CONSENTO® é um fungicida sistêmico e de efeito translaminar, indicado no tratamento de doenças da parte aérea nas culturas de abóbora, abobrinha, alface, almeirão, batata, berinjela, chicória, chuchu, jiló, pepino, pimenta, pimentão, quiabo e tomate, conforme as recomendações a seguir:
Culturas | Doenças Controladas | Doses* | Volume de Calda | Nº Máximo de Aplicações por Ciclo | ||
Nome Comum | Nome Científico | Produto Comercial (i.a.) | ||||
Abóbora | Míldio | Pseudoperonospora cubensis | 2,0 L/ha | 500 – 1000 L/ha | 3 | |
Época de aplicação: Realizar a primeira aplicação preventivamente durante a fase vegetativa quando iniciar as condições meteorológicas favoráveis para a ocorrência das doenças como umidade elevada e temperaturas amenas. Se as condições meteorológicas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações, realizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de segurança: 1 dia. | ||||||
Abobrinha | Míldio | Pseudoperonospora cubensis | 2,0 L/ha | 500 – 1000 L/ha | 3 | |
Época de aplicação: Realizar a primeira aplicação preventivamente durante a fase vegetativa quando iniciar as condições meteorológicas favoráveis para a ocorrência das doenças como umidade elevada e temperaturasamenas. Se as condições meteorológicas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações, realizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de segurança: 1 dia. | ||||||
Alface | Míldio | Bremia lactucae | 2,0 L/ha | 500 – 1000 L/ha | 3 | |
Época de aplicação: Realizar a primeira aplicação preventivamente durante a fase vegetativa quando iniciar as condições meteorológicas favoráveis para a ocorrência das doenças como umidade elevada e temperaturasamenas. Se as condições meteorológicas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações, realizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de segurança: 3 dias. | ||||||
Almeirão | Míldio | Bremia lactucae | 2,0 L/ha | 500 – 1000 L/ha | 3 | |
Época de aplicação: Realizar a primeira aplicação preventivamente durante a fase vegetativa quando iniciar as condições meteorológicas favoráveis para a ocorrência das doenças como umidade elevada e temperaturasamenas. Se as condições meteorológicas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações, realizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de segurança: 3 dias. | ||||||
Berinjela | Tombamento | Phytophthora capsici | 2,0 L/ha | 500 – 1000 L/ha | 3 | |
Época de aplicação: Realizar a primeira aplicação preventivamente durante a fase vegetativa quando iniciar as condições meteorológicas favoráveis para a ocorrência das doenças como umidade elevada e temperaturasamenas. Se as condições meteorológicas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações, realizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de segurança: 1 dia. | ||||||
Chicória | Míldio | Bremia lactucae | 2,0 L/ha | 500 – 1000 L/ha | 3 | |
Época de aplicação: Realizar a primeira aplicação preventivamente durante a fase vegetativa quando iniciar as condições meteorológicas favoráveis para a ocorrência das doenças como umidade elevada e temperaturasamenas. Se as condições meteorológicas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações, realizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de segurança: 3 dias. | ||||||
Chuchu | Míldio | Pseudoperonospora cubensis | 2,0 L/ha | 500 – 1000 L/ha | 3 | |
Época de aplicação: Realizar a primeira aplicação preventivamente durante a fase vegetativa quando iniciar as condições meteorológicas favoráveis para a ocorrência das doenças como umidade elevada e temperaturas | ||||||
amenas. Se as condições meteorológicas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações, realizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de segurança: 1 dia. | ||||||
Jiló | Tombamento | Phytophthora capsici | 2,0 L/ha | 500 – 1000 L/ha | 3 | |
Época de aplicação: Realizar a primeira aplicação preventivamente durante a fase vegetativa quando iniciar as condições meteorológicas favoráveis para a ocorrência das doenças como umidade elevada e temperaturasamenas. Se as condições meteorológicas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações, realizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de segurança: 1 dia. | ||||||
Pepino | Míldio | Pseudoperonospora cupensis | 2,0 L/ha | 500 – 1000 L/ha | 3 | |
Época de aplicação: Realizar a primeira aplicação preventivamente durante a fase vegetativa quando iniciar as condições meteorológicas favoráveis para a ocorrência das doenças como umidade elevada e temperaturasamenas. Se as condições meteorológicas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações, realizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de segurança: 1 dia. | ||||||
Pimenta | Requeima | Phytophthora capsici | 2,0 L/ha | 500 – 1000 L/ha | 3 | |
Época de aplicação: Realizar a primeira aplicação preventivamente durante a fase vegetativa quando iniciar as condições meteorológicas favoráveis para a ocorrência das doenças como umidade elevada e temperaturasamenas. Se as condições meteorológicas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações, realizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de segurança: 1 dia. | ||||||
Pimentão | Requeima | Phytophthora capsici | 2,0 L/ha | 500 – 1000 L/ha | 3 | |
Época de aplicação: Realizar a primeira aplicação preventivamente durante a fase vegetativa quando iniciar as condições meteorológicas favoráveis para a ocorrência das doenças como umidade elevada e temperaturasamenas. Se as condições meteorológicas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações, realizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de segurança: 1 dia. | ||||||
Quiabo | Tombamento | Phytophthora capsici | 2,0 L/ha | 500 – 1000 L/ha | 3 | |
Época de aplicação: Realizar a primeira aplicação preventivamente durante a fase vegetativa quando iniciar as condições meteorológicas favoráveis para a ocorrência das doenças como umidade elevada e temperaturasamenas. Se as condições meteorológicas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações, realizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de segurança: 1 dia. | ||||||
Batata | Requeima | Phytophthora infestans | 1,7 – 2,5 L/ha | 1000 L/ha | 3 | |
Pinta-preta | Alternaria solani | 1,7 – 2,0 L/ha | 300 – 800 L/ha | 6 | ||
Época de aplicação: CONSENTO® deve ser aplicado preventivamente quando iniciar as condições meteorológicas favoráveis para a ocorrência das doenças como umidade elevada e temperaturas amenas. Se as condições meteorológicas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário com intervalos de 7 dias entre as aplicações. Utilizar a maior dose em condições mais favoráveis a doença e/ou áreas com histórico da doença. Fazer no máximo 3 aplicações para o controle de Requeima, e 6 para Pinta-preta duranteo ciclo da cultura. Intervalo de segurança: 7 dias. | ||||||
Tomate | Requeima | Phytophthora infestans | 1,7 – 2,0 L/ha | 500 – 1000 L/ha | 3 | |
Pinta-preta | Alternaria solani | 6 | ||||
Época de aplicação: CONSENTO® deve ser aplicado preventivamente quando iniciar as condições meteorológicas favoráveis para aocorrência das doenças como umidade elevada e temperaturas amenas. Se as condições meteorológicas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário com intervalos de 7 dias entre as aplicações. Utilizar a maior dose em condições mais favoráveis a doença e/ou áreas com histórico da doença. Para o controle de Requeima ou Pinta-preta fazer no máximo 3 aplicações consecutivas e no máximo 6 aplicações durante o ciclo da cultura. Intervalo de segurança: 7 dias. | ||||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abóbora | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Abobrinha | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Alface | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Almeirão | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Batata | Phytophthora infestans | Mela, Requeima | Ver detalhes |
| Berinjela | Phytophthora capsici | Requeima, Tombamento | Ver detalhes |
| Chicória | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Chuchu | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Jiló | Phytophthora capsici | Requeima, Tombamento | Ver detalhes |
| Pepino | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Pimenta | Phytophthora capsici | Requeima | Ver detalhes |
| Pimentão | Phytophthora capsici | Requeima | Ver detalhes |
| Quiabo | Phytophthora capsici | Requeima, Tombamento | Ver detalhes |
| Tomate | Phytophthora infestans | Mela, Requeima | Ver detalhes |
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do CONSENTO®, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que a aplicação seja uniforme e que não ocorram sobreposições, escorrimentos e nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Utilizar pulverizador estacionário munido de barra com ponta de pulverização do tipo leque (jato plano) ou com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica e calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante de modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a barra ou pistola evitando sobreposições, deriva ou concentração de calda em um único ponto gerando, assim, escorrimento e desperdício da calda.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
TEMPERATURA | UMIDADE DO AR | VELOCIDADE DO VENTO |
Menor que 30°C | Maior que 55% | Entre 3 e 10 Km/h |
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e
outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
Diâmetro das gostas:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições meteorológicas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Ventos:
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Temperatura e Umidade:
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Batata: Barra costal
Demais culturas: Barra costal estacionária
Abóbora, Abobrinha, Berinjela, Chuchu, Jiló, Pepino, Pimenta, Pimentão e Quiabo: 1 dia Alface, Almeirão e Chicória: 3 dias
Batata e Tomate: 7 dias.
Mantenha afastado das áreas de aplicação, crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas, por um período de 24 horas. Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Doença | Dose | Época de aplicação |
Abóbora | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 600 g/ha | Iniciar as aplicações preventivamente (sem a presença de sintomas da doença). |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 400 L/ha | |||
Abobrinha | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 600 g/ha | Iniciar as aplicações preventivamente (sem a presença de sintomas dadoença). |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 400 L/ha | |||
Acelga | Míldio (Bremia lactucae) | 400 - 600 g/ha | Iniciar as aplicações preventivamente (sem a presença de sintomas da doença). |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 400 L/ha | |||
Agrião | Míldio (Bremia lactucae) | 400 - 600 g/ha | Iniciar as aplicações preventivamente (sem a presença de sintomas da doença). |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 400 L/ha | |||
Cultura | Doença | Dose | Época de aplicação |
Alface | Míldio (Bremia lactucae) | 400 - 600 g/ha | Iniciar as aplicações preventivamente (sem a presença de sintomas da doença). |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 400 L/ha | |||
Alho | Mancha-Púrpura (Alternaria porri) | 60 g/100 L ou 600 g/ha | Iniciar as aplicações preventivamente (sem a presença de sintomas da doença). |
Míldio (Peronospora destructor) | |||
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 7 Intervalo entre as aplicações: 6 a 7 dias Volume de calda: - Aplicação terreste: 1000 L/ha | |||
Almeirão | Míldio (Bremia lactucae) | 400 - 600 g/ha | Iniciar as aplicações preventivamente (sem a presença de sintomas da doença). |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 400 L/ha | |||
Batata | Requeima (Phytophthora infestans) | 400 - 600 g/ha | Iniciar as aplicações preventivamente (sem a presença de sintomas da doença). |
Pinta-preta (Alternaria solani) | |||
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 10 Intervalo de aplicação: 5 a 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 400-700 L/ha | |||
Canela-preta e Podridão-mole (Pectobacterium carotovorum subsp.Carotovorum) | 400 - 600 g/ha | Iniciar as aplicações preventivamente (sem a presença de sintomas da doença). | |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 400-700 L/ha | |||
Cultura | Doença | Dose | Época de aplicação |
Brócolis | Míldio (Peronospora parasitica) | 400 - 600 g/ha | Iniciar as aplicações preventivamente (sem a presença de sintomas da doença). |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 400 L/ha | |||
Cebola | Mancha-Púrpura (Alternaria porri) | 60 g/100 L ou 600 g/ha | Iniciar as aplicações preventivamente (sem a presença de sintomas da doença). |
Míldio (Peronospora destructor) | |||
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 7 Intervalo de aplicação: 6 a 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 1000 L/ha | |||
Chicória | Míldio (Bremia lactucae) | 400 - 600 g/ha | Iniciar as aplicações preventivamente (sem a presença de sintomas da doença). |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 400 L/ha | |||
Chuchu | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 600 g/ha | Iniciar as aplicações preventivamente (sem a presença de sintomas da doença). |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 400 L/ha | |||
Couve | Míldio (Peronospora parasitica) | 400 - 600 g/ha | Iniciar as aplicações preventivamente (sem a presença de sintomas da doença). |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 400 L/ha | |||
Cultura | Doença | Dose | Época de aplicação |
Couve- chinesa | Míldio (Peronospora parasitica) | 400 - 600 g/ha | Iniciar as aplicações preventivamente (sem a presença de sintomas da doença). |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 400 L/ha | |||
Couve-de- bruxelas | Míldio (Peronospora parasitica) | 400 - 600 g/ha | Iniciar as aplicações preventivamente (sem a presença de sintomas da doença). |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 400 L/ha | |||
Couve-flor | Míldio (Peronospora parasitica) | 400 - 600 g/ha | Iniciar as aplicações preventivamente (sem a presença de sintomas da doença). |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 400 L/ha | |||
Espinafre | Míldio (Bremia lactucae) | 400 - 600 g/ha | Iniciar as aplicações preventivamente (sem a presença de sintomas da doença). |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 400 L/ha | |||
Estévia | Míldio (Bremia lactucae) | 400 - 600 g/ha | Iniciar as aplicações preventivamente (sem a presença de sintomas da doença). |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 400 L/ha | |||
Cultura | Doença | Dose | Época de aplicação |
Maxixe | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 600 g/ha | Iniciar as aplicações preventivamente (sem a presença de sintomas da doença). |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 400 L/ha | |||
Melancia | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 60 g/100 L ou 600 g/ha | Iniciar as aplicações preventivamente (sem a presença de sintomas da doença). |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 5 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 1000 L/ha | |||
Melão | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 60 g/100 L ou 600 g/ha | Iniciar as aplicações preventivamente (sem a presença de sintomas da doença). |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 6 Intervalo de aplicação: 5 a 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 1000 L/ha | |||
Mostarda | Míldio (Bremia lactucae) | 400 - 600 g/ha | Iniciar as aplicações preventivamente (sem a presença de sintomas da doença). |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 400 L/ha | |||
Pepino | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 600 g/ha | Iniciar as aplicações preventivamente (sem a presença de sintomas da doença). |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 400 L/ha | |||
Cultura | Doença | Dose | Época de aplicação |
Repolho | Míldio (Peronospora parasitica) | 400 - 600 g/ha | Iniciar as aplicações preventivamente (sem a presença de sintomas da doença). |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 400 L/ha | |||
Rúcula | Míldio (Bremia lactucae) | 400 - 600 g/ha | Iniciar as aplicações preventivamente (sem a presença de sintomas da doença). |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 400 L/ha | |||
Tomate | Requeima (Phytophthora infestans) | 60 - 80 g/100 L ou 600 - 800 g/ha | Iniciar as aplicações preventivamente (sem a presença de sintomas da doença). |
Pinta-Preta (Alternaria solani) | |||
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 11 Intervalo de aplicação: 5 a 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 1000 L/ha | |||
Mancha-bacteriana (Xanthomonas vesicatoria) | 600 g/ha | Iniciar as aplicações preventivamente (sem a presença de sintomas da doença). | |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 7 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: - Aplicação terrestre: 1000 L/ha | |||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abóbora | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Abobrinha | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Alface | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Alho | Peronospora destructor | Cinza, Míldio | Ver detalhes |
| Almeirão | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Batata | Phytophthora infestans | Mela, Requeima | Ver detalhes |
| Brócolis | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Cebola | Alternaria porri | Crestamento, Mancha-púrpura | Ver detalhes |
| Chicória | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Chuchu | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Couve | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Couve-flor | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Maxixe | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Melancia | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Melão | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Pepino | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Repolho | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Tomate | Alternaria solani | Mancha-de-Alternaria, Pinta-preta-grande | Ver detalhes |
Utilizar pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e ou estacionários munidos de mangueiras. A altura da barra deve obedecer às recomendações dos fabricantes dos equipamentos e bicos e também estar adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura, devendo sempre permitir uma cobertura uniforme das plantas (folhas, caule e frutos), estando em toda a sua extensão na mesma altura. Tipo de bicos: Jato cônico ou leque, seguindo as recomendações do fabricante.
