AGROSBAN trata-se de um inseticida e acaricida a ser utilizado em pulverização foliar nas culturas de: algodão, batata, café, cevada, citros, feijão, maçã, milho, pastagens, soja, sorgo, tomate (uso industrial) e trigo.
Recomendamos Agrosban para o controle das Pragas nas seguintes situações:
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS | DOSES | Nº de aplicações | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | P.C. (L/ha) | ||||
Algodão | Curuquerê (Alabama argillacea) | 0,5 | Fazer no máximo 3 aplicações. | Para plantas sem maçã aberta (110 dias da emergência) aplicar quando houver 1 lagarta/planta. Para plantas no início de abertura das maçãs, aplicar quando encontrar 2 lagartas/plantas e/ou desfolhamento de até 10% no terço superior das plantas. Intervalo de aplicação de 1 a 2 semanas. | 40 – 300 L/ha (Aplicação terrestre) 10 – 50 L/ha (Aplicação aérea) |
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 1,5 – 2,0 (*) | Aplicar quando houver 10 lagartas/ 100 plantas ou 10% de infestação de lagartas pequenas (menor que 1 cm). Intervalo de aplicação de 1 a 2 semanas. | |||
Lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella) | 1,5 – 2,0 (*) | Aplicar quando houver 10% de flores com lagartas (50 a 70 dias da emergência), examinar 2 flores por planta em 10 plantas ou 5% de maçãs pequenas atacadas (após 70 dias emergência), examinar 2 maçãs do ponteira/ plantas em 10 plantas. Em amostragem com o uso de armadilhas, com feromônio sexual, quando constatar 15 machos/dia. Intervalo de aplicação de 1 a 2 semanas. | |||
Broca-do-algodoeiro (Euthinobothrus brasiliensis) | 0,8 – 1,5 (*) | Fazer no máximo 3 aplicações. | Aplicar 20 dias após a germinação. Intervalo de aplicação de 1 semana. | 100 – 300 L/ha (Aplicação terrestre) | |
Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 1,5 | Fazer no máximo 3 aplicações. | Aplicar quando houver 40% das plantas com sinais de ataque. Intervalo de aplicação de 7 a 14 dias. | ||
Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii) | 0,3 – 0,5 (*) | Fazer no máximo 3 aplicações. | Aplicar quando houver 10% das plantas atacadas, não permitindo que desenvolvam colônia. Para variedades susceptíveis a viroses não é tolerado a presença de pulgões. Intervalo de aplicação de 1 a 2 semanas. | 220 L/ha (Aplicação terrestre) | |
Lagarta-do-algodão (Helicoverpa armigera) | 1,75 – 2,0 (*) | Fazer no máximo 1 aplicação. | Quando forem constatadas 1 a 2 lagartas L1-L2/m2. | 40 – 300 L/ha (Aplicação terrestre) 10 – 50 L/ha (Aplicação aérea) | |
Batata | Larva-alfinete (Diabrotica speciosa) | 1,0 | Fazer no máximo 2 aplicações. | Assim que observar os primeiros sintomas de infestação. Para maior eficiência, a aplicação deverá ser realizada sobre os tubérculos no sulco de plantio e antes do fechamento do sulco. Intervalo de aplicação será em função da reinfestação. | 800 - 1000 L/ha (Aplicação terrestre) |
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS | DOSES | Nº de aplicações | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | P.C. (L/ha) | ||||
Lagarta-rosca (Agrotis ípsilon) | 1,5 | Fazer no máximo 3 aplicações. | Realizar monitoramento no plantio, observando se a praga já estava presente na cultura anterior. Realizar a aplicação quando aparecerem às primeiras plântulas cortadas junto ao solo. Intervalo de aplicação de 7 dias. | 300 L/ha (Aplicação terrestre) | |
Café | Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) | 1,0 – 1,5 (*) | Fazer no máximo 2 aplicações. | Em locais onde o ataque da praga for no período seco do ano, a aplicação do produto deve ser iniciada quando na amostragem (100 folhas) for encontrado 40 folhas com lagartas viva. Já quando a ocorrência da praga se der no período chuvoso, a pulverização deverá ser realizada quando for observado 20% das folhas minadas. A aplicação pode ser iniciada quando da presença do adulto na lavoura. Se necessário, reaplicar o produto num intervalo de 20-45 dias. | 400 – 1300 L/ha (Aplicação terrestre) 10 – 50 L/ha (Aplicação aérea) |
Broca-do-café (Hypothenemus hampei) | 1,0 - 1,5 (*) | Aplicar quando o grau de infestação for maior ou igual a 5% nos grãos provenientes da primeira florada. Intervalo de aplicação 20 a 30 dias. | 400 – 1300 L/ha (Aplicação terrestre) | ||
Cochonilha-da-roseta (Planococcus minor) | 1,0 – 1,5 (*) | Aplicação em pulverização foliar em alto volume, quando se observar o início da infestação. Intervalo de aplicação de 22 dias. | |||
Cevada | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 0,4 – 0,7 (*) | Fazer no máximo 2 aplicações. | Quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Intervalo de aplicação será em função da reinfestação. | 100 – 300 L/ha (Aplicação aérea e terrestre) |
Pulgão-da-folha (Metopolophium dirhodum) | 0,4 | ||||
Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae) | 0,4 | ||||
Citros | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 ml/100 L | Fazer no máximo 3 aplicações. | Realizar monitoramento com auxílio de armadilhas e iniciar a aplicação quando encontrar 1 mosca por armadilha. Reaplicar assim que os frutos começarem a amadurecer, principalmente na fase de mudança de cor. Intervalo de aplicação será em função da reinfestação. Intervalo de 35 dias. | 400 – 1000 L/ha (Aplicação terrestre) 10 - 50 L/ha (aplicação aérea) |
Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulatus) | 100-150 ml/100 L de calda | Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário. Aplicar até o ponto de escorrimento. Intervalo de aplicação 15 dias. | 100 – 2000 L/ha (Aplicação terrestre) 100 – 300 L/ha (aplicação aérea) | ||
Cocholinha-parlatoria (Parlatoria cinerea) | 100-150 ml/100 L de calda | Aplicar no início da infestação, com a calda dirigida ao tronco e ramos primários. Reaplicar se necessário. | 100 – 300 L/ha (Aplicação aérea e terrestre) | ||
Cochonilha-ortezia (Orthezia praelonga) | 100-150 ml/100 L de calda | Fazer no máximo 2 aplicações. | Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário. Adicionar óleo mineral na calda na proporção de 0,25% (250 ml/100 L). | 100 - 300 L/ha (Aplicação terrestre) 10 – 50 L/ha (Aplicação aérea) | |
Psilídeo (Diaphorina citri) | 100-150 ml/100 L de calda | Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário. |
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS | DOSES | Nº de aplicações | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | P.C. (L/ha) | ||||
Feijão | Tripes (Thrips tabaci) | 0,8 | Fazer no máximo 2 aplicações. | Aplicar quando aparecerem às primeiras pragas. Intervalo de aplicação de 29 dias. | 100 – 400 L/ha (Aplicação terrestre) |
Broca-das-vagens (Etiella zinckenella) | 1,25 | Na ocorrência da praga, aplicar o produto semanalmente. Reaplicar o produto se necessário. | |||
Lagarta-da-vagem (Michaelus jebus) | 1,25 | Quando aparecerem as primeiras pragas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação será em função da reinfestação. | |||
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 1,0 | Quando aparecerem as primeiras pragas. Intervalo de aplicação 29 dias. | |||
Cigarrinha-verde (Empoasca Kraemeri) | 0,8 | Aplicar o produto preventivamente em intervalos semanais durante todo o período vegetativo da cultura ou quando o nível de controle atingir 2 ninfas/folha em 100 folhas examinadas. Intervalo de aplicação 29 dias. | 40 – 400 L/ha (Aplicação terrestre) 10 – 50 L/ha (Aplicação aérea) | ||
Maçã | Lagarta-enroladeira (Bonagota cranaodes) | 100-150 mL/100L de calda | Fazer no máximo 3 aplicações por safra. | Aplicar no início da infestação ou quando atingir o nível de controle de 20 machos/armadilha/semana. Utilizar armadilhas para fazer o monitoramento da praga, na proporção de 1 a 2 por 5 ha. Intervalo de aplicação 10 dias. | 100 – 1000 L/ha (Aplicação terrestre) 100 – 300 L/ha (Aplicação aérea) |
Milho | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,4 – 0,6 (*) | Fazer no máximo 2 aplicações. | Aplicar o produto após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura, ou logo no início da raspagem das folhas pelas lagartas. Período crítico de 45 a 60 dias (nível de controle = 10%). Intervalo das aplicações de 10 dias. | 40 – 400 L/ha (Aplicação terrestre) 10 – 50 L/ha (Aplicação aérea) |
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | 1,0 | Aplicar no período após a germinação até uma altura aproximada de 35 cm, com jato dirigido a base das plantas. Intervalo de aplicação 1 a 2 semanas. | 100 – 400 L/ha (Aplicação terrestre) | ||
Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,0 | Aplicar no período após a germinação até 30 dias de idade da cultura, com jato dirigido a base das plantas. Intervalo de aplicação 1 a 2 semanas. | |||
Lagarta-dos-capinzais (Mocis latipes) | 0,6 | Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação será em função da reinfestação. | |||
Pastagens | Cigarrinha-das-pastagens (Deois flavopicta) | 1,0 | Fazer no máximo 2 aplicações. | Quando aparecerem as primeiras pragas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação será em função da reinfestação. | 40 – 300 L/ha (Aplicação terrestre) 10 – 50 L/ha (Aplicação aérea) |
Soja | Percevejo-verde (Nezara viridula) | 1,25 | Fazer no máximo 2 aplicações. | Aplicar na maturação das vagens a formação fisiológica. Lavoura de produção e grãos: Controlar quando encontrar 4 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. Lavoura de produção de sementes: Controlar quando encontrar 2 percevejos por batida de pano. Intervalo e aplicação 20 dias. | 100 – 400 L/ha (Aplicação terrestre) |
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS | DOSES | Nº de aplicações | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | P.C. (L/ha) | ||||
Soja | Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | 1,0 – 1,5 (*) | Quando forem encontradas 20% de plantas com ponteiros danificados. Intervalo de aplicação 1 a 2 semanas. | ||
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,25- 1,0 (*) | Aplicar quando forem encontradas 20 lagartas/metro linear, ou 30% de desfolha no período antes da floração ou 15% de desfolha após a floração. Intervalo de aplicação de 14 a 20 dias. | 40 – 400 L/ha (Aplicação terrestre) 10 - 50 L/ha (Aplicação aérea) | ||
Lagarta-falsa-medideira (Rachiplusia nu) | 0,7 – 1,0 (*) | Fazer no máximo 2 aplicações. | Aplicar quando forem encontradas em torno de 40 lagartas grandes (maiores que 1,5 cm) por batida de pano ou 30% de desfolha no período anterior à floração e quando forem encontradas em torno de 40 lagartas grandes ou 15% de desfolha após a floração. Intervalo de aplicação de 20 dias. | 150 – 250 L/ha (Aplicação terrestre) | |
Lagarta-rosca (Agrotis ípsilon) | 1,5 | Monitorar a lavoura desde o plantio, observando também se a praga já estava presente na cultura anterior. Pulverizar junto ao colo da planta, logo após o aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. Intervalo de aplicação de 20 dias. | 300 – 600 L/ha (Aplicação terrestre) | ||
Lagarta-falsa-medideira (Pseudoplusia includens) | 0,75- 1,0 (*) | Quando forem encontradas 20 lagartas/ metro linear de preferência nos primeiros estágios larvais. O intervalo de aplicação de 14 dias. | 40 - 300 L/ha (Aplicação terrestre) 10 – 50 (Aplicação aérea) | ||
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 1,5 | Lavoura de produção de grãos: Controlar quando encontrar 4 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. Lavoura de produção de sementes: Controlar quando encontrar 2 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. Intervalo de aplicação 20 dias. | 200 L/ha (Aplicação terrestre) | ||
Percevejo-verde-pequeno (Piezodorus guildinii) | 1,5 | Lavoura de produção de grãos: Controlar quando encontrar 4 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. Lavoura de produção de sementes: Controlar quando encontrar 2 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. Intervalo de aplicação 20 dias. | |||
Lagarta-Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 1,0 | Aplicar o produto quando aparecerem as primeiras lagartas L1-L2, ou for constatado mais de 25% de desfoliação em presença de lagartas, em qualquer fase da cultura. Não recomendado o uso para lagartas grandes (maiores que 2 cm). Intervalo de aplicação 7 dias. | 40-300 L/ha (Aplicação terrestre) 10-50 L/ha (Aplicação aérea) |
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS | DOSES | Nº de aplicações | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | P.C. (L/ha) | ||||
Sorgo | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,5 - 0,75 (*) | Fazer no máximo 2 aplicações . | Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura. 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação será em função da reinfestação. | 100 - 300 L/ha (Aplicação aérea e terrestre) |
Mosca-do-sorgo (Contarinia sorghicola) | 0,62 | Aplicar quando 80% do sorgal estiver florido. Se necessário, repetir após 4 dias. | |||
Tomate (Uso industrial) | Lagarta-rosca (Agrotis ípsilon) | (150mL/100L) | Fazer no máximo 4 aplicações | Monitorar a lavoura desde o plantio, observando também se a praga já estava presente na cultura anterior. Pulverizar junto ao colo da planta, logo após o aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. Intervalo de aplicação de 9 dias | 300-600 L/ha (Aplicação terrestre) |
Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | (100mL/100L) | Aplicar quando os frutos estiverem pequenos. Intervalo de aplicação de 9 dias. | 1.000 L/ha (Aplicação terrestre) | ||
Larva-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 1,0 - 1,5 | Iniciar as aplicações, quando forem observados os primeiros sintomas de infestação da praga. Fazer no máximo 4 aplicações com intervalo de 7 dias. | 800-1000 L/ha (Aplicação terrestre) | ||
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | (100mL/100L) | ||||
Pulgão-verde (Myzus persicae) | |||||
Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | |||||
Trigo | Pulgão-verde-dos-cereais (Rhopalosiphum graminum) | 0,2 – 0,3 (*) | Fazer no máximo 2 aplicações | Quando o nível de pulgões for de até 10/perfilho. Intervalo de Aplicação será em função da reinfestação. | 100 – 400 L/ha (Aplicação terrestre) |
Pulgão-da-folha (Rhopalosiphum padi) | 0,3 | Aplicar o produto quando 10% das plantas estiverem atacadas, com a presença de colônia em formação. Reaplicar o produto se necessário. | |||
Pulgão-da-folha (Metopolophium dirhodum) | 0,3 | Quando 10% das plantas apresentarem colônias em formação. Intervalo de aplicação será em função da reinfestação. | |||
Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae) | 0,4 – 0,5 (*) | Quando forem encontrados mais de 10 pulgões/espiga. Intervalo de aplicação será em função da reinfestação. | |||
Lagarta-rosca (Agrotis ípsilon) | 1,5 | Assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação. Intervalo de aplicação 1 a 2 semanas. | |||
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | 1,25 | Aplicar na fase inicial da cultura. Intervalo de aplicação 1 a 2 semanas. | |||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 0,75 | Quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Intervalo de aplicação será em função da reinfestação. | 40 – 400 L/ha (Aplicação terrestre) | ||
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 0,7 – 1,0 (*) | Quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Intervalo de aplicação será em função da reinfestação. | |||
10 – 50 L/ha (Aplicação aérea) | |||||
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia adultera) | 1,0 | Quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Intervalo de aplicação de 30 dias. | 150 – 250 L/ha. (Aplicação terrestre) |
(*) As doses variam de acordo com o nível de infestação – maior dose para infestações mais intensas.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Pectinophora gossypiella | Lagarta-rosada | Ver detalhes |
| Batata | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Café | Planococcus minor | Cochonilha | Ver detalhes |
| Cevada | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Citros | Selenaspidus articulatus | Cochonilha-pardinha | Ver detalhes |
| Feijão | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Maçã | Bonagota cranaodes | Lagarta-enroladeira-da-folha | Ver detalhes |
| Milho | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Soja | Rachiplusia nu | Lagarta-falsa-medideira, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Sorgo | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Tomate | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Trigo | Rhopalosiphum padi | pulgão-da-aveia, Pulgão-da-folha, Pulgão-da-raiz | Ver detalhes |
(Pulverização das partes aéreas das culturas conforme quadro acima)
O produto deve ser diluído em água e aplicado através de pulverizador tratorizado com barras, autopropelido ou aplicador aéreo.
Recomenda-se utilizar pulverizador tratorizado com barra de pulverização equipado com bicos do tipo cone vazio JA2 ou similares e densidade mínima de 40 gotas/cm².
Pressão: 150 a 300 lb/pol². Volume de calda: 40 a 300 L/ha.
Recomenda-se utilizar pulverizador tratorizado com barra de pulverização equipado com bicos do tipo cone cheio, ou cone vazio série X26 ou similar, espaçados em 25 cm um do outro e densidade mínima de 40 gotas/cm².
Pressão: 45 a 300 lb/pol².
Volume de calda: 300 a 1000 L/ha.
Recomenda-se aplicar através de equipamentos pulverizadores ou atomizadores tratorizados, adequados ao porte da cultura, visando obter boa cobertura de pulverização das plantas. Utilizar bicos do tipo cone vazio JA2 ou similares e densidade mínima de 40 gotas/cm². Procurar obter gotas com tamanho de 100 a 400 micra.
Pressão: 150 a 300 lb/pol².
Volume de calda: 400 L/ha a 1300 L/ha.
Recomenda-se utilizar equipamentos pulverizadores tratorizados, adequados ao porte da cultura, visando obter boa cobertura de pulverização das plantas. Utilizar bicos do tipo cone vazio JA2 ou similares e densidade mínima de 40 gotas/cm².
Pressão: 150 a 300 lb/pol². Volume de calda: 100 a 300 L/ha.
Recomenda-se utilizar um turbo atomizador, utilizando bicos do tipo leque D6-D8 sob pressão de 200 a 300 lb/pol², ou bicos do tipo cone vazio JA2 ou similares sob pressão de 150 a 300
lb/pol².
Densidade mínima de 40 gotas/cm². Volume de calda: 100 a 2000 L/ha.
Recomenda-se utilizar pulverizador tratorizado com barra de pulverização equipado com bicos do tipo cone vazio JA2, D2 25 ou similares e densidade mínima de 40 gotas/cm².
Pressão: 150 a 300 lb/pol². Volume de calda: 40 a 400 L/ha.
Recomenda-se aplicar através de equipamentos pulverizadores ou atomizadores tratorizados, adequados ao porte da cultura, visando obter boa cobertura de pulverização das plantas. Utilizar bicos do tipo cone vazio JA2 ou similares e densidade mínima de 40 gotas/cm². Procurar obter gotas com tamanho de 100 a 400 micra.
Pressão: 150 a 300 lb/pol². Volume de calda: 100 a 1000 L/ha.
Recomenda-se utilizar bicos do tipo leque séries 80.02 a 80.04 e 110.02 a 110.04 ou similares espaçados de 50 cm um do outro. Pode-se utilizar também bicos do tipo cone vazio D2 25 ou similares.
Pressão: 40 a 60 lb/pol². Volume de calda: 40 a 400 L/ha.
Obs.: Para a lagarta do cartucho em milho, recomenda-se o uso de bico tipo leque série 80.03 ou 80.04 dirigido sobre a linha de plantio ou no cartucho da planta, procurando obter gotas de pulverização com tamanho de 100 a 400 micra e densidade mínima de 40 gotas/cm².
Recomenda-se utilizar pulverizador tratorizado com barra de pulverização equipado com bicos do tipo cone vazio JA2 ou similares e densidade mínima de 40 gotas/cm².
Pressão: 150 a 300 lb/pol². Volume de calda: 40 a 300 L/ha.
Recomenda-se utilizar bicos do tipo cone vazio séries X4 e X6, D2 25 ou similares, espaçados de 25 cm um do outro. Para aplicação no colo da planta pode-se utilizar bicos do tipo cone vazio série X26 ou similar, espaçados de 25 cm um do outro.
Pressão: 50 a 100 lb/pol². Volume de calda: 40 a 600 L/ha.
Recomenda-se utilizar pulverizador tratorizado com barra de pulverização equipado com bicos do tipo cone vazio JA2 ou similares e densidade mínima de 40 gotas/cm².
Pressão: 150 a 300 lb/pol². Volume de calda: 100 a 300 L/ha.
Obs. Para a lagarta do cartucho em sorgo, recomenda-se o uso de bico leque serie 80.03 ou
80.04 sobre a linha de cultura, procurando obter gotas de pulverização com tamanho de 100 a 400 micras e densidade mínima de 40 gotas/cm².
Recomenda-se utilizar bicos do tipo cone vazio série X26 ou similar, espaçados de 25 cm um do outro.
Pressão: 50 a 100 lb/pol².
Volume de calda: 300 a 1000 L/ha.
Recomenda-se utilizar bicos do tipo cone vazio séries X4 e X6, D2 25 ou similares, espaçados de 25 cm um do outro.
Pressão: 50 a 100 lb/pol². Volume de calda: 40 a 400 L/ha.
Recomenda-se utilizar aplicação aérea nas culturas do algodão, café, cevada, citros, feijão, maçã, milho, pastagens, soja, sorgo e trigo.
Utilizar aeronave agrícola equipada com GPS e barra ou “micronair”, dotadas de bicos de jatos cônicos vazios que produzam gotas de 200 a 400 micra, densidade de 40 gotas/cm2 e altura de voo de 2 a 4 metros sobre a cultura.
Volume de calda: Para as culturas do algodão, café, feijão, milho, pastagens, soja e trigo utilizar de 10 a 50 L/ha. Para as culturas de cevada, maçã e sorgo utilizar 100 a 300 L/ha, e para a cultura do citros utilizar 10 a 300 L/ha.
- Para aplicação aérea não utilizar balizamento com bandeirinhas.
Outros equipamentos sugeridos para aplicação: Equipamentos de irrigação tipo pivot central.
O Engenheiro Agrônomo poderá alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinadas na bula.
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como:
Temperatura ambiente máxima de 30ºC.
Umidade relativa do ar mínima de 50%.
Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.
Para se obter calda homogênea, deve-se observar os seguintes procedimentos:
Agitar bem a embalagem do produto antes de vertê-lo no tanque;
Encher o reservatório do pulverizador com água limpa, até a metade;
Acrescentar o produto nos volumes indicados conforme o alvo;
Completar o volume do reservatório com água limpa.
A aplicação deve ser conduzida sempre de modo a se obter cobertura uniforme do alvo, nas horas em que a temperatura é mais amena (primeiras horas da manhã ou fim do dia).
CULTURA | DIAS |
Algodão | 21 |
Batata | 21 |
Batata | (1) |
Café | 21 |
Cevada | 14 |
Citros | 21 |
Feijão | 25 |
Maçã | 14 |
Milho | 21 |
Pastagem | 13 |
Soja | 21 |
Sorgo | 21 |
Tomate | 21 |
Trigo | 21 |
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego –
aplicação no solo.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
O CHLOROCIL é um inseticida utilizado conforme recomendações abaixo:
CULTURA: ALGODÃO | |||
PRAGAS CONTROLADAS | DOSE COMERCIAL (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Curuquerê (Alabama argiliacea) | 0,5 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Quando houver 2 lagartas/planta, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Nº Máximo de Aplicações: 3 |
Pulgão-do- algodoeiro (Aphis gossypii) | 0,3-0,5 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Quando houver 10% das plantas atacadas, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Nº Máximo de Aplicações: 3 |
Broca-do-algodoeiro (Eutinobothrus brasiliensis) | 0,8-2,0 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | 20 dias após a germinação, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 semana. Nº Máximo de Aplicações: 3 |
Ácaro-branco (Polyphagotarson emuslatus) | 1,5 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Quando houver 40% das plantas com sinais de ataque, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Nº Máximo de Aplicações: 3 |
Lagarta-da-maçã (Heliothis virescens) | 1,5-2,0 | Terrestre: 40-300 Aéreo: 10-50 | Aplicar quando forem constatadas 10 lagartas/100 plantas. Nº Máximo de Aplicações: 1 |
Lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella) | 1,5-2,0 | Terrestre: 40-300 Aéreo: 10-50 | Aplicar o produto quando existir 5% de maçãs atacadas. Nº Máximo de Aplicações: 1 |
Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 1,75-2,0 | Terrestre: 40-300 Aéreo: 10-50 | Aplicar quando forem constatadas 1 - 2 lagartas L1 - L2/m². Nº Máximo de Aplicações: 1 |
CULTURA: BATATA | |||
PRAGAS CONTROLADAS | DOSE COMERCIAL (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Larva-alfinete (Diabrotica speciosa) | 1,0 | Terrestre (Foliar): 800 | Assim que se observar os primeiros sintomas de infestação. Intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Larva-alfinete (Diabrotica speciosa) | 3,0-4,0 | Terrestre (Solo):1000 | A aplicação deverá ser realizada sobre os tubérculos no sulco de plantio e antes do fechamento do sulco. Nº Máximo de Aplicações: 1 |
Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,5 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Assim que se observar os primeiros sintomas de infestação. Intervalo de aplicação 14 dias. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
CULTURA: CAFÉ | |||
PRAGAS CONTROLADAS | DOSE COMERCIAL (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Bicho-mineiro-do- café (Leucoptera coffeella) | 1,0-1,5 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Em locais onde o ataque da praga for no período seco do ano, a aplicação do produto deve ser iniciada quando na amostragem (100 folhas) for encontrado 40 folhas com lagartas vivas. Já quando a ocorrência da praga se der no período chuvoso, a pulverização deverá ser realizada quando for observado 20% das folhas minadas. Se necessário, reaplicar o produto em um intervalo de 30-45 dias. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Broca-do-café (Hypothenemus hampei) | 1,5 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Quando o grau de infestação for maior ou igual a 5% nos grãos provenientes da primeira florada, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 20 a 30 dias. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Cochonilha-da-roseta (Planococcus minor) | 1,0-1,5 | Terrestre:1000 Aéreo: 20-40 | Realizar uma aplicação em pulverização foliar em alto volume, cerca de 1.000 litros calda/ha, quando se observar o início da infestação. Nº Máximo de Aplicações: 1 |
CULTURA: CEVADA | |||
PRAGAS CONTROLADAS | DOSE COMERCIAL (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 0,4-0,7 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Quando aparecerem os primeiros focos de infestação, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Pulgão-da-folha (Metopolophium dirhodum) | 0,4 | ||
Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae) | 0,4 | ||
CULTURA: MAÇÃ | |||
PRAGAS CONTROLADAS | DOSE COMERCIAL (mL/100L de calda) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Lagarta-enroladeira (Bonagota cranaodes) | 100-150 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Aplicar no início da infestação. Reaplicar, se necessário, com intervalo de 2 a 3 semanas. Intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 3 |
CULTURA: CITROS | |||
PRAGAS CONTROLADAS | DOSE COMERCIAL (mL/100L de calda) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 | Terrestre: 400-500 Aéreo: 20-40 | Assim que os frutos começarem a amadurecer, 2 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. Volume total sugerido: 400 - 500 L/ha. Nº Máximo de Aplicações: 3 |
Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulatus) | 100-150 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário. Aplicar até o ponto de escorrimento. Intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Cochonilha-parlatória (Parlatoria cinerea) | 100-150 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Aplicar no início da infestação, com a calda dirigida ao tronco e ramos primários. Reaplicar se necessário. Intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Cochonilha- ortezia (Orthezia praelonga) | 100-150 Adicionar óleo mineral 0,25% v/v (250 mL/100L) | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário. Adicionar óleo mineral na calda na proporção de 0,25% (250 mL/100 L). Reaplicar se necessário. Intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Psilídeo (Diaphorina citri) | 100-150 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário. Reaplicar se necessário. Intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
CULTURA: PASTAGEM | |||
PRAGAS CONTROLADAS | DOSE COMERCIAL (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Cigarrinha-das- pastagens (Deois flavopicta) | 1,0 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Quando aparecerem as primeiras pragas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação será definido em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
CULTURA: FEIJÃO | |||
PRAGAS CONTROLADAS | DOSE COMERCIAL (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Broca-da-vagem (Etiella zinckenella) | 1,25 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Na ocorrência da praga, aplicar o produto semanalmente. Reaplicar o produto se necessário. Intervalo de aplicação será definido em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | 0,8 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Aplicar o produto preventivamente em Intervalos semanais durante todo o período vegetativo da cultura. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Lagarta-da-vagem (Michaelus jebus) | 1,25 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Quando aparecerem as primeiras pragas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação será definido em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 1,0 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Quando aparecerem as primeiras pragas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação será definido em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Tripes (Thrips tabaci) | 0,8 | Terrestre: 250 | Aplicar o produto no início da infestação. Intervalo de 29 dias. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
CULTURA: SORGO | |||
PRAGAS CONTROLADAS | DOSE COMERCIAL (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,5-0,75 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura, 1-2 aplicações. Intervalo de aplicação será definido em função da reinfestação. Usar bico leque. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Mosca-do-sorgo (Contarinia sorghicola) | 0,62 | Aplicar quando 80% do sorgal estiver florido. Se necessário, repetir após 4 dias. Nº Máximo de Aplicações: 2 | |
CULTURA: MILHO | |||
PRAGAS CONTROLADAS | DOSE COMERCIAL (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,4-0,6 | Terrestre: 100-400 Aéreo: 20-40 | Aplicar o produto após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura. O intervalo das aplicações será em função da reinfestação. Utilizar bico tipo leque. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | 1,0 | Terrestre: 100-400 Aéreo: 20-40 | Aplicar no período após a germinação até uma altura aproximada de 35 cm, com jato dirigido a base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,0 | Terrestre: 100-400 Aéreo: 20-40 | Aplicar no período após a germinação até 30 dias de idade da cultura, com jato dirigido a base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Lagarta-dos- capinzais (Mocis Iatipes) | 0,6 | Terrestre: 100-400 Aéreo: 20-40 | Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação será definido em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 3 |
CULTURA: TOMATE RASTEIRO, com fins industriais. Não permitido em lavouras de tomate estaqueado. | |||
PRAGAS CONTROLADAS | DOSE COMERCIAL (L/ha) (mL/100 L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 1,5 L/ha | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando os frutos estiverem pequenos. Intervalo de 7 -14 dias. Nº Máximo de Aplicações: 5 |
Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 1,0-1,5L/ha | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando os frutos estiverem pequenos. Intervalo de 10 dias. Nº Máximo de Aplicações: 5 |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100mL/100L água | Terrestre: 800-1000 | Quando aparecerem os primeiros sintomas de infestação. Intervalo de 7dias. Nº Máximo de Aplicações: 4 |
Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | 100mL/100L água | Terrestre: 800-1000 | Quando aparecerem os primeiros sintomas de infestação. Intervalo de 7dias. Nº Máximo de Aplicações: 4 |
Pulgão-verde (Myzus Persicae) | 100mL/100L água | Terrestre: 800-1000 | Quando aparecerem os primeiros sintomas de infestação. Intervalo de 7dias. Nº Máximo de Aplicações: 4. |
CULTURA: SOJA | |||
PRAGAS CONTROLADAS | DOSE COMERCIAL (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Percevejo-verde (Nezara viridula) | 1,25-1,5 | Terrestre: 100-400 | Aplicar da maturação das vagens à formação fisiológica. Lavoura de produção de grãos: controlar quando encontrar 4 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. Lavoura de produção de sementes: controlar quando encontrar 2 percevejos por batida de pano. Intervalo de 20 dias. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | 0,8 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Quando forem encontradas 20% de plantas com ponteiros danificados, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação:1 a 2 semanas. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,25-1,0 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Quando forem encontradas 20 lagartas/ metro linear. Fazer apenas uma aplicação por ciclo de cultura. Nº Máximo de Aplicações: 1 |
Lagarta falsa-medideira (Pseudoplusia includens) | 0,75-1,0 | Terrestre: 40-300 Aéreo: 10-50 | Quando forem encontradas 20 lagartas/ metro linear. Intervalo de aplicação de 10 dias. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 1,0 | Terrestre: 40-300 Aéreo: 10-50 | Quando aparecerem as primeiras lagartas L1 - L2, fase vegetativa 7 lagartas/m fase reprodutiva 2 lagartas/m linear. Intervalo de aplicação de 7 dias. Obs.: Não recomendado o uso para lagartas grandes (maiores de 2 cm). Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 1,5 | Terrestre: 200 | Lavoura de produção de grãos: controlar quando encontrar 4 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Percevejo-verde-pequeno (Piezodorus guildinii) | 1,5 | Terrestre: 200 | Lavoura de produção de sementes: controlar quando encontrar 2 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. Intervalo de 20 dias. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Lagarta–rosca (Agrotís ípsilon) | 1,5 | Terrestre: 150-250 | Monitorar a lavoura desde o plantio, observando também se a praga já estava presente na cultura anterior. Pulverizar junto ao colo da planta, logo após o aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Lagarta-falsa-medideira (Rachiplusia nu) | 0,7-1,0 | Terrestre: 150-250 | Aplicar quando forem encontradas em torno de 40 lagartas grandes (maiores que 1,5 cm) por batida de pano ou 30% de desfolha no período anterior à floração e quando forem encontradas em torno de 40 lagartas grandes ou 15% de desfolha após a floração. Intervalo de 20 dias Nº Máximo de Aplicações: 2 |
CULTURA: TRIGO | |||
PRAGAS CONTROLADAS | DOSE COMERCIAL (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Pulgão-verde-dos-cereais (Rhopalosiphum graminum) | 0,2-0,3 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Quando o nível de pulgões for de até 10/perfilho. Intervalo de aplicação será definido em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Pulgão-da-folha (Rhopalosiphum padi) | 0,3 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Aplicar o produto quando 10% das plantas estiverem atacadas, com a presença de colônia em formação. Reaplicar o produto se necessário. Intervalo de aplicação será definido em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Pulgão-da-folha (Metopolophium dirhodum) | 0,3 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Quando 10% das plantas apresentarem colônias em formação. 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação será definido em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,5 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | 1,25 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Aplicar na fase inicial da cultura, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae) | 0,4-0,5 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Quando forem encontrados mais de 10 pulgões/espiga, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação será definido em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 0,75 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Quando aparecerem os primeiros focos de infestação, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação será definido em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 0,7-1,0 | Terrestre: 100-300 Aéreo: 20-40 | Quando aparecerem os primeiros focos de infestação, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação será definido em função da reinfestação. Nº Máximo de Aplicações: 2 |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro-branco, Ácaro-tropical | Ver detalhes |
| Batata | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cevada | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Citros | Selenaspidus articulatus | Cochonilha-pardinha | Ver detalhes |
| Feijão | Etiella zinckenella | Broca-da-vagem, Lagarta-das-vagens | Ver detalhes |
| Maçã | Bonagota cranaodes | Lagarta-enroladeira-da-folha | Ver detalhes |
| Milho | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Soja | Rachiplusia nu | Lagarta-falsa-medideira, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Trigo | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
O inseticida CHLOROCIL poderá ser aplicado através de equipamentos tratorizados e aeronaves agrícolas equipadas com barras e pontas específicas. Equipamentos de irrigação tipo pivô central também poderá ser utilizado.
Os parâmetros de aplicação através de equipamentos tratorizados, como tipo de pontas, pressão de trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as
recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas. Para o controle da lagarta do cartucho em milho e sorgo recomenda-se o uso de pontas tipo leque com jato dirigido sobre a linha da cultura. As aplicações via equipamentos de irrigação tipo pivô central devem sempre: utilizar equipamentos de irrigação bem ajustados, que possibilitem cobertura uniforme do produto; utilizar sistemas de injeção completos e adequadamente calibrados, seguindo as orientações do fabricante; verificar as características da área a ser tratada, quantidade de produto necessária e a taxa de injeção; utilizar equipamentos de proteção individual.
Recomenda-se a utilização de barras com pontas específicas ou atomizadores rotativos do tipo “Micronair”, sempre procurando obter uma boa cobertura na aplicação. Toda aplicação com aeronave agrícola deve ser controlada/monitorada por GPS, não utilizar balizamento por bandeirinhas.
INTERVALO DE SEGURANÇA: (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita).
Algodão (foliar) 21 dias
Batata (foliar) 21 dias
Batata (solo) Não determinado devido à modalidade de emprego.
Café (foliar) 21 dias
Cevada (foliar) 14 dias
Citros (foliar) 21 dias
Feijão (foliar) 25 dias
Maçã (foliar) 14 dias
Milho (foliar) 21 dias
Pastagem (foliar) 13 dias
Soja (foliar) 21 dias
Sorgo (foliar) 21 dias
Tomate (foliar) 21 dias
Trigo (foliar) 21 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
AGITE ANTES DE USAR.
Culturas, Alvos, Doses e Modalidade de Aplicação:
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
ALGODÃO | Bicudo do algodoeiro Anthonomus grandis | 200 - 250 mL/ha | 3 aplicações | NÚMERO: Máximo 3 aplicações. ÉPOCA: Iniciar as aplicações quando o nível de infestação, obtido através do monitoramento, atingir no máximo 5% de botões florais atacados. Fazer bateria sequencial de 3 aplicações com intervalo de 7 dias. Usar a dose maior em situação de maior pressão da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. Para aplicação aérea seguir as instruções abaixo. | 150 L/ha |
AMENDOIM | Lagarta-do- pescoço- vermelho Stegasta bosquella | 100 - 150 mL/ha | 3 aplicações | NÚMERO: Máximo 3 aplicações. Usar dose maior em situação de condições de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. ÉPOCA: Aplicar no início da infestação. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar a cada 7 dias, se ocorrer reinfestação. | 200 L/ha |
Tripes-do- bronzeamento Enneothrips flavens | |||||
ARROZ | Percevejo-do- arroz Oebalus poecilus | 150 - 200 mL/ha | 1 aplicação | NÚMERO: Máximo 1 aplicação. Usar dose maior em situação de condições de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. ÉPOCA: Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. | 200 L/ha |
BATATA | Pulgão-verde, Pulgão-verde- claro Myzus persicae | 75 - 100 mL/ha | 3 aplicações | NÚMERO: Não exceder a 3 aplicações. Usar dose maior em situação de condições de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. ÉPOCA: Aplicar no início da infestação. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar a cada 6 a 7 dias, se ocorrer reinfestação. | 200 – 500 L/ha |
Vaquinha-das- solanáceas Epicauta atomaria | |||||
Vaquinha- verde-amarela Diabrotica speciosa | |||||
CANA-DE- AÇÚCAR | Broca-da-cana Diatraea saccharalis | 150 - 200 mL/ha | 2 aplicações | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Pulverizar em área total quando o nível de infestação atingir entre 3 e 5% de colmos com presença de lagartas vivas, antes de penetrarem no colmo. A época mais adequada para controle é quando coincide a infestação com o período de formação de colmos, quando o ataque é mais severo e a cultura é mais sensível. A maior dose deve ser utilizada quando as lagartas estiverem em estádio de desenvolvimento entre o 2º e 3º ínstar ou em condições de alta população da praga e condições de clima favorável ao ataque (alta umidade). INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar em caso de reinfestação, mas não antes de 14 dias de intervalo. Para aplicação aérea seguir as instruções abaixo. | Pulverização foliar: 200 L/ha Pulverização dirigida à base da soqueira: 150 L/ha Pulverização no sulco de plantio: 150 L/ha |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
CANA-DE- AÇÚCAR | Cigarrinha-das- raizes Mahanarva fimbriolata | 1,5 - 2,0 L/ha | 1 aplicação | NÚMERO: Máximo 1 aplicação. ÉPOCA: Pulverizar quando forem encontradas as primeiras ninfas nas brotações das soqueiras. Pulverizar preferencialmente no início do desenvolvimento da cultura, quando o ataque é mais severo. Posicionar o jato de pulverização direcionando-o à base das touceiras, de forma que atinja aproximadamente 70% as plantas e 30% o solo. Pulverizar em ambos os lados da fileira de plantas. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população da praga e condições de clima favorável ao seu desenvolvimento (quente e úmido). Para aplicação aérea seguir as instruções abaixo. | |
Cupins Heterotermes tenuis | 1,2 - 1,5 L/ha | NÚMERO: Máximo 1 aplicação. ÉPOCA: Fazer uma aplicação na operação de plantio, direcionando o jato de pulverização no interior do sulco sobre os colmos/toletes de cana (mudas), fechando o sulco imediatamente após o tratamento. Realizar o tratamento nas áreas onde a amostragem prévia identificar a presença da praga. A maior dose deve ser utilizada em caso de área reconhecidamente com alto nível de infestação detectado antes do plantio através do monitoramento ou em áreas de primeiro ano de plantio, após pastagem. | |||
Pão-de-galinha Euetheola humilis | 2,0 L/ha | NÚMERO: Máximo 1 aplicação. ÉPOCA: Fazer uma aplicação na operação de plantio, direcionando o jato de pulverização no interior do sulco sobre os colmos/toletes de cana (mudas), fechando o sulco imediatamente após o tratamento. Realizar o tratamento nas áreas onde a amostragem prévia identificar a presença da praga. | |||
Gorgulho-da- cana-de-açúcar Sphenophorus levis | 2,0 - 2,5 L/ha | 1 aplicação em plantios novos | NÚMERO: Máximo 1 aplicação. ÉPOCA: Fazer uma aplicação em cana planta, na operação de plantio, aplicando o produto sobre os toletes de cana (mudas) no interior do sulco de plantio, fechando o sulco imediatamente após o tratamento. Realizar o tratamento nas áreas onde a amostragem prévia identificar a presença da praga. A maior dose deve ser utilizada em caso de alta pressão da praga ou em áreas com histórico de ataque. | ||
Gorgulho-da- cana-de-açúcar Sphenophorus levis | 2,0 L/ha | 1 aplicação em cana soca | NÚMERO: Máximo 1 aplicação. ÉPOCA: Fazer uma pulverização em cana soca, logo no início da brotação, aplicando o produto dirigido à base da soqueira; posicionar o jato de pulverização à base das touceiras, de forma que atinja aproximadamente 70% as plantas e 30% o solo. Pulverizar em ambos os lados da fileira de plantas. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
CEBOLA | Tripes do fumo, Tripes Thrips tabaci | 250 - 300 mL/ha | 4 aplicações | NÚMERO: Máximo 4 aplicações. Usar dose maior em situação de condições de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. ÉPOCA: Aplicar no início da infestação, presença de tripes na bainha das folhas. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar após 7 dias, se houver reinfestação. | 300 – 400 L/ha |
CITROS | Psilídeo Diaphorina citri | 15 mL/ 100L | 2 aplicações | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Inspecionar periodicamente a cultura através do monitoramento e pulverizar quando forem constatados os primeiros insetos (adultos ou ninfas). INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar em caso de reinfestação, se necessário. | 2000 L/ha |
Pulgão-preto Toxoptera citricida | 15 - 25 mL/ 100L | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Aplicar no início da infestação. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar em caso de reinfestação, se necessário. Usar a dose maior em situação de alta infestação, ou quando o clima for favorável ao ataque. | |||
Cochonilha- orthezia Orthezia praelonga | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Pulverizar no início da infestação, procurando atingir toda a copa da planta de citros, inclusive caule e pernadas, a fim de atingir a praga no interior da planta. Fazer aplicação dirigida nas árvores infestadas utilizando jato com pistola. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar em caso de reinfestação, se necessário. A maior dose deve ser utilizada em caso de alta pressão da praga ou condições climáticas favoráveis ao ataque. De acordo com a prática agrícola, pode-se acrescentar 0,25% v/v de óleo mineral à calda de pulverização. | ||||
Cigarrinhas- dos-citros Acrogonia gracilis; Dilobopterus costalimai; Oncometopia facialis | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Aplicar no aparecimento dos primeiros insetos no pomar. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar em caso de reinfestação, se necessário. Usar a dose maior em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. | ||||
FEIJÃO | Vaquinha- verde-amarela, Larva-alfinete Diabrotica speciosa | 100 - 125 mL/ha | 2 aplicações | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. Usar dose maior em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. ÉPOCA: Aplicar no início da infestação. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar a cada 7 dias, se ocorrer reinfestação. | 200 L/ha |
GIRASSOL | Vaquinha- verde-amarela Diabrotica speciosa | 300 - 400 mL/ha | 2 aplicações | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Iniciar as aplicações quando forem constatados os insetos adultos na área e início de danos nas folhas. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população da praga e condições de clima favorável ao seu desenvolvimento. INTERV. APLICAÇÃO: Fazer duas aplicações com intervalo de 7 dias. | 150 L/ha |
Lagarta-preta- das-folhas | 100 - 300 mL/ha | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Inspecionar periodicamente a cultura e pulverizar quando forem constatadas as |
PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | |
CULTURAS | NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Chlosyne lacinia saundersii | primeiras lagartas nas folhas. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população da praga e condições de clima favorável ao seu desenvolvimento. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar em caso de reinfestação, mas não antes de 7 dias. | ||||
GIRASSOL | Percevejo- verde-pequeno Piezodorus guildinii | 300 - 400 mL/ha | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Inspecionar periodicamente a cultura e pulverizar quando forem constatados os primeiros percevejos nos órgãos florais (capítulos). A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população da praga e condições de clima favorável ao seu desenvolvimento. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar em caso de reinfestação, mas não antes de 7 dias. | ||
Percevejo-da- soja Nezara viridula | |||||
Percevejo- marrom Euschistus heros | |||||
MILHO | Lagarta-militar, Lagarta-do- cartucho Spodoptera frugiperda | 200 - 250 mL/ha | 2 aplicações | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. A maior dose deve ser utilizada quando as lagartas estiverem em estádio de desenvolvimento entre o 2º e 3º ínstar ou em condições de alta população da praga ou, independente das demais situações, quando as plantas de milho estiverem no estádio de 6 a 8 folhas. ÉPOCA: Pulverizar quando houver 20% de plantas com sintomas de ataque, isto é, folhas raspadas pelo inseto. | 200 L/ha |
Percevejo- barriga-verde Dichelops melacanthus | 150 - 250 mL/ha | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Pulverizar no início do desenvolvimento da cultura, quando o ataque é mais severo. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população da praga, em áreas com histórico ou em plantios em que a cultura anterior foi o trigo. | |||
Tripes Frankliniella williamsi | 200 - 250 mL/ha | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. A maior dose deve ser utilizada em caso de alta pressão da praga ou condições climáticas favoráveis ao ataque. ÉPOCA: Pulverizar no início do desenvolvimento da cultura, quando o ataque é mais severo. | |||
PALMA FORRAGEIRA | Cochonilha-do- carmim Dactylopius opuntiae | 70 - 100 mL/ha | 2 aplicações | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Inspecionar as plantas freqüentemente. O nível de controle da cochonilha-do-carmim é menos de 10 colônias/planta e o combate deve ser iniciado logo após a detecção das primeiras colônias da praga no cultivo. Na primeira aplicação, tratar em área total. Voltar à área num intervalo de 10 a 14 dias e tratar somente cada planta atacada e as plantas imediatamente ao redor desta. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 10 a 14 dias e tratar somente cada planta atacada e as plantas imediatamente ao redor desta. | 1000 L/ha |
PASTAGENS | Cigarrinha-das- pastagens Deois flavopicta | 200 mL/ha | 1 aplicação | NÚMERO: Máximo 1 aplicação. ÉPOCA: Pulverizar na detecção da praga na área, através da observação da presença de adultos ou da formação de espuma na base das plantas. | 300 – 400 L/ha |
PEPINO | Broca-das- cucurbitáceas Diaphania nitidalis | 10 - 20 mL/100 L | 5 aplicações | NÚMERO: Máximo 5 aplicações. Usar dose maior em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. ÉPOCA: Aplicar no início da infestação INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar a cada 7 dias, se ocorrer reinfestação. | 500 – 800 L/ha |
Pulgão-das- inflorescências Aphis gossypii |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
SOJA | Lagarta-da- soja, Lagarta- desfolhadora Anticarsia gemmatalis | 150 - 200 mL/ha | 2 aplicações | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. Utilizar a dose mais alta em caso de alta pressão da praga. ÉPOCA: Inspecionar periodicamente a cultura com batidas de pano e pulverizar quando constatadas as primeiras lagartas. | 200 L/ha |
Percevejo-da- soja, Percevejo- verde Nezara viridula | 150 - 180 mL/ha | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Inspecionar periodicamente a lavoura com batida de pano após o florescimento e pulverizar quando forem encontrados de 2 a 4 percevejos por batida. | |||
Percevejo- marrom Euschistus heros | 200 mL/ha | ||||
Percevejo- verde- pequeno, Percevejo- pequeno Piezodorus guildinii | 150 - 180 mL/ha | ||||
Vaquinha- verde-amarela, Larva-alfinete Diabrotica speciosa | 75 - 100 mL/ha | 2 aplicações | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Aplicar no início da infestação da praga. | ||
Mosca-branca Bemisia tabaci | 250 mL/ha | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Aplicar no início da infestação da praga. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar com 10 dias de intervalo visando quebrar o ciclo da praga | |||
SORGO | Lagarta-militar, Lagarta-do- cartucho Spodoptera frugiperda | 150 - 200 mL/ha | 3 aplicações | NÚMERO: Máximo 3 aplicações. A maior dose deve ser utilizada em caso de alta pressão da praga ou condições climáticas favoráveis ao ataque. ÉPOCA: Pulverizar no início da infestação. Lagartas menores são mais facilmente controladas pelo produto. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar com intervalos de 7 dias em caso de reinfestação. | 200 L/ha |
TOMATE | Mosca-branca Bemisia tabaci | 50 - 100 mL/ 100 L | 6 aplicações | NÚMERO: Máximo 6 aplicações. A maior dose deve ser utilizada em caso de alta pressão da praga ou condições climáticas favoráveis ao ataque. ÉPOCA: Pulverizar no início do desenvolvimento da cultura, quando o ataque é mais severo e a suscetibilidade da cultura é maior. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar, se necessário, a cada 5 a 7 dias. | 500 – 800 L/ha |
Pulgão-verde, Pulgão-verde- claro Myzus persicae | 50 - 75 mL/ 100 L | 3 aplicações | NÚMERO: Máximo 3 aplicações. Usar a dose maior em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. ÉPOCA: Aplicar no início da infestação. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar a cada 7 dias, se ocorrer reinfestação | ||
Tripes Frankliniella schultzei | 6 aplicações | NÚMERO: Máximo 6 aplicações. A maior dose deve ser utilizada em caso de alta pressão da praga ou condições climáticas favoráveis ao ataque. ÉPOCA: Pulverizar no início do desenvolvimento da cultura, quando o ataque é mais severo e a suscetibilidade da cultura é maior. INTERV. |
PRAGAS | DOSES | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | |
CULTURAS | NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
APLICAÇÃO: Reaplicar, se necessário, a cada 5 a 7 dias. | |||||
TOMATE | Vaquinha- verde-amarela, Larva-alfinete Diabrotica speciosa | 3 aplicações | NÚMERO: Máximo 3 aplicações. Usar a dose maior em situação de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. ÉPOCA: Aplicar no início da infestação. INTERV. APLICAÇÃO: Reaplicar a cada 7 dias, se ocorrer reinfestação. | ||
TRIGO | Percevejo- barriga-verde Dichelops melacanthus | 150 mL/ha | 2 aplicações | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. ÉPOCA: Pulverizar no início do desenvolvimento da cultura, quando o ataque é mais severo. | 200 L/ha |
Pulgão-verde- dos-cereais, Pulgão-da- espiga Rhopalosiphum graminum | 40 - 50 mL/ha | NÚMERO: Máximo 2 aplicações. A maior dose deve ser utilizada em caso de alta pressão da praga. ÉPOCA: Iniciar as pulverizações a partir do perfilhamento da cultura. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Anthonomus grandis | Bicudo | Ver detalhes |
| Amendoim | Stegasta bosquella | Lagarta-do-pescoço-vermelho | Ver detalhes |
| Arroz | Oebalus poecilus | Percevejo-da-panícula, Percevejo-do-arroz | Ver detalhes |
| Batata | Epicauta atomaria | Burrinho-da-batatinha, Vaquinha-das-solanáceas | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Heterotermes tenuis | Cupins | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Citros | Dilobopterus costalimai | Cigarrinha-da-cvc | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Girassol | Nezara viridula | Percevejo da soja | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Palma forrageira | Dactylopius opuntiae | Palma forregeira | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Pepino | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Trigo | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
Pulverização dirigida à base da soqueira: Posicionar o jato de pulverização direcionando-o à base das touceiras, de forma que atinja aproximadamente 70% as plantas e 30% o solo. Pulverizar em ambos os lados da fileira de plantas, utilizando bicos em pingente. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de aplicação ao redor de 150 L/ha.
Pulverização no sulco de plantio: Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de aplicação ao redor de 150 L/ha. Direcionar o jato de pulverização sobre os colmos (mudas) no momento da operação de plantio. Efetuar o fechamento do sulco imediatamente após o tratamento.
Utilizar pulverizador costal ou tratorizado provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada.
Bicos hidráulicos do tipo “CÔNICO VAZIO” da série “D” com difusor “45”. Ângulo do jato à 135o ou 45o para trás.
Atomizador rotativo “MICRONAIR (AU-5000)” com ângulo das pás de hélice ajustados em 65o. Diâmetro mediano de gotas (DMV) - Gotas médias - (200 a 400 m).
Cobertura no alvo, com densidade de gotas: 30 a 40 gotas/cm2. Volume ou taxa de aplicação: Ao redor de 10 - 30 L/ha.
Aeronaves do tipo Ipanema, Cessna Agwagon ou Pawnee:15 m. Aeronaves do tipo Trush ou Airtractor: 20 m.
Aeronaves do tipo Dromader: 25 m.
Altura do voo: 2 a 4 m acima do alvo, ajustado em função da velocidade do vento: Se o vento tender para velocidades maiores, reduzir a altura de voo, se o vento tender para velocidades menores, aumentar a altura de voo.
Temperatura do ar: Abaixo de 30o C. Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Mínima de 3 km/h até 18 km/h.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termohigrômetro.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
Os parâmetros básicos recomendados são:
Volume de calda 10 a 30 L/ha.
Diâmetro Mediano Volumétrico de gotas (DMV) 200 a 400 µm.
Largura da faixa de aplicação (IPANEMA) 15 m.
Altura de voo 2 a 4 m.
Cobertura no alvo 30 a 40 gotas/cm2.
Volume de calda 2 a 5 L/ha.
Diâmetro Mediano Volumétrico de gotas (DMV) 100 a 200 µm.
Largura da faixa de aplicação 15 a 18 m.
Altura de voo 2 a 4 m.
Cobertura no alvo 30 a 40 gotas /cm2.
Velocidade do vento de través--------------------------------------------Até 20 km/h.
Temperatura atmosférica Abaixo de 30o C.
Umidade relativa do ar Acima de 55%.
Para aplicação a baixo volume (BV) a 30 L/ha, faixa de 15 m e velocidade de voo 110 mph (milhas por hora), utilizar:
37 Bicos hidráulicos da série “D” – D/10 conjugado com difusor DC45, pressão de 2,0 bar (29 psi), com jato posicionado à 90o, ou
8 atomizadores rotativos “Micronair AU5000” com ângulo das pás entre 55 a 65o e com o VRU selecionado no orifício N.o 14 com pressão de 2,53 bar (36,7 psi).
Para aplicação (UBV) a 5,0 L/ha, faixa de 18 m e velocidade de voo a 110 mph utilizar:
28 bicos hidráulicos da série “D”, D4 conjugado com difusor DC25 e com pressão
de 2,0 bar e jato direcionado a 135o (seja 45o para frente), ou
8 atomizadores rotativos “Micronair AU5000” com ângulo das pás a 45o e com o VRU selecionado no orifício Nº 7 com uma pressão de 1,72 bar (25 psi).
Os parâmetros básicos recomendados são:
Volume de calda 10 a 30 L/ha.
Diâmetro Mediano Volumétrico de gotas (DMV) 200 a 400 µm .
Largura da faixa de aplicação (IPANEMA) 15 m.
Altura de voo 2 a 4 m.
Cobertura no alvo 30 a 40 gotas/cm2.
Volume de calda 2 a 5 L/ha.
Diâmetro mediano volumétrico de gotas (DMV) 100 a 200 µm.
Largura da faixa de aplicação 15 a 18 m.
Altura de voo 2 a 4 m.
Cobertura no alvo 30 a 40 gotas /cm2
Velocidade do vento calmo: ---------------------------------------------- Até 20 km/h.
Temperatura atmosférica Abaixo de 30o C.
Umidade relativa do ar Acima de 55%.
Para aplicação a baixo volume (BV) 30 L/ha, faixa de 15 m e velocidade de voo 110 mph (milhas por hora), utilizar:
40 Bicos hidráulicos da série “D” - D12 conjugado com difusor DC45, pressão de 1,5 bar, com jato posicionado à 90º;
ou
8 atomizadores rotativos “Micronair AU5000” com ângulo das pás entre 55 a 65º e com o VRU selecionado no orifício Nº 14.
Para aplicação a ultra baixo volume (UBV) a 5,0 L/ha , faixa de 18 m e de voo a 110 mph utilizar:
28 bicos hidráulicos da série “D”, D4 conjugado com difusor DC25 e com pressão
de 2,0 bar e jato direcionado a 45o para frente;
ou
8 atomizadores rotativos “Micronair AU5000” com ângulo das pás a 45º e com o VRU selecionado no orifício Nº 7 e com uma pressão de 1,72 bar (25 psi).
Cultura | Dias |
Algodão | 21 |
Amendoim | 42 |
Arroz | 21 |
Batata | 10 |
Cana-de-açúcar (foliar) | 30 |
Cana-de-açúcar (solo) | (1) |
Cebola | 3 |
Citros | 14 |
Feijão | 15 |
Girassol | 7 |
Milho | 40 |
Palma forrageira | 7 |
Pastagens | 3 |
Pepino | 1 |
Sorgo | 7 |
Soja | 30 |
Tomate | 5 |
Trigo | 42 |
Não determinado devido à modalidade de emprego.
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos Equipamentos de Proteção Individual usados durante a aplicação.
Cultura | Pragas | Doses kg p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número máximo de aplicações | Época de aplicação |
Algodão (Sementes) | Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii) | 1 kg/100 kg de sementes | Não se aplica | 1 | - |
Broca-do-algodeiro (Eutinobrothrus brasilienses) | |||||
Algodão | Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii) | 0,5 – 0,75 | 300 – 400 | 2 | Usar a maior dose em altas infestações. |
Tripes (Frankliniella schultzei) | 0,4 – 0,5 | ||||
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 0,5 – 0,75 | ||||
Percevejo-manchador (Dysdercus ruficollis) | 0,5 – 0,75 | ||||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 1,0 – 1,5 | ||||
Tripes (Caliothrips brasiliensis) | 0,4 – 0,5 | ||||
Curuquerê (Alabama argillacea) | |||||
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | 0,5 – 1,0 | 400 | |||
Lagarta-do-algodão (Helicoverpa armigera) | 0,8 – 1,2 | 300 | Aplicar em algodão convencional quando forem encontradas 2 lagartas menores que 3 mm ou 1 maior que 8 mm por metro. Para algodão Bt transgênico, aplicar quando forem encontradas 2 lagartas maiores que 3 mm ou 1 maior que 8 mm por metro. |
Cultura | Pragas | Doses kg p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número máximo de aplicações | Época de aplicação |
Amendoim | Tripes-do-amendoim (Caliothrips brasiliensis) | 0,4 – 0,5 | 300 – 400 | 1 | Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. |
Tripes-do-amendoim (Enneothrips flavens) | |||||
Cigarra-verde (Empoasca spp) | |||||
Lagarta-do-pescoço- vermelho (Stegasta bosquella) | 0,5 – 1,0 | ||||
Batata | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 0,4 – 0,6 | 400 – 600 | 3 | Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. |
Puldão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | |||||
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | |||||
Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | 0,75 – 1,5 | 750 – 1500 | |||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
Citros | Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulatus) | 1,0 – 1,5 | 2000 | 2 | Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. |
Cochonilha-da-raiz (Parlatoria pergandii) | |||||
Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) | |||||
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | |||||
Melão | Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 0,25 | 400 | 3 | Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. |
Cultura | Pragas | Doses kg p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número máximo de aplicações | Época de aplicação |
Milho | Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | 0,8 – 1,0 | 150 – 200 | 2 | Aplicar quando a presença da praga (colônias) nos cartuchos das plantas jovens, no pendão e na bainha das folhas superiores. |
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) | Efetuar a primeira aplicação entre o 1º e o 5º dia após a emergência da cultura e a segunda sete dias após a primeira. | ||||
Soja | Percevejo-da-soja (Nezara viridula) | 0,3 – 0,4 | 300 – 400 | 1 | Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. |
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,3 – 0,5 | ||||
Lagarta-mede-palmo (Trichoplusia ni) | 0,2 – 0,5 | ||||
Percevejo-verde- pequeno (Piezodorus guildinii) | 0,8 – 1,0 | ||||
Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | |||||
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 1,0 | ||||
Tripes-do-feijoeiro (Caliothrips phaseoli) | 0,5 | ||||
Tripes (Frankliniella rodeos) | |||||
Tripes (Frankliniella schultzei) | |||||
Lagarta-enroladeira-das- folhas (Hedylepta indicata) | 0,6 – 1,0 |
Cultura | Pragas | Doses kg p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número máximo de aplicações | Época de aplicação |
Tomate Industrial | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 1,0 | 500 – 750 | 3 | Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. |
Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | |||||
Tripes (Thrips palmi) | 0,5 – 0,75 | ||||
Tripes (Frankliniella schultzei) | |||||
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | |||||
Minadora-das-folhas (Lyriomyza huidobrensis) | |||||
Boca-grande-do-fruto (Helicoverpa zea) | 0,75 – 1,0 | 750 – 1000 | |||
Ácaro-vermelho (Tetranychus evansi) |
Recomenda-se iniciar o tratamento quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetir se necessário de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Amendoim | Caliothrips brasiliensis | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-prateamento | Ver detalhes |
| Batata | Macrosiphum euphorbiae | Pulgão-das-solanáceas, Pulgão-verde-escuro | Ver detalhes |
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Milho | Rhopalosiphum maidis | Pulgão-do-milho, Pulgão-dos-cereais | Ver detalhes |
| Soja | Epinotia aporema | Broca-das-axilas, Broca-das-axilas-da-soja | Ver detalhes |
| Tomate | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
Para o tratamento de sementes o equipamento a ser usado deve ser tambor giratório ou similar. O umedecimento é feito previamente no interior do aparelho, observando o volume de modo a não causar excesso de umidade.
Para o uso de sacos hidrossolúveis:
Encher o tanque com água limpa com ¼ do volume de calda recomendado;
Iniciar agitação no tanque;
Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao colocá- lo na água ele se dissolverá rapidamente;
Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem recomendada;
Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A agitação contínua é necessária para a boa mistura.
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxague completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. Enxague completamente o pulverizador, mangueiras, barras, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Temperatura ambiente: máxima de 30°C. Umidade Relativa do Ar: mínima de 55%. Velocidade do vento: 2 a 10 km/hora.
O Engenheiro agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinados na bula.
Culturas | Dias |
Algodão | 21 |
Algodão (sementes) | - |
Amendoim | 14 |
Batata | 21 |
Citros | 21 |
Melão | 14 |
Milho | 35 |
Soja | 21 |
Tomate (Industrial) | 35 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURA | PRAGAS | DOSES | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
ALGODÃO | Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii) | 0,75 – 1,0 kg/ha | 300 a 400 L/ha | Iniciar as aplicações quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico. Realizar no máximo 2 aplicações respeitando o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. |
Tripes (Frankliniella schultzei) | 0,5 – 0,75 kg/ha | |||
AMENDOIM | Tripes-do-amendoim (Caliothrips brasiliensis) | 0,4 – 0,5 kg/ha | 300 a 400 L/ha | Iniciar a aplicação quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico. Realizar no máximo 1 aplicação. |
Tripes-do-amendoim (Enneothrips flavens) | ||||
Cigarrinha-verde (Empoasca spp.) | ||||
Lagarta-do-pescoço- vermelho (Stegasta bosquella) | 0,5 – 1,0 kg/ha | |||
BATATA | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 0,4 - 0,6 kg/ha | 300 a 600 L/ha | Iniciar as aplicações quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico. Realizar no máximo 3 aplicações respeitando o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. |
Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | ||||
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | ||||
Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | 0,75 - 1,5 kg/ha | |||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | ||||
CITROS | Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulatus) | 1,0 - 1,5 kg/ha | 1000 a 2.000 L/ha | Iniciar as aplicações quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico. Realizar no máximo 2 aplicações respeitando o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. |
Cochonilha-da-raíz (Parlatoria pergandii) | ||||
Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) | ||||
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | ||||
FEIJÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 0,2 - 0,50 kg/ha | 200 a 300 L/ha | Iniciar a aplicação quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico. Realizar no máximo 1 aplicação. |
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 0,5 - 1,0 kg/ha | |||
MELÃO | Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 0,25 kg/ha | 300 a 600 L/ha | Iniciar as aplicações quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico. Realizar no máximo 3 aplicações respeitando o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. |
CULTURA | PRAGAS | DOSES | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
MILHO | Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | 0,8 – 1,0 kg/ha | 100 a 200 L/ha | Iniciar as aplicações quando observada a presença da praga (colônias) nos cartuchos das plantas jovens, no pendão e na bainha das folhas superiores. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura respeitando o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. |
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) | Iniciar a primeira aplicação entre 1º e o 5º dia após a emergência da cultura e a segunda aplicação sete dias após a primeira. | |||
SOJA | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,75 – 1,0 kg/ha | 300 a 400 L/ha | Iniciar as aplicações quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico. Realizar no máximo 2 aplicações respeitando o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. |
Percevejo-da-soja (Nezara viridula) | ||||
TOMATE INDUSTRIAL (*) | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 1,0 kg /ha | 300 a 400 L/ha | Iniciar as aplicações quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico. Realizar no máximo 3 aplicações respeitando o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. |
Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | ||||
Tripes (Thrips palmi) | 0,5 - 0,75 kg /ha | |||
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | ||||
Minadora-das-folhas (Lyriomyza huidobrensis) | ||||
Tripes (Frankliniella schultzei) | ||||
Broca-grande-do-fruto (Helicoverpa zea) | 0,75 – 1,0 kg/ha | |||
Ácaro-vermelho (Tetranychus evansi) |
(*) Tomate rasteiro com fins industriais. Não é permitido o uso deste produto em lavouras de tomate estaqueado (tomate de mesa).
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Amendoim | Stegasta bosquella | Lagarta-do-pescoço-vermelho | Ver detalhes |
| Batata | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Milho | Rhopalosiphum maidis | Pulgão-do-milho, Pulgão-dos-cereais | Ver detalhes |
| Soja | Nezara viridula | Fede-fede, Percevejo-verde | Ver detalhes |
| Tomate | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
Deve-se utilizar pulverizador de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples, defletor ou com pré-orifício, visando à produção de gotas médias para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Deve-se utilizar pulverizador montado ou de arrasto com assistência de ar (turbina). Utilizar pontas que produzam jato cônico vazio, ou demais tecnologias de bicos que possibilitem a produção de gotas finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. Ajustes no volume de ar produzido pela turbina podem ser necessários, dependendo do pulverizador, bem como no direcionamento do ar restrito ao formato da planta, para que as gotas se depositem adequadamente no alvo, evitando problemas com deriva. A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente as embalagens hidrossolúveis no tanque ou pré-misturador. Adicione a embalagem fechada e jamais corte ou abra a embalagem hidrossolúvel. Mantenha a agitação totalmente ligada no tanque ou no pré-misturador por no mínimo 5 minutos após a adição da última embalagem. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.
Realizar as pulverizações quando as condições climáticas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo:
Limpeza do pulverizador:
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada;
Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator, adicionar produto limpante, manter por 5 minutos a agitação, e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Remova e limpe todas as pontas do pulverizador e suas peneiras, caso sejam utilizadas;
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos ramais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada.
CULTURA | INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS) |
Algodão | 21 |
Amendoim | 14 |
Batata | 21 |
Citros | 21 |
Feijão | 14 |
Melão | 14 |
Milho | 35 |
Soja | 21 |
Tomate industrial | 35 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
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CULTURA | PRAGA ALVO BIOLÓGICO | DOSE Produto Comercial | Volume de calda (L/ha) | ||
Nome Comum | Nome Científico | Kg/ha | g/100 L d’água | ||
Algodão | Curuquerê, Curuquerê-do- algodoeiro | Alabama argilácea | 0,4-0,5 | 200-300 | |
Acaro-rajado | Tetranychus urticae | 0,5-0,75 | |||
Pulgão-do- algodoeiro | Aphis gossypii | 0,5-0,75 | |||
Tripes | Frankliniella schultzei | 0,4-0,5 | |||
Tripes | Caliothrips brasiliensis | 0,4-0,5 | |||
Lagarta-das-maças | Heliothis virescens | 1 | |||
Amendoim | Tripes-do- prateamento, Tripes-do- amendoim, Tripes-do- bronzeamento | Caliothrips brasiliensis | 0,4-0,5 | 200 – 300 | |
Trupes-do- amendoim | Enneothrips flavens | 0,4-0,5 | |||
Cigarrinha verde | Empoasca kraemeri | 0,4-0,5 | |||
Lagarta-do- pescoço-vermelho | Stegasta bosquella | 0,5-0,75 | |||
Batata | Pulgão-verde | Myzus persicae | 0,4-0,6 | 400 a 600 | |
Pulgão-das- solanáceas | Macrosiphum | 0,4-0,6 | 750 a 1500 | ||
Traça-da-batatinha | Phthorimaea operculella | 0,75-1 | |||
Citros | Bicho-furão | Ecdytolopha aurantiana | 50 g/100 L | 2.000 | |
Cochonilha-de- placa, Cochonilha-Orthezia | Orthezia praelonga | 50 g/100 L | |||
Cochonilha-da-raiz, Cochonilha- Parlatoria | Parlatoria pergandii | 75 g/100 L | |||
Cochonilha- pardinha | Selenaspidus articulalus | 75 g/100 | |||
Feijão | Mosca Branca | Bemisia tabaci | 0,2-0,5 | 200 - 300 | |
Cigarrinha-verde | Empoasca kraemeri | 0,2-0,5 | |||
Vaquinha-verde- amarela | Diabrotica speciosa | 0,5-1,0 | |||
Soja | Lagarta-da-soja, Lagartadesfolhadora | Anticarsi gemmatalis | 0,2-0,5 | 21010/1–4 300 | |
Broca-das-axilas- | Epinotia | 0,75 | |||
da-soja | aporema | ||||
Percevejo-marrom | Euschistus heros | 0,75-1 | |||
Percevejo-verde, Fede-fede | Nezara viridula | 0,5-0,75 | |||
Percevejo-verde- pequeno, Percevejo-pequeno | Piezodorus guildinil | 0,8-1 | |||
Tripes-do-feijoeiro | Caliothrips phaseoli | 0,5 | |||
Tripes | Frankliniella rodeos | 0,5 | |||
Tripes | Frankliniella schultzei | 0,5 | |||
Lagarta falsa medideira | Rachiplusia nu | 0,2-0,5 | |||
Lagarta-enroladeira- das-folhas | Hedylepta indicata | 0,6-1 | |||
Tomate (industrial) | Pulgão-verde | Myzus persicae | 0,4-0,6 | 500 a 1000 | |
Pulgão-verde- escuro | Macrosiphum euphorbiae | 0,4-0,6 | |||
Mosca - branca | Bemisia tabaci | 1 |
Nota: 1 kg de ACE 750 SP contém 750 g do ingrediente ativo acefato.
Recomenda-se iniciar o tratamento, quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário em intervalos de no mínimo 10 dias.
Número máximo de aplicações:
Algodão: 2; Amendoim; 1; Batata: 3; Citros: 1; Feijão: 1; Soja: 2; Tomate (industrial): 3.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Amendoim | Caliothrips brasiliensis | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-prateamento | Ver detalhes |
| Batata | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Citros | Parlatoria pergandii | Cochonilha-da-raiz, Cochonilha-Parlatoria | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Soja | Nezara viridula | Fede-fede, Percevejo-verde | Ver detalhes |
| Tomate | Macrosiphum euphorbiae | Pulgão-das-solanáceas, Pulgão-verde-escuro | Ver detalhes |
ACE 750 SP deve ser aplicado em pulverização terrestre com pulverizador de barra tratorizado munidos de bicos adequados que produzam gotas de 250-350 µm e densidade de 40 gotas/cm2. Manter a calda de pulverização sob agitação contínua e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras com o equipamento de tal forma a se evitar sobreposição nas áreas tratadas.
Condições climáticas recomendadas: Temperatura ambiente máxima de 30°C; umidade relativa do ar mínima de 55%, velocidade do vento: 2 a 10 km/hora. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Para o uso de sacos hidrossolúveis:
Encher o tanque com água limpa com ¼ do volume de calda recomendado.
Iniciar agitação no tanque
Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao colocá-lo na água ele se dissolverá rapidamente.
Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem
recomendada.
Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A agitação contínua é necessária para a boa mistura.
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Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Antes da aplicação, verificar e iniciar somente com o equipamento limpo e bem conservado.
Imediatamente após a aplicação, proceder a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somdnte torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxaguar completamente o pulverizador e fazer circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultinte desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Completar o pulverizador com água limpa. Circular esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circular então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvaziar o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Remover e limpar os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. Enxaguar completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes. Limpar tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tomar todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpar o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descartar os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Tomate industrial | 35 dias |
Algodão, Batata, Citros | 21 dias |
Amendoim, Feijão e Soja | 14 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURA | PRAGA ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto comercial (kg/ha ou g/100 L d´água) | Dose Ingrediente ativo (kg/ha ou g/100 L d´água) | Volume de calda (L/ha) | |
Nome comum | Nome científico | ||||
Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Alabama argilácea | 0,4-0,5 | 0,3-0,375 | ||
Ácaro-rajado | Tetranychus urticae | 0,5-0,75 | 0,375-0,5625 | ||
Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Aphis gossypii | 0,5-0,75 | 0,375-0,5625 | ||
Tripes | Frankliniella schultzei | 0,4-0,5 | 0,3-0,375 | ||
Algodão | Tripes | Caliothrips brasiliensis | 0,4-0,5 | 0,3-0,375 | 200-300 |
Lagarta-das-maçãs | Heliothis virescens | 1,0 | 0,75 | ||
Percevejo-manchador | Dysdercus ruficollis | 0,5-0,75 | 0,375-0,5625 | ||
Lagarta Militar | Spodoptera frugiperda | 0,5-0,75 | 0,375-0,5625 | ||
Curuquerê | Alabama argillacea | 0,4-0,5 | 0,3-0,375 | ||
Tripes-do-prateamento, Tripes-do-amendoim | Caliothrips brasiliensis | 0,4-0,5 | 0,3-0,375 | ||
Amendoim | Tripes-do-bronzeamento, Tripes-do-amendoim Cigarrinha verde | Enneothrips flavens Empoasca spp. | 0,4-0,5 0,4-0,5 | 0,3-0,375 0,3-0,375 | 200-300 |
Lagarta-do-pescoço-vermelho | Stegasta bosquella | 0,5-0,75 | 0,375-0,5625 | ||
Pulgão-verde | Myzus persicae | 0,4-0,6 | 0,3-04,5 | 400 a | |
Batata | Pulgão-das-solanáceas Cigarrinha-verde Traça-da-batatinha Lagarta-militar | Macrosiphum euphorbiae Empoasca kraemeri Phthorimaea operculella Spodoptera frugiperda | 0,4-0,6 0,4-0,6 0,75-1,0 1,0 | 0,3-04,5 0,3-04,5 0,5625-0,75 0,75 | 600 |
750 a 1500 | |||||
Citros | Bicho-furão Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia Cochonilha-da-raiz, Cochonilha-Parlatoria Cochonilha-pardinha | Ecdytolopha aurantiana Orthezia praelonga Parlatoria pergandii Selenaspidus articulatus | 1-1,5 | 750-1.125 | 2.000 |
Mosca Branca | Bemisia tabaci | 0,2-0,5 | 0,15-0,375 | ||
Cigarrinha-verde | Empoasca kraemeri | 0,2-0,5 | 0,15-0,375 | ||
Feijão | Vaquinha-verde-amarela Manhoso | Diabrotica speciosa Chalcodermus bimaculatus | 0,5-1,0 0,5-0,75 | 0,375-0,75 0,375-0,5625 | 200 a 300 |
Lagarta-enroladeira-das-folhas | Hedylepta indicata | 0,5-0,75 | 0,375-0,5625 | ||
Tripes-do-prateamento | Caliothrips brasiliensis | 0,5-1,0 | 0,375-0,5625 | ||
Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Anticarsia gemmatalis | 0,2-0,5 | 0,15-0,375 | ||
Broca-das-axilas, Broca-das-axilas-da-soja | Epinotia aporema | 0,75 | 0,6-0,75 | ||
Percevejo-marrom | Euschistus heros | 0,75-1,0 | 0,225-0,3 | ||
Percevejo-verde, Fede-fede | Nezara viridula | 0,5-0,75 | 0,375-0,5625 | ||
Percevejo-verde-pequeno, Percevejo-pequeno | Piezodorus guildinii | 0,8-1 | 0,6-0,75 | ||
Lagarta-falsa-medideira | Pseudoplusia includens | 1,0 | 0,75 | ||
Tamanduá-da-soja | Sternechus subsignatus | 0,75-1,0 | 0,5625-0,75 | ||
Soja | Tripes Tripes-do-feijoeiro | Caliothrips brasiliensis Caliothrips phaseoli | 0,75-1,0 0,5 | 0,5625-0,75 0,375 | 200-300 |
Tripes | Frankliniella rodeos | 0,5 | 0,375 | ||
Tripes | Frankliniella schultzei | 0,5 | 0,375 | ||
Tripes do prateamento | Caliothrips brasiliensis | 0,75-1,0 | 0,5625-0,75 | ||
Lagarta-mede-palmo | Trichoplusia ni | 0,2-0,5 | 0,15-0,375 | ||
Lagarta falsa medideira | Pseudoplusia includens | 1,0 | 0,75 | ||
Tamandua da soja | Sternechus subsignatus | 0,2-0,5 | 0,15-0,375 | ||
Lagarta falsa medideira | Rachiplusia nu | 0,2-0,5 | 0,15-0,375 | ||
Lagarta-enroladeira-das-folhas | Hedylepta indicata | 0,6-1,0 | 0,5-0,75 | ||
Pulgão-verde | Myzus persicae | 0,4-0,6 | 0,3-04,5 | ||
Pulgão-verde-escuro | Macrosiphum euphorbiae | 0,4-0,6 | 0,3-04,5 | ||
Tripes | Frankliniella schultzei | 0,4-0,6 | 0,3-04,5 | ||
Tomate | Tripes Traça-das-crucíferas | Thrips palmi Plutella maculipennis | 0,4-0,6 100 g/100 L | 0,3-04,5 0,075/100 L | 500 a |
(industrial) | Pulgão-verde | Myzus persicae | 100 g/100 L | 0,075/100 L | 1000 |
Minadora-das-folhas | Lyriomyza huidobrensis | 0,5-075 | 0,375-0,5625 | ||
Mosca-branca | Bemisia tabaci | 1,0 | 0,75 | ||
Broca-grande-do-fruto | Helicoverpa zea | 0,75-1,0 | 0,5625-0,75 | ||
Ácaro-vermelho | Tetranychus evansi | 0,75-1,0 | 0,5625-0,75 |
Recomenda-se iniciar o tratamento, quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário em intervalos de no mínimo 10 dias.
Número máximo de aplicações:
Algodão: 3; Amendoim: 2; Batata: 3; Citros: 2; Feijão: 3; Soja: 2; Tomate (industrial): 3.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Amendoim | Caliothrips brasiliensis | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-prateamento | Ver detalhes |
| Batata | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Soja | Nezara viridula | Fede-fede, Percevejo-verde | Ver detalhes |
| Tomate | Macrosiphum euphorbiae | Pulgão-das-solanáceas, Pulgão-verde-escuro | Ver detalhes |
Equipamentos de aplicação:
AGGRESSOR deve ser aplicado em pulverização terrestre com pulverizador de barra tratorizado munidos de bicos adequados que produzam gotas de 250-350 s e densidade de 40 gotas/cm2.
Manter a calda de pulverização sob agitação contínua e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras com o equipamento de tal forma a se evitar sobreposição nas áreas tratadas.
Condições climáticas recomendadas: Temperatura ambiente máxima de 30ºC; umidade relativa do ar mínima de 55%, velocidade do vento: 2 a 10 km/hora. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Para o uso de sacos hidrossolúveis:
Encher o tanque com água limpa com ¼ do volume de calda recomendado
Iniciar agitação no tanque
Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao coloca-lo na água ele se dissolverá rapidamente.
Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem recomendada.
Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A agitação contínua é necessária para a boa mistura.
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Antes da aplicação, verificar e iniciar somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceder a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxaguar completamente o pulverizador e fazer circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto
Completar o pulverizador com água limpa. Circular esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circular então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvaziar o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Remover e limpar os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. Enxaguar completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes. Limpar tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tomar todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpar o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descartar os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Algodão, batata, citros, soja | 21 dias |
Amendoim, Feijão. Melão | 14 dias |
Tomate industrial | 35 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas | Pragas Nome comum / científico | Dose de produto comercial | Volume de calda(1) | Época e Intervalo de aplicação | No máximo de aplicação por ciclo da cultura |
ALGODÃO | Pulgão-das- inflorescências Aphis gossypii | 0,5 - 0,75 kg/ha | 300 - 400 L/ha | Aplicar quando a infestação atingir o nível de dano econômico. Manter a lavoura monitorada e reaplicar se necessário com intervalos de 15 a 20 dias. Usar a maior dose em alta infestação. | 2 |
Curuquerê Alabama argillacea | 0,40 - 0,50 kg/ha | ||||
Tripes Frankliniella schultzei | |||||
Lagarta-das-maçãs Heliothis virescens | 1,0 - 1,5 kg/ha | ||||
CITROS | Cochonilha-de-placa Orthezia praelonga | 50 - 75 g/100L de água | 2000L/ha | Aplicar quando a infestação atingir o nível de dano econômico. Manter a lavoura monitorada e reaplicar se necessário com intervalos de 15 a 20 dias. Usar a maior dose em alta infestação. | 2 |
SOJA | Lagarta-da-soja Anticarsia gemmatalis | 0,20 - 0,40 kg/ha | 300 - 400 L/ha | Aplicar quando a infestação atingir o nível de dano econômico. Manter a lavoura monitorada e reaplicar se necessário com intervalos de 15 a 20 dias. Usar a maior dose em alta infestação. | 2 |
Percevejo-verde Nezara viridula | 0,35 - 0,70 kg/ha | ||||
TOMATE RASTEIRO | Mosca-branca Bemisia tabaci Raça B | 100g/100L de água | 300 - 400 L/ha | Uso autorizado somente para tomate rasteiro, com fins industriais. Proibido o uso em lavouras de tomate estaqueado (tomate de mesa). Aplicar quando a infestação atingir o nível de dano econômico. Manter a lavoura monitorada e reaplicar se necessário com intervalos de 15 a 20 dias. | 2 |
Pulgão-verde Myzus persicae | |||||
Pulgão-das-solanáceas Macrosiphum euphorbiae |
(1) O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Aplicação Terrestre
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Algodão | 21 |
Citros | 28 |
Soja | 21 |
Tomate Rasteiro | 35 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
BAIKAL é um inseticida fisiológico juvenóide, análogo ao hormônio juvenil, regulador de crescimento de insetos. O produto atua por contato e ação translaminar, principalmente sobre os ovos e ninfas provocando distúrbios no equilíbrio hormonal, impedindo que os insetos das formas jovens se tornem adultos. As fêmeas que entram em contato com o produto colocam ovos inviáveis e também, diminuem a postura.
CULTURAS | PRAGAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DO PRODUTO COMERCIAL E VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
Algodão | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 300-500 mL/ha Volume de calda: 200-250 L/ha | 02 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Recomenda-se fazer as aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 15 dias. | |||
Berinjela | Tripes Thrips palmi | 75 mL/100 L de água Volume de calda: 500-1000 L/ha | 02 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Fazer aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 7 a 10 dias. Para se obter melhor controle do Tripes, recomenda-se fazer as pulverizações de tal forma que atinja também o solo, considerando que este inseto passa o estádio pupal no solo. | |||
Café | Bicho-mineiro-do-café Leucoptera coffeella | 500-1000 mL/ha Volume de calda: 400-500 L/ha | 02 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO As aplicações devem ser feitas com intervalos de 15 a 20 dias. | |||
Citros | Psilídio-dos-citros Diaphorina citri | 6,25 mL/100 L de água Volume de calda: 10 L/planta | 02 |
Cochonilha-pardinha Selenaspidus articulatus | 50-75 mL/100 L de água Volume de calda: 10 L/planta | ||
Cochonilha-de-placa Orthezia praelonga | 75 mL/100 L de água Volume de calda: 10 L/planta | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Recomenda-se fazer as aplicações com intervalo de 30 dias. | |||
Feijão | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 250 mL/ha Volume de calda: 200-250 L/ha | 02 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Recomenda-se iniciar a aplicação do produto BAIKAL quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas. | |||
Gérbera | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 75 mL/100 L de água Volume de calda: 1200 L/ha | 03 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO As aplicações devem ser realizadas com intervalos de 10 a 15 dias. | |||
Maçã | Mariposa-oriental Grapholita molesta | 100 mL/100 L de água Volume de calda: 1000 L/ha | 02 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Fazer as aplicações sendo a primeira aplicação imediatamente após a florada e a segunda duas semanas após a primeira. | |||
Melancia | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 75-100 mL/100 L de água Volume de calda: 1000 L/ha | 02 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Recomenda-se realizar as aplicações durante o ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. | |||
Melão | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 75-100 mL/100 L de água Volume de calda: 600-1000 L/ha | 01 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Recomenda-se realizar 1 aplicação durante o ciclo da planta. | |||
Pepino | Tripes Thrips palmi | 75 mL/100 L de água Volume de calda: 500-1000 L/ha | 02 |
Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 75 mL/100 L de água Volume de calda: 800-1300 L/ha | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Recomenda-se fazer as aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 15 dias. | |||
Pimentão | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 50-75 mL/100 L de água Volume de calda: 400-800 L/ha | 03 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Recomenda-se fazer as aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 10 a 14 dias. | |||
Repolho | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 50-75 mL/100 L de água Volume de calda: 625 L/ha | 02 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar com intervalos de 7 dias. | |||
Rosa | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 50-75 mL/100 L de água Volume de calda: 400 L/ha | 02 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Recomenda-se realizar as aplicações com intervalo de 10 dias. | |||
Soja | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 250 mL/ha Volume de calda: 200-300 L/ha | 01 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Realizar a aplicação no início da infestação da Bemisia tabaci raça B. | |||
Tomate | Mosca-branca Bemisia tabaci | 75 mL/100 L de água Volume de calda: 400-1000 L/ha | 03 |
Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 50-100 mL/100 L de água Volume de calda: 400-1000 L/ha | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Fazer as aplicações durante o ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. | |||
Uva | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 50-75 mL/100 L de água Volume de calda: 500-1000 L/ha | 02 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Recomenda-se aplicar durante o ciclo da cultura, com intervalos de 10 dias entre as aplicações. | |||
*O volume de calda recomendado pode variar conforme o porte do cultivo e o equipamento de aplicação utilizado
As aplicações do BAIKAL devem ser realizadas no início da infestação das pragas, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras “ninfas” ou formas jovens, intercalando as aplicações com outros produtos do programa de Manejo de Produtos.
No controle, principalmente da Mosca Branca, a pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o BAIKAL.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Berinjela | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Citros | Selenaspidus articulatus | Cochonilha-pardinha | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Gérbera | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pepino | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Pimentão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Repolho | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Rosa | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Uva | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
BAIKAL deve ser aplicado em pulverização via terrestre utilizando-se pulverizador costal manual ou motorizado ou pulverizador de barra tratorizado, munido de bicos adequados. Em caso de aplicação com pulverizadores tratorizados dotado com barra/bicos, recomenda-se o uso de bicos cônicos tipo D2, D3 ou série X2, X3, e pressão de 80 a 150 lbs/pol².
Deve-se regular o pulverizador de tal forma que a altura da barra fique de 30 a 50 cm acima do topo das plantas, e a distância entre bicos de 30 a 50 cm entre si. Usando-se outros tipos de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme em toda a parte aérea das plantas.
As aplicações devem ser feitas nas horas mais frescas do dia, de preferência na parte da manhã ou à tarde em condições de temperatura inferior a 27 ºC, unidade relativa do ar acima de 70% e ventos abaixo de 10 Km/h, utilizando-se quantidade de calda suficiente para dar boa cobertura sobre as plantas. Em caso de dúvidas, consultar um engenheiro agrônomo.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura)
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Culturas | Intervalo de Segurança |
Algodão e Tomate | 7 dias |
Berinjela, Melancia e Pimentão | 3 dias |
Café | 15 dias |
Citros, Feijão, Melão, Repolho, Uva | 14 dias |
Gérbera e Rosa | UNA* |
Maçã | 45 dias |
Pepino | 1 dia |
Soja | 30 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado entes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURA | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto Comercial | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Batata | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 250 mL/ha | 300 a 600 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | Aplicar no sulco de plantio no momento da semeadura e na amontoa. Realizar 2 aplicações por ciclo cultura (plantio e amontoa). |
Citros | Ácaro-purpúreo (Panonychus citri) | 5 mL/100L de água ou 90 mL/ha | 1800L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | Aplicar logo após o início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme infestação. Aplicar, preferencialmente, com alto volume visando perfeita cobertura da parte interna e ponteiro das plantas. Utilizar pulverizador de pistola ou turboatomizador. Pulverizador com pistola: usar pressão de trabalho de 200 a 300lb/pol2 para plantas de até 6 metros de altura. Para alturas superiores, utilizar pressão superior e bicos com orifícios maiores. Pulverizador com turboatomizador: regular e distribuir as pontas de forma que o volume de calda obedeça uma relação com a massa foliar da árvore. No máximo 4 aplicações por cultura. |
Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) | ||||
Psilídeo (Diaphorina citri) | ||||
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 1,87 mL/100L de água ou 33,7 mL/ha | |||
Feijão | Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | 10 a 20 mL/ha | 100 a 300 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | Iniciar a aplicação quando do aparecimento da praga ou quando forem constatados 2 insetos por folíolo. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. |
Melancia | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 250 mL/ha | 300 a 600 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | Iniciar a aplicação tão logo for constatado a presença da praga na cultura. Realizar no máximo 1 aplicação durante o ciclo da cultura. |
Melão | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 250 mL/ha | 300 a 600 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | Iniciar a aplicação tão logo for constatado a presença da praga na cultura. Realizar no máximo 1 aplicação durante o ciclo da cultura. |
Soja | Lagarta-falsa-medideira, (Chrysodeixis includens) | 75 a 125 mL/ha | 100 a 200 L/ha (20 a 50 L/ha aplicação aérea) | Iniciar a aplicação quando do aparecimento da praga ou ao se constatar até 10 lagartas menores que 1,5 cm por batida de pano. Repetir a aplicação se necessário em um intervalo de 10 dias. |
Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Feijão | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Soja | Crysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira | Ver detalhes |
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto no tanque ou no pré-misturador. Após despejar todo o conteúdo do produto no preparo da calda, deve-se fazer a adição de água dentro de cada embalagem para garantir que todo produto seja usado na pulverização e facilite a etapa seguinte de tríplice lavagem. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por litro de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.
Condições Meteorológicas:
Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo:
Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada;
Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Pulverizadores de arbóreas (turbopulverizadores):
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator, adicionar produto limpante, manter por 5 minutos a agitação, e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Remova e limpe todas as pontas do pulverizador e suas peneiras, caso sejam utilizadas;
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos ramais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
CULTURA | DIAS |
Feijão, Soja | 20 |
Melancia, Melão, Citros | 07 |
Batata | 35 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
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CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | BIFENTRINA 100 EC NORTOX |
Nome comum/ Nome científico | DOSE de p.c | |
ABACATE | Cochonilha branca (Aulacaspis tubercularis) | 40 mL/100 L de água ou 400 mL/ha |
Pulgão-das-inflorescências (Aphis gossypii) | ||
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações no aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 2 Intervalo entre aplicações: 10 dias Volume de calda: 1000 L/ha | ||
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | BIFENTRINA 100 EC NORTOX |
Nome comum/ Nome científico | DOSE de p.c | |
ABACAXI | Cochonilha abacaxi (Diaspis bromeliae) | 40 mL/100 L de água ou 400 mL/ha |
Broca-dos-frutos (Strymon basalides) | ||
Pulgão-das-inflorescência (Aphis gossypii) | ||
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações no aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 2 Intervalo entre aplicações: 10 dias Volume de calda: 1000 L/ha | ||
ALGODÃO | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 550 - 600 mL/ha |
Curuquerê (Alabama argillacea) | 300 mL/ha | |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 500 - 600 mL/ha | |
Bicudo (Anthonomus grandis) | 500 mL/ha | |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 500 - 1000 mL/ha | |
Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 600 - 800 mL/ha | |
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações no aparecimento da praga na cultura. Para: Ácaro-rajado, Curuquerê e Lagarta-militar. Nº máximo de aplicação: 10 Intervalo entre aplicações: 10 dias Volume de calda: 300 L/ha Para: Bicudo Nº máximo de aplicação: 10 Intervalo entre aplicações: 5 dias Volume de calda: 300 L/ha Para: Mosca-branca Nº máximo de aplicação: 10 Intervalo entre aplicações: 10 dias Volume de calda: 200 – 500 L/ha Para: Lagarta Helicoverpa As aplicações devem ser realizadas quando as larvas estiverem no estádio de 2º instar. Nº máximo de aplicação: 10 Intervalo entre aplicações: 5 dias Volume de calda: 300 L/ha | ||
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CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | BIFENTRINA 100 EC NORTOX |
Nome comum/ Nome científico | DOSE de p.c | |
AMENDOIM | Cigarrinha (Empoasca kraemeri) | 500 mL/ha |
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações quando houver aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 3 Intervalo entre aplicações: 7 dias Volume de calda: 150 L/ha | ||
ANONÁCEAS | Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 40 mL/100 L de água ou 400 mL/ha |
Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) | ||
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações no aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 2 Intervalo entre aplicações: 10 dias Volume de calda: 1000 L/ha | ||
AVEIA CENTEIO CEVADA TRIGO TRITICALE | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 30 – 50 mL/ha |
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros focos de infestação. Nº máximo de aplicação: 3 Intervalo entre aplicações: 15 dias Volume de calda: 150 – 400 L/ha | ||
AZEITONA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 40 mL/100 L de água ou 400 mL/ha |
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações no aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 2 Intervalo entre aplicações: 10 dias Volume de calda: 1000 L/ha | ||
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CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | BIFENTRINA 100 EC NORTOX |
Nome comum/ Nome científico | DOSE de p.c | |
BATATA | Larva-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 50 - 100 mL/100 L de água ou 250 – 500 mL/ha |
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações no aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 5 Intervalo entre aplicações: 7 dias Volume de calda: 500 L/ha | ||
CACAU CUPUAÇU GUARANÁ LICHIA MACÂDAMIA MARACUJÁ NOZ-PECÃ ROMÃ | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 40 mL/100 L de água ou 400 mL/ha |
Tripes-do-cacaueiro (Selenothrips rubrocinctus) | ||
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | ||
Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) | ||
Pulgão-das-inflorescências (Aphis gossypii) | ||
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações no aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 2 Intervalo entre aplicações: 10 dias Volume de calda: 1000 L/ha | ||
CAJU | Mosca-branca-do-cajueiro (Aleurodicus cocois) | 50 mL/100 L de água ou 250 – 500 mL/ha |
Pulgão-das-inflorescências (Aphis gossypii) | ||
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações quando houver aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 500 - 1000 L/ha | ||
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CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | BIFENTRINA 100 EC NORTOX |
Nome comum/ Nome científico | DOSE de p.c | |
CAQUI CARAMBOLA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 50 mL/100 L de água ou 250 – 500 mL/ha |
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações quando houver aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 500 - 1000 L/ha | ||
CITROS | Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | 20 mL/100 L de água ou 360 mL/ha |
Ácaro-purpúreo (Panonychus citri) | 20 mL/100 L de água ou 360 mL/ha | |
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 7,5 mL/100 L de água ou 135 mL/ha | |
Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) | 20 mL/100 L de água ou 360 mL/ha | |
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações no aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 8 Intervalo entre aplicações: 10 dias Volume de calda: 1800 L/ha | ||
CRISÂNTEMO | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 8,3 mL/100 L de água ou 208 mL/ha |
Larva-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 3,5 mL/100 L de água ou 88 mL/ha | |
Pulgão (Aphis gossypii) | 2,6 mL/100 L de água ou 65 mL/ha | |
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações no aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 2500 L/ha | ||
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CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | BIFENTRINA 100 EC NORTOX |
Nome comum/ Nome científico | DOSE de p.c | |
DUBOISIA | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 500 - 600 mL/ha |
Pulga-do-fumo (Epitrix fasciata) | 20 – 25 mL/ha | |
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 20 - 25 mL/ha | |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 300 mL/ha | |
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Para: Lagarta-militar Iniciar as aplicações quando houver aparecimento da praga na cultura em área total. Efetuar as aplicações dirigidas ao solo. Nº máximo de aplicação: 3 Intervalo entre aplicações: 7 dias Volume de calda: 400 L/ha Para: Pulga-do-fumo Iniciar as aplicações foliares quando houver aparecimento da praga na cultura em área total. Nº máximo de aplicação: 2 Intervalo entre aplicações: 15 dias Volume de calda: 200 L/ha Para: Vaquinha-verde-amarela Iniciar as aplicações quando houver aparecimento da praga na cultura em área total. Nº máximo de aplicação: 3 Intervalo entre aplicações: 7 dias Volume de calda: 200 L/ha Para: Mosca-branca Iniciar as aplicações quando houver aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 2 Intervalo entre aplicações: 10 dias Volume de calda: 200 L/ha | ||
EUCALIPTO (Campo) | Percevejo-bronzeado (Thaumastocoris peregrinus) | 400 – 600 mL/ha |
Vespa-da-galha (Leptocybe invasa) | 600 – 1000 mL/ha | |
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Aplicar logo após o início da infestação. Efetuar a pulverização preferência a alto volume, procurando obter uma perfeita cobertura da parte interna e ponteiro das plantas, utilizando pulverizadores de pistola ou turbo atomizadores. Nº máximo de aplicação: 5 aplicações por ano Intervalo entre aplicações: de acordo com a reinfestação. Volume de calda: 200 L/ha | ||
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CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | BIFENTRINA 100 EC NORTOX |
Nome comum/ Nome científico | DOSE de p.c | |
EUCALIPTO (Viveiro) | Vespa-da-galha (Leptocybe invasa) | 300 – 500 mL/ 100 L de água |
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar a aplicação logo após o início da infestação. Aplicar o produto através de rega das bandejas utilizando um regador comum ou pulverizador costal. Nº máximo de aplicação: 5 Intervalo entre aplicações: de acordo com a reinfestação. Volume de calda: 20 mL/m2 de bandeja | ||
FEIJÃO (Phaseolus vulgaris L.) FEIJÕES GRÃO-DE-BICO LENTILHA | Cigarrinha (Empoasca kraemeri) | 50 mL/ha |
Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 350 - 500 mL/ha | |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 500 mL/ha | |
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Para: Cigarrinha Iniciar as aplicações quando houver aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 3 Intervalo entre aplicações: 7 dias Volume de calda: 150 L/ha Para: Helicoverpa Iniciar as aplicações quando houver aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 2 Intervalo entre aplicações: 7 dias Volume de calda: 150 L/ha Para: Mosca-branca Iniciar as aplicações quando houver aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 3 Intervalo entre aplicações: 3 dias Volume de calda: 150 L/ha | ||
FIGO GOIABA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 mL/100 L de água ou 250 – 500 mL/ha |
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações quando houver aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 500 - 1000 L/ha | ||
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CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | BIFENTRINA 100 EC NORTOX |
Nome comum/ Nome científico | DOSE de p.c | |
FUMO | Broca-do-fumo (Faustinus cubae) | 50 - 100 mL/ha |
Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 50 mL/ha | |
Pulga-do-fumo (Epitrix fasciata) | 25 mL/ha | |
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações no aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 200-400 L/ha | ||
MAMÃO | Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 40 mL/100 L de água ou 400 mL/ha |
Cigarrinha (Empoasca kraemeri) | ||
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações no aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 2 Intervalo entre aplicações: 10 dias Volume de calda: 1000 L/ha | ||
MANGA | Tripes-do-cacaueiro (Selenothrips rubrocinctus) | 30 mL/100 L de água ou 150 a 300 mL/ha |
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações quando houver aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 500 – 1000 L/ha | ||
MANGABA QUIUÍ | Pulgão-das-inflorescências (Aphis gossypii) | 50 mL/100 L de água ou 250 – 500 mL/ha |
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações quando houver aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 500 - 1000 L/ha | ||
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CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | BIFENTRINA 100 EC NORTOX |
Nome comum/ Nome científico | DOSE de p.c | |
MELANCIA MELÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 mL/100 L de água ou 1000 mL/ha |
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações no aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 1000 L/ha | ||
MILHETO MILHO SORGO | Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 250 mL/ha |
Larva-de-vaquinha (Diabrotica speciosa) | 200 – 300 mL/ha | |
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Para: Percevejo-barriga-verde Iniciar as aplicações quando constatado presença do inseto na área de cultivo e nível de 1 percevejo/5 plantas de milho. Nº máximo de aplicação: 2 Intervalo entre aplicações: 7 dias Volume de calda: 150 L/ha Para: Larva-da-vaquinha O controle de larvas de Diabrotica deve ser feito por ocasião do plantio, em áreas com histórico de infestação da praga. Aplicar preventivamente em jato dirigido no sulco de plantio no momento da semeadura, cobrindo o produto que foi pulverizado imediatamente com terra. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 16 L/ha | ||
PASTAGEM | Cigarrinha-das-raízes (Mahanarva fimbriolata) | 300 – 500 mL/ha |
Cigarrinha-das-pastagens (Deois flavopicta) | 200 – 400 mL/ha | |
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar a aplicação no aparecimento da praga. Reaplicar caso haja reinfestação. Nº máximo de aplicação: 2 Intervalo entre aplicações: 14 dias Volume de calda: 200 L/ha | ||
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CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | BIFENTRINA 100 EC NORTOX |
Nome comum/ Nome científico | DOSE de p.c | |
ROSA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 30 mL/100 L de água ou 600 mL/ha |
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações no aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 2000 L/ha | ||
SOJA | Percevejo-verde (Nezara viridula) | 100 - 160 mL/ha |
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 20 - 50 mL/ha | |
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Percevejo-verde: Em baixas infestações, usar a menor dose, quando as infestações estiverem altas (2 percevejos por amostragem) aplicar a maior dose. Lagarta-da-soja: Aplicar o produto quando a cultura apresentar 20 lagartas/metro linear ou desfolhamento de 30% antes da floração ou 15% após o início da floração. Nº máximo de aplicação: 3 Intervalo entre aplicações: 10 dias Volume de calda: 125 - 200 L/ha | ||
TOMATE | Broca-do-tomateiro (Neoleucinodes elegantalis) | 75 mL/100 L de água ou 600 mL/ha |
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 50 mL/100 L de água ou 400 mL/ha | |
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações quando constatado índices com baixa infestação dos insetos na cultura. Nº máximo de aplicação: 5 Intervalo entre aplicações: 7 dias Volume de calda: 800 L/ha | ||
UVA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 50 mL/100 L de água ou 250 – 500 mL/ha |
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações quando houver aparecimento da praga na cultura. Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 500 - 1000 L/ha | ||
VER 18 – 02.10.2024
Nota: Um litro do produto comercial (p.c) Bifentrina 100 EC Nortox possui 100 gramas do ingrediente ativo (a.i) Bifentrina.
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | BIFENTRINA 100 EC NORTOX |
Nome comum/ Nome científico | DOSE de p.c | |
CANA-DE-AÇÚCAR | Cupins (Procornitermes triacifer) | 1200 mL/ha |
Cupins (Heterotermes tenuis) | ||
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Aplicar o produto diretamente no sulco de plantio direcionando o bico a uma altura de 40 cm (bico/solo). Nº máximo de aplicação: 1 Volume de calda: 90 L/ha | ||
Nota: Um litro do produto comercial (p.c) Bifentrina 100 EC Nortox possui 100 gramas do ingrediente ativo (a.i) Bifentrina.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Aphis gossypii | pulgão-do-algodão | Ver detalhes |
| Abacaxi | Aphis gossypii | pulgão-do-algodão | Ver detalhes |
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Amendoim | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Anonáceas | Orthezia praelonga | Cochonilha | Ver detalhes |
| Aveia | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Azeitona | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Batata | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Cacau | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Caju | Aphis gossypii | Pulgão | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Procornitermes triacifer | Cupim, Cupim-de-monte, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Caqui | Tetranychus urticae | ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Carambola | Tetranychus urticae | ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Centeio | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Cevada | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Crisântemo | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Cupuaçu | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Duboisia | Bemisia tabaci raça B | Mosca Branca | Ver detalhes |
| Eucalipto | Leptocybe invasa | Vespa-da-galha | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijão-caupi | Helicoverpa armigera | Lagarta-das-vagens | Ver detalhes |
| Feijão-fava | Empoasca kraemeri | Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Feijão-guandu | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijão-mungo | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijão-vagem | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Figo | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Fumo | Faustinus cubae | Broca-do-caule-do-tomateiro, Broca-do-fumo | Ver detalhes |
| Goiaba | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Helicoverpa armigera | Lagarta-das-vagens | Ver detalhes |
| Guaraná | Aphis gossypii | pulgão-do-algodão | Ver detalhes |
| Kiwi | Aphis gossypii | pulgão-do-algodão | Ver detalhes |
| Lentilha | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Lichia | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Macadâmia | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Mamão | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro-branco, Ácaro-tropical | Ver detalhes |
| Manga | Selenothrips rubrocinctus | Tripes-do-cacaueiro | Ver detalhes |
| Mangaba | Aphis gossypii | Pulgão do algodoeiro | Ver detalhes |
| Maracujá | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Milheto | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Milho | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Noz-pecã | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências | Ver detalhes |
| Pastagens | Mahanarva fimbriolata | Cigarrinha-das-raízes, Cigarrinha-vermelha | Ver detalhes |
| Romã | Selenothrips rubrocinctus | Tripes-do-cacaueiro | Ver detalhes |
| Rosa | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Soja | Nezara viridula | Fede-fede, Percevejo-verde | Ver detalhes |
| Sorgo | Dichelops melacanthus | percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Tomate | Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Triticale | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Uva | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim.
O abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento, e então, adicionar o produto e complementar o tanque com água. A agitação deverá ser constante durante a preparação e aplicação da calda.
Prepare apenas a quantidade de calda que irá utilizar, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de iniciar a aplicação.
Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Para a aplicação do produto utilize uma tecnologia de aplicação que ofereça uma boa cobertura dos alvos. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser um pulverizador tratorizado ou costal. A pressão de trabalho deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
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Utilizar a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva.
Deve-se realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (pontas, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo.
As maiores doses devem ser utilizadas em altas pressões da praga e/ou em estádios vegetativos avançados da cultura, bem como os volumes de calda recomendados.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo para flexibilizar caso necessário a aplicação mediante uso de tecnologia adequada.
MOSCA-BRANCA: Recomenda-se aplicar logo após o início da infestação. A aplicação deve ser efetuada exclusivamente por via terrestre. Poderá ser feita com pulverizadores manuais (costal) ou tratorizados. A quantidade de água utilizada na aplicação deverá possibilitar a cobertura foliar mais uniforme possível em função do equipamento utilizado e da massa foliar. Para garantir a eficácia do produto aplicar até o ponto de escorrimento procurando atingir o máximo possível a face inferior das folhas. Recomenda-se a rotação de grupos químicos no manejo de controle de Bemisia tabaci raça B, evitando a redução de suscetibilidade aos produtos disponíveis no mercado. Dentro do manejo integrado de pragas recomenda-se a alternância com outros grupos químicos, como organofosforados, carbamatos nas suas respectivas dosagens nos casos de altas infestações.
Pulverização com pistola: utilizar pressão de trabalho de 200 a 300 lb./pol² para plantas de até 6 metros de altura. Para alturas superiores, utilizar pressão superior e bicos com orifícios maiores.
Pulverização com turbo atomizador e nebulizadores florestais: a regulagem/distribuição dos bicos deve ser feita de maneira que o volume de calda a ser aplicado obedeça a uma relação com a massa foliar da árvore.
A recomendação de aplicação aérea é destinada exclusivamente para as culturas do algodão, aveia, batata, centeio, cevada, citros, eucalipto, feijão, feijões, milheto, milho, soja, sorgo, trigo e triticale.
