L de calda/ha
Altura de vôo: 2.0 a 4.0 metros sobre a cultura
Largura da faixa de deposição efetiva: 13 a 15 m, de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma cobertura uniforme.
Evite a sobreposição das faixas de aplicação.
Parâmetros mínimos aceitáveis na uniformidade de aplicação: diâmetro de gotas de 200 a 400 micra e densidade de gotas mínima de 30 gotas/cm².
Condições climáticas: respeitar as condições de velocidade do vento, temperatura e umidade relativa, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Temperatura: inferior a 30ºC
Umidade relativa: superior a 55%
Velocidade do vento: mínimo de 3 e máximo de 15 km/h
Mantenha a calda em agitação durante toda a aplicação, mantendo o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e o tipo de equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver vento forte, acima de 15 km/h, ou em condições de vento inferiores a 3 km/h.
produzir gotas maiores a fim de reduzir o efeito da evaporação.
Culturas | Intervalo de Segurança (Dias) |
Arroz | 15 |
Café | 21 |
Cana-de-açúcar (solo) | (1) |
Cana-de-açúcar (foliar) | 60 |
Maçã | 14 |
Pêssego | 14 |
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Pragas | Modalidade de Aplicação | Dose | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
Arroz | Bicheira do Arroz (Oryzophagus oryzae) | Aplicação foliar Terrestre ou Aérea | 60 - 85,7 g.p.c./ha (21 - 30 g i.a./ha) | Aplicar o inseticida Altacor®WG para o controle da bicheira do arroz via foliar até 5 dias após a irrigação. Utilizar a dose menor em áreas com histórico de menor pressão da praga e dose maior em áreas com histórico de maior pressão da praga. |
Lagarta-da- panícula (Pseudaletia adultera e Pseudaletia sequax) | Aplicação foliar Terrestre ou Aérea | 40 - 50 g.p.c./ha (14 - 17,5 g i.a./ha) | Aplicar o inseticida Altacor®WG para o controle da Lagarta-da-panícula via foliar quando apresentar incidência de 5 lagartas/m² até 15 dias antes da colheita. | |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 aplicação. Volume de Aplicação:
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Café | Bicho Mineiro do Cafeeiro (Leucoptera coffeella) | Aplicação foliar Terrestre | 90 g.p.c./ha (31,5 g i.a./ha) | Para controle do bicho mineiro do cafeeiro realizar aplicações foliares de inseticida Altacor®WG com níveis de infestação (% de folhas atacadas com larvas vivas) de no máximo 3%. Adotar um intervalo de 45 dias entre aplicações. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. |
Número máximo de aplicações por ciclo de cultura: 2 aplicações Volume de Aplicação: - Aplicação foliar terrestre: Para o controle do Bicho Mineiro do Cafeeiro, o produto poderá ser aplicado com equipamento tratorizado turbo-atomizador, com volume de 400 L/ha, buscando atingir a parte externa e interna das plantas (obtendo cobertura uniforne de toda a planta). Pode- se utilizar pulverizador costal, manual ou motorizado. | ||||
Cana de Açúcar | Cupim (Heterotermes tenuis) | Aplicação Terrestre no Sulco de Plantio | 300 - 450 g.p.c./ha (105 - 157,5 g i.a./ha) | Para o controle de cupins na cultura da cana- de-açúcar, realizar uma única aplicação de inseticida Altacor®WG no sulco de plantio, na dose de 300 gramas (g) do produto formulado por hectare para populações consideradas médias (abaixo de 40 indivíduos por amostra) e dose de 450 gramas (g) do produto formulado por hectare, para populações consideradas altas (acima de 40 indivíduos por amostra). |
Cultura | Pragas | Modalidade de Aplicação | Dose | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
Cana de Açúcar | Broca Gigante (Castnia licus) | Aplicação direta na soqueira imediatamente após a colheita | 450 g.p.c./ha (157,5 g i.a./ha) | Para o controle da broca gigante na cultura da cana-de-açúcar, realizar uma única aplicação de inseticida Altacor®WG com equipamentos acoplados na colheitadeira mecânica, no momento da colheita, antes dos restos da cultura serem depositados sobre a soqueira, na dose de 450 gramas (g) do produto formulado por hectare. |
Gorgulho (Sphenohporus levis) | Aplicação direta na soqueira com disco de corte da soqueira | 450 g.p.c./ha (157,5 g i.a./ha) | Para o controle do gorgulho na cultura da cana-de-açúcar, realizar uma única aplicação de inseticida Altacor®WG com equipamentos de disco de corte em soqueira após a emergência da cultura com até 1 metro de altura. | |
Broca da Cana (Diatraea saccharalis) | Aplicação foliar Terrestre ou Aérea | 60 g.p.c./ha (21 g i.a./ha) | Para o controle da broca da cana realizar uma única aplicação foliar de inseticida Altacor®WG com até 1% de incidência (número de plantas com larvas até o segundo instar). | |
Broca da Cana (Diatraea saccharalis) | Aplicação direta na soqueira com disco de corte da soqueira | 300 g.p.c./ha (105 g i.a./ha) | Para o controle da broca da cana na cultura da cana-de-açúcar, realizar uma única aplicação de inseticida Altacor®WG com equipamentos de disco de corte em soqueira após a emergência da cultura com até 1 metro de altura. | |
Broca da Cana (Diatraea saccharalis) | Aplicação em mudas pré- brotadas | 150 a 300 g.p.c./ha (52,5 a 105 g i.a./ha) | Para o controle da broca da cana na cultura da cana-de-açúcar, realizar uma única aplicação de inseticida Altacor®WG em mudas pré-brotadas com até 3 dias antes do transplantio. | |
Broca da Cana (Diatraea saccharalis) | Aplicação Terrestre no Sulco de Plantio | 300 – 450 g.p.c./ha (105-157,5 g i.a./ha) | Para o controle da broca da cana na cultura da cana-de-açúcar, realizar uma única aplicação de inseticida Altacor®WG no sulco de plantio, na dose de 300 gramas (g) do produto formulado por hectare para populações consideradas baixas de acordo com levantamento na cultura antecessora (abaixo de 1% do índice de intensidade de infestação antes do plantio) e dose de 450 gramas (g) do produto formulado por hectare, para populações consideradas altas (até 3% do índice de intensidade de infestação antes do plantio). |
Cultura | Pragas | Modalidade de Aplicação | Dose | Número, Época e Intervalo de Aplicação | |
Cana de Açúcar | Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 aplicação foliar e 1 aplicação no solo (uma no sulco de plantio ou sobre o tolete da cana).
| ||||
Maçã | Mariposa Oriental (Grapholita molesta) | Aplicação foliar Terrestre | 10 g.p.c/100 L (3,5 g i.a./100 L) | Para o controle da mariposa oriental, iniciar as aplicações com no máximo 5 adultos coletados em armadilhas de feromônios espalhadas pelo pomar. Adotar um intervalo de 14 dias entre aplicações. São recomendadas no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. É recomendado no máximo 120 g pc/ha (42 g i.a./ha) por aplicação. | |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 aplicações. Volume de Aplicação: - Aplicação foliar terrestre: utilizar um volume de 1200 L calda/ha, variando de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. As aplicações com o inseticida Altacor®WG deverão utilizar equipamento tratorizado turbo-atomizador, buscando atingir a parte externa e interna das plantas (obtendo cobertura uniforme de toda a planta). Pode-se utilizar pulverizador costal, manual ou motorizado. | |||||
p.c. = Produto Comercial i.a. = Ingrediente Ativo
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Oryzophagus oryzae | Bicheira-da-raiz-do-arroz, Gorgulho-aquático-do-arroz | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Castnia licus | Broca-gigante | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
Utilizar pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e/ou estacionários munidos de mangueiras ou turbo-atomizadores. Utilizar pulverizadores tratorizados com os diferentes tipos e espaçamento de bicos recomendados pelos fabricantes. A altura da barra deve obedecer às recomendações dos fabricantes devendo, em toda a sua extensão, estar na mesma altura e ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura, de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
Mantenha a agitação do tanque e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação ou danos a culturas vizinhas.
Para situações em que se necessite utilizar equipamento costal manual de pulverização, recomenda-se que a regulagem seja feita de maneira a manter as doses recomendadas para o produto e cobertura uniforme das
plantas.
Para o controle da broca gigante (Castnia licus) na cultura da cana de açúcar tanques para a mistura do defensivo devem ser acoplados a colheitadeira mecânica, para a distribuição da calda sobre os toletes.
Pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e/ou estacionários munidos de mangueiras ou turbo-atomizadores não devem ser usados para o controle da broca gigante. A distância da ponta de pulverização ao tolete deve ser de aproximadamente 50 cm e a calda deve cobrir bem o tolete logo após a colheita e antes da palha cair sobre a área tratada. Mantenha a calda em agitação durante toda a aplicação, mantendo o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação.
Condições climáticas: respeitar as condições de velocidade do vento, temperatura e umidade relativa, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Temperatura: inferior a 30ºC
Umidade relativa: superior a 55%
Velocidade do vento: máxima de 15 km/h
Equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos.
Tipo de bicos: cônicos D8, D10 ou D12, core 44 a 46, ou atomizadores de tela rotativa (Micronair)
Ângulo dos bicos em relação à direção de vôo: 135º e de acordo com as condições climáticas.
Volume de aplicação: mínimo de 20 L de calda/ha
Altura de vôo: 2.0 a 4.0 metros sobre a cultura
Largura da faixa de deposição efetiva: 13 a 15 m, de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma cobertura uniforme.
Evite a sobreposição das faixas de aplicação.
Parâmetros mínimos aceitáveis na uniformidade de aplicação: diâmetro de gotas de 200 a 400 micra e densidade de gotas mínima de 30 gotas/cm².
Condições climáticas: respeitar as condições de velocidade do vento, temperatura e umidade relativa, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Temperatura: inferior a 30ºC
Umidade relativa: superior a 55%
Velocidade do vento: mínimo de 3 e máximo de 15 km/h
Mantenha a calda em agitação durante toda a aplicação, mantendo o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Leia as instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Inversão térmica.
No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e o tipo de equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver vento forte, acima de 15 km/h, ou em condições de vento inferiores a 3 km/h.
Culturas | Intervalo de Segurança (Dias) |
Arroz | 15 |
Café | 21 |
Cana-de-açúcar (sulco de plantio) | (1) |
Cana-de-açúcar (soqueira) | (1) |
Cana-de-açúcar (tratamento de propágulos vegetativos (mudas) antes do plantio) | (1) |
Cana-de-açúcar (foliar) | 60 |
Maçã | 14 |
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
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Recomenda-se a seguinte instrução de uso para o produto:
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
ALGODÂO | Helicoverpa armigera | 650 a 750 mL/ha | 3 aplicações | Pulverização Terrestre 100 - 150 L/ha Pulverização Aérea Mínimo de 20 L/ha | Helicoverpa e Lagarta-militar: Inspecionar periodicamente a lavoura e aplicar no início da infestação, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Ácaro-rajado: Inspecionar periodicamente a lavoura e aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 400 a 600 mL/ha | ||||
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 400 a 600 mL/ha | ||||
CANA-DE- AÇUCAR | Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 300 a 500 mL/ha* | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 100 a 150 L/ha Pulverização aérea: Mínimo de 20 L/ha | Broca-da-cana: Fazer amostragem e pulverizar no início da infestação, com até 1% de incidência de broca na bainha da cana, antes da penetração no palmito. Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação, respeitando-se o intervalo mínimo de 30 dias, não excedendo o número máximo de aplicações. |
CITROS | Ácaro-da-falsa- ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | 5ml/100 L* | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 1.000 – 2.000 L/ha Pulverização aérea: Mínimo 20 L/ha | Ácaro-da-falsa-ferrugem: Iniciar pulverizações com frutos do tamanho de azeitona a bolas de ping pongue. Evite escorrimento. Psilídeo: Inspecionar periodicamente a cultura através do monitoramento e pulverizar quando forem constatados os primeiros insetos (adultos ou ninfas). Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. |
Psilídeo (Diaphorina citri) | 10-20 mL/100 L* | ||||
INTERV. APLICAÇÃO: 21 dias. | |||||
MILHO | Lagarta-Militar (Spodoptera Frugiperda) | 200 a 600 mL/ha* | 2 aplicações | 100 - 150 L/ha (Aplicação terrestre) Mínimo de 20 L/ha (Aplicação aérea) | ÉPOCA: Realizar a aplicação no início de infestação, quando observadas até 10% de plantas com sintomas de raspagens nas folhas. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. |
MILHETO | Lagarta-Militar (Spodoptera Frugiperda) | 200 a 600 mL/ha* | 2 aplicações | 100 - 150 L/ha (Aplicação terrestre) Mínimo de 20 L/ha (Aplicação aérea) | ÉPOCA: Realizar a aplicação no início de infestação, quando observadas até 10% de plantas com sintomas de raspagens nas folhas. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
Ácaro-vermelho (Tetranychus desertorum) | 150 ml/ha* | ||||
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 100-200 ml/ha* | Ácaros: Recomenda-se monitorar constantemente os ácaros na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. | |||
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 50-100 ml/ha* | Pulverização Terrestre 150 - 200 L/ha | Lagarta-da-soja, Lagarta-do-cartucho e Lagarta-falsa-medideira: Inspecionar periodicamente a lavoura com batida de pano e iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. | ||
SOJA | 2 aplicações | Pulverização Aérea Mínimo de 20 L/ha | Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERV. APLICAÇÃO: 14 dias. | ||
Lagarta-falsa- medideira (Pseudoplusia includens) | 150-200 ml/ha* | ||||
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 150-200 ml/ha* | ||||
Helicoverpa: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. | |||||
Helicoverpa armigera | 200 mL/ha* | Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | |||
INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||
SORGO | Lagarta-Militar (Spodoptera Frugiperda) | 200 a 600 mL/ha* | 2 aplicações | 100 - 150 L/ha (Aplicação terrestre) Mínimo de 20 L/ha (Aplicação aérea) | ÉPOCA: Realizar a aplicação no início de infestação, quando observadas até 10% de plantas com sintomas de raspagens nas folhas. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. |
(*) Adicionar adjuvante recomendado pelo Fabricante. Dissolver o produto previamente em água e depois acrescentar o adjuvante.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Helicoverpa armigera | Lagarta-do-algodão | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Citros | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro-da-falsa-ferrugem, Ácaro-da-mulata | Ver detalhes |
| Milheto | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Milho | Ver detalhes | ||
| Soja | Pseudoplusia includens | Lagarta-do-linho, Lagarta-falsa-medideira | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido, providos de pontas que produzam gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno. Utilizar os seguintes parâmetros:
Pressão de trabalho: 100 a 800 KPA (equipamentos tratorizados).
Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ (micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico);
Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm2;
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura de pulverização de no mínimo de 50 cm, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Temperatura do ar: Abaixo de 30oC. Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Mínima de 3 km/h até máxima de 10 km/h. Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
para a melhor utilização do sistema dosador e de injeção, além da correta regulagem do equipamento.
Para as culturas de algodão, cana-de-açucar, citros, milho, milheto, soja e sorgo, AMPLIGO PRO pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 metros acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização entre 2 e 4 metros, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Condições meteorológicas:
Temperatura do ar: Abaixo de 30oC. Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Mínima de 3 km/h até 10 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Somente realizar a aplicação aérea na presença de Profissionais habilitados.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termohigrômetro.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação previstas nas portarias do Decreto Lei 86.765 do Ministério da Agricultura.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
Aplicação via drones agrícolas:
O produto AMPLIGO PRO pode ser aplicado através de drones agrícolas para as culturas de milheto, milho e sorgo, devendo ser adequados para cada tipo de cultura e alvo, provido de pontas, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos, seguindo todas as orientações e normativas do MAPA e ANAC.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de drone utilizado, procurando manter média de 2 metros acima do topo da planta, ou menor quando possível. A largura da faixa de
deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação, sendo recomendado o uso de gotas com diâmetro médio. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Quando utilizar aplicações via drones agrícolas obedecer às normas técnicas de operação previstas na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pelo regulamento brasileiro de aviação civil especial (RBAC) nº 94 e pelas diretrizes e orientações do Ministério da Agricultura (MAPA).
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização com média de 2 metros, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Condições meteorológicas:
Temperatura do ar: abaixo de 30oC Umidade relativa do ar: acima de 55%
Velocidade do vento: média de 3 km/h até 10 km/h
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Somente realizar a aplicação aérea na presença de profissionais habilitados.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo higrômetro.
Cultura | Dias |
Algodão | 21 |
Cana-de-Açucar | 60 |
Citros | 7 |
Milho | 40 |
Milheto | 40 |
Soja | 21 |
Sorgo | 40 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Arpo 800 WG é um inseticida e cupinicida do grupo químico pirazol que age por ação de contato e ingestão, quando utilizados no tratamento do solo nas culturas de batata,cana-de-açúcar e milho, e por imersão de mudas de eucalipto, apresentando controle para os alvosbiológicos abaixo indicados, os quais causam consideráveis danos à produção destas culturas:
Cultura | Pragas | Dose (g p.c./ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de Calda | Número Máximo de Aplicação |
Batata | Larva-alfinete (*) (Diabrotica speciosa) | 150 (sulco) + 200 (amontoa) | 120 + 160 | 150 a 300 L/ha | 2 |
Cana-de- açúcar | Plantios Novos | ||||
Migdolus (*) (Migdolus fryanus) | 500 (sulco) ou 400 (Arado) + 250 (sulco) | 400 ou (320 + 200) | 200 a 300 L/ha | 1 | |
Broca-da-cana (*) (Diatraea saccharalis) | 500 | 400 | 300 L/ha | 1 | |
Cupins (*) (Heterotermes tenuis) (Cornitermes cumulans) (Neocapritermes opacus) (Procornitermes triacifer) | 200 – 250 | 160 - 200 | 300 L/ha | 1 | |
Soqueira | |||||
Cupins (**) (Heterotermes tenuis) (Cornitermes cumulans) (Neocapritermes opacus) (Procornitermes triacifer) | 250 | 200 | 300 L/ha | 1 | |
Controle de Formigas – Plantios Novos ou Soqueira | |||||
Saúva parda (***) (Atta capiguara) | 1 - 2 g p.c./L de calda | 0,8 - 1,6 i.a./L de calda | 50 mL/olheiro | 1 | |
Milho | Larva-alfinete (*) (Diabrotica speciosa) | 100 | 80 | 250 a 300 L/ha | 1 |
Pão-de-galinha (*) (Diloboderus abderus) | |||||
Cultura | Pragas | Dose (g p.c./ha) | Dose (g p.c./100 L) | Volume de Calda | Número Máximo de Aplicação |
Eucalipto | Cupins (Cornitermis bequaerti) (Syntermes molestus) | 125 | - | 20 mL/planta | 5 |
(*) Aplicação do produto no sulco de plantio no momento da semeadura.
(**) Aplicação do produto abaixo da superfície do solo na região de maior ocorrência do sistema radicular das plantas. (***) Aplicação do produto no olheiro e trilha de caminhamento próximo ao “olheiro”.
Larva-alfinete: realizar a aplicação em jato dirigido no sulco de plantio da cultura no momento da semeadura (cobertura dos tubérculos semente), na dose de 150 g. p.c./ha (120 g. i.a./ha) com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 150 a 300 litros de calda por hectare. Fazer uma complementação na dose de 200 g. p.c./ha (160 g. i.a./ha) no momento da “amontoa” (15 a 25 dias após a semeadura), dirigido para a base das plantas, local onde haverá a formação dos tubérculos cobrindo o produto imediatamente com terras após a aplicação, formando assim uma barreira química impedindo o acesso da praga até os tubérculos.
Efetuar no máximo 2 aplicações.
Cupins e Broca-da-cana: Realizar as aplicações preventivamente no sulco de plantio, sobre os toletes, no momento da semeadura da cultura com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque) imediatamente antes da cobertura. Utilizar as doses mais baixas 200 g. p.c./ha (160 g. i.a./ha) para controle de cupins em área onde as infestações sejamreconhecidamente baixas. A dose maior, 250 g. p.c./ha (200 g. i.a./ha) deverá ser utilizada para níveis de infestações médios a altos.
Migdolus: Em áreas de baixa incidência da praga, utilizar a dose de 500 g. p.c./ha (400 g. i.a./ha) em uma única aplicação com auxílio de pulverizadores tratorizados adaptados com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 200 a 300 litros de calda por hectare no sulco de plantio no momentoda semeadura da cultura, sempre cobrindo o local imediatamente com terra.
Áreas de alta infestação utilizar o parcelamento de doses, sendo: 400 g. p.c./ha (320 g. i.a./ha) pulverizado na base do arado de aiveca, formando uma barreira química no subsolo contra o ataque da praga, complementado com a dose de 250 g. p.c./ha (200 g. i.a./ha) aplicado no sulco de plantio no momento da realização da semeadura da cultura.
Cupins: realizar a aplicação com equipamentos pulverizadores adaptados para tal função com uma vazão de 300 litros de calda por hectare, abrindo um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura. Aplique somente após ser constatado a presença da praga na área, e acima do nível de dano econômico.
Saúva parda: Deve ser feita uma vez de forma dirigida, aplicando-se 50 mL de calda/olheiro e proximidades da trilha de caminhamento.
Antes do plantio, única aplicação. Preparar uma calda inseticida contendo 0,5% de Arpo 800 WG, proceder a imersão das bandejas com as mudas durante um período de 30 segundos, em seguida retira-las e deixar escorrer o excesso de calda por um período de 2 minutos. Aguardar a secagem das bandejas antes de efetuar o plantio das mudas.
Larva-alfinete: no controle da larva-alfinete, proceder a aplicação preventivamente em jato dirigido no sulco de plantio no momento da realização da semeadura, com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 250 a 300 litros de calda por hectare, cobrindo o produto quefoi pulverizado imediatamente com terra. Efetuar apenas 1 aplicação.
Pão-de-galinha: Para o controle do Pão-de-galinha o produto poderá ser aplicado no sulco de plantio no momento da semeadura com o auxílio de pulverizadores específicos de tal forma que haja uma distribuição homogênea do produto, devendo cobrir o local com terra. Efetuar apenas 1 aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Atta capiguara | Saúva parda | Ver detalhes |
| Eucalipto | Syntermes molestus | Cupim, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Milho | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Soja | Sternechus subsignatus | Gorgulho-da-soja, Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
Para o sulco de plantio o produto poderá ser aplicado com equipamentos tratorizados adaptados com bico de jato leque (plano) ou cônico, dependendo do alvo a ser atingido, e a uma vazão de 100a 300 litros de calda por hectare, procurando sempre colocar o produto no local de ocorrência da praga a ser controlada, devendo o mesmo ser coberto imediatamente com terra.
Os bicos regulados à pressão 20 a 80 lb/pol², deverão proporcionar gotas de 110 a 250 micras de diâmetro com densidade mínima de 40 gotas/cm².
Para saúva-parda deve ser realizado pulverização da calda do Arpo 800 WG de forma dirigida, com um consumo de 50 mL de calda/olheiro, usando um pulverizador costal procurando-se atingir o centro do “olheiro” e por onde caminham as formigas (0,5 metros), procurando atingir os indivíduosali presentes e também o solo por onde as mesmas estão circulando.
Para melhor preparação da calda, abasteça o pulverizador até ¾ de sua capacidade mantendo o agitador ou retorno acionado. Coloque a dose indicada do inseticida Arpo 800 WG em umrecipiente com água a parte para se obter uma pré-diluição do produto e adicione ao tanque do pulverizador, após isso complete o volume restante do pulverizador com água e aplique imediatamente o produto sobre o alvo biológico.
Devido à modalidade de uso as condições climáticas não são fatores limitantes para aplicação do produto, exceto casos extremos como chuvas, vento muito forte, altas temperaturas e outros fatores que possam impedir a aplicação do produto.
Temperatura: máxima 27ºC
Umidade relativa do ar: mínima 55%
Velocidade de ventos: máxima 10 km/hora (3 m/seg.).
Considerar sempre que a umidade relativa do ar é o elemento mais importante na maior ou menor velocidade de evaporação das gotas. Lembrar que as gotas muito finas não atingem adequadamente o alvo, e tem deriva maior, enquanto que gotas muito grossas dão uma deposiçãoinadequada e escorrem para o solo.
Culturas | Dias |
Batata | (1) |
Cana-de-açúcar | (1) |
Eucalipto | UNA |
Milho | (1) |
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego (Aplicação no solo).UNA = Uso não alimentar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Trata-se de um inseticida que atua como regulador de crescimento de insetos, pois é um inibidor da síntese de quitina. Deve ser utilizado em pulverização nas culturas de algodão, amendoim, batata, cana-de-açúcar, citros, couve, feijão, milho, milheto, repolho, soja, tomate e trigo.
Culturas | Alvos controlados | Doses | Número e intervalo de aplicação | Época de aplicação | Volume de calda |
Algodão | Curuquerê- do-algodoeiro (Alabama argilacea) | 0,20 a 0,50 L/ha (10 a 25 g i.a.*/ha) | Utilizar o produto em no máximo 4 (quatro) aplicações durante o ciclo da cultura. Repetir a aplicação a cada 10 a 14 dias, se necessário. Aplicar a dose mais alta em caso de alta infestação da praga. | Aplicar logo no início do desenvolvimento da praga, ainda no estágio jovem, no máximo até o 2o instar. | 150 a 300 litros de água por hectare *Aplicação aérea: Vide modo de aplicação |
Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 0,60 a 0,75 L/ha (30 a 37,5 g i.a./ha) | Utilizar o produto em no máximo 4 (quatro) aplicações durante o ciclo da cultura. Repetir após 10 a 14 dias, se necessário. | Aplicar com presença de lagartas de até 2° instar (ou menores que 1 cm). | ||
Lagarta- militar (Spodoptera frugiperda) | 0,3 a 0,4 L/ha (15 a 20 g i.a./ha) | Utilizar o produto em no máximo 4 (quatro) aplicações durante o ciclo da cultura. Repetir a aplicação a cada 10 a 14 dias, se necessário. Aplicar a dose mais alta em caso de alta infestação da praga. | Aplicar com presença de lagartas de até 2° instar (ou menores que 1 cm). | ||
Amendoim | Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 0,60 a 0,75 L/ha (30 a 37,5 g i.a./ha) | Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. Repetir após 10 a 14 dias, se necessário. | Aplicar com presença de lagartas de até 2° instar (ou menores que 1 cm). | 150 - 200 litros por hectare |
Batata | Traça-da- batata (Phthorimoea opercullela) | 0,60 L/ha (30 g i.a./ha) | Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. Repetir após 7 a 10 dias, se necessário. | Aplicar no início do aparecimento da praga. | 200 a 500 litros por hectare. |
Cana-de- açúcar | Broca-da- cana (Diatraea saccharalis) | 0,30 a 0,50 L/ha (15 a 25 g i.a./ha) | Utilizar o produto em no máximo 2 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura. Reaplicar após 20 a 40 dias, caso haja reinfestação. | Aplicar quando o nível de infestação atingir de 1 a 3% de colmos com presença de lagartas de até 3° instar (ou menores que 1 cm). | 200 a 300 litros de água por hectare. *Aplicação aérea: Vide modo de aplicação |
Citros | Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 30 mL/100 L de água (1,5 g i.a./100 L de água) | Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. Repetir após 10 a 14 dias, se necessário. | Aplicar no início do aparecimento da praga. | 1000 a 2000 litros por hectare. |
Couve | Curuquerê- da- couve (Ascia monuste orseis) | 50,0 ml/100 L d’água (2,5 g i.a./100 L/d’água) | Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. Repetir após 7 a 10 dias, se necessário. | Aplicar no início do aparecimento da praga. | 600 a 800 litros d’água por hectare. |
Feijão | Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 0,60 a 0,75 L/ha (30 a 37,5 g i.a./ha) | Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. Repetir após 10 a 14 dias, se necessário | Aplicar com presença de lagartas de até 2° ínstar (ou menores que 1 cm). | 150 a 200 litros por hectare. |
Milho | Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,15 a 0,30 L/ha (7,5 a 15 g i.a./ha) | Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. Repetir após 10 a 14 dias, se necessário. | Aplicar logo no início do aparecimento da praga, na fase de raspagem das folhas. | 300 a 500 litros d'água por hectare. *Aplicação aérea: Vide modo de aplicação |
Milheto | Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,15 a 0,30 L/ha (7,5 a 15,0 g i.a./ha) | Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. Repetir após 10 a 14 dias, se necessário. | Aplicar logo no início do aparecimento da praga, na fase de raspagem das folhas. | 300 a 500 litros d'água por hectare. |
Repolho | Curuquerê- da-couve (Ascia monuste orseis) | 50 mL/100 L de água (2,5 g i.a./100 L/de água) | Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. Repetir após 7 a 10 dias, se necessário. | Aplicar no início do aparecimento da praga. | 600 a 800 litros d' água por hectare |
Soja | Lagarta-da- soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,10 a 0,25 L/ha (5,0 a 12,5 g i.a./ha) | Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. Repetir após 10 a 14 dias, se necessário. | Aplicar logo no início do aparecimento da praga. | 150 a 300 litros de água por hectare *Aplicação aérea: Vide modo de aplicação |
Lagarta falsa- medideira (Rachiplusia nu e Pseudoplusia includens) | 0,40 a 0,75 L/ha (20 a 37,5 g i.a./ha) | ||||
Lagarta- helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 0,60 a 0,75 L/ha (30 a 37,5 g i.a./ha) | Aplicar com presença de lagartas de até 2º. instar (ou menores que 1,5 cm). |
Lagarta- helicoverpa (Helicoverpa zea) | 0,40 L/ha (20 g i.a./ha) | Aplicar com presença de lagartas de até 3º. instar (ou menores que 1 cm). | |||
Lagarta- militar (Spodoptera frugiperda) | 0,3 a 0,4 L/ha (15 a 20 g i.a./ha) | Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. Repetir a aplicação a cada 10 a 14 dias, se necessário. Aplicar a dose mais alta em caso de alta infestação da praga. | Aplicar com presença de lagartas de até 2° instar (ou menores que 1 cm). | ||
Tomate | Traça-do- tomateiro (Tuta absoluta) | 100 mL/100 L de água (5 g i.a./100 L de água) | Utilizar o produto em no máximo 4 (quatro) aplicações durante o ciclo da cultura. Repetir após 7 a 10 dias, se necessário. | Aplicar no início do aparecimento da praga. | 800 a 1000 litros d'água por hectare. |
Trigo | Lagarta-do- trigo (Pseudaletia sequax) | 100 a 150 ml/ha (5 a 7,5 g i.a./ha) | Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. Repetir após 10 a 14 dias, se necessário. | Aplicar no início do aparecimento da praga. | 200 a 300 litros d’água por hectare. *Aplicação aérea: Vide modo de aplicação |
A.I. = ingrediente ativo.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Amendoim | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Couve | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Feijão | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Milheto | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Repolho | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Soja | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Aplicação aérea: Utilizar aeronave equipada com bico cônico, altura de voo de 2 a 4 metros do alvo a ser atingido, com volume de calda de 40L/ha, largura da faixa de deposição de 15 a 18 metros. A velocidade do vento deve ser menor que 8 km/ha, a temperatura menor que 30°C e a umidade do ar maior que 70%.
Aplicação aérea: Utilizar aeronave equipada com bico cônico, altura de voo de 2 a 4 metros do alvo a ser atingido, com volume de calda de 40L/ha, largura da faixa de deposição de 15 a 18 metros. A
velocidade do vento deve ser menor que 8 km/ha, a temperatura menor que 30°C e a umidade do ar maior que 70%.
Aplicação aérea: Utilizar aeronave equipada com bico cônico, altura de voo de 2 a 4 metros do alvo a ser atingido, com volume de calda de 40L/ha, largura da faixa de deposição de 15 a 18 metros. A velocidade do vento deve ser menor que 8 km/ha, a temperatura menor que 30°C e a umidade do ar maior que 70%.
Aplicação aérea: Utilizar aeronave equipada com bico cônico, altura de voo de 2 a 4 metros do alvo a ser atingido, com volume de calda de 40L/ha, largura da faixa de deposição de 15 a 18 metros. A velocidade do vento deve ser menor que 8 km/ha, a temperatura menor que 30°C e a umidade do ar maior que 70%.
* O sistema de agitação, do produto no tanque de pulverização, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Seguir estas condições de aplicação, caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo.
Algodão | 14 dias |
Amendoim | 14 dias |
Batata | 7 dias |
Citros | 28 dias |
Couve | 7 dias |
Feijão | 14 dias |
Cana-de-açúcar | 60 dias |
Milho | 14 dias |
Milheto | 14 dias |
Repolho | 7 dias |
Soja | 14 dias |
Tomate | 3 dias |
Trigo | 14 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | ALVOS | DOSES (g p.c./ha) | RECOMENDAÇÕES DE USO | ||
Número, época e intervalo de aplicação | Número máximo de aplicações | Volume de calda | |||
Batata | Larva-alfinete (Diabrotica speciosa) | 150 (sulco de plantio) + 200 (amontoa) | Aplicar o produto em jato dirigido no sulco de plantio da cultura no momento da semeadura na dose de 150 g p.c./ha com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque). Fazer uma complementação na dose de 200 g p.c./ha no momento da “amontoa” (15 a 25 dias após a semeadura), cobrindo o produto imediatamente com terra após a aplicação. | 2 | Terrestre: 150 a 300 L/ha |
Cana-de-açúcar (plantios novos) | Migdolus (Migdolus fryanus) | 500 (sulco de plantio) ou 400 (arado) + 250 (sulco de plantio) | Aplicar o produto na dose de 500 g p.c./ha, em áreas de baixa incidência da praga. Utilizar a dose de 500 g p.c./ha em uma única aplicação com auxílio de pulverizadores tratorizados adaptados com bico de jato plano (leque) no sulco de plantio no momento da semeadura da cultura. Áreas de alta infestação: utilizar o parcelamento de doses: 400 g p.c./ha, pulverizando-se na base do arado de aiveca, formando uma barreira química no subsolo contra o ataque da praga, complementado com a dose de 250 g p.c./ha, aplicando-se no sulco de plantio no momento da realização da semeadura da cultura. Número de aplicações: até 2 aplicações. | 2 | Terrestre: 300 L/ha |
Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 500 | Aplicar o produto preventivamente no sulco de plantio no momento da semeadura da cultura com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque). Utilizar as doses mais baixas 200 g p.c./ha para controle de cupins em área onde as infestações sejam reconhecidamente baixas. Aplicar a dose maior, 250 g p.c./ha, para níveis de infestações médios a altos. Número de aplicações: até 1 aplicação. | 1 | Terrestre: 300 L/ha | |
Cupins (Heterotermes tenuis, Cornitermes cumulans, Neocapritermes opacus Procornitermes triacifer) | 200 a 250 | ||||
Cana-de-açúcar (soqueira) | Cupins (Heterotermes tenuis, Cornitermes cumulans, Neocapritermes opacus Procornitermes triacifer) | 250 | Aplicar o produto com equipamentos pulverizadores adaptados para tal função, abrindo-se um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando-se sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura. Aplicar somente após ser constatado a presença da praga na área, e acima do nível de dano econômico | 1 | Terrestre: 300 L/ha |
Milho | Larva-alfinete (Diabrotica speciosa) | 100 | Aplicar o produto preventivamente em jato dirigido no sulco de plantio no momento da realização da semeadura, com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque), cobrindo-se o produto que foi pulverizado imediatamente com terra. | 1 | Terrestre: 250 a 300 L/ha |
Pão-de-galinha (Diloboderus abderus) | Aplicar o produto no sulco de plantio no momento da semeadura com o auxílio de pulverizadores específicos de tal forma a se dar uma distribuição homogênea do produto. Número de aplicações por safra da cultura: até 1 aplicação. | 1 | Terrestre: 250 a 300 L/ha |
Notas:
1 kg de BENFORCE contém 800 g/kg do ingrediente ativo fipronil.
Os volumes de calda em faixa variam em função do estado vegetativo, densidade foliar e porte das plantas.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Milho | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
Aplicar BENFORCE nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação.
O produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos tratorizados adaptados, com bico de jato leque (plano) ou cônico, dependendo do alvo a ser atingido ou pulverizador costal manual. Procurar sempre colocar o produto no local de ocorrência da praga a ser controlada.
Bico: jato em cone da Série X ou D coma, por exemplo, JA-2, D2 ou similares ou em jato leque Twinjet 8003 VB, dependendo do alvo a ser atingido.
.
Pressão: 20 a 80 lb/pol2
Tamanho de gotas: 110 a 250 micras de diâmetro Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm².
A boa eficiência de aplicação, entre outros fatores, destaca um conjunto de características e ações que devem ser rigorosamente observadas, tais como:
para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos:
. Temperatura ambiente abaixo de 30ºC;
. Umidade relativa do ar acima de 50%;
. Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/h;
. Não aplicar sob chuva.
Batata | Não determinado devido a modalidade de emprego (aplicação para tratamento de solo) |
Cana-de-açúcar | Não determinado devido a modalidade de emprego (aplicação para tratamento de solo) |
Milho | Não determinado devido a modalidade de emprego (aplicação para tratamento de solo) |
Como a finalidade do produto é a aplicação no solo, não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada.
Cultura | Pragas Nome comum (Nome científico) | Dose p.c. (g/ha) | Dose i.a. (g/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número máximo de aplicações |
Batata | Larva-alfinete (Diabrotica speciosa) | 150 + 200 | 120 + 160 | 150 - 300 | 2 |
Época e intervalo de aplicação: Para controle da Larva-alfinete realizar a aplicação em jato dirigido no sulco de plantio da cultura no momento da semeadura (cobertura dos tubérculos semente), na dose de 150 g.p.c./ha (120 g. i.a./ha) com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 150 a 300 litros de calda por hectare. Fazer uma complementação na dose de 200 g. p.c./há (160 g. i.a./ha) no momento da “amontoa” (15 a 25 dias após a semeadura), dirigido para a base das plantas, local onde haverá a formação dos tubérculos cobrindo o produto imediatamente com terras após a aplicação, formando assim uma barreira química impedindo o acesso da praga até os tubérculos. | |||||
Plantios Novos | |||||
Cana-de- açúcar | Migdolus (Migdolus fryanus) | 500 (sulco de plantio) ou 400 (arado) + 250 (sulco de plantio) | 400 ou (320 + 200) | 300 | 2 |
Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 500 | 400 | 1 | ||
Cupins (Heterotermes tenuis) (Cornitermes cumulans) (Neocapritermes opacus) (Procornitermes triacifer) | 200 - 250 | 160 - 200 | 1 | ||
Soqueira | |||||
Cupins (Heterotermes tenuis) (Cornitermes cumulans) (Neocapritermes opacus) (Procornitermes triacifer) | 250 | 200 | 300 | 1 | |
Plantios Novos e Soqueira | |||||
Saúva-parda (Atta capiguara) | 1-2 g p.c/L de calda (50 ml de calda/olheiro) | 0,8 – 1,6 g i.a/L de calda | 50 ml/olheiro | 1 | |
Época e intervalo de aplicação: Sulco de Plantio: Cupins e Broca-da-cana: Realizar as aplicações preventivamente no sulco de plantio, sobre os toletes, no momento da semeadura da cultura com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque) imediatamente antes da cobertura. Utilizar as doses mais baixas 200 g. p.c./ha (160 g. i.a./ha) para controle de cupins em área onde as infestações sejam reconhecidamente baixas. A dose maior, 250 g. p.c./ha (200 g. i.a./ha) deverá ser utilizada para níveis de infestações médios a altos. Migdolus: Em áreas de baixa incidência da praga, utilizar a dose de 500 g. p.c./ha (400 g. i.a./ha) em uma única aplicação com auxílio de pulverizadores tratorizados adaptados com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 200 a 300 litros de calda por hectare no sulco de plantio no momento da semeadura da cultura, sempre cobrindo o local | |||||
imediatamente com terra. Áreas de alta infestação utilizar o parcelamento de doses, sendo: 400 g. p.c./ha (320 g. i.a./ha) pulverizado na base do arado de aiveca, formando uma barreira química no subsolo contra o ataque da praga, complementado com a dose de 250 g. p.c./ha (200 g. i.a./ha) aplicado no sulco de plantio no momento da realização da semeadura da cultura. Soqueira: Para controle de cupins, realizar a aplicação com equipamentos pulverizadores adaptados para tal função com uma vazão de 300 litros de calda por hectare, abrindo um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura. Aplique somente após ser constatado a presença da praga na área, e acima do nível de dano econômico. Plantios Novos ou Soqueira: Deve ser feita uma vez de forma dirigida, aplicando-se 50mL de calda/olheiro e proximidades da trilha de caminhamento. | |||||
Milho | Larva-alfinete (Diabrotica speciosa) | 100 | 80 | 250 - 300 | 1 |
Pão-de-galinha (Diloboderus abderus) | |||||
Saúva-parda (Atta capiguara) | |||||
Época e intervalo de aplicação: Sulco de Plantio: Larva-alfinete: No controle da larva-alfinete, proceder à aplicação preventivamente em jato dirigido no sulco de plantio no momento da realização da semeadura, com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 250 a 300 litros de calda por hectare, cobrindo o produto que foi pulverizado imediatamente com terra. Pão-de-galinha: Para o controle do Pão- de-galinha o produto poderá ser aplicado no sulco de plantio no momento da semeadura com o auxílio de pulverizadores específicos de tal forma que haja uma distribuição homogênea do produto, devendo cobrir o local com terra. | |||||
(1) Consultar seção de “Precauções de uso e advertência quanto aos cuidados de proteção ao meio ambiente”.
p.c. = produto comercial
i.a. = ingrediente ativo
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Cornitermes cumulans | Cupim | Ver detalhes |
| Milho | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Soja | Sternechus subsignatus | Gorgulho-da-soja, Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
BINGO 800 WG deve ser aplicado somente através de pulverização terrestre, diluído em água somente nas dosagens recomendadas.
O produto pode ser aplicado através de equipamentos tratorizados adaptados, com bico de jato leque (plano) ou cônico, dependendo do alvo a ser atingido; ou pulverizador costal manual.
Procurar sempre colocar o produto no local de ocorrência da praga a ser controlada. Utilizar pulverizador costal para o controle de formigas.
Bico: jato em cone da Série X ou D coma, por exemplo, JA-2, D2 ou similares ou em jato leque Twinjet 8003 VB, dependendo do alvo a ser atingido.
Pressão: 20 a 80 lb/pol2
Tamanho de gotas: 110 a 250 micras de diâmetro. Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm2
Não aplicar o produto com ventos superiores a 10 km/h, não aplicar sob chuva; temperatura deverá ser inferior a 27 °C; umidade relativa deverá ser superior a 55%.
Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Encher ¾ do volume do tanque de pulverização com água e adicionar BINGO 800 WG mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
(1)¹ - Intervalo de Segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
O produto BORDALO é recomendado para o controle das pragas nas culturas relacionadas a seguir e suas respectivas doses:
CULTURAS | DOENÇAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DO PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO/ CICLO DE CULTURA |
Algodão | Curuquerê Alabama argillacea | 150-200 mL/ha | Aplicação terrestre 80-200 L/ha Aplicação aérea 20 L/ha | 01 |
Lagarta-das-maçãs Heliothis virescens | 800-1000 mL/ha | |||
Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | 300-400 mL/ha | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Curuquerê: aplicar quando for constatada 2 lagartas/planta. Lagarta-das-maçãs: iniciar quando 20% dos ponteiros apresentarem ovos ou 15% estiverem ameaçados. Lagarta-militar: iniciar a aplicação quando for observado o início do ataque. | ||||
Batata | Traça-da-batatinha Phtorimaea operculella | 600-800 mL/ha | Aplicação terrestre 400-800 L/ha | 04 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar a aplicação aos primeiros sintomas da presença da praga. Reaplicar com intervalo de 14 dias, dependendo do nível populacional da praga. | ||||
Cana-de- açúcar | Broca-da-cana Diatraea saccharalis | 300-400 mL/ha | Aplicação terrestre 200 L/ha Aplicação aérea 20 L/ha | 02 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar quando o nível de infestação atingir entre 1% a 3% de colmos com presença de lagartas vivas, menores que 1 centímetro, antes de penetrarem no colmo. Reaplicar após 14 dias, se ocorrer reinfestação. | ||||
Citros | Bicho-furão Ecdytolopha aurantiana | 75 mL/100 L de água | Aplicação terrestre aproximadamente 10 L/planta adulta Aplicação aérea 20 L/ha | 01 |
Ácaro-da-falsa-ferrugem Phyllocoptruta oleivora | ||||
Minadora-das-folhas Phyllocnistis citrella | 25 mL/100 L de água | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Bicho-furão: aplicar quando for constatado nas vistorias, o primeiro fruto atacado por talhão. Minadora-das-folhas: iniciar a aplicação no início das brotações, quando estiverem com 3 a 5 cm de comprimento, e também quando forem detectadas as primeiras posturas ou larvas. Ácaro-da-falsa-ferrugem: iniciar as aplicações quando forem detectados 10% dos frutos com 30 ou mais ácaros/cm². | ||||
Coco | Lagarta-do-coqueiro Brassolis sophorae | 40-50 mL/100 L de água | Aplicação terrestre 5 L/Planta Aplicação aérea 20 L/ha | 01 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar logo no início do aparecimento da praga. | ||||
Maçã | Mariposa-oriental Grapholita molesta | 100 mL/100 L de água | Aplicação terrestre 600-750 L/ha Aplicação aérea 20 L/ha | 04 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações quando for detectado o nível de controle através do monitoramento populacional da praga, obtido com a captura de insetos em armadilhas apropriadas, antes da entrada das larvas nos ponteiros ou frutos. Reaplicar a cada 12 dias, se ocorrer reinfestação. | ||||
Milho | Lagarta-do-cartucho Spodoptera grufiperda | 300 mL/ha | Aplicação terrestre Em condições climáticas normais: 150-400 L/ha E em condições de seca e baixa umidade: 300-400 L/ha Aplicação aérea 20 L/ha | 01 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar na fase da folha raspada, início da infestação. | ||||
Pepino | Broca-das-curcubitáceas Diaphania nitidalis | 50 mL/100 L de água | Aplicação terrestre 200-600 L/ha | 04 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar logo no início dos primeiros sintomas da praga, na fase do florescimento e antes que a praga penetre nos frutos. Reaplicar a cada 7 dias, conforme necessidade. | ||||
Pêssego | Mariposa-oriental Grapholita molesta | 100 mL/100 L de água | Aplicação terrestre 500-1000 L/ha Aplicação aérea 20 L/ha | 03 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações quando for detectado o nível de controle através do monitoramento populacional da praga, obtido com a captura de insetos em armadilhas apropriadas, antes da entrada das larvas nos ponteiros ou frutos. Reaplicar se atingir o índice de infestação, com intervalo de 21 dias. | ||||
Repolho | Traça-das-curcubitáceas Plutella xylostella | 100 mL/100 L de água | Aplicação terrestre 100-300 L/ha | 02 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar logo no início dos primeiros sintomas da praga. Reaplicar a cada 7 dias, conforme a necessidade. | ||||
Soja | Lagarta-da-soja Anticarsia gemmatalis | 150 mL/ha | Aplicação terrestre 80-200 L/ha Aplicação aérea 20 L/ha | 02 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar quando houver 40 lagartas por batida de pano ou 30% de desfolha. Reaplicar com intervalo de 14 dias ou quando a reinfestação atingir novamente o nível de dano econômico. | ||||
Tomate | Ácaro-do-bronzeamento Aculops lycopersici | 80 mL/100 L de água | Aplicação terrestre 400-1000 L/ha | 04 |
Broca-pequena-do-fruto Neoleucinodes elegantalis | ||||
Traça-do-tomateiro Tuta absoluta | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no início dos primeiros sinais da praga. Reaplicar a cada 7 dias. Broca-pequena-do-fruto: as pulverizações devem ser iniciadas no início do florescimento, antes que a praga penetre no interior dos frutos. Reaplicar a cada 7 dias. | ||||
Trigo | Lagarta-do-trigo Pseudaletia sequax | 100 mL/ha | Aplicação terrestre 80-200 L/ha Aplicação aérea 20 L/ha | 02 |
Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar no início dos primeiros sinais da praga. Repetir com intervalo de 15 dias, se necessário. | ||||
Pelo seu mecanismo de ação sobre os insetos, o BORDALO não possui efeito de choque sobre as pragas mencionadas, e sua plena eficiência começa a manifestar-se entre 3-5 dias após a pulverização.
A maior dose deve ser utilizada em condições de alta pressão da praga e condições de clima favorável ao ataque (alta temperatura e umidade).
Apesar de eficiente contra as lagartas em qualquer fase de seu desenvolvimento, deve-se iniciar as pulverizações, quando forem observados postura de ovos ou insetos no 1º ou 2º ínstar de desenvolvimento, quando ainda não causa prejuízos as culturas e, portanto, não precisam ser eliminadas rapidamente.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Citros | Phyllocnistis citrella | Larva-minadora-das-folhas, Minadora-das-folhas | Ver detalhes |
| Coco | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmeiras, Lagarta-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Pepino | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Pessego | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Repolho | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido, providos de pontas que produzam gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno. Utilizar os seguintes parâmetros:
Pressão de trabalho: 15 a 20 lb/pl² (costal) e 60 a 100 lb/pl² (equipamentos tratorizados);
Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ (micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico);
Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm²;
Para as culturas do algodão, cana-de-açúcar, citros, coco, maçã, milho, pêssego, soja e trigo, BORDALO pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos. A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 metros acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas.
Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
O abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento, e então, adicionar o produto e complementar o produto com água. A agitação deverá ser constante durante a preparação e aplicação da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de iniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura)
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Culturas | Intervalo de Segurança |
Pepino e repolho | 01 dia |
Tomate | 03 dias |
Pêssego | 10 dias |
Algodão, batata, cana-de-açúcar, coco, maçã e trigo | 14 dias |
Soja | 21 dias |
Citros e Milho | 28 dias |
Não entrar nas áreas tratadas por um período de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.
O produto BOX 50 EC é recomendado para o controle das pragas nas culturas relacionadas a seguir e suas respectivas doses:
CULTURAS | PRAGAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DO PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO/ CICLO DE CULTURA |
Algodão | Curuquerê Alabama argillacea | 150-200 mL/ha | Aplicação terrestre 80-200 L/ha Aplicação aérea 20 L/ha | 01 |
Lagarta-das-maçãs Heliothis virescens | 800-1000 mL/ha | |||
Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | 300-400 mL/ha | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Curuquerê: aplicar quando for constatada 2 lagartas/planta. Lagarta-das-maçãs: iniciar quando 20% dos ponteiros apresentarem ovos ou 15% estiverem ameaçados. Lagarta-militar: iniciar a aplicação quando for observado o início do ataque. | ||||
Batata | Traça-da-batatinha Phtorimaea operculella | 600-800 mL/ha | Aplicação terrestre 400-800 L/ha | 04 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar a aplicação aos primeiros sintomas da presença da praga. Reaplicar com intervalo de 14 dias, dependendo do nível populacional da praga. | ||||
Cana-de- açúcar | Broca-da-cana Diatraea saccharalis | 300-400 mL/ha | Aplicação terrestre 200 L/ha Aplicação aérea 20 L/ha | 02 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar quando o nível de infestação atingir entre 1% a 3% de colmos com presença de lagartas vivas, menores que 1 centímetro, antes de penetrarem no colmo. Reaplicar após 14 dias, se ocorrer reinfestação. | ||||
Citros | Minadora-das-folhas Phyllocnistis citrella | 25 mL/100 L de água | Aplicação terrestre aproximadamente 10 L/planta adulta Aplicação aérea 20 L/ha | 01 |
Ácaro-da-falsa-ferrugem Phyllocoptruta oleivora | 75 mL/100 L de água | |||
Bicho-furão Ecdytolopha aurantiana | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Bicho-furão: aplicar quando for constatado nas vistorias, o primeiro fruto atacado por talhão. Minadora-das-folhas: iniciar a aplicação no início das brotações, quando estiverem com 3 a 5 cm de comprimento, e também quando forem detectadas as primeiras posturas ou larvas. Ácaro-da-falsa-ferrugem: iniciar as aplicações quando forem detectados 10% dos frutos com 30 ou mais ácaros/cm². | ||||
Coco | Lagarta-do-coqueiro Brassolis sophorae | 40-50 mL/100 L de água | Aplicação terrestre 5 L/Planta Aplicação aérea 20 L/ha | 01 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar no início do aparecimento da praga. | ||||
CULTURAS | PRAGAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DO PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO/ CICLO DE CULTURA |
Maçã | Mariposa-oriental Grapholita molesta | 100 mL/100 L de água | Aplicação terrestre 600-750 L/ha Aplicação aérea 20 L/ha | 04 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações quando for detectado o nível de controle através do monitoramento populacional da praga, obtido com a captura de insetos em armadilhas apropriadas, antes da entrada das larvas nos ponteiros ou frutos. Reaplicar a cada 12 dias, se ocorrer reinfestação. | ||||
Milho | Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | 300 mL/ha | Aplicação terrestre Em condições climáticas normais: 150-400 L/ha E em condições de seca e baixa umidade: 300-400 L/ha Aplicação aérea 20 L/ha | 01 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar na fase da folha raspada, início da infestação. | ||||
Pepino | Broca-das-curcubitáceas Diaphania nitidalis | 50 mL/100 L de água | Aplicação terrestre 200-600 L/ha | 04 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar logo no início dos primeiros sintomas da praga, na fase do florescimento e antes que a praga penetre nos frutos. Reaplicar a cada 7 dias, conforme necessidade. | ||||
Pêssego | Mariposa-oriental Grapholita molesta | 100 mL/100 L de água | Aplicação terrestre 500-1000 L/ha Aplicação aérea 20 L/ha | 03 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações quando for detectado o nível de controle através do monitoramento populacional da praga, obtido com a captura de insetos em armadilhas apropriadas, antes da entrada das larvas nos ponteiros ou frutos. Reaplicar se atingir o índice de infestação, com intervalo de 21 dias. | ||||
Repolho | Traça-das-curcubitáceas Plutella xylostella | 100 mL/100 L de água | Aplicação terrestre 100-300 L/ha | 02 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar logo no início dos primeiros sintomas da praga. Reaplicar a cada 7 dias, conforme a necessidade. | ||||
Soja | Lagarta-da-soja Anticarsia gemmatalis | 150 mL/ha | Aplicação terrestre 80-200 L/ha Aplicação aérea 20 L/ha | 02 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar quando houver 40 lagartas por batida de pano ou 30% de desfolha. Reaplicar com intervalo de 14 dias ou quando a reinfestação atingir novamente o nível de dano econômico. | ||||
Tomate | Ácaro-do-bronzeamento Aculops lycopersici | 80 mL/100 L de água | Aplicação terrestre 400-1000 L/ha | 04 |
CULTURAS | PRAGAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DO PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO/ CICLO DE CULTURA |
Broca-pequena-do-fruto Neoleucinodes elegantalis | ||||
Traça-do-tomateiro Tuta absoluta | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no início dos primeiros sinais da praga. Reaplicar a cada 7 dias. Broca-pequena-do-fruto: as pulverizações devem ser iniciadas no início do florescimento, antes que a praga penetre no interior dos frutos. Reaplicar a cada 7 dias. | ||||
Trigo | Lagarta-do-trigo Pseudaletia sequax | 100 mL/ha | Aplicação terrestre 80-200 L/ha Aplicação aérea 20 L/ha | 02 |
Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar no início dos primeiros sinais da praga. Repetir com intervalo de 15 dias, se necessário. | ||||
Pelo seu mecanismo de ação sobre os insetos, o BOX 50 EC não possui efeito de choque sobre as pragas mencionadas, e sua plena eficiência começa a manifestar-se entre 3-5 dias após a pulverização.
A maior dose deve ser utilizada em condições de alta pressão da praga e condições de clima favorável ao ataque (alta temperatura e umidade).
Apesar de eficiente contra as lagartas em qualquer fase de seu desenvolvimento, deve-se iniciar as pulverizações, quando forem observados postura de ovos ou insetos no 1º ou 2º ínstar de desenvolvimento, quando ainda não causa prejuízos as culturas e, portanto, não precisam ser eliminadas rapidamente.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Citros | Phyllocnistis citrella | Larva-minadora-das-folhas, Minadora-das-folhas | Ver detalhes |
| Coco | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmeiras, Lagarta-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Pepino | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Pessego | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Repolho | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido, providos de pontas que produzam gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno. Utilizar os seguintes parâmetros:
Pressão de trabalho: 15 a 20 lb/pl² (costal) e 60 a 100 lb/pl² (equipamentos tratorizados);
Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ (micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico);
Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm²;
Para as culturas do algodão, cana-de-açúcar, citros, coco, maçã, milho, pêssego, soja e trigo, BOX 50 EC pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos. A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 metros acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas.
Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
O abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento, e então, adicionar o produto e complementar o produto com água. A agitação deverá ser constante durante a preparação e aplicação da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de iniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura)
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Culturas | Intervalo de Segurança |
Algodão, cana-de-açúcar, coco, maçã e trigo | 14 |
Citros, milho | 28 |
Pepino e repolho | 01 |
Pêssego | 10 |
Soja | 21 |
Tomate | 03 |
Não entrar nas áreas tratadas por um período de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO DE APLICAÇÃO (dias) |
Algodão | Curuquerê-do-algodoeiro (Alabama argillacea) | 30 – 40 mL/ha | Tratorizado: 40 – 300 Aérea: 10 – 50 | 3 | 14 |
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 50 – 70 mL/ha | Tratorizado: 40 – 300 Aérea:10 – 50 | 10 a 15 | ||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO Curuquerê-do-algodoeiro: Aplicar quando constatado um percentual de 30% de plantas infestadas, ou seja, quando 30% das plantas apresentarem pelo menos uma lagarta de 1º ou 2º ínstares. Lagarta-do-cartucho: Aplicar no início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar se necessário. | |||||
Arroz | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 40 - 50 mL/ha | Tratorizado: 40 – 300 Aérea: 10 - 50 | 1 | --- |
Gorgulho-aquático-do-arroz (Oryzophagus oryzae) | 375 - 500 mL/ha | ||||
Lagarta-da-panícula (Pseudaletia sequax) | 40 - 70 mL/ha | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO Indicado para plantio convencional, direto ou cultivo mínimo, somente em baixa infestação. Lagarta-militar: Aplicar em pré e pós-emergência da cultura. Em pós-emergência, aplicar no início da infestação, quando as lagartas são pequenas (até o 2o ínstar). Gorgulho-aquático-do-arroz: Aplicar 3 a 6 dias após a entrada da água permanente de irrigação. Lagarta-da-panícula: Aplicar com 5% de panículas emitidas, no início da infestação quando as lagartas são pequenas (até o 2º ínstar). | |||||
Batata | Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | 300 – 350 mL/ha | Tratorizado: 100 – 400 | 3 | 10 a 14 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO Iniciar a aplicação no início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar se necessário. | |||||
Cana-de- açúcar | Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 200 – 250 mL/ha | Tratorizado: 100 - 200 Aéreo: 10 – 50 Costal: 100 - 200 | 2 | 14 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO Iniciar a aplicação quando o nível de infestação atingir entre 1 e 3% de colmos com presença de lagartas vivas, menores que 1cm, antes de penetrarem no colmo. Manter a lavoura monitorada e reaplicar se necessário. | |||||
Canola | Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 40 mL/ha | Tratorizado: 40 - 300 Aéreo: 10 - 50 | 3 | 15 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação logo que constatada a presença de lagartas pequenas (até o 2o ínstar). Manter a lavoura monitorada e reaplicar se necessário. | |||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO DE APLICAÇÃO (dias) |
Citros | Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 12,5 mL /100L | Tratorizado: 1000 - 2000 Aéreo: 10 - 50 | 1 | --- |
Minadora-das-folhas (Phyllocnistis citrella) | 20 – 25 mL / 100L | Tratorizado: 500 – 2000 Aéreo: 10 – 50 Costal (viveiros de mudas): 500 - 1000 | |||
Psilídeo (Diaphorina citri) | 7,5 – 22,5 mL / 100L | ||||
Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | 12,5 – 25 mL / 100L | Tratorizado: 1000 – 2000 Costal (viveiros de mudas): 500 - 1000 | |||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Bicho-furão : Aplicar no início da infestação, antes que a larva penetre no fruto. Ácaro-da-falsa-ferrugem: Aplicar somente em baixa infestação e logo no início do aparecimento da praga. Não é recomendado aplicação aérea para este alvo. Minadora-das-folhas: Aplicar no surgimento dos primeiros sintomas de ataque nas brotações novas e em baixas infestações. Na dose de 20mL, adicionar 500mL de óleo mineral ou vegetal a cada 100L de água. Psilídeo: Aplicar somente em baixa infestação logo quando for constatada a presença de ninfas ou adultos. Volume de calda: Dependendente do porte das plantas. Usar o maior volume de calda para plantas de grande porte e na presença de frutos. | |||||
Ervilha | Lagarta-das-vagens (Heliothis virescens) | 40 mL/ha | Tratorizado: 40 – 300 Costal: 40 -300 | 3 | 15 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação logo que constatada a presença de lagartas pequenas (até o 2o ínstar). Manter a lavoura monitorada e reaplicar se necessário. | |||||
Feijão | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 75 – 100 mL/ha | Tratorizado: 40 – 300 Aéreo: 10 – 50 | 2 | 10 a 14 |
Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens) | 125 – 150 mL/ha | 10 a 14 | |||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Lagarta-da-soja e Lagarta-falsa-medideira: Iniciar a aplicação logo que constatada a presença de lagartas pequenas (até o 2o ínstar). Manter a lavoura monitorada e reaplicar se necessário. | |||||
Feijão-caupi | Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | 40 mL/ha | Tratorizado: 40 – 300 Aéreo: 10 – 50 | 3 | 15 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação logo que constatada a presença de lagartas pequenas (até o 2o ínstar). Manter a lavoura monitorada e reaplicar se necessário. | |||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO DE APLICAÇÃO (dias) |
Fumo | Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | 250 mL/ha | Tratorizado: 150 – 200 Costal: 150 -200 | 2 | 14 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação logo que constatado 0,07% de ponteiros atacados. Manter a lavoura monitorada e reaplicar se necessário. | |||||
Gergelim | Lagarta-enroladeira (Antigastra catalaunalis) | 40 mL/ha | Tratorizado:40 – 300 Costal: 40 -300 | 3 | 15 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação logo que constatada a presença de lagartas pequenas (até o 2o ínstar). Manter a lavoura monitorada e reaplicar se necessário. | |||||
Girassol | Lagarta-preta (Chlosyne lacinia saundersii) | 40 mL/ha | Tratorizado: 40 – 300 Aéreo: 10 – 50 | 3 | 15 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação logo que constatada a presença de lagartas pequenas (até o 2o ínstar). Manter a lavoura monitorada e reaplicar se necessário. | |||||
Grão-de- bico | Lagarta-das-vagens (Helicoverpa armigera) | 40 mL/ha | Tratorizado: 40 – 300 Costal: 40 -300 | 3 | 15 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação logo que constatada a presença de lagartas pequenas (até o 2o ínstar). Manter a lavoura monitorada e reaplicar se necessário. | |||||
Lentilha | Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | 40 mL/ha | Tratorizado: 40 – 300 Costal: 40 – 300 | 3 | 15 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação logo que constatada a presença de lagartas pequenas (até o 2o ínstar). Manter a lavoura monitorada e reaplicar se necessário. | |||||
Linhaça | Broca-grande-do-fruto (Helicoverpa zea) | 40 mL/ha | Tratorizado:40 – 300 Costal: 40 – 300 | 3 | 15 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação logo que constatada a presença de lagartas pequenas (até o 2o ínstar). Manter a lavoura monitorada e reaplicar se necessário. | |||||
Milho | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 50 – 100 mL/ha | Tratorizado: 200 – 300 Aéreo: 10 - 50 | 2 | 14 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação logo no início da infestação, quando constatada a presença de lagartas pequenas (até o 2o ínstar) e de plantas raspadas. Para a detecção das plantas raspadas, no monitoramento, selecionar de 5 a 10 pontos de amostragem por hectare, considerando 100 plantas por cada ponto. Contar o número de plantas com folhas raspadas nos pontos e obter a porcentagem de dano. | |||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO DE APLICAÇÃO (dias) |
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 40 – 60 mL/ha | Tratorizado: 40 – 300 Aéreo: 10 - 50 | 2 | 14 |
Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens) | 100 – 125 mL/ha | Tratorizado: 40 – 300 Aéreo: 10 - 50 | |||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Lagarta-da-soja e Lagarta-falsa-medideira: Iniciar a aplicação logo no inicio da infestação com lagartas pequenas (até o 2o ínstar). Manter a lavoura monitorada e reaplicar se necessário. | |||||
Tomate | Broca-pequena-do- tomateiro (Neoleucinodes elegantalis) | 250 mL/ha | Tratorizado: 500 – 1000 Costal: 500 - 1000 | 2 | 15 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação entre o começo do vôo dos adultos e a oviposição. Manter a lavoura monitorada e reaplicar se necessário. | |||||
Trigo | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 50 – 75 mL/ha | Tratorizado: 100 – 200 Aéreo: 10 - 50 | 2 | 14 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação logo no início da infestação com lagartas pequenas (até o 2o ínstar). Manter a lavoura monitorada e reaplicar se necessário. | |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Arroz | Oryzophagus oryzae | Bicheira-da-raiz-do-arroz, Gorgulho-aquático-do-arroz | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Canola | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve | Ver detalhes |
| Citros | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro-da-falsa-ferrugem, Ácaro-da-mulata | Ver detalhes |
| Ervilha | Heliothis virescens | Lagarta-das-vagens | Ver detalhes |
| Feijão | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Feijão-caupi | Elasmopalpus lignosellus | Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Fumo | Phthorimaea operculella | Ver detalhes | |
| Gergelim | Antigastra catalaunalis | Lagarta-enroladeira | Ver detalhes |
| Girassol | Chlosyine lacinia saundersii | Lagarta-do-girassol, Lagarta-preta-das-folhas | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Helicoverpa armigera | Lagarta-das-vagens | Ver detalhes |
| Lentilha | Epinotia aporema | Broca-das-axilas | Ver detalhes |
| Linhaça | Helicoverpa zea | Broca-grande-do-fruto | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterada considerando as especificações técnicas do mesmo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto DIFLUBENZUROM SCLA de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Aplicação Terrestre
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Aplicação aérea
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de Segurança (dias) |
Algodão | 28 |
Arroz | 70 |
Batata | 07 |
Cana-de-açúcar | 45 |
Canola | 21 |
Citros | 30 |
Ervilha | 21 |
Feijão | 21 |
Feijão-caupi | 21 |
Fumo | UNA (Uso não alimentar) |
Gergelim | 21 |
Girassol | 21 |
Grão-de-bico | 21 |
Lentilha | 21 |
Linhaça | 21 |
Milho | 60 |
Soja | 21 |
Tomate | 04 |
Trigo | 30 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação
O composto não tem efeito sistêmico nas plantas e não penetra nos tecidos vegetais. Consequentemente, insetos sugadores não são afetados: essas características formam a base de uma seletividade adicional por modo de alimentação entre os insetos.