Mantenha a agitação do tanque e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação.
O volume de calda poderá variar abaixo dos volumes recomendados, de acordo com a tecnologia de aplicação utilizada. Seguir as recomendações dos fabricantes dos equipamentos de aplicação e buscar acompanhamento de profissional especializado.
Para tomate tutorado (em sistema de espaldeira), recomenda-se a utilização de lanças de pulverização apropriadas para esse tipo de aplicação, conforme as recomendações do fabricante. Para outras situações, caso se necessite utilizar equipamento costal manual de pulverização, recomenda-se que a regulagem seja feita de maneira a manter as doses recomendadas para o produto e uma cobertura uniforme das plantas.
Para pepino tutorado, recomenda-se a utilização de lanças de pulverização apropriadas para esse tipo de aplicação, conforme as recomendações dos fabricantes. Para outras situações, caso se necessite utilizar equipamento costal manual de pulverização, recomenda-se que a regulagem seja feita de maneira que as doses recomendadas para o produto sejam mantidas, bem como, uma cobertura uniforme das plantas.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
Temperatura ambiente: igual ou inferior a 30ºC;
Umidade relativa do ar: acima de 50%;
Velocidade do vento: entre 3 e 10 km/h.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d’água, nascentes ou plantas úteis.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repita o passo nº 3.
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes deágua ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Volume: use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidadespráticas. Bicos com vazão maior, produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
Altura da barra: para equipamento de solo, regule a altura da barra para a menor possível, de forma a obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. A barra deve permanecer nivelada com a cultura, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
Ventos: o potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior à 3 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e o tipo de equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver vento forte, acima de 10 km/h, ou em condições de vento inferiores à 3 km/h.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado comos padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Abóbora 3 dias
Abobrinha 3 dias
Acelga 3 dias
Agrião 3 dias
Alface 3 dias
Alho 7 dias
Almeirão 3 dias
Batata 7 dias
Brócolis 3 dias
Cebola 7 dias
Chicória 3 dias
Chuchu 3 dias
Couve 3 dias
Couve-chinesa 3 dias
Couve-de-bruxelas 3 dias
Couve-flor 3 dias
Espinafre 3 dias
Estévia 3 dias
Maxixe 3 dias
Melancia 3 dias
Melão 3 dias
Mostarda 3 dias
Pepino 3 dias
Repolho 3 dias
Rúcula 3 dias
Tomate 7 dias
Recomenda-se não entrar nas áreas tratadas sem equipamento de proteção individual até que a calda pulverizadasobre as plantas esteja seca. Aguardar pelo menos 24 horas. Caso haja necessidade de reentrar nas lavouras ouáreas tratadas antes deste período, usar macacão de mangas compridas, luvas e botas. Evitar sempre que pessoas alheias ao trato com a cultura e animais domésticos circulem pela área tratada.
O produto INFINITO® é um fungicida sistêmico e translaminar, composto por cloridrato de propamocarbe e fluopicolida, ingredientes ativos dos grupos carbamato e benzamida. Apresenta mecanismos de ação atuando na sintese de lipídios e integridade das membranas diminuindo sua permeabilidade facilitando a absorção do fungicida nas celulas dos fungos e atua na mitose e divisão celular impedindo a multiplicação dos fungos inibindo o processo infeccioso das doenças.
Cultura | Doenças Controladas | Dose Produto Comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Equipamento de aplicação | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||||
Alface | Costal | ||||||
Míldio | Bremia lactucae | 1,5 | Terrestre 300 - | Tratorizado Turbo | 3 | ||
Almeirão | |||||||
1000 | atomizador | ||||||
Chicória | |||||||
Terrestre | Costal | ||||||
Batata | Requeima | Phytophthora infestans | 1,25 - 1,5 | 300 - 1000 Aérea: | Tratorizado Turbo atomizador | ||
30 - 50 | Aéreo | 14 | |||||
Cebola | Míldio | Peronospora destructor | 1,25 - 1,5 | 3 | Terrestre 300 - 1000 | Costal Tratorizado Turbo atomizador | |
Mamão | Podridão- dos-frutos | Phytophthora palmivora | 1,5 | Terrestre 300 - 1000 | Costal Tratorizado Turbo atomizador | 7 | |
Estacionário | |||||||
Tomate | Requeima | Phytophthora infestans | 1,25 - 1,5 | Terrestre 300 - 1000 Aérea: 30 - 50 | Costal Tratorizado Turbo atomizador Estacionário Aéreo | 7 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar a primeira aplicação preventivamente quando as condições meteorológicas forem favoráveis à incidência da doença (temperatura amena e umidade elevada) a partir da fase vegetativa. Se as condições meteorológicas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações. Se forem necessárias mais de 3 aplicações por ciclo da cultura, deve-se adotar a alternância com fungicidas de mecanismos de ação diferentes de INFINITO®. Ajustar o volume de aplicação de acordo com o estágio de desenvolvimento da cultura e quantidade de massa foliar. | |||||||
Cultura | Doenças Controladas | Dose Produto Comercial (L/ha) | Nº máximo | Volume de calda (L/ha) | Equipamento de aplicação | Intervalo de segurança (dias) | ||
Nome Comum | Nome Científico | de aplicações | ||||||
Pepino | ||||||||
Abóbora | Míldio | Pseudoperonospora cubensis | 1,5 | 3 | Terrestre 300 - 1000 | Costal Tratorizado Turbo atomizador | 1 | |
Abobrinha | ||||||||
Chuchu | ||||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar a primeira aplicação preventivamente quando as condições meteorológicas forem favoráveis à incidência da doença (temperatura amena e umidade elevada), antes do florescimento. Se as condições meteorológicas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações. Se forem necessárias mais de 3 aplicações por ciclo da cultura, deve-se adotar a alternância com fungicidas de mecanismos de ação diferentes de INFINITO®. Ajustar o volume de aplicação de acordo com o estágio de desenvolvimento da cultura e quantidade de massa foliar. | ||||||||
Pimenta | Costal | |||||||
Requeima | Tratorizado Turbo atomizador | |||||||
Pimentão | ||||||||
Phytophthora capsici | ||||||||
Berinjela | Costal | |||||||
Tratorizado | ||||||||
Jiló | ||||||||
Tombamento | Turbo atomizador | |||||||
Quiabo | ||||||||
1,5 | 3 | Terrestre: | 1 | |||||
Brócolis | ||||||||
300-1000 | ||||||||
Couve | ||||||||
Costal | ||||||||
Couve- chinesa | Míldio | Peronospora parasitica | Tratorizado Turbo atomizador | |||||
Couve-flor | ||||||||
Repolho | ||||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar a primeira aplicação preventivamente quando as condições meteorológicas forem favoráveis à incidência da doença (temperatura amena e umidade elevada) a partir da fase vegetativa aproximadamente 30 a 40 dias após o transplante das mudas. Se as condições meteorológicas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações. Se forem necessárias mais de 3 aplicações por ciclo da cultura, deve-se adotar a alternância com fungicidas de mecanismos de ação diferentes de INFINITO®. Ajustar o volume de aplicação de acordo com o estágio de desenvolvimento da cultura e quantidade de massa foliar. | ||||||||
Melão | Costal | |||||||
Míldio | Pseudoperonospora cubensis | 1,25 - 1,5 | 3 | Terrestre 300 – 1000 | Tratorizado Turbo atomizador | 7 | ||
Melancia | ||||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar a primeira aplicação preventivamente quando as condições meteorológicas forem favoráveis à incidência da doença (temperatura amena e umidade elevada) a partir da fase vegetativa e no máximo aos primeiros frutos visíveis. Se as condições meteorológicas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações. Se forem necessárias mais de 3 aplicações por ciclo da cultura, deve-se adotar a alternância com fungicidas de mecanismos de ação diferentes de INFINITO®. Ajustar o volume de aplicação de acordo com o estágio de desenvolvimento da cultura e quantidade de massa foliar. | ||||||||
Cultura | Doenças Controladas | Dose Produto Comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Equipamento de aplicação | Intervalo de segurança (dias) | ||
Nome Comum | Nome Científico | |||||||
Fumo (sementeira) | Amarelão | Pythium ultimum | 1,5 | 2 | Terrestre 20L/50m2 | Costal Tratorizado Turbo atomizador | *UNA | |
Fumo (campo) | Terrestre 15 ml/planta | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Sementeira: O produto deve ser aplicado preventivamente quando as condições meteorológicas forem favoráveis à incidência da doença (temperatura amena e umidade elevada). Iniciar as aplicações após a emergência das mudas no canteiro/floating, reaplicando com intervalo de 7 dias se necessário. Nesta modalidade de aplicação, a dose final no canteiro/float não deve ultrapassar 1,5 L/ha por aplicação. Campo: O produto deve ser aplicado preventivamente quando as condições meteorológicas forem favoráveis à incidência da doença (temperatura amena e umidade elevada). Iniciar as aplicações logo após o transplante das mudas de fumo no campo, reaplicando com intervalo de 7 dias se necessário. Se forem necessárias mais de 2 aplicações por ciclo da cultura, deve-se adotar a alternância com fungicidas de mecanismos de ação diferentes de INFINITO®. | ||||||||
Plantas Ornamentais | Míldio | Peronospora sparsa | 1,5 – 2,0 | 3 | Terrestre 500 -1000 | Costal Tratorizado Turbo atomizador | UNA* | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar a primeira aplicação preventivamente quando as condições meteorológicas forem favoráveis à incidência da doença (temperatura amena e umidade elevada) a partir da fase vegetativa. Se as condições meteorológicas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias entre aplicações. Se forem necessárias mais de 3 aplicações por ciclo da cultura, deve-se adotar a alternância com fungicidas de mecanismos de ação diferentes de INFINITO®. TIPO DE AMBIENTE DE CULTIVO: Plantas ornamentais cultivadas em ambiente tipo Campo Aberto. O produto não é fitotóxico para os cultivos de Rosas. Devido ao grande número de espécies de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pela doença indicada nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, antes de sua aplicação em maior escala. | ||||||||
*UNA: uso não alimentar.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abóbora | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Abobrinha | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Alface | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Almeirão | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Batata | Phytophthora infestans | Mela, Requeima | Ver detalhes |
| Berinjela | Phytophthora capsici | Requeima, Tombamento | Ver detalhes |
| Brócolis | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Cebola | Peronospora destructor | Cinza, Míldio | Ver detalhes |
| Chicória | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Chuchu | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Couve | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Couve-flor | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Fumo | Pythium ultimum | Amarelão, Podridão-das-raízes | Ver detalhes |
| Jiló | Phytophthora capsici | Requeima, Tombamento | Ver detalhes |
| Mamão | Phytophthora palmivora | Morte-súbita, Podridão-do-pé, Podridão-parda | Ver detalhes |
| Melancia | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Melão | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Pimenta | Phytophthora capsici | Requeima | Ver detalhes |
| Pimentão | Phytophthora capsici | Requeima | Ver detalhes |
| Quiabo | Phytophthora capsici | Requeima, Tombamento | Ver detalhes |
| Repolho | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Rosa | Peronospora sparsa | Míldio | Ver detalhes |
| Tomate | Phytophthora infestans | Mela, Requeima | Ver detalhes |
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica, calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante de modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a pistola evitando a concentração de calda em um único ponto para que não ocorra escorrimento e desperdício da calda.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Para a cultura do fumo, na sementeira, a dose recomendada deve ser diluída em água e aplicada na forma de rega.
No campo a dose recomendada deve ser diluída em água e aplicada na forma de jato dirigido planta a planta (esguicho) através de pulverizador costal, de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo.
Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 30 - 50 Litros por hectare de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa.
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático.
Não aplicar o produto usando gotas finas ou muito finas.
Não aplicar o produto usando Ultra Baixo Volume.
Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Utilize apenas empresas de aplicação aérea que possuem Certificação Aérea Agrícola Sustentável – CAS.