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aero agrícolas pela ANAC. A altura de voo não deve ultrapassar 4,0 m, para evitar problemas com deriva, a altura ideal é de 2 a 4 m acima do alvo, desde que garanta a segurança do voo.
O volume de calda recomendado é de 20 a 40 L/ha.
As condições climáticas mais favoráveis para a realização de uma pulverização, utilizando-se os equipamentos adequados de pulverização, são:
Umidade relativa do ar superior a 55%
Velocidade do vento: mínimo – 3 km/hora; máximo – 15 km/hora.
Temperatura inferior à 30ºC.
Evitar as condições de inversão térmica.
VER 18 – 02.10.2024
Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores, porém independentemente do equipamento utilizado para a pulverização, o tamanho de gostas é um dos fatores mais importantes para se evitar a deriva. O tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência.
Fatores como tamanho de gotas, pressão de trabalho, velocidade do vento, umidade e temperatura devem ser avaliados pelo aplicador, quando da decisão de aplicar.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aero agrícolas.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque.
Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante.
Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
CULTURA | IS (DIAS) |
Algodão | 15 |
Abacate, Abacaxi, Anonáceas, Azeitona, Batata, Caju, Caqui, Carambola, Citros, Figo, Goiaba, Lichia, Mamão, Manga, Macadâmia, Mangaba, Melancia, Melão, Noz-Pecã, Pastagem e Uva | 07 |
Cana-de-açúcar | (1) |
Crisântemo, Duboisia, Eucalipto, Fumo e Rosa | U.N.A |
Amendoim, Feijão, Feijões, Grão-de-bico, Lentilha, Milho, Milheto, Soja e Sorgo | 20 |
Aveia, Cacau, Centeio, Cevada, Cupuaçu, Guaraná, Maracujá, Quiuí, Romã, Trigo e Triticale | 14 |
Tomate | 06 |
(1) - Não determinado devido a modalidade de emprego UNA – Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
VER 18 – 02.10.2024
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 - PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE – CLASSE II
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
CULTURA | PRAGAS | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÀO E VOLUME DE CALDA | |
g i.a./ha | mL p.c./ha | |||
ALGODÃO | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 55 - 60 | 550 - 600 | Ácaro-rajado, Curuquerê, Lagarta-militar e Mosca- branca: Iniciar as aplicações no aparecimento da praga na cultura. Repetir com intervalos de 10 dias, sempre rotacionando com inseticidas de modos de ação diferentes. Bicudo: Iniciar as aplicações no aparecimento da praga na cultura. Repetir com intervalos de 5 dias, sempre rotacionando com inseticidas de modos de ação diferentes. Helicoverpa: As aplicações devem ser realizadas quando as larvas estiverem no estádio de 2º instar. Repetir com intervalos de 5 dias, sempre rotacionando com inseticidas de modos de ação diferentes. Volume de Aplicação: - Utilizar de 200 - 500 L/ha de calda para o alvo mosca-branca; - Demais alvos ou pragas utilizar 300 L/ha de calda. Efetuar no máximo 10 aplicações por ciclo da cultura. |
Bicudo (Anthonomus grandis) | 50 | 500 | ||
Curuquerê (Alabama argillacea) | 30 | 300 | ||
Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 60 - 80 | 600 - 800 | ||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 50 - 60 | 500 - 600 | ||
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 - 100 | 500 - 1000 | ||
CANOLA | Traça-das-crucíferas Plutella xylostella | 32 | 320 | Aplicar logo após o início da infestação em área total. Utilizar 200 L/ha de calda para aplicação terrestre e 10 a 50 L/ha de calda para aplicação aérea. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. |
EUCALIPTO (Campo) | Percevejo-bronzeado Thaumastocoris peregrinus | 40-60 | 400 – 600 | Aplicar logo após o início da infestação e reaplicar em caso de reinfestação. Efetuar a aplicação de forma que possibilite boa cobertura da parte aérea das plantas. A pulverização deve ser de preferência a alto volume, procurando obter uma perfeita cobertura da parte interna e ponteiro das plantas, utilizando pulverizadores de pistola ou turbo atomizadores.Utilizar 200L/ha de calda para aplicação terrestre e 10 - 50 L/ha de calda para aplicação aérea. Efetuar no máximo 5 aplicações por ano. |
Vespa-da-galha Leptocybe invasa | 60-100 | 600 – 1.000 | ||
EUCALIPTO (Viveiro) | Vespa-da-galha Leptocybe invasa | - | 300 – 500 mL/100L de água | Aplicar o produto através de rega das bandejas utilizando um regador comum ou pulverizador costal. Iniciar a aplicação logo após o início da infestação. Utilizar 20 mL/m² de bandeja. Reaplicar se houver reinfestação. Efetuar no máximo 5 aplicações por ano. |
FEIJÃO | Cigarrinha (Empoasca kraemeri) | 5 | 50 | Cigarrinha e Helicoverpa: Iniciar as aplicações quando houver aparecimento da praga na cultura, repetindo com 7 dias, sempre rotacionando com inseticidas de modos de ação diferentes. Mosca- branca: Iniciar as aplicações quando houver aparecimento da praga na cultura. Repetir com intervalos de 3 dias, sempre rotacionando com inseticidas de modos de ação diferentes. Utilizar volume de calda de 150 L/ha. Efetuar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. |
Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 35 - 50 | 350 - 500 | ||
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 | 500 | ||
FUMO | Broca-do-fumo (Faustinus cubae) | 5 - 10 | 50 - 100 | Iniciar as aplicações no aparecimento da praga na cultura. As aplicações devem ser realizadas empulverização total. Utilizar o volume de 200 - 400 L/ha. Efetuar uma aplicação por safra. |
Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 5 | 50 | ||
Pulga-do-fumo (Epitrix fasciata) | 2,5 | 25 | ||
CULTURA | PRAGAS | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÀO E VOLUME DE CALDA | |
g i.a./ha | mL p.c./ha | |||
PASTAGEM | Cigarrinha-das-raízes (Mahanarva fimbriolata) | 20 – 30 | 200 – 300 | Iniciar a aplicação no aparecimento da praga. Nº máximo de aplicação: 2 Intervalo entre aplicações: 14 dias Volume de calda: 200 L/ha |
SOJA | Percevejo-verde(Nezara viridula) | 10 - 16 | 100 - 160 | Lagarta-da-soja: Aplicar o produto quando a cultura apresentar 20 lagartas/metro linear ou desfolhamento de 30% antes da floração ou 15% após o início da floração. Percevejos: em baixas infestações, usar a menor dose, quando as infestações estiverem altas (2 percevejos por amostragem) aplicar a maior dose. Repetir com intervalos de 10 dias, sempre rotacionando com inseticidas de modos de ação diferentes. tilizar volume de calda de 125 - 200 L/ha. Efetuar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. |
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 2 - 5 | 20 - 50 | ||
CULTURA | PRAGAS | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DEAPLICAÇÀO E VOLUME DE CALDA | |
g i.a./100 L | mL p.c./100 L | |||
BATATA | Larva-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 5 – 10 ou 25 – 50 g i.a./ha | 50 - 100 ou 250 – 500 mL/ha | Iniciar as aplicações no aparecimento da praga na cultura. Repetir com intervalos de 7 dias, sempre rotacionando com inseticidas de modos de ação diferentes. Utilizar volume de aplicação de 500L/ha. Efetuar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura. |
CITROS | Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | 2 ou 36 g i.a./ha | 20 ou 360 mL/ha | Iniciar as aplicações no aparecimento da praga na cultura. Repetir com intervalos de 10 dias, sempre rotacionando com inseticidas de modos de ação diferentes. Utilizar volume de aplicação de 1800 L/ha. Efetuar no máximo 8 aplicações durante a safra da cultura. |
Ácaro-purpúreo (Panonychus citri) | 2 ou 36 g i.a./ha | 20 ou 360 mL/ha | ||
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 0,75 ou 13,5 g i.a./ha | 7,5 ou 135 mL/ha | ||
Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) | 2 ou 36 g i.a./ha | 20 ou 360 mL/ha | ||
COCO | Lagarta das palmeiras (Brassolis sophorae) | 2 | 20 | Deve-se fazer o monitoramento permanente do pomar observando a presença da praga. Aplicar quando constatar a presença da praga nas folhas. Utilizar 20 a 40 L/há de calda para aplicação aérea.Realizar no máximo 3 aplicações por safra com intervalo de 14 dias. |
Traça das flores e dos frutos novos (Hyalospila ptychis) | Deve-se fazer o monitoramento permanente do pomar observando a presença da praga. Aplicar quando constatar a presença da praga nas inflorescências recém-abertas e nos frutos novos. Utilizar 20 a 40 L/há de calda para aplicação aérea.Realizar no máximo 3 aplicações por safra com intervalo de 14 dias. | |||
CRISÂNTEMO | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 0,83 ou 20,8 g i.a./ha | 8,3 ou 208 mL/ha | Iniciar as aplicações no aparecimento da praga na cultura. Utilizar volume de aplicação de 2500 L/ha. Efetuar 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Larva-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 0,35 ou 8,8 g i.a./ha | 3,5 ou 88 mL/ha | ||
Pulgão (Aphis gossypii) | 0,26 ou 6,5 g i.a./ha | 2,6 ou 65 mL/ha | ||
MAMÃO | Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 4 ou 40 g i.a/ha | 40 ou 400 mL/ha | Iniciar as aplicações no aparecimento da praga na cultura, repetindo com intervalos de 10 dias sempre rotacionando com inseticidas de modos de ação diferentes. Utilizar volume de aplicação de 1000L/ha. Efetuar no máximo 2 aplicações por safra da cultura. |
Cigarrinha (Empoasca kraemeri) | ||||
MANGA | Tripes-do-cacaueiro (Selenothrips rubrocinctus) | 3 ou 15 a 30 g i.a/ha | 30 ou 150 a 300 mL/ha | Iniciar as aplicações quando houver aparecimento da praga na cultura. Utilizar volume de aplicação de 500 a 1000 L/ha. Efetuar no máximo 1 aplicação por safra da cultura. |
MELÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 10 ou 100 g i.a./ha | 100 ou 1000 mL/ha | Iniciar as aplicações no aparecimento da praga na cultura. Utilizar volume de calda de 1.000 L/ha, buscando atingir o ponto de escorrimento. Efetuar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. |
CULTURA | PRAGAS | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DEAPLICAÇÀO E VOLUME DE CALDA | |
g i.a./100 L | mL p.c./100 L | |||
MELANCIA | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 10 | 100 | Inspecionar a cultura em intervalos regulares e fazer as aplicações quando for constatada apresença da praga (início da infestação e ao atingir o nível de controle recomendado para a cultura da melancia). Utilizar 1.000 L/ha de calda para aplicação terrestre. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultura. |
ROSA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 3 ou 60 g i.a./ha | 30 ou 600 mL/ha | Iniciar as aplicações no aparecimento da praga na cultura. Utilizar volume de aplicação de 2000 L/ha, buscando atingir ponto de escorrimento. Efetuar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. |
TOMATE | Broca-do-tomateiro (Neoleucinodes elegantalis) | 7,5 ou 60 g i.a./ha | 75 ou 600 mL/ha | Iniciar as aplicações quando constatado índices com baixa infestação dos insetos na cultura.Repetir com intervalos de 7 dias, sempre rotacionando com inseticidas de modos de ação diferentes. Utilizar volume de calda de 800 L/ha. Efetuar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura. |
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 5 ou 40 g i.a./ha | 50 ou 400 mL/ha | ||
TRIGO | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 3-5 | 30-50 | Quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Utilizar 150 a 400 L/ha de calda para aplicação terrestre e 20 a 40 L/há de calda para aplicação aérea. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultura com intervalo de 15 dias. |
UVA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 5 ou 25 – 50 g i.a./ha | 50 ou 250 – 500 mL/ha | Iniciar as aplicações quando houver aparecimento da praga na cultura. Repetir com intervalos de 10 dias, sempre rotacionando com inseticidas de modos de ação diferentes. Utilizar volume de calda de 500 a 1.000 L de água/ha, buscando atingir o ponto de escorrimento. Efetuar no máximo 5 aplicações por safra da cultura. |
Nota: um litro do produto comercial possui 100 gramas de Bifentrina. p.c.: produto comercial.
i.a.: ingrediente ativo.
CULTURA | PRAGAS | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÀO E VOLUME DE CALDA | |
g i.a./ha | mL/ha | |||
CANA-DE- AÇÚCAR | Cupins (Procornitermes triacifer) | 120 | 1200 | Aplicar o produto diretamente no sulco de plantio direcionando o bico a uma altura de 40 cm (bico/solo). Utilizar volume de aplicação de 90 L/ha. Efetuar uma única aplicação. |
Cupins (Heterotermes tenuis) | ||||
MILHO | Larva-de-vaquinha (Diabrotica speciosa) | 20-30 | 200-300 | O controle de larvas de Diabrotica deve ser feito por ocasião do plantio, em áreas com histórico de infestação da praga. Procederà aplicação de BITRIN 100 ECpreventivamente em jato dirigido no sulco de plantio no momento da realização da semeadura, cobrindo o produto que foi pulverizado imediatamente com terra. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultura. |
Nota: um litro do produto comercial possui 100 gramas de Bifentrina. p.c.: produto comercial.
i.a.: ingrediente ativo
CULTURA | PRAGAS | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÀO E VOLUME DE CALDA |
ARROZ | Gorgulho (Sitophilus zeamais) | 4 mL/ton | O tratamento preventivo dos grãos agranel deve ser feito por ocasião do carregamento dos silos graneleiros. |
Besouro (Rhyzopertha dominica) | |||
CEVADA | Besouro (Rhyzopertha dominica) | ||
FEIJÃO | Caruncho (Acanthoscelidesobtectus) | ||
MILHO | Gorgulho (Sitophilus zeamais) | ||
Besouro (Rhyzopertha dominica) | |||
TRIGO | Gorgulho (Sitophilus zeamais) | ||
Besouro (Rhyzopertha dominica) |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Anthonomus grandis | Bicudo | Ver detalhes |
| Arroz | Sitophilus zeamais | Caruncho dos cereais | Ver detalhes |
| Batata | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Heterotermes tenuis | Cupins | Ver detalhes |
| Canola | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Cevada | Rhizopertha dominica | Besourinho | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Coco | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmeiras, Lagarta-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Crisântemo | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Eucalipto | Thaumascotocoris peregrinus | Percevejo-bronzeado | Ver detalhes |
| Feijão | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Fumo | Epitrix fasciata | Pulga-do-fumo, Vaquinha-do-fumo | Ver detalhes |
| Mamão | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro-branco, Ácaro-tropical | Ver detalhes |
| Manga | Selenothrips rubrocinctus | Tripes-do-cacaueiro | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Milho | Sitophilus zeamais | Caruncho-dos-cereais, Gorgulho | Ver detalhes |
| Rosa | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Soja | Nezara viridula | Fede-fede, Percevejo-verde | Ver detalhes |
| Tomate | Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Uva | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Para grãos armazenados, o BITRIN 100 EC deve ser aplicado sobre os grãos de arroz, cevada, feijão, milho e trigo, no momento do carregamento do armazém, na correia transportadora, e homogeneizá-los, de forma que todo grão receba o inseticida.
Recomenda-se utilizar para a pulverização, três ou cinco bicos, sobre a correia transportadora, no túnel ou
na passarela. Em correia transportadora, recomenda-se também instalar tombadores para que os grãos sejam misturados quando estiverem passando sob a barra de pulverização. Durante este processo, devem ser verificadas a vazão dos bicos e a da correia transportadora. Recomenda-se diluir a dosagem de BITRIN EC em 1,0 a 2,0 litros de calda por tonelada, a ser uniformemente pulverizada sobre os grãos.
Bicos: bicos de jato cônico vazio ou bicos rotativos tipo MICRONAIR, que permitam a geração e deposição de um mínimo de 40 gotas/cm2 com um DMV de 110-150 "micra" sobre o alvo desejado.
Pulverização com pistola: utilizar pressão de trabalho de 200 a 300 lb/pol2 para plantas de até 6 metros de altura. Para alturas superiores, utilizar pressão superior e bicos com orifícios maiores.
Para garantir a eficácia do produto aplicar até o ponto de escorrimento procurando atingir o máximo possível a face inferior das folhas. Recomenda-se a rotação de grupos químicos no manejo de controle de Bemisia tabaci raça B, evitando a redução de suscetibilidade aos produtos disponíveis no mercado. Dentro do manejo integrado de pragas recomenda-se a alternância com outros grupos químicos, como organofosforados, carbamatos nas suas respectivas dosagens nos casos de altas infestações.
CULTURA | INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS) |
Grãos armazenados (arroz, cevada, feijão, milho e trigo) | 30 |
Tomate | 06 |
Batata, Coco, Citros, Melão, Melancia, Mamão, Manga, Uva | 07 |
Algodão | 15 |
Canola, Trigo | 14 |
Feijão, Soja | 20 |
Cana-de-açúcar, Crisântemo, Eucalipto, Fumo, Pastagem, Rosa | U.N.A. |
Milho | Não determinado devido àmodalidade de emprego |
UNA: Uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
BLADE é um inseticida fisiológico juvenóide, análogo ao hormônio juvenil, regulador de crescimento de insetos. O produto atua por contato e ação translaminar, principalmente sobre os ovos e ninfas provocando distúrbios no equilíbrio hormonal, impedindo que os insetos das formas jovens tornem-se adultos. As fêmeas que entram em contato com o produto colocam ovos inviáveis e também, diminuem a postura.
CULTURAS | PRAGAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DO PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO/ CICLO DE CULTURA |
Algodão | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 0,3-0,5 L/ha | 200-250 L/ha | 02 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Recomenda-se fazer as aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 15 dias. | ||||
Berinjela | Tripes Thrips palmi | 75 mL/100 L de água | 500-1000 L/ha | 02 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Fazer aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 7 a 10 dias. Para se obter melhor controle do Tripes, recomenda-se fazer as pulverizações de tal forma que atinja também o solo, considerando que este inseto passa o estádio pupal no solo. | ||||
Café | Bicho-mineiro-do-café Leucoptera coffeella | 0,5-1,0 L/ha | 500 L/ha | 02 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Recomenda-se fazer as aplicações por ano com intervalos de 15 a 20 dias. | ||||
Citros | Psilídio-dos-citros Diaphorina citri | 6,25 mL/100 L de água | 2000 L/ha | 02 |
Cochonilha-pardinha Selenaspidus articulatus | 50-75 mL/100 L de água | 10 L/planta | ||
Cochonilha-de-placa Orthezia praelonga | 75 mL/100 L de água | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Recomenda-se fazer as aplicações durante o ano com intervalo de 30 dias. | ||||
Feijão | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 250 mL/ha | 200-250 L/ha | 02 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Recomenda-se iniciar a aplicação do produto BLADE quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 02 aplicações por ciclo da cultura. | ||||
Gérbera | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 75 mL/100 L de água | 1200 L/ha | 03 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Deve-se fazer as aplicações com intervalos de 10 a 15 dias. | ||||
Maçã | Mariposa-oriental Grapholita molesta | 100 mL/100 L de água | 1000 L/ha | 02 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Fazer no máximo 02 aplicações, sendo a primeira aplicação imediatamente após a florada e a segunda duas semanas após a primeira. | ||||
Melancia | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 75-100 mL/100 L de água | 1000 L/ha | 02 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Recomenda-se realizar as aplicações durante o ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. | ||||
Melão | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 75-100 mL/100 L de água | 600-1000 L/ha | 01 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Recomenda-se realizar 1 aplicação durante o ciclo da planta. | ||||
Pepino | Tripes Thrips palmi | 75 mL/100 L de água | 500-1000 L/ha | 02 |
Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 800-1300 L/ha | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Recomenda-se fazer as aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 15 dias. | ||||
Pimentão | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 50-75 mL/100 L de água | 400-800 L/ha | 03 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Recomenda-se fazer as aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 10 a 14 dias. | ||||
Repolho | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 50-75 mL/100 L de água | 625 L/ha | 02 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Realizar as aplicações com intervalo de 7 dias. | ||||
Rosa | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 50-75 mL/100 L de água | 400 L/ha | 02 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Recomenda-se fazer aplicações com intervalo de 10 dias. | ||||
Soja | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 250 mL/ha | 200-300 L/ha | 01 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Recomenda-se fazer a aplicação no início da infestação da Bemisia tabaci raça B. | ||||
Tomate | Mosca-branca Bemisia tabaci | 75 mL/100 L de água | 400-1000 L/ha | 03 |
Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 50-100 mL/100 L de água | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Fazer aplicações durante o ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. | ||||
Uva | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 50-75 mL/100 L de água | 500-1000 L/ha | 02 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Recomenda-se fazer as aplicações durante o ciclo da cultura com intervalos de 10 dias entre as aplicações. | ||||
*O volume de calda recomendado pode variar conforme o porte do cultivo e o equipamento de aplicação utilizado.
As aplicações do BLADE devem ser iniciadas no início da infestação das pragas, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras “ninfas” ou formas jovens, intercalando as aplicações com outros produtos do programa de manejo de produtos, realizando no máximo 2 a 3 aplicações do produto BLADE, por ciclo da cultura.
No controle, principalmente da mosca-branca, a pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o BLADE.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Berinjela | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Citros | Diaphorina citri | Psilídeo | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Gérbera | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pepino | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Pimentão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Repolho | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Rosa | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Uva | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
BLADE deve ser aplicado em pulverização via terrestre utilizando-se pulverizador costal manual ou motorizado ou pulverizador de barra tratorizado, munido de bicos adequados. Em caso de aplicação com pulverizadores tratorizados dotado com barra/bicos, recomenda-se o uso de bicos cônicos tipo D2, D3 ou série X2, X3, e pressão de 80 a 150 lbs/pol². Deve-se regular o pulverizador de tal forma que a altura da barra fique de 30 a 50 cm acima do topo das plantas, e a distância entre bicos de 30 a 50 cm entre si.
Usando-se outros tipos de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme em toda a parte aérea das plantas.
Deve-se preparar a quantidade de calda suficiente para a aplicação. Para preparar a calda, coloque a dose indicada de BLADE no pulverizador com água até ¾ de sua capacidade e em seguida complete o volume agitando constantemente, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. A agitação deve ser constante durante a preparação da calda e aplicação do produto.
As aplicações devem ser feitas nas horas mais frescas do dia, de preferência na parte da manhã ou à tarde em condições de temperatura inferior a 27ºC, umidade relativa do ar acima de 70% e ventos abaixo de 10 km/h, utilizando-se quantidade de calda suficiente para dar boa cobertura sobre as plantas. Em caso de dúvidas, consultar um Engenheiro Agrônomo.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura)
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo.
A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Culturas | Intervalo de Segurança |
Algodão e Tomate | 7 dias |
Berinjela, Melancia e Pimentão | 3 dias |
Café | 15 dias |
Citros, Feijão, Melão, Repolho e Uva | 14 dias |
Gérbera | UNA* |
Maçã | 45 dias |
Pepino | 1 dia |
Rosa | UNA* |
Soja | 30 dias |
*Uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas | Nome comum/ Nome científico | Dose | Volume de Calda (L/ha) | Época, Número e Intervalo de aplicação |
Algodão | Curuquerê Alabama argillacea | 0,5 L/ha | 100 - 300 | Aplicar quando se constatar 2 lagartas/planta. Reaplicar se necessário. No máximo 3 aplicações com intervalo de 7 dias. |
Pulgão-do-algodoeiro Aphis gossypii | 0,3 -0,5 L/ha | Quando houver 10% das plantas atacadas. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de até 2 semanas. | ||
Ácaro-branco Polyphagotarsonemus latus | 1,5 L/ha | Quando houver 40% das plantas com sinais de ataque. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de até 2 semanas. | ||
Batata | Lagarta-rosca Agrotis ípsilon | 1,5 L/ha | 1000 | Aplicar no aparecimento dos primeiros sintomas de ataque da lagarta com plantas cortadas junto ao solo. Reaplicar se necessário, fazer no máximo 2 aplicações com intervalo de até 2 semanas. |
Café | Broca-do-café Hypothenemus hampei | 1,5 L/ha | 1000 | Quando o grau de infestação for maior ou igual a 5% nos grãos provenientes da primeira florada. Realizar até 2 aplicações, com Intervalo de aplicação de 20 a 30 dias |
Bicho-mineiro Leucoptera coffeella | 1,0 - 1,5 L/ha | Aplicar quando 20 % das folhas estiverem atacadas. Reaplicar se necessário, fazer no máximo 2 aplicações com intervalo de 30 dias. Utilizar a maior dose em alta infestação. | ||
Cochonilha-de-roseta Planococcus minor | Realizar uma aplicação em pulverização foliar em alto volume, cerca de 1.000 litros de calda/ha, quando se observar o início da infestação. Realizar 1 aplicação por safra. | |||
Cevada | Lagarta-do-trigo Pseudaletia sequax | 0,4 – 0,7 L/ha | 200 | Quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Reaplicar se necessário. Realizar no máximo 2 aplicações. |
Pulgão-da-folha Metopolophium dirhodum | 0,4 L/ha | |||
Pulgão-da-espiga Sitobion avenae | ||||
Citros | Mosca-das-frutas Ceratitis capitata | 200mL/100 L de calda | 400 - 500 | Assim que os frutos começarem a amadurecer. Realizar de 3 aplicações, voltar a aplicar na reinfestação da praga. |
Cochonilha-pardinha Selenaspidus articulatus | 100-150 mL/100 L de calda | Aplicar no início do aparecimento da praga, promovendo uma boa cobertura das plantas. Caso ocorra uma maior infestação, utilizar a dose maior, reaplicando quando houver necessidade. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 15 dias. | ||
Cochonilha-parlatoria Parlatoria cinerea | ||||
Cochonilha-ortezia Orthezia praelonga | ||||
Psilídeo Diaphorina citri | ||||
Feijão | Cigarrinha Empoasca kraemeri | 0,8 L/ha | 100 - 300 | Aplicar quando se observar o aparecimento da praga, reaplicando quando for necessário. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 15 dias. |
Mosca-branca Bemisia tabaci | 1,0 L/ha | |||
Broca-da-vagem Etiella zinckenella | 1,25 L/ha | |||
Lagarta-da-vagem Michaelus jebus | ||||
Maçã | Lagarta-enroladeira Bonagota cranaodes | 100-150 mL/100 L de calda | 1000 | Aplicar no início da infestação. Reaplicar, se necessário. Realizar no máximo 3 aplicações por safra da cultura. |
Milho | Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | 0,4 - 06 L/ha | 100 - 300 | Aplicar a partir da germinação até 60-70 dias. Com nível de controle de 10% para o período crítico (45-60 dias). Realizar no máximo 2 aplicações, com intervalo de aplicação de 10 dias. |
Lagarta-dos-capinzais Mocis latipes | 0,6 L/ha | Aplicar a partir da germinação até 60-70 dias, com nível de controle de 10% para o período crítico (45-60 dias). Realizar no máximo 3 aplicações). Com intervalo de aplicação de 10 dias. | ||
Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | 1,0 L/ha | Aplicar no período após a germinação até 60 a 70 dias de idade da cultura e repetir se |
Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | necessário com intervalo de 14 dias. Realizar no máximo 2 aplicações. | |||
Pastagens | Cigarrinha-das-pastagens Deois floavopicta | 1,0 L/ha | 300 - 400 | Aplicar no início do aparecimento das primeiras pragas, e repetir se necessário com intervalo de 30 dias. Realizar no máximo 2 aplicações. |
Soja | Lagarta-da-soja Anticarsia gemmatalis | 0,25-1,0 L/ha | 100 - 300 | Iniciar as aplicações ao se observar o surgimento da praga na lavoura. Repetir, se necessário com intervalo de 10 dias para a Broca-das-axilas e com intervalo de 21 dias para a Lagarta-da-soja. Realizar no máximo 2 aplicações. |
Broca-das-axilas Epinotia aporema | 0,8 L/ha | |||
Sorgo | Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | 0,5-0,75 L/ha | 200 | Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura. Caso seja necessário, reaplicar. Realizar no máximo 2 aplicações. |
Mosca-do-sorgo Stenodiplosis sorghicola | 0,62 L/ha | Aplicar quando 80% das plantas já tiverem florido. Se necessário repetir após 4 dias. Realizar no máximo 2 aplicações. | ||
Tomate Rasteiro | Broca-pequena-do-fruto Neoleucinodes elegantalis | 1,5 L/ha | 100 - 300 | Quando os frutos estiverem pequenos. Realizar no máximo 5 aplicações, com o intervalo de 1 a 2 semanas. |
Larva-minadora Liriomyza huidobrensis | 1,0 - 1,5 L/ha | Iniciar as aplicações, quando forem observados os primeiros sintomas de infestação por praga. Realizar no máximo 5 aplicações com intervalo de 7 dias. | ||
Trigo | Lagarta-rosca Agrotis ípsilon | 1,5 L/ha | 100 - 300 | Aplicar assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação. Reaplicar se necessário em intervalo de 1 a 2 semanas. Realizar no máximo 2 aplicações. |
Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | 1,25 L/ha | |||
Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | 0,75 L/ha | |||
Lagarta-do-trigo Pseudaletia sequax | 0,7 - 1,0 L/ha | |||
Quando 10% das plantas apresentarem colônias em formação. Realizar no máximo 2 aplicações. O intervalo de aplicação é de acordo com a reinfestação. | ||||
Pulgão-verde-dos-cereais Rhopalosiphum graminum | 0,2 - 0,3 L/ha | |||
Pulgão-da-folha Metopolophium dirhodum | 0,3 L/ha | |||
Pulgão-da-espiga Sitobion avenae | 0,4-0,5 L/ha |
Para fins industriais.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro-branco, Ácaro-tropical | Ver detalhes |
| Batata | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Café | Hypothenemus hampei | Broca-do-café | Ver detalhes |
| Cevada | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Citros | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Feijão | Etiella zinckenella | Broca-da-vagem, Lagarta-das-vagens | Ver detalhes |
| Maçã | Bonagota cranaodes | Lagarta-enroladeira-da-folha | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Trigo | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas. O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicar e poderá ser alterado conforme especificações técnicas do mesmo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos á Proteção á Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos á cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Utilizar água de boa qualidade, livre de material em suspensão, a presença destes pode reduzir a eficácia do produto. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até ¾ de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o BRIVA de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.
Antes de qualquer aplicação, verifique se o equipamento está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos á cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador. Antes de aplicar o BRIVA, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado.
Turbo-atomizadores (turbopulverizador): Utilizar pulverização tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponto do tipo cone vazio direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura. As pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutural da planta.
Volume de calda: 40 – 800L/há conforme recomendação agrônomica.
Pontas de pulverização e classe de gotas: Utilizar pontas de pulverização de jato plano, jato plano duplo ou jato cônico, que proporcionem classe de gotas fina ou média. Cabe ao Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação ou responsável técnico pela aplicação indicar a ponta de pulverização mais adequada, devendo sempre seguir parâmetros técnicos para a cultura, equipamentos, gerenciamento de deriva e condições meteorológicas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas á critérios do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes as atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriada e que tenha capacidade técnica de fornecer dados do mapa de voo realizado. Regular o equipamento
visando assegurar distribuição uniforme da calda e, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para os organismos não alvos. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Volume de calda: 10 a 50 L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.
A definição dos equipamentos de pulverização aérea e dos parâmetros mais adequados á tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições especificas locais, sob orientação de um engenheiro Agrônomo,
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas á critérios do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Devem-se obserar as condições climáticas ideias para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C;
Umidade relativa do ar acima de 50%;
Velocidade média do vento entre 3 e 10 Km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos,
Não limpe equipamentos próximos á nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região aplicada.
Cultura | Intervalo de Segurança (dias) |
Algodão, Batata, Café, Citros, Milho, Soja, Sorgo, Tomate e Trigo | 21 |
Feijão | 25 |
Cevada e Maçã | 14 |
Pastagens | 13 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURA | PRAGA Nome comum (Nome científico) | DOSE g p.c./ha (g i.a./ha) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | Época, intervalo e volume de aplicação |
ALGODÃO | Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii) | 611 – 815 (388 – 750) | 2 | O tratamento deve ser iniciado no surgimento da praga repetindo a aplicação, caso necessário, com intervalo mínimo de 10 dias entre as aplicações. Utilizar menor dose para baixa infestação e maior dose para alta infestação ou maior volume da copa da planta. Volume de calda: 300 a 400 L/ha |
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 408 – 611 (375 – 562) | |||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 815 – 1.223 (750 -1.125) | |||
Tripes (Frankliniella schultzei) | 408 – 611 (375 – 562) | |||
Tripes (Caliothrips brasiliensis) | 326 – 408 (300 – 375) | |||
Curuquerê (Alabama argillacea) | ||||
Lagarta-do-Algodão (Helicoverpa armigera) | 652 – 978 (600 – 900) | |||
AMENDOIM | Tripes-do-amendoim (Caliothrips brasiliensis) | 326 – 408 (300 – 375) | 1 | O tratamento deve ser iniciado no surgimento da praga. Utilizar menor dose para baixa infestação e maior dose para alta infestação ou maior volume da copa da planta. Volume de calda: 300 a 400 L/ha |
Tripes-do-amendoim (Enneothrips flavens) | ||||
Cigarrinha-verde (Empoasca spp.) | ||||
Lagarta-do-pescoço-vermelho (Stegasta bosquella) | 408 – 815 (375 – 750) | |||
BATATA | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 326 – 489 (300 – 450) | 3 | O tratamento deve ser iniciado no surgimento da praga repetindo a aplicação, caso necessário, com intervalo mínimo de 10 dias entre as aplicações. Utilizar menor dose para baixa infestação e maior dose para alta infestação ou maior volume da copa da planta. Volume de Calda:400 a 1000 L/ha |
Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | ||||
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | ||||
Traça-da-batatinha (Phthorimaea opercullela) | 611 – 1.223 (562 – 1.125) | |||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) |
CULTURA | PRAGA Nome comum (Nome científico) | DOSE g p.c./ha (g i.a./ha) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | Época, intervalo e volume de aplicação |
CEBOLA | Tripes (Thrips tabaci) | 489 – 978 (450 – 900) | 2 | O tratamento deve ser iniciado no surgimento da praga repetindo a aplicação, caso necessário, com intervalo mínimo de 14 dias entre as aplicações. Utilizar menor dose para baixa infestação e maior dose para alta infestação ou maior volume da copa da planta. Volume de calda: 200 a 400 L/ha |
CENOURA | Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens) | 611 – 815 (562 – 750) | 2 | O tratamento deve ser iniciado no surgimento da praga repetindo a aplicação, caso necessário, com intervalo mínimo de 14 dias entre as aplicações. Utilizar menor dose para baixa infestação e maior dose para alta infestação ou maior volume da copa da planta. Volume de calda: 400 L/ha |
CITROS | Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulatus) | 815 - 1.223 (750 - 1.125) | 2 | O tratamento deve ser iniciado no surgimento da praga repetindo a aplicação, caso necessário, com intervalo mínimo de 10 dias entre as aplicações. Utilizar menor dose para baixa infestação e maior dose para alta infestação ou maior volume da copa da planta. Volume de calda: 2000 L/ha |
Cochonilha-da-raiz (Parlatoria pergandii) | ||||
Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) | ||||
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | ||||
FEIJÃO | Lagarta-enroladeira-das-folhas (Hedylepta indicata) | 408 - 815 (375 - 750) | 1 | O tratamento deve ser iniciado no surgimento da praga. Utilizar menor dose para baixa infestação e maior dose para alta infestação ou maior volume da copa da planta. Volume de calda: 300 a 400 L/ha |
Tripes-do-prateamento (Caliothrips brasiliensis) | 815 (750) | |||
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 163 – 408 (150 - 375) | |||
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | ||||
Varquinha-verde (Diabrotica speciosa) | 408 – 815 (375 - 750) | |||
MELÃO | Pulgão-das-inflorescências (Aphis gossypii) | 204 (187,6) | 3 | O tratamento deve ser iniciado no surgimento da praga. Utilizar menor dose para baixa infestação e maior dose para alta infestação ou maior volume da copa da planta. Volume de calda: 300 a 400 L/ha |
CULTURA | PRAGA Nome comum (Nome científico) | DOSE g p.c./ha (g i.a./ha) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | Época, intervalo e volume de aplicação |
MILHO | Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | 652 – 815 (600 – 750) | 2 | O tratamento deve ser iniciado no surgimento da praga repetindo a aplicação, caso necessário, com intervalo mínimo de 10 dias entre as aplicações. Utilizar menor dose para baixa infestação e maior dose para alta infestação ou maior volume da copa da planta. Volume de calda: 250 L/ha |
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) | ||||
Cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) | 815 (750) | |||
SOJA | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 611 – 815 (562 – 750) | 2 | O tratamento deve ser iniciado no surgimento da praga repetindo a aplicação, caso necessário, com intervalo mínimo de 10 dias entre as aplicações. Utilizar menor dose para baixa infestação e maior dose para alta infestação ou maior volume da copa da planta. Volume de calda: 250 a 400 L/ha |
Lagarta-mede-palmo (Trichoplusia ni) | 163 – 408 (150 – 375) | |||
Percevejo-verde-pequeno (Piezodorus guildini) | 652 – 815 (600 – 750) | |||
Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | ||||
Percevejo-da-soja (Nezara viridula) | ||||
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 815 (750) | |||
Tripes-do-feijoeiro (Caliothrips phaseoli) | 408 (375) | |||
Tripes (Frankliniella rodeos) | ||||
Tripes (Frankliniella schultzei) | ||||
Lagarta-enroladeira-das-folhas (Hedylepta indicata) | 489 – 815 (450 – 750) | |||
Pulgão-verde (Myzus persicae) | 815 (750) | |||
Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | ||||
Tripes (Thrips palmi) | 408 – 611 (375 – 562) | |||
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | ||||
TOMATE INDUSTRIAL | Mosca Branca (Bemisia tabaci raça B) | 815 (750) | 3 | O tratamento deve ser iniciado no surgimento da praga repetindo a aplicação, caso necessário, com intervalo mínimo de 10 dias entre as aplicações. Utilizar menor dose para baixa infestação e maior dose para alta infestação ou maior volume da copa da planta. Volume de calda: 300 a 1000 L/ha |
Pulgão Verde (Myzus persicae) | ||||
Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | ||||
Tripes (Thrips palmi) | 408 – 611 (375 – 562) | |||
Tripes (Frankliniella schultzei) | ||||
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | ||||
Minadora-das-folha (Lyriomyza huidobrensis) | ||||
Broca-grande-do-fruto (Helicoverpa zea) | 611 – 815 (562 - 750) | |||
Ácaro-vermelho (Tetranychus evansi) |
Nota: 1 Quilo do produto comercial CEFANOL GOLD contém 920 gramas de acefato.
p.c. – produto comercial; i.a. – ingrediente ativo
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Heliothis virescens | Lagarta-das-maçãs | Ver detalhes |
| Amendoim | Stegasta bosquella | Lagarta-do-pescoço-vermelho | Ver detalhes |
| Batata | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Cenoura | Chrysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira | Ver detalhes |
| Citros | Parlatoria pergandii | Cochonilha-da-raiz, Cochonilha-Parlatoria | Ver detalhes |
| Feijão | Caliothrips brasiliensis | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-prateamento | Ver detalhes |
| Melão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Milho | Dalbulus maidis | Cigarrinha-do-milho | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento. Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas desejado.
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
Encher o tanque com água limpa com ¼ do volume de calda recomendado
Iniciar agitação no tanque
Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao colocá-lo na água ele se dissolverá rapidamente.
Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem recomendada.
Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A agitação contínua é necessária para a boa mistura.
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Amendoim, Feijão e Melão. | 14 dias |
Algodão, Batata, Cebola e Soja. | 21 dias |
Citros | 28 dias |
Cenoura, Milho e Tomate industrial | 35 dias |
CULTURA | PRAGA Nome comum (Nome científico) | DOSE | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
ALGODÃO | Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii) | 0,75 - 1,0 kg/ha | 300-400 L/ha | 2 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos |
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 0,5 - 0,75 kg/ha | ||||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 1,0 - 1,5 kg/ha | ||||
Tripes (Frankliniella schultzei) | 0,5 - 0,75 kg/ha | ||||
Tripes (Caliothrips brasiliensis) | 0,4 - 0,5 kg/ha | ||||
Curuquerê (Alabama argillacea) | |||||
AMENDOIM | Tripes-do-amendoim (Caliothrips brasiliensis) | 0,4 - 0,5 kg/ha | 300-400 L/ha | 1 | |
Tripes-do-amendoim (Enneothrips flavens) | |||||
Cigarrinha-verde (Empoasca spp) | |||||
Lagarta-do-pescoço- vermelho (Stegasta bosquella) | 0,5 - 1,0 kg/ha | ||||
BATATA | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 0,4 - 0,6 kg/ha | 400 - 600 L/ha | 3 | |
Pulgão-das- solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | |||||
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | |||||
Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | 0,75 - 1,5 kg/ha | 750 – 1500 L/ha |
CULTURA | PRAGA Nome comum (Nome científico) | DOSE | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
CITROS | Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulatus) | 1,0-1,5 kg/ha | 2000 L/ha | 2 | |
Cochonilha-da-raiz (Parlatoria pergandii) | |||||
Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) | |||||
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | |||||
FEIJÃO | Lagarta-enroladeira- das-folhas (Hedylepta indicata) | 0,5 - 1,0 kg/ha | 300 - 400 L/ha | 1 | |
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | |||||
Tripes-do- prateamento (Caliothrips brasiliensis) | 1,0 kg/ha | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 0,2 - 0,50 kg/ha | ||||
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | |||||
MELÃO | Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 0,25 kg/ha | 400 L/ha | 3 | |
SOJA | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,75 - 1 kg/ha | 300-400 L/ha | 2 | |
Percevejo-da-soja (Nezara viridula) | |||||
Lagarta-mede-palmo (Trichoplusia ni) | 0,2 - 0,5 kg/ha | ||||
Percevejo-verde- pequeno (Piezodorus guildinii) | 0,8 - 1,0 kg/ha |
CULTURA | PRAGA Nome comum (Nome científico) | DOSE | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | |||||
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 1 kg/ha | ||||
Tripes-do-feijoeiro (Caliothrips phaseoli) | 0,5 kg/ha | ||||
Tripes (Frankliniella rodeos) | |||||
Tripes (F. schultzei) | |||||
Lagarta-enroladeira- das-folhas (Hedylepta indicata) | 0,6 - 1,0 kg/ha | ||||
TOMATE Industrial | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 1 kg/ha | 500 - 750 L/ha | 3 | |
Pulgão-das- solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | |||||
Tripes (Thrips palmi) | 0,5 - 0,75 kg/ha | ||||
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | |||||
Minadora-das-folhas (Lyriomyza huidobrensis) | |||||
Broca-grande-do- fruto (Helicoverpa zea) | 0,75 - 1,0 kg/ha | 750 - 1000 L/ha | |||
Ácaro-vermelho (Tetranychus evansi) |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Amendoim | Enneothrips flavens | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-bronzeamento | Ver detalhes |
| Batata | Macrosiphum euphorbiae | Pulgão-das-solanáceas, Pulgão-verde-escuro | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Feijão | Hedylepta indicata | Lagarta-do-feijão, Lagarta-enroladeira-das-folhas | Ver detalhes |
| Melão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Soja | Trichoplusia ni | Falsa-medideira-da-couve, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Tomate | Helicoverpa zea | Broca-grande-do-fruto, Broca-grande-do-tomate | Ver detalhes |
Deve-se utilizar pulverizador de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples, defletor ou com pré-orifício, visando à produção de gotas médias para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Recomendação específica para arbóreas:
Deve-se utilizar pulverizador montado ou de arrasto com assistência de ar (turbina). Utilizar pontas que produzam jato cônico vazio, ou demais tecnologias de bicos que possibilitem a produção de gotas finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. Ajustes no volume de ar produzido pela turbina podem ser necessários, dependendo do pulverizador, bem como no direcionamento do ar restrito ao formato da planta, para que as gotas se depositem adequadamente no alvo, evitando problemas com deriva. A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Preparo da calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente as embalagens hidrossolúveis no tanque ou pré-misturador. Adicione a embalagem fechada e jamais corte ou abra a embalagem hidrossolúvel. Mantenha a agitação totalmente ligada no tanque ou no pré-misturador por no mínimo 5 minutos após a adição da última embalagem. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.
Condições climáticas durante a aplicação:
Realizar as pulverizações quando as condições climáticas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo:
Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada;
Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Pulverizadores de arbóreas (turbo atomizadores):
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator, adicionar produto limpante, manter por 5 minutos a agitação, e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Remova e limpe todas as pontas do pulverizador e suas peneiras, caso sejam utilizadas;
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos ramais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Amendoim, Feijão, Melão | 14 |
Algodão, Batata, Citros, Soja | 21 |
Tomate Industrial | 35 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
O produto CHEFER 700 WG é um inseticida sistêmico do grupo químico dos neonicotinóides que age por ingestão ou por contato direto. Ele rompe os receptores nicotínicos da acetilcolina no sistema nervoso central dos insetos.
CHEFER 700 WG é indicado para o controle de pragas nas culturas de cana-de-açúcar, cebola, eucalipto, fumo, melão.
Cultura | Modalidade de Aplicação | Pragas Controladas | Dose P.C.¹ | Volume de Calda |
Nome comum Nome científico | ||||
Cana-de- açúcar | Pulverização sulco de plantio | Cupim Heterotermes tenuis | 400 g/ha | 150 a 200 L/ha |
Cebola | Terrestre, jato dirigido (Esguicho) | Tripes Thrips tabaci | 100 g/ha | 300 a 800 L/ha |
Fumo (Canteiro) | Rega no canteiro de mudas | Pulgão-verde Myzus persicae | 15 g/50 m² | 40 L de água/ 50m² |
Broca-do-fumo Faustinus cubae | ||||
Fumo (Lavoura) | “Drench” (esguicho) | Pulgão-verde Myzus persicae | 360 g/ha | 200 a 500 L/ha |
Broca-do-fumo Faustinus cubae | ||||
Melão | “Drench” (esguicho) | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 300 g/ha | 10-15 mL/muda |
Pulgão-das- inflorescências Aphis gossypii | 200 g/ha | |||
Tripes Thrips palmi | 200 g/ha | |||
Gotejamento | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 300 g/ha | 250 mL de calda/bandeja | |
Cupim- de-monte | Terrestre (perfuração do cupinzeiro) | Cupins Cornitermes cumulans | 30 g/100 L de água | 1 L/ninho |
¹ P.C. = Produto comercial.
* Para o cálculo de calda, considerou-se uma população de 2000 plantas/ha.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Syntermes molestus | Cupim, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Alho | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Heterotermes tenuis | Cupins | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Citros | Toxoptera citricida | Pulgão-preto, Pulgão-preto-dos-citrus | Ver detalhes |
| Cupim-de-monte | Cornitermes cumulans | cupim | Ver detalhes |
| Eucalipto | Leptocybe invasa | Vespa-da-galha | Ver detalhes |
| Fumo | Faustinus cubae | Broca-do-caule-do-tomateiro, Broca-do-fumo | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pinus | Cinara atlantica | Pulgão-do-pinus | Ver detalhes |
Para a preparação da calda, o CHEFER 700 WG deve ser misturado em água limpa suficiente para uma boa cobertura da área a ser tratada e diluindo a dose recomendada ao volume de água indicado. Para tratamentos foliares ou de solo, a aplicação é feita através de pulverização terrestre, utilizando-se pulverizadores costais (manuais ou motorizados) ou tratorizados, com bicos para aplicação dirigida.
Nas culturas de alho e cebola utilizam-se pulverizadores de barra com bicos cônicos, aplicando-se 300 – 800 L de calda/ha
Na cultura de cana-de-açúcar pulverizar em jato dirigido sobre os toletes dentro do sulco de plantio, usando bico de jato leque e volume de calda de 150 a 200 L/ha.
Na cultura de eucalipto o produto deverá ser diluído em água e aplicado das seguintes formas:
Antes do plantio: proceder a imersão das bandejas com as mudas durante um período de 30 segundos, em seguida retirá-las e deixar escorrer o excesso de calda por um período de 2 minutos. Aguardar a secagem das bandejas antes de efetuar o plantio das mudas, Ou,
Após o plantio: aplicar 25 mL de calda na base de cada planta, utilizando-se pulverizador costal, aplicando antes da floração no máximo.
Na cultura do fumo, o produto deverá ser diluído em água e aplicado nas seguintes formas:
Lavoura: coloca-se um saquinho (30 g) em um pulverizador costal e faz-se uma única aplicação logo após o transplante com jato dirigido planta a planta (esguicho) de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo. Recomenda-se de 10 a 15 mL de calda/planta, gastando-se 180 a 240 L de calda/há, o que corresponde a 12 cargas de 15 ou 20 L do pulverizador costal, respectivamente.
Na cultura de melão realiza-se a aplicação, por esguicho, logo após a emergência das plantas, empregando- se 10 – 15 ml de calda por muda.
O controle de cupins será feito após a identificação e localização dos ninhos. O cupinzeiro deve ser perfurado utilizando-se uma barra de aço com aproximadamente 25 mm de diâmetro, seguida da introdução de um litro da calda previamente preparada (30 gramas de CHEFER 700 WG/100 litros de água) neste buraco.
Para as culturas de tomate e melão, o produto pode ser aplicado diluído na água de irrigação, respeitando-se a dose de produto recomendada por hectare.
Os volumes de calda recomendados variam de acordo com a cultura, estágio de crescimento e condições climáticas, devendo seguir as instruções de um Engenheiro Agrônomo.
As aplicações devem ser feitas nas horas mais frescas do dia, evitando-se momentos de ventos fortes. Temperatura inferior a 27ºC, umidade relativa acima de 60% e velocidade do vento até 10 km/hora.
Antes da aplicação, verificar se o equipamento está limpo e bem conservado.
Após a aplicação com o CHEFER 700 WG, o equipamento de aplicação deverá ser lavado imediatamente, para evitar a formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, torna a limpeza mais difícil. Este procedimento deverá ser feito longe de nascentes, fontes de água e de plantas úteis. Para a sua realização, siga os seguintes passos:
Esvaziar o equipamento de pulverização. Enxaguar completamente o pulverizador e fazer circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores. No caso da existência de depósitos do produto, os mesmos devem ser soltos e removidos. O material resultante desta operação deve ser pulverizado na área tratada com o produto.
Completar o pulverizador com água limpa e circular a solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligar a barra e encher o tanque com água limpa. Circular pelo sistema de pulverização durante 15 minutos. Circular pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvaziar o tanque na área tratada com o produto.
Completar novamente o pulverizador com água limpa e adicionar amoníaco de uso doméstico (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro para cada 100 litros de água). Circular a solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligar a barra e encher o tanque com água limpa e circular pelo sistema de
pulverização por 15 minutos. Circular então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvaziar o tanque em local que não atinja corpos d´água, nascentes ou plantas úteis.
Remover e limpar os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repetir o passo 3.
Enxaguar completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa por, pelo menos, 2 vezes.
Limpar tudo que estiver associado ao pulverizador, inclusive o material utilizado no enchimento do tanque. Tomar todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpar o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descartar a água remanescente da lavagem e resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Cebola | 21 dias |
Cana-de-açúcar | não determinado devido à modalidade de aplicação |
Fumo | Uso Não Alimentar |
Melão | 40 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cor da faixa: Amarelo PMS Yellow C
INSTRUÇÕES DE USO:
Cultura | Alvo-biológico | Dose de aplicação (produto comercial | Volume de calda (L/ha) Aplicação | ||
Nome comum | Nome científico | Terrestr e | Aére a | ||
Algodão | Curuquerê | Alabama argillacea | 0,5 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Broca-do-algodoeiro | Eutinobothrus brasiliensis | 0,8-2 L/ha | |||
Pulgão-do-algodoeiro | Aphis gossypii | 0,3-0,5 L/ha | |||
Lagarta-das-maçãs | Heliothis virescens | 1,5-2 L/ha | |||
Lagarta-rosada | Pectinophora gossypiella | 1,5-2 L/ha | |||
Batata | Lagarta-rosca | Agrotis ipsilon | 1,5 L/ha | 100-300 | - |
Café | Broca-do-café | Hypothenemus hampei | 1-1,5 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Bicho-mineiro-do- café | Leucoptera coffeella | ||||
Citros | Mosca-das-frutas | Ceratitis capitata | 200 mL/100 L | 400-500 | - |
Cochonilha-pardinha | Selenaspidus articulatus | 100-150 mL/100 L | |||
Cochonilha-de-placa | Orthezia praelonga | 100-300 | |||
Cochonilha-parlatoria | Parlatoria cinerea | 400-500 | |||
Psilideo | Diaphorina citri | 100-300 | |||
Feijão | Mosca-branca | Bemisia tabaci | 1 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Mosca-branca | Bemisia tabaci raça B | 1-1,25 L/ha | |||
Cigarrinha-verde | Empoasca kraemeri | 0,8 L/ha | |||
Milho | Lagarta-do-cartucho | Spodoptera frugiperda | 0,4 -0,6 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Lagarta-rosca | Agrotis ipsilon | 1 L/ha | |||
Lagarta-elasmo | Elasmopalpus lignosellus | ||||
Soja | Lagarta-da-soja | Anticarsia gemmatalis | 0,4-1 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Broca-das-axilas | Epinotia aporema | 0,8 L/ha | |||
Tomate | Broca-pequena-do- fruto | Neoleucinodes elegantalis | 1,5 L/ha | 1000 | - |
Larva-minadora | Lyriomyza huidobrensis | 1-1,5 L/ha | |||
Trigo | Lagarta-do-trigo | Pseudaletia sequax | 0,7-1 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Pulgão-da-espiga | Sitobion avenae | 0,4-0,5 L/ha | |||
Notas:
1 L de CLOFOS 480 EC contém 480 g/L do ingrediente ativo clorpirifós. As doses variam conforme o nível de infestação.
Algodão | - Iniciar a aplicação do produto: Alabama argillacea (Curuquerê): quando houver 2 lagartas/planta, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Aphis gossypii (Pulgão): quando houver 10% das plantas atacadas, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Euthinobothrus brasiliensis (Broca): 20 dias após a germinação, 1 a 2 aplicações.Intervalo de aplicação: 1 semana. Heliothis virescens (Lagarta-das-maçãs): quando houver 10% de infestação (1 lagarta pequena = menor que 10 mm) em 10 plantas examinadas. Pectinophora gossypiella (Lagarta-rosada): quando constatar 15 machos/dia, em amostragem com o uso de armadilhas, com feromônio sexual. Número de aplicações: até 3 pulverizações por safra da cultura. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
Batata | - Iniciar a aplicação do produto assim que forem observados os primeiros sintomas de infestação. Intervalo de aplicação: 2 semanas. Número de aplicações: até 2 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 100 a 300 L/há (pulverização terrestre). |
Café | - Iniciar a aplicação do produto: Hypothenemus hampei (Broca): quando o grau de infestação for maior ou igual a 5% nos grãos provenientes da primeira florada, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 20 a 30 dias. Leucoptera coffeella (Bicho mineiro): quando mais ou menos 20% das folhas estiverem contaminadas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 30 a 45 dias. Número de aplicações: até 2 aplicações por safra da cultura. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
Citros | - Iniciar a aplicação do produto: Ceratitis capitata (Mosca das frutas): Assim que os frutos começarem a amadurecer, 2 a 3 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Volume de calda: 400-500 L/ha. Selenaspidus articulatus (Cochonilha pardinha): Aplicar no início da infestação. Reaplicar, se necessário. Aplicar até o ponto de escorrimento. Volume de calda: 400-500 L/ha. Parlatoria cinerea (Cochonilha parlatoria): Aplicar no início da infestação, com a calda dirigida ao tronco e ramos primários. Reaplicar, se necessário. Volume de calda: 400-500 L/ha. Orthezia praelonga (Cochonilha-ortezia): Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário. Realizar até duas aplicações por safra. Volume de calda: 100-300 L/ha. Diaphorina citri (Psilídeo): Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário, até duas aplicações por safra. Volume de calda: 100 a 300 L/há (pulverização terrestre). Número de aplicações: até 3 aplicações por ciclo da cultura. |
O produto deve ser aplicado com uso de óleo mineral na calda na proporção de 0,25% (250 mL/100L) | |
Feijão | - Iniciar a aplicação do produto quando aparecerem as primeiras pragas. Número de aplicações: até 2 aplicações por ciclo da cultura. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
Milho | - Iniciar a aplicação do produto: Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho): no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura, 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Usar bico leque. Elasmopalpus lignosellus (Lagarta elasmo): no período após a germinação até uma altura aproximada de 35 cm, com jato dirigido à base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas; Agrotis ipisilon (Lagarta Rosca): no período após a germinação até 30 dias de idade da cultura, com jato dirigido à base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Número de aplicações: até 3 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
Soja | - Iniciar a aplicação do produto: Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja): quando forem encontradas 20 lagartas/metro linear, 1 a 2 aplicações. Epinotia aporema (Broca das axilas): quando forem encontradas 20% de plantas com ponteiros danificados, 1 a 2 aplicações. Número de aplicações: até 2 aplicações por ciclo da cultura. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
Tomate (rasteiro) | - Iniciar a aplicação do produto: Neoleucinodes elegantis (Broca pequena): quando os frutos estiverem pequenos, 4 a 7 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Liriomyza huidobrensis (Mosca minadora): assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação. Se necessário, reaplicar com intervalo de 10 dias. Número de aplicações: até 2 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 1000 L/ha (pulverização terrestre). |
Trigo | - Iniciar a aplicação do produto: Sitobion avenae (Pulgão das espigas): quando forem encontrados mais de 10 pulgões/espiga, 1 a 2 aplicações. Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo): Quando aparecerem os primeiros focos de infestação, 1 a 2 aplicações. Número de aplicações: até 2 aplicações por ciclo da cultura. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Citros | Parlatoria cinerea | Cochonilha-de-carapaça, Picuinha | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Milho | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Equipamentos de aplicação:
Equipamentos tratorizados ou através de aeronaves agrícolas.
Aplicação terrestre:
Através de tratores com pulverizador com barra equipada com bicos JA2 ou similares (exceto para lagarta do cartucho em milho que recomenda-se bico leque série 80.03 ou 80.04 sobre a linha da cultura) procurando obter gotas de pulverização com tamanho de 100 a 400 micra e, densidade mínima de 40 gotas/cm2.
Fechar o registro do pulverizador durante as paradas e manobras com o equipamento para evitar-se a sobreposição nas áreas tratadas.
Aplicação através de aeronave agrícola:
Equipamento com barra ou "micronair". Para aplicação aérea utilizar equipamento GPS, não utilizar balizamento com bandeirinhas.
Condições climáticas:
Não aplicar o produto com ventos superiores a 10 km/h, não aplicar sob chuva; temperatura deverá ser inferior a 30°C; umidade relativa deverá ser superior a 50%. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
NOTA: Os volumes de calda citados em faixa variam em função do estado vegetativo, densidade foliar e porte das plantas.
Encher ¾ do volume do tanque de pulverização com água e adicionar CLOFOS 480 EC mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Algodão: 21; Batata: 21; Café: 21; Citros: 21; Feijão: 25; Milho: 21; Soja: 21; Tomate: 21;
Trigo: 21.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CLOPANTO, NANOFOS, RAINIFOS, TEMINATOR é um inseticida organofosforado com ação de contato e ingestão, recomendado para o controle de pragas nas culturas de algodão, batata, café, cevada, citros, feijão, maçã, milho, pastagem, soja, sorgo, tomate rasteiro para fins industriais e trigo.
Cultura | Pragas Nome comum (nome científico) | Dose | Volume de calda (L/ha) | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
Algodão | Pulgão-das-inflorescências (Aphis gossypii) | 0,3 – 0,5* L/ha | 300 | Aplicar quando houver 10% das plantas atacadas. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 1 a 2 semanas. |
Curuquerê (Alabama argillacea) | 0,7 L/ha | Aplicar quando houver 2 lagartas/planta. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 1 a 2 semanas. | ||
Broca-da-raiz (Eutinobothrus brasiliensis) | 0,8 – 2,0* L/ha | Aplicar 20 dias após a germinação, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação de 1 semana. | ||
Lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella) | 1,5 – 2,0* L/ha | Aplicar quando, em amostragem com o uso de armadilhas, com feromônio sexual, forem contatados 15 machos/dia. Em lavoura só com flores (50 a 70 dias da emergência) examinar 2 flores por planta em 10 plantas amostradas. Aplicar quando houver 10% de flores com lagartas. Em lavoura com maçãs pequenas (após 70 dias da emergência) examinar duas maçãs do ponteiro/planta em 10 plantas. Aplicar quando houver 5% das maçãs atacadas. Em todos os casos, realizar de 1 a 3 aplicações com intervalo de 1 a 2 semanas. | ||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 1,5 – 2,0* L/ha | Aplicar quando houver 10% de infestação em 10 plantas examinadas. Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura. | ||
Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 1,75 – 2,0* L/ha | 40 - 300 | Aplicar quando forem constatadas 1 – 2 lagartas L1 – L2 m². Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura |
Aéreo: 10 - 50 | ||||
Intervalo de segurança: 21 dias | ||||
Batata | Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,5 L/há | 300 | Monitorar a lavoura desde o plantio, observando também se a praga já estava presente na cultura anterior. Aplicar quando aparecerem as primeiras plântulas cortadas. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 7 dias. |
Larva-alfinete (Diabrotica speciosa) | 3,0– 4,0* L/há | A aplicação deve ser feita imediatamente após o plantio e antes do fechamento do sulco. Realizar apenas 1 aplicação, por ciclo da cultura. | ||
Intervalo de segurança: Foliar: 21 dias Solo: Não determinado devido a modalidade de emprego | ||||
Café | Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) | 1,0 – 1,5* L/ha | 500 | Aplicar quando 20% das folhas estiverem contaminadas. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 30 dias. |
Broca-do-café (Hypothenemus hampei) | 1,5 L/ha | Aplicar quando o grau de infestação for maior ou igual a 5% nos grãos provenientes da primeira florada. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 30 dias. | ||
Cochonilha (Planococcus minor) | Aplicar quando aparecerem as primeiras pragas. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 22 dias. | |||
Intervalo de segurança: 21 dias | ||||
Cevada | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 0,4 – 0,7* L/ha | 300 | Aplicar quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Realizar no máximo 2 aplicações, com intervalo de aplicação de acordo com a reinfestação. |
Pulgão-da-folha (Metopolophium dirhodum) | 0,4 L/ha | |||
Pulgão (Sitobion avenae) | ||||
Intervalo de segurança: 14 dias | ||||
Citros | Cochonilha-de-carapaça (Parlatoria cinerea) | 100 – 150* mL/100 L água | 100 - 300 L/ha (para mosca-das-frutas utilizar 400 - 500 L/ha) | Aplicar no início do aparecimento da praga, promovendo uma boa cobertura das plantas. Caso ocorra uma maior infestação, utilizar a dose maior, reaplicando quando houver necessidade, realizar no máximo fazer no máximo 2 aplicações por safra da cultura com intervalo de 15 dias. Orethezia praelonga: Adicionar óleo mineral 0,25% v/v (250 ml/100 L) |
Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulatus) | ||||
Cochonilha ortezia (Orthezia praelonga) | ||||
Psilídeo (Diaphorina citri) | ||||
Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 mL/ 100 L água | Realizar monitoramento de armadilhas caça-moscas e iniciar a aplicação quando aparecer uma média de 1 mosca por garrafa (armadilha). Reaplicar quando a praga atingir este nível populacional novamente, principalmente na fase de mudança de cor do fruto. Realizar no máximo a 2 aplicações com intervalo de 35 dias. | ||
Intervalo de segurança: 21 dias | ||||
Feijão | Lagarta-das-vagens (Michaelus jebus) | 1,25 L/ha | Aplicar quando aparecerem as primeiras pragas. Realizar no máximo 02 | |
Broca-da-vagem (Etiella zinckenella) | 200 a 400 | aplicações, com intervalo de aplicação de acordo com a reinfestação. | ||
Cigarrinha (Empoasca kraemeri) | 0,8 L/ha | |||
Tripes (Thrips tabaci) | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 1 – 1,25* L/ha | Aplicar no início da infestação, reaplicando quando necessário, fazer no máximo 2 aplicações com intervalo de 15 dias. | ||
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 1 L/ha | 100- 400 | Aplicar quando aparecerem as primeiras pragas. Realizar no máximo 02 aplicações em função da reinfestação. | |
Intervalo de segurança: 25 dias | ||||
Maçã | Lagarta-enroladeira-da-folha (Bonagota cranaodes) | 100 – 150* mL/100 L água | 1.000 | O monitoramento deve ser feito com armadilhas de feromônio, na proporção de 1 a 2 por 5 ha. Aplicar quando atingir o nível de controle: 20 machos/armadilha/semana. Realizar 2 a 3 aplicações com intervalo de 10 dias. |
Intervalo de segurança:14 dias | ||||
Milho | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,4 – 0,6* L/ha | 300 a 400 | Aplicar no início das raspagens das folhas pelas lagartas. Realizar 1 a 2 aplicações com intervalo de 30 dias |
Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,0 L/ha | Aplicar no período após a germinação até 30 dias de idade da cultura, com jato dirigido à base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. | ||
Curuquerê-dos-capinzais (Mocis latipes) | 0,6 L/ha | Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. | ||
Broca-do-colo (Elasmopalpus lignosellus) | 1,0 L/ha | Aplicar no período após a germinação até uma altura aproximada de 35 cm, com jato dirigido à base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. | ||
Intervalo de segurança: 21 dias | ||||
Pastagem | Cigarrinha-das-pastagens (Deois flavopicta) | 1,0 L/ha | 300 | Iniciar a aplicação quando aparecerem as primeiras pragas. Realizar de 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. |
Intervalo de segurança: 13 dias | ||||
Soja | Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | 0,8 L/ha | 300 | Quando forem encontradas 20% de plantas com ponteiros danificados, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. |
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,25 – 1,0* L/ha | Iniciar a aplicação quando forem encontradas 20 lagartas/metro linear. Realizar de 1 a 2 aplicações, com o intervalo de aplicação em função da reinfestação. | ||
Percevejo-verde-pequeno (Piezodorus guildinii) | 1,5 L/ha | Lavoura de produção de grãos: controlar quando encontrar 4 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. Lavoura de produção de sementes: controlar quando encontrar 2 percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano. Realizar 1 a 2 aplicações com intervalo de 20 dias. | ||
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | ||||
Percevejo-da-soja (Nezara viridula) | ||||
Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 1,0 L/ha | 40 - 300 Aéreo: 10 - 50 | Aplicar quando aparecerem as primeiras lagartas L1 - L2, fase vegetativa 7 lagartas/m, fase reprodutiva 2 lagartas/m linear. Obs.: Não recomendado o uso para lagartas grandes (maiores de 2 cm). Realizar no máximo 02 aplicações com intervalo de 07 dias. | |
Lagarta-falsa-medideira (Rachiplusia nu) | 0,7 – 1,0*L/ha | 300 - 600 | Aplicar quando forem encontradas em torno de 40 lagartas grandes (maiores que 1,5 cm) por batida de pano ou 30% de desfolha no período anterior à floração e quando forem encontradas em torno de 40 lagartas grandes ou 15% de desfolha após a floração. Realizar no máximo 02 aplicações com intervalo de 20 dias | |
Lagarta –rosca (Agrotis ipsilon) | 1,5 L/ha | 150 - 250 | Monitorar a lavoura desde o plantio, observando também se a praga já estava presente na cultura anterior. Pulverizar junto ao colo da planta, logo após o aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. Realizar no máximo 02 aplicações com intervalo de 20 dias | |
Intervalo de segurança: 21 dias | ||||
Sorgo | Mosca-do-sorgo (Stenodiplosis sorghicolla) | 0,62 L/ha | 300 | Aplicar quando 80% do sorgal estiver florido. Se necessário, repetir após 4 dias. |
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,5 – 0,75* L/ha | Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura. Realizar de 1 a 2 aplicações e o intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. | ||
Intervalo de segurança: 21 dias | ||||
Tomate rasteiro com fins industriais | Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 1,5 L/ha | 800 a 1.000 | Aplicar preventivamente a partir do início do florescimento, reaplicando a cada 7 dias, caso haja necessidade. |
Larva-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 1 – 1,15* L/ha | 800 a 1.000 | Iniciar as aplicações, quando forem observados os primeiros sintomas de infestação da praga. Fazer no máximo 4 aplicações com intervalo de 7 dias. | |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 mL/100 L água | |||
Pulgão-verde (Myzus persicae) | ||||
Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | ||||
Intervalo de segurança: 21 dias | ||||
Trigo | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 0,7 – 1,0* L/ha | 300 | Aplicar quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Realizar de 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. |
Pulgão-da-folha (Metopolophium dirhodum) | 0,3 L/ha | Aplicar quando 10% das plantas apresentarem colônias em formação. Realizar de 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. | ||
Broca-do-colo (Elasmopalpus lignosellus) | 1,25 L/ha | Aplicar na fase inicial da cultura. Realizar de 1 a 2 aplicações com intervalo de 1 a 2 semanas. | ||
Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,5 L/ha | Realizar a aplicação assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação. Realizar de 1 a 2 aplicações com intervalo de 1 a 2 semanas. | ||
Pulgão-da-espiga (Rhopalosiphum graminum) | 0,2 – 0,3*L/ha | Aplicar quando o nível de pulgão for de ate 10/perfilho. Realizar de 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. | ||
Pulgão (Sitobion avenae) | 0,4 – 0,5*L/ha | Aplicar quando forem encontrados mais de 10 pulgões/espiga. Realizar de 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação | ||
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,75 L/ha | Aplicar quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Realizar de 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. | ||
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia adultera) | 1,0 L/ha | Aplicar quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Realizar de 1 a 2 aplicações com intervalo de 30 dias. | ||
Pulgão-da-folha (Rhopalosiphum padi) | 0,3 L/ha | 100 - 400 | Aplicar o produto quando 10% das plantas estiverem atacadas, com a presença de colônia em formação. Realizar no máximo 02 aplicações por ciclo da cultura e reaplicar o produto, se necessário. | |
Intervalo de segurança: 21 dias | ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Soja | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Trigo | Rhopalosiphum padi | pulgão-da-aveia, Pulgão-da-folha, Pulgão-da-raiz | Ver detalhes |
Aplicar através de equipamentos tratorizados com barra equipada com bicos JA2 ou similares (exceto para lagarta do cartucho em milho onde se recomenda bico leque série 80.03 ou 80.04 sobre a linha da cultura), procurando obter gotas de pulverização com tamanho de 100 a 400 micra e, densidade mínima de 40 gotas/cm2.
A pressão recomendada é de 150 a 300 Ib/pol
Velocidade de Aplicação: 4,5 Km/h
Temperatura: < 30°C
Umidade Relativa: > 50%
Para as culturas de Algodão, Batata, Cevada, Feijão, Milho, Pastagem, Soja, Sorgo e Trigo: Aplicar através de pulverizador tratorizado com barra de pulverização equipada com bicos tipo cone ou similares, procurando obter uma pulverização uniforme.
Para controle de lagarta-do-cartucho em milho: Recomenda-se bico leque série 80.03 ou 80.04, dirigindo a aplicação para o cartucho da planta ou linha de plantio. Para obter maiores informações visando melhor cobertura de pulverização das plantas, consulte um Engenheiro Agrônomo.
Para as culturas de Café, Citros, Maçã e Tomate: Aplicar através de equipamentos pulverizadores ou atomizadores tratorizados, adequados ao porte das culturas, visando obter uma boa cobertura de pulverização das plantas. Para obter maiores informações visando melhor cobertura de pulverização das plantas, consulte um Engenheiro Agrônomo.
Helicoverpa armígera em algodão e soja:
Outros equipamentos sugeridos para aplicação: aeronave agrícola equipada com GPS e barra ou “micronair” e, através de equipamentos de irrigação tipo pivot central.
Abasteça o reservatório do pulverizador até ¼ de sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. Adicionar a quantidade correta de produto, previamente medido em recipiente graduado no reservatório do pulverizador, e então, completar o volume com água. A agitação deverá ser constante durante todo o processo de preparo e pulverização da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo em seguida. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxague completamente o reservatório do pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante dessa operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto;
Complete o pulverizador com água limpa. Circule essa solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto;
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia de uso doméstico (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d´água, nascentes ou plantas úteis;
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores com um balde com a solução de limpeza;
Repita o passo 3;
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes;
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Sigas as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos esses fatores quando da decisão de aplicar.
A melhor estratégia de gerenciamento da deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (0,15 a 0,20 mm). A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas
de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade, e inversão térmica.
enquantoque, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Deve-se procurar aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h, temperaturas superiores a 30°C e umidade relativa inferior a 50%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Em aplicações com qualquer tipo de equipamento, observar as condições climáticas recomendadas, considerando que a umidade relativa do ar é o fator mais importante, já que determina uma maior ou menor evaporação.
Algodão 21dias Batata (foliar). 21 dias
Batata (solo). (1) dias
Café 21 dias
Cevada 14 dias
Citros 21 dias
Feijão 25 dias
Maçã 14 dias
Milho (foliar) 21 dias
Pastagem 13 dias
Soja 21 dias
Sorgo 21 dias
Tomate(*). 21 dias
Trigo 21 dias
(*) Uso autorizado somente para tomate rasteiro com fins industriais.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Alvo biológico Nome comum (Nome científico) | Doses p.c.(*) | Volume de Calda (L/ha) | Nº máx. de aplicações |
Curuquerê (Alabama argillacea) | 0,5 L/ha | |||
Algodão | Broca-do-algodoeiro (Eutinobothrus brasiliensis) | 0,8 – 2,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 – 300 L/ha Aplicação aérea: 30 – 50 L/ha | 2 |
Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii) | 0,3 – 0,5 L/ha | |||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 1,5 – 2 L/ha | |||
Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 1,5 L/ha | |||
Época e intervalo de aplicação: Iniciar a aplicação do produto: Curuquerê (Alabama argillacea) – quando houver 2 lagartas/planta. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Número de aplicações: até 2 por safra da cultura. Broca-do-algodoeiro (Eutinobothrus brasiliensis): 20 dias após a germinação. Intervalo de aplicação: 1 semana. Número de aplicações: até 2 por safra. Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii): Aplicar o produto quando houver 10% das plantas atacadas. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Número de aplicações: até 2 por safra. Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens): Quando houver 10% de infestação, ou seja, uma lagarta pequena (menor que 1 cm) em 10 plantas examinadas. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com | ||||
Cultura | Alvo biológico Nome comum (Nome científico) | Doses p.c.(*) | Volume de Calda (L/ha) | Nº máx. de aplicações |
intervalo de 1 a 2 semanas Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus): aplicar o produto quando houver 40% das plantas com sinais de ataque. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Número de aplicações: até 2 por safra. | ||||
Batata | Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 – 300 L/ha | 2 |
Época e intervalo de aplicação: Iniciar a aplicação do produto assim que forem observados os primeiros sintomas de infestação. Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura. Intervalo de aplicação: 2 semanas. | ||||
Café | Broca-do-café (Hvoothenemus hamoei) | 1,5 L/100 L de água | Aplicação terrestre: 100 – 300 L/ha Aplicação aérea: 30 – 50 L/ha | 2 |
Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeela) | 1 - 1,5 L/ha | |||
Época e intervalo de aplicação: Iniciar a aplicação do produto: Broca-do-café (Hypothenemus hampei): aplicar o produto quando o grau de infestação for maior ou igual a 5% nos grãos provenientes da primeira florada. Intervalo de aplicação: 20 a 30 dias. Número de aplicações: até 2 por safra. Bicho mineiro (Leucoptera coffeella): aplicar o produto quando mais ou menos 20% das folhas estiverem contaminadas. Intervalo de aplicação: 30 a 45 dias. Número de aplicações: até 2 aplicações por safra. | ||||
Citros | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 mL/100 L de água | Aplicação terrestre: 400 – 500 L/ha | 1 |
Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulatus) | 100 – 150 ml/100 L de água | |||
Cochonilha-parlatoria (Parlatoria cinerea) | ||||
Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) | ||||
Psilídeo (Diaphorina citri) | ||||
Época e intervalo de aplicação: - Iniciar a aplicação do produto: Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata): Assim que os frutos começarem a amadurecer. Volume de calda: 400- 500 L/ha. Cochonilha pardinha (Selenaspidus articulatus): Aplicar no início da infestação. Reaplicar, se necessário. Aplicar até o ponto de escorrimento. Volume de calda: 400-500 L/ha. Cochonilha parlatoria (Parlatoria cinerea): Aplicar no início da infestação, com a calda dirigida ao tronco e ramos primários. Reaplicar, se necessário. Volume de calda: 400-500 L/ha. Cochonilha-ortezia (Orthezia praelonga): Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário. Volume de calda: 100-300 L/ha. Psilídeo (Diaphorina citri): Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário, até duas aplicações por safra. Volume de calda: 100 a 300 L/há (pulverização terrestre). Número de aplicações: até 3 aplicações por ciclo da cultura. O produto deve ser aplicado com uso de óleo mineral na calda na proporção de 0,25% (250 mL/100L). | ||||
Cultura | Alvo biológico Nome comum (Nome científico) | Doses p.c.(*) | Volume de Calda (L/ha) | Nº máx. de aplicações |
Feijão | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 1,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 – 300 L/ha Aplicação aérea: 30 – 50 L/ha | 2 |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 1,0 – 1,25 L/ha | |||
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | 0,8 L/ha | |||
Época e intervalo de aplicação: Iniciar a aplicação do produto quando aparecerem as primeiras pragas. Intervalo de aplicação: 15 dias. Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura. | ||||
Milho | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,4 – 0,6 L/ha | Aplicação terrestre: 100 – 300 L/ha Aplicação aérea: 30 – 50 L/ha | 2 |
Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1 L/ha | |||
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | ||||
Época e intervalo de aplicação: Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda): no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 10 dias. Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura. Usar bico leque. Lagarta-Rosca (Agrotis ipsilon): aplicar o produto no período após a germinação até 30 dias de idade da cultura, com jato dirigido à base das plantas. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura. Lagarta elasmo (Elasmopalpus lignosellus): aplicar o produto no período após a germinação até uma altura aproximada de 35 cm, com jato dirigido a base das plantas. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura. | ||||
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,4 – 1,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 – 300 L/ha Aplicação aérea: 30 – 50 L/ha | 2 |
Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | 0,8 L/ha | |||
Época e intervalo de aplicação: Iniciar a aplicação do produto: Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis): aplicar o produto quando forem encontradas 20 lagartas/metro linear. Intervalo de aplicação: 20 dias. Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura. Broca das axilas (Epinotia aporema): aplicar o produto quando forem encontradas 20% de plantas com ponteiros danificados. Intervalo de aplicação 10 dias. Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura. | ||||
Tomate (Rasteiro) | Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 1000 L/ha | 2 |
Larva-minadora (Lvriomvza huidobrensis) | 1,0 – 1,5 L/ha | |||
Época e intervalo de aplicação: Iniciar a aplicação do produto: Broca pequena (Neoleucinodes elegantis): aplicar o produto quando os frutos Estiverem pequenos. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Número de aplicações: até 7 por ciclo da cultura. Larva minadora (Liriomyza huidobrensis): aplicar o produto assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação. Intervalo de aplicação: 10 dias. Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura. | ||||
Cultura | Alvo biológico Nome comum (Nome científico) | Doses p.c.(*) | Volume de Calda (L/ha) | Nº máx. de aplicações |
Trigo | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia seauax) | 0,7- 1,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 – 300 L/ha Aplicação aérea: 30 – 50 L/ha | 2 |
Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae) | 0,4 – 0,5 L/ha | |||
Época e intervalo de aplicação: Iniciar a aplicação do produto: Lagarta do trigo (Pseudaletia sequax): aplicar o produto quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Número de aplicações: até 2 por ciclo da cultura. Intervalo de aplicação: 30 dias. Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae): quando forem encontrados mais de 10 pulgões/espiga, 1 a 2 aplicações. | ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Heliothis virescens | Lagarta-das-maçãs | Ver detalhes |
| Batata | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Café | Hypothenemus hampei | Broca-do-café | Ver detalhes |
| Citros | Parlatoria cinerea | Cochonilha-de-carapaça, Picuinha | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Milho | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Equipamento tratorizado ou através de aeronave agrícola.
Através de tratores com pulverizador com barra equipada com bicos JA2 ou similares (exceto para lagarta do cartucho em milho que se recomenda bico leque série 80.03 ou 80.04 sobre a linha da cultura) procurando obter gotas de pulverização com tamanho de 100 a 400 micra e, densidade mínima de 40 gotas/cm2. Fechar o registro do pulverizador durante as paradas e manobras com o equipamento para evitar-se a sobreposição nas áreas tratadas.
Não aplicar o produto com ventos superiores a 10 km/h, não aplicar sob chuva; temperatura deverá ser inferior a 30 °C; umidade relativa deverá ser superior a 50%. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
NOTA: Os volumes de calda citados em faixa variam em função do estado vegetativo, densidade foliar e
porte das plantas.
Encher ¾ do volume do tanque de pulverização com água e adicionar CLORMAX 480 EC mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Cultura | Intervalo (Dias) |
Algodão | 21 |
Batata | 21 |
Café | 21 |
Citros | 21 |
Feijão | 25 |
Milho | 21 |
Soja | 21 |
Tomate | 21 |
Trigo | 21 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Alvo-biológico | Dose de aplicação (PC) | Volume de calda (L/ha) | ||
Nome comum | Nome científico | Aplicação terrestre | Aplicação aérea | ||
Algodão | Curuquerê | Alabama argillacea | 0,5 L / ha | 100-300 | 30-50 |
Broca-do algodoeiro | Eutinobothrus brasiliensis | 0,8 - 2,0 L/ha | |||
Pulgão-do-algodoeiro | Aphis gossypii | 0,3 - 0,5 L/ha | |||
Lagarta-das-maçãs | Heliothis virescens | 1,5 - 2,0 L/ha | |||
Lagarta-rosada | Pectinophora gossypiella | 1,5 - 2,0 L/ha | |||
Batata | Lagarta-rosca | Agrotis ipsilon | 1,5 L/ha | 100-300 | - |
Café | Broca-do-café | Hypothenemus hampei | 1,0 - 1,5 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Bicho-mineiro-do-café | Leucoptera coffeella | ||||
Citros | Mosca-das-frutas | Ceratitis capitata | 200 mL/100 L | 400-500 | - |
Cochonilha-pardinha | Selenaspidus articulatus | 100 - 150 mL/100 L | |||
Cochonilha-de-placa | Orthezia praelonga | 100-300 | |||
Cochonilha-parlatoria | Parlatoria cinerea | 400-500 | |||
Psilideo | Diaphorina citri | 100-300 | |||
Feijão | Mosca-branca | Bemisia tabaci | 1,0 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Mosca-branca | Bemisia tabaci raça B | 1,0 - 1,25 L/ha | |||
Cigarrinha-verde | Empoasca kraemeri | 0,8 L/ha | |||
Milho | Lagarta-do-cartucho | Spodoptera frugiperda | 0,4 -0,6 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Lagarta-rosca | Agrotis ipsilon | 1,0 L/ha | |||
Lagarta-elasmo | Elasmopalpus lignosellus | ||||
Soja | Lagarta-da-soja | Anticarsia gemmatalis | 0,4 - 1,0 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Broca-das-axilas | Epinotia aporema | 0,8 L/ha | |||
Tomate | Broca-pequena-do- fruto | Neoleucinodes elegantalis | 1,5 L/ha | 1000 | - |
Larva-minadora | Lyriomyza huidobrensis | 1,0 - 1,5 L/ha | |||
Trigo | Lagarta-do-trigo | Pseudaletia sequax | 0,7 - 1,0 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Pulgão-da-espiga | Sitobion avenae | 0,4 - 0,5 L/ha | |||
PC: produto comercial
Nota: 1 L de CLORPIRI 480 EC contém 480 g do ingrediente ativo clorpirifós.
Algodão | - Iniciar a aplicação do produto: Alabama argillacea (Curuquerê): quando houver 2 lagartas/planta, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Aphis gossypii (Pulgão): quando houver 10% das plantas atacadas, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Euthinobothrus brasiliensis (Broca): 20 dias após a germinação, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 semana. Heliothis virescens (Lagarta-das-maçãs): quando houver 10% de infestação (1 lagarta pequena igual ou menor que 10 mm) em 10 plantas examinadas. Pectinophora gossypiella (Lagarta-rosada): quando constatar 15 machos/dia, em amostragem com o uso de armadilhas, com feromônio sexual, Realizar até 3 pulverizações por ciclo da cultura. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
Batata | - Iniciar a aplicação do produto assim que forem observados os primeiros sintomas de infestação. Intervalo de aplicação: 2 semanas. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 100 a 300 L/ha. |
Café | - Iniciar a aplicação do produto: Hypothenemus hampei (Broca): quando o grau de infestação for maior ou igual a 5% nos grãos provenientes da primeira florada, realizar 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 20 a 30 dias. Leucoptera coffeella (Bicho mineiro): quando mais ou menos 20% das folhas estiverem contaminadas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 30 a 45 dias. Realizar até 2 aplicações por safra da cultura. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
Citros | - Iniciar a aplicação do produto: Ceratitis capitata (Mosca das frutas): Assim que os frutos começarem a amadurecer, realizar 2 a 3 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Volume de calda: 400-500 L/ha. Selenaspidus articulatus (Cochonilha pardinha): Aplicar no início da infestação. Reaplicar, se necessário. Aplicar até o ponto de escorrimento. Volume de calda: 400- 500 L/ha. Parlatoria cinerea (Cochonilha parlatoria): Aplicar no início da infestação, com aplicação da calda dirigida ao tronco e ramos primários. Reaplicar, se necessário. Volume de calda: 400-500 L/ha. Orthezia praelonga (Cochonilha-de-placa): Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário. Máximo de duas aplicações por safra. Volume de calda: 100-300 L/ha. Diaphorina citri (Psilídeo): Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário, máximo de duas aplicações por safra. Volume de calda: 100 a 300 L/ha. Realizar até 3 aplicações por ciclo da cultura. O produto deve ser aplicado com uso de óleo mineral na calda na proporção de 0,25% (250 mL/100L) |
Feijão | - Iniciar a aplicação do produto quando aparecerem as primeiras pragas. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30- 50 L/ha (pulverização aérea). |
Milho | - Iniciar a aplicação do produto: Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho): no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura, 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Usar bico leque. Elasmopalpus lignosellus (Lagarta elasmo): no período após a germinação até uma altura aproximada de 35 cm, com jato dirigido à base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas; Agrotis ipisilon (Lagarta Rosca): no período após a germinação até 30 dias de idade da cultura, com jato dirigido à base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Realizar até 3 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
Soja | - Iniciar a aplicação do produto: Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja): quando forem encontradas 20 lagartas/metro linear, 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação da praga. Epinotia aporema (Broca das axilas): quando forem encontradas 20% de plantas com ponteiros danificados, 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação da praga. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30- 50 L/ha (pulverização aérea). |
Tomate (rasteiro) | - Iniciar a aplicação do produto: Neoleucinodes elegantis (Broca pequena): quando os frutos estiverem pequenos, 4 a 7 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Liriomyza huidobrensis (Larva minadora): assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação. Se necessário, reaplicar com intervalo de 10 dias. Volume de calda: 1000 L/ha. |
Trigo | - Iniciar a aplicação do produto: Sitobion avenae (Pulgão das espigas): quando forem encontrados mais de 10 pulgões/espiga, 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação da praga. Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo): quando aparecerem os primeiros focos de infestação, 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Heliothis virescens | Lagarta-das-maçãs | Ver detalhes |
| Batata | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Café | Hypothenemus hampei | Broca-do-café | Ver detalhes |
| Citros | Parlatoria cinerea | Cochonilha-de-carapaça, Picuinha | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
Equipamentos de aplicação:
Equipamentos tratorizados ou através de aeronaves agrícolas.
Aplicação terrestre:
Através de tratores com pulverizador com barra equipada com bicos JA2 ou similares
(exceto para lagarta do cartucho em milho que recomenda-se bico leque série 80.03 ou 80.04 sobre a linha da cultura) procurando obter gotas de pulverização com tamanho de 100 a 400 micra e, densidade mínima de 40 gotas/cm2.
Fechar o registro do pulverizador durante as paradas e manobras com o equipamento para evitar-se a sobreposição nas áreas tratadas.
Aplicação através de aeronave agrícola:
Equipamento com barra ou "micronair". Para aplicação aérea utilizar equipamento GPS, não utilizar balizamento com bandeirinhas.
Condições climáticas:
Não aplicar o produto com ventos superiores a 10 km/h, não aplicar sob chuva; temperatura deverá ser inferior a 30°C; umidade relativa deverá ser superior a 50%. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
NOTA: Os volumes de calda citados em faixa variam em função do estado vegetativo, densidade foliar e porte das plantas.
Encher ¾ do volume do tanque de pulverização com água e adicionar CLORPIRI 480 EC mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Algodão: 21; Batata: 21; Café: 21; Citros: 21; Feijão: 25; Milho: 21; Soja: 21; Tomate: 21;
Trigo: 21.
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS | DOSE (L/ha) / 100L | VOLUME DE CALDA | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
ALGODÃO | Curuquerê (Alabama argillacea) | 0,5 L/ha | 100 - 300 L/ha | 3 | Quando houver 2 lagartas/planta, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. |
Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii) | 0,3 - 0,5 L/ha | Quando houver 10% das plantas atacadas, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. | |||
Broca-do-algodoeiro (Eutinobothrus brasiliensis) | 0,8 - 1,5 L/ha | 20 dias após a germinação, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 semana. | |||
Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 1,5 L/ha | Quando houver 40% das plantas com sinais de ataque, 1 a 3 aplicações Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. | |||
BATATA | Larva-alfinete (Diabrotica speciosa) | 1,0 L/ha | 800 L/ha | Fazer no máximo duas (2) aplicação por ciclo de cultura. | Assim que se observar os primeiros sintomas de infestação |
Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | |||||
CAFÉ | Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) | 1,0 - 1,5 L/ha | 1,0 - 1,5 L/ha | 2 | Em locais onde o ataqu e da praga for no períod o seco do ano, a aplicaçã o do produto deve se iniciada quando na amostragem (100 folhas for encontrado 40 folha s com lagartas vivas. Já quando a ocorrência da praga se der no período chuvoso, a pulverização deverá ser realizada quando for observado 20% das folhas minadas. Se necessário, reaplicar o produto num intervalo de 30-45 dias. |
Broca-do-café (Hypothenemus hampei) | 1,5 L/ha | Quando o grau de infestação for maior o u igual a 5% nos grão s provenientes da primeir a florada, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação 20 a 30 dias | |||
Cochonilha-da-roseta (Planococcus minor) | 1,0 - 1,5 L/ha | Realizar uma aplicação em pulverização folia em alto volume, cerca de 1.000 litros calda/ha quando se observar o início da infestação. | |||
CEVADA | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 0,4 - 0,7 L/ha | 100 - 300 L/ha | 2 | Quando aparecerem os primeiros focos de infestação, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: (*) |
Pulgão-da-folha (Metopolophium dirhodum) | 0,4 L/ha | ||||
Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae) | 0,4 L/ha | ||||
CITROS | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 mL / 100 L | 100 - 300 L/ha | 3 | Assim que os frutos começarem a amadurecer, 2 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: (*). Volume total sugerido: 400 - 500 L/ha |
Cochonilhapardinha (Selenaspidus articulatus) | 100 - 150 mL / 100 L | Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário. Aplicar até o ponto de escorrimento | |||
Cochonilhaparlatória (Parlatoria cinerea) | 100 - 150 mL / 100 L | Aplicar no início da infestação, com a calda dirigida ao tronco e ramos primários. Reaplicar se necessário. | |||
Cochonilhaortezia (Orthezia praelonga) | 100 - 150 mL / 100 L | Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário. Adiciona óleo mineral na calda na proporção de 0,25% (250 mL/100 L). Máximo de 2 aplicações po safra. | |||
Psilídeo (Diaphorina citri) | 100 - 150 mL / 100 L | Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário. Máximo de 2 aplicações por safra. | |||
FEIJÃO | Broca-das-vagens (Etiella zinckenella) | 1,25 L/ha | 100 - 400 L/ha | 2 | Na ocorrência da praga aplicar o produto semanalmente. Reaplicar o produto se necessário. |
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | 0,8 L/ha | Aplicar o produto preventivamente em intervalos semanais durante todo o período vegetativo da cultura. | |||
Lagarta-da-vagem (Michaelus jebus) | 1,25 L/ha | Quando aparecerem as primeiras pragas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: (*) | |||
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 1,0 L/ha | Quando aparecerem as primeiras pragas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: (*) | |||
MAÇÃ | Lagarta-enroladeira (Bonagota cranaodes) | 100 - 150 mL /100 L | 1000L/ha | 3 | Aplicar no início da infestação. Reaplicar, se necessário, com intervalo de 2 a 3 semanas. Fazer no máximo 3 aplicações por safra. |
MILHO | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,4 - 0,6 L/ha | 100 - 400 L/ha | 2 | Aplicar o produto após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura O intervalo das aplicações será em função da reinfestação Utilizar bico tipo leque. |
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | 1,0 L/ha | Aplicar no período após a germinação até uma altura aproximada de 35 cm, com jato dirigido à base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas | |||
Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,0 L/ha | Aplicar no período após a germinação até 30 dias de idade da cultura, com jato dirigido a base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas | |||
Lagarta-dos-capinzais (Mocis Iatipes) | 0,6 L/ha | Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: (*) | |||
PASTAGEM | Cigarrinha-das-pastagens (Deois flavopicta) | 1,0 L/ha | 100 - 300 L/ha | 2 | Quando aparecerem as primeiras pragas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: (*) |
SOJA | Percevejo-verde (Nezara viridula) | 1,25 L/ha | 100 - 400 L/ha | 2 | Quando forem encontradas 20% de plantas com ponteiros danificados, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Lavoura de produção de sementes: controla quando encontrar 2 percevejos por batida de pano. |
Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | 0,8 L/ha | Fazer no máximo uma | Quando forem encontradas 20% de plantas com ponteiros danificados, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 |
(1) aplicação por ciclo de cultura. | semanas | ||||
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,4 L/ha | Quando forem encontradas 20 lagartas/metro linear Fazer apenas uma aplicação por ciclo de cultura. | |||
SORGO | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,5 - 0,75 L/ha | 100 - 300 L/ha | 2 | Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura 1-2 aplicações. Intervaol de aplicação: (*). Usa bico leque. |
Mosca-do-sorgo (Contarinia sorghicola) | 0,62 L/ha | Aplicar quando 80% do sorgal estiver florido. Se necessário, repetir após 4 dias. | |||
TRIGO | Pulgão-verde-dos-cereais (Rhopalosiphum graminum) | 0,2 - 0,3 L/ha | 100 - 400 L/ha | 2 | Quando o nível de pulgões for de até 10/perfilho. Intervalo de aplicação: (*) |
Pulgão-da-folha (Rhopalosiphum padi) | 0,3 L/ha | Aplicar o produto quando 10% das plantas estiverem atacadas, com a presença de colônia em formação. Reaplica o produto se necessário | |||
Pulgão-da-folha (Metopolophium dirhodum) | 0,3 L/ha | Quando 10% das plantas apresentarem colônias em formação. 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: (*) | |||
Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,5 L/ha | Assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. | |||
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | 1,25 L/ha | Aplicar na fase inicial da cultura, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. | |||
Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae) | 0,4 - 0,5 L/ha | Quando forem encontrados mais de 10 pulgões/espiga, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: (*) | |||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 0,75 L/ha | Quando aparecerem os primeiros focos de infestação, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: (*) | |||
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 0,7-1,0 L/ha | Quando aparecerem os primeiros focos de infestação, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: (*) |
(*) O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. É PROIBIDA A APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTO COSTAL.
VIDE: Instruções de Uso.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Café | Planococcus minor | Cochonilha | Ver detalhes |
| Cevada | Metopolophium dirhodum | Pulgão-da-folha, Pulgão-verde-pálido | Ver detalhes |
| Citros | Selenaspidus articulatus | Cochonilha-pardinha | Ver detalhes |
| Feijão | Etiella zinckenella | Broca-da-vagem, Lagarta-das-vagens | Ver detalhes |
| Maçã | Bonagota cranaodes | Lagarta-enroladeira-da-folha | Ver detalhes |
| Milho | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Soja | Epinotia aporema | Broca-das-axilas, Broca-das-axilas-da-soja | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Trigo | Metopolophium dirhodum | Pulgão-da-folha, Pulgão-verde-pálido | Ver detalhes |
Pulverização das partes aéreas das culturas conforme quadro acima.
Terrestre/aérea: Cevada, Citros, Maçã, Pastagem e Sorgo.
Terrestre: Algodão, Batata, Café, Feijão, Milho, Soja e Trigo.
O produto deve ser diluído em água e pulverizado através de equipamento manual, motorizado, tratorizado com barras, sendo:
Para as culturas do feijão, milho, soja, trigo, algodão, batata e café:
Volume de calda: 100 a 400 L/ha.
Tipo de bico: D2 25 cone vazio ousimilar
Pressão: 80-100 psi Para a cultura da batata:
Volume de calda: 800 L/ha.
Tipo de bico: Cone cheio
Pressão: 45 Ib/poI2 Para a cultura do café:
Volume de calda: utilizar alto volume de calda de aproximadamente 1300 L/ha. Para a cultura de algodão, cevada, citros, maçã, pastagens, sorgo:
Volume de calda: 100 a 300 L/ha.
Tipo de bico: JA2 ou similares
Pressão: 150 a 300 lb/pol2
Obs.: Para lagarta-do-cartucho em milho e sorgo, recomenda-se o uso de bico leque série 80.03 ou
80.04 sobre a linha de cultura, procurando obter gotas de pulverização com tamanho de 100 a 400 micra e densidade mínima de 40gotas/cm2.
Outros equipamentos sugeridos para aplicação: aeronaves agrícolas equipadas com barra ou "micronair" e através de equipamentos de irrigação tipo pivot central. Para aplicação aérea utilizar equipamento com GPS, não utilizar balizamento com bandeirinhas.
Obs.: o Engenheiro Agrônomo poderá alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o numero máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinados na bula.
Feijão: 25 dias
Milho foliar, Café, Trigo, Batata, Soja, Algodão, Citros, Sorgo: 21 dias Cevada, Maçã: 14 dias
Pastagem: 13 dias
Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para uso durante a aplicação.
VER 17 – 26.07.2024
CLORPIRIFÓS NORTOX EC | ||||
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE de p.c | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
Nome comum/ Nome científico | ||||
ALGODÃO | Curuquerê Alabama argillacea | 0,5 L/ha | 3 | 100 - 300 |
Pulgão-do-algodoeiro Aphis gossypii | 0,3 – 0,5 L/ha | 3 | ||
Broca-do-algodoeiro Eutinobothrus brasiliensis | 0,8 – 2,0 L/ha | 2 | ||
Ácaro-branco Polyphagotarsonemus latus | 1,5 L/ha | 3 | ||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Curuquerê: aplicar quando houver 2 lagartas/planta. Se necessário reaplicar com intervalo de 7 à 14 dias. Pulgão do algodoeiro: aplicar quando houver 10% das plantas atacadas. Se necessário reaplicar com intervalo de 7 à 14 dias. Broca do algodoeiro: aplicar 20 dias após a germinação. Se necessário reaplicar com intervalo de 7 dias. Ácaro-branco: aplicar quando houver 40% das plantas com sinais de ataque. Se necessário reaplicar com intervalo de 7 à 14 dias. | ||||
CLORPIRIFÓS NORTOX EC | ||||
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE de p.c | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
Nome comum/ Nome científico | ||||
AMENDOIM | Cigarrinha Empoasca kraemeri | 0,8 L/ha | 2 | 100 - 300 |
Mosca-branca Bemisia tabaci | 1,0 L/ha | |||
Lagarta-do-pescoço-vermelho Stegasta bosquella | 1,25 L/ha | |||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Cigarrinha, Mosca-branca e Lagarta-do-pescoço-vermelho: aplicar no início da infestação. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. | ||||
AVEIA CENTEIO TRIGO TRITICALE | Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | 1,5 L/ha | 2 | 100 - 300 |
Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | 1,25 L/ha | |||
Pulgão-da-folha Metopolophium dirhodum | 0,3 L/ha | |||
Pulgão-da-espiga Sitobion avenae | 0,4 – 0,5 L/ha | |||
Pulgão-verde-dos-cereais Rhopalosiphum graminum | 0,2 – 0,3 L/ha | |||
Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | 0,75 L/ha | |||
Lagarta-do-trigo Pseudaletia sequax | 0,7 – 1,0 L/ha | |||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Lagarta-rosca: aplicar assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação. Se necessário reaplicar com intervalo de 7 a 14 dias. Lagarta-elasmo: aplicar na fase inicial da cultura, assim que se observar os primeiros sintomas de infestação. Se necessário reaplicar com intervalo de 7 a 14 dias. Pulgão-da-folha: Aplicar quando 10% das plantas apresentarem colônias em formação. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. Pulgão-da-espiga: aplicar quando forem encontrados mais de 10 pulgões/espiga. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. Pulgão-verde-dos-cereais: aplicar quando o nível de pulgões for de até 10/perfilho. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. Lagarta-militar e Lagarta-do-trigo: Aplicar quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. | ||||
BATATA | Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | 1,5 L/ha | 2 | 100 - 300 |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Lagarta-rosca: aplicar assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação. Se necessário reaplicar com intervalo de 14 dias. | ||||
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CLORPIRIFÓS NORTOX EC | ||||
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE de p.c | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
Nome comum/ Nome científico | ||||
CAFÉ | Broca-do-café Hypothenemus hampei | 1,5 L/ha | 2 | 100 - 300 |
Bicho-mineiro Leucoptera coffeella | 1,0 – 1,5 L/ha | 2 | ||
Cochonilha-de-roseta Planococcus minor | 1 | 1000 | ||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Broca do café: aplicar quando o grau de infestação for maior ou igual a 5% nos grãos provenientes da primeira florada. Se necessário reaplicar com intervalo de 20 à 30 dias. Bicho-mineiro: aplicar quando forem observadas cerca de 20% das folhas minadas. Se necessário reaplicar com intervalo de 30 à 45 dias. Cochonilha de roseta: aplicar no início da infestação. | ||||
CEVADA | Lagarta-do-trigo Pseudaletia sequax | 0,4 – 0,7 L/ha | 2 | 100 - 300 |
Pulgão-da-folha Metopolophium dirhodum | 0,4 L/ha | |||
Pulgão-da-espiga Sitobion avenae | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Lagarta do trigo, Pulgão da folha e Pulgão da espiga: aplicar no início da infestação. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. | ||||
CITROS | Mosca-das-frutas Ceratitis capitata | 200 mL/100 L de água | 3 | 400 - 500 |
Cochonilha-pardinha Selenaspidus articulatus | 100 – 150 mL/100 L de água | 2 | 100 - 300 | |
Cochonilha-parlatória Parlatoria cinerea | ||||
Cochonilha-ortezia* Orthezia praelonga | ||||
Psilídeo Diaphorina citri | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Mosca das frutas: aplicar no início do amadurecimento dos frutos. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. Cochonilha-pardinha: aplicar no início da infestação, até o ponto de escorrimento. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. Cochonilha-parlatória: aplicar no início da infestação, com a calda dirigida ao tronco e ramos primários. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. Cochonilha-ortezia* e Psilídeo: aplicar no início da infestação. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. *Adicionar óleo mineral na calda na proporção de 0,25% v/v (250 mL/100L). | ||||
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CLORPIRIFÓS NORTOX EC | ||||
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE de p.c | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
Nome comum/ Nome científico | ||||
ERVILHA GRÃO-DE-BICO LENTILHA | Cigarrinha Empoasca kraemeri | 0,8 L/ha | 2 | 100 - 300 |
Mosca-branca Bemisia tabaci | 1,0 L/ha | |||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Cigarrinha e Mosca-branca: aplicar no início da infestação. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. | ||||
FEIJÃO (Phaseolus vulgaris L.) FEIJÕES | Cigarrinha Empoasca kraemeri | 0,8 L/ha | 2 | 100 - 300 |
Broca-da-vagem Etiella zinckenella | 1,25 L/ha | |||
Lagarta-da-vagem Michaelus jebus | ||||
Mosca-branca Bemisia tabaci | 1,0 L/ha | |||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Cigarrinha, Broca-da-vagem, Lagarta da vagem e Mosca-branca: aplicar no início da infestação. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. | ||||
MAÇÃ | Lagarta-enroladeira Bonagota cranaodes | 100 – 150 mL/100 L de água | 3 | 100 - 300 |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Lagarta-enroladeira: aplicar no início da infestação. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. | ||||
MILHETO MILHO | Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | 0,4 – 0,6 L/ha | 2 | 100 - 300 |
Lagarta-dos-capinzais Mocis latipes | 0,6 L/ha | 3 | ||
Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | 1,0 L/ha | 2 | ||
Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | 2 | |||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Lagarta do cartucho: aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. Lagarta dos capinzais: aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. Lagarta-elasmo: aplicar no início da infestação, do período após a germinação até uma altura aproximada de 35 cm, com jato dirigido à base das plantas. Se necessário reaplicar com intervalos de 7 à 14 dias. Lagarta-rosca: aplicar no início da infestação, no período após a germinação até 30 dias de idade da cultura, com jato dirigido à base das plantas. Se necessário reaplicar com intervalos de 7 à 14 dias. | ||||
VER 17 – 26.07.2024
CLORPIRIFÓS NORTOX EC | ||||
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE de p.c | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
Nome comum/ Nome científico | ||||
PASTAGENS | Cigarrinha-das-pastagens Deois flavopicta | 1,0 L/ha | 2 | 100 - 300 |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Cigarrinha das pastagens: aplicar no início da infestação. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. | ||||
SOJA | Lagarta-da-soja Anticarsia gemmatalis | 0,25 - 1,0 L/ha | 2 | 100 - 300 |
Broca-das-axilas Epinotia aporema | 0,8 L/ha | |||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Lagarta-da-soja: aplicar quando forem encontradas 20 lagartas/metro linear. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. Broca-das-axilas: aplicar quando forem encontradas 20% de plantas com ponteiros danificados. Se necessário reaplicar com intervalo de 7 à 14 dias. | ||||
SORGO | Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | 0,5 - 0,75 L/ha | 2 | 100 - 300 |
Mosca-do-sorgo Stenodiplosis sorghicola | 0,62 L/ha | |||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Lagarta-do-cartucho: aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura. Se necessário reaplicar de acordo com a reinfestação, respeitando o número máximo de aplicação. Mosca-do-sorgo: Aplicar quando 80% do sorgal estiver florido. Se necessário reaplicar com intervalo de 4 dias. | ||||
TOMATE ** Rasteiro com fins industriais | Broca-pequena-do-fruto Neoleucinodes elegantalis | 1,5 L/ha | 5 | 100 - 300 |
Mosca-minadora Liriomyza huidobrensis | 1,0 – 1,5 L/ha | |||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Broca-pequena-do-fruto: aplicar quando os frutos estiverem pequenos. Se necessário reaplicar com intervalo de 7 à 14 dias. Mosca-minadora: aplicar assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação. Se necessário reaplicar com intervalo de 10 dias. ** Não permitido o uso deste produto em lavouras de tomate estaqueado. | ||||
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Nota: um litro do produto comercial (p.c) contém 480 gramas do ingrediente ativo (a.i) CLORPIRIFÓS.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Amendoim | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Aveia | Metopolophium dirhodum | Pulgão-da-folha, Pulgão-verde-pálido | Ver detalhes |
| Batata | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Centeio | Sitobion avenae | Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Cevada | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
| Ervilha | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Feijão | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Empoasca kraemeri | Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Lentilha | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Maçã | Bonagota cranaodes | Lagarta-enroladeira-da-folha | Ver detalhes |
| Milheto | Elasmopalpus lignosellus | Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Milho | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Sorgo | Stenodiplosis sorghicolla | Mosca-do-sorgo | Ver detalhes |
| Tomate | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Trigo | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Triticale | Metopolophium dirhodum | Pulgão-da-folha, Pulgão-verde-pálido | Ver detalhes |
É PROIBIDA A APLICAÇÃO ATRAVÉS DE EQUIPAMENTOS COSTAIS E MANUAIS
PREPARO DA CALDA:
Agitar a embalagem do produto antes do preparo da calda.
Recomenda-se o preparo da quantidade necessária de calda para uma aplicação.
Para preparar a calda, coloque a dose indicada de CLORPIRIFÓS NORTOX EC no pulverizador com água até ¾ de sua capacidade e em seguida complete o volume agitando constantemente, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. A agitação deve ser constante durante a preparação da calda e aplicação do produto. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação. Aplique de imediato sobre o alvo biológico. O volume de água utilizado por hectare é o que consta do item “VOLUME DE CALDA” para cada cultura recomendada.
Somente para a cultura do citros visando o controle de Cochonilha-ortezia (Orthezia praelonga).