DIMILIN 480 SC não tem ação de choque, e a morte das pragas ocorre poucos dias após um tratamento. Por isso não se deve esperar que a infestação atinja o nível de controle. O produto é recomendado para as seguintes culturas:
CULTURA | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto Comercial | VOLUME DE CALDA (terrestre) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Abacate | Lagarta-do-fruto (Stenoma catenifer) | 10 a 15 ml/100 L água (4,8 a 7,2 g i.a./100 L água) | 1000 L/ha | Iniciar as aplicações do produto quando aparecerem os primeiros indícios de dano econômico pelo ataque da praga. Se necessário, repetir em intervalos de 14 dias. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Dentro do programa de manejo de pragas, realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. |
Abacaxi | Broca-do-fruto (Strymon basalides) | 10 a 15 ml/100 L água (4,8 a 7,2 g i.a./100 L água) | 1000 L/ha | Iniciar a aplicação do produto quando aparecerem os primeiros indícios de dano econômico pelo ataque da praga. Se necessário, repetir a aplicação em intervalos de 14 dias. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Dentro do programa de manejo de pragas, realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. |
Abóbora Abobrinha Chuchu Pepino | Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 60 a 90 ml/ha (28 a 43,2 ml/ha) | 600 a 1000 L/ha | Iniciar as aplicações quando forem constatados os primeiros adultos ou início do florescimento. Repetir a aplicação com um intervalo de 14 dias. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Dentro do programa de manejo de pragas, realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. |
Alho | Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 60 a 90 ml/ha (28,8 a 43,2 g i.a./ha) | 600 a 1000 L/ha | Fazer a aplicação quando do aparecimento da praga, com as lagartas ainda pequenas até o 2º instar. Se necessário, reaplicar em intervalo de 14 dias. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Realizar até 3 aplicações durante o ciclo da cultura. |
Algodão | Curuquerê-do-algodoeiro (Alabama argillacea) | 35 - 40 mL/ha (16,8 - 19,2 g i.a./ha) | 100 a 200 L/ha (Aplicação aérea 20 a 50 L/ha) | Iniciar os tratamentos com as lagartas pequenas (1º a 2º instar) antes que o nível de desfolha ou a contagem de lagartas atinja os níveis preconizados nas tabelas tradicionais. Reaplicar caso os níveis preconizados sejam novamente atingidos. Para o curuquerê em regiões onde ele ataca na fase inicial da cultura, efetuar duas aplicações sequenciais de 40 mL de Dimilin 480 SC com intervalo de 10 dias. Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura. |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 50 ml/ha (24 g i.a./ha) | |||
Anonáceas | Broca-do-fruto (Cerconota anonella) | 10 a 15 ml/100 L água (4,8 a 7,2 g i.a./100 L água) | 1000 L/ha | Iniciar as aplicações do produto quando aparecerem os primeiros indícios de dano econômico pelo ataque da praga. Se necessário, repetir em intervalos de 14 dias. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Dentro do programa de manejo de pragas, realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. |
Batata-doce Cenoura | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 60 a 90 ml/ha (28,8 a 43,2 g i.a./ha) | 600 a 1000 L/ha | Fazer a aplicação quando do aparecimento da praga, com as lagartas ainda pequenas até o 2º instar. Se necessário, reaplicar em intervalo de 14 dias. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Realizar até 3 aplicações durante o ciclo da cultura. |
Berinjela Jiló Pimenta Pimentão | Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 10 a 15 ml/100 L água (4,8 a 7,2 g i.a./100 L água) | 600 L/ha | Iniciar as aplicações do produto quando aparecerem os primeiros indícios de dano econômico pelo ataque da praga. Se necessário, repetir em intervalos de 14 dias. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Dentro do programa de manejo de pragas, realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. |
Beterraba | Traça-das-crucíferas (Plutella xylostella) | 60 a 90 ml/ha (28,8 a 43,2 g i.a./ha) | 600 a 1000 L/ha | Fazer a aplicação quando do aparecimento da praga, com as lagartas ainda pequenas até o 2º instar. Se necessário, reaplicar em intervalo de 14 dias. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Realizar até 3 aplicações durante o ciclo da cultura. |
Cacau | Broca-dos-ramos (Stenoma decora) | 10 a 15 ml/100 L água (4,8 a 7,2 g i.a./100 L água) | 1000 L/ha | Iniciar a aplicação do produto quando aparecerem os primeiros indícios de dano econômico pelo ataque da praga. Se necessário, repetir a aplicação em intervalos de 14 dias. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Dentro do programa de manejo de pragas, realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. |
Cebola | Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 60 a 90 ml/ha (28,8 a 43,2 g i.a./ha) | 600 a 1000 L/ha | Fazer a aplicação quando do aparecimento da praga, com as lagartas ainda pequenas até o 2º instar. Se necessário, reaplicar em intervalo de 14 dias. As maiores doses devem ser |
utilizadas no período de maior infestação da praga. Realizar até 3 aplicações durante o ciclo da cultura. | ||||
Amendoim | Lagarta-desfolhadora (Anticarsia gemmatalis) | 50 - 75 ml/ha (24 a 36 g i.a./ha) | 100 a 300 L/ha (Aplicação aérea 20 a 50 L/ha) | Efetuar o tratamento no início da infestação da praga. Para lagarta desfolhadora, utilizar a maior dose caso a cultura se encontre em estágios com alto grau de enfolhamento, reaplicando, se necessário, 15 dias após a primeira aplicação, sempre com lagartas no 1º ou 2º ínstar, de acordo com o manejo integrado de pragas. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. |
Lagarta-do-pescoço- vermelho (Stegasta bosquella) | 75 ml/ha (36 g i.a./ha) | |||
Aveia | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 50 ml/ha (24 g i.a./ha) | 100 a 300 L/ha (Aplicação aérea 20 a 50 L/ha) | Efetuar o tratamento no início da maturação fisiológica (grão leitoso) quando do início da infestação da praga, sempre com as lagartas no 1º e 2º instar. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Cana-de- açúcar | Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 50 a 80 ml/ha (24 a 38,4 g i.a./ha) | 100 a 400 L/ha (Aplicação aérea 20 a 50 L/ha) | A amostragem deve ser realizada observando-se a presença das larvas na região do limbo junto ao palmito da cana, pois a praga se encontra geralmente nesse local. A aplicação deve ser realizada no início da infestação quando as larvas ainda são pequenas (1º a 2º instar) e com até 3% de incidência da praga. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. |
Canola | Lagarta-da-couve (Ascia monuste orseis) | 40 ml/ha (19,2 g i.a./ha) | 100 a 300 L/ha (Aplicação aérea 20 a 50 L/ha) | Iniciar a aplicação quando for constatada a presença da praga. Reaplicar se necessário em intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. |
Centeio | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 50 ml/ha (24 g i.a./ha) | 100 a 300 L/ha | Efetuar o tratamento no início da maturação fisiológica (grão leitoso) quando do início da |
(Aplicação aérea 20 a 50 L/ha) | infestação da praga, sempre com as lagartas no 1º e 2º instar. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||
Cevada | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 50 ml/ha (24 g i.a./ha) | 100 a 300 L/ha (Aplicação aérea 20 a 50 L/ha) | Efetuar o tratamento no início da maturação fisiológica (grão leitoso) quando do início da infestação da praga, sempre com as lagartas no 1º e 2º instar. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Citros | Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 250 ml/ha ou 12,5 ml/100 L de água (120 g i.a./ha ou 6 g i.a./100 Litros água) | 700 a 2000 L/ha (Aplicação aérea 20 a 50 L/ha) | Efetuar o tratamento no início da infestação antes que a larva penetre no fruto. |
Minadora-das-folhas (Phyllocnistis citrella) | 400 a 500 ml/ha ou 20 a 25 ml/100 L de água (192 a 240 g i.a./ha ou 9,6 a 12 g i.a./100 Litros água) | Iniciar as aplicações nos primeiros sintomas de ataque da praga nas brotações novas. Utilizar a maior dose em situações de alta infestação ou períodos climáticos favoráveis ao desenvolvimento da praga. Realizar até 2 aplicações por ano. | ||
Ervilha | Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 75 ml/ha (36 g i.a./ha) | 100 a 300 L/ha (Aplicação aérea 20 a 50 L/ha) | Efetuar o tratamento no início da infestação da praga. Para lagarta- desfolhadora, utilizar a maior dose caso a cultura se encontre em estágios com alto grau de enfolhamento, reaplicando, se necessário, 15 dias após a primeira aplicação, sempre com lagartas no 1º ou 2º ínstar, de acordo com o manejo integrado de pragas. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. |
Lagarta-desfolhadora (Anticarsia gemmatalis) | 50 - 75 ml/ha (24 a 36 g i.a./ha) | |||
Feijão Feijões Grão-de-bico | Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens) | 80 ml/ha (38,4 g i.a./ha) | 100 a 300 L/ha | Realizar a aplicação no início da infestação e/ou aparecimento dos primeiros danos, com as lagartas em estádio inicial de desenvolvimento (até o 2º instar). Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 14 dias. Realizar no máximo 2 |
aplicações por ciclo de cultura. | ||||
Feijões | Lagarta-desfolhadora (Anticarsia gemmatalis) | 50 - 75 ml/ha (24 a 36 g i.a./ha) | 100 a 300 L/ha (Aplicação aérea 20 a 50 L/ha) | Efetuar o tratamento no início da infestação da praga. Utilizar a maior dose caso a cultura se encontre em estágios com alto grau de enfolhamento, reaplicando, se necessário, 15 dias após a primeira aplicação, sempre com lagartas no 1º ou 2º ínstar, de acordo com o manejo integrado de pragas. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. |
Fumo | Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | 250 ml/ha (120 g i.a./ha) | 300 a 600 L/ha | Efetuar a aplicação quando iniciar o ataque da praga nos ponteiros (0,07% dos ponteiros atacados). Se necessário, repetir a aplicação em função de uma possível reinfestação. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. |
Gergelim | Lagarta enroladeira (Antigastra catalaunalis) | 40 ml/ha (19,2 g i.a./ha) | 100 a 300 L/ha (Aplicação aérea 20 a 50 L/ha) | Iniciar a aplicação quando for constatada a presença da praga. Reaplicar se necessário em intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. |
Girassol | Lagarta-do-girassol (Chlosyine lacinia saundersii) | 40 ml/ha (19,2 g i.a./ha) | 100 a 300 L/ha (Aplicação aérea 20 a 50 L/ha) | Iniciar a aplicação quando for constatada a presença da praga. Reaplicar se necessário em intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. |
Grão-de-bico | Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 75 ml/ha (36 g i.a./ha) | 100 a 300 L/ha | Efetuar o tratamento no início da infestação da praga. Para Helicoverpa, utilizar a dose de 75 mL/ha caso a cultura se encontre em estágios com alto grau de enfolhamento, reaplicando, se necessário, 15 dias após a primeira aplicação, sempre com lagartas no 1º ou 2º ínstar, de acordo com o manejo integrado de pragas. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. |
Lagarta-desfolhadora (Anticarsia gemmatalis) | 50 a 75 ml/ha (24 a 36 g i.a./ha) | Efetuar o tratamento no início da infestação da praga. Para lagarta- desfolhadora, utilizar a dose de 75 mL/ha caso a cultura se encontre em estágios com alto grau de enfolhamento, reaplicando, se necessário, 15 dias após a primeira aplicação, sempre com lagartas no 1º ou 2º ínstar, de acordo com o manejo integrado de pragas. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. | ||
Lentilha | Broca-das-vagens (Epinotia aporema) | 75 ml/ha (36 g i.a./ha) | 100 a 300 L/ha (Aplicação aérea 20 a 50 L/ha) | Iniciar a aplicação quando for constatada a presença da praga. Reaplicar se necessário em intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. |
Linhaça | Broca-grande-do-fruto, (Helicoverpa zea) | 40 ml/ha (19,2 g i.a./ha) | 100 a 300 L/ha (Aplicação aérea 20 a 50 L/ha) | Iniciar a aplicação quando for constatada a presença da praga. Reaplicar se necessário em intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura |
Lagarta enroladeira (Antigastra catalaunalis) | ||||
Mamona | Lagarta das Folhas (Spodoptera cosmioides) | 40 ml/ha (19,2 g i.a./ha) | 100 a 300 L/ha (Aplicação aérea 20 a 50 L/ha) | Iniciar a aplicação quando for constatada a presença da praga. Reaplicar se necessário em intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. |
Mandioca | Mandarová (Erinnys ello) | 60 a 90 ml/ha (28,8 a 43,2 g i.a./ha) | 600 a 1000 L/ha | Fazer a aplicação quando do aparecimento da praga, com as lagartas ainda pequenas até o 2º instar. Se necessário, reaplicar em intervalo de 14 dias. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Realizar até 3 aplicações durante o ciclo da cultura. |
Manga | Traça-dos-cachos (Pleuroprucha asthenaria) | 10 a 15 ml/100 L água (4,8 a 7,2 g i.a./100 L água) | 1000 L/ha | Iniciar as aplicações do produto quando aparecerem os primeiros indícios de dano econômico pelo ataque da praga. Se necessário, repetir em intervalos de 14 |
dias. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Dentro do programa de manejo de pragas, realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. | ||||
Melancia Melão | Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 15 ml/100 L água (7,2 g i.a./ha) | 1000 L/ha | Aplicar preventivamente iniciando a pulverização no florescimento pleno, procurando atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos da cultura. Reaplicar se necessário em intervalos de 14 dias, fazendo rotação com produtos com outros modo de ação. Realizar no máximo 3 aplicações no ciclo da cultura. |
Milheto | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 50 - 70 ml/ha (24 a 33,6 g i.a./ha) | 100 a 300 L/ha (Aplicação aérea 20 a 50 L/ha) | Efetuar amostragens selecionando 5 a 10 pontos de amostragem, considerando-se 100 plantas por cada ponto, contando-se o número de folhas raspadas. Iniciar a aplicação no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de até 2 instar. Efetuar está com jato dirigido para o cartucho da planta. O tratamento deve ser sempre efetuado antes que as lagartas penetrem no cartucho. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Milho | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 50 - 70 mL/ha (24 - 33,6 g i.a./ha) | 100 a 300 L/ha (Aplicação aérea 20 a 50 L/ha) | Efetuar amostragens selecionando de 5 a 10 pontos, considerando-se 100 plantas por cada ponto e contando-se o número de folhas raspadas. Quando do início dos sintomas de ataque, efetuar uma única aplicação de 50-70 mL/ha de Dimilin 480 SC, de acordo com o grau de enfolhamento, com jato dirigido para o cartucho da planta. O tratamento deve ser sempre efetuado antes que as lagartas penetrem no cartucho. |
Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. | ||||
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 20 - 30 mL/ha (9,6 - 14,4 g i.a./ha) | 100 a 300 L/ha (Aplicação aérea 20 a 50 L/ha) | Iniciar as aplicações com 20-30 mL/ha de Dimilin 480 SC, de acordo com o grau de enfolhamento, no início do ataque da Lagarta-da-soja, com as lagartas no 1º e 2º instar (fase jovem), repetindo a segunda aplicação 15 dias após a primeira. Para o controle da Lagarta-falsa-medideira, aplicar 70 mL/ha de Dimilin 480 SC, reaplicando 15 a 20 dias após a primeira, caso necessário, sempre com as lagartas no 1º e 2º instares, de acordo com o preconizado no manejo integrado de pragas. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. |
Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens) | 70 mL/ha (33,6 g i.a./ha) | |||
Sorgo | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 50 - 70 ml/ha (24 a 33,6 g i.a./ha) | 100 a 300 L/ha (Aplicação aérea 20 a 50 L/ha) | Efetuar amostragens selecionando 5 a 10 pontos de amostragem, considerando-se 100 plantas por cada ponto, contando-se o número de folhas raspadas. Iniciar a aplicação no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de até 2 instar. Efetuar esta com jato dirigido para o cartucho da planta. O tratamento deve ser sempre efetuado antes que as lagartas penetrem no cartucho. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Tomate | Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 260 ml/ha* ou 13 ml/100 L de água (124,8 g i.a./ha ou 6,24 g i.a./100 Litros água) | 300 a 600 L/ha ou 1000L/ha* | Efetuar o tratamento entre o começo do voo dos adultos e a oviposição; repetir com intervalos de 7 a 14 dias, evitando reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. |
Broca-grande-do-fruto (Helicoverpa zea) | ||||
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) |
Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | ||||
*Quando optar com usar a dose de 260 mL/há utilizar um volume de calda de 300 a 600 L/ha e quando utilizar a dose de 13 mL/100 L de água utilizar volume de calda de 1000 L/ha. | ||||
Trigo | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 50 mL/ha (24 g i.a./ha) | 100 a 300 L/ha (Aplicação aérea 20 a 50 L/ha) | Efetuar a aplicação no início da maturação fisiológica (grão leitoso), quando do início da infestação da praga. Pode- se efetuar uma aplicação de Dimilin 480 SC no ciclo da cultura. |
Gafanhoto (Rhammatocerus schistocercoides) | Efetuar o tratamento sobre os insetos na fase jovem (saltão) propiciando uma cobertura adequada inclusive das áreas subsequentes, observando-se o sentido de deslocamento da praga. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||
Triticale | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 50 ml/ha (24 g i.a./ha) | 100 a 300 L/ha (Aplicação aérea 20 a 50 L/ha) | Efetuar o tratamento no início da maturação fisiológica (grão leitoso) quando do início da infestação da praga, sempre com as lagartas no 1º e 2º instar. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Stenoma catenifer | Lagarta-do-abacate, Lagarta-do-fruto | Ver detalhes |
| Abacaxi | Strymon basalides | Broca-do-abacaxi, Broca-do-fruto | Ver detalhes |
| Abóbora | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Abobrinha | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Algodão | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Alho | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Amendoim | Stegasta bosquella | Lagarta-do-pescoço-vermelho | Ver detalhes |
| Anonáceas | Cerconota anonella | Broca-dos-frutos | Ver detalhes |
| Aveia | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Batata-doce | Spodoptera frugiperda | Lagartad do cartucho | Ver detalhes |
| Berinjela | Tuta absoluta | Traça | Ver detalhes |
| Beterraba | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Cacau | Stenoma decora | Broca-dos-ramos | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Canola | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve | Ver detalhes |
| Cebola | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Cenoura | Spodoptera frugiperda | Ver detalhes | |
| Centeio | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Cevada | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Chuchu | Diaphania nitidalis | Broca-das-curcubitáceas | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Ervilha | Heliothis virescens | Lagarta-das-vagens | Ver detalhes |
| Feijão | Chrysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira. | Ver detalhes |
| Feijões | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja | Ver detalhes |
| Fumo | Phthorimaea operculella | Ver detalhes | |
| Gergelim | Antigastra catalaunalis | Lagarta-enroladeira | Ver detalhes |
| Girassol | Chlosyine lacinia saundersii | Lagarta-do-girassol, Lagarta-preta-das-folhas | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Chrysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira. | Ver detalhes |
| Jiló | Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Lentilha | Epinotia aporema | Broca-das-axilas | Ver detalhes |
| Linhaça | Antigastra catalaunalis | Lagarta enroladeira | Ver detalhes |
| Mamona | Spodoptera cosmioides | Lagarta das Folhas | Ver detalhes |
| Mandioca | Erinnyis ello | Gervão, Mandarová | Ver detalhes |
| Manga | pleuroprucha asthenaria | Traça dos cachos | Ver detalhes |
| Milheto | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Pepino | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Pimenta | Tuta absoluta | Traça do tomateiro | Ver detalhes |
| Pimentão | Tuta absoluta | Traça | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Triticale | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Ajustes no volume de ar produzido pela turbina podem ser necessários, dependendo do pulverizador, bem como no direcionamento do ar restrito ao formato da planta para que as gotas se depositem adequadamente no alvo, evitando problemas com deriva. A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
A aplicação deve ser realizada somente por equipamentos que estejam em concordância com as normas e exigências dos órgãos públicos reguladores do setor, como ANAC, DECEA e MAPA. Recomenda-se um volume de aplicação de 30 a 40 L/ha. Quanto maior for o índice de área foliar do alvo, mais próximo dos 40 L/ha deve estar a aplicação. Não aplique volumes de aplicação abaixo da faixa indicada. Use ARPs (Drones) que trabalhem com bicos rotativos em vez de hidráulicos (pontas) e que tenham seus bicos posicionados abaixo ou dentro da faixa de ar gerado pelos rotores, de modo que a corrente de ar consiga empurrar todos os jatos dos bicos para baixo em direção ao alvo. Utilize pontas que produzam gotas finas a médias, para boa cobertura do alvo. Recomendações de velocidade de aplicação, Altura de voo em relação ao alvo e largura de faixa estão indicadas na tabela X. Considerar a altura de voo em relação ao topo da vegetação e não em relação ao solo. Para isso é importante monitorar a altura média das plantas antes da aplicação.
Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do fabricante do ARP (Drone).
Tabela X – Parâmetros recomendados regulagem de ARP (Drones):
Volume de aplicação | Tamanho das gotas | Altura de voo em relação ao início do alvo | Velocidade de aplicação | Largura da faixa de trabalho |
30 a 40 L/ha | Finas a médias | 4 a 5* m | 10 a 15* km/h | 3 a 4* m |
*Para drones de maior capacidade de carga, com mais de 16 L de tanque de calda, a depender do modelo e das orientações do fabricante, pode-se trabalhar mais próximo do limite máximo de Altura de voo em relação ao alvo, Velocidade de aplicação e Largura da faixa de trabalho. | ||||
Uma vez misturado o produto em água, a aplicação com o Drone deve ser feita o mais rápido possível. Portanto, não dilua o produto em água se não for realizar a aplicação dentro de 30 min, no máximo. Quanto maior esse intervalo, maiores as chances de incompatibilidade física entre eventuais outros produtos.
Mantenha uma faixa de segurança de 50 m de distância dos possíveis alvos de deriva e organismos sensíveis ao produto.
Preparo da calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto no tanque ou no pré-misturador. Após despejar todo o conteúdo do produto no preparo da calda, deve-se fazer a adição de água dentro de cada embalagem para garantir que todo produto seja usado na pulverização e facilite a etapa seguinte de tríplice lavagem. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por litro de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada
dentro do tanque, mesmo que por minutos. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.
Condições Meteorológicas:
Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo:
Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada;
Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Pulverizadores de arbóreas (turbopulverizadores):
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator, adicionar produto limpante, manter por 5 minutos a agitação, e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Remova e limpe todas as pontas do pulverizador e suas peneiras, caso sejam utilizadas;
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos ramais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
CULTURAS | INTERVALOS DE SEGURANÇA (DIAS) |
Algodão | 28 |
Milheto, Milho, Sorgo | 60 |
Amendoim, Canola, Ervilha, Gergelim, Girassol, Lentilha, Linhaça, Mamona, Soja | 21 |
Aveia, Cana-de-açúcar, Centeio, Cevada, Citros, Trigo, Triticale | 30 |
Fumo | UNA (Uso não alimentar) |
Tomate | 4 |
Abacate, Abacaxi, Abóbora, Abobrinha, Anonáceas, Berinjela, Cacau, Chuchu, Jiló, Manga, Melancia, Melão, Pepino, Pimenta, Pimentão | 7 |
Alho, Batata-doce, Beterraba, Cebola, Cenoura, Feijão, Feijões, Grão-de-bico, Mandioca | 14 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
Dimilin® 80 WG é um inseticida fisiológico, cujo ingrediente ativo, DIFLUBENZUROM, atua interferindo na deposição de quitina, um dos principais componentes da cutícula dos insetos. Após a ingestão de Dimilin® 80 WG, as larvas têm dificuldades na ecdise (troca de exoesqueleto). A cutícula malformada do novo instar não suporta a pressão interna durante este processo e/ou não consegue dar suficiente suporte aos músculos envolvidos. Isso resulta numa incapacidade em liberar a exúvia (cutícula do exoesqueleto antiga) conduzindo as larvas à morte. Dimilin® 80 WG atua principalmente por ação de ingestão.
O composto não tem efeito sistêmico nas plantas e não penetra nos tecidos vegetais.
Consequentemente, insetos sugadores não são afetados: estas características formam a base de uma seletividade adicional por modo de alimentação entre os insetos.
Dimilin® 80 WG não tem ação de choque, e a morte das pragas ocorre poucos dias após um tratamento. Por isso não se deve esperar que a infestação atinja o nível de controle. Recomendamos o início dos tratamentos para as seguintes culturas:
CULTURA | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto Comercial | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Algodão | Curuquerê (Alabama argillacea) | 22 g/ha | 100 a 200 L/ha (20 a 50 L/ha – aplicação aérea) | Iniciar os tratamentos com as lagartas pequenas (1º a 2º instar) antes que o nível de desfolha ou a contagem de lagartas atinja os níveis preconizados nas tabelas tradicionais. Reaplicar caso os níveis preconizados sejam novamente atingidos. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. |
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 25 g/ha | |||
Café | Bicho Mineiro (Leucoptera coffeella) | 100 a 120 g/ha | 300 a 600 L/ha | Iniciar a aplicação com no máximo 3% de incidência. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de até 45 dias. |
Cana-de- açúcar | Broca-da-cana (Diatraea sacharalis) | 30 a 50 g/ha | 100 a 400 L/ha (20 a 50 L/ha – aplicação aérea) | A amostragem deve ser realizada observando-se a presença das larvas na região do limbo junto ao “palmito” da cana, pois a praga se encontra geralmente nesse local. A aplicação deve ser realizada no início da infestação quando as larvas ainda são pequenas (1º a 2º instar) e com até 3% de incidência da praga. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. |
Milho | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 30 g/ha | 100 a 200 L/ha | Efetuar amostragens selecionando 5 a 10 pontos |
(20 a 50 L/ha – aplicação aérea) | de amostragem, considerando-se 100 plantas por cada ponto, contando-se o número de folhas raspadas. Quando ocorrer o início de sintomas de ataque, efetuar a aplicação com jato dirigido para o cartucho da planta. O tratamento deve ser sempre efetuado antes que as lagartas penetrem no cartucho. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 10 g/ha | 100 a 200 L/ha (20 a 50 L/ha – aplicação aérea) | Iniciar o tratamento no início do ataque da praga, quando as lagartas estiverem na fase jovem (1º e 2º instar). Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. |
Lagarta-falsa-medideira (Pseudoplusia includens) | 45 g/ha | Iniciar o tratamento no início do ataque da praga, quando as lagartas estiverem na fase jovem (1º e 2º instar). Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. | ||
Helicoverpa armigera (Helicoverpa armigera) | 80 a 100 g/ha | Aplicar quando as lagartas estiverem até 2º instar ou menores que 1,5 cm. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. | ||
Trigo | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 30 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha – aplicação aérea) | Efetuar o tratamento no início da maturação fisiológica (grão leitoso) quando do início da infestação da praga sempre com as lagartas no 1º e 2º instar. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Soja | Pseudoplusia includens | Lagarta-do-linho, Lagarta-falsa-medideira | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Recomenda-se um volume de aplicação entre 20 e 50 L/ha. A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.
Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Deve- se fazer a adição do produto em água de forma cuidadosa, de modo que, a cada dois segundos, 1 kg do produto, no máximo, seja despejado no tanque ou no pré-misturador, evitando que todo o conteúdo da embalagem seja adicionado de forma muito rápida e inadequada. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.
Condições meteorológicas:
Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo:
Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada;
Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Pulverizadores de arbóreas (turbo pulverizadores):
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator, adicionar produto limpante, manter por 5 minutos a agitação, e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Remova e limpe todas as pontas do pulverizador e suas peneiras, caso sejam utilizadas;
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos ramais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada.
Culturas | Intervalo de Segurança (dias) |
Algodão, Café | 28 |
Cana-de-açúcar, Trigo | 30 |
Milho | 60 |
Soja | 21 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Du Dim® 80 WG é um inseticida fisiológico, cujo ingrediente ativo, DIFLUBENZUROM, atua interferindo na deposição de quitina, um dos principais componentes da cutícula dos insetos. Após a ingestão de Du Dim® 80 WG, as larvas têm dificuldades na ecdise (troca de exoesqueleto). A cutícula malformada do novo instar não suporta a pressão interna durante este processo e/ou não consegue dar suficiente suporte aos músculos envolvidos. Isso resulta numa incapacidade em liberar a exúvia (cutícula do exoesqueleto antiga) conduzindo as larvas à morte. Du Dim® 80 WG atua principalmente por ação de ingestão.
O composto não tem efeito sistêmico nas plantas e não penetra nos tecidos vegetais.
Consequentemente, insetos sugadores não são afetados: estas características formam a base de uma seletividade adicional por modo de alimentação entre os insetos.
Du Dim® 80 WG não tem ação de choque, e a morte das pragas ocorre poucos dias após um tratamento. Por isso não se deve esperar que a infestação atinja o nível de controle. Recomendamos o início dos tratamentos para as seguintes culturas:
CULTURA | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto Comercial | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Algodão | Curuquerê (Alabama argillacea) | 22 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha – aplicação aérea) | Iniciar os tratamentos com as lagartas pequenas (1º a 2º instar) antes que o nível de desfolha ou a contagem de lagartas atinja os níveis preconizados nas tabelas tradicionais. Reaplicar caso os níveis preconizados sejam novamente atingidos. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. |
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 25 g/ha | |||
Cana-de- açúcar | Broca-da-cana (Diatraea sacharalis) | 30 a 50 g/ha | 100 a 400 L/ha (20 a 50 L/ha – aplicação aérea) | A amostragem deve ser realizada observando-se a presença das larvas na região do limbo junto ao “palmito” da cana, pois a praga se encontra geralmente nesse local. A aplicação deve ser realizada no início da infestação quando as larvas ainda são pequenas (1º a 2º instar) e com até 3% de incidência da praga. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. |
Milho | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 30 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha – aplicação aérea) | Efetuar amostragens selecionando 5 a 10 pontos de amostragem, considerando-se 100 plantas por cada ponto, contando-se o número de folhas raspadas. Quando ocorrer o início de sintomas de ataque, efetuar a aplicação com jato dirigido |
para o cartucho da planta. O tratamento deve ser sempre efetuado antes que as lagartas penetrem no cartucho. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. | ||||
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 10 g/ha | 100 a 200 L/ha (20 a 50 L/ha – aplicação aérea) | Iniciar o tratamento no início do ataque da praga, quando as lagartas estiverem na fase jovem (1º e 2º instar). Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. |
Lagarta-falsa-medideira (Pseudoplusia includens) | 45 g/ha | Iniciar o tratamento no início do ataque da praga, quando as lagartas estiverem na fase jovem (1º e 2º instar). Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. | ||
Trigo | Lagarta-do-trigo (Pseudaletía sequax) | 30 g/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha – aplicação aérea) | Efetuar o tratamento no início da maturação fisiológica (grão leitoso) quando do início da infestação praga sempre com as lagartas no 1º e 2º instar. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Soja | Pseudoplusia includens | Lagarta-do-linho, Lagarta-falsa-medideira | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de
50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Deve- se fazer a adição do produto em água de forma cuidadosa, de modo que, a cada dois segundos, 1 kg do produto, no máximo, seja despejado no tanque ou no pré-misturador, evitando que todo o conteúdo da embalagem seja adicionado de forma muito rápida e inadequada. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.
Condições meteorológicas:
Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo:
Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada;
Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Culturas | Intervalo de Segurança (dias) |
Algodão | 28 |
Cana-de-açúcar, Trigo | 30 |
Milho | 60 |
Soja | 21 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
O EVENTRA® é indicado para controle de insetos pragas, nas culturas da batata, cana-de-açúcar, eucalipto, milho e soja, conforme quadro abaixo:
Culturas | Alvos | Doses (g.p.c./h) | Volume de Calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações | Época e intervalo de aplicação |
Batata | Larva-alfinete (Diabrotica speciosa) | 150 (sulco de plantio) + 200 (amontoa) | 200 | 2 | Aplicar em jato dirigido no sulco de plantio da cultura no momento da semeadura na dose de 150 g p.c./ha com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 150 a 200 litros de calda por hectare Fazer uma complementação na dose de 200 g p.c./ha no momento da “amontoa” (15 a 25 dias após a semeadura), dirigido para a base das plantas, cobrindo o produto imediatamente com terra após a aplicação.. |
Cana-de- açúcar | Plantios Novos: Aplicação no Sulco de Plantio | ||||
Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 500 | 300 | 1 | Realizar as aplicações preventivamente no sulco de plantio, sobre as “mudas”, no momento da semeadura da cultura com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque), imediatamente antes da cobertura. Utilizar as doses mais baixas 200 g.p.c./ha para controle de cupim em área onde as infestações sejam reconhecidamente baixas. A dose maior, 250 g p.c./ha é para níveis de infestações médios a altos. | |
Cupins (Cornitermes cumulans, Neocapritermes opacus, Neocapritermes cumulans, Procornitermes triacifer, Heterotermes tenuis) | 200 – 250 | ||||
Migdolus (Migdolus fryanus) | 500 (sulco de plantio) ou 400 (arado)+ 250(sulco de plantio) | 300 | 1 | Em áreas de baixa incidência da praga, utilizar a dose de 500 g.p.c./ha em uma única aplicação com auxílio de pulverizadores tratorizados adaptados com bico de jato plano (leque) no sulco de plantio no momento da semeadura da cultura, cobrindo imediatamente a cultura. Áreas de alta infestação utilizar o parcelamento de doses, sendo: 400 g.p.c./ha pulverizado na base do arado de aiveca, formando uma barreira química no subsolo contra o ataque da praga, complementado com a dose de 250 g.p.c./ha aplicado no sulco de plantio no momento da realização da semeadura da cultura, cobrindo imediatamente a cultura. | |
Soqueira | |||||
Broca-da-cana * Diatraea saccharalis | 40 | 300 | 1 | Para controle de cupins, realizar as aplicações com equipamentos pulverizadores adaptados para tal função com uma vazão de 300 litros de calda por hectare, abrindo um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura. Aplicar somente após ser constatado a presença da praga na área, e acima do nível de dano econômico. | |
Cupins* (Cornitermes cumulans Neocapritermes opacus Procornitermes triacifer Heterotermes tenuis) | 250 | ||||
(*) Aplicação do produto abaixo da superfície do solo na região de maior ocorrência do sistema radicular das plantas. | |||||
Plantio Novo ou Soqueira | |||||
Saúva parda (*) (Atta capiguara) | 1-2 g p.c./L de calda (50 mL de calda por olheiro) | 50 mL/olheir o | 1 | Deve ser feita uma vez de forma dirigida,no centro do olheiro e proximidades da trilha de caminhamento. (0,5 metro), procurando atingir os indivíduos ali presentes e também o solo por onde as mesmas estão circulando. | |
(*) Aplicação do produto no olheiro e trilha de caminhamento próximo ao “olheiro”. | |||||
Eucalipto | Cupim-de-montículo Proconitermes striatus | 125 | 20 ml/planta | 1 | Aplicar o produto dirigindo o jato para a região do solo e caule das plantas logo após o plantio das mudas. Fazer uma leve incorporação após a aplicação da calda |
Formiga quenquém Acromyrmex crassispinus | 50 – 100 g p.c./100 L | 50 mL/ olheiro | Máximo de 2 aplicações por ano e 4 aplicações durante todo o ciclo do cultivo | Aplicação dirigida aos “olheiros”: Aplicar com equipamento costal manual, motorizado ou tratorizado, distribuindo 50 mL da calda por “olheiro” ativo do formigue iro, dirigindo o jato no seu centro e parte no caminho por onde circulam as formigas (0,5 metro). Deve-se atingir as formigas presentes e também o solo por onde as mesmas caminham. | |
Saúva-limão Atta sexdens | 50 – 150 g p.c./100 L | 200 L/ha | Aplicação com barra dirigida ao solo: Aplicar EVENTRA após monitoramento da área e identificação das formigas em nível de dano econômico, regulando o equipamento para que o jato atinja diretamente o solo, utilizando bico de jato plano (leque) com as pontas a uma distância de 50 cm do solo e vazão de 200 litros de calda por hectare. Utilizar as doses | ||
mais baixas para controle de formigas em área de baixa infestação e as doses mais altas em áreas de alta infestação. | |||||
Soja | Coró (Phyllophaga cuyabana) | 150-200 | 100-200 | 1 | Pulverizar no momento da semeadura,com jato dirigido no sulco de plantio, através de equipamento tratorizado adequado. Fazer amostragem prévia da área, antes do plantio, com histórico das pragas, abrindo trincheiras no solo e programar a aplicação somente se atingido nível de dano para cada praga. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população das pragas com larvas em estágios mais avançados de desenvolvimento (2º e 3º ínstares) e predominância na camada mais profunda do solo. |
Milho | Larva-alfinete (Diabrotica speciosa) | 100 | 250 a 300 | 1 | Sulco de plantio: Larva Alfinete: No controle da larva-alfinete, proceder à aplicação preventivamente em jato dirigido no sulco de plantio no momento da realização da semeadura, com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque), cobrindo-se o produto que foi pulverizado imediatamente com terra. Pão-de-galinha: Aplicar o produto no sulco de plantio no momento da semeadura com o auxílio de pulverizadores específicos de tal forma que haja uma distribuição homogênea do produto, devendo o mesmo ser |
Pão-de-galinha (Diloboderus abderus) |
coberto imediatamente com terra. | |||||
Aplicação do produto no sulco de plantio no momento da semeadura, utilizando doses maiores para maior período de controle. | |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Cornitermes cumulans | Cupim | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acromyrmex crassispinus | Formiga Quenquém, Formiga Quenquém-de-cisco | Ver detalhes |
| Milho | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Soja | Phyllophaga cuyabana | Coró | Ver detalhes |
Aplicar EVENTRA nas dosagens recomendadas, diluindo-se em água conforme o tipo de aplicação.
O produto pode ser aplicado via terrestre, através de equipamentos tratorizados adaptados, com bico de jato leque (plano) ou cônico, dependendo do alvo a ser atingido ou pulverizador costal manual. Procurar sempre colocar o produto no local de ocorrência da praga a ser controlada.
Bico: jato em cone da Série X ou D como, por exemplo, JA-2, D2 ou similares ou em jato de leque Twinjet 8003 VB, dependendo do alvo a ser atingido.
Pressão: 20 a 80 lb/pol2
Tamanho de gotas: 110 a 250 micras de diâmetro Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm2.
¾ de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
. Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas.
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos.
Temperatura ambiente: abaixo de 30o C
Umidade relativa do ar: acima de 50%
Velocidade média do vento: entre 3 e 10 km/h
Não aplicar sob chuva
.
Cultura | Intervalo de segurança (dias) |
Batata | (1) |
Cana-de-açúcar | (1) |
Eucalipto | U.N.A |
Milho (Solo) | (1) |
Soja | (1) |
(1) Intervalo de Segurança não determinado devido à modalidade de emprego (U.N.A.) Uso não alimentar.
Como a finalidade do produto é a aplicação no solo, não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada.
Cultura | Alvo | Dose (mL/ha) | Época de Aplicação |
Algodão | Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 250 - 300 | Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido. A menor dose é recomendada para o controle em infestações iniciais e presença de lagartas pequenas. A maior dose deve ser recomendada para infestações maiores, porém ainda dentro do nível de ação e presença de lagartas pequenas. Não aplique este produto em época de floração. |
N° máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de Aplicação: será determinado em função da reinfestação Volume de calda:
Aeronave tripulada: 20 - 40 L/ha Aeronave Remotamente Pilotada (ARP/drones): mínimo 10 L/ha | |||
Batata | Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 100 - 150 | Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido. Se necessário, repetir a aplicação. A menor dose é recomendada para o controle em infestações iniciais e presença de lagartas pequenas. A maior dose deve ser recomendada para infestações maiores, porém ainda dentro do nível de ação. Não aplique este produto em época de floração. |
Lagarta-das-vagens (Spodoptera cosmioides) | 150 - 200 | ||
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de Aplicação: será determinado em função da reinfestação Volume de calda:
Aeronave tripulada: 20 - 40 L/ha Aeronave Remotamente Pilotada (ARP/drones): mínimo 10 L/ha | |||
Cana- de- açúcar | Broca da cana-de- açúcar (Diatraea saccharalis) | 100 - 200 | Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido. Se necessário, repetir a aplicação. Não aplique este produto em época de floração. |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2 Intervalo de Aplicação: será determinado em função da reinfestação Volume de calda:
Aeronave tripulada: 20 - 40 L/ha Aeronave Remotamente Pilotada (ARP/drones): mínimo 10 L/ha | |||
Cultura | Alvo | Dose (mL/ha) | Época de Aplicação |
Realizar aplicações foliares com nível de | |||
Bicho mineiro* (Leucoptera coffeella) | 200 - 300 | infestação de no máximo 5% de folhas atacadas com lagartas vivas. Não aplique este produto | |
em época de floração. | |||
Lagarta-da-roseta (Cryptoblabes gnidiella) | 150 - 250 | Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando aparecerem os primeiros indícios da presença de lagartas ou do dano econômico pelo ataque da praga. Se necessário, repetir a aplicação. A menor dose é recomendada para o controle em infestações iniciais e presença de lagartas | |
pequenas. A maior dose deve ser recomendada | |||
Café | para infestações maiores. Não aplique este | ||
produto em época de floração. | |||
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2 | |||
Intervalo de Aplicação: será determinado em função da reinfestação, respeitando-se o | |||
intervalo mínimo de 30 dias. | |||
Volume de calda: | |||
- Aplicação terrestre: 400 L/ha | |||
- Aplicação aérea: | |||
Aeronave tripulada: 20 - 40 L/ha | |||
Aeronave Remotamente Pilotada (ARP/drones): mínimo 10 L/ha | |||
* Adicionar adjuvante organosiliconado 0,05% v/v | |||
Maçã | Mariposa Oriental (Grapholita molesta) | 200 - 300 | Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido. Se necessário, repetir a aplicação. A menor dose é recomendada para o controle em infestações iniciais e presença de lagartas pequenas. A maior dose deve ser recomendada para infestações maiores, porém ainda dentro do nível de ação e presença de lagartas pequenas. Não aplique este produto em época de floração. |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de Aplicação: será determinado em função da reinfestação Volume de calda:
Aeronave tripulada: 20 - 40 L/ha Aeronave Remotamente Pilotada (ARP/drones): mínimo 10 L/ha | |||
Cultura | Alvo | Dose (mL/ha) | Época de Aplicação |
Soja | Lagarta-heliothis (Heliothis virescens) | 150 - 200 | Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido. A menor dose é recomendada para o controle em infestações iniciais e presença de lagartas pequenas. A maior dose deve ser recomendada para infestações maiores, porém ainda dentro do nível de ação e presença de lagartas pequenas. Não aplique este produto em época de floração. |
Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens) | 200 - 300 | ||
Lagarta-helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 200 | ||
Lagarta-das-vagens (Spodoptera eridania) | 125 - 150 | ||
N° máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de Aplicação: será determinado em função da reinfestação Volume de calda:
Aeronave tripulada: 20 - 40 L/ha Aeronave Remotamente Pilotada (ARP/drones): mínimo 10 L/ha | |||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Heliothis virescens | Lagarta-das-maçãs | Ver detalhes |
| Batata | Spodoptera cosmioides | Lagarta-das-vagens | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Soja | Heliothis virescens | Lagarta-das-maçãs | Ver detalhes |
É importante ressaltar que a definição dos equipamentos de pulverização e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um Engenheiro Agrônomo.
Aplicações terrestres:
Os parâmetros de aplicação através de equipamentos tratorizados ou autopropelidos, como tipo de pontas, pressão de trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
As aplicações via equipamentos de irrigação tipo pivô central devem sempre: utilizar equipamentos de irrigação bem ajustados, que possibilitem cobertura uniforme do produto; utilizar sistemas de injeção completos e adequadamente calibrados, seguindo as orientações do fabricante; verificar as características da área a ser tratada, quantidade de produto necessária e a taxa de injeção; utilizar equipamentos de proteção individual.
Aplicações com aeronaves agrícolas:
Recomenda-se a utilização de barras com pontas específicas ou atomizadores rotativos do tipo “Micronair”, sempre procurando obter uma boa cobertura na aplicação. Toda aplicação com aeronave agrícola deve ser controlada/monitorada por GPS.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) ou que tenham sido capacitadas e treinadas pela Corteva Agriscience, através do nosso programa de Boas Práticas Agrícolas, para realizar a aplicação aérea deste produto. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto.
Antes de iniciar a aplicação com aeronave remotamente pilotada (ARP/drones), certifique-se que há um planejamento de voo e este foi autorizado, registre os dados de voo e garanta a segurança operacional.
A aplicação deste produto pode ser realizada com drones agrícolas de pulverização, mantendo-se uma altura de voo de 2,5 a 3 m acima dos alvos. Evite alturas de voo muito altas ou muito baixas, pois esses procedimentos aumentam o risco de deriva. O drone deve ser calibrado para uma taxa de aplicação (volume de calda) mínima de 10 L/ha. A seleção das pontas hidráulicas ou o ajuste da rotação de bicos rotativos deve propiciar espectro de gotas finas, dentro de toda a faixa útil de vazões de trabalho, de forma à proporcionar deposição adequada no alvo, bem como minimizar ao máximo a sobreposição não adequada de voo. É importante que as pontas sejam escolhidas em função das características operacionais da aeronave, para que a classe do espectro de gotas fique dentro do recomendado.
Evite utilizar o drone sem que haja adequada e necessária sobreposição de passadas durante a aplicação, a exemplo do que se faz em aplicações aéreas convencionais. A faixa de deposição ideal para os drones deve ser calculada com as mesmas metodologias utilizadas para a aplicação aérea convencional. Entretanto, na impossibilidade da realização desta avaliação, considere que os drones multirrotores com até 30 kg de carga útil apresentam faixas de deposição ideal entre 4 e 6 m. Havendo dúvida, consulte o fabricante do equipamento sobre o melhor ajuste desse parâmetro para cada modelo de drone.
Ao pulverizar com drones, utilize técnicas para a redução da deriva. Lembre-se que o drone é uma plataforma de aplicação aérea e requer os devidos cuidados para evitar a deriva.
Mantenha uma faixa de segurança de acordo com a legislação vigente.
Recomendamos e é necessário realizar a aplicação de drones do FIDELE com empresas que tenham realizado os cursos para aplicação através de aeronaves remotamente pilotadas (drones/ARP), de acordo com a Normativa MAPA nº 298, de 22 setembro de 2021, ou qualquer outra que venha complementá-la ou substituí-la, e com equipamentos registrados nos órgãos competentes para operacionalizar. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto. Sempre consulte as normas vigentes (MAPA, DECEA, ANAC e ANATEL).
Volume de calda | Classe de gotas | Altura de voo | Faixa de aplicação |
Mínimo de 10 L/ha | Fina | 2,5 a 3 m | Ajuste de acordo com cada modelo de drone |
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
< 30°C | > 50% | entre 3 e 10 km/h |
Deve-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
Temperatura ambiente: igual ou inferior a 30ºC.
Umidade relativa do ar: acima de 50%.
Velocidade do vento: calmo (entre 3 e 10 km/h).
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um engenheiro agrônomo.
Algodão 7 dias
Batata 7 dias
Café 7 dias
Cana-de-açúcar 60 dias
Maçã 14 dias
Soja 7 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 72 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Alvo-biológico | Dose de aplicação (gramas/ha ou g/100L d’água) | Volume de calda (L/ha) | ||
Nome comum | Nome científico | Produto Comercial | Ingrediente ativo | ||
Batata | Larva-alfinete | Diabrotica speciosa | 150 + 200 | 120 + 160 | 150-300 |
Cana- de- açúcar | PLANTIOS NOVOS | ||||
Broca-da-cana, Migdolus | Migdolus fryanus | 500 ou (400 + 250) | 400 ou (320 +200) | 300 | |
Broca-da-cana | Diatraea saccharalis | 500 | 400 | ||
Cupins | Heterotermes tenuis Cornitermes cumulans Neocapritermes opacus Procornitermes triacifer | 200 - 250 | 160 - 200 | ||
SOQUEIRA | |||||
Cupins | Heterotermes tenuis Cornitermes cumulans Neocapritermes opacus Procornitermes triacifer | 250 | 200 | 300 | |
Milho | Larva-alfinete | Diabrotica speciosa | 250 | 200 | 300 |
Pão-de-galinha | Diloboderus abderus | 100 | 80 | 250 - 300 | |
Notas:
1 kg de FIPRONIL BRT 800 WG contém 800 g do ingrediente ativo fipronil.
os volumes de calda em faixa variam em função do estado vegetativo, densidade foliar e porte das plantas.
Batata | Aplicar o produto em jato dirigido no sulco de plantio da cultura no momento da semeadura na dose de 150 g de produto comercial/ha com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque). Fazer uma complementação na dose de 200 g produto comercial/ha aplicado no solo no momento da “amontoa” (15 a 25 dias após a semeadura), cobrindo o produto imediatamente com terra após a aplicação. Número de aplicações por ciclo da cultura: até 2 aplicações. |
Cana- De- Açúcar | PLANTIOS NOVOS: Sulco de plantio:
Áreas de alta infestação: utilizar o parcelamento de doses: 400 g de produto comercial/ha, pulverizando-se na base do arado de aiveca, formando uma barreira química no subsolo contra o ataque da praga, complementado com a dose de 250 g de produto comercial/ha, aplicando-se no sulco de plantio no momento da realização da semeadura da cultura. Número de aplicações: até 2 aplicações. SOQUEIRA: - Cupins (Heterotermes tenuis, Cornitermes cumulans, Neocapritermesopacus, Procornitermes triacifer), aplicar o produto com equipamentos pulverizadores adaptados para tal função, abrindo-se um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando-se sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura. Aplicar somente após ser constatado a presença da praga na área, e acima do nível de dano econômico. Número de aplicações: até 1 aplicação |
Milho |
Número de aplicações: até 1 aplicação. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Milho | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
Equipamentos de aplicação:
O produto pode ser aplicado somente no solo através de equipamentos tratorizados adaptados, com bico de jato leque (plano) ou cônico, dependendo do alvo a ser atingido; ou pulverizador costal manual. Procurar sempre colocar o produto no local de ocorrência da praga a ser controlada.
Bico: jato em cone da Série X ou D coma, por exemplo, JA-2, D2 ou similares ou em jato leque Twinjet 8003 VB, dependendo do alvo a ser atingido.
Pressão: 20 a 80 lb/pol2
Tamanho de gotas: 110 a 250 micras de diâmetro Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm²
Condições climáticas:
Não aplicar o produto com ventos superiores a 10 km/h, não aplicar sob chuva; temperatura deverá ser inferior a 27°C; umidade relativa deverá ser superior a 55%. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Encher ¾ do volume do tanque de pulverização com água e adicionar FIPRONIL BRT 800 WG mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Batata: não determinado por se tratar de tratamento de solo; Cana-de-açúcar (aplicação no sulco de plantio): não determinado por se tratar de tratamento de solo; Milho: não determinado por se tratar de tratamento de solo;
Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Pragas/ Plantas infestantes/ Doenças | Dose (g. p.c./ha) | Dose (g. i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Batata | Larva-alfinete (*) (Diabrotica speciosa) | 150 (sulco de plantio) + 200 (amontoa) | 120 + 160 | 200 | 2 |
Cana de açúcar | Plantio Novo | ||||
Migdolus (*) (Migdolus fryanus) | 500 (sulco de plantio) ou 400 (arado) + 250 (sulco de plantio) | 400 ou (320 + 200) | 200 a 300 | 2 | |
Broca-da-cana (*) (Diatraea saccharalis) | 500 | 400 | 1 | ||
Cupins (*) (Heterotermes tenuis) (Cornitermes cumulans) (Neocapritermes opacus) (Procornitermes triacifer) | 200 - 250 | 160 - 200 | |||
Soqueira | |||||
Cupins (**) (Heterotermes tenuis) (Cornitermes cumulans) (Neocapritermes opacus) (Procornitermes triacifer) | 250 | 200 | 300 | 1 | |
Controle de formigas – plantio novo ou soqueira | |||||
Saúva parda (***) (Atta capiguara) | 1 – 2 g p.c./L de calda (50 mL de calda por olheiro) | 0,8 – 1,6 g i.a./L de calda | 50 mL/olheiro | 1 | |
Milho | Larva-alfinete (*) (Diabrotica speciosa) | 100 | 80 | 250 a 300 | 1 |
Pão-de-galinha (*) (Diloboderus abderus) | |||||
(*) Aplicação do produto no sulco de plantio no momento da semeadura.
(**) Aplicação do produto abaixo da superfície do solo na região de maior ocorrência do sistema radicular das plantas.
(***) Aplicação do produto no olheiro e trilha de caminhamento próximo ao “olheiro”.
Alameda Santos, 2159. CJ 61 e 62 Cerqueira Cesar
São Paulo/SP – CEP: 01419-100
Cultura | Pragas/ Plantas infestantes/ Doenças | Dose (g. p.c./100 L água) | Dose (g. i.a/100 L água) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
500 | 400 | ||||
Cupins (Cornitermis bequaerti) (Syntermes molestus) | (imersão de mudas) 125 (pulverização de | (imersão de mudas) 100 (pulverização de | 20 mL/planta | 1 antes do plantio | |
mudas) | mudas) | ||||
Vespa da galha | 50 – 125 | 40 – 100 | 200 L/ha | 5 | |
Eucalipto | (Leptocybe invasa) | ||||
Formiga quenquém Acromyrmex crassispinus | 50 - 100 | 40 - 80 | 50 mL/olheiro | Máximo de 2 aplicações por ano e 4 | |
aplicações | |||||
Saúva-limão Atta sexdens | 50 - 150 | 40 - 120 | 200 L/ha | durante todo o ciclo do cultivo |
Para controle da Larva-alfinete realizar a aplicação em jato dirigido no sulco de plantio da cultura no momento da semeadura (cobertura dos tubérculos semente), na dose de 150 g. p.c./ha (120 g. i.a./ha) com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 150 a 300 litros de calda por hectare. Fazer uma complementação na dose de 200 g. p.c./ha (160 g. i.a./ha) no momento da “amontoa” (15 a 25 dias após a semeadura), dirigido para a base das plantas, local onde haverá a formação dos tubérculos cobrindo o produto imediatamente com terras após a aplicação, formando assim uma barreira química impedindo o acesso da praga até os tubérculos. Efetuar no máximo 2 aplicações.
Cupins e Broca-da-cana: Realizar as aplicações preventivamente no sulco de plantio, sobre os toletes, no momento da semeadura da cultura com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque) imediatamente antes da cobertura. Utilizar as doses mais baixas 200 g. p.c./ha (160 g. i.a./ha) para controle de cupins em área onde as infestações sejam reconhecidamente baixas. A dose maior, 250 g. p.c./ha (200 g. i.a./ha) deverá ser utilizada para níveis de infestações médios a altos.
Migdolus: Em áreas de baixa incidência da praga, utilizar a dose de 500 g. p.c./ha (400 g. i.a./ha) em uma única aplicação com auxílio de pulverizadores tratorizados adaptados com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 200 a 300 litros de calda por hectare no sulco de plantio no momento da semeadura da cultura, sempre cobrindo o local imediatamente com terra.
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São Paulo/SP – CEP: 01419-100
Áreas de alta infestação utilizar o parcelamento de doses, sendo: 400 g. p.c./ha (320 g. i.a./ha) pulverizado na base do arado de aiveca, formando uma barreira química no subsolo contra o ataque da praga, complementado com a dose de 250 g. p.c./ha (200 g. i.a./ha) aplicado no sulco de plantio no momento da realização da semeadura da cultura.
Para controle de cupins, realizar a aplicação com equipamentos pulverizadores adaptados para tal função com uma vazão de 300 litros de calda por hectare, abrindo um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura. Aplique somente após ser constatado a presença da praga na área, e acima do nível de dano econômico.
Saúva parda: Deve ser feita uma vez de forma dirigida, aplicando-se 50 mL de calda/olheiro e proximidades da trilha de caminhamento.
Antes do plantio, única aplicação. Preparar uma calda inseticida contendo 0,5% de Fipronil CCAB 800 WG, proceder a imersão das bandejas com as mudas durante um período de 30 segundos, em seguida retirá-las e deixar escorrer o excesso de calda por um período de 2 minutos. Aguardar a secagem das bandejas antes de efetuar o plantio das mudas.
Aplicar o produto logo após o plantio das mudas dirigindo o jato para a região do solo e caule das plantas. Fazer uma leve incorporação após a aplicação da calda inseticida.
Aplicar com equipamentos manuais, costais e tratorizados. Utilizar bicos de jato cônico com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira que se obtenha uma cobertura uniforme do alvo a ser atingido. Volume de aplicação de 20 ml/planta.
Pulverização de mudas em viveiro: A aplicação deve ser realizada na produção de mudas em viveiro de forma preventiva, a intervalos de aplicação de 7 a 15 dias, utilizando doses maiores para maior intervalo de aplicação. Para maior proteção da muda, recomenda-se uma aplicação com a maior dose logo antes do transplantio. Volume de calda: 200 L/ha.
Aplicação dirigida aos “olheiros”: Aplicar com equipamento costal manual, motorizado ou tratorizado, distribuindo 50 mL da calda por “olheiro” ativo do formigue iro, dirigindo o jato no seu centro e parte no caminho por onde circulam as formigas (0,5 metro). Deve-se atingir as formigas presentes e também o solo por onde as mesmas caminham.
Alameda Santos, 2159. CJ 61 e 62 Cerqueira Cesar
São Paulo/SP – CEP: 01419-100
Aplicação com barra dirigida ao solo: Aplicar após monitoramento da área e identificação das formigas em nível de dano econômico, regulando o equipamento para que o jato atinja diretamente o solo, utilizando bico de jato plano (leque) com as pontas a uma distância de 50 cm do solo e vazão de 200 litros de calda por hectare. Utilizar as doses mais baixas para controle de formigas em área de baixa infestação e as doses mais altas em áreas de alta infestação.
Larva-alfinete: No controle da larva-alfinete, proceder à aplicação preventivamente em jato dirigido no sulco de plantio no momento da realização da semeadura, com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 250 a 300 litros de calda por hectare, cobrindo o produto que foi pulverizado imediatamente com terra. Efetuar apenas 1 aplicação.
Pão-de-galinha: Para o controle do Pão-de-galinha o produto poderá ser aplicado no sulco de plantio no momento da semeadura com o auxílio de pulverizadores específicos de tal forma que haja uma distribuição homogênea do produto, devendo cobrir o local com terra. Efetuar apenas 1 aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Procornitermes triacifer | Cupim, Cupim-de-monte, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Eucalipto | Syntermes molestus | Cupim, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Milho | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Soja | Sternechus subsignatus | Gorgulho-da-soja, Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
Para o sulco de plantio o produto poderá ser aplicado com equipamentos tratorizados adaptados com bico de jato leque (plano) ou cônico, dependendo do alvo a ser atingido, e a uma vazão de 100 a 300 litros de calda por hectare, procurando sempre colocar o produto no local de ocorrência da praga a ser controlada, devendo o mesmo ser coberto imediatamente com terra.
Os bicos regulados à pressão 20 a 80 lb/pol², deverão proporcionar gotas de 110 a 250 micras de diâmetro com densidade mínima de 40 gotas/cm².
Para saúva-parda deve ser realizado pulverização da calda do FIPRONIL CCAB 800 WG de forma dirigida, com um consumo de 50L de calda/olheiro, usando um pulverizador costal, procurando-se atingir o centro do “olheiro” e parte do caminho por onde caminham as formigas (0,5 metros), procurando atingir os indivíduos ali presentes e também o solo por onde as mesmas estão circulando.
Para melhor preparação da calda, abasteça o pulverizador até ¾ de sua capacidade mantendo o agitador ou retorno acionado. Coloque a dose indicada do inseticida FIPRONIL CCAB 800 WG em um recipiente com água a parte para se obter uma pré-diluição do produto e adicione ao tanque do pulverizador, após isso complete o volume restante do pulverizador com água e aplique imediatamente o produto sobre o alvo biológico.
Alameda Santos, 2159. CJ 61 e 62 Cerqueira Cesar
São Paulo/SP – CEP: 01419-100
Devido à modalidade de uso as condições climáticas não são fatores limitantes para aplicação do produto, exceto casos extremos como chuvas, vento muito forte, altas temperaturas e outros fatores que possam impedir a aplicação do produto.
Temperatura: máxima 27ºC
Umidade relativa do ar: mínima 55%
Velocidade de ventos: máxima 10 km/hora (3 m/seg.).
Considerar sempre que a umidade relativa do ar é o elemento mais importante na maior ou menor velocidade de evaporação das gotas. Lembrar que as gotas muito finas não atingem adequadamente o alvo, e tem deriva maior, enquanto que gotas muito grossas dão uma deposição inadequada e escorrem para o solo.
Culturas | Dias |
Batata | (1) |
Cana-de-açúcar | (1) |
Eucalipto | UNA |
Milho | (1) |
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego (Aplicação no solo) UNA = Uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Alvo-biológico | Dose de aplicação (gramas/ha ou g/100 L d’água) | Volume de calda (L/ha) | ||
Produto comercial | Ingrediente ativo | ||||
Nome comum | Nome científico | ||||
Batata | Larva-alfinete | Diabrotica speciosa | 150 + 200 | 120 + 160 | 150-300 |
Cana-de- açúcar | PLANTIOS NOVOS | ||||
Broca-da-cana, Migdolus | Migdolus fryanus | 500 ou (400 + 250) | 400 ou (320 + 200) | 300 | |
Broca-da-cana | Diatraea saccharalis | 500 | 400 | ||
Cupins | Heterotermes tenuis Cornitermes cumulans Neocapritermes opacus Procornitermes triacifer | 200-250 | 160-200 | ||
SOQUEIRA | |||||
Cupins | Heterotermes tenuis Cornitermes cumulans Neocapritermes opacus Procornitermes triacifer | 250 | 200 | 300 | |
Milho | Larva-alfinete | Diabrotica speciosa | 100 | 80 | 250-300 |
Pão-de-galinha | Diloboderus abderus | ||||
Notas:
1 kg de FIPRONIL EDS 800 WG contém 800 g do ingrediente ativo fipronil.
os volumes de calda em faixa variam em função do estado vegetativo, densidade foliar e porte das plantas.
Batata | Aplicar o produto em jato dirigido no sulco de plantio da cultura no momento da semeadura na dose de 150 g de produto comercial/ha com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque). Fazer uma complementação na dose de 200 g produto comercial/ha aplicado no solo no momento da “amontoa” (15 a 25 dias após a semeadura), cobrindo o produto imediatamente com terra após a aplicação. Número de aplicações por ciclo da cultura: até 2 aplicações. |
Cana-de- açúcar | PLANTIOS NOVOS: Sulco de plantio:
Áreas de alta infestação: utilizar o parcelamento de doses: 400 g de produto comercial/ha, pulverizando-se na base do arado de aiveca, formando uma barreira química no subsolo contra o ataque da praga, complementado com a dose de 250 g de produto comercial/ha, aplicando-se no sulco de plantio no momento da realização da semeadura da cultura. Número de aplicações: até 2 aplicações. SOQUEIRA: - Cupins (Heterotermes tenuis, Cornitermes cumulans, Neocapritermes opacus, Procornitermes triacifer), aplicar o produto com equipamentos pulverizadores adaptados para tal função, abrindo-se um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando-se sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura. Aplicar somente após ser constatado a presença da praga na área, e acima do nível de dano econômico. Número de aplicações: até 1 aplicação. |
Milho |
Número de aplicações: até 1 aplicação. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Milho | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
Equipamentos de aplicação:
O produto pode ser aplicado somente no solo através de equipamentos tratorizados adaptados, com bico de jato leque (plano) ou cônico, dependendo do alvo a ser atingido; ou pulverizador costal manual. Procurar sempre colocar o produto no local de ocorrência da praga a ser controlada.
Bico: jato em cone da Serie X ou D coma, por exemplo, JA-2, D2 ou similares ou em jato leque Twinjet 8003 VB, dependendo do alvo a ser atingido.
Pressão: 20 a 80 lb/pol2
Tamanho de gotas: 110 a 250 micras de diâmetro Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm²
Condições climáticas:
Não aplicar o produto com ventos superiores a 10 km/h, não aplicar sob chuva; temperatura deverá ser inferior a 27°C; umidade relativa deverá ser superior a 55%. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Encher ¾ do volume do tanque de pulverização com água e adicionar FIPRONIL EDS 800 WG mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Batata: não determinado por se tratar de tratamento de solo; Cana-de- açúcar (aplicação no sulco de plantio): não determinado por se tratar de tratamento de solo; Milho: não determinado por se tratar detratamento de solo;
Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Alvo-biológico | Dose de aplicação (gramas/ha) | Volume de calda (L/ha) | ||
Produto comercial | Ingrediente ativo | ||||
Nome comum | Nome científico | ||||
Batata | Larva-alfinete | Diabrotica speciosa | 150 + 200 | 120 + 160 | 150-300 |
Cana-de- açúcar | PLANTIOS NOVOS | ||||
Broca-da-cana, Migdolus | Migdolus fryanus | 500 ou (400 + 250) | 400 ou (320 + 200) | 300 | |
Broca-da-cana | Diatraea saccharalis | 500 | 400 | ||
Cupins | Heterotermes tenuis Cornitermes cumulans Neocapritermes opacus Procornitermes triacifer | 200-250 | 160-200 | ||
SOQUEIRA | |||||
Cupins | Heterotermes tenuis Cornitermes cumulans Neocapritermes opacus Procornitermes triacifer | 250 | 200 | 300 | |
PLANTIOS NOVOS e SOQUEIRA | |||||
Saúva parda | Atta capiguara | 1-2 | 0,8-1,6 | 50 mL/olheiro | |
Milho | Larva-alfinete | Diabrotica speciosa | 100 | 80 | 250-300 |
Pão-de-galinha | Diloboderus abderus | ||||
Notas:
1 kg de FIPRONIL NAG 800 WG contém 800 g do ingrediente ativo fipronil.
Os volumes de calda em faixa variam em função do estádio vegetativo, densidade foliar e porte das plantas.
Aplicar o produto em jato dirigido no sulco de plantio da cultura no momento da semeadura na dose de 150 g de produto comercial/ha com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque).
Fazer uma complementação na dose de 200 g produto comercial/ha no momento da “amontoa” (15 a 25 dias após a semeadura), cobrindo o produto imediatamente com terra após a aplicação.
Número de aplicações por ciclo da cultura: até 2 aplicações.
Batata
Cana-de- açúcar | PLANTIOS NOVOS: Sulco de plantio:
Número de aplicações: até 1 aplicação. |
Milho |
Número de aplicações: até 1 aplicação. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Anthonomus grandis | Bicudo | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Heterotermes tenuis | Cupins | Ver detalhes |
| Milho | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Soja | Sternechus subsignatus | Gorgulho-da-soja, Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
Equipamentos de aplicação:
O produto pode ser aplicado através de equipamentos tratorizados adaptados, com bico de jato leque (plano) ou cônico, dependendo do alvo a ser atingido; ou pulverizador costal manual. Procurar sempre colocar o produto no local de ocorrência da praga a ser controlada. Utilizar pulverizador costal para o controle de formigas.
Bico: jato em cone da Série X ou D coma, por exemplo, JA-2, D2 ou similares ou em jato leque Twinjet 8003 VB, dependendo do alvo a ser atingido.
Pressão: 20 a 80 lb/pol2
Tamanho de gotas: 110 a 250 micras de diâmetro Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm²
Condições climáticas:
Não aplicar o produto com ventos superiores a 10 km/h, não aplicar sob chuva; temperatura deverá ser inferior a 27°C; umidade relativa deverá ser superior a 55%. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Encher ¾ do volume do tanque de pulverização com água e adicionar FIPRONIL NAG 800 WG mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Batata: não determinado por se tratar de tratamento de solo
Cana-de-açúcar (aplicação no sulco de plantio): não determinado por se tratar de tratamento de solo
Milho: não determinado por se tratar de tratamento de solo.
Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
VER 31 – 19.03.2024
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | FIPRONIL NORTOX 800 WG |
Nome comum/ Nome científico | DOSE g de p.c | |
BATATA | Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | 150 - 200 g/ha |
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÀO E VOLUME DE CALDA: Para o controle da Larva-alfinete, realizar a aplicação em jato dirigido no sulco do plantio da cultura no momento da semeadura na dose de 150 g p.c./ha. Efetuar uma complementação na dose de 200 g p.c./ha no momento da “amontoa” (15 a 25 dias após a semeadura), cobrindo o produto imediatamente com terra após a aplicação. Nº máximo de aplicação: 2 Intervalo entre aplicações: 15-25 dias Volume de calda: 200 L/ha | ||
CANA-DE-AÇÚCAR | Cupim Heterotermes tenuis | 200 - 250 g/ha |
Migdolus Migdolus fryanus | 500 g/ha | |
Cupim Neocapritermes opacus | 200 - 250 g/ha | |
Cupim Procornitermes triacifer | ||
Cupim Cornitermes cumulans | ||
Broca-da-cana Diatraea saccharalis | 500 g/ha | |
Bicudo-da-cana Sphenophorus Levis | 250 g/ha | |
Saúva parda Atta capiguara | 1 - 2 g/L de calda | |
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | FIPRONIL NORTOX 800 WG |
Nome comum/ Nome científico | DOSE g de p.c | |
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÀO E VOLUME DE CALDA: Cana Planta: Cupins e Migdolus: aplicar preventivamente, diretamente no sulco do plantio, sobre os toletes de cana-de-açúcar, e cobrir imediatamente com uma camada de terra. Usar a maior dose quando houver maior intensidade de ataque. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 200 L/ha Broca-da-cana: somente para plantios novos. Realizar a aplicação do produto no sulco de plantio no momento do plantio. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 300 L/ha Bicudo-da-cana: fazer a aplicação em jato dirigido, na operação de plantio, aplicando o produto sobre os toletes de cana (mudas) e fechando o sulco imediatamente após o tratamento. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 300 L/ha Saúva parda: realizar a aplicação do produto no olheiro e trilha de caminhamento próximo ao “olheiro”. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 50 mL de calda por olheiro Cana Soca: Cupins: aplicar o produto abrindo um sulco lateral de cada lado da soqueira, somente após ser constatada a presença da praga na área e acima do nível de dano econômico. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 300 L/ha Bicudo-da-cana: fazer a pulverização na cana soca, logo após a colheita, aplicando o produto sobre a linha de plantio e incorporando abaixo do nível do solo, na região de maior concentração de raízes. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 300 L/ha Saúva parda: realizar a aplicação do produto no olheiro e trilha de caminhamento próximo ao “olheiro”. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 50 mL de calda por olheiro | ||
DUBOISIA | Broca da Duboisia Cyrtomon luridus | 400-500 g/ha |
Saúva parda Atta capiguara | 1-2 g/L de água | |
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÀO E VOLUME DE CALDA: Broca da Duboisia: aplicar preventivamente, direto na cova do plantio e cobrir imediatamente com uma camada de terra. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 150-250 L/ha Saúva-parda: quando constatada a presença da praga. Realizar a aplicação do produto no olheiro e trilha de caminhamento próximo ao “olheiro”. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 50 mL de calda por olheiro | ||
VER 31 – 19.03.2024
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | FIPRONIL NORTOX 800 WG |
Nome comum/ Nome científico | DOSE g de p.c | |
MILHO | Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | 100 g/ha |
Pão-de-galinha Diloboderus abderus | ||
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÀO E VOLUME DE CALDA: Vaquinha: proceder à aplicação preventivamente em jato dirigido no sulco de plantio no momento da realização da semeadura, com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque), cobrindo o produto que foi pulverizado imediatamente com terra. Pão-de-galinha: aplicar no momento da semeadura com o auxílio de pulverizadores específicos de tal forma que haja uma distribuição homogênea do produto. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 250-300 L/ha | ||
1 Quilo do produto comercial (p.c) Fipronil Nortox 800 WG contém 800 gramas do ingrediente ativo (a.i) Fipronil.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Cornitermes cumulans | Cupim | Ver detalhes |
| Duboisia | Cyrtomon luridus | Broca da Duboisia | Ver detalhes |
| Milho | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Soja | Sternechus subsignatus | Gorgulho-da-soja, Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
ESTE PRODUTO É TOXICO ÀS ABELHAS. A APLICAÇÃO AÉREA NÃO É PERMITIDA
PREPARAÇÃO DA CALDA:
Para preparo da calda, abasteça o pulverizador com água até 3/4 de sua capacidade mantendo agitador ou retorno acionado. Fazer uma pré-diluição da dose recomendada de FIPRONIL NORTOX 800 WG em um recipiente com água a parte, adicioná-lo ao tanque e completar o mesmo com água até sua capacidade. A agitação deve ser constante durante a preparação da calda e aplicação do produto. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação. Aplique imediatamente após o preparo.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
VER 31 – 19.03.2024
Cana-de-açúcar: para plantios novos a aplicação deve ser realizada em jato dirigido no sulco do plantio, sobre os toletes de cana-de-açúcar cobrindo imediatamente com uma camada de terra. Para cana soca a aplicação deve ser realizada abrindo-se um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura, cobrindo o produto imediatamente com terra após a aplicação.
Milho: a aplicação deve ser realizada em jato dirigido no sulco de plantio no momento da realização da semeadura, cobrindo o produto imediatamente com terra.
CULTURA | DIAS |
Batata | (1) |
Cana-de-açúcar | (1) |
Duboisia | UNA |
Milho | (1) |
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. UNA = Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
FIPRONIL YONON é um inseticida, formicida e cupinicida, de ação de contato e ingestão, do grupo químico pirazol, que contém ingrediente ativo Fipronil, 800 g/kg na formulação granulado dispersível (WG), indicado para o controle de pragas na cultura da batata, cana-de-açúcar e milho e por imersão de mudas de eucalipto.
Cultura | Pragas Nome comum (Nome científico) | Dose p.c. (g/ha) | Volume de calda | Nº máximo de Aplicações |
Batata | Larva-alfinete (*) (Diabrotica speciosa) | 150 (sulco de plantio) + 200 (amontoa) | 150 - 300 L/ha | 2 |
Época e intervalo de aplicação: Para controle da Larva-alfinete realizar a aplicação em jato dirigido no sulco de plantio da cultura, antes da cobertura dos tubérculos somente, na dose de 150 g p.c./ha com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 150 a 300 litros de calda por hectare. Fazer uma complementação na dose de 200 g. p.c./ha no momento da “amontoa” (15 a 25 dias após a semeadura), dirigido para a base das plantas, local onde haverá a formação dos tubérculos cobrindo o produto imediatamente com terras após a aplicação, formando assim uma barreira química impedindo o acesso da praga até os tubérculos. O preparo adequado do solo antes do plantio é fundamental para o sucesso no controle da Diabrotica, a formação de torrões e rachaduras devido a irregularidade de umidade podem facilitar a entrada da praga. O monitoramento das pragas, cuidados com a tecnologia de aplicação, momento correto na aplicação, são essenciais no sucesso de controle. Se o plantio da batata for realizado no período de novembro a fevereiro e ou sequencial aos cultivos de soja, feijão, milho ou trigo deve-se realizar um bom manejo movimentando (revolver) o solo para expor indivíduos remanescentes (larvas em diferentes instares), pois esses cultivos são hospedeiros de Diabrotica speciosa (brasileirinho ou patriota). Recomenda-se realizar esta operação pelo menos 15 dias antes do plantio, favorecendo a exposição de larvas da praga a predadores, morte por inanição, e consequentemente uma redução da pressão por Diabrotica speciosa contribuindo para um controle mais efetivo do inseticida FIPRONIL YONON. Na pós emergência das plântulas de bata visando o controle de adultos é necessário o emprego de inseticidas de forma a complementar o manejo, reduzindo a oviposição por Diabrotica speciosa, remetendo a uma menor incidência da praga. Em cultivos de batata conduzidos principalmente ao lado desses cultivos (soja, milho, feijão, trigo), onde normalmente os agricultores descuidem do controle de Diabretica no final do ciclo, é importante aumentar ainda mais a atenção, pois a praga migra desses cultivos para a batata e precisamos atentos ao monitoramento, intensificando as aplicações de inseticidas no cultivo realizando-as com maior frequência. | ||||
Cultura | Pragas Nome comum (Nome científico) | Dose p.c. (g/ha) | Volume de calda | Nº máximo de Aplicações |
Cana-de- Açúcar (Plantios Novos) | Migdolus (*) (Migdolus fryanus) | 500 (Sulco de plantio) ou 400 (arado) + 250 (Sulco de plantio) | 300 L/ha | 2 |
Broca-da-cana (*) (Diatraea saccharalis) | 500 | 300 L/ha | 1 | |
Cupins (*) (Heterotermes tenuis) (Cornitermes cumulans) (Neocapritermes opacus) (Procornitermes triacifer) | 200 - 250 | 300 L/ha | ||
Cana-de- Açúcar (Soqueira) | Cupins (**) (Heterotermes tenuis) (Cornitermes cumulans) (Neocapritermes opacus) (Procornitermes triacifer) | 250 | 300 L/ha | |
Cana-de- Açúcar (Plantios novos e soqueira) | Saúva-parda (***) (Atta capiguara) | 1 – 2 g p.c./L de calda (50mL de calda/olheiro) | 50mL/olheiro | |
Época e intervalo de aplicação: Plantios novos: Migdolus: Em áreas de baixa incidência da praga, utilizar a dose de 500 g p.c./ha em uma única aplicação com auxílio de pulverizadores tratorizados adaptados com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 200 a 300 litros de calda por hectare no sulco de plantio no momento da semeadura da cultura, sempre cobrindo o local imediatamente com terra. Áreas de alta infestação utilizar o parcelamento de doses, sendo: 400 g p.c./ha pulverizado na base do arado de aiveca, formando uma barreira química no subsolo contra o ataque da praga, complementado com a dose de 250 g p.c./ha, aplicado no sulco de plantio no momento darealização da semeadura da cultura, cobrindo imediatamente com terra. Cupins e Broca-da-cana: Realizar as aplicações preventivamente no sulco de plantio, sobre as “mudas”, no momento da semeadura da cultura com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque) imediatamente antes da cobertura. Utilizar as doses mais baixas 200 g p.c./ha para controle de cupins em área onde se tenha histórico de infestações baixas da praga. A dose maior, 250 g p.c./ha deverá ser utilizada em casos em que se tenha níveis de infestações médios a altos. Soqueira: Para controle de cupins, realizar a aplicação com pulverizadores adaptados para tal função com uma vazão de 300 litros de calda por hectare, abrindo um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura. Aplique somente após ser constatado a presença da praga na área, e acima do nível de dano econômico. Plantio novo ou soqueira: Deve ser feita uma vez de forma dirigida, aplicando-se 50mL de calda/olheiro e proximidades da trilha de caminhamento. | ||||
Cultura | Pragas Nome comum (Nome científico) | Dose p.c. (g/ha) | Volume de calda | Nº máximo de Aplicações |
Eucalipto | Cupins (Cornitermis bequaerti) (Syntermes molestus) | 500 g/100L (imersão de mudas) | 100 L para 10.000 mudas | 1 |
Cupins (Cornitermis bequaerti) (Syntermes molestus) | 125 g/ha (jato dirigido solo) | 20 mL/planta | ||
Formiga quenquém (Acromyrmex crassispinus) | 50 – 100 g/100L | 50 mL/ olheiro | Máximo de 2 aplicações por ano e 4 aplicações durante todo o ciclo do cultivo. | |
Saúva-limão (Atta sexdens) | 50 – 150 g/100L | 200 L/ha | ||
Época e intervalo de aplicação: A aplicação, sempre dirigida ao solo, pode ser realizada nas etapas de pré-plantio, pós-plantio das mudas e em florestas adultas, respeitando o limite máximo de 2 aplicações por ano e 4 aplicações durante todo o ciclo das culturas. Em todas as fases da floresta (implantação, condução e/ou manutenção) a aplicação do produto não pode ser realizada durante o período de florescimento das culturas. Somente realizar a aplicação após a dessecação da área, em solo limpo, sem a presença de plantas daninhas. CONTROLE DE CUPINS (Cornitermis bequaerti e Syntermes molestus): A prevenção do ataque em mudas recém-plantadas pode ser realizada pela imersão do substrato das mudas antes do plantio, enquanto o controle em mudas já plantas pode ser realizado via jato dirigido na superfície do solo e especificamente na cova onde a muda está plantada. Imersão de mudas: Proceder a imersão das bandejas com as mudas durante um período de 30 segundos. Em seguida retirá-las e deixar escorrer o excesso de calda por um período de 2 minutos. Aguardar secagem das bandejas antes de efetuar o plantio das mudas. Cada 100 L de calda é suficiente para tratar 10.000 mudas. A aplicação por imersão de mudas deve ser em uma única aplicação, antes do transplante. Jato dirigido solo: Após o plantio, aplicar o produto via rega na cova onde a muda está plantada. Aplicar com equipamento manual ou tratorizado, desde que a operação seja a de rega e nas covas (solo) de plantio. CONTROLE DE FORMIGA QUENQUÉM (Acromyrmex crassispinus): Aplicação dirigida aos “olheiros”: Aplicar com equipamento costal manual, motorizado ou tratorizado, distribuindo 50 mL da calda por “olheiro” ativo do formigue iro, dirigindo o jato no seu centro e parte no caminho por onde circulam as formigas (0,5 metro). Deve-se atingir as formigas presentes e também o solo por onde as mesmas caminham. CONTROLE DE FORMIGA SAÚVA-LIMÃO (Atta sexdens): Aplicação com barra dirigida ao solo: Aplicar o produto após monitoramento da área e identificação das formigas em nível de dano econômico, regulando o equipamento para que o jato atinja diretamente o solo, utilizando bico de jato plano (leque) com as pontas a uma distância de 50 cm do solo e vazão de 200 litros de calda por hectare. Utilizar as doses mais baixas para controle de formigas em área de baixa infestação e as doses mais altas em áreas de alta infestação. | ||||
Cultura | Pragas Nome comum (Nome científico) | Dose p.c. (g/ha) | Volume de calda | Nº máximo de Aplicações |
Milho | Larva-alfinete (*) (Diabrotica speciosa) | 100 | 250 - 300 L/ha | 1 |
Pão-de-galinha (Diloboderus abderus) | ||||
Época e intervalo de aplicação: Larva-alfinete: No controle da larva-alfinete, proceder à aplicação preventivamente em jato dirigido no sulco de plantio no momento da realização da semeadura, com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 250 a 300 litros de calda por hectare, cobrindo o produto que foi pulverizado imediatamente com terra. Pão-de-galinha: Para o controle do Pão-de-galinha o produto poderá ser aplicado no sulco de plantio no momento da semeadura com o auxílio de pulverizadores específicos de tal forma que haja uma distribuição homogênea do produto, devendo cobrir o local com terra. | ||||
p.c = produto comercial
* Aplicação de produto no sulco de plantio no momento da semeadura, utilizando doses maiores para maior período de controle.
** Aplicação do produto abaixo da superfície do solo na região de maior ocorrência do sistema radicular das plantas.
*** Aplicação do produto no olheiro e trilha de caminhamento próximo ao “olheiro”.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Anthonomus grandis | Bicudo | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Procornitermes triacifer | Cupim, Cupim-de-monte, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acromyrmex crassispinus | Formiga Quenquém, Formiga Quenquém-de-cisco | Ver detalhes |
| Milho | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Soja | Sternechus subsignatus | Gorgulho-da-soja, Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
Para o sulco de plantio o produto poderá ser aplicado com equipamentos tratorizados adaptados com bico de jato leque (plano) ou cônico, dependendo do alvo a ser atingido, e a uma vazão de 100 a 300 litros de calda por hectare, procurando sempre colocar o produto no local de ocorrência da praga a ser controlada, devendo o mesmo ser coberto imediatamente com terra.
Os bicos regulados à pressão 20 a 80 lb/pol², deverão proporcionar gotas de 110 a 250 micras de diâmetro com densidade mínima de 40 gotas/cm².
Para saúva-parda deve ser realizado pulverização da calda do Fipronil Yonon de forma dirigida, com um consumo de 50L de calda/olheiro, usando um pulverizador costal, procurando-se atingir o centro do “olheiro” e parte do caminho por onde caminham as formigas (0,5 metros), procurando atingir os indivíduos ali presentes e também o solo por onde as mesmas estão circulando.