Volume de calda | Tamanho de gotas | Cobertura mínima | Altura de voo | Faixa de aplicação | Distribuição das pontas |
30 - 50 Litros por hectare | Média - Grossa | 40 gotas/cm² | 3 metros | 15 - 18 metros | 65% |
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
menor que 30°C | maior que 55% | entre 3 e 10km/h |
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições meteorológicas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES | NÚMER O DE APLICA ÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
Nome Comum (Nome Científico) | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
ABÓBORA | Mildio (Pseudopero nospora cubensis) | 160 a 400 | 800 a 2.000 | 3 | Aplicação terrestre: 500 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalo de até 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença. Já as maiores doses devem ser utilizadas sob condições de maior pressão da doença (clima muito favorável e/ou histórico de doença na região). |
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES | NÚMER O DE APLICA ÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
Nome Comum (Nome Científico) | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
ABOBRINH A | Mildio (Pseudopero nospora cubensis) | 160 a 400 | 800 a 2.000 | 3 | Aplicação terrestre: 500 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalo de até 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença. Já as maiores doses devem ser utilizadas sob condições de maior pressão da doença (clima muito favorável e/ou histórico de doença na região). |
ALFACE | Mildio (Bremia lactucae) | - | 800 a 2.000 | 3 | Aplicação terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalo de até |
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES | NÚMER O DE APLICA ÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
Nome Comum (Nome Científico) | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença. Já as maiores doses devem ser utilizadas sob condições de maior pressão da doença (clima muito favorável e/ou histórico de doença na região). | ||||||
ALHO | Mildio (Peronospor a destructor) | - | 1.200 a 2.000 | 3 | Aplicação terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalo de até 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. Se forem necessárias mais aplicações, |
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES | NÚMER O DE APLICA ÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
Nome Comum (Nome Científico) | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença. Já as maiores doses devem ser utilizadas sob condições de maior pressão da doença (clima muito favorável e/ou histórico de doença na região). | ||||||
BERINJELA | Requeima (Phytophthor a capsici) | 160 a 400 | 800 a 2.000 | 3 | Aplicação terrestre: 500 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalo de até 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença. Já as maiores doses |
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES | NÚMER O DE APLICA ÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
Nome Comum (Nome Científico) | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
devem ser utilizadas sob condições de maior pressão da doença (clima muito favorável e/ou histórico de doença na região). | ||||||
BRÓCOLIS | Mildio (Peronospor a parasitica) | - | 800 a 2.000 | 3 | Aplicação terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalo de até 7 dias, dependo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença. Já as maiores doses devem ser utilizadas sob condições de maior pressão da doença (clima muito favorável e/ou histórico de doença na região). |
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES | NÚMER O DE APLICA ÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
Nome Comum (Nome Científico) | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
CEBOLA | Mildio (Peronospor a destructor) | - | 1.200 a 2.000 | 3 | Aplicação terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalo de até 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença. Já as maiores doses devem ser utilizadas sob condições de maior pressão da doença (clima muito favorável e/ou histórico de doença na região). |
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES | NÚMER O DE APLICA ÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
Nome Comum (Nome Científico) | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
CHICÓRIA | Mildio (Bremia lactucae) | - | 800 a 2.000 | 3 | Aplicação terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalo de até 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença. Já as maiores doses devem ser utilizadas sob condições de maior pressão da doença (clima muito favorável e/ou histórico de doença na região). |
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES | NÚMER O DE APLICA ÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
Nome Comum (Nome Científico) | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
COUVE | Mildio (Peronospor a parasitica) | - | 800 a 2.000 | 3 | Aplicação terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalo de até 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença. Já as maiores doses devem ser utilizadas sob condições de maior pressão da doença (clima muito favorável e/ou histórico de doença na região). |
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES | NÚMER O DE APLICA ÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
Nome Comum (Nome Científico) | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
COUVE- CHINESA | Mildio (Peronospor a parasitica) | - | 800 a 2.000 | 3 | Aplicação terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalo de até 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença. Já as maiores doses devem ser utilizadas sob condições de maior pressão da doença (clima muito favorável e/ou histórico de doença na região). |
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES | NÚMER O DE APLICA ÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
Nome Comum (Nome Científico) | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
COUVE-DE- BRUXELAS | Mildio (Peronospor a parasitica) | - | 800 a 2.000 | 3 | Aplicação terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalo de até 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença. Já as maiores doses devem ser utilizadas sob condições de maior pressão da doença (clima muito favorável e/ou histórico de doença na região). |
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES | NÚMER O DE APLICA ÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
Nome Comum (Nome Científico) | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
COUVE- FLOR | Mildio (Peronospor a parasitica) | - | 800 a 2.000 | 3 | Aplicação terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalo de até 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença. Já as maiores doses devem ser utilizadas sob condições de maior pressão da doença (clima muito favorável e/ou histórico de doença na região). |
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES | NÚMER O DE APLICA ÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
Nome Comum (Nome Científico) | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
JILÓ | Requeima (Phytophthor a capsici) | 160 a 400 | 800 a 2.000 | 3 | Aplicação terrestre: 500 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalo de até 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença. Já as maiores doses devem ser utilizadas sob condições de maior pressão da doença (clima muito favorável e/ou histórico de doença na região). |
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES | NÚMER O DE APLICA ÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
Nome Comum (Nome Científico) | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
MAXIXE | Mildio (Pseudopero nospora cubensis) | 160 a 400 | 800 a 2.000 | 3 | Aplicação terrestre: 500 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalo de até 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença. Já as maiores doses devem ser utilizadas sob condições de maior pressão da doença (clima muito favorável e/ou histórico de doença na região). |
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES | NÚMER O DE APLICA ÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
Nome Comum (Nome Científico) | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
MELANCIA | Mildio (Pseudopero nospora cubensis) | - | 800 a 2.000 | 3 | Aplicação terrestre: 600 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalo de até 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença. Já as maiores doses devem ser utilizadas sob condições de maior pressão da doença (clima muito favorável e/ou histórico de doença na região). |
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES | NÚMER O DE APLICA ÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
Nome Comum (Nome Científico) | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
MELÃO | Mildio (Pseudopero nospora cubensis) | - | 800 a 2.000 | 3 | Aplicação terrestre: 600 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalo de até 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença. Já as maiores doses devem ser utilizadas sob condições de maior pressão da doença (clima muito favorável e/ou histórico de doença na região). |
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES | NÚMER O DE APLICA ÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
Nome Comum (Nome Científico) | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
PEPINO | Mildio (Pseudopero nospora cubensis) | 160 a 400 | 800 a 2.000 | 3 | Aplicação terrestre: 500 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalo de até 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença. Já as maiores doses devem ser utilizadas sob condições de maior pressão da doença (clima muito favorável e/ou histórico de doença na região). |
PIMENTA | Requeima (Phytophthor a capsici) | 160 a 400 | 800 a 2.000 | 3 | Aplicação terrestre: 500 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalo de até |
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES | NÚMER O DE APLICA ÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
Nome Comum (Nome Científico) | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença. Já as maiores doses devem ser utilizadas sob condições de maior pressão da doença (clima muito favorável e/ou histórico de doença na região). | ||||||
PIMENTÃO | Requeima (Phytophthor a capsici) | 160 a 400 | 800 a 2.000 | 3 | Aplicação terrestre: 500 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalo de até 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. Se forem necessárias mais aplicações, |
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES | NÚMER O DE APLICA ÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
Nome Comum (Nome Científico) | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença. Já as maiores doses devem ser utilizadas sob condições de maior pressão da doença (clima muito favorável e/ou histórico de doença na região). | ||||||
REPOLHO | Mildio (Peronospor a parasitica) | 160 a 400 | 800 a 2.000 | 3 | Aplicação terrestre: 400 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalo de até 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença. Já as maiores doses |
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES | NÚMER O DE APLICA ÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
Nome Comum (Nome Científico) | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
devem ser utilizadas sob condições de maior pressão da doença (clima muito favorável e/ou histórico de doença na região). | ||||||
TOMATE | Requeima (Phytophthor a infestans) | 160 a 400 | 800 a 2.000 | 3 | Aplicação terrestre: 500 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalo de até 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença. Já as maiores doses devem ser utilizadas sob condições de maior pressão da doença (clima muito favorável e/ou histórico de doença na região). |
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES | NÚMER O DE APLICA ÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
Nome Comum (Nome Científico) | mL p.c./ 100L | mL p.c./ha | ||||
Septoriose (Septoria lycopersici) | 160 a 400 | 800 a 2.000 | 3 | Iniciar as aplicações preventivamente ou no máximo no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando se necessário em intervalo de até 7 dias, dependendo da evolução da doença. Realizar no máximo 3 aplicações. Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença. Já as maiores doses devem ser utilizadas sob condições de maior pressão da doença (clima muito favorável e/ou histórico de doença na região). | ||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abóbora | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Abobrinha | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Alface | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Alho | Peronospora destructor | Cinza, Míldio | Ver detalhes |
| Berinjela | Phytophthora capsici | Requeima, Tombamento | Ver detalhes |
| Brócolis | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Cebola | Peronospora destructor | Cinza, Míldio | Ver detalhes |
| Chicória | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Couve | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Couve-de-bruxelas | Peronospora parasitica | Mildio | Ver detalhes |
| Couve-flor | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Jiló | Phytophthora capsici | Requeima, Tombamento | Ver detalhes |
| Maxixe | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Melancia | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Melão | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Pepino | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Pimenta | Phytophthora capsici | Requeima | Ver detalhes |
| Pimentão | Phytophthora capsici | Requeima | Ver detalhes |
| Repolho | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Tomate | Septoria lycopersici | Pinta-preta-pequena, Septoriose | Ver detalhes |
A pulverização deve ser realizada a fim de de assegurar uma boa cobertura foliar das culturas citadas na bula. Seguir os seguintes parâmetros de aplicação:
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado, turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido, providos de pontas que produzam gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno. Utilizar os seguintes parâmetros:
Pressão de trabalho: 100 a 400 KPA (costal) e 100 a 800 KPA (equipamentos tratorizados);
Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ (micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico);
Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm²;
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura de pulverização de no mínimo de 50 cm, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Temperatura do ar: Abaixo de 30°C;
Umidade relativa do ar: Acima de 50%;
Velocidade do vento: Mínima de 3 km/h até 10 km/h;
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Agitar vigorosamente o produto antes da diluição, ainda na embalagem.
O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionar a quantidade recomendada do fungicida e em seguida adicionar o adjuvante recomendado pelo fabricante, caso necessário. Após isso, proceder a homogeneização e completar o volume do tanque com água. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto.
Preparar apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando logo após a sua preparação.
Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
Cultura | Dias |
Abóbora | 2 |
Abobrinha | 2 |
Alface | 3 |
Alho | 2 |
Berinjela | 2 |
Brócolis | 3 |
Chicória | 3 |
Cebola | 2 |
Couve | 3 |
Couve-chinesa | 3 |
Couve-de-bruxelas | 3 |
Couve-flor | 3 |
Jiló | 2 |
Maxixe | 2 |
Melancia | 2 |
Melão | 2 |
Pepino | 2 |
Pimenta | 2 |
Pimentão | 2 |
Repolho | 3 |
Tomate | 3 |
Não permitir o ingresso dos trabalhadores à área tratada durante as primeiras 4 horas que seguem a aplicação. Caso seja necessário o ingresso antes deste período, deve-se utilizar Equipamento de Proteção Individual padrão recomendados em rotulagem para a atividade de aplicação.
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES | NÚMERO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
Nome Comum Nome Científico | g/100 l água | g/ha | ||||
ACELGA | Míldio (Hyaloperonospora parasitica) | - | 2.500 a 4.000 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 a 800 L/ha Aplicação aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente, no início do desenvolvimento vegetativo, reaplicando se necessário a cada 7 dias, caso ocorram condições favoráveis ao desenvolvimento do Míldio. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área). Realizar um máximo de 4 aplicações. Intercalar fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
AGRIÃO | Míldio (Hyaloperonospora parasitica) | - | 2.500 a 4.000 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 a 800 L/ha Aplicação aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente, no início do desenvolvimento vegetativo, reaplicando se necessário a cada 7 dias, caso ocorram condições favoráveis ao desenvolvimento do Míldio. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área). Realizar um máximo de 4 aplicações. Intercalar fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
ALFACE | Míldio (Bremia lactucae) | - | 2.500 a 4.000 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 a 800 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente, no início do desenvolvimento vegetativo, reaplicando se necessário a cada 7 dias, caso ocorram condições favoráveis ao desenvolvimento do Míldio. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área). Realizar um máximo de 4 aplicações. Intercalar fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s) |
ALHO | Míldio (Peronospora destructor) | - | 2.500 a 4.000 | 4 | Aplicação Terrestre: 300 a 600 L/ha Aplicação aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações de forma estritamente preventiva. Iniciar as aplicações logo após a ocorrência de condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do Míldio. Repetir se necessário a cada 7 dias, intercalando fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Realizar um máximo de 4 aplicações. |
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES | NÚMERO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
Nome Comum Nome Científico | g/100 l água | g/ha | ||||
ALMEIRÃO | Míldio (Bremia lactucae) | - | 2.500 a 4.000 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 a 800 L/ha Aplicação aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente, no início do desenvolvimento vegetativo, reaplicando se necessário a cada 7 dias, caso ocorram condições favoráveis ao desenvolvimento do Míldio. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área). Realizar um máximo de 4 aplicações. Intercalar fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