Indicado o uso de adjuvante a base de Óleo Mineral.
Função: proporciona uma melhor e mais adequada distribuição das formulações sobre as superfícies foliares, aumenta a absorção e translocação dos compostos aplicados; aumenta a penetração dos compostos através da cutícula foliar, devido à destruição das camadas de cera presentes nas folhas.
Concentração do adjuvante na calda: 0,25% v/v ou seja 0,25 L de adjuvante para cada 100 L de calda.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
Para a aplicação do produto utilize uma tecnologia de aplicação que ofereça uma boa cobertura dos alvos. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, lembrando que é proibida a aplicação de CLORPIRIFÓS NORTOX EC através de equipamentos costais e manuais. A pressão de trabalho adotada deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
Utilizar a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva.
Deve-se realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (pontas, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo.
As maiores doses devem ser utilizadas em altas pressões da praga e/ou em estádios vegetativos avançados da cultura, bem como os volumes de calda recomendados.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
Para as culturas de Algodão, Batata, Cevada, Feijão, Milho, Pastagem, Soja, Sorgo e Trigo: recomenda-se o uso de pontas do tipo cone ou similares, procurando obter uma pulverização uniforme.
VER 17 – 26.07.2024
Para controle de lagarta-do-cartucho em milho e sorgo, recomenda-se o uso de pontas do tipo leque com jato dirigido sobre a linha da cultura.
Para as culturas de Café, Citros, Maçã e Tomate: recomenda-se aplicação através de equipamentos pulverizadores ou atomizadores tratorizados, adequados ao porte das culturas, visando obter uma boa cobertura de pulverização das plantas.
O Engenheiro agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinados na bula.
APLICAÇÃO AÉREA:
A recomendação de aplicação aérea é destinada para as culturas do amendoim, algodão, aveia, batata, café, centeio, cevada, citros, feijão, feijões, maçã, milheto, milho, pastagens, soja, sorgo, tomate, trigo e triticale.
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aero agrícolas pela ANAC. A altura de voo não deve ultrapassar 4,0 m, para evitar problemas com deriva, a altura ideal é de 2 a 4 m acima do alvo, desde que garanta a segurança do voo.
O volume de calda recomendado é 20 à 40 L/ha.
O sistema de agitação, do produto no tanque, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Obs: Seguir estas condições de aplicação, caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo.
A APLICAÇÃO VIA IRRIGAÇÃO TIPO PIVOT CENTRAL É PERMITIDA:
Observações locais deverão ser feitas visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e volatilização. Sobre outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas.
Para obter uma melhor eficiência do produto, a aplicação deverá ocorrer dentro dos seguintes parâmetros:
Evitar aplicação na presença de ventos fortes (acima de 10 Km/hora);
Umidade relativa do ar: superior a 50%;
Temperatura: até 30ºC;
RECOMENDAÇÕES DE BOAS PRÁTICAS DE APLICAÇÃO:
Evitar as condições de inversão térmica.
Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave.
Ajustar o tamanho de gotas às condições ambientais, alterando o ângulo relativo dos bicos
hidráulicos ou o ângulo das pás do “micronair”.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura), para tanto o tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
VER 17 – 26.07.2024
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
LIMPEZA DE TANQUE:
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas.
Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e
deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque.
Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada.
Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante.
Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Culturas | Dias |
Algodão, Aveia, Batata, Café, Centeio, Citros, Milheto, Milho, Soja, Sorgo, Tomate, Trigo e Triticale. | 21 |
Amendoim, Ervilha, Feijão, Feijões, Grão-de-bico e Lentilha | 25 |
Pastagens | 13 |
Cevada e Maçã | 14 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURA | ALVOS BIOLÓGICOS | DOSES | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: |
Algodão | Curuquerê (Alabama argilacea) | 0,5 L/ha | Terrestre: 100 - 300 L/ha Aérea: 20 - 40 L/ha | Quando houver 2 lagartas/planta. Nº máximo de aplicações: 2. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. |
Pulgão-do- algodoeiro (Aphis gossypii) | 0,3-0,5 L/ha | Quando houver 10% das plantas atacadas. Nº máximo de aplicações: 3. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. | ||
Broca-do-algodoeiro (Euthinobothrus brasiliensis) | 0,8-2,0 L/ha | 20 dias após a germinação. Nº máximo de aplicações: 2. Intervalo de aplicação: 1 semana. | ||
Ácaro-branco (Polyphagotarsone mus latus) | 1,5 L/ha | Quando houver 40% das plantas com sinais de ataque. Nº máximo de aplicações: 3. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. | ||
Batata | Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,5 L/ha | Terrestre: 100 - 300 L/ha | Assim que se observem os primeiros sintomas de infestação. Nº máximo de aplicações: 2. Intervalo de aplicação: 2 semanas. |
Café | Broca-do-café (Hypothenemus hampei) | 1,5 L/ha | Terrestre: 100 - 300 L/ha Aérea: 20 - 40 L/ha | Quando o grau de infestação for maior ou igual a 5% nos grãos provenientes da primeira florada. Nº máximo de aplicações: 2. Intervalo de aplicação: 20 a 30 dias. |
Bicho-mineiro-do- café (Leucoptera coffeella) | 1,0-1,5 L/ha | Quando mais ou menos 20% das folhas estiverem minadas. Nº máximo de aplicações: 2. Intervalo de aplicação: 30 a 45 dias. | ||
Cochonilha-de- roseta (Planococcus minor) | Terrestre: 1000 L/ha Aérea: 20 - 40 L/ha | Realizar uma aplicação em pulverização foliar em alto volume, quando se observar o início da infestação. Realizar 1 aplicação por safra. |
CULTURA | ALVOS BIOLÓGICOS | DOSES | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: |
Cevada | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 0,4-0,7 L/ha | Terrestre: 100 - 300 L/ha Aérea: 20 - 40 L/ha | Quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Nº máximo de aplicações: 2. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. |
Pulgão-da-folha (Metopolophium dirhodum) | 0,4 L/ha | |||
Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae) | ||||
Citros | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 mL/100 L de calda | Terrestre: 400 - 500 L/ha | Assim que os frutos começarem a amadurecer. Nº máximo de aplicações: 3. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. |
Cochonilha- pardinha (Selenaspidus articulatus) | 100-150 mL/100 L de calda | Terrestre: 100 - 300 L/ha | Aplicar no início da infestação. Aplicar até o ponto de escorrimento. Nº máximo de aplicações: 2. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. | |
Cochonilha- parlatória (Parlatoria cinerea) | Aplicar no início da infestação, com a calda dirigida ao tronco e ramos primários. Nº máximo de aplicações: 2. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. *Adicionar óleo mineral 0,25% v/v (250 mL/100 L). | |||
Cochonilha-ortezia* (Orthezia praelonga) | Aplicar no início da infestação. Nº máximo de aplicações: 2. Adicionar óleo mineral 0,25% v/v (250 mL/100 L). O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. | |||
Psilídeo (Diaphorina citri) | ||||
Feijão | Cigarrinha (Empoasca kraemeri) | 0,8 L/ha | Terrestre: 100 - 300 L/ha Aérea: 20 - 40 L/ha | Quando aparecerem as primeiras pragas. Nº máximo de aplicações: 2. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. |
Broca-da-vagem (Etiella zinckenella) | 1,25 L/ha | |||
Lagarta-da-vagem (Michaelus jebus) | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 1,0 L/ha |
CULTURA | ALVOS BIOLÓGICOS | DOSES | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: |
Maçã | Lagarta-enroladeira (Bonagota cranaodes) | 100-150 mL/100 L de calda | Terrestre: 100 - 300 L/ha | Aplicar no início da infestação. Nº máximo de aplicações: 3. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. |
Milho | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,4-0,6 L/ha | Terrestre: 100 - 300 L/ha Aérea: 20 - 40 L/ha | Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura. Nº máximo de aplicações: 2. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. |
Lagarta-dos- capinzais (Mocis latipes) | 0,6 L/ha | Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura. Nº máximo de aplicações: 3. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. | ||
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | 1,0 L/ha | Aplicar no período após a germinação até uma altura aproximada de 35 cm, com jato dirigido à base das plantas. Nº máximo de aplicações: 2. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. | ||
Lagarta-rosca (Agrotis ipisilon) | Aplicar no período após a germinação até 30 dias de idade da cultura, com jato dirigido à base das plantas. Nº máximo de aplicações: 2. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. | |||
Pastagem | Cigarrinha-das- pastagens (Deois flavopicta) | 1,0 L/ha | Terrestre: 100 - 300 L/ha Aérea: 20 - 40 L/ha | Quando aparecerem as primeiras pragas. Nº máximo de aplicações: 2. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. |
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,25-1,0 L/ha | Terrestre: 100 - 300 L/ha Aérea: 20 - 40 L/ha | Quando forem encontradas 20 lagartas/metro linear. Nº máximo de aplicações: 2. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. |
Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | 0,8 L/ha | Quando forem encontradas 20% de plantas com ponteiros danificados. Nº máximo de aplicações: 2. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. |
CULTURA | ALVOS BIOLÓGICOS | DOSES | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: |
Sorgo | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,5-0,75 L/ha | Terrestre: 100 - 300 L/ha Aérea: 20 - 40 L/ha | Aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura. Nº máximo de aplicações: 2. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. |
Mosca-do-sorgo (Stenodiplosis sorghicola) | 0,62 L/ha | Aplicar quando 80% do sorgal estiver florido. Nº máximo de aplicações: 2. Intervalo de aplicação: 4 dias. | ||
Tomate * rasteiro com fins industriais | Broca-pequena-do- fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 1,5 L/ha | Terrestre: 100 - 300 L/ha | Quando os frutos estiverem pequenos. Nº máximo de aplicações: 5. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. |
Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 1,0-1,5 L/ha | Assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação. Nº máximo de aplicações: 5. Intervalo de aplicação: 10 dias. | ||
Trigo | Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,5 L/ha | Terrestre: 100 - 300 L/ha Aérea: 20 - 40 L/ha | Assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação. Nº máximo de aplicações: 2. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. |
Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus) | 1,25 L/ha | Aplicar na fase inicial da cultura. Nº máximo de aplicações: 2. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. | ||
Pulgão-da-folha (Metopolophium dirhodum) | 0,3 L/ha | Quando 10% das plantas apresentarem colônias em formação. Nº máximo de aplicações: 2. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. | ||
Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae) | 0,4-0,5 L/ha | Quando forem encontrados mais de 10 pulgões/espiga. Nº máximo de aplicações: 2. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. | ||
Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopalosiphum graminum) | 0,2-0,3 L/ha | Quando o nível de pulgões for de até 10/perfilho. Nº máximo de aplicações: 2. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. |
CULTURA | ALVOS BIOLÓGICOS | DOSES | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: |
Trigo | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 0,75 L/ha | Terrestre: 100 - 300 L/ha Aérea: 20 - 40 L/ha | Quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Nº máximo de aplicações: 2. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. |
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 0,7-1,0 L/ha |
* Não permitido o uso deste produto em lavouras de tomate estaqueado.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cevada | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
| Feijão | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Maçã | Bonagota cranaodes | Lagarta-enroladeira-da-folha | Ver detalhes |
| Milho | Mocis latipes | Curuquerê-dos-capinzais, Mocis | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-da-espiga, Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
O inseticida CLORPIRIFÓS SABERO 480 EC poderá ser aplicado através de equipamentos tratorizados e aeronaves agrícolas equipadas com barras e pontas específicas. Equipamentos de irrigação tipo pivô central também poderão ser utilizados.
Aplicações terrestres - Equipamento Tratorizado:
Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura. As pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta.
Pulverizadores de barra tratorizados ou autopropelidos: Para essa modalidade de aplicação deve-se utilizar pulverizador de barra tratorizado, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Pontas de pulverização e classe de gotas: Utilizar pontas de pulverização de jato plano, jato plano duplo ou jato cônico, que proporcionem classe de gotas fina ou média. Cabe ao Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação ou responsável técnico pela aplicação indicar a ponta de pulverização mais adequada, devendo sempre seguir parâmetros técnicos para a cultura, equipamentos, gerenciamento de deriva e condições meteorológicas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Aplicações com aeronaves agrícolas:
Recomenda-se a utilização de barras com pontas específicas ou atomizadores rotativos do tipo “Micronair”, sempre procurando obter uma boa cobertura na aplicação. Toda aplicação com aeronave agrícola deve ser controlada/monitorada por GPS, não utilizar balizamento por bandeirinhas.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) ou que tenham sido capacitadas e treinadas para realizar a aplicação aérea deste produto. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto.
Para se obter calda homogênea, devem-se observar os seguintes procedimentos:
Agitar bem a embalagem do produto antes de vertê-lo no tanque;
Encher o reservatório do pulverizador com água limpa, até a metade;
Acrescentar o produto nos volumes indicados conforme o alvo;
Completar o volume do reservatório com água limpa.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e condições meteorológicas (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independentemente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota dentro do faixa de espectro recomendada, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. Recomenda-se o uso de anemômetro para medir a velocidade do vento no local da aplicação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica, das quais ocorrem quando a temperatura aumenta com a altitude, reduzindo o movimento vertical do ar. São comuns em noites sem nuvens e vento. Durante uma inversão térmica, pequenas gotas de água formam uma nuvem suspensa perto do solo, movendo-se lateralmente. Elas começam ao pôr do sol e podem durar até a manhã seguinte. A presença de neblina no solo indica uma inversão térmica, mas também é possível identificá-las pelo comportamento da fumaça. Se a fumaça se acumula em camadas e se move lateralmente, há uma inversão térmica, enquanto a fumaça dispersa rapidamente e sobe indica bom movimento vertical do ar.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível dentro da faixa de espectro recomendada, para dar uma boa cobertura e controle. Leia as instruções sobre o gerenciamento adequado de deriva, bem como condições de Vento, Temperatura e Umidade e Inversão Térmica.
Cultura | Intervalo de Segurança (Dias) |
Algodão | 21 |
Batata | 21 |
Café | 21 |
Cevada | 14 |
Citros | 21 |
Feijão | 25 |
Maçã | 14 |
Milho | 21 |
Pastagem | 13 |
Soja | 21 |
Sorgo | 21 |
Tomate Rasteiro | 21 |
Trigo | 21 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Eutinobothrus brasiliensis | Broca-da-raiz, Broca-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Café | Hypothenemus hampei | Broca-do-café | Ver detalhes |
| Citros | Diaphorina citri | Psilídeo | Ver detalhes |
| Feijão | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Cultura | Pragas Nome comum (nome científico) | Dose | Volume de calda (L/ha) | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
ALGODÃO | Ácaro-rajado Tetranychus urticae | 150mL/ha | 300L/ha (terrestre) | Aplicar logo após o início da infestação. Reaplicar no caso de reinfestação, com intervalo máximo de 5 dias entre elas, respeitando o número máximo de aplicações. Número máximo de 05 aplicações por ciclo/cultura. |
Curuquerê-do-algodão Alabama argillacea | 100mL/ha | |||
Larva-das-maçãs Heliothis virescens | 175mL/ha | 300L/ha (terrestre) 10 – 50 L/ha (aéreo) | ||
Bicudo-do- algodoeiro Anthomonus grandis | 150mL/ha | |||
Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | 175mL/ha | |||
BATATA | Larva alfinete Diabrotica speciosa | 250mL/ha | 200L/ha (terrestre) 10 – 50 L/ha (aéreo) | Aplicar no sulco de plantio no momento da semeadura e na amontoa. Realizar 02 aplicações por ciclo cultura (plantio e amontoa). Número máximo de 02 aplicações por ciclo/cultura. |
CANA-DE- AÇÚCAR | Cupins Heterotermes tenuis, Procornitermes triacifer | 300mL/ha | 90L/ha (terrestre) 10 – 50 L/ha (aéreo) | Aplicar juntamente com a semeadura no sulco do plantio ou fazer uma pulverização em cana soca aplicando o produto dirigido à base da soqueira. Número máximo de 01 aplicações por ciclo/cultura. |
Migdolus Migdolus frianus | 600mL/ha | |||
CANOLA | Traça-das-crucíferas Plutella xylostella | 80mL/ha | 200L/ha (terrestre) 10 – 50 L/ha (aéreo) | Aplicar logo após o início da infestação em área total. Número máximo de 01 aplicações por ciclo/cultura. |
CITROS | Ácaro-da- leprose Brevipalpus phoenicis | 5 mL/100 L de água | 1800 L/ha (terrestre) 10 - 50L/ha (aéreo) | Aplicar logo após o início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme infestação. Aplicar, preferencialmente, com alto volume visando perfeita cobertura da parte interna e ponteiro das plantas. Utilizar pulverizador de pistola ou turboatomizador. Pulverizador com pistola: usar pressão de trabalho de 200 a 300lb/pol2 para plantas de até 6 metros de altura. Para alturas superiores, utilizar pressão superior e bicos com orifícios maiores. Pulverizador com turboatomizador: regular e distribuir as pontas de forma que o volume de calda obedeça uma relação com a massa foliar da árvore. |
Ácaro-pupúreo Panonychus citri | ||||
Cochonilha-de-placa Orthezia praelonga |
Número máximo de 08 aplicações por ciclo/cultura. | ||||
EUCALIPTO (Campo) | Percevejo- bronzeado Thaumastocoris peregrinus | 100 – 150 mL/ha | 200L/ha (terrestre) | Aplicar logo após o início da infestação e reaplicar em caso de reinfestação. Efetuar a aplicação de forma que possibilite boa cobertura da parte aérea das plantas. A pulverização deve ser de preferência a alto volume, procurando obter uma perfeita cobertura da parte interna e ponteiro das plantas, utilizando pulverizadores de pistola ou turbo atomizadores. Número máximo de 05 aplicações por ano. |
Vespa-da-galha Leptocybe invasa | 150 – 250 mL/ha | |||
EUCALIPTO (Viveiro) | Vespa-da-galha Leptocybe invasa | 75 – 125 mL/100L de água | 20mL/m2 de bandeja | Aplicar o produto através de rega das bandejas utilizando um regador comum ou pulverizador costal. Iniciar a aplicação logo após o início da infestação, Reaplicar se houver reinfestação. Número máximo de 05 aplicações por ciclo/cultura. |
FUMO | Broca-do-fumo Faustinus cubae | 12,5 – 25 mL/ha | 200 – 300 L/ha (Terrestre) | Aplicar logo no início da infestação na forma de pulverização total. Número máximo de 01 aplicações por ciclo/cultura. |
Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | 12,5 mL/ha | |||
Pulga-do-fumo Epitrix fasciata | 6,25 mL/ha | |||
MAMÃO | Cigarrinha Empoasca spp | 10 mL/100L de água | 1000 L/ha (Terrestre) | Aplicar logo no início da infestação buscando atingir o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar em caso de reinfestação. Número máximo de 02 aplicações por ciclo/cultura. |
Ácaro-branco Polyphagotarsonemus latus | 10 mL/100L de água | |||
MANGA | Tripes-do-cacaueiro Selenotripes Rubrocinctus | 7,5 mL/100L de água | 500 – 1000 L/ha (terrestre) | Aplicar logo no início da infestação buscando atingir o ponto de escorrimento. Número máximo de 01 aplicações por ciclo/cultura. |
MELÃO | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 25 mL/100L de água | 1000 L/ha (terrestre) | Aplicar logo após o início da infestação. Aplicar somente via terrestre (manual costal ou tratorizado) até o ponto de escorrimento e procurando atingir o máximo possível a face inferior das folhas. Usar volume de calda suficiente para aplicação uniforme, considerando o equipamento e a massa foliar. Número máximo de 01 aplicações por ciclo/cultura. |
MILHO | Larva-alfinete Diabrotica speciosa | 75mL/ha | 200 - 300L/ha (terrestre) 10 – 50 L/ha (aéreo) | Aplicar o produto no solo juntamente com a semeadura no sulco de plantio. Número máximo de 01 aplicações por ciclo/cultura. |
ROSA | Ácaro-rajado Tetranychus urticae | 7,5 mL/100L de água | 2000 L/ha (terrestre) | Aplicar logo no início da infestação, com jatos dirigidos às folhas. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a infestação, respeitando o manejo integrado de pragas. |
SOJA | Lagarta-da-soja Anticarsia gemmatalis | 5 – 12,5 mL/ha | 100 – 200 L/ha (terrestre) 10-50 L/ha (aéreo) | Aplicar quando a cultura apresentar 20 lagartas/metro linear ou desfolhamento de 30% antes da floração ou 15% após o início da floração. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. Número máximo de 03 aplicações por ciclo/cultura. |
Percevejo-verde Nezara viridula | 25 – 40 mL/ha | Aplicar logo no início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. Usar menor dose em baixa infestação e a maior em alta infestação. Número máximo de 03 aplicações por ciclo/cultura. | ||
TOMATE | Broca-do-tomateiro Neoleucinodes elegantalis | 18,75 mL/100L de água | 800 L/ha (Terrestre) | Iniciar a aplicação no início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. Número máximo de 05 aplicações por ciclo/cultura |
Traça-do-tomateiro Tuta absoluta | 12,5 mL/100L de água | |||
TRIGO | Lagarta-do-trigo Pseudaletia sequax | 7,5 – 12,5 mL/ha | 150 - 400 L/ha (terrestre) 20 – 40 L/ha (aéreo) | Aplicar quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Número máximo de 03 aplicações por ciclo/cultura. com intervalo de 15 dias |
UVA | Vaquinha-verde Maecolaspis trivialis | 80mL/ha | 800 L/ha (terrestre) 10 – 50 L/ha (aéreo) | Aplicar logo após o início da infestação. Número máximo de 01 aplicações por ciclo/cultura. |
(1) O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação.
Cultura | Pragas Nome comum (nome científico) | Dose | Volume de calda (L/ton) | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
ARROZ | Gorgulho Sitophilus zeamais | 1 mL/ ton | 1 – 2 L/ton | Aplicação única no tratamento preventivo dos grãos a granel, por ocasião do carregamento dos silos graneleiros. |
Besouro Rhyzopertha dominica | 1 mL/ ton | |||
CEVADA | Besouro Rhyzopertha dominica | 1 mL/ ton | 1 – 2 L/ton | Aplicação única no tratamento preventivo dos grãos a granel, por ocasião do carregamento dos silos graneleiros. |
FEIJÃO | Caruncho Acanthoscelides obtectus | 1 mL/ ton | 1 – 2 L/ton | Aplicação única no tratamento preventivo dos grãos a granel, por ocasião do carregamento dos silos graneleiros. |
MILHO | Gorgulho Sitophilus zeamais | 1 mL/ ton | 1 – 2 L/ton | Aplicação única no tratamento preventivo dos grãos a granel, |
Besouro Rhyzopertha dominica | 1 mL/ ton | por ocasião do carregamento dos silos graneleiros. | ||
TRIGO | Gorgulho Sitophilus zeamais | 1 mL/ ton | 1 – 2 L/ton | Aplicação única no tratamento preventivo dos grãos a granel, por ocasião do carregamento dos silos graneleiros. |
Besouro Rhyzopertha dominica | 1 mL/ ton |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Arroz | Sitophilus zeamais | Caruncho dos cereais | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Procornitermes triacifer | Cupim, Cupim-de-monte, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Canola | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Cevada | Rhizopertha dominica | Besourinho | Ver detalhes |
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
| Eucalipto | Leptocybe invasa | Vespa-da-galha | Ver detalhes |
| Feijão | Acanthoscelides obtectus | Caruncho-do-feijão, Gorgulho-do-feijão | Ver detalhes |
| Fumo | Epitrix fasciata | Pulga-do-fumo, Vaquinha-do-fumo | Ver detalhes |
| Mamão | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro-branco, Ácaro-tropical | Ver detalhes |
| Manga | Selenothrips rubrocinctus | Tripes-do-cacaueiro | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Milho | Sitophilus zeamais | Caruncho-dos-cereais, Gorgulho | Ver detalhes |
| Rosa | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Rhizopertha dominica | Besourinho | Ver detalhes |
| Uva | Maecolaspis trivialis | Besouro-dos-frutos, Besouro-verde | Ver detalhes |
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
Para o EUCALIPTO (CAMPO), a pulverização deve ser feita utilizando pulverizadores de pistola ou turbo atomizadores.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados
para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Recomenda-se utilizar para a pulverização, três ou cinco bicos, sobre a correia transportadora, no túnel ou na passarela. Em correia transportadora, recomenda-se também instalar tombadores para que os grãos sejam misturados quando estiverem passando sob a barra de pulverização. Durante este processo, devem ser verificadas a vazão dos bicos e a da correia transportadora. Recomenda- se diluir a dosagem de COFENRIN; ORSA; INSECTRIN em 1,0 a 2,0 litros de calda por tonelada, a ser pulverizada sobre os grãos. MODO DE PREPARO DA CALDA:
Fazer a diluição de TRILLER EC em água e pulverizar uniformemente sobre os grãos antes do armazenamento. Diluir a dosagem do inseticida em 1,0 a 2,0 litros de calda por tonelada de grãos.
Algodão 15
Arroz (grãos armazenados). 30
Batata 35
Cana-de-açúcar. ND
Canola 14
Citros 07
Cevada (grãos armazenados). 30
Eucalipto UNA
Fumo UNA
Feijão (grãos armazenados). 30
Mamão 07
Manga 07
Melão 07
Milho ND
Milho (grãos armazenados). 30
Rosa UNA
Soja 30
Tomate 06
Trigo 14
Trigo (grãos armazenados) 30
Uva 7
UNA – Uso não agrícola / ND - Não determinado devido à modalidade de emprego
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO:
As fêmeas que entram em contato com produto colocam ovos inviáveis e também, diminuem a postura.
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
ALGODÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 0,3 a 0,5 L/ha (30 a 50 g i.a./ha) | Terrestre: 200 - 250 Aérea: 20 - 40 | 2 | 15 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se fazer de 1 a 2 aplicações do CORDIAL 100 durante o ciclo da cultura, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras “ninfas”, intercalando as aplicações com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o CORDIAL 100. | |||||
BERINJELA | Tripes (Thrips palmi) | 75 ml/100 L de água (7,5 g i.a./100L de água) | Terrestre: 500 - 1.000 | 2 | 7 a 10 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Fazer no máximo até 2 aplicações do CORDIAL 100 durante o ciclo da cultura, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. Para se obter melhor controle do Tripes, recomenda-se fazer as pulverizações de tal forma que atinja também o solo, considerando que este inseto passa o estádio pupal no solo. | |||||
CAFÉ | Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) | 0,5 a 1,0 L/ha (50 a 100 g i.a./ha) | Terrestre: 400 - 500 | 2 | 15 a 20 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se fazer 2 aplicações do CORDIAL 100 por ano, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. | |||||
CITROS | Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulatus) | 50 a 75 ml/100 L de água (5,0 a 7,5 g i.a./100L de água) | Terrestre: 2000 L/ha (máximo de 10 L/planta) | 2 | 30 |
Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) | 75 mL/100 L de água (7,5 g i.a./100L de água) | ||||
Psilídio-dos-citros (Diaphorina citri) | 6,25 mL/100 L de água (0,625 g i.a./100L de água) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se fazer de 1 a 2 aplicações do CORDIAL 100 durante o ano, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. | |||||
FEIJÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 250 mL/ha (25 g i.a./ha) | Terrestre: 200 - 250 | 2 | 14 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se iniciar a aplicação do CORDIAL 100 quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda- se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o CORDIAL 100. | |||||
GÉRBERA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 ml/100 L de água (7,5 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 1.200 | 3 | 10 a 15 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Deve-se fazer de 2 a 3 aplicações do CORDIAL 100, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda- se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o CORDIAL 100. | |||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
MELANCIA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 a 100 mL/100 L de água (7,5 a 10 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 1.000 | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se de 1 a 2 aplicações do CORDIAL 100 durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o CORDIAL 100. | |||||
MELÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 a 100 mL/100 L de água (7,5 a 10 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 600 - 1.000 | 2 | 10 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se de 1 a 2 aplicações do CORDIAL 100 durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o CORDIAL 100. | |||||
PEPINO | Tripes (Thrips palmi) | 75 mL/100 L de água (7,5 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 500 - 1.000 | 2 | 15 |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 mL/100 L de água (7,5 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 800 - 1.300 | 7 | ||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Tripes: Recomenda-se fazer 2 aplicações do CORDIAL 100 durante o ciclo da cultura, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. Mosca-branca: Recomenda-se 2 aplicações do CORDIAL 100 durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda- se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o CORDIAL 100. | |||||
PIMENTÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 mL/100 L de água (5,0 a 7,5 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 400 - 800 | 3 | 10 - 14 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Deve-se fazer de 2 a 3 aplicações do CORDIAL 100, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda- se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o CORDIAL 100. | |||||
REPOLHO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 ml/100 L de água (5,0 a 7,5 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 625 | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se 2 aplicações do CORDIAL 100 durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o CORDIAL 100. | |||||
ROSA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 mL/100 L de água (5,0 a 7,5 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 400 | 2 | 10 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se até 2 aplicações do CORDIAL 100 durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o CORDIAL 100. | |||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
SOJA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 250 mL/ha (25 g i.a./ha) | Terrestre: 200 - 300 Aérea: 20 - 40 | 1 | --- |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se realizar 1 aplicação do CORDIAL 100 durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o CORDIAL 100. | |||||
TABACO ou FUMO | Tripes (Frankliniella schultzei) | 250 mL/ha (25 g i.a./ha) | Terrestre: 200 - 300 | 2 | 14 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Fazer no máximo até 2 aplicações do CORDIAL 100 durante o ciclo da cultura, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. | |||||
TOMATE | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 100 ml/100 L de água (5,0 a 10 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 400 - 1.000 | 3 | 7 |
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 75 ml/100 L de água (7,5 g i.a./100 L de água) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Fazer até no máximo de 3 aplicações do CORDIAL 100 durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o CORDIAL 100. | |||||
UVA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 mL/100 L de água (5,0 a 7,5 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 500 - 1.000 | 2 | 10 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se até 2 aplicações do CORDIAL 100 durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o CORDIAL 100. | |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Berinjela | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Gérbera | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pepino | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Pimentão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Repolho | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Rosa | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tabaco | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Uva | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura de gotas das plantas.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do mesmo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Utilizar água de boa qualidade, livre de material em suspensão, a presença destes pode reduzir a eficácia do produto. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e
adicionar o produto CORDIAL 100 de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.
Antes de qualquer aplicação, verifique se o equipamento está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador.
Antes de aplicar CORDIAL 100, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado.
Aplicação Terrestre
Equipamento Costal
Equipamentos Costais (manuais ou motorizados): Utilizar pulverizador costal em boas condições de operação, sem vazamentos, devidamente regulado e calibrado para aplicar o volume de calda e espectro de gotas desejados. Recomenda-se o uso de válvulas reguladoras de pressão e vazão a fim de manter esses parâmetros constantes, proporcionando uniformidade na faixa de aplicação, tamanho de gotas e quantidade de produto em toda área pulverizada, além de evitar o gotejamento durante a operação. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Aplicação costal (Atomizador): Regular o equipamento com pontas restritoras para que o volume de aplicação seja equivalente ao recomendado no quadro agronômico e que proporcione uma cobertura adequada do alvo. Observar para que o fluxo da aplicação seja direcionado ao alvo, evitando a ocorrência de deriva ocasionada pela ventilação gerada pelo equipamento e ou movimentos não planejados pelo operador. A agitação da calda deverá ser mantida ligada durante toda a pulverização.
Equipamento Tratorizado
Turbo-atomizadores (turbopulverizador): Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura. As pontas superiores e inferiores podem ser desligadas para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta.
Pulverizadores de barra ou autopropelidos: Para essa modalidade de aplicação deve-se utilizar pulverizador de barra tratorizado, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido.
responsável pela recomendação ou responsável técnico pela aplicação indicar a ponta de pulverização mais adequada, devendo sempre seguir parâmetros técnicos para a cultura, equipamentos, gerenciamento de deriva e condições meteorológicas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Aplicação aérea
Aeronave tripulada
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão, altura e velocidade na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação Municipal, Estadual e Federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas e que tenha capacidade técnica de fornecer dados do mapa de voo realizado. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
A definição dos equipamentos de pulverização aérea e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um engenheiro agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
Dentre os fatores meteorológicos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo-higrômetro.
O sistema de agitação da calda quando aplicável e disponível deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda (seções de barra) do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e condições meteorológicas (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independentemente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota dentro do faixa de espectro recomendada, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. Recomenda-se o uso de anemômetro para medir a velocidade do vento no local da aplicação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica, das quais ocorrem quando a temperatura aumenta com a altitude, reduzindo o movimento vertical do ar. São comuns em noites sem nuvens e vento. Durante uma inversão térmica, pequenas gotas de água formam uma nuvem suspensa perto do
solo, movendo-se lateralmente. Elas começam ao pôr do sol e podem durar até a manhã seguinte. A presença de neblina no solo indica uma inversão térmica, mas também é possível identificá-las pelo comportamento da fumaça. Se a fumaça se acumula em camadas e se move lateralmente, há uma inversão térmica, enquanto a fumaça dispersa rapidamente e sobe indica bom movimento vertical do ar.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível dentro da faixa de espectro recomendada, para dar uma boa cobertura e controle. Leia as instruções sobre o gerenciamento adequado de deriva, bem como condições de Vento, Temperatura e Umidade e Inversão Térmica.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção
individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Algodão, Tomate | 07 dias |
Beringela, Melancia, Pimentão | 03 dias |
Café | 15 dias |
Citros, Feijão, Melão, Repolho, Uva | 14 dias |
Gérbera, Rosa, Tabaco (ou Fumo) | UNA (Uso Não Alimentar) |
Pepino | 01 dia |
Soja | 30 dias |
O intervalo de reentrada de pessoas é de 24 horas. Mantenha afastada da área de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas. Caso necessite entrar na área tratada antes de 24 horas ou se as partes tratadas estiverem úmidas, use avental impermeável, luvas e botas de borracha e óculos protetores.
Culturas | Pragas | Dose (p.c.) * | Volume de Calda | Nº máximo de Aplicações | Época e intervalo de aplicações (vide observações) |
Algodão | Mosca Branca Bemisia tabaci raça B | 0,3 - 0,5 L/ha | 200 a 250 L/ha | 02 | Recomenda-se fazer 1 a 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 15 dias, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras “ninfas”. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. |
Batata | Mosca Branca Bemisia tabaci raça B | 100 mL/ha | 800 L/ha | 02 | Recomenda-se realizar 02 aplicações no início da infestação, com intervalo de 10 dias. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. |
Berinjela | Tripes Thrips palmi | 75 mL/100 L de água | 500 a 1.000 L/ha | 02 | Fazer no máximo até 02 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 07 a 10 dias. Para se obter melhor controle do Tripes, recomenda-se fazer as pulverizações de tal forma que atinja também o solo, considerando que este inseto passa o estádio pupal no solo |
Café | Bicho-mineiro Leucoptera coffeella | 500 a 1000 mL/ha | 400 a 500 L/ha | 02 | Recomenda-se fazer 2 aplicações por ano com intervalos de 15 a 20 dias, devendo ser no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. |
Citros | Cochonilha- pardinha Selenaspidus articulatus | 50 a 75 mL/100 L de água | 2000 L/há Máximo 10 litros/planta | 02 | Recomenda-se fazer de 1 a 2 aplicações durante o ano, com intervalo de 30 dias, sempre no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e,,se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos, procurando dar uma cobertura uniforme sobre as plantas. |
Cochonilha-de- placa Orthezia praelonga | 75 mL/100 L de água | ||||
Cochonilha- parlatoria Parlatoria cinerea | 100 mL/100 L de água |
Psilídeo-dos- citros Diaphorina citri | 6,25 mL/100 L de água | ||||
Feijão | Mosca Branca Bemisia tabaci raça B | 250 mL/ha | 250 L/ha | 02 | Recomenda-se iniciar a aplicação quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. |
Gérbera | Mosca Branca Bemisia tabaci raça B | 75 mL/100 L de água | 1.200 L/ha | 03 | Deve-se fazer de 2 a 3 aplicações com intervalos de 10 a 15 dias. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. |
Maçã | Mariposa-oriental Grapholita molesta | 100 mL/100 L de água | 1.000 L/ha | 02 | Fazer no máximo 2 aplicações, sendo: 1ª aplicação: imediatamente após a florada e; 2ª aplicação: duas semanas após a primeira aplicação. |
Melancia | Mosca Branca Bemisia tabaci raça B | 75 a 100 mL/100 L de água | 1.000 L/ha | 02 | Recomenda-se de 1 a 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalos de 07 dias, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. |
Melão | Mosca Branca Bemisia tabaci raça B | 75 a 100 mL/100 L de água | 600 - 1.000 L/ha | 02 | Recomenda-se realizar 01 ou 2 aplicações durante o ciclo da planta, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, A(s) pulverização(ões) deve(m) ser feita(s) de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. |
Pepino | Mosca Branca Bemisia tabaci raça B | 75 mL/100 L de água | 800 - 1.300 L/ha | 02 | . Mosca branca: Fazer até 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 07 dias, quando forem constatadas a presença de ovos e ninfas. As pulverizações devem ser feitas de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. |
Tripes Thrips palmi | 500 a 1.000 L/ha | Tripes: Fazer 2 aplicações no ciclo da cultura em intervalos de 15 dias, devendo ser no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. | |||
Pimentão | Mosca Branca Bemisia tabaci raça B | 50 a 75 mL/100 L de água | 400 a 800 L/ha ( | 03 | Deve-se fazer de 2 a 3 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 10 a 14 dias, o. quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas |
Repolho | Mosca Branca Bemisia tabaci raça B | 50 a 75 mL/100 L de água | 625 L/ha | 02 | Realizar no máximo 2 aplicações com intervalos de 07 dias, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. |
Rosa | Mosca Branca Bemisia tabaci raça B | 50 a 75 mL/100 L de água | 400 L/ha | 02 | Recomenda-se realizar até 2 aplicações com intervalo de 10 dias, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, intercalando- se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e ninfas, na face inferior das folhas. |
Soja | Mosca Branca Bemisia tabaci raça B | 250 mL/ha | 200 a 300 L/ha | 01 | Realizar 1 aplicação no início da infestação quando forem constatadas a presença de ovos e ninfas. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. |
Tomate | Mosca Branca Bemisia tabaci raça B | 75 a 100 mL/100 L de água | 400 a 1.000 L/ha | 03 | Fazer até no máximo de 3 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalos de 07 dias, intercalando-se com outros produtos. Iniciar quando forem constatadas a presença de ovos e ninfas. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas |
Mosca Branca Bemisia tabaci | 50 a 100 mL/100 L de água | ||||
Uva | Mosca Branca Bemisia tabaci raça B | 50 a 75 mL/100 L de água | 500 a 1.000 L/ha | 02 | Recomenda-se aplicar até 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de10 dias entre as aplicações, intercalando-se com outros produtos. Iniciar quando forem constatadas a presença de ovos e ninfas. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas |
OBSERVAÇÕES:
NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Intercalar as aplicações com outros produtos do programa de Manejo de Resistência à Inseticidas, realizando no máximo 2 a 3 aplicações do produto COUGAR, por ciclo da cultura.
É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o produto COUGAR.
*p.c. produto comercial
NOTA: Restrição Estadual, quando aplicável, vide informação no final da bula.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Batata | Bemisia tabaci raça B | mosca-branca | Ver detalhes |
| Berinjela | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Citros | Diaphorina citri | Psilídeo | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Gérbera | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pepino | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pimentão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Repolho | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Rosa | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Uva | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
O produto COUGAR deve ser aplicado nas doses recomendadas, diluído em água. Pode ser aplicado por via terrestre (equipamentos manuais e/ ou motorizados), tratorizado de barra, autopropelidos e por via aérea conforme recomendações para cada cultura. Utilizar sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura de gotas em toda a parte aérea das plantas.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva.
A boa eficiência de aplicação, entre outros fatores, destaca um conjunto de características e ações que devem ser rigorosamente observadas, tais como:
maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
- APLICAÇÃO VIA AÉREA:
Realize a aplicação via aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as 3105375 disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável. Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos:
. Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
. Umidade relativa do ar acima de 50%
. Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para aplicação do produto, conforme consta no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Cultura | Intervalo de Segurança (dias) |
Algodão | 7 |
Batata | 7 |
Berinjela | 3 |
Café | 15 |
Citros | 14 |
Feijão | 14 |
Gérbera | U.N.A. |
Maçã | 45 |
Melancia | 3 |
Melão | 14 |
Pepino | 1 |
Pimentão | 3 |
Repolho | 14 |
Rosa | U.N.A. |
Soja | 30 |
Tomate | 7 |
Uva | 14 |
U.N.A. = Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO:
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
ALGODÃO | Curuquerê (Alabama argillacea) | 100 - 150 mL/ha (30 - 45 g i.a./ha) | Terrestre: 100 - 200 | 2 | 5 |
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 300 - 400 mL/ha (90 - 120 g i.a./ha) | ||||
Tripes (Frankliniella schultzei) | 100 - 200 mL/ha (30 - 60 g i.a./ha) | ||||
Bicudo (Anthonomus grandis) | 350 - 400 mL/ha (105 - 120 g i.a./ha) | ||||
Lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella) | 300 - 400 mL/ha (90 - 120 g i.a./ha) | ||||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 350 mL/ha (105 g i.a./ha) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Curuquerê (Alabama argillacea): Fazer a contagem do número de lagartas pequenas e grandes e estimar a porcentagem de desfolha. Iniciar o controle quando o nível de ataque atingir 2 lagartas/planta ou quando observar 25% de desfolha. Ácaro-rajado (Tetranychus urticae): Fazer o monitoramento da praga e iniciar o controle quando atingir o nível de 10% das folhas com sintoma de ataque por ácaros. Deve-se direcionar o jato, principalmente na página dorsal das folhas, local onde ficam os ácaros. Tripes (Frankliniella schultzei): O tripes deve ser controlado quando encontrar 6 indivíduos por planta atacada. Bicudo (Anthonomus grandis): Iniciar o controle quando atingir o nível de 10% de plantas atacadas e um adulto por armadilha. Repetir as aplicações sempre que atingir 2 a 5% de ataque nos botões florais. Aplicar DANIMEN 300 EC dando boa cobertura em toda a parte aérea das plantas. Lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella): Coletar 50 maçãs rijas da parte mais alta das plantas durante o caminhamento para monitoramento. Iniciar o controle quando encontrar 5% de maçãs com sintomas de ataque. Em caso de utilização de armadilhas com feromônio, deve-se iniciar o controle quando forem capturados 10 adultos/armadilha. Lagarta-da-maçã (Heliothis virescens): Fazer monitoramento e iniciar o controle quando constatar de 10% a 15% de plantas infestadas por lagartas pequenas. | |||||
AMENDOIM | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 200 - 300 mL/ha (60 - 90 g i.a./ha) | Terrestre: 100 - 300 | 2 | 7 |
Ácaro vermelho (Tetranychus ogmophallos) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) e Ácaro vermelho (Tetranychus ogmophallos): Aplicar DANIMEN 300 EC logo no início da infestação, no aparecimento das formas móveis. | |||||
BERINJELA | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 150 mL/ha (45 g i.a./ha) | Terrestre: 600 - 1000 | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: A lagarta-militar é uma praga que mesmo em baixas populações pode causar grandes danos. Os ovos são colocados principalmente nas folhas e começam a eclodir já no terceiro dia. As lagartas, logo após a eclosão iniciam o ataque às folhas, caules, ramos e frutos. Realizar as aplicações assim que forem observadas lagartas menores que 1cm. Aplicar DANIMEN 300 EC de forma a cobrir toda o dossel das plantas. | |||||
CAFÉ | Ácaro-vermelho (Oligonychus ilicis) | 200 mL/ha (60 g i.a./ha) | Terrestre: 400 - 500 | 2 | 14 |
Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | 400 mL/ha (120 g i.a./ha) | ||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) | 250 - 400 mL/ha (75 - 120 g i.a./ha) | ||||
Cochonilha-Orthezia (Orthezia praelonga) | 200 mL/ha (60 g i.a./ha) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro-vermelho (Oligonychus ilicis): Período de seca com estiagem prolongada são condições propícias ao desenvolvimento do ácaro vermelho, podendo o ataque ocorrer em reboleiras e, em casos graves, expandir para toda a lavoura. Aplicar DANIMEN 300 EC em reboleiras ou em toda a lavoura. Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis): Fazer o controle do ácaro logo após a colheita e no início da formação dos chumbinhos, nos talhões da lavoura onde os sintomas em folhas e frutos foram observados no ano anterior. Considerando que o maior número de ovos e ácaros são encontrados no terço inferior das plantas, tanto nas folhas, ramos e frutos, o equipamento a ser utilizado deve proporcionar um depósito maior dos produtos nas partes interiores do terço inferior das plantas. Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella): O controle deve ser iniciado quando a infestação atingir o nível de controle (3% a 5%), pulverizando-se as partes mais atacadas da lavoura. Como o ataque não se distribui uniformemente, recomenda-se o controle apenas para os talhões em que a infestação da praga já tenha atingido 3 a 5%. Cochonilha-Orthezia (Orthezia praelonga): Recomenda-se fazer inspeções periódicas nos cafezais para que o foco inicial possa ser rapidamente detectado e combatido. | |||||
CEBOLA | Tripes (Thrips tabaci) | 150 mL/ha (45 g i.a./ha) | Terrestre: 1000 | 1 | --- |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: O controle deve ser iniciado no estádio vegetativo, quando forem amostrados 15 tripes/planta e, após esta fase, quando forem amostrados 30 tripes/planta. Aplicar o produto utilizando bico tipo leque com jatos dirigidos para as bainhas das folhas, locais onde os tripes preferem colonizar. | |||||
CITROS (Laranja) | Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | 50 mL/100 L de água (15 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 5 a 10 L/planta, dependendo do tamanho das árvores | 1 | --- |
Cochonilha-Orthezia (Orthezia praelonga) | |||||
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | |||||
Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 40 mL+7,0 L de melaço/100 L de água (12 g i.a./100 L de água) | ||||
Pulgão-preto (Toxoptera citricida) | 20 mL/100 L de água (6 g i.a./100 L de água) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis): Fazer o monitoramento periodicamente do pomar a cada 7 ou 15 dias, em pelo menos 1% das plantas de cada talhão. Iniciar o controle quando 5% a 10% dos frutos ou ramos examinados apresentarem um ou mais ácaros. Deve-se evitar o uso de um mesmo princípio ativo e classe química nas pulverizações no período de um ano, para que não haja seleção de ácaros resistentes ao acaricida empregado. Aplicar DANIMEN 300 EC de tal modo que a pulverização seja feita para obter uma boa cobertura em toda a planta. Cochonilha-Orthezia (Orthezia praelonga): Recomenda-se fazer inspeções periódicas nos pomares cítricos para que o foco inicial possa ser rapidamente detectado e combatido. A ortézia, como outras espécies de cochonilhas, tem uma característica que dificulta o seu controle, porque possui o ovissaco, câmara onde os ovos são depositados, que não é atingido pelos inseticidas e nem atacado pelo seu inimigo natural, preservando os ovos. Aplicar DANIMEN 300 EC devendo-se cobrir toda a parte aérea da planta, inclusive os troncos e os ramos. Para um controle eficiente da ortézia, adotar medidas complementares à utilização de inseticidas, tais como: encontrar todos os focos de ortézia no talhão ou propriedade; controlar as plantas invasoras nos focos de ocorrência da praga num raio de | |||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
pelo menos 20 m de distância. Reaplicar após 20 dias para eliminar as reinfestações, e caso a incidência seja muito grande, fazer uma terceira aplicação. Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana): Fazer o monitoramento com armadilhas de feromônio e realizar a aplicação do DANIMEN 300 EC quando forem capturados 6 adultos/armadilha/semana e com 10% de plantas com frutos atacados no talhão. Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata): Deve-se fazer monitoramento do pomar com armadilhas contendo atrativo, colocando- os do lado que nasce o sol na proporção de uma armadilha a cada 5 ha. Aplicar DANIMEN 300 EC quando se observar captura média de 14 moscas/armadilha/semana, sendo feitas 2 avaliações semanais. Pulgão-preto (Toxoptera citricida): O controle químico deve ser usado em casos extremos, quando o ataque é intenso e generalizado e quando o número de inimigos naturais é reduzido. A pulverização deve ser efetuada quando os adultos estão presentes nas brotações. | |||||
CRISÂNTEMO | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 30 mL/100 L de água (9 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 500 - 700 | 1 | --- |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar DANIMEN 300 EC no início da infestação ao aparecimento das primeiras formas móveis. | |||||
FEIJÃO | Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | 100 - 200 mL/ha (30 - 60 g i.a./ha) | Terrestre: 100 - 300 | 2 | 7 |
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | |||||
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 200 - 300 mL/ha (60 - 90 g i.a./ha) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri): Aplicar DANIMEN 300 EC quando o nível de ataque atingir 40 ninfas por batida de pano ou em 2m de linha. Mosca-branca (Bemisia tabaci): Devido à importância da mosca-branca como transmissora do vírus-do-mosaico dourado do feijoeiro (VMDF), o seu manejo deve ser realizado de acordo com a época de plantio. Em áreas com histórico de alta incidência do mosaico-dourado e no plantio do feijão da “seca” (janeiro a abril), desde que a mosca-branca esteja presente na área amostrada, seu controle deve ser feito do plantio até o estágio de florescimento em pulverizações semanais. Após o florescimento do feijoeiro, não há necessidade de se fazer o controle da mosca-branca, pois os danos causados pelo VMDF são pouco significativos, não justificando o controle do vetor. No plantio das “águas” (agosto a dezembro) e de “inverno” (maio a agosto), a incidência da mosca branca e do VMDF é menos intensa. Ácaro-rajado (Tetranychus urticae): Aplicar DANIMEN 300 EC quando o a infestação atingir o nível de controle, ou seja, quando encontrar seis plantas com sintoma de ataque ou presença dos ácaros em 2 m de linha. | |||||
JILÓ | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 150 mL/ha (45 g i.a./ha) | Terrestre: 600 - 1000 | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: A lagarta-militar é uma praga que mesmo em baixas populações pode causar grandes danos. Os ovos são colocados principalmente nas folhas e começam a eclodir já no terceiro dia. As lagartas, logo após a eclosão iniciam o ataque às folhas, caules, ramos e frutos. Realizar as aplicações assim que forem observadas lagartas menores que 1cm. Aplicar DANIMEN 300 EC de forma a cobrir toda o dossel das plantas. | |||||
MAÇÃ | Ácaro-vermelho-europeu (Panonychus ulmi) | 50 mL/100 L de água (15 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 2 a 5 L/planta | 1 | --- |
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 40 mL/100 L de água (12 g i.a./100 L de água) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro-vermelho (Panonychus ulmi): Fazer monitoramento periódico do pomar, através da amostragem sequencial no mínimo em 10 plantas por talhão de 5 ha, retirando-se 5 folhas por planta e anotando-se o número de folhas com presença do ácaro. Aplicar do DANIMEN 300 EC quando 50% das folhas acusarem a presença da praga no início da temporada, e no período que antecede a colheita, quando mais de 70% das folhas apresentarem ácaros. Aplicar de 2 a 5 litros de calda por planta, dependendo da idade das plantas, espaçamento de plantio, variedade, observando sempre o ponto de escorrimento. Mariposa-oriental (Grapholita molesta): Deve-se fazer monitoramento do pomar com armadilhas Delta utilizando como atrativo o feromônio sexual sintético, colocando-se uma armadilha para 5 ha. Aplicar DANIMEN 300 EC quando se observar captura média de 30 machos/armadilha/semana. Aplicar volume de calda variando de 2 a 5 litros de calda por planta, dependendo da idade das plantas, espaçamento de plantio, variedade, observando sempre o ponto de escorrimento. | |||||
MAMÃO | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 50 mL/100 L de água (15 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 600 - 1000 | 2 | 14 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar DANIMEN 300 EC logo no início do aparecimento das formas móveis, repetindo em caso de necessidade. Deve-se utilizar de 600 a 1000 litros de calda/ha. Não realizar mais do que 2 aplicações consecutivas. Não fazer mais de 2 aplicações por ano e se possível alternar com inseticidas de outro grupo químico, para evitar resistências. | |||||
MELANCIA | Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis, Liriomyza sativae e Liriomyza trifolii) | 200 - 300 mL/ha (60 - 90 g i.a./ha) | Terrestre: 200 | 3 | 7 |
Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis; Diaphania hyalinata) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis e Diaphania hyalinata): Deve-se fazer a amostragem em 20 pontos em ziguezague, em uma área de até 2,5 hectares da área de plantio. Cada ponto corresponde a uma planta. O controle deve ser iniciado quando forem encontradas, em média, 3 (três) lagartas por planta. Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 200 a 300 mL/ha dependendo do crescimento das plantas e intensidade de infestação da praga. Para evitar aparecimento de resistência, recomenda-se alternar inseticidas de grupo químico diferentes, com intervalo de 7 dias. Fazer, no máximo, 3 aplicações com DANIMEN 300 EC durante o ciclo da cultura. Utilizar um volume de calda/ha de 200 L e a aplicação deve ser feita preferencialmente fora do horário de visitação das abelhas polinizadoras. Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis, Liriomyza sativae e Liriomyza trifolii): Fazer a amostragem da infestação em folhas mais desenvolvidas do ramo em 20 pontos, em uma área de 2,5 hectares de plantio. Iniciar a aplicação do DANIMEN 300 EC na dose de 200 a 300 mL/ha, quando forem encontradas, em média, 5 (cinco) larvas vivas nos 20 pontos amostrados. Para evitar aparecimento de resistência, recomenda-se alternar inseticidas de grupo químico diferentes, com intervalo de 7 dias. Fazer, no máximo, 3 aplicações com DANIMEN 300 EC durante o ciclo da cultura. Utilizar um volume de calda de 200 L/ha e a aplicação deve ser feita preferencialmente fora do horário de visitação das abelhas polinizadoras. Como medida de controle complementar, recomenda-se a destruição dos restos culturais; não implantar do cultivo de melancia próximo de espécies hospedeiras da mosca-minadora, tais como feijão, ervilha, fava, batatinha, tomateiro, berinjela, pimentão, entre outras. | |||||
MELÃO | Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis, Liriomyza sativae e Liriomyza trifolii) | 200 - 300 mL/ha (60 - 90 g i.a./ha) | Terrestre: 200 | 3 | 7 |
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis; Diaphania hyalinata) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis e Diaphania hyalinata): Deve-se fazer a amostragem em 20 pontos em ziguezague, em uma área de até 2,5 hectares da área de plantio. Cada ponto corresponde a uma planta. O controle deve ser iniciado quando forem encontradas, em média, 3 (três) lagartas por planta. Aplicar DANIMEN 300 EC na dose de 200 a 300 mL/ha dependendo do crescimento das plantas e intensidade de infestação da praga. Para evitar aparecimento de resistência, recomenda-se alternar inseticidas de grupo químico diferentes, com intervalo de 7 dias. Fazer, no máximo, 3 aplicações com DANIMEN 300 EC durante o ciclo da cultura. Utilizar um volume de calda/ha de 200 L e a aplicação deve ser feita preferencialmente fora do horário de visitação das abelhas polinizadoras. Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis, Liriomyza sativae e Liriomyza trifolii): Fazer a amostragem da infestação em folhas mais desenvolvidas do ramo em 20 pontos, em uma área de 2,5 hectares de plantio. Iniciar a aplicação do DANIMEN 300 EC na dose de 200 a 300 mL/ha, quando forem encontradas, em média, 5 (cinco) larvas vivas nos 20 pontos amostrados. Para evitar aparecimento de resistência, recomenda-se alternar inseticidas de grupo químico diferentes, com intervalo de 7 dias. Fazer, no máximo, 3 aplicações com DANIMEN 300 EC durante o ciclo da cultura. Utilizar um volume de calda de 200 L/ha e a aplicação deve ser feita preferencialmente fora do horário de visitação das abelhas polinizadoras. Como medida de controle complementar, recomenda-se a destruição dos restos culturais; não implantar do cultivo de melão próximo de espécies hospedeiras da mosca-minadora, tais como feijão, ervilha, fava, batatinha, tomateiro, berinjela, pimentão, entre outras. | |||||
MILHO | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 70 - 100 mL/ha (21 - 30 g i.a./ha) | Terrestre: 80 (plantas jovens) a 300 L/ha | 1 | --- |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Deve-se fazer monitoramento da cultura e aplicar o DANIMEN 300 EC quando atingir o nível de dano econômico da praga, ou seja, quando o ataque atingir 20% de plantas com o sintoma de "folhas raspadas", onde as lagartas deverão estar com 7 a 8 mm de comprimento. Independente do estádio de crescimento da planta, a pulverização deve ser feita com jato dirigido para o cartucho do milho devendo-se utilizar bico leque, preferencialmente com ângulo de 80 graus. O volume de água a ser utilizado pode variar de 80 litros (plantas mais jovens) a 300 litros/ha. | |||||
MORANGO | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 65 mL/100 L de água (19,5 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 1500 | 1 | --- |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar DANIMEN 300 EC assim que forem notados os primeiros sintomas de seu ataque, ou for constatada a presença de ácaros vivos nas plantas, devendo-se gastar volume de calda em torno de 1.500 litros/ha para dar boa cobertura em toda a parte aérea das plantas. Quando a infestação ocorrer no período de frutificação, observar a carência do produto. Procurar realizar o controle de forma localizada, nos focos de infestação, tratando toda a lavoura somente se necessário. Procurar rotacionar os acaricidas com diferentes modos de ação. | |||||
PIMENTA | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 150 mL/ha (45 g i.a./ha) | Terrestre: 600 - 1000 | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: A lagarta-militar é uma praga que mesmo em baixas populações pode causar grandes danos. Os ovos são colocados principalmente nas folhas e começam a eclodir já no terceiro dia. As lagartas, logo após a eclosão iniciam o ataque às folhas, caules, ramos e frutos. Realizar as aplicações assim que forem observadas lagartas menores que 1cm. Aplicar DANIMEN 300 EC de forma a cobrir toda o dossel das plantas. | |||||
PIMENTÃO | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 150 mL/ha (45 g i.a./ha) | Terrestre: 600 - 1000 | 2 | 7 |
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: A lagarta-militar é uma praga que mesmo em baixas populações pode causar grandes danos. Os ovos são colocados principalmente nas folhas e começam a eclodir já no terceiro dia. As lagartas, logo após a eclosão iniciam o ataque às folhas, caules, ramos e frutos. Realizar as aplicações assim que forem observadas lagartas menores que 1cm. Aplicar DANIMEN 300 EC de forma a cobrir toda o dossel das plantas. | |||||
QUIABO | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 150 mL/ha (45 g i.a./ha) | Terrestre: 600 - 1000 | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: A lagarta-militar é uma praga que mesmo em baixas populações pode causar grandes danos. Os ovos são colocados principalmente nas folhas e começam a eclodir já no terceiro dia. As lagartas, logo após a eclosão iniciam o ataque às folhas, caules, ramos e frutos. Realizar as aplicações assim que forem observadas lagartas menores que 1cm. Aplicar DANIMEN 300 EC de forma a cobrir toda o dossel das plantas. | |||||
REPOLHO | Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 15 - 30 mL/100 L de água (4,5 - 9,0 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 500 | 2 | 10 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: O curuquerê-da-couve é uma praga altamente prejudicial à cultura do repolho. As lagartas, logo após a eclosão iniciam o ataque às folhas, devorando durante a fase larval, quase toda a folhagem, destruindo as plantações. Aplicar DANIMEN 300 EC no início da infestação. | |||||
ROSA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 25 mL/100 L de água (7,5 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 600 - 800 | 1 | --- |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar DANIMEN 300 logo no início do aparecimento das primeiras formas móveis, devendo- se utilizar em torno de 600 a 800 litros de volume de calda por hectare para que a calda inseticida atinja toda a parte aérea das plantas. O número de pulverizações dependerá da intensidade e condições favoráveis ao ataque da praga. | |||||
SOJA | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 150 mL/ha (45 g i.a./ha) | Terrestre: 200 | 1 | --- |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: O controle da lagarta-da-soja deve ser feito com base nos princípios do “Manejo de Pragas” que consistem em tomadas de decisão de controle com base no nível de ataque, no número, tamanho dos insetos-pragas e no estádio de desenvolvimento da soja, informações essas obtidas através de inspeções regulares na lavoura. Aplicar DANIMEN 300 EC quando forem encontradas, em média, 40 lagartas grandes (> 1,5 cm) por pano-de-batida, ou se a desfolha atingir 30% antes da fase do florescimento, ou 15%, tão logo apareça as primeiras vagens. | |||||
TABACO ou FUMO | Tripes (Frankliniella schultzel) | 150 mL/ha (45 g i.a./ha) | Terrestre: 300 | 4 | 10 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Fazer no máximo até 4 aplicações do DANIMEN 300 EC durante o ciclo da cultura, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e/ou adultos e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. | |||||
TOMATE | Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 150 mL/ha (45 g i.a./ha) | Terrestre: 600 - 1000 | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta): Fazer monitoramento da praga durante todo o ciclo da cultura, devendo-se observar principalmente a presença de larva da traça nas folhas apicais e nos ponteiros. Iniciar o controle, quando encontrar 20% dos ponteiros ou folhas atacados e/ou quando houver, em média, 0,67 minas com larvas vivas por folha. A amostragem nos frutos deve ser feita observando-se de 50 a 100 frutos por ponto de amostragem, e o nível de controle é a presença de 5% de frutos danificados pela traça. | |||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
Fazer aplicações semanais do DANIMEN 300 EC na dose de 150 mL (45 g i.a) do produto comercial diluído em 100 litros de água gastando-se o volume de calda de 600 a 1000 L/ha, dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas. Deve-se aplicar de forma que a calda atinja toda a parte aérea do tomateiro em um programa de alternância de inseticidas de outros grupos químicos para evitar resistências. Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis): Fazer monitoramento da broca-pequena-do-tomateiro, iniciando a partir do florescimento da cultura, inspecionando-se as pencas com frutos de até 2 cm de diâmetro, para detecção de ovos. Observar principalmente a superfície mediano-inferior dos frutos e realizar pulverizações quando o nível atingir 5% de frutos com sinais de ataque. Aplicar o DANIMEN 300 EC na dose de 150 mL (45 g i.a) do produto comercial por hectare, gastando-se o volume de calda de 600 a 1000 L/ha, dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas. | |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Amendoim | Tetranychus ogmophallos | Ácaro-vermelho-doamendoim | Ver detalhes |
| Berinjela | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Citros | Toxoptera citricida | Pulgão-preto, Pulgão-preto-dos-citrus | Ver detalhes |
| Crisântemo | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Feijão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Jiló | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Mamão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Melancia | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Melão | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Morango | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Pimenta | Spodoptera frugiperda | Lagarta militar | Ver detalhes |
| Pimentão | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Quiabo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Repolho | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Rosa | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tabaco | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do mesmo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Utilizar água de boa qualidade, livre de material em suspensão, a presença destes pode reduzir a eficácia do produto. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto DANIMEN 300 EC de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.
Antes de qualquer aplicação, verifique se o equipamento está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador.
Antes de aplicar DANIMEN 300 EC, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado.
Aplicação Terrestre
Equipamento Costal
Equipamentos Costais (manuais ou motorizados): utilizar pulverizador costal em boas condições de operação, sem vazamentos, devidamente, calibrado e dotados com ponta de pulverização que produza jato plano, jato plano duplo ou jato cônico, visando produção de gotas finas a médias possibilitando uma cobertura uniforme em toda a área tratada. Recomenda-se o uso de válvulas reguladoras de pressão e vazão a fim de manter esses parâmetros constantes, proporcionando uniformidade na faixa de aplicação, tamanho de gotas e quantidade de produto em toda área pulverizada, além de evitar o gotejamento durante a operação.
Equipamento estacionário manual (pistola): Utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica, calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a pistola evitando a concentração de calda em um único ponto, escorrimento e desperdício da calda.
Aplicação costal (Atomizador): regular o equipamento com pontas restritoras para que o volume de aplicação seja equivalente ao recomendado no quadro agronômico e que proporcione uma cobertura adequada do alvo. Observar para que o fluxo da aplicação seja direcionado ao alvo, evitando a ocorrência de deriva ocasionada pela ventilação gerada pelo equipamento e ou movimentos não planejados pelo operador. A agitação da calda deverá ser mantida ligada durante toda a pulverização.
Turbo-atomizadores (turbopulverizador): utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio com espaçamento entre as pontas em conformidade com o determinado pelo fabricante. As pontas podem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, é recomendado que as pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que a pulverização não ocorra fora do alvo (no solo ou acima do topo da cultura), além do emprego de pontas com perfil de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta. Para CITROS as aplicações tratorizadas deverão ser realizadas, obrigatoriamente por meio de máquina com cabine fechada.
Pulverizadores de barra ou autopropelidos: para essa modalidade de aplicação deve-se utilizar pulverizador de barra tratorizado, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido.
mais adequada, devendo sempre seguir parâmetros técnicos para a cultura, equipamentos, gerenciamento de deriva e condições meteorológicas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
Dentre os fatores meteorológicos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo-higrômetro.
O sistema de agitação da calda quando aplicável e disponível deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda (seções de barra) do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. Recomenda-se o uso de anemômetro para medir a velocidade do vento no local da aplicação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina, as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica. Se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível dentro da faixa de espectro recomendada, para dar uma boa cobertura e controle. Leia as instruções sobre o gerenciamento adequado de deriva, bem como condições de Vento, Temperatura e Umidade e Inversão Térmica.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado, incluindo as mangueiras, filtros e bicos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização permaneça no pulverizador. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da
limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Algodão, Amendoim, Café e Feijão | 14 dias |
Berinjela, Jiló, Mamão, Melão, Melancia, Morango, Pimenta, Pimentão, Quiabo, Repolho e Tomate | 3 dias |
Cebola e Milho | 7 dias |
Crisântemo, Rosa e Tabaco ou Fumo | UNA – Uso não alimentar |
Citros e Maçã | 28 dias |
Soja | 30 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPIs recomendados para o uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO:
As fêmeas que entram em contato com o produto colocam ovos inviáveis e, também, diminuem a postura.
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
ALGODÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 0,3 a 0,5 L/ha (30 a 50 g i.a./ha) | Terrestre: 200 - 250 Aérea: 20 - 40 | 2 | 15 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se fazer de 1 a 2 aplicações do EPINGLE 100 durante o ciclo da cultura, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras “ninfas”, intercalando as aplicações com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o EPINGLE 100. | |||||
BERINJELA | Tripes (Thrips palmi) | 75 ml/100 L de água (7,5 g i.a./100L de água) | Terrestre: 500 - 1.000 | 2 | 7 a 10 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Fazer no máximo até 2 aplicações do EPINGLE 100 durante o ciclo da cultura, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. Para se obter melhor controle do Tripes, recomenda-se fazer as pulverizações de tal forma que atinja também o solo, considerando que este inseto passa o estádio pupal no solo. | |||||
CAFÉ | Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) | 0,5 a 1,0 L/ha (50 a 100 g i.a./ha) | Terrestre: 400 - 500 | 2 | 15 a 20 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se fazer 2 aplicações do EPINGLE 100 por ano, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. | |||||
CITROS | Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulatus) | 50 a 75 ml/100 L de água (5,0 a 7,5 g i.a./100L de água) | Terrestre: 2000 L/ha (máximo de 10 L/planta) | 2 | 30 |
Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) | 75 mL/100 L de água (7,5 g i.a./100L de água) | ||||
Cochonilha-parlatoria (Parlatoria cinerea) | 100 mL/100 L de água (10,0 g i.a./100 L de água) | ||||
Psilídio-dos-citros (Diaphorina citri) | 6,25 mL/100 L de água (0,625 g i.a./100L de água) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se fazer de 1 a 2 aplicações do EPINGLE 100 durante o ano, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. | |||||
FEIJÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 250 mL/ha (25 g i.a./ha) | Terrestre: 200 - 250 | 2 | 14 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se iniciar a aplicação do EPINGLE 100 quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o EPINGLE 100. | |||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
GÉRBERA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 mL/100 L de água (7,5 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 1.200 | 3 | 10 a 15 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Deve-se fazer de 2 a 3 aplicações do EPINGLE 100, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o EPINGLE 100. | |||||
MELANCIA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 a 100 mL/100 L de água (7,5 a 10 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 1.000 | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se de 1 a 2 aplicações do EPINGLE 100 durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o EPINGLE 100. | |||||
MELÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 a 100 mL/100 L de água (7,5 a 10 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 600 - 1.000 | 2 | 10 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se de 1 a 2 aplicações do EPINGLE 100 durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o EPINGLE 100. | |||||
PEPINO | Tripes (Thrips palmi) | 75 mL/100 L de água (7,5 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 500 - 1.000 | 2 | 15 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se fazer 2 aplicações do EPINGLE 100 durante o ciclo da cultura, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. | |||||
REPOLHO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 ml/100 L de água (5,0 a 7,5 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 625 | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se 2 aplicações do EPINGLE 100 durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o EPINGLE 100. | |||||
ROSA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 mL/100 L de água (5,0 a 7,5 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 400 | 2 | 10 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se até 2 aplicações do EPINGLE 100 durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o EPINGLE 100. | |||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
SOJA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 250 mL/ha (25 g i.a./ha) | Terrestre: 200 - 300 Aérea: 20 - 40 | 1 | --- |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se realizar 1 aplicação do EPINGLE 100 durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o EPINGLE 100. | |||||
TABACO ou FUMO | Tripes (Frankliniella schultzei) | 250 mL/ha (25 g i.a./ha) | Terrestre: 200 - 300 | 2 | 14 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Fazer no máximo até 2 aplicações do EPINGLE 100 durante o ciclo da cultura, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. | |||||
TOMATE | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 50 a 100 ml/100 L de água (5,0 a 10 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 400 - 1.000 | 3 | 7 |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 ml/100 L de água (7,5 g i.a./100 L de água) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Fazer até no máximo de 3 aplicações do EPINGLE 100 durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o EPINGLE 100. | |||||
UVA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 mL/100 L de água (5,0 a 7,5 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 500 - 1.000 | 2 | 10 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se até 2 aplicações do EPINGLE 100 durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o EPINGLE 100. | |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Berinjela | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Fumo | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Gérbera | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pepino | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Repolho | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Rosa | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tabaco | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Uva | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do mesmo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Utilizar água de boa qualidade, livre de
material em suspensão, a presença destes pode reduzir a eficácia do produto. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto EPINGLE 100 de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.
Antes de qualquer aplicação, verifique se o equipamento está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador.
Antes de aplicar EPINGLE 100, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado.
Aplicação Terrestre
Equipamento Costal
Equipamentos Costais (manuais ou motorizados): Utilizar pulverizador costal em boas condições de operação, sem vazamentos, devidamente regulado e calibrado para aplicar o volume de calda e espectro de gotas desejados. Recomenda-se o uso de válvulas reguladoras de pressão e vazão a fim de manter esses parâmetros constantes, proporcionando uniformidade na faixa de aplicação, tamanho de gotas e quantidade de produto em toda área pulverizada, além de evitar o gotejamento durante a operação. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador. Pontas de pulverização e classe de gotas: Utilizar pontas de pulverização de jato plano, jato plano duplo ou jato cônico, que proporcionem classe de gotas fina ou média para obtenção de boa cobertura e que promova o controle eficaz do inseto praga. Cabe ao Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação ou responsável técnico pela aplicação indicar a ponta de pulverização mais adequada, devendo sempre seguir parâmetros técnicos para a cultura, equipamentos e condições meteorológicas.
Aplicação costal (Atomizador): Regular o equipamento com pontas restritoras para que o volume de aplicação seja equivalente ao recomendado no quadro agronômico e que proporcione uma cobertura adequada do alvo. Observar para que o fluxo da aplicação seja direcionado ao alvo, evitando a ocorrência de deriva ocasionada pela ventilação gerada pelo equipamento e ou movimentos não planejados pelo operador. A agitação da calda deverá ser mantida ligada durante toda a pulverização.
Equipamento Tratorizado
Turbo-atomizadores (turbopulverizador): Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura. As pontas superiores e inferiores podem ser desligadas para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta.
Pulverizadores de barra ou autopropelidos: Para essa modalidade de aplicação deve-se utilizar pulverizador de barra tratorizado, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Aplicação aérea
Aeronave tripulada
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão, altura e velocidade na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação Municipal, Estadual e Federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras apropriadas e que tenha capacidade técnica de fornecer dados do mapa de voo realizado. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
A definição dos equipamentos de pulverização aérea e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um engenheiro agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
Dentre os fatores meteorológicos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo-higrômetro.
O sistema de agitação da calda quando aplicável e disponível deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda (seções da barra) do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota, dentro do faixa de espectro recomendada, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. Recomenda-se o uso de anemômetro para medir a velocidade do vento no local da aplicação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica, das quais ocorrem quando a temperatura aumenta com a altitude, reduzindo o movimento vertical do ar. São comuns em noites sem nuvens e vento. Durante uma inversão térmica, pequenas gotas de água formam uma nuvem suspensa perto do solo, movendo-se lateralmente. Elas começam ao pôr do sol e podem durar até a manhã seguinte. A presença de neblina no solo indica uma inversão térmica, mas também é possível identificá-las pelo comportamento da fumaça. Se a fumaça se acumula em camadas e se move lateralmente, há uma inversão térmica, enquanto a fumaça dispersa rapidamente e sobe indica bom movimento vertical do ar.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível dentro da faixa de espectro recomendada, para dar uma boa cobertura e controle. Leia as instruções sobre o gerenciamento adequado de deriva, bem como condições de Vento, Temperatura e Umidade e Inversão Térmica.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Algodão, Tomate | 07 dias |
Beringela, Melancia | 03 dias |
Café | 15 dias |
Citros, Feijão, Melão, Repolho, Uva | 14 dias |
Gérbera, Rosa, Tabaco (ou Fumo) | UNA (Uso Não Alimentar) |
Pepino | 01 dia |
Soja | 30 dias |
O intervalo de reentrada é de 24 horas. Mantenha afastada da área de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas. Caso necessite entrar na área tratada antes de 24 horas ou se as partes tratadas estiverem úmidas, use avental impermeável, luvas e botas de borracha e óculos protetores.
INSTRUÇÕES DE USO:
O EXPOENTE é um inseticida sistêmico com ação por contato e ingestão, recomendado para o controle de pragas nas culturas do algodão, amendoim, batata, feijão, melão, soja e tomate industrial.
Cultura | Alvo Biológico | Dose (kg/ha) | Época, Número e Intervalo de Aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
ALGODÃO | Curuquerê | Alabama argillacea | 0,4 - 0,5 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos, podendo ser aplicado as demais culturas. Realizar no máximo 2 aplicações. |
Pulgão-do- algodoeiro | Aphis gossypii | 0,75 - 1,0 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos, podendo ser aplicado as demais culturas. Realizar no máximo 2 aplicações. | |
Tripes-do- prateamento | Caliothrips brasiliensis | 0,4 - 0,5 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos, podendo ser aplicado as demais culturas. Realizar no máximo 2 aplicações. | |
Cultura | Alvo Biológico | Dose (kg/ha) | Época, Número e Intervalo de Aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
ALGODÃO | Tripes | Frankliniella schultzei | 0,5 - 0,75 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos, podendo ser aplicado as demais culturas. Realizar no máximo 2 aplicações. |
Lagarta-das- maçãs | Heliothis virescens | 1,0 - 1,5 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. Realizar no máximo 2 aplicações. | |
AMENDOIM | Lagarta-do- pescoço- vermelho | Stegasta bosquella | 0,5 - 1,0 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. Realizar no máximo 1 aplicação. |
Cigarrinha | Empoasca spp. | 0,4 -0,5 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. Realizar no máximo 1 aplicação. | |
Cultura | Alvo Biológico | Dose (kg/ha) | Época, Número e Intervalo de Aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
AMENDOIM | Tripes-do- bronzeamento | Enneothrips flavens | 0,4 -0,5 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. Realizar no máximo 1 aplicação. |
Tripes-do- prateamento | Caliothrips brasiliensis | 0,4 -0,5 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. Realizar no máximo 1 aplicação. | |
BATATA | Lagarta-militar | Spodoptera frugiperda | 0,75 - 1,5 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. Realizar no máximo 3 aplicações. |
Traça-da- batatinha | Phthorimaea operculella | 0,75 - 1,5 kg/ha | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. Realizar no máximo 3 aplicações. | |
Cultura | Alvo Biológico | Dose (kg/ha) | Época, Número e Intervalo de Aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
BATATA | Cigarrinha- verde | Empoasca kraemeri | 0,4 - 0,6 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. Realizar no máximo 3 aplicações. |
Pulgão-das- solanáceas | Macrosiphum euphorbiae | 0,4 - 0,6 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. Realizar no máximo 3 aplicações. | |
Pulgão-verde | Myzus persicae | 0,4 - 0,6 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. Realizar no máximo 3 aplicações. | |
FEIJÃO | Tripes-do- prateamento | Caliothrips brasiliensis | 1,0 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. Realizar no máximo 1 aplicação. |
FEIJÃO | Vaquinha- verde-amarela | Diabrotica speciosa | 0,5 - 1,0 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. Realizar no máximo 1 aplicação. |
MELÃO | Pulgão-do- algodoeiro | Aphis gossypii | 0,25 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. Realizar no máximo 3 aplicações. |
SOJA | Lagarta-da- soja | Anticarsia gemmatalis | 0,75 - 1,0 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. Realizar no máximo 2 aplicações. |
Tripes-do- feijoeiro | Caliothrips phaseoli | 0,5 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. Realizar no máximo 2 aplicações. |
SOJA | Tripes | Frankliniella schultzei | 0,5 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. Realizar no máximo 2 aplicações. |
Broca-das- axilas | Epinotia aporema | 0,8 - 1,0 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. Realizar no máximo 2 aplicações. | |
Percevejo- marrom | Euschistus heros | 1,0 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. Realizar no máximo 2 aplicações. | |
Tripes | Frankliniella rodeos | 0,5 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. Realizar no máximo 2 aplicações. |
SOJA | Percevejo- verde-pequeno | Piezodorus guildinii | 0,8 - 1,0 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. Realizar no máximo 2 aplicações. |
Percevejo- verde-da-soja | Nezara viridula | 0,75 - 1,0 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. Realizar no máximo 2 aplicações. | |
TOMATE RASTEIRO PARA FINS INDUSTRIAIS | Pulgão-das- solanáceas | Macrosiphum euphorbiae | 1,0 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. Realizar no máximo 3 aplicações. |
Pulgão-verde | Myzus persicae | 1,0 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. Realizar no máximo 3 aplicações. |
Cultura | Alvo Biológico | Dose (kg/ha) | Época, Número e Intervalo de Aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
TOMATE RASTEIRO PARA FINS INDUSTRIAIS | Larva- minadora | Lyriomyza huidobrensis | 0,5 - 0,75 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. Realizar no máximo 3 aplicações. |
Tripes | Thrips palmi | 0,5 - 0,75 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. Realizar no máximo 3 aplicações. | |
Broca-grande- do-fruto | Helicoverpa zea | 0,75 - 1,0 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. Realizar no máximo 3 aplicações. | |
Vaquinha- verde-amarela | Diabrotica speciosa | 0,5 - 0,75 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. Realizar no máximo 3 aplicações. | |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Heliothis virescens | Lagarta-das-maçãs | Ver detalhes |
| Amendoim | Caliothrips brasiliensis | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-prateamento | Ver detalhes |
| Batata | Macrosiphum euphorbiae | Pulgão-das-solanáceas, Pulgão-verde-escuro | Ver detalhes |
| Citros | Selenaspidus articulatus | Cochonilha-pardinha | Ver detalhes |
| Feijão | Caliothrips brasiliensis | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-prateamento | Ver detalhes |
| Melão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Soja | Caliothrips phaseoli | Tripes, Tripes-do-feijoeiro | Ver detalhes |
| Tomate | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
MODO DE APLICAÇÃO:
A aplicação do inseticida EXPOENTE poderá ser efetuada através de pulverização terrestre.
É PROIBIDA A APLICAÇÃO ATRAVÉS DE EQUIPAMENTOS COSTAIS, MANUAIS E EM ESTUFAS.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
Para as culturas de algodão, amendoim, batata, feijão, melão, soja e tomate rasteiro para fins industriais,
EXPOENTE pode ser aplicado na parte aérea das plantas com equipamento terrestre (tratorizado).
Utilizar equipamentos com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico ou leque, que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas.Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem a ocorrência de deriva:
Pressão de trabalho: 30-60 lb/pol2;
Diâmetro de gotas: 150 a 300 μ (micra) VMD;
Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm2;
Volume de calda:
Algodão, Amendoim, Feijão e Soja: 300 a 400 L/ha
Batata: 400 a 1500 L/ha
Melão: 400 L/ha
Tomate rasteiro para fins industriais: 500 a 1000 L/ha
Recomendação específica para arbóreas:
Deve-se utilizar pulverizador montado ou de arrasto com assistência de ar (turbina). Utilizar pontas que produzam jato cônico vazio, ou demais tecnologias de bicos que possibilitem a produção de gotas finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gostas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente, o tamanho das gotas. Ajustes no volume de ar produzido pela turbina podem ser necessários, dependendo do pulverizador, bem como no direcionamento do ar restrito ao formato da planta, para que as gotas se depositem adequadamente no alvo, evitando problemas com deriva. A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação via terrestre do produto, tais como:
Temperatura ambiente até 30ºC;
Umidade relativa do ar no mínimo de 50%;
Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
MODO DE PREPARO DA CALDA:
EXPOENTE é acondicionado em saco hidrossolúvel, que é totalmente dissolvido em contato com a água, não havendo necessidade de abrir ou cortá-lo. A embalagem hidrossolúvel deve ser despejada diretamente no tanque de preparo da solução.
Para o uso de sacos hidrossolúveis:
Encher o tanque com água limpa com 1/4 do volume de calda recomendado.
Iniciar agitação no tanque.
Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao colocá-lo na água ele se dissolverá rapidamente.
Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem recomendada.
Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A calda deverá ser mantida em agitação no
tanque de pulverização durante seu preparo e aplicação.
-A calda deverá ser mantida em agitação no tanque de pulverização durante seu preparo e aplicação.
LIMPEZA DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Pulverizados de barras:
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado.
Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos.
O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Pulverizados de arbóreas (tubo atomizadores):
Preencher com água limpa até ¼ do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na tomada de potência do trator, adicionar produto limpante, manter por 5 minutos a agitação, e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com turbina do pulverizador desligada;
Remove e limpe todas as pontas do pulverizador e suas peneiras, caso sejam utilizadas;
Preencher com água limpa até ¼ do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na tomada de potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos ramais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e reoloque todas as pontes. Neste momento, é importante escovar o filto de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencher com água limpa até ¼ do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na tomada de potência do trator e pulverizador o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada.
Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio, desligue a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por segundos, esta poderá sofrer danos ou ter sua vida últil reduzida.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão 21 dias
Amendoim 14 dias
Batata 21 dias
Feijão 14 dias
Melão 14 dias
Soja 21 dias
Tomate industrial 35 dias
CULTURA | PRAGA ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto Comercial | Volume de calda (L/ha) | ||
Nome Comum | Nome científico | kg/ha | g/100 L d´água | ||
Algodão | Curuquerê, Curuquerê-do- algodoeiro | Alabama argilácea | 0,4-0,5 | 200 - 300 | |
Ácaro-rajado | Tetranychus urticae | 0,5-0,75 | |||
Pulgão-das- inflorescências, Pulgão-do- algodoeiro | Aphis gossypii | ||||
Tripes | Frankliniella schultzei | 0,4-0,5 | |||
Tripes | Caliothrips brasiliensis | 0,4-0,5 | |||
Lagarta-das- maças | Heliothis virescens | 1 | |||
Amendoim | Tripes-do- prateamento, Tripes-do- amendoim, | Caliothrips brasiliensis | 0,4-0,5 | 200-300 | |
Tripes-do- bronzeamento, Tripes-do- amendoim | Enneothrips flavens | 0,4-0,5 | |||
Cigarrinha verde | Empoasca kraemeri | 0,4-0,5 | |||
Lagarta-do- pescoço- vermelho | Stegasta bosquella | 0,5-0,75 | |||
Batata | Pulgão-verde | Myzus persicae | 0,4-0,6 | 400 a 600 | |
Pulgão-das- solanáceas | Macrosiphum euphorbiae | 0,4-0,6 | 750 a 1500 | ||
Traça-da- batatinha | Phthorimaea operculella | 0,75-1 | |||
Citros | Bicho-furão | Ecdytolopha aurantiana | 50g/100 L | 2.000 | |
Cochonilha-de- placa, Cochonilha- Orthezia | Orthezia praelonga | 50g/100 L | |||
Cochonilha-da- raiz, Cochonilha- parlatoria | Parlatoria pergandii | 75g/100 L | |||
Cochonilha- pardinha | Selenaspidus articulatus | 75 g/100 | |||
Feijão | Mosca Branca | Bemisia tabaci | 0,2-0,5 | 200 a 300 | |
Cigarrinha – verde | Empoasca kraemeri | 0,2-0,5 | |||
Vaquinha- verde-amarela | Diabrotica speciosa | 0,5-1,0 | |||
Soja | Lagarta-da- soja, Lagarta- desfolhadora | Anticarsia gemmatalis | 0,2-0,5 | 200-300 | |
Broca-das- axilas, Broca-das- axilas-da-soja | Epinotia aporema | 0,75 | |||
Percevejo- marrom | Euschistus heros | 0,75-1 | |||
Percevejo- verde, Fede-fede | Nezara viridula | 0,5-0,75 | |||
Percevejo- verde-pequeno, Percevejo- pequeno | Piezodorus guildinil | 0,8-1 | |||
Tripes-do- feijoeiro | Caliothrips phaseoli | 0,5 | |||
Tripes | Frankliniella rodeos | 0,5 | |||
Tripes | Frankliniella schultzei | 0,5 | |||
Lagarta falsa medideira | Rachiplusia nu | 0,2-0,5 | |||
Lagarta- enroladeira- das-folhas | Hedylepta indicata | 0,6-1 | |||
Tomate (industrial) | Pulgão-verde | Myzus persicae | 0,4-0,6 | 500 a 1000 | |
Pulgão-verde- escuro | Macrosiphum euphorbiae | 0,4-0,6 | |||
Mosca-branca | Bemisia tabaci | 1 |
Nota: 1 kg de FAITH contém 750 g do ingrediente ativo acefato.
Recomenda-se iniciar o tratamento, quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário em intervalos de no mínimo 10 dias.
Número máximo de aplicações:
Algodão: 2; Amendoim; 1; Batata: 3; Citros: 1; Feijão: 1; Soja: 2; Tomate (industrial): 3.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Amendoim | Caliothrips brasiliensis | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-prateamento | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Feijão | Hedylepta indicata | Lagarta-do-feijão, Lagarta-enroladeira-das-folhas | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
FAITH deve ser aplicado em pulverização terrestre com pulverizador de barra tratorizado munidos de bicos adequados que produzam gotas de 250-350 µm e densidade de 420 gotas/cm . Manter a calda de pulverização sob agitação contínua e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras com o equipamento de tal forma a se evitar sobreposição nas áreas tratadas.
Condições climáticas recomendadas: Temperatura ambiente máxima de 30°C; umidade relativa do ar mínima de 55%, velocidade do vento: 2 a 10 km/hora. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Para o uso de sacos hidrossolúveis:
Encher o tanque com água limpa com ¼ do volume de calda recomendado.
Iniciar agitação no tanque
Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao colocá-lo na água ele se dissolverá rapidamente.
Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem recomendada.
Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A agitação contínua é necessária para a boa mistura.
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Antes da aplicação, verificar e iniciar somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceder a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somdnte torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxaguar completamente o pulverizador e fazer circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultinte desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Completar o pulverizador com água limpa. Circular esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circular então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvaziar o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Remover e limpar os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. Enxaguar completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes. Limpar tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tomar todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpar o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descartar os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Tomate industrial | 35 dias |
Algodão, Batata, Citros | 21 dias |
Amendoim, Feijão e Soja | 14 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
pragas nas culturas de algodão, amendoim, batata, citros, feijão, soja e tomate rasteiro com fins industriais.
CULTURA | PRAGA ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto Comercial | Volume de calda (L/ha) | ||
Nome Comum | Nome científico | kg/ha | g/100 L d´água | ||
Algodão | Curuquerê, Curuquerê-do- algodoeiro | Alabama argilácea | 0,4-0,5 | 200 - 300 | |
Ácaro-rajado | Tetranychus urticae | 0,5-0,75 | |||
Pulgão-das- inflorescências, Pulgão-do- algodoeiro | Aphis gossypii | ||||
Tripes | Frankliniella schultzei | 0,4-0,5 | |||
Tripes | Caliothrips brasiliensis | 0,4-0,5 | |||
Lagarta-das- maças | Heliothis virescens | 1 | |||
Amendoim | Tripes-do- prateamento, Tripes-do- amendoim, | Caliothrips brasiliensis | 0,4-0,5 | 200-300 | |
Tripes-do- bronzeamento, Tripes-do- amendoim | Enneothrips flavens | 0,4-0,5 | |||
Cigarrinha verde | Empoasca kraemeri | 0,4-0,5 | |||
Lagarta-do- pescoço- vermelho | Stegasta bosquella | 0,5-0,75 | |||
Batata | Pulgão-verde | Myzus persicae | 0,4-0,6 | 400 a 600 | |
Pulgão-das- solanáceas | Macrosiphum euphorbiae | 0,4-0,6 | 750 a 1500 | ||
Traça-da- batatinha | Phthorimaea operculella | 0,75-1 | |||
Citros | Bicho-furão | Ecdytolopha aurantiana | 50g/100 L | 2.000 | |
Cochonilha-de- placa, Cochonilha- Orthezia | Orthezia praelonga | 50g/100 L | |||
Cochonilha-da- raiz, Cochonilha- parlatoria | Parlatoria pergandii | 75g/100 L | |||
Cochonilha- pardinha | Selenaspidus articulatus | 75 g/100 | |||
Feijão | Mosca Branca | Bemisia tabaci | 0,2-0,5 | 200 a 300 | |
Cigarrinha – | Empoasca kraemeri | 0,2-0,5 | |||
verde | |||||
Vaquinha- verde-amarela | Diabrotica speciosa | 0,5-1,0 | |||
Soja | Lagarta-da- soja, Lagarta- desfolhadora | Anticarsia gemmatalis | 0,2-0,5 | 200-300 | |
Broca-das- axilas, Broca-das- axilas-da-soja | Epinotia aporema | 0,75 | |||
Percevejo- marrom | Euschistus heros | 0,75-1 | |||
Percevejo- verde, Fede-fede | Nezara viridula | 0,5-0,75 | |||
Percevejo- verde-pequeno, Percevejo- pequeno | Piezodorus guildinil | 0,8-1 | |||
Tripes-do- feijoeiro | Caliothrips phaseoli | 0,5 | |||
Tripes | Frankliniella rodeos | 0,5 | |||
Tripes | Frankliniella schultzei | 0,5 | |||
Lagarta falsa medideira | Rachiplusia nu | 0,2-0,5 | |||
Lagarta- enroladeira- das-folhas | Hedylepta indicata | 0,6-1 | |||
Tomate (industrial) | Pulgão-verde | Myzus persicae | 0,4-0,6 | 500 a 1000 | |
Pulgão-verde- escuro | Macrosiphum euphorbiae | 0,4-0,6 | |||
Mosca-branca | Bemisia tabaci | 1 |
Nota: 1 kg de FAITH SD 750 SP contém 750 g do ingrediente ativo acefato.
Recomenda-se iniciar o tratamento, quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário em intervalos de no mínimo 10 dias.
Número máximo de aplicações:
Algodão: 2; Amendoim; 1; Batata: 3; Citros: 1; Feijão: 1; Soja: 2; Tomate (industrial): 3.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Amendoim | Caliothrips brasiliensis | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-prateamento | Ver detalhes |
| Batata | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Citros | Selenaspidus articulatus | Cochonilha-pardinha | Ver detalhes |
| Feijão | Caliothrips brasiliensis | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-prateamento | Ver detalhes |
| Soja | Trichoplusia ni | Falsa-medideira-da-couve, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Tomate | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
FAITH SD 750 SP deve ser aplicado em pulverização terrestre com pulverizador de barra tratorizado munidos de bicos adequados que produzam gotas de 250-350 µm e densidade de 420 gotas/cm .
Manter a calda de pulverização sob agitação contínua e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras com o equipamento de tal forma a se evitar sobreposição nas áreas tratadas.
Condições climáticas recomendadas: Temperatura ambiente máxima de 30°C; umidade relativa do ar mínima de 55%, velocidade do vento: 2 a 10 km/hora. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
FAITH SD 750 SP é acondicionado em saco hidrossolúvel, que é totalmente dissolvido em contato com a água, não havendo necessidade de abrir ou cortá-lo. A embalagem hidrossolúvel d3e/1v4e
ser
despejada diretamente no tanque de preparo da solução. Para o uso de sacos hidrossolúveis:
Encher o tanque com água limpa com ¼ do volume de calda recomendado.
Iniciar agitação no tanque
Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao colocá-lo na água ele se dissolverá rapidamente.
Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem recomendada.
Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A agitação contínua é necessária para a boa mistura.
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Antes da aplicação, verificar e iniciar somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceder a uma completa limpeza de todo o equipamento para
reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somdnte torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxaguar completamente o pulverizador e fazer circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultinte desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Completar o pulverizador com água limpa. Circular esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circular então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvaziar o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Remover e limpar os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. Enxaguar completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes. Limpar tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tomar todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpar o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descartar os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Tomate industrial | 35 dias |
Algodão, Batata, Citros | 21 dias |
Amendoim, Feijão e Soja | 14 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURA | PRAGA ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto Comercial | Volume de calda (L/ha) | ||
Nome Comum | Nome científico | kg/ha | g/100 L d´água | ||
Algodão | Curuquerê, Curuquerê-do- algodoeiro | Alabama argilácea | 0,4-0,5 | 200 - 300 | |
Ácaro-rajado | Tetranychus urticae | 0,5-0,75 | |||
Pulgão-das- inflorescências, Pulgão-do- algodoeiro | Aphis gossypii | 0,5-0,75 | |||
Tripes | Frankliniella schultzei | 0,4-0,5 | |||
Tripes | Caliothrips brasiliensis | 0,4-0,5 | |||
Lagarta-das- maças | Heliothis virescens | 1 | |||
Amendoim | Tripes-do- prateamento, Tripes-do- amendoim, | Caliothrips brasiliensis | 0,4-0,5 | 200-300 | |
Tripes-do- bronzeamento, Tripes-do- amendoim | Enneothrips flavens | 0,4-0,5 | |||
Cigarrinha verde | Empoasca kraemeri | 0,4-0,5 | |||
Lagarta-do- pescoço- vermelho | Stegasta bosquella | 0,5-0,75 | |||
Batata | Pulgão-verde | Myzus persicae | 0,4-0,6 | 400 a 600 | |
Pulgão-das- solanáceas | Macrosiphum euphorbiae | 0,4-0,6 | 750 a 1500 | ||
Traça-da- batatinha | Phthorimaea operculella | 0,75-1 | |||
Citros | Bicho-furão | Ecdytolopha aurantiana | 50g/100 L | 2.000 | |
Cochonilha-de- placa, Cochonilha- Orthezia | Orthezia praelonga | 50g/100 L | |||
Cochonilha-da- raiz, Cochonilha- parlatoria | Parlatoria pergandii | 75g/100 L | |||
Cochonilha- pardinha | Selenaspidus articulatus | 75 g/100 | |||
Feijão | Mosca Branca | Bemisia tabaci | 0,2-0,5 | 200 a 300 | |
Cigarrinha – verde | Empoasca kraemeri | 0,2-0,5 | |||
Vaquinha- verde-amarela | Diabrotica speciosa | 0,5-1,0 | |||
Soja | Lagarta-da- soja, Lagarta- desfolhadora | Anticarsia gemmatalis | 0,2-0,5 | 200-300 | |
Broca-das- axilas, Broca-das- axilas-da-soja | Epinotia aporema | 0,75 | |||
Percevejo- marrom | Euschistus heros | 0,75-1 | |||
Percevejo- verde, Fede-fede | Nezara viridula | 0,5-0,75 | |||
Percevejo- verde-pequeno, Percevejo- pequeno | Piezodorus guildinil | 0,8-1 | |||
Tripes-do- feijoeiro | Caliothrips phaseoli | 0,5 | |||
Tripes | Frankliniella rodeos | 0,5 | |||
Tripes | Frankliniella schultzei | 0,5 | |||
Lagarta falsa medideira | Rachiplusia nu | 0,2-0,5 | |||
Lagarta- enroladeira- das-folhas | Hedylepta indicata | 0,6-1 | |||
Tomate (industrial) | Pulgão-verde | Myzus persicae | 0,4-0,6 | 500 a 1000 | |
Pulgão-verde- escuro | Macrosiphum euphorbiae | 0,4-0,6 | |||
Mosca-branca | Bemisia tabaci | 1 |
Nota: 1 kg de FAITH SP contém 750 g do ingrediente ativo acefato.
Recomenda-se iniciar o tratamento, quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário em intervalos de no mínimo 10 dias.
Número máximo de aplicações:
Algodão: 2; Amendoim; 1; Batata: 3; Citros: 1; Feijão: 1; Soja: 2; Tomate (industrial): 3.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Amendoim | Enneothrips flavens | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-bronzeamento | Ver detalhes |
| Batata | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
FAITH SP deve ser aplicado em pulverização terrestre com pulverizador de barra tratorizado munidos de bicos adequados que produzam gotas de 250-350 µm e densidade de 420 gotas/cm . Manter a calda de pulverização sob agitação contínua e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras com o equipamento de tal forma a se evitar sobreposição nas áreas tratadas.
Condições climáticas recomendadas: Temperatura ambiente máxima de 30°C; umidade relativa do ar mínima de 55%, velocidade do vento: 2 a 10 km/hora. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Para o uso de sacos hidrossolúveis:
Encher o tanque com água limpa com ¼ do volume de calda recomendado.
Iniciar agitação no tanque
Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao colocá-lo na água ele se dissolverá rapidamente.
Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem recomendada.
Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A agitação contínua é necessária para a boa mistura.
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Antes da aplicação, verificar e iniciar somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceder a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxaguar completamente o pulverizador e fazer circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Completar o pulverizador com água limpa. Circular esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circular então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvaziar o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Remover e limpar os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. Enxaguar completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes. Limpar tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tomar todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpar o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descartar os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Tomate industrial | 35 dias |
Algodão, Batata, Citros | 21 dias |
Amendoim, Feijão e Soja | 14 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURA | PRAGA ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto Comercial | Volume de calda (L/ha) | ||
Nome Comum | Nome científico | kg/ha | g/100 L d´água | ||
Algodão | Curuquerê, Curuquerê-do- algodoeiro | Alabama argilácea | 0,4-0,5 | 200 - 300 | |
Ácaro-rajado | Tetranychus urticae | 0,5-0,75 | |||
Pulgão-das- inflorescências, Pulgão-do- algodoeiro | Aphis gossypii | 0,5-0,75 | |||
Tripes | Frankliniella schultzei | 0,4-0,5 | |||
Tripes | Caliothrips brasiliensis | 0,4-0,5 | |||
Lagarta-das- maças | Heliothis virescens | 1 | |||
Amendoim | Tripes-do- prateamento, Tripes-do- amendoim, | Caliothrips brasiliensis | 0,4-0,5 | 200-300 | |
Tripes-do- bronzeamento, Tripes-do- amendoim | Enneothrips flavens | 0,4-0,5 | |||
Cigarrinha verde | Empoasca kraemeri | 0,4-0,5 | |||
Lagarta-do- pescoço- vermelho | Stegasta bosquella | 0,5-0,75 | |||
Batata | Pulgão-verde | Myzus persicae | 0,4-0,6 | 400 a 600 | |
Pulgão-das- solanáceas | Macrosiphum euphorbiae | 0,4-0,6 | 750 a 1500 | ||
Traça-da- batatinha | Phthorimaea operculella | 0,75-1 | |||
Citros | Bicho-furão | Ecdytolopha aurantiana | 50g/100 L | 2.000 | |
Cochonilha-de- placa, Cochonilha- Orthezia | Orthezia praelonga | 50g/100 L | |||
Cochonilha-da- raiz, Cochonilha- parlatoria | Parlatoria pergandii | 75g/100 L | |||
Cochonilha- pardinha | Selenaspidus articulatus | 75 g/100 | |||
Feijão | Mosca Branca | Bemisia tabaci | 0,2-0,5 | 200 a 300 | |
Cigarrinha – verde | Empoasca kraemeri | 0,2-0,5 | |||
Vaquinha- verde-amarela | Diabrotica speciosa | 0,5-1,0 | |||
Soja | Lagarta-da- soja, Lagarta- desfolhadora | Anticarsia gemmatalis | 0,2-0,5 | 200-300 | |
Broca-das- axilas, Broca-das- axilas-da-soja | Epinotia aporema | 0,75 | |||
Percevejo- marrom | Euschistus heros | 0,75-1 | |||
Percevejo- verde, Fede-fede | Nezara viridula | 0,5-0,75 | |||
Percevejo- verde-pequeno, Percevejo- pequeno | Piezodorus guildinil | 0,8-1 | |||
Tripes-do- feijoeiro | Caliothrips phaseoli | 0,5 | |||
Tripes | Frankliniella rodeos | 0,5 | |||
Tripes | Frankliniella schultzei | 0,5 | |||
Lagarta falsa medideira | Rachiplusia nu | 0,2-0,5 | |||
Lagarta- enroladeira- das-folhas | Hedylepta indicata | 0,6-1 | |||
Tomate (industrial) | Pulgão-verde | Myzus persicae | 0,4-0,6 | 500 a 1000 | |
Pulgão-verde- escuro | Macrosiphum euphorbiae | 0,4-0,6 | |||
Mosca-branca | Bemisia tabaci | 1 |
Nota: 1 kg de ACE 750 SP contém 750 g do ingrediente ativo acefato.
Recomenda-se iniciar o tratamento, quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário em intervalos de no mínimo 10 dias.
Número máximo de aplicações:
Algodão: 2; Amendoim; 1; Batata: 3; Citros: 1; Feijão: 1; Soja: 2; Tomate (industrial): 3.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Dysdercus ruficollis | Manchador-do-algodoeiro, Percevejo-manchador | Ver detalhes |
| Amendoim | Empoasca spp. | Cigarrinha | Ver detalhes |
| Batata | Macrosiphum euphorbiae | Pulgão-das-solanáceas, Pulgão-verde-escuro | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Feijão | Caliothrips brasiliensis | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-prateamento | Ver detalhes |
| Soja | Hedylepta indicata | Lagarta-do-feijão, Lagarta-enroladeira-das-folhas | Ver detalhes |
| Tomate | Helicoverpa zea | Broca-grande-do-fruto, Broca-grande-do-tomate | Ver detalhes |
ACE 750 SP deve ser aplicado em pulverização terrestre com pulverizador de barra tratorizado munidos de bicos adequados que produzam gotas de 250-350 µm e densidade de 40 gotas/cm2. Manter a calda de pulverização sob agitação contínua e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras com o equipamento de tal forma a se evitar sobreposição nas áreas tratadas.
Condições climáticas recomendadas: Temperatura ambiente máxima de 30°C; umidade relativa do ar mínima de 55%, velocidade do vento: 2 a 10 km/hora. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
despejada diretamente no tanque de preparo da solução. Para o uso de sacos hidrossolúveis:
Encher o tanque com água limpa com ¼ do volume de calda recomendado.
Iniciar agitação no tanque
Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao colocá-lo na água ele se dissolverá rapidamente.
Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem recomendada.
Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A agitação contínua é necessária para a boa mistura.
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Antes da aplicação, verificar e iniciar somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceder a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somdnte torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxaguar completamente o pulverizador e fazer circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultinte desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Completar o pulverizador com água limpa. Circular esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circular então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvaziar o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Remover e limpar os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. Enxaguar completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes. Limpar tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tomar todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpar o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descartar os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Tomate industrial | 35 dias |
Algodão, Batata, Citros | 21 dias |
Amendoim, Feijão e Soja | 14 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
O produto FENCER 700 WG é um inseticida sistêmico do grupo químico dos neonicotinóides que age por ingestão ou por contato direto. Ele rompe os receptores nicotínicos da acetilcolina no sistema nervoso central dos insetos.
FENCER 700 WG é indicado para o controle de pragas nas culturas de algodão, alho, cana-de-açúcar, cebola, citros, eucalipto, fumo, melão, cupim-de-monte, pinus.
Cultura | Modalidade de Aplicação | Pragas Controladas | Dose P.C.¹ | Volume de Calda |
Nome comum Nome científico | ||||
Algodão | Terrestre (Tratorizado) | Pulgão-do- algodoeiro Aphis gossypii | 70 g/ha | 200 – 300 L/ha |
Tripes Frankliniella schultzei | 100 g/ha | |||
Alho e cebola | Terrestre (Esguicho) | Tripes Thrips tabaci | 100 g/ha | 300 a 800 L/ha |
Cana-de- açúcar | Pulverização sulco de plantio | Cupim Heterotermes tenuis | 400 g/ha | 150 a 200 L/ha |
Citros | Costal/Turbo | Minadora-das-folhas Phyllocnistis citrella | 5 g/100 L de água | 2000 L/ha |
Pulgão-preto Toxoptera citricida | ||||
Cigarrinha-da-cvc Oncometopia facialis | ||||
Cochonilha-Orthezia Orthezia praelonga | 10 g/100 L de água | |||
Cochonilha-pardinha Selenaspidus articulatus | ||||
Cochonilha-escama- farinha Pinnaspis aspidistrae | ||||
Cochonilha-cabeça- de-prego Chrysomphalus ficus | ||||
Cochonilha-verde Coccus viridis | ||||
Eucalipto (viveiro e campo) | Imersão das mudas antes do plantio, após rega das mudas. | Cupins Syntermes molestus Cornitermes bequaerti | 500 a 750 g/ 100 L de água De acordo com a infestação | 25 mL de calda/planta |
Fumo (Lavoura) | “Drench” (esguicho) | Pulgão-verde Myzus persicae | 360 g/ha | 200 a 500 L/ha |
Broca-do-fumo Faustinus cubae | ||||
Melão | “Drench” (esguicho) | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 300 g/ha | 10-15 mL/muda |
Pulgão-das- inflorescências Aphis gossypii | 200 g/ha | |||
Tripes Thrips palmi | 200 g/ha |
Gotejamento | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 300 g/ha | 250 mL de calda/bandeja | |
Cupim- de-monte | Terrestre (perfuração do cupinzeiro) | Cupins Cornitermes cumulans | 30 g/100 L de água | 1 L/ninho |
Pinus (Viveiro e Campo) | Imersão e Rega | Pulgão-do-pinus Cinara atlantica | 37,5 – 75 g/100 L água | 1000 ml/m² (viveiro) 25 mL/planta (campo) |
¹ P.C. = Produto comercial.
* Para o cálculo de calda, considerou-se uma população de 2000 plantas/ha.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Dysmicoccus brevipes | Cochonilha-do-abacaxi, Cochonilha-pulverulenta-do-abacaxi | Ver detalhes |
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Alho | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Heterotermes tenuis | Cupins | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Citros | Coccus viridis | Cochonilha-verde, Cochonilha-verde-do-cafeeiro | Ver detalhes |
| Eucalipto | Cornitermes bequaerti | Cupim-de-chifre | Ver detalhes |
| Fumo | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Melão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Pinus | Cinara atlantica | Pulgão-do-pinus | Ver detalhes |
Para a preparação da calda, o FENCER 700 WG deve ser misturado em água limpa suficiente para uma boa cobertura da área a ser tratada e diluindo a dose recomendada ao volume de água indicado. Para tratamentos foliares ou de solo, a aplicação é feita através de pulverização terrestre, utilizando-se pulverizadores costais (manuais ou motorizados) ou tratorizados, com bicos para aplicação dirigida.
Nas culturas de alho e cebola utilizam-se pulverizadores de barra com bicos cônicos, aplicando-se 300 – 800 L de calda/ha
Na cultura de cana-de-açúcar pulverizar em jato dirigido sobre os toletes dentro do sulco de plantio, usando bico de jato leque e volume de calda de 150 a 200 L/ha.
Na cultura de eucalipto o produto deverá ser diluído em água e aplicado das seguintes formas:
Antes do plantio: proceder a imersão das bandejas com as mudas durante um período de 30 segundos, em seguida retirá-las e deixar escorrer o excesso de calda por um período de 2 minutos. Aguardar a secagem das bandejas antes de efetuar o plantio das mudas, Ou,
Após o plantio: aplicar 25 mL de calda na base de cada planta, utilizando-se pulverizador costal, aplicando antes da floração no máximo.