Condições climáticas: Devido à modalidade de uso as condições climáticas não são fatores limitantes para aplicação do produto, exceto casos extremos como chuvas, vento muito forte, altas temperaturas e outros fatores que possam impedir a aplicação do produto.
No caso de pulverização com barras para o controle de saúvas, as condições climáticas devem seguir as recomendações abaixo:
Velocidade do vento: A velocidade do vento adequada para aplicação deve estar entre 03 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes.
Temperatura e umidade: As condições meteorológicas recomendadas para aplicação são: temperatura inferior a 30oC e umidade relativa do ar maior que 55%. Evite aplicar em condições desfavoráveis. A baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização.
Consulte um engenheiro agrônomo em caso de dúvidas.
Logo após a pulverização, esgote o tanque imediatamente e limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem, conforme procedimento abaixo:
Esgote ao máximo a calda presente no tanque;
1ª. Lavagem: Coloque água limpa no tanque até no mínimo 50% de sua capacidade, enxaguando as paredes internas do tanque durante o enchimento. Acione o sistema de agitação e recirculação para manter circulando a água em todo o sistema (tanque, barra, pontas e filtros) e mantenha ligado por, no mínimo, 15 minutos. Com o equipamento ainda ligado, esgote ao máximo o conteúdo do tanque pelas pontas de pulverização.
2ª. Lavagem: Remova as capas, pontas de pulverização e telas/cestos de filtros, e coloque-as em recipiente contendo água limpa e solução comercial de limpeza de tanque. Coloque água limpa no tanque até no mínimo 50% de sua capacidade, enxaguando as paredes internas do tanque durante o enchimento. Adicione solução comercial de limpeza de tanque, conforme recomendação do fabricante. Acione o sistema de agitação e recirculação para manter circulando a água em todo o sistema (tanque, barra, pontas e filtros) e mantenha ligado por, no mínimo, 15 minutos. Com o equipamento ainda ligado, esgote ao máximo o conteúdo do tanque pelas barras de pulverização.
Reinstale as telas/cestos dos filtros, capas e pontas de pulverização, limpas na barra de pulverização. Não utilize como produto de limpeza, produtos à base de hipoclorito de sódio, conhecidos como água sanitária ou cloro.
3ª. Lavagem: Coloque água limpa no tanque até no mínimo 50% de sua capacidade, enxaguando as paredes internas do tanque durante o enchimento. Acione o sistema de agitação e recirculação para manter circulando a água em todo o sistema (tanque, barra, pontas e filtros) e mantenha ligado por, no mínimo, 15 minutos. Com o equipamento ainda ligado, esgote ao máximo o conteúdo do tanque pelas pontas de pulverização.
Certifique-se de que o tanque do equipamento de pulverização esteja limpo (isento de resíduos) antes de iniciar uma nova preparação de calda de agroquímicos.
Realize a limpeza externa do pulverizador após tríplice lavagem.
Atenção à limpeza em “zonas mortas” dos equipamentos, como áreas terminais de linha, filtros, válvulas, mangueiras dobradas, além do tanque de pré-diluição e lavagem de embalagem de agroquímicos.
Descarte as águas de lavagem em área adequada e de acordo com a legislação local.
Culturas | Dias |
Batata | (1) |
Cana-de-açúcar | (1) |
Eucalipto | UNA |
Milho | (1) |
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego (Aplicação no solo)
UNA = Uso não alimentar.
Como a finalidade do produto é a aplicação no solo, não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam caçadas ao entrarem na área tratada.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Anthonomus grandis | Bicudo | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Heterotermes tenuis | Cupins | Ver detalhes |
| Milho | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Soja | Sternechus subsignatus | Gorgulho-da-soja, Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
Cultura | Pragas | Dose (mL p.c./ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) 1 | Número de aplicação |
Batata | Vaquinha-verde amarela (Diabrotica speciosa) | 870 | 174 | 300 | 1 |
Modo e Época de Aplicação: Pulverização no sulco de plantio | |||||
Cana-de- açúcar | Cupim (Cornitermes cumulans) | 900 a 1200 | 180 a 240 | 300 | 1 |
Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 2100 | 420 | |||
Cupim (Heteroermes tenuis) | 900 a 1200 | 180 a 240 | |||
Migdolus (Migdolus fryanus) | 2100 | 420 | |||
Cupim (Procornitermes triacifer) | 900 a 1200 | 180 a 240 | |||
Modo e Época de Aplicação: Cana-planta: Pulverização no sulco de plantio Cana-soca: Pulverização em sulco lateral ao lado da soqueira | |||||
Milho | Vaquinha-verde amarela (Diabrotica speciosa) | 390 | 78 | 300 | 1 |
Modo e Época de Aplicação: Pulverização sobre o sulco de plantio | |||||
1 - O volume de cada recomendado pode variar conforme o porte do cultivo e o equipamento de aplicação utilizado
Aplicação em jato dirigido no sulco de plantio para cultura no momento da semeadura.
Plantios Novos: Realizar apenas 1 aplicação preventivamente no sulco no momento do plantio da cultura com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque).
Soqueira: Para controle de cupins, realizar a aplicação com equipamentos pulverizadores adaptados para tal função, com uma vazão de 300 litros de calda por hectare, abrindo um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura. Aplique somente após ser constatada a presença da praga na área, e acima do nível de dano econômico.
Proceder a aplicação no momento da semeadura, no sulco de plantio com equipamento adaptado, cobrindo o produto que foi pulverizado imediatamente.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Cornitermes cumulans | Cupim | Ver detalhes |
| Milho | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Soja | Sternechus subsignatus | Gorgulho-da-soja, Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
Utilizar pulverizadores específicos para aplicação, que garantam uniformidade adequada do produto no sulco de plantio, tratorizado ou manual (costal) dotados com bicos tipo jato plano (leque) com ângulos 80 ou 110, da série 02 ou 04.
Velocidade de aplicação: 6-8 km/h. Pressão de trabalho: entre 40 e 60 psi.
Os bicos de pulverização deverão estar sempre aproximadamente 30 a 50 cm acima do alvos. Nos equipamentos com mais de uma linha de aplicação, os bicos devem ter o mesmo espaçamento das linhas de plantio.
Cana-planta: Utilizar pulverizadores específicos para aplicação, que garantam uniformidade adequada do produto no sulco de plantio. Dotados com bicos tipo jato plano (leque) com ângulos 80 ou 110, da série 02 ou 04.
Velocidade de aplicação: 6-8 km/h. Pressão de trabalho: entre 40 e 60 psi.
Os bicos de pulverização deverão estar sempre aproximadamente 30 a 50 cm acima do alvo.
Nos equipamentos
com mais de uma linha de aplicação, os bicos devem ter o mesmo espaçamento das linhas de plantio.
Cana-soca: Utilizar pulverizador em boas condições de uso, que garantam uniformidade adequada das gotas, dotado com bicos tipo de jato cônico cheio para aplicação na superfície do solo.
Velocidade de aplicação: 6-8 km/h. Pressão de trabalho: entre 15 e 25 psi.
Os bicos de pulverização deverão estar sempre aproximadamente 30 cm acima do alvo. Nos equipamentos com mais de uma linha de aplicação, os bicos devem ter o mesmo espaçamento das linhas de plantio.
Realizar a pulverização no sulco utilizando-se pulverizadores que garantam uniformidade adequada do produto, dotado com bicos tipo jato plano (leque) fixados nas linhas de plantio da semeadora.
Pressão de trabalho: entre 15 e 30 psi. Tamanho de gotas: DMV acima de 480 μm. Densidade de gotas: mínimo de 20 gotas/cm2
Temperatura: máxima 27°C. Umidade relativa do ar: mínima 55%.
Velocidade de ventos: máxima 10 Km/hora (3 m/seg).
Considerar sempre que a umidade relativa do ar é o elemento mais importante na maior ou menor velocidade de evaporação das gotas. Lembrar que as gotas muito finas não atingem adequadamente o alvo e tem deriva maior, ocorrendo poluição ambiental, enquanto que gotas grossas dão uma deposição inadequada e escorrem para o solo.
Encher metade do tanque do pulverizador com água limpa e adicionar FIPRONIL 200 SC GHARDA, na dose recomendada, mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água limpa. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.
Culturas | Dias |
Batata | ND* |
Cana-de-açúcar | ND* |
Milho | ND* |
* Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Pragas | Dose (g p.c./ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Batata | Larva-alfinete; vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 150 + 200 | 120 + 160 | 150-300 | 2 |
Cana-de- Açúcar (Plantios Novos) | Migdolus; broca-da-cana (*) (Migdolus fryanus) | 500 ou (400 + 250) | 400 ou (320 + 200) | 300 | 2 |
Broca-da-cana; broca-do-colmo (*) (Diatraea saccharalis) | 500 | 400 | 300 | 1 | |
Cupins (*) (Heterotermes tenuis) | 200-250 | 160-200 | 300 | 1 | |
Cupim (*) (Cornitermes cumulans) | 200-250 | 160-200 | 300 | 1 | |
Cupim (*) (Neocapritermes opacus) | 200-250 | 160-200 | 300 | 1 | |
Cupim (*) (Procornitermes triacifer) | 200-250 | 160-200 | 300 | 1 | |
Cana-de- Açúcar (Soqueira) | Cupins (**) (Heterotermes tenuis) | 250 | 200 | 300 | 1 |
Cupim (**) (Cornitermes cumulans) | 250 | 200 | 300 | 1 | |
Cupim (**) (Neocapritermes opacus) | 250 | 200 | 300 | 1 | |
Cupim (**) (Procornitermes triacifer) | 250 | 200 | 300 | 1 | |
Milho | Larva-alfinete; vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 100 | 80 | 250-300 | 1 |
Pão-de-galinha; bicho-bolo (Diloboderus abderus) | 100 | 80 | 250-300 | 1 |
(*) Aplicação do produto no sulco de plantio no momento da semeadura.
(**) Aplicação do produto abaixo da superfície do solo na região de maior ocorrência do sistema radicular das plantas.
Para controle da Larva-alfinete realizar a aplicação em jato dirigido no sulco de plantio da cultura no momento da semeadura na dose de 150 g. p.c./ha (120 g. i.a./ha) com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 150 a 300 litros de calda por hectare. Fazer uma complementação na dose de 200 g. p.c./ha (160 g. i.a./ha) no momento da “amontoa” (15 a 25 dias após a semeadura), cobrindo o produto imediatamente com terras após aplicações. Número máximo de aplicações: 2.
Sulco de Plantio:
Cupins e Broca-da-cana: Realizar a aplicação preventivamente no sulco de plantio no momento da semeadura da cultura com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque). Utilizar as doses mais baixas 200 g. p.c./ha (160 g. i.a./ha) para controle de cupim sem área onde as infestações sejam reconhecidamente baixas. A dose maior, 250 g. p.c./ha (200 g. i.a./ha) é para níveis de infestações médios a altos. Número máximo de aplicações: 1.
Migdolus: Em áreas de baixa incidência da praga, utilizar a dose de 500 g. p.c./ha (400 g. i.a./ha) em uma única aplicação com auxílio de pulverizadores tratorizados adaptados com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 300 litros de calda por hectare no sulco de plantio no momento da semeadura da cultura.
Áreas de alta infestação utilizar o parcelamento de doses, sendo: 400 g. p.c./ha (320 g. i.a./ha) pulverizado na base do arado de aiveca, formando uma barreira química no subsolo contra o ataque da praga, complementado com a dose de 250 g. p.c./ha (200 g. i.a./ha) aplicado no sulco de plantio no momento da realização da semeadura da cultura. Número máximo de aplicações: 2.
Para controle de cupins, realizar a aplicação com equipamentos pulverizadores adaptados para tal função com uma vazão de 300 litros de calda por hectare, abrindo um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura. Aplique somente após ser constatado a presença da praga na área, e acima do nível de dano econômico. Número máximo de aplicações: 1.
Larva-alfinete: No controle da larva-alfinete, proceder à aplicação preventivamente em jato dirigido no sulco de plantio no momento da realização da semeadura, com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 250 a 300 litros de calda por hectare, cobrindo o produto que foi pulverizado imediatamente com terra. Número máximo de aplicações: 1.
Pão-de-galinha: Para o controle do Pão-de-galinha o produto poderá ser aplicado no sulco de plantio no momento da semeadura com o auxílio de pulverizadores específicos de tal forma que haja uma distribuição homogênea do produto. Número máximo de aplicações: 1.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Procornitermes triacifer | Cupim, Cupim-de-monte, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Milho | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Soja | Sternechus subsignatus | Gorgulho-da-soja, Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
O produto poderá ser aplicado com equipamentos tratorizados adaptados com bico de jato leque (plano) ou cônico, dependendo do alvo a ser atingido, e a uma vazão de 100 a 300 litros de calda por hectare, procurando sempre colocar o produto no local de ocorrência da praga a ser controlada.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Temperatura: máxima 27° C Umidade relativa do ar: mínima 55%
Velocidade de ventos: máxima 10 km/hora (3 m/seg)
Considerar sempre que a umidade relativa do ar é o elemento mais importante na maior ou menor velocidade de evaporação das gotas. Lembrar que as gotas muito finas não atingem adequadamente o alvo, e tem deriva maior, enquanto que gotas muito grossas dão uma deposição inadequada e escorrem para o solo.
Culturas | Intervalo de Segurança |
Batata | (1) |
Cana-de-açúcar (Aplicação no sulco de plantio) | (1) |
Milho | (1) |
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
Mantenha afastado da área de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas.
Caso necessite entrar na área tratada antes de 24 horas ou se as partes tratadas estiverem úmidas, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Saúva parda (***) Atta capiguara | 1 - 2 g p.c/L de calda (50 mL de calda por olheiro) | 0,8 - 1,6 g i.a/L de calda | 50 mL/olheiro | 1 | |
MILHO | Larva-alfinete (*) Diabrotica speciosa | 100 | 80 | 250 a 300 L/ha | 1 |
Pão-de-galinha Diloboderus abderus | 80 | 250 a 300 L/ha | 1 |
g.p.c./ha = gramas de produto comercial/hectare. g.i.a./ha = gramas de ingrediente ativo/hectare.
(*) Aplicação do produto no sulco de plantio no momento da semeadura.
(**) Aplicação do produto abaixo da superfície do solo na região de maior ocorrência do sistema radicular das plantas.
(***) Aplicação do produto no olheiro e trilha de caminhamento próximo ao “olheiro”.
Sulco de plantio:
Para o controle da Larva-alfinete realizar a aplicação em jato dirigido no sulco de plantio da cultura, antes da cobertura dos tubérculos semente, na dose de 150 g.p.c./ha (120 g.i.a./ha) com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 150 a 300 litros de calda por hectare.
Fazer uma complementação na dose de 200 g.p.c./ha (160 g.i.a./ha) no momento da “amontoa” (15 a 25 dias após a semeadura), dirigido para a base das plantas, local onde haverá a formação dos tubérculos cobrindo o produto imediatamente com terra após a aplicação, formando assim uma barreira química impedindo o acesso da praga até os tubérculos.
Sulco de plantio:
Utilizar as doses mais baixas 200 g.p.c./ha (160 g.i.a./ha) para controle de cupins em área onde se tenha histórico de infestações baixas da praga. A dose maior, 250 g.p.c./ha (200 g.i.a./ha) deverá ser utilizada em casos onde se tenha níveis de infestações médios a altos.
Áreas de alta infestação utilizar o parcelamento de doses, sendo: 400 g.p.c./ha (320 g.i.a./ha) pulverizado na base do arado de aiveca, formando uma barreira química no subsolo contra o ataque da praga, complementado com a dose de 250 g.p.c./ha (200 g.i.a./ha), aplicado no sulco de plantio no momento da realização da semeadura da cultura, cobrindo imediatamente com terra.
Aplique somente após ser constatado a presença da praga na área, e acima do nível de dano econômico.
Sulco de plantio:
a uma vazão de 250 a 300 litros de calda por hectare, cobrindo o produto que foi pulverizado imediatamente com terra.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Milho | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
Para o sulco de plantio o produto poderá ser aplicado com equipamentos tratorizados adaptados com bico de jato leque (plano) ou cônico, dependendo do alvo a ser atingido, e a uma vazão de 100 a 300 litros de calda por hectare, procurando sempre colocar o produto no local de ocorrência da praga a ser controlada, devendo o mesmo a ser coberto imediatamente com terra.
Para saúva-parda deve ser realizado pulverização da calda do FIPRONIL 800 SINO-AGRI de forma dirigida, com um consumo de 50 mL de calda/olheiro, usando um pulverizador costal, procurando-se atingir o centro do “olheiro” e mais parte do caminho por onde caminham as formigas (0,5 metro), procurando atingir os indivíduos ali presentes e também o solo por onde as mesmas estão circulando.
Devido à modalidade de uso as condições climáticas não são fatores limitantes para aplicação do produto, exceto casos extremos como chuvas, vento muito forte, altas temperaturas e outros fatores que possam impedir a aplicação do produto.
CULTURA | INTERVALO DE SEGURANÇA |
BATATA | Não determinado devido à modalidade de emprego (aplicação no solo/sulco de plantio) |
CANA-DE-AÇUCAR | Não determinado devido à modalidade de emprego (aplicação no solo/sulco de plantio) |
MILHO | Não determinado devido à modalidade de emprego (aplicação no solo/sulco de plantio) |
Mantenha afastado da área de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas.
Caso necessite entrar na área tratada antes de 24 horas ou se as partes tratadas estiverem úmidas, use macacão e avental impermeáveis, luvas e botas de borracha, chapéu impermeável de abas largas, máscara com filtro de carvão ativado, óculos protetores.
Cultura | Alvo-biológico | Dose de aplicação (gramas/ha) | Volume de calda (L/ha) | ||
Produto comercial | Ingrediente ativo | ||||
Nome comum | Nome científico | ||||
Batata | Larva-alfinete | Diabrotica speciosa | 150 + 200 | 120 + 160 | 150-300 |
Cana-de- açúcar | PLANTIOS NOVOS | ||||
Broca-da-cana, Migdolus | Migdolus fryanus | 500 ou (400 + 250) | 400 ou (320 + 200) | 300 | |
Broca-da-cana | Diatraea saccharalis | 500 | 400 | ||
Cupins | Heterotermes tenuis Cornitermes cumulans Neocapritermes opacus Procornitermes triacifer | 200-250 | 160-200 | ||
SOQUEIRA | |||||
Cupins | Heterotermes tenuis Cornitermes cumulans Neocapritermes opacus Procornitermes triacifer | 250 | 200 | 300 | |
PLANTIOS NOVOS e SOQUEIRA | |||||
Saúva parda | Atta capiguara | 1-2 | 0,8-1,6 | 50 mL/olheiro | |
Milho | Larva-alfinete | Diabrotica speciosa | 100 | 80 | 250-300 |
Pão-de-galinha | Diloboderus abderus | ||||
Notas:
1 kg de FIPRONIL 800 WG AGCN contém 800 g do ingrediente ativo fipronil.
Os volumes de calda em faixa variam em função do estado vegetativo, densidade foliar e porte das plantas.
Batata | Aplicar o produto em jato dirigido no sulco de plantio da cultura no momento da semeadura na dose de 150 g de produto comercial/ha com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque). Fazer uma complementação na dose de 200 g produto comercial/ha no momento da “amontoa” (15 a 25 dias após a semeadura), cobrindo o produto imediatamente com terra após a aplicação. Número de aplicações: até 2. |
Cana-de- açúcar | PLANTIOS NOVOS: Sulco de plantio: Número de aplicação: até 1 aplicação. Áreas de alta infestação: utilizar o parcelamento de doses: 400 g de produto comercial/ha, pulverizando-se na base do arado de aiveca, formando uma barreira química no subsolo contra o ataque da praga, complementado com a dose de 250 g de produto comercial/ha, aplicando-se no sulco de plantio no momento da realização da semeadura da cultura. Número de aplicações: até 2. SOQUEIRA: Número de aplicação: até 1 aplicação. PLANTIOS NOVOS e SOQUEIRA: Número de aplicação: até 1. |
Cupins (Heterotermes tenuis, Cornitermes cumulans, Neocapritermes opacus, Procornitermes triacifer) e Broca-da-Cana (Diatraea saccharalis): Aplicar o produto preventivamente no sulco de plantio no momento da semeadura da cultura com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque). Utilizar as doses mais baixas 200 g de produto comercial/ha para controle de cupins em área onde as infestações sejam reconhecidamente baixas. Aplicar a dose maior, 250 g de produto comercial/ha, para níveis de infestações médios a altos.
Migdolus (Migdolus fryanus): Aplicar o produto na dose de 500 g de produto comercial/ha, em áreas de baixa incidência da praga. Utilizar a dose de 500 g de produto comercial/ha em uma única aplicação com auxílio de pulverizadores tratorizados adaptados com bico de jato plano (leque) no sulco de plantio no momento da semeadura da cultura.
Cupins (Heterotermes tenuis, Cornitermes cumulans, Neocapritermes opacus, Procornitermes triacifer), aplicar o produto com equipamentos pulverizadores adaptados para tal função, abrindo-se um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando-se sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura. Aplicar somente após ser constatado a presença da praga na área, e acima do nível de dano econômico.
Saúva parda (Atta capiguara): Aplicar o produto de forma dirigida através de pulverizador costal, procurando-se atingir o centro do "olheiro" e mais parte do caminho por onde caminham as formigas (0,5 metro), procurando atingir os indivíduos ali presentes e também o solo por onde os mesmos estiverem circulando.
Milho | Número de aplicação: até 1. |
Larva alfinete (Diabrotica speciosa): Aplicar o produto preventivamente em jato dirigido no sulco de plantio no momento da realização da semeadura, com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque), cobrindo-se o produto que foi pulverizado imediatamente com terra.
Pão-de-galinha (Diloboderus abderus): Aplicar o produto no sulco de plantio no momento da semeadura com o auxílio de pulverizadores específicos de tal forma a se dar uma distribuição homogênea do produto.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Neocapritermes opacus | Cupim | Ver detalhes |
| Milho | Atta capiguara | Saúva parda | Ver detalhes |
Equipamentos de aplicação:
O produto pode ser aplicado através de equipamentos tratorizados adaptados, com bico de jato leque (plano) ou cônico, dependendo do alvo a ser atingido; ou pulverizador costal manual. Procurar sempre colocar o produto no local de ocorrência da praga a ser controlada. Utilizar pulverizador costal para o controle de formigas.
Bico: jato em cone da Série X ou D coma, por exemplo, JA-2, D2 ou similares ou em jato leque Twinjet 8003 VB, dependendo do alvo a ser atingido.
Pressão: 20 a 80 lb/pol2
Tamanho de gotas: 110 a 250 micras de diâmetro Densidade de gotas: mínimo e 40 gotas/cm²
Condições climáticas:
Não aplicar o produto com ventos superiores a 10 km/h, não aplicar sob chuva; temperatura deverá ser inferior a 27°C; umidade relativa deverá ser superior a 55%.
Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Encher ¾ do volume do tanque de pulverização com água e adicionar FIPRONIL 800 WG AGCN mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Batata; Cana-de-açúcar (aplicação no sulco de plantio); Milho: não determinado por se tratar de tratamento de solo.
Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Pragas/ Plantas infestantes/ Doenças | Dose (g. p.c./ha) | Dose (g. i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Batata | Larva-alfinete (*) (Diabrotica speciosa) | 150 (sulco de plantio) + 200 (amontoa) | 120 + 160 | 200 | 2 |
Cana de açúcar | Plantio Novo | ||||
Migdolus (*) (Migdolus fryanus) | 500 (sulco de plantio) ou 400 (arado) + 250 (sulco de plantio) | 400 ou (320 + 200) | 200 a 300 | 2 | |
Broca-da-cana (*) (Diatraea saccharalis) | 500 | 400 | 1 | ||
Cupins (*) (Heterotermes tenuis) (Cornitermes cumulans) (Neocapritermes opacus) (Procornitermes triacifer) | 200 - 250 | 160 - 200 | |||
Soqueira | |||||
Cupins (**) (Heterotermes tenuis) (Cornitermes cumulans) (Neocapritermes opacus) (Procornitermes triacifer) | 250 | 200 | 300 | 1 | |
Controle de formigas – plantio novo ou soqueira | |||||
Saúva parda (***) (Atta capiguara) | 1 – 2 g p.c./L de calda (50 mL de calda por olheiro) | 0,8 – 1,6 g i.a./L de calda | 50 mL/olheiro | 1 | |
Milho | Larva-alfinete (*) (Diabrotica speciosa) | 100 | 80 | 250 a 300 | 1 |
Pão-de-galinha (*) (Diloboderus abderus) | |||||
(*) Aplicação do produto no sulco de plantio no momento da semeadura.
(**) Aplicação do produto abaixo da superfície do solo na região de maior ocorrência do sistema radicular das plantas. (***) Aplicação do produto no olheiro e trilha de caminhamento próximo ao “olheiro”.
Alameda Santos, 2159. CJ 61 e 62 Cerqueira Cesar
São Paulo/SP – CEP: 01419-100
Cultura | Pragas/ Plantas infestantes/ Doenças | Dose (g. p.c./100 L água) | Dose (g. i.a/100 L água) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
500 | 400 | ||||
Cupins (Cornitermis bequaerti) (Syntermes molestus) | (imersão de mudas) 125 (pulverização de | (imersão de mudas) 100 (pulverização de | 20 mL/planta | 1 antes do plantio | |
mudas) | mudas) | ||||
Vespa da galha | 50 – 125 | 40 – 100 | 200 L/ha | 5 | |
Eucalipto | (Leptocybe invasa) | ||||
Formiga quenquém Acromyrmex crassispinus | 50 - 100 | 40 - 80 | 50 mL/olheiro | Máximo de 2 aplicações por ano e 4 | |
aplicações | |||||
Saúva-limão Atta sexdens | 50 - 150 | 40 - 120 | 200 L/ha | durante todo o ciclo do cultivo |
Para controle da Larva-alfinete realizar a aplicação em jato dirigido no sulco de plantio da cultura no momento da semeadura (cobertura dos tubérculos semente), na dose de 150 g. p.c./ha (120 g. i.a./ha) com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 150 a 300 litros de calda por hectare. Fazer uma complementação na dose de 200 g. p.c./ha (160 g. i.a./ha) no momento da “amontoa” (15 a 25 dias após a semeadura), dirigido para a base das plantas, local onde haverá a formação dos tubérculos cobrindo o produto imediatamente com terras após a aplicação, formando assim uma barreira química impedindo o acesso da praga até os tubérculos. Efetuar no máximo 2 aplicações.
Cupins e Broca-da-cana: Realizar as aplicações preventivamente no sulco de plantio, sobre os toletes, no momento da semeadura da cultura com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque) imediatamente antes da cobertura. Utilizar as doses mais baixas 200 g. p.c./ha (160 g. i.a./ha) para controle de cupins em área onde as infestações sejam reconhecidamente baixas. A dose maior, 250 g. p.c./ha (200 g. i.a./ha) deverá ser utilizada para níveis de infestações médios a altos.
Migdolus: Em áreas de baixa incidência da praga, utilizar a dose de 500 g. p.c./ha (400 g. i.a./ha) em uma única aplicação com auxílio de pulverizadores tratorizados adaptados com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 200 a 300 litros de calda por hectare no sulco de plantio no momento da semeadura da cultura, sempre cobrindo o local imediatamente com terra.
Áreas de alta infestação utilizar o parcelamento de doses, sendo: 400 g. p.c./ha (320 g. i.a./ha) pulverizado na base do arado de aiveca, formando uma barreira química no subsolo contra o ataque da praga, complementado com a dose de 250 g. p.c./ha (200 g. i.a./ha) aplicado no sulco de plantio no momento da realização da semeadura da cultura.
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Para controle de cupins, realizar a aplicação com equipamentos pulverizadores adaptados para tal função com uma vazão de 300 litros de calda por hectare, abrindo um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura. Aplique somente após ser constatado a presença da praga na área, e acima do nível de dano econômico.
Saúva parda: Deve ser feita uma vez de forma dirigida, aplicando-se 50 mL de calda/olheiro e proximidades da trilha de caminhamento.
Antes do plantio, única aplicação. Preparar uma calda inseticida contendo 0,5% de Fipronil CCAB 800 WG, proceder a imersão das bandejas com as mudas durante um período de 30 segundos, em seguida retirá-las e deixar escorrer o excesso de calda por um período de 2 minutos. Aguardar a secagem das bandejas antes de efetuar o plantio das mudas.
Aplicar o produto logo após o plantio das mudas dirigindo o jato para a região do solo e caule das plantas. Fazer uma leve incorporação após a aplicação da calda inseticida.
Aplicar com equipamentos manuais, costais e tratorizados. Utilizar bicos de jato cônico com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira que se obtenha uma cobertura uniforme do alvo a ser atingido. Volume de aplicação de 20 ml/planta.
Pulverização de mudas em viveiro: A aplicação deve ser realizada na produção de mudas em viveiro de forma preventiva, a intervalos de aplicação de 7 a 15 dias, utilizando doses maiores para maior intervalo de aplicação. Para maior proteção da muda, recomenda-se uma aplicação com a maior dose logo antes do transplantio. Volume de calda: 200 L/ha.
Aplicação dirigida aos “olheiros”: Aplicar com equipamento costal manual, motorizado ou tratorizado, distribuindo 50 mL da calda por “olheiro” ativo do formigue iro, dirigindo o jato no seu centro e parte no caminho por onde circulam as formigas (0,5 metro). Deve-se atingir as formigas presentes e também o solo por onde as mesmas caminham.
Aplicação com barra dirigida ao solo: Aplicar após monitoramento da área e identificação das formigas em nível de dano econômico, regulando o equipamento para que o jato atinja diretamente o solo, utilizando bico de jato plano (leque) com as pontas a uma distância de 50 cm do solo e vazão de 200 litros de calda por hectare. Utilizar as doses mais baixas para controle de formigas em área de baixa infestação e as doses mais altas em áreas de alta infestação.
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Larva-alfinete: No controle da larva-alfinete, proceder à aplicação preventivamente em jato dirigido no sulco de plantio no momento da realização da semeadura, com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 250 a 300 litros de calda por hectare, cobrindo o produto que foi pulverizado imediatamente com terra. Efetuar apenas 1 aplicação.
Pão-de-galinha: Para o controle do Pão-de-galinha o produto poderá ser aplicado no sulco de plantio no momento da semeadura com o auxílio de pulverizadores específicos de tal forma que haja uma distribuição homogênea do produto, devendo cobrir o local com terra. Efetuar apenas 1 aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Migdolus fryanus | Broca-da-cana, Migdolus | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acromyrmex crassispinus | Formiga Quenquém, Formiga Quenquém-de-cisco | Ver detalhes |
| Milho | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Soja | Sternechus subsignatus | Gorgulho-da-soja, Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
Para o sulco de plantio o produto poderá ser aplicado com equipamentos tratorizados adaptados com bico de jato leque (plano) ou cônico, dependendo do alvo a ser atingido, e a uma vazão de 100 a 300 litros de calda por hectare, procurando sempre colocar o produto no local de ocorrência da praga a ser controlada, devendo o mesmo ser coberto imediatamente com terra.
Os bicos regulados à pressão 20 a 80 lb/pol², deverão proporcionar gotas de 110 a 250 micras de diâmetro com densidade mínima de 40 gotas/cm².
Para saúva-parda deve ser realizado pulverização da calda do Fipronil 800 WG CCAB de forma dirigida, com um consumo de 50L de calda/olheiro, usando um pulverizador costal, procurando-se atingir o centro do “olheiro” e parte do caminho por onde caminham as formigas (0,5 metros), procurando atingir os indivíduos ali presentes e também o solo por onde as mesmas estão circulando.
Para melhor preparação da calda, abasteça o pulverizador até ¾ de sua capacidade mantendo o agitador ou retorno acionado. Coloque a dose indicada do inseticida Fipronil CCAB 800 WG em um recipiente com água a parte para se obter uma pré-diluição do produto e adicione ao tanque do pulverizador, após isso complete o volume restante do pulverizador com água e aplique imediatamente o produto sobre o alvo biológico.
Devido à modalidade de uso as condições climáticas não são fatores limitantes para aplicação do produto, exceto casos extremos como chuvas, vento muito forte, altas temperaturas e outros fatores que possam impedir a aplicação do produto.
Temperatura: máxima 27ºC
Umidade relativa do ar: mínima 55%
Velocidade de ventos: máxima 10 km/hora (3 m/seg.).
Considerar sempre que a umidade relativa do ar é o elemento mais importante na maior ou menor velocidade de evaporação das gotas. Lembrar que as gotas muito finas não atingem adequadamente o alvo, e tem deriva maior, enquanto que gotas muito grossas dão uma deposição inadequada e escorrem para o solo.
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Culturas | Dias |
Batata | (1) |
Cana-de-açúcar | (1) |
Eucalipto | UNA |
Milho | (1) |
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego (Aplicação no solo) UNA = Uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
FIPRONIL 800 WG PLS CL1 é um inseticida, formicida e cupinicida do grupo químico pirazol que age por ação de contato e ingestão, recomendado em aplicação no solo nas culturas de batata, cana-de- açúcar e milho e no tratamento de mudas de eucalipto.
Culturas | Pragas | Doses |
Batata | Larva-alfinete(*) (Diabrotica speciosa) | 150g p.c./ha (sulco de plantio) + 200g p.c./ha (amontoa) (120 + 160g i.a./ha) |
Cana-de- açúcar | Plantio Novo: | |
Broca-da-cana(*) (Diatraea saccharalis) | 500g p.c./ha (400g i.a./ha) | |
Cupim(*) (Cornitermes cumulans) (Heterotermes tenuis) (Neocapritermes opacus) (Procornitermes triacifer) | 200 – 250g p.c./ha (160 a 200g i.a./ha) | |
Migdolus(*) (Migdolus fryanus) | 500g p.c./ha (sulco de plantio) (400g i.a./ha) OU 400g p.c./ha (arado de aiveca) (320g i.a./ha) + 250g p.c./ha (sulco de plantio) (200g i.a./ha) | |
Soqueira: | ||
Cupim(**) (Cornitermes cumulans) (Heterotermes tenuis) (Neocapritermes opacus) (Procornitermes triacifer) | 250g p.c./ha (200g i.a./ha) | |
Controle de formigas – plantio novo ou soqueira: | ||
Saúva-parda(***) (Atta capiguara) | 1 – 2 g p.c./L de água (50mL de calda por olheiro) (0,8 a 1,6 g i.a./L) | |
Eucalipto | Cupim – Tratamento de mudas antes do transplante no campo (Cornitermes bequaerti) (Syntermes molestus) | 500g p.c./100L de água (400g i.a./100L de água) 100L para 10.000 mudas |
Cupim – Tratamentos de mudas após o transplante no campo (Cornitermes bequaerti) (Syntermes molestus) | 125g p.c./ha (100g i.a./ha) 20mL por planta | |
Milho | Larva-alfinete(*) (Diabrotica speciosa) | 100g p.c./ha (80g i.a./ha) |
Pão-de-galinha(*) (Diloboderus abderus) | ||
g i.a. = gramas de ingrediente ativo.
g p.c. = gramas de produto comercial.
(*) Aplicação do produto no sulco no momento do plantio (cana-de-açúcar e batata) ou semeadura (milho).
(**) Aplicação do produto abaixo da superfície do solo na região de maior ocorrência do sistema radicular das plantas.
(***) Aplicação do produto no olheiro e trilha de caminhamento próximo ao olheiro.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Eucalipto | Syntermes molestus | Cupim, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Milho | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
1. APLICAÇÃO NO SOLO, SULCO DE PLANTIO E MUDAS:
SULCO DE PLANTIO:
Larva-alfinete: aplicar em jato dirigido no sulco de plantio da cultura, antes da cobertura dos tubérculos- semente, na dose de 150g p.c./ha (120g i.a./ha) com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 150 a 300 litros de calda por hectare.
Fazer uma complementação na dose de 200g p.c./ha (160g i.a./ha) no momento da amontoa (15 a 25 dias após o plantio), dirigido para a base das plantas, local onde haverá a formação dos tubérculos e cobrindo o produto imediatamente com terra após a aplicação, formando assim uma barreira química e impedindo o acesso da praga até os tubérculos.
SULCO DE PLANTIO:
Cupins e Broca-da-Cana: Aplicar preventivamente no sulco de plantio, sobre os toletes, no momento do plantio da cultura com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque) a uma vazão de 150 a 300 litros de calda por hectare e antes da cobertura do sulco.
Utilizar as doses mais baixas 200g p.c./ha (160g i.a./ha) para controle de cupins em áreas onde é baixo o histórico de infestação da praga. A dose maior, 250g p.c./ha (200g i.a./ha), deverá ser utilizada em casos onde se tenha níveis de infestações médios a altos.
Migdolus: Em áreas de baixa incidência da praga, aplicar a dose de 500g p.c./ha (400g i.a/ha), em uma única aplicação, com o auxílio de pulverizadores tratorizados adaptados com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 300 litros de calda por hectare no sulco de plantio no momento do plantio da cultura, cobrindo imediatamente com terra.
Em áreas de alta infestação, utilizar o parcelamento de dose, sendo: 400g p.c./ha (320g i.a./ha) pulverizado na base do arado de aiveca, formando uma barreira química no subsolo contra o ataque da praga, complementado com a dose de 250g p.c./ha (200g i.a./ha), aplicado no sulco de plantio no momento da realização do plantio da cultura, cobrindo imediatamente com terra.
Cupins: Realizar as aplicações com equipamentos pulverizadores adaptados para tal função com uma vazão de 300 litros de calda por hectare, abrindo um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura. Aplique somente após ser constatada a presença da praga na área e quando estiver acima do nível de dano econômico, reaplicar se necessário.
Saúva parda: Aplicar uma única vez, com um consumo de 50mL de calda/olheiro, usando um pulverizador costal, procurando-se atingir o centro do olheiro, além de parte do caminho por onde caminham as formigas (até meio metro de distância do olheiro), procurando atingir os indivíduos ali presentes e também o solo por onde as formigas estão circulando.
Tratamento de mudas antes do transplante no campo (imersão de mudas):
Fazer uma única aplicação antes do transplante definitivo no campo;
Preparar uma calda inseticida contendo 500g de FIPRONIL 800 WG PLS CL1 em 100L de água e proceder a imersão das bandejas com as mudas durante um período de 30 segundos. Ressalte-se que as folhas das mudas não deverão ser imersas na calda, mas somente a região do substrato onde localizam-se as raízes e até o colo das mudas. Em seguida, retirar as mudas da calda e deixar escorrer o excesso de calda por 2 minutos. Aguardar secagem das bandejas antes de efetuar o plantio das mudas. Cada 100L de calda é suficiente para tratar 10.000 mudas.
Tratamento de mudas após o transplante no campo (jato dirigido no solo e no colo):
Após o transplante definitivo no campo, aplicar o produto dirigindo o jato para a região do solo e colo das mudas. Repetir a aplicação dependendo da reinfestação da praga.
SULCO DE PLANTIO:
Larva-alfinete e Pão-de-galinha: Aplicar em áreas com histórico de ocorrência das pragas, em jato dirigido no sulco de plantio no momento da realização da semeadura, com equipamentos tratorizados adaptado e bico de jato plano (leque), a uma vazão de 250 a 300 litros de calda por hectare. Procurar sempre colocar o produto no local de ocorrência da praga a ser controlada e cobrir o mesmo com terra logo após a aplicação.
PREPARAÇÃO DA CALDA:
Para melhor preparação da calda, fazer a pré-diluição do FIPRONIL 800 WG PLS CL1, diluindo a dose indicada em um recipiente com água a parte do pulverizador a ser utilizado. Abastecer o pulverizador com água limpa em até ¾ de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto pré-diluído. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Para aplicação no solo, imersão de mudas e sulco de plantio, devido à modalidade de uso, as condições climáticas não são fatores limitantes para aplicação do produto, exceto casos extremos como chuvas e outros fatores que possam impedir a aplicação do produto.
Culturas | Intervalo de Segurança (dias) |
Batata | Não determinado por se tratar de tratamento de solo |
Cana-de-açúcar | Não determinado por se tratar de tratamento de solo |
Eucalipto | Uso não alimentar |
Milho | Não determinado por se tratar de tratamento de solo |
Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada.
FIPRONIL 800 WG PROVENTIS é um inseticida, formicida e cupinicida do grupo químico pirazol que age por ação de contato e ingestão, recomendado em aplicação no solo nas culturas de batata, cana- de-açúcar e milho e no tratamento de mudas de eucalipto.
Culturas | Pragas | Doses |
Batata | Larva-alfinete(*) (Diabrotica speciosa) | 150g p.c./ha (sulco de plantio) + 200g p.c./ha (amontoa) (120 + 160g i.a./ha) |
Cana-de- açúcar | Plantio Novo: | |
Broca-da-cana(*) (Diatraea saccharalis) | 500g p.c./ha (400g i.a./ha) | |
Cupim(*) (Cornitermes cumulans) (Heterotermes tenuis) (Neocapritermes opacus) (Procornitermes triacifer) | 200 – 250g p.c./ha (160 a 200g i.a./ha) | |
Migdolus(*) (Migdolus fryanus) | 500g p.c./ha (sulco de plantio) (400g i.a./ha) OU 400g p.c./ha (arado de aiveca) (320g i.a./ha) + 250g p.c./ha (sulco de plantio) (200g i.a./ha) | |
Soqueira: | ||
Cupim(**) (Cornitermes cumulans) (Heterotermes tenuis) (Neocapritermes opacus) (Procornitermes triacifer) | 250g p.c./ha (200g i.a./ha) | |
Controle de formigas – plantio novo ou soqueira: | ||
Saúva-parda(***) (Atta capiguara) | 1 – 2 g p.c./L de água (50mL de calda por olheiro) (0,8 a 1,6 g i.a./L) | |
Eucalipto | Cupim – Tratamento de mudas antes do transplante no campo (Cornitermes bequaerti) (Syntermes molestus) | 500g p.c./100L de água (400g i.a./100L de água) 100L para 10.000 mudas |
Cupim – Tratamentos de mudas após o transplante no campo (Cornitermes bequaerti) (Syntermes molestus) | 125g p.c./ha (100g i.a./ha) 20mL por planta | |
Culturas | Pragas | Doses |
Milho | Larva-alfinete(*) (Diabrotica speciosa) | 100g p.c./ha (80g i.a./ha) |
Pão-de-galinha(*) (Diloboderus abderus) |
g i.a. = gramas de ingrediente ativo.
g p.c. = gramas de produto comercial.
(*) Aplicação do produto no sulco no momento do plantio (cana-de-açúcar e batata) ou semeadura (milho).
(**) Aplicação do produto abaixo da superfície do solo na região de maior ocorrência do sistema radicular das plantas.
(***) Aplicação do produto no olheiro e trilha de caminhamento próximo ao olheiro.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Cornitermes cumulans | Cupim | Ver detalhes |
| Eucalipto | Cornitermes bequaerti | Cupim-de-chifre | Ver detalhes |
| Milho | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
1. APLICAÇÃO NO SOLO, SULCO DE PLANTIO E MUDAS:
SULCO DE PLANTIO:
Larva-alfinete: aplicar em jato dirigido no sulco de plantio da cultura, antes da cobertura dos tubérculos- semente, na dose de 150g p.c./ha (120g i.a./ha) com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 150 a 300 litros de calda por hectare.
Fazer uma complementação na dose de 200g p.c./ha (160g i.a./ha) no momento da amontoa (15 a 25 dias após o plantio), dirigido para a base das plantas, local onde haverá a formação dos tubérculos e cobrindo o produto imediatamente com terra após a aplicação, formando assim uma barreira química e impedindo o acesso da praga até os tubérculos.
SULCO DE PLANTIO:
Cupins e Broca-da-Cana: Aplicar preventivamente no sulco de plantio, sobre os toletes, no momento do plantio da cultura com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque) a uma vazão de 150 a 300 litros de calda por hectare e antes da cobertura do sulco.
Utilizar as doses mais baixas 200g p.c./ha (160g i.a./ha) para controle de cupins em áreas onde é baixo o histórico de infestação da praga. A dose maior, 250g p.c./ha (200g i.a./ha), deverá ser utilizada em casos onde se tenha níveis de infestações médios a altos.
Migdolus: Em áreas de baixa incidência da praga, aplicar a dose de 500g p.c./ha (400g i.a/ha), em uma única aplicação, com o auxílio de pulverizadores tratorizados adaptados com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 300 litros de calda por hectare no sulco de plantio no momento do plantio da cultura, cobrindo imediatamente com terra.
Em áreas de alta infestação, utilizar o parcelamento de dose, sendo: 400g p.c./ha (320g i.a./ha) pulverizado na base do arado de aiveca, formando uma barreira química no subsolo contra o ataque da praga, complementado com a dose de 250g p.c./ha (200g i.a./ha), aplicado no sulco de plantio no momento da realização do plantio da cultura, cobrindo imediatamente com terra.
Cupins: Realizar as aplicações com equipamentos pulverizadores adaptados para tal função com uma vazão de 300 litros de calda por hectare, abrindo um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura. Aplique somente após ser constatada a presença da praga na área e quando estiver acima do nível de dano econômico, reaplicar se necessário.
Saúva parda: Aplicar uma única vez, com um consumo de 50mL de calda/olheiro, usando um pulverizador costal, procurando-se atingir o centro do olheiro, além de parte do caminho por onde caminham as formigas (até meio metro de distância do olheiro), procurando atingir os indivíduos ali presentes e também o solo por onde as formigas estão circulando.
Tratamento de mudas antes do transplante no campo (imersão de mudas):
Fazer uma única aplicação antes do transplante definitivo no campo;
Preparar uma calda inseticida contendo 500g de FIPRONIL 800 WG PROVENTIS em 100L de água e proceder a imersão das bandejas com as mudas durante um período de 30 segundos. Ressalte-se que as folhas das mudas não deverão ser imersas na calda, mas somente a região do substrato onde localizam-se as raízes e até o colo das mudas. Em seguida, retirar as mudas da calda e deixar escorrer o excesso de calda por 2 minutos. Aguardar secagem das bandejas antes de efetuar o plantio das mudas. Cada 100L de calda é suficiente para tratar 10.000 mudas.
Tratamento de mudas após o transplante no campo (jato dirigido no solo e no colo):
Após o transplante definitivo no campo, aplicar o produto dirigindo o jato para a região do solo e colo das mudas. Repetir a aplicação dependendo da reinfestação da praga.
SULCO DE PLANTIO:
Larva-alfinete e Pão-de-galinha: Aplicar em áreas com histórico de ocorrência das pragas, em jato dirigido no sulco de plantio no momento da realização da semeadura, com equipamentos tratorizados adaptado e bico de jato plano (leque), a uma vazão de 250 a 300 litros de calda por hectare. Procurar sempre colocar o produto no local de ocorrência da praga a ser controlada e cobrir o mesmo com terra logo após a aplicação.
PREPARAÇÃO DA CALDA:
Para melhor preparação da calda, fazer a pré-diluição do FIPRONIL 800 WG PROVENTIS, diluindo a dose indicada em um recipiente com água a parte do pulverizador a ser utilizado. Abastecer o pulverizador com água limpa em até ¾ de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto pré- diluído. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Para aplicação no solo, imersão de mudas e sulco de plantio, devido à modalidade de uso, as condições climáticas não são fatores limitantes para aplicação do produto, exceto casos extremos como chuvas e outros fatores que possam impedir a aplicação do produto.
Culturas | Intervalo de Segurança (dias) |
Batata | Não determinado por se tratar de tratamento de solo |
Cana-de-açúcar | Não determinado por se tratar de tratamento de solo |
Eucalipto | Uso não alimentar |
Milho | Não determinado por se tratar de tratamento de solo |
Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada.
FIPRONIL 800 WG UPL é um inseticida/cupinicida com ação de contato e ingestão recomendado para o controle das pragas nas doses e culturas abaixo relacionadas.
“Este produto é TÓXICO ÀS ABELHAS. A aplicação aérea NÃO É PERMITIDA. A pulverização foliar não dirigida ao solo ou às plantas, ou seja, aplicações em área total, NÃO É PERMITIDA. Não aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando for observada visitação de abelhas na cultura. O descumprimento dessas determinações constitui crime ambiental, sujeito a penalidades cabíveis e sem prejuízo de outras responsabilidades.”
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto Comercial | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES |
Batata | Vaquinha-verde- amarela; Larva-alfinete (Diabrotica speciosa) | 150 – 200 g/ha | 100 – 300 L/ha | Para o controle da larva-alfinete realizar a aplicação em jato dirigido no sulco de plantio da cultura no momento da semeadura na dose de 150 g p.c./ha (120 g i.a./ha). Fazer uma complementação na dose de 200 g p.c./ha (160 g i.a./ha) no momento da "amontoa" (15 a 25 dias após a semeadura), cobrindo o produto imediatamente com terra após a aplicação. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, sendo uma no plantio e outra na amontoa, de 15 a 25 dias depois da 1ª aplicação. |
Cana-de- açúcar | Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 500 g/ha | 100 – 300 L/ha | Realizar a aplicação preventivamente no sulco de plantio, sobre os toletes de cana-de-açúcar, com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque) e cobrir imediatamente com terra. |
Broca-da-cana (Migdolus fryanus) | 250 – 500 g/ha | 100 – 300 L/ha | Em áreas de baixa incidência da praga, utilizar a dose de 500 g p.c./ha (400 g i.a./ha) em uma única aplicação com auxílio de pulverizadores tratorizados adaptados com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 300 litros de calda por hectare no sulco de plantio no momento da semeadura da cultura, cobrindo imediatamente com terra. Áreas de alta infestação utilizar o parcelamento de doses, sendo: 400 g p.c./ha (320 g i.a./ha) pulverizado na base do arado de aiveca, formando uma barreira química no subsolo contra o ataque da praga, complementado com a dose de 250 g p.c./ha (200 g i.a./ha), aplicado no sulco de plantio no momento da |
realização da semeadura da cultura, cobrindo imediatamente com terra. | ||||
Cupim (Cornitermes cumulans) | PLANTIOS NOVOS: Sulco de Plantio: Realizar a aplicação preventivamente no sulco de plantio no momento da semeadura da cultura. Utilizar as doses mais baixas 200 g p.c./ha (160 g i.a./ha) para controle de cupins em área onde as infestações sejam reconhecidamente baixas. A dose maior, 250 g p.c./ha (200 g i.a./ha) é para níveis de infestações médios a altos. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. SOQUEIRA: Realizar a aplicação abrindo um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura. Aplique somente após ser constatada a presença da praga na área, e acima do nível de dano econômico. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||
Cupim (Heterotermes tenuis) | ||||
Cupim (Neocapritermes opacus) | ||||
Cupim (Procornitermes triacifer) | ||||
Saúva-parda (Atta capiguara) | 1 – 2 g/L de calda | 50 mL/olheiro | PLANTIO NOVO OU SOQUEIRA: Deve ser feita uma vez de forma dirigida, aplicando-se 50 mL de calda/olheiro. | |
Milho | Vaquinha-verde- amarela; Larva-alfinete (Diabrotica speciosa) | 100 g/ha | 100 – 300 L/ha | No controle da larva-alfinete, proceder à aplicação preventivamente em jato dirigido no sulco de plantio no momento da realização da semeadura, cobrindo o produto que foi pulverizado imediatamente com terra. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Pão-de-galinha; Bicho-bolo (Diloboderus abderus) |
Obs.: Para todas as culturas indicadas deve-se respeitar a modalidade de aplicação via solo.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Migdolus fryanus | Broca-da-cana, Migdolus | Ver detalhes |
| Milho | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
Deve-se utilizar pulverizador de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. O jato de pulverização deve ser dirigido, de modo a atingir somente a área alvo. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato contínuo ou leque com indução de ar, visando à produção de gotas grossas a extremamente grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra deve permitir que os jatos atinjam somente o sulco de plantio, conforme recomendação do fabricante. Para volumes de
aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Deve-se fazer a adição do produto em água de forma cuidadosa, de modo que, a cada dois segundos, 1 kg do produto, no máximo, seja despejado no tanque ou no pré- misturador, evitando que todo o conteúdo da embalagem seja adicionado de forma muito rápida e inadequada. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.
Condições meteorológicas:
Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo:
Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada;
Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Batata: Não determinado por se tratar de tratamento de solo
Cana-de-açúcar: Não determinado por se tratar de tratamento de solo Milho: Não determinado por se tratar de tratamento de solo
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CATEGORIA 3 – PRODUTO MODERADAMENTE TÓXICO
CLASSE II – PRODUTO MUITO PRERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
FIPRONIL 800 WG YONON é um inseticida, formicida e cupinicida, de ação de contato e ingestão, do grupo químico pirazol, que contém ingrediente ativo Fipronil, 800 g/kg na formulação granulado dispersível (WG), indicado para o controle de pragas na cultura da batata, cana-de-açúcar e milho e por imersão de mudas de eucalipto.
Cultura | Pragas Nome comum (Nome científico) | Dose p.c. (g/ha) | Volume de calda | Nº máximo de Aplicações |
Batata | Larva-alfinete (*) (Diabrotica speciosa) | 150 (sulco de plantio) + 200 (amontoa) | 150 - 300 L/ha | 2 |
Época e intervalo de aplicação: Para controle da Larva-alfinete realizar a aplicação em jato dirigido no sulco de plantio da cultura, antes da cobertura dos tubérculos somente, na dose de 150 g p.c./ha com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 150 a 300 litros de calda por hectare. Fazer uma complementação na dose de 200 g. p.c./ha no momento da “amontoa” (15 a 25 dias após a semeadura), dirigido para a base das plantas, local onde haverá a formação dos tubérculos cobrindo o produto imediatamente com terras após a aplicação, formando assim uma barreira química impedindo o acesso da praga até os tubérculos. O preparo adequado do solo antes do plantio é fundamental para o sucesso no controle da Diabrotica, a formação de torrões e rachaduras devido a irregularidade de umidade podem facilitar a entrada da praga. O monitoramento das pragas, cuidados com a tecnologia de aplicação, momento correto na aplicação, são essenciais no sucesso de controle. Se o plantio da batata for realizado no período de novembro a fevereiro e ou sequencial aos cultivos de soja, feijão, milho ou trigo deve-se realizar um bom manejo movimentando (revolver) o solo para expor indivíduos remanescentes (larvas em diferentes instares), pois esses cultivos são hospedeiros de Diabrotica speciosa (brasileirinho ou patriota). Recomenda-se realizar esta operação pelo menos 15 dias antes do plantio, favorecendo a exposição de larvas da praga a predadores, morte por inanição, e consequentemente uma redução da pressão por Diabrotica speciosa contribuindo para um controle mais efetivo do inseticida FIPRONIL 800 WG YONON. Na pós emergência das plântulas de bata visando o controle de adultos é necessário o emprego de inseticidas de forma a complementar o manejo, reduzindo a oviposição por Diabrotica speciosa, remetendo a uma menor incidência da praga. Em cultivos de batata conduzidos principalmente ao lado desses cultivos (soja, milho, feijão, trigo), onde normalmente os agricultores descuidem do controle de Diabretica no final do ciclo, é importante aumentar ainda mais a atenção, pois a praga migra desses cultivos para a batata e precisamos atentos ao monitoramento, intensificando as aplicações de inseticidas no cultivo realizando-as com maior frequência. | ||||
Cultura | Pragas Nome comum (Nome científico) | Dose p.c. (g/ha) | Volume de calda | Nº máximo de Aplicações |
Cana-de- Açúcar (Plantios Novos) | Migdolus (*) (Migdolus fryanus) | 500 (Sulco de plantio) ou 400 (arado) + 250 (Sulco de plantio) | 300 L/ha | 2 |
Broca-da-cana (*) (Diatraea saccharalis) | 500 | 300 L/ha | 1 | |
Cupins (*) (Heterotermes tenuis) (Cornitermes cumulans) (Neocapritermes opacus) (Procornitermes triacifer) | 200 - 250 | 300 L/ha | ||
Cana-de- Açúcar (Soqueira) | Cupins (**) (Heterotermes tenuis) (Cornitermes cumulans) (Neocapritermes opacus) (Procornitermes triacifer) | 250 | 300 L/ha | |
Cana-de- Açúcar (Plantios novos e soqueira) | Saúva-parda (***) (Atta capiguara) | 1 – 2 g p.c./L de calda (50mL de calda/olheiro) | 50mL/olheiro | |
Época e intervalo de aplicação: Plantios novos: Migdolus: Em áreas de baixa incidência da praga, utilizar a dose de 500 g p.c./ha em uma única aplicação com auxílio de pulverizadores tratorizados adaptados com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 200 a 300 litros de calda por hectare no sulco de plantio no momento da semeadura da cultura, sempre cobrindo o local imediatamente com terra. Áreas de alta infestação utilizar o parcelamento de doses, sendo: 400 g p.c./ha pulverizado na base do arado de aiveca, formando uma barreira química no subsolo contra o ataque da praga, complementado com a dose de 250 g p.c./ha, aplicado no sulco de plantio no momento darealização da semeadura da cultura, cobrindo imediatamente com terra. Cupins e Broca-da-cana: Realizar as aplicações preventivamente no sulco de plantio, sobre as “mudas”, no momento da semeadura da cultura com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque) imediatamente antes da cobertura. Utilizar as doses mais baixas 200 g p.c./ha para controle de cupins em área onde se tenha histórico de infestações baixas da praga. A dose maior, 250 g p.c./ha deverá ser utilizada em casos em que se tenha níveis de infestações médios a altos. Soqueira: Para controle de cupins, realizar a aplicação com pulverizadores adaptados para tal função com uma vazão de 300 litros de calda por hectare, abrindo um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura. Aplique somente após ser constatado a presença da praga na área, e acima do nível de dano econômico. Plantio novo ou soqueira: Deve ser feita uma vez de forma dirigida, aplicando-se 50mL de calda/olheiro e proximidades da trilha de caminhamento. | ||||
Cultura | Pragas Nome comum (Nome científico) | Dose**** | Volume de calda | Nº máximo de Aplicações | |
g p.c./ha | g p.c./100L | ||||
Eucalipto | Cupins (Cornitermis bequaerti) (Syntermes molestus) | - | 500 (imersão de mudas) | 100 L para 10.000 mudas | 1 |
Cupins (Cornitermis bequaerti) (Syntermes molestus) | 125 (jato dirigido solo) | - | 20 mL/planta | ||
Formiga quenquém (Acromyrmex crassispinus) | - | 50 – 100 | 50 mL/ olheiro | Máximo de 2 aplicações por ano e 4 aplicações durante todo o ciclo do cultivo. | |
Saúva-limão (Atta sexdens) | - | 50 – 150 | 200 L/ha | ||
Época e intervalo de aplicação: A aplicação, sempre dirigida ao solo, pode ser realizada nas etapas de pré- plantio, pós-plantio das mudas e em florestas adultas, respeitando o limite máximo de 2 aplicações por ano e 4 aplicações durante todo o ciclo das culturas. Em todas as fases da floresta (implantação, condução e/ou manutenção) a aplicação do produto não pode ser realizada durante o período de florescimento das culturas. Somente realizar a aplicação após a dessecação da área, em solo limpo, sem a presença de plantas daninhas. CONTROLE DE CUPINS (Cornitermis bequaerti e Syntermes molestus): A prevenção do ataque em mudas recém-plantadas pode ser realizada pela imersão do substrato das mudas antes do plantio, enquanto o controle em mudas já plantas pode ser realizado via jato dirigido na superfície do solo e especificamente na cova onde a muda está plantada. Imersão de mudas: Proceder a imersão das bandejas com as mudas durante um período de 30 segundos. Em seguida retirá-las e deixar escorrer o excesso de calda por um período de 2 minutos. Aguardar secagem das bandejas antes de efetuar o plantio das mudas. Cada 100 L de calda é suficiente para tratar 10.000 mudas. A aplicação por imersão de mudas deve ser em uma única aplicação, antes do transplante. Jato dirigido solo: Após o plantio, aplicar o produto via rega na cova onde a muda está plantada. Aplicar com equipamento manual ou tratorizado, desde que a operação seja a de rega e nas covas (solo) de plantio. CONTROLE DE FORMIGA QUENQUÉM (Acromyrmex crassispinus): Aplicação dirigida aos “olheiros”: Aplicar com equipamento costal manual, motorizado ou tratorizado, distribuindo 50 mL da calda por “olheiro” ativo do formigue iro, dirigindo o jato no seu centro e parte no caminho por onde circulam as formigas (0,5 metro). Deve-se atingir as formigas presentes e também o solo por onde as mesmas caminham. CONTROLE DE FORMIGA SAÚVA-LIMÃO (Atta sexdens): Aplicação com barra dirigida ao solo: Aplicar o produto após monitoramento da área e identificação das formigas em nível de dano econômico, regulando o equipamento para que o jato atinja diretamente o solo, utilizando bico de jato plano (leque) com as pontas a uma distância de 50 cm do solo e vazão de 200 litros de calda por hectare. Utilizar as doses mais baixas para controle de formigas em área de baixa infestação e as doses mais altas em áreas de alta infestação. | |||||
Cultura | Pragas Nome comum (Nome científico) | Dose p.c. (g/ha) | Volume de calda | Nº máximo de Aplicações |
Milho | Larva-alfinete (*) (Diabrotica speciosa) | 100 | 250 - 300 L/ha | 1 |
Pão-de-galinha (Diloboderus abderus) | ||||
Época e intervalo de aplicação: Larva-alfinete: No controle da larva-alfinete, proceder à aplicação preventivamente em jato dirigido no sulco de plantio no momento da realização da semeadura, com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 250 a 300 litros de calda por hectare, cobrindo o produto que foi pulverizado imediatamente com terra. Pão-de-galinha: Para o controle do Pão- de-galinha o produto poderá ser aplicadono sulco de plantio no momento da semeadura com o auxílio de pulverizadores específicos de tal forma que haja uma distribuição homogênea do produto, devendo cobrir o local com terra. | ||||
p.c = produto comercial
* Aplicação de produto no sulco de plantio no momento da semeadura, utilizando doses maiores para maior período de controle.
** Aplicação do produto abaixo da superfície do solo na região de maior ocorrência do sistema radicular das plantas.
*** Aplicação do produto no olheiro e trilha de caminhamento próximo ao “olheiro”.
**** Para a cultura do Eucalipto, utilizar as maiores doses em áreas de alta incidência da praga e/ou para se conseguir um maior período de controle.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Anthonomus grandis | Bicudo | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Neocapritermes opacus | Cupim | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acromyrmex crassispinus | Formiga Quenquém, Formiga Quenquém-de-cisco | Ver detalhes |
| Milho | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Soja | Sternechus subsignatus | Gorgulho-da-soja, Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
Para o sulco de plantio o produto poderá ser aplicado com equipamentos tratorizados adaptados com bico de jato leque (plano) ou cônico, dependendo do alvo a ser atingido, e a uma vazão de 100 a 300 litros de calda por hectare, procurando sempre colocar o produto no local de ocorrência da praga a ser controlada, devendo o mesmo ser coberto imediatamente com terra.
Os bicos regulados à pressão 20 a 80 lb/pol², deverão proporcionar gotas de 110 a 250 micras de diâmetro com densidade mínima de 40 gotas/cm².
Para saúva-parda deve ser realizado pulverização da calda do Fipronil 800 WG Yonon de forma dirigida, com um consumo de 50L de calda/olheiro, usando um pulverizador costal, procurando-se atingir o centro do “olheiro” e parte do caminho por onde caminham as formigas (0,5 metros), procurando atingir os indivíduos ali presentes e também o solo por onde as mesmas estão circulando.
Condições climáticas: Devido à modalidade de uso as condições climáticas não são fatores limitantes para aplicação do produto, exceto casos extremos como chuvas, vento muito forte, altas temperaturas e outros fatores que possam impedir a aplicação do produto.
No caso de pulverização com barras para o controle de saúvas, as condições climáticas devem seguir as recomendações abaixo:
Velocidade do vento: A velocidade do vento adequada para aplicação deve estar entre 03 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes.
Temperatura e umidade: As condições meteorológicas recomendadas para aplicação são: temperatura inferior a 30oC e umidade relativa do ar maior que 55%. Evite aplicar em condições desfavoráveis. A baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização.
Consulte um engenheiro agrônomo em caso de dúvidas.
Logo após a pulverização, esgote o tanque imediatamente e limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem, conforme procedimento
abaixo:
Esgote ao máximo a calda presente no tanque;
1ª. Lavagem: Coloque água limpa no tanque até no mínimo 50% de sua capacidade, enxaguando as paredes internas do tanque durante o enchimento. Acione o sistema de agitação e recirculação para manter circulando a água em todo o sistema (tanque, barra, pontas e filtros) e mantenha ligado por, no mínimo, 15 minutos. Com o equipamento ainda ligado, esgote ao máximo o conteúdo do tanque pelas pontas de pulverização.
2ª. Lavagem: Remova as capas, pontas de pulverização e telas/cestos de filtros, e coloque-as em recipiente contendo água limpa e solução comercial de limpeza de tanque. Coloque água limpa no tanque até no mínimo 50% de sua capacidade, enxaguando as paredes internas do tanque durante o enchimento. Adicione solução comercial de limpeza de tanque, conforme recomendação do
fabricante. Acione o sistema de agitação e recirculação para manter circulando a água em todo o sistema (tanque, barra, pontas e filtros) e mantenha ligado por, no mínimo, 15 minutos. Com o equipamento ainda ligado, esgote ao máximo o conteúdo do tanque pelas barras de pulverização. Reinstale as telas/cestos dos filtros, capas e pontas de pulverização, limpas na barra de pulverização.
Não utilize como produto de limpeza, produtos à base de hipoclorito de sódio, conhecidos como água sanitária ou cloro.
3ª. Lavagem: Coloque água limpa no tanque até no mínimo 50% de sua capacidade, enxaguando as paredes internas do tanque durante o enchimento. Acione o sistema de agitação e recirculação para manter circulando a água em todo o sistema (tanque, barra, pontas e filtros) e mantenha ligado por, no mínimo, 15 minutos. Com o equipamento ainda ligado, esgote ao máximo o conteúdo do tanque pelas pontas de pulverização.
Certifique-se de que o tanque do equipamento de pulverização esteja limpo (isento de resíduos)
antes de iniciar uma nova preparação de calda de agroquímicos. Realize a limpeza externa do pulverizador após tríplice lavagem.
Atenção à limpeza em “zonas mortas” dos equipamentos, como áreas terminais de linha, filtros, válvulas, mangueiras dobradas, além do tanque de pré-diluição e lavagem de embalagem de agroquímicos.
Descarte as águas de lavagem em área adequada e de acordo com a legislação local.
Culturas | Dias |
Batata | (1) |
Cana-de-açúcar | (1) |
Eucalipto | UNA |
Milho | (1) |
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego (Aplicação no solo) UNA = Uso não alimentar.
Como a finalidade do produto é a aplicação no solo, não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam caçadas ao entrarem na área tratada.
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUMES DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
CANA-DE- AÇÚCAR | Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 25 – 100 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 100 – 150 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Broca-da-cana: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 30 dias. |
| |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
Pulverização terrestre:
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou autopropelido, providos de pontas que produzam gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno. Utilizar os seguintes parâmetros:
Pressão de trabalho: 100 a 400 kPa (costal) e 100 a 800 kPa (equipamentos tratorizados);
Diâmetro de gotas: 200 a 400 µm (micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico);
Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm²;
e a taxa de injeção. Seguir as instruções do fabricante do sistema de irrigação para a melhor utilização do sistema dosador e de injeção, além da correta regulagem do equipamento.
Pulverização aérea:
Para a cultura indicada na tabela de recomendação, FRONDEO pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 metros acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Somente realizar a aplicação aérea na presença de Profissionais habilitados.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
Aplicação via drones agrícolas:
O produto FRONDEO pode ser aplicado através de drones agrícolas, devendo ser adequados para cada tipo de cultura e alvo, provido de pontas, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos, seguindo todas as orientações e normativas do MAPA e ANAC.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de drone utilizado, procurando manter média de 2 metros acima do topo da planta, ou menor quando possível. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação.
Quando utilizar aplicações via drones agrícolas obedecer às normas técnicas de operação previstas na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pelo regulamento brasileiro de aviação civil especial (RBAC) nº 94 e pelas diretrizes e orientações do Ministério da Agricultura (MAPA).
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente. Condições meteorológicas recomendadas para a aplicação:
Temperatura do ar: abaixo de 30oC Umidade relativa do ar: acima de 55%
Velocidade do vento: média de 3 km/h até 10 km/h
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo-higrômetro.
Cultura | Dias |
Cana-de-Açúcar | 60 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
O produto FUORO é recomendado para o controle das pragas nas culturas relacionadas a seguir e suas respectivas doses:
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
80 a 200 L/ha | ÉPOCA: Aplicar quando for constatada 2 lagartas/planta. | ||||
Curuquerê, Curuquerê-do- algodoeiro (Alabama argillacea) | 150 - 200 mL/ha | 1 aplicação | (aplicação terrestre) 20 L/ha (aplicação | ||
aérea) | |||||
80 a 200 L/ha | |||||
(aplicação | ÉPOCA: Iniciar | ||||
ALGODÃO | Lagarta-das- maçãs (Heliothis virescens) | 800 - 1000 mL/ha | 1 aplicação | terrestre) 20 L/ha | quando 20% dos ponteiros apresentarem ovos ou 15% estiverem |
(aplicação | ameaçados. | ||||
aérea) | |||||
80 a 200 L/ha | ÉPOCA: Iniciar a aplicação quando for observado o início de ataque. | ||||
Lagarta-militar, Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 300 - 400 mL/ha | 1 aplicação | (aplicação terrestre) 20 L/ha (aplicação | ||
aérea) | |||||
ÉPOCA: Iniciar a aplicação aos primeiros sintomas da presença da praga. | |||||
BATATA | Traça-da- batatinha, Cegadeira (Phthorimaea operculella) | 600 - 800 mL/ha | 4 aplicações | 400 a 800 L/ha (aplicação terrestre) | INTERV. APLICAÇÃO: Depende da pressão da praga. Fazer reaplicação, através de avaliações periódicas do seu nível populacional. |
CANA-DE- AÇÚCAR | Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 300-400 mL/ha | 2 aplicações | Ao redor de 200 L/ha (aplicação terrestre) 20 L/ha (aplicação aérea) | ÉPOCA: Aplicar quando o nível de infestação atingir entre 1 a 3% de colmos com presença de lagartas vivas, menores que 1 centímetro, antes de penetrarem no colmo. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar após 14 dias, se ocorrer reinfestação. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
Aproximadame | ÉPOCA: Iniciar a aplicação quando for detectada 10% de frutos com 30 ou mais ácaros/cm2. | ||||
nte 10 L/planta | |||||
Ácaro-da-falsa- | adulta | ||||
ferrugem, | |||||
Ácaro-da- mulata | 75 mL/100 L | 1 aplicação | |||
(Phyllocoptruta | 20 L/ha | ||||
oleivora) | (aplicação | ||||
aérea) | |||||
Aprox. 10 | ÉPOCA: Aplicar quando for constatado o primeiro fruto atacado por talhão. | ||||
L/planta adulta | |||||
CITROS | Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 75 mL/100 L | 1 aplicação | 20 L/ha | |
(aplicação | |||||
aérea) | |||||
Minadora-das- folhas, Larva- | Aprox. 10 L/planta adulta | ÉPOCA: Iniciar a aplicação no início das brotações quando estiverem com 3 a 5 cm de comprimento e também quando forem detectadas as primeiras posturas ou larvas. | |||
minadora-das- folhas (Phyllocnistis citrella) | 25 mL/100 L | 1 aplicação | 20 L/ha (aplicação | ||
aérea) | |||||
COCO | Lagarta-das- palmeiras, Lagarta-do- coqueiro (Brassolis sophorae) | 40 - 50 mL/100 L | 1 aplicação | Em torno de 5 L/planta 20 L/ha (aplicação aérea) | ÉPOCA: Aplicar logo no início do aparecimento da praga. |
MAÇÃ | Mariposa- oriental (Grapholita molesta) | 100 mL/100 L | 4 aplicações | 600 a 750 L/ha (aplicação terrestre) 20 L/ha (aplicação aérea) | ÉPOCA: Iniciar as aplicações quando for detectado o nível de controle através do monitoramento populacional da praga, obtido com a captura de insetos adultos em armadilhas apropriadas, antes da entrada das larvas nos ponteiros ou frutos. |
INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar a cada 12 dias, se ocorrer reinfestação. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
MILHO | Lagarta-militar, Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 300 mL/ha | 1 aplicação | Em condições climáticas normais: 150 a 200 L/ha e em condições de seca e baixa umidade: 300 a 400 L/ha (aplicação terrestre) 20 L/ha (aplicação aérea) | ÉPOCA: Aplicar na fase da folha raspada, início da infestação. |
PEPINO | Broca-das- cucurbitáceas, Broca-da- aboboreira (Diaphania nitidalis) | 50 mL/100 L | 4 aplicações | 200 a 600 L/ha (aplicação terrestre) | ÉPOCA: Aplicar logo no início dos primeiros sintomas da praga, na fase de florescimento e antes que a praga penetre nos frutos. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar a cada 7 dias, conforme a necessidade. |
PÊSSEGO | Mariposa- oriental (Grapholita molesta) | 100 mL/100 L | 3 aplicações | 500 a 1.000 L/ha (aplicação terrestre) 20 L/ha (aplicação aérea) | ÉPOCA: Iniciar as aplicações quando for detectado o nível de controle através do monitoramento populacional da praga, obtido com a captura de insetos adultos em armadilhas apropriadas, mas antes da entrada da larva nos ponteiros ou frutos. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar se atingir o índice de infestação, com intervalo de 21 dias. |
REPOLHO | Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | 100 mL/100 L | 2 aplicações | 100 a 300 L/ha (aplicação terrestre) | ÉPOCA: Aplicar logo no início dos primeiros sintomas da praga. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar a cada 7 dias, conforme a necessidade. |
SOJA | Lagarta-da-soja, Lagarta- desfolhadora (Anticarsia gemmatalis) | 150 mL/ha | 2 aplicações | 80 a 200 L/ha (aplicação terrestre) | ÉPOCA: Aplicar quando houver 40 lagartas por batida de pano ou 30% de desfolha. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
20 L/ha (aplicação aérea) | INTERV. APLICAÇÃO: Varia conforme o grau de reinfestação. | ||||
TOMATE | Ácaro-do- bronzeamento, Ácaro- bronzeado (Aculops lycopersici) | 80 mL/100 L | 4 aplicações | 400 a 1000 L/ha (aplicação terrestre) | ÉPOCA: Iniciar as aplicações no início dos primeiros sinais da praga. INTERV. APLICAÇÃO: Repetir a cada 7 dias. |
Broca-pequena- do-fruto, Broca- pequena-do- tomateiro (Neoleucinodes elegantalis) | 80 mL/100 L | 4 aplicações | 400 a 1000 L/ha (aplicação terrestre) | ÉPOCA: Aplicar logo no início dos primeiros sintomas da praga, no início do florescimento e antes que a praga penetre nos frutos. INTERV. APLICAÇÃO: Repetir a cada 7 dias. | |
Traça-do- tomateiro (Tuta absoluta) | 80 mL/100 L | 4 aplicações | 400 a 1000 L/ha (aplicação terrestre) | ÉPOCA: Iniciar as aplicações, no início dos primeiros sinais da praga. INTERV. APLICAÇÃO: Repetir a cada 7 dias. | |
TRIGO | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 100 mL/ha | 2 aplicações | 80 a 200 L/ha (aplicação terrestre) 20 L/ha (aplicação aérea) | ÉPOCA: Aplicar no início dos primeiros sintomas da praga. INTERV. APLICAÇÃO: Repetir com intervalo de 15 dias, se necessário. |
Lagarta-militar, Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 80 a 200 L/ha (aplicação terrestre) 20 L/ha (aplicação aérea) |
Pelo seu mecanismo de ação sobre os insetos, o FUORO não possui efeito de choque sobre as pragas mencionadas, e sua plena eficiência começa a manifestar-se entre 3-5 dias após a pulverização.