BATATA | Requeima (Phytophthora infestans) | - | 2.500 a 4.000 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 a 800 L/ha | Iniciar as aplicações de forma estritamente preventiva, ainda durante a fase de desenvolvimento vegetativo, reaplicando se necessário a cada 7 dias, caso ocorram condições favoráveis à ocorrência de Requeima. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área). Realizar um máximo de 4 aplicações. Intercalar fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s) |
CAJU | Podridão-do-fruto (Phytophthora nicotiana var. nicotianae) | - | 1.000 a 2.400 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 a 800 L/ha Aplicação aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações de forma preventiva, reaplicando se necessário até 7 dias, caso ocorram condições favoráveis ao desenvolvimento do patógeno. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área). Realizar um máximo de 4 aplicações. Intercalar fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
CAQUI | Podridão-do-fruto (Phytophthora nicotiana var. nicotianae) | - | 1.000 a 2.400 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 a 800 L/ha Aplicação aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações de forma preventiva, reaplicando se necessário até 7 dias, caso ocorram condições favoráveis ao desenvolvimento do patógeno. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área). Realizar um máximo de 4 aplicações. Intercalar fungicida(s) de outro(s) químico(s). |
CARAMBOLA | Podridão-do-fruto (Phytophthora nicotiana var. nicotianae) | - | 1.000 a 2.400 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 a 800 L/ha Aplicação aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações de forma preventiva, reaplicando se necessário até 7 dias, caso ocorram condições favoráveis ao desenvolvimento do patógeno. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área). Realizar um máximo de 4 aplicações. Intercalar fungicida(s) de outro(s) químico(s). |
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES | NÚMERO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
Nome Comum Nome Científico | g/100 l água | g/ha | ||||
CEBOLA | Míldio (Peronospora destructor) | - | 2.500 a 4.000 | 4 | Aplicação Terrestre: 300 a 600 L/ha | Inicar as aplicações de forma estritamente preventiva. Iniciar as aplicações logo após a ocorrência de condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do Míldio. Repetir se necessário a cada 7 dias, intercalando fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Realizar um máximo de 4 aplicações. |
CHALOTA | Míldio (Peronospora destructor) | - | 2.500 a 4.000 | 4 | Aplicação Terrestre: 300 a 600 L/ha Aplicação aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações de forma estritamente preventiva. Iniciar as aplicações logo após a ocorrência de condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do Míldio. Repetir se necessário a cada 7 dias, intercalando fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). Realizar um máximo de 4 aplicações. |
CHICÓRIA | Míldio (Bremia lactucae) | - | 2.500 a 4.000 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 a 800 L/ha Aplicação aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente, no início do desenvolvimento vegetativo, reaplicando se necessário a cada 7 dias, caso ocorram condições favoráveis ao desenvolvimento do Míldio. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área). Realizar um máximo de 4 aplicações. Intercalar fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
ESPINAFRE | Míldio (Hyaloperonos-pora parasitica) | - | 2.500 a 4.000 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 a 800 L/ha Aplicação aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente, no início do desenvolvimento vegetativo, reaplicando se necessário a cada 7 dias, caso ocorram condições favoráveis ao desenvolvimento do Míldio. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área). Realizar um máximo de 4 aplicações. Intercalar fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
ESTÉVIA | Podridão-das-raízes (Pythium ultimum) | - | 2.500 a 4.000 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 a 800 L/ha Aplicação aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente, no início do desenvolvimento vegetativo, reaplicando se necessário a cada 7 dias, caso ocorram condições favoráveis ao desenvolvimento do patógeno. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área). Realizar um máximo de 4 aplicações. Intercalar fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
FIGO | Podridão-do-fruto (Phytophthora nicotiana var. nicotianae) | - | 1.000 a 2.400 | Aplicação Terrestre: 400 a 800 L/ha Aplicação | Iniciar as aplicações de forma preventiva, reaplicando se necessário até 7 dias, caso ocorram condições favoráveis ao desenvolvimento do patógeno. Utilizar as doses mais baixas sob | |
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES | NÚMERO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
Nome Comum Nome Científico | g/100 l água | g/ha | ||||
4 | aérea: 20 a 40 L/ha | condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área). Realizar um máximo de 4 aplicações. Intercalar fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). | ||||
FUMO | Amarelão, Podridão das raízes (Pythium ultimum) | 1,25 g/m² | 4 | Aplicação Terrestre: 250 mL/bandeja de 200 células | Iniciar as aplicações aos 35 dias após a semeadura, através de regas sobre as bandejas, usando quantidade de água suficiente para a distribuição do produto no substrato. Repetir as aplicações a cada 10 dias num total de 4 aplicações. | |
GOIABA | Podridão-dos-frutos (Phytophthora citrícola) | - | 1.000 a 2.400 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 a 800 L/ha Aplicação aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações de forma preventiva, reaplicando se necessário até 7 dias, caso ocorram condições favoráveis ao desenvolvimento do patógeno. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área). Realizar um máximo de 4 aplicações. Intercalar fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
MANGABA | Podridão-dos-frutos (Phytophthora nicotianae var. nicotianae) | - | 1.000 a 2.400 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 a 800 L/ha Aplicação aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações de forma preventiva, reaplicando se necessário até 7 dias, caso ocorram condições favoráveis ao desenvolvimento do patógeno. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área). Realizar um máximo de 4 aplicações. Intercalar fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
MELANCIA | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | - | 3.000 a 4.000 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 a 800 L/ha Aplicação aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações de forma estritamente preventiva, antes do florescimento, reaplicando se necessário a cada 7 dias, caso ocorram condições favoráveis ao desenvolvimento do Míldio. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área). Realizar um máximo de 4 aplicações. Intercalar fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
MELÃO | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | - | 3.000 a 4.000 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 a 800 L/ha | Iniciar as aplicações de forma estritamente preventiva, antes do florescimento, reaplicando se necessário a cada 7 dias, caso ocorram condições favoráveis ao desenvolvimento do Míldio. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área). Realizar um máximo de 4 |
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES | NÚMERO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
Nome Comum Nome Científico | g/100 l água | g/ha | ||||
aplicações. Intercalar fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s) | ||||||
MOSTARDA | Míldio (Hyaloperonos-pora parasitica) | - | 2.500 a 4.000 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 a 800 L/ha Aplicação aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente, no início do desenvolvimento vegetativo, reaplicando se necessário a cada 7 dias, caso ocorram condições favoráveis ao desenvolvimento do Míldio. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área). Realizar um máximo de 4 aplicações. Intercalar fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
PLANTAS ORNAMENTA IS * (1) | Míldio (Peronospora sparsa) | 300 a 400 | 3.000 a 4.000 | 4 | Aplicação Terrestre: 600 a 1.200 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente, no início da brotação, logo após a poda, reaplicando se necessário a cada 7 dias, quando ocorrerem condições favoráveis ao desenvolvimento do Míldio. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área). Realizar um máximo de 4 aplicações. Intercalar fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s) |
ROSA* | Míldio (Peronospora sparsa) | 300 a 400 | 3.000 a 4.000 | 4 | Aplicação Terrestre: 600 a 1.200 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente, no início da brotação, logo após a poda, reaplicando se necessário a cada 7 dias, quando ocorrerem condições favoráveis ao desenvolvimento do Míldio. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área). Realizar um máximo de 4 aplicações. Intercalar fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s) |
RÚCULA | Míldio (Hyaloperonos-pora parasitica) | - | 2.500 a 4.000 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 a 800 L/ha Aplicação aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente, no início do desenvolvimento vegetativo, reaplicando se necessário a cada 7 dias, caso ocorram condições favoráveis ao desenvolvimento do Míldio. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área). Realizar um máximo de 4 aplicações. Intercalar fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES | NÚMERO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
Nome Comum Nome Científico | g/100 l água | g/ha | ||||
TOMATE | Requeima (Phytophthora infestans) | 300 a 400 | 3.000 a 4.000 | 4 | Aplicação Terrestre: 600 a 1.200 L/ha | Iniciar as aplicações de forma estritamente preventiva, no início do florescimento, reaplicando se necessário a cada 7 dias, caso ocorram condições favoráveis ao desenvolvimento da Requeima. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área). Realizar um máximo de 4 aplicações. Intercalar fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s) |
UVA | Míldio (Plasmopara vitícola) | - | 1.000 a 2.400 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 a 800 L/ha Aplicação aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações de forma preventiva, reaplicando se necessário até 7 dias, caso ocorram condições favoráveis ao desenvolvimento do Míldio. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área). Realizar um máximo de 4 aplicações. Intercalar fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
UVA-DE- MESA | Míldio (Plasmopara vitícola) | - | 1.000 a 2.400 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 a 800 L/ha Aplicação aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações de forma preventiva, reaplicando se necessário até 7 dias, caso ocorram condições favoráveis ao desenvolvimento do Míldio. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área). Realizar um máximo de 4 aplicações. Intercalar fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
1kg do produto comercial contém 40g do ingrediente ativo metalaxyl-M (mefenoxam) + 640g do ingrediente ativo mancozeb.
*Devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas doenças indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala.
(1) De acordo com a adoção de agrupamento de culturas em plantas ornamentais, consideram-se plantas ornamentais todos os vegetais não-comestíveis, cultivados com finalidade comercial, podendo incluir mudas, plantas cortadas ou envasadas, herbáceas, arbustivas ou arbóreas, destinadas unicamente para ornamentação ou para revestimento de superfícies de solo (ação protetiva) (INC nº 1, de 08/11/2019).
*Observação: O produto é recomendado para plantas ornamentais cultivadas em ambiente aberto ou protegido.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Acelga | Hyaloperonospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Agrião | Hyaloperonospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Alface | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Alho | Peronospora destructor | Cinza, Míldio | Ver detalhes |
| Almeirão | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Batata | Phytophthora infestans | Mela, Requeima | Ver detalhes |
| Caju | Phytophthora nicotianae var. nicotianae | Podridãodo-fruto | Ver detalhes |
| Caqui | Phytophthora nicotianae var. nicotianae | Podridãodo-fruto | Ver detalhes |
| Carambola | Phytophthora nicotianae var. nicotianae | Podridão-do-fruto | Ver detalhes |
| Cebola | Peronospora destructor | Cinza, Míldio | Ver detalhes |
| Chalota | Peronospora destructor | Míldio | Ver detalhes |
| Chicória | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Espinafre | Hyaloperonospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Estévia | Pythium spp. | Estiolamento | Ver detalhes |
| Figo | Phytophthora nicotianae var. nicotianae | Podridão-do-fruto | Ver detalhes |
| Fumo | Pythium ultimum | Amarelão, Podridão-das-raízes | Ver detalhes |
| Goiaba | Phytophthora citrícola | Podridão-do-fruto | Ver detalhes |
| Mangaba | Phytophthora nicotianae var. nicotianae | Podridão-do-fruto | Ver detalhes |
| Melancia | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Melão | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Mostarda | Hyaloperonospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Plantas Ornamentais | Peronospora sparsa | Mildio | Ver detalhes |
| Rosa | Peronospora sparsa | Míldio | Ver detalhes |
| Rúcula | Hyaloperonospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Tomate | Phytophthora infestans | Mela, Requeima | Ver detalhes |
| Uva | Plasmopara viticola | Míldio, Mofo | Ver detalhes |
A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas é fundamental para o sucesso de controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado.
RIDOMIL GOLD MZ 680 WG pode ser pulverizado por meio de equipamentos costais (manual ou motorizado), motorizado estacionário com mangueira (tomate envarado, plantas ornamentais e rosa) ou pelo sistema convencional com barra (alface, batata, cebola, melão e tomate rasteiro), ou com regador (fumo).
Os equipamentos devem ser adaptados com bicos capazes de produzir gotulação que promova bom recobrimento das superfícies foliares pulverizadas (jatos cônicos com ou sem difusores, leques de uso ampliado, leques duplos, etc) com pressão variando entre 50 a 100 PSI, observando-se uma cobertura total das plantas até próximo do ponto de escorrimento, ou observando o diâmetro do volume médio de gotas (DMV) de 200 a 250 µm e uma densidade acima de 200 gotas/cm².
Para preparar a calda, encher o tanque até a metade do volume, e sob agitação adicionar a dose recomendada de RIDOMIL GOLD MZ 680 WG, adicionando depois mais água, até o volume requerido para a aplicação. Providenciar agitação suficiente durante a mistura e aplicação, para manter uma suspensão homogênea.
Aplicação foliar: A pulverização deve ser realizada afim de assegurar uma boa cobertura foliar da cultura.
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para a cultura, de acordo com a forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio ou jato plano (leque), que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm2. A velocidade do trator deverá ser de acordo com a topografia do terreno. A pressão de trabalho deve estar de acordo com as recomendações do fabricante do bico utilizado, variando entre 100 a 1000 Kpa (= 15 a 150 PSI).
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos de 3 a 15 km/hora.
A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa cobertura foliar das culturas citadas na bula.
Utilizar barra com um volume de 20 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação, como por exemplo, hidráulicos ou atomizadores que gerem gotas médias.
É recomendado que os demais parâmetros operacionais, isto é, velocidade, largura de faixa, etc., também sejam escolhidos visando à geração de gotas médias.
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
Observar ventos em velocidade média de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 30°C, umidade relativa superior a 50%, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação. Não aplicar em alturas menores do que 2 metros ou maiores do que 5 metros.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
A critério do Engenheiro Agrônomo Responsável, as condições de aplicação podem ser flexibilizadas.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo higrômetro.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura.
Aplicação via drones agrícolas: O produto RIDOMIL GOLD MZ 680 WG pode ser aplicado através de drones agrícolas em todas as culturas recomendadas, devendo estes ser adequados para cada tipo de cultura e alvo, provido de pontas, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos, seguindo todas as orientações e normativas do MAPA e ANAC.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de drone utilizado, procurando manter média de 2 metros acima do topo da planta, ou menor quando possível. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação, sendo recomendado o uso de gotas com diâmetro médio. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Quando utilizar aplicações via drones agrícolas obedecer às normas técnicas de operação previstas na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pelo regulamento brasileiro de aviação civil especial (RBAC) nº 94 e pelas diretrizes e orientações do Ministério da Agricultura (MAPA).
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização com média de 2 metros, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Agitar vigorosamente o produto antes da diluição, ainda na embalagem.
O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionar a quantidade recomendada do fungicida e em seguida adicionar o adjuvante recomendado pelo fabricante, caso necessário. Após isso, proceder a homogeneização e completar o volume do tanque com água. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto.
Preparar apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando logo após a sua preparação.
Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
Para preparar a calda, encher o tanque até a metade do volume, e sob agitação adicionar a dose recomendada de RIDOMIL GOLD MZ 680 WG, adicionando depois mais água, até o volume requerido para a aplicação. Providenciar agitação suficiente durante a mistura e aplicação, para manter uma suspensão homogênea.
Cultura | Dias |
Acelga | 7 |
Agrião | 7 |
Alface | 7 |
Alho | 7 |
Almeirão | 7 |
Batata | 7 |
Caju | 7 |
Caqui | 7 |
Carambola | 7 |
Cebola | 7 |
Chalota | 7 |
Chicória | 7 |
Espinafre | 7 |
Estévia | 7 |
Figo | 7 |
Fumo | UNA |
Goiaba | 7 |
Mangaba | 7 |
Melancia | 14 |
Melão | 14 |
Mostarda | 7 |
Plantas Ornamentais | UNA |
Rosa | UNA |
Rúcula | 7 |
Tomate | 7 |
Uva | 7 |
Uva-de-Mesa | 7 |
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos Equipamentos de Proteção Individual usados durante a aplicação.