Na cultura do fumo, o produto deverá ser diluído em água e aplicado nas seguintes formas:
Lavoura: coloca-se um saquinho (30 g) em um pulverizador costal e faz-se uma única aplicação logo após o transplante com jato dirigido planta a planta (esguicho) de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo. Recomenda-se de 10 a 15 mL de calda/planta, gastando-se 180 a 240 L de calda/há, o que corresponde a 12 cargas de 15 ou 20 L do pulverizador costal, respectivamente.
Na cultura de melão realiza-se a aplicação, por esguicho, logo após a emergência das plantas, empregando- se 10 – 15 ml de calda por muda.
O controle de cupins será feito após a identificação e localização dos ninhos. O cupinzeiro deve ser perfurado utilizando-se uma barra de aço com aproximadamente 25 mm de diâmetro, seguida da introdução de um litro da calda previamente preparada (30 gramas de FENCER 700 WG/100 litros de água) neste buraco.
Para as culturas de tomate e melão, o produto pode ser aplicado diluído na água de irrigação, respeitando-se a dose de produto recomendada por hectare.
Os volumes de calda recomendados variam de acordo com a cultura, estágio de crescimento e condições climáticas, devendo seguir as instruções de um Engenheiro Agrônomo.
As aplicações devem ser feitas nas horas mais frescas do dia, evitando-se momentos de ventos fortes. Temperatura inferior a 27ºC, umidade relativa acima de 60% e velocidade do vento até 10 km/hora.
Antes da aplicação, verificar se o equipamento está limpo e bem conservado.
Após a aplicação com o FENCER 700 WG, o equipamento de aplicação deverá ser lavado imediatamente, para evitar a formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, torna a limpeza mais difícil. Este procedimento deverá ser feito longe de nascentes, fontes de água e de plantas úteis. Para a sua realização, siga os seguintes passos:
Esvaziar o equipamento de pulverização. Enxaguar completamente o pulverizador e fazer circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores. No caso da existência de depósitos do produto, os mesmos devem ser soltos e removidos. O material resultante desta operação deve ser pulverizado na área tratada com o produto.
Completar o pulverizador com água limpa e circular a solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligar a barra e encher o tanque com água limpa. Circular pelo sistema de pulverização durante 15 minutos. Circular pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvaziar o tanque na área tratada com o produto.
Completar novamente o pulverizador com água limpa e adicionar amoníaco de uso doméstico (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro para cada 100 litros de água). Circular a solução pelas mangueiras,
barras, filtros e bicos. Desligar a barra e encher o tanque com água limpa e circular pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circular então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvaziar o tanque em local que não atinja corpos d´água, nascentes ou plantas úteis.
Remover e limpar os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repetir o passo 3.
Enxaguar completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa por, pelo menos, 2 vezes.
Limpar tudo que estiver associado ao pulverizador, inclusive o material utilizado no enchimento do tanque. Tomar todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpar o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descartar a água remanescente da lavagem e resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Algodão | 30 dias |
Alho | 30 dias |
Cebola | 30 dias |
Cana-de-açúcar | não determinado devido à modalidade de aplicação |
Citros | 21 dias |
Eucalipto | Uso Não Alimentar |
Fumo | Uso Não Alimentar |
Melão | 40 dias |
Pinus | Uso Não Alimentar |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO:
Cultura | Praga Nome comum (nome científico) | Dose | Volume da calda (1) (L/ha) | Número, Época e Intervalo de Aplicação | |
Kg/ha | I.A. (kg) | ||||
Algodão | Curuquerê (Alabama argilacea) | 0,4-0,5 | 0,3-0,375 | 200-300 | Recomenda-se iniciar o tratamento quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário com intervalo de 15 a 20 dias. Algodão: Realizar no máximo 2 aplicações. |
Pulgão-das-inflorescências (Aphis gossypii) | 0,5-0,75 | 0,375-0,5625 | |||
Tripes-do-prateamento (Caliothrips brasiliensis) | 0,4-0,5 | 0,3-0,375 | |||
Tripes-do-amendoim (Frankliniella schultzei) | 0,4-0,5 | 0,3-0,375 | |||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 1-1,5 | 0,75-1,125 | |||
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 0,5-0,75 | 0,375-0,5625 | |||
Cultura | Praga Nome comum (nome científico) | Dose | Volume da calda (1) (L/ha) | ||
Kg/ha | I.A. (kg) | Número, Época e Intervalo de Aplicação | |||
Amendoim | Tripes-do-prateamento (Caliothrips brasiliensis) | 0,4-0,5 | 0,3-0,375 | 200-300 | |
Cigarrinha (Empoasca kraemeri) | 0,4-0,5 | 0,3-0,375 | |||
Tripes-do-bronzeamento (Enneothrips flavens) | 0,4-0,5 | 0,3-0,375 | |||
Lagarta-do-pescoço-vermelho (Stegasta bosquella) | 0,5-1 | 0,375-0,75 | |||
Citros | Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 100 g/100 L d’água | 0,075/ 100 L d’água | 2.000 | |
Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) | Recomenda-se iniciar o tratamento quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário com intervalo de 15 a 20 dias. Citros e soja: Realizar no máximo 2 aplicações. Amendoim: Realizar no máximo 1 aplicação. | ||||
Cochonilha-da-raiz (Parlatoria pergandii) | |||||
Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulatus) | |||||
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,2-0,5 | 0,15-0,375 | 200-300 | |
Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | 0,8-1 | 0,6-0,75 | |||
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 0,3-0,4 | 0,225-0,3 | |||
Tripes (Frankliniella rodeos) | 0,5 | 0,375 | |||
Tripes (Frankliniella schultzei) | 0,5 | 0,375 | |||
Lagarta-enroladeira-das-folhas (Hedylepta indicata) | 0,6-1 | 0,45-0,75 | |||
Percevejo-verde (Nezara viridula) | 0,3-0,4 | 0,225-0,3 | |||
Percevejo-verde-pequeno (Piezodorus guildinii) | 0,8-1 | 0,6-0,75 | |||
Lagarta-falsa-medideira (Rachiplusia nu) | 0,2-0,5 | 0,15-0,375 | |||
Tripes-do-feijoeiro (Caliothrips phaseoli) | 0,5 | 0,375 | |||
i.a.: ingrediente ativo
(1) O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação ou a critério do Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Amendoim | Caliothrips brasiliensis | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-prateamento | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
O produto é indicado para aplicação terrestre, de acordo com as recomendações a seguir.
Para o uso de sacos hidrossolúveis:
Encher o tanque com água limpa com ¼ do volume de calda recomendado.
Iniciar agitação no tanque.
Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo. Ao colocá-lo na água, ele se dissolverá rapidamente.
Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem recomendada.
Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A agitação contínua é necessária para a completa mistura.
Temperatura ambiente: máxima de 30ºC. Umidade Relativa do ar: igual ou superior a 55%. Velocidade do vento: 2 a 10 km/hora.
O Engenheiro Agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinados na bula.
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Cultura | Intervalo (dias) | |
Algodão | .............................. | 21 |
Amendoim | .............................. | 14 |
Citros | .............................. | 21 |
Soja | .............................. | 21 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
HUCK® é um inseticida e acaricida piretróide a base de bifentrina, de contato e ingestão, indicado para as culturas de algodão, batata, cana-de-açúcar, citros, crisântemo, feijão, fumo, mamão, manga, melão, milho, rosa, soja, tomate, trigo e uva.
Cultura | Alvos | Dose | Época de aplicação |
Curuquerê Alabama argillacea | 300 mL/ha | - Curuquerê (Alabama argillacea): O controle deve ser feito quando encontrar uma a duas lagartas pequenas por planta e/ou desfolhamento de até 10% no terço superior das plantas. | |
Algodão | Bicudo Anthonomus grandis | 500 mL/ha | - Bicudo (Anthonomus grandis): Iniciar as aplicações quando o nível de botões florais danificados atingir no máximo 10%. Repetir as aplicações a cada 5 dias ou toda vez que o ataque atingir o nível de 10% de botões danificados. |
Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 500 - 1000 mL/ha | ||
- Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B): Iniciar o controle no início da infestação, quando forem encontrados 10 insetos na terceira folha a partir do ápice. | |||
Lagarta-do-algodão Helicoverpa armigera | 600 – 800 mL/ha |
Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | 500 - 600 mL/ha |
reboleiras, antes que a praga tenha se dispersado. | ||
Ácaro rajado Tetranychus urticae | 550 - 600 mL/ha | |||
Número máximo de aplicações: 3 (Para ácaro rajado realizar máximo de 2 aplicações) Intervalo entre aplicações: 7 dias Volume de calda: Aplicação terrestre: 200 a 500 L/ha Aplicação aérea: 10 a 20 L/ha | ||||
Batata | Larva-minadora Liriomyza huidobrensis | 50 - 100 mL/100 L de água | Para o controle de Larva-minadora, o início das aplicações é com base na presença de adultos, puncturas ou "picadas" de minas. | |
Número máximo de aplicações: 5 Intervalo entre aplicações: 7 dias Volume de calda: Aplicação terrestre: 500 L/ha | ||||
Cana-de- açúcar | Cupim Procornitermes triacifer | 1200 mL/ha | Para o controle de cupins devem ser realizados levantamentos prévios nas áreas de cultivo de cana e/ou soqueiras, indicando o controle somente em áreas com presença de infestação. HUCK® deve ser misturado à água, e a calda deve ser aplicada no sulco de plantio da cana-de-açúcar sobre os toletes. Após a aplicação do produto, cobrir o sulco imediatamente com terra. Utilizar equipamentos tratorizados, equipado com mangueiras e pontas de pulverização tipo leque das séries 80º e 110º, proporcionando uma adequada cobertura do alvo. | |
Cupim Heterotermes tenuis | ||||
Número máximo de aplicações: Aplicação única Volume de calda: Aplicação terrestre: 100 a 300 L/ha | ||||
Citros | Ácaro da leprose Brevipalpus phoenicis | 20 mL/100 L de água | O produto deve ser diluído em água para ser aplicado em pulverização terrestre, visando uma perfeita cobertura de toda a planta, com uma vazão suficiente para atingir o ponto de escorrimento em pomar adulto. O produto deve ser aplicado com equipamentos para pulverização terrestre tais como turboatomizadores ou pulverizadores equipados com pistolas. Utilizar bicos cônicos, tamanho de gotas entre 100 a 200 micra, densidade de gotas entre 240 a 1900 gotas/cm2, com uma pressão de trabalho entre 60 a 400 lbf/pol2. - Bicho-furão (Ecditolopha aurantiana): Fazer | |
Bicho-furão Ecdytolopha aurantiana | 7,5 mL/100 L de água | |||
Ácaro purpúreo Panonychus citri | 20 mL/100 L de água | a aplicação ao entardecer antes da lagarta penetrar no fruto, logo no início do aparecimento dos adultos, ou quando o número de adultos capturados pelas armadilhas de feromônio atingirem o nível de controle (6 adultos por armadilha). Usar a dose maior em infestações mais altas.
10% das plantas ou 20% das armadilhas com a presença de uma cigarrinha. | |
Cochonilha Orthezia praelonga | |||
Cigarrinha Oncometopia facialis | |||
Número máximo de aplicações: 4 Intervalo entre aplicações: 7 dias Volume de calda: Aplicação terrestre: 2000 L/ha | |||
Crisântemo | Pulgão-do-algodoeiro Aphis gossypii | 2,6 mL/100 L de água | Aplicar no início da infestação, repetindo se necessário. Aplicar o produto com pulverizadores terrestres dirigidos as folhas em pulverização a alto volume de calda, de forma a molhar toda a planta, utilizando bico 110-04 ou regador. |
Larva-minadora Liriomyza huidobrensis | 3,5 mL/100 L de água | ||
Ácaro rajado Tetranychus urticae | 8,3 mL/100 L de água | ||
Número máximo de aplicações: 2 Intervalo entre aplicações: 7 Volume de calda: Aplicação terrestre: 6000 L/ha | |||
Feijão | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 500 mL/ha | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B): Pelo fato de a mosca-branca ser transmissora do VMDF, não existe nível de controle estabelecido para essa praga, e o seu manejo deve ser realizado de acordo com a época de plantio do feijoeiro.
aplicações. Se necessárias mais aplicações, alternar com outros inseticidas de modo de |
Cigarrinha-verde Empoasca kraemeri | 50 mL/ha | ||
Lagarta helicoverpa Helicoverpa armigera | 350 a 500 mL/ha | ||
ação diferente. | |||
Número máximo de aplicações: 3 Intervalo entre aplicações: 3 a 7 dias Volume de calda: Aplicação terrestre: 150 a 400 L/ha Aplicação aérea: 10 a 20 L/ha | |||
Fumo | Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | 50 mL/ha | Realizar a aplicação em pulverização total, logo após o transplante ao campo. |
Pulga do fumo Epitrix fasciata | 25 mL/ha | ||
Broca do fumo Faustinus cubae | 50 - 100 mL/ha | ||
Número máximo de aplicações: aplicação única Volume de calda: Aplicação terrestre: 40 a 250 L/ha | |||
Mamão | Cigarrinha-verde Empoasca kraemeri | 40 mL/100 L de água |
|
Ácaro branco Polyphagotarsonemus latus | |||
Número máximo de aplicações: 2 Intervalo entre aplicações: 7 dias Volume de calda: Aplicação terrestre: 1000 L/ha | |||
Manga | Tripes Selenothrips rubrocinctus | 30 mL/100 L de água | Realizar a aplicação quando tiver 40% de ramos infestados por tripes, batendo folhas novas ou brotações sobre uma bandeja branca para visualização mais fácil. |
Número máximo de aplicações: aplicação única Volume de calda: Aplicação terrestre: 500 a 1000 L/ha | |||
Melão | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 100 mL/100 L de água | Realizar a aplicação, em programa de controle de mosca-branca com alternância de produtos específicos de modo de ação diferente. |
Número máximo de aplicações: aplicação única Volume de calda: Aplicação terrestre: 1000 L/ha | |||
Milho | Vaquinha verde amarela Diabrotica speciosa | 200 - 300 mL/ha | No controle da vaquinha verde amarela, proceder à aplicação de HUCK® preventivamente em jato dirigido no sulco de plantio no momento da realização da semeadura, com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de baixo volume de calda por hectare, cobrindo o produto que foi pulverizado imediatamente com terra. |
Número máximo de aplicações: aplicação única Volume de calda: Aplicação terrestre: 100 L/ha Aplicação aérea: 10 a 20 L/ha | |||
Rosa | Ácaro rajado Tetranychus urticae | 30 mL/100 L de água | O controle do ácaro rajado deve iniciar assim que detectado no roseiral. |
Número máximo de aplicações: aplicação única Volume de calda: Aplicação terrestre:1000 L/ha | |||
Soja | Percevejo-da-soja Nezara viridula | 100 - 160 mL/ha |
30% de desfolha na fase vegetativa e 15% na fase reprodutiva da soja. |
Lagarta-da-soja Anticarsia gemmatalis | 20 - 50 mL/ha | ||
Número máximo de aplicações: 2 Intervalo entre aplicações: 7 a 10 dias Volume de calda: Aplicação terrestre:150 a 400 L/ha Aplicação aérea: 10 a 20 L/ha | |||
Tomate | Traça do tomateiro Tuta absoluta | 50 mL/100 L de água | O produto deve ser inserido em programa de manejo por monitoramento de traça do tomateiro e broca-pequena-do-fruto, alternado com outros produtos específicos de modo de ação diferente. |
Broca-pequena-do-fruto Neoleucinodes elegantalis | 75 mL/100 L de água | ||
Número máximo de aplicações: 5 Intervalo entre aplicações: 10 dias Volume de calda: Aplicação terrestre: 800 L/ha | |||
Trigo | Lagarta do trigo Pseudaletia sequax | 30 - 50 mL/ha | Iniciar as aplicações quando os primeiros focos de infestação forem notados, que normalmente acontecem no início do ciclo, vindo da palhada ou após o florescimento. |
Número máximo de aplicações: 3 Intervalo entre aplicações: 7 dias Volume de calda: Aplicação terrestre: 150 a 400 L/ha Aplicação aérea: 10 a 20 L/ha | |||
Uva | Ácaro rajado Tetranychus urticae | 50 mL/100 L de água | Para o ácaro rajado, o nível de ação para iniciar aplicações é de 30% ou mais de folhas infestadas. |
Número máximo de aplicações: 3 Intervalo entre aplicações: 7 dias Volume de calda: Aplicação terrestre: 500 a 1000 L/ha | |||
Obs. O número de aplicações varia conforme reinfestação da praga. As doses mais altas devem ser aplicadas quando ocorrer maior intensidade no ataque das mesmas.
Agitar bem a embalagem do produto antes de colocar no tanque de aplicação.
Adicionar água limpa ao tanque do pulverizador até aproximadamente um volume de meio a dois terços de sua capacidade.
Em seguida deve-se acrescentar o agrotóxico/produto a ser utilizado na quantidade adequada conforme recomendado na bula de acordo com a cultura e alvo, completando com água limpa até o volume total do tanque.
Deve-se manter-se a agitação sempre constante.
Durante esse processo, alguns cuidados são fundamentais, tais como:
A utilização dos equipamentos de proteção individual (EPIs);
O preparo da calda deve ser realizado em local sombreado, aberto e com boa ventilação;
As instruções presentes no rótulo do produto devem ser seguidas corretamente;
Evitar inalação, respingo e contato com os produtos, não desentupir bicos ou orifícios com a boca, assim como, não beber, comer ou fumar durante o manuseio e a aplicação dos produtos;
A embalagem deverá ser aberta com cuidado para evitar derramamento do produto;
Verificar o pH da água de pulverização e corrigir, caso necessário, seguindo as instruções do fabricante do agrotóxico que será aplicado;
O uso de uma pressão adequada ao objetivo a que se destina a pulverização é fundamental na obtenção de uma distribuição uniforme do produto sobre a planta.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Heterotermes tenuis | Cupins | Ver detalhes |
| Citros | Brevipalpus phoenicis | Ácaro-da-leprose, Ácaro-plano | Ver detalhes |
| Crisântemo | Aphis gossypii | Ver detalhes | |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Fumo | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Mamão | Empoasca kraemeri | Cigarrinha | Ver detalhes |
| Manga | Selenothrips rubrocinctus | Tripes-do-cacaueiro | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Milho | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Rosa | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Soja | Nezara viridula | Fede-fede, Percevejo-verde | Ver detalhes |
| Tomate | Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Uva | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
Aplicar HUCK® nas dosagens recomendadas, diluído em água, com volumes que dependem da cultura e do desenvolvimento vegetativo.
Observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto:
Temperatura ambiente igual ou inferior a 30ºC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade do vento entre 2 e 10 km/h – não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS ou ausência de ventos.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um engenheiro agrônomo.
Inicie a aplicação somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a limpeza completa do equipamento.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, válvulas, filtros, bicos e difusores e, quando aplicável, no fluxômetro.
Limpe tudo o que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Utilize EPI e tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
O tamanho das gotas é um fator importante para se evitar deriva. Gotas classificadas como grossas ou médias combinadas com condições meteorológicas ideais permitem uma boa cobertura da cultura e reduzem o risco de deriva. Em qualquer condição meteorológica, as gotas maiores serão sempre mais seguras. Deve ser destacada a importância de não fazer a pulverização em situações de ausência de vento, devido ao risco de ocorrência de inversão térmica e correntes ascendentes de ar, o que acarretaria dificuldade de deposição de gotas.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES
AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS. Siga as instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica presentes na bula.
Use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada; considere o uso de pontas de baixa deriva.
Em situações adversas, considere o uso de pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda recomendado.
Procure trabalhar na menor pressão recomendada para o modelo de ponta – pressões maiores resultam em diâmetro de gota menor, mas não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Considere a substituição das pontas por modelos mais adequados ao invés de aumentar a pressão de trabalho.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgastes e vazamentos.
Siga sempre as boas práticas para aplicação e a recomendação do fabricante.
Regule a altura da barra para a menor altura possível recomendada pelo fabricante e que permita obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento terrestre, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos ou falhas devido ao entupimento.
Observe sempre o espaçamento entre bicos: quanto maior o espaçamento, maior deverá ser a altura de barra.
Quanto maior a velocidade do pulverizador, maior a possibilidade de perdas e derivas. O excesso de velocidade causa desuniformidade na deposição dos defensivos.
O potencial de deriva varia em função do vento. Muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determina o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS. No caso de aplicação aérea, não aplicar em condições SEM VENTO. Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral.
Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
CULTURA | DIAS |
Algodão | 15 |
Batata | 35 |
Cana-de-Açúcar | (1) |
Citros | 7 |
Crisântemo | UNA |
Feijão | 20 |
Fumo | UNA |
Mamão | 7 |
Manga | 7 |
Melão | 7 |
Milho | (1) |
Rosa | UNA |
Soja | 20 |
Tomate | 6 |
Trigo | 14 |
Uva | 7 |
(1) Não determinado devido à modalidade de emprego (aplicação no sulco de plantio para a cana-de-açúcar). UNA – Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Alvo-biológico | Dose de aplicação gramas | Volume de calda | ||
Nome comum | Nome científico | produto comercial | Ingrediente ativo | ||
Cana-de- açúcar | Cupim | Heterotermes tenuis | 400 g/ha | 280 g/ha | 200-400 L/ha |
Broca-da-cana | Migdolus fryanus | ||||
Fumo | Broca-do-fumo, Broca-do-caule- do-tomateiro | Faustinus cubae | 15 g / 50 m² | 10,5 g / 50 m² | 40 L/50 m² |
Pulgão-verde, Pulgão-verde- claro | Myzus persicae | 360 g/ha | 252 g/ha | 180-240 L/ha | |
Nota: 1 kg de IMIDACLOPRIDO HS 700 WG contém 700 g do ingrediente ativo imidacloprido.
Cana- de- açúcar | - Controle da broca-da-cana e cupim: aplicar o produto sobre os toletes no sulco de plantio. Número de aplicação: Uma aplicação por safra da cultura. Volume de calda: 200 a 400 L/ha. |
Citros |
Número de aplicações: Até 3 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 2.000 L/ha. Aplicar o produto com adjuvante, óleo mineral ou óleo vegetal. |
Fumo |
Número de aplicação: Uma aplicação por ciclo da cultura. Volume de calda: 180 a 240 L/ha. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Batata | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Heterotermes tenuis | Cupins | Ver detalhes |
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Fumo | Faustinus cubae | Broca-do-caule-do-tomateiro, Broca-do-fumo | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
Equipamentos de aplicação:
Pulverizador costal manual pressurizado ou motorizado; tratorizados com barra de pulverização. Na lavoura de citros, turboatomizadores.
Bico jato cônico vazio da série (D2), com pressão de trabalho em função do volume de calda a ser aplicado por área, 80 a 100 lb/pol².
Densidade de gotas 200 gotas/cm².
Nos tratamentos em canteiros, a aplicação deve ser feita através de pulverizador manual ou regador.
Na cultura do tomate, pulverizador costal manual ou motorizado, pulverizador tratorizado, sem a ponta do bico e adaptado com dosador (tubo plástico em forma de cachimbo) que permita aplicar em jato dirigido.
Condições climáticas:
Não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h, não aplicar sob chuva; temperatura deverá ser inferior a 27°C; umidade relativa deverá ser superior a 55%. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
NOTA: Os volumes de calda citados em faixa variam em função do estado vegetativo, densidade foliar e porte das plantas.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Encher ¾ do volume do tanque de pulverização com água e adicionar IMIDACLOPRIDO HS 700 WG mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Cana-de-açúcar: não determinado devido a modalidade de emprego Fumo: UNA (Uso não alimentar).
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO:
IMIDACLOPRIDO 700 WG QH é um inseticida sistêmico de contato e ingestão, recomendado para as culturas e alvos abaixo relacionados.
CULTURAS, DOENÇAS, DOSE, INÍCIO, EPOCA, INTERVALO, NÚMERO E VOLUME APLICAÇÃO:
CULTURAS | EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO | DOENÇAS | DOSES | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Nome comum Nome científico | ||||
ALFACE | Bandeja de mudas | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 300 g/ha | Em bandejas ainda no viveiro de mudas, aplicar pós a em torno de 24 horas antes do transplante definitivo no campo. Realizar a colheita antes do florescimento. Nº máximo de aplicações por safra: 1 Volume de calda: 250 ml de calda/bandeja de 200 alvéolos (Bandeja) |
Pulgão Dactynotus sonchi | ||||
CEBOLA | Jato dirigido | Tripes Thrips tabaci | 100 g/ha | Iniciar as aplicações logo no início do aparecimento das primeiras ninfas nas bainhas das folhas antes da bulbificação. Direcionar a aplicação para a inserção das folhas (bainha), local onde se encontra a praga abrigada. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas e penetre nas bainhas das folhas. Reaplicar com intervalo de 7 dias. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. Zona de não aplicação até a bordadura: 30 m Nº máximo de aplicações por safra: 4 Volume de calda: 300 – 800 L calda/ha |
BRÓCOLIS e REPOLHO | “Drench” (Esguicho) | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 300 g/ha | A aplicação deve ser realizada em jato dirigido ao colo das plantas o transplante das mudas ou a emergência das plantas no campo, antes do período de inflorescência e florescimento. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. Realizar a colheita antes do florescimento. Zona de não aplicação até a bordadura (Brócolis): 3m Nº máximo de aplicações por safra: 1 Volume de calda: 10 – 15 mL/planta |
Pulgão-da- couve Brevicoryne brassicae | 200 g/ha | |||
CANA-DE- AÇÚCAR | Jato Dirigido no sulco do plantio | Cupim Heterotermes tenuis | 400 g/ha | A aplicação é feita preventivamente sobre os propágulos vegetativos (“toletes”, gemas, mudas ou plântulas) colocados no sulco de plantio, antes da operação de cobertura. Realizar o tratamento nas áreas onde a amostragem prévia identificar a presença da praga. Nº máximo de aplicações por safra: 1 Volume de calda: 150 – 200 L/ha |
COUVE | “Drench” (Esguicho) | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 200 g/ha | A aplicação deve ser realizada em jato dirigido ao colo das plantas o transplante das mudas ou a emergência das plantas no campo. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Realizar a colheita antes do florescimento. Nº máximo de aplicações por safra: 1 Volume de calda: 10 – 15 mL/planta |
Pulgão-da- couve Brevicoryne brassicae | ||||
COUVE-FLOR | “Drench” (Esguicho) | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 300 g/ha | A aplicação deve ser realizada em jato dirigido ao colo das plantas ou transplante das mudas no campo, a partir do início do desenvolvimento vegetativo foliar da cultura, antes do período de inflorescência e florescimento. |
Pulgão-da- couve Brevicoryne brassicae | 200 g/ha | Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Realizar a colheita antes do florescimento. Nº máximo de aplicações por safra: 1 Volume de calda: 10 – 15 mL/planta (Drench) 250 mL / bandeja de 200 alvéolos (bandeja) | ||
Bandeja | Pulgão-da- couve Brevicoryne brassicae | 300 g/ha | ||
CUPIM-DE- MONTE | Aplicação direta no cupinziero. | Cupim Cornitermes cumulans | 30 g/100 L de água | Faz-se uma perfuração no topo do ninho até atingir o núcleo com uma barra de aço (varão) de 25 mm de diâmetro e coloca-se a calda preparada através de um funil ou similar. Nº máximo de aplicações por safra: 1 Volume de calda: 1L/ninho |
CRISÂNTEMO | Pulverização em cultivos protegidos/estufas. | Tripes Thrips palmi | 100 g/ha | Realizar a pulverização quando do aparecimento da praga. Uso permitido somente em cultivos protegidos (estufas) revestidos com tela anti-afídeos. A utilização de tela anti-afídeos é mandatória em cultivos protegidos para evitar que insetos não-alvo entrem em contato com a cultura e reduzir a pressão de pragas. Vedado a utilização para cultivos em nível de campo. Nº máximo de aplicações: 1 Volume de calda: 300-1000 L/ha |
Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 360 g/ha | |||
EUPHORBIA (Poinsétia) | Pulverização em cultivos protegidos/estufas. | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 30 g/ha | Uso permitido somente em cultivos protegidos (estufas) revestidos com tela anti-afídeos. A utilização de tela anti- afídeos é mandatória em cultivos protegidos para evitar que insetos não-alvo entrem em contato com a cultura e reduzir a pressão de pragas; Iniciar as aplicações logo após o aparecimento dos primeiros sinais das pragas. A utilização de imidacloprido para flores não pode ser realizada em cultivos em nível de campo. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas. Nº máximo de aplicações por safra: 1 Volume de calda: 600 –1200 L/ha |
FUMO (canteiro) | Rega | Broca-do-fumo Faustinus cubae | 15 g/50 m² | A aplicação deverá ser realizada durante o período de produção das mudas e antes do transplante para o local definitivo. A primeira aplicação logo após a semeadura e a segunda, 45 dias após. Retirar as inflorescências durante o cultivo. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. Nº máximo de aplicações por safra: 2 2 Volume de calda: 40 L de água/50m |
Pulgão-verde Myzus persicae | ||||
FUMO (Lavoura) | “Drench” (Esguicho) | Pulgão-verde Myzus persicae | 360 g/ha | Iniciar a aplicação logo após o transplante das mudas para o local definitivo via esguicho (drench) direcionado ao solo das mudas. A aplicação via esguicho (drench) com produtos à base de Imidacloprido pode ser realizada, desde que sejam retiradas as inflorescências durante o cultivo. Retirar as inflorescências durante o cultivo. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. Nº máximo de aplicações por safra: 1 Volume de calda: 200 – 500 L/ha |
Broca-do-fumo Faustinus cubae | ||||
GÉRBERA | Pulverização em cultivos protegidos/estufas. | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 30 g/ha | Iniciar as aplicações logo após o aparecimento dos primeiros sinais da praga. Uso permitido somente em cultivos protegidos (estufas) revestidos com tela anti-afídeos. A utilização de tela anti-afídeos é mandatória em cultivos protegidos para evitar que insetos não-alvo entrem em contato com a cultura e reduzir a pressão de pragas; |
A utilização de imidacloprido para flores não pode ser realizada em cultivos em nível de campo. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas. Nº máximo de aplicações por safra: 1 Volume de calda: 600 –1200 L/ha | ||||
MELÃO | “Drench” (Esguicho) | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 300 g/ha | Para as aplicações via irrigação por gotejo a aplicação deve ser feita logo após o transplante ou germinação das mudas no campo. A aplicação em “Drench” (Esguicho) ou gotejamento, deve ser feita em jato dirigido ao colo das plantas logo após o transplante ou germinação das mudas no campo, até 7 dias após a semeadura. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Nº máximo de aplicações por safra: 1 Volume de calda: 250 mL / bandeja de 200 alvéolos (bandeja) 250 mL / bandeja (gotejamento |
Pulgão-das- inflorescências Aphis gossypii | 300 g/ha | |||
Tripes Thrips palmi | 300 g/ha | |||
Gotejamento | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 300 g/ha |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Alho | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Almeirão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Brócolis | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Heterotermes tenuis | Cupins | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Chicória | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Citros | Oncometopia facialis | Cigarrinha-da-cvc | Ver detalhes |
| Couve | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-flor | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Crisântemo | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Cupim-de-monte | Cornitermes cumulans | cupim | Ver detalhes |
| Eucalipto | Cornitermes bequaerti | Cupim-de-chifre | Ver detalhes |
| Fumo | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Gérbera | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melancia | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pinus | Cinara atlantica | Pulgão-do-pinus | Ver detalhes |
| Poinsétia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Repolho | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
MODO DE APLICAÇÃO:
A aplicação do IMIDACLOPRIDO 700 WG QH deve ser efetuada por meio de pulverização terrestre, respeitando-se a bordadura mínima de até 70 metros para a cultura do algodão, 14 metros para a cultura do melão.
Para a cultura do algodão: Realizar a última aplicação até antes do aparecimento da inflorescência, ou seja, “antes dos primeiros ramos frutíferos (simpodial) com o botão floral e a folha correspondente fechado”.
“ESTE PRODUTO É TÓXICO PARA ABELHAS. A APLICAÇÃO AÉREA NÃO É PERMITIDA. NÃO APLIQUE ESTE PRODUTO EM ÉPOCA DE FLORAÇÃO, NEM IMEDIATAMENTE ANTES DO FLORESCIMENTO OU QUANDO FOR OBSERVADA VISITAÇÃO DE ABELHAS NA CULTURA. O DESCUMPRIMENTO DESSAS DETERMINAÇÕES CONSTITUI CRIME AMBIENTAL, SUJEITO A PENALIDADES CABÍVEIS E SEM PREJUÍZO DE OUTRAS RESPONSABILIDADES.”
Não é autorizado o uso combinado de imidacloprido em mais de um modo de aplicação no mesmo ciclo de cultivo, quando esses eventos ocorrerem antes da floração da cultura.
Não utilizar imidacloprido em cultura subsequente quando houver possibilidade de florescimento, em campo aberto.
Preparo de Calda:
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do IMIDACLOPRIDO 700 WG QH deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade; em seguida é necessário que se faça uma pré-diluição do IMIDACLOPRIDO 700 WG QH em um recipiente não reativo (plástico, fibra de vidro), adicionando a dose recomendada para cada cultivo do IMIDACLOPRIDO 700 WG QH em 5 a 10 litros de água agitando-o com um bastão plástico até que a pré-calda esteja homogênea, assegurando-se a completa umectação e dispersão dos aglomerantes presentes na formulação, após esta etapa, inserir a pré-mistura no pulverizador, e completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Equipamentos Costais (manuais ou motorizados):
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que a aplicação seja uniforme e que não ocorram sobreposições, escorrimentos e nem deriva por movimentos não planejados pelo operador. equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de instruções de uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura.
Aplicação em bandeja:
Utilizar pulverizador costal manual, com volume de calda de 250 mL para bandeja de 200 alvéolos. O cálculo da quantidade de produto a ser aplicado em cada bandeja, deverá ser feito previamente e proporcional ao número de plantas a ser transplantado por hectare dependendo da cultura e espaçamento a serem adotados. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. (quando o equipamento recomendado for o pulverizador costal manual).
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de Instruções de Uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura. Logo após a aplicação recomenda-se repetir a aplicação da mesma forma com o mesmo volume de água para que seja feito o arraste do produto das folhas e ramos para o substrato, facilitando a absorção radicular.
Rega: aplicar o produto sobre a planta, nas doses recomendadas, utilizando o volume de 1L de calda/m².
Aplicação via esguicho (drench):
Aplicar o produto diluído em água na forma de jato dirigido planta a planta (esguicho) através de pulverizador manual, motorizado ou tratorizado, de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de instruções de uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura.
Jato Dirigido:
Utilizar pulverizador autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido ao sulco de plantio, sobre os "toletes", adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra. com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura dos “toletes”. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. Procedendo-se a cobertura imediatamente após aplicação.
Irrigação por gotejamento:
Iniciar a injeção da calda com o produto após o completo funcionamento do sistema de irrigação. Seguir as instruções do fabricante do sistema de irrigação para a melhor utilização do sistema dosador e de injeção, além da correta regulagem deste equipamento.
A injeção dos produtos pode ser efetuada utilizando-se diferentes métodos e equipamentos. Porém, independentemente do método adotado, a qualidade dos resultados obtidos na quimigação depende do cálculo correto de variáveis como taxa de injeção, quantidade do produto a ser injetada, volume do tanque de injeção, dose do produto a ser aplicada na área irrigada, concentração do produto na água de irrigação, entre outros. Além dos cálculos operacionais feitos corretamente, é necessário assegurar-se de que o sistema, tanto de irrigação quanto de injeção, esteja funcionando de acordo com os parâmetros para os quais está ajustado, ou seja, que a vazão calculada corresponda àquela efetiva no sistema ou que a taxa de injeção desejada esteja realmente ocorrendo no campo. Portanto, tão importante quanto os cálculos operacionais, é também proceder à calibração periódica dos equipamentos.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de Instruções de Uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura.
Condições meteorológicas para pulverização:
Temperatura: menor que 30°C Umidade do ar: maior que 55% Velocidade do vento: entre 3 e 10km/h.
Recomendações gerais para evitar deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água,
criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
Diâmetro das gotas:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Ventos:
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Temperatura e Umidade:
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto se a fumaça for rapidamente dispersar e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura | Dias |
- Alface, melão e couve | 14 |
- Algodão | 30 |
- cebola, citros | 21 |
- Cana-de-açúcar | * |
- Couve-flor, brócolis e repolho | 82 |
- Crisântemo, cupim-de-monte, euphorbia (poinsétia), gérbera e fumo | UNA |
UNA = Uso não alimentar.
* Não determinado devido à modalidade de aplicação: tratamento do sulco de plantio.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso
necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
Curuquerê Alabama argillacea | 0,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
Pulgão-do-algodoeiro Aphis gossypii | 0,3 - 0,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: | ||
20 - 40 L/ha | 03 | |||
Broca-do-algodoiero Euthinobothrus brasiliensis | 0,8 - 2,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea:20 - 40 L/ha | ||
ALGODÃO | Ácaro-branco Polyphagotarsonemus latus | 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Curuquerê: realizar as aplicações quando houver 02 lagartas/planta. Intervalo de aplicação de 01-02 semanas. Pulgão-do-algodoeiro: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido. Intervalo de aplicação de 07-14 dias. Broca-do-algodoiero: aplicar o produto 20 dias após a germinação. Intervalo de aplicação de 07 dias. Ácaro-branco: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando houver 40% das plantas com sinais de ataque. Intervalo de aplicação de 7-14 dias. | ||||
BATATA | Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 1000 L/ha Aplicação aérea: 20-40 L/ha. | 02 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Assim que se observem os primeiros sintomas de infestação, realizar as aplicações com intervalo de 14 dias. | ||||
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
Broca-do-café Hypothenemus hampei | 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
02 | ||||
Bicho-mineiro-do-café Leucoptera coffeella | 1,0 - 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: | ||
20 - 40 L/ha | ||||
CAFÉ | Cochonilha-da-roseta Planococcus minor | 1,0 - 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 1000 L/ha Aplicação aérea: 20 – 40 L/ha | 01 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Broca-do-café: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de infestação for maior ou igual a 5% nos grãos provenientes da primeira florada. Intervalo de aplicação de 20-30 dias. Bicho-mineiro-do-café: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando forem observadas cerca de 20% de folhas minadas. Intervalo de aplicação de 30-45 dias. Cochonilha-da-roseta: realizar uma aplicação em pulverização foliar em alto volume, cerca de 1.000 litros de calda/ha, quando se observar o início da infestação | ||||
Lagarta-do-trigo Pseudaletia sequax | 0,4 - 0,7 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | ||
Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||||
CEVADA | Pulgão-da-folha Metopolophium dirhodum | 0,4 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 02 |
Pulgão-da-espiga Sitobion avenae | 0,4 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | ||
Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação. O intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. | ||||
CITROS | Mosca-das-frutas Ceratitis capitata | 200 mL/100 L | Aplicação terrestre: 400 - 500 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 03 |
Cochonilha-pardinha Selenaspidus articulatus | 100 - 150 mL/100 L | Aplicação terrestre: | 02 | |
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
100 - 300 L/ha | ||||
Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||||
Cochonilha-parlatoria Parlatoria cinerea | 100 - 150 mL/100 L | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | ||||
Cochonilha-ortezia Orthezia praelonga | 100 - 150 mL/100 L | Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha Adicionar óleo | ||
mineral 0,25% v/v | ||||
(250 mL/100 L) | ||||
Psillídeo Diaphorina citri | 100 - 150 mL/100 L | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: | ||
20 - 40 L/ha | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Cochonilha-ortezia e Psillídeo: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação. O | ||||
intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. | ||||
Mosca-das-frutas: realizar as aplicações assim que os frutos começarem a amadurecer. Intervalo de | ||||
aplicação: (*). | ||||
Cochonilha-pardinha: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação até o ponto de | ||||
escorrimento. | ||||
Intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. | ||||
Cochonilha-parlatoria: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação, com a calda | ||||
dirigida ao tronco e ramos primários. Intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. | ||||
FEIJÃO | Cigarrinha Empoasca kraemeri | 0,8 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 02 |
Broca-da-vagem Etiella zinckenella | 1,25 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
Lagarta-da-vagem Michaelus jebus | 1,25 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
Mosca-branca Bemisia tabaci | 1,00 L/ha | Aplicação terrestre: | ||
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Cigarrinha, Broca-da-vagem e Lagarta-da-vagem: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação. Intervalo de aplicação será definido em função da reinfestação. Mosca-branca: iniciar as aplicações quando aparecerem as primeiras. Intervalo de aplicação: (*) | ||||
Lagarta-enroladeira Bonagota cranaodes | 100 - 150 mL/100 L | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | 03 | |
MAÇÃ | Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação. O intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. | ||||
Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | 0,4 - 0,6 L/ha. | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | ||
Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||||
Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | 1,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 02 | |
Lagarta-rosca Agrotis ipisilon | 1,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
MILHO | ||||
Lagarta-dos-capinzais Mocis latipes | 0,6 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 03 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Lagarta-do-cartucho: aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura. Usar bico leque. Intervalo de aplicação: (*). Lagarta-dos-capinzais: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido, do período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura. O intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. Lagarta-elasmo: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação, do período após germinação até uma altura aproximada de 35 cm, com jato dirigido à base das plantas. Intervalo de aplicação de 7-14 dias. Lagarta-rosca: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação, do período após a germinação até 30 dias de idade da cultura, com jato dirigido à base das plantas. Intervalo de aplicação de 7-14 dias. | ||||
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
Cigarrinha-das-pastagens Deois flavopicta | 1,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | 02 | |
PASTAGENS | Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação. O intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação | ||||
Lagarta-da-soja Anticarsia gemmatalis | 0,25 - 1,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | ||
SOJA | Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 02 | ||
Broca-das-axilas Epinotia aporema | 0,8 L/ha. | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | ||
Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Lagarta-da-soja: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido. O intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. Broca-das-axilas: realizar as aplicações quando forem encontradas 20% de plantas com ponteiros danificados. Intervalo de aplicação de 07-14 dias. | ||||
Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | 0,5 - 0,75 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | ||
Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 02 | |||
SORGO | Mosca-do-sorgo Stenodiplosis sorghicola | 0,62 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | |
Aplicação aérea: | ||||
20 - 40 L/ha | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Lagarta-do-cartucho: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido, da germinação até 60-70 dias de idade da cultura. O intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. Mosca-do-sorgo: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando 80% do sorgal estiver florido. Intervalo de aplicação de 04 dias. | ||||
TOMATE** RASTEIRO COM FINS INDUSTRIAIS | Broca-pequena-do-fruto Neoleucinodes elegantalis | 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 05 |
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
Mosca-minadora Liriomyza huidobrensis | 1,0 - 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: | ||
20 - 40 L/ha | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Broca-pequena-do-fruto: realizar as aplicações quando os frutos estiverem pequenos. Intervalo de aplicação de 07-14 dias. | ||||
Mosca-minadora: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto assim que se observem os primeiros sintomas de infestação. Intervalo de aplicação de 10 dias. | ||||
Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | 1,25 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | ||
Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||||
Pulgão-da-folha Metopolophium dirhodum | 0,3 L/ha. | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
TRIGO | Pulgão-da-espiga Sitobion avenae | 0,4 - 0,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | 02 |
Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||||
Pulgão-verde-dos-cereais Rhopalosiphum graminum | 0,2 - 0,3 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | ||
Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||||
Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | 0,75 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | ||
Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||||
Lagarta-do-trigo Pseudaletia sequax | 0,7 - 1,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | ||
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Lagarta-rosca e Lagarta-elasmo: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação na fase inicial da cultura. Intervalo de aplicação de 7-14 dias. Pulgão-da-folha: quando 10% das plantas apresentarem colônias em formação. Intervalo de aplicação: (*) Pulgão-da-espiga e Pulgão-verde-dos-cereais: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido. O Intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação Lagarta-militar e Lagarta-do-trigo: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto assim que se observarem os primeiros focos de infestação. O intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. | ||||
(*) O Intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. O período mínimo de dias entre as aplicações será de 15 dias para as culturas de citros, feijão e trigo e 10 dias para a cultura do milho.
(**) Não é permitido o uso deste produto em lavouras de tomate estaqueado.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Café | Hypothenemus hampei | Broca-do-café | Ver detalhes |
| Cevada | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Citros | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Maçã | Bonagota cranaodes | Lagarta-enroladeira-da-folha | Ver detalhes |
| Milho | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Soja | Epinotia aporema | Broca-das-axilas, Broca-das-axilas-da-soja | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Neocurtilla hexadactyla | Grilo-toupeira, Paquinha | Ver detalhes |
| Trigo | Metopolophium dirhodum | Pulgão-da-folha, Pulgão-verde-pálido | Ver detalhes |
É PROIBIDA A APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTO COSTAL
O inseticida INCAR 480 EC poderá ser aplicado através de equipamentos tratorizados e aeronavesagrícolas equipadas com barras e pontas específicas. Equipamentos de irrigação tipo pivôs centrais também poderão ser utilizados.
Os parâmetros de aplicação através de equipamentos tratorizados, como tipo de pontas, pressão de trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas. Para o controle da lagarta do cartucho em milho e sorgo recomenda-se o uso de pontas tipo leque com jato dirigido sobre a linha da cultura.
As aplicações via equipamentos de irrigação tipo pivô central devem sempre: utilizar equipamentos de irrigação bem ajustados, que possibilitem cobertura uniforme do produto; utilizar sistemas de injeção completos e adequadamente calibrados, seguindo as orientações do fabricante; verificar as características da área a ser tratada, quantidade de produto necessária e a taxa de injeção; utilizar equipamentos de proteção individual.
Recomenda-se a utilização de barras com pontas específicas ou atomizadores rotativos do tipo “Micronair”, sempre procurando obter uma boa cobertura na aplicação. Toda aplicação com aeronaveagrícola deve ser controlada/monitorada por GPS, não utilizar balizamento por bandeirinhas.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Algodão | 21 dias |
Batata | 21 dias |
Café | 21 dias |
Cevada | 14 dias |
Citros | 21 dias |
Feijão | 25 dias |
Maçã | 14 dias |
Milho | 21 dias |
Pastagem | 13 dias |
Soja | 21 dias |
Sorgo | 21 dias |
Tomate | 21 dias |
Trigo | 21 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO:
Culturas | Alvo biológico Nome comum (Nome científico) | Doses Produto Comercia (L/ha ou mL/100 L) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicações | Intervalo entre as aplicações (em dias) |
Algodão | Curuquerê (Alabama argillacea) | 0,5 - 0,7 L/ha | Tratorizado 40 - 300 Aéreo: 10 - 50 | 1 | - |
Lagarta-da-maçã (Heliothis virescens) | 1,5 - 2,0 L/ha | ||||
Lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella) | 1,5 - 2,0 L/ha | ||||
Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 1,750 - 2,0 L/ha | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Curuquerê: Aplicar quando for constatado mais de 25% de desfolha em presença de lagartas, em qualquer fase da cultura. Lagarta-da-maçã: Aplicar quando forem constatadas 10 lagartas/100 plantas. Lagarta-rosada: Aplicar quando existir 5% de maçãs atacadas. Helicoverpa: Aplicar quando forem constatadas 1 a 2 lagartas entre os estágios larvais de L1 a L2/m². Em casos de baixa infestação e primeiros aparecimentos das pragas, utilizar as menores doses e em casos de alta pressão da praga ou condições climáticas favoráveis ao ataque, utilizar as maiores doses. | |||||
Batata | Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,5 L/ha | Tratorizado: 400 – 800 Aéreo: 10 - 50 | 2 | 14 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar assim que forem observados o início de infestação. Realizar de 1 a 2 aplicações. | |||||
Café | Broca-do-café (Hypothenemus hampei) | 1,5 - 2,5 L/ha | Tratorizado: 400 – 800 Aéreo: 10 - 50 | 3 | 30 |
Bicho mineiro do café (Leucoptera coffeella) | 1,0 – 1,5 L/ha | 20 – 30 | |||
Cochonilha da roseta (Planococcus minor) | 1,0 – 1,5 L/ha | Tratorizado: 400 - 800 | - | ||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Broca-do-café: Aplicar quando 5% dos grãos provenientes da primeira florada estiverem brocados. Realizar de 1 a 3 aplicações, com 30 dias de intervalo. Bicho mineiro do café: Aplicar no início da infestação com a presença do adulto na lavoura. Realizar de 1 a 2 aplicações. Cochonilha da roseta: Aplicação em pulverização foliar no início da infestação, utilizar vazão alta para atingir a praga (1000 L/ha). Realizar 1 aplicação Em casos de baixa infestação e primeiros aparecimentos das pragas, utilizar as menores doses e em casos de alta pressão da praga ou condições climáticas favoráveis ao ataque, utilizar as maiores doses. | |||||
Citros | Cochonilha de placa (Orthezia praelonga) | 100 - 150 mL /100 L de calda | Tratorizado: 300 Aéreo: 10 - 50 | 2 | Reaplicar em função da reinfestação se necessário. |
Psilídeo (Diaphorina citri) | 100 - 150 ml /100 L de calda | ||||
Mosca das frutas (Ceratitis capitata) | 200 ml /100 L de calda | Tratorizado: 400 - 500 Aéreo: 10 - 50 | |||
Culturas | Alvo biológico Nome comum (Nome científico) | Doses Produto Comercia (L/ha ou mL/100 L) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicações | Intervalo entre as aplicações (em dias) |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Cochonilha de placa: Aplicar no início da infestação. Adicionar óleo mineral na calda na proporção de 0,25% (250 mL / 100L). Psilídeo: Aplicar no início da infestação. Mosca das frutas: Aplicar no início da infestação. Em casos de baixa infestação e primeiros aparecimentos das pragas, utilizar as menores doses e em casos de alta pressão da praga ou condições climáticas favoráveis ao ataque, utilizar as maiores doses. | |||||
Feijão | Cigarrinha (Empoasca kraemeri) | 0,8 L/ha | Tratorizado: 40 - 300 Aéreo: 10 - 50 | 2 | O intervalo entre aplicações será em função da reinfestação. |
Lagarta helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 1,0 – 2,0 L/ha | 7 | |||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Cigarrinha: Aplicar no início da infestação. Lagarta helicoverpa: Iniciar as aplicações quando for constatado de 5 a 10 lagartas pequenas de 1° e 2° instares por metro de amostragem, 10% de vagens com presença de lagartas, 15% de desfolha no estádio de desenvolvimento vegetativo ou 10% de desfolha no estádio reprodutivo. A maior dose deverá ser utilizada quando a praga estiver presente em alta infestação e em estágios larvais mais avançados, maiores que 1cm. Manter a lavoura monitorada e reaplicar se a infestação atingir os níveis indicados. | |||||
Milho | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,4 – 0,6 L/ha | Tratorizado: 40 - 300 Aéreo: 10 - 50 | 2 | - |
Lagarta helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 1,0 – 2,0 L/ha | 7 - 10 | |||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Lagarta-do-cartucho: Aplicar no início da infestação quando aparecer as primeiras folhas raspadas. Realizar 1 aplicação. Lagarta helicoverpa: Iniciar as aplicações quando for constatado no máximo, 10% das com presença de largartas menores que 1 cm. Manter a lavoura monitorada e reaplicar se a infestação atingir os níveis indicados. A maior dose deverá ser utilizada quando as pragas estiverem presentes em alta infestação e em estágios larvais mais avançados, maiores que 1cm. | |||||
Pastagem | Cigarrinha-das-pastagens (Deois flavopicta) | 1,0 L/ha | Tratorizado: 200 - 300 Aéreo: 50 | 2 | O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando aparecerem as primeiras pragas. Realizar de 1 a 2 aplicações. | |||||
Soja | Lagarta da soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,250 - 1,0 L/ha | Tratorizado: 40 - 300 Aéreo: 10 - 50 | 2 | 14 |
Lagarta falsa-medideira (Pseudoplusia includens) | 0,75 – 1,0 L/ha | 10 | |||
Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 1,0 L/ha | 7 | |||
Culturas | Alvo biológico Nome comum (Nome científico) | Doses Produto Comercia (L/ha ou mL/100 L) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicações | Intervalo entre as aplicações (em dias) |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Lagarta da soja e Lagarta falsa-medideira: Aplicar quando forem encontradas 20 lagartas/metro linear de preferência nos primeiros estágios larvais. Helicoverpa: Aplicar quando aparecerem as primeiras lagartas entre os estágios larvais L1 a L2, sendo na fase vegetativa da cultura com infestação de 7 lagartas/m e na fase reprodutiva com 2 lagartas/m linear. Obs.: Não recomendado o uso para lagartas grandes (maiores que 2 cm). Em casos de baixa infestação e primeiros aparecimentos das pragas, utilizar as menores doses e em casos de alta pressão da praga ou condições climáticas favoráveis ao ataque, utilizar as maiores doses. | |||||
Trigo | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 0,750 L/ha | Tratorizado: 40 - 300 Aéreo: 10 - 50 | 2 | O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. |
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 0,7 - 1,0 L/ha | O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. | |||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Lagarta-militar e Lagarta-do-trigo: Aplicar quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Realizar de 1 a 2 aplicações. Em casos de baixa infestação e primeiros aparecimentos das pragas, utilizar as menores doses e em casos de alta pressão da praga ou condições climáticas favoráveis ao ataque, utilizar as maiores doses. | |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Café | Hypothenemus hampei | Broca-do-café | Ver detalhes |
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
| Feijão | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Milho | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Soja | Helicoverpa armigera | Lagarta-do-algodão | Ver detalhes |
| Trigo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado conforme especificações técnicas do mesmo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item
“Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Utilizar água de boa qualidade, livre de material em suspensão, a presença destes pode reduzir a eficácia do produto. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o KLORPAN 480 EC de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.
Antes de qualquer aplicação, verifique se o equipamento está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador.
Antes de aplicar KLORPAN 480 EC, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado.
Aplicação Terrestre
Equipamento Tratorizado
Turbo-atomizadores (turbopulverizador): Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura. As pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta.
Pulverizadores de barra tratorizados ou autopropelidos: Para essa modalidade de aplicação deve-se utilizar pulverizador de barra tratorizado, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Pontas de pulverização e classe de gotas: Utilizar pontas de pulverização de jato plano, jato plano duplo ou jato cônico, que proporcionem classe de gotas fina ou média. Cabe ao Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação ou responsável técnico pela aplicação indicar a ponta de pulverização mais adequada, devendo sempre seguir parâmetros técnicos para a cultura, equipamentos, gerenciamento de deriva e condições meteorológicas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Aplicação aérea
Aeronave tripulada
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas e que tenha capacidade técnica de fornecer dados do mapa de voo realizado. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda e, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
A definição dos equipamentos de pulverização aérea e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um engenheiro agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
Dentre os fatores meteorológicos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo-higrômetro.
O sistema de agitação da calda quando aplicável e disponível deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda (seções de barra) do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e condições meteorológicas (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independentemente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota dentro do faixa de espectro recomendada, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. Recomenda-se o uso de anemômetro para medir a velocidade do vento no local da aplicação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica, das quais ocorrem quando a temperatura aumenta com a altitude, reduzindo o movimento vertical do ar. São comuns em noites sem nuvens e vento. Durante uma inversão térmica, pequenas gotas de água formam uma nuvem suspensa perto do solo, movendo-se lateralmente. Elas começam ao pôr do sol e podem durar até a manhã seguinte. A presença de neblina no solo indica uma inversão térmica, mas também é possível identificá-las pelo comportamento da fumaça. Se a fumaça se acumula em camadas e se move lateralmente, há uma inversão térmica, enquanto a fumaça dispersa rapidamente e sobe indica bom movimento vertical do ar.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível dentro da faixa de espectro recomendada, para dar uma boa cobertura e controle. Leia as instruções sobre o gerenciamento adequado de deriva, bem como condições de Vento, Temperatura e Umidade e Inversão Térmica.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de Segurança (dias) |
Algodão | 21 |
Batata | 21 |
Café | 21 |
Citros | 21 |
Feijão | 25 |
Milho | 21 |
Pastagem | 13 |
Soja | 21 |
Trigo | 21 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individuais (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
ALGODÃO | Curuquerê (Alabama argillacea) | 100 - 150 mL/ha (30 - 45 g i.a./ha) | Terrestre: 100 - 200 | 2 | 5 |
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 300 - 400 mL/ha (90 - 120 g i.a./ha) | ||||
Tripes (Frankliniella schultzei) | 100 - 200 mL/ha (30 - 60 g i.a./ha) | ||||
Bicudo (Anthonomus grandis) | 350 - 400 mL/ha (105 - 120 g i.a./ha) | ||||
Lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella) | 300 - 400 mL/ha (90 - 120 g i.a./ha) | ||||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 350 mL/ha (105 g i.a./ha) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Curuquerê (Alabama argillacea): Fazer a contagem do número de lagartas pequenas e grandes e estimar a porcentagem de desfolha. Iniciar o controle quando o nível de ataque atingir 2 lagartas/planta ou quando observar 25% de desfolha. Ácaro-rajado (Tetranychus urticae): Fazer o monitoramento da praga e iniciar o controle quando atingir o nível de 10% das folhas com sintoma de ataque por ácaros. Deve-se direcionar o jato, principalmente na página dorsal das folhas, local onde ficam os ácaros. Tripes (Frankliniella schultzei): O tripes deve ser controlado quando encontrar 6 indivíduos por planta atacada. Bicudo (Anthonomus grandis): Iniciar o controle quando atingir o nível de 10% de plantas atacadas e um adulto por armadilha. Repetir as aplicações sempre que atingir 2 a 5% de ataque nos botões florais. Aplicar MEOTHRIN 300 dando boa cobertura em toda a parte aérea das plantas. Lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella): Coletar 50 maçãs rijas da parte mais alta das plantas durante o caminhamento para monitoramento. Iniciar o controle quando encontrar 5% de maçãs com sintomas de ataque. Em caso de utilização de armadilhas com feromônio, deve-se iniciar o controle quando forem capturados 10 adultos/armadilha. Lagarta-da-maçã (Heliothis virescens): Fazer monitoramento e iniciar o controle quando constatar de 10% a 15% de plantas infestadas por lagartas pequenas. | |||||
AMENDOIM | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 200 - 300 mL/ha (60 - 90 g i.a./ha) | Terrestre: 100 - 300 | 2 | 7 |
Ácaro vermelho (Tetranychus ogmophallos) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) e Ácaro vermelho (Tetranychus ogmophallos): Aplicar MEOTHRIN 300 logo no início da infestação, no aparecimento das formas móveis. | |||||
BERINJELA | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 150 mL/ha (45 g i.a./ha) | Terrestre: 600 - 1000 | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: A lagarta-militar é uma praga que mesmo em baixas populações pode causar grandes danos. Os ovos são colocados principalmente nas folhas e começam a eclodir já no terceiro dia. As lagartas, logo após a eclosão iniciam o ataque às folhas, caules, ramos e frutos. Realizar as aplicações assim que forem observadas lagartas menores que 1cm. Aplicar MEOTHRIN 300 de forma a cobrir toda o dossel das plantas. | |||||
CAFÉ | Ácaro-vermelho (Oligonychus ilicis) | 200 mL/ha (60 g i.a./ha) | Terrestre: 400 - 500 | 2 | 14 |
Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | 400 mL/ha (120 g i.a./ha) | ||||
Bicho-mineiro-do-café | 250 - 400 mL/ha | ||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
(Leucoptera coffeella) | (75 - 120 g i.a./ha) | ||||
Cochonilha-Orthezia (Orthezia praelonga) | 200 mL/ha (60 g i.a./ha) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro-vermelho (Oligonychus ilicis): Período de seca com estiagem prolongada são condições propícias ao desenvolvimento do ácaro vermelho, podendo o ataque ocorrer em reboleiras e, em casos graves, expandir para toda a lavoura. Aplicar MEOTHRIN 300 em reboleiras ou em toda a lavoura. Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis): Fazer o controle do ácaro logo após a colheita e no início da formação dos chumbinhos, nos talhões da lavoura onde os sintomas em folhas e frutos foram observados no ano anterior. Considerando que o maior número de ovos e ácaros são encontrados no terço inferior das plantas, tanto nas folhas, ramos e frutos, o equipamento a ser utilizado deve proporcionar um depósito maior dos produtos nas partes interiores do terço inferior das plantas. Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella): O controle deve ser iniciado quando a infestação atingir o nível de controle (3% a 5%), pulverizando-se as partes mais atacadas da lavoura. Como o ataque não se distribui uniformemente, recomenda-se o controle apenas para os talhões em que a infestação da praga já tenha atingido 3 a 5%. Cochonilha-Orthezia (Orthezia praelonga): Recomenda-se fazer inspeções periódicas nos cafezais para que o foco inicial possa ser rapidamente detectado e combatido. | |||||
CEBOLA | Tripes (Thrips tabaci) | 150 mL/ha (45 g i.a./ha) | Terrestre: 1000 | 1 | --- |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: O controle deve ser iniciado no estádio vegetativo, quando forem amostrados 15 tripes/planta e, após esta fase, quando forem amostrados 30 tripes/planta. Aplicar o produto utilizando bico tipo leque com jatos dirigidos para as bainhas das folhas, locais onde os tripes preferem colonizar. | |||||
CITROS (Laranja) | Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | 50 mL/100 L de água (15 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 5 a 10 L/planta, dependendo do tamanho das árvores | 1 | --- |
Cochonilha-Orthezia (Orthezia praelonga) | |||||
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | |||||
Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 40 mL+7,0 L de melaço/100 L de água (12 g i.a./100 L de água) | ||||
Pulgão-preto (Toxoptera citricida) | 20 mL/100 L de água (6 g i.a./100 L de água) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis): Fazer o monitoramento periodicamente do pomar a cada 7 ou 15 dias, em pelo menos 1% das plantas de cada talhão. Iniciar o controle quando 5% a 10% dos frutos ou ramos examinados apresentarem um ou mais ácaros. Deve-se evitar o uso de um mesmo princípio ativo e classe química nas pulverizações no período de um ano, para que não haja seleção de ácaros resistentes ao acaricida empregado. Aplicar MEOTHRIN 300 de tal modo que a pulverização seja feita para obter uma boa cobertura em toda a planta. Cochonilha-Orthezia (Orthezia praelonga): Recomenda-se fazer inspeções periódicas nos pomares cítricos para que o foco inicial possa ser rapidamente detectado e combatido. A ortézia, como outras espécies de cochonilhas, tem uma característica que dificulta o seu controle, porque possui o ovissaco, câmara onde os ovos são depositados, que não é atingido pelos inseticidas e nem atacado pelo seu inimigo natural, preservando os ovos. Aplicar MEOTHRIN 300 devendo-se cobrir toda a parte aérea da planta, inclusive os troncos e os ramos. Para um controle eficiente da ortézia, adotar medidas complementares à utilização de inseticidas, tais como: encontrar todos os focos de ortézia no talhão ou propriedade; controlar as plantas invasoras nos focos de ocorrência da praga num raio de pelo menos 20 m de distância. Reaplicar após 20 dias para eliminar as reinfestações, e caso a incidência seja muito grande, fazer uma terceira aplicação. Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana): Fazer o monitoramento com armadilhas de feromônio e realizar a aplicação do MEOTHRIN 300 quando forem capturados 6 adultos/armadilha/semana e com 10% de plantas com frutos atacados no talhão. | |||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata): Deve-se fazer monitoramento do pomar com armadilhas contendo atrativo, colocando-os do lado que nasce o sol na proporção de uma armadilha a cada 5 ha. Aplicar MEOTHRIN 300 quando se observar captura média de 14 moscas/armadilha/semana, sendo feitas 2 avaliações semanais. Pulgão-preto (Toxoptera citricida): O controle químico deve ser usado em casos extremos, quando o ataque é intenso e generalizado e quando o número de inimigos naturais é reduzido. A pulverização deve ser efetuada quando os adultos estão presentes nas brotações. | |||||
CRISÂNTEMO | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 30 mL/100 L de água (9 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 500 - 700 | 1 | --- |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar MEOTHRIN 300 no início da infestação ao aparecimento das primeiras formas móveis. | |||||
FEIJÃO | Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | 100 - 200 mL/ha (30 - 60 g i.a./ha) | Terrestre: 100 - 300 | 2 | 7 |
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | |||||
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 200 - 300 mL/ha (60 - 90 g i.a./ha) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri): Aplicar MEOTHRIN 300 quando o nível de ataque atingir 40 ninfas por batida de pano ou em 2m de linha. Mosca-branca (Bemisia tabaci): Devido à importância da mosca-branca como transmissora do vírus-do-mosaico dourado do feijoeiro (VMDF), o seu manejo deve ser realizado de acordo com a época de plantio. Em áreas com histórico de alta incidência do mosaico-dourado e no plantio do feijão da “seca” (janeiro a abril), desde que a mosca-branca esteja presente na área amostrada, seu controle deve ser feito do plantio até o estágio de florescimento em pulverizações semanais. Após o florescimento do feijoeiro, não há necessidade de se fazer o controle da mosca-branca, pois os danos causados pelo VMDF são pouco significativos, não justificando o controle do vetor. No plantio das “águas” (agosto a dezembro) e de “inverno” (maio a agosto), a incidência da mosca branca e do VMDF é menos intensa. Ácaro-rajado (Tetranychus urticae): Aplicar MEOTHRIN 300 quando o a infestação atingir o nível de controle, ou seja, quando encontrar seis plantas com sintoma de ataque ou presença dos ácaros em 2 m de linha. | |||||
JILÓ | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 150 mL/ha (45 g i.a./ha) | Terrestre: 600 - 1000 | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: A lagarta-militar é uma praga que mesmo em baixas populações pode causar grandes danos. Os ovos são colocados principalmente nas folhas e começam a eclodir já no terceiro dia. As lagartas, logo após a eclosão iniciam o ataque às folhas, caules, ramos e frutos. Realizar as aplicações assim que forem observadas lagartas menores que 1cm. Aplicar MEOTHRIN 300 de forma a cobrir toda o dossel das plantas. | |||||
MAÇÃ | Ácaro-vermelho- europeu (Panonychus ulmi) | 50 mL/100 L de água (15 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 2 a 5 L/planta | 1 | --- |
Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 40 mL/100 L de água (12 g i.a./100 L de água) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro-vermelho (Panonychus ulmi): Fazer monitoramento periódico do pomar, através da amostragem sequencial no mínimo em 10 plantas por talhão de 5 ha, retirando-se 5 folhas por planta e anotando-se o número de folhas com presença do ácaro. Aplicar do MEOTHRIN 300 quando 50% das folhas acusarem a presença da praga no início da temporada, e no período que antecede a colheita, quando mais de 70% das folhas apresentarem ácaros. Aplicar de 2 a 5 litros de calda por planta, dependendo da idade das plantas, espaçamento de plantio, variedade, observando sempre o ponto de escorrimento. Mariposa-oriental (Grapholita molesta): Deve-se fazer monitoramento do pomar com armadilhas Delta utilizando como atrativo o feromônio sexual sintético, colocando-se uma armadilha para 5 ha. Aplicar MEOTHRIN 300 quando se observar captura média de 30 machos/armadilha/semana. Aplicar volume de calda variando de 2 a 5 litros de calda por planta, dependendo da idade das plantas, espaçamento de plantio, variedade, observando sempre o ponto de escorrimento. | |||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
MAMÃO | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 50 mL/100 L de água (15 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 600 - 1000 | 2 | 14 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar MEOTHRIN 300 logo no início do aparecimento das formas móveis, repetindo em caso de necessidade. Deve-se utilizar de 600 a 1000 litros de calda/ha. Não realizar mais do que 2 aplicações consecutivas. Não fazer mais de 2 aplicações por ano e se possível alternar com inseticidas de outro grupo químico, para evitar resistências. | |||||
MELANCIA | Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis, Liriomyza sativae e Liriomyza trifolii) | 200 - 300 mL/ha (60 - 90 g i.a./ha) | Terrestre: 200 | 3 | 7 |
Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis; Diaphania hyalinata) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis e Diaphania hyalinata): Deve-se fazer a amostragem em 20 pontos em ziguezague, em uma área de até 2,5 hectares da área de plantio. Cada ponto corresponde a uma planta. O controle deve ser iniciado quando forem encontradas, em média, 3 (três) lagartas por planta. Aplicar MEOTHRIN 300 na dose de 200 a 300 mL/ha dependendo do crescimento das plantas e intensidade de infestação da praga. Para evitar aparecimento de resistência, recomenda-se alternar inseticidas de grupo químico diferentes, com intervalo de 7 dias. Fazer, no máximo, 3 aplicações com MEOTHRIN 300 durante o ciclo da cultura. Utilizar um volume de calda/ha de 200 L e a aplicação deve ser feita preferencialmente fora do horário de visitação das abelhas polinizadoras. Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis, Liriomyza sativae e Liriomyza trifolii): Fazer a amostragem da infestação em folhas mais desenvolvidas do ramo em 20 pontos, em uma área de 2,5 hectares de plantio. Iniciar a aplicação do MEOTHRIN 300 na dose de 200 a 300 mL/ha, quando forem encontradas, em média, 5 (cinco) larvas vivas nos 20 pontos amostrados. Para evitar aparecimento de resistência, recomenda-se alternar inseticidas de grupo químico diferentes, com intervalo de 7 dias. Fazer, no máximo, 3 aplicações com MEOTHRIN 300 durante o ciclo da cultura. Utilizar um volume de calda de 200 L/ha e a aplicação deve ser feita preferencialmente fora do horário de visitação das abelhas polinizadoras. Como medida de controle complementar, recomenda-se a destruição dos restos culturais; não implantar do cultivo de melancia próximo de espécies hospedeiras da mosca-minadora, tais como feijão, ervilha, fava, batatinha, tomateiro, berinjela, pimentão, entre outras. | |||||
MELÃO | Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis, Liriomyza sativae e Liriomyza trifolii) | 200 - 300 mL/ha (60 - 90 g i.a./ha) | Terrestre: 200 | 3 | 7 |
Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis; Diaphania hyalinata) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis e Diaphania hyalinata): Deve-se fazer a amostragem em 20 pontos em ziguezague, em uma área de até 2,5 hectares da área de plantio. Cada ponto corresponde a uma planta. O controle deve ser iniciado quando forem encontradas, em média, 3 (três) lagartas por planta. Aplicar MEOTHRIN 300 na dose de 200 a 300 mL/ha dependendo do crescimento das plantas e intensidade de infestação da praga. Para evitar aparecimento de resistência, recomenda-se alternar inseticidas de grupo químico diferentes, com intervalo de 7 dias. Fazer, no máximo, 3 aplicações com MEOTHRIN 300 durante o ciclo da cultura. Utilizar um volume de calda/ha de 200 L e a aplicação deve ser feita preferencialmente fora do horário de visitação das abelhas polinizadoras. Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis, Liriomyza sativae e Liriomyza trifolii): Fazer a amostragem da infestação em folhas mais desenvolvidas do ramo em 20 pontos, em uma área de 2,5 hectares de plantio. Iniciar a aplicação do MEOTHRIN 300 na dose de 200 a 300 mL/ha, quando forem encontradas, em média, 5 (cinco) larvas vivas nos 20 pontos amostrados. Para evitar aparecimento de resistência, recomenda-se alternar inseticidas de grupo químico diferentes, com intervalo de 7 dias. Fazer, no máximo, 3 aplicações com MEOTHRIN 300 durante o ciclo da cultura. Utilizar um volume de calda de 200 L/ha e a aplicação deve ser feita preferencialmente fora do horário de visitação das abelhas polinizadoras. Como medida de controle complementar, recomenda-se a destruição dos restos culturais; não implantar do cultivo de melão próximo de espécies hospedeiras da mosca-minadora, tais como feijão, ervilha, fava, batatinha, tomateiro, berinjela, pimentão, entre outras. | |||||
MILHO | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 70 - 100 mL/ha (21 - 30 g i.a./ha) | Terrestre: | 1 | --- |
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
80 (plantas jovens) a 300 L/ha | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Deve-se fazer monitoramento da cultura e aplicar o MEOTHRIN 300 quando atingir o nível de dano econômico da praga, ou seja, quando o ataque atingir 20% de plantas com o sintoma de "folhas raspadas", onde as lagartas deverão estar com 7 a 8 mm de comprimento. Independente do estádio de crescimento da planta, a pulverização deve ser feita com jato dirigido para o cartucho do milho devendo-se utilizar bico leque, preferencialmente com ângulo de 80 graus. O volume de água a ser utilizado pode variar de 80 litros (plantas mais jovens) a 300 litros/ha. | |||||
MORANGO | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 65 mL/100 L de água (19,5 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 1500 | 1 | --- |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar MEOTHRIN 300 assim que forem notados os primeiros sintomas de seu ataque, ou for constatada a presença de ácaros vivos nas plantas, devendo-se gastar volume de calda em torno de 1.500 litros/ha para dar boa cobertura em toda a parte aérea das plantas. Quando a infestação ocorrer no período de frutificação, observar a carência do produto. Procurar realizar o controle de forma localizada, nos focos de infestação, tratando toda a lavoura somente se necessário. Procurar rotacionar os acaricidas com diferentes modos de ação. | |||||
PIMENTA | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 150 mL/ha (45 g i.a./ha) | Terrestre: 600 - 1000 | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: A lagarta-militar é uma praga que mesmo em baixas populações pode causar grandes danos. Os ovos são colocados principalmente nas folhas e começam a eclodir já no terceiro dia. As lagartas, logo após a eclosão iniciam o ataque às folhas, caules, ramos e frutos. Realizar as aplicações assim que forem observadas lagartas menores que 1cm. Aplicar MEOTHRIN 300 de forma a cobrir toda o dossel das plantas. | |||||
PIMENTÃO | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 150 mL/ha (45 g i.a./ha) | Terrestre: 600 - 1000 | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: A lagarta-militar é uma praga que mesmo em baixas populações pode causar grandes danos. Os ovos são colocados principalmente nas folhas e começam a eclodir já no terceiro dia. As lagartas, logo após a eclosão iniciam o ataque às folhas, caules, ramos e frutos. Realizar as aplicações assim que forem observadas lagartas menores que 1cm. Aplicar MEOTHRIN 300 de forma a cobrir toda o dossel das plantas. | |||||
QUIABO | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 150 mL/ha (45 g i.a./ha) | Terrestre: 600 - 1000 | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: A lagarta-militar é uma praga que mesmo em baixas populações pode causar grandes danos. Os ovos são colocados principalmente nas folhas e começam a eclodir já no terceiro dia. As lagartas, logo após a eclosão iniciam o ataque às folhas, caules, ramos e frutos. Realizar as aplicações assim que forem observadas lagartas menores que 1cm. Aplicar MEOTHRIN 300 de forma a cobrir toda o dossel das plantas. | |||||
REPOLHO | Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 15 - 30 mL/100 L de água (4,5 - 9,0 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 500 | 2 | 10 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: O curuquerê-da-couve é uma praga altamente prejudicial à cultura do repolho. As lagartas, logo após a eclosão iniciam o ataque às folhas, devorando durante a fase larval, quase toda a folhagem, destruindo as plantações. Aplicar MEOTHRIN 300 no início da infestação. | |||||
ROSA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 25 mL/100 L de água (7,5 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 600 - 800 | 1 | --- |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar MEOTHRIN 300 logo no início do aparecimento das primeiras formas móveis, devendo-se utilizar em torno de 600 a 800 litros de volume de calda por hectare para que a calda inseticida atinja toda a parte aérea das plantas. O número de pulverizações dependerá da intensidade e condições favoráveis ao ataque da praga. | |||||
SOJA | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 150 mL/ha (45 g i.a./ha) | Terrestre: 200 | 1 | --- |
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: O controle da lagarta-da-soja deve ser feito com base nos princípios do “Manejo de Pragas” que consistem em tomadas de decisão de controle com baseno nívelde ataque, no número, tamanho dos insetos-pragas eno estádio de desenvolvimento da soja, informações essas obtidas através de inspeções regulares na lavoura. Aplicar MEOTHRIN 300 quando forem encontradas, em média, 40 lagartas grandes (> 1,5 cm) por pano-de-batida, ou se a desfolha atingir 30% antes da fase do florescimento, ou 15%, tão logo apareça as primeiras vagens. | |||||
TABACO ou FUMO | Tripes (Frankliniella schultzel) | 150 mL/ha (45 g i.a./ha) | Terrestre: 300 | 4 | 10 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Fazer no máximo até 4 aplicações do MEOTHRIN 300 durante o ciclo da cultura, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e/ou adultos e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. | |||||
TOMATE | Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 150 mL/ha (45 g i.a./ha) | Terrestre: 600 - 1000 | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta): Fazer monitoramento da praga durante todo o ciclo da cultura, devendo-se observar principalmente a presença de larva da traça nas folhas apicais e nos ponteiros. Iniciar o controle, quando encontrar 20% dos ponteiros ou folhas atacados e/ou quando houver, em média, 0,67 minas com larvas vivas por folha. A amostragem nos frutos deve ser feita observando-se de 50 a 100 frutos por ponto de amostragem, e o nível de controle é a presença de 5% de frutos danificados pela traça. Fazer aplicações semanais do MEOTHRIN 300 na dose de 150 mL (45 g i.a) do produto comercial diluído em 100 litros de água gastando-se o volume de calda de 600 a 1000 L/ha, dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas. Deve-se aplicar de forma que a calda atinja toda a parte aérea do tomateiro em um programa de alternância de inseticidas de outros grupos químicos para evitar resistências. Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis): Fazer monitoramento da broca-pequena-do-tomateiro, iniciando a partir do florescimento da cultura, inspecionando-se as pencas com frutos de até 2 cm de diâmetro, para detecção de ovos. Observar principalmente a superfície mediano-inferior dos frutos e realizar pulverizações quando o nível atingir 5% de frutos com sinais de ataque. Aplicar o MEOTHRIN 300 na dose de 150 mL (45 g i.a) do produto comercial por hectare, gastando-se o volume de calda de 600 a 1000 L/ha, dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas. | |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Amendoim | Tetranychus ogmophallos | Ácaro-vermelho-doamendoim | Ver detalhes |
| Berinjela | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Café | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Citros | Toxoptera citricida | Pulgão-preto, Pulgão-preto-dos-citrus | Ver detalhes |
| Crisântemo | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Jiló | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Maçã | Panonychus ulmi | Ácaro-da-macieira, Ácaro-vermelho-europeu | Ver detalhes |
| Mamão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Melancia | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Melão | Diaphania hyalinata | Broca-das-cucurbitáceas, Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Morango | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Pimenta | Spodoptera frugiperda | Lagarta militar | Ver detalhes |
| Pimentão | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Quiabo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Repolho | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Rosa | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tabaco | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Tomate | Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | Ver detalhes |
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura de gotas das plantas.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do mesmo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Utilizar água de boa qualidade, livre de material em suspensão, a presença destes pode reduzir a eficácia do produto. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto MEOTHRIN 300 de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.
Antes de qualquer aplicação, verifique se o equipamento está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador.
Antes de aplicar MEOTHRIN 300, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado.
Aplicação Terrestre
Equipamento Costal
Equipamentos Costais (manuais ou motorizados): Utilizar pulverizador costal em boas condições de operação, sem vazamentos, devidamente regulado e calibrado para aplicar o volume de calda e espectro de gotas desejados. Recomenda-se o uso de válvulas reguladoras de pressão e vazão a fim de manter esses parâmetros constantes, proporcionando uniformidade na faixa de aplicação, tamanho de gotas e quantidade de produto em toda área pulverizada, além de evitar o gotejamento durante a operação. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Aplicação costal (Atomizador): Regular o equipamento com pontas restritoras para que o volume de aplicação seja equivalente ao recomendado no quadro agronômico e que proporcione uma cobertura adequada do alvo. Observar para que o fluxo da aplicação seja direcionado ao alvo, evitando a ocorrência
de deriva ocasionada pela ventilação gerada pelo equipamento e ou movimentos não planejados pelo operador. A agitação da calda deverá ser mantida ligada durante toda a pulverização.
Equipamento Tratorizado
Turbo-atomizadores (turbopulverizador): Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura. As pontas superiores e inferiores podem ser desligadas para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta. Para CITROS as aplicações tratorizadas deverão ser realizadas, obrigatoriamente por meio de máquina com cabine fechada.
Pulverizadores de barra ou autopropelidos: Para essa modalidade de aplicação deve-se utilizar pulverizador de barra tratorizado, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
Dentre os fatores meteorológicos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo-higrômetro.
O sistema de agitação da calda quando aplicável e disponível deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda (seções de barra) do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e condições meteorológicas (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independentemente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota dentro do faixa de espectro recomendada, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. Recomenda-se o uso de anemômetro para medir a velocidade do vento no local da aplicação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica, das quais ocorrem quando a temperatura aumenta com a altitude, reduzindo o movimento vertical do ar. São comuns em noites sem nuvens e vento. Durante uma inversão térmica, pequenas gotas de água formam uma nuvem suspensa perto do solo, movendo-se lateralmente. Elas começam ao pôr do sol e podem durar até a manhã seguinte. A presença de neblina no solo indica uma inversão térmica, mas também é possível identificá-las pelo comportamento da fumaça. Se a fumaça se acumula em camadas e se move lateralmente, há uma inversão térmica, enquanto a fumaça dispersa rapidamente e sobe indica bom movimento vertical do ar.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível dentro da faixa de espectro recomendada, para dar uma boa cobertura e controle. Leia as instruções sobre o gerenciamento adequado de deriva, bem como condições de Vento, Temperatura e Umidade e Inversão Térmica.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Algodão, Amendoim, Café e Feijão | 14 dias |
Berinjela, Jiló, Mamão, Morango, Pimenta, Pimentão, Quiabo, Repolho e Tomate | 3 dias |
Cebola e Milho | 7 dias |
Crisântemo, Rosa e Tabaco (ou Fumo) | UNA – Uso não alimentar |
Citros, Maçã, Melão e Melancia | 28 dias |
Soja | 30 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPIs recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Pragas/ Plantas infestantes/ Doenças | Dose (produto comercial) | Dose (ingrediente ativo) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Algodão | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 550 – 600 ml/ha | 55 – 60 g/ha | 300 | 10 |
Bicudo (Anthonomus grandis) | 500 ml/ha | 50 g/ha | |||
Curuquerê (Alabama argilácea) | 300 ml/ha | 30 g/ha | |||
Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armígera) | 600 – 800 ml/ha | 60 – 80 g/ha | |||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 500 – 600 ml/ha | 50 - 60 g/ha | |||
Mosca-branca (Bemisia tabaci - Raça B) | 500 – 1000 ml/ha | 50 - 100 g/ha | 200 - 500 | ||
Batata | Larva-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 500 a 100 ml/100 L | 5 a 10 g/ha | 500 | 5 |
Cana de açúcar | Cupins (Heterotermes tenuis) (Proconitermes triacifer) | 1200 ml/ha | 120g/ha | 90 | 1 |
Citros | Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | 20 ml/ 100 L | 2 g/100 L | 1800 | 8 |
Cigarrinha (Oncometopia facialis) | 20 ml/ 100 L | 2 g/100 L | |||
Ácaro-pupúreo (Panonychus citri) | 20 ml/ 100 L | 2 g/100 L | |||
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 7,5 ml/ 100 L | 0,75 g/100 L | |||
Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) | 20 ml/ 100 L | 2 g/100 L | |||
Crisântemo | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 8,3 ml/ 100 L | 0,83 g/100 L | 6000 | N.A.* |
Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 3,5 ml/ 100 L | 0,35 g/100 L | |||
Pulgão (Aphis gossypii) | 2,6 ml/ 100 L | 0,26 g/100 L | |||
Feijão | Cigarrinha (Empoasca kraemeri) | 50 ml/ha | 5 g/ha | 150 | 3 |
Mosca-branca (Bemisia tabaci - Raça B) | 500 ml/ha | 50 g/ha | |||
Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armígera) | 350 - 500 ml/ha | 35 – 50 g/ha | 2 | ||
Fumo | Broca-do-fumo (Faustinus cubae) | 50 a 100 ml/ha | 5 -10 g/ha | 150 - 250 | 1 |
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Cultura | Pragas/ Plantas infestantes/ Doenças | Dose (produto comercial) | Dose (ingrediente ativo) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Lagarta-rosca (Agrotis ípsilon) | 50 ml/ha | 5 g/ha | |||
Pulga-do-fumo (Epitrix fasciata) | 25 ml/ha | 2,5 g/ha | |||
Mamão | Cigarrinha (Empoasca kraemeri) | 40 ml/ 100 L | 4 g/100 L | 1000 | 2 |
Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 40 ml/ 100 L | 4 g/100 L | |||
Manga | Tripes-do-cacaueiro (Selenotripes rubrocinctus) | 30 ml/ 100 L | 3 g/100 L | 500 a 1000 | 1 |
Melão | Mosca-branca (Bemisia tabaci - Raça B) | 100 ml/ 100 L | 10 g/100 L | 1000 | 1 |
Milho | Larva-de-vaquinha (Diabrotica speciosa) | 200 – 300 ml/ha | 20 – 30 g/ha | 150 - 400 | 1 |
Rosa | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 30 ml/ 100 L | 3 g/100 L | 2000 | N.A.* |
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 20 a 50 ml/ha | 2 a 5 g/ha | 125 - 200 | 3 |
Percevejo-verde (Nezara viridula) | 100 a 160 ml/ha | 10 a 16 g/ha | |||
Tomate | Broca-do-tomateiro (Neoleucinodes elegantalis) | 75 ml/ 100 L | 7,5 g/100 L | 800 | 5 |
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 50 ml/ 100 L | 5 g/100 L | |||
Mosca-branca (Bemisia tabaci - Raça B) | 10 - 15 ml/ 100 L | 1 – 1,5 g/100L | |||
Trigo | Lagarta do Trigo (Pseudaletia sequax) | 30 - 50 ml/ 100 L | 3 – 5 g/ha | 150 - 400 | 3 |
Uva | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 50 ml/ 100 L | 5 g/100 L | 500 - 1000 | 1 |
*N.A. = Não aplicável.
O produto deve ser aplicado logo após o início da infestação. O número de aplicações varia de acordo com a infestação da praga. Efetuar a aplicação de forma que possibilite uma boa cobertura da parte aérea das plantas. Respeitar a quantidade máxima de número de aplicações nos alvos biológicos indicados por ciclo de cultura
Algodão: para o controle de Ácaro-rajado (Tetranychus urticae), Curuquerê (Alabama argillacea), Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda), Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera), em aplicação com equipamentos terrestres, utilizar o volume de calda de 300 L/ha. Realizar no máximo 10 aplicações.
Para o controle da Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera), as aplicações devem ter intervalos máximo de 5 dias e a larva no estádio maximo até o 2º instar.
Para o controle de Bicudo (Anthonomus grandis) as aplicações devem ter intervalo máximo de 5 dias. Utilizar volume de calda de 300 L/ha.
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Para o controle da Mosca-branca (Bemisia tabaci Biótipo B) utilizar o volume de calda de 200 - 500 L/ha. Aplicar no início da infestação.
Batata: para o controle de Liriomyza huidobrensis, utillizar aplicações com intervalo máximo de 7 dias, com volume de calda de 500 L/ha. Realizar no máximo 5 aplicações.
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana): Deve-se fazer o monitoramento permanente do pomar observando a presença da praga. Aplicar quando for constatado nas vistorias, o primeiro fruto atacado por talhão.
Cigarrinha (Oncometopia facialis): O controle deve ser iniciado quando ocorrer 10% das plantas ou 20% das armadilhas, com a presença de uma cigarrinha.
Para Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) aplicar quando o nível de controle atingir duas ninfas/folha em 100 folhas examinadas/ha. Realizar no máximo 3 aplicações.
Para Mosca-branca aplicar com intervalo máximo de 3 dias. Utilizar volume de calda de 150L/ha.
Para o controle da Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera), as aplicações devem ter intervalos máximo de 5 dias e a larva no estádio maximo até o 2º instar. Para esta praga fazer no máximo 2 aplicações.
Milho: O controle de larvas de Diabrótica, deve ser feito por ocasião do plantio, em áreas com histórico de infestação da praga. Realizar no máximo 1 aplicação.
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Tomate: Broca-do-tomateiro (Neoleucinodes elegantalis): As pulverizações devem ser iniciadas quando os frutos estiverem pequenos, antes que as pragas penetrem no interior dos frutos. O produto deve ser aplicado principalmente no local da postura, ou seja, nas sépalas.
Mosca Branca (Bemisia tabaci Biótipo B): Aplicar logo após o aparecimento da praga. Fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 7 dias.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Helicoverpa armigera | Lagarta-do-algodão | Ver detalhes |
| Arroz | Rhizopertha dominica | Besourinho | Ver detalhes |
| Batata | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Procornitermes triacifer | Cupim, Cupim-de-monte, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Cevada | Rhizopertha dominica | Besourinho | Ver detalhes |
| Citros | Brevipalpus phoenicis | Ácaro-da-leprose, Ácaro-plano | Ver detalhes |
| Crisântemo | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Feijão | Acanthoscelides obtectus | Caruncho-do-feijão, Gorgulho-do-feijão | Ver detalhes |
| Fumo | Faustinus cubae | Broca-do-caule-do-tomateiro, Broca-do-fumo | Ver detalhes |
| Mamão | Empoasca kraemeri | Cigarrinha | Ver detalhes |
| Manga | Selenothrips rubrocinctus | Tripes-do-cacaueiro | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Milho | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Rosa | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Trigo | Sitophilus zeamais | Caruncho-dos-cereais, Gorgulho-do-milho | Ver detalhes |
| Uva | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
Em todas as culturas realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (bicos, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo. O produto deve ser aplicado sempre que se atingir o NC (nível de controle) da praga estabelecido pelo MIP (manejo integrado de pragas). Mantenha a lavoura inspecionada. Ao pulverizar, procurar dar boa cobertura em toda planta.
planta.
Temperatura ambiente: máximo 28°C Umidade relativa do ar (UR): mínima 70% Velocidade do vento: 2 a 10 km/hora.
Aplicar nas horas mais amenas do dia (manhã e fim da tarde).
Bicos: bicos de jato cônico vazio ou bicos rotativos tipo MICRONAIR, que permitam a geração e deposição de um mínimo de 40 gotas/cm2 com um DMV de 110-150 μ sobre o alvo desejado. Número de bicos na barra: aviões IPANEMA (qualquer modelo): utilizar de 40 a 42 bicos, fechando de 4-5 em cada extremidade das asas e três intermediários de cada lado próximos à
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fuselagem, mantendo em operação, os oito bicos sob a fuselagem (barriga) e posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas.
Outros modelos de aeronaves: utilizar a disposição que permita uma uniformidade de distribuição das gotas sobre a faixa de deposição e evitar a influência e perda das gotas pelos vórtices de pontas de asas.
Vazões acima deste limite, utilizar somente bicos hidráulicos em substituição aos bicos rotativos tipo MICRONAIR.
. aviões IPANEMA ou similares: utilizar a faixa máxima de 20 m.
. aviões grandes: faixa de deposição não deverá exceder a 25 metros.
. Temperatura ambiente: máximo 28°C
. Umidade relativa do ar (UR): mínima 70%
. Velocidade do vento: 2 a 10 km/hora.
A pulverização deve ser de preferência a alto volume, procurando se obter uma perfeita cobertura da parte interna e ponteiro das plantas, utilizando pulverizadores de pistola ou turboatomizadores.
Pulverização com pistola: utilizar pressão de trabalho de 200 a 300 lb/pol2 para plantas de até 6 metros de altura. Para alturas superiores, utilizar pressão superior e bicos com orifícios maiores.
Pulverização com turboatomizador: a regulagem/distribuição dos bicos deve ser feita de maneira que o volume de calda a ser aplicado obedeça a uma relação com a massa foliar da árvore.
Recomenda-se aplicar logo após o início da infestação.
A aplicação deve ser efetuada por via terrestre. Poderá ser feita com pulverizadores manuais (costal) ou tratorizados. A quantidade de água utilizada na aplicação deverá possibilitar a cobertura foliar mais uniforme possível em função do equipamento utilizado e da massa foliar. Para garantir a eficácia do produto aplicar até o ponto de escorrimento procurando atingir o máximo possível a face inferior das folhas.
Recomenda-se a rotação de grupos químicos no manejo de controle de Bemisia tabaci raça B, evitando a redução de suscetibilidade aos produtos disponíveis no mercado. Dentro do manejo integrado de pragas recomenda-se a alternância com outros grupos químicos, como organofosforados, carbamatos nas suas respectivas dosagens nos casos de altas infestações. Intervalo de segurança:
Culturas | Dias |
Algodão | 15 |
Batata | 07 |
Cana de açúcar | Não especificado devido à modalidade de aplicação. |
Citros | 07 |
Crisântemo | U.N.A. |
Fumo | U.N.A. |
Feijão | 20 |
Rosa | U.N.A. |
Melão | 07 |
Mamão | 07 |
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Manga | 07 |
Soja | 20 |
Tomate | 06 |
Uva | 07 |
U.N.A. (Uso não alimentar)
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
O MOL BIFENTHRIN 100 EC também é recomendando para o controle de pragas de grãos armazenados nas culturas de arroz, cevada, feijão, milho e trigo.
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS | DOSES | |
i.a. (g/ton) | p.c.(mL/ton) | ||
Arroz | Gorgulho Sitophilus zeamais | 0,4 0,4 | 4 4 |
Besouro Rhyzopertha dominica | |||
Cevada | Besouro Rhyzopertha dominica | ||
Feijão | Carunho Acanthoscelides obtectus | ||
Milho | Gorgulho Sitophilus zeamais | ||
Besouro Rhyzopertha dominica | |||
Trigo | Gorgulho Sitophilus zeamais | ||
Besouro Rhyzopertha dominica | |||
O tratamento preventivo dos grãos a granel deve ser feito por ocasião do carregamento dos silos graneleiros.
Em correia transportadora, recomenda-se também instalar tombadores para que os grãos sejam misturados quando estiverem passando sob a barra de pulverização. Durante este processo, devem ser verificadas a vazão dos bicos e a da correia transportadora. Recomenda- se diluir a dosagem de MOL BIFENTHRIN 100 EC em 1,0 a 2,0 litros de calda por tonelada, a ser pulverizada sobre os grãos.
Fazer a diluição de MOL BIFENTHRIN 100 EC em água e pulverizar uniformemente sobre os grãos antes do armazenamento. Diluir a dosagem do inseticida em 1,0 a 2,0 litros de calda por tonelada de grãos.
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Culturas | Dias |
Arroz | 30 |
Cevada | 30 |
Feijão | 30 |
Milho | 30 |
Trigo | 30 |
Devido à modalidade de tratamento preventivo para controle de pragas de grãos armazenados, por ocasião do carregamento dos silos, não há intervalo de reentrada.
O inseticida e acaricida ORSA 400 EC; BIFENTRINA 400 EC TECNOMYL; BIFENTRINA 400 EC TECNOMYL I; BIFENTRINA 400 EC TECNOMYL II; BIFENTRINA 400 EC TECNOMYL III possui
modo de ação de contato e ingestão, sendo indicado para o controle de pragas conforme recomendações abaixo:
CULTURA | PRAGAS | DOSES (Produto comercial) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 150 mL/ha | |||
Curuquerê-do-algodão (Alabama argilacea) | 100 mL/ha | Aplicar logo após o início da infestação. | ||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 175 mL/ha | Reaplicar no caso de reinfestação, com intervalo máximo de 5 dias entre elas, respeitando o número máximo de aplicações. Nº máximo de aplicações: Realizar no máximo 5 aplicações. | ||
Bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis) | 150 mL/ha | |||
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 175 mL/ha | Aplicação Terrestre: 300 L/ha | ||
Aplicar logo após o início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação, fazendo rotação de grupos químicos no manejo para evitar a redução de suscetibilidade aos produtos disponíveis no mercado. Aplicar somente via terrestre (manual costal ou tratorizado) até o ponto de escorrimento e procurando atingir o máximo possível a face inferior das folhas. Usar volume de calda suficiente para aplicação uniforme, considerando o equipamento e a massa foliar. Nº máximo de aplicações: Realizar no máximo 4 aplicações. | ||||
ALGODÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 125 – 250 mL/ha | Aplicação Aérea: 10 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | |
Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armígera) | 150 – 200 mL/ha | Aplicar quando a larva estiver no estádio máximo de até o 2º instar e reaplicar em intervalo máximo de 5 dias. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação Nº máximo de aplicações: Realizar no máximo 4 aplicações |
CULTURA | PRAGAS | DOSES (Produto comercial) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
BATATA | Larva alfinete (Diabrotica speciosa) | 250 mL/ha | Aplicar no sulco de plantio no momento da semeadura e na amontoa. Nº máximo de aplicações: Realizar 02 aplicações por ciclo cultura (plantio e amontoa). | Aplicação Terrestre: 200 L/ha Aplicação Aérea: 10 a 50 L/ ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha |
Larva-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 12,5 – 25 ml/100L de água | Aplicar logo após o início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação, com intervalo máximo de 7 dias. Nº máximo de aplicações: Realizar 05 aplicações por ciclo cultura. | ||
CANA-DE- AÇÚCAR | Cupins (Heterotermes tenuis, Procornitermes triacifer) | 300 mL/ha | Aplicar juntamente com a semeadura no sulco do plantio ou fazer uma pulverização em cana soca aplicando o produto dirigido à base da soqueira. Nº máximo de aplicações: Realizar somente 01 aplicação por ciclo da cultura. | Aplicação Terrestre: 90 L/ha Aplicação Aérea: 10 a 50 L/ ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha |
Migdolus (Migdolus frianus) | 600 mL/ha | |||
Cigarrinha-das-raízes (Mahanarva fimbriolata) | 300 – 600 mL/ha | Pulverização sobre a soqueira: Pulverizar diretamente sobre a linha de cultivo aplicando o produto em jato dirigido à base da soqueira. (sequeira das plantas). Aplicar em áreas com histórico de ocorrência da praga. Nº máximo de aplicações: Realizar somente 01 aplicação por ciclo da cultura. | Aplicação Terrestre: 100 - 200 L/ha Aplicação Aérea: 10 a 50 L/ ha | |
Bicudo-da-Cana (Sphenophorous levis) | 300 – 600 mL/ha | Fazer a pulverização em cana soca, logo no início da brotação, aplicando o produto em jato dirigido à base da soqueira. Nº máximo de aplicações: Realizar somente 01 aplicação por ciclo da cultura. | Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | |
Aplicação Terrestre: 200 L/ha | ||||
CANOLA | Traça-das-crucíferas (Plutella xylostella) | 80 mL/ha | Aplicar logo após o início da infestação em área total. Nº máximo de aplicações: Realizar somente 01 aplicação por ciclo da cultura. | Aplicação Aérea: 10 a 50 L/ ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha |
CULTURA | PRAGAS | DOSES (Produto comercial) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
CITROS | Psilídeo (Diaphorina citri) | 5 mL/100L de água | Aplicar logo após o início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme infestação. Aplicar, preferencialmente, com alto volume visando perfeita cobertura da parte interna e ponteiro das plantas. Utilizar pulverizador de pistola ou turboatomizador. Pulverizador com pistola: usar pressão de trabalho de 200 a 300lb/pol2 para plantas de até 6 metros de altura. Para alturas superiores, utilizar pressão superior e bicos com orifícios maiores. | Aplicação Terrestre: 1.800 L/ha Aplicação Aérea: 10 a 40L/ ha |
Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | ||||
Ácaro-pupúreo (Panonychus citri) | ||||
Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) | Pulverizador com turboatomizador: regular e distribuir as pontas de forma que o volume de calda obedeça uma relação com a massa foliar da árvore. Nº máximo de aplicações: Realizar no máximo 08 aplicações por ano, com exceção para o controle de Psilídio, que deve ter somente 3 aplicações por ano. | Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | ||
Bicho-furã (Ecdytolopha aurantiana) | 2 mL/100L de água | |||
CRISÂNTEMO | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 2,1 mL/100L de água | Aplicar logo no início da infestação, com jatos dirigidos às folhas. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação, respeitando o manejo integrado de pragas. Nº máximo de aplicações: Realizar somente 01 aplicação por ciclo da cultura. | Aplicação Terrestre: 6.000 L/ha |
Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 0,875 mL/100L de água | |||
Pulgão (Aphis gossypii) | 0,65 mL/100L de água | |||
EUCALIPTO (Campo) | Percevejo-bronzeado (Thaumastocoris peregrinus) | 100 – 150 mL/ha | Aplicar logo após o início da infestação e reaplicar em caso de reinfestação. Efetuar a aplicação de forma que possibilite boa cobertura da parte aérea das plantas. A pulverização deve ser de preferência a alto volume, procurando obter uma perfeita cobertura da parte interna e ponteiro das plantas, utilizando pulverizadores de pistola ou turbo atomizadores. Nº máximo de aplicações: Realizar no máximo 05 aplicações por ano. | Aplicação Terrestre: 200 L/ha Aplicação Aérea: 10 a 50 L/ ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha |
Vespa-da-galha (Leptocybe invasa) | 150 – 250 mL/ha |
CULTURA | PRAGAS | DOSES (Produto comercial) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
EUCALIPTO (Viveiro) | Vespa-da-galha (Leptocybe invasa) | 75 – 125 mL/100 L de água | Aplicar o produto através de rega das bandejas utilizando um regador comum ou pulverizador costal. Iniciar a aplicação logo após o início da infestação. Utilizar a dose menor em condições de menor infestação da praga. Em maiores infestações da praga, utilizar a maior dose. Nº máximo de aplicações: Reaplicar se houver reinfestação, considerando no máximo 5 aplicações. | 20mL/m2 de bandeja |
FEIJÃO | Cigarrinha (Empoasca kraemeri) | 12,5 mL/ha | Aplicar logo no início da infestação, na forma de pulverização total. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. Nº máximo de aplicações: No máximo 3 aplicações, com intervalo de até 5 dias. | Aplicação Terrestre: 200 L/ha Aplicação Aérea: 10 a 50 L/ ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha |
Mosca-branca (Bemisia tabaci - Raça B) | 125 mL/ha | Aplicar logo após o início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação, em intervalos máximos de 3 dias, fazendo rotação de grupos químicos no manejo para evitar a redução de suscetibilidade aos produtos disponíveis no mercado. Aplicar somente via terrestre (manual costal ou tratorizado) até o ponto de escorrimento e procurando atingir o máximo possível a face inferior das folhas. Usar volume de calda suficiente para aplicação uniforme, considerando o equipamento e a massa foliar. Nº máximo de aplicações: No máximo 3 aplicações, com intervalo de até 3 dias | ||
Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armígera) | 87,5 – 125 mL/ha | Aplicar quando a larva estiver no estádio máximo de até o 2º instar e reaplicar em intervalo máximo de 5 dias. Nº máximo de aplicações: Realizar no máximo 2 aplicações para esta praga. | ||
FUMO | Broca-do-fumo (Faustinus cubae) | 12,5 – 25 mL/ha | Aplicar logo no início da infestação na forma de pulverização total. Nº máximo de aplicações: Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. | Aplicação Terrestre: 200 - 300 L/ha |
Lagarta-rosca (Agrotis ípsilon) | 25 mL/ha | |||
Pulga-do-fumo (Epitrix fasciata) | 6,25 mL/ha |
CULTURA | PRAGAS | DOSES (Produto comercial) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
MAMÃO | Cigarrinha (Empoasca kraemeri) | 10 mL/100 L de água | Aplicar logo no início da infestação buscando atingir o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar em caso se reinfestação. Nº máximo de aplicações: Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. | Aplicação Terrestre: 1.000 L/ha |
Ácaro-branco (Polyphagotarsonemu s latus) | ||||
MANGA | Tripes-do-cacaueiro (Selenotripes rubrocinctus) | 7,5 mL/100L de água | Aplicar logo no início da infestação buscando atingir o ponto de escorrimento. Nº máximo de aplicações: Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. | Aplicação Terrestre: 500 - 1.000 L/ha |
MELÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 25 mL/100L de água | Aplicar logo após o início da infestação. Aplicar somente via terrestre (manual costal ou tratorizado) até o ponto de escorrimento e procurando atingir o máximo possível a face inferior das folhas. Usar volume de calda suficiente para aplicação uniforme, considerando o equipamento e a massa foliar. Nº máximo de aplicações: Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. | Aplicação Terrestre: 1.000 L/ha |
MELANCIA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 25 mL/100L de água | Inspecionar a cultura em intervalos regulares e fazer as aplicações quando for constatada a presença da praga (início da infestação e ao atingir o nível de controle recomendado para a cultura da melancia). Nº máximo de aplicações: Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. | Aplicação Terrestre: 1.000 L/ha |
MILHO | Larva alfinete (Diabrotica speciosa) | 75 mL/ha | Aplicar o produto no solo juntamente com a semeadura no sulco de plantio. Nº máximo de aplicações: Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. | Aplicação Terrestre: 200 - 300 L/ha |
ROSA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 7,5 mL/100L de água | Aplicar logo no início da infestação, com jatos dirigidos às folhas. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a infestação, respeitando o manejo integrado de pragas. Nº máximo de aplicações: Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo entre 10 a 15 dias. | Aplicação Terrestre: 2.000 L/ha |
CULTURA | PRAGAS | DOSES (Produto comercial) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
SOJA | Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 150 mL/ha | Aplicar logo no início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. Nº máximo de aplicações: Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. | Aplicação Terrestre: 200 L/ha Aplicação Aérea: 10 a 50 L/ ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha |
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | Aplicar quando o nível de dano equivaler a 15% da área foliar. Nº máximo de aplicações: Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. | |||
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 5 -12,5 mL/ha | Aplicar quando a cultura apresentar 20 lagartas/metro linear ou desfolhamento de 30% antes da floração ou 15% após o início da floração. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. Nº máximo de aplicações: Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. | Aplicação Terrestre: 200 L/ha Aplicação Aérea: 10 a 50 L/ ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | |
Percevejo-verde (Nezara viridula) | 25 – 40 mL/ha | Aplicar logo no início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. Usar menor dose em baixa infestação e a maior em alta infestação. Nº máximo de aplicações: Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. | ||
TOMATE | Broca-do-tomateiro (Neoleucinodes elegantalis) | 18,75 mL/100L de água | Iniciar a aplicação no início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. Nº máximo de aplicações: Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo de 7 dias. | Aplicação Terrestre: 800 L/ha |
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 12,5 mL/100L de água | |||
UVA | Vaquinha-verde (Maecolaspis trivialis) | 80 mL/ha | Aplicar logo após o início da infestação. Nº máximo de aplicações: Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. | Aplicação Terrestre: 800 L/ha Aplicação Aérea: 10 a 50 L/ ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha |
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 12,5 mL/100L de água |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Mahanarva fimbriolata | Cigarrinha-das-raízes, Cigarrinha-vermelha | Ver detalhes |
| Canola | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Crisântemo | Aphis gossypii | Ver detalhes | |
| Eucalipto | Thaumascotocoris peregrinus | Percevejo-bronzeado | Ver detalhes |
| Feijão | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Fumo | Faustinus cubae | Broca-do-caule-do-tomateiro, Broca-do-fumo | Ver detalhes |
| Mamão | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro-branco, Ácaro-tropical | Ver detalhes |
| Manga | Selenothrips rubrocinctus | Tripes-do-cacaueiro | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Milho | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Rosa | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Soja | Euschistus heros | Percevejo-marrom | Ver detalhes |
| Tomate | Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Uva | Maecolaspis trivialis | Besouro-dos-frutos, Besouro-verde | Ver detalhes |
O ORSA 400 EC; BIFENTRINA 400 EC TECNOMYL; BIFENTRINA 400 EC TECNOMYL I; BIFENTRINA 400 EC TECNOMYL II; BIFENTRINA 400 EC TECNOMYL III deve ser aplicado através
de equipamentos terrestres (manual, costal ou tratorizado) e regador para viveiro de eucalipto ou aérea (avião ou ARP (Drones)), conforme indicado para cada cultura.
As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas, com a menor evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica (deslocamento vertical).
Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações:
sob temperatura inferior a 30ºC;
umidade relativa do ar acima de 55%;
velocidade média do vento entre 3 e 10 km/h;
Para evitar efeitos indesejáveis, observar os limites meteorológicos definidos acima;
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação Ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas
temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
Para equipamentos de pivô central, não aplicar com ventos acima de 15 km/h, para evitar perda da eficiênciada aplicação.
A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um engenheiro agrônomo.
Utilize tecnologia (s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Os parâmetros de aplicação através de equipamento costal, como tipo de pontas, pressão de trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Para o EUCALIPTO (CAMPO), a pulverização deve ser feita utilizando pulverizadores de pistola ou turbo atomizadores.
Pulverização com pistola: utilizar pressão de trabalho de 200 a 300 lb./pol² para plantas de até 6 metros de altura. Para alturas superiores, utilizar pressão superior e bicos com orifícios maiores.
Pulverização com turbo atomizador e nebulizadores florestais: a regulagem/distribuição dos bicos deve ser feita de maneira que o volume de calda a ser aplicado obedeça a uma relação com a massa foliar da árvore.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, etc devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura, e inversão térmica.