A maior dose deve ser utilizada em condições de alta pressão da praga e condições de clima favorável ao ataque (alta temperatura e umidade).
Apesar de eficiente contra as lagartas em qualquer fase de seu desenvolvimento, deve-se iniciar as pulverizações, quando os insetos estão ainda na fase de ovo ou no 1º ou 2º ínstar de desenvolvimento, quando ainda não causa prejuízos as culturas e, portanto, não precisam ser eliminadas rapidamente.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Citros | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro-da-falsa-ferrugem, Ácaro-da-mulata | Ver detalhes |
| Coco | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmeiras, Lagarta-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Pepino | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Pessego | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Repolho | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Aculops lycopersici | Ácaro-bronzeado, Ácaro-do-bronzeamento | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido, providos de pontas que produzam gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno. Utilizar os seguintes parâmetros:
Pressão de trabalho: 100 a 400 KPA (costal) e 100 a 800 KPA (equipamentos tratorizados);
Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ (micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico);
Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm2;
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura de pulverização de no mínimo de 50 cm, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Temperatura do ar: Abaixo de 30oC. Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Média de 3 km/h até 10 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, nas pulverizações terrestres, recomenda- se o seguinte:
Para as culturas do Algodão, Cana-de-Açúcar, Citros, Coco, Maçã, Milho, Pêssego, Soja e Trigo, FUORO pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 metros acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização entre 2 e 4 metros, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Condições meteorológicas:
Temperatura do ar: Abaixo de 30oC. Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Mínima de 3 km/h até 10 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Somente realizar a aplicação aérea na presença de Profissionais habilitados.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo higrômetro.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura.
Preparo da calda: o abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento, e então, adicionar o produto e complementar o produto com água. A agitação deverá ser constante durante a preparação e aplicação da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de iniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
Cultura | Dias |
Algodão | 28 dias |
Batata | 14 dias |
Cana-de-açúcar | 14 dias |
Citros | 28 dias |
Coco | 14 dias |
Maçã | 14 dias |
Milho | 35 dias |
Pepino | 7 dias |
Pêssego | 10 dias |
Repolho | 7 dias |
Soja | 35 dias |
Tomate | 10 dias |
Trigo | 14 dias |
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos Equipamentos de Proteção Individual usados durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO:
O GALLAXY 100 EC é um inseticida fisiológico do grupo químico benzoiluréia recomendado para o controle de pragas nas culturas de Abobrinha, Algodão, Batata, Café, Cana-de-açúcar, Citros, Feijão, Maçã, Melão, Milho, Pêssego, Pepino, Repolho, Soja, Tomate e Trigo.
Pelo seu modo de ação (inibidor da síntese de quitina), GALLAXY 100 EC não possui efeito de choque. Sua eficiência começa a se manifestar entre 3 a 5 dias após a pulverização. Logo, deve- se iniciar as pulverizações quando os insetos estão na fase de 1º e 2º ínstar de desenvolvimento. Desta maneira, a aplicação do produto evitará que os insetos cheguem a ínstares mais avançados, evitando prejuízos.
Cultura | Praga | Dose | Número, época e intervalo de aplicação |
Abobrinha | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 30 a 50 mL/100 L de água | O GALLAXY 100 EC deve ser aplicado quando for constatada a presença da mariposa na lavoura, devendo atingir toda a parte aérea procurando proteger as flores e frutos. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 07 dias. |
Algodão | Curuquerê (Alabama argillacea) | 100 mL/ha | O GALLAXY 100 EC deve ser aplicado quando forem constatadas duas lagartas por planta ou 25% de desfolha do ponteiro. Repetir a aplicação caso haja reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 07 dias. |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 150 a 250 mL/ha | Aplicar quando houver de 10 a 12% de botões florais atacados. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Repetir a aplicação caso haja reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 07 dias. | |
Batata | Traça-da-batata (Phthorimaea operculella) | 200 a 300 mL/ha | Aplicar GALLAXY 100 EC logo no início da infestação antes que a praga ataque os tubérculos. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 07 dias. |
Café | Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) | 250 a 300 mL/ha | Aplicar GALLAXY 100 EC no início da infestação. Estar atento aos períodos mais secos do ano os quais favorecem a ocorrência da praga. Usar a dose maior em casos de infestações altas. Poderá ser utilizado óleo mineral na concentração de 0,25% para melhorar a cobertura e molhamento das folhas. Realizar no máximo 3 aplicações por safra da cultura com intervalo de 15 dias. |
Cana-de- açúcar | Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 100 a 150 mL/ha | Iniciar o controle quando houver infestação igual ou superior a 6% de lagartas sobre as folhas. A amostragem é feita observando-se, na região do limbo, junto ao “palmito” da cana, a presença de lagartas de 1º e 2º ínstar antes |
de entrarem no colmo. Deve-se pulverizar a planta visando atingir as folhas na região do palmito. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 2 aplicações por safra da cultura com intervalo de 15 dias. | |||
Citros | Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 300 a 400 mL/ha | Aplicar GALLAXY 100 EC no início da infestação. Monitorar a praga constantemente. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 15 dias. |
Lagarta-minadora-dos- citros (Phyllocnistis citrella) | 250 a 300 mL/ha | Aplicar GALLAXY 100 EC no início das brotações e/ou quando for detectada as primeiras posturas ou larvas. Para melhorar cobertura e molhamento das folhas pode ser utilizado óleo mineral na dose de 0,25% v/v de calda. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 15 dias. | |
Feijão | Lagarta-desfolhadora (Anticarsia gemmatalis) | 50 a 75 mL/ha | Aplicar quando for constatada a presença de lagartas na lavoura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 14 dias. |
Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens) | 100 a 150 mL/ha | ||
Maçã | Lagarta-enroladeira-da- folha (Bonagota cranaodes) | 50 mL/100 L de água | Aplicar GALLAXY 100 EC no início da infestação. Realizar no máximo 4 aplicações por safra da cultura com intervalo de 07 dias. |
Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 40 mL/100 L de água | Aplicar GALLAXY 100 EC no início da infestação com atenção especial aos ponteiros novos e os frutos da macieira. Realizar no máximo 4 aplicações por safra da cultura com intervalo de 07 dias. | |
Melão | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 30 a 50 mL/100 L de água | Aplicar preventivamente iniciando a pulverização no florescimento pleno, procurando atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos da cultura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 07 dias. |
Milho | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 150 mL/ha | O nível de controle dessa praga é de 20% de plantas com folhas raspadas, até o 30° dia após o plantio, e de 10% de plantas com folhas raspadas do 40º ao 60° dia. Deve-se aplicar o produto com jato dirigido para o cartucho da planta. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 20 dias. |
Pêssego | Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 40 mL/100 L de água | Aplicar no início da infestação da praga com atenção especial aos ponteiros novos e os frutos do pessegueiro. |
Realizar no máximo 2 aplicações por safra da cultura com intervalo de 20 dias. | |||
Pepino | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 30 a 50 mL/100 L de água | Aplicar preventivamente iniciando a pulverização no florescimento pleno, procurando atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos da cultura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias. |
Repolho | Traça-das-crucíferas (Plutella xyllostella) | 40 a 50 mL/100 L de água | Iniciar a aplicação de GALLAXY 100 EC quando for constatada a presença da praga na lavoura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 07 dias. |
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 50 a 75 mL/ha | Aplicar GALLAXY 100 EC quando houver desfolha de 30% antes da floração, e, 15% de desfolha após a floração até o desenvolvimento de vagens. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 21 dias. |
Tomate | Broca-pequena-do- tomateiro (Neoleucinodes elegantalis) | 60 a 80 mL/100 L de água | As pulverizações devem ser iniciadas quando os frutos estiverem pequenos, aplicando GALLAXY 100 EC principalmente no local da postura, ou seja, nas sépalas. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias. |
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 20 mL/100 L de água | As aplicações de GALLAXY 100 EC devem ser iniciadas quando for constatada a presença de adultos na lavoura. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias. | |
Trigo | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 50 a 75 mL/ha | Aplicar quando for constatada a presença de lagartas na lavoura e/ou sintomas de ataque nas folhas. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 15 dias. |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 75 a 100 mL/ha |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abobrinha | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Citros | Phyllocnistis citrella | Larva-minadora-das-folhas, Minadora-das-folhas | Ver detalhes |
| Feijão | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Maçã | Bonagota cranaodes | Lagarta-enroladeira-da-folha | Ver detalhes |
| Melão | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Pepino | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Repolho | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
A aplicação do inseticida GALLAXY 100 EC poderá ser efetuada através de pulverização terrestre ou aérea.
Para as culturas de Abobrinha, Algodão, Batata, Café, Cana-de-açúcar, Citros, Feijão, Maçã, Melão, Milho, Pêssego, Pepino, Repolho, Soja, Tomate e Trigo, GALLAXY 100 EC pode ser aplicado na parte aérea das plantas com equipamento terrestre (costal, tratorizado ou autopropelido).
Utilizar equipamentos com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico ou leque, que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem a ocorrência de deriva:
Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) VMD;
Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm2;
Volume de calda:
Abobrinha, melão, pêssego e pepino: 800 L/ha;
Algodão: Curuquerê (Alabama argillacea) 200 L/ha e Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) 300 L/ha;
Batata e Repolho: 600 L/ha;
Café: 300 a 500 L/ha;
Cana-de-açúcar: 300 L/ha;
Citros: 2000 L/ha;
Feijão: Lagarta-desfolhadora (Anticarsia gemmatalis) 400 L/ha e Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens) 200 L/ha;
Maçã e tomate: 1000 L/ha;
Milho: 300 L/ha;
Soja: 150 L/ha;
Trigo: 200 L/ha.
Para a cultura de cana-de-açúcar, GALLAXY 100 EC pode ser aplicado via aérea através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos hidráulicos Spraying Systems D8, core 46 ou atomizadores rotativos (Micronair AU 5000 ou semelhante) apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota fina a média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Altura de vôo: A altura do vôo depende das características da aeronave, das condições da área- alvo, em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao vôo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de vôo situa-se entre 2 a 4 metros acima da vegetação a controlar, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.
Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. Deve ser determinada mediante testes de deposição com as aeronaves e equipamentos que serão empregados na aplicação. Varia principalmente com a altura de vôo, porte da aeronave e diâmetro das gotas.
Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) VMD. Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas.
Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm² variando com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.
Volume de aplicação: Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas. Como orientação geral, aplicar de 20 a 40 litros/hectare de calda.
Colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de pulverização. Em seguida, adicionar GALLAXY 100 EC nas doses recomendadas, completando o tanque com água
e mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida, mantendo o sistema de agitação do tanque em funcionamento durante a aplicação.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o processo de preparo da calda.
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
Umidade relativa do ar no mínimo de 50%;
Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
Abobrinha .......................... | 7 dias |
Algodão .......................... | 93 dias |
Batata ............................. | 7 dias |
Café ................................ | 21 dias |
Cana-de-açúcar .............. | 7 dias |
Citros .............................. | 14 dias |
Feijão............................... | 21 dias |
Maçã ............................... | 3 dias |
Melão ............................. | 3 dias |
Milho............................... | 83 dias |
Pêssego ........................... | 7 dias |
Pepino ............................ | 3 dias |
Repolho .......................... | 3 dias |
Soja................................. | 53 dias |
Tomate ........................... | 7 dias |
Trigo ............................... | 14 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
O HANGAR é um inseticida fisiológico do grupo químico Benzoiluréia recomendado para controle de pragas nas culturas a seguir:
O HANGAR, pelo seu modo de ação (inibidor da síntese de quitina), não possui efeito de choque nos alvos citados. Sua eficiência começa a se manifestar entre 3 a 5 dias após a pulverização. Portanto devem-se iniciar as pulverizações, quando os insetos estão na fase de 1º e 2º ínstar de desenvolvimento, quando ainda não causam prejuízos às culturas. Desta maneira, a aplicação do produto evitará que os insetos cheguem a ínstares mais avançados, evitando o prejuízo.
Culturas | Pragas Nome comum (nome científico) | Doses (p.c.) | RECOMENDAÇÕES DE USO | ||
Época e intervalo de aplicação | Número máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | |||
Abobrinha | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 30 a 50 mL/100 L de água | A maior ocorrência dessa praga é de setembro a março. O produto deve ser aplicado quando for constatada a presença da mariposa na lavoura, devendo atingir toda a parte aérea procurando proteger as flores e frutos. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. As aplicações devem ter intervalos de 10 dias. | 3 | Terrestre: 800 Aérea: 30 a 40 |
Algodão | Curuquerê (Alabama argilacea) | 100 mL/ha | As lagartas costumam se alimentar da parte superior das plantas e as fêmeas depositam seus ovos geralmente ao anoitecer. O produto pode ser aplicado quando forem constatadas duas lagartas por planta ou 25% de desfolha do ponteiro. Repetir a aplicação caso haja reinfestação. com intervalos de 15 dias. | 3 | Terrestre: 200 Aérea: 30 a 40 |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 150 a 250 mL/ha | A pulverização deverá ser feita quando houver de 10 a 12% de botões florais atacados por lagartas. Deve-se fazer uma pulverização de tal maneira que o produto atinja as folhas do terço inferior das plantas, visto que grande parte da postura dos ovos ocorre nesta região. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Repetir a aplicação caso haja reinfestação, com intervalo de 15 dias. | Terrestre: 300 Aérea: 30 a 40 | ||
Batata | Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | 200 a 300 mL/ha | Aplicar logo após constatar a presença da praga na lavoura, podendo repetir a aplicação com intervalo de 10 dias, dependendo do nível da infestação. Notar que a praga inicialmente prejudica as folhas e, posteriormente quando estas e os ramos começam a secar, ataca os tubérculos podendo destruí-los totalmente, por isso, deve-se fazer o controle logo no início da infestação. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. As aplicações devem ser feitas com intervalos de 10 dias. | 3 | Terrestre: 600 Aérea: 30 a 40 |
Café | Bicho-mineiro-do- café (Leucoptera coffeella) | 250 a 300 mL/ha | O nível de controle dessa praga varia de acordo com a época de ocorrência. Assim, em locais onde os ataques ocorrem no período seco (julho, agosto) o controle deverá ser iniciado quando for constatada a presença da praga na lavoura. Usar a dose maior em casos de infestações maiores. Poderá ser utilizado óleo mineral na concentração de 0,25% para melhorar a cobertura e molhamento das folhas. As aplicações devem ter intervalos de 45 dias. | 2 | Terrestre: 300 a 500 Aérea: 30 a 40 |
Cana-de- açúcar | Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 100 a 150 mL/ha | A época adequada para o controle é quando for encontrada uma intensidade de infestação igual ou superior a 3% de lagartas sobre as folhas. A amostragem é feita observando-se, na região do limbo, junto ao “palmito” da cana, a presença de lagartas de 1º e 2º ínstar antes de entrarem no colmo. Deve-se pulverizar a planta visando atingir as folhas na região do palmito, visto que a praga se encontra nessa região. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Realizar aplicações com intervalos de 60 dias. | 2 | Terrestre: 300 Aérea: 30 a 40 |
Feijão | Lagarta-falsa- medideira (Pseudoplusia includens) | 100 a 150 mL/ha | A aplicação deve ser feita quando for constatada a presença de lagartas na lavoura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Realizar aplicações com intervalos de 15 dias. | 2 | Terrestre: 200 Aérea: 30 a 40 |
Maçã | Lagarta- enroladeira-da- folha (Bonagota cranaodes) | 50 mL/100 L de água | Essa praga tem como principal característica o ataque das folhagens e dos frutos em fase de maturação, se alimentando da casca e da polpa, inutilizando-o para comercialização. Ficar atento depois do mês de setembro onde o índice de infestação aumenta. O produto deve ser aplicado com intervalo de 14 dias a partir do início da infestação da praga. | 3 | Terrestre: 1000 Aérea: 30 a 40 |
Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 40 mL/100 L de água | A aplicação deve ser feita no início da infestação da praga, tendo em vista que, a mesma ataca os ponteiros novos e os frutos da macieira, por isso a pulverização deve ser focada nessas regiões. O produto deve ser aplicado com intervalo de 14 dias a partir do início da infestação da praga. | |||
Melancia | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 30 a 50 mL/100 L de água | A maior ocorrência dessa praga é de setembro a março. O produto deve ser aplicado preventivamente, iniciando as pulverizações no florescimento pleno, procurando atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. As aplicações devem ter intervalos de 20 dias. | 3 | Terrestre: 800 Aérea: 30 a 40 |
Melão | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 30 a 50 mL/100 L de água | A maior ocorrência dessa praga é de setembro a março. O produto deve ser aplicado preventivamente, iniciando as pulverizações no florescimento pleno, procurando atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. As aplicações devem ter intervalos de 20 dias. | 3 | Terrestre: 800 Aérea: 30 a 40 |
Milho | Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 150 mL/ha | O nível de controle dessa praga é de 20% de plantas com folhas raspadas, até o 30° dia após o plantio, e de 10% de plantas com folhas raspadas do 40º ao 60º dia. Recomenda-se, então, efetuar o controle logo que surjam os primeiros sintomas de ataques ao cartucho, e folhas raspadas. Deve-se aplicar o produto com jato dirigido para o cartucho da planta. Realizar aplicações com intervalos de 15 dias. | 2 | Terrestre: 200 a 300 Aérea: 30 a 40 |
Morango | Lagarta-das-folhas (Spodoptera eridania) | 60 mL/100 L de água | A pulverização deverá ser feita no início da infestação, quando as lagartas se encontrarem nos primeiros instares de desenvolvimento. Deve-se fazer uma pulverização de tal maneira que o produto atinja toda a parte aérea da planta, assegurando uma boa cobertura do alvo. Repetir a aplicação caso haja reinfestação. Realizar aplicações com intervalos de 10 dias. | 3 | Terrestre: 500 a 1000 Aérea: 30 a 40 |
Pepino | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 30 a 50 mL/100 L de água | A maior ocorrência dessa praga é de setembro a março. O produto deve ser aplicado preventivamente, iniciando as pulverizações no florescimento pleno, procurando atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. As aplicações devem ter intervalos de 10 dias. | 3 | Terrestre: 800 Aérea: 30 a 40 |
Pêssego | Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 40 mL/100 L de água | A aplicação deve ser feita no início da infestação da praga, tendo em vista que a mesma ataca os ponteiros novos e os frutos do pessegueiro, por isso a pulverização deve ser focada nessas regiões. O produto deve ser aplicado com intervalo de 14 dias a partir do início da infestação da praga. | 3 | Terrestre: 800 Aérea: 30 a 40 |
Repolho | Traça-das- crucíferas (Plutella xyllostella) | 40 a 50 mL/100 L de água | Essas pragas alimentam-se da parte externa ou interna das folhas, inutilizando para o consumo. A aplicação do produto deve ser iniciada quando for constatada a presença da praga na lavoura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. O produto deve ser aplicado com intervalo de 10 dias a partir do início da infestação da praga. | 3 | Terrestre: 600 Aérea: 30 a 40 |
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 50 a 75 mL/ha | A aplicação deve ser feita nos seguintes casos: 1° caso: antes da floração se houver uma destruição de 30% ou mais da área foliar e, 2° caso: após a floração até o desenvolvimento das vagens se houver 15% ou mais de desfolhamento por amostragem. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na | 2 | Terrestre: 150 Aérea: 30 a 40 |
região. Realizar aplicações com intervalos de 15 dias. | |||||
Tomate | Broca-pequena-do- tomateiro (Neoleucinodes elegantalis) | 60 a 80 mL/100 L de água | Essa praga costuma atacar os frutos em sua fase larval se alimentando da polpa. As pulverizações devem ser iniciadas quando os frutos estiverem pequenos, aplicando o produto principalmente no local da postura, ou seja, nas sépalas. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Realizar as aplicações com intervalo de 7 dias, a partir do início da infestação da praga. | 3 | Terrestre: 1000 Aérea: 30 a 40 |
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 20 mL/100 L de água | Essa praga ocorre durante todo o ciclo da cultura e ataca toda a planta em qualquer estádio de desenvolvimento, fazendo galeria nas folhas, ramos e principalmente nas gemas apicais, onde destroem brotações novas, além dos frutos que são depreciados para a comercialização. As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença de adultos na lavoura. Devem ser iniciadas as aplicações com intervalos de 7 dias a partir do início da infestação da praga ou quando for constatada a presença de adultos na lavoura. | |||
Trigo | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 50 a 75 mL/ha | Fazer uma aplicação quando for constatada a presença de lagartas na lavoura e/ou os sintomas de ataque nas folhas. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Realizar aplicações com intervalos de 15 dias. | 2 | Terrestre: 150 a 200 Aérea: 30 a 40 |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 75 a 100 mL/ha |
p.c.: produto comercial
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abobrinha | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Feijão | Pseudoplusia includens | Lagarta-do-linho, Lagarta-falsa-medideira | Ver detalhes |
| Maçã | Bonagota cranaodes | Lagarta-enroladeira-da-folha | Ver detalhes |
| Melancia | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Melão | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Morango | Spodoptera eridania | Lagarta das folhas | Ver detalhes |
| Pepino | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Pessego | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Repolho | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
Aplicar HANGAR nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme tipo de aplicação. Este produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou motorizados) e tratorizados ou autopropelidos e por via aérea, conforme recomendação para cada cultura. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado.
Agitar a embalagem do HANGAR antes de preparar a calda a ser aplicada. O tanque de pulverização deve ser mantido com agitação constante durante a aplicação.
O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos ¾ de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao gerenciamento de deriva.
A boa eficiência de aplicação, entre outros fatores, destaca um conjunto de características e ações que devem ser rigorosamente observadas, tais como:
Realize a aplicação via aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Volume de calda: 30 a 40L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.
Para quaisquer tecnologias de aplicação, deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados deve ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos:
. Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
. Umidade relativa do ar acima de 50%.
. Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/h.
Abobrinha: 7 dias
Algodão: 93 dias
Batata: 7 dias
Café: 21 dias
Cana-de-açúcar: 7 dias
Feijão: 21 dias
Maçã: 3 dias
Melancia: 3 dias
Melão: 3 dias
Milho: 83 dias
Morango: 3 dias
Pepino: 3 dias
Pêssego: 7 dias
Repolho: 3 dias
Soja: 53 dias
Tomate: 7 dias
Trigo: 14 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação”.
Recomenda-se a seguinte instrução de uso para o produto:
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
Lagarta - Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 650 - 750 mL/ha | Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares | |||
ALGODÃO | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 400 - 600 mL/ha | 3 aplicações | UPulverização terrestre 100 a 150 L/ha UPulverização aérea Mín. 20 L/ha | ÁU caro: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. |
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 400 - 600 mL/ha | INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | |||
AMENDOIM | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 50 - 100 ml/ha | 3 aplicações | UPulverização terrestre 100 a 150 L/ha UPulverização aérea Mín. 20 L/ha | Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Mosca-minadora: Recomenda- se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar quando forem constatadas as |
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 150 – 200 ml/ha | ||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
Lagarta - Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 200 ml/ha | ||||
Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 300 – 400 ml/ha | primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | |||
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 400 – 600 ml/ha | INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
ARROZ (Sequeiro e Irrigado) | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 150 – 300 ml/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 100 -150 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Lagarta-militar: Inspecionar periodicamente a lavoura e aplicar no início da infestação, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. |
INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||
Lagarta-do- algodão (Helicoverpa armigera) | Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | ||||
200 ml/ha | |||||
AVEIA | Lagarta- helicoverpa (Helicoverpa zea) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 100 - 150 L/ha | ||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | ||||
100 - 200 ml/ha | |||||
Lagarta-das-folhas (Spodoptera eridania) | |||||
CANA-DE- AÇÚCAR | Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 300 - 500 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 100 a 150 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Broca-da-cana: Recomenda- se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. |
INTERVALO DE APLICAÇÃO: 30 dias. | |||||
CENTEIO | Lagarta- helicoverpa (Helicoverpa zea) | 200 ml/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 100 - 150 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 100 – 200 mL/ha | ||||
Lagarta-das-folhas (Spodoptera eridania) | INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
CEVADA | Lagarta-do- algodão (Helicoverpa armigera) | 200 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 100 - 150 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 100 - 200 mL/ha | ||||
Lagarta-das-folhas (Spodoptera eridania) | |||||
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 50 - 100 mL/ha | Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. | |||
ERVILHA | 3 aplicações | UPulverização terrestre 100 a 150 L/ha | Mosca-minadora: Recomenda- se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área. | ||
Lagarta - Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 200 mL/ha | ||||
Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 300 - 400 mL/ha | UPulverização aérea Mín. 20 L/ha | Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. . | ||
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 400 - 600 mL/ha | Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | |||
INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 400 - 600 mL/ha | Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a pulverização foliar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. | |||
FEIJÃO | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 100 a 150 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||
Lagarta-das-folhas (Spodoptera eridania) | 100-400 mL/ha | ||||
INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
FEIJÕES (Feijão-mungo, Feijão-fava, Feijão caupi e demais espécies) | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 50 - 100 mL/ha | 3 aplicações | UPulverização terrestre 100 a 150 L/ha UPulverização aérea Mín. 20 L/ha | Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Mosca-minadora: Recomenda- se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente o ácaro na cultura e pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. |
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 150 - 200 mL/ha | ||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
Lagarta - Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 200 mL/ha | ||||
Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 300 - 400 mL/ha | Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | |||
INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 400 - 600 mL/ha | ||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 150 - 200 mL/ha | Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. | |||
GRÃO-DE- BICO | 3 aplicações | UPulverização terrestre 100 a 150 L/ha | Mosca-minadora: Recomenda- se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área | ||
Lagarta - Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 200 mL/ha | ||||
Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 300 - 400 mL/ha | UPulverização aérea Mín. 20 L/ha | Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente o ácaro na cultura e pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. | ||
Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 400 - 600 mL/ha |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 150 - 200 mL/ha | Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. | |||
LENTILHA | 3 aplicações | UPulverização terrestre 100 a 150 L/ha | Mosca-minadora: Recomenda- se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área | ||
Lagarta - Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 200 mL/ha | ||||
Mosca-minadora (Liriomyza spp.) | 300 - 400 mL/ha | UPulverização aérea Mín. 20 L/ha | Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente o ácaro na cultura e pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. | ||
Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 400 - 600 mL/ha | ||||
MILHETO | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 200 - 600 mL/ha | 2 aplicações | UPulverização terrestre 100 a 150 L/ha UPulverização aérea Mín. 20 L/ha | Lagarta: Realizar a aplicação no início de infestação, quando observadas até 10% de plantas com sintomas de raspagens nas folhas. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. |
INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||
MILHO | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 200 - 600 mL/ha | 2 aplicações | UPulverização terrestre 100 a 150 L/ha UPulverização aérea Mín. 20 L/ha | Lagarta militar: Realizar a aplicação no início de infestação, quando observadas até 10% de plantas com sintomas de raspagens nas folhas. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. |
INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
PASTAGEM | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 100 a 400 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 100 -150 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Lagarta-militar: Inspecionar periodicamente a lavoura e aplicar no início da infestação, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. |
INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||
Ácaro-vermelho (Tetranychus desertorum) | 150 mL/ha | Ácaros: Recomenda-se monitorar constantemente o ácaro na cultura e pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 14 dias. Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Broca-das-axilas: Recomenda- se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação, quando for observado o início da infestação na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. Tripes: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura e pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 a 14 dias. | |||
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 100 - 200 mL/ha | ||||
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 50 - 100 mL/ha | ||||
Lagarta-das-folhas (Spodoptera eridania) | |||||
100 - 200 mL/ha | |||||
SOJA | Lagarta-falsa- medideira (Rachiplusia nu) | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 150 a 200 L/ha Pulverização aérea Mín. 20 L/ha | ||
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | |||||
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 150 - 200 mL/ha | ||||
Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | |||||
Lagarta - Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 200 mL/ha | ||||
Tripes (Caliothrips phaseoli) | 100 – 200 mL/ha | ||||
SORGO | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 200 - 600 mL/ha | 2 aplicações | UPulverização terrestre 100 a 150 L/ha UPulverização aérea Mín. 20 L/ha | Lagarta: Realizar a aplicação no início de infestação, quando observadas até 10% de plantas com sintomas de raspagens nas folhas. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da |
área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||
TRIGO | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 100 - 200 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 100 -150 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Lagarta-militar: Inspecionar periodicamente a lavoura e aplicar no início da infestação, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
TRITICALE | Lagarta-do- algodão (Helicoverpa armigera) | 200 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 100 - 150 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 100 - 200 mL/ha | ||||
Lagarta-das-folhas (Spodoptera eridania) | |||||
Milheto, Milho, Soja e Sorgo, e 41 metros para as culturas do Arroz, Aveia, Centeio, Cevada, Trigo, Triticale e Pastagem, entre a área tratada e as áreas de vegetação natural adjacentes. | |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Amendoim | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Arroz | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Aveia | Helicoverpa armigera | Lagarta-do-algodão | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Centeio | Spodoptera frugiperda | Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Cevada | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Ervilha | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Feijão | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Feijão-caupi | Liriomyza huidobrensis | Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Feijão-mungo | Helicoverpa armigera | Helicoverpa | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho , Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Lentilha | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Milheto | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Pastagens | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Soja | Caliothrips phaseoli | Tripes, Tripes-do-feijoeiro | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Trigo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Triticale | Spodoptera eridania | Lagarta-das-folhas | Ver detalhes |
Pulverização terrestre:
Pulverização foliar. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido, providos de pontas que produzam gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno. Utilizar os seguintes parâmetros:
Pressão de trabalho: 100 a 800 kPa (equipamentos tratorizados);
Diâmetro de gotas: 200 a 400 µm (micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico);
Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm2.
Pulverização aérea:
Para as culturas indicadas na tabela de recomendação, INSTIVO pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 metros acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura.
Utilizar sistema fechado de mistura e abastecimento para aplicação aérea em todas as culturas.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
Aplicação via drones agrícolas:
O produto INSTIVO pode ser aplicado através de drones agrícolas devendo ser adequado para cada tipo de cultura e alvo, provido de pontas, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos, seguindo todas as orientações e normativas do MAPA e ANAC.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de drone utilizado, procurando manter média de 2 metros acima do topo da planta, ou menor quando possível. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e
diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação, sendo recomendado o uso de gotas com diâmetro médio. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Quando utilizar aplicações via drones agrícolas obedecer às normas técnicas de operação previstas na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pelo regulamento brasileiro de aviação civil especial (RBAC) nº 94 e pelas diretrizes e orientações do Ministério da Agricultura (MAPA).
Para todos os tipos de pulverização, utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização de no mínimo de 50 cm para pulverização terrestre e de 2 m para pulverização aérea, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Condições meteorológicas recomendadas para a aplicação:
Temperatura do ar: Abaixo de 30 °C. Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Média de 3 km/h até 10 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Somente realizar a aplicação aérea na presença de profissionais habilitados.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo higrômetro.
Cultura | Dias |
Algodão | 21 |
Amendoim | 14 |
Arroz | 15 |
Aveia | 10 |
Cana-de-açúcar | 60 |
Centeio | 10 |
Cevada | 10 |
Ervilha | 14 |
Feijão | |
Feijões (feijão- mungo, feijão-fava, feijão caupi e demais espécies) | |
Grão-de-bico |
Lentilha | |
Milheto | 40 |
Milho | 40 |
Pastagem | 3 |
Soja | 21 |
Sorgo | 40 |
Trigo | 10 |
Triticale | 10 |
Cultura | Atividades de 2 e 8 horas |
Algodão | 1 dia |
Cana-de-açúcar | 1 dia |
Milheto | 1 dia |
Milho | 1 dia |
Soja | 1 dia |
Sorgo | 1 dia |
O intervalo de reentrada para as culturas do Amendoim, Arroz, Aveia, Centeio, Cevada, Ervilha, Feijão, Feijões, Grão de Bico, Lentilha, Pastagem, Trigo e Triticale é até a secagem da calda.
Trata-se de um inseticida que atua como regulador de crescimento de insetos, pois é um inibidor da síntese de quitina. Deve ser utilizado em pulverização nas culturas de algodão, batata, cana-de-açúcar, citros, milho, repolho, soja, tomate e trigo.
Culturas | Alvos controlados | Doses | Número e intervalo de aplicação | Época de aplicação | Volume de calda |
Algodão | Curuquerê-do- algodoeiro (Alabama argilacea) | 0,20 a 0,50 L/ha (10 a 25 g i.a.*/ha) | Utilizar o produto em no máximo 4 (quatro) aplicações durante o ciclo da cultura. Repetir a aplicação a cada 10 a 14 dias, se necessário. Aplicar a dose mais alta em caso de alta infestação da praga. | Aplicar logo no início do desenvolvimento da praga, ainda no estágio jovem, no máximo até o 2o instar. | 200 a 300 litros de água por hectare *Aplicação aérea: Vide modo de aplicação |
Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 0,60 a 0,75 L/ha (30 a 37,5 g i.a./ha) | Utilizar o produto em no máximo 4 (quatro) aplicações durante o ciclo da cultura. Repetir após 10 a 14 dias, se necessário. | Aplicar com presença de lagartas de até 2° instar (ou menores que 1 cm). | ||
Batata | Traça-da- batata (Phthorimoea opercullela) | 0,60 L/ha (30 g i.a./ha) | Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. Repetir após 7 a 10 dias, se necessário. | Aplicar no início do aparecimento da praga. | 200 a 500 litros por hectare. |
Cana-de- açúcar | Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 0,30 a 0,50 L/ha (15 a 25 g i.a./ha) | Utilizar o produto em no máximo 2 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura. Reaplicar após 20 a 40 dias, caso haja reinfestação. | Aplicar quando o nível de infestação atingir de 1 a 3% de colmos com presença de lagartas de até 3° instar (ou menores que 1 cm). | 200 a 300 litros de água por hectare. *Aplicação aérea: Vide modo de aplicação |
Citros | Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 30 mL/100 L de água (1,5 g i.a./100 L de água) | Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. Repetir após 10 a 14 dias, se necessário. | Aplicar no início do aparecimento da praga. | 1000 a 2000 litros por hectare. |
Feijão | Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 0,60 a 0,75 L/ha (30 a 37,5 g i.a./ha) | Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. Repetir após 10 a 14 dias, se necessário | Aplicar com presença de lagartas de até 2° ínstar (ou menores que 1 cm). | 150 a 200 litros por hectare. |
Milho | Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,15 a 0,30 L/ha (7,5 a 15 g i.a./ha) | Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. Repetir após 10 a 14 dias, se necessário. | Aplicar logo no início do aparecimento da praga, na fase de raspagem das folhas. | 300 a 500 litros d'água por hectare. *Aplicação aérea: Vide modo de aplicação |
Repolho | Curuquerê-da- couve (Ascia monuste orseis) | 50 mL/100 L de água (2,5 g i.a./100 L/de água) | Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. Repetir após 7 a 10 dias, se necessário. | Aplicar no início do aparecimento da praga. | 600 a 800 litros d' água por hectare |
Soja | Lagarta-da- soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,10 a 0,25 L/ha (5,0 a 12,5 g i.a./ha) | Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. Repetir após 10 a 14 dias, se necessário. | Aplicar logo no início do aparecimento da praga. | 200 a 300 litros de água por hectare |
Lagarta falsa- medideira (Rachiplusia nu e Pseudoplusia includens) | 0,40 a 0,75 L/ha (20 a 37,5 g i.a./ha) | ||||
Lagarta- helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 0,60 a 0,75 L/ha (30 a 37,5 g i.a./ha) | Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. Repetir após 10 a 14 dias, se necessário. | Aplicar com presença de lagartas de até 2º. instar (ou menores que 1,5 cm). | ||
Lagarta- helicoverpa (Helicoverpa zea) | 0,40 L/ha (20 g i.a./ha) | Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. Repetir após 10 a 14 dias, se necessário. | Aplicar com presença de lagartas de até 3º. instar (ou menores que 1 cm). | ||
Tomate | Traça-do- tomateiro (Tuta absoluta) | 100 mL/100 L de água (5 g i.a./100 L de água) | Utilizar o produto em no máximo 4 (quatro) aplicações durante o ciclo da cultura. Repetir após 7 a 10 dias, se necessário. | Aplicar no início do aparecimento da praga. | 800 a 1000 litros d'água por hectare. |
Trigo | Lagarta-do- trigo (Pseudaletia sequax) | 100 a 150 ml/ha (5 a 7,5 g i.a./ha) | Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. Repetir após 10 a 14 dias, se necessário. | Aplicar no início do aparecimento da praga. | 200 a 300 litros d’água por hectare. *Aplicação aérea: Vide modo de aplicação |
A.I. = ingrediente ativo.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Feijão | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Repolho | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Soja | Helicoverpa zea | Broca-grande-do-fruto, Broca-grande-do-tomate | Ver detalhes |
| Tomate | Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
cone (jato cônico). Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 200 a 300 litros de água por hectare.
Aplicação aérea: Utilizar aeronave equipada com bico cônico, altura de voo de 2 a 4 metros do alvo a ser atingido, com volume de calda de 40L/ha, largura da faixa de deposição de 15 a 18 metros. A velocidade do vento deve ser menor que 8 km/ha, a temperatura menor que 30°C e a umidade do ar maior que 70%.
Aplicação aérea: Utilizar aeronave equipada com bico cônico, altura de voo de 2 a 4 metros do alvo a ser atingido, com volume de calda de 40L/ha, largura da faixa de deposição de 15 a 18 metros. A velocidade do vento deve ser menor que 8 km/ha, a temperatura menor que 30°C e a umidade do ar maior que 70%.
Aplicação aérea: Utilizar aeronave equipada com bico cônico, altura de voo de 2 a 4 metros do alvo a ser atingido, com volume de calda de 40L/ha, largura da faixa de deposição de 15 a 18 metros. A velocidade do vento deve ser menor que 8 km/ha, a temperatura menor que 30°C e a umidade do ar maior que 70%.
Aplicação aérea: Utilizar aeronave equipada com bico cônico, altura de voo de 2 a 4 metros do alvo a ser atingido, com volume de calda de 40L/ha, largura da faixa de deposição de 15 a 18 metros. A velocidade do vento deve ser menor que 8 km/ha, a temperatura menor que 30°C e a umidade do ar maior que 70%.
* O sistema de agitação, do produto no tanque de pulverização, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Seguir estas condições de aplicação, caso contrário, consultar um Engenheiro
Agrônomo.
Algodão | 14 dias |
Batata | 7 dias |
Citros | 28 dias |
Feijão | 14 dias |
Cana-de-açúcar | 60 dias |
Milho | 14 dias |
Repolho | 7 dias |
Soja | 14 dias |
Tomate | 3 dias |
Trigo | 14 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.
O LANEX 800 WG é um inseticida e cupinicida do grupo químico pirazol que age por ação de contato e ingestão, quando utilizados no tratamento do solo nas culturas de batata, cana-de- açúcar e milho e na imersão de mudas e jato dirigido em solo e no caule para a cultura do eucalipto, apresentando controle para os alvos biológicos abaixo indicados, os quais causam consideráveis danos à produção destas culturas:
Cultura | Pragas (Nome Científico) | Dose (g. p.c./ha) | Número, época e intervalo de aplicação |
Batata | Larva-alfinete (*) (Diabrotica speciosa) | 150 (sulco de plantio) + 200 (amontoa) | Sulco de Plantio: Para controle da Larva-alfinete realizar a aplicação em jato dirigido no sulco de plantio da cultura no momento da semeadura (cobertura dos tubérculos semente), na dose de 150 g. p.c./ha com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 100 a 300 litros de calda por hectare. Fazer uma complementação na dose de 200 g. p.c./ha no momento da “amontoa” (15 a 25 dias após a semeadura), dirigido para a base das plantas, local onde haverá a formação dos tubérculos cobrindo o produto imediatamente com terras após a aplicação, formando assim uma barreira química impedindo o acesso da praga até os tubérculos. O preparo adequado do solo antes do plantio é fundamental para o sucesso no controle da Diabrotica, a formação de torrões e rachaduras devido a irregularidade de umidade podem facilitar a entrada da praga. O monitoramento das pragas, cuidados com a tecnologia de aplicação, momento correto na aplicação, são essenciais no sucesso de controle. Se o plantio da batata for realizado no período de novembro a fevereiro e ou sequencial aos cultivos de soja, feijão, milho ou trigo deve-se realizar um bom manejo movimentando (revolver) o solo para expor indivíduos remanescentes (larvas em diferentes instares), pois esses cultivos são hospedeiros de Diabrotica speciosa (brasileirinho ou patriota). Recomenda-se realizar esta operação pelo menos 15 dias antes do plantio, favorecendo a exposição de larvas da praga a predadores, morte por inanição, e consequentemente uma redução da pressão por Diabrotica speciosa contribuindo para um controle mais efetivo do inseticida LANEX 800 WG. Na pós emergência das plântulas de batata visando o controle de adultos é necessário o emprego de inseticidas de forma a complementar o manejo, reduzindo a oviposição por Diabrotica speciosa, |
remetendo a uma menor incidência da praga. Em cultivos de batata conduzidos principalmente ao lado desses cultivos (soja, milho, feijão, trigo), onde normalmente os agricultores descuidam do controle da Diabrotica no final do ciclo, é importante aumentar ainda mais a atenção, pois a praga migra desses cultivos para a batata e precisamos ficar atentos ao monitoramento intensificando as aplicações de inseticidas no cultivo realizando-as com maior frequência. Efetuar no máximo 2 aplicações. Volume de calda: Terrestre – 100 a 300 L/ha. |
Cultura | Pragas (Nome Científico) | Dose (g. p.c./ha) | Número, época e intervalo de aplicação |
Cana de açúcar | Plantio Novo | ||
Migdolus (*) (Migdolus fryanus) | 500 (sulco de plantio) ou 400 (Arado) + 250 (Sulco de plantio) | Migdolus: Em áreas de baixa incidência da praga, utilizar a dose de 500 g. p.c./ha em uma única aplicação com auxílio de pulverizadores tratorizados adaptados com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 200 a 300 litros de calda por hectare no sulco de plantio no momento da semeadura da cultura, sempre cobrindo o local imediatamente com terra. Áreas de alta infestação utilizar o parcelamento de doses, sendo: 400 g. p.c./ha pulverizado na base do arado de aiveca, formando uma barreira química no subsolo contra o ataque da praga, complementado com a dose de 250 g. p.c./ha aplicado no sulco de plantio no momento da realização da semeadura da cultura. Efetuar no máximo 2 aplicações. Volume de calda: Aplicação Terrestre – 300 L/ha. | |
Broca-da-cana (*) (Diatraea saccharalis) | 500 | Sulco de Plantio: Cupins e Broca-da-cana: Realizar as aplicações preventivamente no sulco de plantio, sobre os toletes, no momento da semeadura da cultura com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque) imediatamente antes da cobertura. Utilizar as doses mais baixas 200 g. p.c./ha para controle de cupins em área onde as infestações sejam reconhecidamente baixas. A dose maior, 250 g. p.c./ha deverá ser utilizada para níveis de infestações médios a altos. Efetuar no máximo 1 aplicação. Volume de calda: Aplicação terrestre – 300 L/ha. | |
Cupins (*) (Heterotermes tenuis) (Cornitermes cumulans) (Neocapritermes opacus) (Procornitermes triacifer) | 200 - 250 | ||
Soqueira | |||
Cupins (**) (Heterotermes tenuis) (Cornitermes cumulans) (Neocapritermes opacus) (Procornitermes triacifer) | 250 | Para controle de cupins, realizar a aplicação com equipamentos pulverizadores adaptados para tal função com uma vazão de 300 litros de calda por hectare, abrindo um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura. Aplique somente após ser constatado a presença da praga na área, e acima do nível de dano econômico. Efetuar no máximo 1 aplicação. Volume de calda: Aplicação terrestre – 300 L/ha. | |
Controle de formigas – plantio novo ou soqueira | |||
Saúva parda (***) (Atta capiguara) | 1 – 2 g p.c./L de calda (50 mL de calda por olheiro) | Saúva parda: Deve ser feita uma vez de forma dirigida, aplicando-se 50 mL de calda/olheiro e proximidades da trilha de caminhamento. | |
Cultura | Pragas (Nome Científico) | Dose (g. p.c./ha) | Número, época e intervalo de aplicação |
Larva-alfinete (*) (Diabrotica speciosa) | Sulco de Plantio: Larva-alfinete: No controle da larva-alfinete, proceder à aplicação preventivamente em jato dirigido no sulco de plantio no momento da realização da semeadura, com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 250 a 300 litros de calda por hectare, cobrindo o produto que foi pulverizado imediatamente com terra. | ||
Milho | 100 | Pão-de-galinha: Para o controle do Pão-de- galinha o produto poderá ser aplicado no sulco de plantio no momento da semeadura com o auxílio de pulverizadores específicos de tal forma que haja uma distribuição homogênea do produto, devendo cobrir o local com terra. Efetuar no máximo 1 aplicação. | |
Pão-de-galinha (*) (Diloboderus abderus) | |||
Volume de calda: Terrestre – 250 a 300 L/ha. |
(*) Aplicação do produto no sulco de plantio no momento da semeadura.
(**) Aplicação do produto abaixo da superfície do solo na região de maior ocorrência do sistema radicular das plantas. (***) Aplicação do produto no olheiro e trilha de caminhamento próximo ao “olheiro”.
Cultura | Pragas (Nome Científico) | Dose (g. p.c./ha) | Número, época e intervalo de aplicação |
Eucalipto | Cupins (Cornitermis bequaerti) (Syntermes molestus) | 500 (Imersão de mudas) 125 (Pulverização de mudas) | Imersão de mudas: Antes do plantio, única aplicação. Preparar uma calda inseticida contendo 0,5% de LANEX 800 WG, proceder a imersão das bandejas com as mudas durante um período de 30 segundos, em seguida retirá-las e deixar escorrer o excesso de calda por um período de 2 minutos. Aguardar a secagem das bandejas antes de efetuar o plantio das mudas. Efetuar no máximo 1 aplicação. Volume de calda: Cada 100 L de calda é suficiente para tratar 10.000 mudas. Pulverização de mudas: Após o plantio, aplicar o produto dirigindo o jato para a região do solo e caule das plantas. Repetir a aplicação dependendo da reinfestação |
da praga, respeitando o limite máximo de aplicações permitido. A aplicação do produto não pode ser realizada durante o período de florescimento da cultura do eucalipto ou de qualquer planta daninha presente na área. Efetuar no máximo 1 aplicação. Volume de calda: Aplicar 20 mL/planta. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Eucalipto | Syntermes molestus | Cupim, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Milho | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Soja | Sternechus subsignatus | Gorgulho-da-soja, Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
Aplicação terrestre:
Bico de jato leque (plano) ou cônico.
Pressão de 20 a 80 psi (lbf/pol²).
Tamanho de gota: 110 a 250 μm
Para saúva-parda deve ser realizado pulverização da calda do LANEX 800 WG de forma dirigida, usando pulverizador costal, procurando-se atingir o centro do “olheiro” e parte do caminho por onde caminham as formigas (0,5 metros), procurando atingir os indivíduos ali presentes e também o solo por onde as mesmas estão circulando.
Volume da Calda:
Aplicação via solo:
Para melhor preparação da calda, abasteça o pulverizador até ¾ de sua capacidade mantendo o agitador ou retorno acionado. Coloque a dose indicada do LANEX 800 WG em um recipiente com água a parte para se obter uma pré-diluição do produto e adicione ao tanque do pulverizador, após isso complete o volume restante do pulverizador com água e aplique imediatamente o produto sobre o alvo biológico.
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Os parâmetros de aplicação através de equipamento costal, como tipo de pontas, pressão de trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas, com a menor evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica (deslocamento vertical).
Visando este objetivo, a aplicação deve ser feita nas seguintes condições:
sob temperatura inferior a 30ºC,
umidade relativa do ar acima de 55%,
velocidade do vento entre 3 e 10 km/h,
Considerar sempre que a umidade relativa do ar é o elemento mais importante na maior ou menor velocidade de evaporação das gotas. Lembrar que as gotas muito finas não atingem adequadamente o alvo, e tem deriva maior, enquanto gotas muito grossas dão uma deposição inadequada e escorrem para o solo.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação Ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um engenheiro agrônomo.
Utilize tecnologia (s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas para dar uma boa cobertura e controle.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, etc devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura, e inversão térmica.
necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Sempre use pulverizador limpo, antes da aplicação do LANEX 800 WG e se certifique de que o mesmo esteja em bom estado. Após a aplicação do LANEX 800 WG, remova imediatamente todo o resíduo sólido presente no fundo do tanque do pulverizador. Proceda a limpeza de todo o equipamento utilizado, imediatamente após a aplicação, a fim de se reduzir o risco de formação de depósitos solidificados nas paredes do tanque. A demora da limpeza do equipamento de pulverização, mesmo por algumas horas, poderá implicar na aderência do herbicida nas paredes do tanque de pulverização, o que dificultará a limpeza completa do produto. Caso o pulverizador não tenha sido limpo adequadamente e vier a ser utilizado, os eventuais resíduos de produtos remanescentes poderão causar fitotoxicidade às outras culturas.
Para a limpeza adequada, proceda da seguinte maneira:
Esvaziar completamente o equipamento de pulverização utilizado;
Enxaguar todo o pulverizador e circular água limpa, através das barras, mangueiras, filtros e pontas;
Remover fisicamente os depósitos visíveis de produto;
Completar o pulverizador com água limpa;
Adicionar solução de AMÔNIA caseira – AMONÍACO OU SIMILAR COM 3% DE AMÔNIA – na proporção de 1% (1 litro para 100 litros de água), agitar e circular todo o líquido, através das mangueiras, barras, pontas e filtros;
Desligar a barra e encher o tanque com água limpa e circular pelo sistema de pulverização por 15 minutos e, em seguida, através das mangueiras, barras, filtros e pontas. Esvaziar o tanque;
Remover e limpar as pontas, filtros e difusores em um balde com a solução de AMÔNIA caseira (citada no item 5);
Repetir os passos 5 e 6;
Enxaguar com água limpa e por, no mínimo, 3 vezes, todo o pulverizador, mangueiras, barra, filtro e pontas.
Limpar, também, tudo o que estiver associado ao equipamento de aplicação, inclusive o material utilizado no enchimento do tanque. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento próximo às nascentes, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos de limpeza de acordo com a legislação local.
Culturas | Dias |
Batata, Cana-de-açúcar e Milho | (1) |
Eucalipto | UNA |
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego (Aplicação no solo) UNA = Uso não alimentar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize o Equipamento de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURA S | PRAGAS CONTROLADAS | DOSES | FORMAS DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES |
Nome comum Nome científico | Produto Comercial (g/ha)* | ||||
Batata | Larva-alfinete Diabrotica speciosa | 150 (Sulco de plantio) + 200 (amontoa) | Sulco de plantio e Amontoa | Tratorizado : 150 – 300 Costal: 150 – 300 | 2 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle da Larva-alfinete realizar a aplicação em jato dirigido no sulco de plantio sobre os tubérculos com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque). Fazer uma complementação no momento da “amontoa” (15 a 25 dias após o plantio), cobrindo o produto imediatamente com terra após as aplicações. | |||||
Plantios novos | |||||
Migdolus Migdolus fryanus | 500 (Sulco de plantio) ou 400 (Aração) + 250 (Sulco de plantio) | Sulco de plantio e Aração | Tratorizado : 150 – 300 | 2 | |
Broca-da-cana Diatraea saccharalis | 500 | Sulco de plantio | Tratorizado : 150 – 300 | 1 | |
Cana-de- açúcar | Cupins Heterotermes tenuis Cornitermes cumulans Neocapritermes opacus Procornitermes triacifer | 200 – 250 | Sulco de plantio | Tratorizado : 150 – 300 | 1 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Sulco de plantio: Cupins e Broca-da-cana: Realizar as aplicações preventivamente no sulco de plantio sobre os toletes com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque). Utilizar a dose mais baixa de 200 g.p.c./ha (160 g.i.a./ha) para o controle de cupim em áreas onde a infestação seja reconhecidamente baixa. A dose maior de 250 g p.c./ha (200g. i.a./ha) deve ser usada em áreas com níveis de infestação médio a alto. | |||||
Migdolus: Em áreas de baixa incidência da praga, utilizar a dose de 500 g.p.c./ha (400 g.i.a./ha) em uma única aplicação com auxílio de pulverizadores tratorizados adaptados com bico de jato plano (leque) no sulco de plantio sobre os toletes. Em áreas de alta infestação utilizar o parcelamento de doses, sendo: 400 g.p.c./ha (320 g.i.a./ha) pulverizado na base do arado de aiveca, formando uma barreira química no subsolo contra o ataque da praga, complementando com a dose de 250 g.p.c./a (200 g i.a./ha) aplicado no sulco de plantio sobre os toletes. | |||||
Soqueira | |||||
Cupins Heterotermes tenuis Cornitermes cumulans Neocapritermes opacus Procornitermes triacifer | 250 | Abaixo da superfície do solo e próximo às raízes | Tratorizado : 150 – 300 | 1 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle de cupins, realizar as aplicações com pulverizadores adaptados para tal função, abrindo um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura. Aplique somente após ser constatado a presença da praga na área, e acima do nível de dano econômico. | |||||
Milho | Larva-alfinete Diabrotica speciosa | 100 | Linha de plantio | Tratorizado : 150 – 300 | 1 |
Pão-de- galinha Diloboderus abderus | 100 | Linha de plantio | 1 | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Larva Alfinete e Pão-de-galinha: No controle da Larva-alfinete e Pão-de-galinha, proceder a aplicação preventivamente em jato dirigido na linha de plantio no momento da semeadura, com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque), cobrindo o produto que foi pulverizado imediatamente com terra. | |||||
*Gramas de Maestro 800 WG por hectare
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Milho | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Soja | Sternechus subsignatus | Gorgulho-da-soja, Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
O produto poderá ser aplicado com equipamentos tratorizados ou manual (costal), adaptados com bico de jato leque (plano) ou cônico, dependendo do alvo a ser atingido, e a uma vazão de 100 a 300 litros de calda por hectare, procurando sempre colocar o produto no local de ocorrência da praga a ser controlada.
BATATA - APLICAÇÃO NO SOLO
Utilizar pulverizadores específicos para aplicação, que garantam uniformidade adequada do produto no sulco de plantio, tratorizado ou manual (costal) dotados com bicos tipo jato plano (leque) com ângulos 80 ou 110, da série 02 ou 04.
Velocidade de aplicação: 6-8 km/h. Pressão de trabalho: entre 40 e 60 psi.
Os bicos de pulverização deverão estar sempre aproximadamente 30 a 50 cm acima dos alvos. CANA-DE-AÇÚCAR - APLICAÇÃO NO SOLO
Cana-planta (plantios novos): Utilizar pulverizadores específicos para aplicação, que garantam uniformidade adequada do produto no sulco de plantio. Dotados com bicos tipo jato plano (leque) com ângulos 80 ou 110, da série 02 ou 04.
Velocidade de aplicação: 6-8 km/h. Pressão de trabalho: entre 40 e 60 psi.
Os bicos de pulverização deverão estar sempre aproximadamente 30 a 50 cm acima do alvo.
Cana-soca (soqueira): Utilizar pulverizador em boas condições de uso, que garantam uniformidade adequada das gotas, dotado com bicos tipo de jato cônico cheio para aplicação na superfície do solo.
Velocidade de aplicação: 6-8 km/h.
Pressão de trabalho: entre 15 e 25 psi. Os bicos de pulverização deverão estar sempre aproximadamente 30 cm acima do alvo.
MILHO - APLICAÇÃO NO SOLO
Realizar a pulverização na linha de plantio utilizando-se pulverizadores que garantam uniformidade adequada do produto, dotado com bicos tipo jato plano (leque) fixados nas linhas de plantio da semeadora.
Pressão de trabalho: entre 15 e 30 psi.
Tamanho de gotas: DMV acima de 480 μm.
Densidade de gotas: mínimo de 20 gotas/cm²
·Temperatura: máxima 30ºC
·Umidade relativa do ar: mínima 55%
·Velocidade do vento: 3 a 10 km/hora
Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes d'água, criações e áreas de preservação ambiental.
As condições de aplicação poderão ser alteradas de acordo com as instruções do Engenheiro Agrônomo ou técnico responsável, mediante uso de tecnologia adequada.
Em caso de dúvidas, realizar testes de campo com papel sensível, ou consultar empresa aplicadora ou o departamento técnico da SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A.
Consulte sempre um engenheiro agrônomo ou representante da empresa.
Culturas | Intervalo de Segurança |
Batata (Solo) | (1) |
Cana-de-açúcar (Solo) | (1) |
Milho (Solo) | (1) |
Não determinado devido à modalidade de emprego no solo
Mantenha afastado da área de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas. Caso necessite entrar na área tratada antes de 24 horas ou se as partes tratadas estiverem úmidas, use macacão e avental impermeáveis, luvas e botas de borracha, chapéu impermeável de abas largas, máscara com filtro de carvão ativado, óculos protetores.
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
Larva-alfinete/Vaquinha (Diabrotica speciosa) | 150 g/ha (sulco de plantio) + 200 g/ha (amontoa) | 02 | 150 – 300 | |
BATATA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo mínimo de 15 dias entre as aplicações. A segunda aplicação (de 200 g) é uma complementação na dose no momento da “amontoa”. | |||
Para controle da Larva-alfinete: Realizar aplicação em jato dirigido no sulco de plantio da cultura no momento da semeadura na dose de 150 g/ha com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 150 a 300 litros de calda por hectare. Fazer uma complementação na dose de 200 g/ha no momento da “amontoa” (15 a 25 dias após a semeadura), cobrindo o produto imediatamente com terra após a aplicação. | ||||
Migdolus (Migdolus fryanus) | 500 g/ha (sulco de plantio) ou 400 (arado) + 250 g/ha (sulco de plantio) | |||
Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 500 g/ha | 01 | 300 | |
CANA-DE-AÇÚCAR PLANTIO NOVO | Cupins (Cornitermes cumulans) (Heterotermes tenuis) (Neocapritermes cumulans) (Neocapritermes opacus) (Procornitermes triacifer) | 200 – 250 g/ha | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle de Migdolus (Sulco de plantio): Em áreas de baixa incidência da praga, utilizar dose de 500 g/ha em uma única aplicação com auxílio de pulverizadores tratorizados adaptados com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 300 L/ha no sulco de plantio no momento da semeadura da cultura. Em áreas de alta infestação utilizar o parcelamento de doses, sendo: 400 g/ha pulverizado na base do arado de aiveca, formando uma barreira química no subsolo contra o ataque da praga, complementado com a dose de 250 g/ha aplicado no sulco de plantio no momento da realização da semeadura da cultura. | ||||
Para controle de Broca-da-cana e Cupins (Sulco de plantio): Realizar no máximo 1 aplicação preventivamente no sulco de plantio no momento da semeadura da cultura com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque). Utilizar as doses mais baixas 200 g/ha para controle de cupins sem área onde as infestações sejam reconhecidamente baixas. A dose maior (250 g/ha) é para níveis de infestações médios a altos. | ||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
CANA-DE-AÇÚCAR SOQUEIRAS | Cupins (Cornitermes cumulans) (Heterotermes tenuis) (Neocapritermes opacus) (Procornitermes triacife) | 250 g/ha | 01 | 300 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar aplicação única com equipamentos pulverizadores adaptados para tal função, abrindo um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura. A aplicação deve ser feita somente após ser constatada a presença da praga na área, acima do nível de dano econômico. | ||||
MILHO | Larva-alfinete (Diabrotica speciosa) | 100 g/ha | 01 | 250 – 300 |
Pão-de-galinha (Diloboderus abderus) | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle de Larva-alfinete (Sulco de plantio): Realizar aplicação preventiva em jato dirigido no sulco de plantio no momento da realização da semeadura, com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque), cobrindo imediatamente com terra o produto que foi pulverizado. Para controle de Pão-de-galinha (Sulco de plantio): Realizar aplicação no sulco de plantio no momento da semeadura, com o auxílio de pulverizadores específicos de tal forma que haja uma distribuição homogênea do produto. | ||||
SOJA | Coró (Phyllophaga cuyabana) | 150 – 200 g/ha | 01 | 100 – 200 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle de Coró (Sulco de plantio): Realizar pulverização no momento da semeadura, dirigida no sulco de plantio, utilizando equipamento tratorizado adequado. Fazer amostragem prévia da área, antes do plantio, com histórico das pragas, abrindo trincheiras no solo e programar a aplicação somente se atingido nível de dano para cada praga. Utilizar a maior dose em condições de alta população das pragas, com larvas em estágios mais avançados de desenvolvimento (2º e 3º instares) e predominância na camada mais profunda do solo. | ||||
*Um quilo do produto comercial (p.c) contém 800 gramas do ingrediente ativo (i.a) Fipronil.
TRATAMENTO DE SEMENTES:
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA |
SOJA | Coró (Phyllophaga cuyabana) | 60 g / 100 kg de semente | 01 | 1 L / 100 g do produto |
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle do Coró e Lagarta-elasmo (Tratamento de Sementes): Utilizar o volume de calda de 1 L de água para 100 g do produto propiciando uma boa cobertura das sementes. | ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Heterotermes tenuis | Cupins | Ver detalhes |
| Milho | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Soja | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
A aplicação do MAJOR; REPHON pode ser realizada através de pulverizadores tratorizados (barra ou autopropelido). Utilize-se sempre de tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas e siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável.
Este produto é TÓXICO ÀS ABELHAS. A aplicação aérea NÃO É PERMITIDA. A pulverização foliar não dirigida ao solo ou às plantas, ou seja, aplicações em área total, NÃO É PERMITIDA. Não aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando for observada visitação de abelhas na cultura. O descumprimento dessas determinações constitui crime ambiental, sujeito a penalidades cabíveis e sem prejuízo de outras responsabilidades.
Cultura | Dizeres adicionais às recomendações de uso estabelecidas |
Culturas de inverno (Milho) | Está proibida a aplicação de produtos agrotóxicos à base de Fipronil em culturas de inverno utilizadas no sistema de plantio direto instaladas a menos de 300 (trezentos) metros da divisa com áreas de cultivo do algodoeiro em fase de florescimento. |
EQUIPAMENTOS TERRESTRES ESPECÍFICOS PARA APLICAÇÃO NO SULCO DE PLANTIO E APLICAÇÃO DIRIGIDA:
Para sulco de plantio o produto poderá ser aplicado com equipamentos tratorizados adaptados com bico de jato leque (plano) ou cônico, dependendo do alvo a ser atingido, e a uma vazão de 100 a 300 L/ha, procurando sempre colocar o produto no local de ocorrência da praga a ser controlada, devendo o mesmo ser coberto imediatamente com terra.
Usar ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas. Observar sempre a recomendação do fabricante do equipamento pulverizador.
Todas as pontas da barra deverão se manter à altura em relação ao topo das plantas. Regular a altura da barra para a menor possível visando cobertura uniforme e redução da exposição das gotas à evaporação e ao vento.
O produto deverá ser distribuído de forma homogênea nas sementes, nas doses recomendadas, por um período até que haja uma perfeita distribuição e cobertura das sementes. Utilizar equipamentos como: tambor giratório, pá sobre lonas, betoneiras ou equipamentos específicos para esse fim. Colocar as sementes no tambor, ou em outro equipamento específico, e adicionar a metade da dose, misturar bem a seguir adicionar o resto do produto, misturando novamente.
As sementes tratadas devem ser utilizadas única e exclusivamente para o plantio, não podendo ser utilizadas para o consumo humano ou animal. Não deixar sementes tratadas expostas na superfície do solo. Após o tratamento deixar as sementes secarem à sombra e proceder à semeadura.
Para preparação da calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
As condições climáticas mais favoráveis para a realização de uma pulverização, utilizando-se os equipamentos adequados de pulverização, são:
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas, respeitando os parâmetros de temperatura, vento e umidade do ar.
Devido à modalidade de uso (em solo) as condições climáticas não são fatores limitantes para aplicação do produto, exceto casos extremos como chuvas, vento muito forte, altas temperaturas e outros fatores que possam impedir a aplicação do produto.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
CULTURAS | INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS) |
BATATA | 35 |
CANA-DE-AÇÚCAR | 21 |
MILHO | 40 |
SOJA | (1) |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
O produto MATCH® EC é recomendado para o controle das pragas nas culturas relacionadas a seguir e suas respectivas doses:
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
ABÓBORA | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 50 mL/100 L | 4 aplicações | Pulverização Terrestre: 200 a 600 L/ha | ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência da broca na cultura e aplicar no início de infestação, antes da penetração da broca nos frutos. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. |
ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência da broca na cultura e aplicar no início de infestação, antes da penetração da broca nos frutos. | |||||
ABOBRINHA | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 50 mL/100 L | 4 aplicações | Pulverização Terrestre: 200 a 600 L/ha | Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. |
INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||
AÇAÍ | Lagarta-das- palmeiras, Lagarta-do- coqueiro (Brassolis sophorae) | 40 - 50 mL/100 L | 1 aplicação | Pulverização Terrestre: Em torno de 5 L/planta Pulverização aérea: Mín.20 L/ha | ÉPOCA: Recomenda- se monitorar constantemente a ocorrências de lagartas na cultura. Aplicar quando forem constatados os primeiros indivíduos na área, ou aparecimento dos primeiros sintomas. |
Lagarta-das- folhas (Opsiphanes invirae) |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
Curuquerê, Curuquerê-do- algodoeiro (Alabama argillacea) | 150 - 200 mL/ha | 1 aplicação | Pulverização Terrestre: 80 a 200 L/ha Pulverização aérea: 20 L/ha | ||
ALGODÃO | Lagarta-das- maçãs (Heliothis virescens) | 800 - 1000 mL/ha | 1 aplicação | Pulverização Terrestre: 80 a 200 L/ha Pulverização aérea: 20 L/ha | ÉPOCA: Inspecionar periodicamente a lavoura e aplicar no início da infestação, com lagartas pequenas, de 1º e 2º instares. |
Lagarta- militar, Lagarta-do- Cartucho (Spodoptera frugiperda) | 300 - 400 mL/ha | 1 aplicação | Pulverização Terrestre: 80 a 200 L/ha Pulverização aérea: 20 L/ha | ||
AMEIXA | Mariposa- oriental (Grapholita molesta) | 100 mL/100 L | 3 aplicações | Pulverização Terrestre: 500 a 1.000 L/ha | ÉPOCA: Recomenda- se monitorar constantemente a mariposa na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. |
INTERV. APLICAÇÃO: 21 dias. | |||||
Lagarta-do- trigo (Pseudaletia sequax) | ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura e aplicar no início do aparecimento dos primeiros sintomas. | ||||
AVEIA | 100 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização Terrestre: 80 a 200 L/ha Pulverização aérea: 20 L/ha | Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. | |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
INTERV. APLICAÇÃO: 15 dias. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
ÉPOCA: Iniciar a aplicação aos primeiros sintomas da presença da praga. | |||||
BATATA | Traça-da- batatinha, Cegadeira (Phthorimaea operculella) | 600 - 800 mL/ha | 4 aplicações | Pulverização Terrestre: 400 a 800 L/ha | INTERV.APLICAÇÃO: Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. |
Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis | ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência de pragas na cultura e aplicar no início de infestação, ou aparecimento dos primeiros sintomas. | ||||
BRÓCOLIS | Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | 100 mL/100 L | 2 aplicações | Pulverização Terrestre: 100 a 300 L/ha | Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. |
INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||
ÉPOCA:Aplicar quando o nível de infestação atingir entre 1 a 3% de colmos com presença de lagartas vivas, menores que 1 centímetro, antes de penetrarem no colmo. | |||||
CANA-DE- AÇÚCAR | Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 300-400 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização Terrestre: Ao redor de 200 L/ha Pulverização aérea: 20 L/ha | Reaplicar se necessário, de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERV. APLICAÇÃO: 14 dias. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
CENTEIO | Lagarta-do- trigo (Pseudaletia sequax) | 100 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização Terrestre: 80 a 200 L/ha Pulverização aérea: 20 L/ha | ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura e aplicar no início do aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERV. APLICAÇÃO: 15 dias. |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
CEVADA | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 100 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização Terrestre: 80 a 200 L/ha Pulverização aérea: 20 L/ha | ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura e aplicar no início do aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERV. APLICAÇÃO: 15 dias. |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda | |||||
ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência de pragas na cultura e aplicar no início de infestação, ou aparecimento dos primeiros sintomas. | |||||
CHUCHU | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 50 mL/100 L | 4 aplicações | Pulverização Terrestre: 200 a 600 L/ha | Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. |
INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
Ácaro-da- falsa- ferrugem, Ácaro- da- mulata (Phyllocoptrut a oleivora) | 75 mL/100 L | 1 aplicação | Aprox. 10 L/planta adulta Pulverização aérea: 20 L/ha | ÉPOCA: Iniciar a aplicação quando for detectada 10% de frutos com 30 ou mais ácaros/cm2. | |
CITROS | Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 75 mL/100 L | 1 aplicação | Aprox. 10 L/planta adulta Pulverização aérea: 20 L/ha | ÉPOCA: Aplicar quando for constatado o primeiro fruto atacado por talhão. |
Minadora-das- folhas, Larva- minadora-das- folhas (Phyllocnistis citrella) | 25 mL/100 L | 1 aplicação | Aprox. 10 L/planta adulta Pulverização aérea: 20 L/ha | ÉPOCA: Iniciar a aplicação no início das brotações quando estiverem com 3 a 5 cm de comprimento e também quando forem detectadas as primeiras posturas ou larvas. | |
COCO | Lagarta-das- palmeiras, Lagarta-do- coqueiro (Brassolis sophorae) | 40 - 50 mL/100 L | 1 aplicação | Em torno de 5 L/planta Pulverização aérea: 20 L/ha | ÉPOCA: Aplicar logo no início do aparecimento da praga. |
CRISÂNTEMO* | Lagarta-das- palmeiras (Brassolis sophorae) | 300 - 400 mL/ha | 4 aplicações | Pulverização Terrestre: 600 a 1000 L/ha | ÉPOCA: Realizar as aplicações nos primeiros horários da manhã ou então ao final dia. Caso seja detectada a presença de ventos, fechar a estufa para evitar deriva. INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | |||||
Tripes (Frankliniella occidentalis) | 600 - 800 mL/ha |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência de pragas na cultura e aplicar no início de infestação, ou aparecimento dos primeiros sintomas. | ||||
COUVE | 100 mL/100 L | 2 aplicações | Pulverização Terrestre: 100 a 300 L/ha | Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. | |
Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | |||||
COUVE- CHINESA | Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | 100 mL/100 L | 2 aplicações | Pulverização Terrestre: 100 a 300 L/ha | ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência de pragas na cultura e aplicar no início de infestação, ou aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. |
INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||
COUVE-DE- BRUXELAS | Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | 100 mL/100 L | 2 aplicações | Pulverização Terrestre: 100 a 300 L/ha | ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência de pragas na cultura e aplicar no início de infestação, ou aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. |
INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência de pragas na cultura e aplicar no início de infestação, ou aparecimento dos primeiros sintomas. | ||||
COUVE-FLOR | 100 mL/100 L | 2 aplicações | Pulverização Terrestre: 100 a 300 L/ha | Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. | |
Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | |||||
INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||
DENDÊ | Lagarta-das- palmeiras, Lagarta-do- coqueiro (Brassolis sophorae) | 40 - 50 mL/100 L | 1 aplicação | Pulverização Terrestre: Em torno de 5 L/planta Pulverização aérea: Mín.20 L/ha | ÉPOCA: Recomenda- se monitorar constantemente a ocorrência de lagartas na cultura. Aplicar quando forem constatados os primeiros indivíduos na área, ou aparecimento dos primeiros sintomas. |
Lagarta-das- folhas (Opsiphanes invirae) | |||||
EUCALIPTO | Lagarta Thyrinteina ou Lagarta-de- cor- parda (Thyrinteina arnobia) | 200 – 400 mL/ha | 1 aplicação | Pulverização Terrestre: 500 L/ha Pulverização aérea: 20 L/ha | A aplicação deverá ser efetuada no início da infestação com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro instares. |
MAÇÃ | Mariposa- oriental (Grapholita molesta) | 100 mL/100 L | 4 aplicações | Pulverização Terrestre: 600 a 750 L/ha Pulverização aérea: 20 L/ha | ÉPOCA: Iniciar as aplicações quando for detectado o nível de controle através do monitoramento populacional da praga, obtido com a captura de insetos adultos em armadilhas apropriadas, antes da entrada das larvas nos ponteiros ou frutos. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. |
INTERV. APLICAÇÃO: 12 dias. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
MARMELO | Mariposa- oriental (Grapholita molesta) | 100 mL/100 L | 3 aplicações | Pulverização Terrestre: 500 a 1.000 L/ha | ÉPOCA: Recomenda- se monitorar constantemente a mariposa na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. |
INTERV. APLICAÇÃO: 21 dias. | |||||
MAXIXE | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 50 mL/100 L | 4 aplicações | Pulverização Terrestre: 200 a 600 L/ha | ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência de pragas na cultura e aplicar no início de infestação, ou aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. |
INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||
MILHETO | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 300 mL/ha | 1 apalicção | Pulverização Terrestre: 150 a 200 L/ha Pulverização aérea: 20 L/ha | ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura, e aplicar na fase da folha raspada, no início da infestação. |
MILHO | Lagarta- militar, Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 300 mL/ha | 1 aplicação | Pulverização Terrestre: Em condições climáticas normais: 150 a 200 L/ha e em condições de seca e baixa umidade: 300 a 400 L/ha | ÉPOCA: Fazer amostragem e pulverizar no início da infestação,quando atingir preferencialmente 10% de plantas com folhas raspadas pelas Lagartas. |
Pulverização aérea: 20 L/ha |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
NECTARINA | Mariposa- oriental (Grapholita molesta) | 100 mL/100 L | 3 aplicações | Pulverização Terrestre: 500 a 1.000 L/ha | ÉPOCA:Recomenda- se monitorar constantemente a mariposa na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. |
INTERV. APLICAÇÃO: 21 dias. | |||||
NÊSPERA | Mariposa- oriental (Grapholita molesta) | 100 mL/100 L | 3 aplicações | Pulverização Terrestre: 500 a 1.000 L/ha | ÉPOCA: Recomenda- se monitorar constantemente a mariposa na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. |
INTERV. APLICAÇÃO: 21 dias. | |||||
ÉPOCA: Aplicar logo no início dos primeiros sintomas da praga, na fase de florescimento e antes que a praga penetre nos frutos. | |||||
PEPINO | Broca-das- cucurbitáceas, Broca-da- aboboreira (Diaphania nitidalis) | 50 mL/100 L | 4 aplicações | Pulverização Terrestre: 200 a 600 L/ha | Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERV.APLICAÇÃO: 7 dias. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
PÊRA | Mariposa- oriental (Grapholita molesta) | 100 mL/100 L | 3 aplicações | Pulverização Terrestre: 500 a 1.000 L/ha | ÉPOCA: Recomenda- se monitorar constantemente a mariposa na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. |
INTERV. APLICAÇÃO: 21 dias. | |||||
PÊSSEGO | Mariposa- oriental (Grapholita molesta) | 100 mL/100 L | 3 aplicações | Pulverização Terrestre: 500 a 1.000 L/ha Pulverização aérea: 20 L/ha | ÉPOCA: Iniciar as aplicações quando for detectado o nível de controle através do monitoramento populacional da praga, obtido com a captura de insetos adultos em armadilhas apropriadas,mas antes da entrada da larva nos ponteiros ou frutos. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. |
INTERV. APLICAÇÃO: 21 dias. | |||||
PLANTAS ORNAMENTAIS* | Lagarta-das- palmeiras (Brassolis sophorae) | 300 - 400 mL/ha | 4 aplicações | Pulverização Terrestre: 600 a 1000 L/ha | ÉPOCA: Realizar as aplicações nos primeiros horários da manhã ou então ao final dia. Caso seja detectada a presença de ventos, fechar a estufa para evitar deriva. |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | |||||
INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||
Tripes (Frankliniella occidentalis) | 600 - 800 mL/ha |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
PUPUNHA | Lagarta-das- palmeiras, Lagarta-do- coqueiro (Brassolis sophorae) | 40 - 50 mL/100 L | 1 aplicação | Pulverização Terrestre: Em torno de 5 L/planta Pulverização aérea: Mín.20 L/ha | ÉPOCA: Recomenda- se monitorar constantemente a ocorrência de lagartas na cultura. Aplicar quando forem constatados os primeiros indivíduos na área, ou aparecimento dos primeiros sintomas. |
REPOLHO | Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | 100 mL/100 L | 2 aplicações | Pulverização Terrestre: 100 a 300 L/ha | ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência de pragas na cultura e aplicar no início de infestação, ou aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. |
INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||
Lagarta-das- palmeiras (Brassolis sophorae) | |||||
ROSA* | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 300 - 400 mL/ha | 4 aplicações | Pulverização Terrestre: 600 a 1000 L/ha | ÉPOCA: Realizar as aplicações nos primeiros horários da manhã ou então ao final dia. Caso seja detectada a presença de ventos, fechar a estufa para evitar deriva. INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. |
Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | |||||
Tripes (Frankliniella occidentalis) | 600 - 800 mL/ha |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
Lagarta-da- soja, Lagarta- desfolhadora (Anticarsia gemmatalis) | 150 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização Terrestre: 80 a 200 L/ha Pulverização aérea: 20 L/ha | ÉPOCA: Inspecionar periodicamente a lavoura com batida de pano e aplicar noinício da infestação, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | |
SOJA | |||||
Lagarta-das- folhas (Spodoptera eridania) | 150-300 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização terrestre: 100 a 150 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | ÉPOCA: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | |
INTERV. APLICAÇÃO: 7 a 10 dias. | |||||
SORGO | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 300 mL/ha | 1 aplicação | Pulverização Terrestre: 150 a 200 L/ha Pulverização aérea: 20 L/ha | ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura, e aplicar na fase da folha raspada, no início da infestação. |
ÉPOCA: Iniciar as aplicações no início dos primeiros sinais da praga. | |||||
TOMATE | Ácaro-do- bronzeamento , Ácaro- bronzeado (Aculops lycopersici) | 80 mL/100 L | 4 aplicações | Pulverização Terrestre: 400 a 1000 L/ha | Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. |
INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. |
PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
CULTURAS | NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
TOMATE | Broca- pequena- do- fruto, Broca- pequena-do- tomateiro (Neoleucinode s elegantalis) | 80 mL/100 L | 4 aplicações | Pulverização Terrestre: 400 a 1000 L/ha | ÉPOCA: Aplicar logo no início dos primeiros sintomas da praga, no início do florescimento e antes que a praga penetre nos frutos. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERV. APLICAÇÃO: 7 dias. |
Traça-do- tomateiro (Tuta absoluta) | 80 mL/100 L | 4 aplicações | Pulverização Terrestre: 400 a 1000 L/ha | ÉPOCA: Iniciar as aplicações, no início dos primeiros sinais da praga. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | |
TRIGO | Lagarta-do- trigo (Pseudaletia sequax) | 100 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização Terrestre: 80 a 200 L/ha Pulverização aérea: 20 L/ha | ÉPOCA: Aplicar no início dos primeiros sintomas da praga. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERV. APLICAÇÃO: 15 dias. |
Lagarta- militar, Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | Pulverização Terrestre: 80 a 200 L/ha Pulverização aérea: 20 L/ha | ||||
TRITICALE | Lagarta-do- trigo (Pseudaletia sequax) | 100 mL/ha | 2 aplicações | Pulverização Terrestre: 80 a 200 L/ha Pulverização aérea: 20 L/ha | ÉPOCA: Monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura e aplicar no início do aparecimento dos primeiros sintomas. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERV.APLICAÇÃO: 15 dias. |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) |
Devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas pragas indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala.