Cultura | Alvo | Dose | Época de aplicação |
Abóbora | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 400 mL/ha | Aplicar Zorvec® Encantia® preferencialmente na fase de maior desenvolvimento vegetativo da cultura e antes dos primeiros sintomas da doença. |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de aplicação: 10 dias Volume de calda: Aplicação terrestre: 400 L/ha Aplicação aérea: 20-50 L/ha | |||
Abobrinha | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 400 mL/ha | Aplicar Zorvec® Encantia® preferencialmente na fase de maior desenvolvimento vegetativo da cultura e antes dos primeiros sintomas da doença. |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de aplicação: 10 dias Volume de calda: Aplicação terrestre: 400 L/ha Aplicação aérea: 20-50 L/ha | |||
Alface | Míldio (Bremia lactucae) | 700 mL/ha | Aplicar Zorvec® Encantia® preferencialmente na fase de maior desenvolvimento vegetativo da cultura e antes dos primeiros sintomas da doença. |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: Aplicação terrestre: 400 L/ha Aplicação aérea: 20-50 L/ha | |||
Alho | Míldio (Peronospora destructor) | 1000 mL/ha* | Aplicar Zorvec® Encantia® preferencialmente na fase de maior desenvolvimento vegetativo da cultura e antes dos primeiros sintomas da doença. |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: Aplicação terrestre: 400 L/ha Aplicação aérea: 20-50 L/ha *Adicionar 0,2% v/v de espalhante adesivo não iônico. | |||
Batata | Requeima (Phytophthora infestans) | 500 mL/ha | Aplicar Zorvec® Encantia® preferencialmente na fase de maior desenvolvimento vegetativo da cultura e antes dos primeiros sintomas da doença. |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: Aplicação terrestre: 400 L/ha Aplicação aérea: 20-50 L/ha | |||
Cultura | Alvo | Dose | Época de aplicação | |
Berinjela | Tombamento; Podridão-do-colo (Phytophthora capsici) | 800 mL/ha | Aplicar Zorvec® Encantia® dirigido à base das plantas através de esguicho durante a fase de desenvolvimento vegetativo das culturas. Aplicar sempre preventivamente, ou seja, antes dos primeiros sintomas da doença. | |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 Intervalo de aplicação: - Volume de calda: - Aplicação terrestre: 600 L/ha | ||||
Brócolis | Míldio (Peronospora parasitica) | 500 mL/ha | Aplicar Zorvec® Encantia® preferencialmente na fase de maior desenvolvimento vegetativo da cultura e antes dos primeiros sintomas da doença. | |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: Aplicação terrestre: 400 L/ha Aplicação aérea: 20-50 L/ha | ||||
Cebola | Míldio (Peronospora destructor) | 1000 mL/ha* | Aplicar Zorvec® Encantia® preferencialmente na fase de maior desenvolvimento vegetativo da cultura e antes dos primeiros sintomas da doença. | |
Mancha púrpura (Alternaria porri) | ||||
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: Aplicação terrestre: 400 L/ha Aplicação aérea: 20-50 L/ha *Adicionar 0,2% v/v de espalhante adesivo não iônico. | ||||
Chicória | Míldio (Bremia lactucae) | 700 mL/ha | Aplicar Zorvec® Encantia® preferencialmente na fase de maior desenvolvimento vegetativo da cultura e antes dos primeiros sintomas da doença. | |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: Aplicação terrestre: 400 L/ha Aplicação aérea: 20-50 L/ha | ||||
Couve | Míldio (Peronospora parasitica) | 500 mL/ha | Aplicar Zorvec® Encantia® preferencialmente na fase de maior desenvolvimento vegetativo da cultura e antes dos primeiros sintomas da doença. | |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: Aplicação terrestre: 400 L/ha Aplicação aérea: 20-50 L/ha | ||||
Cultura | Alvo | Dose | Época de aplicação |
Couve-flor | Míldio (Peronospora parasitica) | 500 mL/ha | Aplicar Zorvec® Encantia® preferencialmente na fase de maior desenvolvimento vegetativo da cultura e antes dos primeiros sintomas da doença. |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: Aplicação terrestre: 400 L/ha Aplicação aérea: 20-50 L/ha | |||
Jiló | Tombamento; Podridão-do-colo (Phytophthora capsici) | 800 mL/ha | Aplicar Zorvec® Encantia® dirigido à base das plantas através de esguicho durante a fase de desenvolvimento vegetativo das culturas. Aplicar sempre preventivamente, ou seja, antes dos primeiros sintomas da doença. |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 Intervalo de aplicação: - Volume de calda: - Aplicação terrestre: 600 L/ha | |||
Melancia | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 400 mL/ha | Aplicar Zorvec® Encantia® preferencialmente na fase de maior desenvolvimento vegetativo da cultura e antes dos primeiros sintomas da doença. |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de aplicação: 10 dias Volume de calda: Aplicação terrestre: 400 L/ha Aplicação aérea: 20-50 L/ha | |||
Melão | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 400 mL/ha | Aplicar Zorvec® Encantia® preferencialmente na fase de maior desenvolvimento vegetativo da cultura e antes dos primeiros sintomas da doença. |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de aplicação: 10 dias Volume de calda: Aplicação terrestre: 400 L/ha Aplicação aérea: 20-50 L/ha | |||
Pepino | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 400 mL/ha | Aplicar Zorvec® Encantia® preferencialmente na fase de maior desenvolvimento vegetativo da cultura e antes dos primeiros sintomas da doença. |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de aplicação: 10 dias Volume de calda: Aplicação terrestre: 400 L/ha Aplicação aérea: 20-50 L/ha | |||
Cultura | Alvo | Dose | Época de aplicação |
Pimentão | Requeima- murchadeira; Mancha-do-pimentão (Phytophthora capsici) | 800 mL/ha | Aplicar Zorvec® Encantia® dirigido à base das plantas através de esguicho durante a fase de desenvolvimento vegetativo das culturas. Aplicar sempre preventivamente, ou seja, antes dos primeiros sintomas da doença. |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 Intervalo de aplicação: - Volume de calda: - Aplicação terrestre: 600 L/ha | |||
Repolho | Míldio (Peronospora parasitica) | 500 mL/ha | Aplicar Zorvec® Encantia® preferencialmente na fase de maior desenvolvimento vegetativo da cultura e antes dos primeiros sintomas da doença. |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: Aplicação terrestre: 400 L/ha Aplicação aérea: 20-50 L/ha | |||
Tomate | Requeima (Phytophthora infestans) | 500 mL/ha | Aplicar Zorvec® Encantia® preferencialmente na fase de maior desenvolvimento vegetativo da cultura e antes dos primeiros sintomas da doença. |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: Aplicação terrestre: 500-1000 L/ha Aplicação aérea: 20-50 L/ha | |||
Uva | Míldio (Plasmopara viticola) | 800 mL/ha | Aplicar Zorvec® Encantia® preferencialmente antes dos primeiros sintomas da doença e durante a fase de desenvolvimento vegetativo das culturas até a fase inicial de formação de “chumbinhos”. |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: Aplicação terrestre: 500-1000 L/ha Aplicação aérea: 20-50 L/ha | |||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abóbora | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Abobrinha | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Alface | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Alho | Peronospora destructor | Cinza, Míldio | Ver detalhes |
| Batata | Phytophthora infestans | Mela, Requeima | Ver detalhes |
| Berinjela | Phytophthora capsici | Requeima, Tombamento | Ver detalhes |
| Brócolis | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Caqui | Alternaria cucumerina | Mancha de alternaria | Ver detalhes |
| Carambola | Alternaria cucumerina | Mancha de alternaria | Ver detalhes |
| Cebola | Alternaria porri | Crestamento, Mancha-púrpura | Ver detalhes |
| Chalota | Alternaria porri | Alternaria púrpura | Ver detalhes |
| Chicória | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Chuchu | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Couve | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Alternaria brassicae | Mancha- Alternaria | Ver detalhes |
| Couve-de-bruxelas | Alternaria brassicae | Mancha-Alternaria | Ver detalhes |
| Couve-flor | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Jiló | Phytophthora capsici | Requeima, Tombamento | Ver detalhes |
| Maxixe | Alternaria cucumerina | Mancha de alternaria | Ver detalhes |
| Melancia | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Melão | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Pepino | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Pimenta | Phytophthora capsici | Requeima | Ver detalhes |
| Pimentão | Phytophthora capsici | Requeima | Ver detalhes |
| Repolho | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Tomate | Phytophthora infestans | Mela, Requeima | Ver detalhes |
| Uva | Plasmopara viticola | Míldio, Mofo | Ver detalhes |
A boa cobertura dos alvos aplicados (folhas, hastes e frutos) é fundamental para o sucesso de controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma, o tipo e calibração do equipamento utilizado, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem ser rigorosamente observados.
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado ou costal, como tipo de pontas, pressão de trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Recomenda-se a utilização de barras com pontas específicas ou atomizadores rotativos do tipo “Micronair”, sempre procurando obter uma boa cobertura na aplicação. Toda aplicação com aeronave agrícola deve ser controlada/monitorada por GPS.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) ou que tenham sido capacitadas e treinadas pela Corteva Agriscience, através do nosso programa de Boas Práticas Agrícolas, para realizar a aplicação aérea deste produto. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto.
A Corteva não recomenda a aplicação via aeronaves remotamente pilotadas (drones) para o produto
Deve-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
- Temperatura ambiente: igual ou inferior a 30ºC;
- Umidade relativa do ar: acima de 50%;
- Velocidade do vento: entre 3 e 10 km/h.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
O abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. Agitar bem o produto antes do uso, adicionar ao tanque do pulverizador e completar o volume com água. A agitação deverá ser constante durante a preparação e aplicação da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, válvulas, filtros, bicos e difusores e, quando aplicável, no fluxômetro.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Atenção ao descarte dos resíduos da limpeza conforme a legislação Estadual ou Municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores, recomendados pelo fabricante dos equipamentos, quando da decisão de aplicar.
As condições climáticas, o estágio de desenvolvimento da cultura, proximidades de organismos não alvos e culturas para os quais o produto não esteja registrado, devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
O tamanho das gotas é um fator importante para se evitar deriva. Gotas classificadas como grossas ou médias combinadas com condições meteorológicas ideais permitem uma boa cobertura da cultura e reduzem o risco de deriva.
Em qualquer condição meteorológica, as gotas maiores serão sempre mais seguras. Deve ser destacada a importância de não fazer a pulverização em situações de ausência de vento, devido ao risco de ocorrência de inversão térmica e correntes ascendentes de ar, o que acarretaria dificuldade de deposição de gotas.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES
AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS! Siga as instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica presentes na bula.
Os bicos de pulverização definem três fatores fundamentais para o ajuste correto da aplicação: o formato do jato de líquido, a vazão de líquido e o espectro de gotas. Use o formato do jato de pulverização em função da arquitetura da cultura alvo, adotando o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação. Considere o uso de bicos de baixa deriva, como por exemplo com indução de ar. Siga sempre as boas práticas para aplicação e a recomendação do fabricante.
Regule a altura da barra para a menor altura possível para obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento terrestre, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos ou falhas devido ao entupimento.
Observe sempre o espaçamento entre bicos: quanto maior o espaçamento, maior deverá ser a altura de barra.
Quanto maior a velocidade do pulverizador, maior a possibilidade de perdas e deriva. O excesso de velocidade causa desuniformidade na deposição dos defensivos.
O potencial de deriva varia em função do vento. Muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determina o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS OU EM CONDIÇÕES SEM VENTO.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Abóbora 1 dia
Abobrinha 1 dia
Alface 1 dia
Alho 7 dias
Batata 7 dias
Berinjela 1 dia
Brócolis 1 dia
Cebola 7 dias
Chicória 1 dia
Couve 1 dia
Couve-flor 1 dia
Jiló 1 dia
Melancia 7 dias
Melão 7 dias
Pepino 1 dia
Pimentão 1 dia
Repolho 1 dia
Tomate 1 dia
Uva 14 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Alvo | Dose (mL/ha) | Época de Aplicação |
Alface | Míldio (Bremia lactucae) | 200 | Aplicar Zorvec Zelavin de maneira preventiva, iniciando antes do surgimento dos sintomas da doença. |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda:
| |||
Almeirão | Míldio (Bremia lactucae) | 200 | Aplicar Zorvec Zelavin de maneira preventiva, iniciando antes do surgimento dos sintomas da doença. |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda:
| |||
Chicória | Míldio (Bremia lactucae) | 200 | Aplicar Zorvec Zelavin de maneira preventiva, iniciando antes do surgimento dos sintomas da doença. |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda:
| |||
Tomate | Requeima (Phytophthora infestans) | 150 - 250 | Aplicar Zorvec Zelavin de maneira preventiva, iniciando antes do surgimento dos sintomas da doença. |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 4 Intervalo de aplicação: 7 dias (dose 150 mL/ha) ou 10 dias (dose 250 mL/ha) Volume de calda:
| |||
Cultura | Alvo | Dose (mL/ha) | Época de Aplicação |
Uva | Míldio (Plasmopara viticola) | 200 - 300 | Aplicar Zorvec Zelavin de maneira preventiva, iniciando antes do surgimento dos sintomas da doença. Utilizar doses maiores e intervalos menores em condições de alta favorabilidade de ocorrência da doença. Para intervalos de aplicação maiores, utilizar preferencialmente a dose de 300 mL/ha. |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de aplicação: 7-10 dias Volume de calda:
| |||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Almeirão | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Chicória | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Tomate | Phytophthora infestans | Mela, Requeima | Ver detalhes |
| Uva | Plasmopara viticola | Míldio, Mofo | Ver detalhes |
A boa cobertura dos alvos aplicados (folhas, hastes e frutos) é fundamental para o sucesso de controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma o tipo e calibração do equipamento utilizado, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem ser rigorosamente observados.
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado ou costal, como tipo de pontas, pressão de trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Recomenda-se a utilização de barras com pontas específicas ou atomizadores rotativos do tipo “Micronair”, sempre procurando obter uma boa cobertura na aplicação. Toda aplicação com aeronave agrícola deve ser controlada/monitorada por GPS.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) ou que tenham sido capacitadas e treinadas pela Corteva Agriscience, através do nosso programa de Boas Práticas Agrícolas, para realizar a aplicação aérea deste produto. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto.
A Corteva não recomenda a aplicação via aeronaves remotamente pilotadas (drones) para o produto
Deve-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
Temperatura ambiente: igual ou inferior a 30ºC;
Umidade relativa do ar: acima de 50%;
Velocidade do vento: entre 3 e 10 km/h.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
O abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. Agitar bem o produto antes do uso, adicionar ao tanque do pulverizador e completar o volume com água. A agitação deverá ser constante durante a preparação e aplicação da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, válvulas, filtros, bicos e difusores e, quando aplicável, no fluxômetro.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Atenção ao descarte dos resíduos da limpeza conforme a legislação Estadual ou Municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores, recomendados pelo fabricante dos equipamentos, quando da decisão de aplicar.
As condições climáticas, o estágio de desenvolvimento da cultura, proximidades de organismos não alvos e culturas para os quais o produto não esteja registrado, devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
O tamanho das gotas é um fator importante para se evitar deriva. Gotas classificadas como grossas ou médias combinadas com condições meteorológicas ideais permitem uma boa cobertura da cultura e reduzem o risco de deriva.
Em qualquer condição meteorológica, as gotas maiores serão sempre mais seguras. Deve ser destacada a importância de não fazer a pulverização em situações de ausência de vento, devido ao risco de ocorrência de inversão térmica e correntes ascendentes de ar, o que acarretaria dificuldade de deposição de gotas.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES
AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS! Siga as instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica presentes na bula.
Os bicos de pulverização definem três fatores fundamentais para o ajuste correto da aplicação: o formato do jato de líquido, a vazão de líquido e o espectro de gotas. Use o formato do jato de pulverização em função da arquitetura da cultura alvo, adotando o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação. Considere o uso de bicos de baixa deriva, como por exemplo com indução de ar. Siga sempre as boas práticas para aplicação e a recomendação do fabricante.
Regule a altura da barra para a menor altura possível para obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento terrestre, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos ou falhas devido ao entupimento.
Observe sempre o espaçamento entre bicos: quanto maior o espaçamento, maior deverá ser a altura de barra.
Quanto maior a velocidade do pulverizador, maior a possibilidade de perdas e deriva. O excesso de velocidade causa desuniformidade na deposição dos defensivos.