Evitar aplicações em condições de inversão térmica, nas quais as gotas permanecerão mais tempo no ar, contaminando o avião durante a pulverização e o meio ambiente e reduzindo o efeito do produto sobre o alvo desejado. Não aplicar em condições de temperaturas muito altas e umidade baixa, pois ocorrerão correntes de convecção (térmicas) causando uma dissipação vertical muito rápida das gotas, redução ou perda de seu efeito sobre o alvo desejado e ocasionando efeitos danosos ao ambiente.
Esse tratamento deve ser feito por avião quando as áreas forem extensas, aplicar o produto molhando bem e uniformemente toda a folhagem da planta.
Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal.
Antes de iniciar a aplicação com aeronave remotamente pilotada (ARP/drones), certifique-se que há um planejamento de voo e este foi autorizado, registre os dados de voo e garanta a segurança operacional.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia da aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
Recomendamos e é necessário realizar a aplicação de ORSA 400 EC; BIFENTRINA 400 EC TECNOMYL; BIFENTRINA 400 EC TECNOMYL I; BIFENTRINA 400 EC TECNOMYL II; BIFENTRINA
Resumo dos ajustes para os drones de pulverização:
Volume de calda | Classe de gotas | Altura de voo | Faixa de aplicação |
No mínimo 15 L/ha | Média a Grossa | 4 metros acima do alvo da pulverização | Ajuste de acordo com cada modelo de drone |
Antes da aplicação verifique e inicie a pulverização somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, fazer uma completa limpeza de todo o equipamentopara reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento mesmo por poucas horas torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágüe completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimentodo tanque.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe oequipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Culturas | Intervalo de segurança (Dias) |
Algodão | 15 |
Batata | 35 |
Cana-de-açúcar | (1) |
Canola | 14 |
Citros | 07 |
Crisântemo | UNA |
Eucalipto | UNA |
Feijão | 20 |
Fumo | UNA |
Mamão | 07 |
Manga | 07 |
Melancia | 07 |
Melão | 07 |
Milho | (1) |
Rosa | UNA |
Soja | 30 |
Tomate | 06 |
Uva | 07 |
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego UNA = Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
ALGODÃO | Pulgão-do-algodoeiro | 0,75 – 1,0 kg/ha | 300 a 400 L/ha | Iniciar as aplicações quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico. Realizar no máximo 2 aplicações respeitando o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. |
(Aphis gossypii) | ||||
Ácaro-rajado | 0,5 - 0,75 kg/ha | |||
(Tetranychus urticae) | ||||
Lagarta-das-maçãs | 1,0 – 1,5 kg/ha | |||
(Heliothis virescens) | ||||
Tripes | 0,5 – 0,75 kg/ha | |||
(Frankliniella schultzei) | ||||
Tripes | 0,4 – 0,5 kg/ha | |||
(Caliothrips brasiliensis) | ||||
Curuquerê | 0,4 – 0,5 kg/ha | |||
(Alabama argillacea) | ||||
Lagarta-do-algodão | 0,8 - 1,2 kg/ha | 300 L/ha | ||
(Helicoverpa armígera) | ||||
AMENDOIM | Tripes-do-amendoim | 0,4 – 0,5 kg/ha | 300 a 400 L/ha | Iniciar a aplicação quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico. Realizar no máximo 1 aplicação. |
(Caliothrips brasiliensis) | ||||
Tripes-do-amendoim | 0,4 – 0,5 kg/ha | |||
(Enneothrips flavens) | ||||
Cigarrinha-verde | 0,4 – 0,5 kg/ha | |||
(Empoasca spp.) | ||||
Lagarta-do-pescoço-vermelho | 0,5 – 1,0 kg/ha | |||
(Stegasta bosquella) | ||||
BATATA | Pulgão-verde | 0,4 - 0,6 kg/ha | 300 a 600 L/ha | Iniciar as aplicações quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico. Realizar no máximo 3 aplicações respeitando o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. |
(Myzus persicae) | ||||
Pulgão-das-solanáceas | 0,4 - 0,6 kg/ha | |||
(Macrosiphum euphorbiae) | ||||
Cigarrinha-verde | 0,4 - 0,6 kg/ha | |||
(Empoasca kraemeri) | ||||
Traça-da-batatinha | 0,75 - 1,5 kg/ha |
(Phthorimaea operculella) | ||||
Lagarta-militar | 0,75 - 1,5 kg/ha | |||
(Spodoptera frugiperda) | ||||
CITROS | Cochonilha-pardinha | 1,0 - 1,5 kg/ha | 1000 a 2.000 L/ha | Iniciar as aplicações quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico. Realizar no máximo 2 aplicações respeitando o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. |
(Selenaspidus articulatus) | ||||
Cochonilha-da-raíz | 1,0 - 1,5 kg/ha | |||
(Parlatoria pergandii) | ||||
Cochonilha-de-placa | 1,0 - 1,5 kg/ha | |||
(Orthezia praelonga) | ||||
Bicho-furão | 1,0 - 1,5 kg/ha | |||
(Ecdytolopha aurantiana) | ||||
FEIJÃO | Lagarta-enroladeira-das-folhas (Hedylepta indicata) | 0,5 - 1,0 kg/ha | 200 a 300 L/ha | Iniciar a aplicação quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico. Realizar no máximo 1 aplicação. |
Tripes-do-prateamento (Caliothrips brasiliensis) | 1,0 kg/ha | |||
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 0,2 - 0,50 kg/ha | |||
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | 0,2 - 0,50 kg/ha | |||
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 0,5 - 1,0 kg/ha | |||
MELÃO | Pulgão-das-inflorescências (Aphis gossypii) | 0,25 kg/ha | 300 a 600 L/ha | Iniciar as aplicações quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico. Realizar no máximo 3 aplicações respeitando o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. |
MILHO | Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | 0,8 – 1,0 kg/ha | 100 a 200 L/ha | Iniciar as aplicações quando observada a presença da praga (colônias) nos cartuchos das plantas jovens, no pendão e na bainha das folhas superiores. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura respeitando o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. |
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) | Iniciar a primeira aplicação entre 1ª e o 5º dia após a emergência da cultura e a segunda aplicação sete dias após a primeira. |
SOJA | Lagarta-da-soja | 0,75 – 1,0 kg/ha | 300 a 400 L/ha | Iniciar as aplicações quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico. Realizar no máximo 2 aplicações respeitando o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. |
(Anticarsia gemmatalis) | ||||
Percevejo-verde-pequeno | 0,8 – 1,0 kg/ha | |||
(Piezodorus guildinii) | ||||
Percevejo-da-soja | 0,75 – 1,0 kg/ha | |||
(Nezara viridula) | ||||
Lagarta-mede-palmo | 0,2 - 0,5 kg/ha | |||
(Trichoplusia ni) | ||||
Broca-das-axilas | 0,8 - 1,0 kg/ha | |||
(Epinotia aporema) | ||||
Percevejo-marrom | 1,0 kg /ha | |||
(Euschistus heros) | ||||
Tripes-do-feijoeiro | 0,5 kg/ha | |||
(Caliothrips phaseoli) | ||||
Tripes | 0,5 kg/ha | |||
(Frankliniella rodeos) | ||||
Tripes | 0,5 kg/ha | |||
(Frankliniella schultzei) | ||||
Lagarta-enroladeira-das- folhas | 0,6 - 1,0 kg/ha | |||
(Hedylepta indicata) | ||||
TOMATE INDUSTRIAL(*) | Pulgão-verde | 1,0 kg /ha | 300 a 400 L/ha | Iniciar as aplicações quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico. Realizar no máximo 3 aplicações respeitando o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. |
(Myzus persicae) | ||||
Pulgão-das-solanáceas | 1,0 kg /ha | |||
(Macrosiphum euphorbiae) | ||||
Tripes | 0,5 - 0,75 kg /ha | |||
(Thrips palmi) | ||||
Vaquinha-verde-amarela | 0,5 - 0,75 kg /ha | |||
(Diabrotica speciosa) | ||||
Minadora-das-folhas | 0,5 - 0,75 kg /ha | |||
(Lyriomyza huidobrensis) | ||||
Tripes | 0,5 - 0,75 kg /ha | |||
(Frankliniella schultzei) | ||||
Mosca-branca | 1,0 kg /ha | |||
(Bemisia tabaci raça B) | ||||
Broca-grande-do-fruto |
(Helicoverpa zea) | 0,75 – 1,0 kg/ha | |||
Ácaro-vermelho | 0,75 – 1,0 kg/ha | |||
(Tetranychus evansi) |
(*) Tomate rasteiro com fins industriais. Não é permitido o uso deste produto em lavouras de tomate estaqueado (tomate de mesa).
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Amendoim | Stegasta bosquella | Lagarta-do-pescoço-vermelho | Ver detalhes |
| Batata | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Feijão | Hedylepta indicata | Lagarta-do-feijão, Lagarta-enroladeira-das-folhas | Ver detalhes |
| Melão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Milho | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
Deve-se utilizar pulverizador de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples, defletor ou com pré-orifício, visando à produção de gotas médias para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Recomendação específica para arbóreas:
Deve-se utilizar pulverizador montado ou de arrasto com assistência de ar (turbina). Utilizar pontas que produzam jato cônico vazio, ou demais tecnologias de bicos que possibilitem a produção de gotas finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. Ajustes no volume de ar produzido pela turbina podem ser necessários, dependendo do pulverizador, bem como no direcionamento do ar restrito ao formato da planta, para que as gotas se depositem adequadamente no alvo, evitando problemas com deriva. A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Preparo da calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente as embalagens hidrossolúveis no tanque ou pré-misturador. Adicione a embalagem fechada e jamais corte ou abra a embalagem hidrossolúvel. Mantenha a agitação totalmente ligada no tanque ou no pré-misturador por no mínimo 5 minutos após a adição da última embalagem. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele
por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.
Condições climáticas durante a aplicação:
Realizar as pulverizações quando as condições climáticas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo:
Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada;
Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Pulverizadores de arbóreas (turbo atomizadores):
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator, adicionar produto limpante, manter por 5 minutos a agitação, e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Remova e limpe todas as pontas do pulverizador e suas peneiras, caso sejam utilizadas;
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos ramais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada.
Algodão 21 dias
Amendoim 14 dias
Batata 21 dias
Citros 21 dias
Feijão 14 dias
Melão 14 dias
Milho 35 dias
Soja 21 dias
Tomate industrial 35 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURA | PRAGA Nome comum (Nome científico) | DOSE | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
ALGODÃO | Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii) | 0,75 - 1,0 kg/ha | 300-400 L/ha | 2 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. |
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 0,5 - 0,75 kg/ha | ||||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 1,0 - 1,5 kg/ha | ||||
Tripes (Frankliniella schultzei) | 0,5 - 0,75 kg/ha | ||||
Tripes (Caliothrips brasiliensis) | 0,4 - 0,5 kg/ha | ||||
Curuquerê (Alabama argillacea) | |||||
Lagarta-do-algodão (Helicoverpa armigera) | 0,8 – 1,2 kg/ha | 300 L/ha | |||
AMENDOIM | Tripes-do-amendoim (Caliothrips brasiliensis) | 0,4 - 0,5 kg/ha | 300-400 L/ha | 1 | |
Tripes-do-amendoim (Enneothrips flavens) | |||||
Cigarrinha-verde (Empoasca spp) | |||||
Lagarta-do-pescoço- vermelho (Stegasta bosquella) | 0,5 - 1,0 kg/ha | ||||
BATATA | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 0,4 - 0,6 kg/ha | 400 - 600 L/ha | 3 | |
Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | |||||
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | |||||
Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | 0,75 - 1,5 kg/ha | 750 – 1500L/ha | |||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
CEBOLA | Tripes (Thrips tabaci) | 0,6 a 1,2 kg/ha | 100 a 300 L/ha | 2 | As aplicações devem ser realizadas no início da infestação, repetindo se necessário após 14 dias da primeira aplicação. Utilizar as maiores doses em condições de altas |
CULTURA | PRAGA Nome comum (Nome científico) | DOSE | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
infestações, regiões com histórico de ocorrência da praga ou condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. Utilizar adjuvante de calda na dose recomendada pelo fabricante. | |||||
CENOURA | Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 0,75 a 1,0 kg/ha | 100 a 300 L/ha | 2 | As aplicações devem ser realizadas no início da infestação, repetindo se necessário após 14 dias da primeira aplicação. Utilizar as maiores doses em condições de altas infestações, regiões com histórico de ocorrência da praga ou condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. |
CITROS | Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulatus) | 1,0-1,5 kg/ha | 2000 L/ha | 2 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. |
Cochonilha-da-raiz (Parlatoria pergandii) | |||||
Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) | |||||
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | |||||
FEIJÃO | Lagarta-enroladeira- das-folhas (Hedylepta indicata) | 0,5 - 1,0 kg/ha | 300 - 400 L/ha | 1 | |
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | |||||
Tripes-do-prateamento (Caliothrips brasiliensis) | 1,0 kg/ha | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 0,2 - 0,50 kg/ha | ||||
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) |
CULTURA | PRAGA Nome comum (Nome científico) | DOSE | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
MELÃO | Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 0,25 kg/ha | 400 L/ha | 3 | |
MILHO | Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | 0,8 – 1,0 kg/ha | 150 – 200 L/ha | 2 | Aplicar quando observada a presença da praga (colônias) nos cartuchos das plantas jovens, no pendão e na bainha das folhas superiores, com intervalos de 10 dias. |
Percevejo-barriga- verde (Dichelops melacanthus) | Efetuar a primeira aplicação entre o 1ª e o 5° dia após a emergência da cultura e a segunda sete dias após a primeira. | ||||
SOJA | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,75 - 1 kg/ha | 300-400 L/ha | 2 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. |
Percevejo-da-soja (Nezara viridula) | |||||
Lagarta-mede-palmo (Trichoplusia ni) | 0,2 - 0,5 kg/ha | ||||
Percevejo-verde- pequeno (Piezodorus guildinii) | 0,8 - 1,0 kg/ha | ||||
Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | |||||
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 1 kg/ha | ||||
Tripes-do-feijoeiro (Caliothrips phaseoli) | 0,5 kg/ha | ||||
Tripes (Frankliniella rodeos) | |||||
Tripes(F. schultzei) | |||||
Lagarta-enroladeira- das-folhas (Hedylepta indicata) | 0,6 - 1,0 kg/ha | ||||
TOMATE Industrial | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 1 kg/ha | 500 - 750 L/ha | 3 | |
Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | |||||
Tripes (Thrips palmi) | 0,5 - 0,75 kg/ha | ||||
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | |||||
Minadora-das-folhas |
CULTURA | PRAGA Nome comum (Nome científico) | DOSE | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
(Lyriomyza huidobrensis) | |||||
Broca-grande-do-fruto (Helicoverpa zea) | 0,75 - 1,0 kg/ha | 750 - 1000L/ha | |||
Ácaro-vermelho (Tetranychus evansi) |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Amendoim | Enneothrips flavens | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-bronzeamento | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Cenoura | Chrysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira | Ver detalhes |
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
| Feijão | Hedylepta indicata | Lagarta-do-feijão, Lagarta-enroladeira-das-folhas | Ver detalhes |
| Melão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Milho | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Soja | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Tomate | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
Deve-se utilizar pulverizador de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples, defletor ou com pré-orifício, visando à produção de gotas médias para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Recomendação específica para arbóreas:
Deve-se utilizar pulverizador montado ou de arrasto com assistência de ar (turbina). Utilizar pontas que produzam jato cônico vazio, ou demais tecnologias de bicos que possibilitem a produção de gotas finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. Ajustes no volume de ar produzido pela turbina podem ser necessários, dependendo do pulverizador, bem como no direcionamento do ar restrito ao formato da planta, para que as gotas se depositem adequadamente no alvo, evitando problemas com deriva. A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Preparo da calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente as embalagens hidrossolúveis no tanque ou pré-misturador. Adicione a embalagem fechada e jamais corte ou abra a embalagem hidrossolúvel. Mantenha a agitação totalmente ligada no tanque ou no pré-misturador por no mínimo 5 minutos após a adição da última embalagem. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba
centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.
Condições meteorológicas durante a aplicação:
Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo:
Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada;
Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Pulverizadores de arbóreas (turbo atomizadores):
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator, adicionar produto limpante, manter por 5 minutos a agitação, e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Remova e limpe todas as pontas do pulverizador e suas peneiras, caso sejam utilizadas;
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos ramais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Amendoim, Feijão, Melão, Soja | 14 |
Algodão, Batata, Cebola, Citros | 21 |
Cenoura, Milho, Tomate industrial | 35 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | ALVOS Nome comum (Nomecientífico) | DOSES | Volume de Calda Terrestre | Número Máximo de Aplicação |
Algodão | Curuquerê (Alabama argillacea) | 160 mL/ha | 100 a 500 | 5 |
Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 260 mL/ha | |||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 325 mL/ha | |||
Lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella) | 260 mL/ha | |||
Lagarta-mede-palmo (Trichoplusia ni) | 260 mL/ha | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações com 10% de infestação, ou seja,10 lagartas/100 plantas. Reaplicar sistematicamente a cada 8-12 dias. Obs: Aphis gossypii (Pulgão- das-inflorescências): Aplicar no início da infestação. | ||||
Arroz Sequeiro | Lagarta-do-cartucho (Spodopterafrugiperda) | 65 mL/ha | 100 a 500 L/ha 8 litros de calda/ha, adicionando 1L de óleo mineral ou óleo vegetal ou 250 ml de espalhante adesivo. | 1 |
Lagarta-das-folhas (Spodoptera eridania) | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o produto no início da infestação, respeitando-se o intervalo de segurança. | ||||
Arroz irrigado | Lagarta-do-cartucho (Spodopterafrugiperda) | 65 mL/ha | 100 a 500 | 1 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o produto no início da infestação, respeitando-se o Intervalo de segurança. | ||||
Arroz | Lagarta-das-folhas (Spodoptera eridania) | 65 mL/ha | 100 a 500 | 5 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar no início da infestação. | ||||
Alameda Santos, 2159. CJ 61 e 62 Cerqueira Cesar
São Paulo/SP – CEP: 01419-100
CULTURAS | ALVOS Nome comum (Nomecientífico) | DOSES | Volume de Calda Terrestre | Número Máximo de Aplicação |
Citros | Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) | 15-20 mL/ 100 L água | 0,5 – 10 L/planta 2000 L/ha | 1 |
Psilídeo (Diaphorina citri) | 10 mL/ 100 L água | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Cochonilha-de-placa - Aplicar o produto em cobertura total até o ponto de escorrimento. Usar 2-10 litros de calda/planta. Fazer apenas 1 aplicação. Psilídeo - Tratar visando a página inferior das folhas. Usar 2-5 litros de calda/planta. | ||||
Couve/ Couve- flor/ Repolho | Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 87 mL/100 L água | 300 L/ha | 1 |
Traça-das-crucíferas (Plutella xylostella) | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Efetuar a aplicação do produto na ocorrência da praga, respeitando o intervalo de segurança. | ||||
Feijão | Cigarrinha-verde (Empoascakraemeri) | 60 mL/ha | 100 a 500 L/ha 8 litros de calda/ha, adicionando 1L de óleo mineral ou óleo vegetal ou 250 ml de espalhante adesivo. | 1 |
Mosca-Branca (Bemisia tabaci) | ||||
Vaquinha (Diabrotica speciosa) | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Efetuar a aplicação do produto na ocorrência da praga, respeitando o intervalo de segurança. | ||||
Fumo | Lagarta-rosca (Agrotis ípsilon) | 130 mL/ha | 100 a 500 L/ha 8 litros de calda/ha, adicionando 1L de óleo mineral ou óleo vegetal ou 250 ml de espalhante adesivo. | 1 |
Percevejo-cinzento-do- fumo (Corecoris-dentiventris) | 100 mL/ha | |||
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 100 mL/ha | |||
Pulga-do-fumo (Epitrix fasciata) | 50 mL/ha | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Efetuar a aplicação do produto na ocorrência da praga, respeitando o intervalo de segurança. | ||||
Alameda Santos, 2159. CJ 61 e 62 Cerqueira Cesar
São Paulo/SP – CEP: 01419-100
CULTURAS | ALVOS Nome comum (Nomecientífico) | DOSES | Volume de Calda Terrestre | Número Máximo de Aplicação |
Milho/Milheto | Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 100 a 130 mL/ha | 100 a 500 | 5 |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 65 mL/ha | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar no início da infestação. Menor dose para infestações menores, Maior dose para infestações maiores. | ||||
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 40 a 65 mL/ha | 100 a 500 | 5 |
Percevejo-da-soja (Nezara viridula) | 130 mL/ha | |||
Percevejo-verde-pequeno (Piezodorus guildinii) | 130 mL/ha | |||
Lagarta-falsa-medideira (Pseudoplusia includens) | 65 mL/ha | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar quando a soja apresentar 20 lagartas por m linear ou com desfolhamento de 30% antes da floração e 15% após o início da floração. | ||||
Tomate | Tripes (Frankliniella schultzei) | 16,25 mL/ 100 L água | 800 | 2 |
Pulgão-verde (Myzus persicae) | 16,25 mL/ 100 L água | |||
Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 32,5 ml/ 100 L água | |||
Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | 32,5 mL/ 100 L água | |||
Lagarta-mede-palmo (Trichoplusia ni) | 32,5 mL/ 100 L água | |||
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 16,25 mL/ 100 L água | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar no início da infestação e reaplicar a cada 7 dias, se necessário. | ||||
Trigo | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia adultera) | 65 mL/ha | 100 a 500 | 1 |
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia Sequax) | ||||
Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae) | 130 mL/ha | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar no início da infestação. | ||||
Uva | Tripes (Frankliniella occidentalis) | 15 – 20 mL/ 100 L água | 800 a 1200 | 1 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Efetuar a aplicação do produto na ocorrência da praga, respeitando o intervalo de segurança. | ||||
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CULTURAS | ALVOS Nome comum (Nomecientífico) | DOSES | Volume de Calda Terrestre | Número Máximo de Aplicação |
Grãos Armazenados (Milho) | Gorgulho (Sitophilus zeamais) | 10,5 mL / Toneladas (ou 4ppm**) | 200 a 300 | 1 |
Traça-dos-cereais (Sitotroga cerealella) | ||||
Besourinho (Rhyzopertha dominica) | ||||
O tratamento preventivo dos grãos deve ser realizado durante o carregamento do armazém ou silos graneleiros. Pulverizar a calda sobre os grãos durante o arregamento, utilizando equipamento pulverizador adequado sobre a correia transportadora de grãos, proporcionando sempre cobertura uniforme. Recomendado o uso de tombadores sobre a correia transportadora, de forma que os grãos sejam misturados ao passarem sob a barra de pulverização. Aplicar em grãos limpos, secos e resfriados. Não pulverizar nos grãos ainda quentes, saídos do secador, pois pode reduzir a eficiência do inseticida. | ||||
Grãos Armazenados (Arroz) | Gorgulho (Sitophilus zeamais) | 10,5 mL / Toneladas (ou 4ppm**) | 200 a 300 | 1 |
Besourinho (Rhyzopertha dominica) | ||||
O tratamento preventivo dos grãos deve ser realizado durante o carregamento do armazém ou silos graneleiros. Pulverizar a calda sobre os grãos durante o arregamento, utilizando equipamento pulverizador adequado sobre a correia transportadora de grãos, proporcionando sempre cobertura uniforme. Recomendado o uso de tombadores sobre a correia transportadora, de forma que os grãos sejam misturados ao passarem sob a barra de pulverização. Aplicar em grãos limpos, secos e resfriados. Não pulverizar nos grãos ainda quentes, saídos do secador, pois pode reduzir a eficiência do inseticida. | ||||
Grãos Armazenados (Trigo) | Gorgulho (Sitophilus zeamais) | 10,5 mL / Toneladas (ou 4ppm**) | 200 a 300 | 1 |
Besourinho (Rhyzopertha dominica) | ||||
O tratamento preventivo dos grãos deve ser realizado durante o carregamento do armazém ou silos graneleiros. Pulverizar a calda sobre os grãos durante o arregamento, utilizando equipamento pulverizador adequado sobre a correia transportadora de grãos, proporcionando sempre cobertura uniforme. Recomendado o uso de tombadores sobre a correia transportadora, de forma que os grãos sejam misturados ao passarem sob a barra de pulverização. Aplicar em grãos limpos, secos e resfriados. Não pulverizar nos grãos ainda quentes, saídos do secador, pois pode reduzir a eficiência do inseticida. | ||||
* restrição para aplicação aérea no estado do Paraná.
** 4ppm = 10,5 ml/ton
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Pectinophora gossypiella | Lagarta-rosada | Ver detalhes |
| Arroz | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Arroz - Armazenado | Sitophilus zeamais | Caruncho-dos-cereais, Gorgulho-do-milho | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Café | Thyrinteina arnobia | Lagarta-de-cor-parda, Lagarta-Thyrinteina | Ver detalhes |
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
| Couve | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Couve-flor | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Feijão | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Fumo | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Milho - Armazenado | Rhizopertha dominica | Besouro | Ver detalhes |
| Repolho | Anticarsia gemmatalis | Lagarta da soja | Ver detalhes |
| Soja | Nezara viridula | Fede-fede, Percevejo-verde | Ver detalhes |
| Tomate | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Trigo | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Trigo - Armazenado | Rhizopertha dominica | Besouro | Ver detalhes |
| Uva | Frankliniella occidentalis | Tripes | Ver detalhes |
Diluir as doses recomendadas por hectare, na quantidade de água necessária para uma aplicação uniforme, considerando o equipamento disponível na propriedade.
A aplicação pode ser efetuada via terrestre ou aérea, usando-se alto ou baixo volume.
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Para aplicações via terrestre
Pulverizador: tratorizado de barra, tratorizado com turbo-atomizador, costal manual ou costal motorizado. Pressão de trabalho: 60 a 70 psi (equipamentos costais) e 80 a 100 psi (equipamentos tratorizados).
Tipo de Bico: para equipamentos costais - bicos rotativos (CDA) ou bicos do tipo jato cônico produzindo 30 - 50 gotas/cm² com tamanho de gota correspondente a 250 micra, ou bicos equipados com ponta e difusor adequados.
Para equipamentos de barra - bicos com 80º de ângulo a 30 cm de altura. Verificar se a barra em toda sua extensão está na mesma altura.
Observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
Temperatura ambiente: máximo 30ºC
Umidade relativa do ar: mínimo 60%
Velocidade do vento: máximo 10 km/h
Para aplicações via aérea com barra
Algodão, Arroz Irrigado, Arroz Sequeiro, Citros, Feijão, Fumo, Milho, Soja e Trigo: Pressão de trabalho: 30 a 60 llb/pol2.
Bico: micronair ou UBV Tamanho da gota: 100-200 micra
Densidade da gota: 60 gotas/cm2 Largura da faixa de deposição: 20 – 23 m Volume de calda: 2 a 10 L/ha.
baixo volume (BV): utilizando a dose recomendada do produto, preparar a calda (8-10 litros/ha), adicionando 1 litro de óleo emulsionável ou 250 ml de espalhante adesivo.
ultra baixo volume (UBV): usar a dose recomendada do produto e completar o volume com óleo vegetal refinado ou óleo mineral até 2-3 litros/ha.
Observe as condições climáticas ideais para a aplicação via aérea do produto, tais como:
Temperatura ambiente: máximo 30ºC
Umidade relativa do ar: mínimo 60%
Velocidade do vento: máximo 7 km/h
A escolha dos equipamentos a serem utilizados para aplicação deste produto poderá sofrer alterações a critério do Engenheiro Agrônomo, tomando-se o cuidado de evitar sempre a deriva e perdas do produto por evaporação.
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Cultura | Intervalo de segurança |
Algodão | 7 dias |
Arroz | 20 dias |
Citros | 21 dias |
Couve | 3 dias |
Couve-flor | 3 dias |
Repolho | 3 dias |
Feijão | 14 dias |
Fumo | UNA |
Milho | 45 dias |
Soja | 30 dias |
Tomate | 3 dias |
Trigo | 18 dias |
Uva | 15 dias |
Grãos armazenados (trigo, milho e arroz). | 60 dias |
UNA: USO NÃO ALIMENTAR.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para uso durante a aplicação.
Cultura, Pragas controladas, Doses, Época de Aplicação, Frequência de Aplicação, Intervalo de segurança, Forma e Equipamento de Aplicação.
CULTURA | PRAGA CONTROLADA | DOSE COMERCIAL | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | ÉPOCA DE APLICAÇÃO E FREQUÊNCIA |
ARROZ SEQUEIRO | Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | 65 ml/ha | 1 | Aplicar o produto no início da infestação, respeitando-se o intervalo de segurança Fazer apenas 1 (uma) aplicação. |
Largarta-das-folhas Spodoptera eridania | 65 ml/ha | |||
ARROZ IRRIGADO | Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | 65 ml/ha | 1 | Aplicar o produto no início dainfestação, respeitando-se o Intervalo de Segurança Fazer apenas 1 (uma) aplicação. |
ALGODÃO | Lagarta-das- maçãs Heliothis virenscens | 325 m/ha | 1 | Aplicar o produto no início dainfestação, respeitando-se o Intervalo de Segurança. Fazer apenas 1 (uma) aplicação. |
Lagarta-rosada Pectinophoragossypiella | 260 ml/ha | |||
Lagarta-mede-palmo Trichoplusia ni | 260 ml/ha | |||
Curuquerê Alabama argilácea | 160 ml/ha | |||
Pulgão das inflorescências Aphis gossypii | 260 ml/ha | |||
CITROS | Cochonilha-de- placa Orthezia praelonga | 15-20 ml/100 L d’água | 1 | Aplicar o produto em cobertura total até o ponto de escorrimento. Usar 2-10 litros de calda/planta. Fazer apenas 1 (uma) aplicação. |
Psilídeo Diaphorina citri | 10 ml /100 L d’água | Tratar visando a página inferior das folhas. Usar 2-5 litros decalda/planta. | ||
COUVE/ COUVE- FLOR/ REPOLHO | Curuquerê-da-couve Ascia monuste orseis | 87 mL/100 L d’água | 1 | Efetuar a aplicação do produto na ocorrência da praga, respeitando o Intervalo de segurança. Fazer apenas 1 (uma) aplicação. |
Traça-das-crucíferas Plutella xylostella | ||||
FEIJÃO | Cigarrinha-verde Empoasca kraemeri | 60 ml/ ha | 1 | Efetuar a aplicação do produto na ocorrência da praga, respeitando o Intervalo de segurança. Fazer apenas 1 (uma) aplicação. |
Mosca-branca Bemisia tabaci | ||||
Vaquinha Diabrotica speciosa | ||||
FUMO | Lagarta-rosca Agrotis ípsilon | 130 ml/ha | 1 | Efetuar a aplicação do produto na ocorrência da praga, respeitando o Intervalo de segurança. Fazer apenas 1 (uma) aplicação. |
Percevejo-cinzento-do-fumo Corecoris dentiventris | 100 ml/ha | |||
Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | 100 ml/ha | |||
Pulga-do-fumo Epitrix fasciata | 50 ml/ha | |||
MILHO | Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | 65 ml/ha | 1 | Aplicar o produto no início da infestação. Dirigir o jato da aplicaçãopara atingir o cartucho do milho. Fazer apenas 1 (uma) aplicação. |
Lagarta rosca Agrotis ipsilon | ||||
SOJA | Lagarta-da-soja Anticarsia gemmatalis | 40-60 ml/ha | 1 | Aplicar o produto quando a infestação atingir 40 lagartas com mais de 1,5 cm de comprimento ou30% de desfolha após a florada. Fazer apenas 1 (uma) aplicação. |
Lagarta-falsa-medideira Pseudoplusia includens | 65 ml/ha | |||
Percevejo-da-soja Nezara viridula | 130 ml/ha |
Percevejo-verde-pequeno Piezodorus guildini | ||||
TOMATE | Broca-pequena-do-fruto Neoleucinodes elegantalis | 16 - 25 ml/100 L d’água | 4 | Aplicar o produto, preventivamente, na floração. As aplicações do produto devem ser semanais. |
Pulgão-verde Myzus persicae | ||||
Tripes Frankliniella schulzei | ||||
Traça-da-batatinha Phthorimaea operculella | 32,5 ml/100 L d’água | |||
Lagarta-mede-palmo Trichoplusia ni | ||||
Traça-do-tomateiro Tuta absoluta | 16,25 ml/100 L d’água | |||
TRIGO | Lagarta-do-trigo Pseudaletia Sequax | 65 ml/ha | 1 | Efetuar a aplicação do produto na ocorrência da praga, respeitando oIntervalo de segurança. Fazer apenas 1 (uma) aplicação. |
Pulgão-da-espiga Sitobion avenae | 130 ml/ha | |||
UVA | Tripes Frankliniella occidentalis | 15-20 ml/100 L d’água | 1 | Efetuar a aplicação do produto na ocorrência da praga, respeitando oIntervalo de segurança. Fazer apenas 1 (uma) aplicação. |
GRÃOS ARMAZENADOS (Milho) | Gorgulho Sitophilus zeamais | 10,5mL/Tone ladas (ou 4ppm) | 1 | O tratamento preventivo dos grãos deve ser realizado durante o carregamento do armazém ou silos graneleiros. Pulverizar a calda sobre os grãos durante o carregamento, utilizando equipamento pulverizador adequado sobre a correia transportadora de grãos, proporcionando sempre cobertura uniforme. Recomendado o uso de tombadores sobre a correia transportadora, de forma que os grãos sejam misturados ao passarem sob a barra de pulverização. Aplicar em grãos limpos, secos e resfriados. Não pulverizar nos grãos ainda quentes, saídos do secador, pois pode reduzir a eficiência do inseticida. |
Traça-dos-cereais Sitotroga cerealella | ||||
Besourinho Rhyzopertha dominica | ||||
GRÃOS ARMAZENADOS (Arroz) | Gorgulho Sitophilus zeamais | 10,5mL/Tone ladas (ou 4ppm) | 1 | |
Besourinho Rhyzopertha dominica | ||||
GRÃOS ARMAZENADOS (Trigo) | Gorgulho Sitophilus zeamais | 10,5mL/Tone ladas (ou 4ppm) | 1 | |
Besourinho Rhyzopertha dominica |
* 4ppm = 10,5 ml/ton
Ver quadro acima.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Trichoplusia ni | Falsa-medideira-da-couve, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Arroz | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Arroz - Armazenado | Rhizopertha dominica | Besourinho | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
| Couve | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-flor | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Fumo | Epitrix fasciata | Pulga-do-fumo, Vaquinha-do-fumo | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Repolho | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Soja | Piezodorus guildinii | Percevejo-pequeno, Percevejo-verde-pequeno | Ver detalhes |
| Tomate | Trichoplusia ni | Falsa-medideira-da-couve, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Trigo - Armazenado | Rhizopertha dominica | Besouro | Ver detalhes |
| Uva | Frankliniella occidentalis | Tripes | Ver detalhes |
O produto é recomendado em aplicação foliar via terrestre ou aérea, usando-se alto ou baixo volume.
APLICAÇÃO TERRESTRE
A aplicação pode ser por via terrestre: com pulverizadores costais, motorizados ou tratorizados.
Volume da calda:
Volume Normal100 – 500 L/há
Baixo volume 8 litros de calda/ha, adicionando 1L de óleo mineral ou óleo vegetal ou 250 ml de espalhante adesivo.
Tipo de bico: Leque 80.02 / 80.04 / 110.02
Pressão:
Cônico JD-14.02 / X-2
Costal 30 a 60 Lb/pol²
Tratorizado 80 a 300 Lb/pol²
Volume da calda: Volume normal 300 L/ha
Volume de calda: Volume normal 200 - 300mL de água
Volume da calda: Volume Normal 0,5 – 10 L/planta 2000 L/ha
Tipo de bico: Cônico JD-14.02 / X-2 / X-3
Pressão: 45 L/pol²
Volume da calda: Alto Volume 800 a 1200 L/ha
Tipo de bico: Cônico X-2 / X-10 / D-12
Pressão: 60 Lb/pol²
Temperatura ambiente: máximo 28oC
Umidade relativa do ar: mínimo de 70% Velocidade de vento: 2 - 10km/hora
APLICAÇÃO AÉREA
Altura do vôo: 3-5 m das rodas do avião até o topo da cultura Pressão: 40-60 lbs/pol2Largura da faixa de deposição: 20- 23 m Tamanho da gota: 100-120 micra
Densidade da gota: 60 gotas/cm2Bico: micronair ou UBV Volume de calda:
baixo volume (BV): utilizando a dose recomendada do produto, preparar a calda (8-10 litros/ha),adicionando 1 litro de óleo emulsionável ou 250 ml de espalhante adesivo.
ultra baixo volume (UBV): usar a dose recomendada do produto e completar o volume com óleo vegetal refinado ou óleo mineral até 2-3litros/ha.
Arroz Irrigado e Sequeiro | 20 dias |
Algodão | 7 dias |
Citros | 21 dias |
Couve, Couve-flor e repolho | 3 dias |
Feijão | 14 dias |
Fumo | U.N.A |
Milho | 45 dias |
Soja | 30 dias |
Tomate | 3 dias |
Trigo | 18 dias |
Uva | 15 dias |
Grãos armazenados (trigo, milho e arroz) | 60 dias |
Cultura | Praga | Dose | Volume de Calda (L/ha) | Época e intervalo de aplicação | Número Máximo de aplicações |
Algodão | Curuquerê (Alabama argillacea) | 160 mL/ha | 100 a 500 | Iniciar as aplicações com 10% de infestação, ou seja,10 lagartas/100 plantas. Reaplicar sistematicamente a cada 8-12 dias. Para o controle de Aphis gossypii (Pulgão-das- inflorescências), aplicar no início da infestação. | 5 |
Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 260 mL/ha | ||||
Lagarta-das- maçãs (Heliothis virescens) | 325 mL/ha | ||||
Lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella) | 260 mL/ha | ||||
Lagarta-mede- palmo (Trichoplusia ni) | 260 mL/ha | ||||
Arroz | Lagarta-das- folhas (Spodoptera eridania) | 65 mL/ha | 100 a 500 | Aplicar no início da infestação e reaplicar quando for atingido o nível de controle. | 5 |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 65 ml/ha | Terrestre: 200 - 500 Aérea: 20 - 40 | 2 | ||
Bicheira-da- raiz-do-arroz (Oryzophagus oryzae) | 100 a 150ml/ha | Terrestre: 100 – 200 Aérea: 20 - 40 | Uma vez constatada a ocorrência da bicheira em anos anteriores, através do histórico da área, o controle deve ser efetuado o mais próximo possível do período de irrigação, ou seja, quando os adultos começam a aparecer. Reaplicar quando for atingido o nível de controle. | ||
Citros | Cochonilha-de- placa (Orthezia praelonga) | 15-20 ml/ 100 L d’água | 2-10 litros de calda/planta | Aplicar o produto em cobertura total até o ponto de escorrimento. | 1 |
Psilídeo (Diaphorina citri) | 10 ml / 100 L d’água | 2-5 litros de calda/planta. | Tratar visando a página inferior das folhas. |
Couve Couve-flor Repolho | Curuquerê-da- couve (Ascia monuste orseis) | 87 mL/ 100 L d’água | 300 | Efetuar a aplicação do produto na ocorrência da praga, respeitando o Intervalo de segurança. | 1 |
Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | 87 mL/ 100 L d’água | ||||
Feijão | Cigarrinha- verde (Empoasca kraemeri) | 60 ml/ ha | Volume Normal: 100 - 500 L/ha Baixo volume: 8 litros de calda/ha, adicionando 1 L de óleo mineral ou óleo vegetal ou 250 ml de espalhante adesivo | Efetuar a aplicação do produto na ocorrência da praga, respeitando o Intervalo de segurança. | 1 |
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 60 ml/ ha | ||||
Vaquinha (Diabrotica speciosa) | 60 ml/ ha | ||||
Fumo | Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 130 ml/ha | 100 - 500 | Efetuar a aplicação do produto na ocorrência da praga, respeitando o Intervalo de segurança. | 1 |
Percevejo- cinzento-do- fumo (Corecoris dentiventris) | 100 ml/ha | ||||
Vaquinha- verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 100 ml/ha | ||||
Pulga-do-fumo (Epitrix fasciata) | 50 ml/ha | ||||
Milheto | Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 100 a 130ml/ha | 100 - 500 | Aplicar no início da infestação. Menor dose para infestações menores, Maior dose para infestações maiores. Reaplicar quando for atingido o nível de controle. | 5 |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 65 ml/ha | ||||
Milho | Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 100 a 130 mL/ha | 100 a 500 | Aplicar no início da infestação. Menor dose para infestações menores, Maior dose para infestações maiores. | 5 |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 65 mL/ha |
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 40 a 65 mL/ha | 100 a 500 | Aplicar quando a soja apresentar 20 lagartas por m linear ou com desfolhamento de 30% antes da floração e 15% após o início da floração. | 5 |
Percevejo-da- soja (Nezara viridula) | 130 mL/ha | ||||
Percevejo- verde-pequeno (Piezodorus guildinii) | 130 mL/ha | ||||
Lagarta-falsa- medideira (Pseudoplusia includens) | 65 mL/ha | ||||
Tomate | Tripes (Frankliniella schultzei) | 16,25 mL/100 L água | 800 | Aplicar no início da infestação e reaplicar a cada 7 dias sistematicamente. | 2 |
Pulgão-verde (Myzus persicae) | 16,25 mL/100 L água | ||||
Broca- pequena-do- fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 32,5 ml/100 L água | ||||
Traça-da- batatinha (Phthorimaea operculella) | 32,5 mL/100 L água | ||||
Lagarta-mede- palmo (Trichoplusia ni) | 32,5 mL/100 L água | ||||
Traça-do- tomateiro (Tuta absoluta) | 16,25 mL/100 L água | ||||
Trigo | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia adultera) | 65 mL/ha | 100 a 500 | Aplicar no início da infestação. | 1 |
Pulgão-da- espiga (Sitobion avenae) | 130 mL/ha | ||||
Uva | Tripes (Frankliniella occidentalis) | 15-20 ml/100 L d’água | 800 a 1200 | Efetuar a aplicação do produto na ocorrência da praga, respeitando o Intervalo de segurança. | 1 |
Grãos Armazenados (Milho) | Gorgulho (Sitophilus zeamais) | 10,5mL/ Toneladas (ou 4ppm) | 200 - 300mL de água | O tratamento preventivo dos grãos deve ser realizado durante o carregamento do armazém ou silos graneleiros. Pulverizar a calda sobre os grãos durante o carregamento, utilizando equipamento pulverizador adequado sobre a correia transportadora de grãos, proporcionando sempre cobertura uniforme. Recomendado o uso de tombadores sobre a correia transportadora, de forma que os grãos sejam misturados ao passarem sob a barra de pulverização. Aplicar em grãos limpos, secos e resfriados. Não pulverizar nos grãos ainda quentes, saídos do secador, pois pode reduzir a eficiência do inseticida. | 1 |
Traça-dos- cereais (Sitotroga cerealella) | 10,5mL/ Toneladas (ou 4ppm) | ||||
Besourinho (Rhyzopertha dominica) | 10,5mL/ Toneladas (ou 4ppm) | ||||
Grãos Armazenados (Arroz) | Gorgulho (Sitophilus zeamais) | 10,5mL/ Toneladas (ou 4ppm) | 200 - 300mL de água | 1 | |
Besourinho (Rhyzopertha dominica) | 10,5mL/ Toneladas (ou 4ppm) | ||||
Grãos Armazenados (Trigo) | Gorgulho (Sitophilus zeamais) | 10,5mL/ Toneladas (ou 4ppm) | 200 - 300mL de água | 1 | |
Besourinho (Rhyzopertha dominica) | 10,5mL/ Toneladas (ou 4ppm) |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Arroz | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Arroz - Armazenado | Rhizopertha dominica | Besourinho | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Citros | Diaphorina citri | Psilídeo | Ver detalhes |
| Couve | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Couve-flor | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Fumo | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Milheto | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Milho | Ascia monuste orseis | Curuquerê | Ver detalhes |
| Milho - Armazenado | Rhizopertha dominica | Besouro | Ver detalhes |
| Repolho | Anticarsia gemmatalis | Lagarta da soja | Ver detalhes |
| Soja | Piezodorus guildinii | Percevejo-pequeno, Percevejo-verde-pequeno | Ver detalhes |
| Tomate | Pseudaletia adultera | Lagarta do trigo | Ver detalhes |
| Trigo | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Trigo - Armazenado | Sitophilus zeamais | Caruncho-dos-cereais, Gorgulho-do-milho | Ver detalhes |
| Uva | Frankliniella occidentalis | Tripes | Ver detalhes |
Diluir as doses recomendadas por hectare, na quantidade de água necessária para uma aplicação uniforme, considerando o equipamento disponível na propriedade.
A aplicação pode ser efetuada via terrestre ou aérea, usando-se alto ou baixo volume.
Para aplicações via terrestre
Pulverizador: tratorizado de barra, tratorizado com turbo-atomizador, costal manual ou costal motorizado.
Pressão de trabalho: 60 a 70 psi (equipamentos costais) e 80 a 100 psi (equipamentos tratorizados).
Tipo de Bico: para equipamentos costais - bicos rotativos (CDA) ou bicos do tipo jato cônico produzindo 30 - 50 gotas/cm² com tamanho de gota correspondente a 250 micra, ou bicos equipados com ponta e difusor adequados.
Para equipamentos de barra - bicos com 80º de ângulo a 30 cm de altura. Verificar se a barra em toda sua extensão está na mesma altura.
Observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
Temperatura ambiente: máximo 30ºC
Umidade relativa do ar: mínimo 60%
Velocidade do vento: máximo 10 km/h
Para aplicações via aérea
Pressão de trabalho: 30 a 50 llb/pol2. Bico: micronair ou UBV
Tamanho da gota: 100-200 micra Densidade da gota: 60 gotas/cm2 Largura da faixa de deposição: 20 – 23 m Volume de calda: 2 a 10 L/ha
Observe as condições climáticas ideais para a aplicação via aérea do produto, tais como:
Temperatura ambiente: máximo 30ºC
Umidade relativa do ar: mínimo 60%
Velocidade do vento: máximo 7 km/h
A escolha dos equipamentos a serem utilizados para aplicação deste produto poderá sofrer alterações a critério do Engenheiro Agrônomo, tomando-se o cuidado de evitar sempre a deriva e perdas do produto por evaporação.
Algodão: 7 dias.
Arroz: 20 dias.
Citros: 21 dias.
Couve: 3 dias.
Couve-flor: 3 dias.
Feijão: 14 dias.
Fumo: U.N.A.
Milho: 45 dias.
Milheto: 45 dias.
Repolho: 3 dias.
Soja: 30 dias.
Tomate: 3 dias.
Trigo: 18 dias.
Uva: 15 dias.
Grãos armazenados: 60 dias.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para uso durante a aplicação.
Cultura | Alvo-biológico | Dose de aplicação (produto comercial | Volume de calda (L/ha) Aplicação | ||
Nome comum | Nome científico | Terrestre | Aérea | ||
Algodão | Curuquerê | Alabama argillacea | 0,5 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Broca-do-algodoeiro | Eutinobothrus brasiliensis | 0,8-2 L/ha | |||
Pulgão-do-algodoeiro | Aphis gossypii | 0,3-0,5 L/ha | |||
Lagarta-das-maçãs | Heliothis virescens | 1,5-2 L/ha | |||
Lagarta-rosada | Pectinophora gossypiella | 1,5-2 L/ha | |||
Batata | Lagarta-rosca | Agrotis ipsilon | 1,5 L/ha | 100-300 | - |
Café | Broca-do-café | Hypothenemus hampei | 1-1,5 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Bicho-mineiro-do-café | Leucoptera coffeella | ||||
Citros | Mosca-das-frutas | Ceratitis capitata | 200 mL/100 L | 400-500 | - |
Cochonilha-pardinha | Selenaspidus articulatus | 100-150 mL/100 L | |||
Cochonilha-de-placa | Orthezia praelonga | 100-300 | |||
Cochonilha-parlatoria | Parlatoria cinerea | 400-500 | |||
Psilideo | Diaphorina citri | 100-300 | |||
Feijão | Mosca-branca | Bemisia tabaci | 1 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Mosca-branca | Bemisia tabaci raça B | 1-1,25 L/ha | |||
Cigarrinha-verde | Empoasca kraemeri | 0,8 L/ha | |||
Milho | Lagarta-do-cartucho | Spodoptera frugiperda | 0,4 -0,6 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Lagarta-rosca | Agrotis ipsilon | 1 L/ha | |||
Lagarta-elasmo | Elasmopalpus lignosellus | ||||
Soja | Lagarta-da-soja | Anticarsia gemmatalis | 0,4-1 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Broca-das-axilas | Epinotia aporema | 0,8 L/ha | |||
Tomate | Broca-pequena-do-fruto | Neoleucinodes elegantalis | 1,5 L/ha | 1000 | - |
Larva-minadora | Lyriomyza huidobrensis | 1-1,5 L/ha | |||
Trigo | Lagarta-do-trigo | Pseudaletia sequax | 0,7-1 L/ha | 100-300 | 30-50 |
Pulgão-da-espiga | Sitobion avenae | 0,4-0,5 L/ha | |||
Notas:
1 L de PIRIFAST contém 480 g do ingrediente ativo clorpirifós. As doses variam conforme o nível de infestação.
Algodão | - Iniciar a aplicação do produto: Alabama argillacea (Curuquerê): quando houver 2 lagartas/planta, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Aphis gossypii (Pulgão): quando houver 10% das plantas atacadas, 1 a 3 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Euthinobothrus brasiliensis (Broca): 20 dias após a germinação, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 semana. Heliothis virescens (Lagarta-das-maçãs): quando houver 10% de infestação (1 lagarta pequena = menor que 10 mm) em 10 plantas examinadas. Pectinophora gossypiella (Lagarta-rosada): quando constatar 15 machos/dia, em amostragem com o uso de armadilhas, com feromônio sexual. Número de aplicações: até 3 pulverizações por safra da cultura. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
Batata | - Iniciar a aplicação do produto assim que forem observados os primeiros sintomas de infestação. Intervalo de aplicação: 2 semanas. Número de aplicações: até 2 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre). |
Café | - Iniciar a aplicação do produto: Hypothenemus hampei (Broca): quando o grau de infestação for maior ou igual a 5% nos grãos provenientes da primeira florada, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 20 a 30 dias. Leucoptera coffeella (Bicho mineiro): quando mais ou menos 20% das folhas estiverem contaminadas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 30 a 45 dias. Número de aplicações: até 2 aplicações por safra da cultura. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
Citros | - Iniciar a aplicação do produto: Ceratitis capitata (Mosca das frutas): Assim que os frutos começarem a amadurecer, 2 a 3 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Volume de calda: 400-500 L/ha. Selenaspidus articulatus (Cochonilha pardinha): Aplicar no início da infestação. Reaplicar, se necessário. Aplicar até o ponto de escorrimento. Volume de calda: 400-500 L/ha. Parlatoria cinerea (Cochonilha parlatoria): Aplicar no início da infestação, com a calda dirigida ao tronco e ramos primários. Reaplicar, se necessário. Volume de calda: 400-500 L/ha. Orthezia praelonga (Cochonilha-ortezia): Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário. Realizar até duas aplicações por safra. Volume de calda: 100-300 L/ha. Diaphorina citri (Psilídeo): Aplicar no início da infestação. Reaplicar se necessário, até duas aplicações por safra. Volume de calda: 100 a 300 L/há (pulverização terrestre). Número de aplicações: até 3 aplicações por ciclo da cultura. O produto deve ser aplicado com uso de óleo mineral na calda na proporção de 0,25% (250 mL/100L) |
Feijão | - Iniciar a aplicação do produto quando aparecerem as primeiras pragas. Número de aplicações: até 2 aplicações por ciclo da cultura. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
Milho | - Iniciar a aplicação do produto: Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho): no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura, 1 a 2 aplicações. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Usar bico leque. Elasmopalpus lignosellus (Lagarta elasmo): no período após a germinação até uma altura aproximada de 35 cm, com jato dirigido à base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas; Agrotis ipisilon (Lagarta Rosca): no período após a germinação até 30 dias de idade da cultura, com jato dirigido à base das plantas, 1 a 2 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Número de aplicações: até 3 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
Soja | - Iniciar a aplicação do produto: Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja): quando forem encontradas 20 lagartas/metro linear, 1 a 2 aplicações. Epinotia aporema (Broca das axilas): quando forem encontradas 20% de plantas com ponteiros danificados, 1 a 2 aplicações. Número de aplicações: até 2 aplicações por ciclo da cultura. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
Tomate (rasteiro) | - Iniciar a aplicação do produto: Neoleucinodes elegantis (Broca pequena): quando os frutos estiverem pequenos, 4 a 7 aplicações. Intervalo de aplicação: 1 a 2 semanas. Liriomyza huidobrensis (Mosca minadora): assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação. Se necessário, reaplicar com intervalo de 10 dias. Número de aplicações: até 2 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 1000 L/há (pulverização terrestre). |
Trigo | - Iniciar a aplicação do produto: Sitobion avenae (Pulgão das espigas): quando forem encontrados mais de 10 pulgões/espiga, 1 a 2 aplicações. Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo): Quando aparecerem os primeiros focos de infestação, 1 a 2 aplicações. Número de aplicações: até 2 aplicações por ciclo da cultura. O intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. Volume de calda: 100 a 300 L/ha (pulverização terrestre) e 30-50 L/ha (pulverização aérea). |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Citros | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Milho | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Soja | Epinotia aporema | Broca-das-axilas, Broca-das-axilas-da-soja | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Equipamentos de aplicação:
Equipamentos tratorizados ou através de aeronaves agrícolas.
Aplicação terrestre:
Através de tratores com pulverizador com barra equipada com bicos JA2 ou similares (exceto para lagarta do cartucho em milho que se recomenda bico leque série 80.03 ou 80.04 sobre a linha da cultura) procurando obter gotas de pulverização com tamanho de 100 a 400 micra e, densidade mínima de 40 gotas/cm2.
Fechar o registro do pulverizador durante as paradas e manobras com o equipamento para evitar-se a sobreposição nas áreas tratadas.
Aplicação através de aeronave agrícola:
Equipamento com barra ou "micronair". Para aplicação aérea utilizar equipamento GPS, não utilizar balizamento com bandeirinhas.
Condições climáticas:
Não aplicar o produto com ventos superiores a 10 km/h, não aplicar sob chuva; temperatura deverá ser inferior a 30°C; umidade relativa deverá ser superior a 50%. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
NOTA: Os volumes de calda citados em faixa variam em função do estado vegetativo, densidade foliar e porte das plantas.
Encher ¾ do volume do tanque de pulverização com água e adicionar PIRIFAST mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Algodão: 21; Batata: 21; Café: 21; Citros: 21; Feijão: 25; Milho: 21; Soja: 21; Tomate: 21;
Trigo: 21.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
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CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | PIRIPROXIFEM BRX |
Nome comum/ Nome científico | DOSE de p.c | |
ALGODÃO | Mosca-branca Bemisia tabaci | 15,0 – 25,0 mL/ha |
ÉPOCA, NÚMERO MÁXIMO E INTERVALO DE APLICAÇÕES E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Nº máximo aplicações: 2 Intervalo entre aplicações: 15 dias. Volume de calda: 200 L/ha. | ||
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | PIRIPROXIFEM BRX |
Nome comum/ Nome científico | DOSE de p.c | |
AMENDOIM | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 125,0 mL/ha |
ÉPOCA, NÚMERO MÁXIMO E INTERVALO DE APLICAÇÕES E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas. Intervalo entre aplicações: 7 Nº máximo aplicações: 2 Volume de calda: 200 a 250 L/ha. | ||
CAFÉ | Bicho-mineiro-do-café Leucoptera coffeella | 25,0 – 50,0 mL/ha |
ÉPOCA, NÚMERO MÁXIMO E INTERVALO DE APLICAÇÕES E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Nº máximo aplicações: 2 Intervalo entre aplicações: 15 a 20 dias. Volume de calda: 400 a 500 L/ha. | ||
CAJU | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 25,0 – 37,5 mL/100 L de água |
ÉPOCA, NÚMERO MÁXIMO E INTERVALO DE APLICAÇÕES E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Nº máximo aplicações: 2 Intervalo entre as aplicações: 10 dias Volume de calda: 500 - 1000 L/ha. | ||
CITROS | Cochonilha-de-placa Orthezia praelonga | 37,5 mL/100 L de água |
Cochonilha-pardinha Selenaspidus articulatus | 25,0 – 37,5 mL/100 L de água | |
Cochonilha-Parlatoria Parlatoria cinerea | 50,0 mL/100 L de água | |
Psilídeo Diaphorina citri | 3,125 mL/100 L de água | |
ÉPOCA, NÚMERO MÁXIMO E INTERVALO DE APLICAÇÕES E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Nº máximo aplicações: 2 Intervalo entre aplicações: 30 dias Volume de calda: 10 L/planta, procurando obter uma cobertura uniforme sobre as plantas. | ||
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CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | PIRIPROXIFEM BRX |
Nome comum/ Nome científico | DOSE de p.c | |
ERVILHA FEIJÃO (Phaseolus vulgaris L.) FEIJÕES | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 125,0 mL/ha |
ÉPOCA, NÚMERO MÁXIMO E INTERVALO DE APLICAÇÕES E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas. Nº máximo aplicações: 2 Intervalo entre aplicações: 7 dias Volume de calda: 200 a 250 L/ha. | ||
FIGO GOIABA | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 25,0 – 37,5 mL/100 L de água |
ÉPOCA, NÚMERO MÁXIMO E INTERVALO DE APLICAÇÕES E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Nº máximo aplicações: 2 Intervalo entre as aplicações: 10 dias Volume de calda: 500 - 1000 L/ha. | ||
MAÇÃ | Mariposa-oriental Grapholita molesta | 50,0 mL/100 L de água |
ÉPOCA, NÚMERO MÁXIMO E INTERVALO DE APLICAÇÕES E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga, imediatamente após a florada. Nº máximo aplicações: 2 Intervalo entre aplicações: 14 dias Volume de calda: 1000 L/ha. | ||
MELANCIA MELÃO | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 37,5 – 50,0 mL/100 L de água |
ÉPOCA, NÚMERO MÁXIMO E INTERVALO DE APLICAÇÕES E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Nº máximo aplicações: 2 Intervalo entre aplicações: 7 dias Volume de calda: 1000 L/ha (Melancia) e 500 - 1000 L/ha (Melão) | ||
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CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | PIRIPROXIFEM BRX |
Nome comum/ Nome científico | DOSE de p.c | |
SOJA | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 125,0 mL/ha |
ÉPOCA, NÚMERO MÁXIMO E INTERVALO DE APLICAÇÕES E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Nº máximo aplicações: 1 Utilizar volume de calda: 200 a 300 L/ha. | ||
TOMATE | Mosca-branca Bemisia tabaci | 25,0 – 50,0 mL/100 L de água |
Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 37,5 – 50,0 mL/100 L de água | |
ÉPOCA, NÚMERO MÁXIMO E INTERVALO DE APLICAÇÕES E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Nº máximo aplicações: 3 Intervalo entre as aplicações: 7 dias Volume de calda: 400 - 1000 L/ha. | ||
UVA | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 25,0 – 37,5 mL/100 L de água |
ÉPOCA, NÚMERO MÁXIMO E INTERVALO DE APLICAÇÕES E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Nº máximo aplicações: 2 Intervalo entre as aplicações: 10 dias Volume de calda: 500 - 1000 L/ha. | ||
Nota: 1 litro do produto comercial (p.c) PIRIPROXIFEM BRX possui 200 gramas do ingrediente ativo (a.i) Piriproxifem.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Amendoim | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Caju | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Citros | Selenaspidus articulatus | Cochonilha-pardinha | Ver detalhes |
| Ervilha | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijões | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Figo | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Goiaba | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Uva | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
As aplicações de PIRIPROXIFEM BRX devem ser iniciadas no início da infestação das pragas, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras “ninfas” ou formas jovens, intercalando com inseticidas de modos de ação distintos. Respeitar sempre o número de aplicações por ciclo da cultura e o volume de calda indicado no quadro acima.
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No controle, principalmente da Mosca Branca, a pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PIRIPROXIFEM BRX.
Agitar a embalagem do produto antes do preparo da calda. Recomenda-se o preparo da quantidade necessária de calda para uma aplicação. Para preparação da calda abastecer com água limpa o pulverizador até ¾ de sua capacidade mantendo o agitador ou retorno acionado, colocar a dose indicada de PIRIPROXIFEM BRX ao pulverizador e manter sempre a calda sob agitação e em seguida completar o volume restante do pulverizador com água.
A agitação deve ser constante durante a preparação da calda e aplicação do produto. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a aplicação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação. Aplique de imediato sobre o alvo biológico. O volume de água utilizado por hectare é o que consta do item “ÉPOCA, NÚMERO MÁXIMO E INTERVALO DE APLICAÇÕES E VOLUME
APLICAÇÃO TERRESTRE:
PIRIPROXIFEM BRX deve ser aplicado em pulverização via terrestre utilizando-se pulverizador costal manual ou motorizado, pulverizador de barra tratorizado ou atomizadores, munido de bicos adequados de forma a se obter gotas de classe Média (M) ou Grossa (C) proporcionando uma cobertura uniforme em toda a parte aérea das plantas.
Utilizar volume de calda constante no item “ÉPOCA, NÚMERO MÁXIMO E INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA” para cada cultura. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
A pressão de trabalho e o tipo de pontas de pulverização deverão ser selecionados em função do volume de calda e da classe de gotas, objetivando uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva.
Deve-se realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (ponta, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo. As maiores doses devem ser utilizadas em altas pressões da praga e/ou em estádios vegetativos avançados da cultura, bem como os volumes de calda recomendados.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo para flexibilizar caso necessário a aplicação mediante uso de tecnologia adequada.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS PARA APLICAÇÕES TERRESTRES:
As condições climáticas mais favoráveis para a realização de uma pulverização, utilizando-se os equipamentos adequados de pulverização, são:
Umidade relativa do ar: mínimo 60%; máximo 95%;
Velocidade do vento: mínimo - 2 km/hora; máximo – 10 km/hora;
Temperatura: entre 20 a 28ºC ideal;
Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas;
Evitar as condições de inversão térmica.
Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores, porém independentemente do equipamento utilizado para a pulverização, o tamanho de gotas é um dos fatores mais importantes para se evitar a deriva. O tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência.
Fatores como tamanho de gotas, pressão de trabalho, velocidade do vento, umidade e temperatura devem ser avaliados pelo aplicador, quando da decisão de aplicar.
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LIMPEZA DE TANQUE:
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas.
Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada em local adequado.
Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
CULTURA | DIAS |
Algodão e Tomate | 07 |
Amendoim, Caju, Citros, Ervilha, Feijão, Feijões, Figo, Goiaba, Melão e Uva | 14 |
Café | 15 |
Soja | 30 |
Maçã | 45 |
Melancia | 03 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
Cultura | Pragas | Dose (Produto comercial) | Dose (Ingrediente Ativo) | N° de aplicações | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
ALGODÃO | Mosca branca | Bemisia tabaci / raça B | 0,3 a 0,5 L/ha, utilizando de 200 a 250 L/ha de calda. | 30 a 50 g/ha | 2 |
AMENDOIM | Mosca branca | Bemisia tabaci / raça B | 0,25 L/ha, utilizando de 200 a 250 L/ha de calda. | 25 g/ha | |
BERINJELA | Tripes | Thrips palmi | 75 ml/100 L de água utilizando de 500 a 1000 L/ha de calda. | 7,5 g/100 L de água | |
CAFÉ | Bicho mineiro do café | Leucoptera coffeella | 0,5 – 1,0 L/ha utilizando de 400 a 500 litros de calda/ha. | 50 – 100 g/ha | |
CAJU | Mosca-branca-do- cajueiro | Aleurodicus cocois | 50 – 75 mL/100 L De água | 5,0 – 7,5 g/100 L de água | |
CITROS | Cochonilha pardinha | Selenaspidus articulatus | 50 -75 ml/100 L de água com 10 litros/planta de calda, procurando dar uma cobertura uniforme sobre as plantas. | 5,0 – 7,5 g.i.a./100 L de água | 2 |
Cochonilha- parlatoria | Parlatoria cinerea | 100 ml/100 L de água, utilizando-se 10 L de calda/planta | 10,0 g/100 L de água | ||
Cochonilha de placa | Orthezia praelonga | 75 ml/100 L de água utilizando-se 10 L de calda/planta. | 7,5 g/100 L de água | ||
Psilídio-dos-citros | Diaphorina citri | 6,25 ml/100 L de água | 0,625 g/100 L de água | ||
ERVILHA | Mosca branca | Bemisia tabaci | 250 ml/ha Utilizar 200 – 250 L/ha de calda. | 25 g.i.a./ha | |
FEIJÃO | Mosca branca | Bemisia tabaci | 250 ml/ha Utilizar 200 – 250 L/ha de calda. | 25 g.i.a./ha | 2 |
Cultura | Pragas | Dose (Produto comercial) | Dose (Ingrediente Ativo) | N° de aplicações | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
FIGO | Mosca branca | Bemisia tabaci / raça B | 50 – 75 mL/100 L de água, utilizando de 500 – 1000 L de calda/ha. | 5,0 – 7,5 g/100 L de água | |
GÉRBERA | Mosca branca | Bemisia tabaci / raça B | 75 ml/100 L de água utilizando 1200 L de calda/ha | 7,5 g/100 L de água | 3 |
GOIABA | Mosca branca | Bemisia tabaci / raça B | 50 – 75 mL/100 L de água, utilizando de 500 – 1000 L de | 5,0 – 7,5 g/100 L de água | 2 |
MAÇÃ | Mariposa-oriental | Grapholita molesta | 100 ml/100 L de água, utilizando-se de 1000 L de calda/ha. | 10 g/100 L de água | 2 |
MELANCIA | Mosca branca | Bemisia tabaci / raça B | 75 – 100 ml/100 L de água utilizando 1000 L de calda/ha. | 7,5 – 10 g/100 L de água | |
MELÃO | Mosca branca | Bemisia tabaci / raça B | 75 – 100 ml/100 L de água utilizando de 600 a 1000 L de calda/ha. | 7,5 – 10 g/100 L de água | 1 |
PEPINO | Tripes | Thrips plami | 75 ml/100 L de água utilizando de 500 a 1000 L de calda. | 7,5 g/100 L de água | 2 |
Mosca branca | Bemisia tabaci / raça B | 75 ml/100 L de água utilizando de 800 a 1300 L de calda. | 7,5 g/100 L de água | ||
PIMENTÃO | Mosca branca | Bemisia tabaci / raça B | 50 - 75 ml/100 L de água utilizando de 400 a 800 L de calda. | 5,0 - 7,5 g.i.a./100 L de água | 3 |
REPOLHO | Mosca branca | Bemisia tabaci / raça B | 50 - 75 ml/100 L de água utilizando 625 L de calda/ha. | 5,0 - 7,5 g.i.a./100 L de água | 2 |
ROSA | Mosca branca | Bemisia tabaci / raça B | 50 - 75 ml/100 L de água utilizando 400 L de calda/ha. | 5,0 - 7,5 g.i.a./100 L de água | 2 |
SOJA | Mosca branca | Bemisia tabaci / raça B | 250 ml/ha utilizando de 200 a 300 L de calda/ha. | 100 g/ha | 1 |
TOMATE | Mosca branca | Bemisia tabaci / raça B | 50 - 100 ml/100 L de água. Utilizar 400 - 1000 L//ha de calda. | 5,0 – 10 g/100 L de água | 3 |
Mosca branca | Bemisia tabaci | 75 ml – 100 mL/100 L de água, utilizando de 400 a 1000 L/ha de calda. | 7,5 – 10g /100 L de água | ||
UVA | Mosca branca | Bemisia tabaci / raça B | 50 - 75 ml/100 L de água utilizando de 500 a 1000 L de calda/ha. | 5,0 – 7,5 g/100 L de água | 2 |
As aplicações do PIRIPROXIFEM CCAB 100 EC devem ser iniciadas no início da infestação das pragas, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras “ninfas” ou formas jovens, intercalando as aplicações com outros produtos do programa de Manejo de Produtos, realizando no máximo 2 a 3 aplicações do produto PIRIPROXIFEM CCAB 100 EC, por ciclo da cultura.
No controle, principalmente da Mosca – branca, a pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e forma jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. é importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for adulto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PIRIPROXIFEM CCAB 100 EC.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Amendoim | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Berinjela | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Caju | Aleurodicus cocois | Mosca-branca, Mosca-branca-do-cajueiro | Ver detalhes |
| Citros | Selenaspidus articulatus | Cochonilha-pardinha | Ver detalhes |
| Ervilha | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Figo | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Gérbera | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Goiaba | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pepino | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pimentão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Repolho | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Rosa | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Uva | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
PIRIPROXIFEM CCAB 100 EC deve ser aplicado em pulverização via terrestre utilizando-se pulverizador costal manual ou motorizado ou pulverizador de barra tratorizado, munido de bicos adequados. Em caso de aplicação com pulverizadores tratorizados dotados com barras/bicos, recomenda-se o uso de bicos cônicos tipo D2, D3 ou séries X2, X3 e pressão de 80 a 150 lbs/pol². Deve-se regular o pulverizador bicos de 30 a 50 cm entre si. Usando- se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme e toda a parte aérea das plantas.
As aplicações devem ser feitas nas horas mais frescas do dia de preferência na parte da manhã ou a tarde em condições de temperatura inferior a 27°C, umidade relativa do ar acima de 70% e ventos abaixo de 10 km/h, utilizando-se quantidade de calda suficiente para dar boa cobertura sobre as plantas. Em caso de dúvidas, consultar um Engenheiro agrônomo.
Culturas | Dias |
Algodão | 7 |
Amendoim | 14 |
Berinjela | 3 |
Café | 15 |
Caju | 14 |
Citros | 14 |
Ervilha | 14 |
Feijão | 14 |
Figo | 14 |
Gérbera | U.N.A. |
Goiaba | 14 |
Maça | 45 |
Melancia | 3 |
Melão | 14 |
Pepino | 1 |
Pimentão | 3 |
Repolho | 14 |
Rosa | U.N.A. |
Soja | 30 |
Tomate | 7 |
Uva | 14 |
U.N.A.: uso não alimentar
O intervalo de reentrada de pessoas é de 24 horas. Mantenha afastada da área de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas. Caso necessite entrar na área tratada antes de 24 horas ou se as partes tratadas estiverem úmidas, use avental impermeável, luvas e botas de borrachas e óculos protetores.
O produto PIRIPROXIFEM 100 EC LOVELAND é um inseticida fisiológico juvenóide, análogo ao hormônio juvenil, regulador de crescimento de insetos. O produto atua por contato e ação translaminar, principalmente sobre os ovos e ninfas, provocando distúrbios no equilíbrio hormonal, impedindo que os insetos das formas jovens tornem-se adultos. As fêmeas que entram em contato com produto colocam ovos inviáveis, também diminuem a postura. É recomendado para o controle das pragas nas culturas relacionadas a seguir em suas respectivas doses:
CULTURAS | PRAGAS | DOSE (Produto comercial) | DOSE Ingrediente ativo) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ||||||
Algodão | Mosca branca (Bemisia tabaci raça B) | 0,3 a 0,5 L/ha | 30 a 50 g/ha | 2 | 200 a 250 L/ha (aplicação terrestre) | Recomenda-se fazer de 1 a 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalos de 15 dias, utilizando volume de calda de 200 a 250 litros/ha. |
Fazer no máximo até 2 | ||||||
aplicações durante o ciclo | ||||||
da cultura, com intervalo | ||||||
de 07 a 10 dias. Deve-se | ||||||
utilizar de 500 a 1.000 | ||||||
litros de volume de calda | ||||||
por hectare, dependendo | ||||||
Berinjela | Tripes (Thrips palmi) | 75 mL/100 L água | 7,5 g i.a./100 L de água | 2 | 500 a 1.000 L/ha | do estádio da cultura. Para se obter melhor controle do Tripes, |
recomenda-se fazer as | ||||||
pulverizações de tal forma | ||||||
que atinja também o solo, | ||||||
considerando que este | ||||||
inseto passa o estádio | ||||||
pupal no solo. | ||||||
Café | Bicho mineiro do café (Leucoptera coffeella) | 0,5 a 1,0 L/ha | 50 a 100 g i.a./ha | 2 | 400 a 500 L/ha | Recomenda-se fazer 2 aplicações por ano com intervalos de 15 a 20 dias, utilizando-se de 400 a 500 litros de volume de calda/ha. |
Citros | Cochonilha pardinha (Selenapidus articulatus) | 50 a 75 mL/100 de água | 5,0 a 7,5 g i.a./100L de água | 2 | 10 L/planta | Recomenda-se fazer de 1 a 2 aplicações durante o ano, com intervalos de 30 dias devendo-se gastar volume de 10 litros de calda/ha, procurando dar uma boa cobertura uniforme sobre as plantas. |
Cochonilha de placa (Orthezia praelonga) | 75 mL/100L de água | 7,5 g i.a./100L de água | ||||
Psilídio-dos- citros (Diaphorina citri) | 6,25 mL/100L de água | 0,625 g i.a./100 L de água |
Feijão | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 250 mL/ha | 25 g i.a./ha | 2 | 200 a 250L/ha | recomenda-se iniciar a aplicação do produto quando forem constatadas presenças de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar 200 a 250 L/ha de volume de calda, intercalando-se com outros produtos no programa de Manejo de Produtos. |
Gérbera | Mosca branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 mL/100 L de água | 7,5 g i.a./100 L de água | 3 | 1.200 L/ha | Deve-se fazer de 2 a 3 aplicações durante com intervalos de 10 a 15 dias, utilizando volume de até 1.200 litros de calda/ha. |
Melancia | Mosca branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 a 100 mL/100 L de água | 7,5 a 10 g i.a./100 L de água | 2 | 1.000 l/ha | Recomenda-se de 1 a 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalos de 7 dias, gastando-se 1.000 litros de calda/ha. |
Melão | Mosca branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 a 100 mL/100 L de água | 7,5 a 10 g i.a./100 L de água | 1 | 600 a 1.000 L/ha | recomenda-se realizar 1 aplicação durante o ciclo da planta, devendo utilizar o volume de calda variando entre 600 a 1.000 litros/ha, dependendo do estágio e crescimento das plantas. |
Recomenda-se fazer 2 | ||||||
aplicações durante o ciclo | ||||||
da cultura, com intervalos | ||||||
Tripes (Thrips palmi) | 500 a 1.000 L/ha | de 15 dias para controlar Thrips palmi e Bemisia tabaci raça B. Deve-se | ||||
utilizar de 500 a 1.000 | ||||||
litros de calda/ha, | ||||||
Pepino | 75 mL/100 L de água | 7,5 g i.a./100 L de água | 2 | dependendo do estágio da cultura para controle | ||
de Thrips palmi. Para | ||||||
controle de Bemisia | ||||||
Mosca branca (Bemisia tabaci raça B) | 800 a 1.300 L/ha | tabaci raça B fazer até 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos | ||||
de 7 dias, devendo gastar | ||||||
de 800 a 1.300 litros de | ||||||
calda/ha. |
Pimentão | Mosca branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 mL/100 L de água | 5,0 a 7,5 g i.a./100 L de água | 3 | 400 – 800 L/ha | Deve-se fazer de 2 a 3 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 10 a 14 dias, utilizando-se de 400 a 800 litros de volume de calda/ha, dependendo do estágio de desenvolvimento das plantas. |
Repolho | Mosca branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 mL/100 L de água | 5,0 a 7,5 g i.a./100 L de água | 2 | 625 L/ha | aplicar no máximo 2 aplicações com intervalos de 7 dias, devendo utilizar em torno de 625 litros da calda/ha de tal forma que haja boa uniformidade na cobertura em todas as partes aéreas das plantas. |
Rosa | Mosca branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 mL/100 L de água | 5,0 a 7,5 g i.a./100 L de água | 2 | 400 L/ha | Recomenda-se aplicar até 2 aplicações com intervalos de 10 dias, gastando-se 400 litros de calda/ha, dependendo do estágio de desenvolvimento da cultura. |
Soja | Mosca branca (Bemisia tabaci raça B) | 250 mL/ha | 25 g i.a./ha | 1 | 200 a 300 L/ha | Recomenda-se realizar 1 aplicação no início da infestação da Bemisia tabaci raça B, utilizando- se o volume de calda de 200 a 300 litros/ha. |
Tomate | Mosca branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 mL/100 L de água | 7,5 g i.a./100 L de água | 3 | 400 a 1.000 L/ha | Fazer até no máximo de 3 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalos de 7 dias devendo-se gastar de 400 a 1.000 litros de calda/ha, dependendo do estágio da cultura. |
Mosca branca (Bemisia tabaci) | 50 a 100 mL/100 L de água | 5,0 a 10 g i.a./100 L de água | ||||
Uva | Mosca branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 mL/100 L de água | 5,0 a 7,5 g i.a./100 L de água | 2 | 500 a 1.000 L/ha | Recomenda-se aplicar até 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 10 dias entre as aplicações utilizando- se de 500 a 1.000 litros de volume de calda/ha, dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas. |
As aplicações do produto PIRIPROXIFEM 100 EC LOVELAND devem ser iniciadas no início da infestação das pragas, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras “ninfas” ou formas jovens, intercalando as aplicações com outros produtos do programa de Manejo de Produtos, realizando no máximo 2 a 3 aplicações do produto, por ciclo da cultura. No controle, principalmente da Mosca–branca, a pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e forma jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o produto.
1.200 litros de calda/ha.
Pepino: recomenda-se fazer 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 15 dias para controlar Thrips palmi e Bemisia tabaci raça B. Deve-se utilizar de 500 a 1.000 litros de calda/ha, dependendo do estágio da cultura para controle de Thrips palmi. Para controle de Bemisia tabaci raça B fazer até 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 7 dias, devendo gastar de 800 a
1.300 litros de calda/ha.
Soja: recomenda-se realizar 1 aplicação no início da infestação da Bemisia tabaci raça B, utilizando- se o volume de calda de 200 a 300 litros/ha.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Berinjela | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Citros | Selenaspidus articulatus | Cochonilha-pardinha | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Gérbera | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pepino | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Pimentão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Repolho | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Rosa | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Uva | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
O produto deve ser aplicado em pulverização via terrestre utilizando-se pulverizador costal manual ou motorizado ou pulverizador de barra tratorizado, munido de bicos adequados. Em caso de aplicação com pulverizadores tratorizados dotados com barras/bicos, recomenda-se o uso de bicos cônicos tipo D2, D3 ou séries X2, X3, e pressão de 80 a 150 lbs/pol². Deve-se regular o pulverizador bicos de 30 a 50 cm entre si.
Usando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme e toda a parte aérea das plantas.
As aplicações devem ser feitas nas horas mais frescas do dia, de preferência na parte da manhã ou á tarde em condições de temperatura inferior a 27ºC, umidade relativa do ar acima de 70% e ventos abaixo de 10 km/h, utilizando-se quantidade de calda suficiente para dar boa cobertura sobre as plantas. Em caso de dúvidas, consultar um Engenheiro agrônomo.
Cultura | Dias |
Algodão | 7 |
Berinjela | 3 |
Café | 15 |
Citros | 14 |
Feijão | 14 |
Gérbera | UNA |
Melancia | 3 |
Melão | 14 |
Pepino | 1 |
Pimentão | 3 |
Repolho | 14 |
Rosa | UNA |
Soja | 30 |
Tomate | 7 |
Uva | 14 |
UNA: Uso Não Alimentar
O intervalo de reentrada de pessoas é de 24 horas. Mantenha afastada da área de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas. Caso necessite entrar na área tratada antes de 24 horas ou se as partes tratadas estiverem úmida, use avental impermeável, luvas e botas de borracha e óculos protetores.
CULTURA | PRAGAS | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA | |
L p.c./ha | Número máximo de aplicações | |||
ALGODÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 0,15 – 0,25 | 2 | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Reaplicar com intervalo de 15 dias, sempre rotacionando com inseticidas de modos de ação diferentes. Utilizar volume de calda de 200 a 250 litros/ha. |
CAFÉ | Bicho-mineiro- do-café (Leucoptera coffeella) | 0,25 – 0,50 | 2 | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Repetir com intervalos de 15 a 20 dias, sempre rotacionando com inseticidas de modos de ação diferentes. Utilizar o volume de calda de 400 a 500 litros/ha. |
FEIJÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 0,125 | 2 | Iniciar as aplicações quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas. No caso de se repetir a aplicação, sempre rotacionar com inseticidas de modos de ação diferentes. Utilizar volume de calda de 200 a 250 L/ha |
SOJA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 0,125 | 1 | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Utilizar volume de calda de 200 a 300 litros/ha. |
Nota: 1 litro do produto comercial possui 200 gramas de Piriproxifen. p.c.: produto comercial
i.a.: ingrediente ativo
CULTURA | PRAGAS | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÀO E VOLUME DE CALDA | |
mL p.c./100 L de água | Número máximo de aplicações | |||
BERINJELA | Tripes (Thrips palmi) | 37,5 | 2 | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Repetir com intervalos de 7 a 10 dias sempre rotacionando com inseticidas de modos de ação diferentes. Para se obter melhor controle do Tripes, recomenda-se fazer as pulverizações de tal forma que atinja também o solo, considerando que este inseto passa o estádio pupal no solo. Utilizar volume de 500 a 1000 L de calda/ha, dependendo do estádio da cultura. |
CITROS | Cochonilha-de- placa (Orthezia praelonga) | 37,5 | 2 | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Repetir com intervalos de 30 dias sempre rotacionado com inseticidas de modos de ação diferentes. Utilizar volume de 10 litros de calda/planta, procurando dar uma cobertura uniforme sobre as plantas |
Cochonilha- pardinha (Selenaspidus articulatus) | 25 – 37,5 | 2 | ||
Cochonilha- parlatoria (Parlatoria cinerea) | 50 | 2 | ||
Psilídeo-dos- citros (Diaphorina citri) | 3,125 | 2 | ||
GÉRBERA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 37,5 | 2 | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Repetir com intervalos de 10 a 15 dias, sempre rotacionando com inseticidas de modo de ação diferentes. Utilizar volume de calda de 1.200 L/ha. |
MAÇÃ | Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 50 | 2 | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga, imediatamente após a florada e a segunda aplicação duas semanas após a primeira, sempre rotacionando com inseticidas de modo de ação diferentes. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha. |
MELANCIA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 37,5 - 50 | 2 | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Repetir com intervalos de 7 dias, sempre rotacionando com inseticidas de modos de ação de diferentes. Utilizar volume de 1000 litros de calda/ha. |
MELÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 37,5 - 50 | 1 | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Utilizar volume de calda entre 600 a 1000 litros/ha, dependendo do estágio de desenvolvimento das plantas. |
CULTURA | PRAGAS | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÀO E VOLUME DE CALDA | |
mL p.c./100 L de água | Número máximo de aplicações | |||
PEPINO | Tripes (Thrips palmi) | 37,5 | 2 | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Repetir com intervalos de 15 dias, sempre rotacionando com inseticidas de modos de ação diferentes. Utilizar de 500 - 1000 litros de calda/ha, dependendo do estádio da cultura. |
REPOLHO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 25 – 37,5 | 2 | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Repetir com intervalos de 7 dias, sempre rotacionando com inseticidas de modos de ação diferentes. Utilizar 625 litros de calda/ha, de modo uniforme sobre toda a parte aérea das plantas. |
ROSA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 25 – 37,5 | 2 | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Repetir com intervalos de 10 dias, sempre rotacionando com inseticidas de modos de ação distintos. Utilizar volume de 400 litros de calda/ha. |
TOMATE | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 25 – 50 | 3 | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Repetir com intervalos de 7 dias, sempre rotacionando com inseticidas de modos de ação diferentes. Utilizar volume de 400 a 1000 litros de calda/ha, dependendo do estádio da cultura. |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 37,5 - 50 | 3 | ||
UVA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 25 – 37,5 | 2 | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Repetir com intervalos de 10 dias, sempre rotacionando com inseticidas de modo de ação diferentes. Utilizar volume de 500 a 1000 litros de volume de calda/ha, dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas. |
Nota: 1 litro do produto comercial possui 200 gramas de Piriproxifen. p.c.: produto comercial i.a.: ingrediente ativo
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Berinjela | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Citros | Diaphorina citri | Psilídeo | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Gérbera | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pepino | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Repolho | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Rosa | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Uva | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
As aplicações de PIRIPROXIFEM 200 EC CROPCHEM devem ser iniciadas no início da infestação das pragas, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras “ninfas” ou formas jovens, intercalando as aplicações com outros produtos do programa de Manejo de Produtos, realizando no máximo 2 a 3 aplicações do produto PIRIPROXIFEM 200 EC CROPCHEM, por ciclo da cultura.
No controle, principalmente da Mosca Branca, a pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível
populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PIRIPROXIFEM 200 EC CROPCHEM.
PIRIPROXIFEM 200 EC CROPCHEM deve ser aplicado em pulverização via terrestre utilizando- se pulverizador costal manual ou motorizado ou pulverizador de barra tratorizado, munido de bicos adequados. Em caso de aplicação com pulverizadores tratorizados dotado com barra/bicos, recomenda-se o uso de bicos cônicos tipo D2, D3 ou séries X2, X3, e pressão de 80 a 150 lbs/pol2. Deve-se regular o pulverizador de tal forma que a altura da barra fique de 30 a 50 cm acima do topo das plantas, e a distância entre bicos de 30 a 50 cm entre si. Usando-se outros tipos de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme em toda a parte aérea das plantas.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
As aplicações devem ser feitas nas horas mais frescas do dia, de preferência na parte da manhã ou à tarde em condições de temperatura inferior a 27ºC, umidade relativa do ar acima de 70% ventos abaixo de 10 km/h, utilizando-se quantidade de calda suficiente para dar boa cobertura sobre as plantas. Em caso de dúvidas, consultar um Eng.º Agrônomo.
Algodão e Tomate: 7 dias; Berinjela e Melancia : 3 dias; Café: 15 dias;
Citros, Feijão, Melão, Repolho e Uva: 14 dias; Maçã: 45 dias;
Pepino: 1 dia;
Soja: 30 dias;
Gérbera e Rosa: Uso Não Alimentar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
VER 13 – 05.02.2025
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | PIRIPROXIFEN NORTOX |
Nome comum/ Nome científico | DOSE de p.c | |
ALGODÃO | Mosca-branca Bemisia tabaci | 0,15 – 0,25 L/ha |
ÉPOCA: Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Nº máximo aplicações: 2 Intervalo entre aplicações: 15 dias Volume de calda: 200 L/ha | ||
AMENDOIM | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 0,125 L/ha |
ÉPOCA: Iniciar as aplicações quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas. Nº máximo aplicações: 2 Intervalo entre aplicações: 7 Volume de calda: 200 - 250 L/ha | ||
CAFÉ | Bicho-mineiro-do-café Leucoptera coffeella | 0,25 – 0,50 L/ha |
ÉPOCA: Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Nº máximo aplicações: 2 Intervalo entre aplicações: 15 a 20 dias Volume de calda: 400 - 500 L/ha | ||
CAJU | Mosca-branca-do-cajueiro Aleurodicus cocois | 25,0 – 37,5 mL/100 L de água |
ÉPOCA: Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Nº máximo aplicações: 2 Intervalo entre as aplicações: 10 dias Volume de calda: 500 - 1000 L/ha | ||
CITROS | Cochonilha-de-placa Orthezia praelonga | 37,5 mL/100 L de água |
Cochonilha-pardinha Selenaspidus articulatus | 25 – 37,5 mL/100 L de água | |
Cochonilha-Parlatoria Parlatoria cinerea | 50 mL/100 L de água | |
Psilídeo Diaphorina citri | 3,125 mL/100 L de água | |
ÉPOCA: Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Nº máximo aplicações: 2 Intervalo entre aplicações: 30 dias Volume de calda: 10 L/planta, procurando obter uma cobertura uniforme sobre as plantas. | ||
VER 13 – 05.02.2025
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | PIRIPROXIFEN NORTOX |
Nome comum/ Nome científico | DOSE de p.c | |
ERVILHA FEIJÃO (Phaseolus vulgaris L.) FEIJÕES | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 0,125 L/ha |
ÉPOCA: Iniciar as aplicações quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas. Intervalo entre aplicações: 7 Nº máximo aplicações: 2 Volume de calda: 200 - 250 L/ha | ||
FIGO | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 25,0 – 37,5 mL/100 L de água |
ÉPOCA: Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Nº máximo aplicações: 2 Intervalo entre as aplicações: 10 dias Volume de calda: 500 - 1000 L/ha | ||
GÉRBERA | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 37,5 mL/100 L de água |
ÉPOCA: Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Nº máximo aplicações: 3 Intervalo entre aplicações: 10 a 15 dias Volume de calda: 1200 L/ha | ||
GOIABA | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 25,0 – 37,5 mL/100 L de água |
ÉPOCA: Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Nº máximo aplicações: 2 Intervalo entre as aplicações: 10 dias Volume de calda: 500 - 1000 L/ha | ||
MAÇÃ | Mariposa-oriental Grapholita molesta | 50 mL/100 L de água |
ÉPOCA: Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga, imediatamente após a florada. Nº máximo aplicações: 2 Intervalo entre aplicações: 14 dias Volume de calda: 1000 L/ha | ||
VER 13 – 05.02.2025
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | PIRIPROXIFEN NORTOX |
Nome comum/ Nome científico | DOSE de p.c | |
MELANCIA | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 37,5 – 50,0 mL/100 L de água |
ÉPOCA: Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Nº máximo aplicações: 2 Intervalo entre aplicações: 7 dias Volume de calda: 1000 L/ha | ||
MELÃO | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 37,5 – 50,0 mL/100 L de água |
ÉPOCA: Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Nº máximo aplicações: 2 Intervalo entre aplicações: 7 dias Volume de calda: 500 - 1000 L/ha | ||
ROSA | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 25 – 37,5 mL/100 L de água |
ÉPOCA: Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Nº máximo aplicações: 2 Intervalo entre as aplicações: 10 dias Volume de calda: 400 L/ha | ||
SOJA | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 0,125 L/ha |
ÉPOCA: Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Nº máximo aplicações: 1 Utilizar volume de calda: 200 - 300 L/ha | ||
TOMATE | Mosca-branca Bemisia tabaci | 25,0 – 50,0 mL/100 L de água |
Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 37,5 – 50,0 mL/100 L de água | |
ÉPOCA: Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Nº máximo aplicações: 3 Intervalo entre as aplicações: 7 dias Volume de calda: 400 - 1000 L/ha | ||
VER 13 – 05.02.2025
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | PIRIPROXIFEN NORTOX |
Nome comum/ Nome científico | DOSE de p.c | |
UVA | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 25,0 – 37,5 mL/100 L de água |
ÉPOCA: Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Nº máximo aplicações: 2 Intervalo entre as aplicações: 10 dias Volume de calda: 500 - 1000 L/ha | ||
Nota: 1 litro do produto comercial (p.c) Piriproxifen Nortox contém 200 gramas do ingrediente ativo (a.i) Piriproxifem.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Amendoim | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Caju | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Citros | Parlatoria cinerea | Cochonilha-de-carapaça, Picuinha | Ver detalhes |
| Ervilha | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijão-caupi | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijão-fava | Bemisia tabaci biótipo B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijão-guandu | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijão-mungo | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijão-vagem | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Figo | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Gérbera | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Goiaba | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Rosa | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Uva | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
As aplicações de PIRIPROXIFEN NORTOX devem ser iniciadas no início da infestação das pragas, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras “ninfas” ou formas jovens, intercalando com inseticidas de modos de ação distintos. Respeitar sempre o número de aplicações por ciclo da cultura e o volume de calda indicado no quadro acima.
No controle, principalmente da Mosca Branca, a pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PIRIPROXIFEN NORTOX.
Agitar a embalagem do produto antes do preparo da calda. Recomenda-se o preparo da quantidade necessária de calda para uma aplicação. Para preparação da calda abastecer com água limpa o pulverizador até ¾ de sua capacidade mantendo o agitador ou retorno acionado, colocar a dose indicada de PIRIPROXIFEN NORTOX ao pulverizador e manter sempre a calda sob agitação e em seguida completar o volume restante do pulverizador com água.
A agitação deve ser constante durante a preparação da calda e aplicação do produto. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação. Aplique de imediato sobre o alvo biológico.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
VER 13 – 05.02.2025
Utilizar volume de calda constante no item “ÉPOCA, NÚMERO MÁXIMO E INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA” para cada cultura. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
A pressão de trabalho e o tipo de pontas de pulverização deverão ser selecionados em função do volume de calda e da classe de gotas, utilizando sempre a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva.
Deve-se realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (ponta, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo. As maiores doses devem ser utilizadas em altas pressões da
praga e/ou em estádios vegetativos avançados da cultura, bem como os volumes de calda recomendados.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo para flexibilizar caso necessário a aplicação mediante uso de tecnologia adequada.
As condições climáticas mais favoráveis para a realização de uma pulverização, utilizando-se os equipamentos adequados de pulverização, são:
Umidade relativa do ar: mínimo 60%; máximo 95%;
Velocidade do vento: mínimo - 2 km/hora; máximo – 10 km/hora;
Temperatura: entre 20 a 28ºC ideal;
Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas;
Evitar as condições de inversão térmica;
Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores, porém independentemente do equipamento utilizado para a pulverização, o tamanho de gotas é um dos fatores mais importantes para se evitar a deriva. O tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência.
Fatores como tamanho de gotas, pressão de trabalho, velocidade do vento, umidade e temperatura devem ser avaliados pelo aplicador, quando da decisão de aplicar.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas.
Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
CULTURA | DIAS |
Melancia | 03 |
Algodão e Tomate | 07 |
Amendoim, Caju, Citros, Ervilha, Feijão, Feijões, Figo, Goiaba, Melão e Uva | 14 |
Café | 15 |
Soja | 30 |
Maçã | 45 |
Gérbera | U.N.A |
Rosa | U.N.A |
VER 13 – 05.02.2025
U.N.A: Uso Não Alimentar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
PIRIPROXIFEN 100 EC PERTERRA é um inseticida fisiológico juvenóide, análogo ao hormônio juvenil, regulador de crescimento de insetos. O produto atua por contato e ação translaminar, principalmente sobre os ovos e ninfas provocando distúrbios no equilíbrio hormonal, impedindo que os insetos das formas jovens se tornem adultos. As fêmeas que entram em contato com produto colocam ovos inviáveis e também, diminuem o número de posturas.
CULTURAS | PRAGAS | DOSE | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E INTERALO DE APLICAÇÕES |
ALGODÃO | 300 a 500 mL/ha | 200 a 250 L/ha | Recomenda-se fazer no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalos de 15 dias | |
BATATA | 100 mL/ha | 800 L/ha | Recomenda-se realizar 2 aplicações no início da infestação da Bemisia tabaci raça B, com intervalo de 10 dias, A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. | |
BERINJELA | 75 mL/100 L água | 500 a 1000 L/ha | Realizar no máximo até 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 07 a 10 dias. Para se obter melhor controle do Tripes, recomenda-se fazer as pulverizações de tal forma que atinja também o solo, considerando que este inseto passa o estádio pupal no solo. | |
CAFÉ | Bicho mineiro do café (Leucoptera coffeella) | 0,5 – 1,0 L/ha | 400 a 500 L/ha | Recomenda-se fazer no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalos de 15 a 20 dias. |
CITROS | Cochonilha pardinha (Selenaspidus articulatus) | 50 – 75 mL/100 L água | Recomenda-se fazer no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalos de 30 dias, procurando dar uma cobertura uniforme sobre as plantas. | |
Cochonilha de placa (Orthezia praelonga) | 75 mL/100 L água | |||
Cochonilha- parlatoria (Parlatoria cinérea) | 100 mL/100 L água | |||
6,25 mL/100 L de água | ||||
FEIJÃO | 250 mL/ha | 200 – 250 L/ha | Recomenda-se iniciar a aplicação do produto quando forem constatadas presenças de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Intercalar o uso com outros produtos no programa de Manejo de Produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. | |
GÉRBERA | 75 mL/100 L água | 1200 L/ha | Recomenda-se fazer de 2 a 3 aplicações durante com intervalos de 10 a 15 dias. |
MAÇÃ | 100 mL/100 L água | 1000 L/ha | Fazer no máximo 2 aplicações, sendo a primeira aplicação imediatamente após a florada e a segunda duas semanas após a primeira. | |
MELANCIA | 75 – 100mL/ 100 L água | 1000 L/ha | Recomenda-se de 1 a 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalos de 07 dias. | |
MELÃO | 75 – 100 mL/100 L água | 600 a 1000 L/ha | Recomenda-se realizar 1 aplicação durante o ciclo da planta, variando o volume de calda de acordo com estágio e crescimento das plantas. | |
PEPINO | 75 mL/100 L água | 500 a 1000 L/ha | Recomenda-se fazer de 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 15 dias. | |
75 mL/100 L água | 800 a 1300 L/ha | Realizar até 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 07 dias. | ||
REPOLHO | 50 – 75 mL/100 L água | 625 L/ha | Aplicar no máximo 2 aplicações com intervalos de 07 dias, de tal forma que haja boa uniformidade na cobertura em todas as partes aéreas das plantas. | |
ROSA | 50 – 75 mL/100L água | 400 L/ha | Recomenda-se aplicar até 2 aplicações com intervalos de 10 dias. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. | |
SOJA | 250 mL/ha | 200 a 300 L/ha | Recomenda-se realizar 1 aplicação no início da infestação da Bemisia tabaci raça B. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. | |
TOMATE | 50 – 100 mL/100 L água | 400 – 1000 L/ha | Realizar no máximo de 3 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalos de 07 dias. | |
Mosca branca (Bemisia tabaci) | 75 mL/100 L água | 400 a 1000 L/ha | ||
UVA | 50 – 75 mL/100 L água | 500 a 1000 L/ha | Recomenda-se aplicar até 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 10 dias. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Batata | Bemisia tabaci raça B | mosca-branca | Ver detalhes |
| Berinjela | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Citros | Selenaspidus articulatus | Cochonilha-pardinha | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Gérbera | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pepino | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Repolho | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Rosa | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Uva | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
As aplicações de PIRIPROXIFEN 100 EC PERTERRA devem ser iniciadas no início da infestação das pragas, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras “ninfas” ou formas jovens, intercalando com inseticidas de modos de ação distintos. Respeitar sempre o número de aplicações por ciclo da cultura e o volume de calda indicado no quadro acima. No controle, principalmente da Mosca Branca, a pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PIRIPROXIFEN 100 EC PERTERRA.
Agitar a embalagem do produto antes do preparo da calda. Recomenda-se o preparo da quantidade necessária de calda para uma aplicação. Para preparação da calda abastecer com água limpa o pulverizador até ¾ de sua capacidade mantendo o agitador ou retorno acionado, colocar a dose indicada de PIRIPROXIFEN 100 EC PERTERRA ao pulverizador e manter sempre a calda sob agitação e em seguida completar o volume restante do pulverizador com água. A
agitação deve ser constante durante a preparação da calda e aplicação do produto. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vig vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação. Aplique de imediato sobre o alvo biológico.
cada cultura. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). A pressão de trabalho e o tipo de pontas de pulverização deverão ser selecionados em função do volume de calda e da classe de gotas, utilizando sempre a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva.
Deve-se realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (ponta, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo. As maiores doses devem ser utilizadas em altas pressões da praga e/ou em estádios vegetativos avançados da cultura, bem como os volumes de calda recomendados. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo para flexibilizar caso necessário a aplicação mediante uso de tecnologia adequada.
As condições climáticas mais favoráveis para a realização de uma pulverização, utilizando-se os equipamentos adequados de pulverização, são:
Umidade relativa do ar: mínimo 60%; máximo 95%;
Velocidade do vento: mínimo - 2 km/hora; máximo – 10 km/hora;
Temperatura: entre 20 a 28ºC ideal;
Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas;
Evitar as condições de inversão térmica;
Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores, porém independentemente do equipamento utilizado para a pulverização, o tamanho de gotas é um dos fatores mais importantes para se evitar a deriva. O tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência. Fatores como tamanho de gotas, pressão de trabalho, velocidade do vento, umidade e temperatura devem ser avaliados pelo aplicador, quando da decisão de aplicar.
Antes de iniciar a aplicação, tenha certeza de ter o equipamento limpo e bem conservado. lmediatamente após a aplicação, proceda uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, torna a limpeza mais difícil. A não lavagem ou mesmo a lavagem inadequada do pulverizador pode resultar em danos as culturas em aplicações subsequentes.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxague completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros
e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d’água, nascentes ou plantas úteis
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repita o passo 3.
Enxague completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
CULTURA | DIAS |
Algodão, Tomate, Batata | 7 |
Berinjela, Melancia | 3 |
Café | 15 |
Citros, Feijão, Melão, Repolho, Uva | 14 |
Gérbera, Rosa | U.N.A. |
Maçã | 45 |
Pepino | 1 |
Soja | 30 |
U.N.A (Uso Não Alimentar)
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
ALGODÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 0,3 a 0,5 L/ha | 02 | TERRESTRE 200 - 250 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Recomenda-se fazer de 1 a 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 15 dias. | ||||
BERINJELA | Tripes (Thrips palmi) | 75 mL/ 100 L de água | 02 | TERRESTRE 500 - 1000 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Fazer no máximo até 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 7 a 10 dias. Deve-se utilizar o volume de calda, dependendo do estádio da cultura. Para se obter melhor controle do Tripes, recomenda-se fazer as pulverizações de tal forma que atinja também o solo, considerando que este inseto passa o estádio pupal no solo. | ||||
CAFÉ | Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) | 0,5 a 1,0 L/ha | 02 | TERRESTRE 400 - 500 |
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
CANA-DE-AÇÚCAR | Cigarrinha-das-raízes (Mahanarva fimbriolata) | 1,0 a 1,5 L/ha | 01 | TERRESTRE 100 - 200 AÉREA 20 |
Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar o monitoramento periodicamente e aplicar quando for observado o nível de controle recomendado, levando em consideração as condições de clima favoráveis para o desenvolvimento da praga (umidade e calor). Utilizar doses maiores quando se necessita um período mais prolongado de proteção em condições de maior pressão, ou de acordo com o histórico de ocorrência da praga. A aplicação deve atingir as ninfas identificadas pela presença da espuma. | ||||
CITROS | Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulatus) | 50 a 75 mL/100 L de água | 02 | TERRESTRE 10 L/planta |
Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) | 75 mL/100 L de água | |||
Cochonilha-parlatoria (Parlatoria cinerea) | 100 mL/100 L de água | |||
Psilídio-dos-citros (Diaphorina citri) | 6,25 mL/100L de água | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar no início da infestação das pragas, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras “ninfas” ou formas jovens. Aplicar 1 a 2 vezes durante o ano, com intervalo de 30 dias, com volume de 10 litros de calda/planta, procurando sempre dar boa cobertura uniforme sobre as plantas. | ||||
FEIJÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 0,25 L/ha | 02 | TERRESTRE 200 - 250 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o produto de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. Importante observar o nível populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PORCEL 100 EC. | ||||
GÉRBERA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 mL/100 L de água | 03 | TERRESTRE 1200 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o produto de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. Importante observar o nível populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PORCEL 100 EC. Fazer de 2 a 3 aplicações com intervalos de 10 a 15 dias. | ||||
MAÇÃ | Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 100 mL/100 L de água | 02 | TERRESTRE 1000 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar no início da infestação das pragas, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras “ninfas” ou formas jovens. Fazer no máximo 2 aplicações, sendo a primeira aplicação imediatamente após a florada e a segunda duas semanas após a primeira. | ||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
MELANCIA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 a 100 mL/ 100 L de água | 02 | TERRESTRE 1000 |
MELÃO | TERRESTRE 600 - 1000 | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o produto de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. Importante observar o nível populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PORCEL 100 EC. Recomenda-se de 1 a 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. | ||||
PIMENTÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 mL/100 L de água | 03 | TERRESTRE 400 - 800 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o produto de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. Importante observar o nível populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PORCEL 100 EC. Fazer de 2 a 3 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 10 a 14 dias, dependendo do estágio de desenvolvimento das plantas. | ||||
ROSA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 mL/100 L de água | 02 | TERRESTRE 400 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o produto de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. Importante observar o nível populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PORCEL 100 EC. Fazer até 2 aplicações com intervalo de 10 dias, dependendo do estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||
SOJA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 0,25 L/ha | 01 | TERRESTRE 200 - 300 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o produto de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. Importante observar o nível populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PORCEL 100 EC. Fazer 1 aplicação no início da infestação da Bemisia tabaci raça B. | ||||
TOMATE | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 50 a 100 mL/ 100 L de água | 03 | TERRESTRE 400 - 1000 |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 a 100 mL/ 100 L de água | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o produto de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. Importante observar o nível populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PORCEL 100 EC. Fazer até no máximo de 3 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalos de 7 dias utilizando volume de calda, dependendo do estádio da cultura. | ||||
1 Litro do produto comercial corresponde a 100g do ingrediente ativo.
Volume de calda para aplicação terrestre, para outros tipos de aplicação veja “Equipamentos de aplicação”. O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Berinjela | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Citros | Diaphorina citri | Psilídeo | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Gérbera | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pimentão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Rosa | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
Seguir sempre as boas práticas agrícolas e as recomendações do fabricante do equipamento utilizado.
Utilizar os seguintes parâmetros:
Pressão de trabalho: 100 a 400 KPA (costal) e 100 a 800 KPA (equipamentos tratorizados).
Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ (micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico).
Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm².
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura de pulverização de no mínimo de 50 cm, adequadas ao equipamento em uso).
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva; - Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes.
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Condições Meteorológicas:
Temperatura do ar: abaixo de 30°C
Umidade relativa do ar: acima de 55%
Velocidade do vento: mínima de 3 km/h até 15 km/h
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Aplicação aérea: Esta modalidade de aplicação é somente na cultura da cana-de-açúcar, em condição de cana fechada, quando não mais permitir aplicação tratorizada.
Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização entre 2 e 4 metros, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Condições climáticas:
Temperatura do ar: Abaixo de 30ºC.
Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Mínima de 3 km/h até 15 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Somente realizar a aplicação aérea na presença de profissionais habilitados.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea
No preparo da calda, utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados no item “Precauções no manuseio” descritos em “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Adicionar água limpa ao tanque do pulverizador até ½ da sua capacidade ou no mínimo até cobrir o mecanismo de agitação e os bicos de saída da calda. Ligar a agitação e adicionar a quantidade apropriada do produto mantendo o sistema de agitação ligado. Completar o volume do tanque com água limpa até o nível do volume de calda recomendado para a cultura.
Proibido utilizar equipamentos com vazamentos ou danificados.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador para evitar a sobreposição durante a aplicação.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda com a limpeza de todo o equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados no item “Precauções no manuseio”, descritos em “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Proibido limpar o equipamento próximo às nascentes, fontes de água e zonas urbanas. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual e/ou Municipal vigente na região da aplicação.