De acordo com a adoção de agrupamento de culturas em plantas ornamentais, consideram-se plantas ornamentais todos os vegetais não-comestíveis, cultivados com finalidade comercial, podendo incluir mudas, plantas cortadas ou envasadas, herbáceas, arbustivas ou arbóreas, destinadas unicamente para ornamentação ou para revestimento de superfícies de solo (ação protetiva) (INC nº 1, de 08/11/2019).
A maior dose deve ser utilizada em condições de alta pressão da praga e condições de clima favorável ao ataque (alta temperatura e umidade).
Apesar de eficiente contra as lagartas em qualquer fase de seu desenvolvimento, deve-se iniciar as pulverizações, quando os insetos estão ainda na fase de ovo ou no 1º ou 2º ínstar de desenvolvimento, ou seja, início de infestação.
Devido ao grande número de espécies e variedades de algumas culturas indicadas nesta bula, recomenda-se que o usuário aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala.
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido, providos de pontas que produzam gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno.
Pressão de trabalho: 100 a 400 KPA (costal) e 100 a 800 KPA (equipamentos tratorizados);
Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ (micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico);
Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm2;
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura de pulverização de no mínimo de 50 cm, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo
com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Temperatura do ar: Abaixo de 30oC. Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Média de 3 km/h até 10 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Utilizar bomba estacionária com mangueira e com barra com 4 pontas espaçadas de 25 cm, posicionando na vertical na cultura da rosa e horizontal nas demais culturas de ornamentais. Para cultivos em vasos, pulverizar com jato dirigido produzindo uma boa cobertura tomando cuidado de não deixar escorrer.
A ponta de pulverização recomendada será jato plano 11002 a 11003 utilizando uma pressão máxima de 4 bar (60psi) ou jato cônico TX8002 a TX8003 com pressão entre 4 a 7 bar (60 a 100 psi).
Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, nas pulverizações terrestres, recomenda- se o seguinte:
plantas, assegurando sempre uma boa cobertura das plantas no momento da aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abóbora | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Abobrinha | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Açaí | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmeiras , Lagarta-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Ameixa | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Aveia | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Brócolis | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Centeio | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Cevada | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Chuchu | Diaphania nitidalis | Broca-das-curcubitáceas | Ver detalhes |
| Citros | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro-da-falsa-ferrugem, Ácaro-da-mulata | Ver detalhes |
| Coco | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmeiras, Lagarta-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Couve | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Plutella xylostella | Traça das crucíferas | Ver detalhes |
| Couve-de-bruxelas | Plutella xylostella | Traça das crucíferas | Ver detalhes |
| Couve-flor | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Crisântemo | Frankliniella occidentalis | Tripes | Ver detalhes |
| Dendê | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmáceas | Ver detalhes |
| Eucalipto | Thyrinteina arnobia | Lagarta-de-cor-parda, Lagarta-Thyrinteina | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Marmelo | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Maxixe | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Milheto | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Nectarina | Grapholita molesta | mariposa oriental | Ver detalhes |
| Nêspera | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Pepino | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Pera | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Pessego | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Plantas Ornamentais | Frankliniella occidentalis | Tripes | Ver detalhes |
| Pupunha | Brassolis sophorae | Lagarta das Palmeiras | Ver detalhes |
| Repolho | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Rosa | Frankliniella occidentalis | Tripes | Ver detalhes |
| Soja | Spodoptera eridania | Lagarta-das-folhas, Lagarta-das-vagens | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Aculops lycopersici | Ácaro-bronzeado, Ácaro-do-bronzeamento | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Triticale | Spodoptera frugiperda | Lagarta-militar | Ver detalhes |
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 metros acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização entre 2 e 4 metros, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo
com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Temperatura do ar: Abaixo de 30oC. Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Média de 3 km/h até 10 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Somente realizar a aplicação aérea na presença de Profissionais habilitados.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo higrômetro.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
O produto MATCH® EC pode ser aplicado através de drones agrícolas, devendo ser adequados para cada tipo de cultura e alvo, provido de pontas, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos, seguindo todas as orientações e normativas do MAPA e ANAC.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de drone utilizado, procurando manter média de 2 metros acima do topo da planta, ou menor quando possível. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação, sendo recomendado o uso de gotas com diâmetro médio. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Quando utilizar aplicações via drones agrícolas obedecer às normas técnicas de operação previstas na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pelo regulamento brasileiro de aviação civil especial (RBAC) nº 94 e pelas diretrizes e orientações do Ministério da Agricultura (MAPA).
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização com média de 2 metros, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Temperatura do ar: abaixo de 30ºC Umidade relativa do ar: acima de 55%
Velocidade do vento: média de 3 km/h até 10 km/h
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Somente realizar a aplicação aérea na presença de profissionais habilitados.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo higrômetro.
Cultura | Dias |
Abóbora | 7 dias |
Abobrinha | 7 dias |
Açaí | 14 dias |
Algodão | 28 dias |
Ameixa | 10 dias |
Aveia | 14 dias |
Batata | 14 dias |
Brócolis | 7 dias |
Cana-de-açúcar | 14 dias |
Centeio | 14 dias |
Cevada | 14 dias |
Chucu | 7 dias |
Citros | 28 dias |
Coco | 14 dias |
Crisântemo | UNA |
Couve | 7 dias |
Couve-chinesa | 7 dias |
Couve-bruxelas | 7 dias |
Couve-flor | 7 dias |
Dendê | 14 dias |
Eucalipto | UNA |
Maçã | 14 dias |
Marmelo | 10 dias |
Maxixe | 7 dias |
Milheto | 35 dias |
Milho | 35 dias |
Nectarina | 10 dias |
Nêspera | 10 dias |
Pepino | 7 dias |
Pêra | 10 dias |
Pêssego | 10 dias |
Plantas Ornamentais | UNA |
Pupunha | 14 dias |
Repolho | 7 dias |
Rosa | UNA |
Soja | 35 dias |
Sorgo | 35 dias |
Tomate | 10 dias |
Trigo | 14 dias |
Triticale | 14 dias |
UNA = Uso Não Alimentar.
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos Equipamentos de Proteção Individual usados durante a aplicação.
Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose**** | Volume de calda (L/ha) | N° Máximo de Aplicações | |
mL p.c./ha | mL p.c./100 L de água | ||||
Abacaxi | Broca do fruto Thecla basalides | - | 30 - 40 | 500 - 1000 | 3 |
Abóbora | Broca-das-cucurbitáceas Diaphania nitidalis | - | 25 | 600 - 1300 | 3 |
Abobrinha | Broca-das-cucurbitáceas Diaphania nitidalis | - | 25 | 600 - 1300 | 3 |
Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose**** | Volume de calda (L/ha) | N° Máximo de Aplicações | |
mL p.c./ha | mL p.c./100 L de água | ||||
Acelga | Lagarta Spodoptera frugiperda | - | 25 | 400 - 800 | 3 |
Traça-das-crucíferas Plutella xylostella | |||||
Agrião | Lagarta Spodoptera frugiperda | - | 25 | 400 - 800 | 3 |
Traça-das-crucíferas Plutella xylostella | - | ||||
Alface | Lagarta Spodoptera frugiperda | - | 25 | 400 - 800 | 3 |
Algodão | Curuquerê Alabama argillacea | 50 | - | 100 - 200 | 3 |
Alho | Lagarta Helicoverpa Helicoverpa zea | 150 - 250 | 25 | 600 - 1000 | 3 |
Almeirão | Lagarta Spodoptera frugiperda | - | 25 | 400 - 800 | 3 |
Traça-das-crucíferas Plutella xylostella | |||||
Ameixa | Mariposa-oriental Grapholita molesta | - | 30 | 1000 | 3 |
Amendoim | Lagarta-da-soja Anticarsia gemmatalis | 100 - 200 | - | 150 - 2000 | 2 |
Curuquerê-dos-capinzais Mocis latipes | |||||
Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | |||||
Lagarta-da-teia Stylopalpia costalimai | |||||
Anonáceas | Broca-dos-frutos Cerconota anonella | - | 30 - 40 | 500 - 1000 | 3 |
Arroz | Lagarta-do-trigo Pseudaletia sequax | 100 - 200 | - | 200 | 1 |
Lagarta-das-folhas Spodoptera eridania | |||||
Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | |||||
Aveia | Lagarta do trigo Pseudaletia sequax | 200 | - | 200 | 3 |
Batata | Traça-da-batatinha Phthorimaea operculella | 150 - 250 | 25 | 600 - 1000 | 3 |
Batata Yacon | Lagarta-do-girassol Chlosyne laciniasaundersii | 150 - 250 | 25 | 600 - 1000 | 3 |
Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose**** | Volume de calda (L/ha) | N° Máximo de Aplicações | |
mL p.c./ha | mL p.c./100 L de água | ||||
Berinjela | Broca grande do fruto Helicoverpa zea | - | 25 | 600 - 800 | 3 |
Traça Tuta absoluta | |||||
Beterraba | Traça-das-crucíferas Plutella xylostella | 150 - 250 | 25 | 600 - 1000 | 3 |
Brócolis | Lagarta-falsa-medideira Trichoplusia ni | - | 25 | 400 - 1000 | 3 |
Café | Bicho-Mineiro-do-café Leucoptera coffeella | 250 | - | 400 | 2 |
Cana-de- Açúcar | Broca-da-cana Diatraea saccharalis | 120 - 150 | - | 150 | 2 |
Canola | Traça-das-crucíferas Plutella xylostella | 200 | - | 200 | 3 |
Cebola | Lagarta Helicoverpa Helicoverpa zea | 150 - 250 | 25 | 600 - 1000 | 3 |
Cenoura | Lagarta militar Spodoptera frugiperda | 150 - 250 | 25 | 600 - 1000 | 3 |
Lagarta falsa medideira Rachiplusia nu | |||||
Centeio | Traça-dos-cereais Sitotroga cerealella | 200 | - | 200 | 3 |
Cevada | Lagarta-do-trigo Pseudaletia sequax | 200 | - | 200 | 3 |
Chalota | Traça-das-crucíferas Plutella xylostella | 150 - 250 | 25 | 600 - 1000 | 3 |
Chicória | Lagarta Spodoptera frugiperda | - | 25 | 400 - 800 | 3 |
Traça-das-crucíferas Plutella xylostella | |||||
Chuchu | Broca-das-cucurbitáceas Diaphania nitidalis | - | 25 | 600 - 1300 | 3 |
Citros* | Bicho-furão Ecdytolopha aurantiana | - | 25 - 30 | 2000 | 2 |
Couve | Lagarta-da-couve Hellula phidilealis | - | 25 | 400 - 1000 | 3 |
Couve Chinesa | Lagarta-da-couve-chinesa Hellula phidilealis | - | 25 | 400 - 1000 | 3 |
Couve de Bruxelas | Curuquerê-da-couve Ascia monuste orseis | - | 25 | 400 - 1000 | 3 |
Couve-Flor | Curuquerê-da-couve Ascia monuste orseis | - | 25 | 400 - 1000 | 3 |
Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose**** | Volume de calda (L/ha) | N° Máximo de Aplicações | |
mL p.c./ha | mL p.c./100 L de água | ||||
Cupuaçu | Lagarta-rendilhadeira-de- folhas Macrosoma tipulata | - | 30 - 40 | 500 - 1000 | 3 |
Espinafre | Traça-das-crucíferas Plutella xylostella | - | 25 | 400 - 800 | 3 |
Eucalipto | Lagarta-desfolhadora Sarsina violacens | 300 - 350 | - | 300 - 500 | U.N.A.***** |
Feijão | Lagarta-da-soja Anticarsia gemmatalis | 200 | - | 200 | 1 |
Lagarta-falsa-medideira Pseudoplusia includens | |||||
Fumo** | Traça-da-Batatinha Phthorimaea operculella | 250 - 350 | - | 200 - 400 | 2 |
Gergelim | Lagarta-enroladeira Antigastra catalaunalis | 200 | - | 200 | 3 |
Girassol | Lagarta-do-girassol Chlosyine lacinia saundersii | 200 | - | 200 | 3 |
Lagarta-falsa-mediadeira Rachiplusia nu | |||||
Guaraná | Broca dos frutos Ecdytolopha aurantiana | - | 30 - 40 | 500 - 1000 | 3 |
Inhame | Lagarta das folhas Spodoptera litura | 150 - 250 | 25 | 600 - 1000 | 3 |
Lagarta falsa medideira Chrysodeixis includens | |||||
Jiló | Broca do fruto Helicoverpa zea | - | 25 | 600 - 800 | 3 |
Linhaça | Lagarta falsa medideira Rachiplusia nu | 200 | - | 200 | 3 |
Lagarta Helicoverpa Helicoverpa zea | |||||
Maçã | Mariposa-oriental Grapholita molesta | - | 30 - 40 | 1000 | 3 |
Mamão | Mandrová Erynnis ello | - | 30 - 40 | 500 - 1000 | 3 |
Mamona | Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | 200 | - | 200 | 1 |
Mandioca | Mandrová Erinnyis ello | 150 - 250 | 25 | 600 - 1000 | 3 |
Maracujá | Lagarta-do-maracujazeiro Dione juno juno | - | 30 - 40 | 500 - 1000 | 3 |
Marmelo | Mariposa-oriental Grapholita molesta | - | 30 | 1000 | 3 |
Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose**** | Volume de calda (L/ha) | N° Máximo de Aplicações | |
mL p.c./ha | mL p.c./100 L de água | ||||
Melancia*** | Broca-das-cucurbitáceas Diaphania nitidalis | - | 20 - 40*** | 400 – 1000*** | 3*** |
Lagarta-mede-palmo Trichoplusia ni | |||||
Melão | Broca-das-cucurbitáceas Diaphania nitidalis | - | 20 - 40 | 400 - 1000 | 3 |
Lagarta-mede-palmo Trichoplusia ni | |||||
Milheto | Broca-do-colmo Diatraea saccharalis | 50 - 100 | - | 400 | 2 |
Lagarta-da-espiga-do-milho Helicoverpa zea | |||||
Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | |||||
Milho | Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | 50 - 100 | - | 100 - 200 | 2 |
Lagarta-da-espiga-do-milho Helicoverpa zea | |||||
Mirtilo | Lagarta militar Spodoptera frugiperda | - | 30 - 40 | 1000 | 3 |
Morango | Lagarta desfolhadora Spodoptera frugiperda | - | 30 - 40 | 1000 | 3 |
Mostarda | Traça-das-crucíferas Plutella xylostella | - | 25 | 400 - 800 | 3 |
Nabo | Broca-da-couve Hellula phidilealis | 150 - 250 | 25 | 600 - 1000 | 3 |
Traça-das-crucíferas Plutella xylostella | |||||
Nectarina | Mariposa Grapholita molesta | - | 30 - 40 | 500 - 1000 | 3 |
Nêspera | Mariposa-oriental Grapholita molesta | - | 30 - 40 | 500 - 1000 | 3 |
Pepino | Broca do fruto Helicoverpa zea | - | 25 | 600 - 1300 | 3 |
Broca-das-cucurbitáceas Diaphania nitidalis | |||||
Pêra | Lagarta-de-fogo Megalopyge lanata | - | 30 - 40 | 500 - 1000 | 3 |
Pêssego | Mariposa-oriental Grapholita molesta | - | 30 - 40 | 500 - 1000 | 3 |
Pimenta | Brocas do ponteiro dos frutos da pimenteira Tuta absoluta | - | 25 | 600 - 800 | 3 |
Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose**** | Volume de calda (L/ha) | N° Máximo de Aplicações | |
mL p.c./ha | mL p.c./100 L de água | ||||
Pimentão | Broca do fruto Helicoverpa zea | - | 25 | 600 - 800 | 3 |
Traça Tuta absoluta | |||||
Ornamentais (flores e plantas) | Lagarta helicoverpa Helicoverpa armigera | 150 - 250 | 25 | 600 - 1000 | U.N.A.***** |
Lagarta das maças Heliothis virescens | |||||
Quiabo | Lagarta helicoverpa Helicoverpa armigera | - | 25 | 600 - 800 | 3 |
Rabanete | Traça-das-crucíferas Plutella xylostella | 150 - 250 | 25 | 600 - 1000 | 3 |
Repolho | Traça-das-Crucíferas Plutella xylostella | - | 25 | 400 - 1000 | 3 |
Rúcula | Traça-das-crucíferas Plutella xylostella | - | 25 | 400 - 800 | 3 |
Soja | Lagarta-da-soja Anticarsia gemmatalis | 80 | - | 100 - 200 | 3 |
Lagarta-falsa-medideira Chrysodeixis includens | 125 - 150 | - | 150 | ||
Lagarta-helicoverpa Helicoverpa armigera | 150 | - | 100 - 200 | ||
Lagarta-falsa-medideira Rachiplusia nu | 125 - 150 | - | 150 | ||
Lagarta-cartucho Spodoptera frugiperda | |||||
Sorgo | Broca-da-cana-de-açúcar Diatraea saccharalis | 50 - 100 | - | 400 | 2 |
Lagarta-da-espiga-do-milho Helicoverpa zea | |||||
Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | |||||
Tomate | Traça-da-batatinha Phthorimaea operculella | - | 25 | 600 - 2000 | 3 |
Traça-do-tomateiro Tuta absoluta | |||||
Trigo | Lagarta-do-trigo Pseudaletia adultera | 200 | - | 200 | 3 |
Lagarta-do-trigo Pseudaletia sequax | |||||
Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | |||||
Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose**** | Volume de calda (L/ha) | N° Máximo de Aplicações | |
mL p.c./ha | mL p.c./100 L de água | ||||
Triticale | Lagarta-do-trigo Pseudaletia adultera | 200 | - | 200 | 3 |
Lagarta-do-trigo Pseudaletia sequax | |||||
Uva | Lagarta-das-folhas Eumorpha vitis | - | 30 - 40 | 200 | 3 |
Lagarta-militar Spodoptera sp. | - | 30 - 40 | 400 - 800 | ||
i.a. = ingrediente ativo
* Adicionar adjuvante não iônico na dose de 0,2 - 0,5% v/v na calda de pulverização.
** Adicionar adjuvante não iônico na dose de 0,5% v/v na calda de pulverização.
*** Melancia: Máximo de 3 aplicações antes do florescimento. Se necessário aplicar em até 20 dias após o florescimento, realizar única aplicação de 200 mL p.c/ha.
**** Utilizar as maiores doses em áreas de alta incidência da praga ou para se conseguir um maior período de controle.
***** U.N.A. - Uso Não Alimentar – número de aplicações não definido para cultivos ornamentais e florestais. Atentar para as INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDA.
Como os produtos reguladores de crescimento dos insetos e ácaros atuam na formação da quitina, interferindo no processo de muda ou ecdise, os melhores resultados são obtidos quando na aplicação destes produtos a maioria da população das pragas é jovem, em pleno processo de crescimento. Por conseguinte, a constatação da mortalidade das pragas demanda um certo espaço de tempo, atingindo a melhor eficiência num prazo de até 4 dias após a aplicação, mesmo sabendo que as pragas paralisam o processo de alimentação logo após a ingestão dos produtos.
Abacaxi e Guaraná: iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetindo a aplicação sempre que houver reinfestação. Não ultrapassar o limite máximo de 3 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de segurança.
Acelga, Agrião, Alface, Almeirão, Chicória, Espinafre, Mostarda e Rúcula: iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetindo a aplicação em caso de reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de segurança.
Abóbora, Abobrinha, Berinjela, Chuchu, Jiló, Pimenta, Pimentão, Pepino e Quiabo: iniciar o tratamento no aparecimento das pragas. Quando necessário, reaplicar com intervalo de uma semana. Fazer no máximo 3 aplicações, respeitando o período de segurança.
Alho, Batata Yacon, Beterraba, Cebola, Cenoura, Chalota, Inhame, Mandioca, Nabo e Rabanete: iniciar o tratamento no aparecimento da praga. Quando necessário, reaplicar o produto utilizando de 600 a 1000 litros de calda por hectare. Fazer no máximo 3 aplicações.
Ameixa, Nêspera, Marmelo e Pêra: iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetindo a aplicação em caso de reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de segurança.
Amendoim: iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetindo a aplicação quando houver reinfestação. Não ultrapassar o limite máximo de 2 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o período de segurança.
Anonáceas, Cupuaçu e Maracujá: iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetindo a aplicação sempre que houver reinfestação. Não ultrapassar o limite máximo de 3 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de segurança.
Aveia, Centeio, Cevada e Triticale: iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetindo a aplicação em caso de reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de segurança.
Arroz: iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Não ultrapassar o limite máximo de 1 aplicação durante o ciclo da cultura, respeitando o período de segurança.
Batata: iniciar o tratamento no aparecimento da praga. Quando necessário, reaplicar o produto utilizando de 600 a 1000 litros de calda por hectare. Fazer no máximo 3 aplicações.
Brócolis, Couve-flor, Couve-chinesa e Couve-de-bruxelas: iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetindo a aplicação em caso de reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de segurança.
Café: a aplicação deverá ser iniciada quando atingir o nível de 20% de folhas com lagartas vivas. Fazer no máximo 2 aplicações.
Cana-de-açúcar: iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetindo a aplicação quando houver reinfestação. Não ultrapassar o limite máximo de 2 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o período de segurança.
Citros: iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetindo a aplicação quando houver reinfestação. Não ultrapassar o limite máximo de 2 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o período de segurança.
Eucalipto: iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga.
Feijão: iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Não ultrapassar o limite máximo de 1 aplicação durante o ciclo da cultura, respeitando o período de segurança.
Fumo: iniciar as aplicações quando houver presença das primeiras lagartas. Fazer no máximo 2 aplicações.
Girassol: iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetindo a aplicação em caso de reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de segurança.
Linhaça: iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetindo a aplicação em caso de reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de segurança.
Maçã: iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetindo a aplicação quando houver reinfestação. Não ultrapassar o limite máximo de 3 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o período de segurança.
Mamão: iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetindo a aplicação sempre que houver reinfestação. Não ultrapassar o limite máximo de 3 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de segurança.
Mamona: iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Não ultrapassar o limite máximo de 1 aplicação durante o ciclo da cultura, respeitando o período de segurança.
Melão: iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetindo a aplicação sempre que houver reinfestação. Não ultrapassar o limite máximo de 3 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de segurança.
Milheto e Sorgo: iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetindo a aplicação em caso de reinfestação. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de segurança.
Milho: iniciar o tratamento no aparecimento da praga. Fazer no máximo 2 aplicações, respeitando o período de segurança.
Mirtilo, Morango: iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetindo a aplicação quando houver reinfestação. Não ultrapassar o limite máximo de 3 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o período de segurança.
Nectarina: iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetindo a aplicação em caso de reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de segurança.
Pêssego: iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetindo a aplicação em caso de reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de segurança.
Devido ao grande número de espécies de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pela praga indicada nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, antes de sua aplicação em maior escala.
Repolho e couve: iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetindo a aplicação em caso de reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de segurança.
Soja: iniciar a aplicação quando do início da incidência das lagartas. Helicoverpa armigera: monitorar a área observando o momento das primeiras posturas, acompanhar a evolução dos ovos e realizar a aplicação quando da eclosão das primeiras lagartas. O acompanhamento do desenvolvimento dos ovos e da eclosão das primeiras lagartas é de fundamental importância para o sucesso no controle, uma vez que as lagartas podem migrar para as partes baixas da planta dificultando o seu contato com os inseticidas, resultando em falhas no controle. Reaplicar caso haja reinfestação, respeitando o número máximo de 3 aplicações por ciclo.
Tomate: iniciar o tratamento no aparecimento das pragas. Quando necessário, reaplicar com intervalo de uma semana. Fazer no máximo 3 aplicações, respeitando o período de segurança.
Trigo: iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetindo a aplicação em caso de reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de segurança.
Uva: iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetindo a aplicação quando houver reinfestação. Não ultrapassar o limite máximo de 3 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o período de segurança.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Thecla basalides | Broca do fruto | Ver detalhes |
| Abóbora | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Abobrinha | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Acelga | Spodoptera frugiperda | Lagarta Militar | Ver detalhes |
| Agrião | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Alface | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Alho | Helicoverpa zea | Broca-grande-do-fruto, Broca-grande-do-tomate | Ver detalhes |
| Almeirão | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Ameixa | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Amendoim | Stylopalpia costalimai | Lagarta-da-teia | Ver detalhes |
| Anonáceas | Cerconota anonella | Broca-dos-frutos | Ver detalhes |
| Arroz | Spodoptera eridania | Lagarta-das-folhas, Lagarta-das-vagens | Ver detalhes |
| Aveia | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Batata yacon | Chlosyine lacinia saundersii | Lagarta-do-girassol | Ver detalhes |
| Berinjela | Tuta absoluta | Traça | Ver detalhes |
| Beterraba | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Brócolis | Trichoplusia ni | Falsa-medideira-da-couve, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Canola | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Cebola | Helicoverpa zea | Broca-grande-do-fruto, Broca-grande-do-tomate | Ver detalhes |
| Cenoura | Rachiplusia nu | Lagarta falsa medideira | Ver detalhes |
| Centeio | Sitotroga cerealella | Tínea-dos-cereais, Traça-dos-cereais | Ver detalhes |
| Cevada | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Chalota | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Chicória | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Chuchu | Diaphania nitidalis | Broca-das-curcubitáceas | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Couve | Hellula phidilealis | Broca-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Hellula phidilealis | Broca da couve | Ver detalhes |
| Couve-de-bruxelas | Ascia monuste orseis | Curuquerê da couve | Ver detalhes |
| Couve-flor | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Cupuaçu | Macrosoma tipulata | Lagarta-das-folhas | Ver detalhes |
| Espinafre | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Eucalipto | Sarsina violascens | Lagarta-das-folhas, Lagarta-dos-eucaliptus | Ver detalhes |
| Feijão | Pseudoplusia includens | Lagarta-do-linho, Lagarta-falsa-medideira | Ver detalhes |
| Fumo | Phthorimaea operculella | Ver detalhes | |
| Gergelim | Antigastra catalaunalis | Lagarta-enroladeira | Ver detalhes |
| Girassol | Chlosyine lacinia saundersii | Lagarta-do-girassol, Lagarta-preta-das-folhas | Ver detalhes |
| Guaraná | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Inhame | Spodoptera litura | Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Jiló | Helicoverpa zea | Broca-grande-do-fruto, Broca-grande-do-tomate | Ver detalhes |
| Linhaça | Helicoverpa zea | Broca-grande-do-fruto | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Mamão | Erinnyis ello | Gervão, Mandarová | Ver detalhes |
| Mamona | Spodoptera frugiperda | Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Mandioca | Erinnyis ello | Gervão, Mandarová | Ver detalhes |
| Maracujá | Dione juno juno | Lagarta-das-folhas, Lagarta-do-maracujazeiro | Ver detalhes |
| Marmelo | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Melancia | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Melão | Trichoplusia ni | Falsa-medideira-da-couve, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Milheto | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Mirtilo | Spodoptera frugiperda | Lagarta militar | Ver detalhes |
| Morango | Spodoptera frugiperda | Lagarta das folhas | Ver detalhes |
| Mostarda | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Nabo | Plutella xylostella | Traça das cruciferas | Ver detalhes |
| Nectarina | Grapholita molesta | mariposa oriental | Ver detalhes |
| Nêspera | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Pepino | Helicoverpa zea | Broca-grande-do-fruto, Broca-grande-do-tomate | Ver detalhes |
| Pera | Megalopyge lanata | Lagarta-de-fogo, Taturana | Ver detalhes |
| Pessego | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Pimenta | Tuta absoluta | Traça do tomateiro | Ver detalhes |
| Pimentão | Helicoverpa zea | Broca-grande-do-fruto, Broca-grande-do-tomate | Ver detalhes |
| Plantas Ornamentais | Heliothis virescens | Lagarta das maçãs | Ver detalhes |
| Quiabo | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Rabanete | Plutella xylostella | Traça das cruciferas | Ver detalhes |
| Repolho | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Rúcula | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Soja | Helicoverpa armigera | Lagarta-do-algodão | Ver detalhes |
| Sorgo | Helicoverpa zea | Broca-grande-do-fruto, Broca-grande-do-tomate | Ver detalhes |
| Tomate | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Trigo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Triticale | Pseudaletia adultera | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Uva | Eumorpha vitis | Lagarta-das-folhas, Mandarová-da-uva | Ver detalhes |
Adicionar o adjuvante à calda após o produto, conforme dose recomendada na tabela CULTURAS / PRAGAS / DOSES. Para os menores volumes de aplicação, não exceder a concentração de 0,5% v/v da calda ou a recomendação descrita na bula do adjuvante.
Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas hospedeiras das pragas-alvo e que produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.
Aplicação Aérea:
Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 L/ha ou 10 a 30 L/ha, quando utilizados bicos centrífugos (atomizadores rotativos).
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem cobertura adequada das plantas hospedeiras e produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.
Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.
Estabelecer distância segura entre a aplicação e o operador (10 metros), assim como áreas de bordadura.
Observe também as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. Em caso de divergência, respeitar a condição/distância mais restritiva.
Antes de iniciar a aplicação com aeronaves remotamente pilotadas (ARP/drones), certifique-se que o equipamento que será utilizado esteja regularizado e/ou habilitado, e com a devida guia de aplicação para registro dos dados de voo e garantia da segurança operacional. O tipo de cultura, alvo, pontas, espaçamento, vazão, e pressão de trabalho devem estar corretamente calibrados e proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura do alvo a ser atingido, conforme aspectos técnicos aplicáveis ao ARP selecionado. A aplicação deste produto pode ser realizada com auxílio de drones agrícolas de pulverização, por um profissional devidamente habilitado.
Manter uma altura de voo entre 2 e 6 metros acima do alvo a ser tratado. Evite alturas de voo muito altas ou muito baixas, pois esses procedimentos podem impactar na faixa tratada.
Evite utilizar o drone sem que haja adequada sobreposição de passadas durante a aplicação, a exemplo do que se faz em aplicações aéreas convencionais. A faixa de deposição ideal para os drones deve ser calculada com as mesmas metodologias utilizadas para a aplicação aérea convencional. Entretanto, na impossibilidade da realização desta avaliação, considere que os drones multi-rotores com até 25 kg de carga útil apresentem faixas de deposição ideal entre 4 e 6 metros e drones multi- rotores acima de 25 kg de carga útil apresentem faixa de deposição ideal de 10 metros. Consulte o fabricante do equipamento sobre o melhor ajuste desse parâmetro para cada modelo, e solicite o apoio de um agrônomo especializado. Evite utilizar o drone com velocidade de trabalho superior a 5 m/s, principalmente em terrenos de topografia mais acidentada, para garantir uma boa estabilidade da aeronave durante a pulverização, buscando evitar falhas de deposição que podem comprometer a qualidade de trabalho executado.
O drone deve ser calibrado para uma taxa de aplicação (volume de calda) de no mínimo 10 L/ha.
A seleção das pontas ou o ajuste da rotação dos bicos rotativos deve propiciar um espectro de gotas das classes de média a grossa de forma a minimizar o risco de deriva e proporcionar deposição adequada no alvo. É importante que as pontas sejam escolhidas em função do planejamento e das características operacionais da aeronave, e para que o espectro de gotas fique dentro da recomendação. No caso das pontas hidráulicas, selecione modelos com indução de ar que propiciem gotas das classes média a grossa.
Ao pulverizar com drones, utilize técnicas para otimizar o resultado e a redução da deriva. Não utilize pontas hidráulicas ou ajustes de bicos rotativos que propiciem gotas finas ou muito finas. Ao pulverizar com drones, mantenha uma faixa de segurança evitando deriva em alvos indesejados. Para a preparação da calda de pulverização, utilize o adjuvante na dose recomendada pelo fabricante. Recomendamos e é necessário realizar a aplicação de produtos com auxílio de empresas de drones que tenham realizado os cursos para aplicação com aeronaves remotamente pilotadas (drones/ARP), de acordo com a Normativa MAPA nº 298, de 22 setembro de 2021 ou qualquer outra que venha complementá-la ou substituí-la. Independentemente da capacitação realizada, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações que constam no rótulo e na bula do produto. Consulte sempre as normas vigentes (MAPA, DECEA, ANAC e ANATEL).
Volume de calda de no mínimo 10 L/ha, classe de gotas média a grossa, altura de voo de 2 a 6 metros e faixa de aplicação adequado. Fazer o ajuste de acordo com cada modelo de drone. As condições meteorológicas para pulverização devem ser as seguintes: Temperatura < 30°C, Umidade relativa do ar > 60%, Velocidade do vento entre 2 e 10 km/h.
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30ºC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos/culturas. Recomenda- se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Cultura | Dias | Cultura | Dias | |
Abacaxi | 7 | Gergelim | 21 | |
Abóbora | 7 | Girassol | 21 | |
Abobrinha | 7 | Guaraná | 7 | |
Acelga | 7 | Inhame | 14 | |
Agrião | 7 | Jiló | 7 | |
Alface | 7 | Linhaça | 21 | |
Algodão | 30 | Maçã | 1 | |
Alho | 7 | Mamão | 7 | |
Almeirão | 7 | Mamona | U.N.A. | |
Ameixa | 15 | Mandioca | 14 | |
Amendoim | 7 | Maracujá | 7 | |
Anonáceas | 7 | Marmelo | 15 | |
Arroz | 40 | Melão | 7 | |
Aveia | 14 | Melancia | 10 | |
Batata | 7 | Milheto | 45 | |
Batata Yacon | 14 | Milho | 45 |
Cultura | Dias |
Mirtilo | 7 |
Morango | 7 |
Mostarda | 7 |
Nabo | 14 |
Nectarina | 15 |
Nêspera | 15 |
Pepino | 7 |
Pera | 15 |
Pêssego | 15 |
Pimenta | 14 |
Pimentão | 7 |
Ornamentais (flores e plantas) | U.N.A. |
Quiabo | 7 |
Rabanete | 14 |
Repolho | 14 |
Rúcula | 7 |
Soja | 30 |
Sorgo | 45 |
Tomate | 4 |
Trigo | 14 |
Triticale | 14 |
Uva | 7 |
Cultura | Dias |
Berinjela | 7 |
Beterraba | 14 |
Brócolis | 14 |
Café | 30 |
Cana-de-açúcar | 40 |
Canola | 21 |
Cebola | 7 |
Cenoura | 14 |
Centeio | 14 |
Cevada | 14 |
Chalota | 7 |
Chicória | 7 |
Chuchu | 7 |
Citros | 28 |
Couve | 14 |
Couve-chinesa | 14 |
Couve-de-bruxelas | 14 |
Couve-flor | 14 |
Cupuaçu | 7 |
Espinafre | 7 |
Eucalipto | U.N.A. |
Feijão | 15 |
Fumo | U.N.A. |
U.N.A.: Uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Pelo seu modo de ação (inibidor da síntese de quitina), NOVALURON NORTOX não possui efeito de choque. Sua eficiência começa a se manifestar entre 3 a 5 dias após a pulverização. Logo, deve- se iniciar as pulverizações quando os insetos estão na fase de 1º e 2º ínstar de desenvolvimento. Desta maneira, a aplicação do produto evitará que os insetos cheguem a ínstares mais avançados, evitando prejuízos.
VER 02 – 17.07.2024
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | NOVALURON NORTOX |
Nome comum/ Nome científico | DOSE de p.c | |
ABOBRINHA | Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 15 - 25 mL/100 L água |
ÉPOCA, Nº DE APLICAÇÃO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Deve ser aplicado quando for constatada a presença da mariposa na lavoura, procurando atingir toda a parte aérea, procurando proteger as flores e frutos. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Número máximo de aplicação: 3 Intervalo de aplicação: 10 dias Volume de calda: 800 L/ha | ||
ALGODÃO | Curuquerê (Alabama argillacea) | 50 mL/ha |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 75 – 125 mL/ha | |
ÉPOCA, Nº DE APLICAÇÃO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Curuquerê: realizar a aplicação quando forem constatadas 2 lagartas por planta ou 25% de desfolha do ponteiro. Repetir caso haja reinfestação. Lagarta-militar: realizar a aplicação quando houver de 10 a 12% de botões florais atacados. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Repetir caso haja reinfestação. Número máximo de aplicação: 3 Intervalo de aplicação: 15 dias Volume de calda: 200 L/ha (curuquerê) e 300 L/ha (Lagarta-militar) | ||
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | NOVALURON NORTOX |
Nome comum/ Nome científico | DOSE de p.c | |
BATATA | Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | 100-150 mL/ha |
ÉPOCA, Nº DE APLICAÇÃO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações logo no início da infestação, antes que a praga ataque os tubérculos. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Número máximo de aplicação: 3 Intervalo de aplicação: 10 dias Volume de calda: 600 L/ha | ||
CAFÉ | Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) | 125- 150 mL/ha |
ÉPOCA, Nº DE APLICAÇÃO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações quando constatada a presença da praga na lavoura, principalmente nas épocas mais secas do ano. Usar a dose maior em casos de altas infestações. Poderá ser utilizado óleo mineral na concentração de 0,25% para melhorar a cobertura e molhamento das folhas. Número máximo de aplicação: 2 Intervalo de aplicação: 45 dias Volume de calda: 300 - 500 L/ha | ||
CANA-DE-AÇÚCAR | Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 50 – 75 mL/ha |
ÉPOCA, Nº DE APLICAÇÃO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações quando constatado infestação igual ou superior a 3% de lagartas sobre as folhas. A amostragem é feita observando-se na região do limbo, junto ao “palmito” da cana, a presença de lagartas de 1º e 2º ínstar antes de entrarem no colmo. Deve-se pulverizar a planta visando atingir as folhas na região do palmito. Número máximo de aplicação: 2 Intervalo de aplicação: 60 dias Volume de calda: 300 L/ha | ||
FEIJÃO | Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens) | 50 - 75 mL/ha |
ÉPOCA, Nº DE APLICAÇÃO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações quando constatado a presença da lagarta na área. Utilizar dose menor em casos de baixa infestação. Número máximo de aplicação: 2 Intervalo de aplicação: 15 dias Volume de calda: 200 L/ha | ||
VER 02 – 17.07.2024
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | NOVALURON NORTOX |
Nome comum/ Nome científico | DOSE de p.c | |
MAÇÃ | Lagarta-enroladeira-da-folha (Bonagota cranaodes) | 25 mL/100 L água |
Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 20 mL/100 L água | |
ÉPOCA, Nº DE APLICAÇÃO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Lagarta-enroladeira-da-folha: Iniciar as aplicações quando constatado o aparecimento da praga. Mariposa-oriental: A aplicação deve ser feita no início da infestação da praga. Atenção especial aos ponteiros novos. Número máximo de aplicação: 3 Intervalo de aplicação: 14 dias Volume de calda: 1000 L/ha | ||
MELÃO | Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 15 - 25 mL/100 L água |
ÉPOCA, Nº DE APLICAÇÃO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Aplicar preventivamente iniciando a pulverização no florescimento pleno, procurando atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos da cultura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Número máximo de aplicação: 3 Intervalo de aplicação: 20 dias Volume de calda: 800 L/ha | ||
MILHO | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 75 mL/ha |
ÉPOCA, Nº DE APLICAÇÃO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar o controle da lagarta logo que surjam os primeiros sintomas de ataque ao cartucho e folhas raspadas. Número máximo de aplicação: 2 Intervalo de aplicação: 15 dias Volume de calda: 200 - 300 L/ha | ||
MORANGO | Lagarta-das-folhas (Spodoptera eridania) | 30 mL/100 L água |
ÉPOCA, Nº DE APLICAÇÃO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações no início da infestação quando as lagartas encontrarem-se nos primeiros instares de desenvolvimento. Repetir a aplicação caso haja reinfestação. Número máximo de aplicação: 3 Intervalo de aplicação: 10 dias Volume de calda: 500-1000 L/ha | ||
VER 02 – 17.07.2024
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | NOVALURON NORTOX |
Nome comum/ Nome científico | DOSE de p.c | |
PEPINO | Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 15 - 25 mL/100 L água |
ÉPOCA, Nº DE APLICAÇÃO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações preventivamente no florescimento pleno, procurando atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Número máximo de aplicação: 3 Intervalo de aplicação: 10 dias Volume de calda: 800 L/ha | ||
PÊSSEGO | Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 20 mL/100 L água |
ÉPOCA, Nº DE APLICAÇÃO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Aplicar no início da infestação da praga com atenção especial aos ponteiros novos e os frutos do pessegueiro. Número máximo de aplicação: 3 Intervalo de aplicação: 14 dias Volume de calda: 800 L/ha | ||
REPOLHO | Traça-das-crucíferas (Plutella xylostella) | 20 - 25 mL/100 L água |
ÉPOCA, Nº DE APLICAÇÃO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações quando constatada a presença da praga na lavoura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Número máximo de aplicação: 3 Intervalo de aplicação: 10 dias Volume de calda: 600 L/ha | ||
SOJA | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 25 - 37,5 mL/ha |
ÉPOCA, Nº DE APLICAÇÃO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações quando houver desfolha de 30% antes da floração, e 15% de desfolha após a floração até o desenvolvimento de vagens. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Número máximo de aplicação: 2 Intervalo de aplicação: 15 dias Volume de calda: 150 L/ha | ||
VER 02 – 17.07.2024
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | NOVALURON NORTOX |
Nome comum/ Nome científico | DOSE de p.c | |
TOMATE | Broca-pequena-do-tomateiro (Neoleucinodes elegantalis) | 30 - 40 mL/100 L água |
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 10 mL/100 L água | |
ÉPOCA, Nº DE APLICAÇÃO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Broca-pequena-do-tomateiro: Iniciar as pulverizações quando os frutos estiverem pequenos, aplicando o produto principalmente no local da postura, ou seja, nas sépalas. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Traça-do-tomateiro: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença de adultos na lavoura. Número máximo de aplicação: 3 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: 1000 L/ha | ||
TRIGO | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 25 - 37,5 mL/ha |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 37,5 – 50 mL/ha | |
ÉPOCA, Nº DE APLICAÇÃO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Lagarta-do-trigo e Lagarta-militar: Iniciar as aplicações quando constatada a presença de lagartas na lavoura e/ou os sintomas de ataque nas folhas. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Número máximo de aplicação: 2 Intervalo de aplicação: 15 dias Volume de calda: 150-200 L/ha (Lagarta-do-trigo) e 200 L/ha (Lagarta-militar) | ||
1 litro do produto comercial (p.c) contém 200 gramas do ingrediente ativo (i.a) Novalurom.
p.c – Produto Comercial.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abobrinha | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Feijão | Chrysodexis includens | Falsa-Medideira | Ver detalhes |
| Maçã | Bonagota cranaodes | Lagarta-enroladeira-da-folha | Ver detalhes |
| Melão | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Morango | Spodoptera eridania | Lagarta das folhas | Ver detalhes |
| Pepino | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Pessego | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Repolho | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Indicado para as culturas da abobrinha, algodão, batata, café, cana-de-açúcar, feijão, maçã, melão, milho, morango, pêssego, pepino, repolho, soja, tomate e trigo.
O NOVALURON NORTOX deve ser aplicado na parte aérea das plantas (pulverização foliar) através de pulverizadores costais, tratorizados ou autopropelido.
VER 02 – 17.07.2024
Para a aplicação do produto utilize uma tecnologia de aplicação que ofereça uma boa cobertura dos alvos. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno. A pressão de trabalho deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas, use preferencialmente gotas médias a grosas.
Utilizar a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva.
Deve-se realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (pontas, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo.
As maiores doses devem ser utilizadas em altas pressões da praga e/ou em estádios vegetativos avançados da cultura, bem como os volumes de calda recomendados.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo para flexibilizar caso necessário a aplicação mediante uso de tecnologia adequada.
Indicado somente para as culturas do algodão, cana-de-açúcar, feijão, soja e trigo.
O NOVALURON NORTOX deve ser aplicado através de aeronaves agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aero agrícolas pela ANAC. A altura de voo não deve ultrapassar 4,0 m, para evitar problemas com deriva, a altura ideal é de 2 a 4 m acima do alvo, desde que garanta a segurança do voo.
O volume de calda recomendado é de 20 a 40 L/ha.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo para flexibilizar caso necessário a aplicação mediante uso de tecnologia adequada.
PREPARO DA CALDA:
Agitar a embalagem do produto antes do preparo da calda.
Recomenda-se o preparo da quantidade necessária de calda para uma aplicação.
Para preparar a calda, coloque a dose indicada de NOVALURON NORTOX no pulverizador com água até ¾ de sua capacidade e em seguida complete o volume agitando constantemente, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. A agitação deve ser constante durante a preparação da calda e aplicação do produto. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação. Aplique de imediato sobre o alvo biológico. O volume de água utilizado por hectare é o que consta do item “VOLUME DE CALDA” para cada cultura recomendada.
As condições climáticas mais favoráveis para a realização de uma pulverização, utilizando-se os equipamentos adequados de pulverização, são:
Umidade relativa do ar superior a 50%
Velocidade do vento: mínimo – 3 km/hora; máximo – 10 km/hora.
Temperatura inferior à 30ºC.
RECOMENDAÇÕES DE BOAS PRÁTICAS DE APLICAÇÃO:
Evitar as condições de inversão térmica.
Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave.
Ajustar o tamanho de gotas às condições ambientais, alterando o ângulo relativo dos bicos hidráulicos ou o ângulo das pás do “micronair”.
VER 02 – 17.07.2024
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura), para tanto o tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas
LIMPEZA DE TANQUE:
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas.
Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque.
Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada.
Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante.
Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | DIAS |
Abobrinha, Batata, Cana-de-açúcar, Pêssego e Tomate | 7 |
Algodão | 93 |
Café e Feijão | 21 |
Maçã, Melão, Morango, Pepino e Repolho | 3 |
Milho | 83 |
Soja | 53 |
Trigo | 14 |
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA ABASTECIMENTO INSTRUÇÕES DE USO:
CULTURAS | ALVOS (Nome comum/Nome Científico) | DOSE* | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | Nº MÁX. DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA |
ALGODÃO | Curuquerê (Alabama argillacea) | 150 a 200 ml/ha | Aplicar quando constatada 2 lagartas de 1°ou 2° instar por planta. | 1 | Aplicação Terrestre: 150 a 200 L/ha |
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 800 a 1000 ml/ha | Aplicar quando 20% dos ponteiros apresentarem ovos. | |||
Lagarta-militar, Lagarta- docartucho (Spodoptera frugiperda) | 300 a 400 ml/ha | Aplicar no início da infestação da praga, durante a fase de ovo ou 1° a 2° instar de desenvolvimento. | Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | ||
BATATA | Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | 600 a 800 ml/ha | Iniciar as aplicações no início da infestação da praga, quando ainda na fase de ovo ou 1° a 2° instar de desenvolvimento. Monitorar a área e reaplicar caso necessário, sempre em rotação com outros ingredientes ativos. | 4 | Aplicação Terrestre: 400 a 800 L/ha |
CANA-DE- AÇUCAR | Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 300-400 mL/ha | Aplicar quando o nível de infestação atingir entre 1 a 3% de colmos com presença de lagartas vivas, menores que 1 centímetro, antes de penetrarem no colmo. Reaplicar após 14 dias, se ocorrer reinfestação. | 2 | Aplicação terrestre: 500 a 1.000 L/ha Aplicação aérea: 20 L/ha |
CITROS | Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | 75 mL/100L d’água | Aplicar quando detectado 10% de frutos com 30 ou mais ácaros/cm². | 1 | Aplicação Terrestre: 10 L/planta |
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 75 mL/100L d’água | Aplicar quando detectado o primeiro fruto atacado por talhão. | |||
Aplicar no início das brotações, quando estiverem com 3 a 5cm de comprimento ou quando detectadas as primeiras posturas ou larvas. | |||||
Minadora-dasfolhas (Phyllocnistis citrella) | 25 ml/100L d’água | Aplicação Aérea: 20 L/ha | |||
COCO | Lagarta-daspalmeiras, Lagarta-docoqueiro (Brassolis sophorae) | 40 a 50 ml/ 100 L d’água | Aplicar logo no início da infestação da praga, quando ainda estiverem na fase de ovo ou no 1° a 2° instar de desenvolvimento. | 1 | Aplicação Terrestre: 5 L/planta Aplicação Aérea: 20 L/ha |
CULTURAS | ALVOS (Nome comum/Nome Científico) | DOSE* | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | Nº MÁX. DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA |
MAÇÃ | Mariposa Oriental (Grapholita molesta) | 100 ml/100 L água | Iniciar as aplicações quando for detectado o nível de controle através do Monitoramento populacional da praga, obtido com a captura de insetos adultos em armadilhas apropriadas, antes da entrada das larvas nos ponteiros ou frutos. Reaplicar a cada 12 dias, se ocorrer reinfestação. | 4 | Aplicação terrestre: 500 a 1.000 L/ha |
MILHO | Lagarta-militar, Lagarta- do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 300 ml/ha | Aplicar o produto logo no início da infestação, alternando com outros produtos. Repetir se necessário. | 1 | Aplicação Terrestre: 150 a 200 L/ha Aplicação Aérea: 20 L/ha |
PEPINO | Broca-dascucurbitáceas, Broca-da- aboboreira (Diaphania nitidalis) | 50 ml/100L d’água | Iniciar as aplicações no início da infestação da praga (1° a 2° instar de desenvolvimento), durante a fase de florescimento e antes que a broca penetre nos frutos. Monitorar a área e reaplicar caso necessário, com intervalos de 7 dias, sempre em rotação com outros ingredientes ativos. | 4 | Aplicação Terrestre: 200 a 600 L/ha |
PÊSSEGO | Mariposa Oriental (Grapholita molesta) | 100 ml/100 L água | Iniciar as aplicações quando for detectado o nível de controle através do Monitoramento populacional da praga, obtido com a captura de insetos adultos em armadilhas apropriadas, mas antes da entrada da larva nos ponteiros ou frutos. Reaplicar se atingir o índice de infestação, com intervalo de 21 dias. | 3 | Aplicação terrestre: 500 a 1.000 L/ha |
REPOLHO | Traça-das-crucíferas (Plutella xylostella) | 100 ml/100L d’água | Iniciar as aplicações no início da infestação da praga, quando ainda estiverem na fase de ovo ou 1° a 2° instar de desenvolvimento. Monitorar a área e reaplicar caso necessário, com intervalo de 7 dias, sempre em rotação com outros ingredientes ativos. | 2 | Aplicação Terrestre: 100 a 300 L/ha |
CULTURAS | ALVOS (Nome comum/Nome Científico) | DOSE* | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | Nº MÁX. DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA |
SOJA | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 150 ml/ha | Iniciar as aplicações no início da infestação da praga, quando ainda na fase de ovo ou 1° a 2° instar de desenvolvimento. Monitorar a área e reaplicar caso necessário, sempre em rotação com outros ingredientes ativos. | 2 | Aplicação Terrestre: 80 a 200 L/ha Aplicação Aérea: 20 L/ha |
TOMATE | Ácaro-do bronzeamento, Ácaro bronzeado (Aculops lycopersici) | 80 ml/100 L d’água | Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Monitorar a área e reaplicar necessário, com intervalo de 7 dias. Utilizar em rotação com outros ingredientes ativos. | 4 | Aplicação Terrestre: 400 a 1000 L/ha |
Broca-pequena-do fruto (Neoleucinodes elegantalis) | Iniciar as aplicações no início da infestação da praga (1° a 2° instar de desenvolvimento), durante a fase de florescimento e antes que a broca penetre nos frutos. Monitorar a área e reaplicar necessário, com intervalo de 7 dias. Utilizar em rotação com outros ingredientes ativos. | ||||
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | Iniciar as aplicações no início da infestação da praga (1° a 2° instar de desenvolvimento), durante a fase de florescimento e antes que a broca penetre nos frutos. Monitorar a área e reaplicar necessário, com intervalo de 7 dias. Utilizar em rotação com outros ingredientes ativos. | ||||
TRIGO | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 100 mL/ha | Iniciar as aplicações no início da infestação da praga, quando ainda na fase de ovo ou 1° a 2° instar de desenvolvimento. Monitorar a área e reaplicar necessário, com intervalo de 15 dias. Utilizar em rotação com outros ingredientes ativos. | 2 | Aplicação Terrestre: 80 a 200 L/ha Aplicação Aérea: 20 L/ha |
Lagarta-militar, Lagarta- docartucho (Spodoptera frugiperda) |
*Doses referentes ao produto comercial (p.c.)
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Heliothis virescens | Lagarta-das-maçãs | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Coco | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmeiras, Lagarta-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Pepino | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Pessego | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Repolho | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Utilizar maior dose indicada de PIREO em condições de alta pressão da praga e condições de clima favorável ao ataque (alta temperatura e umidade).
Pelo seu mecanismo de ação sobre os insetos, o PIREO não possui efeito de choque sobre as pragas mencionadas, e sua plena eficiência começa a se manifestar entre 3 a 5 dias após a pulverização. Apesar
de eficiente contra as lagartas, indicadas na tabela, em qualquer fase de seu desenvolvimento, deve−se iniciar as pulverizações quando os insetos estiverem na fase de ovo ou no 1º ou 2º instar de desenvolvimento, quando ainda não causa prejuízos as culturas e, portanto, não precisam ser eliminadas rapidamente.
A dose recomendada do PIREO deve ser diluída em água e aplicada sob a forma de pulverização foliar com equipamento terrestre, costal manual ou tratorizado, e via aérea, através do uso de barra ou atomizador rotativo Micronair.
A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas é fundamental para o sucesso de controle das pragas, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Antes de iniciar o preparo da calda, garanta que todo o equipamento pulverizador esteja limpo, bem conservado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar risco à cultura, ao meio ambiente e ao aplicador.
Recomenda-se encher o tanque de pulverização com água até atingir 1/3 de seu volume.
Ligar o sistema de agitação e adicionar gradativamente a quantidade recomendada do produto. Completar o volume do tanque, agitar e iniciar da pulverização. A agitação no tanque do pulverizador deve ser constante durante o preparo da calda e aplicação.
Seguir as recomendações técnicas de aplicação e consultar sempre um Engenheiro Agrônomo.
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva. Aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
A aplicação poderá ser realizada com turbo atomizador, pulverizador costal motorizado ou costal manual,
utilizando bicos de jato cônico vazio ou jato leque, que proporcionem gotas finas a média, para boa cobertura do alvo. O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação a fim de proporcionar a adequada densidade de gotas, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva. As recomendações e valores climáticos deverão ser observados sempre no local da aplicação do produto. Consulte sempre um profissional habilitado.
Usar barra equipada com bicos de jato cônico vazio da série "D" (06 A 012) ou similar, ou atomizador rotativo Micronair, que proporcione a liberação e deposição de uma densidade mínima de 60 a 80 gotas/cm2.
Recomenda-se uma altura de vôo de 2 a 3 m acima do alvo no caso de pulverização com barra e de 3 a 4 m acima do alvo no caso de pulverização por Micronair, pressão da bomba de 30 a 50 lb/pol2, uma vazão de 10 a 20L de calda/ha na utilização de atomizador rotativo Micronair e de 20 a 40 L de calda/ha quando se emprega barra com largura da faixa de disposição de 15 a 18m.
Na aplicação, verificar se as plantas estão recebendo a calda de pulverização de modo uniforme e se está ocorrendo uma cobertura total e uniforme das plantas.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para pulverização, tais como:
Umidade relativa do ar: mínima de 55%;
Velocidade do vento: 5 a 10 km/h;
Temperatura ambiente: máxima de 27ºC;
A ocorrência de chuvas dentro do período de 4 horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva e em condições de orvalho.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
Após a aplicação do produto, proceda com a limpeza de todo o equipamento utilizado e imediatamente após a aplicação. A demora na limpeza do equipamento de pulverização pode implicar na aderência do produto nas paredes do tanque do pulverizador dificultando a completa limpeza.
Além de seguir as recomendações de limpeza do fabricante do equipamento, seguir os seguintes passos durante a limpeza do pulverizador:
Esvaziar completamente o equipamento de pulverização utilizado;
Remover fisicamente os eventuais restos visíveis do produto;
Fechar a barra, encher o tanque com água limpa, circular pelo sistema de pulverização por pelo menos 5 minutos e esvaziar o tanque de forma que a água passe através das mangueiras, barras, filtros e bicos;
Repetir o passo 3 por no mínimo 3 vezes.
Limpar também tudo o que estiver associado ao equipamento aplicador e manuseio do produto. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento próximo às nascentes, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual e/ou Municipal vigente na região da aplicação.
Algodão 14 dias Batata. 14 dias
Cana-de-açucar. 14 dias
Citrus 28 dias
Coco. 14 dias
Maçã. 14 dias
Milho 28 dias
Pepino. 7 dias
Pêssego. 10 dias
Repolho 7 dias
Soja. 21 dias
Tomate. 3 dias
Trigo 14 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
INSTRUÇÕES DE USO:
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e intervalo de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Algodão | Lagarta-da-maçã | Heliothis virescens | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: máx. 40 L | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7-10 dias por ciclo da cultura. |
Lagarta-das-vagens | Spodoptera eridania | ||||
Lagarta-falsa-medideira | Chrysodeixis includens | ||||
Lagarta-helicoverpa | Helicoverpa armigera | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar PLETHORA BR® no início da infestação com no máximo 10% de plantas com lagartas pequenas. Usar dose maior em condições de alta infestação ou quando as lagartas já estiverem em estágio mais avançado de desenvolvimento. | |||||
Amendoim | Lagarta-Pescoço- Vermelho | Stegasta bosqueella | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: máx. 40 L | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar PLETHORA BR® no início da infestação. Usar dose maior em condições de alta infestação ou quando as lagartas já estiverem em estágio mais avançado de desenvolvimento. | |||||
Aveia Centeio Cevada Triticale | Lagarta-do-trigo | Pseudaletia sequax | 100 a 150 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: máx. 40 L | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação. | |||||
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e intervalo de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Batata | Mosca-minadora | Lyriomyza huidobrensis | 200 a 300 mL / ha | Terrestre: 500 L/ha Aérea: máx. 40 L | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar PLETHORA BR® no aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. Usar dose maior em condições de alta infestação de adultos ou quando houver presença de folhas minadas. | |||||
Mandioquinha- salsa Rabanete | Mosca-minadora | Lyriomyza huidobrensis | 200 a 300 mL / ha | Terrestre: 500 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar PLETHORA BR® no aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. Usar dose maior em condições de alta infestação de adultos ou quando houver presença de folhas minadas. | |||||
Batata-doce | Broca-do-colo | Megastes pusialis | 200 a 300 mL / ha | Terrestre: 500 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação. | |||||
Beterraba | Traça-das-crucíferas | Plutella xylostella | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 500 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação. | |||||
Brócolis | Curuquerê-da-couve | Ascia monuste orseis | 15 a 30 mL/ha | Terrestre: 800 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação. | |||||
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e intervalo de aplicação | ||
Nome Comum | Nome Científico | |||||
Café | Bicho-mineiro | Leucoptera coffeella | 300 a 400 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: máx. 40 L Adjuvante: 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 2 aplicações com intervalo de 30 a 45 dias por ciclo da cultura. | |
Broca-do-café | Hypothenemus hampei | 500 a 700 mL/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 20 a 30 dias por ciclo da cultura. | |||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Para:
| ||||||
Cana-de- açúcar | Broca-da-cana | Diatraea saccharalis | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: máx. 40 L | Máximo de 2 aplicações com intervalo de 30 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® quando encontrar 1% dos colmos com presença de lagartas vivas de primeiro instar, antes da penetração nos colmos. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação. | ||||||
Canola | Traça-das-crucíferas | Plutella xylostella | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: máx. 40 L | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Realizar a aplicação com PLETHORA BR® no início da infestação. Usar dose maior em condições de alta infestação ou quando as lagartas já estiverem em estágio mais avançado de desenvolvimento. | ||||||
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e intervalo de aplicação | ||
Nome Comum | Nome Científico | |||||
Cenoura | Lagarta-falsa- medideira | Chrysodeixis includens | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 500 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação. | ||||||
Coco | Lagarta-do-coqueiro | Brassolis sophorae | 15 a 20 mL/100 L de água | Terrestre: 1000 L/ha | Máximo de 2 aplicações com intervalo de 15 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação. | ||||||
Couve-flor Repolho | Traça-das-crucíferas | Plutella xylostella | 15 a 30 mL/100 L de água | Terrestre: 800 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação. | ||||||
Feijão | Lagarta-helicoverpa | Helicoverpa armígera | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: máx. 40 L | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Realizar a aplicação com PLETHORA BR® no início da infestação. Usar dose maior em condições de alta infestação ou quando as lagartas já estiverem em estágio mais avançado de desenvolvimento. | ||||||
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e intervalo de aplicação | ||
Nome Comum | Nome Científico | |||||
Gergelim | Lagarta-enroladeira | Antigastra catalaunali | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros danos. | ||||||
Girassol | Lagarta-do-girassol | Chlosyne lacinia saundersii | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: máx. 40 L | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros danos. | ||||||
Linhaça | Lagarta-falsa- medideira | Chrysodeixis includens | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros danos. Usar dose maior em condições de alta infestação ou quando as lagartas já estiverem em estágio mais avançado de desenvolvimento. | ||||||
Maçã | Mariposa-oriental | Grapholita molesta | 40 a 60 mL/100 L de água | Terrestre: 1000 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 15 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. Usar dose maior em condições de alta infestação. | ||||||
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e intervalo de aplicação | ||
Nome Comum | Nome Científico | |||||
Mandioca | Mandarová | Erinnys ello | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 500 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação. | ||||||
Melancia Melão | Broca-das- cucurbitáceas | Diaphania nitidalis | 10 a 15 mL/100 L de água | Terrestre: 500 a 1000 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 10 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação. | ||||||
Milheto | Lagarta-do-cartucho | Spodoptera frugiperda | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: máx. 40 L | Máximo de 2 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros danos. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação ou quando o clima for favorável ao desenvolvimento da praga. | ||||||
Milho | Lagarta-do-cartucho | Spodoptera frugiperda | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: máx. 40 L | Máximo de 2 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação no início da infestação e aparecimento dos primeiros danos. Aplicar PLETHORA BR® antes das lagartas penetrarem no cartucho, quando até 10% das plantas apresentarem o sintoma de folha raspada. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação ou quando o clima for favorável ao desenvolvimento da praga. | ||||||
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e intervalo de aplicação | ||
Nome Comum | Nome Científico | |||||
Soja | Lagarta-da-soja | Anticarsia gemmatalis | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: máx. 40 L | Máximo de 2 aplicações com intervalo de 10 a 15 dias por ciclo da cultura. | |
Lagarta-das-vagens | Spodoptera eridania | |||||
Lagarta-falsa- medideira | Chrysodeixis includens | |||||
Lagarta-falsa- medideira | Rachiplusia nu | |||||
Lagarta-helicoverpa | Helicoverpa armígera | |||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Para:
| ||||||
Sorgo | Lagarta-do-cartucho | Spodoptera frugiperda | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: máx. 40 L | Máximo de 2 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros danos. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação ou quando o clima for favorável ao desenvolvimento da praga. | ||||||
Trigo | Lagarta-do-cartucho | Spodoptera frugiperda | 200 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: máx. 40 L | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | |
Lagarta-do-trigo | Pseudaletia sequax | 100 a 150 mL/ha | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação. | ||||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Helicoverpa armigera | Lagarta-do-algodão | Ver detalhes |
| Amendoim | Stegasta bosquella | Lagarta-do-pescoço-vermelho | Ver detalhes |
| Aveia | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Batata | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Batata-doce | Megastes pusialis | Broca-do-colo | Ver detalhes |
| Beterraba | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Brócolis | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Canola | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Cenoura | Chrysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira | Ver detalhes |
| Centeio | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Cevada | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Coco | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmeiras, Lagarta-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Couve-flor | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Feijão | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Gergelim | Antigastra catalaunalis | Lagarta-enroladeira | Ver detalhes |
| Girassol | Chlosyine lacinia saundersii | Lagarta-do-girassol, Lagarta-preta-das-folhas | Ver detalhes |
| Linhaça | Chrysodeixis includens | Falso medidor | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Mandioca | Erinnyis ello | Gervão, Mandarová | Ver detalhes |
| Mandioquinha-salsa | Lyriomyza huidobrensis | Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Melancia | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Melão | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Milheto | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Rabanete | Lyriomyza huidobrensis | Mosca-Minadora | Ver detalhes |
| Repolho | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Soja | Crysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Trigo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Triticale | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Utilizar equipamentos com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico ou leque, que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem a ocorrência deriva:
Pressão de trabalho: 30-60 lb/pol2;
Deve ser aplicado através de aeronaves agrícolas com uso aprovado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA.
A aplicação aérea deverá seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas definidos para essa modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações, uso de DGPS (Sistema de Posicionamento Global Diferencial), definição dos parâmetros técnicos operacionais e de segurança relacionados aos equipamentos de aplicação, como a altura do voo, largura da faixa de deposição efetiva, modelo, tipo e ângulo do equipamento utilizado e número de pontas de pulverização, entre outros, e condições climáticas adequadas ao uso do produto, sempre supervisionadas pelo responsável pelas operações aeroagrícolas.
Para aplicação de PLETHORA BR®, deve-se observar os parâmetros que proporcionam uma boa cobertura do alvo desejado e técnicas de redução de deriva, como também o ajuste do ângulo dos bicos em direção ao voo, evitando a quebra secundaria das gotas, conforme abaixo:
Parâmetros operacionais: O sistema de pulverização deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste ou vazamentos. Pontas danificadas prejudicam a uniformidade da aplicação. Atentar-se aos vórtices de ponta de asas. Para isso, adeque a barra de pulverização e a disposição dos bicos para evitar a ocorrência desse problema e ajuste do ângulo dos bicos em direção ao voo.
Altura de voo: A altura do voo depende das características da aeronave, das condições da área alvo, em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao voo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de voo situa-se entre 2 e 4 metros acima da cultura, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.
Pontas de pulverização: Recomenda-se que seja obtida através da combinação correta do tamanho de gotas e vazão por meio dos catálogos e tabelas das fabricantes, de acordo com as características operacionais de cada aplicação.
Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura. O equipamento deverá ser regulado visando assegurar uma distribuição uniforme da calda e uma boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Taxa de aplicação: Recomenda-se que seja utilizado volume de calda para que resulte em uma cobertura adequada do alvo desejado para a obtenção de uma boa eficácia do produto.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis.
Diâmetro de gotas: Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas.
Densidade de gotas: Varia de acordo com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.
As configurações de cada aeronave e aplicação são variáveis de acordo com o modelo, condições meteorológicas, como o comportamento dinâmico do ar em volta da aeronave, que é influenciado pela velocidade do voo, assim para escolha da ponta de pulverização deve-se considerar as características técnicas do equipamento operacional, da aplicação e das recomendações técnicas da bula.
Para esta atividade, consulte sempre o Engenheiro Agrônomo e/ou o técnico agropecuário com curso de executor em aviação agrícola, os quais são os responsáveis pelas informações técnicas operacionais e de segurança referentes à aplicação do produto.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) para realizar a aplicação de PLETHORA BR®.
Antes de toda pulverização, deve-se calibrar e regular o equipamento, verificando a vazão das pontas, assim determinando o volume de aplicação e a quantidade de produto a ser colocada no tanque, como também ajustar os componentes da máquina às características da cultura e produtos a serem utilizados. Em caso de não calibração e regulagem, ou má realização desse processo, pode ocorrer perdas significativas do produto e eficiência.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o processo de preparo da calda.
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como:
Temperatura ambiente inferior a 30ºC;
Umidade relativa do ar superior a 55%;
Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;
Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplique o produto PLETHORA BR®, pois pode haver risco de inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia.
Se a velocidade do vento estiver acima que 10 km/h não aplique o produto PLETHORA BR®, devido ao potencial de deriva pelo movimento do ar.
OBS: O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de aplicação e as condições climáticas. O tamanho das gotas, as características do equipamento de aplicação, o relevo, à altura da barra, a cultura e, especialmente, as condições climáticas (temperatura, umidade relativa do ar e velocidade do vento) são aspectos relevantes que devem ser considerados para reduzir a possibilidade de deriva. O responsável pela aplicação deve considerar todos estes fatores para tomar a decisão de quando aplicar o produto.
A limpeza do pulverizador deve ser realizada logo após o término das aplicações com PLETHORA BR®. Esta etapa é importante para que não haja resíduos remanescentes em aplicações seguintes com outros produtos, ocorrendo contaminação cruzada. Para limpeza e descontaminação dos pulverizadores recomenda-se consultar os fabricantes para realização correta do processo de limpeza do tanque e sistema hidráulico.
Recomenda-se a realização do processo de tríplice lavagem do sistema, buscando na primeira lavagem retirar o máximo de resíduos do sistema, na segunda lavagem deve-se proceder com a remoção e limpeza dos filtros e a terceira lavagem recomenda-se considerar a adição de produtos específicos para limpeza de tanque, após prosseguir com o enxague seguindo a recomendação do fabricante.