O potencial de deriva varia em função do vento. Muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determina o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS OU EM CONDIÇÕES SEM VENTO.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Alface 1 dia
Almeirão 1 dia
Chicória 1 dia
Tomate 1 dia
Uva 14 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO:
Cultura | Alvo Biológico | Dose (mL/ha) | Época, número e intervalo de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
Abacaxi | Podridão- do-olho | Phytophthora nicotiana var. parasitica | 800 - 1000 | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Abóbora | Mildio | Pseudoperonospora cubensis | 40 a 80 mL/100L de água | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada no aparecimento dos primeiros sintomas e repetida se necessário em intervalos de 5 a 7 dias. Em condições muito favoráveis a evolução da doença, utilizar a maior dose, reduzindo o intervalo de aplicação para 5 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 5 a 7 dias. |
Abobrinha | Mildio | Pseudoperonospora cubensis | 40 a 80 mL/100L de água | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada no aparecimento dos primeiros sintomas e repetida se necessário em intervalos de 5 a 7 dias. Em condições muito favoráveis a evolução da doença, utilizar a maior dose, reduzindo o intervalo de aplicação para 5 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 5 a 7 dias. |
Acelga | Podridão- radicular | Pythium spp | 80 mL/ 100 L de água | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura, repetindo se necessário com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Agrião | Podridão- radicular | Pythium aphanider-matum | 80 mL/ 100 L de água | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura, repetindo se necessário com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Alface | Míldio | Bremia lactucae | 80 mL/ 100 L de água | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Alho | Mildio | Pseudoperonospora cubensis | 400 a 800 | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada no aparecimento dos primeiros sintomas e repetido se necessário em intervalos de 5 a 7 dias. Em condições muito favoráveis a evolução da doença, utilizar a maior dose, reduzindo o intervalo de aplicação para 5 dias. Adicionar 0,5% v/v de adjuvante a base de óleo vegetal. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 5 a 7 dias. |
Almeirão | Mildio | Bremia lactucae | 80 mL/ 100 L de água | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Anonáceas | Podridão- do-colo | Phytophthora nicotiana var. parasitica | 800 a 1000 | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Batata | Requeima | Phytophthora infestans | 800 | Aplicar BANZAI no aparecimento dos primeiros sintomas e repetir se necessário em intervalos de 5 a 7 dias. Em condições muito favoráveis a evolução da doença, utilizar a maior dose, reduzindo o intervalo de aplicação para 5 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 5 a 7 dias. |
Beringela | Requeima | Phytophthora capsici | 400 a 800 | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Cebola | Mildio | Pseudoperonospora cubensis | 400 a 800 | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada no aparecimento dos primeiros sintomas e repetido se necessário em intervalos de 5 a 7 dias. Em condições muito favoráveis a evolução da doença, utilizar a maior dose, reduzindo o intervalo de aplicação para 5 dias. Adicionar 0,5% v/v de adjuvante a base de óleo vegetal. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 5 a 7 dias. |
Chicória | Podridão- radicular | Pythium spp | 80 mL/ 100 L de água | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Míldio | Bremia lactucae |
Chuchu | Mildio | Pseudoperonos pora cubensis) | 40 a 80 mL/100L de água | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada no aparecimento dos primeiros sintomas e repetida se necessário em intervalos de 5 a 7 dias. Em condições muito favoráveis a evolução da doença, utilizar a maior dose, reduzindo o intervalo de aplicação para 5 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 5 a 7 dias. |
Cupuaçu | Podridão | Phytophthora palmivora | 800 a 1000 | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Espinafre | Podridão- radicular | Pythium spp. | 80mL/ 100L de água | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Estévia | Podridão- radicular | Pythium spp. | 80 mL/ 100 L de água | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Fumo | Míldio | Peronospora tabacina | 3 – 4 mL/ 100 L de água | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 6 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Guaraná | Requeima | Phytophthora nicotianae | 800 - 1000 | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Jiló | Requeima | Phytophthora capsici | 400 - 800 | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Mamão | Gomose | Phytophthora palmivora | 800 - 1000 | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Maracujá | Requeima | Phytophthora nicotianae | 800 - 1000 | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Mostarda | Podridão- radicular | Pythium spp. | 80 mL/ 100 L de água | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Míldio | Peronospora parasitica | |||
Pepino | Mildio | Pseudoperonos pora cubensis | 40 – 80 mL/ 100L de água | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada no aparecimento dos primeiros sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 5 a 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Pimenta | Requeima | Phytophthora capsici | 400 - 800 | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Pimentão | Requeima | Phytophthora capsici | 400 - 800 | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Quiabo | Requeima | Phytophthora capsici | 400 - 800 | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Podridão- radicular | Pythium sp. | |||
Rúcula | Podridão- radicular | Pythium aphanidermatum | 80 mL/ 100 L de água | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido |
Míldio | Peronospora parasitica | |||
Tomate | Requeima | Phytophthora infestans | 150 mL/ 100 L de água | Aplicar BANZAI no aparecimento dos primeiros sintomas e repetir, se necessário, em intervalos de 5 a 7 dias. Em condições muito favoráveis a evolução da doença, utilizar a maior dose, reduzindo o intervalo de aplicação para 5 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 5 a 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Uva | Mildio | Plasmopara viticola | 450 a 675 | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir se necessário em intervalos de 5 dias. Utilizar a maior dose em condições muito favoráveis a evolução da doença. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 5 dias. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Phytophthora nicotianae var. parasitica | Podridão-de-Phytophthora, Podridão-do-topo | Ver detalhes |
| Abóbora | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Abobrinha | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Acelga | Pythium spp. | Estiolamento, Podridão-de-raízes | Ver detalhes |
| Agrião | Phytium alphanidermatum | Podridão-radicular | Ver detalhes |
| Alface | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Alho | Peronospora destructor | Cinza, Míldio | Ver detalhes |
| Almeirão | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Anonáceas | Phytophthora nicotianae var. parasitica | Podridão-de-Phytophthora | Ver detalhes |
| Batata | Phytophthora infestans | Mela, Requeima | Ver detalhes |
| Berinjela | Phytophthora capsici | Requeima, Tombamento | Ver detalhes |
| Cebola | Peronospora destructor | Cinza, Míldio | Ver detalhes |
| Chicória | Pythium spp. | Estiolamento, Podridão-de-raízes | Ver detalhes |
| Chuchu | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Cupuaçu | Phytophthora palmivora | Morte-súbita, Podridão-parda, Requeima | Ver detalhes |
| Espinafre | Phytium spp | Podridão-radicular | Ver detalhes |
| Estévia | Pythium spp. | Estiolamento | Ver detalhes |
| Fumo | Peronospora tabacina | Míldio, Mofo-azul | Ver detalhes |
| Guaraná | Phytophthora nicotianae | Podridão-das-raízes | Ver detalhes |
| Jiló | Phytophthora capsici | Requeima, Tombamento | Ver detalhes |
| Mamão | Phytophthora palmivora | Morte-súbita, Podridão-do-pé, Podridão-parda | Ver detalhes |
| Maracujá | Phytophthora nicotianae var. nicotianae | Requeima | Ver detalhes |
| Mostarda | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Pepino | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Pimenta | Phytophthora capsici | Requeima | Ver detalhes |
| Pimentão | Phytophthora capsici | Requeima | Ver detalhes |
| Quiabo | Phytophthora capsici | Requeima, Tombamento | Ver detalhes |
| Rúcula | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Tomate | Phytophthora infestans | Mela, Requeima | Ver detalhes |
| Uva | Plasmopara viticola | Míldio, Mofo | Ver detalhes |
A aplicação do fungicida BANZAI deverá ser efetuada através de pulverização terrestre.
A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas, é fundamental para o sucesso do controle das doenças, independente do equipamento utilizado. Desta forma, o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem definir o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a serem utilizados.
Para as culturas de abacaxi, abóbora, abobrinha, acelga, agrião, alface, alho, almeirão, anonáceas, batata, berinjela, cebola, chicória, chuchu, cupuaçu, espinafre, estévia, fumo, guaraná, jiló, mamão, maracujá, mostarda, pepino, pimenta, pimentão, quiabo, rúcula, tomate e uva, BANZAI deve ser aplicado na parte aérea das plantas com equipamentos terrestres (pulverizador costal manual, pressurizado ou motorizado, tratorizado ou autopropelido) equipados com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico ou leque, que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas.
Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem a ocorrência de deriva:
Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) VMD;
Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm2;
Volume de calda:
Abóbora, abacaxi, abobrinha, acelga, agrião, alface, alho, almeirão, anonáceas, chicória, chuchu, cupuaçu, espinafre, estévia, guaraná, mamão, maracujá, mostarda, pepino e rúcula: 1.000 L/ha;
Batata, tomate e uva: 600 a 1.000 L/ha;
Cebola, berinjela, jiló, pimento, pimentão e quiabo: 400 L/ha.
Fumo: 300 L/ha.
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como:
Temperatura ambiente até 30ºC;
Umidade relativa do ar no mínimo de 50%;
Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
Colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de pulverização. Em seguida, adicionar BANZAI nas doses recomendadas, completando o tanque com água e mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida, mantendo o sistema de agitação do tanque em funcionamento durante a aplicação.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o processo de preparo da calda.
Abacaxi 7 dias Abóbora 7 dias
Abobrinha 7 dias
Acelga. 7 dias
Agrião 7 dias
Alface 7 dias
Almeirão. 7 dias
Anonáceas 7 dias
Batata. 7 dias
Berinjela. 7 dias
Chicória. 7 dias
Chuchu 7 dias
Cupuaçu. 7 dias
Espinafre. 7 dias
Estévia 7 dias
Guaraná. 7 dias
Jiló. 7 dias
Mamão 7 dias
Maracujá. 7 dias
Mostarda 7 dias
Pepino. 7 dias
Pimenta. 7 dias
Pimentão 7 dias
Quiabo. 7 dias
Rúcula 7 dias
Tomate. 7 dias
Alho 14 dias
Cebola 14 dias
Uva 21 dias
Fumo. UNA
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose** | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações | |
kg p.c./ha | g p.c./100 L d’água | ||||
Abacaxi | Podridão-do-olho Phytophthora nicotiana var. parasitica | 0,8 – 1,0 | - | 1000 | 3 |
Abóbora/ Abobrinha | Míldio Pseudoperonospora cubensis | - | 40 – 80 | 1000 | 4 |
Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose** | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações | |
kg p.c./ha | g p.c./100 L d’água | ||||
Acelga | Podridão-radicular Pythium spp. | - | 80 | 1000 | 4 |
Agrião | Podridão-radicular Pythium aphanidermatum | - | 80 | 1000 | 4 |
Alface | Míldio Bremia lactucae | - | 80 | 1000 | 4 |
Almeirão | Míldio Bremia lactucae | - | 80 | 1000 | 4 |
Alho* | Míldio Peronospora destructor | 0,4 – 0,8 | - | 400 | 3 |
Anonáceas | Podridão-do-colo Phytophthora nicotiana var. parasitica | 0,8 – 1,0 | - | 1000 | 3 |
Batata | Requeima Phytophtora infestans | 0,8 | - | Aplicar 600 a 1000 L/ha, dependendo do desenvolvimento da cultura. | 4 |
Berinjela | Requeima Phytophthora capsici | 0,4 – 0,8 | - | 400 | 4 |
Cebola* | Míldio Peronospora destructor | 0,4 – 0,8 | - | 400 | 3 |
Chalota* | Míldio Peronospora destructor | 0,4 – 0,8 | - | 400 | 3 |
Chicória | Podridão-radicular Pythium spp. | - | 80 | 1000 | 4 |
Míldio Bremia lactucae | |||||
Chuchu | Míldio Pseudoperonospora cubensis | - | 40 – 80 | 1000 | 4 |
Cupuaçu | Podridão Phytophthora palmivora | 0,8 – 1,0 | - | 1000 | 3 |
Espinafre | Podridão-radicular Pythium spp. | - | 80 | 1000 | 4 |
Estévia | Podridão-radicular Pythium spp. | - | 80 | 1000 | 4 |
Fumo | Míldio Peronospora tabacina | - | 3 – 4 | 300 | 6 |
Guaraná | Requeima Phytophthora nicotianae | 0,8 – 1,0 | - | 1000 | 3 |
Jiló | Requeima Phytophthora capsici | 0,4 – 0,8 | - | 400 | 4 |
Kiwi | Podridão-do-colo Phytophthora spp. | 0,8 – 1,0 | - | 1000 | 3 |
Mamão | Gomose Phytophthora palmivora | 0,8 – 1,0 | - | 1000 | 3 |
Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose** | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações | |
kg p.c./ha | g p.c./100 L d’água | ||||
Maracujá | Requeima Phytophthora nicotianae | 0,8 – 1,0 | - | 1000 | 3 |
Maxixe | Míldio Pseudoperonospora cubensis | - | 40 – 80 | 1000 | 4 |
Mostarda | Podridão-radicular Pythium spp. | - | 80 | 1000 | 4 |
Míldio Peronospora parasitica | - | 80 | 1000 | 4 | |
Pepino | Míldio Pseudoperonospora cubensis | - | 40 – 80 | 1000 | 4 |
Pimenta | Requeima Phytophthora capsici | 0,4 – 0,8 | - | 400 | 4 |
Pimentão | Requeima Phytophthora capsici | 0,4 – 0,8 | - | 400 | 4 |
Quiabo | Requeima Phytophthora capsici | 0,4 – 0,8 | - | 400 | 4 |
Podridão-radicular Pythium sp. | 0,4 – 0,8 | - | 400 | 4 | |
Rúcula | Podridão-radicular Pythium aphanidermatum | - | 80 | 1000 | 4 |
Míldio Peronospora parasitica | |||||
Tomate | Requeima Phytophtora infestans | - | 150 | Aplicar de 700 a 1000 L/ha até início da frutificação e 1000 a 1300 L de calda/ha da frutificação até o final do ciclo da cultura. | 4 |
Uva | Míldio Plasmopara viticola | 0,45 – 0,675 | - | Aplicar 600 L/ha ou até ponto de escorrimento. | 4 |
i.a. = ingrediente ativo
Utilizar adjuvante não iônico 0,5% v/v às aplicações.
** Utilizar as maiores doses em áreas de alta incidência da doença e/ou para se conseguir um maior período de controle.
Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Doses* | Volume de calda (L/ha) | N° Máximo de Aplicações | |
Kg p.c./ha | g p.c./100 L de água | ||||
Plantas Ornamentais | Míldio Peronospora sparsa | 0,4 – 0,8 | - | 800 – 1000 | U.N.A.** |
Podridão das raízes Pythium sp. | - | 80 | 1000 | ||
Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Doses* | Volume de calda (L/ha) | N° Máximo de Aplicações | |
Kg p.c./ha | g p.c./100 L de água | ||||
Plantas Ornamentais | Podridão Phytophthora sp. | 0,8 – 1,8 | - | 800 – 1300 | U.N.A.** |
Utilizar as maiores doses em áreas de alta incidência da doença e/ou para se conseguir um maior período de controle.