CULTURAS | INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS) |
Berinjela, Melancia, Pimentão | 3 |
Algodão, Tomate | 7 |
Cana-de-açúcar | 30 |
Citros, Feijão, Melão | 14 |
Café | 15 |
Soja | 30 |
Maça | 45 |
Gérbera e Rosa | (UNA) |
UNA = Não determinado por se tratar de cultura de uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
Curuquerê Alabama argillacea | 0,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
Pulgão-do-algodoeiro Aphis gossypii | 0,3 - 0,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: | ||
20 - 40 L/ha | 03 | |||
Broca-do-algodoiero Euthinobothrus brasiliensis | 0,8 - 2,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea:20 - 40 L/ha | ||
ALGODÃO | Ácaro-branco Polyphagotarsonemus latus | 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Curuquerê: realizar as aplicações quando houver 02 lagartas/planta. Intervalo de aplicação de 01-02 semanas. Pulgão-do-algodoeiro: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido. Intervalo de aplicação de 07-14 dias. Broca-do-algodoiero: aplicar o produto 20 dias após a germinação. Intervalo de aplicação de 07 dias. Ácaro-branco: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando houver 40% das plantas com sinais de ataque. Intervalo de aplicação de 7-14 dias. | ||||
BATATA | Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 1000 L/ha Aplicação aérea: 20-40 L/ha. | 02 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Assim que se observem os primeiros sintomas de infestação, realizar as aplicações com intervalo de 14 dias. | ||||
CAFÉ | Broca-do-café Hypothenemus hampei | 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 02 |
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
Bicho-mineiro-do-café Leucoptera coffeella | 1,0 - 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: | ||
20 - 40 L/ha | ||||
Cochonilha-da-roseta Planococcus minor | 1,0 - 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 1000 L/ha Aplicação aérea: 20 – 40 L/ha | 01 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Broca-do-café: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de infestação for maior ou igual a 5% nos grãos provenientes da primeira florada. Intervalo de aplicação de 20-30 dias. | ||||
Bicho-mineiro-do-café: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando forem observadas cerca de 20% de folhas minadas. Intervalo de aplicação de 30-45 dias. Cochonilha-da-roseta: realizar uma aplicação em pulverização foliar em alto volume, cerca de 1.000 litros de calda/ha, quando se observar o início da infestação | ||||
Aplicação | ||||
terrestre: | ||||
Lagarta-do-trigo Pseudaletia sequax | 0,4 - 0,7 L/ha | 100 - 300 L/ha | ||
Aplicação aérea: | ||||
20 - 40 L/ha | ||||
Aplicação | ||||
terrestre: | ||||
Pulgão-da-folha Metopolophium | 0,4 L/ha | 100 - 300 L/ha | 02 | |
CEVADA | dirhodum | Aplicação aérea: | ||
20 - 40 L/ha | ||||
Aplicação | ||||
terrestre: | ||||
Pulgão-da-espiga Sitobion avenae | 0,4 L/ha | 100 - 300 L/ha | ||
Aplicação aérea: | ||||
20 - 40 L/ha | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação. O intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. | ||||
Aplicação | ||||
terrestre: | ||||
Mosca-das-frutas Ceratitis capitata | 200 mL/100 L | 400 - 500 L/ha | 03 | |
Aplicação aérea: | ||||
20 - 40 L/ha | ||||
CITROS | Aplicação terrestre: | |||
Cochonilha-pardinha Selenaspidus articulatus | 100 - 150 mL/100 L | 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: | 02 | |
20 - 40 L/ha | ||||
Cochonilha-parlatoria Parlatoria cinerea | 100 - 150 mL/100 L | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | ||
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||||
Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha | ||||
Cochonilha-ortezia Orthezia praelonga | 100 - 150 mL/100 L | Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha Adicionar óleo | ||
mineral 0,25% v/v | ||||
(250 mL/100 L) | ||||
Psillídeo Diaphorina citri | 100 - 150 mL/100 L | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: | ||
20 - 40 L/ha | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Cochonilha-ortezia e Psillídeo: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação. O | ||||
intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. | ||||
Mosca-das-frutas: realizar as aplicações assim que os frutos começarem a amadurecer. Intervalo de | ||||
aplicação: (*). | ||||
Cochonilha-pardinha: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação até o ponto de | ||||
escorrimento. | ||||
Intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. | ||||
Cochonilha-parlatoria: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação, com a calda | ||||
dirigida ao tronco e ramos primários. Intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. | ||||
Aplicação terrestre: | ||||
Cigarrinha Empoasca kraemeri | 0,8 L/ha | 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
Aplicação terrestre: | ||||
Broca-da-vagem Etiella zinckenella | 1,25 L/ha | 100 - 300 L/ha | ||
Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||||
Aplicação terrestre: | 02 | |||
FEIJÃO | Lagarta-da-vagem Michaelus jebus | 1,25 L/ha | 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | |
Aplicação terrestre: | ||||
Mosca-branca Bemisia tabaci | 1,00 L/ha | 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: | ||
20 - 40 L/ha | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Cigarrinha, Broca-da-vagem e Lagarta-da-vagem: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da | ||||
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
infestação. Intervalo de aplicação será definido em função da reinfestação. Mosca-branca: iniciar as aplicações quando aparecerem as primeiras. Intervalo de aplicação: (*) | ||||
MAÇÃ | Lagarta-enroladeira Bonagota cranaodes | 100 - 150 mL/100 L | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 03 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação. O intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. | ||||
MILHO | Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | 0,4 - 0,6 L/ha. | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 02 |
Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | 1,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
Lagarta-rosca Agrotis ipisilon | 1,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
Lagarta-dos-capinzais Mocis latipes | 0,6 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 03 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Lagarta-do-cartucho: aplicar no período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura. Usar bico leque. Intervalo de aplicação: (*). Lagarta-dos-capinzais: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido, do período após a germinação até 60-70 dias de idade da cultura. O intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. Lagarta-elasmo: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação, do período após germinação até uma altura aproximada de 35 cm, com jato dirigido à base das plantas. Intervalo de aplicação de 7-14 dias. Lagarta-rosca: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação, do período após a germinação até 30 dias de idade da cultura, com jato dirigido à base das plantas. Intervalo de aplicação de 7-14 dias. | ||||
PASTAGENS | Cigarrinha-das-pastagens Deois flavopicta | 1,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 02 |
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação. O intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação | ||||
SOJA | Lagarta-da-soja Anticarsia gemmatalis | 0,25 - 1,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 02 |
Broca-das-axilas Epinotia aporema | 0,8 L/ha. | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Lagarta-da-soja: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido. O intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. Broca-das-axilas: realizar as aplicações quando forem encontradas 20% de plantas com ponteiros danificados. Intervalo de aplicação de 07-14 dias. | ||||
SORGO | Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | 0,5 - 0,75 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 02 |
Mosca-do-sorgo Stenodiplosis sorghicola | 0,62 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Lagarta-do-cartucho: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido, da germinação até 60-70 dias de idade da cultura. O intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. Mosca-do-sorgo: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando 80% do sorgal estiver florido. Intervalo de aplicação de 04 dias. | ||||
TOMATE** RASTEIRO COM FINS INDUSTRIAIS | Broca-pequena-do-fruto Neoleucinodes elegantalis | 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 05 |
Mosca-minadora Liriomyza huidobrensis | 1,0 - 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: | ||
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
20 - 40 L/ha | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Broca-pequena-do-fruto: realizar as aplicações quando os frutos estiverem pequenos. Intervalo de aplicação de 07-14 dias. Mosca-minadora: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto assim que se observem os primeiros sintomas de infestação. Intervalo de aplicação de 10 dias. | ||||
TRIGO | Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | 1,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | 02 |
Lagarta-elasmo Elasmopalpus lignosellus | 1,25 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
Pulgão-da-folha Metopolophium dirhodum | 0,3 L/ha. | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
Pulgão-da-espiga Sitobion avenae | 0,4 - 0,5 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
Pulgão-verde-dos-cereais Rhopalosiphum graminum | 0,2 - 0,3 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | 0,75 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
Lagarta-do-trigo Pseudaletia sequax | 0,7 - 1,0 L/ha | Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Lagarta-rosca e Lagarta-elasmo: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto assim que se observarem os primeiros sintomas de infestação na fase inicial da cultura. Intervalo de aplicação de 7-14 dias. | ||||
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
Pulgão-da-folha: quando 10% das plantas apresentarem colônias em formação. Intervalo de aplicação: (*) Pulgão-da-espiga e Pulgão-verde-dos-cereais: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido. O Intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação Lagarta-militar e Lagarta-do-trigo: monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto assim que se observarem os primeiros focos de infestação. O intervalo de aplicação será determinado em função da reinfestação. | ||||
(*) O Intervalo entre as aplicações será em função da reinfestação. O período mínimo de dias entre as aplicações será de 15 dias para as culturas de citros, feijão e trigo e 10 dias para a cultura do milho.
(**) Não é permitido o uso deste produto em lavouras de tomate estaqueado.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro-branco, Ácaro-tropical | Ver detalhes |
| Batata | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Café | Planococcus minor | Cochonilha | Ver detalhes |
| Cevada | Metopolophium dirhodum | Pulgão-da-folha, Pulgão-verde-pálido | Ver detalhes |
| Citros | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Maçã | Bonagota cranaodes | Lagarta-enroladeira-da-folha | Ver detalhes |
| Milho | Elasmopalpus lignosellus | Broca-do-colo, Lagarta-elasmo | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Soja | Epinotia aporema | Broca-das-axilas, Broca-das-axilas-da-soja | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Metopolophium dirhodum | Pulgão-da-folha, Pulgão-verde-pálido | Ver detalhes |
É PROIBIDA A APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTO COSTAL
O inseticida PROMITOR 480 EC poderá ser aplicado através de equipamentos tratorizados e aeronavesagrícolas equipadas com barras e pontas específicas. Equipamentos de irrigação tipo pivôs centrais também poderão ser utilizados.
Os parâmetros de aplicação através de equipamentos tratorizados, como tipo de pontas, pressão de trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas. Para o controle da lagarta do cartucho em milho e sorgo recomenda-se o uso de pontas tipo leque com jato dirigido sobre a linha da cultura.
As aplicações via equipamentos de irrigação tipo pivô central devem sempre: utilizar equipamentos de irrigação bem ajustados, que possibilitem cobertura uniforme do produto; utilizar sistemas de injeção completos e adequadamente calibrados, seguindo as orientações do fabricante; verificar as características da área a ser tratada, quantidade de produto necessária e a taxa de injeção; utilizar equipamentos de proteção individual.
Recomenda-se a utilização de barras com pontas específicas ou atomizadores rotativos do tipo “Micronair”, sempre procurando obter uma boa cobertura na aplicação. Toda aplicação com aeronaveagrícola deve ser controlada/monitorada por GPS, não utilizar balizamento por bandeirinhas.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Algodão | 21 dias |
Batata | 21 dias |
Café | 21 dias |
Cevada | 14 dias |
Citros | 21 dias |
Feijão | 25 dias |
Maçã | 14 dias |
Milho | 21 dias |
Pastagem | 13 dias |
Soja | 21 dias |
Sorgo | 21 dias |
Tomate | 21 dias |
Trigo | 21 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
WILLOPROX é um inseticida fisiológico juvenóide, análogo ao hormônio juvenil, regulador de crescimento de insetos. O produto atua por contato e ação translaminar, principalmente sobre os ovos e ninfas provocando distúrbios no equilíbrio hormonal, impedindo que os insetos das formas jovens tornem-se adultos. As fêmeas que entram em contato com produto colocam ovos inviáveis e também, diminuem a postura.
CULTURAS | PRAGAS | DOSE Produto Comercial: L/ha; L/100L de água (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L de água) | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
ALGODÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 0,3 a 0,5 L/ha (30 a 50 g i.a./ha) | 200 - 250 L/ha | 2 | 15 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se fazer de 1 a 2 aplicações do WILLOPROX durante o ciclo da cultura, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras “ninfas”, intercalando as aplicações com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o WILLOPROX. | |||||
BERINJELA | Tripes (Thrips palmi) | 75 mL/100 L de água (7,5 g i.a./100L de água) | 500 - 1.000 L/ha | 2 | 7 a 10 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Fazer no máximo até 2 aplicações do WILLOPROX durante o ciclo da cultura, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. Para se obter melhor controle do Tripes, recomenda-se fazer as pulverizações de tal forma que atinja também o solo, considerando que este inseto passa o estádio pupal no solo. | |||||
CAFÉ | Bicho-mineiro-do- café (Leucoptera coffeella) | 0,5 a 1,0 L/ha (50 a 100 g i.a./ha) | 400 - 500 L/ha | 2 | 15 a 20 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se fazer 2 aplicações do WILLOPROX por ano, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. | |||||
CITROS | Cochonilha- pardinha (Selenaspidus articulatus) | 50 a 75 mL/100 L de água (5,0 a 7,5 g i.a./100L de água) | 10 L/planta | 2 | 30 |
Cochonilha-de- placa (Orthezia praelonga) | 75 mL/100 L de água (7,5 g i.a./100L de água) | ||||
Psilídio-dos-citros (Diaphorina citri) | 6,25 mL/100 L de água (0,625 g i.a./100L de água) | ||||
Cochonilha- parlatoria (Parlatoria cinerea) | 100 mL/100 L de água (10,0 g i.a./100 L de água) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se fazer de 1 a 2 aplicações do WILLOPROX durante o ano, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. | |||||
FEIJÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 250 mL/ha (25 g i.a./ha) | 200 - 250 L/ha | 2 | 14 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se iniciar a aplicação do WILLOPROX quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o WILLOPROX. | |||||
GERBERA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 mL/100 L de água (7,5 g i.a./100 L de água) | 1.200 L/ha | 3 | 10 a 15 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Deve-se fazer de 2 a 3 aplicações do WILLOPROXquando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda- se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o WILLOPROX. | |||||
MAÇÃ | Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 100 mL/100 L de água (10 g i.a./100 L de água) | 1.000 L/ha | 2 | 14 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Fazer no máximo 2 aplicações, sendo a primeira aplicação imediatamente após a florada e a segunda duas semanas após a primeira. | |||||
MELANCIA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 a 100 mL/100 L de água (7,5 a 10 g i.a./100 L de água) | 1.000 L/ha | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se de 1 a 2 aplicações do WILLOPROX durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o WILLOPROX. | |||||
MELÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 a 100 mL/100 L de água (7,5 a 10 g i.a./100 L de água) | 600 - 1.000 L/ha | 2 | 10 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se de 1 a 2 aplicações do WILLOPROX durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o WILLOPROX. | |||||
PEPINO | Tripes (Thrips palmi) | 75 mL/100 L de água (7,5 g i.a./100 L de água) | 500 - 1.000 L/ha | 2 | 15 |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 800 - 1.300 L/ha | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se fazer 2 aplicações do WILLOPROX durante o ciclo da cultura. Tripes: As aplicações devem ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. Mosca-branca: Recomenda-se de 1 a 2 aplicações do WILLOPROX durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o WILLOPROX. | |||||
REPOLHO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 mL/100 L de água (5,0 a 7,5 g i.a./100 L de água). | 625 L/ha | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se 2 aplicações do WILLOPROX durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o WILLOPROX. | |||||
ROSA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 mL/100 L de água (5,0 a 7,5 g i.a./100 L de água) | 400 L/ha | 2 | 10 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se até 2 aplicações do WILLOPROX durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o do WILLOPROX. | |||||
SOJA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 250 mL/ha (25 g i.a./ha) | 200 - 300 L/ha | 1 | - |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se realizar 1 aplicação do WILLOPROX.durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o WILLOPROX. | |||||
TOMATE | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 100 mL/100 L de água (5,0 a 10 g i.a./100 L de água) | 400 - 1.000 L/ha | 3 | 7 |
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 75 mL/100 L de água (7,5 g i.a./100 L de água) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Fazer até no máximo de 3 aplicações do WILLOPROXdurante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o WILLOPROX. | |||||
UVA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 mL/100 L de água (5,0 a 7,5 g i.a./100 L de água) | 500 - 1.000 L/ha | 2 | 10 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se até 2 aplicações do WILLOPROX durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o WILLOPROX. | |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Berinjela | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Gérbera | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pepino | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Repolho | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Rosa | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Uva | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
WILLOPROX deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as culturas registradas. Pode ser aplicado por via terrestre (equipamentos manuais e/ou motorizados), tratorizado de barra, autopropelidos conforme recomendações para cada cultura.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura de gotas das plantas.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando
as especificações técnicas do mesmo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Utilizar água de boa qualidade, livre de material em suspensão, a presença destes pode reduzir a eficácia do produto. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto WILLOPROX de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.
Antes de qualquer aplicação, verifique se o equipamento está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador.
Antes de aplicar WILLOPROX, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado.
Equipamentos Costais (manuais ou motorizados): Utilizar pulverizador costal em boas condições de operação, sem vazamentos, devidamente regulado e calibrado para aplicar o volume de calda e espectro de gotas desejados. Recomenda-se o uso de válvulas reguladoras de pressão e vazão a fim de manter esses parâmetros constantes, proporcionando uniformidade na faixa de aplicação, tamanho de gotas e quantidade de produto em toda área pulverizada, além de evitar o gotejamento durante a operação. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Aplicação costal (Atomizador): Regular o equipamento com pontas restritoras para que o volume de aplicação seja equivalente ao recomendado no quadro agronômico e que proporcione uma cobertura adequada do alvo. Observar para que o fluxo da aplicação seja direcionado ao alvo, evitando a ocorrência de deriva ocasionada pela ventilação gerada pelo equipamento e ou movimentos não planejados pelo operador. A agitação da calda deverá ser mantida ligada durante toda a pulverização.
Turbo-atomizadores (turbopulverizador): Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura. As pontas superiores e inferiores podem ser desligadas para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta.
Pulverizadores de barra ou autopropelidos: Para essa modalidade de aplicação deve-se utilizar pulverizador de barra tratorizado, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido.
Pontas de pulverização e classe de gotas: Utilizar pontas de pulverização de jato plano, jato plano duplo ou jato cônico, que proporcionem classe de gotas fina ou média. Cabe ao Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação ou responsável técnico pela aplicação indicar a ponta de pulverização mais adequada, devendo sempre seguir parâmetros técnicos para a cultura, equipamentos, gerenciamento de deriva e condições meteorológicas.
Ajuste da barra: A altura da barra e o espaçamento entre pontas de pulverização deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta alvo, conforme recomendação do fabricante, não ultrapassando 50 cm, tanto de espaçamento entre as pontas de pulverização, quanto para altura da barra de pulverização em relação ao alvo. Todas as pontas de pulverização da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para os organismos não alvos. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
Dentre os fatores meteorológicos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo-higrômetro.
O sistema de agitação da calda quando aplicável e disponível deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda (seções de barra) do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e condições meteorológicas (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independentemente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota dentro do faixa de espectro recomendada, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. Recomenda-se o uso de anemômetro para medir a velocidade do vento no local da aplicação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica, das quais ocorrem quando a temperatura aumenta com a altitude, reduzindo o movimento vertical do ar. São comuns em noites sem nuvens e vento. Durante uma inversão térmica, pequenas gotas de água formam uma nuvem suspensa perto do solo, movendo-se lateralmente. Elas começam ao pôr do sol e podem durar até a manhã seguinte. A presença de neblina no solo indica uma inversão térmica, mas também é possível identificá-las pelo comportamento da fumaça. Se a fumaça se acumula em camadas e se move lateralmente, há uma inversão térmica, enquanto a fumaça dispersa rapidamente e sobe indica bom movimento vertical do ar.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível dentro da faixa de espectro recomendada, para dar uma boa cobertura e controle. Leia as instruções sobre o gerenciamento adequado de deriva, bem como condições de Vento, Temperatura e Umidade e Inversão Térmica.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
CULTURA | DIAS |
Algodão, Tomate | 7 |
Berinjela, Melancia | 3 |
Café | 15 |
Citros, Feijão, Melão, Repolho, Uva | 14 |
Gérbera, Rosa | U.N.A. |
Maçã | 45 |
Pepino | 1 |
Soja | 30 |
O intervalo de reentrada de pessoas é de 24 horas. Mantenha afastada da área de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas. Caso necessite entrar na área tratada antes de 24 horas ou se as partes tratadas estiverem úmida, use avental impermeável, luvas e botas de borracha e óculos protetores.
PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC é um inseticida fisiológico juvenóide, análogo ao hormônio juvenil, regulador de crescimento de insetos. O produto atua por contato e ação translaminar, principalmente sobre os ovos e ninfas provocando distúrbios no equilíbrio hormonal, impedindo que os insetos das formas jovens tornem-se adultos. As fêmeas que entram em contato com produto colocam ovos inviáveis e também, diminuem a postura.
CULTURAS | PRAGAS | DOSE Produto Comercial: L/ha; L/100L de água (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L de água) | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
ALGODÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 0,3 a 0,5 L/ha (30 a 50 g i.a./ha) | 200 - 250 L/ha | 2 | 15 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se fazer de 1 a 2 aplicações do PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC durante o ciclo da cultura, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras “ninfas”, intercalando as aplicações com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC. | |||||
BERINJELA | Tripes (Thrips palmi) | 75 mL/100 L de água (7,5 g i.a./100L de água) | 500 - 1.000 L/ha | 2 | 7 a 10 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Fazer no máximo até 2 aplicações do PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC durante o ciclo da cultura, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. Para se obter melhor controle do Tripes, recomenda-se fazer as pulverizações de tal forma que atinja também o solo, considerando que este inseto passa o estádio pupal no solo. | |||||
CAFÉ | Bicho-mineiro- do-café (Leucoptera coffeella) | 0,5 a 1,0 L/ha (50 a 100 g i.a./ha) | 400 - 500 L/ha | 2 | 15 a 20 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se fazer 2 aplicações do PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC por ano, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. | |||||
CITROS | Cochonilha- pardinha (Selenaspidus articulatus) | 50 a 75 mL/100 L de água (5,0 a 7,5 g i.a./100L de água) | Terrestre: 2000 L/ha (máximo de 10 L/planta) | 2 | 30 |
Cochonilha-de- placa (Orthezia praelonga) | 75 mL/100 L de água (7,5 g i.a./100L de água) | ||||
Psilídio-dos- citros (Diaphorina citri) | 6,25 mL/100 L de água (0,625 g i.a./100L de água) | ||||
Cochonilha- parlatoria (Parlatoria cinerea) | 100 mL/100 L de água (10,0 g i.a./100 L de água) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se fazer de 1 a 2 aplicações do PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC durante o ano, devendo ser iniciadas no início da | |||||
infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. | |||||
FEIJÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 250 mL/ha (25 g i.a./ha) | 200 - 250 L/ha | 2 | 14 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se iniciar a aplicação do PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC. | |||||
GERBERA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 mL/100 L de água (7,5 g i.a./100 L de água) | 1.200 L/ha | 3 | 10 a 15 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Deve-se fazer de 2 a 3 aplicações do PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC. | |||||
MAÇÃ | Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 100 mL/100 L de água (10 g i.a./100 L de água) | 1.000 L/ha | 2 | 14 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Fazer no máximo 2 aplicações, sendo a primeira aplicação imediatamente após a florada e a segunda duas semanas após a primeira. | |||||
MELANCIA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 a 100 mL/100 L de água (7,5 a 10 g i.a./100 L de água) | 1.000 L/ha | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se de 1 a 2 aplicações do PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC. | |||||
MELÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 a 100 mL/100 L de água (7,5 a 10 g i.a./100 L de água) | 600 - 1.000 L/ha | 2 | 10 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se de 1 a 2 aplicações do PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC. | |||||
PEPINO | Tripes (Thrips palmi) | 75 mL/100 L de água (7,5 g i.a./100 L de água) | 500 - 1.000 L/ha | 2 | 15 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se fazer 2 aplicações do PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC durante o ciclo da cultura. Tripes: As aplicações devem ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. | |||||
REPOLHO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 mL/100 L de água (5,0 a 7,5 g i.a./100 L | 625 L/ha | 2 | 7 |
de água). | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se 2 aplicações do PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC | |||||
ROSA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 mL/100 L de água (5,0 a 7,5 g i.a./100 L de água) | 400 L/ha | 2 | 10 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se até 2 aplicações do PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o do PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC. | |||||
SOJA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 250 mL/ha (25 g i.a./ha) | 200 - 300 L/ha | 1 | - |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se realizar 1 aplicação do PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC. | |||||
TOMATE | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 50 a 100 mL/100 L de água (5,0 a 10 g i.a./100 L de água) | 400 - 1.000 L/ha | 3 | 7 |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 mL/100 L de água (7,5 g i.a./100 L de água) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Fazer até no máximo de 3 aplicações do PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC. | |||||
UVA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 mL/100 L de água (5,0 a 7,5 g i.a./100 L de água) | 500 - 1.000 L/ha | 2 | 10 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se até 2 aplicações do PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC. | |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Berinjela | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Gérbera | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pepino | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Repolho | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Rosa | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Uva | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as culturas registradas. Pode ser aplicado por via terrestre (equipamentos manuais e/ou motorizados), tratorizado de barra, autopropelidos conforme recomendações para cada cultura.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura de gotas das plantas.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do mesmo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Utilizar água de boa qualidade, livre de material em suspensão, a presença destes pode reduzir a eficácia do produto. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.
Antes de qualquer aplicação, verifique se o equipamento está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador.
Antes de aplicar PYRIPROXYFEN WWOOD 100 EC, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado.
Equipamentos Costais (manuais ou motorizados): Utilizar pulverizador costal em boas condições de operação, sem vazamentos, devidamente regulado e calibrado para aplicar o volume de calda e espectro de gotas desejados. Recomenda-se o uso de válvulas reguladoras de pressão e vazão a fim de manter esses parâmetros constantes, proporcionando uniformidade na faixa de aplicação, tamanho de gotas e quantidade de produto em toda área pulverizada, além de evitar o gotejamento durante a operação. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Aplicação costal (Atomizador): Regular o equipamento com pontas restritoras para que o volume de aplicação seja equivalente ao recomendado no quadro agronômico e que proporcione uma cobertura adequada do alvo. Observar para que o fluxo da aplicação seja direcionado ao alvo, evitando a ocorrência de deriva ocasionada pela ventilação gerada pelo equipamento e ou movimentos não planejados pelo operador. A agitação da calda deverá ser mantida ligada durante toda a pulverização.
Turbo-atomizadores (turbopulverizador): Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura. As pontas superiores e inferiores podem ser desligadas para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta.
Pulverizadores de barra ou autopropelidos: Para essa modalidade de aplicação deve-se utilizar pulverizador de barra tratorizado, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido.
Pontas de pulverização e classe de gotas: Utilizar pontas de pulverização de jato plano, jato plano duplo ou jato cônico, que proporcionem classe de gotas fina ou média. Cabe ao Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação ou responsável técnico pela aplicação indicar a ponta de pulverização mais adequada, devendo sempre seguir parâmetros técnicos para a cultura, equipamentos, gerenciamento de deriva e condições meteorológicas.
Ajuste da barra: A altura da barra e o espaçamento entre pontas de pulverização deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta alvo, conforme recomendação do fabricante, não ultrapassando 50 cm, tanto de espaçamento entre as pontas de pulverização, quanto para altura da barra de pulverização em relação ao alvo. Todas as pontas de pulverização da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para os organismos não alvos. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
Dentre os fatores meteorológicos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo-higrômetro.
O sistema de agitação da calda quando aplicável e disponível deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda (seções de barra) do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e condições meteorológicas (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independentemente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota dentro do faixa de espectro recomendada, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. Recomenda-se o uso de anemômetro para medir a velocidade do vento no local da aplicação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica, das quais ocorrem quando a temperatura aumenta com a altitude, reduzindo o movimento vertical do ar. São comuns em noites sem nuvens e vento. Durante uma inversão térmica, pequenas gotas de água formam uma nuvem suspensa perto do solo, movendo-se lateralmente. Elas começam ao pôr do sol e podem durar até a manhã seguinte. A presença de neblina no solo indica uma inversão térmica, mas também é possível identificá-las pelo comportamento da fumaça. Se a fumaça se acumula em camadas e se move lateralmente, há uma inversão térmica, enquanto a fumaça dispersa rapidamente e sobe indica bom movimento vertical do ar.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível dentro da faixa de espectro recomendada, para dar uma boa cobertura e controle. Leia as instruções sobre o gerenciamento adequado de deriva, bem como condições de Vento, Temperatura e Umidade e Inversão Térmica.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
CULTURA | DIAS |
Algodão, Tomate | 7 |
Berinjela, Melancia | 3 |
Café | 15 |
Citros, Feijão, Melão, Repolho, Uva | 14 |
Gérbera, Rosa | U.N.A. |
Maçã | 45 |
Pepino | 1 |
Soja | 30 |
UNA = Uso Não Alimentar
O intervalo de reentrada de pessoas é de 24 horas. Mantenha afastada da área de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas. Caso necessite entrar na área tratada antes de 24 horas ou se as partes tratadas estiverem úmida, use avental impermeável, luvas e botas de borracha e óculos protetores.
PYRIPROXYFEN 100 SINO-AGRI é um inseticida fisiológico juvenóide, análogo ao hormônio juvenil, regulador de crescimento de insetos. O produto atua por contato e ação translaminar, principalmente sobre os ovos e ninfas provocando distúrbios no equilíbrio hormonal, impedindo que os insetos das formas jovens tornem-se adultos. As fêmeas que entram em contato com produto colocam ovos inviáveis e também, diminuem a postura.
CULTURAS | PRAGAS | DOSE Produto Comercial: L/ha; L/100L de água (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L de água) | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
ALGODÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 0,3 a 0,5 L/ha (30 a 50 g i.a./ha) | 200 - 250 L/ha | 2 | 15 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se fazer de 1 a 2 aplicações do PYRIPROXYFEN 100 SINO-AGRI durante o ciclo da cultura, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras “ninfas”, intercalando as aplicações com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PYRIPROXYFEN 100 SINO-AGRI. | |||||
BERINJELA | Tripes (Thrips palmi) | 75 mL/100 L de água (7,5 g i.a./100L de água) | 500 - 1.000 L/ha | 2 | 7 a 10 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Fazer no máximo até 2 aplicações do PYRIPROXYFEN 100 SINO-AGRI durante o ciclo da cultura, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. Para se obter melhor controle do Tripes, recomenda-se fazer as pulverizações de tal forma que atinja também o solo, considerando que este inseto passa o estádio pupal no solo. | |||||
CAFÉ | Bicho- mineiro-do- café (Leucoptera coffeella) | 0,5 a 1,0 L/ha (50 a 100 g i.a./ha) | 400 - 500 L/ha | 2 | 15 a 20 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se fazer 2 aplicações do PYRIPROXYFEN 100 SINO-AGRI por ano, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. | |||||
CITROS | Cochonilha- pardinha (Selenaspidus articulatus) | 50 a 75 mL/100 L de água (5,0 a 7,5 g i.a./100L de água) | Terrestre: 2000 L/ha (máximo de 10 L/planta) | 2 | 30 |
Cochonilha- de-placa (Orthezia praelonga) | 75 mL/100 L de água (7,5 g i.a./100L de água) | ||||
Psilídio-dos- citros | 6,25 mL/100 L de água | ||||
(Diaphorina citri) | (0,625 g i.a./100L de água) | |||||
Cochonilha- parlatoria (Parlatoria cinerea) | 100 mL/100 L de água (10,0 g i.a./100 L de água) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se fazer de 1 a 2 aplicações do PYRIPROXYFEN 100 SINO-AGRI durante o ano, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. | ||||||
FEIJÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 250 mL/ha (25 g i.a./ha) | 200 - 250 L/ha | 2 | 14 | |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se iniciar a aplicação do PYRIPROXYFEN 100 SINO-AGRI quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PYRIPROXYFEN 100 SINO-AGRI. | ||||||
GERBERA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 mL/100 L de água (7,5 g i.a./100 L de água) | 1.200 L/ha | 3 | 10 a 15 | |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Deve-se fazer de 2 a 3 aplicações do PYRIPROXYFEN 100 SINO-AGRI quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PYRIPROXYFEN 100 SINO-AGRI. | ||||||
MAÇÃ | Mariposa- oriental (Grapholita molesta) | 100 mL/100 L de água (10 g i.a./100 L de água) | 1.000 L/ha | 2 | 14 | |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Fazer no máximo 2 aplicações, sendo a primeira aplicação imediatamente após a florada e a segunda duas semanas após a primeira. | ||||||
MELANCIA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 a 100 mL/100 L de água (7,5 a 10 g i.a./100 L de água) | 1.000 L/ha | 2 | 7 | |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se de 1 a 2 aplicações do PYRIPROXYFEN 100 SINO-AGRI durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PYRIPROXYFEN 100 SINO-AGRI. | ||||||
MELÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 a 100 mL/100 L de água (7,5 a 10 g i.a./100 L de água) | 600 - 1.000 L/ha | 2 | 10 | |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se de 1 a 2 aplicações do PYRIPROXYFEN 100 SINO-AGRI durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A | ||||||
pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PYRIPROXYFEN 100 SINO-AGRI. | |||||
PEPINO | Tripes (Thrips palmi) | 75 mL/100 L de água (7,5 g i.a./100 L de água) | 500 - 1.000 L/ha | 2 | 15 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se fazer 2 aplicações do PYRIPROXYFEN 100 SINO-AGRI durante o ciclo da cultura. Tripes: As aplicações devem ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. | |||||
REPOLHO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 mL/100 L de água (5,0 a 7,5 g i.a./100 L de água). | 625 L/ha | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se 2 aplicações do PYRIPROXYFEN 100 SINO-AGRI durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PYRIPROXYFEN 100 SINO-AGRI | |||||
ROSA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 mL/100 L de água (5,0 a 7,5 g i.a./100 L de água) | 400 L/ha | 2 | 10 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se até 2 aplicações do PYRIPROXYFEN 100 SINO-AGRI durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o do PYRIPROXYFEN 100 SINO-AGRI. | |||||
SOJA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 250 mL/ha (25 g i.a./ha) | 200 - 300 L/ha | 1 | - |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se realizar 1 aplicação do PYRIPROXYFEN 100 SINO-AGRI.durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PYRIPROXYFEN 100 SINO-AGRI. | |||||
TOMATE | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 50 a 100 mL/100 L de água (5,0 a 10 g i.a./100 L de água) | 400 - 1.000 L/ha | 3 | 7 |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 mL/100 L de água (7,5 g i.a./100 L de água) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Fazer até no máximo de 3 aplicações do PYRIPROXYFEN 100 SINO-AGRI durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, | |||||
recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PYRIPROXYFEN 100 SINO-AGRI. | |||||
UVA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 mL/100 L de água (5,0 a 7,5 g i.a./100 L de água) | 500 - 1.000 L/ha | 2 | 10 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se até 2 aplicações do PYRIPROXYFEN 100 SINO-AGRI durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o PYRIPROXYFEN 100 SINO-AGRI. | |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Berinjela | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Citros | Selenaspidus articulatus | Cochonilha-pardinha | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Gérbera | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pepino | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Repolho | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Rosa | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Uva | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
PYRIPROXYFEN 100 SINO-AGRI deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as culturas registradas. Pode ser aplicado por via terrestre (equipamentos manuais e/ou motorizados), tratorizado de barra, autopropelidos conforme recomendações para cada cultura.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura de gotas das plantas.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do mesmo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Utilizar água de boa qualidade, livre de material em suspensão, a presença destes pode reduzir a eficácia do produto. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto PYRIPROXYFEN 100 SINO-AGRI de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.
Antes de qualquer aplicação, verifique se o equipamento está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador.
Antes de aplicar PYRIPROXYFEN 100 SINO-AGRI, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado.
Equipamentos Costais (manuais ou motorizados): Utilizar pulverizador costal em boas condições de operação, sem vazamentos, devidamente regulado e calibrado para aplicar o volume de calda e espectro de gotas desejados. Recomenda-se o uso de válvulas reguladoras de pressão e vazão a fim de manter esses parâmetros constantes, proporcionando uniformidade na faixa de aplicação, tamanho de gotas e quantidade de produto em toda área pulverizada, além de evitar o gotejamento durante a operação. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Aplicação costal (Atomizador): Regular o equipamento com pontas restritoras para que o volume de aplicação seja equivalente ao recomendado no quadro agronômico e que proporcione uma cobertura adequada do alvo. Observar para que o fluxo da aplicação seja direcionado ao alvo, evitando a ocorrência de deriva ocasionada pela ventilação gerada pelo equipamento e ou movimentos não planejados pelo operador. A agitação da calda deverá ser mantida ligada durante toda a pulverização.
Turbo-atomizadores (turbopulverizador): Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi- montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura. As pontas superiores e inferiores podem ser desligadas para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta.
Pulverizadores de barra ou autopropelidos: Para essa modalidade de aplicação deve-se utilizar pulverizador de barra tratorizado, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido.
Pontas de pulverização e classe de gotas: Utilizar pontas de pulverização de jato plano, jato plano duplo ou jato cônico, que proporcionem classe de gotas fina ou média. Cabe ao Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação ou responsável técnico pela aplicação indicar a ponta de pulverização mais adequada, devendo sempre seguir parâmetros técnicos para a cultura, equipamentos, gerenciamento de deriva e condições meteorológicas.
Ajuste da barra: A altura da barra e o espaçamento entre pontas de pulverização deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta alvo, conforme recomendação do fabricante, não ultrapassando 50 cm, tanto de espaçamento entre as pontas de pulverização, quanto para altura da barra de pulverização em relação ao alvo. Todas as pontas de pulverização da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para os organismos não alvos. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
Dentre os fatores meteorológicos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo-higrômetro.
O sistema de agitação da calda quando aplicável e disponível deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda (seções de barra) do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e condições meteorológicas (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independentemente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota dentro do faixa de espectro recomendada, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. Recomenda-se o uso de anemômetro para medir a velocidade do vento no local da aplicação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica, das quais ocorrem quando a temperatura aumenta com a altitude, reduzindo o movimento vertical do ar. São comuns em noites sem nuvens e vento. Durante uma inversão térmica, pequenas gotas de água formam uma nuvem suspensa perto do solo, movendo-se lateralmente. Elas começam ao pôr do sol e podem durar até a manhã seguinte. A presença de neblina no solo indica uma inversão térmica, mas também é possível identificá-las pelo comportamento da fumaça. Se a fumaça se acumula em camadas e se move lateralmente, há uma inversão térmica, enquanto a fumaça dispersa rapidamente e sobe indica bom movimento vertical do ar.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível dentro da faixa de espectro recomendada, para dar uma boa cobertura e controle. Leia as instruções sobre o gerenciamento adequado de deriva, bem como condições de Vento, Temperatura e Umidade e Inversão Térmica.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
CULTURA | DIAS |
Algodão, Tomate | 7 |
Berinjela, Melancia | 3 |
Café | 15 |
Citros, Feijão, Melão, Repolho, Uva | 14 |
Gérbera, Rosa | U.N.A. |
Maçã | 45 |
Pepino | 1 |
Soja | 30 |
UNA = Uso Não Alimentar
O intervalo de reentrada de pessoas é de 24 horas. Mantenha afastada da área de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas. Caso necessite entrar na área tratada antes de 24 horas ou se as partes tratadas estiverem úmida, use avental impermeável, luvas e botas de borracha e óculos protetores.
CULTURA | PRAGA ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto comercial (kg/ha ou g/100 L d´água) | Dose Ingrediente ativo (kg/ha ou g/100 L d´água) | Volume de calda (L/ha) | |
Nome comum | Nome científico | ||||
Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Alabama argilácea | 0,4-0,5 | 0,3-0,375 | ||
Ácaro-rajado | Tetranychus urticae | 0,5-0,75 | 0,375-0,5625 | ||
Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Aphis gossypii | 0,5-0,75 | 0,375-0,5625 | ||
Tripes | Frankliniella schultzei | 0,4-0,5 | 0,3-0,375 | ||
Algodão | Tripes | Caliothrips brasiliensis | 0,4-0,5 | 0,3-0,375 | 200-300 |
Lagarta-das-maçãs | Heliothis virescens | 1,0 | 0,75 | ||
Percevejo-manchador | Dysdercus ruficollis | 0,5-0,75 | 0,375-0,5625 | ||
Lagarta Militar | Spodoptera frugiperda | 0,5-0,75 | 0,375-0,5625 | ||
Curuquerê | Alabama argillacea | 0,4-0,5 | 0,3-0,375 | ||
Tripes-do-prateamento, Tripes-do-amendoim | Caliothrips brasiliensis | 0,4-0,5 | 0,3-0,375 | ||
Amendoim | Tripes-do-bronzeamento, Tripes-do-amendoim Cigarrinha verde | Enneothrips flavens Empoasca spp. | 0,4-0,5 0,4-0,5 | 0,3-0,375 0,3-0,375 | 200-300 |
Lagarta-do-pescoço-vermelho | Stegasta bosquella | 0,5-0,75 | 0,375-0,5625 | ||
Pulgão-verde | Myzus persicae | 0,4-0,6 | 0,3-04,5 | 400 a | |
Batata | Pulgão-das-solanáceas Cigarrinha-verde Traça-da-batatinha Lagarta-militar | Macrosiphum euphorbiae Empoasca kraemeri Phthorimaea operculella Spodoptera frugiperda | 0,4-0,6 0,4-0,6 0,75-1,0 1,0 | 0,3-04,5 0,3-04,5 0,5625-0,75 0,75 | 600 |
750 a 1500 | |||||
Citros | Bicho-furão Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia Cochonilha-da-raiz, Cochonilha-Parlatoria Cochonilha-pardinha | Ecdytolopha aurantiana Orthezia praelonga Parlatoria pergandii Selenaspidus articulatus | 1-1,5 | 750-1.125 | 2.000 |
Mosca Branca | Bemisia tabaci | 0,2-0,5 | 0,15-0,375 | ||
Cigarrinha-verde | Empoasca kraemeri | 0,2-0,5 | 0,15-0,375 | ||
Feijão | Vaquinha-verde-amarela Manhoso | Diabrotica speciosa Chalcodermus bimaculatus | 0,5-1,0 0,5-0,75 | 0,375-0,75 0,375-0,5625 | 200 a 300 |
Lagarta-enroladeira-das-folhas | Hedylepta indicata | 0,5-0,75 | 0,375-0,5625 | ||
Tripes-do-prateamento | Caliothrips brasiliensis | 0,5-1,0 | 0,375-0,5625 | ||
Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Anticarsia gemmatalis | 0,2-0,5 | 0,15-0,375 | ||
Broca-das-axilas, Broca-das-axilas-da-soja | Epinotia aporema | 0,75 | 0,6-0,75 | ||
Percevejo-marrom | Euschistus heros | 0,75-1,0 | 0,225-0,3 | ||
Percevejo-verde, Fede-fede | Nezara viridula | 0,5-0,75 | 0,375-0,5625 | ||
Percevejo-verde-pequeno, Percevejo-pequeno | Piezodorus guildinii | 0,8-1 | 0,6-0,75 | ||
Lagarta-falsa-medideira | Pseudoplusia includens | 1,0 | 0,75 | ||
Tamanduá-da-soja | Sternechus subsignatus | 0,75-1,0 | 0,5625-0,75 | ||
Soja | Tripes Tripes-do-feijoeiro | Caliothrips brasiliensis Caliothrips phaseoli | 0,75-1,0 0,5 | 0,5625-0,75 0,375 | 200-300 |
Tripes | Frankliniella rodeos | 0,5 | 0,375 | ||
Tripes | Frankliniella schultzei | 0,5 | 0,375 | ||
Tripes do prateamento | Caliothrips brasiliensis | 0,75-1,0 | 0,5625-0,75 | ||
Lagarta-mede-palmo | Trichoplusia ni | 0,2-0,5 | 0,15-0,375 | ||
Lagarta falsa medideira | Pseudoplusia includens | 1,0 | 0,75 | ||
Tamandua da soja | Sternechus subsignatus | 0,2-0,5 | 0,15-0,375 | ||
Lagarta falsa medideira | Rachiplusia nu | 0,2-0,5 | 0,15-0,375 | ||
Lagarta-enroladeira-das-folhas | Hedylepta indicata | 0,6-1,0 | 0,5-0,75 | ||
Pulgão-verde | Myzus persicae | 0,4-0,6 | 0,3-04,5 | ||
Pulgão-verde-escuro | Macrosiphum euphorbiae | 0,4-0,6 | 0,3-04,5 | ||
Tripes | Frankliniella schultzei | 0,4-0,6 | 0,3-04,5 | ||
Tomate | Tripes Traça-das-crucíferas | Thrips palmi Plutella maculipennis | 0,4-0,6 100 g/100 L | 0,3-04,5 0,075/100 L | 500 a |
(industrial) | Pulgão-verde | Myzus persicae | 100 g/100 L | 0,075/100 L | 1000 |
Minadora-das-folhas | Lyriomyza huidobrensis | 0,5-075 | 0,375-0,5625 | ||
Mosca-branca | Bemisia tabaci | 1,0 | 0,75 | ||
Broca-grande-do-fruto | Helicoverpa zea | 0,75-1,0 | 0,5625-0,75 | ||
Ácaro-vermelho | Tetranychus evansi | 0,75-1,0 | 0,5625-0,75 |
Recomenda-se iniciar o tratamento, quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário em intervalos de no mínimo 10 dias.
Número máximo de aplicações:
Algodão: 3; Amendoim: 2; Batata: 3; Citros: 2; Feijão: 3; Soja: 2; Tomate (industrial): 3.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Heliothis virescens | Lagarta-das-maçãs | Ver detalhes |
| Amendoim | Stegasta bosquella | Lagarta-do-pescoço-vermelho | Ver detalhes |
| Batata | Macrosiphum euphorbiae | Pulgão-das-solanáceas, Pulgão-verde-escuro | Ver detalhes |
| Citros | Selenaspidus articulatus | Cochonilha-pardinha | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
Equipamentos de aplicação:
RALLIS DOMINATOR deve ser aplicado em pulverização terrestre com pulverizador de barra tratorizado munidos de bicos adequados que produzam gotas de 250-350 s e densidade de 40 gotas/cm2.
Manter a calda de pulverização sob agitação contínua e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras com o equipamento de tal forma a se evitar sobreposição nas áreas tratadas.
Condições climáticas recomendadas: Temperatura ambiente máxima de 30ºC; umidade relativa do ar mínima de 55%, velocidade do vento: 2 a 10 km/hora. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Para o uso de sacos hidrossolúveis:
Encher o tanque com água limpa com ¼ do volume de calda recomendado
Iniciar agitação no tanque
Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao coloca-lo na água ele se dissolverá rapidamente.
Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem recomendada.
Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A agitação contínua é necessária para a boa mistura.
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Antes da aplicação, verificar e iniciar somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceder a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxaguar completamente o pulverizador e fazer circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto
Completar o pulverizador com água limpa. Circular esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circular então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvaziar o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Remover e limpar os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. Enxaguar completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes. Limpar tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tomar todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpar o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descartar os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Algodão, batata, citros, soja | 21 dias |
Amendoim, Feijão. Melão | 14 dias |
Tomate industrial | 35 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
CULTURA | PRAGA ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto comercial (kg/ha ou g/100 L d´água) | Dose Ingrediente ativo (kg/ha ou g/100 L d´água) | Volume de calda (L/ha) | |
Nome comum | Nome científico | ||||
Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Alabama argilácea | 0,4-0,5 | 0,3-0,375 | ||
Ácaro-rajado | Tetranychus urticae | 0,5-0,75 | 0,375-0,5625 | ||
Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Aphis gossypii | 0,5-0,75 | 0,375-0,5625 | ||
Tripes | Frankliniella schultzei | 0,4-0,5 | 0,3-0,375 | ||
Algodão | Tripes | Caliothrips brasiliensis | 0,4-0,5 | 0,3-0,375 | 200-300 |
Lagarta-das-maçãs | Heliothis virescens | 1,0 | 0,75 | ||
Percevejo-manchador | Dysdercus ruficollis | 0,5-0,75 | 0,375-0,5625 | ||
Lagarta Militar | Spodoptera frugiperda | 0,5-0,75 | 0,375-0,5625 | ||
Curuquerê | Alabama argillacea | 0,4-0,5 | 0,3-0,375 | ||
Tripes-do-prateamento, Tripes-do-amendoim | Caliothrips brasiliensis | 0,4-0,5 | 0,3-0,375 | ||
Amendoim | Tripes-do-bronzeamento, Tripes-do-amendoim Cigarrinha verde | Enneothrips flavens Empoasca spp. | 0,4-0,5 0,4-0,5 | 0,3-0,375 0,3-0,375 | 200-300 |
Lagarta-do-pescoço-vermelho | Stegasta bosquella | 0,5-0,75 | 0,375-0,5625 | ||
Pulgão-verde | Myzus persicae | 0,4-0,6 | 0,3-04,5 | 400 a 600 | |
Batata | Pulgão-das-solanáceas Cigarrinha-verde | Macrosiphum euphorbiae Empoasca kraemeri | 0,4-0,6 0,4-0,6 | 0,3-04,5 0,3-04,5 | 750 a |
Traça-da-batatinha Lagarta-militar | Phthorimaea operculella Spodoptera frugiperda | 0,75-1,0 1,0 | 0,5625-0,75 0,75 | 1500 | |
Bicho-furão | Ecdytolopha aurantiana | 50 g/100 L | 0,0375/100 L | ||
Citros | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia Cochonilha-da-raiz, Cochonilha-Parlatoria | Orthezia praelonga Parlatoria pergandii | 50 g/100 L 75 g/100 L | 0,0375/100 L 0,05625/100 L | 2.000 |
Cochonilha-pardinha | Selenaspidus articulatus | 75 g/100 L | 0,05625/100 L | ||
Mosca Branca | Bemisia tabaci | 0,2-0,5 | 0,15-0,375 | ||
Cigarrinha-verde | Empoasca kraemeri | 0,2-0,5 | 0,15-0,375 | ||
Feijão | Vaquinha-verde-amarela Manhoso | Diabrotica speciosa Chalcodermus bimaculatus | 0,5-1,0 0,5-0,75 | 0,375-0,75 0,375-0,5625 | 200 a 300 |
Lagarta-enroladeira-das-folhas | Hedylepta indicata | 0,5-0,75 | 0,375-0,5625 | ||
Tripes-do-prateamento | Caliothrips brasiliensis | 0,5-1,0 | 0,375-0,5625 | ||
Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Anticarsia gemmatalis | 0,2-0,5 | 0,15-0,375 | ||
Broca-das-axilas, Broca-das-axilas-da-soja | Epinotia aporema | 0,75 | 0,6-0,75 | ||
Percevejo-marrom | Euschistus heros | 0,75-1,0 | 0,225-0,3 | ||
Soja | Percevejo-verde, Fede-fede Percevejo-verde-pequeno, Percevejo-pequeno | Nezara viridula Piezodorus guildinii | 0,5-0,75 0,8-1 | 0,375-0,5625 0,6-0,75 | 200-300 |
Lagarta-falsa-medideira | Pseudoplusia includens | 1,0 | 0,75 | ||
Tamanduá-da-soja | Sternechus subsignatus | 0,75-1,0 | 0,5625-0,75 | ||
Tripes | Caliothrips brasiliensis | 0,75-1,0 | 0,5625-0,75 | ||
Tripes-do-feijoeiro | Caliothrips phaseoli | 0,5 | 0,375 | ||
Tripes | Frankliniella rodeos | 0,5 | 0,375 | ||
Tripes | Frankliniella schultzei | 0,5 | 0,375 | ||
Tripes do prateamento | Caliothrips brasiliensis | 0,75-1,0 | 0,5625-0,75 | ||
Lagarta-mede-palmo | Trichoplusia ni | 0,2-0,5 | 0,15-0,375 | ||
Lagarta falsa medideira | Pseudoplusia includens | 1,0 | 0,75 | ||
Tamandua da soja | Sternechus subsignatus | 0,2-0,5 | 0,15-0,375 | ||
Lagarta falsa medideira | Rachiplusia nu | 0,2-0,5 | 0,15-0,375 | ||
Lagarta-enroladeira-das-folhas | Hedylepta indicata | 0,6-1,0 | 0,5-0,75 | ||
Pulgão-verde | Myzus persicae | 0,4-0,6 | 0,3-04,5 | ||
Pulgão-verde-escuro | Macrosiphum euphorbiae | 0,4-0,6 | 0,3-04,5 | ||
Tripes | Frankliniella schultzei | 0,4-0,6 | 0,3-04,5 | ||
Tomate | Tripes Traça-das-crucíferas | Thrips palmi Plutella maculipennis | 0,4-0,6 100 g/100 L | 0,3-04,5 0,075/100 L | 500 a |
(industrial) | Pulgão-verde | Myzus persicae | 100 g/100 L | 0,075/100 L | 1000 |
Minadora-das-folhas | Lyriomyza huidobrensis | 0,5-075 | 0,375-0,5625 | ||
Mosca-branca | Bemisia tabaci | 1,0 | 0,75 | ||
Broca-grande-do-fruto | Helicoverpa zea | 0,75-1,0 | 0,5625-0,75 | ||
Ácaro-vermelho | Tetranychus evansi | 0,75-1,0 | 0,5625-0,75 |
Recomenda-se iniciar o tratamento, quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário em intervalos de no mínimo 10 dias.
Número máximo de aplicações:
Algodão: 3; Amendoim: 2; Batata: 3; Citros: 3; Feijão: 3; Soja: 2; Tomate (industrial): 3.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Amendoim | Stegasta bosquella | Lagarta-do-pescoço-vermelho | Ver detalhes |
| Batata | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Citros | Selenaspidus articulatus | Cochonilha-pardinha | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Soja | Trichoplusia ni | Falsa-medideira-da-couve, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Tomate | Macrosiphum euphorbiae | Pulgão-das-solanáceas, Pulgão-verde-escuro | Ver detalhes |
Equipamentos de aplicação:
RALTAF 750 SP deve ser aplicado em pulverização terrestre com pulverizador de barra tratorizado munidos de bicos adequados que produzam gotas de 250-350 s e densidade de 40 gotas/cm2.
Manter a calda de pulverização sob agitação contínua e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras com o equipamento de tal forma a se evitar sobreposição nas áreas tratadas.
Condições climáticas recomendadas: Temperatura ambiente máxima de 30ºC; umidade relativa do ar mínima de 55%, velocidade do vento: 2 a 10 km/hora. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Para o uso de sacos hidrossolúveis:
Encher o tanque com água limpa com ¼ do volume de calda recomendado
Iniciar agitação no tanque
Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao coloca-lo na água ele se dissolverá rapidamente.
Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem recomendada.
Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A agitação contínua é necessária para a boa mistura.
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Antes da aplicação, verificar e iniciar somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceder a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxaguar completamente o pulverizador e fazer circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Completar o pulverizador com água limpa. Circular esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circular então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvaziar o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Remover e limpar os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. Enxaguar completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes. Limpar tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tomar todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpar o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descartar os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Algodão, batata, citros, soja | 21 dias |
Amendoim, Feijão | 14 dias |
Tomate industrial | 35 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
BULA_SEIZER_100_EC_18072024_v00
INSTRUÇÃO DE USO
O SEIZER 100 EC é um inseticida pertencente ao grupo dos piretróides, indicado para o controle de insetos-praga nas culturas de Algodão, Amendoim, Batata, Cana-de-açúcar, Citros, Coco, Crisântemo, Feijão, Fumo, Mamão, Manga, Melão, Melancia, Milho, Rosa, Soja, Tomate, Trigo e Uva.
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Algodão | Ácaro-rajado | Tetranychus urticae | 550 a 600 mL/ha | Terrestre: 150 a 400 L/ha Aérea: máx. 40 L/ha | Máximo de 4 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. |
Bicudo | Anthonomus grandis | 500 mL/ha | |||
Curuquerê | Alabama argillacea | 200 a 300 mL/ha | |||
Lagarta-militar | Spodoptera frugiperda | 500 a 600 mL/ha | |||
Mosca-branca | Bemisia tabaci raça B | 500 a 1000 mL/ha | |||
Lagarta Helicoverpa | Helicoverpa armigera | 600 a 800 mL/ha | Máximo de 4 aplicações com intervalo de 5 dias por ciclo da cultura. | ||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. Utilizar as maiores doses em condições de alta infestação da praga. | |||||
BULA_SEIZER_100_EC_18072024_v00
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Amendoim | Ácaro- vermelho | Tetranychus ogmophallos | 500 mL/ha | Terrestre: 150 a 400 L/ha Aérea: máx. 40 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 a 10 dias por ciclo da cultura. |
Ácaro- verde | Mononychellus planki | ||||
Ácaro- rajado | Tetranychus urticae | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO Aplicar SEIZER 100 EC quando forem notados os sintomas de ataque ou forem observados ácaros vivos com uma lupa de bolso, na face inferior das folhas que atinjam o nível de controle. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento, não excedendo número máximo de aplicações. | |||||
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Batata | Larva- minadora | Lyriomyza huidobrensis | 50 a 100 mL/100L de água | Terrestre: 500 L/ha | Máximo de 5 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO Aplicar logo após o início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. Utilizar as maiores doses em condições de alta infestação da praga. | |||||
BULA_SEIZER_100_EC_18072024_v00
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Cana-de- açúcar | Cupim | Heterotermes tenuis | 1200 a 1500 mL/ha | Terrestre: 100 a 300 L/ha Aérea: máx. 40 L/ha | Máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Proconitermes triacifer | |||||
Bicudo-da- cana | Sphenophorus levis | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Utilizar as maiores doses em condições de alta infestação da praga. | |||||
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Citros | Ácaro-da- leprose | Brevipalpus phoenicis | 20 mL/100L de água | Terrestre: 2000 L/ha Aérea: máx. 40 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 15 dias por ciclo da cultura. |
Ácaro- purpúreo | Panonychus citri | ||||
Bicho-furão | Ecdytolopha aurantiana | 7,5 a 10 mL/ 100 L de água | |||
Cochonilha- de- placa | Orthezia praelonga | 20 mL / 100 L de água | |||
Cigarrinha | Oncometopia facialis | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Utilizar as maiores doses em condições de alta infestação da praga. | |||||
BULA_SEIZER_100_EC_18072024_v00
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Coco | Lagarta das palmeiras | Brassolis sophorae | 20 mL/100 L de água | Terrestre: 500 L/ha Aérea: máx. 40 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 14 dias por ciclo da cultura. |
Traça das flores e dos frutos novos | Hyalospila ptychis | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
| |||||
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Crisântemo | Ácaro- rajado | Tetranychus urticae | 8,3 mL/100L de água | Terrestre: 6000 L/ha | Reaplicar conforme reinfestação. |
Larva- minadora | Liriomyza huidobrensis | 3,5 mL/100L de água | |||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO Aplicar SEIZER 100 EC logo no início da infestação, com jatos dirigidos às folhas. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação, respeitando o manejo integrado de pragas. | |||||
BULA_SEIZER_100_EC_18072024_v00
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Feijão | Cigarrinha- verde | Empoasca kraemeri | 50 a 60 mL/ha | Terrestre: 150 a 400 L/ha Aérea: máx. 40 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 15 dias por ciclo da cultura. |
Mosca- branca | Bemisia tabaci raça B | 500 mL/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 3 dias por ciclo da cultura. | ||
Lagarta Helicoverpa | Helicoverpa armigera | 350 a 500 mL/ha | Máximo de 2 aplicações com intervalo de 5 dias por ciclo da cultura. | ||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Utilizar as maiores doses em condições de alta infestação da praga. | |||||
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | |
Nome Comu m | Nome Científico | ||||
Fumo | Broca-do- fumo | Faustinus cubae | 50 a 100 mL/ha | Terrestre: 200 a 300 L/ha | Máximo de 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Lagarta- rosca | Agrotis ipsilon | 50 mL/ha | |||
Pulga-do- fumo | Epitrix fasciata | 25 mL/ha | |||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO Aplicar SEIZER 100 EC logo no início da infestação das pragas. Utilizar as maiores doses em condições de alta infestação da praga. | |||||
BULA_SEIZER_100_EC_18072024_v00
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Mamão | Cigarrinha | Empoasca kraemeri | 40 mL/100L de água | Terrestre: 1000 L/ha | Máximo de 2 aplicações por ciclo da cultura. |
Ácaro-branco | Polyphagotarson emus latus | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO Aplicar SEIZER 100 EC logo no início da infestação buscando atingir o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar em caso de reinfestação. | |||||
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Manga | Tripes-do- cacaueiro | Selenotripes rubrocinctus | 30 mL/100L de água | Terrestre: 500 a 1000 L/ha | Máximo de 1 aplicação por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO Aplicar SEIZER 100 EC logo no início da infestação buscando atingir o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar em caso se reinfestação. | |||||
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Melão Melancia | Mosca- branca | Bemisia tabaci raça B | 100 mL/100L de água | Terrestre: 1000 L/ha | Máximo de 1 aplicação por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO Aplicar SEIZER 100 EC logo após o início da infestação até o ponto de escorrimento e procurando atingir o máximo possível a face inferior das folhas. | |||||
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Milho | Vaquinha- verde- amarela | Diabrotica speciosa | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 100 L/ha Aérea: máx. 40 L/ha | Máximo de 1 aplicação por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO Aplicar SEIZER 100 EC preventivamente em jato dirigido no sulco de plantio no momento da realização da semeadura, cobrindo o produto que foi pulverizado imediatamente com terra. O controle de larvas de Diabrotica speciosa deve ser feito por ocasião do plantio, em áreas com histórico de infestação da praga. Utilizar as maiores doses em condições de alta infestação da praga. | |||||
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Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Rosa | Ácaro-rajado | Tetranychus urticae | 30 mL/100L de água | Terrestre: 2000 L/ha | Reaplicar conforme a reinfestação. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO Aplicar SEIZER 100 EC logo após o início da infestação com jatos dirigidos às folhas. | |||||
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Soja | Lagarta-da- soja | Anticarsia gemmatalis | 30 a 50 mL/ha | Terrestre: 150 a 250 L/ha Aérea: máx. 40 L/ha | Máximo de 4 aplicações com intervalo de 15 dias por ciclo da cultura. |
Percevejo- verde | Nezara viridula | 100 a 160 mL/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 15 dias por ciclo da cultura. | ||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Utilizar as maiores doses em condições de alta infestação da praga. | |||||
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Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Tomate | Broca- pequena-do- fruto | Neoleucinodes elegantalis | 7,5 a 10 mL/ 100 L de água | Terrestre: 1000 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. |
Mosca Branca | Bemisia tabaci raça B | 10 a 15 mL/ 100 L de água | |||
Traça-do- tomateiro | Tuta absoluta | 50 mL/ha | |||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Utilizar as maiores doses em condições de alta infestação da praga. | |||||
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | |
Nome Comu m | Nome Científico | ||||
Trigo | Lagarta- do-trigo | Pseudaletia sequax | 30 a 50 mL/ha | Terrestre: 150 a 400 L/ha Aérea: máx. 40 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 15 dias por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO Aplicar SEIZER 100 EC quando for constatado os primeiros focos de infestação na área de cultivo. Utilizar as maiores doses em condições de alta infestação da praga. | |||||
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | |
Nome Comu m | Nome Científico | ||||
Uva | Ácaro- rajado | Tetranychus urticae | 50 mL/100L de água | Terrestre: 500 a 1000 L/ha | Máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO Aplicar SEIZER 100 EC quando for constatado os primeiros focos de infestação na área de cultivo, buscando atingir o ponto de escorrimento. Utilizar as maiores doses em condições de alta infestação da praga. | |||||
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| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Amendoim | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Batata | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Sphenophorus levis | Bicudo da Cana-de-açucar, Gorgulho-da-cana | Ver detalhes |
| Citros | Oncometopia facialis | Cigarrinha-da-cvc | Ver detalhes |
| Coco | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmeiras, Lagarta-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Crisântemo | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Feijão | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Fumo | Epitrix fasciata | Pulga-do-fumo, Vaquinha-do-fumo | Ver detalhes |
| Mamão | Empoasca kraemeri | Cigarrinha | Ver detalhes |
| Manga | Selenothrips rubrocinctus | Tripes-do-cacaueiro | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Milho | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Rosa | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Uva | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
A aplicação do inseticida SEIZER 100 EC poderá ser efetuada através de pulverização terrestre e aérea.
O inseticida SEIZER 100 EC pode ser aplicado com pulverizador costal, pulverizador de barras e pulverizador autopropelido. Somente aplique o produto SEIZER 100 EC com equipamentos de aplicação tecnicamente adequados ao relevo do local, corretamente regulados e calibrados, conforme a recomendação do fabricante do equipamento e do responsável técnico pela aplicação. Para escolha da ponta de pulverização deve-se considerar as características técnicas do equipamento operacional e da aplicação, como os ângulos de formação de jato em função do espaçamento entre bicos da barra de pulverização, também o formato do jato, vazão de líquido e espectro de gotas, além das características do alvo, da cobertura desejada e das recomendações técnicas da bula e do fabricante do equipamento. Observe as prescrições conforme a receita agronômica e utilize equipamentos adequados que proporcionem redução da possibilidade de deriva.
Para redução do risco de deriva recomenda-se a utilização de pontas de pulverização com indução de ar, capazes de gerar gotas finas a médias.
A altura da barra de pulverização e espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme no alvo.
Siga sempre as orientações do Engenheiro Agrônomo e/ou profissional responsável pela aplicação, que poderá conciliar o modelo de bico, o tamanho da gota adequada à tecnologia de aplicação e técnicas para redução de deriva, a altura da barra e outras características do equipamento de aplicação, parâmetros técnicos operacionais e de segurança para aplicação, a topografia do terreno, bem como, as doses e recomendações de uso prescritas na bula do produto para os respectivos alvos e culturas.
Deve ser aplicado através de aeronaves agrícolas com uso aprovado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA.
A aplicação aérea deverá seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas definidos para essa modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações, uso de DGPS (Sistema de Posicionamento Global Diferencial), definição dos parâmetros técnicos operacionais e de segurança relacionados aos equipamentos de aplicação, como a altura do voo, largura da faixa de deposição efetiva, modelo, tipo e ângulo do equipamento utilizado e número de pontas de pulverização, entre outros, e condições climáticas adequadas ao uso do produto, sempre supervisionadas pelo responsável pelas operações aeroagrícolas.
Para aplicação de SEIZER 100 EC, deve-se observar os parâmetros que proporcionam uma boa cobertura do alvo desejado e técnicas de redução de deriva, como também o ajuste do ângulo dos bicos em direção ao voo, evitando a quebra secundaria das gotas, conforme abaixo:
Parâmetros operacionais: O sistema de pulverização deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste ou vazamentos. Pontas danificadas prejudicam a uniformidade da aplicação. Atentar-se aos vórtices de ponta de asas. Para isso, adeque a barra de pulverização e a disposição dos bicos para evitar a ocorrência desse problema e ajuste do ângulo dos bicos em direção ao voo.
Altura de voo: A altura do voo depende das características da aeronave, das condições da área alvo, em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao voo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de voo situa-se entre 2 e 4 metros acima da cultura, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.
Pontas de pulverização: Recomenda-se que seja obtida através da combinação correta do tamanho de gotas e vazão por meio dos catálogos e tabelas das fabricantes, de acordo com as características operacionais de cada aplicação.
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Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura. O equipamento deverá ser regulado visando assegurar uma distribuição uniforme da calda e uma boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Taxa de aplicação: Recomenda-se que seja utilizado volume de calda para que resulte em uma cobertura adequada do alvo desejado para a obtenção de uma boa eficácia do produto.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis.
Diâmetro de gotas: Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas.
Densidade de gotas: Varia de acordo com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.
As configurações de cada aeronave e aplicação são variáveis de acordo com o modelo, condições meteorológicas, como o comportamento dinâmico do ar em volta da aeronave, que é influenciado pela velocidade do voo, assim para escolha da ponta de pulverização deve-se considerar as características técnicas do equipamento operacional, da aplicação e das recomendações técnicas da bula.
Para esta atividade, consulte sempre o Engenheiro Agrônomo e/ou o técnico agropecuário com curso de executor em aviação agrícola, os quais são os responsáveis pelas informações técnicas operacionais e de segurança referentes à aplicação do produto.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) para realizar a aplicação de SEIZER 100 EC.
Considerar os parâmetros operacionais recomendados no tópico SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO COM AERONAVE TRIPULADA.
Os equipamentos de aplicação devem estar em boas condições e serem registrados, tendo o operador licença para operação de aeronave agrícola remotamente pilotada, recomenda-se a averiguação da documentação e do equipamento antes da aplicação. É recomendado o uso de pontas hidráulicas ou discos de acordo com a recomendação do fabricante.
A aplicação aérea deverá seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas definidos para essa modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações, configurações e sinais de telemetria, inspeção do pulverizador, calibração e de segurança relacionados aos equipamentos de aplicação, como a altura do voo, largura da faixa de deposição efetiva, modelo, tipo e ângulo do equipamento utilizado, modelo e número de pontas de pulverização, entre outros, e condições climáticas adequadas ao uso do produto.
Não é permitida a aplicação aérea de agrotóxicos e afins, adjuvantes, fertilizantes, inoculantes, corretivos e sementes com ARP em áreas situadas a uma distância mínima de vinte metros de povoações, cidades, vilas, bairros, moradias isoladas, agrupamentos de animais, de mananciais de captação de água para abastecimento de população, inclusive reservas legais e áreas de preservação permanente, além de outras áreas ambientais com larguras mínimas de proteção estabelecidas em legislação específica, caso não sejam áreas alvos da aplicação, devendo ser respeitadas ainda, quando couber, as restrições de distância constantes na recomendação do produto a ser aplicado.
Em caso de dúvidas, verifique as normas no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e da Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL).
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Antes de toda pulverização, deve-se calibrar e regular o equipamento, verificando a vazão das pontas, assim determinando o volume de aplicação e a quantidade de produto a ser colocada no tanque, como também ajustar os componentes da máquina às características da cultura e produtos a serem utilizados. Em caso de não calibração e regulagem, ou má realização desse processo, pode ocorrer perdas significativas do produto e eficiência.
Colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de pulverização. Em seguida, adicionar SEIZER 100 EC nas doses recomendadas, completando o tanque com água e mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida, mantendo o sistema de agitação do tanque em funcionamento durante a aplicação.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o processo de preparo da calda.
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como:
Temperatura ambiente inferior a 30ºC;
Umidade relativa do ar superior a 55%;
Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;
Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplique o produto SEIZER 100 EC, pois pode haver risco de inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia.
Se a velocidade do vento estiver acima de 10 km/h não aplique o produto SEIZER 100 EC, devido ao potencial de deriva pelo movimento do ar.
OBS: O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de aplicação e as condições climáticas. O tamanho das gotas, as características do equipamento de aplicação, o relevo, à altura da barra, a cultura e, especialmente, as condições climáticas (temperatura, umidade relativa do ar e velocidade do vento) são aspectos relevantes que devem ser considerados para reduzir a possibilidade de deriva. O responsável pela aplicação deve considerar todos estes fatores para tomar a decisão de quando aplicar o produto.
A limpeza do pulverizador deve ser realizada logo após o término das aplicações com SEIZER 100 EC. Esta etapa é importante para que não haja resíduos remanescentes em aplicações seguintes com outros produtos, ocorrendo contaminação cruzada. Estes resíduos também podem gerar problemas de contaminação de áreas vizinhas, caso ocorra deriva de gotas pelo vento.
Para limpeza e descontaminação dos pulverizadores recomenda-se consultar os fabricantes para realização correta do processo de limpeza do tanque e sistema hidráulico.
Recomenda-se a realização do processo de tríplice lavagem do sistema, buscando na primeira lavagem retirar o máximo de resíduos, na segunda lavagem deve-se proceder com a remoção e limpeza dos filtros e a terceira lavagem recomenda-se considerar a adição de produtos específicos para limpeza de tanque, após prosseguir com o enxague seguindo a recomendação do fabricante. Recomenda-se, diariamente, após a utilização do pulverizador proceder a extração/retirada de toda a calda remanescente do produto de dentro do equipamento de aplicação
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CULTURA | DIAS |
Algodão | 15 |
Amendoim | 20 |
Batata, Citros, Coco, Mamão, Manga, Melão, Melancia, Uva | 07 |
Cana-de-açúcar | (1) |
Crisântemo | (UNA) |
Feijão | 20 |
Fumo | (UNA) |
Milho | (1) |
Rosa | (UNA) |
Soja | 30 |
Tomate | 06 |
Trigo | 14 |
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. UNA: Uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
O SUMIDAN 150 SC é um inseticida Piretroide, Suspensão Concentrada, destinado ao controle de pragas nas culturas de Algodão, Batata, Citros, Soja e Tomate, conforme instruções de uso abaixo:
Cultura | Alvo biológico Nome Comum / Nome Científico | Doses (Produto Comercial) | Volume de Calda | Número Máximo de Aplicações | |
Terrestre | Aéreo | ||||
ALGODÃO | Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 100 - 135 mL/ha | 200 a 400 L/ha | 20 a 40 L/ha | 4 |
Curuquerê (Alabama argillacea) | 45 - 65 mL/ha | ||||
Lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella) | 135 - 165 mL/ha | ||||
Bicudo (Anthonomus grandis) | 165 - 200 mL/ha | ||||
BATATA | Pulgão (Myzus persicae) | 15 mL/ 100 L d'água | 500 a 600 L/ha | 2 | |
CITROS | Cochonilha-ortezia (Orthezia praelonga) | 10 a 12,5 mL/100 L d'água | 2.000 L/ha | 2 | |
Psilídeo (Diaphorina citri) | |||||
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | |||||
SOJA | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 50 - 65 mL/ha | 200 a 400 L/ha | 2 | |
TOMATE | Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 20 mL/100 L d'água | 800 L/ha | 8 | |
Fazer aplicações de forma preventiva, ou no início da ocorrência das pragas, ou conforme o nível de infestação na cultura (ver detalhes em cada cultura). Dependendo da necessidade, repetir as aplicações respeitando-se os intervalos de segurança de cada cultura. Recomenda-se fazer as aplicações intercaladas com produtos devidamente registrados com modo de ação diferente para o controle da praga, dificultando-se o aparecimento da resistência dos insetos aos inseticidas.
2 por ciclo), observando-se um período mínimo de 7 dias entre as duas pulverizações e respeitando-se o intervalo de segurança.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
Aplicação Terrestre: Utilizar pulverizador costal manual ou motorizado, ou pulverizador tratorizado, munido de barra com bicos cônicos, espaçados de 50 cm entre si a uma pressão de 100 lb/pol2, ou outros tipos de equipamentos, obtendo-se uma cobertura uniforme de toda a parte aérea das plantas. O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (litros de calda/ha) para proporcionar a adequada densidade de gotas, sob condições climáticas adequadas. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Condições Climáticas: Recomenda-se aplicar em temperaturas inferiores a 27ºC, com umidade relativa acima de 55% e ventos com velocidade inferior a 8 km/h, visando reduzir perdas por deriva e evaporação. Na cultura de Citros, utilizar turbo-atomizador, equipado com os bicos apropriados.
Pulverização Aérea: Aeronaves equipadas com barra e bicos do tipo cônico com pontas de D6 a D12, disco (core) inferior a 45° ou atomizador rotativo Micronair. Volume de aplicação: 20 a 40 litros/ha. Altura de voo: com barra 4 a 5 m do alvo desejado. Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m. Tamanho/densidade de gotas: 100 - 120 micra com mínimo de 40 gotas/cm2. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação.
OBS: Seguir as condições de aplicação acima indicadas e consultar um Engenheiro Agrônomo.
ALGODÃO e SOJA 07 dias
TOMATE 04 dias
BATATA e CITROS 07 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO:
SUMIRODY é um inseticida e acaricida de contato e ingestão para o controle de pragas em diversas culturas, à base do ingrediente ativo fenpropatrina, conforme recomendações abaixo:
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
Algodão | Curuquerê (Alabama argillacea) | 100 - 150 mL/ha (30 - 45 g i.a./ha) | Terrestre: 100 - 200 | 2 | 5 |
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 300 - 400 mL/ha (90 - 120 g i.a./ha) | ||||
Tripes (Frankliniella schultzei) | 100 - 200 mL/ha (30 - 60 g i.a./ha) | ||||
Bicudo (Anthonomus grandis) | 350 - 400 mL/ha (105 - 120 g i.a./ha) | ||||
Lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella) | 300 - 400 mL/ha (90 - 120 g i.a./ha) | ||||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 350 mL/ha (105 g i.a./ha) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Curuquerê (Alabama argillacea): Fazer a contagem do número de lagartas pequenas e grandes e estimar a porcentagem de desfolha. Iniciar o controle quando o nível de ataque atingir 2 lagartas/planta ou quando observar 25% de desfolha. Aplicar SUMIRODY na dose de 100 a 150 mL (30 - 45 g i.a.) por hectare, gastando-se de 100 a 200 litros de volume de calda/ha. Ácaro-rajado (Tetranychus urticae): Fazer o monitoramento da praga e iniciar o controle quando atingir o nível de 10% das folhas com sintoma de ataque por ácaros. Aplicar SUMIRODY na dose de 300 a 400 mL (90 - 120 g i.a.) por hectare. Deve-se direcionar o jato, principalmente na página dorsal das folhas, local onde ficam os ácaros, gastando-se de 100 a 200 litros de volume de calda/ha. Tripes (Frankliniella schultzei): O tripes deve ser combatido quando encontrar 6 indivíduos por planta atacada. Aplicar SUMIRODY na dose de 100 a 200 mL (30 - 60 g i.a.) por hectare, gastando-se de 100 a 200 litros de volume de calda/ha. Bicudo (Anthonomus grandis): Iniciar o tratamento quando atingir o nível de 10% de plantas atacadas e um adulto por armadilha. Repetir as aplicações sempre que atingir 2 a 5% de ataque nos botões florais. Aplicar SUMIRODY nas doses de 350 a 400 mL (105 - 120 g i.a.) por hectare, dando boa cobertura em toda a parte aérea das plantas, gastando-se de 100 a 200 litros de volume de calda/ha. Lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella): Coletar 50 maçãs rijas da parte mais alta das plantas durante o caminhamento para monitoramento. Iniciar o controle quando encontrar 5% de maçãs com sintomas de ataque. Em caso de utilização de armadilhas com feromônio, deve-se iniciar o controle quando forem capturados 10 adultos/armadilha. Aplicar SUMIRODY na dose de 300 a 400 mL (90 - 120 g i.a.) por hectare, gastando de 100 a 200 litros de calda por hectare. Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens): Fazer monitoramento e iniciar o controle quando constatar de 10% a 15% de plantas infestadas por lagartas pequenas. Aplicar SUMIRODY na dose de 350 mL (105 g i.a.) por hectare, devendo-se gastar de 100 a 200 litros de calda/ha. | |||||
Café | Ácaro-vermelho (Oligonychus ilicis) | 200 mL/ha (60 g i.a./ha) | Terrestre: 400 - 500 | 2 | 14 |
Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | 400 mL/ha (120 g i.a./ha) | ||||
Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) | 250 - 400 mL/ha (75 - 120 g i.a./ha) | ||||
Cochonilha-Orthezia (Orthezia praelonga) | 200 mL/ha (60 g i.a./ha) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro-vermelho (Oligonychus ilicis): Período de seca com estiagem prolongada são condições propícias ao desenvolvimento do ácaro vermelho, podendo o ataque ocorrer em reboleiras e, em casos graves, expandir para toda a lavoura. Aplicar SUMIRODY em reboleiras ou em toda a lavoura. | |||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis): Fazer o controle do ácaro logo após a colheita e no início da formação dos chumbinhos, nos talhões da lavoura onde os sintomas em folhas e frutos foram observados no ano anterior. Considerando que o maior número de ovos e ácaros são encontrados no terço inferior das plantas, tanto nas folhas, ramos e frutos, o equipamento a ser utilizado deve proporcionar um depósito maior dos produtos nas partes interiores do terço inferior das plantas. Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella): O controle deve ser iniciado quando a infestação atingir o nível de controle (3% a 5%), pulverizando-se as partes mais atacadas da lavoura. Como o ataque não se distribui uniformemente, recomenda-se o controle apenas para os talhões em que a infestação da praga já tenha atingido 3 a 5%. Cochonilha-Orthezia (Orthezia praelonga): Recomenda-se fazer inspeções periódicas nos cafezais para que o foco inicial possa ser rapidamente detectado e combatido. | |||||
Cebola | Tripes (Thrips tabaci) | 150 mL/ha (45 g i.a./ha) | Terrestre: 1000 | 1 | --- |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: O controle deve ser iniciado no estádio vegetativo, quando forem amostrados 15 tripes/planta e, após esta fase, quando forem amostrados 30 tripes/planta. Aplicar o produto utilizando bico tipo leque com jatos dirigidos para as bainhas das folhas, locais onde os tripes preferem colonizar. | |||||
Citros | Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) Cochonilha-Orthezia (Orthezia praelonga) Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 50 mL/100 L de água (15 g i.a./100 de água) | Terrestre: 5 a 10 L/planta, dependendo do porte das plantas | 1 | --- |
Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 40 mL+7,0 L de melaço/100 L de água (12 g i.a./100 L de água) | ||||
Pulgão-preto (Toxoptera citricida) | 20 mL/100 L de água (6 g i.a./100 L de água) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis): Fazer o monitoramento periodicamente do pomar a cada 7 ou 15 dias, em pelo menos 1% das plantas de cada talhão. Iniciar o controle quando 5% a 10% dos frutos ou ramos examinados apresentarem um ou mais ácaros. Deve-se evitar o uso de um mesmo princípio ativo e classe química nas pulverizações no período de um ano, para que não haja seleção de ácaros resistentes ao acaricida empregado. Aplicar SUMIRODY de tal modo que a pulverização seja feita para obter uma boa cobertura em toda a planta. Cochonilha-Orthezia (Orthezia praelonga): Recomenda-se fazer inspeções periódicas nos pomares cítricos para que o foco inicial possa ser rapidamente detectado e combatido. A ortézia, como outras espécies de cochonilhas, tem uma característica que dificulta o seu controle, porque possui o ovissaco, câmara onde os ovos são depositados, que não é atingido pelos inseticidas e nem atacado pelo seu inimigo natural, preservando os ovos. Aplicar SUMIRODY devendo-se cobrir toda a parte aérea da planta, inclusive os troncos e os ramos. Para um controle eficiente da ortézia, adotar medidas complementares à utilização de inseticidas, tais como: encontrar todos os focos de ortézia no talhão ou propriedade; controlar as plantas invasoras nos focos de ocorrência da praga num raio de pelo menos 20 m de distância. Reaplicar após 20 dias para eliminar as reinfestações, e caso a incidência seja muito grande, fazer uma terceira aplicação. Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana): Fazer o monitoramento com armadilhas de feromônio e realizar a aplicação do SUMIRODY quando forem capturados 6 adultos/armadilha/semana e com 10% de plantas com frutos atacados no talhão. Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata): Deve-se fazer monitoramento do pomar com armadilhas contendo atrativo, colocando- os do lado que nasce o sol na proporção de uma armadilha a cada 5 ha. Aplicar SUMIRODY quando se observar captura média de 14 moscas/armadilha/semana, sendo feitas 2 avaliações semanais. Pulgão-preto (Toxoptera citricida): O controle químico deve ser usado em casos extremos, quando o ataque é intenso e generalizado e quando o número de inimigos naturais é reduzido. A pulverização deve ser efetuada quando os adultos estão presentes nas brotações. | |||||
Crisântemo | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 30 mL/100 L de água (9 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 500 - 700 | 1 | --- |
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar SUMIRODY no início da infestação ao aparecimento das primeiras formas móveis. | |||||
Feijão | Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 100 - 200 mL/ha (30 - 60 g i.a./ha) | Terrestre: 100 - 300 | 2 | 7 |
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 200 - 300 mL/ha (60 - 90 g i.a./ha) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri): Aplicar SUMIRODY quando o nível de ataque atingir 40 ninfas por batida de pano ou em 2m de linha. Mosca-branca (Bemisia tabaci): Devido à importância da mosca-branca como transmissora do vírus-do-mosaico dourado do feijoeiro (VMDF), o seu manejo deve ser realizado de acordo com a época de plantio. Em áreas com histórico de alta incidência do mosaico-dourado e no plantio do feijão da “seca” (janeiro a abril), desde que a mosca-branca esteja presente na área amostrada, seu controle deve ser feito do plantio até o estágio de florescimento em pulverizações semanais. Após o florescimento do feijoeiro, não há necessidade de se fazer o controle da mosca-branca, pois os danos causados pelo VMDF são pouco significativos, não justificando o controle do vetor. No plantio das “águas” (agosto a dezembro) e de “inverno” (maio a agosto), a incidência da mosca branca e do VMDF é menos intensa. Ácaro-rajado (Tetranychus urticae): Aplicar SUMIRODY quando o a infestação atingir o nível de controle, ou seja, quando encontrar seis plantas com sintoma de ataque ou presença dos ácaros em 2 m de linha. | |||||
Maçã | Ácaro-vermelho-europeu (Panonychus ulmi) | 50 mL/100 L de água (15 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 2 a 5 L/planta | 1 | --- |
Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 40 mL/100 L de água (12 g i.a./100 L de água) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro-vermelho (Panonychus ulmi): Fazer monitoramento periódico do pomar, através da amostragem sequencial no mínimo em 10 plantas por talhão de 5 ha, retirando-se 5 folhas por planta e anotando-se o número de folhas com presença do ácaro. Aplicar do SUMIRODY quando 50% das folhas acusarem a presença da praga no início da temporada, e no período que antecede a colheita, quando mais de 70% das folhas apresentarem ácaros. Aplicar de 2 a 5 litros de calda por planta, dependendo da idade das plantas, espaçamento de plantio, variedade, observando sempre o ponto de escorrimento. Mariposa-oriental (Grapholita molesta): Deve-se fazer monitoramento do pomar com armadilhas Delta utilizando como atrativo o feromônio sexual sintético, colocando-se uma armadilha para 5 ha. Aplicar SUMIRODY quando se observar captura média de 30 machos/armadilha/semana. Aplicar volume de calda variando de 2 a 5 litros de calda por planta, dependendo da idade das plantas, espaçamento de plantio, variedade, observando sempre o ponto de escorrimento. | |||||
Mamão | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 50 mL/100 L de água (15 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 600 - 1000 | 2 | 14 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar SUMIRODY logo no início do aparecimento das formas móveis, repetindo em caso de necessidade. Deve-se utilizar de 600 a 1000 litros de calda/ha. Não realizar mais do que 2 aplicações consecutivas. Não fazer mais de 2 aplicações por ano e se possível alternar com inseticidas de outro grupo químico, para evitar resistências. | |||||
Melancia | Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis, Liriomyza sativae e Liriomyza trifolii) Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis; Diaphania hyalinata) | 200 - 300 mL/ha (60 - 90 g i.a./ha) | Terrestre: 200 | 3 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis e Diaphania hyalinata): Deve-se fazer a amostragem em 20 pontos em ziguezague, em uma área de até 2,5 hectares da área de plantio. Cada ponto corresponde a uma planta. O controle deve ser iniciado quando forem encontradas, em média, 3 (três) lagartas por planta. Aplicar SUMIRODY na dose de 200 a 300 mL/ha dependendo do crescimento das plantas e intensidade de infestação da praga. Para evitar aparecimento de resistência, | |||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
recomenda-se alternar inseticidas de grupo químico diferentes, com intervalo de 7 dias. Fazer, no máximo, 3 aplicações com SUMIRODY durante o ciclo da cultura. Utilizar um volume de calda/ha de 200 L e a aplicação deve ser feita preferencialmente fora do horário de visitação das abelhas polinizadoras. Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis, Liriomyza sativae e Liriomyza trifolii): Fazer a amostragem da infestação em folhas mais desenvolvidas do ramo em 20 pontos, em uma área de 2,5 hectares de plantio. Iniciar a aplicação do SUMIRODY na dose de 200 a 300 mL/ha, quando forem encontradas, em média, 5 (cinco) larvas vivas nos 20 pontos amostrados. Para evitar aparecimento de resistência, recomenda-se alternar inseticidas de grupo químico diferentes, com intervalo de 7 dias. Fazer, no máximo, 3 aplicações com SUMIRODY durante o ciclo da cultura. Utilizar um volume de calda de 200 L/ha e a aplicação deve ser feita preferencialmente fora do horário de visitação das abelhas polinizadoras. Como medida de controle complementar, recomenda-se a destruição dos restos culturais; não implantar do cultivo de melancia próximo de espécies hospedeiras da mosca-minadora, tais como feijão, ervilha, fava, batatinha, tomateiro, berinjela, pimentão, entre outras. | |||||
Melão | Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis, Liriomyza sativae e Liriomyza trifolii) Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis; Diaphania hyalinata) | 200 - 300 mL/ha (60 - 90 g i.a./ha) | Terrestre: 200 | 3 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis e Diaphania hyalinata): Deve-se fazer a amostragem em 20 pontos em ziguezague, em uma área de até 2,5 hectares da área de plantio. Cada ponto corresponde a uma planta. O controle deve ser iniciado quando forem encontradas, em média, 3 (três) lagartas por planta. Aplicar SUMIRODY na dose de 200 a 300 mL/ha dependendo do crescimento das plantas e intensidade de infestação da praga. Para evitar aparecimento de resistência, recomenda-se alternar inseticidas de grupo químico diferentes, com intervalo de 7 dias. Fazer, no máximo, 3 aplicações com SUMIRODY durante o ciclo da cultura. Utilizar um volume de calda/ha de 200 L e a aplicação deve ser feita preferencialmente fora do horário de visitação das abelhas polinizadoras. Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis, Liriomyza sativae e Liriomyza trifolii): Fazer a amostragem da infestação em folhas mais desenvolvidas do ramo em 20 pontos, em uma área de 2,5 hectares de plantio. Iniciar a aplicação do SUMIRODY na dose de 200 a 300 mL/ha, quando forem encontradas, em média, 5 (cinco) larvas vivas nos 20 pontos amostrados. Para evitar aparecimento de resistência, recomenda-se alternar inseticidas de grupo químico diferentes, com intervalo de 7 dias. Fazer, no máximo, 3 aplicações com SUMIRODY durante o ciclo da cultura. Utilizar um volume de calda de 200 L/ha e a aplicação deve ser feita preferencialmente fora do horário de visitação das abelhas polinizadoras. Como medida de controle complementar, recomenda-se a destruição dos restos culturais; não implantar do cultivo de melão próximo de espécies hospedeiras da mosca-minadora, tais como feijão, ervilha, fava, batatinha, tomateiro, berinjela, pimentão, entre outras. | |||||
Milho | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 70 - 100 mL/ha (21 - 30 g i.a./ha) | Terrestre: 80 (plantas jovens) a 300 L/ha | 1 | --- |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Deve-se fazer monitoramento da cultura e aplicar o SUMIRODY quando atingir o nível de dano econômico da praga, ou seja, quando o ataque atingir 20% de plantas com o sintoma de "folhas raspadas", onde as lagartas deverão estar com 7 a 8 mm de comprimento. Independente do estádio de crescimento da planta, a pulverização deve ser feita com jato dirigido para o cartucho do milho devendo-se utilizar bico leque, preferencialmente com ângulo de 80 graus. O volume de água a ser utilizado pode variar de 80 litros (plantas mais jovens) a 300 litros/ha. | |||||
Morango | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 65 mL/100 L de água (19,5 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 1500 | 1 | --- |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar SUMIRODY assim que forem notados os primeiros sintomas de seu ataque, ou for constatada a presença de ácaros vivos nas plantas, devendo-se gastar volume de calda em torno de 1.500 litros/ha para dar boa cobertura em toda a parte aérea das plantas. Quando a infestação ocorrer no período de frutificação, observar a carência do produto. Procurar realizar o controle de forma localizada, nos focos de infestação, tratando toda a lavoura somente se necessário. Procurar rotacionar os acaricidas com diferentes modos de ação. | |||||
Repolho | Curuquerê-da-couve | 15 - 30 mL/100 L de água | Terrestre: | 2 | 10 |
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
(Ascia monuste orseis) | (4,5 - 9,0 g i.a./100 L de água) | 500 | |||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: O curuquerê-da-couve é uma praga altamente prejudicial à cultura do repolho. As lagartas, logo após a eclosão iniciam o ataque às folhas, devorando durante a fase larval, quase toda a folhagem, destruindo as plantações. Aplicar SUMIRODY no início da infestação. | |||||
Rosa | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 25 mL/100 L de água (7,5 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 600 - 800 | 1 | --- |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar SUMIRODY logo no início do aparecimento das primeiras formas móveis, devendo-se utilizar em torno de 600 a 800 litros de volume de calda por hectare para que a calda inseticida atinja toda a parte aérea das plantas. O número de pulverizações dependerá da intensidade e condições favoráveis ao ataque da praga. | |||||
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 150 mL/ha (45 g i.a./ha) | Terrestre: 200 | 1 | --- |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: O controle da lagarta-da-soja deve ser feito com base nos princípios do “Manejo de Pragas” que consistem em tomadas de decisão de controle com base no nível de ataque, no número, tamanho dos insetos-pragas e no estádio de desenvolvimento da soja, informações essas obtidas através de inspeções regulares na lavoura. Aplicar SUMIRODY quando forem encontradas, em média, 40 lagartas grandes (> 1,5 cm) por pano-de-batida, ou se a desfolha atingir 30% antes da fase do florescimento, ou 15%, tão logo apareça as primeiras vagens. | |||||
Tomate | Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 150 mL/ha (45 g i.a./ha) | Terrestre: 600 - 1000 | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta): Fazer monitoramento da praga durante todo o ciclo da cultura, devendo-se observar principalmente a presença de larva da traça nas folhas apicais e nos ponteiros. Iniciar o controle, quando encontrar 20% dos ponteiros ou folhas atacados e/ou quando houver, em média, 0,67 minas com larvas vivas por folha. A amostragem nos frutos deve ser feita observando-se de 50 a 100 frutos por ponto de amostragem, e o nível de controle é a presença de 5% de frutos danificados pela traça. Fazer aplicações semanais do SUMIRODY na dose de 150 mL (45 g i.a) do produto comercial diluído em 100 litros de água gastando-se o volume de calda de 600 a 1000 L/ha, dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas. Deve-se aplicar de forma que a calda atinja toda a parte aérea do tomateiro em um programa de alternância de inseticidas de outros grupos químicos para evitar resistências. Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis): Fazer monitoramento da broca-pequena-do-tomateiro, iniciando a partir do florescimento da cultura, inspecionando-se as pencas com frutos de até 2 cm de diâmetro, para detecção de ovos. Observar principalmente a superfície mediano-inferior dos frutos e realizar pulverizações quando o nível atingir 5% de frutos com sinais de ataque. Aplicar o SUMIRODY na dose de 150 mL (45 g i.a) do produto comercial por hectare, gastando-se o volume de calda de 600 a 1000 L/ha, dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas. | |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Café | Oligonychus ilicis | Ácaro-vermelho, Aranha-vermelha-do-cafeeiro | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Citros | Toxoptera citricida | Pulgão-preto, Pulgão-preto-dos-citrus | Ver detalhes |
| Crisântemo | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Maçã | Panonychus ulmi | Ácaro-da-macieira, Ácaro-vermelho-europeu | Ver detalhes |
| Mamão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Melancia | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Melão | Diaphania hyalinata | Broca-das-cucurbitáceas, Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Morango | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Repolho | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Rosa | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | Ver detalhes |
suficiente para dar cobertura uniforme em toda a parte aérea das plantas até o ponto de escorrimento da calda.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do mesmo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Utilizar água de boa qualidade, livre de material em suspensão, a presença destes pode reduzir a eficácia do produto. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto SUMIRODY de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.
Antes de qualquer aplicação, verifique se o equipamento está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador. Antes de aplicar SUMIRODY, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado.
Aplicação Terrestre
Equipamentos Costais (manuais ou motorizados): Utilizar pulverizador costal em boas condições de operação, sem vazamentos, devidamente regulado, calibrado e dotados com ponta de pulverização que produzam jatos plano, jato plano duplo ou jato cônico, visando produção de gotas finas a médias possibilitando uma cobertura uniforme em toda a área tratada. Recomenda-se o uso de válvulas reguladoras de pressão e vazão a fim de manter esses parâmetros constantes, proporcionando uniformidade na faixa de aplicação, tamanho de gotas e quantidade de produto em toda área pulverizada, além de evitar o gotejamento durante a operação.
Equipamento estacionário manual (pistola): Utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica, calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a pistola de evitando a concentração de calda em um único ponto gerando, assim, escorrimento e desperdício da calda.
Turbo-atomizadores (turbopulverizador): Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio com espaçamento entre as pontas em conformidade com o determinado pelo fabricante. As pontas podem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, é recomendado que as pontas superiores e inferiores do equipamento sejam desligadas para que a pulverização não ocorra fora do alvo (no solo ou acima do topo da cultura), além do emprego de pontas com perfil de gotas
variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta. Para CITROS as aplicações tratorizadas deverão ser realizadas, obrigatoriamente por meio de máquina com cabine fechada.
Pulverizadores de barra ou autopropelidos: Para essa modalidade de aplicação deve-se utilizar pulverizador de barra tratorizado, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
Dentre os fatores meteorológicos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo-higrômetro.
O sistema de agitação da calda, quando aplicável e disponível, deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda (seções de barra) do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. Recomenda-se o uso de anemômetro para medir a velocidade do vento no local da aplicação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível dentro da faixa de espectro recomendada, para dar uma boa cobertura e controle. Leia as instruções sobre o gerenciamento adequado de deriva, bem como condições de Vento, Temperatura e Umidade e Inversão Térmica.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado, incluindo as mangueiras, filtros e bicos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização permaneça no pulverizador. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Algodão, Café e Feijão | 14 dias |
Mamão, Morango, Repolho e Tomate | 3 dias |
Cebola e Milho | 7 dias |
Crisântemo e Rosa | UNA – Uso não alimentar |
Citros, Maçã, Melancia e Melão | 28 dias |
Soja | 30 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPIs recomendados para o uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO:
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
ALGODÃO | Curuquerê (Alabama argillacea) | 100 - 150 mL/ha (30 - 45 g i.a./ha) | Terrestre: 100 - 200 | 2 | 5 |
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 300 - 400 mL/ha (90 - 120 g i.a./ha) | ||||
Tripes (Frankliniella schultzei) | 100 - 200 mL/ha (30 - 60 g i.a./ha) | ||||
Bicudo (Anthonomus grandis) | 350 - 400 mL/ha (105 - 120 g i.a./ha) | ||||
Lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella) | 300 - 400 mL/ha (90 - 120 g i.a./ha) | ||||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 350 mL/ha (105 g i.a./ha) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Curuquerê (Alabama argillacea): Fazer a contagem do número de lagartas pequenas e grandes e estimar a porcentagem de desfolha. Iniciar o controle quando o nível de ataque atingir 2 lagartas/planta ou quando observar 25% de desfolha. Ácaro-rajado (Tetranychus urticae): Fazer o monitoramento da praga e iniciar o controle quando atingir o nível de 10% das folhas com sintoma de ataque por ácaros. Deve-se direcionar o jato, principalmente na página dorsal das folhas, local onde ficam os ácaros. Tripes (Frankliniella schultzei): O tripes deve ser controlado quando encontrar 6 indivíduos por planta atacada. Bicudo (Anthonomus grandis): Iniciar o controle quando atingir o nível de 10% de plantas atacadas e um adulto por armadilha. Repetir as aplicações sempre que atingir 2 a 5% de ataque nos botões florais. Aplicar SUMIRODY 300 dando boa cobertura em toda a parte aérea das plantas. Lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella): Coletar 50 maçãs rijas da parte mais alta das plantas durante o caminhamento para monitoramento. Iniciar o controle quando encontrar 5% de maçãs com sintomas de ataque. Em caso de utilização de armadilhas com feromônio, deve-se iniciar o controle quando forem capturados 10 adultos/armadilha. Lagarta-da-maçã (Heliothis virescens): Fazer monitoramento e iniciar o controle quando constatar de 10% a 15% de plantas infestadas por lagartas pequenas. | |||||
AMENDOIM | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 200 - 300 mL/ha (60 - 90 g i.a./ha) | Terrestre: 100 - 300 | 2 | 7 |
Ácaro vermelho (Tetranychus ogmophallos) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) e Ácaro vermelho (Tetranychus ogmophallos): Aplicar SUMIRODY 300 logo no início da infestação, no aparecimento das formas móveis. | |||||
BERINJELA | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 150 mL/ha (45 g i.a./ha) | Terrestre: 600 - 1000 | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: A lagarta-militar é uma praga que mesmo em baixas populações pode causar grandes danos. Os ovos são colocados principalmente nas folhas e começam a eclodir já no terceiro dia. As lagartas, logo após a eclosão iniciam o ataque às folhas, caules, ramos e frutos. Realizar as aplicações assim que forem observadas lagartas menores que 1cm. Aplicar SUMIRODY 300 de forma a cobrir toda o dossel das plantas. | |||||
CAFÉ | Ácaro-vermelho (Oligonychus ilicis) | 200 mL/ha (60 g i.a./ha) | Terrestre: 400 - 500 | 2 | 14 |
Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | 400 mL/ha (120 g i.a./ha) | ||||
Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) | 250 - 400 mL/ha (75 - 120 g i.a./ha) | ||||
Cochonilha-Orthezia (Orthezia praelonga) | 200 mL/ha (60 g i.a./ha) | ||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro-vermelho (Oligonychus ilicis): Período de seca com estiagem prolongada são condições propícias ao desenvolvimento do ácaro vermelho, podendo o ataque ocorrer em reboleiras e, em casos graves, expandir para toda a lavoura. Aplicar SUMIRODY 300 em reboleiras ou em toda a lavoura. Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis): Fazer o controle do ácaro logo após a colheita e no início da formação dos chumbinhos, nos talhões da lavoura onde os sintomas em folhas e frutos foram observados no ano anterior. Considerando que o maior número de ovos e ácaros são encontrados no terço inferior das plantas, tanto nas folhas, ramos e frutos, o equipamento a ser utilizado deve proporcionar um depósito maior dos produtos nas partes interiores do terço inferior das plantas. Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella): O controle deve ser iniciado quando a infestação atingir o nível de controle (3% a 5%), pulverizando-se as partes mais atacadas da lavoura. Como o ataque não se distribui uniformemente, recomenda-se o controle apenas para os talhões em que a infestação da praga já tenha atingido 3 a 5%. Cochonilha-Orthezia (Orthezia praelonga): Recomenda-se fazer inspeções periódicas nos cafezais para que o foco inicial possa ser rapidamente detectado e combatido. | |||||
CEBOLA | Tripes (Thrips tabaci) | 150 mL/ha (45 g i.a./ha) | Terrestre: 1000 | 1 | --- |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: O controle deve ser iniciado no estádio vegetativo, quando forem amostrados 15 tripes/planta e, após esta fase, quando forem amostrados 30 tripes/planta. Aplicar o produto utilizando bico tipo leque com jatos dirigidos para as bainhas das folhas, locais onde os tripes preferem colonizar. | |||||
CITROS (Laranja) | Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | 50 mL/100 L de água (15 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 5 a 10 L/planta, dependendo do tamanho das árvores | 1 | --- |
Cochonilha-Orthezia (Orthezia praelonga) | |||||
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | |||||
Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 40 mL+7,0 L de melaço/100 L de água (12 g i.a./100 L de água) | ||||
Pulgão-preto (Toxoptera citricida) | 20 mL/100 L de água (6 g i.a./100 L de água) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis): Fazer o monitoramento periodicamente do pomar a cada 7 ou 15 dias, em pelo menos 1% das plantas de cada talhão. Iniciar o controle quando 5% a 10% dos frutos ou ramos examinados apresentarem um ou mais ácaros. Deve-se evitar o uso de um mesmo princípio ativo e classe química nas pulverizações no período de um ano, para que não haja seleção de ácaros resistentes ao acaricida empregado. Aplicar SUMIRODY 300 de tal modo que a pulverização seja feita para obter uma boa cobertura em toda a planta. Cochonilha-Orthezia (Orthezia praelonga): Recomenda-se fazer inspeções periódicas nos pomares cítricos para que o foco inicial possa ser rapidamente detectado e combatido. A ortézia, como outras espécies de cochonilhas, tem uma característica que dificulta o seu controle, porque possui o ovissaco, câmara onde os ovos são depositados, que não é atingido pelos inseticidas e nem atacado pelo seu inimigo natural, preservando os ovos. Aplicar SUMIRODY 300 devendo-se cobrir toda a parte aérea da planta, inclusive os troncos e os ramos. Para um controle eficiente da ortézia, adotar medidas complementares à utilização de inseticidas, tais como: encontrar todos os focos de ortézia no talhão ou propriedade; controlar as plantas invasoras nos focos de ocorrência da praga num raio de pelo menos 20 m de distância. Reaplicar após 20 dias para eliminar as reinfestações, e caso a incidência seja muito grande, fazer uma terceira aplicação. Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana): Fazer o monitoramento com armadilhas de feromônio e realizar a aplicação do SUMIRODY 300 quando forem capturados 6 adultos/armadilha/semana e com 10% de plantas com frutos atacados no talhão. Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata): Deve-se fazer monitoramento do pomar com armadilhas contendo atrativo, colocando-os do lado que nasce o sol na proporção de uma armadilha a cada 5 ha. Aplicar SUMIRODY 300 quando se observar captura média de 14 moscas/armadilha/semana, sendo feitas 2 avaliações semanais. | |||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
Pulgão-preto (Toxoptera citricida): O controle químico deve ser usado em casos extremos, quando o ataque é intenso e generalizado e quando o número de inimigos naturais é reduzido. A pulverização deve ser efetuada quando os adultos estão presentes nas brotações. | |||||
CRISÂNTEMO | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 30 mL/100 L de água (9 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 500 - 700 | 1 | --- |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar SUMIRODY 300 no início da infestação ao aparecimento das primeiras formas móveis. | |||||
FEIJÃO | Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | 100 - 200 mL/ha (30 - 60 g i.a./ha) | Terrestre: 100 - 300 | 2 | 7 |
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | |||||
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 200 - 300 mL/ha (60 - 90 g i.a./ha) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri): Aplicar SUMIRODY 300 quando o nível de ataque atingir 40 ninfas por batida de pano ou em 2m de linha. Mosca-branca (Bemisia tabaci): Devido à importância da mosca-branca como transmissora do vírus-do-mosaico dourado do feijoeiro (VMDF), o seu manejo deve ser realizado de acordo com a época de plantio. Em áreas com histórico de alta incidência do mosaico- dourado e no plantio do feijão da “seca” (janeiro a abril), desde que a mosca-branca esteja presente na área amostrada, seu controle deve ser feito do plantio atéo estágio de florescimento em pulverizações semanais. Após o florescimento do feijoeiro, não hánecessidade de se fazer o controle da mosca-branca, pois os danos causados pelo VMDF são pouco significativos, não justificando o controle do vetor. No plantio das “águas” (agosto a dezembro) e de “inverno” (maio a agosto), a incidência da mosca branca e do VMDF é menos intensa. Ácaro-rajado (Tetranychus urticae): Aplicar SUMIRODY 300 quando o a infestação atingir o nível de controle, ou seja, quando encontrar seis plantas com sintoma de ataque ou presença dos ácaros em 2 m de linha. | |||||
JILÓ | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 150 mL/ha (45 g i.a./ha) | Terrestre: 600 - 1000 | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: A lagarta-militar é uma praga que mesmo em baixas populações pode causar grandes danos. Os ovos são colocados principalmente nas folhas e começam a eclodir já no terceiro dia. As lagartas, logo após a eclosão iniciam o ataque às folhas, caules, ramos e frutos. Realizar as aplicações assim que forem observadas lagartas menores que 1cm. Aplicar SUMIRODY 300 de forma a cobrir toda o dossel das plantas. | |||||
MAÇÃ | Ácaro-vermelho-europeu (Panonychus ulmi) | 50 mL/100 L de água (15 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 2 a 5 L/planta, | 1 | --- |
Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 40 mL/100 L de água (12 g i.a./100 L de água) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Ácaro-vermelho-europeu (Panonychus ulmi): Fazer monitoramento periódico do pomar, através da amostragem sequencial no mínimo em 10 plantas por talhão de 5 ha, retirando-se 5 folhas por planta e anotando-se o número de folhas com presença do ácaro. Aplicar do SUMIRODY 300 quando 50% das folhas acusarem a presença da praga no início da temporada, e no período que antecede a colheita, quando mais de 70% das folhas apresentarem ácaros. Aplicar de 2 a 5 litros de calda por planta, dependendo da idade das plantas, espaçamento de plantio, variedade, observando sempre o ponto de escorrimento. Mariposa-oriental (Grapholita molesta): Deve-se fazer monitoramento do pomar com armadilhas Delta utilizando como atrativo o feromônio sexual sintético, colocando-se uma armadilha para 5 ha. Aplicar SUMIRODY 300 quando se observar captura média de 30 machos/armadilha/semana. Aplicar volume de calda variando de 2 a 5 litros de calda por planta, dependendo da idade das plantas, espaçamento de plantio, variedade, observando sempre o ponto de escorrimento. | |||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
MAMÃO | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 50 mL/100 L de água (15 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 600 - 1000 | 2 | 14 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar SUMIRODY 300 logo no início do aparecimento das formas móveis, repetindo em caso de necessidade. Deve-se utilizar de 600 a 1000 litros de calda/ha. Não realizar mais do que 2 aplicações consecutivas. Não fazer mais de 2 aplicações por ano e se possível alternar com inseticidas de outro grupo químico, para evitar resistências. | |||||
MELANCIA | Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis, Liriomyza sativae e Liriomyza trifolii) | 200 - 300 mL/ha (60 - 90 g i.a./ha) | Terrestre: 200 | 3 | 7 |
Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis; Diaphania hyalinata) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis e Diaphania hyalinata): Deve-se fazer a amostragem em 20 pontos em ziguezague, em uma área de até 2,5 hectares da área de plantio. Cada ponto corresponde a uma planta. O controle deve ser iniciado quando forem encontradas, em média, 3 (três) lagartas por planta. Aplicar SUMIRODY 300 na dose de 200 a 300 mL/ha dependendo do crescimento das plantas e intensidade de infestação da praga. Para evitar aparecimento de resistência, recomenda-se alternar inseticidas de grupo químico diferentes, com intervalo de 7 dias. Fazer, no máximo, 3 aplicações com SUMIRODY 300 durante o ciclo da cultura. Utilizar um volume de calda/ha de 200 L e a aplicação deve ser feita preferencialmente fora do horário de visitação das abelhas polinizadoras. Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis, Liriomyza sativae e Liriomyza trifolii): Fazer a amostragem da infestação em folhas mais desenvolvidas do ramo em 20 pontos, em uma área de 2,5 hectares de plantio. Iniciar a aplicação do SUMIRODY 300 na dose de 200 a 300 mL/ha, quando forem encontradas, em média, 5 (cinco) larvas vivas nos 20 pontos amostrados. Para evitar aparecimento de resistência, recomenda-se alternar inseticidas de grupo químico diferentes, com intervalo de 7 dias. Fazer, no máximo, 3 aplicações com SUMIRODY 300 durante o ciclo da cultura. Utilizar um volume de calda de 200 L/ha e a aplicação deve ser feita preferencialmente fora do horário de visitação das abelhas polinizadoras. Como medida de controle complementar, recomenda-se a destruição dos restos culturais; não implantar do cultivo de melancia próximo de espécies hospedeiras da mosca-minadora, tais como feijão, ervilha, fava, batatinha, tomateiro, berinjela, pimentão, entre outras. | |||||
MELÃO | Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis, Liriomyza sativae e Liriomyza trifolii) | 200 - 300 mL/ha (60 - 90 g i.a./ha) | Terrestre: 200 | 3 | 7 |
Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis; Diaphania hyalinata) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis e Diaphania hyalinata): Deve-se fazer a amostragem em 20 pontos em ziguezague, em uma área de até 2,5 hectares da área de plantio. Cada ponto corresponde a uma planta. O controle deve ser iniciado quando forem encontradas, em média, 3 (três) lagartas por planta. Aplicar SUMIRODY 300 na dose de 200 a 300 mL/ha dependendo do crescimento das plantas e intensidade de infestação da praga. Para evitar aparecimento de resistência, recomenda-se alternar inseticidas de grupo químico diferentes, com intervalo de 7 dias. Fazer, no máximo, 3 aplicações com SUMIRODY 300 durante o ciclo da cultura. Utilizar um volume de calda/ha de 200 L e a aplicação deve ser feita preferencialmente fora do horário de visitação das abelhas polinizadoras. Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis, Liriomyza sativae e Liriomyza trifolii): Fazer a amostragem da infestação em folhas mais desenvolvidas do ramo em 20 pontos, em uma área de 2,5 hectares de plantio. Iniciar a aplicação do SUMIRODY 300 na dose de 200 a 300 mL/ha, quando forem encontradas, em média, 5 (cinco) larvas vivas nos 20 pontos amostrados. Para evitar aparecimento de resistência, recomenda-se alternar inseticidas de grupo químico diferentes, com intervalo de 7 dias. Fazer, no máximo, 3 aplicações com SUMIRODY 300 durante o ciclo da cultura. Utilizar um volume de calda de 200 L/ha e a aplicação deve ser feita preferencialmente fora do horário de visitação das abelhas polinizadoras. Como medida de controle complementar, recomenda-se a destruição dos restos culturais; não implantar do cultivo de melão próximo de espécies hospedeiras da mosca-minadora, tais como feijão, ervilha, fava, batatinha, tomateiro, berinjela, pimentão, entre outras. | |||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
MILHO | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 70 - 100 mL/ha (21 - 30 g i.a./ha) | Terrestre: 80 (plantas jovens) a 300 L/ha | 1 | --- |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Deve-se fazer monitoramento da cultura e aplicar o SUMIRODY 300 quando atingir o nível de dano econômico da praga, ou seja, quando o ataque atingir 20% de plantas com o sintoma de "folhas raspadas", onde as lagartas deverão estar com 7 a 8 mm de comprimento. Independente do estádio de crescimento da planta, a pulverização deve ser feita com jato dirigido para o cartucho do milho devendo-se utilizar bico leque, preferencialmente com ângulo de 80 graus. O volume de água a ser utilizado pode variar de 80 litros (plantas mais jovens) a 300 litros/ha. | |||||
MORANGO | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 65 mL/100 L de água (19,5 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 1500 | 1 | --- |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar SUMIRODY 300 assim que forem notados os primeiros sintomas de seu ataque, ou for constatada a presença de ácaros vivos nas plantas, devendo-se gastar volume de calda em torno de 1.500 litros/ha para dar boa cobertura em toda a parte aérea das plantas. Quando a infestação ocorrer no período de frutificação, observar a carência do produto. Procurar realizar o controle de forma localizada, nos focos de infestação, tratando toda a lavoura somente se necessário. Procurar rotacionar os acaricidas com diferentes modos de ação. | |||||
PIMENTA | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 150 mL/ha (45 g i.a./ha) | Terrestre: 600 - 1000 | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: A lagarta-militar é uma praga que mesmo em baixas populações pode causar grandes danos. Os ovos são colocados principalmente nas folhas e começam a eclodir já no terceiro dia. As lagartas, logo após a eclosão iniciam o ataque às folhas, caules, ramos e frutos. Realizar as aplicações assim que forem observadas lagartas menores que 1cm. Aplicar SUMIRODY 300 de forma a cobrir toda o dossel das plantas. | |||||
PIMENTÃO | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 150 mL/ha (45 g i.a./ha) | Terrestre: 600 - 1000 | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: A lagarta-militar é uma praga que mesmo em baixas populações pode causar grandes danos. Os ovos são colocados principalmente nas folhas e começam a eclodir já no terceiro dia. As lagartas, logo após a eclosão iniciam o ataque às folhas, caules, ramos e frutos. Realizar as aplicações assim que forem observadas lagartas menores que 1cm. Aplicar SUMIRODY 300 de forma a cobrir toda o dossel das plantas. | |||||
QUIABO | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 150 mL/ha (45 g i.a./ha) | Terrestre: 600 - 1000 | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: A lagarta-militar é uma praga que mesmo em baixas populações pode causar grandes danos. Os ovos são colocados principalmente nas folhas e começam a eclodir já no terceiro dia. As lagartas, logo após a eclosão iniciam o ataque às folhas, caules, ramos e frutos. Realizar as aplicações assim que forem observadas lagartas menores que 1cm. Aplicar SUMIRODY 300 de forma a cobrir toda o dossel das plantas. | |||||
REPOLHO | Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 15 - 30 mL/100 L de água (4,5 - 9,0 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 500 | 2 | 10 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: O curuquerê-da-couve é uma praga altamente prejudicial à cultura do repolho. As lagartas, logo após a eclosão iniciam o ataque às folhas, devorando durante a fase larval, quase toda a folhagem, destruindo as plantações. Aplicar SUMIRODY 300 no início da infestação. | |||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
ROSA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 25 mL/100 L de água (7,5 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 600 - 800 | 1 | --- |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar SUMIRODY 300 logo no início do aparecimento das primeiras formas móveis, devendo-se utilizar em torno de 600 a 800 litros de volume de calda por hectare para que a calda inseticida atinja toda a parte aérea das plantas. O número de pulverizações dependerá da intensidade e condições favoráveis ao ataque da praga. | |||||
SOJA | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 150 mL/ha (45 g i.a./ha) | Terrestre: 200 | 1 | --- |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: O controle da lagarta-da-soja deve ser feito com base nos princípios do “Manejo de Pragas” que consistem em tomadas de decisão de controle com base no nível de ataque, no número, tamanho dos insetos-pragas e no estádio de desenvolvimento da soja, informações essas obtidas através de inspeções regulares na lavoura. Aplicar SUMIRODY 300 quando forem encontradas, em média, 40 lagartas grandes (> 1,5 cm) por pano-de-batida, ou se a desfolha atingir 30% antes da fase do florescimento, ou 15%, tão logo apareça as primeiras vagens. | |||||
TABACO ou FUMO | Tripes (Frankliniella schultzei) | 150 mL/ha (45 g i.a./ha) | Terrestre: 300 | 4 | 10 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Fazer no máximo até 4 aplicações do SUMIRODY 300 durante o ciclo da cultura, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e/ou adultos e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. | |||||
TOMATE | Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 150 mL/ha (45 g i.a./ha) | Terrestre: 600 - 1000 | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta): Fazer monitoramento da praga durante todo o ciclo da cultura, devendo-se observar principalmente a presença de larva da traça nas folhas apicais e nos ponteiros. Iniciar o controle, quando encontrar 20% dos ponteiros ou folhas atacados e/ou quando houver, em média, 0,67 minas com larvas vivas por folha. A amostragem nos frutos deve ser feita observando-se de 50 a 100 frutos por ponto de amostragem, e o nível de controle é a presença de 5% de frutos danificados pela traça. Fazer aplicações semanais do SUMIRODY 300 na dose de 150 mL (45 g i.a) do produto comercial diluído em 100 litros de água gastando- se o volume de calda de 600 a 1000 L/ha, dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas. Deve-se aplicar de forma que a calda atinja toda a parte aérea do tomateiro em um programa de alternância de inseticidas de outros grupos químicos para evitar resistências. Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis): Fazer monitoramento da broca-pequena-do-tomateiro, iniciando a partir do florescimento da cultura, inspecionando-se as pencas com frutos de até 2 cm de diâmetro, para detecção de ovos. Observar principalmente a superfície mediano-inferior dos frutos e realizar pulverizações quando o nível atingir 5% de frutos com sinais de ataque. Aplicar o SUMIRODY 300 na dose de 150 mL (45 g i.a) do produto comercial por hectare, gastando-se o volume de calda de 600 a 1000 L/ha, dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas. | |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Amendoim | Tetranychus ogmophallos | Ácaro-vermelho-doamendoim | Ver detalhes |
| Berinjela | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Café | Oligonychus ilicis | Ácaro-vermelho, Aranha-vermelha-do-cafeeiro | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Citros | Toxoptera citricida | Pulgão-preto, Pulgão-preto-dos-citrus | Ver detalhes |
| Crisântemo | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Jiló | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Mamão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Melancia | Lyriomyza sativae | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Melão | Lyriomyza sativae | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Morango | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Pimenta | Spodoptera frugiperda | Lagarta militar | Ver detalhes |
| Pimentão | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Quiabo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Repolho | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Rosa | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tabaco | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Tomate | Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | Ver detalhes |
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do mesmo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Utilizar água de boa qualidade, livre de material em suspensão, a presença destes pode reduzir a eficácia do produto. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto SUMIRODY 300 de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.