CULTURA | DIAS |
Algodão | 93 dias |
Amendoim | 21 dias |
Aveia | 14 dias |
Batata | 7 dias |
Batata Doce | 7 dias |
Beterraba | 7 dias |
Brócolis | 3 dias |
Café | 28 dias |
Cana-de-açúcar | 7 dias |
Canola | 21 dias |
Cenoura | 7 dias |
Centeio | 14 dias |
Cevada | 14 dias |
Coco | 10 dias |
Couve-flor | 3 dias |
Feijão | 21 dias |
Gergelim | 21 dias |
Girassol | 21 dias |
Linhaça | 21 dias |
Maçã | 7 dias |
Mandioca | 7 dias |
Mandioquinha-salsa | 7 dias |
Melancia | 3 dias |
Melão | 3 dias |
Rabanete | 7 dias |
Repolho | 3 dias |
Milheto | 83 dias |
Milho | 83 dias |
Soja | 53 dias |
Sorgo | 83 dias |
Trigo | 14 dias |
Triticale | 14 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
ALGODÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 0,3 a 0,5 L/ha | 02 | TERRESTRE 200 - 250 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Recomenda-se fazer de 1 a 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 15 dias. | ||||
BERINJELA | Tripes (Thrips palmi) | 75 mL/ 100 L de água | 02 | TERRESTRE 500 - 1000 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Fazer no máximo até 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 7 a 10 dias. Deve-se utilizar o volume de calda, dependendo do estádio da cultura. Para se obter melhor controle do Tripes, recomenda-se fazer as pulverizações de tal forma que atinja também o solo, considerando que este inseto passa o estádio pupal no solo. | ||||
CAFÉ | Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) | 0,5 a 1,0 L/ha | 02 | TERRESTRE 400 - 500 |
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
CANA-DE-AÇÚCAR | Cigarrinha-das-raízes (Mahanarva fimbriolata) | 1,0 a 1,5 L/ha | 01 | TERRESTRE 100 - 200 AÉREA 20 |
Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar o monitoramento periodicamente e aplicar quando for observado o nível de controle recomendado, levando em consideração as condições de clima favoráveis para o desenvolvimento da praga (umidade e calor). Utilizar doses maiores quando se necessita um período mais prolongado de proteção em condições de maior pressão, ou de acordo com o histórico de ocorrência da praga. A aplicação deve atingir as ninfas identificadas pela presença da espuma. | ||||
CITROS | Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulatus) | 50 a 75 mL/100 L de água | 02 | TERRESTRE 10 L/planta |
Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) | 75 mL/100 L de água | |||
Cochonilha-parlatoria (Parlatoria cinerea) | 100 mL/100 L de água | |||
Psilídio-dos-citros (Diaphorina citri) | 6,25 mL/100L de água | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar no início da infestação das pragas, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras “ninfas” ou formas jovens. Aplicar 1 a 2 vezes durante o ano, com intervalo de 30 dias, com volume de 10 litros de calda/planta, procurando sempre dar boa cobertura uniforme sobre as plantas. | ||||
FEIJÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 0,25 L/ha | 02 | TERRESTRE 200 - 250 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o produto de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. Importante observar o nível populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PORCEL 100 EC. | ||||
GÉRBERA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 mL/100 L de água | 03 | TERRESTRE 1200 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o produto de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. Importante observar o nível populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PORCEL 100 EC. Fazer de 2 a 3 aplicações com intervalos de 10 a 15 dias. | ||||
MAÇÃ | Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 100 mL/100 L de água | 02 | TERRESTRE 1000 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar no início da infestação das pragas, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras “ninfas” ou formas jovens. Fazer no máximo 2 aplicações, sendo a primeira aplicação imediatamente após a florada e a segunda duas semanas após a primeira. | ||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
MELANCIA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 a 100 mL/ 100 L de água | 02 | TERRESTRE 1000 |
MELÃO | TERRESTRE 600 - 1000 | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o produto de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. Importante observar o nível populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PORCEL 100 EC. Recomenda-se de 1 a 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. | ||||
PIMENTÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 mL/100 L de água | 03 | TERRESTRE 400 - 800 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o produto de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. Importante observar o nível populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PORCEL 100 EC. Fazer de 2 a 3 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 10 a 14 dias, dependendo do estágio de desenvolvimento das plantas. | ||||
ROSA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 mL/100 L de água | 02 | TERRESTRE 400 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o produto de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. Importante observar o nível populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PORCEL 100 EC. Fazer até 2 aplicações com intervalo de 10 dias, dependendo do estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||
SOJA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 0,25 L/ha | 01 | TERRESTRE 200 - 300 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o produto de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. Importante observar o nível populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PORCEL 100 EC. Fazer 1 aplicação no início da infestação da Bemisia tabaci raça B. | ||||
TOMATE | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 50 a 100 mL/ 100 L de água | 03 | TERRESTRE 400 - 1000 |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 a 100 mL/ 100 L de água | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o produto de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. Importante observar o nível populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PORCEL 100 EC. Fazer até no máximo de 3 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalos de 7 dias utilizando volume de calda, dependendo do estádio da cultura. | ||||
1 Litro do produto comercial corresponde a 100g do ingrediente ativo.
Volume de calda para aplicação terrestre, para outros tipos de aplicação veja “Equipamentos de aplicação”. O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Berinjela | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Citros | Diaphorina citri | Psilídeo | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Gérbera | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pimentão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Rosa | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
Seguir sempre as boas práticas agrícolas e as recomendações do fabricante do equipamento utilizado.
Utilizar os seguintes parâmetros:
Pressão de trabalho: 100 a 400 KPA (costal) e 100 a 800 KPA (equipamentos tratorizados).
Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ (micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico).
Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm².
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura de pulverização de no mínimo de 50 cm, adequadas ao equipamento em uso).
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva; - Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes.
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Condições Meteorológicas:
Temperatura do ar: abaixo de 30°C
Umidade relativa do ar: acima de 55%
Velocidade do vento: mínima de 3 km/h até 15 km/h
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Aplicação aérea: Esta modalidade de aplicação é somente na cultura da cana-de-açúcar, em condição de cana fechada, quando não mais permitir aplicação tratorizada.
Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização entre 2 e 4 metros, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Condições climáticas:
Temperatura do ar: Abaixo de 30ºC.
Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Mínima de 3 km/h até 15 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Somente realizar a aplicação aérea na presença de profissionais habilitados.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea
No preparo da calda, utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados no item “Precauções no manuseio” descritos em “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Adicionar água limpa ao tanque do pulverizador até ½ da sua capacidade ou no mínimo até cobrir o mecanismo de agitação e os bicos de saída da calda. Ligar a agitação e adicionar a quantidade apropriada do produto mantendo o sistema de agitação ligado. Completar o volume do tanque com água limpa até o nível do volume de calda recomendado para a cultura.
Proibido utilizar equipamentos com vazamentos ou danificados.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador para evitar a sobreposição durante a aplicação.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda com a limpeza de todo o equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados no item “Precauções no manuseio”, descritos em “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Proibido limpar o equipamento próximo às nascentes, fontes de água e zonas urbanas. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual e/ou Municipal vigente na região da aplicação.
CULTURAS | INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS) |
Berinjela, Melancia, Pimentão | 3 |
Algodão, Tomate | 7 |
Cana-de-açúcar | 30 |
Citros, Feijão, Melão | 14 |
Café | 15 |
Soja | 30 |
Maça | 45 |
Gérbera e Rosa | (UNA) |
UNA = Não determinado por se tratar de cultura de uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
O inseticida PREMIO® STAR; KATAZ BR; RHYME BR pertence ao grupo químico das diamidas antranílicas e piretróides atuando por contato e ingestão.
O inseticida PREMIO® STAR; KATAZ BR; RHYME BR é seletivo para as culturas de abóbora, abobrinha, algodão, alho, amendoim, arroz, aveia, batata, batata-doce, batata yacon, berinjela, beterraba, brócolis, café, cana-de-açúcar, cará, cebola, cenoura, cevada, chalota, chuchu, citros, coco, couve, couve-chinesa, couve- flor, couve-de-bruxelas, dendê, ervilha, feijão, feijões, grão-de-bico, jiló, lentilha, maçã, mandioca, mandioquinha-salsa, maxixe, melão, melancia, milheto, milho, nabo, pepino, pera, pêssego, pimenta, pimentão, pupunha, quiabo, rabanete, repolho, soja, sorgo, tomate, trigo, triticale e uva.
Culturas | Pragas Nome comum/científico | Dose de produto comercial | Volume de calda (1) | Época e intervalo de aplicação | Nº Máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Algodão | Bicudo-do- algodoeiro (Anthonomus grandis) | 400 – 500 mL/ha | 100 – 150 L/ha (aplicação terrestre) 10 – 40 L/ha (aplicação aérea) | Aplicar logo no início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 350 – 500 mL/ha | Iniciar as aplicações quando forem encontradas lagartas de até 1 cm em 5% das plantas. Não é recomendada aplicação para controle de lagartas maiores que 1 cm. Intervalo entre aplicações: 7 dias | |||
Lagarta- helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 350 – 500 mL/ha | ||||
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 400 – 500 mL/ha | ||||
Pulgão-do- algodoeiro (Aphis gossypii) | 400 – 500 mL/ha | Aplicar quando atingir o nível de controle de acordo com a variedade plantada (suscetibilidade a vírus). Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. Intervalo entre aplicações: 7 dias |
Culturas | Pragas Nome comum/científico | Dose de produto comercial | Volume de calda (1) | Época e intervalo de aplicação | Nº Máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Algodão | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 400 – 500 mL/ha | 100 – 150 L/ha (aplicação terrestre) 10 – 40 L/ha (aplicação aérea) | Aplicar logo após o início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação, fazendo rotação de grupos químicos no manejo para evitar a redução de suscetibilidade aos produtos disponíveis no mercado. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | |||||
Arroz | Lagarta-da- panícula (Pseudaletia sequax) | 250 – 400 mL/ha | 100 – 150 L/ha (aplicação terrestre) 10 – 40 L/ha (aplicação aérea) | Iniciar as aplicações no início da infestação. | 1 |
Percevejo-do-arroz (Oebalus poecilus) | |||||
Percevejo-do- colmo (Tibraca limbativentris) | |||||
Batata | Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 400 – 500 mL/ha | 400 L/ha (aplicação terrestre) 10 – 40 L/ha (aplicação aérea) | Iniciar as aplicações no início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) |
Culturas | Pragas Nome comum/científico | Dose de produto comercial | Volume de calda (1) | Época e intervalo de aplicação | Nº Máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Iniciar as | |||||
Bicho-mineiro-do- café (Leucoptera coffeella) | aplicações com máximo de 3% de infestação (% de folhas com larvas vivas). Intervalo | ||||
entre aplicações: | |||||
Café | 400 – 500 mL/ha | 400 – 500 L/ha (aplicação terrestre) | 30 dias | 2 | |
Broca-do-café (Hypothenemus hampei) | Iniciar as aplicações para o controle da broca- do-cafeeiro no início da formação de grãos e no momento da | ||||
migração dos | |||||
adultos. | |||||
Intervalo entre | |||||
aplicações: 30 dias | |||||
Aplicar no sulco de | |||||
200 L/ha | plantio sobre os | ||||
(aplicação | toletes. Cobrir com | ||||
terrestre no | solo, evitando | ||||
sulco de | deixar o sulco | ||||
plantio) | aberto por longo | ||||
tempo. | |||||
Cana-de- açúcar | Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 1.500 - 1.750 mL/ha | 200 L/ha | Aplicar após o corte, na fase de desenvolvimento dos colmos, dirigindo o jato de pulverização à base da planta, na proporção de 70% na soqueira e 30% no solo. | 1 |
(aplicação | |||||
terrestre | |||||
dirigida à | |||||
base da | |||||
planta) |
Culturas | Pragas Nome comum/científico | Dose de produto comercial | Volume de calda (1) | Época e intervalo de aplicação | Nº Máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Cana-de- açúcar | Gorgulho-da-cana (Sphenophorus levis) | 1.500 - 1.750 mL/ha | 200 L/ha (aplicação terrestre dirigida à base da planta) | Aplicar após o corte, na fase de desenvolvimento dos colmos, dirigindo o jato de pulverização à base da planta, na proporção de 70% na soqueira e 30% no solo. | 1 |
Broca-dos-rizomas (Migdolus fryanus) | 200 L/ha (aplicação terrestre no sulco de plantio) | Aplicar no sulco de plantio sobre os toletes. Cobrir com solo, evitando deixar o sulco aberto por longo tempo. | |||
Cebola, Alho, Chalota | Tripes (Thrips tabaci) | 400 – 500 mL/ha | 400 L/ha (aplicação terrestre) | Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Cenoura, Batata-doce, Batata yacon, Beterraba, Cará, Mandioquinha- salsa, Nabo, Rabanete | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 400 – 500 mL/ha | 150 – 200 L/ha (aplicação terrestre) | Iniciar as aplicações no início da infestação dos adultos. | 1 |
Citros | Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 200 – 300 mL/ha | 1.500 - 2.000 L/ha (aplicação terrestre) 10 – 40 L/ha (aplicação aérea) | Iniciar as aplicações no início da infestação de adultos. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Psilídeo (Diaphorina citri) |
Culturas | Pragas Nome comum/científico | Dose de produto comercial | Volume de calda (1) | Época e intervalo de aplicação | Nº Máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Coco, Dendê, Pupunha | Lagarta-do- coqueiro (Brassolis sophorae) | 300 – 400 mL/ha | 1500 - 2.000 L/ha (aplicação terrestre) 10 – 40 L/ha (aplicação aérea) | Iniciar as aplicações no início da infestação. | 1 |
Feijão, Amendoim, Ervilha, Feijões, Grão-de-bico, Lentilha | Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 250 – 400 mL/ha | 100 – 150 L/ha (aplicação terrestre) 10 – 40L/ha (aplicação aérea) | Iniciar as aplicações no início do ataque ou quando observadas as primeiras lagartas ou danos da praga. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Lagarta-helicoverpa (Helicoverpa armigera) | Iniciar as aplicações no início do ataque ou quando observadas as primeiras lagartas ou danos da praga. Intervalo entre aplicações: 7 dias |
Culturas | Pragas Nome comum/científico | Dose de produto comercial | Volume de calda (1) | Época e intervalo de aplicação | Nº Máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Feijão, Amendoim, Ervilha, Feijões, Grão-de-bico, Lentilha | Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 400 mL/ha | 100 – 150 L/ha (aplicação terrestre) 10 – 40L/ha (aplicação aérea | Realizar levantamentos populacionais em intervalos regulares, fazer a pulverização quando observados os primeiros indivíduos na cultura. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | Iniciar as aplicações para o controle da mosca- branca quando for constatada a presença dos primeiros adultos na cultura. Intervalo entre aplicações: 7 dias | ||||
Lagarta-helicoverpa (Helicoverpa armígera) | 250 – 400 mL/ha | Pivô central (aplicação terrestre) | Iniciar as aplicações no início da infestação ou quando observadas os primeiros danos da praga. Intervalo entre aplicações: 7 dias |
Culturas | Pragas Nome comum/científico | Dose de produto comercial | Volume de calda (1) | Época e intervalo de aplicação | Nº Máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Maçã, Pêra, Pêssego | Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 300 – 500 mL/ha | 1.000 - 1.200 L/ha (aplicação terrestre) | Aplicar de acordo com o monitoramento realizado com armadilhas de feromônio ou no início da infestação. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Lagarta-enroladeira (Bonagota cranaodes) | Monitorar a praga e aplicar o produto quando aparecerem os primeiros indícios de dano econômico pelo ataque da praga. Intervalo entre aplicações: 7 dias | ||||
Mandioca | Mandarová (Erinnyis ello) | 100 – 300 mL/ha | 400 L/ha (aplicação terrestre) 10 – 40L/ha (aplicação aérea) | Pulverização foliar: Iniciar as aplicações no início da infestação. | 1 |
Melão, Melancia | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 300 – 400 mL/ha | 1.000 L/ha (aplicação terrestre) | Iniciar as aplicações foliares preventivas a partir do florescimento. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Culturas | Pragas Nome comum/científico | Dose de produto comercial | Volume de calda (1) | Época e intervalo de aplicação | Nº Máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Milho, Milheto, Sorgo | Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 300 – 500 mL/ha | 100 – 150 L/ha (aplicação terrestre) 10 – 40L/ha (aplicação aérea) | Iniciar as aplicações para o controle da lagarta do cartucho quando forem constatados, no máximo, 10% das plantas com sintomas de folhas raspadas e lagartas menores que 1 cm. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Cigarrinha (Dalbulus maidis) | 400 – 500 mL/ha | Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Intervalo entre aplicações: 7 dias | |||
Percevejo-barriga- verde (Dichelops melacanthus) | |||||
Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | |||||
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 300 – 500 mL/ha | Pivô central (aplicação terrestre) | Iniciar as aplicações para o controle da lagarta do cartucho quando forem constatados, no máximo, 10% das plantas com sintomas de folhas raspadas e lagartas menores que 1 cm. Intervalo entre aplicações: 7 dias | ||
Pepino, Abóbora, Abobrinha, Chuchu, Maxixe | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 300 – 400 mL/ha | 1.000 L/ha (aplicação terrestre) | Iniciar as aplicações foliares preventivas a partir do florescimento. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Culturas | Pragas Nome comum/científico | Dose de produto comercial | Volume de calda (1) | Época e intervalo de aplicação | Nº Máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Pimentão, Berinjela, Jiló, Pimenta, Quiabo | Lagarta-helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 300 – 400 mL/ha | 500 L/ha (aplicação terrestre) | Iniciar as aplicações no início do ataque ou quando observadas as primeiras lagartas ou danos da praga. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Repolho, Brócolis, Couve-flor, Couve- chinesa, Couve, Couve-de- bruxelas | Lagarta-mede- palmo (Trichoplusia ni) | 300 – 400 mL/ha | 800 L/ha (aplicação terrestre) | Iniciar as aplicações no aparecimento das primeiras larvas na cultura. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Soja | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 400 mL/ha | 100 – 150 L/ha (aplicação terrestre) 10 – 40 L/ha (aplicação aérea) | Iniciar as aplicações no início da infestação. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 250 – 400 mL/ha | Iniciar as aplicações quando for constatado até 10 lagartas menores que 1,5 cm, por batida de pano. Intervalo entre aplicações: 7 dias | |||
Lagarta-helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 250 – 400 mL/ha | Iniciar as aplicações com até 1 lagarta em 10 plantas. Intervalo entre aplicações: 7 dias |
Culturas | Pragas Nome comum/científico | Dose de produto comercial | Volume de calda (1) | Época e intervalo de aplicação | Nº Máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Soja | Lagarta-das-folhas (Spodoptera eridania) | 250 – 400 mL/ha | 100 – 150 L/ha (aplicação terrestre) 10 – 40 L/ha (aplicação aérea) | Iniciar as aplicações quando for constatado até 5 lagartas por batida de pano. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 400 mL/ha | Iniciar as aplicações quando constatados até 2 indivíduos (adultos e ninfas) na cultura. Intervalo entre aplicações: 7 dias | |||
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 400 mL/ha | Iniciar as aplicações quando constatados os primeiros adultos na cultura. Intervalo entre aplicações: 7 dias | |||
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 200 – 300 mL/ha | Iniciar as aplicações no início da infestação. Intervalo entre aplicações: 7 dias | |||
Tomate | Broca-pequena-do- tomateiro (Neoleucinodes elegantalis) | 400 – 500 mL/ha | 400 - 1.000 L/ha (aplicação terrestre) | Iniciar as aplicações preventivamente, no aparecimento dos primeiros botões florais. Em épocas de menor ocorrência da praga, usar a menor dose. Intervalo entre aplicações: 7 dias. | 2 |
Trigo, Aveia, Cevada, Triticale | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 250 – 400 mL/ha | 150 L/ha (aplicação | Aplicar quando forem constatadas as primeiras infestações e | 2 |
Percevejo-barriga- verde (Dichelops melacanthus) | terrestre) 10 – 40 L/ha (aplicação aérea) | reaplicar quando necessário. Usar a maior dose em caso de altas infestações. Intervalo entre aplicações: 7 dias. | |||
Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae) | |||||
Culturas | Pragas Nome comum/científico | Dose de produto comercial | Volume de calda (1) | Época e intervalo de aplicação | Nº Máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Uva | Broca-dos-ramos (Paramadarus complexus) | 300 – 400 mL/ha | 600 L/ha (aplicação terrestre) | Iniciar as aplicações no início da infestação ou adultos na cultura. Intervalo entre aplicações: 7 dias | 2 |
Traça-dos-cachos (Cryptoblabes gnidiella) | 400 mL/ha |
(1) O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abóbora | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Abobrinha | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Algodão | Anthonomus grandis | Bicudo | Ver detalhes |
| Alho | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Amendoim | Euschistus heros | Percevejo Marrom | Ver detalhes |
| Arroz | Oebalus poecilus | Percevejo-da-panícula, Percevejo-do-arroz | Ver detalhes |
| Aveia | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Batata | Chrysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira | Ver detalhes |
| Batata yacon | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Batata-doce | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete , Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Berinjela | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Beterraba | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Brócolis | Trichoplusia ni | Falsa-medideira-da-couve, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Migdolus fryanus | Broca-da-cana, Migdolus | Ver detalhes |
| Cará | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Cenoura | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cevada | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga verde | Ver detalhes |
| Chalota | Thrips tabaci | Tripes | Ver detalhes |
| Chuchu | Diaphania nitidalis | Broca-das-curcubitáceas | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Coco | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmeiras, Lagarta-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Couve | Trichoplusia ni | Falsa-medideira-da-couve, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Trichoplusia ni | Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Couve-de-bruxelas | Trichoplusia ni | Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Couve-flor | Trichoplusia ni | Falsa-medideira-da-couve, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Dendê | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmáceas | Ver detalhes |
| Ervilha | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Jiló | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Lentilha | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Mandioca | Erinnyis ello | Gervão, Mandarová | Ver detalhes |
| Mandioquinha-salsa | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Maxixe | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Melancia | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Melão | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Milheto | Rhopalosiphum maidis | Pulgão-dos cereais | Ver detalhes |
| Milho | Dalbulus maidis | Cigarrinha-do-milho | Ver detalhes |
| Nabo | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Pepino | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Pera | Bonagota cranaodes | Lagarta enroladeira | Ver detalhes |
| Pimenta | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Pimentão | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Pupunha | Brassolis sophorae | Lagarta das Palmeiras | Ver detalhes |
| Quiabo | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Rabanete | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete , Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Repolho | Trichoplusia ni | Falsa-medideira-da-couve, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Soja | Chrysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira. | Ver detalhes |
| Sorgo | Dichelops melacanthus | percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Triticale | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Uva | Cryptoblabes gnidiella | Broca-dos-cachos, Traça-dos-cachos | Ver detalhes |
O inseticida PREMIO® STAR; KATAZ BR; RHYME BR pode ser aplicado com pulverizadores tratorizados e pulverizador costal manual e pressurizado com os diferentes tipos e espaçamento de bicos recomendados pelos fabricantes. A altura da barra deve obedecer às recomendações dos fabricantes devendo, em toda a sua extensão, estar na mesma altura e ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura, de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas. Mantenha a agitação do tanque e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação ou danos nas culturas vizinhas.
O inseticida PREMIO® STAR; KATAZ BR; RHYME BR pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas nas culturas de algodão, amendoim, arroz, aveia, batata, cevada, citros, coco, dendê, ervilha, feijão, feijões, grão- de-bico, lentilha, mandioca, milheto, milho, pupunha, soja, sorgo, trigo e triticale.
Equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos.
Tipo de bicos: cônicos D8, D10 ou D12, core 44 a 46, ou atomizadores de tela rotativa (Micronair) - Ângulo dos bicos em relação à direção de vôo: 135º e de acordo com as condições climáticas.
Volume de aplicação: mínimo de 10 L de calda/ha.
Altura de vôo: 2,0 a 4,0 metros sobre a cultura.
Largura da faixa de deposição efetiva: 13 a 15 m, de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma cobertura uniforme.
Evite a sobreposição das faixas de aplicação.
Parâmetros mínimos aceitáveis na uniformidade de aplicação: diâmetro de gotas de 150 a 200 micra e densidade de gotas mínima de 30 gotas/cm².
Deve-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
Temperatura ambiente: inferior a 30ºC;
Umidade relativa do ar: superior a 55%;
Velocidade do vento: máxima de 15 km/h. Não aplicar se houver rajadas de vento.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
O abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. Agitar bem o produto antes do uso, adicionar ao tanque do pulverizador e completar o volume com água. A agitação deverá ser constante durante a preparação e aplicação da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, válvulas, filtros, bicos e difusores e, quando aplicável, no fluxômetro.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Atenção ao descarte dos resíduos da limpeza conforme a legislação Estadual ou Municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
As condições climáticas, o estádio de desenvolvimento da cultura, proximidades de organismos não alvos e culturas para os quais o produto não esteja registrado, devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
CULTURA | INTERVALO DE SEGURANÇA (Dias) |
Abóbora | 1 |
Abobrinha | 1 |
Algodão | 14 |
Alho | 7 |
Amendoim | 7 |
Arroz | 15 |
Aveia | 7 |
Batata | 1 |
Batata-doce | 7 |
Batata yacon | 7 |
Berinjela | 1 |
Beterraba | 7 |
Brócolis | 1 |
Café | 14 |
Cana-de-açúcar | 60 |
Cará | 7 |
Cebola | 7 |
Cenoura | 7 |
Cevada | 7 |
Chalota | 7 |
chuchu Chuchu | 1 |
Citros | 7 |
Coco | 7 |
Couve | 1 |
Couve-chinesa | 1 |
Couve-flor | 1 |
Couve-de-bruxelas | 1 |
Dendê | 7 |
Ervilha | 7 |
Feijão | 7 |
Feijões | 7 |
Grão-de-bico | 7 |
Jiló | 1 |
Lentilha | 7 |
Maçã | 14 |
Mandioca | 7 |
Mandioquinha-salsa | 7 |
Maxixe | 1 |
Melão | 7 |
Melancia | 7 |
Milheto | 14 |
Milho | 14 |
Nabo | 7 |
Pepino | 1 |
Pera | 14 |
Pêssego | 14 |
Pimenta | 1 |
Pimentão | 1 |
Pupunha | 7 |
Quiabo | 1 |
Rabanete | 7 |
Repolho | 1 |
Soja | 14 |
Sorgo | 14 |
Tomate | 1 |
Trigo | 7 |
Triticale | 7 |
Uva | 7 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | |||
Nome científico | Nome comum | g p.c./ha | Nº de aplicações | Volume de calda | |
Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete | 150 (sulco de plantio) + 200 (amontoa) | 2 | 150 – 300 L/ha |
Cana-de-açúcar (Plantios novos) | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | 500 | 1 | 300 L/ha |
Migdolus fryanus | Migdolus | 500 ou (400+250) | 2 | ||
Heterotermes tenuis Cornitermes cumulans Neocapritermes opacus Proconitermes triacifer | Cupins | 200 – 250 | 1 | ||
Cana-de-açúcar (Soqueiras) | Heterotermes tenuis Cornitermes cumulans Neocapritermes opacus Proconitermes triacifer | Cupins | 250 | 1 | |
Cana-de-açúcar (Plantio novos ou Soqueiras) | Atta capiguara | Saúva parda | 1 – 2 g p.c./L de calda | 1 | 50 mL de calda por olheiro |
Eucalipto (imersão das mudas) | Syntermes molestus | Cupim-do-solo | 500g/100l | 1 | - |
Cornitermes bequaert | Cupim-do-chifre | 1 | |||
Milho | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete | 100 | 1 | 250 - 300 |
Diloboderus abderus | Pão-de-galinha | 100 | |||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Atta capiguara | Saúva parda | Ver detalhes |
| Milho | Atta capiguara | Saúva parda | Ver detalhes |
Imersão de mudas: Proceder a imersão das bandejas com as mudas durante um período de 30 segundos. Em seguida retirá-las e deixar escorrer o excesso de calda por um período de 2 minutos. Aguardar secagem das bandejas antes de efetuar o plantio das mudas. Cada 100 L de calda é suficiente para tratar 10.000 mudas. Uma única aplicação antes do transplante.
Preparar uma calda inseticida contendo 0,5% de RAINIL, DRUMNIL XTRA, FIERO XTRA, OPNIL XTRA, proceder à imersão das bandejas com as mudas durante um período de 30 segundos, em seguida, retirá-las e deixar escorrer o excesso de calda por um período de 2 minutos. Aguardar a secagem das bandejas antes de efetuar o plantio das mudas.
O produto pode ser aplicado através de equipamento tratorizado adaptados, com bico de jato leque (plano) ou cônico, dependendo do alvo a ser atingido; ou pulverização costal manual. Procurar sempre colocar o produto no local de ocorrência da praga a ser controlada. Utilizar pulverizado costal para o controle de formigas.
Pressão: 20 a 80 lb/pol²
Tamanho de gotas: 110 a 250 micras de diâmetro Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm²
Não aplicar o produto com ventos superiores a 10 km/h, não aplicar sob chuva; temperatura deverá ser inferior a 27 ºC; umidade relativa deverá ser superior a 55%.
Observações: deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou chuva.
Encher ¾ do volume do tanque de pulverização com água e adicionar RAINIL, DRUMNIL XTRA, FIERO XTRA, OPNIL XTRA mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Cultura | Intervalo de Segurança (dias) |
Batata (solo) | (1) |
Cana-de-açúcar (solo) | (1) |
Cana-de-açúcar (solo) | 30 |
Eucalipto | UNA |
Milho (solo) | (1) |
(1) Intervalo de Segurança não determinado devido à modalidade de emprego UNA: Uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Milho | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
Cultura | Alvo | Dose mL/ha | Época de Aplicação |
Broca da cana-de-açúcar (Diatraea saccharalis) | 100 - 200 | Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido. Se necessário, repetir a aplicação. Não aplique este produto em época de floração. | |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2 Intervalo de Aplicação: será determinado em função da reinfestação | |||
Volume de calda:
| |||
Cana- de- açúcar | Broca-gigante (Telchin licus) | 1.250 - 1.750 | Como não há nível de dano econômico determinado, o controle é geralmente iniciado no momento em que a praga é detectada ou baseado em histórico de ocorrência. Realizar uma única aplicação com equipamentos acoplados na colhedora mecânica, no momento da colheita, antes dos restos da cultura serem depositados sobre a soqueira. A menor dose é recomendada para o controle em infestações iniciais. A maior dose deve ser recomendada para área com registros de ocorrência de elevada infestação. Não aplique este produto em época de floração. |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 Intervalo de Aplicação: será determinado em função da reinfestação | |||
Volume de calda:
| |||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
É importante ressaltar que a definição dos equipamentos de pulverização e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um Engenheiro Agrônomo.
Aplicações terrestres:
Os parâmetros de aplicação através de equipamentos tratorizados ou autopropelidos, como tipo de pontas, pressão de trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
As aplicações via equipamentos de irrigação tipo pivô central devem sempre: utilizar equipamentos de irrigação bem ajustados, que possibilitem cobertura uniforme do produto; utilizar sistemas de injeção completos e adequadamente calibrados, seguindo as orientações do fabricante; verificar as características da área a ser tratada, quantidade de produto necessária e a taxa de injeção; utilizar equipamentos de proteção individual.
Aplicações aéreas:
Recomenda-se a utilização de barras com pontas específicas ou atomizadores rotativos do tipo “Micronair”, sempre procurando obter uma boa cobertura na aplicação. Toda aplicação com aeronave agrícola deve ser controlada/monitorada por GPS.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) ou que tenham sido capacitadas e treinadas pela Corteva Agriscience, através do nosso programa de Boas Práticas Agrícolas, para realizar a aplicação aérea deste produto. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto.
Antes de iniciar a aplicação com aeronave remotamente pilotada (ARP/drones), certifique-se que há um planejamento de voo e este foi autorizado, registre os dados de voo e garanta a segurança operacional.
A aplicação deste produto pode ser realizada com drones agrícolas de pulverização, mantendo-se uma altura de voo de 2,5 a 3 m acima dos alvos. Evite alturas de voo muito altas ou muito baixas, pois esses procedimentos aumentam o risco de deriva. O drone deve ser calibrado para uma taxa de aplicação (volume de calda) mínima de 10 L/ha. A seleção das pontas hidráulicas ou o ajuste da rotação de bicos rotativos deve propiciar espectro de gotas finas, dentro de toda a faixa útil de vazões de trabalho, de forma à proporcionar deposição adequada no alvo, bem como minimizar ao máximo a sobreposição não adequada de voo. É importante que as pontas sejam escolhidas em função das características operacionais da aeronave, para que a classe do espectro de gotas fique dentro do recomendado.
Evite utilizar o drone sem que haja adequada e necessária sobreposição de passadas durante a aplicação, a exemplo do que se faz em aplicações aéreas convencionais. A faixa de deposição ideal para os drones deve ser calculada com as mesmas metodologias utilizadas para a aplicação aérea convencional. Entretanto, na impossibilidade da realização desta avaliação, considere que os drones multirrotores com até 30 kg de carga útil apresentam faixas de deposição ideal entre 4 e 6 m. Havendo dúvida, consulte o fabricante do equipamento sobre o melhor ajuste desse parâmetro para cada modelo de drone.
Ao pulverizar com drones, utilize técnicas para a redução da deriva. Lembre-se que o drone é uma plataforma de aplicação aérea e requer os devidos cuidados para evitar a deriva.
Mantenha uma faixa de segurança de acordo com a legislação vigente.
Recomendamos e é necessário realizar a aplicação de drones do REVOLUX com empresas que tenham realizado os cursos para aplicação através de aeronaves remotamente pilotadas (drones/ARP), de acordo com a Normativa MAPA nº 298, de 22 setembro de 2021, ou qualquer outra que venha complementá-la ou substituí- la, e com equipamentos registrados nos órgãos competentes para operacionalizar. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto. Sempre consulte as normas vigentes (MAPA, DECEA, ANAC e ANATEL).
Volume de calda | Classe de gotas | Altura de voo | Faixa de aplicação |
Mínimo de 10 L/ha | Fina | 2,5 a 3 m | Ajuste de acordo com cada modelo de drone |
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
< 30°C | > 50% | entre 3 e 10 km/h |
Deve-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
Temperatura ambiente: igual ou inferior a 30ºC.
Umidade relativa do ar: acima de 50%.
Velocidade do vento: calmo (entre 3 e 10 km/h).
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um engenheiro agrônomo.
Cana-de-açúcar 60 dias
Cana-de-açúcar (1)
Não determinado devido a modalidade de emprego.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 72 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO:
O RIMON SUPRA é um inseticida fisiológico do grupo químico benzoiluréia recomendado para o controle de pragas nas culturas de abóbora, abobrinha, algodão, ameixa, amendoim, amora, arroz irrigado, aveia, azeitona, batata, brócolis, café, cana-de-açúcar, centeio, cevada, chuchu, couve, couve-chinesa, couve-de-bruxelas, couve-flor, ervilha, feijão, framboesa, grão-de-bico, lentilha, maçã, marmelo, maxixe, melancia, melão, milheto, milho, mirtilo, morango, nectarina, nêspera, pepino, pêra, pêssego, pitanga, repolho, soja, sorgo, tomate, trigo e triticale.
Pelo seu modo de ação (inibidor da síntese de quitina), RIMON SUPRA não possui efeito de choque. Sua eficiência começa a se manifestar entre 3 a 5 dias após a pulverização. Logo, deve-se iniciar as pulverizações quando os insetos estão na fase de 1º e 2º ínstar de desenvolvimento. Desta maneira, a aplicação do produto evitará que os insetos cheguem a ínstares mais avançados, evitando prejuízos.
Cultura | Alvo Biológico | Dose (mL/ha) | Época, número e intervalo de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
ABÓBORA | Broca-das- cucurbitáceas | Diaphania nitidalis | 30 a 50 mL/100 L | Aplicar preventivamente iniciando a pulverização no florescimento pleno, procurando atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos da cultura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. |
ABOBRINHA | Broca-das- cucurbitáceas | Diaphania nitidalis | 30 a 50 mL/100 L | O Rimon Supra deve ser aplicado quando for constatada a presença da mariposa na lavoura, devendo atingir toda a parte aérea procurando proteger as flores e frutos. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. |
ALGODÃO | Curuquerê | Alabama argillacea | 100 | O Rimon Supra deve ser aplicado quando forem constatadas duas lagartas por planta ou 25% de desfolha do ponteiro. Repetir a aplicação caso haja reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 15 dias. |
Lagarta-militar | Spodoptera frugiperda | 150 a 250 | Aplicar quando houver de 10 a 12% de botões florais atacados. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Repetir a aplicação caso haja reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 15 dias. | |
AMEIXA | Mariposa- oriental | Grapholita molesta | 40 mL/ 100 L | Aplicar no início da infestação da praga com atenção especial aos ponteiros novos e os frutos. Realizar no máximo 3 aplicações por safra da cultura com intervalo de 14 dias. |
AMENDOIM | Lagarta do pescoço vermelho | Stegasta bosquella | 300 | O Rimon Supra deve ser aplicado quando for constatada a presença de lagartas na lavoura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Cultura | Alvo Biológico | Dose (mL/ha) | Época, número e intervalo de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
AMENDOIM | Lagarta -do- cartucho | Spodoptera frugiperda | 100 a 150 | O Rimon Supra deve ser aplicado quando for constatada a presença de lagartas na lavoura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 15 dias. |
AMORA | Lagarta-das- folhas | Automeris memusae | 60mL/ 100 L | Aplicar Rimon Supra no início da infestação quando as lagartas se encontrarem nos primeiros instares de desenvolvimento. Repetir a aplicação caso haja reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações por safra da cultura com intervalo de 10 dias. |
ARROZ IRRIGADO | Lagarta-do- trigo | Pseudaletia sequax | 150 a 200 | Aplicar quando for constatado o início da infestação de lagartas na lavoura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Realizar no máximo 2 (duas) aplicações por safra com intervalos de 7 dias. |
AZEITONA | Lagarta-da- oliveira | Palpita spp | 60 mL/ 100 L | Aplicar Rimon Supra no início da infestação quando as lagartas se encontrarem nos primeiros instares de desenvolvimento. Repetir a aplicação caso haja reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações por safra da cultura com intervalo de 10 dias. |
AVEIA | Lagarta-do- trigo | Pseudaletia sequax | 50 a 75 | Aplicar quando for constatada a presença de lagartas na lavoura e/ou sintomas de ataque nas folhas. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 15 dias. |
Lagarta- militar | Spodoptera frugiperda | 75 a 100 | ||
BATATA | Traça-da- batatinha | Phthorimaea operculella | 200 a 300 | Aplicar Rimon Supra logo no início da infestação antes que a praga ataque os tubérculos. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. |
Cultura | Alvo Biológico | Dose (mL/ha) | Época, número e intervalo de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
BRÓCOLIS | Traça-das- crucíferas | Plutella xylostella | 40 a 50 mL/100 L | Iniciar a aplicação de Rimon Supra quando for constatada a presença da praga na lavoura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. |
CAFÉ | Bicho- mineiro-do- café | Leucoptera coffeella | 250 a 300 | Aplicar Rimon Supra no início da infestação. Estar atento aos períodos mais secos do ano os quais favorecem a ocorrência da praga. Usar a dose maior em casos de infestações altas. Poderá ser utilizado óleo mineral na concentração de 0,25% para melhorar a cobertura e molhamento das folhas. Realizar no máximo 2 aplicações por safra da cultura com intervalo de 45 dias. |
CANA-DE- AÇÚCAR | Broca-da- cana | Diatraea saccharalis | 100 a 150 | Iniciar o controle quando houver infestação igual ou superior a 3% de lagartas sobre as folhas. A amostragem é feita observando-se, na região do limbo, junto ao “palmito” da cana, a presença de lagartas de 1º e 2º ínstar antes de entrarem no colmo. Deve-se pulverizar a planta visando atingir as folhas na região do palmito. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 2 aplicações por safra da cultura com intervalo de 60 dias. |
CHUCHU | Broca-das- cucurbitáceas | Diaphania nitidalis | 30 a 50 mL/100 L | Aplicar preventivamente iniciando a pulverização no florescimento pleno, procurando atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos da cultura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. |
COUVE | Traça-das- crucíferas | Plutella xylostella | 40 a 50 mL/100 L | Iniciar a aplicação de Rimon Supra quando for constatada a presença da praga na lavoura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. |
Cultura | Alvo Biológico | Dose (mL/ha) | Época, número e intervalo de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
COUVE- CHINESA | Traça-das- crucíferas | Plutella xylostella | 40 a 50 mL/100 L | Iniciar a aplicação de Rimon Supra quando for constatada a presença da praga na lavoura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. |
COUVE-DE- BRUXELAS | Traça-das- crucíferas | Plutella xylostella | 40 a 50 mL/100 L | Iniciar a aplicação de Rimon Supra quando for constatada a presença da praga na lavoura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. |
COUVE-FLOR | Traça-das- crucíferas | Plutella xylostella | 40 a 50 mL/100 L | Iniciar a aplicação de Rimon Supra quando for constatada a presença da praga na lavoura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. |
ERVILHA | Lagarta-falsa- medideira | Chrysodeixis includens | 100 a 150 | Aplicar quando for constatada a presença de lagartas na lavoura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 15 dias. |
CENTEIO | Lagarta-do- trigo | Pseudaletia sequax | 50 a 75 | Aplicar quando for constatada a presença de lagartas na lavoura e/ou sintomas de ataque nas folhas. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 15 dias. |
Lagarta- militar | Spodoptera frugiperda | 75 a 100 | ||
CEVADA | Lagarta-do- trigo | Pseudaletia sequax | 50 a 75 | Aplicar quando for constatada a presença de lagartas na lavoura e/ou sintomas de ataque nas folhas. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 15 dias. |
Lagarta- militar | Spodoptera frugiperda | 75 a 100 | ||
FEIJÃO | Lagarta-falsa- medideira | Chrysodeixis includens | 100 a 150 | Aplicar quando for constatada a presença de lagartas na lavoura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 15 dias. |
Cultura | Alvo Biológico | Dose (mL/ha) | Época, número e intervalo de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
FRAMBOESA | Lagarta-das- folhas | Spodoptera eridania | 60 mL/ 100 L | Aplicar Rimon Supra no início da infestação quando as lagartas se encontrarem nos primeiros instares de desenvolvimento. Repetir a aplicação caso haja reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações por safra da cultura com intervalo de 10 dias. |
GRÃO-DE- BICO | Lagarta-falsa- medideira | Chrysodeixis includens | 100 a 150 | Aplicar quando for constatada a presença de lagartas na lavoura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 15 dias. |
LENTILHA | Lagarta-falsa- medideira | Chrysodeixis includens | 100 a 150 | Aplicar quando for constatada a presença de lagartas na lavoura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 15 dias. |
MAÇÃ | Lagarta- enroladeira- da-folha | Bonagota cranaodes | 50 mL/100 L | Aplicar Rimon Supra no início da infestação. Realizar no máximo 3 aplicações por safra da cultura com intervalo de 14 dias. |
Mariposa- oriental | Grapholita molesta | 40 mL/100 L | Aplicar Rimon Supra no início da infestação com atenção especial aos ponteiros novos. Realizar no máximo 3 aplicações por safra da cultura com intervalo de 14 dias. | |
MARMELO | Mariposa- oriental | Grapholita molesta | 40 mL/ 100 L | Aplicar no início da infestação da praga com atenção especial aos ponteiros novos e os frutos. Realizar no máximo 3 aplicações por safra da cultura com intervalo de 14 dias. |
MAXIXE | Broca-das- cucurbitáceas | Diaphania nitidalis | 30 a 50 mL/100 L | Aplicar preventivamente iniciando a pulverização no florescimento pleno, procurando atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos da cultura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. |
Cultura | Alvo Biológico | Dose (mL/ha) | Época, número e intervalo de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
MELÃO | Broca-das- cucurbitácea s | Diaphania nitidalis | 30 a 50 mL/100 L | Aplicar preventivamente iniciando a pulverização no florescimento pleno, procurando atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos da cultura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 20 dias. |
MELANCIA | Broca-das- cucurbitácea s | Diaphania nitidalis | 30 a 50 mL/100 L | Aplicar preventivamente iniciando a pulverização no florescimento pleno, procurando atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos da cultura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 20 dias. |
MILHETO | Lagarta- militar | Spodoptera frugiperda | 150 mL/100 L | Iniciar o controle da lagarta logo que surjam os primeiros sintomas de ataque ao cartucho e folhas raspadas. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 15 dias. |
MILHO | Lagarta-do- cartucho | Spodoptera frugiperda | 150 | Iniciar o controle da lagarta logo que surjam os primeiros sintomas de ataque ao cartucho e folhas raspadas. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 15 dias. |
MIRTILO | Lagarta-das- folhas | Spodoptera eridania | 60 mL/ 100 L | Aplicar Rimon Supra no início da infestação quando as lagartas se encontrarem nos primeiros instares de desenvolvimento. Repetir a aplicação caso haja reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações por safra da cultura com intervalo de 10 dias. |
MORANGO | Lagarta-das- folhas | Spodoptera eridania | 60 mL/ 100 L | Aplicar Rimon Supra no início da infestação quando as lagartas se encontrarem nos primeiros instares de desenvolvimento. Repetir a aplicação caso haja reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações por safra da cultura com intervalo de 10 dias. |
NECTARINA | Mariposa- oriental | Grapholita molesta | 40 mL/ 100 L | Aplicar no início da infestação da praga com atenção especial aos ponteiros novos e os frutos. Realizar no máximo 3 aplicações por safra da cultura com intervalo de 14 dias. |
Cultura | Alvo Biológico | Dose (mL/ha) | Época, número e intervalo de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
NÊSPERA | Mariposa- oriental | Grapholita molesta | 40 mL/ 100 L | Aplicar no início da infestação da praga com atenção especial aos ponteiros novos e os frutos. Realizar no máximo 3 aplicações por safra da cultura com intervalo de 14 dias. |
PÊRA | Mariposa- oriental | Grapholita molesta | 40 mL/ 100 L | Aplicar no início da infestação da praga com atenção especial aos ponteiros novos e os frutos. Realizar no máximo 3 aplicações por safra da cultura com intervalo de 14 dias. |
PÊSSEGO | Mariposa- oriental | Grapholita molesta | 40 mL/100 L | Aplicar no início da infestação da praga com atenção especial aos ponteiros novos e os frutos do pessegueiro. Realizar no máximo 3 aplicações por safra da cultura com intervalo de 14 dias. |
PEPINO | Broca-das- cucurbitácea s | Diaphania nitidalis | 30 a 50 mL/100 L | Aplicar preventivamente iniciando a pulverização no florescimento pleno, procurando atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos da cultura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. |
PITANGA | Lagarta-das- folhas | Spodoptera eridania | 60 mL/ 100 L | Aplicar Rimon Supra no início da infestação quando as lagartas se encontrarem nos primeiros instares de desenvolvimento. Repetir a aplicação caso haja reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações por safra da cultura com intervalo de 10 dias. |
REPOLHO | Traça-das- crucíferas | Plutella xyllostella | 40 a 50 mL/100 L | Iniciar a aplicação de Rimon Supra quando for constatada a presença da praga na lavoura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. |
SOJA | Lagarta-da- soja | Anticarsia gemmatalis | 50 a 75 | Aplicar Rimon Supra quando houver desfolha de 30% antes da floração, e, 15% de desfolha após a floração até o desenvolvimento de vagens. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 15 dias. |
Cultura | Alvo Biológico | Dose (mL/ha) | Época, número e intervalo de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
SORGO | Lagarta- militar | Spodoptera frugiperda | 150 | Iniciar o controle da lagarta logo que surjam os primeiros sintomas de ataque ao cartucho e folhas raspadas. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 15 dias. |
TOMATE | Broca- pequena-do- tomateiro | Neoleucinod es elegantalis | 60 a 80 mL/100 L | As pulverizações devem ser iniciadas quando os frutos estiverem pequenos, aplicando Rimon Supra principalmente no local da postura, ou seja, nas sépalas. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias. |
Traça-do- tomateiro | Tuta absoluta | 20 mL/100 L | As aplicações de Rimon Supra devem ser iniciadas quando for constatada a presença de adultos na lavoura. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias. | |
TRIGO | Lagarta-do- trigo | Pseudaletia sequax | 50 a 75 | Aplicar quando for constatada a presença de lagartas na lavoura e/ou sintomas de ataque nas folhas. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 15 dias. |
Lagarta- militar | Spodoptera frugiperda | 75 a 100 | ||
TRITICALE | Lagarta-do- trigo | Pseudaletia sequax | 50 a 75 | Aplicar quando for constatada a presença de lagartas na lavoura e/ou sintomas de ataque nas folhas. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 15 dias. |
Lagarta- militar | Spodoptera frugiperda | 75 a 100 | ||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abóbora | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Abobrinha | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Algodão | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Ameixa | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Amora | Automeris memusae | Lagarta das folhas | Ver detalhes |
| Aveia | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Brócolis | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Centeio | Spodoptera frugiperda | Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Cevada | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Chuchu | Diaphania nitidalis | Broca-das-curcubitáceas | Ver detalhes |
| Couve | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Plutella xylostella | Traça das crucíferas | Ver detalhes |
| Couve-de-bruxelas | Plutella xylostella | Traça das crucíferas | Ver detalhes |
| Couve-flor | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Ervilha | Chrysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira. | Ver detalhes |
| Feijão | Pseudoplusia includens | Lagarta-do-linho, Lagarta-falsa-medideira | Ver detalhes |
| Framboesa | Spodoptera eridania | Lagarta-das-folhas | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Chrysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira. | Ver detalhes |
| Lentilha | Chrysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira. | Ver detalhes |
| Maçã | Bonagota cranaodes | Lagarta-enroladeira-da-folha | Ver detalhes |
| Marmelo | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Maxixe | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Melancia | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Melão | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Milheto | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Mirtilo | Spodoptera eridania | Lagarta-das-folhas | Ver detalhes |
| Morango | Spodoptera frugiperda | Lagarta das folhas | Ver detalhes |
| Nectarina | Grapholita molesta | mariposa oriental | Ver detalhes |
| Nêspera | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Pepino | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Pera | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Pessego | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Pitanga | Spodoptera eridania | Lagarta-das-folhas | Ver detalhes |
| Repolho | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Triticale | Spodoptera frugiperda | Lagarta-militar | Ver detalhes |
A aplicação do inseticida RIMON SUPRA poderá ser efetuada através de pulverização terrestre ou aérea.
Utilizar equipamentos com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico ou leque, que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem a ocorrência de deriva:
Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) VMD;
Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm2;
Volume de calda:
Abóbora, abobrinha, ameixa, chuchu, marmelo, maxixe, melão, melancia, nectarina, nêspera, pêssego, pepino e pêra: 800 L/ha;
Algodão: Curuquerê (Alabama argillacea) 200 L/ha e Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) 300 L/ha;
Batata, brócolis, couve, couve-chinesa, couve-flor, couve-de-bruxelas e repolho: 600 L/ha;
Café: 300 a 500 L/ha;
Cana-de-açúcar: 300 L/ha;
Amendoim, ervilha, feijão, grão-de-bico e lentilha: 200 L/ha;
Maçã e tomate: 1000 L/ha;
Milho, milheto e sorgo: 200 a 300 L/ha;
Amora, azeitona, framboesa, mirtilo, morango e pitanga: 500 a 1000 L/ha;
Arroz irrigado e Soja: 150 L/ha;
Aveia, Centeio, Cevada, Trigo e Triticale: Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) 150 a 200 L/ha; Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) 200 L/ha.
Para as culturas de algodão, amendoim, arroz irrigado, aveia, café, cana-de-açúcar, centeio, cevada, feijão, milho, soja, sorgo, trigo e triticale, RIMON SUPRA pode ser aplicado via aérea através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos hidráulicos Spraying Systems D8, core 46 ou atomizadores rotativos (Micronair AU 5000 ou semelhante) apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota fina a média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Altura de vôo: A altura do vôo depende das características da aeronave, das condições da área-alvo, em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao vôo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de vôo situa-se entre 2 a 4 metros acima da vegetação a controlar, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.
Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. Deve ser determinada mediante testes de deposição com as aeronaves e equipamentos que serão empregados na aplicação. Varia principalmente com a altura de vôo, porte da aeronave e diâmetro das gotas.
Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) VMD. Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas.
Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm² variando com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.
Volume de aplicação: Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas. Como orientação geral, aplicar de 20 a 40 litros/hectare de calda.
Colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de pulverização. Em seguida, adicionar RIMON SUPRA nas doses recomendadas, completando o tanque com água e mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida, mantendo o sistema de agitação do tanque em funcionamento durante a aplicação.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o processo de preparo da calda.
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
Temperatura ambiente até 30ºC;
Umidade relativa do ar no mínimo de 50%;
Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
Abóbora............................ | 3 dias |
Abobrinha......................... | 7 dias |
Algodão............................ | 93 dias |
Amendoim........................ | 21 dias |
Ameixa............................. | 7 dias |
Amora............................... | 3 dias |
Arroz irrigado.................... | 14 dias |
Aveia................................. | 14 dias |
Azeitona............................ | 3 dias |
Batata............................... | 7 dias |
Brócolis............................. | 3 dias |
Café.................................. | 21 dias |
Cana-de-açúcar................ | 7 dias |
Centeio............................. | 14 dias |
Cevada............................. | 14 dias |
Chuchu............................. | 3 dias |
Couve............................... | 3 dias |
Couve-chinesa.................. | 3 dias |
Couve-flor......................... | 3 dias |
Couve-de-bruxelas........... | 3 dias |
Ervilha............................... | 21 dias |
Feijão................................ | 21 dias |
Framboesa....................... | 3 dias |
Grão-de-bico..................... | 21 dias |
Lentilha............................. | 21 dias |
Maçã................................. | 3 dias |
Marmelo............................ | 7 dias |
Maxixe.............................. | 3 dias |
Melão................................ | 3 dias |
Melancia........................... | 3 dias |
Milheto.............................. | 83 dias |
Milho................................. | 83 dias |
Mirtilo................................ | 3 dias |
Morango........................... | 3 dias |
Nectarina.......................... | 7 dias |
Nêspera............................ | 7 dias |
Pêra.................................. | 7 dias |
Pêssego............................ | 7 dias |
Pepino.............................. | 3 dias |
Pitanga............................. | 3 dias |
Repolho............................ | 3 dias |
Soja.................................. | 53 dias |
Sorgo................................ | 83 dias |
Tomate............................. | 7 dias |
Trigo................................. | 14 dias |
Triticale............................. | 14 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse periodo, utilize os equipamentos de proteção individual (EPl's) recomendados para o uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO:
O RIMON 100 EC é um inseticida fisiológico recomendado para o controle das pragas nas doses e culturas abaixo relacionadas.
O RIMON 100 EC é um inseticida fisiológico do grupo químico benzoiluréia recomendado para o controle de pragas nas culturas de Abobrinha, Algodão, Batata, Café, Cana-de-açúcar, Citros, Feijão, Maçã, Melão, Milho, Pêssego, Pepino, Repolho, Soja, Tomate e Trigo.
Pelo seu modo de ação (inibidor da síntese de quitina), RIMON 100 EC não possui efeito de choque. Sua eficiência começa a se manifestar entre 3 a 5 dias após a pulverização. Logo, deve-se iniciar as pulverizações quando os insetos estão na fase de 1º e 2º ínstar de desenvolvimento. Desta maneira, a aplicação do produto evitará que os insetos cheguem a ínstares mais avançados, evitando prejuízos.
Cultura | Alvo Biológico | Dose (mL/ha) | Época, número e intervalo de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
ABOBRINHA | Broca-das- cucurbitáceas | Diaphania nitidalis | 30 a 50 mL/100 L de água | O Rimon 100 EC deve ser aplicado quando for constatada a presença da mariposa na lavoura, devendo atingir toda a parte aérea procurando proteger as flores e frutos. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 07 dias. |
ALGODÃO | Curuquerê | Alabama argillacea | 100 mL/ha | O Rimon 100 EC deve ser aplicado quando forem constatadas duas lagartas por planta ou 25% de desfolha do ponteiro. Repetir a aplicação caso haja reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 07 dias. |
Lagarta-militar | Spodoptera frugiperda | 150 a 250 mL/ha | Aplicar quando houver de 10 a 12% de botões florais atacados. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Repetir a aplicação caso haja reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 07 dias. | |
BATATA | Traça-da- batatinha | Phthorimaea operculella | 200 a 300 mL/ha | Aplicar Rimon 100 EC logo no início da infestação antes que a praga ataque os tubérculos. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 07 dias. |
Cultura | Alvo Biológico | Dose (mL/ha) | Época, número e intervalo de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
CAFÉ | Bicho-mineiro- do-café | Leucoptera coffeella | 250 a 300 mL/ha | Aplicar Rimon 100 EC no início da infestação. Estar atento aos períodos mais secos do ano os quais favorecem a ocorrência da praga. Usar a dose maior em casos de infestações altas. Poderá ser utilizado óleo mineral na concentração de 0,25% para melhorar a cobertura e molhamento das folhas. Realizar no máximo 3 aplicações por safra da cultura com intervalo de 15 dias. |
CANA-DE- AÇÚCAR | Broca-da-cana | Diatraea saccharalis | 100 a 150 mL/ha | Iniciar o controle quando houver infestação igual ou superior a 6% de lagartas sobre as folhas. A amostragem é feita observando-se, na região do limbo, junto ao “palmito” da cana, a presença de lagartas de 1º e 2º ínstar antes de entrarem no colmo. Deve-se pulverizar a planta visando atingir as folhas na região do palmito. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 2 aplicações por safra da cultura com intervalo de 15 dias. |
CITROS | Bicho-furão | Ecdytolopha aurantiana | 300 a 400 mL/ha | Aplicar Rimon 100 EC no início da infestação. Monitorar a praga constantemente. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 15 dias. |
Lagarta- minadora-dos- citros | Phyllocnistis citrella | 250 a 300 mL/ha | Aplicar Rimon 100 EC no início das brotações e/ou quando for detectada as primeiras posturas ou larvas. Para melhorar cobertura e molhamento das folhas pode ser utilizado óleo mineral na dose de 0,25% v/v de calda. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 15 dias. | |
FEIJÃO | Lagarta- desfolhadora (Anticarsia gemmatalis) | 50 a 75 mL/ha | Aplicar quando for constatada a presença de lagartas na lavoura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 14 dias. | |
Lagarta-falsa- medideira | Chrysodeixis includens | 100 a 150 mL/ha | ||
Cultura | Alvo Biológico | Dose (mL/ha) | Época, número e intervalo de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
MAÇÃ | Lagarta- enroladeira- da-folha | Bonagota cranaodes | 50 mL/100 L de água | Aplicar Rimon 100 EC no início da infestação. Realizar no máximo 4 aplicações por safra da cultura com intervalo de 07 dias. |
Mariposa- oriental | Grapholita molesta | 40 mL/100 L de água | Aplicar Rimon 100 EC no início da infestação com atenção especial aos ponteiros novos e os frutos da macieira. Realizar no máximo 4 aplicações por safra da cultura com intervalo de 07 dias. | |
MELÃO | Broca-das- cucurbitáceas | Diaphania nitidalis | 30 a 50 mL/100 L de água | Aplicar preventivamente iniciando a pulverização no florescimento pleno, procurando atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos da cultura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 07 dias. |
MILHO | Lagarta-do- cartucho | Spodoptera frugiperda | 150 mL/ha | O nível de controle dessa praga é de 20% de plantas com folhas raspadas, até o 30° dia após o plantio, e de 10% de plantas com folhas raspadas do 40º ao 60° dia. Deve-se aplicar o produto com jato dirigido para o cartucho da planta. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 20 dias. |
PÊSSEGO | Mariposa- oriental | Grapholita molesta | 40 mL/100 L de água | Aplicar no início da infestação da praga com atenção especial aos ponteiros novos e os frutos do pessegueiro. Realizar no máximo 2 aplicações por safra da cultura com intervalo de 20 dias. |
PEPINO | Broca-das- cucurbitáceas | Diaphania nitidalis | 30 a 50 mL/100 L de água | Aplicar preventivamente iniciando a pulverização no florescimento pleno, procurando atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos da cultura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias. |
Cultura | Alvo Biológico | Dose (mL/ha) | Época, número e intervalo de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
REPOLHO | Traça-das- crucíferas | Plutella xyllostella | 40 a 50 mL/100 L de água | Iniciar a aplicação de Rimon 100 EC quando for constatada a presença da praga na lavoura. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 07 dias. |
SOJA | Lagarta-da- soja | Anticarsia gemmatalis | 50 a 75 mL/ha | Aplicar Rimon 100 EC quando houver desfolha de 30% antes da floração, e, 15% de desfolha após a floração até o desenvolvimento de vagens. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 21 dias. |
TOMATE | Broca- pequena-do- tomateiro | Neoleucinodes elegantalis | 60 a 80 mL/100 L de água | As pulverizações devem ser iniciadas quando os frutos estiverem pequenos, aplicando Rimon 100 EC principalmente no local da postura, ou seja, nas sépalas. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias. |
Traça-do- tomateiro | Tuta absoluta | 20 mL/100 L de água | As aplicações de Rimon 100 EC devem ser iniciadas quando for constatada a presença de adultos na lavoura. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias. | |
TRIGO | Lagarta-do- trigo | Pseudaletia sequax | 50 a 75 mL/ha | Aplicar quando for constatada a presença de lagartas na lavoura e/ou sintomas de ataque nas folhas. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 15 dias. |
Lagarta-militar | Spodoptera frugiperda | 75 a 100 mL/ha | ||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abobrinha | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Citros | Phyllocnistis citrella | Larva-minadora-das-folhas, Minadora-das-folhas | Ver detalhes |
| Feijão | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Melão | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Pepino | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Pessego | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Repolho | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
A aplicação do inseticida RIMON 100 EC poderá ser efetuada através de pulverização terrestre ou aérea.
Para as culturas de Abobrinha, Algodão, Batata, Café, Cana-de-açúcar, Citros, Feijão, Maçã, Melão, Milho, Pêssego, Pepino, Repolho, Soja, Tomate e Trigo, RIMON 100 EC pode ser aplicado na parte aérea das plantas com equipamento terrestre (costal, tratorizado ou autopropelido).
Utilizar equipamentos com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico ou leque, que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem a ocorrência de deriva:
Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) VMD;
Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm2;
Volume de calda:
Abobrinha, melão, pêssego e pepino: 800 L/ha;
Algodão: Curuquerê (Alabama argillacea) 200 L/ha e Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) 300 L/ha;
Batata e Repolho: 600 L/ha;
Café: 300 a 500 L/ha;
Cana-de-açúcar: 300 L/ha;
Citros: 2000 L/ha;
Feijão: Lagarta-desfolhadora (Anticarsia gemmatalis) 400 L/ha e Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens) 200 L/ha;
Maçã e tomate: 1000 L/ha;
Milho: 300 L/ha;
Soja: 150 L/ha;
Trigo: 200 L/ha.
Para a cultura de cana-de-açúcar, RIMON 100 EC pode ser aplicado via aérea através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos hidráulicos Spraying Systems D8, core 46 ou atomizadores rotativos (Micronair AU 5000 ou semelhante) apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota fina a média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Altura de vôo: A altura do vôo depende das características da aeronave, das condições da área-alvo, em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao vôo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de vôo situa-se entre 2 a 4 metros acima da vegetação a controlar, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.
Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. Deve ser determinada mediante testes de deposição com as aeronaves e equipamentos que serão empregados na aplicação. Varia principalmente com a altura de vôo, porte da aeronave e diâmetro das gotas.
Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) VMD. Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas.
Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm² variando com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.
Volume de aplicação: Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas. Como orientação geral, aplicar de 20 a 40 litros/hectare de calda.
Colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de pulverização. Em seguida, adicionar RIMON 100 EC nas doses recomendadas, completando o tanque com água e mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida, mantendo o sistema de agitação do tanque em funcionamento durante a aplicação.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o processo de preparo da calda.
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
Temperatura ambiente até 30ºC;
Umidade relativa do ar no mínimo de 50%;
Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
Abobrinha .......................... | 7 dias |
Algodão .......................... | 93 dias |
Batata ............................. | 7 dias |
Café ................................ | 21 dias |
Cana-de-açúcar .............. | 7 dias |
Citros .............................. | 14 dias |
Feijão............................... | 21 dias |
Maçã ............................... | 3 dias |
Melão ............................. | 3 dias |
Milho............................... | 83 dias |
Pêssego ........................... | 7 dias |
Pepino ............................ | 3 dias |
Repolho .......................... | 3 dias |
Soja................................. | 53 dias |
Tomate ........................... | 7 dias |
Trigo ............................... | 14 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURA | PRAGAS | DOSE* | NÚMERO DE APLICAÇÕES | MODALIDADE DE APLICAÇÃO | |
Nome comum | Nome científico | VOLUME DE CALDA (L/ha) | |||
Batata | Larva-alfinete | Diabrotica speciosa | 290 mL/ha (174 g i.a/ha) | 1 | Solo 300 L/ha |
Época de aplicação: Aplicação em jato dirigido no sulco de plantio da cultura no momento da semeadura. | |||||
i.a. = Ingrediente ativo
CULTURA | PRAGAS | DOSE* | NÚMERO DE APLICAÇÕES | MODALIDADE DE APLICAÇÃO | |
Nome comum | Nome científico | VOLUME DE CALDA (L/ha) | |||
Cana-de- açúcar | Cupim | Cornitermes cumulans | 300 - 400 mL/ha (180 – 240 g i.a/ha) | 1 | Solo 300 L/ha |
Cupim | Procornitermes triacifer | ||||
Cupins | Heterotermes tenuis | ||||
Migdolus | Migdolus fryanus | 700 mL/ha (420 g i.a/ha) | 1 | ||
Broca-da- cana | Diatraea saccharalis | ||||
Época de aplicação: Plantios Novos: Realizar apenas 1 aplicação preventivamente no sulco no momento do plantio da cultura com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque). Soqueira: Para controle de cupins, realizar a aplicação com equipamentos pulverizadores adaptados para tal função, com uma vazão de 300 litros de calda por hectare, abrindo um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura. Aplique somente após ser constatada a presença da praga na área, e acima do nível de dano econômico. | |||||
i.a. = Ingrediente ativo
CULTURA | PRAGAS | DOSE* | NÚMERO DE APLICAÇÕES | MODALIDADE DE APLICAÇÃO | |
Nome comum | Nome científico | VOLUME DE CALDA (L/ha) | |||
Milho | Larva-alfinete | Diabrotica speciosa | 130 mL/ha (78 g i.a/ha) | 1 | Solo 300 L/ha |
Época de aplicação: Proceder a aplicação no momento da semeadura, no sulco de plantio com equipamento adaptado, cobrindo o produto que foi pulverizado imediatamente. | |||||
i.a. = Ingrediente ativo
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Procornitermes triacifer | Cupim, Cupim-de-monte, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Milho | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
Utilizar pulverizadores específicos para aplicação, que garantam uniformidade adequada do produto no sulco de plantio, tratorizado ou manual (costal) dotados com bicos tipo jato plano (leque) com ângulos 80 ou 110, da série 02 ou 04.
Velocidade de aplicação: 6-8 km/h. Pressão de trabalho: entre 40 e 60 psi.
Os bicos de pulverização deverão estar sempre aproximadamente 30 a 50cm acima dos alvos. Nos equipamentos com mais de uma linha de aplicação, os bicos devem ter o mesmo espaçamento das linhas de plantio.
Pressão de trabalho: entre 40 e 60 psi.
Os bicos de pulverização deverão estar sempre aproximadamente 30 a 50 cm acima do alvo. Nos equipamentos com mais de uma linha de aplicação, os bicos devem ter o mesmo espaçamento das linhas de plantio.
Cana-soca: Utilizar pulverizador em boas condições de uso, que garantam uniformidade adequada das gotas, dotado com bicos tipo de jato cônico cheio para aplicação na superfície do solo.
Velocidade de aplicação: 6-8 km/h. Pressão de trabalho: entre 15 e 25 psi.
Os bicos de pulverização deverão estar sempre aproximadamente 30 cm acima do alvo. Nos equipamentos com mais de uma linha de aplicação, os bicos devem ter o mesmo espaçamento das linhas de plantio.
Realizar a pulverização no sulco utilizando-se pulverizadores que garantam uniformidade adequada do produto, dotado com bicos tipo jato plano (leque) fixados nas linhas de plantio da semeadora.
Pressão de trabalho: entre 15 e 30 psi. Tamanho de gotas: DMV acima de 480μm. Densidade de gotas: mínimo de 20 gotas/cm2.
O abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o reservatório do pulverizador até ¼ de sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. Adicionar a quantidade correta de produto, previamente medido em recipiente graduado no reservatório do pulverizador, e então, completar o volume com água. A agitação deverá ser constante durante todo o processo de preparo e pulverização da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo em seguida. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxague completamente o reservatório do pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante dessa operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivoproduto;
Complete o pulverizador com água limpa. Circule essa solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto;
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia de uso doméstico (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d´água, nascentes ou plantas úteis;
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores com um balde com a solução de limpeza;
Repita o passo 3;
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes;
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Sigas as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos esses fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
A melhor estratégia de gerenciamento da deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (>150 a 200µm). A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade, e inversão térmica.
Temperatura: Máxima de 27ºC. Umidade relativa do ar: Mínima 55%.
Velocidade do vento: Máxima de 10 km/hora (3 m/seg).
Batata, cana-de-açúcar e milho (solo): Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
O inseticida Solecor™ pertence ao grupo químico das diamidas antranílicas, atuando por contato e ingestão. O inseticida Solecor™ é seletivo para as culturas do arroz, café, cana-de-açúcar, maçã e pêssego.
Cultura | Pragas | Modalidade de Aplicação | Dose de produto comercial | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
Arroz | Bicheira do Arroz (Oryzophagus oryzae) | Aplicação foliar Terrestre ou Aérea | 60 - 85,7 g/ha | Aplicar o inseticida Solecor™ para o controle da bicheira do arroz via foliar até 5 dias após a irrigação. Utilizar dose menor com histórico menor da pressão da praga e dose maior com histórico de maior pressão da praga. |
Lagarta-da- panícula (Pseudaletia adultera e Pseudaletia sequax) | Aplicação foliar Terrestre ou Aérea | 40 - 50 g/ha | Aplicar o inseticida Solecor™ para o controle da Lagarta-da-panícula via foliar quando apresentar incidência de 5 lagartas/m² até 15 dias antes da colheita. | |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 aplicação. Volume de Aplicação:
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Café | Bicho Mineiro do Cafeeiro (Leucoptera coffeella) | Aplicação foliar Terrestre | 90 g/ha | Para controle do bicho mineiro do cafeeiro realizar aplicações foliares do inseticida Solecor™ com níveis de infestação (% de folhas atacadas com larvas vivas) de no máximo 3%. Adotar um intervalo de 45 dias entre aplicações. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. |
Número máximo de aplicações por ciclo de cultura: 2 aplicações Volume de Aplicação: - Aplicação foliar terrestre: Para o controle do Bicho Mineiro do Cafeeiro, o produto poderá ser aplicado com equipamento tratorizado turbo-atomizador, com volume de 400 L/ha, buscando atingir a parte externa e interna das plantas (obtendo cobertura uniforne de toda a planta). Pode- se utilizar pulverizador costal, manual ou motorizado. | ||||
Cultura | Pragas | Modalidade de Aplicação | Dose de produto comercial | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
Cana- de- açúcar | Cupim (Heterotermes tenuis) | Aplicação Terrestre no Sulco de Plantio | 300 - 450 g/ha | Para o controle de cupins na cultura da cana- de-açúcar, realizar uma única aplicação do inseticida Solecor™ no sulco de plantio, na dose de 300 gramas (g) do produto formulado por hectare para populações consideradas médias (abaixo de 40 indivíduos por amostra) e dose de 450 gramas (g) do produto formulado por hectare, para populações consideradas altas (acima de 40 indivíduos por amostra). |
Broca Gigante (Castnia licus) | Aplicação direta na soqueira imediatamente após a colheita | 450 g/ha | Para o controle da broca gigante na cultura da cana-de-açúcar, realizar uma única aplicação do inseticida Solecor™ com equipamentos acoplados na colheitadeira mecânica, no momento da colheita, antes dos restos da cultura serem depositados sobre a soqueira, na dose de 450 gramas (g) do produto formulado por hectare. | |
Gorgulho (Sphenophorus levis) | Aplicação direta na soqueira com disco de corte da soqueira | 450 g/ha | Para o controle do gorgulho na cultura da cana de-açúcar, realizar uma única aplicação de inseticida Solecor™ com equipamentos de disco de corte em soqueira após a emergência da cultura com até 1 metro de altura. | |
Broca da Cana (Diatraea saccharalis) | Aplicação foliar Terrestre ou Aérea | 60 g/ha | Para o controle da broca da cana realizar uma única aplicação foliar do inseticida Solecor™ com até 1% de incidência (número de plantas com larvas até o segundo instar). | |
Aplicação direta na soqueira com disco de corte da soqueira | 300 g/ha | Para o controle da broca da cana na cultura da cana-de-açúcar, realizar uma única aplicação de inseticida Solecor™ com equipamentos de disco de corte em soqueira após a emergência da cultura com até 1 metro de altura. | ||
Aplicação em mudas pré- brotadas | 150 - 300 g/ha | Para o controle da broca da cana na cultura da cana-de-açúcar, realizar uma única aplicação de inseticida Solecor™ em mudas pré- brotadas com até 3 dias antes do transplantio. |
Cultura | Pragas | Modalidade de Aplicação | Dose de produto comercial | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
Cana- de- açúcar | Broca da Cana (Diatraea saccharalis) | Aplicação Terrestre no Sulco de Plantio | 300 - 450 g/ha | Para o controle da broca da cana na cultura da cana-de-açúcar, realizar uma única aplicação de inseticida Solecor™ no sulco de plantio, na dose de 300 gramas (g) do produto formulado por hectare para populações consideradas baixas de acordo com levantamento na cultura antecessora (abaixo de 1% do índice de intensidade de infestação antes do plantio) e dose de 450 gramas (g) do produto formulado por hectare, para populações consideradas altas (até 3% do índice de intensidade de infestação antes do plantio). |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 aplicação foliar e 1 aplicação no solo (uma no sulco de plantio ou sobre o tolete da cana).
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Cultura | Pragas | Modalidade de Aplicação | Dose de produto comercial | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
Maçã | Mariposa Oriental (Grapholita molesta) | Aplicação foliar Terrestre | 10 g/100 L | Para o controle da mariposa oriental, iniciar as aplicações com no máximo 5 adultos coletados em armadilhas de feromônios espalhadas pelo pomar. Adotar um intervalo de 14 dias entre aplicações. São recomendadas no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. É recomendado no máximo 120 g pc/ha (42 g i.a./ha) por aplicação. |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 aplicações. Volume de Aplicação: - Aplicação foliar terrestre: utilizar um volume de 1200 L calda/ha, variando de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. As aplicações com o inseticida Solecor™ deverão utilizar equipamento tratorizado turbo-atomizador, buscando atingir a parte externa e interna das plantas (obtendo cobertura uniforme de toda a planta). Pode-se utilizar pulverizador costal, manual ou motorizado. | ||||
Pêssego | Mariposa Oriental (Grapholita molesta) | Aplicação foliar Terrestre | 14 g/100 L | Para o controle da mariposa oriental, iniciar as aplicações com no máximo 5 adultos coletados em armadilhas de feromônios espalhadas pelo pomar. Adotar um intervalo de 14 dias entre aplicações. São recomendadas no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. É recomendado no máximo 140 g pc/ha (49 g i.a./ha) por aplicação. |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 aplicações. Volume de Aplicação: - Aplicação foliar terrestre: utilizar um volume de 1000 L calda/ha, variando de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. As aplicações com o inseticida Solecor™ deverão utilizar equipamento tratorizado turbo-atomizador, buscando atingir a parte externa e interna das plantas (obtendo cobertura uniforme de toda a planta). Pode-se utilizar pulverizador costal, manual ou motorizado. | ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Pseudaletia adultera | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Castnia licus | Broca-gigante | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Pessego | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
Mantenha a agitação do tanque e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação ou danos a culturas vizinhas.
Para situações em que se necessite utilizar equipamento costal manual de pulverização, recomenda-se que a regulagem seja feita de maneira a manter as doses recomendadas para o produto e cobertura uniforme das plantas.
Para o controle da broca gigante (Castnia licus) na cultura da cana-de-açúcar tanques para a mistura dos defensivos devem ser acoplados a colheitadeira mecânica, para a distribuição da calda sobre a soqueira.
Pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e/ou estacionários munidos de mangueiras ou turbo-atomizadores não devem ser usados para o controle da broca gigante. A distância da ponta de pulverização ao tolete deve ser de aproximadamente 50 cm e a calda deve cobrir bem o tolete logo após a colheita e antes da palha cair sobre a área tratada. Mantenha a calda em agitação durante toda a aplicação, mantendo o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação.
Aplicação aérea: Aplicar através de aeronaves agrícolas equipadas com barra ou Micronair®. A altura de vôo deve ser de 2 a 4 metros sobre a cultura, observando-se uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura. O volume de aplicação deve ser de no mínimo 20 litros de calda por hectare. Respeitar as condições de velocidade do vento inferior a 5 km/h ou maior que 16 km/h; temperatura menor que 25ºC e umidade relativa maior que 70%, visando reduzir ao máximo as perdas por derivação e evaporação. Mantenha a calda em agitação durante toda a aplicação, mantendo o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Após o término da aplicação em pivô central, manter a irrigação por um período adicional de 15 minutos, a fim de evitar a deposição do produto no equipamento de irrigação.
ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
CULTURAS | INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS) |
Arroz | 15 |
Café | 21 |
Cana-de-açúcar (solo) | (1) |
Cana-de-açúcar (foliar) | 60 |
Maçã | 14 |
Pêssego | 14 |
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
O produto SORBA é recomendado para o controle das pragas nas culturas relacionadas a seguir e suas respectivas doses:
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
80 a 200 L/ha | ÉPOCA: Aplicar quando for constatada 2 lagartas/planta. | ||||
Curuquerê, Curuquerê-do- algodoeiro (Alabama argillacea) | 150 - 200 mL/ha | 1 aplicação | (aplicação terrestre) 20 L/ha (aplicação | ||
aérea) | |||||
80 a 200 L/ha | |||||
(aplicação | ÉPOCA: Iniciar | ||||
ALGODÃO | Lagarta-das- maçãs (Heliothis virescens) | 800 - 1000 mL/ha | 1 aplicação | terrestre) 20 L/ha | quando 20% dos ponteiros apresentarem ovos ou 15% estiverem |
(aplicação | ameaçados. | ||||
aérea) | |||||
80 a 200 L/ha | ÉPOCA: Iniciar a aplicação quando for observado o início de ataque. | ||||
Lagarta-militar, Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 300 - 400 mL/ha | 1 aplicação | (aplicação terrestre) 20 L/ha (aplicação | ||
aérea) | |||||
ÉPOCA: Iniciar a aplicação aos primeiros sintomas da presença da praga. | |||||
BATATA | Traça-da- batatinha, Cegadeira (Phthorimaea operculella) | 600 - 800 mL/ha | 4 aplicações | 400 a 800 L/ha (aplicação terrestre) | INTERV. APLICAÇÃO: Depende da pressão da praga. Fazer reaplicação, através de avaliações periódicas do seu nível populacional. |
CANA-DE- AÇÚCAR | Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 300-400 mL/ha | 2 aplicações | Ao redor de 200 L/ha (aplicação terrestre) 20 L/ha (aplicação aérea) | ÉPOCA: Aplicar quando o nível de infestação atingir entre 1 a 3% de colmos com presença de lagartas vivas, menores que 1 centímetro, antes de penetrarem no colmo. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar após 14 dias, se ocorrer reinfestação. | |||||
Aproximadame | ÉPOCA: Iniciar a aplicação quando for detectada 10% de frutos com 30 ou mais ácaros/cm2. | ||||
nte 10 L/planta | |||||
Ácaro-da-falsa- | adulta | ||||
ferrugem, | |||||
Ácaro-da- mulata | 75 mL/100 L | 1 aplicação | |||
(Phyllocoptruta | 20 L/ha | ||||
oleivora) | (aplicação | ||||
aérea) | |||||
Aprox. 10 | ÉPOCA: Aplicar quando for constatado o primeiro fruto atacado por talhão. | ||||
L/planta adulta | |||||
CITROS | Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 75 mL/100 L | 1 aplicação | 20 L/ha | |
(aplicação | |||||
aérea) | |||||
Minadora-das- folhas, Larva- | Aprox. 10 L/planta adulta | ÉPOCA: Iniciar a aplicação no início das brotações quando estiverem com 3 a 5 cm de comprimento e também quando forem detectadas as primeiras posturas ou larvas. | |||
minadora-das- folhas (Phyllocnistis citrella) | 25 mL/100 L | 1 aplicação | 20 L/ha (aplicação | ||
aérea) | |||||
COCO | Lagarta-das- palmeiras, Lagarta-do- coqueiro (Brassolis sophorae) | 40 - 50 mL/100 L | 1 aplicação | Em torno de 5 L/planta 20 L/ha (aplicação aérea) | ÉPOCA: Aplicar logo no início do aparecimento da praga. |
MAÇÃ | Mariposa- oriental (Grapholita molesta) | 100 mL/100 L | 4 aplicações | 600 a 750 L/ha (aplicação terrestre) 20 L/ha (aplicação aérea) | ÉPOCA: Iniciar as aplicações quando for detectado o nível de controle através do monitoramento populacional da praga, obtido com a captura de insetos adultos em armadilhas apropriadas, antes da entrada das larvas nos ponteiros ou frutos. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar a cada 12 dias, se ocorrer reinfestação. | |||||
MILHO | Lagarta-militar, Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 300 mL/ha | 1 aplicação | Em condições climáticas normais: 150 a 200 L/ha e em condições de seca e baixa umidade: 300 a 400 L/ha (aplicação terrestre) 20 L/ha (aplicação aérea) | ÉPOCA: Aplicar na fase da folha raspada, início da infestação. |
PEPINO | Broca-das- cucurbitáceas, Broca-da- aboboreira (Diaphania nitidalis) | 50 mL/100 L | 4 aplicações | 200 a 600 L/ha (aplicação terrestre) | ÉPOCA: Aplicar logo no início dos primeiros sintomas da praga, na fase de florescimento e antes que a praga penetre nos frutos. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar a cada 7 dias, conforme a necessidade. |
PÊSSEGO | Mariposa- oriental (Grapholita molesta) | 100 mL/100 L | 3 aplicações | 500 a 1.000 L/ha (aplicação terrestre) 20 L/ha (aplicação aérea) | ÉPOCA: Iniciar as aplicações quando for detectado o nível de controle através do monitoramento populacional da praga, obtido com a captura de insetos adultos em armadilhas apropriadas, mas antes da entrada da larva nos ponteiros ou frutos. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar se atingir o índice de infestação, com intervalo de 21 dias. |
REPOLHO | Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | 100 mL/100 L | 2 aplicações | 100 a 300 L/ha (aplicação terrestre) | ÉPOCA: Aplicar logo no início dos primeiros sintomas da praga. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar a cada 7 dias, conforme a necessidade. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
SOJA | Lagarta-da-soja, Lagarta- desfolhadora (Anticarsia gemmatalis) | 150 mL/ha | 2 aplicações | 80 a 200 L/ha (aplicação terrestre) 20 L/ha (aplicação aérea) | ÉPOCA: Aplicar quando houver 40 lagartas por batida de pano ou 30% de desfolha. INTERV. APLICAÇÃO: Varia conforme o grau de reinfestação. |
TOMATE | Ácaro-do- bronzeamento, Ácaro- bronzeado (Aculops lycopersici) | 80 mL/100 L | 4 aplicações | 400 a 1000 L/ha (aplicação terrestre) | ÉPOCA: Iniciar as aplicações no início dos primeiros sinais da praga. INTERV. APLICAÇÃO: Repetir a cada 7 dias. |
Broca-pequena- do-fruto, Broca- pequena-do- tomateiro (Neoleucinodes elegantalis) | 80 mL/100 L | 4 aplicações | 400 a 1000 L/ha (aplicação terrestre) | ÉPOCA: Aplicar logo no início dos primeiros sintomas da praga, no início do florescimento e antes que a praga penetre nos frutos. INTERV. APLICAÇÃO: Repetir a cada 7 dias. | |
Traça-do- tomateiro (Tuta absoluta) | 80 mL/100 L | 4 aplicações | 400 a 1000 L/ha (aplicação terrestre) | ÉPOCA: Iniciar as aplicações, no início dos primeiros sinais da praga. INTERV. APLICAÇÃO: Repetir a cada 7 dias. | |
TRIGO | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 100 mL/ha | 2 aplicações | 80 a 200 L/ha (aplicação terrestre) 20 L/ha (aplicação aérea) | ÉPOCA: Aplicar no início dos primeiros sintomas da praga. INTERV. APLICAÇÃO: Repetir com intervalo de 15 dias, se necessário. |
Lagarta-militar, Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 80 a 200 L/ha (aplicação terrestre) 20 L/ha (aplicação aérea) |
Pelo seu mecanismo de ação sobre os insetos, o SORBA não possui efeito de choque sobre as pragas mencionadas, e sua plena eficiência começa a manifestar-se entre 3-5 dias após a pulverização.
A maior dose deve ser utilizada em condições de alta pressão da praga e condições de clima favorável ao ataque (alta temperatura e umidade).
Apesar de eficiente contra as lagartas em qualquer fase de seu desenvolvimento, deve-se iniciar as pulverizações, quando os insetos estão ainda na fase de ovo ou no 1º ou 2º ínstar de desenvolvimento, quando ainda não causa prejuízos as culturas e, portanto, não precisam ser eliminadas rapidamente.
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido, providos de pontas que produzam gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno. Utilizar os seguintes parâmetros:
Pressão de trabalho: 100 a 400 KPA (costal) e 100 a 800 KPA (equipamentos tratorizados);
Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ (micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico);
Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm2;
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura de pulverização de no mínimo de 50 cm, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Condições Meteorológicas:
Temperatura do ar: abaixo de 30oC. Umidade relativa do ar: acima de 55%.
Velocidade do vento: média de 3 km/h até 10 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, nas pulverizações terrestres, recomenda- se o seguinte:
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Citros | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro-da-falsa-ferrugem, Ácaro-da-mulata | Ver detalhes |
| Coco | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmeiras, Lagarta-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Pepino | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Pessego | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Repolho | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Aculops lycopersici | Ácaro-bronzeado, Ácaro-do-bronzeamento | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Para as culturas do Algodão, Cana-de-Açúcar, Citros, Coco, Maçã, Milho, Pêssego, Soja e Trigo, SORBA pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 metros acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização entre 2 e 4 metros, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Condições meteorológicas:
Temperatura do ar: Abaixo de 30oC. Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Mínima de 3 km/h até 10 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Somente realizar a aplicação aérea na presença de Profissionais habilitados.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo higrômetro.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura.
Preparo da calda: o abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento, e então, adicionar o produto e complementar o produto com água. A agitação deverá ser constante durante a preparação e aplicação da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de iniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
Cultura | Dias |
Algodão | 28 dias |
Batata | 14 dias |
Cana-de-açúcar | 14 dias |
Citros | 28 dias |
Coco | 14 dias |
Maçã | 14 dias |
Milho | 35 dias |
Pepino | 7 dias |
Pêssego | 10 dias |
Repolho | 7 dias |
Soja | 35 dias |
Tomate | 10 dias |
Trigo | 14 dias |
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos Equipamentos de Proteção Individual usados durante a aplicação.
SURVEY 800 WG / JUBAILI FIPROCARE WG é um inseticida, formicida e cupinicida, de ação de contato e ingestão, do grupo químico pirazol, que contém ingrediente ativo Fipronil, 800 g/kg na formulação granulado dispersível (WG), indicado para o controle de pragas na cultura da batata, cana-de-açúcar e milho.
Cultura | Pragas Nome comum (Nome científico) | Dose p.c. (g/ha) | Volume de calda | Nº máximo de Aplicações |
Batata | Larva-alfinete (*) (Diabrotica speciosa) | 150 (sulco de plantio) + 200 (amontoa) | 150 - 300 L/ha | 2 |
Época e intervalo de aplicação: Para controle da Larva-alfinete realizar a aplicação em jato dirigido no sulco de plantio da cultura, antes da cobertura dos tubérculos somente, na dose de 150 g p.c./ha com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 150 a 300 litros de calda por hectare. Fazer uma complementação na dose de 200 g. p.c./ha no momento da “amontoa” (15 a 25 dias após a semeadura), dirigido para a base das plantas, local onde haverá a formação dos tubérculos cobrindo o produto imediatamente com terras após a aplicação, formando assim uma barreira química impedindo o acesso da praga até os tubérculos. O preparo adequado do solo antes do plantio é fundamental para o sucesso no controle da Diabrotica, a formação de torrões e rachaduras devido a irregularidade de umidade podem facilitar a entrada da praga. O monitoramento das pragas, cuidados com a tecnologia de aplicação, momento correto na aplicação, são essenciais no sucesso de controle. Se o plantio da batata for realizado no período de novembro a fevereiro e ou sequencial aos cultivos de soja, feijão, milho ou trigo deve-se realizar um bom manejo movimentando (revolver) o solo para expor indivíduos remanescentes (larvas em diferentes instares), pois esses cultivos são hospedeiros de Diabrotica speciosa (brasileirinho ou patriota). Recomenda-se realizar esta operação pelo menos 15 dias antes do plantio, favorecendo a exposição de larvas da praga a predadores, morte por inanição, e consequentemente uma redução da pressão por Diabrotica speciosa contribuindo para um controle mais efetivo do inseticida SURVEY 800 WG / JUBAILI FIPROCARE WG. Na pós emergência das plântulas de bata visando o controle de adultos é necessário o emprego de inseticidas de forma a complementar o manejo, reduzindo a oviposição por Diabrotica speciosa, remetendo a uma menor incidência da praga. Em cultivos de batata conduzidos principalmente ao lado desses cultivos (soja, milho, feijão, trigo), onde normalmente os agricultores descuidem do controle de Diabretica no final do ciclo, é importante aumentar ainda mais a atenção, pois a praga migra desses cultivos para a batata e precisamos atentos ao monitoramento, intensificando as aplicações de inseticidas no cultivo realizando-as com maior frequência. | ||||
500 (Sulco de plantio) | ||||
Migdolus (*) (Migdolus fryanus) | ou 400 (arado) + | 300 L/ha | 2 | |
250 (Sulco de plantio) | ||||
Cana-de-Açúcar (Plantios Novos) | Broca-da-cana (*) (Diatraea saccharalis) | 500 | 300 L/ha | 1 |
Cupins (*) | ||||
(Heterotermes tenuis) (Cornitermes cumulans) | 200 - 250 | 300 L/ha | 1 | |
(Neocapritermes opacus) | ||||
Cultura | Pragas Nome comum (Nome científico) | Dose p.c. (g/ha) | Volume de calda | Nº máximo de Aplicações |
(Procornitermes triacifer) | ||||
Cana-de-Açúcar (Soqueira) | Cupins (**) (Heterotermes tenuis) (Cornitermes cumulans) (Neocapritermes opacus) (Procornitermes triacifer) | 250 | 300 L/ha | 1 |
Cana-de-Açúcar (Plantios novos e soqueira) | Saúva-parda (***) (Atta capiguara) | 1 – 2 g p.c./L de calda (50mL de calda/olheiro) | 50mL/olheiro | 1 |
Época e intervalo de aplicação: Plantios novos: Migdolus: Em áreas de baixa incidência da praga, utilizar a dose de 500 g p.c./ha em uma única aplicação com auxílio de pulverizadores tratorizados adaptados com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 200 a 300 litros de calda por hectare no sulco de plantio no momento da semeadura da cultura, sempre cobrindo o local imediatamente com terra. Áreas de alta infestação utilizar o parcelamento de doses, sendo: 400 g p.c./ha pulverizado na base do arado de aiveca, formando uma barreira química no subsolo contra o ataque da praga, complementado com a dose de 250 g p.c./ha, aplicado no sulco de plantio no momento darealização da semeadura da cultura, cobrindo imediatamente com terra. Cupins e Broca-da-cana: Realizar as aplicações preventivamente no sulco de plantio, sobre as “mudas”, no momento da semeadura da cultura com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque) imediatamente antes da cobertura. Utilizar as doses mais baixas 200 g p.c./ha para controle de cupins em área onde se tenha histórico de infestações baixas da praga. A dose maior, 250 g p.c./ha deverá ser utilizada em casos em que se tenha níveis de infestações médios a altos. Soqueira: Para controle de cupins, realizar a aplicação com pulverizadores adaptados para tal função com uma vazão de 300 litros de calda por hectare, abrindo um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura. Aplique somente após ser constatado a presença da praga na área, e acima do nível de dano econômico. Plantio novo ou soqueira: Deve ser feita uma vez de forma dirigida, aplicando-se 50mL de calda/olheiro e proximidades da trilha de caminhamento. | ||||
Milho | Larva-alfinete (*) (Diabrotica speciosa) | 100 | 250 - 300 L/ha | 1 |
Pão-de-galinha (Diloboderus abderus) | ||||
Saúva-parda (Atta capiguara) | ||||
Época e intervalo de aplicação: Larva-alfinete: No controle da larva-alfinete, proceder à aplicação preventivamente em jato dirigido no sulco de plantio no momento da realização da semeadura, com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 250 a 300 litros de calda por hectare, cobrindo o produto que foi pulverizado imediatamente com terra. Pão-de-galinha: Para o controle do Pão-de-galinha o produto poderá ser aplicado no sulco de plantio no momento da semeadura com o auxílio de pulverizadores específicos de tal forma que haja uma distribuição homogênea do produto, devendo cobrir o local com terra. | ||||
p.c = produto comercial
* Aplicação de produto no sulco de plantio no momento da semeadura, utilizando doses maiores para maior período de controle.
** Aplicação do produto abaixo da superfície do solo na região de maior ocorrência do sistema radicular das plantas.
*** Aplicação do produto no olheiro e trilha de caminhamento próximo ao “olheiro”.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Neocapritermes opacus | Cupim | Ver detalhes |
| Milho | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Soja | Sternechus subsignatus | Gorgulho-da-soja, Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
Para sulco do plantio o produto poderá ser aplicado com equipamentos tratorizados adaptados com bico de jato leque (plano) ou cônico, dependendo do alvo a ser atingido, e a uma vazão de 100 a 300 litros de calda por hectare, procurando sempre colocar o produto no local de ocorrência da praga a ser controlada, devendo o mesmo ser coberto imediatamente com terra.
Para saúva parda deve ser realizado pulverização da calda do SURVEY 800 WG / JUBAILI FIPROCARE WG de forma dirigida, com um consumo de 50 mL, de calda/olheiro, usando um pulverizador costal, procurando-se atingir o centro do "olheiro" e mais parte do caminho por onde caminham as formigas (0,5 metro), procurando atingir os indivíduos ali presentes e também o solo por onde as mesmas estão circulando.
Devido à modalidade de uso as condições climáticas não são fatores limitantes para aplicações do produto, exceto caso extremos como chuvas, vento muito forte, altas temperaturas e outros fatores que possam impedir a aplicação do produto.
Batata | Não determinado por se tratar de tratamento de solo |
Cana-de-açúcar | Não determinado por se tratar de tratamento de solo |
Milho | Não determinado por se tratar de tratamento de solo |
Como a finalidade do produto é a aplicação no solo, não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam caçadas ao entrarem na área tratada.
Cultura | Alvo-biológico | Dose de aplicação (gramas/ha) | Volume de calda (L/ha) | ||
Produto comercial | Ingrediente ativo | ||||
Nome comum | Nome científico | ||||
Batata | Larva-alfinete | Diabrotica speciosa | 150 + 200 | 120 + 160 | 150-300 |
Cana-de- açúcar | PLANTIOS NOVOS | ||||
Broca-da-cana, Migdolus | Migdolus fryanus | 500 ou (400 + 250) | 400 ou (320 + 200) | 300 | |
Broca-da-cana | Diatraea saccharalis | 500 | 400 | ||
Cupins | Heterotermes tenuis Cornitermes cumulans Neocapritermes opacus Procornitermes triacifer | 200-250 | 160-200 | ||
SOQUEIRA | |||||
Cupins | Heterotermes tenuis Cornitermes cumulans Neocapritermes opacus Procornitermes triacifer | 250 | 200 | 300 | |
PLANTIOS NOVOS e SOQUEIRA | |||||
Saúva parda | Atta capiguara | 1-2 | 0,8-1,6 | 50 mL/olheiro | |
Milho | Larva-alfinete | Diabrotica speciosa | 100 | 80 | 250-300 |
Pão-de-galinha | Diloboderus abderus | ||||
Notas:
1 kg de SYNDES® 800 WG contém 800 g do ingrediente ativo fipronil.
Os volumes de calda em faixa variam em função do estádio vegetativo, densidade foliar e porte das plantas.
Batata | Aplicar o produto em jato dirigido no sulco de plantio da cultura no momento da semeadura na dose de 150 g de produto comercial/ha com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque). Fazer uma complementação na dose de 200 g produto comercial/ha no momento da “amontoa” (15 a 25 dias após a semeadura), cobrindo o produto imediatamente com terra após a aplicação. Número de aplicações por ciclo da cultura: até 2 aplicações. |
Cana-de- açúcar | PLANTIOS NOVOS: Sulco de plantio:
Número de aplicações: até 1 aplicação. |
Milho |
Número de aplicações: até 1 aplicação. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Procornitermes triacifer | Cupim, Cupim-de-monte, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Milho | Diloboderus abderus | Bicho-bolo, Pão-de-galinha | Ver detalhes |
| Soja | Sternechus subsignatus | Gorgulho-da-soja, Tamanduá-da-soja | Ver detalhes |
Equipamentos de aplicação:
O produto pode ser aplicado através de equipamentos tratorizados adaptados, com bico de jato leque (plano) ou cônico, dependendo do alvo a ser atingido; ou pulverizador costal manual. Procurar sempre colocar o produto no local de ocorrência da praga a ser controlada. Utilizar pulverizador costal para o controle de formigas.
Bico: jato em cone da Série X ou D coma, por exemplo, JA-2, D2 ou similares ou em jato leque Twinjet 8003 VB, dependendo do alvo a ser atingido.
Pressão: 20 a 80 lb/pol2
Tamanho de gotas: 110 a 250 micras de diâmetro Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm²
Condições climáticas:
Não aplicar o produto com ventos superiores a 10 km/h, não aplicar sob chuva; temperatura deverá ser inferior a 27°C; umidade relativa deverá ser superior a 55%. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Encher ¾ do volume do tanque de pulverização com água e adicionar SYNDES® 800 WG mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Batata: não determinado por se tratar de tratamento de solo
Cana-de-açúcar (aplicação no sulco de plantio): não determinado por se tratar de tratamento de solo
Milho: não determinado por se tratar de tratamento de solo.
Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Trata-se de um inseticida que atua como regulador de crescimento de insetos, pois é um inibidor da síntese de quitina. Deve ser utilizado em pulverização nas culturas de algodão, amendoim, aveia, batata, brócolis, cana-de-açúcar, centeio, cevada, citros, couve, couve-de-bruxelas, couve-chinesa, couve-flor, ervilha, feijão, grão-de-bico, lentilha, milheto, milho, repolho, soja, sorgo, tomate, trigo e triticale.
Culturas | Alvos controlados | Doses | Número e época de aplicação e intervalo de aplicação |
Algodão | Curuquerê (Alabama argillacea) | 0,15 a 0,25 L/ha (15 a 25 g i.a./ha) | Aplicar no inicio do aparecimento da praga, em lagartas de até 3º instar. Repetir a cada 10 a 14 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. |
Lagarta-das-folhas (Spodoptera eridania) | 0,15 a 0,20 L/ha (15 a 20 g i.a./ha) | ||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 0,15 a 0,20 L/ha (15 a 20 g i.a./ha) | ||
Batata | Traça-da-batata (Phthorimoea opercullela) | 0,30 L/ha (30 g i.a./ha) | Aplicar no inicio do aparecimento da praga. Repetir após 7 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. |
Cana-de- açúcar | Broca da cana (Diatraea saccharalis) | 0,20 a 0,30 L/ha (20 a 30 g i.a./ha) | Aplicar quando o nível de infestação atingir de 1 a 3% de colmos com presença de lagartas de até 3° instar (ou menores que 1 cm). Reaplicar após 20 a 40 dias, caso haja reinfestação. Utilizar o produto em no máximo 2 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura. |
Citros | Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 15 ml/100 L d’água (1,5 g i.a./100 L d’água) | Aplicar no inicio do aparecimento da praga. Repetir após 21 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. |
Feijão | Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 0,2 a 0,35 L/ha (20 a 35 g i.a./ha) | Aplicar com presença de lagartas de até 2° instar (ou menores que 1 cm). Repetir após 10 a 14 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. |
Tripes (Thrips Palmi) | 0,3 a 0,5 L/ha (30 a 50 g i.a./ha) | Aplicar no inicio do aparecimento da praga. Repetir após 10 a 14 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 2 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura. | |
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,125 L/ha (12,5 g de i.a./ha) | Aplicar no inicio do aparecimento da praga, em lagartas de até 3º instar. Repetir a cada 10 a 14 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. |
Lagarta-falsa- medideira (Pseudoplusia includens) | 0,375 L/ha 37,5 g de i.a./ha |
Lagarta-falsa- medideira (Rachiplusia nu) | 0,375 L/ha 37,5 g de i.a./ha | ||
Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 0,375 L/ha 37,5 g de i.a./ha | ||
Lagarta-das-folhas (Spodoptera eridania) | 0,15 a 0,20 L/ha (15 a 20 g i.a./ha) | ||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 0,15 a 0,20 L/ha (15 a 20 g i.a./ha) | ||
Tomate | Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 50 mL/100 L de água (5 g de i.a. /100 L de água | Aplicar no inicio do aparecimento da praga, em lagartas de até 3º instar. Repetir a cada 10 a 14 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 4 (quatro) aplicações durante o ciclo da cultura. |
Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 0,5 a 1,0 L p.c./ha (50 a 100 g i.a./ha) | Aplicar no inicio do aparecimento da praga, em insetos de até 3º instar. Repetir a cada 7 a 10 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 4 (quatro) aplicações durante o ciclo da cultura. | |
Tripes (Frankliniella schultzei) | 0,5 L p.c./ha (50 g i.a./ha) | ||
Aveia, Centeio, Cevada, Trigo e Triticale | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 75 mL/ha (7,5 g i.a./ha) | Aplicar no inicio do aparecimento da praga. Repetir após 10 a 14 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. |
Amendoim, Ervilha, Grão-de-bico e Lentilha | Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 0,2 a 0,35 L/ha (20 a 35 g i.a./ha) | Aplicar com presença de lagartas de até 2° instar (ou menores que 1 cm). Repetir após 10 a 14 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 4 (quatro) aplicações durante o ciclo da cultura. |
Brócolis, Couve, Couve- chinesa, Couve-flor, Couve-de- bruxelas e Repolho | Curuquerê (Ascia monutes orseis) | 25 mL/100 L de água (2,5 g de i.a./100 L de água) | Aplicar no inicio do aparecimento da praga, na fase de raspagem das folhas. Repetir após 7 a 10 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. |
Milho, Milheto e Sorgo | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 0,15 L/ha (15 g i.a./ha) | Aplicar no inicio do aparecimento da praga, em lagartas de até 3º instar. Repetir a cada 10 a 14 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. |
i.a. = ingrediente ativo.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Amendoim | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Aveia | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Brócolis | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Centeio | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Cevada | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Couve | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Ascia monuste orseis | Curuquerê da couve | Ver detalhes |
| Couve-de-bruxelas | Ascia monuste orseis | Curuquerê da couve | Ver detalhes |
| Ervilha | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Feijão | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Helicoverpa armigera | Lagarta-das-vagens | Ver detalhes |
| Lentilha | Helicoverpa armigera | Lagarta Helicoverpa | Ver detalhes |
| Milheto | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Repolho | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Soja | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Triticale | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Algodão - Aplicação terrestre: utilizar pulverizador tratorizado de barras ou costal manual provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 250 litros por hectare.
Pulverização Aérea: altura sugerida de voo: 3 metros acima do alvo. Não aplicar este produto em uma distância menor que 1 metro da divisa com áreas de vegetação natural. Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que produzam gotas médias a grossas. Usar volume de calda de 20 a 50 litros por hectare.
Aplicação terrestre: utilizar pulverizador tratorizado de barras ou costal manual provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 200 litros por hectare.
Pulverização Aérea: altura sugerida de voo: 3 metros acima do alvo. Não aplicar este produto em uma distância menor que 1 metro da divisa com áreas de vegetação natural. Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que produzam gotas médias a grossas. Usar volume de calda de 20 a 50 litros por hectare.
Batata - Aplicação terrestre: utilizar pulverizador tratorizado de barras ou costal manual provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 400 litros por hectare.
Pulverização Aérea: altura sugerida de voo: 3 metros acima do alvo. Não aplicar este produto em uma distância menor que 1 metro da divisa com áreas de vegetação natural. Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que produzam gotas médias a grossas. Usar volume de calda de 20 a 50 litros por hectare.
Aplicação terrestre: utilizar pulverizador tratorizado de barras ou costal manual provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 800 litros por hectare.
Aplicação terrestre: utilizar pulverizador tratorizado de barras ou costal manual provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Realizar as aplicações em área total, com um volume de calda de 100 a 200 litros por hectare.
Pulverização Aérea: altura sugerida de voo: 3 metros acima do alvo. Não aplicar este produto em uma distância menor que 1 metro da divisa com áreas de vegetação natural. Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que produzam gotas médias a grossas. Usar volume de calda de 40 litros por hectare.
Citros - Aplicação terrestre: utilizar pulverizador tratorizado de barras ou costal manual provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias.
Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 2000 litros por hectare.
Pulverização Aérea: altura sugerida de voo: 3 metros acima do alvo. Não aplicar este produto em uma distância menor que 1 metro da divisa com áreas de vegetação natural. Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que produzam gotas médias a grossas. Usar volume de calda de 20 a 50 litros por hectare.
Aplicação terrestre: utilizar pulverizador tratorizado de barras ou costal manual provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 200 litros por hectare.
Pulverização Aérea: altura sugerida de voo: 3 metros acima do alvo. Não aplicar este produto em uma distância menor que 1 metro da divisa com áreas de vegetação natural. Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que produzam gotas médias a grossas. Usar volume de calda de 40 litros por hectare.
Aplicação terrestre: utilizar pulverizador tratorizado de barras ou costal manual provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos de pulverização de jato leque ou aplicação aérea. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 150 litros por hectare.
Pulverização Aérea: altura sugerida de voo: 3 metros acima do alvo. Não aplicar este produto em uma distância menor que 1 metro da divisa com áreas de vegetação natural. Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que produzam gotas médias a grossas. Usar volume de calda de 40 litros por hectare.
Soja - Aplicação terrestre: utilizar pulverizador tratorizado de barras ou costal manual provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 200 litros por hectare.
Pulverização Aérea: altura sugerida de voo: 3 metros acima do alvo. Não aplicar este produto em uma distância menor que 1 metro da divisa com áreas de vegetação natural. Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que produzam gotas médias a grossas. Usar volume de calda de 20 a 50 litros por hectare.
Tomate - Aplicação terrestre: utilizar pulverizador tratorizado de barras ou costal manual provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 800 a 1000 litros por hectare.
Pulverização Aérea: altura sugerida de voo: 3 metros acima do alvo. Não aplicar este produto em uma distância menor que 1 metro da divisa com áreas de vegetação natural. Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que produzam gotas médias a grossas. Usar volume de calda de 20 a 50 litros por hectare.
* O sistema de agitação, do produto no tanque de pulverização, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Seguir estas condições de aplicação, caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo.
Culturas | Modalidade de emprego (aplicação) | LMR (mg/kg) | Intervalo de Segurança |
Algodão | Foliar | 0,05 | 14 dias |
Batata | Foliar | 0,01 | 7 dias |
Citros | Foliar | 0,1 | 28 dias |
Milho | Foliar | 0,01 | 14 dias |
Soja | Foliar | 0,05 | 14 dias |
Tomate | Foliar | 0,5 | 3 dias |
Aveia, Centeio, Cevada, Trigo e Triticale | Foliar | 0,02 | 14 dias |
Amendoim, Ervilha, Feijão, Grão-de- bico e Lentilha | Foliar | 0,01 | 7 dias |
Brócolis, Couve, Couve-chinesa, Couve- flor, Couve-de-bruxelas e Repolho | Foliar | 1,0 | 7 dias |
Cana-de-açúcar | Foliar | 0,05 | 60 dias |
Milho, Milheto e Sorgo | Foliar | 0,01 | 14 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas | Pragas Controladas | Dose Produto Comercial (mL/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Equipamento de aplicação | Intervalo de Segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||||
Algodão | Curuquerê | Alabama argillacea | 15 – 20 | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 – 40 | Avião Barra Costal | 20 |
Lagarta-militar | Spodoptera frugiperda | 100 – 150 | |||||
Lagarta-das-folhas | Spodoptera eridania | 120 – 150 | |||||
Lagarta-das-maçãs | Heliothis virescens | 125 – 150 | |||||
Helicoverpa | Helicoverpa armigera | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 10 a 15 dias. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. | |||||||
Batata | Traça-da-batata | Phthorimaea operculella | 150 – 185 | 2 | Terrestre: 300 – 800 Aérea: 20 – 40 | Avião Barra Costal Estacionário | 3 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para o controle da Traça da batata, recomenda-se monitorar as plantas e iniciar as pulverizações quando for observado a presença das primeiras mariposas e ovos na área. O produto deve ser reaplicado sete dias após a primeira aplicação com volume de calda suficiente para proporcionar uma boa cobertura de todas as partes das plantas. Utilizar as doses maiores em condições de alta infestação da praga e/ou áreas próximas a plantios antigos com histórico da praga. Adicionalmente ao uso de inseticidas, deve-se realizar um eficiente controle cultural que envolve um conjunto de práticas que visam, principalmente, evitar o acesso da traça aos tubérculos. Realizar, no máximo, duas aplicações por ciclo da cultura. Caso sejam necessárias mais de duas aplicações, utilizar inseticidas com mecanismo de ação diferente de BELT®. | |||||||
Cana-de- açúcar | Broca-da-cana | Diatraea saccharalis | 70 – 100 | 1 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 – 40 | Avião Barra Costal | 30 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle da broca-da-cana, realizar monitoramento periodicamente e realizar a aplicação quando a infestação atingir até 3% de colmos com a presença de lagartas vivas de até 2º instar, antes da penetração no colmo. A dose menor deve ser utilizada em aplicações preventivas, isto é, quando houver previsão de ocorrência da praga na cultura, porém se a mesma ainda não estiver presente na lavoura. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultivo. | |||||||
Citros | Bicho-furão | Ecdytolopha aurantiana | 100 – 180 | 2 | Terrestre: 1000 – 2000 Aérea: 30 - 50 | Avião Costal Turbo atomizador | 7 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Bicho-furão: Realizar o monitoramento e aplicar no início da infestação, na presença de insetos adultos, antes da penetração das lagartas no fruto, de acordo com o nível de controle, quando o número de adultos capturados pelas armadilhas de feromônio atingir 6 adultos/armadilha. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 14 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. Assegurar que o produto tenha boa cobertura e penetração em todas as partes da planta. | |||||||
Feijão | Broca-das-axilas | Crocidosema aporema | 100 - 150 | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 – 40 | Avião Barra Costal | 20 |
Lagarta-falsa-medideira | Chrysodeixis includens | 75 – 150 | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar o monitoramento e aplicar no início da infestação e/ou aparecimento dos primeiros danos, com as lagartas em estádio inicial de desenvolvimento (antes do 3º instar). As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga, e/ou áreas com histórico de ocorrência da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. Caso sejam necessárias mais de duas aplicações, utilizar inseticidas com mecanismo de ação diferente de BELT®. | |||||||
Culturas | Pragas Controladas | Dose Produto Comercial (mL/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Equipamento de aplicação | Intervalo de Segurança (dias) | ||
Nome Comum | Nome Científico | |||||||
Ervilha Feijão- caupi Grão-de- bico | Lagarta-falsa-medideira | Chrysodeixis includens | 75 – 150 | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 – 40 | Avião Barra Costal | 20 | |
Helicoverpa | Helicoverpa armigera | |||||||
Lagarta-das-maçãs | Heliothis virescens | |||||||
Lagarta-do-cartucho | Spodoptera frugiperda | |||||||
Lentilha | Helicoverpa | Helicoverpa armigera | ||||||
Lagarta-do-cartucho | Spodoptera frugiperda | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar o monitoramento e aplicar no início da infestação e/ou aparecimento dos primeiros danos, com as lagartas em estádio inicial de desenvolvimento (antes do 3º instar). As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga, e/ou áreas com histórico de ocorrência da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. Caso sejam necessárias mais de duas aplicações, utilizar inseticidas com mecanismo de ação diferente de BELT®. | ||||||||
Milho | Lagarta-do-cartucho | Spodoptera frugiperda | 100 – 150 | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 – 40 | Avião Barra Costal Drone | 20 | |
Milheto Sorgo | Avião Barra Costal | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle da lagarta-do-cartucho, realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, de acordo com o nível de controle, antes das lagartas penetrarem no cartucho, com 20 a 30% de plantas com folhas raspadas e com as lagartas em estádio inicial de desenvolvimento (do 1º ao 3º instares). O nível de dano, na cultura do Milho, pode variar de acordo com a tecnologia Bt utilizada; verificar com a empresa detentora a recomendação para a referida tecnologia. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 15 dias. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. | ||||||||
Soja | Lagarta-da-soja | Anticarsia gemmatalis | 20 – 25 | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 – 40 | Avião Barra Costal Drone | 20 | |
Lagarta-falsa-medideira | Chrysodeixis includens | 50 – 70 | ||||||
Lagarta-militar | Spodoptera frugiperda | |||||||
Helicoverpa | Helicoverpa armigera | |||||||
Lagarta-das-folhas | Spodoptera eridania | 70 – 150 | ||||||
Broca-das-axilas | Crocidosema aporema | 100 - 150 | ||||||
Lagarta-falsa-medideira | Rachiplusia nu | |||||||
Lagarta-da-espiga | Helicoverpa zea | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
O nível de dano pode variar de acordo com a tecnologia Bt utilizada; verificar com a empresa detentora a recomendação para a referida tecnologia. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga e/ou áreas com histórico de ocorrência da praga. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. Caso sejam necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas com mecanismo de ação diferente de BELT®. | ||||||||
Culturas | Pragas Controladas | Dose Produto Comercial (mL/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Equipamento de aplicação | Intervalo de Segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||||
Tomate | Broca-pequena-do- tomateiro | Neoleucinodes elegantalis | 150 – 185 | 2 | Terrestre: 300 – 1000 (variando de acordo com o estádio e a massa foliar da lavoura) | Avião Barra Costal Estacionário | |
Traça-do-tomateiro | Tuta absoluta | 100 – 125 | 3 | ||||
Aérea: 20 – 40 | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para o controle de broca-pequena-do-tomateiro, as pulverizações devem se iniciar nas primeiras flores, evitando que a praga penetre no interior dos frutos e cause danos. O jato de pulverização deve ser dirigido preferencialmente aos botões florais e frutos. O produto deve ser reaplicado 7 dias após a primeira aplicação utilizando as doses maiores em condições de alta infestação da praga e/ou áreas próximas a plantios com histórico da praga. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Para o controle da traça-do-tomateiro, iniciar as pulverizações quando forem observadas as primeiras presenças da mariposa e ovos. Considerando o ciclo da Traça-do-tomateiro com uma geração a cada 28 dias aproximadamente, devemos, preferencialmente, realizar programa de rotação de inseticidas de grupos químicos diferentes. O produto deve ser reaplicado a cada 7 dias se necessário. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar as doses maiores em condições de alta infestação da praga e/ou áreas próximas a plantios antigos com histórico da praga. Caso sejam necessárias mais aplicações dos que as indicadas, utilizar inseticidas com mecanismo de ação diferente de BELT®. | 3 | ||||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Heliothis virescens | Lagarta-das-maçãs | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Ervilha | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Feijão | Chrysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira. | Ver detalhes |
| Feijão-caupi | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho , Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Heliothis virescens | Lagarta das maçãs | Ver detalhes |
| Lentilha | Helicoverpa armigera | Lagarta Helicoverpa | Ver detalhes |
| Milheto | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Soja | Rachiplusia nu | Lagarta-falsa-medideira, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura.
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do BELT®, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que a aplicação seja uniforme e que não ocorram sobreposições, escorrimentos e nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Utilizar pulverizador estacionário munido de barra com ponta de pulverização do tipo leque (jato plano) ou com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica e calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante de modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar
movimentos uniformes com a barra ou pistola evitando sobreposições, deriva ou concentração de calda em um único ponto gerando, assim, escorrimento e desperdício da calda.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas
Utilizar aeronaves agrícolas equipadas com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 20 – 40 L/ha de calda para todas as culturas exceto citros onde recomenda-se o volume de 30 – 50 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15 – 18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático
Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Volume de calda | Tamanho de gotas | Cobertura mínima | Altura de voo | Faixa de aplicação | Distribuição das pontas |
20 – 40 L/ha (exceto citros) 30 – 50 L/ha (citros) | Média – Grossa | 40 gotas/cm² | 3 metros | 15 – 18 metros | 65% |
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
menor que 30°C | maior que 55% | entre 3 e 10 km/h |
Utilizar drones agrícolas equipados com discos rotativos ou pontas hidráulicas de acordo com a recomendação de uso do fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de pulverização (pelo menos 110 graus) ou a velocidade de rotação dos discos rotativos (RPM), que permita a liberação e deposição de gotas da classe média a grossa e uma cobertura de pulverização uniforme. Recomenda-se o volume de 20-40 L/ha, altura média de voo de 1,5 a 3 metros do alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 3 a 5 metros (de acordo com o equipamento utilizado).
Para garantir que não haja vazamento de líquido durante a pulverização, a inspeção das mangueiras e outros equipamentos de pulverização do Drone deve ser feita antes do voo.
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático
Ao pulverizar com drones, cuidado especial deve ser tomado para evitar deriva.
Volume de calda | Tamanho de gotas | Altura de voo | Faixa de aplicação |
20 - 40 L/ha | Média - Grossa | 1,5 - 3 m | 3 - 5 m |
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
menor que 30°C | maior que 55% | entre 3 e 10km/h |
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%. Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas | Pragas Controladas | Dose Produto Comercial | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Modo de aplicação | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||||
Abobrinha | Broca-das- cucurbitáceas | Diaphania nitidalis | 75 mL/ha | 4 | Terrestre: 600 – 1000 | Barra Costal Estacionário | 5 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações preventivamente no florescimento, procurando proteger as flores e frutos, e repetidas em intervalo de 7 dias, não ultrapassando o número de 4 aplicações por ciclo. | |||||||
Curuquerê | Alabama argillacea | ||||||
Algodão | Lagarta-do-cartucho | Spodoptera frugiperda | 150 – 175 mL/ha | 2 | Terrestre: 100 – 200 Aérea: 20 – 40 | Avião Barra | 28 |
Lagarta-das-vagens | Spodoptera eridania | ||||||
Lagarta-falsa- medideira | Chrysodeixis includens | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar o monitoramento e aplicar no início da infestação, com as lagartas em estádio inicial de desenvolvimento (antes do 3º instar). As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar a partir de 7 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | |||||||
Batata | Traça-da-batatinha | Phthorimaea operculella | 400 mL/ha | 6 | Terrestre: 600 – 1000 | Barra Costal | 7 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações logo no início do aparecimento da praga e repetir, se necessário, em intervalos de 7 dias, não ultrapassando 6 aplicações por ciclo. | |||||||
Cana-de- açúcar | Broca-da-cana | Diatraea saccharalis | 50 – 80 mL/ha | 2 | Terrestre: 200 – 300 Aérea: 20 – 40 | Avião Barra Costal | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar monitoramento e realizar a aplicação quando a infestação atingir até 3% de colmos com a presença de lagartas vivas de até 3º instar, antes da penetração no colmo. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga. Devido ao porte da cultura quando ocorre a praga, a aplicação se dá por meio de aeronave. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 30 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | 40 | ||||||
Fumo (foliar) | Traça-da-batata | Phthorimaea operculella | 250 mL/ha | 1 | Terrestre: 200 – 300 | Barra Costal Bandeja | U.N.A.* |
Fumo (float) | 15 mL/14,7 m2 | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: No fumo deve ser realizada uma aplicação, podendo ser em bandejas (float) ou na lavoura 7 dias após o transplante. A aplicação deve ser realizada sobre as mudas ou sobre a linha de plantio. *U.N.A. = Uso não Alimentar | |||||||
Culturas | Pragas Controladas | Dose Produto Comercial | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Modo de aplicação | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||||
Milho | Lagarta-do-cartucho | Spodoptera frugiperda | 150 – 250 mL/ha | 2 | Terrestre: 100 – 200 Aérea: 20 – 40 | Avião Barra Drones | 28 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar o monitoramento e aplicar no início da infestação, com as lagartas em estádio inicial de desenvolvimento (antes do 3º instar). As maiores doses maior devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar a partir de 7 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | |||||||
Soja | Lagarta-da-soja | Anticarsia gemmatalis | 100 – 175 mL/ha | 2 | Terrestre: 100 – 200 Aérea: 20 – 40 | Avião Barra Drones | 28 |
Lagarta-das-vagens | Spodoptera eridania | ||||||
Lagarta-falsa-medideira | Chrysodeixis includens | 125 – 175 mL/ha | |||||
Broca-das-axilas | Crocidosema aporema | ||||||
Lagarta-falsa-medideira | Rachiplusia nu | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar o monitoramento e aplicar no início da infestação, com as lagartas em estádio inicial de desenvolvimento (antes do 3º instar). As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar a partir de 7 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | |||||||
Tomate | Traça-do-tomateiro | Tuta absoluta | 30 mL/100 L de água | 6 | Terrestre: 600 – 1000 | Barra Costal Estacionário | 10 |
Broca-pequena-do-fruto | Neoleucinodes elegantalis | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle da traça-do-tomateiro, realizar a primeira aplicação quando for constatada a presença de mariposas e ovos na cultura. Reaplicar, se necessário, com intervalo de 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações. Para o controle da broca-pequena-do-fruto iniciar as aplicações preventivamente, no aparecimento das primeiras flores e repetir com intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 6 aplicações. | |||||||
Trigo | Lagarta-do-trigo | Pseudaletia sequax | 30 mL/ha | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 – 40 | Avião Barra Costal | 14 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar o monitoramento e aplicar no início da infestação, com as lagartas em estádio inicial de desenvolvimento (antes do 3º instar). Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 15 a 20 dias. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | |||||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abobrinha | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Algodão | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Fumo | Phthorimaea operculella | Ver detalhes | |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Soja | Chrysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira. | Ver detalhes |
| Tomate | Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do CERTERO® deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do CERTERO®, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio com espaçamento entre pontas determinado pelo fabricante. As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com perfil de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica, calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a pistola de evitando a concentração de calda em um único ponto gerando, assim, escorrimento e desperdício da calda.
Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático
Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Utilizar sempre empresas certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS) para realizar a aplicação aérea.
Volume de calda | Tamanho de gotas | Cobertura mínima | Altura de voo | Faixa de aplicação | Distribuição das pontas |
20 – 40 L/ha | Média – Grossa | 40 gotas/cm² | 3 metros | 15 – 18 metros | 65% |
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
menor que 30°C | maior que 55% | entre 3 e 10 km/h |
Para garantir que não haja vazamento de líquido durante a pulverização, a inspeção das mangueiras e outros equipamentos de pulverização do drone deve ser feita antes do voo.
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático
Ao pulverizar com drones, cuidado especial deve ser tomado para evitar deriva.
Volume de calda | Tamanho de gotas | Altura de voo | Faixa de aplicação |
20 – 40 L/ha | Média – Grossa | 1,5 – 3 metros | 3 – 5 metros |
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
menor que 30°C | maior que 55% | entre 3 e 10 km/h |
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições meteorológicas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
KRATON 100 EC é um inseticida fisiológico do grupo Químico Benzoiluréia apresentado na formulação concentrado emulsionável com recomendação de uso para o controle das pragas nas culturas e doses relacionadas a seguir:
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO, ÉPOCA, INTERVALO DE APLICAÇÃO E QUANTIDADE DE CALDA | |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | i.a (g/ha) | P.C mL/ha | ||
ALGODÃO | Curuquerê (Alabama argilacea) | 10,0 – 12,5 | 100 - 125 | Aplicar quando for constatada 2 lagartas/planta. Efetuar 2 aplicações durante o ciclo da cultura. O volume de calda utilizado é de 200 L/ha em aplicação terrestre ou 20 a 40 L/ha em aplicação aérea. |
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 50,0 | 500 | Iniciar a pulverização quando 20% dos ponteiros apresentarem ovos ou 15% estiverem ameaçados. Efetuar 2 aplicações durante o ciclo da cultura. O volume de calda utilizado é de 200 L/ha em aplicação terrestre ou 20 a 40 L/ha em aplicação aérea. | |
Lagarta-militar, lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 15,0 – 20,0 | 150 - 200 | Iniciar a aplicação quando for observado o início do ataque. Efetuar 1 aplicação durante o ciclo da cultura. O volume de calda utilizado é de 80 - 200 L/ha em aplicação terrestre ou 20 L/ha em aplicação aérea. | |
AVEIA | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 6,0 – 7,0 | 60 – 70 | Aplicar ao início dos primeiros sintomas do ataque da praga. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 15 dias entre aplicações. Utilizar volume de calda de 200 L/ha para aplicação terrestre e de 20 a 40 L/ha para aplicação aérea |
BATATA | Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | 40,0 – 50,0 | 400 – 500 | Iniciar a aplicação aos primeiros sintomas da presença da praga. Dependendo da pressão da praga, proceder a reaplicação através de avaliações periódicas do seu nível populacional. Reaplicar após 14 dias se ocorrer reinfestação. Efetuar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. O volume de calda utilizado é de 800 L/ha em aplicação terrestre. |
CAFÉ | Bicho-mineiro (Leucoptera coffeella) | 40,0 – 50,0 | 400 – 500 | Recomenda-se realizar a aplicação quando constatar as primeiras minas ativas, dando sinal de início de ataque. Efetuar 1 aplicação por safra da cultura. O volume de calda utilizado é de 400 L/ha em aplicação terrestre ou 20 a 40 L/ha em aplicação aérea. |
CANA-DE- AÇÚCAR | Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 20,0 – 25,0 | 200 – 250 | Aplicar quando o nível de infestação atingir entre 1 a 3% de colmos com presença de lagartas vivas, menores que 1 centímetro, antes de penetrarem no colmo. Reaplicar após 10 dias se ocorrer reinfestação. Efetuar no máximo 2 aplicações por safra da cultura. O volume de calda utilizado é de 300 litros/ha ou 20 a 40 L/ha em aplicação aérea. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO, ÉPOCA, INTERVALO DE APLICAÇÃO E QUANTIDADE DE CALDA | |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | i.a (g/ha) | P.C mL/ha | ||
CANOLA | Traça-das-crucíferas (Plutella xylostella) | 18,0 – 20,0 | 180 – 200 | Aplicar quando se verificar a presença da praga. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 15 dias entre aplicações. Utilizar volume de calda de 200 L/ha para aplicação terrestre e 20 a 40 L/ha para aplicação aérea. |
Lagarta-da-couve (Ascia monuste orseis) | ||||
CENTEIO | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 6,0 – 7,0 | 60 – 70 | Aplicar ao aparecerem os primeiros sintomas de ataque da praga. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 15 dias entre aplicações. Utilizar volume de calda de 200 L/ha para aplicação terrestre e de 20 a 40 L/ha para aplicação aérea |
CEVADA | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 6,0 – 7,0 | 60 – 70 | Aplicar ao aparecerem os primeiros sintomas de ataque da praga. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 15 dias entre aplicações. Utilizar volume de calda de 200 L/ha para aplicação terrestre e de 20 a 40 L/ha para aplicação aérea |
EUCALIPTO | Lagarta Thyrinteina, lagarta-de-cor-parda (Thyrinteina amobia) | 10,0 – 20,0 | 100 - 200 | A aplicação deverá ser efetuada no início da infestação com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro instares. Utilizar 500 L de calda/ha para aplicações terrestres e 20 L de calda/ha para aplicações aéreas. |
GERGELIM | Lagarta enroladeira (Antigastra catalaunalis) | 18,0 – 20,0 | 180 – 200 | Aplicar ao surgirem as primeiras lagartas, realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 7 dias entre aplicações, utilizando volume de calda de 200 L/ha na aplicação terrestre. |
GIRASSOL | Lagarta-preta-das- folhas (Chlosyne lacinia saundersii) | 18,0 – 20,0 | 180 - 200 | Aplicar quando forem constatadas as primeiras lagartas nas folhas. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população da praga e condições de clima favorável ao seu desenvolvimento. Reaplicar após 7 dias se ocorrer reinfestação. Efetuar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. O volume de calda utilizado é de 200 L/ha em aplicação terrestre ou 20 a 40 L/ha em aplicação aérea. |
LINHAÇA | Broca-grande-do- fruto (Helicoverpa zea) | 18,0 – 20,0 | 180 – 200 | Aplicar ao surgirem as primeiras lagartas, realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 7 dias entre aplicações, utilizando volume de calda de 200 L/ha na aplicação terrestre. |
Lagarta-falsa- medideira (Rachiplusia nu) | ||||
MAMONA | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 18,0 – 20,0 | 180 – 200 | Aplicar ao surgirem as primeiras lagartas, realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 7 dias entre aplicações, utilizando volume de calda de 200 L/ha na aplicação terrestre. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO, ÉPOCA, INTERVALO DE APLICAÇÃO E QUANTIDADE DE CALDA | |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | i.a (g/ha) | P.C mL/ha | ||
MILHETO | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 15,0 | 150 | Aplicar quando for constatado o sinal da folha raspada, no início da infestação. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura, utilizar volume de calda de 150 a 200 L/ha, em condições de seca e baixa umidade utilizar volume de calda de 300 a 400 L/ha, para aplicações aéreas utilizar volume de calda de 20 a 40 L/ha. |
MILHO | Lagarta-militar, lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 15,0 | 150 | Aplicar na fase da folha raspada, no início da infestação. O volume de calda utilizado para aplicação terrestre é de 150 a 200 L/ha em condições climáticas normais ou 300 a 400 L/ha em condições de seca e baixa umidade. Para aplicações aéreas utilizar 20 L de calda/ha. Efetuar no máximo uma aplicação durante o ciclo da cultura. |
SOJA | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 8,0 – 10,0 | 80 - 100 | Recomenda-se aplicar quando houver 40 lagartas por batida de pano ou 30% de desfolha. A reaplicação varia conforme o grau de reinfestação, sempre observando a pratica do manejo de resistência a inseticidas – MRI. Efetuar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. O volume de calda utilizado é de 200 L/ha em aplicação terrestre, ou 20 L/ha em aplicação aérea.. |
SORGO | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 15,0 | 150 | Aplicar quando for constatado o sinal da folha raspada, no início da infestação. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura, utilizar volume de calda de 150 a 200 L/ha, em condições de seca e baixa umidade utilizar volume de calda de 300 a 400 L/ha, para aplicações aéreas utilizar volume de calda de 20 a 40 L/ha. |
TRIGO | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 6,0 – 7,0 | 60 - 70 | Lagarta-do-trigo: Aplicar no início dos primeiros sintomas de ataque da praga. Repetir com intervalo de 15 dias, se necessário. Efetuar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. O volume de calda utilizado é de 80 a 200 L/ha para aplicação terrestre e 20 L/ha para aplicação aérea. |
Lagarta-militar, lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 5,0 | 50 | Aplicar no início dos primeiros sintomas da praga. Repetir com intervalo de 15 dias, se necessário. Efetuar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. O volume de calda utilizado é de 80 a 200 L/ha para aplicação terrestre e 20 L/ha para aplicação aérea. | |
TRITICALE | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 6,0 – 7,0 | 60 – 70 | Aplicar aos primeiros sintomas de ataque, realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 15 dias entre aplicações, utilizando volume de calda de 200 L/ha para aplicação terrestre e volume de calda de 20 a 40 L/ha para aplicação aérea. |
Nota: um litro do produto comercial (p.c) contém 100 gramas do ingrediente ativo LUFENUROM.
P.C. = Produto comercial; I.a. = Ingrediente ativo.
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO, ÉPOCA, INTERVALO DE APLICAÇÃO E QUANTIDADE DE CALDA | |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | i.a (g/100 Litros de água) | P.C mL/100 Litros de água | ||
CITROS | Ácaro-da-falsa- ferrugem, ácaro-da- mulata (Phyllocoptruta oleivora) | 3,75 | 37,5 | Iniciar a aplicação quando for detectado 10% de frutos com 30 ou mais ácaros/cm². Uma única aplicação por ciclo de cultura. Aplicar 10 L de calda/planta adulta em aplicação terrestre ou 20 L/ha em aplicação aérea. |
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 3,0 – 4,0 | 30 - 40 | Aplicar quando for constatado o primeiro fruto atacado por talhão. Efetuar 2 aplicações por safra da cultura. O volume de calda utilizado em aplicação terrestre é de 2000 L/ha ou 20 L/ha em aplicação aérea. | |
Minadora-das-folhas, larva-minadora-das- folhas (Phyllocnistis citrella) | 1,25 | 12,5 | Iniciar a aplicação no início das brotações, quando estiverem com 3 a 5 cm de comprimento e também quando forem detectadas as primeiras posturas ou larvas. Uma única aplicação por ciclo de cultura. Aplicar 10 L de calda/planta adulta em aplicação terrestre ou 20 L/ha em aplicação aérea. | |
COCO | Lagarta-das- palmeiras, Lagarta- do-coqueiro (Brassolis sophorae) | 2,0 – 2,5 | 20 - 25 | Aplicar logo no início do aparecimento da praga. Realizar uma única aplicação. Aplicar 5 L de calda/planta em aplicação terrestre ou 20 L/ha em aplicação aérea. |
MAÇÃ | Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 5,0 | 50 | Iniciar as aplicações quando for detectado o nível de controle através do monitoramento populacional da praga, obtido com a captura de insetos adultos em armadilhas apropriadas, antes da entrada das larvas nos ponteiros ou frutos. Reaplicar a cada 12 dias, respeitando o limite máximo de 4 aplicações por ciclo da cultura. Quantidade de calda: 600 a 750 L/ha em aplicação terrestre e 20 L/ha em aplicação aérea. |
PEPINO | Broca-das- cucurbitáceas, broca- da-aboboreira (Diapahnia nitidalis) | 2,5 | 25 | Aplicar logo no início dos primeiros sintomas da praga, na fase de florescimento e antes que a praga penetre nos frutos. Reaplicar a cada 7 dias, respeitando o limite máximo de 4 aplicações por ciclo da cultura. Quantidade de calda: 200 a 600 L/ha em aplicação terrestre. |
PÊSSEGO | Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 5,0 | 50 | Iniciar as aplicações quando for detectado o nível de controle através do monitoramento populacional da praga, obtido com a captura de insetos adultos em armadilhas apropriadas, mas antes da entrada das larvas nos ponteiros ou frutos. Reaplicar se atingir o [índice de infestação, com intervalo 21 dias, respeitando o limite máximo de 3 aplicações por ciclo da cultura. Quantidade de calda: 500 a 1000 L/ha em aplicação terrestre e 20 L/ha em aplicação aérea. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO, ÉPOCA, INTERVALO DE APLICAÇÃO E QUANTIDADE DE CALDA | |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | i.a (g/100 Litros de água) | P.C mL/100 Litros de água | ||
REPOLHO | Traça-das-crucíferas (Pultella xylostella) | 5,0 | 50 | Aplicar logo no início dos primeiros sintomas da praga. Reaplicar a cada 7 dias, conforme a necessidade, respeitando o limite máximo de 2 aplicações por ciclo de cultura. Quantidade de calda: 100 a 300 L/ha em aplicação terrestre. |
TOMATE | Ácaro-do- bronzeamento, ácaro- bronzeado (Aculops lycopersici) | 4,0 | 40 | Iniciar as aplicações no início dos primeiros sinais da praga. Repetir a cada 7 dias, respeitando o limite máximo de 4 aplicações por ciclo de cultura. Quantidade de calda: 400 a 1000 L/ha em aplicação terrestre. |
Broca-pequena-do- tomateiro (Neoleucinodes elegantalis) | 4,0 – 5,0 | 40 - 50 | Pulverizar logo no início dos primeiros sintomas da praga, no início do florescimento e antes que a praga penetre nos frutos. Repetir com intervalo de 15 dias. Efetuar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. O volume de calda utilizado é de 800 L/ha em aplicação terrestre. | |
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 4,0 | 40 | Iniciar as aplicações no início dos primeiros sinais da praga. Repetir a cada 7 dias, respeitando o limite máximo de 4 aplicações por ciclo de cultura. Quantidade de calda: 400 a 1000 L/ha em aplicação terrestre. | |
Nota: um litro do produto comercial (p.c) contém 100 gramas do ingrediente ativo LUFENUROM.
P.C. = Produto comercial; I.a. = Ingrediente ativo.
Conforme recomendações indicadas no quadro acima, relacionadas especificamente ao presente tema, pelo seu mecanismo de ação sobre os insetos, o KRATON 100 EC não possui efeito de choque sobre as pragas mencionadas, e sua plena eficiência começa a manifestar-se entre 3-5 dias após a pulverização. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta pressão da praga e condições de clima favorável ao ataque (alta temperatura e umidade). Apesar de eficiente contra as lagartas em qualquer fase de seu desenvolvimento, deve-se iniciar as pulverizações, quando os insetos estão ainda na fase de ovo ou no 1º ou 2º ínstar de desenvolvimento, quando ainda não causa prejuízos as culturas e, portanto, não precisam ser eliminadas rapidamente.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Aveia | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Canola | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve | Ver detalhes |
| Centeio | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Cevada | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Citros | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro-da-falsa-ferrugem, Ácaro-da-mulata | Ver detalhes |
| Coco | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmeiras, Lagarta-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Gergelim | Antigastra catalaunalis | Lagarta-enroladeira | Ver detalhes |
| Girassol | Chlosyine lacinia saundersii | Lagarta-do-girassol, Lagarta-preta-das-folhas | Ver detalhes |
| Linhaça | Helicoverpa zea | Broca-grande-do-fruto | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Mamona | Spodoptera frugiperda | Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Milheto | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Pepino | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Pessego | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Repolho | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Triticale | Spodoptera frugiperda | Lagarta-militar | Ver detalhes |
A dose recomendada do KRATON 100 EC deve ser diluída em água e aplicada sob a forma de pulverização com qualquer tipo de equipamento terrestre, costal ou tratorizado, ou também através de aeronaves especializadas para pulverização agrícola. Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, recomenda-se o seguinte:
APLICAÇÃO TERRESTRE:
KRATON 100 EC é um líquido prontamente emulsionável em água. É aplicado através de pulverizadores costais ou tratorizados de barra equipados com bicos de jato em cone da Serie X ou D como por exemplo JA-2, D2 ou similares ou em jato leque como Twinjet 8003 VB bem como bicos duplo leque com indução de ar, modelo Teejet 110.02, com ponta de cerâmica, série amarela; bico hidráulico e ponta tipo leque modelo XR-110-02 ou XR Teejet 110.02VS. Os bicos regulados à pressão 20 a 80 lb/pol², deverão proporcionar gotas de 110 a 250 micras de diâmetro com densidade mínima de 40 gotas/cm². Evitar aplicação na presença de ventos fortes (acima de 10 Km/hora), nas horas mais quentes do dia (temperatura acima de 27º) e umidade relativa do ar abaixo de 50%.
O Engenheiro agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinados na bula.
APLICAÇÃO AÉREA:
Uso de barra ou atomizador rotativo “micronair”. Volume de aplicação: 20 a 40L/ha.
Tamanho de gota: 100 a 300 micrômetros. Densidade mínima de gotas: 20 a 30 gotas/cm2. Pressão de trabalho: 35 a 50 lb/pol2.
Largura da faixa de deposição efetiva: 18 a 20 m. Altura de vôo: 2 a 3 metros do topo da cultura.
No caso de aeronave equipada com barra, usar bicos (pontas) cônicos D6 a D12, com disco (core), ajustado no ângulo inferior a 45 graus.
Observações locais deverão ser feitas visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e volatilização. Sobre outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas.
Condições Climáticas:
Para obter uma melhor eficiência do produto, a aplicação deverá ocorrer dentro dos seguintes parâmetros:
Umidade relativa do ar: superior a 50%. Temperatura: até 30ºC.
Vento: mínimo de 3,0 km/hora e máximo de 10 km/hora.
Culturas | Dias |
Algodão e Citros | 28 |
Aveia, Batata, Cana-de-açúcar, Canola, Centeio, Cevada, Coco, Gergelim, Girassol, Linhaça, Mamona, Maçã, Trigo e Triticale | 14 |
Café, Pepino e Repolho | 7 |
Eucalipto | UNA |
Milheto, Milho, Soja e Sorgo | 35 |
Pêssego e Tomate | 10 |
UNA = Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas | Pragas controladas | Dose * | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Equipamento de aplicação | Intervalo de Segurança (días) |
ml de p.c./ha (g i.a./ha) | ||||||
Algodão | Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 250-350 (55,5 – 77,7) | 2 | Terrestre: 100 - 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra, costal | 20 |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 200-300 (44.4 - 66,6) | |||||
Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 200 – 300 (44.4 - 66,6) | |||||
Época e intervalo de aplicação:
Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||||
Amendoim | Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 100 – 150 (22,2 - 33,3) | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra, costal | 20 |
Época e intervalo de aplicação: As aplicações deverão ser iniciadas quando as lagartas se encontram nos primeiros estágios de desenvolvimento, na época de formação de vagens e enchimento de grãos, quando a cultura é mais sensível ao ataque da praga. O monitoramento da entrada dos adultos (mariposas) na área é fundamental para a aplicação na época correta, ou seja, com lagartas pequenas. Se necessário, reaplicar com intervalo de 10- 15 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||||
Aveia | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 150-200 (33,3 -44,4) | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra Costal | 20 |
Época e intervalo de aplicação: Aplicar logo no aparecimento da praga e repetir se necessário. Realizar no máximo 2 pulverizações no ciclo da cultura com intervalos de 14 dias. | ||||||
Cana-de- açúcar | Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 250-350 (55,5 – 77,7) | 2 | Terrestre: 100 - 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra, costal | 60 |
Época e intervalo de aplicação: Realizar a aplicação quando a infestação atingir entre 1 a 3% de colmos com a presença de lagartas até 2º instar, antes da penetração no colmo. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga. Se necessário, reaplicar com intervalo de 10- 15 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||||
Centeio | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 150-200 (33,3 -44,4) | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra Costal | 20 |
Época e intervalo de aplicação: Aplicar logo no aparecimento da praga e repetir se necessário. Realizar no máximo 2 pulverizações no ciclo da cultura com intervalos de 14 dias. | ||||||
Cevada | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 150-200 (33,3 -44,4) | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra Costal | 20 |
Época e intervalo de aplicação: Aplicar logo no aparecimento da praga e repetir se necessário. Realizar no máximo 2 pulverizações no ciclo da cultura com intervalos de 14 dias. | ||||||
Ervilha | Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 100 – 150 (22,2 - 33,3) | 2 | Terrestre: 100 – 300 | Barra, costal | 20 |
Época e intervalo de aplicação: As aplicações deverão ser iniciadas quando as lagartas se encontram nos primeiros estágios de desenvolvimento, na época de formação de vagens e enchimento de grãos, quando a cultura é mais sensível ao ataque da praga. O monitoramento da entrada dos adultos (mariposas) na área é fundamental para a aplicação na época correta, ou seja, com lagartas pequenas. Se necessário, reaplicar com intervalo de 10-15 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||||
Feijão | Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 100 – 150 (22,2 - 33,3) | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra, costal | 20 |
Época e intervalo de aplicação: As aplicações deverão ser iniciadas quando as lagartas se encontram nos primeiros estágios de desenvolvimento, na época de formação de vagens e enchimento de grãos, quando a cultura é mais sensível ao ataque da praga. O monitoramento da entrada dos adultos (mariposas) na área é fundamental para a aplicação na época correta, ou seja, com lagartas pequenas. Se necessário, reaplicar com intervalo de 10- 15 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||||
Milheto | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 200 – 300 (44.4 - 66,6) | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra Costal | 20 |
Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 150 – 200 (33,3 - 44,4) | |||||
Época e intervalo de aplicação: | ||||||
Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||||
Milho | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 200 – 300 (44.4 - 66,6) | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra Costal | 20 |
Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 150 – 200 (33,3 - 44,4) | |||||
Época e intervalo de aplicação:
O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||||
Soja | Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens) | 100 - 150 (22,2 - 33,3) | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra Costal | 20 |
Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 100 – 150 (22,2 - 33,3) | |||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 100 – 150 (22,2 - 33,3) | |||||
Época e intervalo de aplicação:
As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||||
Sorgo | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 200 – 300 (44.4 - 66,6) | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra Costal | 20 |
Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 150 – 200 (33,3 - 44,4) | |||||
Época e intervalo de aplicação: Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda): Aplicar no início da infestação, e quando as lagartas se encontram nos primeiros instares (1º ao 3º instares), antes das lagartas penetrarem no cartucho, com no máximo, 20% a 30% de plantas com folhas raspadas pela praga. Helicoverpa (Helicoverpa armigera): Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação se houver reinfestação. Normalmente é feita uma ou duas aplicações nesta cultura, caso haja necessidade, repetir o tratamento após 10 a 15 dias. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||||
Tomate | Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 200 – 300 (44,4 - 66,6) | 4 | Terrestre: 300 - 1000 | Barra, Costal | 7 |
Broca-grande-do-fruto (Helicoverpa zea) | 200 -300 (44,4 - 66,6) | |||||
Época e intervalo de aplicação:
Utilizar as doses maiores em condições de alta infestação da praga. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio e a massa foliar da cultura. | ||||||
Trigo | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 150-200 (33,3 -44,4) | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra Costal | 20 |
Época e intervalo de aplicação: Aplicar logo no aparecimento da praga e repetir se necessário. Realizar no máximo 2 pulverizações no ciclo da cultura com intervalos de 14 dias. | ||||||
Triticale | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 150-200 (33,3 -44,4) | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra Costal | 20 |
Época e intervalo de aplicação: Aplicar logo no aparecimento da praga e repetir se necessário. Realizar no máximo 2 pulverizações no ciclo da cultura com intervalos de 14 dias. | ||||||
(*) Usar as doses maiores em caso de alta infestação da praga
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Heliothis virescens | Lagarta-das-maçãs | Ver detalhes |
| Amendoim | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Aveia | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Centeio | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Cevada | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Ervilha | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Feijão | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Milheto | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Soja | Crysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Triticale | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do Laijin deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Coloque água limpa, no tanque do pulverizador, até metade da sua capacidade. A presença de coloides em suspensão, como terra, argila ou matéria orgânica, pode reduzir a eficácia do produto. Com o sistema de agitação do tanque ou com o retorno acionado, adicione a dose recomendada de Laijin e complete o volume do tanque com água. A agitação deverá ser constante durante o preparo e aplicação da calda, visando manter homogênea a calda de pulverização. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá- la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque do pulverizador, pulverizando logo após a sua preparação.
Realizar o processo de tríplice lavagem das embalagens durante o preparo da calda.
Utilizar pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizado e/ou estacionários munidos de mangueiras.
Utilizar pulverizadores equipados com bicos apropriados, que promovam tamanho de gotas, e volume de calda capaz de promover cobertura uniforme das plantas.
A variação do volume de calda está em função da cultura a ser tratada, seu estádio de desenvolvimento, porte ou enfolhamento.
Tipos de pontas: é recomendável utilizar bicos que promovam boa cobertura das plantas, com tamanho de gota, preferencialmente, média a grossa.
Observar o potencial de deriva, que com gotas de tamanho muito reduzido que poderão atingir culturas vizinhas sensíveis. As pontas de pulverização devem ser escolhidas de acordo com a classe de gotas recomendadas, e os parâmetros operacionais (velocidade, deslocamento, espaçamento entre bicos etc).
As pressões de trabalho, assim como os ajustes do pulverizador, deverão ser selecionadas em função do volume de calda e da classe de gotas recomendadas.
Utilizar pulverizadores tratorizado obedecendo os diferentes tipos de espaçamentos de bicos, assim como a altura da barra, conforme as recomendações dos fabricantes, devendo ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura, de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
IMPORTANTE: Deve-se respeitar os volumes de calda recomendados para que seja possível proporcionar uma boa cobertura da área a ser tratada. Para aplicar este produto, use uma tecnologia de aplicação que ofereça uma boa cobertura dos alvos.
Volume de calda: 20 a 40 litros por ha.
Tipos de pontas: aplicar através de aeronaves equipadas com micronair ou com barras dotadas de pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos que produzam, preferencialmente, gotas médias e grossas. Observar o potencial de deriva, que com gotas de tamanho muito reduzido que poderão atingir culturas vizinhas sensíveis (Vide “Recomendações para evitar deriva”, abaixo).
Os ajustes da barra devem ser realizados para que se obtenha distribuição uniforme das gotas.
Altura de voo: 3 - 4 m em relação ao topo das plantas. Recomenda-se utilizar a menor altura de voo possível, desde que garanta segurança adequada ao voo.
Não sobrepor faixa de aplicação.
O sistema de agitação do produto, no interior do tanque, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático.
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
Não realizar aplicação em condições de inversão térmica e de correntes ascendentes. Não aplicar se houver rajadas de ventos, ou condições sem vento.