** U.N.A. - Uso Não Alimentar - número de aplicações não definido para cultivos ornamentais. Atentar para as INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDA.
início de surgimento de sintomas na área). Utilizar volumes de calda conforme o porte da planta ornamental. Alternar produtos de modo de ação distintos.
Devido ao grande número de espécies de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas doenças, indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, antes de sua aplicação em maior escala.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Phytophthora nicotianae var. parasitica | Podridão-de-Phytophthora, Podridão-do-topo | Ver detalhes |
| Abóbora | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Abobrinha | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Acelga | Pythium spp. | Estiolamento, Podridão-de-raízes | Ver detalhes |
| Agrião | Phytium alphanidermatum | Podridão-radicular | Ver detalhes |
| Alface | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Alho | Peronospora destructor | Cinza, Míldio | Ver detalhes |
| Almeirão | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Anonáceas | Phytophthora nicotianae var. parasitica | Podridão-de-Phytophthora | Ver detalhes |
| Batata | Phytophthora infestans | Mela, Requeima | Ver detalhes |
| Berinjela | Phytophthora capsici | Requeima, Tombamento | Ver detalhes |
| Cebola | Peronospora destructor | Cinza, Míldio | Ver detalhes |
| Chalota | Peronospora destructor | Míldio | Ver detalhes |
| Chicória | Pythium spp. | Estiolamento, Podridão-de-raízes | Ver detalhes |
| Chuchu | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Cupuaçu | Phytophthora palmivora | Morte-súbita, Podridão-parda, Requeima | Ver detalhes |
| Espinafre | Phytium spp | Podridão-radicular | Ver detalhes |
| Estévia | Pythium spp. | Estiolamento | Ver detalhes |
| Fumo | Peronospora tabacina | Míldio, Mofo-azul | Ver detalhes |
| Guaraná | Phytophthora nicotianae var. nicotianae | Requeima | Ver detalhes |
| Jiló | Phytophthora capsici | Requeima, Tombamento | Ver detalhes |
| Kiwi | Phytophthora spp. | Tombamento | Ver detalhes |
| Mamão | Phytophthora palmivora | Morte-súbita, Podridão-do-pé, Podridão-parda | Ver detalhes |
| Maracujá | Phytophthora nicotianae var. nicotianae | Requeima | Ver detalhes |
| Maxixe | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Mostarda | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Pepino | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Pimenta | Phytophthora capsici | Requeima | Ver detalhes |
| Pimentão | Phytophthora capsici | Requeima | Ver detalhes |
| Plantas Ornamentais | Pythium spp. | Estiolamento , Podridão-de-raízes | Ver detalhes |
| Quiabo | Phytophthora capsici | Requeima, Tombamento | Ver detalhes |
| Rúcula | Phytium Aphanidermatum | Podridão Radicular | Ver detalhes |
| Tomate | Phytophthora infestans | Mela, Requeima | Ver detalhes |
| Uva | Plasmopara viticola | Míldio, Mofo | Ver detalhes |
Preparo da calda: O responsável pela preparação da calda deve usar Equipamento de Proteção Individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Por se tratar de uma formulação do tipo WP (Pó Molhável) o produto deve ser adicionado lentamente no tanque do pulverizador sob agitação constante ou pré dissolvidos em recipiente adequado.
Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:
Aplicação Terrestre: Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas hospedeiras e que produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.
Para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de aplicação.
É recomendada a APLICAÇÂO AÉREA desse produto para a cultura de batata adotando as
seguintes recomendações;
Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 L/ha ou 10 a 30 L/ha, quando utilizados bicos centrífugos (atomizadores rotativos).
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem cobertura adequada das plantas hospedeiras e produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.
Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30oC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda- se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Encher novamente o tanque com água limpa e manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Cultura | Dias | Cultura | Dias |
Abacaxi | 7 | Estévia | 7 |
Abóbora | 7 | Fumo | U.N.A.* |
Abobrinha | 7 | Guaraná | 7 |
Acelga | 7 | Jiló | 7 |
Agrião | 7 | Kiwi | 7 |
Alface | 7 | Mamão | 7 |
Almeirão | 7 | Maracujá | 7 |
Alho | 14 | Maxixe | 7 |
Anonáceas | 7 | Mostarda | 7 |
Batata | 14 | Ornamentais | U.N.A.* |
Berinjela | 7 | Pepino | 7 |
Cebola | 14 | Pimenta | 7 |
Chalota | 14 | Pimentão | 7 |
Chicória | 7 | Quiabo | 7 |
Chuchu | 7 | Rúcula | 7 |
Cupuaçu | 7 | Tomate | 7 |
Espinafre | 7 | Uva | 21 |
(*) U.N.A. - Uso Não Alimentar | |||
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
RANMAN é um fungicida de contato, apresentando excelente ação protetora, atuando na inibição da germinação dos zoósporos e esporângios, assim como no desenvolvimento e penetração dos tubos germinativos. O modo de ação do RANMAN é através da inibição da respiração celular nas mitocôndrias, interferindo no transporte de elétrons no complexo bc1, inibindo a formação de ATP, essencial nos processos metabólicos dos fungos.
Cultura | Doenças | Doses | Número e intervalo de aplicação | Época de aplicação | Volume de calda |
Alface | Míldio (Bremia lactucae) | 25 a 30 mL/100 L de água (10 a 12 g i.a./100 L de água) | Repetir a cada 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações do produto durante o ciclo da cultura. | Iniciar a aplicação preventivamente, quando as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. | Usar volume de calda de 800 a 1000 litros por hectare. |
Agrião, Almeirão, Chicória e Mostarda | |||||
Batata | Requeima (Phytophthora infestans) | 0,2 a 0,25 L/há (80 a 100 g i.a./ha) | Repetir as aplicações em intervalos de 7 a 10 dias, dependendo das condições climáticas e da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de carência. Utilizar o produto em no máximo 6 aplicações durante o ciclo da cultura. | Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos primeiros sintomas da requeima. | O volume de calda a ser utilizado deverá ser de 500 a 800 litros por hectare |
Cebola | Míldio (Peronospora destructor) | 0,25 a 0,30 L/há (100 a 120 g i.a./ha) | Repetir a cada 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações do produto durante o ciclo da cultura. | Iniciar a aplicação preventivamente, quando as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. | Usar volume de calda de 800 a 1000 litros por hectare. |
Melão | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 0,25 a 0,30 L/há (100 a 120 g i.a./ha) | Repetir a cada 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações do produto durante o ciclo da cultura. | Iniciar a aplicação preventivamente, quando as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. | Usar volume de calda de 800 a 1000 litros por hectare. |
Rosa | Míldio (Peronospora sparsa) | 20 a 30 mL/100 L de água (8 a 12 g i.a./100 L de água) | Repetir a cada 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações do produto durante o ciclo da cultura. | Iniciar a aplicação preventivamente, quando as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. | Usar volume de calda de 800 a 1000 litros por hectare. |
Tomate | Requeima (Phytophthora infestans) | 0,2 a 0,25 L/ha (80 a 100 g i.a./ha) | Repetir as aplicações em intervalos de 7 a 10 dias, dependendo das condições climáticas e da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de carência. Utilizar o produto em no máximo 6 aplicações durante o ciclo da cultura | Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos primeiros sintomas da requeima. | O volume de calda a ser utilizado deverá ser de 500 a 1000 litros por hectare. |
Uva | Míldio (Plasmopara viticola) | 25 a 30 mL/100 L de água (10 a 12 g i.a./100 L de água) | Repetir a cada 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações do produto durante o ciclo da cultura. | Iniciar a aplicação preventivamente, quando as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento da doença. | Usar volume de calda de 600 a 1000 litros por hectare. |
Brócolis, Couve- chinesa, Couve-flor e Repolho | Hérnia-das-crucíferas (Plasmodiophora brassicae) | 2 mL / bandeja (0,8 g i.a./ bandeja) 1,0 a 2,0 L/ha (400 a 800 g i.a./ha) | Após o transplante das mudas no campo definitivo, realizar mais 2 a 3 pulverizações, aos 7, 21 e 45 dias após o transplante. Realizar no máximo 4 aplicações. | Iniciar a aplicação preventivamente, realizando uma pulverização sobre a bandeja de mudas um dia antes do transplante. | Pulverização bandeja: usar volume de calda de 500 mL por bandeja de 288 células (250 mL de calda e em seguida aplicar 250 mL de água com a finalidade de limpar as folhas e facilitar que o produto chegue até às raízes sobre as plantas da bandeja). |
Couve | |||||
Pulverização foliar no campo definitivo: 400 a 1000 litros por hectare. |
A.I. = ingrediente ativo
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Agrião | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Alface | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Almeirão | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Batata | Phytophthora infestans | Mela, Requeima | Ver detalhes |
| Brócolis | Plasmodiophora brassicae | Hérnia-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Cebola | Peronospora destructor | Cinza, Míldio | Ver detalhes |
| Chicória | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Couve | Plasmodiophora brassicae | Hérnia-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Plasmodiophora brassicae | Hérnia-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Couve-flor | Plasmodiophora brassicae | Hérnia-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Melão | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Mostarda | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Repolho | Plasmodiophora brassicae | Hérnia-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Rosa | Peronospora sparsa | Míldio | Ver detalhes |
| Tomate | Phytophthora infestans | Mela, Requeima | Ver detalhes |
| Uva | Plasmopara viticola | Míldio, Mofo | Ver detalhes |
Batata - Utilizar pulverizadores costais, estacionários, montados ou tracionados por trator. Usar bicos de jato cônico ou em leque com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm2, com diâmetro entre 100 a 200 micra. O volume de calda a ser utilizado deverá ser de 500 a 800 litros por hectare. Realizar as aplicações com intervalos de 7 a 10 dias.
Tomate - Utilizar pulverizadores costais, estacionários, montados ou tracionados por trator. Usar bicos de jato cônico ou em leque com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm2, com diâmetro entre 100 a 200 micra. O volume de calda a ser utilizado deverá ser de 500 a 1000 litros por hectare. Realizar as aplicações com intervalos de 7 a 10 dias.
Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos de pulverização de jato leque. Realizar as aplicações promovendo uma boa cobertura da planta e solo. Usar volume de calda de 500 mL por bandeja de 288 células (250 mL de calda e em seguida aplicar 250 mL de água com a finalidade de limpar as folhas e facilitar que o produto chegue até às raízes sobre as plantas da bandeja), e foliar no campo definitivo 400 a 1000 litros por hectare.
* As maiores doses, bem como o uso da última aplicação aos 45 dias após o transplante das mudas devem ser utilizadas quando a área tiver histórico de ocorrência da Hérnia-das-crucíferas.
**Para melhor controle da doença, recomenda-se o manejo com aplicação de Ranman sobre a bandeja de mudas, e mais 2 a 3 aplicações no campo definitivo.
***O sistema de agitação, do produto no tanque de pulverização, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Seguir estas condições de aplicação, caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo.