Antes de qualquer aplicação, verifique se o equipamento está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador.
Antes de aplicar SUMIRODY 300, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado.
Aplicação Terrestre
Equipamentos Costais (manuais ou motorizados): Utilizar pulverizador costal em boas condições de operação, sem vazamentos, devidamente regulado, calibrado e dotados com ponta de pulverização que produza jato plano, jato plano duplo ou jato cônico, visando produção de gotas finas a médias possibilitando uma cobertura uniforme em toda a área tratada. Recomenda-se o uso de válvulas reguladoras de pressão e vazão a fim de manter esses parâmetros constantes, proporcionando uniformidade na faixa de aplicação, tamanho de gotas e quantidade de produto em toda área pulverizada, além de evitar o gotejamento durante a operação.
Equipamento estacionário manual (pistola): Utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica, calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda
a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a pistola evitando a concentração de calda em um único ponto, escorrimento e desperdício da calda.
Aplicação costal (Atomizador): Regular o equipamento com pontas restritoras para que o volume de aplicação seja equivalente ao recomendado no quadro agronômico e que proporcione uma cobertura adequada do alvo. Observar para que o fluxo da aplicação seja direcionado ao alvo, evitando a ocorrência de deriva ocasionada pela ventilação gerada pelo equipamento e ou movimentos não planejados pelo operador. A agitação da calda deverá ser mantida ligada durante toda a pulverização.
Turbo-atomizadores (turbopulverizador): Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio com espaçamento entre as pontas em conformidade com o determinado pelo fabricante. As pontas podem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, é recomendado que as pontas superiores e inferiores podem ser desligadas para que a pulverização não ocorra fora do alvo (no solo ou acima do topo da cultura), além do emprego de pontas com perfil de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta. Para CITROS as aplicações tratorizadas deverão ser realizadas, obrigatoriamente por meio de máquina com cabine fechada.
Pulverizadores de barra ou autopropelidos: Para essa modalidade de aplicação deve-se utilizar pulverizador de barra tratorizado, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
Dentre os fatores meteorológicos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo-higrômetro.
O sistema de agitação da calda quando aplicável e disponível deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda (seções de barra) do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. Recomenda-se o uso de anemômetro para medir a velocidade do vento no local da aplicação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina, as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica. Se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível dentro da faixa de espectro recomendada, para dar uma boa cobertura e controle. Leia as instruções sobre o
gerenciamento adequado de deriva, bem como condições de Vento, Temperatura e Umidade e Inversão Térmica.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado, incluindo as mangueiras, filtros e bicos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização permaneça no pulverizador. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Algodão, Amendoim, Café e Feijão | 14 dias |
Berinjela, Jiló, Mamão, Melão, Melancia, Morango, Pimenta, Pimentão, Quiabo, Repolho e Tomate | 3 dias |
Cebola e Milho | 7 dias |
Crisântemo, Rosa e Tabaco ou Fumo | UNA – Uso não alimentar |
Citros e Maçã | 28 dias |
Soja | 30 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPIs recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURA | PRAGA ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto Comercial | Volume de calda (L/ha) | ||
Nome Comum | Nome científico | kg/ha | g/100 L d´água | ||
Algodão | Curuquerê, Curuquerê-do- algodoeiro | Alabama argilácea | 0,4-0,5 | 200 - 300 | |
Ácaro-rajado | Tetranychus urticae | 0,5-0,75 | |||
Pulgão-das- inflorescências, Pulgão-do- algodoeiro | Aphis gossypii | 0,5-0,75 | |||
Tripes | Frankliniella schultzei | 0,4-0,5 | |||
Tripes | Caliothrips brasiliensis | 0,4-0,5 | |||
Lagarta-das- maças | Heliothis virescens | 1 | |||
Amendoim | Tripes-do- prateamento, Tripes-do- amendoim, | Caliothrips brasiliensis | 0,4-0,5 | 200-300 | |
Tripes-do- bronzeamento, Tripes-do- amendoim | Enneothrips flavens | 0,4-0,5 | |||
Cigarrinha verde | Empoasca kraemeri | 0,4-0,5 | |||
Lagarta-do- pescoço- vermelho | Stegasta bosquella | 0,5-0,75 | |||
Batata | Pulgão-verde | Myzus persicae | 0,4-0,6 | 400 a 600 | |
Pulgão-das- solanáceas | Macrosiphum euphorbiae | 0,4-0,6 | 750 a 1500 | ||
Traça-da- batatinha | Phthorimaea operculella | 0,75-1 | |||
Citros | Bicho-furão | Ecdytolopha aurantiana | 50g/100 L | 2.000 | |
Cochonilha-de- placa, Cochonilha- Orthezia | Orthezia praelonga | 50g/100 L | |||
Cochonilha-da- raiz, Cochonilha- parlatoria | Parlatoria pergandii | 75g/100 L | |||
Cochonilha- pardinha | Selenaspidus articulatus | 75 g/100 | |||
Feijão | Mosca Branca | Bemisia tabaci | 0,2-0,5 | 200 a 300 | |
Cigarrinha – verde | Empoasca kraemeri | 0,2-0,5 | |||
Vaquinha- | Diabrotica speciosa | 0,5-1,0 | |||
verde-amarela | |||||
Soja | Lagarta-da- soja, Lagarta- desfolhadora | Anticarsia gemmatalis | 0,2-0,5 | 200-300 | |
Broca-das- axilas, Broca-das- axilas-da-soja | Epinotia aporema | 0,75 | |||
Percevejo- marrom | Euschistus heros | 0,75-1 | |||
Percevejo- verde, Fede-fede | Nezara viridula | 0,5-0,75 | |||
Percevejo- verde-pequeno, Percevejo- pequeno | Piezodorus guildinil | 0,8-1 | |||
Tripes-do- feijoeiro | Caliothrips phaseoli | 0,5 | |||
Tripes | Frankliniella rodeos | 0,5 | |||
Tripes | Frankliniella schultzei | 0,5 | |||
Lagarta falsa medideira | Rachiplusia nu | 0,2-0,5 | |||
Lagarta- enroladeira- das-folhas | Hedylepta indicata | 0,6-1 | |||
Tomate (industrial) | Pulgão-verde | Myzus persicae | 0,4-0,6 | 500 a 1000 | |
Pulgão-verde- escuro | Macrosiphum euphorbiae | 0,4-0,6 | |||
Mosca-branca | Bemisia tabaci | 1 |
Nota: 1 kg de ACE 750 SP contém 750 g do ingrediente ativo acefato.
Recomenda-se iniciar o tratamento, quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário em intervalos de no mínimo 10 dias.
Número máximo de aplicações:
Algodão: 2; Amendoim; 1; Batata: 3; Citros: 1; Feijão: 1; Soja: 2; Tomate (industrial): 3.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Amendoim | Empoasca spp. | Cigarrinha | Ver detalhes |
| Batata | Macrosiphum euphorbiae | Pulgão-das-solanáceas, Pulgão-verde-escuro | Ver detalhes |
| Citros | Parlatoria pergandii | Cochonilha-da-raiz, Cochonilha-Parlatoria | Ver detalhes |
| Feijão | Caliothrips brasiliensis | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-prateamento | Ver detalhes |
| Soja | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Tomate | Macrosiphum euphorbiae | Pulgão-das-solanáceas, Pulgão-verde-escuro | Ver detalhes |
TAKE 750 SP deve ser aplicado em pulverização terrestre com pulverizador de barra tratorizado munidos de bicos adequados que produzam gotas de 250-350 µm e densidade de 40 gotas/cm2. Manter a calda de pulverização sob agitação contínua e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras com o equipamento de tal forma a se evitar sobreposição nas áreas tratadas.
Condições climáticas recomendadas: Temperatura ambiente máxima de 30°C; umidade relativa do ar mínima de 55%, velocidade do vento: 2 a 10 km/hora. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Para o uso de sacos hidrossolúveis:
Encher o tanque com água limpa com ¼ do volume de calda recomendado.
Iniciar agitação no tanque
Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao colocá-lo na água ele se dissolverá rapidamente.
Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem recomendada.
Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A agitação contínua é necessária para a boa mistura.
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Antes da aplicação, verificar e iniciar somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceder a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somdnte torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxaguar completamente o pulverizador e fazer circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultinte desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Completar o pulverizador com água limpa. Circular esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circular então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvaziar o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Remover e limpar os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. Enxaguar completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes. Limpar tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tomar todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpar o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descartar os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Tomate industrial | 35 dias |
Algodão, Batata, Citros | 21 dias |
Amendoim, Feijão e Soja | 14 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURA | PRAGAS | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA | |
L p.c./ha | Número máximo de aplicações | |||
ALGODÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 0,15 – 0,25 | 2 | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Reaplicar com intervalo de 15 dias, sempre rotacionando com inseticidas de modos de ação diferentes. Utilizar volume de calda de 200 a 250 litros/ha (terrestre) e 20 a 40 L/ha (Aéreo). |
CAFÉ | Bicho-mineiro- do-café (Leucoptera coffeella) | 0,25 – 0,50 | 2 | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga.Repetir com intervalos de 15 a 20 dias, sempre rotacionando com inseticidas de modos de ação diferentes. Utilizar o volume de calda de 400 a 500 litros/ha. |
CANA-DE- AÇÚCAR | Cigarrinha-das- raízes (Mahanarva fimbriolata) | 0,5 – 0,75 | 1 | Iniciar as aplicações quando atingir o nível de controle recomendado. Utilizar a maior dose quando for necessitado maior resíduo do produto aumentando o tempo de proteção considerando as condições para desenvolvimento da praga ou de acordo com o histórico de ocorrência da praga. Buscar atingir as ninfas identificadas pela presença da espuma. Utilizar volume de calda: 100 a 200 L/ha – Terrestre 20 L/ha - Aéreo |
FEIJÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 0,125 | 2 | Iniciar as aplicações quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas. No caso de se repetir a aplicação, sempre rotacionar com inseticidas de modos de ação diferentes. Utilizar volume de calda de 200 a 250 L/ha |
SOJA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 0,125 | 1 | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Utilizar volume de calda de 200 a 300 litros/ha (terrestre) e 20 a 40L/ha(aéreo). |
Nota: 1 litro do produto comercial possui 200 gramas de Piriproxifen. p.c.: produto comercial
i.a.: ingrediente ativo
CULTURA | PRAGAS | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÀO E VOLUME DE CALDA | |
mL p.c./100 L de água | Número máximo de aplicações | |||
BERINJELA | Tripes (Thrips palmi) | 37,5 | 2 | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Repetir com intervalos de 7 a 10 dias sempre rotacionando com inseticidas de modos de ação diferentes. Para se obter melhor controle do Tripes, recomenda-se fazer as pulverizações de tal forma que atinja também o solo, considerando que este inseto passa o estádio pupal no solo. Utilizar volume de 500 a 1000 L de calda/ha, dependendo do estádio da cultura. |
CITROS | Cochonilha-de- placa (Orthezia praelonga) | 37,5 | 2 | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Repetir com intervalos de 30 dias sempre rotacionado com inseticidas de modos de ação diferentes. Utilizar volume de 10 litros de calda/planta, procurando dar uma cobertura uniforme sobre as plantas |
Cochonilha- pardinha (Selenaspidus articulatus) | 25 – 37,5 | 2 | ||
Cochonilha- parlatoria (Parlatoria cinerea) | 50 | 2 | ||
Psilídeo-dos- citros (Diaphorina citri) | 3,125 | 2 | ||
GÉRBERA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 37,5 | 3 | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga.Repetir com intervalos de 10 a 15 dias, sempre rotacionando com inseticidas de modo de ação diferentes. Utilizar volume de calda de 1.200 L/ha. |
MAÇÃ | Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 50 | 2 | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga, imediatamente após a florada e a segunda aplicação duas semanas após a primeira, sempre rotacionando com inseticidas de modo de ação diferentes. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha. |
MELANCIA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 37,5 - 50 | 2 | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Repetir com intervalos de 7 dias, sempre rotacionando com inseticidas de modos de ação de diferentes. Utilizar volume de 1000 litros de calda/ha. |
MELÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 37,5 - 50 | 1 | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Utilizar volume de calda entre 600 a 1000 litros/ha, dependendo do estágio de desenvolvimento das plantas. |
PEPINO | Tripes (Thrips palmi) | 37,5 | 2 | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Repetir com intervalos de 15 dias, sempre rotacionando com inseticidas de modos de ação diferentes. Utilizar de 500 - 1000 litros de calda/ha, dependendo do estádio da cultura. |
CULTURA | PRAGAS | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÀO E VOLUME DE CALDA | |
mL p.c./100 L de água | Número máximo de aplicações | |||
PIMENTÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 25 – 37,5 | 3 | Aplicar o produto de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. Importante observar o nível populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o TAURA 200 EC. Fazer de 2 a 3 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 10 a 14 dias, dependendo do estágio de desenvolvimento das plantas. Utilizar o volume de calda de 400 a 800 litros/ha. |
REPOLHO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 25 – 37,5 | 2 | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Repetir com intervalos de 7 dias, sempre rotacionando com inseticidas de modos de ação diferentes. Utilizar 625 litros de calda/ha, de modo uniforme sobre toda a parte aérea das plantas. |
ROSA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 25 – 37,5 | 2 | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Repetir com intervalos de 10 dias, sempre rotacionando com inseticidas de modos de ação distintos. Utilizar volume de 400 litros de calda/ha. |
TOMATE | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 25 – 50 | 3 | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Repetir com intervalos de 7 dias, sempre rotacionando com inseticidas de modos de ação diferentes. Utilizar volume de 400 a 1000 litros de calda/ha, dependendo do estádio da cultura. |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 37,5 - 50 | 3 | ||
UVA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 25 – 37,5 | 2 | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Repetir com intervalos de 10 dias, sempre rotacionando com inseticidas de modo de ação diferentes. Utilizar volume de 500 a 1000 litros de volume de calda/ha, dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas. |
Nota: 1 litro do produto comercial possui 200 gramas de Piriproxifen. p.c.: produto comercial i.a.: ingrediente ativo
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Batata | Bemisia tabaci raça B | mosca-branca | Ver detalhes |
| Berinjela | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Mahanarva fimbriolata | Cigarrinha-das-raízes, Cigarrinha-vermelha | Ver detalhes |
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Gérbera | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pepino | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Pimentão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Repolho | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Rosa | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Uva | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
As aplicações de TAURA 200 EC devem ser iniciadas no início da infestação das pragas, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras “ninfas” ou formas jovens, intercalando as aplicações com outros produtos do programa de Manejo de Produtos, realizando no máximo 2 a 3 aplicações do produto TAURA 200 EC, por ciclo da cultura.
No controle, principalmente da Mosca Branca, a pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o TAURA 200 EC.
cônicos tipo D2, D3 ou séries X2, X3, e pressão de 80 a 150 lbs/pol2. Deve-se regular o pulverizador de tal forma que a altura da barra fique de 30 a 50 cm acima do topo das plantas, e a distância entre bicos de 30 a 50 cm entre si. Usando-se outros tipos de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme em toda a parte aérea das plantas.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
As aplicações devem ser feitas nas horas mais frescas do dia, de preferência na parte da manhã ou à tarde em condições de temperatura inferior a 27ºC, umidade relativa do ar acima de 70% ventos abaixo de 10 km/h, utilizando-se quantidade de calda suficiente para dar boa cobertura sobre as plantas. Em caso de dúvidas, consultar um Eng.º Agrônomo.
APLICAÇÃO AÉREA
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão, altura e velocidade na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação Municipal, Estadual e Federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais
importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
CULTURA | INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS) |
Algodão | 7 |
Berinjela | 3 |
Café | 15 |
Cana-de-açúcar | 30 |
Citros | 14 |
Feijão | 14 |
Gérbera | U.N.A |
Maçã | 45 |
Melancia | 3 |
Melão | 14 |
Pepino | 1 |
Pimentão | 7 |
Repolho | 14 |
Rosa | U.N.A |
Soja | 30 |
Tomate | 7 |
Uva | 14 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO:
As fêmeas que entram em contato com o produto colocam ovos inviáveis e também, diminuem a postura.
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
ALGODÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 0,3 a 0,5 L/ha (30 a 50 g i.a./ha) | Terrestre: 200 - 250 Aérea: 20 - 40 | 2 | 15 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se fazer de 1 a 2 aplicações do TIGER 100 EC durante o ciclo da cultura, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras “ninfas”, intercalando as aplicações com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o TIGER 100 EC. | |||||
BERINJELA | Tripes (Thrips palmi) | 75 mL/100 L de água (7,5 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 500 – 1.000 | 2 | 7 a 10 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Fazer no máximo até 2 aplicações do TIGER 100 EC durante o ciclo da cultura, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. Para se obter melhor controle do Tripes, recomenda-se fazer as pulverizações de tal forma que atinja também o solo, considerando que este inseto passa o estádio pupal no solo. | |||||
CAFÉ | Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) | 0,5 a 1,0 L/ha (50 a 100 g i.a.//ha) | Terrestre: 400 - 500 | 2 | 15 a 20 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se fazer 2 aplicações do TIGER 100 EC por ano, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. | |||||
CITROS | Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulatus) | 50 a 75 mL/100 L de água (5,0 a 7,5 g.i.a / 100 L de água) | Terrestre: 2000 L/ha (máximo de 10 L/planta) | 2 | 30 |
Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) | 75 mL/100 L de água (7,5 g i.a./100 L de água) | ||||
Cochonilha-parlatoria (Parlatoria cinerea) | 100 mL/100 L de água (10,0 g i.a./100 L de água) | ||||
Psilídeo-dos-citros (Diaphorina citri) | 6,25 mL/100 L de água (0,625 g i.a./100 L de água) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se fazer de 1 a 2 aplicações do TIGER 100 EC durante o ano, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. | |||||
FEIJÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 250 mL/ha (25 g i.a./ha) | Terrestre: 200 - 250 | 2 | 14 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se iniciar a aplicação do TIGER 100 EC quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o TIGER 100 EC. | |||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
GÉRBERA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 mL/100 L de água (7,5 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 1.200 | 3 | 10 a 15 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Deve-se fazer de 2 a 3 aplicações do TIGER 100 EC, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o TIGER 100 EC. | |||||
MAÇÃ | Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 100 mL/100 L de água (10 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 1.000 | 2 | 14 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Fazer no máximo 2 aplicações, sendo a primeira aplicação imediatamente após a florada e a segunda duas semanas após a primeira. | |||||
MELANCIA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 a 100 mL/100 L de água (7,5 a 10 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 1.000 | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se de 1 a 2 aplicações do TIGER 100 EC durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o TIGER 100 EC. | |||||
MELÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 a 100 mL/100 L de água (7,5 a 10 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 600 - 1.000 | 2 | 10 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se de 1 a 2 aplicações do TIGER 100 EC durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o TIGER 100 EC. | |||||
PEPINO | Tripes (Thrips palmi) | 75 mL/100 L de água (7,5 g i.a./100 L de agua) | Terrestre: 500 - 1.000 | 2 | 15 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se fazer 2 aplicações do TIGER 100 EC durante o ciclo da cultura, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. | |||||
REPOLHO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 mL/100 L de água (5,0 a 7,5 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 625 | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se 2 aplicações do TIGER 100 EC durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o TIGER 100 EC. | |||||
ROSA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 mL/ 100 L de água (5,0 a 7,5 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 400 | 2 | 10 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se até 2 aplicações do TIGER 100 EC durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o TIGER 100 EC. | |||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSES Produto Comercial: mL ou L/ha; mL ou L/100L (Ingrediente Ativo: g/ha ou g/100L) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) |
SOJA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 250 mL/ha (25 g i.a./ha) | Terrestre: 200 - 300 Aérea: 20 - 40 | 1 | --- |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se realizar 1 aplicação do TIGER 100 EC durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o TIGER 100 EC. | |||||
TABACO ou FUMO | Tripes (Frankliniella schultzei) | 250 mL/ha (25 g i.a./ha) | Terrestre: 200 - 300 | 2 | 14 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Fazer no máximo até 2 aplicações do TIGER 100 EC durante o ciclo da cultura, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. | |||||
TOMATE | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 50 a 100 mL /100 L de água (5,0 a 10 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 400 - 1.000 | 3 | 7 |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 a 100 mL/100 L de água (7,5 a 10 g i.a./100 L de água) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Fazer até no máximo de 3 aplicações do TIGER 100 EC durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o TIGER 100 EC. | |||||
UVA | Mosca-Branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 mL/100 L de água (5,0 a 7,5 g i.a./100 L de água) | Terrestre: 500 - 1.000 | 2 | 10 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se até 2 aplicações do TIGER 100 EC durante o ciclo da cultura, quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas, realizando no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o TIGER 100 EC. | |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Berinjela | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Citros | Diaphorina citri | Psilídeo | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Gérbera | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pepino | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Repolho | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Rosa | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tabaco | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Uva | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura de gotas das plantas.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do mesmo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Utilizar água de boa qualidade, livre de material em suspensão, a presença destes pode reduzir a eficácia do produto. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto TIGER 100 EC de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.
Antes de qualquer aplicação, verifique se o equipamento está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador.
Antes de aplicar TIGER 100 EC, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado.
APLICAÇÃO TERRESTRE
Equipamento Costal
Equipamentos Costais (manuais ou motorizados): Utilizar pulverizador costal em boas condições de operação, sem vazamentos, devidamente regulado e calibrado para aplicar o volume de calda e espectro de gotas desejados. Recomenda-se o uso de válvulas reguladoras de pressão e vazão a fim de manter esses parâmetros constantes, proporcionando uniformidade na faixa de aplicação, tamanho de gotas e quantidade de produto em toda área pulverizada, além de evitar o gotejamento durante a operação. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Aplicação costal (Atomizador): Regular o equipamento com pontas restritoras para que o volume de aplicação seja equivalente ao recomendado no quadro agronômico e que proporcione uma cobertura adequada do alvo. Observar para que o fluxo da aplicação seja direcionado ao alvo, evitando a ocorrência de deriva ocasionada pela ventilação gerada pelo equipamento e ou movimentos não planejados pelo operador. A agitação da calda deverá ser mantida ligada durante toda a pulverização.
Equipamento Tratorizado
Turbo-atomizadores (turbopulverizador): Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura. As pontas superiores e inferiores podem ser desligadas para que não seja feita a pulverização no solo ou
acima do topo da cultura, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta.
Pulverizadores de barra ou autopropelidos: Para essa modalidade de aplicação deve-se utilizar pulverizador de barra tratorizado, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
APLICAÇÃO AÉREA
Aeronave tripulada
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão, altura e velocidade na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação Municipal, Estadual e Federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas e que tenha capacidade técnica de fornecer dados do mapa de voo realizado. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
A definição dos equipamentos de pulverização aérea e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um engenheiro agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
Dentre os fatores meteorológicos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo-higrômetro.
O sistema de agitação da calda quando aplicável e disponível deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda (seções de barra) do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e condições meteorológicas (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independentemente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota dentro do faixa de espectro recomendada, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos de
equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. Recomenda-se o uso de anemômetro para medir a velocidade do vento no local da aplicação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica, das quais ocorrem quando a temperatura aumenta com a altitude, reduzindo o movimento vertical do ar. São comuns em noites sem nuvens e vento. Durante uma inversão térmica, pequenas gotas de água formam uma nuvem suspensa perto do solo, movendo-se lateralmente. Elas começam ao pôr do sol e podem durar até a manhã seguinte. A presença de neblina no solo indica uma inversão térmica, mas também é possível identificá-las pelo comportamento da fumaça. Se a fumaça se acumula em camadas e se move lateralmente, há uma inversão térmica, enquanto a fumaça dispersa rapidamente e sobe indica bom movimento vertical do ar.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível dentro da faixa de espectro recomendada, para dar uma boa cobertura e controle. Leia as instruções sobre o gerenciamento adequado de deriva, bem como condições de Vento, Temperatura e Umidade e Inversão Térmica.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Algodão, Tomate | 07 dias |
Beringela, Melancia | 03 dias |
Café | 15 dias |
Citros, Feijão, Melão, Repolho, Uva | 14 dias |
Gérbera, Rosa, Tabaco (ou Fumo) | UNA (Uso Não Alimentar) |
Maçã | 45 dias |
Pepino | 01 dia |
Soja | 30 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Alvo-biológico | Dose de aplicação gramas | Volume de calda | ||
Nome comum | Nome científico | produto comercial | Ingrediente ativo | ||
Algodã o | Pulgão-das-inflorescências Pulgão-do-algodoeiro | Aphis gossypii | 70 g/ha | 49 g/ha | 200-300 L/ha |
Tripes | Frankliniella schultzei | 100 g/ha | 70 g/ha | ||
Batata | Tripes | Thrips palmi | 100 g/ha | 70 g/ha | 500-1.000 L/ha |
Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Myzus persicae | 360 g/ha | 252 g/ha | ||
Cana- de- açúcar | Cupim | Heterotermes tenuis | 400 g/ha | 280 g/ha | 200-400 L/ha |
Broca-da-cana | Migdolus fryanus | ||||
Citros | Minadora-das-folhas, Larva- minadora-das-folhas | Phyllocnistis citrella | 5 g/100L d’água | 3,5 g/100L d’água | 2.000 L/ha |
Cochonilha-pardinha | Selenaspidus articulatus | 10 g/100L d’água | 7 g/100L d’água | ||
Cochonilha-de-placa, Cochonilha- Orthezia | Orthezia praelonga | 10 g/100L d’água | 7 g/100L d’água | ||
Cigarrinha-da-cvc | Oncometopia facialis | 5 g/100L d’água | 3,5 g/100L d’água | ||
Feijão | Mosca-branca | Bemisia tabaci | 250 g/ha | 175 g/ha | 200-300 L/ha |
Cigarrinha-verde, Cigarrinha | Empoasca kraemeri | ||||
Vaquinha-verde-amarela, Larva- alfinete | Diabrotica speciosa | 150 g/ha 105 g/ha | |||
Fumo | Broca-do-fumo, Broca-do-caule- do-tomateiro | Faustinus cubae | 15 g / 50 m² | 10,5 g / 50 m² | 40 L/50 m² |
Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Myzus persicae | 360 g/ha | 252 g/ha | 180-240 L/ha | |
Tomate | Mosca-branca | Bemisia tabaci | 200 g/ha | 140 g/ha | 15 mL/planta |
Tripes | Thrips palmi | ||||
Mosca-branca | Bemisia tabaci raça B | 300 g/ha | 210 g/ha | ||
Pulgão-verde-claro, Pulgão-verde | Myzus persicae | 200 g/ha | 140 g/ha | ||
Nota: 1 kg de TRAPEZE 700 WG contém 700 g do ingrediente ativo imidacloprido.
Algodão | - Iniciar a aplicação do produto quando em 7 de 10 das plantas examinadas, as folhas estiverem começando a se deformar e houver pulgões vivos. A aplicação do produto deve ser realizada até 60 dias após a emergência das plantas. É importante o controle até 50-60 dias após a emergência das plantas. Número de aplicações: Até 3 pulverizações por ciclo da cultura. Volume de calda: 200 a 300 L/ha. |
Batata |
Número de aplicações: Até 2 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 500 a 1.000 L/ha. |
Cana- de- açúcar | - Controle da broca-da-cana e cupim: aplicar o produto sobre os toletes no sulco de plantio. Número de aplicação: Uma aplicação por safra da cultura. Volume de calda: 200 a 400 L/ha. |
Citros |
Número de aplicações: Até 3 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 2.000 L/ha. Aplicar o produto com adjuvante, óleo mineral ou óleo vegetal. |
Feijão | - Iniciar a aplicação do produto logo após o aparecimento das pragas. Número de aplicações: Até 4 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 200 a 300 L/ha. |
Fumo |
Número de aplicação: Uma aplicação por ciclo da cultura. Volume de calda: 180 a 240 L/ha. |
Tomate | - Iniciar as aplicações logo após o transplante, através de jato dirigido planta a planta, de maneira a atingir o caule e escorrer ao solo. Aplicar o produto logo no início do aparecimento da mosca-branca na lavoura. Número de aplicações: Até 3 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 500 a 1.000 L/ha. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Batata | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Heterotermes tenuis | Cupins | Ver detalhes |
| Citros | Phyllocnistis citrella | Larva-minadora-das-folhas, Minadora-das-folhas | Ver detalhes |
| Feijão | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Fumo | Faustinus cubae | Broca-do-caule-do-tomateiro, Broca-do-fumo | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
Equipamentos de aplicação:
Pulverizador costal manual pressurizado ou motorizado; tratorizados com barra de pulverização. Na lavoura de citros, turboatomizadores.
Bico jato cônico vazio da série (D2), com pressão de trabalho em função do volume de calda a ser aplicado por área, 80 a 100 lb/pol².
Densidade de gotas 200 gotas/cm².
Nos tratamentos em canteiros, a aplicação deve ser feita através de pulverizador manual ou regador.
Na cultura do tomate, pulverizador costal manual ou motorizado, pulverizador tratorizado, sem a ponta do bico e adaptado com dosador (tubo plástico em forma de cachimbo) que permita aplicar em jato dirigido.
Condições climáticas:
Não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h, não aplicar sob chuva; temperatura deverá ser inferior a 27°C; umidade relativa deverá ser superior a 55%. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
NOTA: Os volumes de calda citados em faixa variam em função do estado vegetativo, densidade foliar e porte das plantas.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Encher ¾ do volume do tanque de pulverização com água e adicionar TRAPEZE 700 WG mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Algodão: 30; Batata: 21; Cana-de-açúcar: não determinado devido a modalidade de emprego; Citros: 21; Feijão: 21; Fumo: UNA (Uso não alimentar); Tomate: 7.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURA | PRAGA ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto Comercial | Volume de calda (L/ha) | ||
Nome Comum | Nome científico | kg/ha | g/100 L d´água | ||
Algodão | Curuquerê, Curuquerê-do- algodoeiro | Alabama argilácea | 0,4-0,5 | 200 - 300 | |
Ácaro-rajado | Tetranychus urticae | 0,5-0,75 | |||
Pulgão-das- inflorescências, Pulgão-do- algodoeiro | Aphis gossypii | 0,5-0,75 | |||
Tripes | Frankliniella schultzei | 0,4-0,5 | |||
Tripes | Caliothrips brasiliensis | 0,4-0,5 | |||
Lagarta-das- maças | Heliothis virescens | 1 | |||
Amendoim | Tripes-do- prateamento, Tripes-do- amendoim, | Caliothrips brasiliensis | 0,4-0,5 | 200-300 | |
Tripes-do- bronzeamento, Tripes-do- amendoim | Enneothrips flavens | 0,4-0,5 | |||
Cigarrinha verde | Empoasca kraemeri | 0,4-0,5 | |||
Lagarta-do- pescoço- vermelho | Stegasta bosquella | 0,5-0,75 | |||
Batata | Pulgão-verde | Myzus persicae | 0,4-0,6 | 400 a 600 | |
Pulgão-das- solanáceas | Macrosiphum euphorbiae | 0,4-0,6 | 750 a 1500 | ||
Traça-da- batatinha | Phthorimaea operculella | 0,75-1 | |||
Citros | Bicho-furão | Ecdytolopha aurantiana | 50g/100 L | 2.000 | |
Cochonilha-de- placa, Cochonilha- Orthezia | Orthezia praelonga | 50g/100 L | |||
Cochonilha-da- raiz, Cochonilha- parlatoria | Parlatoria pergandii | 75g/100 L | |||
Cochonilha- pardinha | Selenaspidus articulatus | 75 g/100 | |||
Feijão | Mosca Branca | Bemisia tabaci | 0,2-0,5 | 200 a 300 | |
Cigarrinha – verde | Empoasca kraemeri | 0,2-0,5 | |||
Vaquinha- | Diabrotica speciosa | 0,5-1,0 | |||
verde-amarela | |||||
Soja | Lagarta-da- soja, Lagarta- desfolhadora | Anticarsia gemmatalis | 0,2-0,5 | 200-300 | |
Broca-das- axilas, Broca-das- axilas-da-soja | Epinotia aporema | 0,75 | |||
Percevejo- marrom | Euschistus heros | 0,75-1 | |||
Percevejo- verde, Fede-fede | Nezara viridula | 0,5-0,75 | |||
Percevejo- verde-pequeno, Percevejo- pequeno | Piezodorus guildinil | 0,8-1 | |||
Tripes-do- feijoeiro | Caliothrips phaseoli | 0,5 | |||
Tripes | Frankliniella rodeos | 0,5 | |||
Tripes | Frankliniella schultzei | 0,5 | |||
Lagarta falsa medideira | Rachiplusia nu | 0,2-0,5 | |||
Lagarta- enroladeira- das-folhas | Hedylepta indicata | 0,6-1 | |||
Tomate (industrial) | Pulgão-verde | Myzus persicae | 0,4-0,6 | 500 a 1000 | |
Pulgão-verde- escuro | Macrosiphum euphorbiae | 0,4-0,6 | |||
Mosca-branca | Bemisia tabaci | 1 |
Nota: 1 kg de TRISHUL 750 SP contém 750 g do ingrediente ativo acefato.
Recomenda-se iniciar o tratamento, quando as pragas atingirem o nível de dano econômico e repetir se necessário em intervalos de no mínimo 10 dias.
Número máximo de aplicações:
Algodão: 2; Amendoim; 1; Batata: 3; Citros: 1; Feijão: 1; Soja: 2; Tomate (industrial): 3.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Amendoim | Caliothrips brasiliensis | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-prateamento | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Citros | Selenaspidus articulatus | Cochonilha-pardinha | Ver detalhes |
| Feijão | Caliothrips brasiliensis | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-prateamento | Ver detalhes |
| Soja | Rachiplusia nu | Lagarta-falsa-medideira, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Tomate | Helicoverpa zea | Broca-grande-do-fruto, Broca-grande-do-tomate | Ver detalhes |
TRISHUL 750 SP deve ser aplicado em pulverização terrestre com pulverizador de barra tratorizado munidos de bicos adequados que produzam gotas de 250-350 µm e densidade de 40 gotas/cm2.
Manter a calda de pulverização sob agitação contínua e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras com o equipamento de tal forma a se evitar sobreposição nas áreas tratadas.
Condições climáticas recomendadas: Temperatura ambiente máxima de 30°C; umidade relativa do ar mínima de 55%, velocidade do vento: 2 a 10 km/hora. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Para o uso de sacos hidrossolúveis:
Encher o tanque com água limpa com ¼ do volume de calda recomendado.
Iniciar agitação no tanque
Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao colocá-lo na água ele se dissolverá rapidamente.
Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem recomendada.
Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A agitação contínua é necessária para a boa mistura.
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Antes da aplicação, verificar e iniciar somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceder a uma completa limpeza de todo o equipamento para
reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somdnte torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxaguar completamente o pulverizador e fazer circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultinte desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Completar o pulverizador com água limpa. Circular esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circular então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvaziar o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Remover e limpar os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. Enxaguar completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo
3 vezes. Limpar tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tomar todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpar o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descartar os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Tomate industrial | 35 dias |
Algodão, Batata, Citros | 21 dias |
Amendoim, Feijão e Soja | 14 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | ALVO BIOLÓGICO | DOSE p.c. (g/ha ou g/100L de água) | Volume de Calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Ácaro-rajado | Tetranychus urticae | 385-580 | |||
Pulgão-do-algodoeiro | Aphis gossypii | 580-770 | |||
Tripes | Frankliniella schultzei | 385-580 | |||
Algodão | Tripes Lagarta-das-maçãs Curuquerê Helicoverpa | Caliothrips brasiliensis Heliothis virescens Alabama argillacea Helicoverpa armigera | 310-385 770-1.125 310-385 800-1.000 | 300-400 | 2 |
Tripes-do-prateamento | Caliothrips brasiliensis | 310-385 | |||
Tripes-do-bronzeamento | Enneothrips flavens | 310-385 | |||
Amendoim | Cigarrinha-verde Lagarta-do-pescoço | Empoasca spp. Stegasta bosquella | 310-385 385-560 | 300-400 | 1 |
vermelho | |||||
Pulgão-verde | Myzus persicae | 310-465 | |||
Pulgão-das-solanáceas | Macrosiphum euphorbiae | 75 g/L d’água | 400-600 | ||
Batata | Cigarrinha-verde Traça-da-batatinha Lagarta-militar | Empoasca kraemeri Phthorimaea operculella Spodoptera frugiperda | 310-465 580-750 750 | 3 | |
750-1.500 | |||||
Citros | Bicho-furão Cochonilha-de-placa Cochonilha-da-raiz Cochonilha-pardinha | Ecdytolopha aurantiana Orthezia praelonga Parlatoria pergandii Selenaspidus articulatus | 40 g/L d’água 770-1.125 770-1.125 770-1.125 | 2.000 | 2 |
Mosca-branca | Bemisia tabaci | 155-385 | |||
Cigarrinha-verde | Empoasca kraemeri | 190-385 | |||
Feijão | Vaquinha-verde Lagarta-enroladeira- dasfolhas | Diabrotica speciosa Hedylepta indicata | 385-745 385-580 580 | 300-400 | 1 |
Tripes | Caliothrips brasiliensis | ||||
Melão | Pulgão-das inflorescências | Aphis gossypii | 183 | 400 | 3 |
Milho | Pulgão-do-milho Percevejo-barriga-verde | Rhipalosiphum maidis Dichelops melacanthus | 665-745 | 150-200 | 2 |
Lagarta-da-soja | Anticarsia gemmatalis | 580-770 580-770 655-770 655-770 770 770 580-770 385 385 385 580-770 465-770 870 | |||
Soja | Percevejo-verde Percevejo-verde pequeno | Nezara viridula Piezodorus guildinii | 300-400 | 2 | |
Broca-das-axilas | |||||
Perceveio-marrom | Epinotia aporena | ||||
Lagarta-falsa-medideira | Euschistus heros | ||||
Tripes | Pseudoplusia includens | ||||
Tripes-do-feijoeiro | Caliothrips brasiliensis | ||||
Soja | Tripes | Caliothrips phaseoli | |||
Tripes Tamanduá da soja Lagarta-enroladeira-das | Frankliniella rodeos Frankliniella schultzei Sternechus subsignatus | 300-400 | 2 | ||
folhas | Hedylepta indicata | ||||
Helicoverpa | |||||
Helicoverpa armigera | |||||
Tomate Industrial* | Pulgão-verde Pulgão-das-solanáceas Tripes Tripes Pulgão-verde Minadora-das-folhas Broca-grande-do-fruto Ácaro-vermelho | Myzus persicae Macrosiphum euphorbiae Frankliniella schultzei Thrips palmi Myzus persicae Lyriomyza huidobrensis Helicoverpa zea Tetranychus evansi | 75g/100L d'água 745 385-580 385-580 745 385-580 580-745 580-745 | 500-750 | 3 |
Nota: 1kg de VALENTE BR contém 970 g/kg de acefato.
* Tomate rasteiro com fins industriais. Não é permitido o uso deste produto em lavouras de tomate estaqueado (tomate de mesa).
CULTURAS | RECOMENDAÇÕES |
Algodão Amendoim Batata Citros Feijão Melão Soja Tomate Industrial | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para industrial níveis de infestações mais altos. |
Milho | Pulgão-do-milho (Rhopa/osiphum maidis): Aplicar quando observada a presença da praga (colônias) nos cartuchos das plantas jovens, no pendão e na bainha das folhas superiores, com intervalos de 10 dias. Percevejo-barriga-verde (Dichelops me/acanthus): Efetuar a primeira aplicação entre o 1º e o 5º dia após a emergência da cultura e a segunda, sete dias após a primeira. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Amendoim | Caliothrips brasiliensis | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-prateamento | Ver detalhes |
| Batata | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Milho | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Soja | Pseudoplusia includens | Lagarta-do-linho, Lagarta-falsa-medideira | Ver detalhes |
| Tomate | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
"É PROIBIDA APLICAÇÃO ATRAVÉS DE EQUIPAMENTOS COSTAIS, MANUAIS E EM ESTUFAS."
Pulverizador tratorizado de barra com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido.
Tipo de bicos ou pontas que produzam jato leque simples, defletor ou com pré-orifício, visando à produção de gotas médias para boa cobertura do alvo.
Pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico.
Velocidade de aplicação: que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional.
Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas.
A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4, 7 bar.
Altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante.
Utilizar tecnologias e técnicas de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Manter a calda de pulverização sob agitação contínua e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras com o equipamento de tal forma a se evitar sobreposição nas áreas tratadas.
Utilizar pulverizador montado ou de arrasto com assistência de ar (turbina).
Utilizar pontas que produzam jato cônico vazio, ou demais tecnologias de bicos que possibilitem a produção de gotas finas para boa cobertura do alvo.
Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico.
A velocidade de aplicação deve possibilitar boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional.
Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas.
Ajustes no volume de ar produzido pela turbina podem ser necessários, dependendo do pulverizador, bem como no direcionamento do ar restrito ao formato da planta, para que as gotas se depositem adequadamente no alvo, evitando problemas com deriva.
A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante.
Utilizar tecnologias e técnicas de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Realizar as pulverizações quando as condições climáticas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva conforme abaixo:
Temperatura máxima de 30 ºC; umidade relativa igual ou superior a 55%; velocidade do vento de 2 a 10 km/h.
Para o uso de sacos hidrossolúveis:
Encher o tanque com água limpa com % do volume de calda recomendado.
Iniciar agitação no tanque.
Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao colocá-lo na água ele se dissolverá rapidamente.
Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem recomendada.
Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A agitação contínua é necessária para a boa mistura.
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Pulverizadores de barra:
Preencher todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agitar por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Remover e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente.
Preencher todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada.
Limpar os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente.
Preencher todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio, desligue a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por segundos, esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida.
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator, adicionar produto limpante, manter por 5 minutos a agitação, e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada.
Remover e limpe todas as pontas do pulverizador e suas peneiras, caso sejam utilizadas.
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos ramais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada.
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente.
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada.
Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio, desligue a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por segundos, esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida.
CULTURAS | PERÍODO |
Amendoim Feijão Melão | 14 dias |
Algodão Batata Citros Soja | 21 dias |
Tomate Industrial Milho | 35 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
Cultura | Alvos Biológicos | Doses (L p.c./ha) | Número, Época e Intervalo de Aplicação* |
Nome comum (Nome científico) | |||
Algodão | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 0,3 a 0,5 L/ha | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga, quando forem constatadas a presença de ovos ou as primeiras “ninfas”. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. Nº máximo de aplicações: 2 Intervalo entre as aplicações: 15 dias. Volume de calda: Aplicação terrestre: 200 a 250 L/ha Aplicação Aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo de 15 L/ha |
Amendoim | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 0,125 L/ha | Iniciar as aplicações quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas. Nº máximo de aplicações: 2 Intervalo entre as aplicações: 15 dias. Volume de calda: Aplicação terrestre: 200 a 250 L/ha |
Batata | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 0,1 L/ha | A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. Nº máximo de aplicações: 2 Intervalo entre as aplicações: 10 dias. Volume de calda: Aplicação terrestre: 800 L/ha |
Berinjela | Tripes (Thrips palmi) | 75 mL/100L de água | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga, quando forem constatadas a presença de formas jovens. Para se obter melhor controle do Tripes, recomenda-se fazer as pulverizações de tal forma que atinja também o solo, considerando que este inseto passa o estádio pupal no solo. Nº máximo de aplicações: 2 Intervalo entre as aplicações: 7 dias Volume de calda: Aplicação Terrestre: 500 a 1.000 L/ha, dependendo do estádio da cultura. |
Café | Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) | 0,5 a 1,0 L/ha | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga, quando forem constatadas a presença de formas jovens. Nº máximo de aplicações: 2 Intervalo entre as aplicações: 15 dias Volume de calda: Aplicação Terrestre: 400 a 500 L/ha. |
Cana-de-açúcar | Cigarrinha-das-raízes (Mahanarva fimbriolata) | 1,0 a 1,5 L/ha | Realizar o monitoramento periodicamente e aplicar quando for observado o nível de controle recomendado, levando em consideração as condições de clima favoráveis para o desenvolvimento da praga (umidade e calor). Utilizar doses maiores quando se necessita um período mais prolongado de proteção em condições de maior pressão, ou de acordo com o histórico de ocorrência da praga. A aplicação deve atingir as ninfas identificadas pela presença da espuma. Nº máximo de aplicações: Aplicação única. Volume de calda: Aplicação terrestre: 100 a 200 L/ha Aplicação Aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo de 15 L/ha |
Citros | Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulates) | 50 a 75 mL/ 100 L de água | As aplicações devem ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. Nº máximo de aplicações: 1 a 2 aplicações durante o ano Intervalo entre as aplicações: 30 dias. Volume de calda: Aplicação terrestre: 2000L/ha (máximo de 10 L/planta) |
Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) | 75 mL/ 100 L de água | ||
Psilídio-dos-citros (Diaphorina citri) | 6,25 mL/ 100 L de água | ||
Cochonilha-parlatoria (Parlatoria cinerea) | 100 mL/ 100 L de água | ||
Feijão | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 250 mL/ha | Recomenda-se iniciar a aplicação do produto VALLEX quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas. Deve-se intercalar o controle dessa praga com outros produtos no programa de Manejo Integrado de Pragas. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. Nº máximo de aplicações: 2 Intervalo entre as aplicações: 07 dias Volume de calda: Aplicação Terrestre: 200 a 250 L/ha. |
Gérbera | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 mL/100L de água | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. Nº máximo de aplicações: 3 Intervalo entre as aplicações: 10 dias Volume de calda: Aplicação terrestre: 1.200 L/ha. |
Maçã | Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 100 mL/100 L de água | Realizar no máximo 2 aplicações, sendo a primeira aplicação imediatamente após a florada e a segunda duas semanas após a primeira. Nº máximo de aplicações: 2 Intervalo entre as aplicações: 14 dias Volume de calda: Aplicação Terrestre: 1.000 L/ha. |
Melancia | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 a 100 mL/100L de água | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga (quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas). A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. |
Nº máximo de aplicações: 2 Intervalo entre as aplicações: 07 dias Volume de calda: Aplicação Terrestre: 1.000 L/ha. | |||
Melão | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 a 100 mL/100L de água | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga (quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas). A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. Nº máximo de aplicações: 1 Volume de calda: Aplicação Terrestre: 600 a 1.000 L/ha, dependendo do estágio e crescimento das plantas. |
Pepino | Tripes (Thrips palmi) | 75 mL/100L de água | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga, quando forem constatadas a presença de formas jovens. Nº máximo de aplicações: 2 Intervalo entre as aplicações: 15 dias Volume de calda: Aplicação Terrestre: 500 a 1.000 L/ha, dependendo do estádio da cultura. |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 mL/100L de água | Aplicar quando for constatada a presença de ovos e as primeiras ninfas, intercalando-se com outros produtos. A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. É importante observar o nível populacional de “adultos”, e se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o VALLEX. Nº máximo de aplicações: 2 Intervalo entre as aplicações: 7 dias Volume de calda: Aplicação Terrestre: 800 a 1.300 L/ha, dependendo do estádio da cultura. | |
Pimentão | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 mL/100 L de água | Aplicar o produto de modo a atingir os ovos e formas jovens ou ninfas, na face inferior das folhas. Importante observar o nível populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar antes um produto que tenha ação sobre os adultos e logo em seguida aplicar o VALLEX. Nº máximo de aplicações: 3 Intervalo entre as aplicações: 10 dias Volume de calda: Aplicação Terrestre: 400 a 800 L/ha, dependendo do estágio e crescimento das plantas. |
Repolho | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 mL/100 L de água | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga. Realizar a aplicação de tal forma que haja boa uniformidade na cobertura em todas as partes aérea das plantas. Nº máximo de aplicações: 2 Intervalo entre as aplicações: 07 dias Volume de calda: Aplicação Terrestre: 625 L/ha. |
Rosa | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 mL/100 L de água | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga (quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas). A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. Nº máximo de aplicações: 2 Intervalo entre as aplicações: 10 dias Volume de calda: Aplicação Terrestre: 400 L/ha. |
Soja | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 250 mL/ha | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga (quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas). A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. Nº máximo de aplicações: 1 Volume de calda: Aplicação Terrestre: 200 a 300 L/ha Aplicação Aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo de 15 L/ha |
Tomate | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 50 a 100 mL/100 L de água | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga (quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas). A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. Nº máximo de aplicações: 3 Intervalo entre as aplicações: 07 dias Volume de calda: Aplicação Terrestre: 400 a 1.000 L/ha, dependendo do estádio da cultura |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 75 a 100 mL/100 L de água | ||
Uva | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 50 a 75 mL/100 L de água | Iniciar as aplicações no início do aparecimento da praga (quando forem constatadas presença de ovos e primeiras ninfas). A pulverização deve ser feita de modo a atingir os ovos e as ninfas, na face inferior das folhas. Nº máximo de aplicações: 2 Intervalo entre as aplicações: 10 dias Volume de calda: Aplicação terrestre: 500 a 1.000 L/ha, dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas |
p.c.: produto comercial
*Intercalando as aplicações com outros produtos do programa de Manejo de Produtos.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Batata | Bemisia tabaci raça B | mosca-branca | Ver detalhes |
| Berinjela | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Citros | Selenaspidus articulatus | Cochonilha-pardinha | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Gérbera | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pepino | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Pimentão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Repolho | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Rosa | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci biótipo B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Uva | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
O VALLEX deve ser aplicado através de equipamentos terrestres (costal ou tratorizado) ou aérea (avião ou ARP (Drones)), conforme indicado para cada cultura.
Para o preparo da calda, inicialmente diluir a quantidade necessária do VALLEX em um tanque auxiliar contendo água limpa. Em seguida, encher o reservatório do pulverizador até a metade da capacidade do tanque. Adicionar a solução preparada ao tanque do pulverizador e completar com água limpa, mantendo o agitador do pulverizador em funcionamento. Aplicar a calda imediatamente após o preparo.
As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas, com a menor evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica (deslocamento vertical).
Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações:
sob temperatura inferior a 30ºC,
umidade relativa do ar acima de 55%,
velocidade média do vento entre 3 e 10 km/h,
as aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
Para evitar efeitos indesejáveis, observar os limites meteorológicos definidos acima;
Efetuar levantamento prévio de espécies sensíveis ao produto nas áreas próximas;
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação Ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a
cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um engenheiro agrônomo.
Utilize tecnologia (s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
APLICAÇÃO TERRESTRE
Pressão: 30 a 60 psi (lbf/pol2).
O volume de aplicação para:
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Os parâmetros de aplicação através de equipamento costal, como tipo de pontas, pressão de trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas para dar uma boa cobertura e controle.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, etc devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações
forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura, e inversão térmica.
Largura da faixa - a ser definida por teste, dependendo da altura do voo
Volume de calda – 30 a 50 L/ha
Não aplicar com Umidade Relativa (UR) abaixo de 55%
Temperatura ambiente até 30ºC
Velocidade do vento – de 3 a 10 km/h
Evitar aplicações em condições de inversão térmica, nas quais as gotas permanecerão mais tempo no ar, contaminando o avião durante a pulverização e o meio ambiente e reduzindo o efeito do produto sobre o alvo desejado. Não aplicar em condições de temperaturas muito altas e umidade baixa, pois ocorrerão correntes de convecção (térmicas) causando uma dissipação vertical muito rápida das gotas, redução ou perda de seu efeito sobre o alvo desejado e ocasionando efeitos danosos ao ambiente.
Esse tratamento deve ser feito por avião quando as áreas forem extensas, aplicar o produto molhando bem e uniformemente toda a folhagem da planta.
Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal.
Antes de iniciar a aplicação com aeronave remotamente pilotada (ARP/drones), certifique-se que há um planejamento de voo e este foi autorizado, registre os dados de voo e garanta a segurança operacional. Para outros parâmetros referentes à tecnologia da aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
Recomendamos e é necessário realizar a aplicação de VALLEX através de aeronave remotamente pilotada (ARP/drones), com empresas que tenham realizado os cursos para aplicação através de aeronaves remotamente pilotadas (drones/ARP), de acordo com a Normativa MAPA nº 298, de 22 setembro de 2021, ou qualquer outra que venha complementá-la ou substituí-la, e com equipamentos registrados nos órgãos competentes para operacionalizar. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto. Sempre consulte as normas vigentes (MAPA, DECEA, ANAC e ANATEL).
Resumo dos ajustes para os drones de pulverização:
Volume de calda | Classe de gotas | Altura de voo | Faixa de aplicação |
No mínimo 15 L/ha | Média a Grossa | 4 metros acima do alvo da pulverização | Ajuste de acordo com cada modelo de drone |
Antes da aplicação verifique e inicie a pulverização somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, fazer uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento mesmo por poucas horas torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Cultura | Intervalo de Segurança (dias) |
Algodão | 07 |
Amendoim | 14 |
Batata | 07 |
Berinjela | 03 |
Café | 15 |
Cana-de-açúcar | 30 |
Citros | 14 |
Feijão | 14 |
Gérbera | U.N.A. |
Maçã | 45 |
Melancia | 03 |
Melão | 14 |
Pepino | 01 |
Pimentão | 03 |
Repolho | 14 |
Rosa | U.N.A. |
Soja | 30 |
Tomate | 07 |
Uva | 14 |
U.N.A. = Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | PRAGAS | DOSE COMERCIAL (Kg/ha) | Nº MAXIMO DE APLICAÇÕES | Época e Intervalo de Aplicação |
ALGODÃO | Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii) | 0,5 - 0,75 kg/ha | 2 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetir se necessário de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando- se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. |
Acaro-rajado (Tetranychus urticae) | 0,5 - 0,75 kg/ha | |||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 1,0 - 1,5 kg/ha | |||
Tripes (Frankliniella schultzei, Caliothrips brasiliensis) | 0,4 - 0,5 kg/ha | |||
Curuquerê-do-algodoeiro (Alabama argillacea) | 0,4 - 0,5 kg/ha | |||
Percevejo-manchador (Dysdercus ruficollis) | 0,5 - 0,75 kg/ha | |||
AMENDOIM | Tripes (Enneothrips flavens, Caliothrips brasiliensis) | 0,4 - 0,5 kg/ha | 1 | |
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | 0,4 - 0,5 kg/ha | |||
Lagarta-do-pescoço-vermelho (Stegasta bosquella) | 0,5 - 1,0 kg/ha | |||
BATATA | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 0,4 - 0,6 kg/ha | 3 | |
Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | ||||
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | ||||
Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | 0,75 - 1,5 kg/ha | |||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | ||||
CITROS | Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulatus) | 1,0 - 1,5 kg/ha | 1 | |
Cochonilha-da-raiz (Parlataria pergandii) | ||||
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | ||||
Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) | ||||
FEIJÃO | Manhoso (Chalcodermus bimaculatus) | 0,5 - 1,0 kg/ha | 2 |
Lagarta-enroladeira-folhas (Hedylepta indicata) | ||||
Tripes-do-prateamento (Caliothrips brasiliensis) | 1,0 kg/ha | |||
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 0,2 - 0,50 kg/ha | |||
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | ||||
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 0,5 - 1,0 kg/ha | |||
MELÃO | Pulgão-das-inflorescências (Aphis qossypii) | 0,25 kg/ha | 3 | |
SOJA | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,2 - 0,50 kg/ha | 2 | |
Percevejo-da-soja (Nezara viridula) | 0,5 - 0,75 kg/ha | |||
Lagarta-mede-palmo (Trichoplusia ni) | 0,2 - 0,50 kg/ha | |||
Tripes (Caliothrips phaseoli, Frankliniella rodeos, F. schultze,) | 0,5 kg/ha | |||
Percevejo-marrom (Euschistus heras) | 0,6 - 0,75 kg/ha | |||
Lagarta-enroladeira-folhas (Hedylepta indicata) | ||||
TOMATE(*) | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 1,0 kg/ha | 3 | |
Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | ||||
Trips (Thrips palmi) | 0,5 - 0,75 kg/ha | |||
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | ||||
Minadora-das-folhas (Liriomyza huidobrensis) | ||||
Broca-grande-do-fruto (Helicoverpa zea) | 0,75-1,0 kg/ha | |||
Ácaro-vermelho (Tetranychus evansi) |
*Uso do tomate para fins industriais
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Amendoim | Enneothrips flavens | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-bronzeamento | Ver detalhes |
| Batata | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Feijão | Caliothrips brasiliensis | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-prateamento | Ver detalhes |
| Melão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Soja | Hedylepta indicata | Lagarta-do-feijão, Lagarta-enroladeira-das-folhas | Ver detalhes |
| Tomate | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
Acebeats 750 SP, ACECOPA 750 SP, AceElimina deve ser aplicado em pulverização terrestre com pulverizador de barra tratorizado munido de bicos adequados que produzam gotas de 250-350 µs e densidade de 40 gotas/cm2 gastando-se de 300-400 L de calda/ha procurando obter pulverizações com cobertura uniforme da parte aérea das plantas.
Encher o tanque com água limpa com¼ do volume de calda recomendado.
Iniciar agitação notanque.
Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao colocá-lo na água ele se dissolverá rapidamente.
Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem recomendada.
Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A agitação contínua é necessária para a boa mistura.
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Umidade relativa do ar: mínima de 55%. Velocidade do vento: 2 a 10 km/hora.
O Engenheiro Agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinados na bula.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Tomate | 35 dias |
Algodão, Batata, Citros | 21 dias |
Amendoim, Feijão, Melão, Soja | 14 dias |
Até 48 horas após a aplicação, caso necessário reentrar na área tratada, utilizar macacão de mangas compridas, chapéu impermeável de aba larga, luvas e botas de borracha.
CULTURAS | PRAGAS | DOSE COMERCIAL (kg/ha) | VOLUME DE CALDA | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | ÉPOCA DE APLICAÇÃO |
ALGODÃO (sementes) | Pulgão-do- algodoeiro (Aphis gossypii) | 1kg/100 kg de semente | Não se aplica | 1 | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetir se necessário de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. |
Broca-do-algodoeiro (Eutinobothrus brasiliensis) | 1kg/100 kg de semente | ||||
ALGODÃO | Pulgão-do- algodoeiro (Aphis gossypii) | 0,5-0,75 kg/ha | 300-400 L/ha | 2 | |
Acaro-rajado (Tetranychus urticae) | 0,5-0,75 kg/ha | ||||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 1,0-1,5 kg/ha | ||||
Tripes (Frankliniella schultzei, Caliothrips brasiliensis) | 0,4-0,5 kg/ha | ||||
Curuquerê- algodoeiro (Alabama argillacea) | 0,4-0,5 kg/ha | ||||
AMENDOIM | Tripes (Enneothrips flavens,Caliothrips brasiliensis) | 0,4-0,5 kg/ha | 300-400 L/ha | 1 | |
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | 0,4-0,5 kg/ha | ||||
Lagarta-do-pescoço-vermelho (Stegasta bosquella) | 0,5-1,0 kg/ha | ||||
BATATA | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 0,4-0,6 kg/ha | 300-400 L/ha | 3 | |
Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | 0,4-0,6 kg/ha | ||||
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | 0,4-0,6 kg/ha | ||||
Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | 0,75-1,5 kg/ha | 750–1500 L/ha | |||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 0,75-1,5 kg/ha | ||||
CEBOLA | Tripes (Thrips tabaci) | 0,6 – 1,2 kg/ha | 100–300 L/ha | 2 | |
CENOURA | Falsa-Medideira (Chrysodeixis includens) | 0,75 – 1 kg/ha | |||
CITROS | Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulatus) | 1,0-1,5 kg/ha | 2000L/ha | 1 | |
Cochonilha-da-raiz (Parlatoria pergandii) | 1,0-1,5 kg/ha | ||||
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 1,0-1,5 kg/ha | ||||
Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) | 1,0-1,5 kg/ha | ||||
FEIJÃO | Manhoso (Chalcodermus bimaculatus) | 0,5-1,0 kg/ha | 300-400 L/ha | 2 | |
Lagarta-enroladeira-folhas (Hedylepta indicata) | 0,5-1,0 kg/ha | ||||
Tripes-do-prateamento (Caliothrips brasiliensis) | 1,0 kg/ha | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 0,2-0,50 kg/ha | ||||
Cigarrinha-verde- amarela (Empoasca kraemeri) | 0,2-0,50 kg/ha | ||||
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,5-1,0 kg/ha | ||||
MELÃO | Pulgão-das-inflorescências (Aphis gossypii) | 0,25 kg/ha | 400L/ha | 3 | |
MILHO | Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | 0,8 – 1,0 kg/ha | 150- 200L/ha | 2 | |
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) |
SOJA | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,75 - 1,0 kg/ha | 300-400 L/ha | 2 | |
Percevejo-da-soja (Nezara viridula) | 0,75- 1,0 kg/ha | ||||
Lagarta-mede-palmo (Trichoplusia ni) | 0,2-0,5 kg/ha | ||||
Tripes (Caliothrips phaseoli, Frankliniella rodeos, F. schultzei, Caliothrips brasiliensis) | 0,5 kg/ha | ||||
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 0,6-0,75 kg/ha | ||||
Lagarta-enroladeira- folhas (Hedylepta indicata) | 0,6-0,75 kg/ha | ||||
TOMATE INDUSTRIAL | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 1 kg/ha | 500 – 750 L/ha | 3 | |
Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | |||||
Tripes (Thrips palmi) | 0,5 – 0,75 kg/ha | ||||
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | |||||
Minadora-das-folhas (Lyriomyza huidobrensis) | |||||
Broca-grande-do-fruto (Helicoverpa zea) | 0,75 – 1,0 kg/ha | 1000 L/ha | |||
Ácaro-vermelho (Tetranychus evansi) |
Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetir se necessário de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando- se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Amendoim | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Cenoura | Chrysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira | Ver detalhes |
| Citros | Selenaspidus articulatus | Cochonilha-pardinha | Ver detalhes |
| Feijão | Chalcodermus bimaculatus | Manhoso | Ver detalhes |
| Melão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Milho | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Soja | Hedylepta indicata | Lagarta-do-feijão, Lagarta-enroladeira-das-folhas | Ver detalhes |
| Tomate | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
Para o tratamento de semente o equipamento a ser usado deve ser tambor giratório ou similar. O umedecimento é feito previamente no interior do aparelho, observando o volume de modo a não causar excesso de umidade.
Para o uso de sacos hidrossolúveis:
Encher o tanque com água limpa com ¼ do volume de calda recomendado.
Iniciar agitação notanque.
Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao colocá-lo na água ele se dissolverá rapidamente.
Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem recomendada.
Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A agitação contínua é necessária para a boa mistura.
Antes da aplicação, verifique e inicie somente como equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de ser removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Temperatura ambiente: máxima de 30ºC.Umidade relativa do ar: mínima de 55%.Velocidade do vento: 2 a 10km/hora.
O Engenheiro Agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinados na bula.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Algodão, Citros e Batata | 21 dias |
Amendoim, Feijão e Melão | 14 dias |
Algodão-tratamento sementes | N.D. |
Cebola, Cenoura, Milho, Tomate industrial | 35 dias |
ND=Não especifica do devido à modalidade de emprego.
Até 48 horas após a aplicação, caso necessário reentrar na área tratada, utilizar macacão de mangas compridas, chapéu impermeável de a balarga, luvas e botas de borracha.
Culturas | Pragas | Dose de produto comercial | Nº máximo de aplicações | Modalidade de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Abacaxi | Cochonilha-do- abacaxi | (Dysmicoccus brevipes) | 300 g/100 L | 1 | Imersão de mudas por 3 minutos – pré- transplante. |
Cupim-de-monte | (Procornitermes striatus) | 600 a 800 g/ha(*) | 1 | Esguicho no solo / base da planta entre 45 e 60 dias após o transplante – 30 mL/planta. | |
Abobrinha | Mosca-branca Pulgão-das- inflorescências | (Bemisia tabaci raça B) (Aphis gossypii) | 400 a 600 g/ha(*) | 1 | Em esguicho, ou gotejo no solo, logo após a emergência da cultura. |
Amendoim | Tripes-do- amendoim | (Enneothrips flavens) | 100 a 140 g/ha(*) | 3 | Foliar (no início do aparecimento da praga). |
Alface | Pulgão-verde | (Myzus persicae) | 200 a 300 g/ha | 1 | Aplicar em forma de irrigação na bandeja de mudas, com 0,2 L de calda / bandeja de 288 furos ou 0,5 m2 em dose única antes do plantio da cultura. |
Algodão | Mosca-branca | (Bemisia tabaci raça B) | 120 a 200 g/ha(*) | 2 | Foliar. |
Pulgão-do- algodoeiro Tripes | (Aphis gossypii) (Frankliniella schultzei) | 100 a 200 g/ha(*) | 2 | Foliar. | |
Arroz | Bicheira-da-raiz- do-arroz Percevejo-do- colmo | (Oryzophagus oryzae) (Tibraca limbativentris) | 100 a 150 g/ha(*) | 2 | Foliar (logo após início de irrigação). |
Batata | Pulgão-verde Vaquinha-verde- amarela | (Myzus persicae) (Diabrotica speciosa) | 50 a 60 g/ha | 3 | Foliar. |
Pulgão–verde Vaquinha– verde–amarela Larva–arame Larva–alfinete | (Myzus persicae) (Diabrotica speciosa) (Conoderus scalaris) (Diabrotica speciosa) | 600 ou 800 g/ha | 2 | Aplicar 600 g/ha no sulco de plantio, ou 800 g/ha, antes da amontoa, em área total ou em jato dirigido na linha. Efetuar a amontoa logo após a aplicação. | |
Berinjela | Mosca-branca Tripes | (Bemisia tabaci raça B) (Frankliniella schultzei) | 400 a 600 g/ha(*) 600 g/ha | 1 | Em esguicho, ou gotejo no solo, logo após o transplante. |
Café | Cigarrinha | (Oncometopia facialis) | 2.000 g/ha | 1 | Esguicho no solo sob a copa do cafeeiro com 50 mL / planta. |
Bicho-mineiro | (Leucoptera coffeella) | 1.400 a 2.000 g/ha | 1 | Esguicho no solo sob a copa do cafeeiro com 50 mL / planta. | |
2.000 g/ha | 1 | Gotejo no solo sob a copa do cafeeiro via água de irrigação. | |||
Cigarra-do- cafeeiro | (Quesada gigas) | 1.400 g/ha | 1 | Esguicho no solo sob a copa do cafeeiro com 50 mL / planta. | |
Cochonilhas- farinhentas | (Dysmicoccus texensis) | 1.200 g/ha | 1 | Café Conillon: Esguicho no solo sob a copa do cafeeiro – 100 mL/planta. | |
Culturas | Pragas | Dose de produto comercial | Nº máximo de aplicações | Modalidade de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Cana-de- açúcar | Cigarrinha-das- raízes | (Mahanarva fimbriolata) | 1.000 g/ha | 1 | Aplicação no momento da colheita: Pulverização sobre a soqueira: Pulverizar diretamente sobre a linha de cultivo (soqueira das plantas) por ocasião da colheita, de forma que o produto fique abaixo da camada de palha. Aplicar em áreas com histórico de ocorrência da praga. |
Cupim- subterrâneo | (Heterotermes tenuis) | 400 a 800 g/ha | 1 | Pulverização no sulco, com um volume de 200 – 300 L /ha antes do plantio. | |
Citros | Cigarrinha-da- cvc | (Oncometopia facialis) | 3 g/planta (600 g/ha) | 2 | Jato dirigido ao tronco e solo sob a copa. |
Cochonilha- orthezia | (Orthezia praelonga) | 10 g/100 L de água + 0,5% de óleo ou 20 g/100 L de água sem óleo mineral. | 2 | Aplicação foliar utilizando-se de um volume de 15 Litros por planta de forma a atingir todas partes da planta. | |
Cochonilha- parlatoria | (Parlatoria cinerea) | 3 g/planta | 2 | Aplicação no tronco e ramos com calda de 0,5 L/planta suficiente para molhar sem escorrimento. | |
Cochonilha- pardinha | (Selenaspidus articulatus) | 3 g/planta | 1 | Aplicação no tronco e ramos com calda de 0,5 L/planta suficiente para molhar sem escorrimento, ou em pulverização no solo de 0,2 L / planta na área de projeção da copa. No caso de aplicação em solo efetuar as mesmas no período chuvoso para melhor penetração do produto no solo. | |
Psilídeo | (Diaphorina citri) | ||||
Crisântemo (*****) | Tripes | (Thrips palmi) | 400 g/ha | 3 | Foliar. |
Eucalipto | Cupim | (Aparatermes abbreviatus) | 300 g/100 litros de água | 1 | Imersão de mudas. |
Vespa-da-galha | (Leptocybe invasa) | 300 g/100 litros de água | 1 | Aplicação foliar. | |
Ervilha | Mosca-branca | (Bemisia tabaci raça B) | 20 g/100 L de água. | 3 | Aplicação foliar em forma de pulverização com um volume de calda de 600 a 800 L/ha. |
Mosca-branca Vaquinha-verde- amarela Tripes-do- prateamento Pulgão | (Bemisia tabaci raça B) (Diabrotica speciosa) (Caliothrips brasiliensis) (Aphis craccivora) | 150 a 200 g/ha | 2 | Aplicação foliar em forma de pulverização com um volume de calda de 600 a 800 L/ha. | |
Feijão | Mosca-branca Cigarrinha-verde Vaquinha-verde- amarela | (Bemisia tabaci raça B) (Empoasca kraemeri) (Diabrotica speciosa) | 100 a 200 g/ha(*) 100 a 200 g/ha(*) 150 a 200 g/ha(*) | 2 | Foliar ou via pivot. |
Culturas | Pragas | Dose de produto comercial | Nº máximo de aplicações | Modalidade de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Feijão- vagem | Mosca-branca | (Bemisia tabaci raça B) | 600 g/ha | 1 | Em esguicho, ou gotejo no solo, logo após a emergência. |
Fumo | Pulgão-do-fumo | (Myzus nicotianae) | 0,6 g/m2 | 1 | Aplicação no canteiro de mudas. |
Pulgão-do-fumo Broca-do-fumo Pulga-do-fumo | (Myzus nicotianae) (Faustinus cubae) (Epitrix fasciata) | 600 a 800 g/ha | 1 | Esguicho, ou gotejo no solo. | |
Pulgão-do-fumo Broca-do-fumo Pulga-do-fumo | (Myzus nicotianae) (Faustinus cubae) (Epitrix fasciata) | 840 g/ha | 1 | Rega nas bandejas de mudas pré-transplante 400 mL/bandeja. | |
Melancia | Mosca-branca Pulgão-das- inflorescências | (Bemisia tabaci raça B) (Aphis gossypii) | 60 a 120 g/ha(*) 100 a 200 g/ha(*) | 3 | Foliar. |
400 a 600 g/ha(*) | 1 | Esguicho no solo, ou gotejo no solo. | |||
Melão | Mosca-branca Pulgão-das- inflorescências | (Bemisia tabaci raça B) (Aphis gossypii) | 60 a 120 g/ha(*) | 2 | Foliar. |
400 a 600 g/ha(*) | 1 | Em esguicho, ou gotejo no solo, logo após a emergência. | |||
Morango | Pulgão-do- morangueiro | (Captophorus fragaefolii) | 10 g/100 L | 3 | Em pulverização foliar(***) |
Pepino | Mosca-branca Pulgão-das- inflorescências Pulgão-verde | (Bemisia tabaci raça B) (Aphis gossypii) (Myzus persicae) | 400 a 600 g/ha(*) | 1 | Em esguicho, ou gotejo no solo logo após a emergência. |
Pimentão | Mosca-branca Pulgão-verde Vaquinha-verde- amarela | (Bemisia tabaci raça B) (Myzus persicae) (Diabrotica speciosa) | 400 a 600 g/ha(*) | 1 | Em esguicho, ou gotejo no solo, logo após a emergência. |
Plantas Ornamentai s (*****) (1) | Tripes | (Thrips palmi) | 400 g/ha | 3 | Foliar. |
Repolho | Mosca-branca | (Bemisia tabaci raça B) | 20 g/100 L de água | 3 | Foliar. |
800 g/ha | 1 | Em esguicho, ou gotejo no solo, logo após a emergência. | |||
Pulgão-da-couve | (Brevicoryne brassicae) | 50 g/ha | 3 | Foliar. | |
200 a 300 g/ha | 1 | Em esguicho, ou gotejo no solo logo após a emergência. | |||
Tomate | Mosca-branca | (Bemisia tabaci raça B) | 16 a 20 g/ 100 L de água(*) | 2 | Foliar. |
Pulgão-verde | (Myzus persicae) | 12 a 15 g/100 L de água(*) | 2 | ||
Tripes | (Frankliniella schultzei) | 16 a 20 g/100 L de água. | 2 | Foliar, no início do aparecimento da praga. | |
800 g/ha | 1 | Em esguicho, ou gotejo no solo logo após o transplante. | |||
Pragas | Dose de produto comercial | Nº máximo de aplicações | Modalidade de aplicação | ||
Culturas | Nome Comum | Nome Científico | |||
Tomate | 0,6 g/m2(****) | 1 | Aplicação em canteiro, 4 dias antes do transplantio. | ||
Trigo | Pulgão-verde- dos-cereais | (Rhopalosiphum graminum) | 75 g/ha | 2 | Em pulverização foliar. |
Uva | Pérola-da-terra | (Eurhizococcus brasiliensis) | 680 g/ha(**) | 2 | Rega ao redor da base das plantas nos meses de novembro e janeiro 1 L/planta. |
Se a praga já estiver presente em população alta, inclusive nas culturas adjacentes, ou em cultivares suscetíveis à transmissão de viroses, usar a dose maior, tanto na aplicação foliar quanto em esguicho ou via gotejamento no solo.
(*****) Devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas pragas indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala.
(1) De acordo com a adoção de agrupamento de culturas em plantas ornamentais, consideram-se plantas ornamentais todos os vegetais não-comestíveis, cultivados com finalidade comercial, podendo incluir mudas, plantas cortadas ou envasadas, herbáceas, arbustivas ou arbóreas, destinadas unicamente para ornamentação ou para revestimento de superfícies de solo (ação protetiva) (INC nº 1, de 08/11/2019).
“O ACTARA 250 WG, NIRVANA na dose recomendada apresenta efeito bioativador melhorando o desenvolvimento das plantas (velocidade de brotação, sistema radicular, parte aérea). Por estes motivos, as plantas poderão resistir melhor as adversidades climáticas, mantendo o seu potencial produtivo".
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Dysmicoccus brevipes | Cochonilha-do-abacaxi, Cochonilha-pulverulenta-do-abacaxi | Ver detalhes |
| Abobrinha | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Alface | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Amendoim | Enneothrips flavens | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-bronzeamento | Ver detalhes |
| Arroz | Oryzophagus oryzae | Bicheira-da-raiz-do-arroz, Gorgulho-aquático-do-arroz | Ver detalhes |
| Batata | Conoderus scalaris | Larva-arame, Verme-arame | Ver detalhes |
| Berinjela | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Café | Quesada gigas | Cigarra-do-cafeeiro | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Heterotermes tenuis | Cupins | Ver detalhes |
| Citros | Oncometopia facialis | Cigarrinha-da-cvc | Ver detalhes |
| Crisântemo | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Ervilha | Caliothrips brasiliensis | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-prateamento | Ver detalhes |
| Eucalipto | Aparatermes abbreviatus | Cupim | Ver detalhes |
| Feijão | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Feijão-vagem | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Fumo | Myzus nicotianae | Pulgão, Pulgão-do-fumo | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Morango | Capitophorus fragaefolli | Pulgão-do-morangueiro | Ver detalhes |
| Pepino | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pimentão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Plantas Ornamentais | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Repolho | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tomate | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Trigo | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-da-espiga, Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
| Uva | Eurhizococcus brasiliensis | Cochonilha-pérola-da-terra, Margarodes | Ver detalhes |
/bandeja de 288 furos ou 0,5 m2.
Algodão: Pulverização terrestre: Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volumes de aplicação ao redor de 100 L/ha.
Aplicação aérea / parâmetros a serem observados:
Largura da faixa de aplicação – 15 m (Aeronave tipo Ipanema). Volume de aplicação – 30 a 50 L/ha.
Densidade de gotas – 20 a 30 gotas / cm². Tamanho das gotas (DMV) – 200 a 400 µm. Altura de voo – 2 a 4 m acima do alvo.
Condições meteorológicas:
Temperatura do ar: Abaixo de 30° C.
Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Entre 5 e 18 Km/h.
Observações:
Evitar sempre os horários que estiverem com turbulência forte, inversões térmicas e correntes de convecção.
Obedecer ao regulamento previsto na Portaria 009 do Decreto Lei 86765 do Ministério da Agricultura.
Batata: Aplicar 600 g/ha no sulco de plantio, ou 800 g/ha, antes da amontoa, em área total ou em jato dirigido na linha. Efetuar a amontoa logo após a aplicação. Aplicação foliar: Utilizar pulverizador costal ou motor estacionário com volumes de calda variando de 200 a 400 L/ha, no início da infestação.
Para Cigarrinha:
Aplicação terrestre:
Jato dirigido em ambos os lados da linha de plantio, de modo a atingir as ninfas, protegidas pela espuma, alojadas na base das plantas.
Realizar aplicação única por ocasião da colheita:
Pulverização sobre a soqueira (com diluição): Pulverizar o produto sobre a soqueira das plantas por ocasião da colheita, utilizando volumes de calda entre 50 a 100 L/ha.
Aplicação aérea: Somente em condição de cana fechada, quando não mais permitir aplicação tratorizada.
Aplicação aérea / parâmetros a serem observados:
Largura da faixa de aplicação – 15 m (Aeronave tipo Ipanema). Volume de aplicação – 30 a 50 L/ha.
Densidade de gotas – 20 a 30 gotas/cm². Tamanho das gotas (DMV) – 200 a 400 µm. Altura de voo – 2 a 4 m acima do alvo.
Condições meteorológicas:
Temperatura do ar: Abaixo de 30° C.
Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Entre 5 e 18 Km/h.
Observações:
Evitar sempre os horários que estiverem com turbulência forte, inversões térmicas e correntes de convecção.
Obedecer ao regulamento previsto na Portaria 009 do Decreto Lei 86765 do Ministério da Agricultura.
Para Cupim: Aplicação sobre os colmos (mudas) no sulco de plantio, cobrindo-os logo após o tratamento.
Para cochonilhas-farinhentas: Fazer uma aplicação a partir de julho dependendo da presença da praga na cultura. Fazer aplicação em esguicho utilizando volume de calda de 100 mL por planta. Aplicação em esguicho ou “Drench”: Diluir o produto na dose recomendada por ha em volume de água suficiente para aplicação de 50 mL/planta (metade em cada lado da planta). Usar pulverizador costal manual ou equipamento tratorizado corretamente calibrado e adaptado para aplicação no solo limpo, sob a copa do cafeeiro. Para cochonilhas-farinhentas: Diluir o produto na dose recomendada por ha em volume de água suficiente para aplicação de 100 mL/planta (metade em cada lado da planta). Usar pulverizador costal manual ou equipamento tratorizado corretamente calibrado e adaptado para aplicação no solo limpo, sob a copa do cafeeiro.
Aplicação via água de irrigação por gotejo: Considerar a área abrangida por turno de rega, calcular e administrar a quantidade de produto necessária para a aplicação da dose recomendada por ha; seguir as instruções do fabricante para a regulagem do equipamento dosador.
Aplicação dirigida ao tronco da planta, com 50 mL de calda por planta, a 20 cm do solo.
aplicação em sulcos (de 5 cm de profundidade) sob a copa, em ambos os lados da planta, fechando-os logo após o tratamento. Para controle de Cochonilha-Orthezia: Aplicação via pulverização, procurando atingir toda a copa das plantas com um volume de 15 litros/planta. Melhor efeito de controle é obtido com a adição de 0,5% de óleo mineral. Para controle de Cochonilha-parlatoria, Cochonilha-pardinha e Psilídeo: Aplicação no tronco e ramos com um gasto em torno de 0,5 litro/planta, volume de calda suficiente para uma boa cobertura; ou em pulverização no solo na projeção da copa das plantas com volume em torno de 200 L/ha.
Cupim: Colocar as bandejas contendo as mudas em um estrado, e fazer a imersão, de preferência por meio mecânico, ou seja, através de uma talha (roldana), baixando a bandeja sobre o tambor contendo a calda inseticida. Após a imersão, deixar escorrer para o tambor, o excesso da calda, antes de levar as mudas para o campo.
Vespa-da-galha: Aplicar 300 g/100L em pulverização foliar, no aparecimento da praga, com volume de calda de 10 mL/m2.
Feijão: Pulverização terrestre: Recomenda-se utilizar barra tratorizada ou pulverizador costal com volumes de água de 100 a 200 L/ha. Pulverização por pivot: Utilizar os parâmetros requeridos para essas modalidades de aplicação.
Quando aplicado na forma de esguicho na base da planta, irrigar imediatamente após a aplicação.
Pulgão-do-algodoeiro: As aplicações de ACTARA 250 WG, NIRVANA deverão seguir amostragens, onde avalia-se a porcentagem de plantas atacadas, considerando como planta atacada aquela que tiver pelo menos uma colônia se formando. Em cultivares suscetíveis ao mosaico das nervuras, em áreas sem a presença de plantas com “doença-azul” pode-se tolerar de 5 a 10% de plantas atacadas. Em áreas com 2 a 6% de plantas com “doença-azul” pode-se tolerar até 3 a 5% de plantas atacadas.
Dedicar atenção especial às reboleiras iniciais ou em áreas de risco (próximas a soqueiras não destruídas, do ano anterior, de lavouras infestadas, ou até lavouras com cultivares tolerantes, em altas infestações).
As avaliações das aplicações de ACTARA 250 WG, NIRVANA deverão ser feitas 2 dias após sua aplicação sempre considerando as colônias. Para cultivares tolerantes ou resistentes ao mosaico-das-nervuras, a tolerância é de até 40% de plantas atacadas. Cuidados deverão ser tomados nestas áreas para não ser foco de disseminação para áreas de variedades suscetíveis. A dose de ACTARA 250 WG, NIRVANA de 100 g do produto comercial por hectare é recomendada para as cultivares tolerantes à virose, e 200 g/ha para as suscetíveis à virose.
Arroz: Bicheira-da-raiz-do-arroz: Uma única aplicação logo após o início de irrigação. Percevejo- do-colmo: No início do aparecimento da praga. Se necessário fazer até 2 aplicações.
Vaquinha-verde-amarela: Iniciar as pulverizações quando for constatada a entrada dos primeiros adultos na lavoura. Repetir quando necessário, até 3 vezes nas aplicações foliares e 2 nas aplicações ao solo.
Cochonilhas-farinhentas: Realizar aplicação única a partir de julho dependendo do histórico de ataque da praga na área.
Cana-de-açúcar: Cigarrinha-das-raízes: 1 aplicação dirigida em linha, nos 2 lados das fileiras de plantas. Cupim: Uma aplicação no sulco, durante o plantio.
Feijão: Mosca-branca: Iniciar as aplicações logo no início da infestação. O número de aplicações depende da pressão da praga. As aplicações poderão ser repetidas até 2 vezes.
Evite o plantio de feijão junto a lavouras antigas de feijão ou soja. Nestas condições, quando da colheita destas áreas, haverá uma migração muito grande de Mosca-branca para a nova cultura, tornando inevitável a transmissão da virose. Para evitar pulverizações excessivas na fase de emergência e desenvolvimento inicial, torna-se imprescindível o tratamento de sementes com um produto efetivo contra a Mosca-branca. Na ausência de um bom tratamento de sementes ou com sementes tratadas com produtos não específicos para Mosca-branca, poderá haver introdução da virose. Nessas condições, quando houver 60% de plântulas emergidas, aplicar um produto de contato para eliminar a população adulta migrante. Após a emergência total da cultura, iniciar as aplicações de ACTARA 250 WG, NIRVANA, com intervalos de 7 dias.
Vaquinha-verde-amarela: Iniciar as aplicações quando for verificada a presença de adultos no campo.
Fumo: Canteiro: Para proteção das plantas no período inicial pré e pós-transplante, recomenda- se a aplicação na dose de 0,6 g/m2 de canteiro, no estádio de 4 a 6 folhas. Campo (esguicho no solo): Aplicar logo após o transplante. Usar a dose menor quando o produto for aplicado 30 dias após o transplante. Se a aplicação for feita imediatamente após o transplante, usar a dose maior. Rega de mudas em bandeja: Uma aplicação 2 dias antes do transplante na forma de rega sobre as mudas.
Melancia: Aplicação via esguicho: Realizar uma única aplicação via esguicho na base das plantas logo após emergência. Aplicação foliar: As aplicações deverão ser realizadas logo no início da infestação. Repetir até 3 vezes a intervalos de 7 dias, dependendo da infestação.
Cultura | Dias |
Abacaxi (solo) | 60 dias |
Abacaxi (imersão) | (1) |
Abobrinha (solo) | 45 dias |
Alface (foliar) | 40 dias |
Algodão | 21 dias |
Amendoim | 42 dias |
Arroz | 21 dias |
Batata (foliar) | 10 dias |
Batata (solo) | 89 dias |
Berinjela (solo) | 40 dias |
Café | 90 dias |
Cana-de-açúcar (foliar) | 30 dias |
Cana-de-açúcar (solo) | (1) |
Citros (foliar) | 14 dias |
Citros (tronco) | 180 dias |
Crisântemo | UNA |
Ervilha (foliar) | 3 dias |
Eucalipto | UNA |
Feijão | 14 dias |
Feijão-vagem (solo) | 60 dias |
Fumo | UNA |
Melancia (foliar e solo) | 14 dias |
Melão (foliar) | 7 dias |
Melão (solo) | 64 dias |
Morango | 1 dia |
Pepino (solo) | 45 dias |
Pimentão (solo) | 46 dias |
Plantas Ornamentais | UNA |
Repolho (foliar) | 7 dias |
Repolho (solo) | 70 dias |
Tomate (foliar) | 3 dias |
Tomate (solo) | 10 dias |
Trigo | 42 dias |
Uva | 45 dias |
Não determinado devido a modalidade de uso.
UNA - uso não alimentar.
24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade de reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes deste período, usar macacão de mangas compridas, luvas e botas.
Rua Dom José de Barros, 177 – sala 401 – 4º andar 01038-901, São Paulo - SP
Tel: (11) 2124 - 3400 www.latam.gulfoilltd.com
CULTURAS, PRAGAS E DOSES:
Culturas | Pragas | Doses/Época de aplicação | Volume de Calda L/ha | |
Nome Comum | Nome Cientifico | |||
Abacate | Cochonilha-do- coqueiro | Aspidiotus destructor | Primavera/Verão: 1L / 100 L de água Outono/Inverno: 1,5 - 2,0 L / 100 L de água. | (Terrestre) 1200 - 1500 L |
Cochonilha | Protopulvinaria longivalvata | |||
Cacau | Cochonilha-branca; | Planococcus citri | Primavera/Verão: 1L / 100 L de água Outono/Inverno: 1,5 - 2,0 L / 100 L de água | (Terrestre) 1200 - 1500 L |
Café | Cochonilha parda | Seissetia coffeae | Primavera/Verão: 1L / 100 L de água Outono/Inverno: 1,5 - 2,0 L / 100 L de água | (Terrestre) 1200 - 1500 L |
Cochonilha verde | Coccus viridis | |||
Citros | Ácaro-da-leprose | Brevipalpus phoenicis | Primavera/Verão: 1L / 100 L de água Outono/Inverno: 1,5 - 2,0 L / 100 L de água | (Terrestre) 1200 - 1500 L |
Ácaro-das-gemas | Eriophyes sheldoni | |||
Ácaro-da-falsa- ferrugem | Phyllocoptruta oleivora | |||
Cochonilha-escama- vírgula | Lepidosaphes beckii | |||
Cochonilha-verde | Coccus viridis | |||
Cochonilha cabeça de prego | Chrysomphalus fícus Chrysomphalus dictyospermi | |||
Mosca branca dos Citrus | Aleurothrixus floccosus | |||
Pulgão-branco | Icerya purchasi | |||
Cochonilha-escama- farinha | Pinnaspis aspidistrae | |||
Figo | Cochonilha-da- figueira | Morganella longispina | Primavera/Verão: 1L / 100 L de água Outono/Inverno: 1,5 - 2,0 L / 100 L de água | (Terrestre) 1200 - 1500 L |
Cochonilha-do-figo | Asterolecanium pustulans | |||
Maçã | Ácaro vermelho europeu | Panonychus ulmi | Primavera/Verão: 1L/ 00 L de água Outono/Inverno: 1,5 - 2,0 L / 100 L de água | (Terrestre) 1200 - 1500 L; |
Cochonilha-branca | Pseudaulacaspis pentagona | |||
Pulgão-lanígero | Eriosoma lanigerum | |||
Cochonilha-escama- farinha | Pinnaspis aspidistrae | |||
Cochonilha-amarela | Hemiberlesia lataniae | |||
Piolho-de-são-josé | Quadraspidiotus perniciosus | |||
Pera | Ácaro vermelho europeu | Panonychus ulmi | Primavera/Verão: 1L / 100 L de água Outono/Inverno: 1,5 - 2,0 L / 100 L de água | (Terrestre) 1200 - 1500 L; |
Cochonilha-branca | Pseudaulacaspis pentagona | |||
Pulgão-lanígero | Eriosoma lanigerum | |||
Cochonilha-escama- farinha | Pinnaspis aspidistrae | |||
Cochonilha-amarela | Hemiberlesia lataniae | |||
Piolho-de-são-josé | Quadraspidiotus perniciosus | |||
Pêssego | Ácaro vermelho europeu | Panonychus ulmi | Primavera/Verão: 1L / 100 L de água Outono/Inverno: 1,5 - 2,0 L / 100 L de água | (Terrestre) 1200 - 1500 L; |
Cochonilha-branca | Pseudaulacaspis pentagona | |||
Cochonilha-escama- farinha | Pinnaspis aspidistrae | |||
Cochonilha-amarela | Hemiberlesia lataniae | |||
Piolho-de-são-josé | Quadraspidiotus perniciosus | |||
Cochonilha-escama- farinha | Pinnaspis aspidistrae | |||
Rosa | Cochonilha-parda | Seissetia coffeae | Primavera/Verão: 1L / 100 L de água Outono/Inverno: 1,5 - 2,0 L / 100 L de água | (Terrestre) 1200 - 1500 L; |
Cochonilha –de- placa | Orthezia insignis | |||
Pulgão-branco | Icerya purchasi | |||
Cochonilha-cabeça- de-prego | Chrysomphalus fícus |
Rua Dom José de Barros, 177 – sala 401 – 4º andar 01038-901, São Paulo - SP
Tel: (11) 2124 - 3400 www.latam.gulfoilltd.com
Seringueira | Cochonilhas | Aspidiotus destructor | Primavera/Verão: 1L / 100 L de água Outono/Inverno: 1,5 - 2,0 L / 100 L de água | (Terrestre) 1200 - 1500 L; |
Uva | Cochonilha-branca | Pseudaulacaspis pentagona | Primavera/Verão: 1L / 100 L de água Outono/Inverno: 1,5 - 2,0 L / 100 L de água | (Terrestre) 1200 - 1500 L; |
Cochonilha-escama- farinha | Pinnaspis aspidistrae | |||
Piolho-de-são-josé | Quadraspidiotus perniciosus | |||
Pulgão-lanígero | Eriosoma lanigerum | |||
Cochonilha-amarela | Hemiberlesia lataniae | |||
Ácaro vermelho europeu | Panonychus ulmi |
- Os tratamentos para controle dos insetos e ácaros acima recomendados deverão ser iniciados assim que atingir o nível de dano econômico, fazendo aplicações com intervalos de 20 dias.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Protopulvinaria longivalvata | Cochonilha | Ver detalhes |
| Cacau | Planococcus citri | Cochonilha-branca, Cochonilha-da-raiz | Ver detalhes |
| Café | Coccus viridis | Cochonilha-verde, Cochonilha-verde-do-cafeeiro | Ver detalhes |
| Citros | Lepidosaphes beckii | Cochonilha-escama-vírgula | Ver detalhes |
| Figo | Asterolecanium pustulans | Cochonilha, Cochonilha-do-figo | Ver detalhes |
| Maçã | Panonychus ulmi | Ácaro-da-macieira, Ácaro-vermelho-europeu | Ver detalhes |
| Pera | Eriosoma lanigerum | Pulgão-lanígero, Pulgão-lanígero-da-macieira | Ver detalhes |
| Pessego | Pinnaspis aspidistrae | Cochonilha-escama-farinha | Ver detalhes |
| Rosa | Icerya purchasi | Cochonilha-australiana, Pulgão-branco | Ver detalhes |
| Seringueira | Aspidiotus destructor | Cochonilha, Cochonilha-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Uva | Eriosoma lanigerum | Pulgão-lanígero, Pulgão-lanígero-da-macieira | Ver detalhes |
Aplicação terrestre: Quando utilizar AGEFIX no controle de insetos e ácaros acima recomendados, fazer a diluição em água na dose recomendada e aplicar em pulverizações terrestres, utilizando um alto volume (1200 - 1500 litros de calda / ha), dando uma boa cobertura de forma uniforme sobre a cultura. Utilizar bicos cônicos D-10 a uma pressão de aplicação de 100 - 150 libras / pol2.
Volume de aplicação com barra de 20 - 30 L/ha de calda. Com Micronair: Máximo 18 L / Micronair / minuto. Altura do voo: com barra ou Micronair: 4 - 5 m em relação ao topo das plantas.
Largura da faixa de deposição efetiva: 20 m, para aviões do tipo Ipanema. Aviões de maior porte, consultar técnico devidamente habilitado da região.
Tamanho/densidade de gotas: 110 - 140 micrometros com mínimo de 40 gotas / cm2.
Sem Restrições
A reentrada de pessoas nas culturas poderá ocorrer após 24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade de reentrada na lavoura ou áreas tratadas antes deste prazo, usar macacão de algodão hidrorrepelente de mangas, compridas, luvas e botas de borracha.
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No caso de barra, usar bicos cônicos da série D com disco (core) 45°. Manter a angulação das barras entre 90° (para a umidade do ar acima dos 80 %), ajustando-a durante a aplicação de acordo com a variação da umidade relativa do ar, até a angulação máxima de 180° em relação à direção do vôo do avião.
O produto hidrolisa-se mais rapidamente em condições ácidas do que em condições alcalinas. Apresenta pressão de vapor de 9,4 x 10-6 mmHg a 25°C (pouco volátil).
Culturas | Pragas | Doses | Volume de calda | Número máximo de aplicações | Época de aplicação |
Mosca branca | 0,6 - 1,0 kg | As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas nas culturas indicadas. No controle principalmente da “mosca branca”, a pulverização deve ser feita de modo a atingir as formas jovens, na parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda- se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em | |||
Algodão | (Bemisia | p.c./ha (150- | 200 L/ha | 2 | |
tabaci raça B) | 250 g i.a./ha) * | ||||
Volume de calda | |||||
que permita | |||||
Begônia | Mosca branca (Bemisia tabaci) | 100 - 200 g p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L d’água) | cobrir uniformemente as folhas, principalmente a superfície inferior das folhas, até o | 3 | |
ponto de | |||||
escorrimento. | |||||
Ácaro da falsa | |||||
ferrugem | 100 g p.c. /100 | ||||
(Phyllocoptruta oleivora) | L d’água | ||||
Citros (Laranja) | Cochonilha (Orthezia praelonga) | (25 g i.a./100 L d’água) | 10L / planta ou 2000 L/ha | 2 | |
Cochonilha | 200 g p.c./100 L | ||||
parda | d’água | ||||
(Saissetia | (50 g i.a./ 100 L | ||||
oleae) | d'água) | ||||
Mosca branca | 0,4 - 1,0 kg | ||||
Feijão | (Bemisia | p.c./ha (100 - | 200 L/ha | 2 | |
tabaci) | 250 g i.a./ha) * |
seguida aplicar Applaud 250.
Gérbera | Mosca branca (Bemisia tabaci) | 100 - 200 g p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L d’água) | Volume de calda que permita cobrir uniformemente as folhas, principalmente a superfície inferior das folhas, até o ponto de escorrimento. | 3 |
Manga, Abacate, Abacaxi, Anonáceas, Cacau, Cupuaçu, Guaraná, Kiwi, Mamão, Maracujá e Romã | Ácaro da falsa ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | 100 g p.c./100 L d’água (25 g i.a./100 L d’água) | 600 – 800 L/ha | 3 |
Cochonilha (Orthezia praelonga) | ||||
Cochonilha parda (Saissetia oleae) | 200 g p.c./100 L d’água (50 g i.a./100 L d’água) | |||
Mosca branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 g p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L d’água) | |||
Melão e Melancia | Mosca branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 g p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L d’água) | 600 – 800 L/ha | 3 |
Abóbora, Abobrinha, Chuchu, Maxixe e Pepino | Mosca branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 g p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L d’água) | 600 L/ha | 2 |
Berinjela, Jiló, Pimenta, Pimentão e Quiabo. | Mosca branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 g p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L d’água) | 200 L/ha | 3 |
Soja | Mosca branca (Bemisia tabaci) | 0,4 - 0,6 kg p.c./ha (100 - 150 g i.a./ha) * | 300 L/ha | 2 | |
Tomate | Mosca branca (Bemisia tabaci) | 100 - 200 g p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 l d’água) | 1000 L/ha | 3 |
p.c. = produto comercial, i.a. = ingrediente ativo.
O óleo mineral diminui a tensão superficial das gotas, promovendo melhor distribuição do produto sobre as superfícies foliares, facilitando a adesão e penetração, reduz a deriva e retarda a evaporação da gota, o que melhora a eficácia do produto.
As aplicações com APPLAUD 250 devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas nas culturas indicadas.
No controle, principalmente, da “mosca branca”, a pulverização deve ser feita de modo a atingir as formas jovens, na parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar APPLAUD 250. É aconselhável um programa de manejo com a associação de inseticidas dos grupos químicos organofosforados, neonicotinoides e piretroides, quando se notar a presença de adultos da mosca-branca na lavoura.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Abacaxi | Bemisia tabaci raça B | Mosca Branca | Ver detalhes |
| Abóbora | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Abobrinha | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Anonáceas | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Begônia | Bemisia tabaci | Mosca Branca | Ver detalhes |
| Berinjela | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Cacau | Saissetia oleae | Cohonilha parda | Ver detalhes |
| Chuchu | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
| Cupuaçu | Orthezia praelonga | Cchonilha | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Gérbera | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Guaraná | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Jiló | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Kiwi | Orthezia praelonga | Cochonilha | Ver detalhes |
| Mamão | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Manga | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Maracujá | Saissetia oleae | Cochonilha parda | Ver detalhes |
| Maxixe | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pepino | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pimenta | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Pimentão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Quiabo | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Romã | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
As aplicações podem ser feitas em pulverização via terrestre, com equipamento costal manual ou motorizado, pulverizador estacionário ou de barra tratorizado e aérea.
A utilização do pulverizador costal pode ocorrer em pequenas propriedades ou pequenas porções do terreno nas quais equipamentos tratorizados, ou aéreo não tenham acesso. Os equipamentos costais devem ser equipados com pontas de jato cônico, da série "D" ou similares, mantendo uma pressão ao redor de 45 a 60 psi, com cerca de 40 - 60 gotas/cm2. Nesta modalidade de pulverização, os parâmetros relacionados à pulverização não são tão precisos, e alguns cuidados devem ser tomados, entre eles:
Perfeito ajuste do pulverizador nas costas do aplicador;
Nunca começar o preparo da calda e a aplicação sem antes vestir o equipamento de proteção individual;
Trabalhar sem fazer movimentos bruscos;
Durante as aplicações, manter as passadas e o bombeamento o mais constante possível por que poderá ocorrer uma variação na pressão de trabalho em função deste bombeamento;
Manter o bico a uma distância constante das plantas;
Verificar a direção do vento e caminhar de forma a não ser atingido pela pulverização;
Não caminhar sobre a linha tratada;
Fazer aplicações de preferência no início da manhã e no final da tarde:
Preparar calda suficiente para evitar sobras.