O sistema de agitação do produto, no interior do tanque, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
A critério do Engenheiro Agrônomo as condições de aplicação podem ser alteradas.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
Cultura | Intervalo de segurança (dias) |
Tomate | 07 dias |
Algodão, Amendoim, Aveia, Centeio, Cevada, Ervilha, Feijão, Milheto, Milho, Soja, Sorgo, Trigo, Triticale | 20 dias |
Cana-de-açúcar | 60 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
VER 15 – 20.11.2024
VER 15 – 20.11.2024
LUFENURON NORTOX 100 EC | ||||
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSES de p.c | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
Nome comum/ Nome científico | ||||
ABÓBORA | ||||
ABOBRINHA CHUCHU MAXIXE | Broca-das-cucurbitáceas, Broca-da-aboboreira (Diaphania nitidalis) | 25 mL/100 L de água | 4 | 200 – 600 L/ha |
PEPINO | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar logo no início dos primeiros sintomas da praga, na fase de florescimento e antes que a praga penetre nos frutos. Se necessário reaplicar com intervalo de 7 dias. | ||||
ALGODÃO | Curuquerê (Alabama argillacea) | 100 – 125 mL/ha | 2 | 200 L/ha |
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 500 mL/ha | |||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Curuquerê: Aplicar quando for constatada 2 lagartas/planta. Lagarta-das-maçãs: Iniciar a pulverização quando 20% dos ponteiros apresentarem ovos ou 15% estiverem ameaçados. Quando necessário reaplicar com intervalo de 15 dias. | ||||
AMEIXA | ||||
MARMELO | ||||
NECTARINA NÊSPERA | Mariposa oriental (Grapholita molesta) | 50 mL/100 L de água | 3 | 500 – 1000 L/ha |
PÊRA | ||||
PÊSSEGO | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações quando for detectado o nível de controle através do monitoramento populacional da praga, obtido com a captura de insetos adultos em armadilhas apropriadas, mas antes da entrada da larva nos ponteiros ou frutos. Se necessário reaplicar com intervalo de 21 dias. | ||||
LUFENURON NORTOX 100 EC | ||||
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSES de p.c | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
Nome comum/ Nome científico | ||||
AVEIA | ||||
CENTEIO | ||||
CEVADA | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 60 - 70 mL/ha | 2 | 200 L/ha |
TRIGO | ||||
TRITICALE | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar no início dos primeiros sintomas de ataque da praga. Se necessário reaplicar com intervalo de 15 dias. | ||||
AÇAÍ | ||||
CASTANHA-DO-PARÁ | ||||
COCO DENDÊ NOZ-PECÃ | Lagarta-das-palmeiras Lagarta-do-coqueiro (Brassolis sophorae) | 20 – 25 mL/100 L de água | 1 | 5 L/planta |
PINHÃO | ||||
PUPUNHA | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar logo no início do aparecimento da praga. | ||||
BATATA | Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | 400 – 500 mL/ha | 2 | 800 L/ha |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação aos primeiros sintomas da presença da praga. Dependendo da pressão da praga, proceder a reaplicação através de avaliações periódicas do seu nível populacional com intervalos de 14 dias. | ||||
BRÓCOLIS | ||||
COUVE | ||||
COUVE-CHINESA COUVE-DE-BRUXELAS | Traça-das-crucíferas (Plutella xylostella) | 50 mL/100 L de água | 2 | 100 – 300 L/ha |
COUVE-FLOR | ||||
REPOLHO | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar logo no início dos primeiros sintomas da praga. Se necessário reaplicar com intervalo de 7 dias. | ||||
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LUFENURON NORTOX 100 EC | ||||
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSES de p.c | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
Nome comum/ Nome científico | ||||
CAFÉ | Bicho-mineiro (Leucoptera coffeella) | 400 – 500 mL/ha | 1 | 400 L/ha |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se realizar a aplicação quando constatar as primeiras minas ativas, dando sinal de início de ataque. | ||||
CANA-DE-AÇÚCAR | Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 200 – 250 mL/ha | 2 | 300 L/ha |
ÉPOCA, NÚMERO MÁXIMO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Aplicar quando o nível de infestação atingir entre 1 a 3% de colmos com presença de lagartas vivas, menores que 1 centímetro, antes de penetrarem no colmo. Se necessário reaplicar com intervalo de 10 dias. | ||||
CANOLA | Traça-das-crucíferas (Plutella xylostella) | 180 – 200 mL/ha | 2 | 200 L/ha |
Lagarta-da-couve (Ascia monuste orseis) | ||||
ÉPOCA, NÚMERO MÁXIMO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Traça-das-crucíferas e Lagarta-da-couve: aplicar quando for constatada a presença da praga. Se necessário reaplicar com intervalo de 7 dias. | ||||
CITROS | Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 30 – 40 mL/100 L de água | 2 | 2000 L/ha |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando for constatado o primeiro fruto atacado por talhão. Se necessário reaplicar com intervalo de 21 dias. | ||||
EUCALIPTO | Lagarta Thyrinteina Lagarta-de-cor-parda (Thyrinteina arnobia) | 100 – 200 mL/ha | 1 | 500 L/ha |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar no início da infestação com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro instar. | ||||
GERGELIM | Lagarta enroladeira (Antigastra catalaunalis) | 180 – 200 mL/ha | 2 | 200 L/ha |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando for constatada a presença da praga. Se necessário reaplicar com intervalo de 7 dias. | ||||
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LUFENURON NORTOX 100 EC | ||||
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSES de p.c | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
Nome comum/ Nome científico | ||||
GIRASSOL | Lagarta-preta-das-folhas (Chlosyne lacinia saundersii) | 180 – 200 mL/ha | 2 | 200 L/ha |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando forem constatadas as primeiras lagartas nas folhas. Se necessário reaplicar com intervalo de 7 dias. | ||||
LINHAÇA | Broca-grande-do-fruto (Helicoverpa zea) | 180 – 200 mL/ha | 2 | 200 L/ha |
Lagarta-falsa-medideira (Rachiplusia nu) | ||||
ÉPOCA, NÚMERO MÁXIMO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Broca-grande-do-fruto e Lagarta-falsa-medideira: aplicar quando for constatada a presença da praga. Se necessário reaplicar com intervalo de 7 dias. | ||||
MAMONA | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 180 – 200 mL/ha | 2 | 200 L/ha |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando for constatada a presença da praga. Se necessário reaplicar com intervalo de 7 dias. | ||||
MAÇÃ | Mariposa oriental (Grapholita molesta) | 50 mL/100 L de água | 4 | 600 – 750 L/ha |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações quando for detectado o nível de controle através do monitoramento populacional da praga, obtido com a captura de insetos adultos em armadilhas apropriadas, antes da entrada das larvas nos ponteiros ou frutos. Se necessário reaplicar com intervalo de 12 dias. | ||||
MILHO MILHETO SORGO | Lagarta-militar Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 150 mL/ha | 1 | 150 - 200 L/ha |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar na fase da folha raspada, início da infestação. Em condições de seca e baixa umidade aplicar 300 a 400 L/ha. | ||||
VER 15 – 20.11.2024
LUFENURON NORTOX 100 EC | ||||
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSES de p.c | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
Nome comum/ Nome científico | ||||
SOJA | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 80 - 100 mL/ha | 2 | 200 L/ha |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se aplicar quando houver 40 lagartas por batida de pano ou 30% de desfolha. Se necessário reaplicar com intervalo de 15 dias. | ||||
TOMATE | Broca-pequena-do-tomateiro (Neoleucinodes elegantalis) | 40 - 50 mL/100 L de água | 2 | 800 L/ha |
Ácaro-do-bronzeamento, Ácaro bronzeado (Aculops lycopersici) | 40 mL/100 L de água | 4 | 400 - 1000 L/ha | |
Traça-do- tomateiro (Tuta absoluta) | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Broca-pequena-do-tomateiro: Pulverizar logo no início dos primeiros sintomas da praga, no início do florescimento e antes que a praga penetre nos frutos. Se necessário reaplicar com intervalo de 15 dias. Ácaro-do-bronzeamento e Traça-do-tomateiro: Iniciar as aplicações no início dos primeiros sinais da praga. Se necessário reaplicar com intervalo de 7 dias. | ||||
OBS: 1 Litro do produto comercial (p.c) LUFENURON NORTOX 100 EC contém 100 gramas do ingrediente ativo (a.i) Lufenuron.
O LUFENURON NORTOX 100 EC não possui efeito de choque sobre as pragas mencionadas, e sua plena eficiência começa a manifestar-se entre 3-5 dias após a pulverização.
A maior dose deve ser utilizada em condições de alta pressão da praga e condições de clima favorável ao ataque (alta temperatura e umidade).
Apesar de eficiente contra as lagartas em qualquer fase de seu desenvolvimento, deve-se iniciar as pulverizações quando os insetos estão ainda na fase de ovo ou no 1º ou 2º ínstar de desenvolvimento, quando ainda não causa prejuízos as culturas e, portanto, não precisam ser eliminadas rapidamente.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abóbora | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Abobrinha | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Açaí | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmeiras , Lagarta-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Algodão | Ramularia areola | Falso-oídio, Ramulária | Ver detalhes |
| Ameixa | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Aveia | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Brócolis | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Canola | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve | Ver detalhes |
| Castanha-do-pará | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmeiras, Lagarta-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Centeio | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Cevada | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Chuchu | Diaphania nitidalis | Broca-das-curcubitáceas | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Coco | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmeiras, Lagarta-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Couve | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Plutella xylostella | Traça das crucíferas | Ver detalhes |
| Couve-de-bruxelas | Plutella xylostella | Traça das crucíferas | Ver detalhes |
| Couve-flor | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Dendê | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmáceas | Ver detalhes |
| Ervilha | Erysiphe pisi | Oídio | Ver detalhes |
| Eucalipto | Thyrinteina arnobia | Lagarta-de-cor-parda, Lagarta-Thyrinteina | Ver detalhes |
| Feijão | Erysiphe polygoni | Oídio | Ver detalhes |
| Gergelim | Antigastra catalaunalis | Lagarta-enroladeira | Ver detalhes |
| Girassol | Chlosyine lacinia saundersii | Lagarta-do-girassol, Lagarta-preta-das-folhas | Ver detalhes |
| Linhaça | Helicoverpa zea | Broca-grande-do-fruto | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Mamona | Spodoptera frugiperda | Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Manga | Colletotrichum gloeosporioides | Antracnose | Ver detalhes |
| Marmelo | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Maxixe | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Melão | Colletotrichum orbiculare | Antracnose, Podridão-amarga | Ver detalhes |
| Milheto | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Morango | Mycosphaerella fragariae | Mancha-de-Mycosphaerella, Mancha-foliar | Ver detalhes |
| Nectarina | Grapholita molesta | mariposa oriental | Ver detalhes |
| Nêspera | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Noz-pecã | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmeiras, Lagarta-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Pepino | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Pera | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Pessego | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Pinhão | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmeiras , Lagarta-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Pinhão manso | Oidium spp. | Oídio | Ver detalhes |
| Pupunha | Brassolis sophorae | Lagarta das Palmeiras | Ver detalhes |
| Repolho | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Rosa | Diplocarpon rosae | Mancha-das-folhas | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Triticale | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
VER 15 – 20.11.2024
O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim.
O abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento, e então, adicionar o produto e complementar o tanque com água. A agitação deverá ser constante durante a preparação e aplicação da calda.
Prepare apenas a quantidade de calda que irá utilizar, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de iniciar a aplicação.
Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
Para a aplicação do produto utilize uma tecnologia de aplicação que ofereça uma boa cobertura dos alvos. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser um pulverizador tratorizado ou costal. A pressão de trabalho deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
Utilizar a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva.
Deve-se realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (pontas, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo.
As maiores doses devem ser utilizadas em altas pressões da praga e/ou em estádios vegetativos avançados da cultura, bem como os volumes de calda recomendados.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo para flexibilizar caso necessário a aplicação mediante uso de tecnologia adequada.
A recomendação de aplicação aérea é destinada exclusivamente para as culturas do algodão, aveia, batata, café, cana-de-açúcar, canola, centeio, cevada, citros, coco, eucalipto, girassol, maçã, milheto, milho, pêssego, soja, sorgo, tomate, trigo e triticale.
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aero agrícolas pela ANAC. A altura de voo não deve ultrapassar 4,0 m, para evitar problemas com deriva, a altura ideal é de 2 a 4 m acima do alvo, desde que garanta a segurança do voo.
O volume de calda recomendado é de 20 a 40 L/ha.
As condições climáticas mais favoráveis para a realização de uma pulverização, utilizando-se os equipamentos adequados de pulverização, são:
Umidade relativa do ar superior a 55%
Velocidade do vento: mínimo – 3 km/hora; máximo – 15 km/hora.
Temperatura inferior à 30ºC.
Evitar as condições de inversão térmica.
Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave.
VER 15 – 20.11.2024
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores, porém independentemente do equipamento utilizado para a pulverização, o tamanho de gostas é um dos fatores mais importantes para se evitar a deriva. O tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência.
Fatores como tamanho de gotas, pressão de trabalho, velocidade do vento, umidade e temperatura devem ser avaliados pelo aplicador, quando da decisão de aplicar.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aero agrícolas.
LIMPEZA DE TANQUE:
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas.
Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante. Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Culturas | IS (Dias) |
Algodão e Citros | 28 |
Aveia, Açaí, Batata, Cana-de-açúcar, Canola, Castanha-do-Pará, Centeio, Cevada, Coco, Dendê, Gergelim, Girassol, Linhaça, Mamona, Maçã, Noz-Pecã, Pinhão, Pupunha, Trigo e Triticale | 14 |
Abóbora, Abobrinha, Brócolis, Café, Chuchu, Couve, Couve-flor, Couve-Chinesa, Couve-de-Bruxelas, Maxixe, Pepino e Repolho | 7 |
Milheto, Milho, Soja e Sorgo | 35 |
Ameixa, Marmelo, Nectarina, Nêspera, Pêra, Pêssego e Tomate | 10 |
Eucalipto | UNA |
UNA – Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
VER 00 – 18.09.2024
CULTURAS | ALBO BIOLÓGICO | LUFENURON NORTOX 50 EC |
Nome comum/ Nome científico | DOSES mL/ha | |
ALGODÃO | Curuquerê Alabama argilacea | 150 – 200 mL/ha |
Lagarta-das-maçãs Heliothis virescens | 800 – 1000 mL/ha | |
Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | 300 – 400 mL/ha | |
Época de aplicação: Curuquerê: Aplicar quando for constatada 2 lagartas/planta. Lagarta-das-maçãs: Iniciar a pulverização quando 20% dos ponteiros apresentarem ovos ou 15% estiverem ameaçados. Lagarta-do-cartucho: Iniciar a aplicação quando for observado o início do ataque. Nº Máximo de aplicação: 1 aplicação no ciclo da cultura. Volume de calda: 200 L/ha | ||
BATATA | Traça-da-batatinha Phthorimaea operculella | 600 – 800 mL/ha |
Época de aplicação: Iniciar a aplicação aos primeiros sintomas da presença da praga. Dependendo da pressão da praga, proceder a reaplicação através de avaliações periódicas do seu nível populacional. Nº Máximo de aplicação: 4 aplicações no ciclo da cultura. Volume de calda: 400 à 800 L/ha | ||
CULTURAS | ALBO BIOLÓGICO | LUFENURON NORTOX 50 EC |
Nome comum/ Nome científico | DOSES mL/ha | |
CANA-DE- AÇÚCAR | Broca-da-cana Diatraea saccharalis | 300 – 400 mL/ha |
Época de aplicação: Aplicar quando o nível de infestação atingir entre 1 a 3% de colmos com presença de lagartas vivas, menores que 1 centímetro, antes de penetrarem no colmo. Reaplicar após 14 dias se ocorrer reinfestação. Nº Máximo de aplicação: 2 aplicações por safra da cultura. Volume de calda: 200 L/ha | ||
CITROS | Ácaro-da-falsa-ferrugem Phyllocoptruta oleivora | 75 mL/100 L água |
Bicho-furão Ecdytolopha aurantiana | ||
Larva-minadora-das-folhas Phyllocnistis citrella | 25 mL/100 L água | |
Época de aplicação: Ácaro-da-falsa-ferrugem: Iniciar a aplicação quando for detectada 10% de frutos com 30 ou mais ácaros/cm². Bicho-furão: Aplicar quando for constatado o primeiro fruto atacado por talhão. Larva-minadora-das-folhas: Iniciar a aplicação do início das brotações quando estiverem com 3 a 5 cm de comprimento e também quando forem detectadas as primeiras posturas ou larvas. Nº Máximo de aplicação: 1 aplicação por safra da cultura. Volume de calda: 10 L/planta adulta. | ||
COCO | Lagarta-do-coqueiro Brassolis sophorae | 40 – 50 mL/100 L água |
Época de aplicação: Aplicar logo no início do aparecimento da praga. Nº Máximo de aplicação: 1 aplicação por safra da cultura. Volume de calda: 5 L/planta | ||
MAÇÃ | Mariposa-oriental Grapholita molesta | 100 mL/100 L água |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for detectado o nível de controle através do monitoramento populacional da praga, obtido com a captura de insetos adultos em armadilhas apropriadas, antes da entrada das larvas nos ponteiros ou frutos. Reaplicar a cada 12 dias, se ocorrer reinfestação. Nº Máximo de aplicação: 4 aplicações por safra da cultura. Volume de calda: 600 à 750 L/ha | ||
MILHO | Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | 300 mL/ha |
Época de aplicação: Aplicar na fase da folha raspada, no início da infestação. Nº Máximo de aplicação: 1 aplicação no ciclo da cultura. Volume de calda: 150 à 200 L/ha | ||
VER 00 – 18.09.2024
CULTURAS | ALBO BIOLÓGICO | LUFENURON NORTOX 50 EC |
Nome comum/ Nome científico | DOSES mL/ha | |
PEPINO | Broca-das-cucurbitáceas Diaphania nitidalis | 50 mL/100 L água |
Época de aplicação: Aplicar logo no início dos primeiros sintomas de ataque da praga, na fase de florescimento e antes que a praga penetre nos frutos. Reaplicar a cada 7 dias conforme a necessidade. Nº Máximo de aplicação: 4 aplicações no ciclo da cultura. Volume de calda: 200 à 600 L/ha | ||
PÊSSEGO | Mariposa-oriental Grapholita molesta | 100 mL/100 L água |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for detectado o nível de controle através do monitoramento populacional da praga, obtido com a captura de insetos adultos em armadilhas apropriadas, antes da entrada das larvas nos ponteiros ou frutos. Reaplicar se atingir o índice de infestação, com intervalo de 21 dias. Nº Máximo de aplicação: 3 aplicações por safra da cultura. Volume de calda: 500 à 1000 L/ha | ||
REPOLHO | Traça-das-crucíferas Plutella xylostella | 100 mL/100 L água |
Época de aplicação: Aplicar logo no início dos primeiros sintomas da praga. Reaplicar a cada 7 dias, conforme a necessidade. Nº Máximo de aplicação: Efetuar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. Volume de calda: 100 à 300 L/ha OBS: Recomenda-se a adição de espalhante adesivo para uma melhor cobertura das folhas pela calda de aplicação. | ||
SOJA | Lagarta-da-soja Anticarsia gemmatalis | 150 mL/ha |
Época de aplicação: Recomenda-se aplicar quando houver 40 lagartas por batida de pano ou 30% de desfolha. A reaplicação varia conforme o grau de reinfestação. Nº Máximo de aplicação: Efetuar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. Volume de calda: 200 L/ha | ||
TRIGO | Lagarta-do-trigo Pseudaletia sequax | 100 mL/ha |
Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | ||
Época de aplicação: Lagarta-do-trigo e do-cartucho: Aplicar no início dos primeiros sintomas de ataque da praga. Repetir com intervalo de 15 dias, se necessário. Nº Máximo de aplicação: 2 aplicações durante no ciclo da cultura. Volume de calda: 200 L/ha | ||
VER 00 – 18.09.2024
CULTURAS | ALBO BIOLÓGICO | LUFENURON NORTOX 50 EC |
Nome comum/ Nome científico | DOSES mL/ha | |
TOMATE | Ácaro-do-bronzeamento Aculops lycopersici | 80 mL/100 L água |
Broca-pequena-do-tomateiro Neoleucinodes elegantalis | ||
Traça-do-tomateiro Tuta absoluta | ||
Época de aplicação: Ácaro-do-bronzeamento: Iniciar as aplicações no início dos primeiros sinais da praga. Broca-pequena-do-tomateiro: Pulverizar logo no início dos primeiros sintomas da praga, no início do florescimento e antes que a praga penetre nos frutos. Traça-do-tomateiro: Iniciar as aplicações no início dos primeiros sinais de ocorrência da praga. Para cada alvo biológico repetir a pulverização a cada 7 dias. Nº Máximo de aplicação: 4 aplicações no ciclo da cultura. Volume de calda: 400 à 1000 L/ha | ||
Um litro do produto comercial (p.c) contém 50 gramas do ingrediente ativo (a.i) Lufenuron.
A maior dose deve ser utilizada em condições de alta pressão da praga e condições de clima favorável ao ataque (alta temperatura e umidade).
Apesar de eficiente contra as lagartas em qualquer fase de seu desenvolvimento, deve-se iniciar as pulverizações quando os insetos estão ainda na fase de ovo ou no 1º ou 2º ínstar de desenvolvimento, quando ainda não causa prejuízos as culturas e, portanto, não precisam ser eliminadas rapidamente.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Citros | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro-da-falsa-ferrugem, Ácaro-da-mulata | Ver detalhes |
| Coco | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmeiras, Lagarta-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Pepino | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Pessego | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Repolho | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Aculops lycopersici | Ácaro-bronzeado, Ácaro-do-bronzeamento | Ver detalhes |
| Trigo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim.
O abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento, e então, adicionar o produto e complementar o tanque com água. A agitação deverá ser constante durante a preparação e aplicação da calda.
VER 00 – 18.09.2024
Prepare apenas a quantidade de calda que irá utilizar, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de iniciar a aplicação.
Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
- Para a aplicação do produto utilize uma tecnologia de aplicação que ofereça uma boa cobertura dos alvos. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser um pulverizador tratorizado ou costal. A pressão de trabalho deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
Utilizar a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva.
Deve-se realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (pontas, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo.
As maiores doses devem ser utilizadas em altas pressões da praga e/ou em estádios vegetativos avançados da cultura, bem como os volumes de calda recomendados.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo para flexibilizar caso necessário a aplicação mediante uso de tecnologia adequada.
A recomendação de aplicação aérea é destinada para as culturas do algodão, batata, cana-de- açúcar, citros, coco, maçã, milho, pepino, pêssego, repolho, soja, tomate e trigo.
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aero agrícolas pela ANAC. A altura de voo não deve ultrapassar 4,0 m, para evitar problemas com deriva, a altura ideal é de 2 a 4 m acima do alvo, desde que garanta a segurança do voo.
O volume de calda recomendado é de 20 a 40 L/ha.
As condições climáticas mais favoráveis para a realização de uma pulverização, utilizando-se os equipamentos adequados de pulverização, são:
Umidade relativa do ar superior a 55%
Velocidade do vento: mínimo – 3 km/hora; máximo – 15 km/hora.
Temperatura inferior à 30ºC.
Evitar as condições de inversão térmica.
Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores, porém independentemente do equipamento utilizado para a pulverização, o tamanho de gostas é um dos fatores mais importantes para se evitar a deriva. O tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência.
Fatores como tamanho de gotas, pressão de trabalho, velocidade do vento, umidade e temperatura devem ser avaliados pelo aplicador, quando da decisão de aplicar.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aero agrícolas.
VER 00 – 18.09.2024
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas.
Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante.
Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
CULTURAS | DIAS |
Algodão e Citros | 28 dias |
Batata, Cana-de-açúcar, Coco, Maçã e Trigo | 14 dias |
Milho e Soja | 35 dias |
Pepino e Repolho | 7 dias |
Pêssego e Tomate | 10 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
O produto Lufenuron 50 EC Perterra é recomendado para o controle das pragas nas culturas relacionadas a seguir e suas respectivas doses
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
Curuquerê, Curuquerê-do- algodoeiro (Alabama argillacea) | 150 - 200 mL/ha | Terrestre: 80 a 200 L/ha | Aplicar quando for constatada 2 lagartas/planta | ||
Iniciar quando 20% dos ponteiros apresentarem ovos ou 15% estiverem ameaçados | |||||
ALGODÃO | Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 800 - 1000 mL/ha | 1 aplicação | Áerea: 20 L/ha | |
Lagarta-militar, Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 300 - 400 mL/ha | Iniciar a aplicação quando for observado o início de ataque | |||
BATATA | Traça-da-batatinha, Cegadeira (Phthorimaea operculella) | 600 - 800 mL/ha | 4 aplicações | Terrestre: 400 a 800 L/ha | Iniciar a aplicação aos primeiros sintomas da presença da praga. INTERVALO DE APLICAÇÃO: Depende da pressão da praga. Fazer reaplicação, através de avaliações periódicas do seu nível populacional. |
CANA-DE- AÇUCAR | Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 300-400 mL/ha | 2 aplicações | Terrestre: Ao redor de 200 L/ha Áerea: 20 L/ha | Aplicar quando o nível de infestação atingir entre 1 a 3% de colmos com presença de lagartas vivas, menores que 1 centímetro, antes de penetrarem no colmo. INTERVALO DE APLICAÇÃO: Reaplicar após 14 dias, se ocorrer infestação |
Ácaro-da-falsa- ferrugem, Ácaro-da-mulata (Phyllocoptruta oleivora) | 75 mL/100 L | Iniciar a aplicação quando for detectada 10% de frutos com 30 ou mais ácaros/cm2. | |||
Aplicar quando for constatado o primeiro fruto atacado por talhão. | |||||
CITROS | Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 1 aplicação | Terrestre: Aprox. 10 L/planta adulta | ||
Iniciar a aplicação no início das brotações quando estiverem com 3 a 5 cm de comprimento e também quando forem detectadas as primeiras posturas ou larvas. | |||||
Minadora-das-folhas, Larva-minadora-das- folhas (Phyllocnistis citrella) | 25 mL/100 L | Áerea: 20 L/ha | |||
CÔCO | Lagarta-das-palmeiras, Lagarta-do-coqueiro (Brassolis sophorae) | 40 - 50 mL/100 L | 1 aplicação | Terrestre: Em torno de 5 L/ha Áerea: 20 L/ha | Aplicar logo no início do aparecimento da praga. |
EUCALIPTO | Lagarta Thyrinteina ou Lagarta-de-corparda (Thyrinteina arnobia) | 200 – 400 mL/ha | 1 aplicação | Terrestre: 500 L/ha Áerea: 20 L/ha | A aplicação deverá ser efetuada no início da infestação com as lagartas nos estádios iniciais de desenvolvimento, do primeiro ao terceiro instares. Utilizar 500L de calda/ha para aplicações terrestres e 20 litros de calda/ha para aplicações aéreas. |
MAÇÃ | Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 100 mL/100 L | 4 aplicações | Terrestre: 600 a 750 L/ha Áerea: 20 L/ha | Iniciar as aplicações quando for detectado o nível de controle através do monitoramento populacional da praga, obtido com a captura de insetos adultos em armadilhas apropriadas, antes da entrada das larvas nos ponteiros ou frutos. INTERVALO DE APLICAÇÃO: Reaplicar a cada 12 dias, se ocorrer reinfestação. |
MILHO | Lagarta-militar, Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 300 mL/ha | 1 aplicação | Terrestre: Em condições climáticas normais: 150 a 200 L/ha e em condições de seca e baixa umidade: 300 a 400 L/ha Áerea: 20 L/ha | Aplicar na fase da folha raspada, início da infestação. |
PEPINO | Broca-das- cucurbitáceas, Broca- da-aboboreira (Diaphania nitidalis) | 50 mL/100 L | 4 aplicações | Terrestre: 200 a 600 L/ha | Aplicar logo no início dos primeiros sintomas da praga, na fase de florescimento e antes que a praga penetre nos frutos. INTERVALO DE APLICAÇÃO: Reaplicar a cada 7 dias, conforme a necessidade. |
PÊSSEGO | Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 100 mL/100 L | 3 aplicações | Terrestre: 500 a 1000 L/ha Áerea: 20 L/ha | Iniciar as aplicações quando for detectado o nível de controle através do monitoramento populacional da praga, obtido com a captura de insetos adultos em armadilhas apropriadas, mas antes da entrada da larva nos ponteiros ou frutos. INTERVALO DE APLICAÇÃO: Reaplicar se atingir o índice de infestação, com intervalo de 21 dias. |
REPOLHO | Traça-das-crucíferas (Plutella xylostella) | 100 mL/100 L | 2 aplicações | Terrestre: 100 a 300 L/ha | Aplicar logo no início dos primeiros sintomas da praga. INTERVALO DE APLICAÇÃO: Reaplicar a cada 7 dias, conforme a necessidade. |
SOJA | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora (Anticarsia gemmatalis) | 150 mL/ha | 2 aplicações | Terrestre: 80 a 200 L/ha Áerea: 20 L/ha | Aplicar quando houver 40 lagartas por batida de pano ou 30% de desfolha. INTERVALO DE APLICAÇÃO: Varia conforme o grau de reinfestação. |
TOMATE | Ácaro-do-bronzeamento, Ácaro-bronzeado (Aculops lycopersici) | 80 mL/100 L | 4 aplicações | Terrestre: 400 a 100 L/ha | Iniciar as aplicações no início dos primeiros sinais da praga. INTERVALO DE APLICAÇÃO: Repetir a cada 7 dias. |
Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do- tomateiro (Neoleucinodes elegantalis) | Aplicar logo no início dos primeiros sintomas da praga, no início do florescimento e antes que a praga penetre nos frutos. INTERVALO DE APLICAÇÃO: Repetir a cada 7 dias. | ||||
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | Iniciar as aplicações, no início dos primeiros sinais da praga. INTERVALO DE APLICAÇÃO: Repetir a cada 7 dias. | ||||
TRIGO | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 100 mL/ha | 2 aplicações | Terrestre: 80 a 200 L/ha Áerea: 20 L/ha | Aplicar no início dos primeiros sintomas da praga. INTERVALO DE APLICAÇÃO: Repetir com intervalo de 15 dias, se necessário. |
Lagarta-militar, Lagarta- do cartucho (Spodoptera frugiperda) |
Pelo seu mecanismo de ação sobre os insetos, o LUFENURON 50 EC PERTERRA não possui efeito de choque sobre as pragas mencionadas, e sua plena eficiência começa a manifestar-se entre 3-5 dias após a pulverização. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta pressão da praga e condições de clima favorável ao ataque (alta temperatura e umidade). Apesar de eficiente contra as lagartas em qualquer fase de seu desenvolvimento, deve-se iniciar as pulverizações, quando os insetos estão ainda na fase de ovo ou no 1º ou 2º instar de desenvolvimento, quando ainda não causa prejuízos as culturas e, portanto, não precisam ser eliminadas rapidamente.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Coco | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmeiras, Lagarta-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Eucalipto | Thyrinteina arnobia | Lagarta-de-cor-parda, Lagarta-Thyrinteina | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Pepino | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Pessego | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Repolho | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Aculops lycopersici | Ácaro-bronzeado, Ácaro-do-bronzeamento | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Aplicação terrestre:
Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou autopropelido, providos de pontas que produzam gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das
plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno. Utilizar os seguintes parâmetros:
Pressão de trabalho: 100 a 400 KPA (costal) e 100 a 800 KPA (equipamentos tratorizados);
Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ (micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico);
Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm2
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura de pulverização de no mínimo de 50 cm, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Temperatura do ar: abaixo de 30°C. Umidade relativa do ar: acima de 55%.
Velocidade do vento: média de 3 km/h até 10 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, nas pulverizações terrestres, recomendase o seguinte:
cultura.
Para as culturas do Algodão, Cana-de-Açúcar, Citros, Coco, Eucalipto, Maçã, Milho, Pêssego, Soja e Trigo, Lufenuron 50 EC Perterra pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 metros acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização entre 2 e 4 metros, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Condições meteorológicas:
Temperatura do ar: abaixo de 30oC. Umidade relativa do ar: acima de 55%.
Velocidade do vento: média de 3 km/h até 10 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Somente realizar a aplicação aérea na presença de Profissionais habilitados.
Preparo da calda: o abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento, e então, adicionar o produto e complementar o produto com água. A agitação deverá ser constante durante a preparação e aplicação da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de iniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
CULTURA | DIAS |
Algodão, Citros | 28 |
Batata, Cana-de-Açúcar, Côco, Maçã, Trigo | 14 |
Eucalipto | U.N.A. |
Milho, Soja | 35 |
Pepino, Repolho | 7 |
Pêssego, Tomate | 30 |
U.N.A. – Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para uso durante a aplicação.
CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | RECOMENDAÇÃO DE USO | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | |||
Abobrinha | Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 125 mL/ha | Deve ser aplicado preventivamente, iniciando-se as pulverizações no florescimento pleno, procurando atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos. As aplicações devem ter intervalos de 7 dias. | 4 | 500 L/ha (Costal e Tratorizado) |
Algodão | Curuquerê (Alabama argillacea) | 125 mL/ha | Deve ser aplicado para o controle do curuquerê quando o nível de infestação atingir de 1 a 2 lagartas por planta ou o nível de desfolha for no máximo 10%. Repetir a aplicação, se necessário. | 2 | 200 L/ha (Costal) 500 L/ha (Tratorizado) 10-12 L/ha (Aérea) |
Brócolis | Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 62,5 mL/ha | Deve ser usado para controlar a lagarta da folhagem iniciando-se o tratamento (pulverização) logo após o início da infestação. Repetir a aplicação, se necessário. | 2 | 400 L/ha (Costal e Tratorizado) |
Cana-de- açúcar | Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 200-400 mL/ha | Monitorar o cultivo/praga e aplicar MIMIC 240 SC quando o Nível de Dano Econômico for atingido (lagartas pequenas com até 3% de incidência da praga). Se necessário, repetir a aplicação. O intervalo entre as aplicações será determinado em função da reinfestação. Aplicar no máximo 2 (duas) vezes durante o ciclo da cultura. A menor dose é recomendada para o controle em baixas infestações e a maior dose em altas infestações. | 2 | 50-200 L/ha (Tratorizado) 20-40 L/ha (Aérea) |
Citros | Larva-minadora-das- folhas (Phyllocnistis citrella) | 50 mL/100 L de água | Deve ser aplicado nas plantas com brotações novas no aparecimento das primeiras larvas. | 1 | 5-15 L/planta dependendo do porte da árvore |
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 40 a 50 mL/100 L de água | Deve ser aplicado no início da infestação. Recomenda-se a retirada dos frutos atacados pela praga antes da aplicação. As pulverizações devem atingir toda a superfície dos frutos. | |||
CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | RECOMENDAÇÃO DE USO | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | |||
Couve | Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 62,5 mL/ha | Deve ser usado para controlar a lagarta da folhagem iniciando-se o tratamento (pulverização) logo após o início da infestação. Repetir a aplicação, se necessário. | 2 | 400 L/ha (Costal e Tratorizado) |
Couve- chinesa | Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 62,5 mL/ha | Deve ser usado para controlar a lagarta da folhagem iniciando-se o tratamento (pulverização) logo após o início da infestação. Repetir a aplicação, se necessário. | 2 | 400 L/ha (Costal e Tratorizado) |
Couve-flor | Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 62,5 mL/ha | Deve ser usado para controlar a lagarta da folhagem iniciando-se o tratamento (pulverização) logo após o início da infestação. Repetir a aplicação, se necessário. | 2 | 400 L/ha (Costal e Tratorizado) |
Eucalipto | Lagarta-de-cor-parda (Thyrinteina arnobia) | 125 mL/ha | Deve ser aplicado em estágios larvais de máxima atividade, porém antes de se atingir o nível de dano econômico, para um eficiente controle de praga. Repetir a aplicação, se necessário. | U.N.A. | 500-1000 L/ha (Costal) 250 a 500 L/ha (Tratorizado) 10-20 L/ha (Aérea) |
Maçã | Lagarta-enroladeira-da- folha (Bonagota cranaodes) | 90 mL/100 L de água | Deve ser utilizado para controlar a lagarta-enroladeira-das-folhas, iniciando- se o tratamento (pulverizações) logo após o início da infestação. Repetir a aplicação em intervalos de 10 a 15 dias, dependendo do nível de infestação. | 4 | 600 a 1200 L/ha (Tratorizado) |
Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 70 a 90 mL/100 L de água | Realizar monitoramento através de armadilhas com feromônios. Iniciar as aplicações quando forem capturados no mínimo 5 adultos em armadilha de feromônio instaladas no pomar. Podem ser realizadas 3 aplicações com intervalo de 14 dias. | 3 | 1000 L/ha (Tratorizado) | |
Milheto | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 300 mL/ha | Deve ser utilizado para controlar a lagarta-do-cartucho, iniciando-se o tratamento (pulverizações) logo após o início da infestação, com lagartas até o 3º instar (até 1,5 cm), já que após este tamanho, os danos causados serão maiores. | 1 | 200 a 400 L/ha (Tratorizado) |
Milho | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 300 mL/ha | Deve ser utilizado para controlar a lagarta-do-cartucho, iniciando-se o tratamento (pulverizações) logo após o início da infestação, com lagartas até o 3º instar (até 1,5 cm), já que após este tamanho, os danos causados serão maiores. | 1 | 200 a 400 L/ha (Tratorizado) |
Repolho | Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 62,5 mL/ha | Deve ser usado para controlar a lagarta da folhagem iniciando-se o tratamento (pulverização) logo após o início da infestação. Repetir a aplicação, se necessário. | 2 | 400 L/ha (Costal e Tratorizado) |
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 125 mL/ha | Deve ser aplicado quando na amostragem (pano-de-batida) forem constatadas 30-40 lagartas pequenas (até 1,5 cm) ou até 10 lagartas grandes (maiores que 1,5 cm). Repetir a aplicação, se necessário, até o início do florescimento. | 2 | 200 a 400 L/ha (Tratorizado) 10-20 L/ha (Aérea) |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | RECOMENDAÇÃO DE USO | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | |||
Sorgo | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 300 mL/ha | Deve ser utilizado para controlar a lagarta-do-cartucho, iniciando-se o tratamento (pulverizações) logo após o início da infestação, com lagartas até o 3º instar (até 1,5 cm), já que após este tamanho, os danos causados serão maiores. | 1 | 200 a 400 L/ha (Tratorizado) |
Tomate | Broca-pequena-do- tomateiro (Neoleucinodes elegantalis) | 125 mL/ha | Deve ser aplicado preventivamente para o controle da broca-pequena-dos-frutos, iniciando-se no florescimento da cultura, aplicando-se sobre toda a parte aérea da cultura, principalmente flores e frutos. As aplicações devem ter intervalos de 7 dias. | 4 | 500-1000 L/ha (Costal e Tratorizado) |
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 500 mL/ha | Deve ser aplicado no início da infestação, quando as lagartas são pequenas (nos primeiros instares larvais), procurando atingir toda a parte aérea da cultura. As pulverizações devem ser repetidas com intervalos de 7 dias. | |||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abobrinha | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Brócolis | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Couve | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Ascia monuste orseis | Curuquerê da couve | Ver detalhes |
| Eucalipto | Thyrinteina arnobia | Lagarta-de-cor-parda, Lagarta-Thyrinteina | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Milheto | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Repolho | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
Em todas as aplicações, excetuando-se na cultura de cana-de-açúcar, adicionar óleo vegetal ou mineral emulsionável ou um adjuvante de boa qualidade na dosagem de 0,125% - 0,250% (125 mL- 250 mL/100L).
ABOBRINHA
Pulverizadores costais
Velocidade: 1 m/s
Volume de aplicação: 500 litros/ha Pressão de trabalho: 40-60 psi
Tipos de bico: jato cônico vazio ou D4 a D6 com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm² com VMD de 110-120 µ.
Pulverizadores tratorizados de barra Velocidade do trator: 6-8 km/h
Volume de aplicação: 500 litros/ha Pressão do manômetro: 80-100 psi
Tipos de bico: jato cônico vazio com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm² com VMD de 110-120 µ.
ALGODÃO
Pulverizadores costais
Velocidade: 1 m/s
Volume de aplicação: 200 litros/ha Pressão de trabalho: 40-60 psi
Tipos de bico: jato cônico ou D2 a D4 com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm² com VMD de 110-120 µ.
Pulverizadores tratorizados de barra Velocidade do trator: 6-8 km/h
Volume de aplicação: 500 litros/ha Pressão do manômetro: 80-100 psi
Tipos de bico: jato cônico vazio com combinação adequada de ponta e difusor c(core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm² com VMD de 110-120 µ.
Altura da barra: 50 cm em relação ao alvo de deposição.
Aérea
Uso de barra com 40-42 bicos de jato cônico vazio. Volume de aplicação: 10-12 litros/ha
Pressão de trabalho: 15-30 psi
Uso de MICRONAIR com deposição mínima de 40 gotas/cm2. Altura de voo: 4-5 metros em relação ao alvo de deposição.
CANA-DE-AÇÚCAR
Pulverizadores tratorizados de barra Velocidade do trator: 6-8 km/h
Volume de aplicação: 50-200 litros/ha Pressão do manômetro: 80-100 psi Tipos de bico: leque 110.01 - 110.02
Altura da barra: 50 cm em relação ao alvo de deposição.
Aérea
Uso de barra com 40-42 bicos Volume de aplicação: 20-40 litros/ha Pressão de trabalho: 30-50 psi
Uso de MICRONAIR com deposição mínima de 40 gotas/cm². Altura de voo: 4-5 metros em relação ao alvo de deposição.
CITROS
Atomizadores
Devem-se observar os seguintes parâmetros:
Velocidade do trator: 2-3 km/hora Rpm na tomada de força: 540 rpm Pressão: 300 a 350 libras/pol2
Vazão: 145 litros/minuto
Tipo de bico: Disco ou chapinha número 6, os dois lados do atomizador devem estar abertos, ou seja, 7 bicos de cada lado, num total de 14 bicos; considerando-se que todos estejam abertos, recomenda- se alternar bicos com difusor de 2 furos (menor vazão) com bicos de difusão de 3 furos (maior vazão). Volume de calda: Usar 5-15 litros de calda por planta, dependendo do porte da árvore.
Pistolas
Devem-se observar os seguintes parâmetros:
Velocidade do trator: 1,8 km/hora Rpm do trator: 1.400 rpm
Marcha do trator: 1ª reduzida Pressão: 200-350 libras/pol2
Vazão: 130 litros/minuto
Tipo de bico: Disco ou chapinha nos 6 a 8
Volume de aplicação: Usar 5-15 litros de calda por planta, dependendo do porte da árvore.
Pulverizadores costais
Como os pulverizadores costais manuais não possuem regulador de pressão, o volume a ser aplicado depende muito do operário que executa a operação. A calibração deve ser feita individualmente, sendo considerada uma velocidade usual aquela ao redor de 1 m/segundo. A pressão de trabalho varia conforme o ritmo de movimento que o operador imprime à alavanca de acionamento da bomba, combinado com a vazão do bico.
Bicos de alta vazão geralmente são trabalhados a baixa pressão, uma vez que no ritmo normal de bombeamento não se consegue atingir altas pressões. Em oposição, bicos de baixa vazão são operados em pressões maiores, pois o operador consegue manter o circuito pressurizado acionando poucas vezes a alavanca da bomba. Recomenda-se utilizar bicos de média a baixa vazão para melhor cobertura da área foliar.
COUVE, BRÓCOLIS, COUVE-FLOR, COUVE-CHINESA, REPOLHO
Pulverizadores costais
Velocidade: 1 m/s
Volume de aplicação: 400 litros/ha Pressão de trabalho: 40-60 psi
Tipos de bico: jato cônico vazio ou D4 a D6 com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm² com VMD de 110-120 µ.
Pulverizadores tratorizados de barra Velocidade do trator: 6-8 km/h
Volume de aplicação: 400 litros/ha Pressão do manômetro: 80-100 psi
Tipos de bico: jato cônico vazio com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm² com VMD de 110-120 µ.
MAÇÃ
Pulverizadores tratorizados turbinados Velocidade de aplicação: 4-6 km/ha
Volume de aplicação: Lagarta-enroladeira-da-folha (Bonagota cranaodes): 600 a 1200 litros/ha Volume de aplicação: Mariposa-oriental (Grapholita molesta): 1000 litros/ha
Pressão de trabalho: 120-150 psi
Tipos de bicos: jato cônico vazio com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm² com VMD de 110-120 µ.
MILHO, MILHETO, SORGO
Pulverizadores tratorizados de barra Velocidade de aplicação: 4 a 6 km/h Volume de aplicação: 200 a 400 litros/ha. Pressão de trabalho: 40-60 psi
Tipos de bicos: Leque - 8002 a 8003 - direcionado para a linha de milho. Altura da barra: 50 cm acima do alvo a ser depositado.
SOJA
Pulverizadores costais
Velocidade: 1 m/s
Volume de aplicação: 200 litros/ha Pressão de trabalho: 40-60 psi
Tipos de bico: jato cônico ou D2 a D4 com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm² com VMD de 110-120 µ.
Pulverizadores tratorizados de barra Velocidade do trator: 6-8 km/h
Volume de aplicação: 200-400 litros/ha Pressão do manômetro: 80-160 psi
Tipos de bico: jato cônico vazio com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm² com VMD de 110-120 µ.
Altura da barra: 50 cm em relação ao alvo de deposição.
Aérea
Uso de barra com 40-42 bicos de jato cônico vazio. Volume de aplicação: 10-20 litros/ha
Pressão de trabalho: 40-60 psi
Uso de MICRONAIR com deposição mínima de 40 gotas/cm². Altura de voo: 4-5 metros em relação ao alvo de deposição.
TOMATE
Pulverizadores costais (tomate envarado) Velocidade: 1 m/s
Volume de aplicação: 500-1000 litros/ha Pressão de trabalho: 40-60 psi
Tipos de bico: jato cônico vazio ou D4 a D6 compatível com a vazão de 500-1000 litros/ha.
Pulverizadores tratorizados de barra (tomate rasteiro) Velocidade do trator: 6-8 km/h
Volume de aplicação: 500-1000 litros/ha Pressão do manômetro: 80-100 psi
Tipos de bico: jato cônico vazio com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm² com VMD de 110-120 µ.
Altura da barra: 50 cm em relação ao alvo de deposição.
EUCALIPTO
Atomizador costal (motorizado):
Volume de aplicação: 500 a 1000 L/ha
Pulverizador tratorizado tipo canhão:
Volume de aplicação: 250 a 500 L/ha Rotação do trator: 540 rpm
Rotação da turbina centrífuga: 3400 rpm
Faixa de aplicação: 1 a 3 linhas, dependendo da altura da árvore.
Aérea:
Uso do MICRONAIR AU 5000 ou bicos hidráulicos Volume de aplicação: 10 a 20 litros/ha
Altura do voo: 3 a 4 metros do topo da árvore Ângulo das pás (MICRONAIR): 35 a 45º Inclinação dos bicos hidráulicos: 45 a 90º
Temperatura máxima: 30ºC
Umidade relativa do ar: 55% (mínima) Velocidade do vento: máximo de 10 km/h
Abobrinha, Brócolis, Couve, Couve-flor, Couve-chinesa, Repolho e Tomate: 3 dias Citros: 7 dias
Algodão, Maçã e Soja: 14 dias Cana-de-açúcar: 28 dias Milho, Milheto e Sorgo: 60 dias Eucalipto: UNA*
* USO NÃO ALIMENTAR
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação”.
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
ABOBRINHA | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 75 ml/ha | 04 | 600 - 1000 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar a primeira aplicação, preventivamente, no florescimento, procurando proteger as flores e frutos. Conforme histórico da praga na região e as condições climáticas para o seu aparecimento, reaplicar preventivamente mantendo o intervalo de 7 dias entre as aplicações. | ||||
ALGODÃO | Curuquerê (Alabama argilacea) | 30 ml/ha | 02 | TERRESTRE 200 - 300 AÉREA 10 - 40 |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 50 - 80 ml/ha | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Devido à ação lenta do inseticida fisiológico, o que possibilita a lagarta continuar comendo até a mudança de pele, aplicar o produto no início da infestação, quando as lagartas são pequenas (antes de atingir o 3º ínstar). Manter a lavoura monitorada e realizar a segunda aplicação, se necessário, 15 a 20 dias após a primeira. Utilizar maior dose em condições de alta infestação da praga. | ||||
BATATA | Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | 400 ml/ha | 06 | 600 - 1000 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar no início do aparecimento da praga. Manter a lavoura monitorada e repetir, se necessário, a cada 7 dias. | ||||
CAFÉ | Bicho-mineiro (Leucoptera coffeella) | 250 ml/ha | 02 | TERRESTRE 400 AÉREA 10 - 40 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar no início do aparecimento da praga. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura em intervalo de 14 dias. | ||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
CANA-DE- AÇÚCAR | Broca-da-cana (Diatraea Saccharalis) | 50 - 80 ml/ha | 01 | TERRESTRE 200 - 300 AÉREA 10 - 40 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar no início da infestação, quando as lagartas são pequenas (antes de atingir o 3º ínstar), com até 3% de incidência da praga. Utilizar maior dose em condições de alta infestação da praga. Devido ao porte da cultura, recomenda-se aplicação com aeronave agrícola equipada com barra de pulverização. | ||||
FUMO (LAVOURA) | Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | 250 ml/ha | 01 | 200 - 300 |
FUMO (FLOAT) | 15 ml / 14,7 m2 | - | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar no float ou na lavoura 7 dias após o transplante. Recomenda-se aplicar com pulverizador costal sobre as mudas e a linha de plantio. | ||||
MILHO | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 50 - 100 ml/ha | 02 | TERRESTRE 200 - 300 AÉREA 10 - 40 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Devido à ação lenta do inseticida fisiológico, o que possibilita a lagarta continuar comendo até a mudança de pele, aplicar o produto no início da infestação, quando as lagartas são pequenas (antes de atingir o 3º ínstar). Manter a lavoura monitorada e realizar a segunda aplicação, se necessário, 15 a 20 dias após a primeira. Utilizar maior dose em condições de alta infestação da praga. | ||||
SOJA | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 30 - 50 ml/ha | 02 | TERRESTRE 200 - 300 AÉREA 10 - 40 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Devido à ação lenta do inseticida fisiológico, o que possibilita a lagarta continuar comendo até a mudança de pele, aplicar o produto no início da infestação, quando as lagartas são pequenas (antes de atingir o 3º ínstar). Manter a lavoura monitorada e realizar a segunda aplicação, se necessário, 15 a 20 dias após a primeira. Utilizar maior dose em condições de alta infestação da praga e/ou com o estande da cultura muito fechado, na fase de enchimento de vagens. | ||||
TOMATE | Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 30 ml/100L de água | 04 | 600 - 1000 |
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Broca-pequena-do-fumo: Aplicar preventivamente no aparecimento das primeiras flores e repetir em intervalos semanais. | ||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
TOMATE | Traça-do-tomateiro: Realizar a primeira aplicação quando constatada a presença de mariposa e ovos na cultura, e as demais com intervalos de 7 dias entre elas. | |||
TRIGO | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 30 ml/ha | 02 | TERRESTRE 200 - 300 AÉREA 10 - 40 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Devido à ação lenta do inseticida fisiológico, o que possibilita a lagarta continuar comendo até a mudança de pele, aplicar o produto no início da infestação, quando as lagartas são pequenas (antes de atingir o 3º ínstar). Manter a lavoura monitorada e realizar a segunda aplicação, se necessário, 15 a 20 dias após a primeira. | ||||
1 Litro do produto comercial corresponde a 480g do ingrediente ativo.
Volume de calda para aplicação terrestre, para outros tipos de aplicação veja “Equipamentos de aplicação”. O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abobrinha | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Fumo | Phthorimaea operculella | Ver detalhes | |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
O MIRZA 480 SC poderá ser aplicado via terrestre manual (pressurizado ou motorizado) e tratorizado (com barra de pulverização ou atomizadores); e via aérea para as culturas do algodão, café, cana-de-açúcar, milho, soja e trigo. Para a cana-de-açúcar, devido ao porte da cultura, recomenda-se aplicação com aeronave agrícola equipada com barra de pulverização.
Em casos da indicação de dose em faixa, usar maior dose para alta infestação, em regiões com histórico de ocorrência da praga ou em condições mais favoráveis ao aparecimento. Usar maior ou menor volume de calda conforme o desenvolvimento vegetativo, estádio fenológico da cultura.
Independente da tecnologia de aplicação utilizada, ao aplicar, seguir sempre as indicações de uso da bula e proceder com a regulagem adequada do equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda e boa cobertura da folhagem das plantas.
Seguir sempre as boas práticas agrícolas e as recomendações do fabricante do equipamento utilizado.
No preparo da calda, utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados no item “Precauções no manuseio” descritos em “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Adicionar água limpa ao tanque do pulverizador até ½ da sua capacidade ou no mínimo até cobrir o mecanismo de agitação e os bicos de saída da calda. Ligar a agitação e adicionar a quantidade apropriada do produto mantendo o sistema de agitação ligado. Completar o volume do tanque com água limpa até o nível do volume de calda recomendado para a cultura.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem riscos ao aplicador, ao meio ambiente e à cultura. Proibido utilizar equipamentos com vazamentos ou danificados.
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido
durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador para evitar a sobreposição durante a aplicação.
Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Assim, o potencial de deriva aumenta significativamente durante uma inversão térmica, podendo a aplicação atingir culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações de animais e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Equipamentos terrestres:
Aplicar sempre em condições ambientais favoráveis. Altas temperaturas e baixa umidade relativa do ar diminuem a eficácia do produto, aumentam o risco de evaporação da calda aplicada e o potencial de deriva. Observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como:
Temperatura ambiente: evitar altas temperatura (acima de 30ºC). Não aplicar em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
Umidade relativa do ar: evitar aplicar em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%).
Velocidade média do vento: recomenda-se aplicar com ventos menores que 10km/hora, considerando sempre a regulagem do sistema de aplicação. Não aplicar em condições de ausência ou rajadas de vento. Considerar sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas, respeitando os parâmetros de temperatura, vento e umidade do ar.
Aeronaves agrícolas (para algodão, café, cana-de-açúcar, milho, soja e trigo):
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para aplicação aérea de agrotóxicos. Regular os equipamentos aplicador da aeronave visando distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Aplicar sempre em condições ambientais favoráveis. Altas temperaturas e baixa umidade relativa do ar diminuem a eficácia do produto, aumentam o risco de evaporação da calda aplicada e o potencial de deriva. Observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como:
Temperatura ambiente: evitar altas temperatura (acima de 30ºC). Não aplicar em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
Umidade relativa do ar: evitar aplicar em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%).
Velocidade média do vento: recomenda-se aplicar com ventos menores que 10km/hora, considerando sempre a regulagem do sistema de aplicação. Não aplicar em condições de ausência ou rajadas de vento. Considerar sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas, respeitando os parâmetros de temperatura, vento e umidade do ar.
Realizar a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas
agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e na altura na aplicação. Seguir as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consultar o Engenheiro Agrônomo responsável.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda com a limpeza de todo o equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados no item “Precauções no manuseio”, descritos em “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Proibido limpar o equipamento próximo às nascentes, fontes de água e zonas urbanas. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual e/ou Municipal vigente na região da aplicação.
CULTURAS | INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS) |
Abobrinha | 5 |
Algodão | 28 |
Batata | 7 |
Café | 15 |
Cana-de-açúcar | 40 |
Fumo | (UNA) |
Milho | 28 |
Soja | 28 |
Tomate | 10 |
Trigo | 14 |
UNA = Uso Não Alimentar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
O TAGGER é indicado para controle de pragas nas culturas de algodão, batata, cana-de-açúcar, citros, milho, soja e trigo, conforme quadro abaixo:
CULTURAS | PRAGAS | DOSES (mL p.c. / ) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Algodão | Curuquerê, Curuquerê-do- algodoeiro (Alabama argilacea) | 150-200 ha | 1 | 80 a 200 L/ha (aplicação terrestre) 10 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Aplicar quando forem constatadas 2 lagartas/planta |
Lagarta-militar, Lagarta do cartucho (Spodoptera frugiperda) | 300-400 ha | Iniciar aplicação quando for observado o início do ataque | |||
Lagarta-das- maças (Heliothis virescens) | 800-1000 ha | Iniciar aplicação quando 20% dos ponteiros apresentarem ovos ou 15% estiverem ameaçados | |||
Batata | Traça-da- batatinha, Cegadeira (Phthorimaea operculella) | 600-800 ha | 4 | 400 a 800 L/ha (aplicação terrestre) 10 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Iniciar a aplicação aos primeiros sintomas da presença da praga. Dependendo da pressão da praga, fazer reaplicações, através de avaliações periódicas do seu nível populacional. |
Cana-de- açúcar | Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 300-400 ha | 2 | 200 L/ha (aplicação terrestre) 10 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Aplicar quando o nível de infestação atingir entre 1 a 3% de colmos com presença de lagartas vivas, menores que 1 centímetro, antes de penetrarem no colmo. Reaplicar após 14 dias, se ocorrer reinfestação. |
Citros | Minadora-das- folhas, Larva- minadora-das- folhas (Phyllocnistis citrella) | 25 / 100 L água | 1 | 10 L / Planta adulta (aplicação terrestre) 10 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Iniciar a aplicação no início das brotações, quando estiverem com 3 a 5 cm de comprimento, e também quando forem detectadas as primeiras posturas ou larvas |
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 75 / 100 L água | Aplicar quando for constatado o primeiro fruto atacado por talhão | |||
Ácaro-da-falsa- ferrugem, Ácaro-da-mulata (Phyllocoptruta oleivora) | Iniciar a aplicação quando for detectada 10% de frutos com 30 ou mais ácaros/cm2 | ||||
Milho | Lagarta-do- cartucho | 300 ha | 2 | Em condições | Iniciar o tratamento no aparecimento da praga. O |
(Spodoptera frugiperda) | climáticas normais: 150 a 200 L/ha e em condições de seca e baixa umidade: 300 a 400 L/ha (aplicação terrestre) 10 a 50 L/ha (aplicação aérea) | intervalo de aplicação depende da pressão da praga, bem como as condições favoráveis ao seu desenvolvimento. Avaliações periódicas do nível populacional das pragas devem ser realizadas para verificar a necessidade de reaplicação do produto. Realizar no máximo duas aplicações durante o ciclo da cultura | |||
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 150 ha | 2 | 80 a 200 L/ha (aplicação terrestre) 10 a 50 L/ha (aplicação aérea) | Iniciar a aplicação, quando do início da incidência das lagartas |
Lagarta-das- folhas (Spodoptera eridania) | Deve ser aplicado no início da infestação, quando as lagartas se encontram nos primeiros estágios de desenvolvimento | ||||
Lagarta-das- vagens (Spodoptera latifascia) | |||||
Trigo | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 100 | 2 | 80 a 200 L/ha (aplicação terrestre) 10-50 L/ha (aplicação aérea) | Fazer a aplicação quando for constatada a presença de lagartas na lavoura e/ou sintomas de ataque nas folhas. Realizar no máximo duas aplicações durante o ciclo da cultura |
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) |
Pelo seu mecanismo de ação sobre os insetos, o TAGGER não possui efeito de choque sobre as pragas mencionadas, e sua plena eficiência começa a manifestar-se entre 3-5 dias após a pulverização.
Apesar de eficiente contra as lagartas em qualquer fase de seu desenvolvimento, deve-se iniciar as pulverizações, quando os insetos estão ainda na fase de ovo ou no 1º ou 2º ínstar de desenvolvimento, quando ainda não causa prejuízos as culturas e, portanto, não precisam ser eliminadas rapidamente.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Soja | Spodoptera latifascia | Lagarta-das-vagens | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Aplicar TAGGER nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação. Este produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendação para cada cultura. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado.
Preparo da Calda: O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos
¾ de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva.
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente: abaixo de 30°C Velocidade média do vento: entre 3 a10 km/h Umidade relativa: superior a 50%
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para aplicação do produto, conforme consta no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação
CULTURA | DIAS |
Algodão | 28 |
Batata | 14 |
Cana-de-açúcar | 14 |
Citros | 28 |
Milho | 28 |
Soja | 21 |
Trigo | 14 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas | Pragas controladas | Dose * | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Equipamento de aplicação | Intervalo de Segurança (días) |
ml de p.c./ha (g i.a./ha) | ||||||
Algodão | Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 250-350 (55,5 – 77,7) | 2 | Terrestre: 100 - 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra, costal | 20 |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 200-300 (44.4 - 66,6) | |||||
Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 200 – 300 (44.4 - 66,6) | |||||
Época e intervalo de aplicação:
Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||||
Amendoim | Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 100 – 150 (22,2 - 33,3) | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra, costal | 20 |
Época e intervalo de aplicação: As aplicações deverão ser iniciadas quando as lagartas se encontram nos primeiros estágios de desenvolvimento, na época de formação de vagens e enchimento de grãos, quando a cultura é mais sensível ao ataque da praga. O monitoramento da entrada dos adultos (mariposas) na área é fundamental para a aplicação na época correta, ou seja, com lagartas pequenas. Se necessário, reaplicar com intervalo de 10- 15 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||||
Aveia | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 150-200 | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra Costal | 20 |
Época e intervalo de aplicação: Aplicar logo no aparecimento da praga e repetir se necessário. Realizar no máximo 2 pulverizações no ciclo da cultura com intervalos de 14 dias. | ||||||
Cana-de- açúcar | Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 250-350 (55,5 – 77,7) | 2 | Terrestre: 100 - 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra, costal | 60 |
Época e intervalo de aplicação: Realizar a aplicação quando a infestação atingir entre 1 a 3% de colmos com a presença de lagartas até 2º instar, antes da penetração no colmo. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga. Se necessário, reaplicar com intervalo de 10- 15 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||||
Centeio | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 150-200 | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra Costal | 20 |
Época e intervalo de aplicação: Aplicar logo no aparecimento da praga e repetir se necessário. Realizar no máximo 2 pulverizações no ciclo da cultura com intervalos de 14 dias. | ||||||
Cevada | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 150-200 | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra Costal | 20 |
Época e intervalo de aplicação: Aplicar logo no aparecimento da praga e repetir se necessário. Realizar no máximo 2 pulverizações no ciclo da cultura com intervalos de 14 dias. | ||||||
Ervilha | Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 100 – 150 (22,2 - 33,3) | 2 | Terrestre: 100 – 300 | Barra, costal | 20 |
Época e intervalo de aplicação: As aplicações deverão ser iniciadas quando as lagartas se encontram nos primeiros estágios de desenvolvimento, na época de formação de vagens e enchimento de grãos, quando a cultura é mais sensível ao ataque da praga. O monitoramento da entrada dos adultos (mariposas) na área é fundamental para a aplicação na época correta, ou seja, com lagartas pequenas. Se necessário, reaplicar com intervalo de 10-15 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||||
Feijão | Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 100 – 150 (22,2 - 33,3) | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra, costal | 20 |
Época e intervalo de aplicação: As aplicações deverão ser iniciadas quando as lagartas se encontram nos primeiros estágios de desenvolvimento, na época de formação de vagens e enchimento de grãos, quando a cultura é mais sensível ao ataque da praga. O monitoramento da entrada dos adultos (mariposas) na área é fundamental para a aplicação na época correta, ou seja, com lagartas pequenas. Se necessário, reaplicar com intervalo de 10- 15 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||||
Grão-de- Bico | Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 100 – 150 (22,2 - 33,3) | 2 | Terrestre: 100 – 300 | Barra, costal | 20 |
Época e intervalo de aplicação: As aplicações deverão ser iniciadas quando as lagartas se encontram nos primeiros estágios de desenvolvimento, na época de formação de vagens e enchimento de grãos, quando a cultura é mais sensível ao ataque da praga. O monitoramento da entrada dos adultos (mariposas) na área é fundamental para a aplicação na época correta, ou seja, com lagartas pequenas. Se necessário, reaplicar com intervalo de 10-15 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||||
Milheto | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 200 – 300 (44.4 - 66,6) | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra Costal | 20 |
Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 150 – 200 (33,3 - 44,4) | |||||
Época e intervalo de aplicação:
Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||||
Milho | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 200 – 300 (44.4 - 66,6) | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra Costal | 20 |
Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 150 – 200 (33,3 - 44,4) | |||||
Época e intervalo de aplicação:
O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||||
Soja | Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens) | 100 - 150 (22,2 - 33,3) | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra Costal | 20 |
Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 100 – 150 (22,2 - 33,3) | |||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 100 – 150 (22,2 - 33,3) | |||||
Época e intervalo de aplicação: | ||||||
As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||||
Sorgo | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 200 – 300 (44.4 - 66,6) | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra Costal | 20 |
Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 150 – 200 (33,3 - 44,4) | |||||
Época e intervalo de aplicação: Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda): Aplicar no início da infestação, e quando as lagartas se encontram nos primeiros instares (1º ao 3º instares), antes das lagartas penetrarem no cartucho, com no máximo, 20% a 30% de plantas com folhas raspadas pela praga. Helicoverpa (Helicoverpa armigera): Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação se houver reinfestação.Normalmente é feita uma ou duas aplicações nestas culturas, caso haja necessidade, repetir o tratamento após 10 a 15 dias. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||||
Tomate | Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 200 – 300 (44,4 - 66,6) | 4 | Terrestre: 300 - 1000 | Barra, Costal | 7 |
Broca-grande-do-fruto (Helicoverpa zea) | 200 -300 (44,4 - 66,6) | |||||
Época e intervalo de aplicação:
Utilizar as doses maiores em condições de alta infestação da praga. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio e a massa foliar da cultura. | ||||||
Trigo | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 150-200 | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra Costal | 20 |
Época e intervalo de aplicação: Aplicar logo no aparecimento da praga e repetir se necessário. Realizar no máximo 2 pulverizações no ciclo da cultura com intervalos de 14 dias. | ||||||
Triticale | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 150-200 | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra Costal | 20 |
Época e intervalo de aplicação: Aplicar logo no aparecimento da praga e repetir se necessário. Realizar no máximo 2 pulverizações no ciclo da cultura com intervalos de 14 dias. | ||||||
(*) Usar as doses maiores em caso de alta infestação da praga
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Amendoim | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Aveia | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Centeio | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Cevada | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Ervilha | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Feijão | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Helicoverpa armigera | Lagarta-das-vagens | Ver detalhes |
| Milheto | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Milho | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Soja | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Sorgo | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Tomate | Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Triticale | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do Takumi deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Coloque água limpa, no tanque do pulverizador, até metade da sua capacidade. A presença de coloides em suspensão, como terra, argila ou matéria orgânica, pode reduzir a eficácia do
produto. Com o sistema de agitação do tanque ou com o retorno acionado, adicione a dose recomendada de Takumi e complete o volume do tanque com água. A agitação deverá ser constante durante o preparo e aplicação da calda, visando manter homogênea a calda de pulverização. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá- la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque do pulverizador, pulverizando logo após a sua preparação.
Realizar o processo de tríplice lavagem das embalagens durante o preparo da calda.
Utilizar pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizado e/ou estacionários munidos de mangueiras.
Utilizar pulverizadores equipados com bicos apropriados, que promovam tamanho de gotas, e volume de calda capaz de promover cobertura uniforme das plantas.
A variação do volume de calda está em função da cultura a ser tratada, seu estádio de desenvolvimento, porte ou enfolhamento.
Tipos de pontas: é recomendável utilizar bicos que promovam boa cobertura das plantas, com tamanho de gota, preferencialmente, média a grossa.
Observar o potencial de deriva, que com gotas de tamanho muito reduzido poderão atingir culturas vizinhas sensíveis. As pontas de pulverização devem ser escolhidas de acordo com a classe de gotas recomendadas, e os parâmetros operacionais (velocidade, deslocamento, espaçamento entre bicos etc).
As pressões de trabalho, assim como os ajustes do pulverizador, deverão ser selecionadas em função do volume de calda e da classe de gotas recomendadas.
Utilizar pulverizadores tratorizados obedecendo os diferentes tipos de espaçamentos de bicos, assim como a altura da barra, conforme as recomendações dos fabricantes, devendo ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura, de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
IMPORTANTE: Deve-se respeitar os volumes de calda recomendados para que seja possível proporcionar uma boa cobertura da área a ser tratada. Para aplicar este produto, use uma tecnologia de aplicação que ofereça uma boa cobertura dos alvos.
Volume de calda: 20 a 40 litros por ha.
Tipos de pontas: aplicar através de aeronaves equipadas com micronair ou com barras dotadas de pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos que produzam, preferencialmente, gotas médias e grossas. Observar o potencial de deriva, que com gotas de tamanho muito reduzido poderão atingir culturas vizinhas sensíveis (Vide “Recomendações para evitar deriva”, abaixo).
Os ajustes da barra devem ser realizados para que se obtenha distribuição uniforme das gotas.
Altura de voo: 3 - 4 m em relação ao topo das plantas. Recomenda-se utilizar a menor altura de voo possível, desde que garanta segurança adequada ao voo.
Não sobrepor faixa de aplicação.
O sistema de agitação do produto, no interior do tanque, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático.
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
Não realizar aplicação em condições de inversão térmica e de correntes ascendentes. Não aplicar se houver rajadas de ventos, ou condições sem vento.
O sistema de agitação do produto, no interior do tanque, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
A critério do Engenheiro Agrônomo as condições de aplicação podem ser alteradas.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
Cultura | Intervalo de segurança (dias) |
Tomate | 07 dias |
Algodão, Amendoim, Aveia, Centeio, Cevada, Ervilha, Feijão, Grão-de-Bico, Milheto, Milho, Soja, Sorgo, Trigo, Triticale | 20 dias |
Cana-de-açúcar | 60 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas | Pragas controladas | Dose * | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Equipamento de aplicação | Intervalo de Segurança (días) |
ml de p.c./ha (g i.a./ha) | ||||||
Algodão | Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 250-350 (55,5 – 77,7) | 2 | Terrestre: 100 - 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra, costal | 20 |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 200-300 (44.4 - 66,6) | |||||
Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 200 – 300 (44.4 - 66,6) | |||||
Época e intervalo de aplicação:
Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||||
Amendoim | Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 100 – 150 (22,2 - 33,3) | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra, costal | 20 |
Época e intervalo de aplicação: As aplicações deverão ser iniciadas quando as lagartas se encontram nos primeiros estágios de desenvolvimento, na época de formação de vagens e enchimento de grãos, quando a cultura é mais sensível ao ataque da praga. O monitoramento da entrada dos adultos (mariposas) na área é fundamental para a aplicação na época correta, ou seja, com lagartas pequenas. Se necessário, reaplicar com intervalo de 10- 15 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||||
Aveia | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 150-200 (33,3 -44,4) | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra Costal | 20 |
Época e intervalo de aplicação: Aplicar logo no aparecimento da praga e repetir se necessário. Realizar no máximo 2 pulverizações no ciclo da cultura com intervalos de 14 dias. | ||||||
Cana-de- açúcar | Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 250-350 (55,5 – 77,7) | 2 | Terrestre: 100 - 300 | Avião, Barra, costal | 60 |
Aérea: 20 - 40 | ||||||
Época e intervalo de aplicação: Realizar a aplicação quando a infestação atingir entre 1 a 3% de colmos com a presença de lagartas até 2º instar, antes da penetração no colmo. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga. Se necessário, reaplicar com intervalo de 10- 15 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||||
Centeio | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 150-200 (33,3 -44,4) | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra Costal | 20 |
Época e intervalo de aplicação: Aplicar logo no aparecimento da praga e repetir se necessário. Realizar no máximo 2 pulverizações no ciclo da cultura com intervalos de 14 dias. | ||||||
Cevada | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 150-200 (33,3 -44,4) | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra Costal | 20 |
Época e intervalo de aplicação: Aplicar logo no aparecimento da praga e repetir se necessário. Realizar no máximo 2 pulverizações no ciclo da cultura com intervalos de 14 dias. | ||||||
Ervilha | Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 100 – 150 (22,2 - 33,3) | 2 | Terrestre: 100 – 300 | Barra, costal | 20 |
Época e intervalo de aplicação: As aplicações deverão ser iniciadas quando as lagartas se encontram nos primeiros estágios de desenvolvimento, na época de formação de vagens e enchimento de grãos, quando a cultura é mais sensível ao ataque da praga. O monitoramento da entrada dos adultos (mariposas) na área é fundamental para a aplicação na época correta, ou seja, com lagartas pequenas. Se necessário, reaplicar com intervalo de 10-15 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||||
Feijão | Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 100 – 150 (22,2 - 33,3) | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra, costal | 20 |
Época e intervalo de aplicação: As aplicações deverão ser iniciadas quando as lagartas se encontram nos primeiros estágios de desenvolvimento, na época de formação de vagens e enchimento de grãos, quando a cultura é mais sensível ao ataque da praga. O monitoramento da entrada dos adultos (mariposas) na área é fundamental para a aplicação na época correta, ou seja, com lagartas pequenas. Se necessário, reaplicar com intervalo de 10- 15 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||||
Milheto | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 200 – 300 (44.4 - 66,6) | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra Costal | 20 |
Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 150 – 200 (33,3 - 44,4) | |||||
Época e intervalo de aplicação:
Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||||
Milho | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 200 – 300 (44.4 - 66,6) | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra Costal | 20 |
Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 150 – 200 (33,3 - 44,4) | |||||
Época e intervalo de aplicação:
O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||||
Soja | Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens) | 100 - 150 (22,2 - 33,3) | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra Costal | 20 |
Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 100 – 150 (22,2 - 33,3) | |||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 100 – 150 (22,2 - 33,3) | |||||
Época e intervalo de aplicação:
As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||||
Sorgo | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 200 – 300 (44.4 - 66,6) | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra Costal | 20 |
Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 150 – 200 (33,3 - 44,4) | |||||
Época e intervalo de aplicação: Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda): Aplicar no início da infestação, e quando as lagartas se encontram nos primeiros instares (1º ao 3º instares), antes das lagartas penetrarem no cartucho, com no máximo, 20% a 30% de plantas com folhas raspadas pela praga. Helicoverpa (Helicoverpa armigera): Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação se houver reinfestação.Normalmente é feita uma ou duas aplicações nestas culturas, caso haja necessidade, repetir o tratamento após 10 a 15 dias. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||||
Tomate | Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 200 – 300 (44,4 - 66,6) | 4 | Terrestre: 300 - 1000 | Barra, Costal | 7 |
Broca-grande-do-fruto (Helicoverpa zea) | 200 -300 (44,4 - 66,6) | |||||
Época e intervalo de aplicação:
Utilizar as doses maiores em condições de alta infestação da praga. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio e a massa foliar da cultura. | ||||||
Trigo | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 150-200 (33,3 -44,4) | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra Costal | 20 |
Época e intervalo de aplicação: Aplicar logo no aparecimento da praga e repetir se necessário. Realizar no máximo 2 pulverizações no ciclo da cultura com intervalos de 14 dias. | ||||||
Triticale | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 150-200 (33,3 -44,4) | 2 | Terrestre: 100 – 300 Aérea: 20 - 40 | Avião, Barra Costal | 20 |
Época e intervalo de aplicação: Aplicar logo no aparecimento da praga e repetir se necessário. Realizar no máximo 2 pulverizações no ciclo da cultura com intervalos de 14 dias. | ||||||
(*) Usar as doses maiores em caso de alta infestação da praga
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Amendoim | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Aveia | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Centeio | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Cevada | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Ervilha | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Feijão | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Milheto | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Soja | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Sorgo | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Tomate | Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Triticale | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do Takumi SC deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Coloque água limpa, no tanque do pulverizador, até metade da sua capacidade. A presença de coloides em suspensão, como terra, argila ou matéria orgânica, pode reduzir a eficácia do produto. Com o sistema de agitação do tanque ou com o retorno acionado, adicione a dose recomendada de Takumi SC e complete o volume do tanque com água. A agitação deverá ser constante durante o preparo e aplicação da calda, visando manter homogênea a calda de pulverização. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá- la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque do pulverizador, pulverizando logo após a sua preparação.
Realizar o processo de tríplice lavagem das embalagens durante o preparo da calda.
Utilizar pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizado e/ou estacionários munidos de mangueiras.
Utilizar pulverizadores equipados com bicos apropriados, que promovam tamanho de gotas, e volume de calda capaz de promover cobertura uniforme das plantas.
A variação do volume de calda está em função da cultura a ser tratada, seu estádio de desenvolvimento, porte ou enfolhamento.
Tipos de pontas: é recomendável utilizar bicos que promovam boa cobertura das plantas, com tamanho de gota, preferencialmente, média a grossa.
Observar o potencial de deriva, que com gotas de tamanho muito reduzido poderão atingir culturas vizinhas sensíveis. As pontas de pulverização devem ser escolhidas de acordo com a classe de gotas recomendadas, e os parâmetros operacionais (velocidade, deslocamento, espaçamento entre bicos etc).
As pressões de trabalho, assim como os ajustes do pulverizador, deverão ser selecionadas em função do volume de calda e da classe de gotas recomendadas.
Utilizar pulverizadores tratorizados obedecendo os diferentes tipos de espaçamentos de bicos, assim como a altura da barra, conforme as recomendações dos fabricantes, devendo ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura, de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
IMPORTANTE: Deve-se respeitar os volumes de calda recomendados para que seja possível proporcionar uma boa cobertura da área a ser tratada. Para aplicar este produto, use uma tecnologia de aplicação que ofereça uma boa cobertura dos alvos.
Volume de calda: 20 a 40 litros por ha.
Tipos de pontas: aplicar através de aeronaves equipadas com micronair ou com barras dotadas de pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos que produzam, preferencialmente, gotas médias e grossas. Observar o potencial de deriva, que com gotas de tamanho muito reduzido poderão atingir culturas vizinhas sensíveis (Vide “Recomendações para evitar deriva”, abaixo).
Os ajustes da barra devem ser realizados para que se obtenha distribuição uniforme das gotas.
Altura de voo: 3 - 4 m em relação ao topo das plantas. Recomenda-se utilizar a menor altura de voo possível, desde que garanta segurança adequada ao voo.
Não sobrepor faixa de aplicação.
O sistema de agitação do produto, no interior do tanque, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático.
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
Não realizar aplicação em condições de inversão térmica e de correntes ascendentes. Não aplicar se houver rajadas de ventos, ou condições sem vento.
O sistema de agitação do produto, no interior do tanque, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
A critério do Engenheiro Agrônomo as condições de aplicação podem ser alteradas.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
Cultura | Intervalo de segurança (dias) |
Tomate | 07 dias |
Algodão, Amendoim, Aveia, Centeio, Cevada, Ervilha, Feijão, Milheto, Milho, Soja, Sorgo, Trigo, Triticale | 20 dias |
Cana-de-açúcar | 60 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