Agrião Alface, Almeirão Batata, Cebola, Chicória Melão, Mostarda e Uva: 7 dias Rosa: UNA (Uso Não Alimentar)
Tomate: 1 dia
Couve, Couve-chinesa, Couve-flor, Brócolis e Repolho: 28 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES (mL ou g.p.c. /ha) | NÚMERO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Nome comum (Nome científico) | |||||
Realizar no máximo 4 aplicações por ano. | |||||
Podridão-das-raízes (Phytophthora cinnamomic) | Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições ambientais estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença. | ||||
ABACATE | Gomose (Phytophthora citricola) | 400 - 600 | 4 | Aplicação terrestre: 400 – 800 L/ha | Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. |
Intervalo de aplicação de 7 dias. | |||||
Realizar no máximo 4 aplicações por ano. | |||||
ABACAXI | Podridão-das-raízes (Phytophthora citricola) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 – 800 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições ambientais estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. |
Intervalo de aplicação de 7 dias. | |||||
Realizar no máximo 4 aplicações. | |||||
Iniciar as aplicações preventivamente antes do florescimento (25 a 30 dias após a emergência). | |||||
ABÓBORA | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 400 -600 | 4 | Aplicação terrestre: 1.000 L/ha | Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. |
Intervalo de aplicação de 7 dias. |
ABOBRINHA | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 400 -600 | 4 | Aplicação terrestre: 1.000 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente antes do florescimento (25 a 30 dias após a emergência). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias. |
ACELGA | Míldio (Peronospora farinose) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo à calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
AGRIÃO | Míldio (Peronospora parasítica) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo à calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
ALFACE | Míldio (Bremia lactucae) | 400 - 600 | 4 | Aplicação terrestre: 400 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente, durante a fase de desenvolvimento vegetativo (aprox. 20-30 DAT*). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo à calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
ALHO | Míldio (Peronospora destructor) | 600 | 4 | Aplicação terrestre: 400 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente. Adicionar espalhante adesivo à calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
ALMEIRÂO | Míldio (Peronospora parasitica) | 400 – 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo à calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
ANONÁCEAS | Podridão-das-raízes (Phytophthora palmivora) | 400 – 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 - 800 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações por ano. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições ambientais estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias. |
BATATA | Requeima, Mela (Phytophthora infestans) | 400 - 600 | 4 | Aplicação terrestre: 400 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente, ainda durante a fase de desenvolvimento vegetativo (aprox. 20-30 DAE**). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
BRÓCOLIS | Míldio (Peronospora parasitica) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente durante a fase de desenvolvimento vegetativo (aprox. 20 a 30 dias após o transplante). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias. |
CACAU | Podridão-das-raizes (Phytophthora palmivora) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 - 800 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações por ano. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições ambientais estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias. |
CAJU | Podridão-de- Phytophthora (Phytophthora palmivora) | 400 - 600 | 3 | Aplicação terrestre: 500 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou até no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário a cada 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades resistentes. Já as doses maiores devem ser utilizadas sob condições severas (clima muito favorável e variedades susceptíveis). Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
CAQUI | Podridão-de- Phytophthora (Phytophthora cactorum) | 400 - 600 | 3 | Aplicação terrestre: 500 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou até no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário a cada 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades resistentes. Já as doses maiores devem ser utilizadas sob condições severas (clima muito favorável e variedades susceptíveis). Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
CEBOLA | Míldio, Cinza (Peronospora destructor) | 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente, durante a fase de desenvolvimento vegetativo (aprox. 20-30 DAT*). Adicionar espalhante adesivo à calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
CEBOLINHA | Míldio, Cinza (Peronospora destructor) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente durante a fase de desenvolvimento vegetativo (aprox. 20 a 30 dias após o transplante). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias. |
CHALOTA | Míldio (Peronospora destructor) | 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente. Adicionar espalhante adesivo à calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
CHICÓRIA | Míldio (Bremia lactucae) | 400 – 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo à calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
CHUCHU | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 400 – 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 1000 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
COUVE | Míldio (Peronospora parasitica) | 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 600 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente durante a fase de desenvolvimento vegetativo (aprox. 20 a 30 dias após o transplante). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias. |
COUVE-CHINESA | Míldio (Peronospora parasitica) | 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 600 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente. Adicionar espalhante adesivo à calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
COUVE-DE- BRUXELAS | Míldio (Peronospora parasitica) | 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 600 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente. Adicionar espalhante adesivo à calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
COUVE-FLOR | Míldio (Peronospora parasitica) | 400 -600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente durante a fase de desenvolvimento vegetativo (aprox. 20 a 30 dias após o transplante). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias. |
CUPUAÇU | Podridão-das-raizes (Phytophthora palmivora) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 - 800 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações por ano. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições ambientais estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias. |
ESPINAFRE | Míldio (Peronospora parasitica) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo à calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
FIGO | Podridão-do-fruto (Phytophthora nicotinae) | 400 - 600 | 3 | Aplicação terrestre: 500 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou até no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário a cada 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades resistentes. Já as doses maiores devem ser utilizadas sob condições severas (clima muito favorável e variedades susceptíveis). Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
GOIABA | Podridão-dos-frutos (Phytophthora citrícola) | 400 - 600 | 3 | Aplicação terrestre: 500 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou até no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário a cada 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades resistentes. Já as doses maiores devem ser utilizadas sob condições severas (clima muito favorável e variedades susceptíveis). Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
GUARANÁ | Podridão-das-raízes (Phytophthora nicotianae) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 - 800 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações por ano. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições ambientais estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias. |
KIWI | Podridão-das-raízes (Phytophthora cinnamomic) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 - 800 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações por ano. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições ambientais estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias. |
LICHIA | Podridão-das-raizes (Phytophthora nicotianae) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 - 800 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações por ano. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições ambientais estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias. |
MACADÂMIA | Podridão-das-raízes (Phytophthora cinnamomic) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 - 800 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações por ano. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições ambientais estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias. |
MANGA | Podridão-das-raízes (Phytophthora citricola) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 - 800 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações por ano. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições ambientais estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias |
MANGABA | Podridão-do-fruto (Phytophthora nicotinae) | 400 - 600 | 3 | Aplicação terrestre: 500 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou até no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário a cada 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades resistentes. Já as doses maiores devem ser utilizadas sob condições severas (clima muito favorável e variedades susceptíveis). Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
MARACUJÁ | Podridão-das-raízes (Phytophthora cinnamomic) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 - 800 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações por ano. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições ambientais estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias. |
MAXIXE | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 1000 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
MELÃO | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 400 - 600 mL/ha ou 40 a 60 mL/100 L de água | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente antes do florescimento (aprox. 25-30 DAE**). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
MOSTARDA | Míldio (Peronospora parasitica) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha - | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo à calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
MELANCIA | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 400 - 600 mL/ha ou 40 a 60 mL/100 L de água | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente antes do florescimento (aprox. 25-30 DAE**). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
MAMÃO | Podridão-de- Phytophthora (Phytophthora palmivora) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 a 800 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações por ano. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições ambientais estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de 7 dias. |
PEPINO | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 400 - 600 mL/ha ou 40 a 60 mL/100 L de água | 4 | Aplicação Terrestre: 1.000 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente antes do florescimento (aprox. 25-30 DAE**). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
REPOLHO | Míldio (Peronospora parasitica) | 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 600 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente. Adicionar espalhante adesivo à calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
ROMÃ | Podridão-das-raizes (Phytophthora cinnamomic) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 - 800 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações por ano. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições ambientais estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias. |
PLANTAS ORNAMENTAIS *** (1) | Podridão de Raízes (Phytophtora sp.) | 400 - 600 mL/ha ou 40 a 60 mL/100 L de água | 4 | Aplicação Terrestre: 600 a 1000 L/ha | Realizar 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente, no início da brotação ou fase vegetativa. Utilizar a dose mais baixa sob condições de menor pressão da doença e a maior dose sob condição de maior pressão. Adicionar espalhante adesivo à calda seguindo orientação do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias. Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outros grupos químicos. Obs.: O produto é recomendado para os cultivos de plantas ornamentais sob condições de casa-de-vegetação/estufa. |
Míldio (Peronospora sparsa) | |||||
ROSA *** | Míldio (Peronospora sparsa) | 400 - 600 mL/ha ou 40 a 60 mL/100 L de água | 4 | Aplicação Terrestre: 1.000 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente, no início da brotação, logo após a poda. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo à calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
RÚCULA | Míldio (Peronospora parasitica) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo à calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
TOMATE | Requeima, Mela (Phytophthora infestans) | 400 - 600 mL/ha ou 40 a 60 mL/100 L de água | 4 | Aplicação Terrestre: 1.000 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente, no início do florescimento (aprox. 30 DAT*). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
UVA | Míldio (Plasmopara viticola) | 400 - 600 | 3 | Aplicação terrestre: 500 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou até no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário a cada 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades resistentes. Já as doses maiores devem ser utilizadas sob condições severas (clima muito favorável e variedades susceptíveis). Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
1 litro do produto comercial contém 250 g do ingrediente ativo mandipropamida.
*DAT = Dias Após Transplante.
**DAE = Dias Após Emergência.
*** Devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas doenças indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala.
(1) De acordo com a adoção de agrupamento de culturas em plantas ornamentais, consideram-se plantas ornamentais todos os vegetais não-comestíveis, cultivados com finalidade comercial, podendo incluir mudas, plantas cortadas ou envasadas, herbáceas, arbustivas ou arbóreas,
destinadas unicamente para ornamentação ou para revestimento de superfícies de solo (ação protetiva) (INC nº 1, de 08/11/2019).
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Phytophthora citrícola | Gomose | Ver detalhes |
| Abacaxi | Phytophthora citrícola | Podridão-das-raízes | Ver detalhes |
| Abóbora | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Abobrinha | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Acelga | Peronospora farinosa | Míldio | Ver detalhes |
| Agrião | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Alface | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Alho | Peronospora destructor | Cinza, Míldio | Ver detalhes |
| Almeirão | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Anonáceas | Phytophthora palmivora | Podridão-das-raízes | Ver detalhes |
| Batata | Phytophthora infestans | Mela, Requeima | Ver detalhes |
| Brócolis | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Cacau | Phytophthora palmivora | Podridão-parda | Ver detalhes |
| Caju | Phytophthora palmivora | podridão-do-fruto | Ver detalhes |
| Caqui | Phytophthora palmivora | podridão-do-fruto | Ver detalhes |
| Cebola | Peronospora destructor | Cinza, Míldio | Ver detalhes |
| Cebolinha | Peronospora destructor | Cinza, Míldio | Ver detalhes |
| Chalota | Peronospora destructor | Míldio | Ver detalhes |
| Chicória | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Chuchu | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Couve | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Couve-de-bruxelas | Peronospora parasitica | Mildio | Ver detalhes |
| Couve-flor | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Cupuaçu | Phytophthora palmivora | Morte-súbita, Podridão-parda, Requeima | Ver detalhes |
| Espinafre | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Figo | Phytophthora palmivora | podridão-do-fruto | Ver detalhes |
| Goiaba | Phytophthora palmivora | podridão-do-fruto | Ver detalhes |
| Guaraná | Phytophthora nicotianae | Podridão-das-raízes | Ver detalhes |
| Kiwi | Phytophthora cinnamomi | Podridão-das-raízes | Ver detalhes |
| Lichia | Phytophthora nicotianae | Podridão-das-raízes | Ver detalhes |
| Macadâmia | Phytophthora cinnamomi | Podridão-das-raízes | Ver detalhes |
| Mamão | Phytophthora palmivora | Morte-súbita, Podridão-do-pé, Podridão-parda | Ver detalhes |
| Manga | Phytophthora citrícola | Podridão-das-raízes | Ver detalhes |
| Mangaba | Phytophthora palmivora | podridão-do-fruto | Ver detalhes |
| Maracujá | Phytophthora cinnamomi | Gomose, Podridão-do-pé | Ver detalhes |
| Maxixe | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Melancia | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Melão | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Mostarda | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Pepino | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Plantas Ornamentais | Peronospora sparsa | Mildio | Ver detalhes |
| Repolho | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Romã | Phytophthora cinnamomi | Podridão-das-raízes | Ver detalhes |
| Rosa | Peronospora sparsa | Míldio | Ver detalhes |
| Rúcula | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Tomate | Phytophthora infestans | Mela, Requeima | Ver detalhes |
| Uva | Phytophthora palmivora | podridão-do-fruto | Ver detalhes |
A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas é fundamental para o sucesso de controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado.
Aplicação foliar: A pulverização deve ser realizada, a fim de assegurar uma boa cobertura foliar da cultura. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para a cultura, de acordo com a forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou autopropelido. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio ou jato plano (leque), que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm2. A velocidade do trator deverá ser de acordo com a topografia do terreno. A pressão de trabalho deve estar de acordo com as recomendações do fabricante do bico utilizado, variando entre 100 a 1000 Kpa (= 15 a 150 PSI).
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos de 3 a 15 km/hora.
Para preparar a calda, encher o tanque até a metade do volume, adicionar a dose recomendada de REVUS®, e, depois, adicionar mais água, até o volume requerido para a aplicação. Providenciar agitação suficiente durante a mistura e aplicação, para manter uma suspensão homogênea.
Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada.
Plantas Ornamentais: A dose recomendada do REVUS® deve ser diluída em água e aplicada sob a forma de pulverização com qualquer tipo de equipamento terrestre, costal ou tratorizado. Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, deve-se observar recomendação do fabricante dos bicos de pulverização quanto ao seu espaçamento e pressão de trabalho.
Pulverização foliar. Utilizar volume de calda entre 600 a 1000 L/ha distribuindo uniformemente a calda sobre as folhas das plantas. Antes de realizar a aplicação, recomenda-se aplicar o produto em uma pequena área com antecedência mínima de 7 dias para confirmação de seletividade sobre as diferentes variedades.
Tecnologia de Aplicação:
As doses deverão ser obedecidas de acordo com a recomendação da bula do produto.
Volume de calda 600 a 1.000 L/ha
Diâmetro Mediano Volumétrico de gotas (DMV) 200 a 400 µm
Pressão de máxima na saída do bico de pulverização-------100 psi
Cobertura no alvo 30 a 40 gotas/cm2
Evitar escorrimento pelas folhas
Equipamentos de pulverização:
Bomba estacionária com mangueira e com barra com 4 pontas espaçadas de 25 cm, posicionando na vertical na cultura da rosa e horizontal nas demais culturas de ornamentais.
Para cultivos em vasos, pulverizar com jato dirigido produzindo uma boa cobertura tomando cuidado de não deixar escorrer.
A ponta de pulverização recomendada será jato plano 11002 a 11003 utilizando uma pressão máxima de 4 bar (60psi) ou jato cônico TX8002 a TX8003 com pressão entre 4 a 7 bar (60 a 100 psi).
Aplicação aérea:
A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa cobertura foliar das culturas citadas na bula.
Utilizar barra com um volume de 20 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação, como por exemplo, hidráulicos ou atomizadores que gerem gotas médias.
É recomendado que os demais parâmetros operacionais, isto é, velocidade, largura de faixa, etc., também sejam escolhidos visando à geração de gotas médias.
É recomendado que os demais parâmetros operacionais, isto é, velocidade, largura de faixa, etc., também sejam escolhidos visando à geração de gotas médias.
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
Observar ventos em velocidade média de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 30°C, umidade relativa superior a 50%, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação. Não aplicar em alturas menores do que 2 metros ou maiores do que 5 metros.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
A critério do Engenheiro Agrônomo Responsável, as condições de aplicação podem ser flexibilizadas.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo-higrômetro.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura.
Aplicação via drones agrícolas: O produto REVUS® pode ser aplicado através de drones agrícolas em todas as culturas recomendadas, devendo estes ser adequados para cada tipo de cultura e alvo, provido de pontas, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos, seguindo todas as orientações e normativas do MAPA e ANAC.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de drone utilizado, procurando manter média de 2 metros acima do topo da planta, ou menor quando possível. A largura da
faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação, sendo recomendado o uso de gotas com diâmetro médio. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Quando utilizar aplicações via drones agrícolas obedecer às normas técnicas de operação previstas na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pelo regulamento brasileiro de aviação civil especial (RBAC) nº 94 e pelas diretrizes e orientações do Ministério da Agricultura (MAPA).
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização com média de 2 metros, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura.
Agitar vigorosamente o produto antes da diluição, ainda na embalagem.
O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionar a quantidade recomendada do fungicida e em seguida adicionar o adjuvante recomendado pelo fabricante, caso necessário. Após isso, proceder a homogeneização e completar o volume do tanque com água. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto.
Preparar apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando logo após a sua preparação.
Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
Cultura | Dias |
Abacate | 1 |
Abacaxi | 1 |
Abóbora | 1 |
Abobrinha | 1 |
Acelga | 3 |
Agrigão | 3 |
Alface | 3 |
Alho | 2 |
Almeirão | 3 |
Anonáceas | 1 |
Batata | 3 |
Brócolis | 3 |
Cacau | 1 |
Caju | 7 |
Caqui | 7 |
Cebola | 2 |
Cebolinha | 3 |
Chalota | 2 |
Chicória | 3 |
Chuchu | 1 |
Couve | 3 |
Couve-Chinesa | 3 |
Couve-De-Bruxelas | 3 |
Couve-Flor | 3 |
Cupuaçu | 1 |
Espinafre | 3 |
Figo | 7 |
Goiaba | 7 |
Guaraná | 1 |
Kiwi | 1 |
Lichia | 1 |
Macadâmia | 1 |
Manga | 1 |
Mangaba | 7 |
Maracujá | 1 |
Maxixe | 1 |
Melancia | 1 |
Melão | 1 |
Mamão | 1 |
Mostarda | 3 |
Pepino | 1 |
Repolho | 3 |
Romã | 1 |
Plantas Ornamentais | UNA |
Rosa | UNA |
Rúcula | 3 |
Tomate | 1 |
Uva | 7 |
UNA = USO NÃO ALIMENTAR.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso haja necessidade de reentrar nas áreas tratadas antes deste período, usar os EPIs recomendados na bula para o uso durante a aplicação.