O preparo da calda pode ser feito despejando-se o produto diretamente no tanque do pulverizador. Enxaguar a embalagem do produto por três vezes, imediatamente após o uso do conteúdo. A lavagem da embalagem pode ser feita manualmente ou através de equipamento adequado. A água usada para lavagem da embalagem deve ser colocada no pulverizador. No preparo da calda, respeite os seguintes passos:
Colocar água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 do seu volume;
Adicionar o produto na dose indicada e em seguida completar o volume do tanque, mantendo a calda sob agitação contínua;
Com o registro fechado, após completo o tanque, manter sob agitação por cerca de 10 minutos antes de iniciar a pulverização;
A agitação da calda deve ser contínua durante todo o processo de pulverização;
Durante as paradas e manobras com o equipamento, fechar o registro do pulverizador para evitar sobreposição de calda nas áreas tratadas.
Os pulverizadores devem ser adaptados com pontas de jato cônico da série "D" ou similares, ou segundo especificação dos fabricantes para aplicação de inseticidas, operando com uma pressão de
trabalho de 80 a 120 psi, calibrados para um volume de calda por ha, conforme descrito anteriormente, produzindo de 40 - 60 gotas/cm2, gotas estas que devem ser de finas a médias.
A altura da barra deve estar em torno de 30 a 50 cm do topo da planta e a distância entre os bicos deve ser de 30 a 50 cm.
Para aplicação via aérea, além dos cuidados normais empregados nas aplicações de inseticidas, utilizar um volume de calda de 20 a 40 L/ha, ângulo dos bicos em relação à linha de voo da aeronave de 45 graus. Aplicar somente com barra e bicos adequados para aplicação aérea e pressão de trabalho de 15 a 30 psi.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como: temperatura ambiente até 30°C, umidade relativa do ar no mínimo de 60%; altura de voo, 3 a 4 metros de cultura. A aplicação poderá ser feita fora das condições acima descritas a critério do Engenheiro Agrônomo, evitando sempre a deriva e perdas do produto por evaporação.
A velocidade ideal do vento para a aplicação está entre 3 a 7 km/h e o máximo é de 10 km/h. A temperatura influencia na evaporação das gotas, na movimentação das massas de ar e na sustentação de gotas no ar. Por isso as aplicações devem ser realizadas nas horas mais frescas, ou seja, no amanhecer ou no entardecer.
A temperatura máxima para aplicação varia de 27 a 30°C e a umidade relativa do ar (U.R.%) deve ser de mínimo 55%.
Algodão 42 dias Feijão 21 dias
Soja 30 dias
Abacaxi, Abacate, Abóbora, Abobrinha, Anonáceas, Berinjela, Cacau, Citros (Iaranja), Chuchu, Cupuaçu, Guaraná, Jiló, Kiwi, Mamão, Manga, Maracujá, maxixe, Melão,Melancia, Pepino,
Pimenta, Pimentão, Quiabo, Romã, Tomate 07 dias
Begônia e Gérbera UNA
UNA: Uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
ARGENFRUT RV é um fungicida, inseticida e acaricida de contato do grupo químico dos hidrocarbonetos alifáticos, indicado para o controle de pragas e doenças das culturas Abacate, Banana, Cacau, Café, Citros, Figo, Maçã, Pêra, Pêssego, Rosa, Seringueira, Soja e Uva.
Rua Dom José de Barros, 177 – sala 401 – 4º andar Tel: (11) 2124 - 3400 www.latam.gulfoilltd.com
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Cultura | Alvo Biológico | Dose* | Época, Número e Intervalo de aplicação | Volume de calda | |
Nome comum Nome científico | T > 25°C | T < 25°C | |||
ABACATE | Cochonilha (Aspidiotus destructor) (Protopulvinaria longivalvata) | 0,9L/100L água | 1,4 a 1,8L/100L água | Época: Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Nº de aplicações e Intervalo de aplicação: Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo. | 1200 a 1500 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea) |
Cochonilha-parda (Saissetia hemisphaerica) | 1,8L/100L água | ||||
BANANA | Mal de sigatoka (Micosphaerella musicola) | 10 L/ha | Época: Aplicar sempre que as condições climáticas se fizerem favoráveis ao desenvolvimento do fungo (estação quente e chuvosa). Nº de aplicações e Intervalo de aplicação: Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento da doença e repetir a cada 2 a 3 semanas, em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação. | 150 L/ha (Aplicação Tratorizada) 50 a 70 L/ha (Atomizador costal manual) 30 L/ha (aérea) | |
CACAU | Cochonilha-branca (Planococcus citri) | 0,9L/100L água | 1,4 a 1,8L/100L água | Época: Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Nº de aplicações e Intervalo de aplicação: Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo. | 1200 a 1500 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea) |
CAFÉ | Cochonilha-verde (Coccus viridis) | 0,9L/100L água | 1,4 a 1,8L/100L água | Época: Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Nº de aplicações e Intervalo de aplicação: Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo. | 1200 a 1500 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea) |
Cochonilha-parda (Saissetia coffeae) | |||||
Cochonilha-parda (Saissetia hemisphaerica) | 9 L/ha | 18 L/ha | |||
CITROS | Cochonilha-pardinha (Salesnaspidus articulatus) | 1,0L/100L água | 1,0L/100L água | Época: As aplicações devem ocorrer quando for detectado o aparecimento da praga, antes que atinja o nível de dano econômico. A pulverização pode ser feita em qualquer época do ano, de preferência nos horários menos quentes do dia e de preferência em dias nublados. Nos dias muito quentes recomenda-se a pulverização no período noturno. Nº de aplicações e Intervalo de aplicação: As aplicações devem ser realizadas com o intervalo | 2000 a 4000 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea) |
Mosca-branca-dos-citros (Aleurothrixus floccosus) | 0,9L/100L água | 1,4 a 1,8L/100L água | |||
Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | |||||
Cochonilha-cabeça-de- prego (Chrysomphalus dictyospermi) (Chrysomphalus fícus) | de 25 dias sendo suficientes em período de infestação para o controle anual da praga. | ||||
Cochonilha-verde (Coccus viridis) | |||||
Ácaro-das-gemas (Eriophyes sheldoni) | |||||
Pulgão-Branco (Icerya purchasi) | |||||
Cochonilha-escama- vírgula (Lepidosaphes beckii) | |||||
Cochonilha-ortezia (Orthezia praelonga) | |||||
Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | 0,9L/100L água | 1,4L/100L água | |||
Cochonilha-escama- farinha (Pinnaspis aspidistrae) | 0,9L/100L água | 1,4 a 1,8L/100L água | |||
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Cochonilha-branca (Planococcus citri) | 0,9L/100L água | 1,8L/100L água | |||
Cochonilha-parda (Saissetia coffeae) | |||||
FIGO | Cochonilha-do-figo (Asterolecanium pustulans) | 0,9L/100L água | 1,4 a 1,8L/100L água | Época: Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Nº de aplicações e Intervalo de aplicação: Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo. | 1200 a 1500 L/ha (terrestre) |
Cochonilha-da-figueira (Morganella longispina) | |||||
MAÇÃ | Pulgão-Ianígero (Eriosoma lanigerum) | 0,9L/100L água | 1,4 a 1,8L/100L água | Época: Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Nº de aplicações e Intervalo de aplicação: Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo. | 1200 a 1500 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea) |
Cochonilha-amarela (Hemiberlesia Iataniae) | |||||
Ácaro-vermelho- europeu (Panonychus ulmi) | |||||
Cochonilha-escama- farinha (Pinnaspis aspidistrae) | |||||
Cochonilha-branca (Pseudaulacaspis pentagona) | |||||
Piolho-de-são-josé (Quadraspidiotus perniciosus) | |||||
PERA | Pulgão-Ianígero (Eriosoma lanigerum) | 0,9L/100L água | 1,4 a 1,8L/100L água | Época: Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Nº de aplicações e Intervalo de aplicação: Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo | 1200 a 1500 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea) |
Cochonilha-amarela (Hemiberlesia Iataniae) | |||||
Ácaro-vermelho- europeu (Panonychus ulmi) | |||||
Cochonilha-escama- farinha (Pinnaspis aspidistrae) | |||||
Cochonilha-branca (Pseudaulacaspis pentagona) | |||||
Piolho-de-são-josé (Quadraspidiotus perniciosus) | |||||
Pulgão-Ianígero (Eriosoma lanigerum) | Época: Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Nº de aplicações e Intervalo de aplicação: | 1200 a 1500 L/ha | |||
Cochonilha-amarela (Hemiberlesia Iataniae) | |||||
Ácaro-vermelho- europeu (Panonychus ulmi) |
Rua Dom José de Barros, 177 – sala 401 – 4º andar Tel: (11) 2124 - 3400 www.latam.gulfoilltd.com
01038-901, São Paulo - SP
PÊSSEGO | Cochonilha-escama- farinha (Pinnaspis aspidistrae) | 0,9L/100L água | 1,4 a 1,8L/100L água | Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo. | (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea) |
Cochonilha-branca (Pseudaulacaspis pentagona) | |||||
Piolho-de-são-josé (Quadraspidiotus perniciosus) | |||||
ROSA | Cochonilha-cabeça-de- prego (Chrysomphalus fícus) | 0,9L/100L água | 1,4 a 1,8L/100L água | Época: Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Nº de aplicações e Intervalo de aplicação: Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo. | 1200 a 1500 L/ha (terrestre) |
Pulgão-branco (Icerya purchasi) | |||||
Cochonilha-de-placa (Orthezia insignis) | |||||
Cochonilha-parda (Saissetia coffeae) | |||||
SERINGUEIRA | Cochonilhas (Aspidiotus destructor) | 0,9L/100L água | 1,4 a 1,8L/100L água | Época: Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Nº de aplicações e Intervalo de aplicação: Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo. | 1200 a 1500 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea) |
SOJA | Mosca-Branca (Bemisia tabaci) | 3,0 a 4,0 L/ha | Época: Aplicar quando for detectado o aparecimento das primeiras ninfas de Mosca- branca, antes que se caracterize dano econômico. Nº de aplicações: Realizar, no máximo, 3 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de aplicação: Intervalos de 10 dias. | 200 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea) | |
UVA | Pulgão-Ianígero (Eriosoma lanigerum) | 0,9L/100L água | 1,4 a 1,8L/100L água | Época: Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Nº de aplicações e Intervalo de aplicação: Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo. | 1200 a 1500 L/ha (terrestre) |
Cochonilha-amarela (Hemiberlesia Iataniae) | |||||
Ácaro-vermelho- europeu (Panonychus ulmi) | |||||
Cochonilha-escama- farinha (Pinnaspis aspidistrae) | |||||
Cochonilha-branca (Pseudaulacaspis pentagona) | |||||
Piolho-de-são-josé (Quadraspidiotus perniciosus) | |||||
*dose do produto comercial
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Saissetia hemisphaerica | Cochonilha-parda | Ver detalhes |
| Banana | Mycosphaerella musicola | Mal-de-Sigatoka, Sigatoka-amarela | Ver detalhes |
| Cacau | Planococcus citri | Cochonilha-branca, Cochonilha-da-raiz | Ver detalhes |
| Café | Saissetia coffeae | Cochonilha-parda | Ver detalhes |
| Citros | Coccus viridis | Cochonilha-verde, Cochonilha-verde-do-cafeeiro | Ver detalhes |
| Figo | Asterolecanium pustulans | Cochonilha, Cochonilha-do-figo | Ver detalhes |
| Maçã | Pinnaspis aspidistrae | Cochonilha-escama-farinha | Ver detalhes |
| Pera | Eriosoma lanigerum | Pulgão-lanígero, Pulgão-lanígero-da-macieira | Ver detalhes |
| Pessego | Panonychus ulmi | Ácaro-da-macieira, Ácaro-vermelho-europeu | Ver detalhes |
| Rosa | Saissetia coffeae | Cochonilha-parda | Ver detalhes |
| Seringueira | Aspidiotus destructor | Cochonilha, Cochonilha-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Uva | Pinnaspis aspidistrae | Cochonilha-escama-farinha | Ver detalhes |
Rua Dom José de Barros, 177 – sala 401 – 4º andar Tel: (11) 2124 - 3400 www.latam.gulfoilltd.com
01038-901, São Paulo - SP
ABACATE, BANANA, CACAU, CAFÉ, CITROS, FIGO, MAÇÃ, PERA, PÊSSEGO, ROSA, SERINGUEIRA, SOJA e UVA:
O volume de calda por planta ou por hectare varia conforme o porte e número de plantas por área. Recomenda - se tratamento com alto-volume, para dar boa cobertura às plantas:
O produto pode ser aplicado por pulverizadores manuais ou por atomizadores ou pulverizadores tracionados utilizando-se bicos do tipo cone, com pressão de trabalho de aproximadamente 350lb/pol² e velocidade de rotação das pás de 150 r.p.m. Seguir sempre as recomendações do fabricante.
Pulverizar uniformemente as plantas, procurando atingir todo o vegetal.
Aplicar nos horários mais frescos do dia evitando ventos acima de 10 km/hora, não aplicando em temperaturas superiores a 27 graus centígrados e umidade relativa do ar inferior a 70%, visando reduzir ao mínimo perdas por deriva e evaporação.
Durante o tempo que durar a aplicação deve-se manter constante o funcionamento dos agitadores, bem como a pressão indicada para assegurar a homogeneidade da emulsão.
ABACATE, BANANA, CACAU, CAFÉ, CITROS, MAÇÃ, PERA, PÊSSEGO, SERINGUEIRA E SOJA:
Uso de barra ou atomizador rotativo Micronair AU 3.000/5.000.
Volume de aplicação: Com barra: 20-30 L/ha de calda. Com Micronair: máximo 18 L/Micronair/minuto. Altura do voo: com barra ou Micronair: 4-5 m em relação ao topo das plantas.
Largura da faixa de deposição efetiva: 20 m, para aviões do tipo IPANEMA e aviões de maior porte, consultar técnico devidamente habilitado da região.
O tamanho e densidade de gotas devem variar de 110-140 micrômetros com mínimo de 40 gotas/cm2. Para o caso de barra, usar bicos cônicos da série D com disco (core) 45º. Manter a angulação das barras entre 90º (para a umidade do ar acima de 80%) e devem ser ajustadas durante a aplicação de acordo com a variação da umidade relativa do ar, até a angulação máxima de 180º em relação à direção do voo do avião.
Condições climáticas: aplicar nas horas mais frescas do dia evitando ventos acima de 10 km/hora, não aplicando em temperaturas superiores a 27 graus centígrados e umidade relativa do ar inferior a 70%, visando reduzir ao mínimo de perdas por deriva e evaporação.
Sem restrições.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período. Utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
ALGODÃO | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 550 - 600 ml/ha | 04 | TERRESTRE 150 - 400 AÉREA 20 - 40 |
Bicudo (Anthonomus grandis) | 500 ml/ha | |||
Curuquerê (Alabama argilácea) | 200 - 300 ml/ha |
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
ALGODÃO | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 500 - 600 ml/ha | 04 | TERRESTRE 150 - 400 AÉREA 20 - 40 |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 500 - 1000 ml/ha | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle de Ácaro-rajado e Bicudo: Aplicar logo no início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo de cultura com intervalo de 7 dias. Para controle de Curuquerê: O controle deve ser feito, quando encontrar uma lagarta (maior que 1,5 cm) por planta em lavouras sem maçã aberta. Para lavouras no início da abertura das maçãs, o controle deve ser feito quando encontrar duas lagartas (maiores que 1,5 cm) por planta e/ou desfolhamento de até 10% no terço superior das plantas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo de cultura com intervalo de 7 dias. Para controle de Lagarta-militar: Aplicar logo no início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo de cultura com intervalo de 7 dias. Para controle de Mosca-branca: Aplicar logo após o início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação, fazendo rotação de grupos químicos no manejo para evitar a redução de suscetibilidade aos produtos disponíveis no mercado. Aplicar somente via terrestre (manual costal ou tratorizado) até o ponto de escorrimento e procurando atingir o máximo possível a face inferior das folhas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo de cultura com intervalo de 7 dias. | ||||
BATATA | Larva-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 50 - 100 ml/100 L de água | 05 | TERRESTRE 500 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar logo após o início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo de cultura com intervalo de 7 dias. | ||||
CITROS | Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | 20 ml/100 L de água | 03 | TERRESTRE 2000 AÉREA 20 - 40 |
Ácaro-pupúreo (Panonychus citri) | ||||
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 7,5 - 10 ml/100 L de água | |||
Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) | 20 ml/100 L de água | |||
Cigarrinha (Oncometopia facialis) | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle de Ácaro-da-leprose e Ácaro-pupúreo: Aplicar logo após o início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme infestação. Realizar no máximo 3 aplicações por safra com intervalo de 15 dias. Para controle de Bicho-furão: Deve-se fazer o monitoramento permanente do pomar observando a presença da praga. Aplicar quando for constatado nas vistorias, o primeiro fruto atacado por talhão. Realizar no máximo 3 aplicações por safra com intervalo de 15 dias. | ||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | |
CITROS | Para controle de Cochonilha-de-placa: Aplicar logo após o início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme infestação. Realizar no máximo 3 aplicações por safra com intervalo de 15 dias. Para controle de Cigarrinha: O controle deve ser iniciado quando ocorrer 10% das plantas ou 20% das armadilhas, com a presença de uma cigarrinha. Realizar no máximo 3 aplicações por safra com intervalo de 15 dias. | ||||
COCO | Lagarta-das-palmeiras (Brassolis sophorae) | 20 ml/100 L de água | 03 | TERRESTRE 500 AÉREA 20 - 40 | |
Traça-das-flores-e-dos-frutos- novos (Hyalospila ptychis) | 20 ml/100 L de água | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle de Lagarta-das-palmeiras: Deve-se fazer o monitoramento permanente do pomar observando a presença da praga. Aplicar quando constatar a presença da praga nas folhas. Realizar no máximo 3 aplicações por safra com intervalo de 14 dias. Para controle de Traça-das-flores-e-dos-frutos-novos: Deve-se fazer o monitoramento permanente do pomar observando a presença da praga. Aplicar quando constatar a presença da praga nas inflorescências recém-abertas e nos frutos novos. Realizar no máximo 3 aplicações por safra com intervalo de 14 dias. | |||||
FEIJÃO | Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | 50 - 60 ml/ha | 03 | TERRESTRE 150 - 400 AÉREA 20 - 40 | |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 500 ml/ha | ||||
Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armígera) | 350 - 500 ml/ha | 02 | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle de Cigarrinha-verde: Aplicar quando o nível de controle atingir duas ninfas / folha em 100 folhas examinadas/ha. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultura com intervalo de 15 dias. Para controle de Mosca-branca: Aplicar logo após o início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação, fazendo rotação de grupos químicos no manejo para evitar a redução de suscetibilidade aos produtos disponíveis no mercado. Aplicar somente via terrestre (manual costal ou tratorizado) até o ponto de escorrimento e procurando atingir o máximo possível a face inferior das folhas. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultura com intervalo de 3 dias. Para controle de Lagarta Helicoverpa: Aplicar quando a larva estiver no estádio máximo de até o 2° instar. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultura com intervalo de 5 dias. | |||||
FUMO | Broca-do-fumo (Faustinus cubae) | 50 - 100 ml/ha | 01 | TERRESTRE 150 - 250 ÁREA 10 - 40 | |
Lagarta-rosca (Agrotis ípsilon) | 50 ml/ha | ||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
FUMO | Pulga-do-fumo (Epitrix fasciata) | 25 ml/ha | 01 | TERRESTRE 150 - 250 ÁREA 10 - 40 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar logo no início da infestação, na forma de pulverização total, visando boa cobertura da parte aérea das plantas. Usar menor dose em baixa infestação e a maior em alta infestação. | ||||
MAMÃO | Cigarrinha (Empoasca kraemeri) | 40 ml/100 L de água | 02 | TERRESTRE 1000 |
Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar logo no início da infestação buscando atingir o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar em caso se reinfestação. Realizar no máximo 2 aplicações por safra da cultura. | ||||
MANGA | Tripes-do-cacaueiro (Selenotripes rubrocinctus) | 30 ml/100 L de água | 01 | TERRESTRE 500 - 1000 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar logo no início da infestação buscando atingir o ponto de escorrimento. Realizar 1 aplicação por safra da cultura. | ||||
MELÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 ml/100 L de água | 01 | TERRESTRE 1000 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar logo após o início da infestação. Aplicar somente via terrestre (manual costal ou tratorizado) até o ponto de escorrimento e procurando atingir o máximo possível a face inferior das folhas. Realizar 1 aplicação por ciclo de cultura. | ||||
MELANCIA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 ml/100 L de água | 01 | TERRESTRE 1000 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Inspecionar a cultura em intervalos regulares e fazer as aplicações quando for constatada a presença da praga (início da infestação). Realizar 1 aplicação por ciclo de cultura. | ||||
MILHO | Larva-de-vaquinha (Diabrotica speciosa) | 200 - 300 ml/ha | 01 | TERRESTRE 16 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: O controle de larvas de Diabrotica deve ser feito por ocasião do plantio, em áreas com histórico de infestação da praga. Proceder à aplicação preventivamente em jato dirigido no sulco de plantio no momento da realização da semeadura, cobrindo o produto que foi pulverizado imediatamente com terra. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultura. | ||||
SOJA | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 20 - 50 ml/ha | 03 | TERRESTRE 150 - 250 AÉREA 20 - 40 |
Percevejo-verde (Nezara viridula) | 100 - 160 ml/ha | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle de Lagarta-da-soja: Aplicar quando forem encontradas em torno de 20 lagartas grandes (maiores que 1,5 cm) por metro linear ou 30% de desfolha no período anterior à floração e quando forem encontradas em torno de 20 lagartas grandes por metro linear ou 15% de | ||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
SOJA | desfolha após a floração. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultura com intervalo de 15 dias. Para controle de Percevejo-verde: Aplicar logo no início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. Usar menor dose em baixa infestação e a maior em alta infestação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultura com intervalo de 15 dias. | |||
TOMATE | Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 7,5 - 10 ml/100 L de água | 03 | TERRESTRE 1000 |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 10 - 15 ml/100L de água | |||
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 50 ml/ha | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle de Broca-pequena-do-fruto: As pulverizações devem ser iniciadas quando os frutos estiverem pequenos, antes que as pragas penetrem no interior dos frutos. O produto deve ser aplicado principalmente no local da postura, ou seja, nas sépalas. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 7 dias. Para controle de Mosca-branca: Aplicar logo após o aparecimento da praga. Fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 7 dias. Para controle de Traça-do-tomateiro: Iniciar a aplicação no início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 7 dias. | ||||
TRIGO | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 30 - 50 ml/ha | 03 | TERRESTRE 150 - 400 AÉREA 20 - 40 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Quando aparecerem os primeiros focos de infestação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultura com intervalo de 15 dias. | ||||
UVA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 50 ml/100L de água | 01 | TERRESTRE 500 - 1000 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar logo no início da infestação, buscando o ponto de escorrimento. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultura. | ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Batata | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Citros | Panonychus citri | Ácaro-purpúreo | Ver detalhes |
| Coco | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmeiras, Lagarta-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Feijão | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Fumo | Epitrix fasciata | Pulga-do-fumo, Vaquinha-do-fumo | Ver detalhes |
| Mamão | Empoasca kraemeri | Cigarrinha | Ver detalhes |
| Manga | Selenothrips rubrocinctus | Tripes-do-cacaueiro | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Milho | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Uva | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos
½ de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Gerenciamento de deriva: Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Classe de gotas: A escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: Utilizar equipamentos com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico ou leque, que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem a ocorrência de deriva. A seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra: Ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição: Utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança: Durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas.
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrı́colas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Recomenda-se a utilização de gotas médias à grossas.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: A seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: Ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do voo: De 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Faixa de segurança: Durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Temperatura do ar: Abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade média do vento: 3 a 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
INTERVALO DE SEGURANÇA (período que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
CULTURAS | INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS) |
Algodão | 15 |
Batata | 07 |
Citros | 07 |
Coco | 07 |
Feijão | 20 |
Fumo | UNA |
Mamão | 07 |
Manga | 07 |
Melão | 07 |
Melancia | 07 |
Milho | (1) |
Soja | 20 |
Tomate | 06 |
Trigo | 14 |
Uva | 07 |
UNA = Uso Não Alimentar
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade de reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes deste período, usar macacão de mangas compridas, luvas e botas.
Culturas | Pragas Nome comum / científico | Dose de produto comercial | Volume de 1) calda | Época e Intervalo de Aplicação | No máximo de aplicação por ciclo da cultura |
ALGODÃO | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 550 – 600 mL/ha | 100 – 300 L/ha (Terrestre) 10-40L/ha (Aérea) | Aplicar logo no início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. | 10 |
Bicudo (Anthonomus grandis) | 200 – 250 mL/ha | ||||
Curuquerê (Alabama argillacea) | 30 mL/ha | ||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 500 - 600 mL/ha | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 500 – 1000 mL/ha | 100 – 300 L/ha (Terrestre) | Aplicar logo após o início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação, fazendo rotação de grupos químicos no manejo para evitar a redução de suscetibilidade aos produtos disponíveis no mercado. Aplicar somente via terrestre (manual costal ou tratorizado) até o ponto de escorrimento e procurando atingir o máximo possível a face inferior das folhas. Usar volume de calda suficiente para aplicação uniforme, considerando o equipamento e a massa foliar. | ||
CANA-DE- AÇÚCAR | Cupins (Heterotermes tenuis) | 480 – 600 mL/ha | 90 – 120 L/ha (Terrestre) | Aplicar no sulco de plantio. | 1 |
CITROS | Ácaro-da- leprose (Brevipalpus phoenicis) | 20 mL/100L de água | 1800 L/ha (Terrestre) 10-40L/ha (Aérea) | Aplicar logo após o início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme infestação. Aplicar, preferencialmente, com alto volume visando perfeita cobertura da parte interna e ponteiro das plantas. Utilizar pulverizador de pistola ou turboatomizador. Pulverizador com pistola: usar pressão de trabalho de 200 a 300lb/pol2 para plantas de até 6 metros de altura. Para alturas superiores, utilizar pressão superior e bicos com orifícios maiores. Pulverizador com turboatomizador: regular e distribuir as pontas de forma que o volume de calda obedeça a uma relação com a massa foliar da árvore. | 8 |
Ácaro-pupúreo (Panonychus citri) | 20 mL/100L de água | ||||
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 7,5mL/100L de água | ||||
Cochonilha-de- placa (Orthezia praelonga) | 20 mL/100L de água | ||||
CRISÂNTEMO | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 8,3 mL/100L de água | 6.000 L/ha (Terrestre) | Aplicar logo no início da infestação, com jatos dirigidos às folhas. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação, respeitando o manejo integrado de pragas. | --- |
Larva- minadora (Liriomyza Huidobrensis) | 3,5 mL/100L de água | ||||
Pulgão (Aphis gossypii) | 2,6 mL/100L de água | ||||
MAMÃO | Cigarrinha (Empoasca spp) | 40 mL/100L de água | 1.000 L/ha (Terrestre) | Aplicar logo no início da infestação buscando atingir o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar em caso de reinfestação. | 2 |
Ácaro-branco (Polyphagotars onemus latus) |
Culturas | Pragas Nome comum / científico | Dose de produto comercial | Volume de 1) calda | Época e Intervalo de Aplicação | No máximo de aplicação por ciclo da cultura |
MANGA | Tripes-do- cacaueiro (Selenotripes Rubrocinctus) | 30 mL/100L de água | 500 - 1.000 L/ha (Terrestre) | Aplicar logo no início da infestação buscando atingir o ponto de escorrimento. | 1 |
MELÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 mL/ 100L de água | 1.000 L/ha (Terrestre) | Aplicar logo após o início da infestação. Aplicar somente via terrestre (manual costal ou tratorizado) até o ponto de escorrimento e procurando atingir o máximo possível a face inferior das folhas. Usar volume de calda suficiente para aplicação uniforme, considerando o equipamento e a massa foliar. | 1 |
ROSA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 30 mL/100L de água | 2.000 L/ha (Terrestre) | Aplicar logo no início da infestação, com jatos dirigidos às folhas. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a infestação, respeitando o manejo integrado de pragas. | -- |
SOJA | Lagarta-da- soja (Anticarsia gemmatalis) | 20 - 50 mL/ha | 100 – 200 L/ha (Terrestre) 10-40L/ha (Aérea) | Aplicar quando a cultura apresentar 20 lagartas/metro linear ou desfolhamento de 30% antes da floração ou 15% após o início da floração. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. | 3 |
UVA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 50 mL/100L de água | 500 - 1.000 L/ha (Terrestre) | Aplicar logo no início da infestação, buscando o ponto de escorrimento. | 1 |
(1) O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Heterotermes tenuis | Cupins | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Crisântemo | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Mamão | Empoasca spp. | Cigarrinha | Ver detalhes |
| Manga | Selenothrips rubrocinctus | Tripes-do-cacaueiro | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Rosa | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Uva | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura da parte aérea das plantas. Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservaçãoambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima
(velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores
mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e
eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça origináriade uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Aplicação Terrestre
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valoresinstantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Aplicação aérea
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrı́colas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do
equipamento de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Algodão | 15 |
Cana-de-açúcar | (1) |
Citros | 07 |
Crisântemo | UNA |
Rosa | UNA |
Mamão | 07 |
Manga | 07 |
Melão | 07 |
Soja | 30 |
Uva | 07 |
UNA = Uso Não Alimentar
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
O inseticida e acaricida Brigade®100 EC possui modo de ação de contato e ingestão indicado para o controle de pragas conforme recomendações abaixo:
Culturas | Pragas Nome comum / científico | Dose de produto comercial | Volume de calda(1) | Época e Intervalo de Aplicação | No máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 550 - 600 mL/ha | ||||
Bicudo (Anthonomus grandis) | 500 mL/ha | 100 - 300 L/ha | Aplicar logo no início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. | ||
Curuquerê (Alabama argilácea) | 300 mL/ha | ||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 500 - 600 mL/ha | ||||
Aplicar logo após o início da infestação. | |||||
ALGODÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 500 - 1000 mL/ha | 100 - 300 L/ha | Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação, fazendo rotação de grupos químicos no manejo para evitar a redução de suscetibilidade aos produtos disponíveis no mercado. Aplicar somente via terrestre (manual costal ou tratorizado) até o ponto de escorrimento e procurando atingir o máximo possível a face inferior das folhas. Usar volume de calda suficiente para aplicação uniforme, considerando o equipamento e a massa foliar. | 10 |
CANA-DE- AÇÚCAR | Cupins (Heterotermes tenuis) | 1200 mL/ha | 90 - 120L/ha | Aplicar no sulco de plantio. | 1 |
CITROS | Ácaro-da- leprose (Brevipalpus phoenicis) | 20 mL/100L de água | 1800 L/ha | Aplicar logo após o início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme infestação. | 8 |
Ácaro-pupúreo (Panonychus citri) | 20 mL/100L de água | Aplicar, preferencialmente, com alto volume visando perfeita cobertura da parte |
Culturas | Pragas Nome comum / científico | Dose de produto comercial | Volume de calda(1) | Época e Intervalo de Aplicação | No máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 7,5 mL/100L de água | interna e ponteiro das plantas. Utilizar pulverizador de pistola ou turboatomizador. Pulverizador com pistola: usar | |||
pressão de trabalho de 200 a | |||||
300lb/pol2 para plantas de até 6 | |||||
metros de altura. Para alturas | |||||
Cochonilha-de- placa (Orthezia praelonga) | 20 mL/100L de água | superiores, utilizar pressão superior e bicos com orifícios maiores. Pulverizador com turboatomizador: regular e distribuir as pontas de forma | |||
que o volume de calda | |||||
obedeça uma relação com a | |||||
massa foliar da árvore. | |||||
CRISÂNTEMO | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 8,3 mL/100L de água | 6.000 L/ha | Aplicar logo no início da infestação, com jatos dirigidos às folhas. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação, respeitando o manejo | -- |
Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 3,5 mL/100L de água | ||||
integrado de pragas. | |||||
Pulgão | 2,6 mL/100L | ||||
(Aphis gossypii) | de água | ||||
MAMÃO | Cigarrinha (Empoasca spp) | 40 mL/100L de água | 1.000 L/ha | Aplicar logo no início da infestação buscando atingir o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar em caso se reinfestação. | 1 |
Ácaro-branco (Polyphagotars onemus latus) | |||||
MANGA | Tripes-do- cacaueiro (Selenotripes rubrocinctus) | 30 mL/100L de água | 500 - 1.000 L/ha | Aplicar logo no início da infestação buscando atingir o ponto de escorrimento. | 1 |
Aplicar logo após o início da infestação. | |||||
MELÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 mL/100L de água | 1.000 L/ha | Aplicar somente via terrestre (manual costal ou tratorizado) até o ponto de escorrimento e procurando atingir o máximo possível a face inferior das folhas. Usar volume de calda suficiente para aplicação uniforme, considerando o equipamento e a massa foliar. | 1 |
Culturas | Pragas Nome comum / científico | Dose de produto comercial | Volume de calda(1) | Época e Intervalo de Aplicação | No máximo de aplicação por ciclo da cultura |
ROSA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 30 mL/100L de água | 2.000 L/ha | Aplicar logo no início da infestação, com jatos dirigidos às folhas. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a infestação, respeitando o manejo integrado de pragas. | -- |
SOJA | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 20 - 50 mL/ha | 100 – 200 L/ha | Aplicar quando a cultura apresentar 20 lagartas/metro linear ou desfolhamento de 30% antes da floração ou 15% após o início da floração. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. | 3 |
UVA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 50 mL/100L de água | 500 - 1.000 L/ha | Aplicar logo no início da infestação, buscando o ponto de escorrimento. | 1 |
(1) O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Heterotermes tenuis | Cupins | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Crisântemo | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Mamão | Empoasca spp. | Cigarrinha | Ver detalhes |
| Manga | Selenothrips rubrocinctus | Tripes-do-cacaueiro | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Rosa | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Uva | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura da parte aérea das plantas. Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos metade de sua capacidade preenchida com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Aplicação Terrestre
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Aplicação aérea
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Algodão | 15 |
Cana-de-açúcar | Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. |
Citros | 07 |
Crisântemo | Intervalo de segurança não determinado por se tratar de cultura de uso não alimentar (UNA). |
Rosa | Intervalo de segurança não determinado por se tratar de cultura de uso não alimentar (UNA). |
Mamão | 07 |
Manga | 07 |
Melão | 07 |
Soja | 30 |
Uva | 07 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas | Pragas Nome comum / científico | Dose de produto comercial | Volume de calda(1) | Época e Intervalo de Aplicação | No máximo de aplicação por ciclo da cultura |
ALGODÃO | Ácaro-rajado Tetranychus urticae | 550 - 600 mL/ha | 400 L/ha | Aplicar logo no início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. Usar menor dose em baixa infestação e a maior em alta infestação. | 10 |
Bicudo Anthonomus grandis | 200-250 mL/ha | ||||
Curuquerê Alabama argillacea | 30 mL/ha | ||||
Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | 500 - 600 mL/ha | ||||
Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 500 - 1000 mL/ha | 200 – 500 L/ha | Aplicar logo após o início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação, em intervalos máximos de 3 dias, fazendo rotação de grupos químicos no manejo para evitar a redução de suscetibilidade aos produtos disponíveis no mercado. Dentro do manejo integrado de pragas, alternar com organofosforados e carbamatos, nas suas respectivas doses, nos casos de alta infestação. Aplicar somente via terrestre (manual costal ou tratorizado) até o ponto de escorrimento e procurando atingir o máximo possível a face inferior das folhas. Usar volume de calda suficiente para aplicação uniforme, considerando o equipamento e a massa foliar. Usar menor dose em baixa infestação e a maior em alta infestação. | ||
CANA-DE- AÇÚCAR | Cupins Heterotermes tenuis | 480 - 600 mL/ha | 90 – 100L/ha | Aplicar no sulco de plantio.Usar menor dose em baixa infestação e a maior em alta infestação. | 1 |
CITROS | Ácaro-da-leprose Brevipalpus phoenicis | 20 mL/100L de água | 1800 L/ha | Aplicar logo após o início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme infestação. Aplicar, preferencialmente, com alto volume visando perfeita cobertura da parte interna e ponteiro das plantas. Utilizar pulverizador de pistola ou turboatomizador. Pulverizador com pistola: usar pressão de trabalho de 200 a 300lb/pol2 para plantas de até 6 metros de altura. Para alturas superiores, utilizar pressão superior e bicos com orifícios maiores. Pulverizador com turboatomizador: regular e distribuir as pontas de forma que o volume de calda obedeça uma relação com a massa foliar da árvore. | 8 |
Ácaro-pupúreo Panonychus citri | 20 mL/100L de água | ||||
Bicho-furão Ecdytolopha aurantiana | 7,5 mL/100L de água | ||||
Cochonilha-de-placa Orthezia praelonga | 20 mL/100L de água | ||||
CRISÂNTEMO | Ácaro-rajado Tetranychus urticae | 8,3 mL/100L de água | 6.000 L/ha | Aplicar logo no início da infestação, com jatos dirigidos às folhas. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação, respeitando o manejo integrado de pragas. | -- |
Larva-minadora Liriomyza huidobrensis | 3,5 mL/100L de água | ||||
Pulgão Aphis gossypii | 2,6 mL/100L de água |
Culturas | Pragas Nome comum / científico | Dose de produto comercial | Volume de calda(1) | Época e Intervalo de Aplicação | No máximo de aplicação por ciclo da cultura |
MAMÃO | Cigarrinha Empoasca spp | 40 mL/100L de água | 1.000 L/ha | Aplicar logo no início da infestação buscando atingir o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar em caso se reinfestação. | 2 |
Ácaro-branco Polyphagotarsonemus latus | |||||
MANGA | Tripes-do-cacaueiro Selenotripes rubrocinctus | 30 mL/100L de água | 500 - 1.000 L/ha | Aplicar logo no início da infestação buscando atingir o ponto de escorrimento. | 1 |
MELÃO | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 100 mL/100L de água | 1.000 L/ha | Aplicar logo após o início da infestação. Aplicar somente via terrestre (manual costal ou tratorizado) até o ponto de escorrimento e procurando atingir o máximo possível a face inferior das folhas. Usar volume de calda suficiente para aplicação uniforme, considerando o equipamento e a massa foliar. | 1 |
ROSA | Ácaro-rajado Tetranychus urticae | 30 mL/100L de água | 2.000 L/ha | Aplicar logo no início da infestação, com jatos dirigidos às folhas. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação, respeitando o manejo integrado de pragas. | -- |
SOJA | Lagarta-da-soja Anticarsia gemmatalis | 20 - 50 mL/ha | 125 – 200 L/ha | Aplicar quando a cultura apresentar 20 lagartas/metro linear ou desfolhamento de 30% antes da floração ou 15% após o início da floração. | 3 |
UVA | Ácaro-rajado Tetranychus urticae | 50 mL/100L de água | 500 - 1.000 L/ha | Aplicar logo no início da infestação, buscando o ponto de escorrimento. | 1 |
(1) O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Heterotermes tenuis | Cupins | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Crisântemo | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Mamão | Empoasca spp. | Cigarrinha | Ver detalhes |
| Manga | Selenothrips rubrocinctus | Tripes-do-cacaueiro | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Rosa | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Uva | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura da parte aérea das plantas. Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Aplicação Terrestre
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Aplicação aérea
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Algodão | 15 |
Cana-de-açúcar | Não determinado devido à modalidade de emprego. |
Citros | 07 |
Crisântemo | Não determinado por se tratar de cultura de uso não alimentar (UNA) |
Mamão | 07 |
Manga | 07 |
Melão | 07 |
Rosa | Não determinado por se tratar de cultura de uso não alimentar (UNA) |
Soja | 20 |
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Uva | 07 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Praga Nome comum (Nome científico) | Dose Produto comercial (ingrediente ativo) | Número máximo de aplicações por safra | Época, intervalo e volume de aplicação |
Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii) | 0,75 – 1,0 kg/ha (562,5 – 750 g i.a/ha) | O tratamento deve ser iniciado no surgimento da praga repetindo a aplicação, caso necessário, com intervalo mínimo de 10 dias entre as aplicações. Utilizar menor dose para baixa infestação e maior dose para alta infestação ou maior volume da copa da planta. Volume de calda: 400 L/ha | ||
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 0,5 – 0,75 kg/ha (375 – 562,5 g i.a/ha) | |||
Tripes (Fankliniella schultzei) | 0,5 – 0,75 kg/ha (375 – 562,5g i.a/ha) | |||
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | 0,5 – 1,0 kg/ha (375 – 750 g i.a/ha) | |||
ALGODÃO | 2 | |||
Curuquerê (Alabama argillacea) | 0,4 – 0,5 kg/ha (300 – 375 g i.a/ha) | |||
Tripes (Caliothrips Brasiliensis) | 0,4 – 0,5 kg/ha (300 – 375 g i.a/ha) | |||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis viresces) | 1,0 – 1,5 kg/ha (750 – 1125 g i.a/ha) | |||
AMENDOIM | Tripes-do-amendoim (Caliothrips brasiliensis) | 0,4 – 0,5 kg/ha (300 – 375 g i.a/ha) | 1 | O tratamento deve ser iniciado no surgimento da praga. Utilizar menor dose para baixa infestação e maior dose para alta infestação ou maior volume da copa da planta. |
Tripes-do-amendoim (Enneothrips flavens) | 0,4 – 0,5 kg/ha (300 – 375 g i.a/ha) | |||
Cigarrinha-verde (Empoasca spp) | 0,4 – 0,5 kg/ha (300 – 375 g i.a/ha) | |||
Volume de calda: 300 a 400 L/ha | ||||
Lagarta-do-pescoço- vermelho (Stegasta boosquella | 0,5 – 1,0 kg/ha (375 – 750 g i.a/ha) |
Cultura | Praga Nome comum (Nome científico) | Dose Produto comercial (ingrediente ativo) | Número máximo de aplicações por safra | Época, intervalo e volume de aplicação |
BATATA | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 0,4 – 0,6 kg/ha (300 - 450 g i.a/ha) | 3 | O tratamento deve ser iniciado no surgimento da praga repetindo a aplicação, caso necessário, com intervalo mínimo de 10 dias entre as aplicações. Utilizar menor dose para baixa infestação e maior dose para alta infestação ou maior volume da copa da planta. Volume de calda: 400 a 1000 L/ha |
Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | 0,4 – 0,6 kg/ha (300 – 450 g i.a/ha) | |||
Cigarrinha-verde (Empoaca kraemeri) | 0,4 – 0,6 kg/ha (300 – 450 g i.a/ha) | |||
Traça-da-batatinha (Phthorimaea opercullela) | 0,75 – 1,5 kg/ha (562,5 – 1125 g i.a/ha) | |||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 0,75 – 1,5 kg/ha (562,5 – 1125 g i.a/ha) | |||
CEBOLA | Tripes (Thrips tabaci) | 0,6 – 1,2 Kg/ha (450 – 900 g i.a./ha) | 2 | O tratamento deve ser iniciado no surgimento da praga repetindo a aplicação, caso necessário, com intervalo mínimo de 14 dias entre as aplicações. Utilizar menor dose para baixa infestação e maior dose para alta infestação ou maior volume da copa da planta. |
Volume de calda: 200 a 400 L/ha | ||||
CENOURA | Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens) | 0,75 – 1,0 Kg/ha (562,5 – 750 g i.a./ha) | 2 | O tratamento deve ser iniciado no surgimento da praga repetindo a aplicação, caso necessário, com intervalo mínimo de 14 dias entre as aplicações. Utilizar menor dose para baixa infestação e maior dose para alta infestação ou maior volume da copa da planta. |
Volume de calda: 400 L/ha | ||||
CITROS | Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulatus) | 1,0 – 1,5 kg/ha (750 – 1125 g i.a/ha) | 2 | O tratamento deve ser iniciado no surgimento da praga repetindo a aplicação, caso necessário, com intervalo mínimo de 10 dias entre as aplicações. Utilizar menor dose para baixa infestação e maior dose para alta infestação ou maior volume da copa da planta. |
Cochonilha-da-raiz (Parlatoria pergandii) | 1,0 – 1,5 kg/ha (750 – 1125 g i.a/ha) | |||
Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) | 1,0 – 1,5 kg/ha (750 – 1125 g i.a/ha) | |||
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 1,0 – 1,5 kg/ha (750 – 1125 g i.a/ha) | Volume de calda: 2000 L/ha |
Cultura | Praga Nome comum (Nome científico) | Dose Produto comercial (ingrediente ativo) | Número máximo de aplicações por safra | Época, intervalo e volume de aplicação |
FEIJÃO | Lagarta-enroladeira-das- folhas (Hedylepta indicata) | 0,5 – 1,0 kg/ha (375 – 750 g i.a/ha) | 1 | O tratamento deve ser iniciado no surgimento da praga. Utilizar menor dose para baixa infestação e maior dose para alta infestação ou maior volume da copa da planta. Volume de calda: 300 a 400 L/ha |
Tripes-do-prateamento (Caliothrips brasiliensis) | 1,0 kg/ha (750 g i.a/ha) | |||
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 0,2 – 0,5 kg/ha (150 – 375 g i.a/ha) | |||
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | 0,2 – 0,5 kg/ha (150 – 375 g i.a/ha) | |||
Varquinha-verde (Diabrotica speciosa) | 0,5 – 1,0 kg/ha (375 – 750 g i.a/ha) | |||
MELÃO | Pulgão-das-inflorescências (Aphis gossypii) | 0,25 kg/ha (187,5 g i.a/ha) | 3 | O tratamento deve ser iniciado no surgimento da praga repetindo a aplicação, caso necessário, com intervalo mínimo de 10 dias entre as aplicações. Utilizar menor dose para baixa infestação e maior dose para alta infestação ou maior volume da copa da planta. |
Volume de calda: 400 L/ha | ||||
MILHO | Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | 0,8 – 1,0 Kg/ha (600 – 750 g i.a./ha) | 2 | O tratamento deve ser iniciado no surgimento da praga repetindo a aplicação, caso necessário, com intervalo mínimo de 10 dias entre as aplicações. Utilizar menor dose para baixa infestação e maior dose para alta infestação ou maior volume da copa da planta. |
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) | ||||
Volume de calda: 250 L/ha |
Cultura | Praga Nome comum (Nome científico) | Dose Produto comercial (ingrediente ativo) | Número máximo de aplicações por safra | Época, intervalo e volume de aplicação |
Percevejo-da-soja (Nezara viridula) | 0,75 – 1,0 kg/ha (562,5–750 g i.a/ha) | O tratamento deve ser iniciado no surgimento da praga repetindo a aplicação, caso necessário, com intervalo mínimo de 10 dias entre as aplicações. Utilizar menor dose para baixa infestação e maior dose para alta infestação ou maior volume da copa da planta. | ||
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,75 – 1,0 kg/ha (562,5–750 g i.a/ha) | |||
Lagarta-mede-palmo (Trichoplusia ni) | 0,2 – 0,5 kg/ha (150 – 375 g i.a/ha) | |||
Percevejo-verde-pequeno (Piezodorus guildini) | 0,8 – 1,0 kg/ha (600 – 750 g i.a/ha) | |||
SOJA | Broca-das-axilas (Epinotia aporemas) | 0,8 – 1,0 kg/ha (600 – 750 g i.a/ha) | 2 | Volume de calda: 250 a 400 L/ha |
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 1,0 kg/ha (750 g i.a/ha) | |||
Tripes-do-feijoeiro (Caliothrips phaseoli) | 0,5 kg/ha (375 g i.a/ha) | |||
Tripes (Frankliniella rodeos) | 0,5 kg/ha (375 g i.a/ha) | |||
Tripes (Frankliniella schultzei) | 0,5 kg/ha (375 g i.a/ha) | |||
Lagarta-enroladeira-das- folhas (Hedylepta indicata) | 0,6 – 1,0 kg/ha (450 – 750 g i.a/ha) | |||
Tripes (Frankliniella schultzei) | 0,5 – 0,75 kg/ha (375 – 562,5 g i.a/ha) | O tratamento deve ser iniciado no surgimento da praga repetindo a aplicação, caso necessário, com intervalo mínimo de 10 dias entre as aplicações. Utilizar menor dose para baixa infestação e maior dose para alta infestação ou maior volume da copa da planta. Volume de calda: 400 1000 L/ha | ||
Pulgão-verde (Myzus persicae) | 1,0 kg/ha (750 g i.a/ha) | |||
Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | 1,0 kg/ha (750 g i.a/ha) | |||
TOMATE INDUSTRIAL | Tripes (Thrips palmi) | 0,5 – 0,75 kg/ha (375 – 562,5 g i.a/ha) | 3 | |
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 0,5 – 0,75 kg/ha (375 – 562,5 g i.a/ha) | |||
Minadora-das-folhas (Lyriomyza huidobrensis) | 0,5 – 0,75 kg/ha (375 – 562,5 g i.a/ha) | |||
Broca-grande-do-fruto (Helicoverpa zea) | 0,75 – 1,0 kg/ha (562,5 – 750 g i.a/ha) | |||
Ácaro-vermelho (Tetranychus evansi) | 0,75 – 1,0 kg/ha (562,5 – 750 g i.a/ha) |
Nota: 1,0 kg do produto comercial contém 750 gramas de acefato.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Amendoim | Enneothrips flavens | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-bronzeamento | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Brócolis | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Cenoura | Chrysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira | Ver detalhes |
| Citros | Selenaspidus articulatus | Cochonilha-pardinha | Ver detalhes |
| Couve | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Couve-flor | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Milho | Rhopalosiphum maidis | Pulgão-do-milho, Pulgão-dos-cereais | Ver detalhes |
| Repolho | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Soja | Euschistus heros | Percevejo-marrom | Ver detalhes |
| Tomate | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento. Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas desejado.
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30ºC. Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
Para o uso de sacos hidrossolúveis:
Encher o tanque com água limpa com ¼ do volume de calda recomendado
Iniciar agitação no tanque
Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao colocá-lo na água ele se dissolverá rapidamente.
Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem recomendada.
Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A agitação contínua é necessária para a boa mistura.
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Amendoim, Feijão e Melão. | 14 dias |
Algodão, Batata, Cebola e Soja. | 21 dias |
Citros | 28 dias |
Cenoura, Milho e Tomate industrial | 35 dias |
O CITROAGRÍCOLA, é utilizado na cultura de Citrus.
Pragas Controladas | P.C. litros / ha | I.A. gramas/ha | litros P.C. / 100 litros água |
Nome científico (nome comum) Orthezia praelonga Cochonilha ortézia | Varia conforme o porte e nº de plantas por área | 838 a 1676 | 1 -2 |
Nota: 1 litro do produto comercial contém 838 gramas de ingrediente ativo
Impede a respiração normal das pragas, quando recobre seu corpo.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
Aplicar o produto através de atomizador costal motorizado, dotado de bomba centrífuga.
Realizar a inspeção rotineira dos talhões.
A frequência de aplicação vai depender da intensidade da infestação ou reinfestação; aplicar o produto sempre que for detectado foco de infestação.
Sem restrições.
Recomenda-se aguardar o completo secamento da calda sobre a cultura tratada. Aguardar pelo menos 24 horas. Evitar que pessoas alheias ao trato com a cultura e animais circulem pela área tratada.
Culturas | Alvos | DOSES p.c | N° máx. aplicações | Volume de calda (L/ha) | Equipamento de aplicação | Distância de Bordadura | |
Nome comum | Nome científico | ||||||
Algodão | Pulgão-do- algodoeiro | Aphis gossypii | 70 g/ha | 1 | 200 – 300 | Barra Costal | 19 metros |
Tripes | Frankliniella schultzei | 100 g/ha | 30 metros | ||||
Época de aplicação: A aplicação deve ser realizada durante o período vegetativo (antes da emissão de ramos frutíferos), e no máximo em BBCH 24 (antes dos primeiros ramos frutíferos com o botão floral e a folha correspondente fechados). Obs.: Este produto somente deverá ser aplicado antes da emissão dos primeiros botões florais. Intervalo de aplicação: aplicação única. | |||||||
Café | Cafezais com 2 anos ou mais | ||||||
Bicho- mineiro | Leucoptera coffeella | 1000 a 1300 g/ha | 1 | 100 - 150 mL/planta | Jato dirigido (Esguicho/Drench) | Não* aplicável | |
Cigarra-do- cafeeiro | Quesada gigas | ||||||
Cafezais com menos de 2 anos | |||||||
Bicho- mineiro | Leucoptera coffeella | 0,05 g/planta | 1 | 15 - 50 mL/planta | Jato dirigido (Esguicho/Drench) | Não* aplicável | |
Época de aplicação: Realizar a aplicação no período de outubro a dezembro, podendo variar de acordo com a região de cultivo, no início da estação chuvosa com o solo úmido, dependendo do histórico de pressão na região e do estágio de desenvolvimento do cafezal. Aplicar após florescimento, no máximo até BBCH 75, onde é possível identificar as pétalas caídas e secas ou no início de frutificação em estágio de chumbinho. Não aplicar durante o período de florescência, quando forem observados os primeiros botões florais em formação e durante florescimento. Taxa máxima de aplicação por ciclo da cultura: Realizar uma aplicação por ciclo da cultura e não ultrapassar a dose máxima por planta de 0,39 g i.a. de imidacloprido. Respeitar a dose máxima por hectare recomendada na bula do produto. A dose varia de acordo com número de plantas por hectare: Para cafezais com 2 anos ou mais:
Obs.: Para plantas acima de 2 anos de desenvolvimento não deverá ser usado densidade MENOR do que 1800 plantas/ha. Intervalo de aplicação: aplicação única. | |||||||
Cana-de- açúcar | Cupim | Heterotermes tenuis | 400 g/ha | 1 | 150 - 200 | Jato Dirigido | Não* aplicável |
Época de aplicação: Fazer uma aplicação na operação de plantio, direcionando o jato de pulverização no interior do sulco sobre os propágulos vegetativos (“toletes”, gemas, mudas ou plântulas), fechando o sulco imediatamente após o tratamento. Realizar o tratamento nas áreas onde a amostragem prévia identifica a presença da praga. Intervalo de aplicação: aplicação única. | |||||||
Citros | Cochonilha- Orthezia | Orthezia praelonga | 10 g/100 L água | 1 | 2000 | Costal Turbo Pistola | 68 metros** |
Larva- minadora- das-folhas | Phyllocnistis citrella | 5 g/100 L água | 42 metros** | ||||
Época de aplicação: Para a Cochonilha-Orthezia, aplicar o produto logo após do aparecimento da praga. Para o controle da Larva-minadora-das-folhas, o tratamento deve ser feito logo no início das brotações, direcionando o jato para as novas brotações, principalmente entre o 1° e 2° instar. Recomenda-se adicionar óleo mineral ou vegetal na calda de aplicação para melhorar a eficiência no controle, garantindo uma boa cobertura da planta tratada. Intervalo de aplicação: aplicação única. Obs.: Não aplicar em plantas com formação de botões florais e em florescimento. A recomendação de uso dos produtos contendo o ingrediente ativo Imidacloprido na cultura do ciros é restrita para: | |||||||
| |||||||
Fumo (Canteiro) | Broca-do- fumo | Faustinus cubae | 15 g/50m² | 2 | 40L/50m2 | Rega | Não* aplicável |
Pulgão-verde | Myzus persicae | ||||||
Época de aplicação: As aplicações deverão ser realizadas durante o período de produção das mudas e antes do transplante para o local definitivo. Intervalo de aplicações: 45 dias. Obs.: A rega do canteiro de mudas com produtos à base de imidacloprido pode ser realizada, desde que sejam retiradas as inflorescências durante o cultivo. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. | |||||||
Fumo (Lavoura) | Broca-do- fumo | Faustinus cubae | 360 g/ha | 1 | 180 – 240 | Esguicho (drench) | Não* aplicável |
Pulgão-verde | Myzus persicae | ||||||
Época de aplicação: A aplicação deverá ser realizada logo após o transplante das mudas para o local definitivo via esguicho (drench) direcionado ao solo das mudas. Intervalo de aplicação: aplicação única. Obs.: A aplicação via esguicho (drench) com produtos à base de imidacloprido pode ser realizada, desde que sejam retiradas as inflorescências durante o cultivo. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. | |||||||
*Não aplicável devido a modalidade/equipamento de aplicação.
**Distância de bordadura considerada apenas para a modalidade de aplicação foliar.
***UNA: Uso não alimentar.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Heterotermes tenuis | Cupins | Ver detalhes |
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Fumo | Faustinus cubae | Broca-do-caule-do-tomateiro, Broca-do-fumo | Ver detalhes |
| Tomate | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
MODO DE APLICAÇÃO
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do CUTLASS®; FAVORITO 700 WG deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade; em seguida é necessário que se faça uma pré-diluição do CUTLASS®; FAVORITO 700 WG em um recipiente não reativo (plástico, fibra de vidro), adicionando a dose recomendada para cada cultivo do CUTLASS®; FAVORITO 700 WG em 5 a 10 litros de água agitando-o com um bastão plástico até que a pré-calda esteja homogênea, assegurando-se a completa umectação e dispersão dos aglomerantes presentes na formulação, após esta etapa, inserir a pré-mistura no pulverizador e completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano) calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado.
Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de instruções de uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura.
Utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica. Calibrar o equipamento para que a cada acionamento do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante de modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a pistola, evitando a concentração de
calda em um único ponto, gerando assim, escorrimento e desperdício da calda.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. Empregar volume de calda que permita uma boa cobertura do alvo.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de instruções de uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. Empregar volume de calda que permita uma boa cobertura do alvo.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de instruções de uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura.
Utilizar pulverizador tratorizado dotado de pontas do tipo cone vazio. As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligadas para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com espectro de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
O uso de altas pressões de trabalho e elevada rotação do ventilador não garantem boa penetração da calda no dossel da cultura, e podem gerar elevada deriva.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de instruções de uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura.
Utilizar pulverizador autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigida ao sulco de plantio, sobre os "toletes", adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura dos “toletes”. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. Proceder a cobertura imediatamente após aplicação. O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de instruções de uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura.
Utilizar regador, aplicando o produto sob a planta. O cálculo da quantidade de produto a ser aplicado em cada bandeja deverá ser feito previamente e proporcional ao número de plantas a ser transplantado por hectare dependendo da cultura e espaçamento a serem adotados. Logo após a aplicação do produto, recomenda-se a aplicação de água pura, da mesma forma e com o mesmo volume utilizado, para que seja feito o arraste do produto das folhas e ramos para o substrato, facilitando a absorção radicular.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de Instruções de Uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura.
Para as culturas com recomendação de aplicação foliar (área total), observar as áreas de não aplicação abaixo (zonas de segurança):
Cultura | Dose Máxima (g/ha) | Distância de bordadura (metros) | Tamanho de gota |
Algodão | 70 | 19 | médias a grossas |
Algodão | 100 | 30 | |
Citros | 70 | 42 | |
Citros | 140 | 68 |
Respeitar as condições meteorológicas adequadas a boa aplicação. Evite situações com médias de temperatura superior a 30°C, de umidade relativa inferior a 55% e de velocidade média do vento acima de 10 km/h. Nunca aplique quando o vento estiver com velocidade inferior a 3 km/h (condições para a ocorrência de de inversão térmica ou correntes convectivas).
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade média do vento |
Inferior a 30°C | Superior a 55% | Entre 3 e 10 km/h |
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível (média a grossa), buscando-se aliar segurança da aplicação e eficácia do tratamento.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use, preferencialmente, a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva como as pontas com indução de ar por exemplo.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A aplicação deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
A aplicação deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral.
Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites
com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo.
No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Utilize técnicas de redução de deriva.
Consulte um engenheiro agrônomo. O mesmo poderá alterar as condições da aplicação, visando aumentar a segurança, sem comprometer sua eficácia
Inicie a aplicação somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
Limpe todo o pulverizador, incluindo os materiais utilizados para o enchimento do tanque. Utilize EPI e tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Culturas | Dias |
Algodão | 30 |
Café | 45 |
Cana-de-açúcar | (1) |
Citros | 21 |
Fumo | UNA |
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego UNA: Uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA
CULTURAS | Pragas | Doses Kg p.c.ha-1 (g i.a.ha-1) | Volume de calda (L.ha-1) |
Nome comum (Nome científico) | |||
Pulgão, Pulgão-das-inflorescências (Aphis gossypii) | 0,75 – 1,0 (562,5 – 750) | ||
Ácaro-rajado | |||
(Tetranychus urticae) | 0,5 – 0,75 | ||
Tripes | (375 – 562,5) | ||
(Frankliniella schultzei) | |||
Algodão | 300 - 400 | ||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virscens) | 1,0 – 1,5 (750 – 1.125) | ||
Tripes-do-prateamento, | |||
Tripes-do-amendoim (Caliothrips brasiliensis) | 0,4 – 0,5 | ||
Curuquerê | (300 – 375) | ||
(Alabama argillacea) | |||
Helicoverpa, | 0,8 – 1,2 | 300 | |
(Helicoverpa armigera) | (600 – 900) | ||
Época, número e Intervalo de aplicação Época: O tratamento deve ser iniciado quando as pragas alcançarem nível de controle e repetir, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação. Número: No máximo 02 aplicações por ciclo da cultura. Adotar a menor dose para níveis de infestação de pragas mais baixos e a maior dose para níveis de infestação mais altos. Intervalo de aplicação: Reaplicar, se necessário, respeitando o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. | |||
p.c: produto comercial i.a: ingrediente ativo
CULTURAS | Pragas | Doses Kg p.c.ha-1 (g i.a.ha-1) | Volume de calda (L.ha-1) |
Nome comum (Nome científico) | |||
Tripes-do-prateamento, | |||
Tripes-do-amendoim | |||
(Caliothrips brasiliensis) | |||
Amendoim | Tripes-do-bronzeamento (Enneothrips flavens) | 0,4 – 0,5 (300 – 375) | 300 - 400 |
Cigarrinha | |||
(Empoasca spp.) | |||
Lagarta-do-pescoço-vermelho | 0,5 – 1,0 | ||
(Stegasta bosquella) | (375 – 750) | ||
Época, número e Intervalo de aplicação Época: O tratamento deve ser iniciado quando as pragas alcançarem nível de controle. Número: Apenas 01 aplicação por ciclo da cultura. Adotar a menor dose para níveis de infestação de pragas mais baixos e a maior dose para níveis de infestação mais altos. Intervalo de aplicação: Não se aplica. | |||
p.c: produto comercial i.a: ingrediente ativo
CULTURAS | Pragas | Doses Kg p.c.ha-1 (g i.a.ha-1) | Volume de calda (L.ha-1) |
Nome comum (Nome científico) | |||
Batata | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro (Myzus persicae) | 0,4 – 0,6 (300 – 450) | 400 - 600 |
Pulgão-das-solanáceas, Pulgão-verde-escuro (Macrosiphum euphorbiae) | |||
Cigarrinha-verde, Cigarrinha (Empoasca kraemeri) | |||
Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | 0,75 – 1,5 (562,5 – 1.125) | 750 - 1500 | |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||
Época, número e Intervalo de aplicação Época: O tratamento deve ser iniciado quando as pragas alcançarem nível de controle e repetir, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação. Número: No máximo 03 aplicações por ciclo da cultura. Adotar a menor dose para níveis de infestação de pragas mais baixos e a maior dose para níveis de infestação mais altos. Intervalo de aplicação: Reaplicar, se necessário, respeitando o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. | |||
p.c: produto comercial i.a: ingrediente ativo
CULTURAS | Pragas | Doses Kg p.c.ha-1 (g i.a.ha-1) | Volume de calda (L.ha-1) |
Nome comum (Nome científico) | |||
Citros | Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulatus) | 1,0 – 1,5 (750 – 1.125) | 2000 |
Cochonilha-raiz, Cochonilha-parlatoria (Parlatoria pergandii) | |||
Cochonilha-de-placa, Cochonilha-orthezia (Orthezia praelonga) | |||
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | |||
Época, número e Intervalo de aplicação Época: O tratamento deve ser iniciado quando as pragas alcançarem nível de controle e repetir, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação. Número: No máximo 02 aplicações por ciclo da cultura. Adotar a menor dose para níveis de infestação de pragas mais baixos e a maior dose para níveis de infestação mais altos. Intervalo de aplicação: Reaplicar, se necessário, respeitando o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. | |||
p.c: produto comercial i.a: ingrediente ativo
CULTURAS | Pragas | Doses Kg p.c.ha-1 (g i.a.ha-1) | Volume de calda (L.ha-1) |
Nome comum (Nome cientifico) | |||
Feijão | Lagarta-enroladeira-das-folhas, Lagarta-do-feijão (Hedylepta indicata) | 0,5 – 1,0 (375 – 750) | 300 - 400 |
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | |||
Tripes-do-prateamento, Tripes-do-amendoim (Caliothrips brasiliensis) | 1,0 (750) |
Mosca-branca | |||
(Bemisia tabaci) | 0,2 – 0,5 (150 – 375) | ||
Cigarrinha-verde, Cigarrinha | |||
(Empoasca kraemeri) | |||
Época, número e Intervalo de aplicação Época: O tratamento deve ser iniciado quando as pragas alcançarem nível de controle. Número: Apenas 01 aplicação por ciclo da cultura. Adotar a menor dose para níveis de infestação de pragas mais baixos e a maior dose para níveis de infestação mais altos. Intervalo de aplicação: Não se aplica. | |||
p.c: produto comercial i.a: ingrediente ativo
CULTURAS | Pragas | Doses Kg p.c.ha-1 (g i.a.ha-1) | Volume de calda (L.ha-1) |
Nome comum (Nome científico) | |||
Melão | Pulgão, Pulgão-das-inflorescências (Aphis gossypii) | 0,25 (187,5) | 400 |
Época, número e Intervalo de aplicação Época: O tratamento deve ser iniciado quando as pragas alcançarem nível de controle e repetir, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação. Número: No máximo 03 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de aplicação: Reaplicar, se necessário, respeitando o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. | |||
p.c: produto comercial i.a: ingrediente ativo
CULTURAS | Pragas | Doses Kg p.c.ha-1 (g i.a.ha-1) | Volume de calda (L.ha-1) |
Nome comum (Nome científico) | |||
Milho | Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | 0,8 – 1,0 (600 – 750) | 150 - 200 |
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) | |||
Cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) | 1,0 (750) | ||
Época, número e Intervalo de aplicação Pulgão-do-milho Época: O tratamento deve ser iniciado quando for observada a presença da praga (colônias) nos cartuchos das plantas jovens, no pendão e na bainha das folhas superiores e repetir, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação. Número: No máximo 02 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de aplicação: Reaplicar, se necessário, respeitando o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Percevejo-barriga-verde Época: O tratamento deve ser iniciado quando for encontrado 1 percevejo em 10 plantas consecutivas, amostradas na linha da cultura. Intensificar o monitoramento da praga nos primeiros dias após a emergência das plantas, principalmente, em áreas adjacentes e lavouras de soja próximo ao período de colheita pois pode ocorrer migração dos percevejos provenientes dessas áreas. Número: No máximo 02 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de aplicação: Reaplicar, se necessário, respeitando o intervalo mínimo de 07 dias entre as aplicações. Cigarrinha-do-milho Época: Aplicar no início do desenvolvimento da cultura, quando for constatada a presença de cigarrinha –do-milho. Nas áreas onde existe o cultivo de milho nas adjacências, em estágios de desenvolvimento mais avançados, intensificar o monitoramento da praga, pois poderá ocorrer migração de cigarrinhas provenientes dessas áreas. Número: No máximo 02 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de aplicação: Reaplicar, se necessário, respeitando o intervalo mínimo de 07 dias entre cada aplicação. | |||
p.c: produto comercial i.a: ingrediente ativo
CULTURAS | Pragas | Doses Kg p.c.ha-1 (g i.a.ha-1) | Volume de calda (L.ha-1) |
Nome comum (Nome científico) | |||
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,75 – 1 (562,5 – 750) | 200 - 300 |
Percevejo-da-soja (Nezara viridula) | |||
Lagarta-mede-palmo, Falsa-medideira-da-couve (Trichoplusia ni) | 0,2 – 0,5 (150 – 375) | 300 - 400 | |
Percevejo-verde-pequeno (Piezodorus guildinii) | 0,8 – 1,0 (600 – 750) | ||
Broca-das-axilas, Broca-das-vagens (Epinotia aporema) | |||
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 1 (750) | ||
Tripes, Tripes-do-feijoeiro (Caliothrips phaseoli) | 0,5 (375) | ||
Tripes (Frankliniella rodeos) | |||
Tripes (Frankliniella schultzei) | |||
Lagarta-do-feijão, Lagarta-enroladeira-das-folhas (Hedylepta indicata) | 0,6 – 1 (450 – 750) | ||
Época, número e Intervalo de aplicação Época: O tratamento deve ser iniciado quando as pragas alcançarem nível de controle e repetir, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação. Número: No máximo 02 aplicações por ciclo da cultura. Adotar a menor dose para níveis de infestação de pragas mais baixos e a maior dose para níveis de infestação mais altos. Intervalo de aplicação: Reaplicar, se necessário, respeitando o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. | |||
p.c: produto comercial i.a: ingrediente ativo
CULTURAS | Pragas | Doses Kg p.c.ha-1 (g i.a.ha-1) | Volume de calda (L.ha-1) |
Nome comum (Nome científico) | |||
Tomate Industrial | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro (Myzus persicae) | 1 (750) | 500 – 750 |
Pulgão-das-solanáceas, Pulgão-verde-escuro (Macrosiphum euphorbiae) | |||
Tripes (Thrips palmi) | 0,5 – 0,75 (375 – 562,5) | ||
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | |||
Larva-minadora, Mosca-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | |||
Broca-grande-do-fruto, Broca-grande-do-tomate (Helicoverpa zea) | 0,75 – 1 (562,5 – 750) | 750 - 1000 | |
Ácaro-vermelho (Tetranychus evansi) |
Época, número e Intervalo de aplicação
Época: O tratamento deve ser iniciado quando as pragas alcançarem nível de controle e repetir, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação.
Número: No máximo 03 aplicações por ciclo da cultura. Adotar a menor dose para níveis de infestação de pragas mais baixos e a maior dose para níveis de infestação mais altos.
Intervalo de aplicação: Reaplicar, se necessário, respeitando o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação.
p.c: produto comercial i.a: ingrediente ativo
Para o uso de sacos hidrossolúveis:
Encher o tanque com água limpa com ¼ do volume de calda recomendado;
Iniciar agitação no tanque;
Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao colocá-lo na água ele se dissolverá rapidamente;
Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem recomendada;
Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A agitação contínua é necessária para a boa mistura.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Amendoim | Caliothrips brasiliensis | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-prateamento | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Melão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Milho | Rhopalosiphum maidis | Pulgão-do-milho, Pulgão-dos-cereais | Ver detalhes |
| Soja | Hedylepta indicata | Lagarta-do-feijão, Lagarta-enroladeira-das-folhas | Ver detalhes |
| Tomate | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto;
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos a equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar
Volume: Use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando necessidades práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
Altura da barra: Para equipamento de solo, regule a altura da barra para a menor possível, de forma a obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição de gotas à evaporação e aos ventos. A barra deve permanecer nivelada com a cultura, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
Ventos: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e o tipo de equipamento, determinam, o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver vento forte, acima de 16 km/h, ou em condições de vento inferiores a 5 km/h.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Temperatura e umidade: Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento de aplicação para produzir gotas maiores a fim de reduzir o efeito da evaporação.
Temperatura ambiente: máxima de 30ºC. Umidade Relativa do ar: mínima de 50%. Velocidade do vento: 3 a 10 km/hora.
O Engenheiro Agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o número máximo de aplicações de o intervalo de segurança determinados nessa bula.
Algodão 21 dias Amendoim 14 dias
Batata 21 dias
Citros 28 dias
Feijão 14 dias
Melão 14 dias
Milho 35 dias
Soja 21 dias
Tomate 35 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | PRAGAS | DOSES POR 100 LITROS DE ÁGUA | ||
Temperatura | ||||
Nome Comum | Nome Científico | Acima 25ºC | Abaixo 25ºC | |
CITROS | Cochonilha-branca | Planococcus citri | 1,0 L/P.C. 100 L/água | 2,0 L/P.C 100 L/água |
Cochonilha-verde | Coccus viridis | 1,0 L/P.C. 100 L/água | 1,5-2,0 L/P.C. 100 L/água | |
Cochonilha-parda | Saissetia coffeae | |||
Cochonilha-escama- vírgula | Lepidosaphes beckii | |||
Cochonilha-cabeça- de-prego | Chrysomphalus ficus | |||
Mosca-branca-dos- citros | Aleurothrixus floccosus | |||
Cochonilha pardinha | Salesnaspidus articulatus | 1,1 L/100L água | 1,1 L/100L água | |
Ácaro-da-leprose Cochonilha-cabeça-de-prego | Brevipalpus phoenicis | 1,0 L/P.C. 100 L/água | 1,5-2,0 L/P.C. 100 L/água | |
Chrysomphalus dictyospermi | ||||
Ácaro-das-gemas | Eriophyes sheldoni | |||
Pulgão-branco | Icerya purchasi | |||
Cochonilha-ortezia | Orthezia praelonga | |||
Ácaro-da-falsa-ferrugem | Phyllocoptruta oleivora | |||
Cochonilha-escama-farinha | Pinnaspis aspidistrae | |||
Ácaro-da-falsa-ferrugem | Phyllocoptruta oleivora | |||
CAFÉ | Cochonilha-verde | Coccus viridis | 1,0 L/P.C. 100 L/água | 1,5-2,0 L/P.C. 100 L/água |
Cochonilha-parda | Saissetia coffeae | |||
ABACATE | Cochonilha-parda | Saissetia hemisphaerica | 1,0 L/P.C. 100 L/água | 2,0 L/P.C. 100 L/água |
Cochonilhas | Aspidiotus destructor | 1,0 L/P.C. 100 L/água | 1,5-2,0 L/P.C. 100 L/água | |
Protopulvinaria longivalvata | ||||
MAÇÃ, PERA E PÊSSEGO | Cochonilha-branca | Pseudaulacaspis pentagona | 2,0 L/P.C. 100 L/água | |
Ácaro-vermelho-europeu ou Ácaro-da-macieira | Panonychus ulmi | |||
Pulgão-lanígero | Eriosoma lanigerum | 1,0 L/P.C. 100 L/água | 1,5-2,0 L/P.C. 100 L/água | |
Cochonilha-amarela | Hemiberlesia Iataniae | |||
Cochonilha-escama-farinha | Pinnaspis aspidistrae | |||
Piolho-de-são-josé | Quadraspidiotus perniciosus | |||
*P.C. = Produto Comercial
Efetuar o tratamento quando, pela intensidade do ataque das pragas, possa haver dano econômico. Repetir o tratamento quando houver reinfestação da praga, em nível de dano econômico.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Saissetia hemisphaerica | Cochonilha-parda | Ver detalhes |
| Café | Coccus viridis | Cochonilha-verde, Cochonilha-verde-do-cafeeiro | Ver detalhes |
| Citros | Aleurothrixus floccosus | Mosca-branca-dos-citrus, Piolho-farinhento | Ver detalhes |
| Maçã | Eriosoma lanigerum | Pulgão-lanígero, Pulgão-lanígero-da-macieira | Ver detalhes |
| Pera | Eriosoma lanigerum | Pulgão-lanígero, Pulgão-lanígero-da-macieira | Ver detalhes |
| Pessego | Eriosoma lanigerum | Ver detalhes |
Como inseticida e acaricida, diluir as doses recomendadas por 100 L/água ou hectare, na quantidade de água necessária para uma aplicação uniforme. Os pulverizadores devem ser equipados com bicos para aplicação de inseticidas (bicos cônicos, com pontas e difusor adequados), proporcionando gotas com VMD de 110-120 micras com mínimo de 40-60 gotas por cm2.
Utilizar pressão de 80-100 psi e procurar uniformizar a aplicação até ponto de escorrimento. Pode ser aplicado por meio de pulverizadores tratorizados, turbo atomizador, costal manual motorizado. Deve- se observar as condições climáticas ideais para aplicação do produto, tais como:
Temperaturas acima de 25ºC para doses menores e temperaturas abaixo de 25ºC para doses maiores;
Umidade relativa do ar acima de 50%;
Velocidade do vento de no máximo 10 km/h.
A aplicação poderá ser feita fora das condições acima descritas a critério do Agrônomo responsável, evitando-se sempre a deriva e perdas do produto por evaporação.
O óleo mineral não tem restrições quanto a tolerâncias e intervalo de segurança.
Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para uso durante a aplicação.
Culturas | Pragas Controladas | Dose Produto Comercial | Nº máximo de aplicações | Volume de calda | Equipamento de aplicação | Intervalo de segurança (dias) | ||
Nome Comum | Nome Científico | |||||||
Abacaxi | Cochonilha- do-abacaxi | Dysmicoccus brevipes | 30 g/100 L de água | 1 | 30 – 50 mL/planta | Jato dirigido / Esguicho (Drench) | 75 | |
Cupim | Syntermes molestus | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação deve ser realizada até o máximo 30 dias após o transplante, logo no início do desenvolvimento vegetativo foliar. Aplicar no início da estação chuvosa, sendo recomendada uma aplicação de Evidence® 700 WG. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Não ultrapassar dose máxima de 0,014 g p.c./planta. | ||||||||
Alface | Mosca-branca | Bemisia tabaci raça B | 300 g/ha | 1 | 300 – 800 L/ha | Barra Costal | 14 | |
Pulgão | Dactinotus sonchi | 250 mL/bandeja de 200 alvéolos | Bandeja | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. Aplicação em Bandeja: A aplicação deve ocorrer em bandejas ainda no viveiro de mudas. Aplicar em torno de 24 horas antes do transplante definitivo para o campo. Não ultrapassar dose máxima de 0,6 g p.c /bandeja 200 alvéolos. Pulverização foliar: Realizar a aplicação logo após o aparecimento dos primeiros sinais das pragas. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas. Para pulverização foliar, respeitar a distância de 120 metros entre a área em tratamento e áreas adjacentes. | ||||||||
Algodão | Pulgão-do- algodoeiro | Aphis gossypii | 70 g/ha | 3 | 200 – 300 L/ha | Barra Costal | 30 | |
Tripes | Frankliniella schultzei | 100 g/ha | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. As aplicações devem ser realizadas com intervalo de 5 a 7 dias durante o período vegetativo no máximo antes da emissão dos primeiros botões florais e folhas correspondentes fechadas. Não ultrapassar dose máxima de 640 g de i.a./ha/ano, incluindo o tratamento de sementes com qualquer outro produto a base de imidacloprido na área. Distâncias de Segurança: Para a dose de 70 g p.c./ha, respeitar a distância de 19 metros entre a área em tratamento e áreas adjacentes; Para a dose de 100 g p.c./ha, respeitar a distância de 30 metros entre a área em tratamento e áreas adjacentes. | ||||||||
Alho | Tripes | Thrips tabaci | 100 g/ha | 1 | 300 – 800 L/ha | Barra Costal | 30 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações a partir do início do desenvolvimento vegetativo, logo no início do aparecimento das primeiras ninfas nas bainhas das folhas antes da bulbificação. Direcionar a aplicação para a inserção das folhas (bainha), local onde a praga se encontra abrigada. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas e penetre nas bainhas das folhas. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. Respeitar a distância de 1 metro entre a área em tratamento e áreas adjacentes. | ||||||||
Culturas | Pragas Controladas | Dose Produto Comercial | Nº máximo de aplicações | Volume de calda | Equipamento de aplicação | Intervalo de segurança (dias) | ||
Nome Comum | Nome Científico | |||||||
Almeirão e Chicória | Mosca-branca | Bemisia tabaci raça B | 300 g/ha | 1 | 300 – 800 L/ha | Barra Costal | 14 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. Realizar a aplicação a partir do início do desenvolvimento vegetativo, logo após o aparecimento dos primeiros sinais das pragas (ninfas ou adultos). Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas. Respeitar a distância de 4 metros entre a área em tratamento e áreas adjacentes. | ||||||||
Brócolis | Mosca-branca | Bemisia tabaci raça B | 300 g/ha | 1 | 10 – 15 mL/planta | Jato dirigido / Esguicho (Drench) | 82 | |
Pulgão-da- couve | Brevicoryne brassicae | 200 g/ha | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação deve ser realizada a partir do início do desenvolvimento vegetativo, em jato dirigido ao colo das plantas logo após o transplante das mudas ou a emergência das plantas no campo. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. | ||||||||
Cana-de- açúcar | Cupim | Heterotermes tenuis | 400 g/ha | 1 | 150 – 200 L/ha | Jato Dirigido sulco de plantio | ND* | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Fazer uma aplicação na operação de plantio, direcionando o jato de pulverização no interior do sulco sobre os propágulos vegetativos (“toletes”, gemas, mudas ou plântulas), fechando o sulco imediatamente após o tratamento. Realizar o tratamento nas áreas onde a amostragem prévia identificar a presença da praga ou em áreas com histórico de ocorrência. Realizar 1 aplicação por ciclo de cultivo. | ||||||||
Cebola | Tripes | Thrips tabaci | 100 g/ha | 1 | 300– 800 L/ha | Barra Costal | 21 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações a partir do início do desenvolvimento vegetativo, logo no início do aparecimento das primeiras ninfas nas bainhas das folhas antes da bulbificação. Direcionar a aplicação para a inserção das folhas (bainha), local onde a praga se encontra abrigada. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas e penetre nas bainhas das folhas. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. Respeitar a distância de 30 metros entre a área em tratamento e áreas adjacentes. | ||||||||
Citros | Minadora- das-folhas | Phyllocnistis citrella | 5 g/100 L de água | 1 | 2000 L/ha | Costal Turbo | 21 | |
Pulgão-preto | Toxoptera citricida | |||||||
Cigarrinha- da-cvc | Oncometopia facialis | |||||||
Cochonilha- Orthezia | Orthezia praelonga | 10 g/100 L de água | ||||||
Cochonilha- pardinha | Selenaspidus articulatus | |||||||
Cochonilha- escama- farinha | Pinnaspis aspidistrae | |||||||
Cochonilha- cabeça-de- prego | Chrysomphalus ficus | |||||||
Cochonilha- verde | Coccus viridis | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Minador: realizar monitoramento e iniciar as aplicações quando 50% das plantas estiverem em brotação, dirigido às lagartas em fase inicial de desenvolvimento (1° e 2° instar). Pulgão-preto-dos-citros: realizar o monitoramento e iniciar as aplicações quando as plantas apresentarem sintomas de ataque de ninfas e adultos e presença de fumagina. Assegurar que o produto tenha boa cobertura e penetração em todas as partes da planta. Cigarrinha-da-cvc: realizar monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, quando houver presença do inseto em 10% das árvores vistoriadas. Em plantas jovens aplicar preventivamente aos primeiros sintomas ou presença da praga. | ||||||||
Orthezia: realizar monitoramento e realizar as aplicações no início da infestação, quando identificadas as reboleiras com a presença de adultos e ninfas, procurando atingir toda a copa, caule e pernadas, a fim de atingir a praga no interior da planta em aplicação dirigida.
Cochonilhas: realizar monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação quando identificadas as reboleiras com a presença de adultos e ninfas procurando atingir toda a copa, caule e pernadas, a fim de atingir a praga no interior da planta em aplicação dirigida.
Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultivo.
Utilizar somente em plantas acima de 3 anos de desenvolvimento. Não aplicar em plantas com formação de botões florais e em florescimento.
Distâncias de Segurança:
Para a dose de 5 g p.c./100L água, respeitar a distância de 42 metros entre a área em tratamento e áreas adjacentes;
Para a dose de 10 g p.c./100L água, respeitar a distância de 68 metros entre a área em tratamento e áreas adjacentes.
Culturas | Pragas Controladas | Dose Produto Comercial | Nº máximo de aplicações | Volume de calda | Equipamento de aplicação | Intervalo de segurança (dias) | ||
Nome Comum | Nome Científico | |||||||
Couve | Pulgão-da- couve | Brevicoryne brassicae | 200 g/ha | 1 | 10 – 15 mL/planta | Jato dirigido / Esguicho (Drench) | 14 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação deve ser realizada a partir do início do desenvolvimento vegetativo em jato dirigido ao colo das plantas logo após o transplante das mudas no campo. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. | ||||||||
Couve- flor | Mosca-branca | Bemisia tabaci raça B | 300 g/ha | 1 | 10 – 15 mL/planta | Jato dirigido / Esguicho (Drench) | 82 | |
Pulgão-da- couve | Brevicoryne brassicae | 200 g/ha | ||||||
Pulgão-da- couve | Brevicoryne brassicae | 300 g/ha | 250 mL / bandeja de 200 alvéolos | Bandeja de mudas | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação deve ser realizada a partir do início do desenvolvimento vegetativo em jato dirigido ao colo das plantas logo após o transplante das mudas no campo. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Aplicação em bandeja de mudas deverá ser realizada um dia antes do transplante. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. | ||||||||
Crisântemo | Tripes | Thrips palmi | 100 g/ha | 1 | 300 – 1000 L/ha | Barra Costal | UNA* | |
Mosca- branca | Bemisia tabaci raça B | 360 g/ha | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações logo após o aparecimento dos primeiros sinais das pragas. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas. Uso permitido somente em cultivos protegidos (estufas) e revestidos com tela anti-afídeos. | ||||||||
Cupim-de- monte | Cupim | Cornitermes cumulans | 30 g/100 L de água | 1 | 1 L/ninho | (*) | UNA* | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Faz-se uma perfuração no topo do ninho até atingir o núcleo com uma barra de aço (varão) de 25 mm de diâmetro e coloca-se a calda preparada através de um funil ou similar. | ||||||||
Eucalipto (Viveiro) | Vespa-das- galhas | Leptocybe invasa | 350 – 750 g/100 L de água, de acordo com a infestação | 3 | 100 L /12 mil mudas (imersão) 1000 mL/m2 de planta (rega) | Imersão e Rega | UNA* | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle da vespa-das-galhas fazer aplicação via rega ou imersão das mudas. Os tratamentos devem ser realizados entre uma e três vezes durante o ciclo das mudas no viveiro. No uso em rega, aplicar ainda no viveiro de mudas 24 horas antes do transplante definitivo no campo. | ||||||||
Eucalipto (Viveiro e Campo) | Cupins | Syntermes molestus | 500 – 750 g/100 L de água, de acordo com a infestação | 1 | 25 mL/planta | Imersão e Rega | UNA* | |
Cornitermes bequaerti | ||||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Aplicação através de imersão das mudas antes do transplantio ou rega das mudas logo após o transplantio no campo.
Culturas | Pragas Controladas | Dose Produto Comercial | Nº máximo de aplicações | Volume de calda | Equipamento de aplicação | Intervalo de segurança (dias) | ||
Nome Comum | Nome Científico | |||||||
Euphorbia (Poinsétia) | Mosca-branca | Bemisia tabaci raça B | 30 g/100 L de água | 1 | 600 – 1200 L/ha | Barra Costal | UNA* | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações logo após o aparecimento dos primeiros sinais da praga. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas. Uso permitido somente em cultivos protegidos (estufas) e revestidos com tela anti-afídeos. | ||||||||
Fumo (Canteiro) | Broca-do- fumo | Faustinus cubae | 15 g/50 m² | 2 | 40 L de água/ 50 m2 | Rega no canteiro de mudas | UNA* | |
Pulgão- verde | Myzus persicae | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: No tratamento de rega em canteiro, são feitas duas aplicações: a primeira logo após a semeadura e a segunda, 45 dias após. As aplicações deverão ser realizadas durante o período de produção das mudas e antes do transplante para o local definitivo. As inflorescências devem ser retiradas durante o cultivo. | ||||||||
Fumo (Lavoura) | Pulgão- verde | Myzus persicae | 360 g/ha | 1 | 200 a 500 L/ha | Jato Dirigido / Esguicho (Drench) | UNA* | |
Broca-do- fumo | Faustinus cubae | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações logo após o transplante das mudas no aparecimento dos primeiros sinais das pragas. A aplicação, via esguicho (drench,) deverá ser feita em jato dirigido ao colo das plantas. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas. As inflorescências devem ser retiradas durante o cultivo. | ||||||||
Gérbera | Mosca-branca | Bemisia tabaci raça B | 30 g/100 L de água | 1 | 600 – 1200 L/ha | Barra Costal | UNA* | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações logo após o aparecimento dos primeiros sinais da praga. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas. Uso permitido somente em cultivos protegidos (estufas) e revestidos com tela anti-afídeos. | ||||||||
Melancia | Mosca-branca | Bemisia tabaci raça B | 300 g/ha | 1 | 10 – 15 mL/planta | Jato Dirigido / Esguicho (Drench) | 40 | |
Pulgão-das- inflorescências | Aphis gossypii | 200 g/ha | ||||||
Tripes | Thrips palmi | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar somente uma única aplicação via esguicho, em jato dirigido ao colo das plantas logo após o transplante ou germinação das mudas no campo, estando as plantas com no máximo até a 3° folha verdadeira no ramo principal. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Quando realizar aplicações de Evidence 700 WG via esguicho, não deverá ser feito outras aplicações de produto a base de imidacloprido na área. | ||||||||
Melão | Mosca-branca | Bemisia tabaci raça B | 300 g/ha | 1 | 10 – 15 mL/planta | Jato dirigido / Esguicho (Drench) / Gotejamento | 14 | |
Pulgão-das- inflorescências | Aphis gossypii | 200 g/ha | Jato dirigido / Esguicho (Drench) | |||||
Tripes | Thrips palmi | 200 g/ha | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação via Esguicho (“Drench”) ou gotejamento, deve ser feita em jato dirigido ao colo das plantas logo após o transplante ou germinação das mudas no campo estando as plantas com no máximo até a 3° folha verdadeira no ramo principal. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Quando realizar aplicações de Evidence 700 WG via esguicho ou gotejamento, não deverá ser feito outras aplicações de produto a base de imidacloprido na área | ||||||||
Culturas | Pragas Controladas | Dose Produto Comercial | Nº máximo de aplicações | Volume de calda | Equipamento de aplicação | Intervalo de segurança (dias) | ||
Nome Comum | Nome Científico | |||||||
Pinus (Viveiro e Campo) | Pulgão-do-pinus | Cinara atlantica | 37,5 g/100 L de água em baixa infestação | 1 | 1000 ml/m2 (viveiro) 25 mL/planta (campo) | Imersão e Rega | UNA* | |
75,0 g/100 L de água, em alta infestação | ||||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação no viveiro deve ser feita através de imersão ou rega das bandejas de mudas. No campo, deve ser feita através de imersão das mudas antes do transplantio ou rega das mudas após o transplantio. | ||||||||
Repolho | Mosca-branca | Bemisia tabaci raça B | 300 g/ha | 1 | 10 – 15 mL/planta | Jato dirigido / Esguicho (Drench) | 50 | |
Pulgão-da- couve | Brevicoryne brassicae | 200 g/ha | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação em “Drench” (Esguicho) deve ser feita a partir do início do desenvolvimento vegetativo em jato dirigido ao colo das plantas logo após o transplante das mudas no campo. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. | ||||||||
*UNA = Uso não alimentar.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Syntermes molestus | Cupim, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Abóbora | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Abobrinha | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Alface | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Alho | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Almeirão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Batata | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Berinjela | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Brócolis | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Heterotermes tenuis | Cupins | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Chicória | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Citros | Selenaspidus articulatus | Cochonilha-pardinha | Ver detalhes |
| Couve | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Couve-flor | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Crisântemo | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Eucalipto | Syntermes molestus | Cupim, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Fumo | Faustinus cubae | Broca-do-caule-do-tomateiro, Broca-do-fumo | Ver detalhes |
| Gérbera | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Jiló | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Pepino | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Pimentão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pinus | Cinara atlantica | Pulgão-do-pinus | Ver detalhes |
| Poinsétia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Repolho | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
No caso de quimigação considerar a área a ser irrigada, calcular e dosar a quantidade do produto necessária para a aplicação da dose recomendada por hectare, seguindo a recomendação do fabricante do sistema de irrigação e injeção.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de instruções de uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura.
Utilizar pulverizador costal manual ou regador com volume de calda de 250 mL para bandeja de 200 alvéolos. O cálculo da quantidade de produto a ser aplicado em cada bandeja, deverá ser feito previamente e proporcional ao número de plantas a ser transplantado por hectare dependendo da cultura e espaçamento a serem adotados. Logo
após a aplicação do produto, recomenda-se a aplicação de água pura, da mesma forma e com o mesmo volume utilizado, para que seja feito o arraste do produto das folhas e ramos para o substrato, facilitando a absorção radicular.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. (quando o equipamento recomendado for o pulverizador costal manual)
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de Instruções de Uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura.
Proceder a imersão das bandejas com as mudas durante um período de 30 segundos, em seguida retirá-las e deixar escorrer o excesso de calda por um período de 2 minutos.
Rega: aplicar o produto sobre a planta, nas doses recomendadas, utilizando o volume de 1L de calda/m².
Aplicar o produto diluído em água na forma de jato dirigido planta a planta (esguicho) através de pulverizador manual, motorizado ou tratorizado, de forma que o produto atinja o solo ao redor do caule da planta ou em jato contínuo, na área de maior concentração das raízes sob a projeção da copa. A calda deve penetrar imediatamente ao solo. Remover plantas invasoras do local antes da aplicação.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de instruções de uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. Empregar volume de calda que permita uma boa cobertura do alvo.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de instruções de uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura.
Utilizar pulverizador autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido ao sulco de plantio, sobre os "toletes", adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura dos “toletes”. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. Procedendo-se a cobertura imediatamente após aplicação.
Utilizar pulverizador tratorizado dotado de pontas do tipo cone vazio. As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligadas para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com espectro de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
O uso de altas pressões de trabalho e elevada rotação do ventilador não garantem boa penetração da calda no dossel da cultura, e podem gerar elevada deriva.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de instruções de uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura.
Iniciar a injeção da calda com o produto após o completo funcionamento do sistema de irrigação. Seguir as instruções do fabricante do sistema de irrigação para a melhor utilização do sistema dosador e de injeção, além da correta regulagem deste equipamento.
A injeção dos produtos pode ser efetuada utilizando-se diferentes métodos e equipamentos. Porém, independentemente do método adotado, a qualidade dos resultados obtidos na quimigação depende do cálculo correto de variáveis como taxa de injeção, quantidade do produto a ser injetada, volume do tanque de injeção, dose do produto a ser aplicada na área irrigada, concentração do produto na água de irrigação, entre outros. Além dos cálculos operacionais feitos corretamente, é necessário assegurar-se de que o sistema, tanto de irrigação quanto de injeção, esteja funcionando de acordo com os parâmetros para os quais está ajustado, ou seja, que a vazão calculada corresponda àquela efetiva no sistema ou que a taxa de injeção desejada esteja realmente
ocorrendo no campo. Portanto, tão importante quanto os cálculos operacionais, é também proceder à calibração periódica dos equipamentos.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de Instruções de Uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura.
Respeitar as condições meteorológicas adequadas a boa aplicação. Evite situações com médias de temperatura superior a 30°C, de umidade relativa inferior a 55% e de velocidade média do vento acima de 10 km/h. Nunca aplique quando o vento estiver com velocidade inferior a 3 km/h (condições para a ocorrência de inversão térmica ou correntes convectivas).
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade média do vento |
Inferior a 30°C | Superior a 55% | Entre 3 e 10 km/h |
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível (média a grossa), buscando-se aliar segurança da aplicação e eficácia do tratamento.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use, preferencialmente, a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva como as pontas com indução de ar por exemplo.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A aplicação deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
A aplicação deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites frias com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo.
No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Utilize técnicas de redução de deriva.
Consulte um engenheiro agrônomo. O mesmo poderá alterar as condições da aplicação, visando aumentar a segurança, sem comprometer sua eficácia.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas | Alvo Biológico Nome comum (Nome Científico) | Dose | Nº máximo de aplicações | Modo de aplicação/ Volume de calda (L/ha) | Intervalo entre as aplicações (Dias) |
Abacate Abacaxi | Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | 100 mL p.c./100 L d’água (25 g i.a./100 L) | 3 | Terrestre: 600 – 800 L/ha ou 10 L/planta | 10 |
Cochonilha (Orthezia praelonga) | |||||
Cochonilha-parda (Saissetia oleae) | 200 mL p.c./100 L d’água (50 g i.a./100 L) | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci-raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100L) | ||||
Época de aplicação: Ácaros: Iniciar as aplicações no início da infestação. Cochonilhas: Recomenda-se fazer de 1 a 3 aplicações do FIERA SC durante o ano, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. Mosca branca: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Abóbora Abobrinha | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L) | 2 | Terrestre: 600 L/ha | 7 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Algodão | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 0,6 - 1,0 L p.c./ha (150-250 g i.a./ha) * | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 20 a 40 L/ha | 14 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. * Adicionar a calda, 0,5 % V/V de óleo mineral. | |||||
Anonáceas | Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | 100 mL p.c./100 L d’água (25 g i.a./100 L) | 3 | Terrestre: 600 – 800 L/ha ou 10 L/planta | 10 |
Cochonilha (Orthezia praelonga) | |||||
Cochonilha-parda (Saissetia oleae) | 200 mL p.c./100 L d’água (50 g i.a./100 L) | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100L) | ||||
Culturas | Alvo Biológico Nome comum (Nome Científico) | Dose | Nº máximo de aplicações | Modo de aplicação/ Volume de calda (L/ha) | Intervalo entre as aplicações (Dias) |
Época de aplicação: Ácaros: Iniciar as aplicações no início da infestação. Cochonilhas: Recomenda-se fazer de 1 a 3 aplicações do FIERA SC durante o ano, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. Mosca branca: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Begônia | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L) | 3 | Vide abaixo | 7 |
Época de aplicação: Volume de Calda: pulverizar utilizando volume de calda que permita cobrir uniformemente as folhas, principalmente a superfície inferior das folhas, até o ponto de escorrimento. Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Berinjela | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L) | 3 | Terrestre: 200 L/ha | 10 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Cacau Cupuaçu | Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | 100 mL p.c./100 L d’água (25 g i.a./100 L) | 3 | Terrestre: 600 – 800 L/ha ou 10 L/planta | 10 |
Cochonilha (Orthezia praelonga) | |||||
Cochonilha-parda (Saissetia oleae) | 200 mL p.c./100 L d’água (50 g i.a./100 L) | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100L) | ||||
Época de aplicação: Ácaros: Iniciar as aplicações no início da infestação. Cochonilhas: Recomenda-se fazer de 1 a 3 aplicações do FIERA SC durante o ano, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. Mosca branca: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Chuchu | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L) | 2 | Terrestre: 600 L/ha | 7 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Culturas | Alvo Biológico Nome comum (Nome Científico) | Dose | Nº máximo de aplicações | Modo de aplicação/ Volume de calda (L/ha) | Intervalo entre as aplicações (Dias) |
Citros (Laranja) | Psilídeo-dos-citros (Diaphorina citri) | 7,5 a 22,5 mL/100 L de água (1,9–5,6 g i.a./100 L) | 2 | Terrestre: 10 L / planta ou 2000 L/ha Aérea: 20 a 40 L/ha | 15 |
Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | 100 mL p.c. /100 L d’água (25 g i.a./100 L) | ||||
Cochonilha (Orthezia praelonga) | |||||
Cochonilha-parda (Saissetia oleae) | 200 mL p.c./100 L d’água (50 g i.a./ 100 L) | ||||
Época de aplicação: Recomenda-se fazer de 1 a 2 aplicações do FIERA SC durante o ano, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens (ninfas) e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. | |||||
Feijão | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 0,4 - 1,0 L p.c./ha (100 - 250 g i.a./ha)* | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 20 a 40 L/ha | 15 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. * Adicionar a calda, 0,5 % V/V de óleo mineral | |||||
Gérbera | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L d’água) | 3 | Vide abaixo * | 7 |
Época e aplicação: Volume de Calda: pulverizar utilizando volume de calda que permita cobrir uniformemente as folhas, principalmente a superfície inferior das folhas, até o ponto de escorrimento. Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Guaraná | Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | 100 mL p.c./100 L d’água (25 g i.a./100 L) | 3 | Terrestre: 600 – 800 L/ha ou 10 L/planta | 10 |
Cochonilha (Orthezia praelonga) | |||||
Cochonilha-parda (Saissetia oleae) | 200 mL p.c./100 L d’água (50 g i.a./100 L) | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100L) | ||||
Época de aplicação: Ácaros: Iniciar as aplicações no início da infestação. Cochonilhas: Recomenda-se fazer de 1 a 3 aplicações do FIERA SC durante o ano, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. Mosca branca: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Culturas | Alvo Biológico Nome comum (Nome Científico) | Dose | Nº máximo de aplicações | Modo de aplicação/ Volume de calda (L/ha) | Intervalo entre as aplicações (Dias) |
Jiló | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L) | 3 | Terrestre: 200 L/ha | 10 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Kiwi Mamão Manga Maracujá Romã | Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | 100 mL p.c./100 L d’água (25 g i.a./100 L) | 3 | Terrestre: 600 – 800 L/ha ou 10 L/planta | 10 |
Cochonilha (Orthezia praelonga) | |||||
Cochonilha-parda (Saissetia oleae) | 200 mL p.c./100 L d’água (50 g i.a./100 L) | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100L) | ||||
Época de aplicação: Ácaros: Iniciar as aplicações no início da infestação. Cochonilhas: Recomenda-se fazer de 1 a 3 aplicações do FIERA SC durante o ano, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. Mosca branca: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Maxixe Pepino | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L) | 2 | Terrestre: 600 L/ha | 7 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Melão Melancia | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L) | 3 | Terrestre: 600 – 800 L/ha | 10 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Milho Milheto Sorgo | Cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) | 0,4 – 0,6 L p.c/ha (100-150 g i.a./ha) * | 2 | Terrestre: 200 L/ha | 7 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. Se necessário fazer uma segunda aplicação com intervalo de 7 dias * Adicionar a calda, 0,5 % V/V de óleo mineral. | |||||
Culturas | Alvo Biológico Nome comum (Nome Científico) | Dose | Nº máximo de aplicações | Modo de aplicação/ Volume de calda (L/ha) | Intervalo entre as aplicações (Dias) |
Pimenta Pimentão Quiabo | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L) | 3 | Terrestre: 200 L/ha | 10 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC | |||||
Soja | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 0,4 - 0,6 L p.c./ha (100-150 g i.a./ha) * | 2 | Terrestre: 300 L/ha Aérea: 20 a 40 L/ha | 10 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. Adicionar a calda, 0,5 % V/V de óleo mineral | |||||
Tomate | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 l) | 3 | Terrestre: 800 L/ha | 7 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
p.c. = produto comercial, i.a. = ingrediente ativo.
* Utilizar as maiores doses em áreas de alta incidência da praga
O óleo mineral diminui a tensão superficial das gotas, promovendo melhor distribuição do produto sobre as superfícies foliares, facilitando a adesão e penetração, reduz a deriva e retarda a evaporação da gota, o que melhora a eficácia do produto.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Saissetia oleae | cochonilha parda | Ver detalhes |
| Abacaxi | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Abóbora | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Abobrinha | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Anonáceas | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Begônia | Bemisia tabaci | Mosca Branca | Ver detalhes |
| Berinjela | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Cacau | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Chuchu | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Citros | Diaphorina citri | Psilídeo | Ver detalhes |
| Cupuaçu | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Gérbera | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Guaraná | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Jiló | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Kiwi | Saissetia oleae | Cochonilha parda | Ver detalhes |
| Mamão | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Manga | Orthezia praelonga | cochonilha | Ver detalhes |
| Maracujá | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Maxixe | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Milheto | Dalbulus maidis | Cigarrinha-do-milho | Ver detalhes |
| Milho | Dalbulus maidis | Cigarrinha-do-milho | Ver detalhes |
| Pepino | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pimenta | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Pimentão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Quiabo | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Romã | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Sorgo | Dalbulus maidis | Cigarrinha-do-milho | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
As aplicações podem ser feitas em pulverização via terrestre, com equipamento costal manual ou motorizado, pulverizador estacionário ou de barra tratorizado e aérea.
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do FIERA SC deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Coloque água limpa, no tanque do pulverizador, até metade da sua capacidade. A presença de coloides em suspensão, como terra, argila ou matéria orgânica, pode reduzir a eficácia do produto. Com o sistema de agitação do tanque ou com o retorno acionado, adicione a dose recomendada de FIERA SC e complete o volume do tanque com água. A agitação deverá ser constante durante o preparo e aplicação da calda, visando manter homogênea a calda de pulverização. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque do pulverizador, pulverizando logo após a sua preparação.
Realizar o processo de tríplice lavagem das embalagens durante o preparo da calda.
A utilização do pulverizador costal pode ocorrer em pequenas propriedades ou pequenas porções do terreno nas quais equipamentos tratorizados, ou aéreo não tenham acesso. Os equipamentos costais devem bicos apropriados, que promovam tamanho de gotas, e volume de calda capaz de promover cobertura uniforme das plantas.
Nesta modalidade de pulverização, os parâmetros relacionados à pulverização não são tão precisos, e alguns cuidados devem ser tomados, entre eles:
Perfeito ajuste do pulverizador nas costas do aplicador;
Nunca começar o preparo da calda e a aplicação sem antes vestir o equipamento de proteção individual;
Trabalhar sem fazer movimentos bruscos;
Durante as aplicações, manter as passadas e o bombeamento o mais constante possível porque poderá ocorrer uma variação na pressão de trabalho em função deste bombeamento;
Manter o bico a uma distância constante das plantas;
Verificar a direção do vento e caminhar de forma a não ser atingido pela pulverização;
Não caminhar sobre a linha tratada;
Fazer aplicações de preferência no início da manhã e no final da tarde:
Preparar calda suficiente para evitar sobras.
Utilizar pulverizadores equipados com bicos apropriados, que promovam tamanho de gotas, e volume de calda capaz de promover cobertura uniforme das plantas.
A variação do volume de calda está em função da cultura a ser tratada, seu estádio de desenvolvimento, porte ou enfolhamento.
Observar o potencial de deriva, que com gotas de tamanho muito reduzido que poderão atingir culturas vizinhas sensíveis. As pontas de pulverização devem ser escolhidas de acordo com a classe de gotas recomendadas, e os parâmetros operacionais (velocidade, deslocamento, espaçamento entre bicos etc). As pressões de trabalho, assim como os ajustes do pulverizador, deverão ser selecionadas em função do volume de calda e da classe de gotas recomendadas.
Utilizar pulverizadores tratorizado obedecendo os diferentes tipos de espaçamentos de bicos, assim como a altura da barra, conforme as recomendações dos fabricantes, devendo ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura, de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Para as culturas do algodão, feijão, milho, milheto, soja e sorgo, adicionar a calda óleo mineral emulsionável;
Deve-se respeitar os volumes de calda recomendados para que seja possível proporcionar uma boa cobertura da área a ser tratada. Para aplicar este produto, use uma tecnologia de aplicação que ofereça uma boa cobertura dos alvos.
Volume de calda: 20 a 40 litros por ha.
Tipos de pontas: aplicar através de aeronaves equipadas com micronair ou com barras dotadas de pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos que produzam, preferencialmente, gotas médias e grossas. Observar o potencial de deriva, que com gotas de tamanho muito reduzido que poderão atingir culturas vizinhas sensíveis (Vide “Recomendações para evitar deriva”, abaixo).
Os ajustes da barra devem ser realizados para que se obtenha distribuição uniforme das gotas.
Altura de voo: 3 - 4 m em relação ao topo das plantas. Recomenda-se utilizar a menor altura de voo possível, desde que garanta segurança adequada ao voo.
Não sobrepor faixa de aplicação.
O sistema de agitação do produto, no interior do tanque, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático.
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
Devem ser respeitadas as condições de velocidade do vento, de 3 a 10 km/h, temperatura inferior a 30° C, e umidade relativa superior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Não realizar aplicação em condições de inversão térmica e de corrente ascendentes.
Não aplicar se houver rajadas de ventos, ou condições sem vento.
A critério do Engenheiro Agrônomo as condições de aplicação podem ser alteradas.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
Cultura | Intervalo de segurança |
Algodão | 42 dias |
Feijão | 21 dias |
Milho, Milheto e Sorgo | 15 dias |
Soja | 30 dias |
Abacaxi, Abacate, Abóbora, Abobrinha, Anonáceas, Berinjela, Cacau, Citros, Chuchu, Cupuaçu, Guaraná, Jiló, Kiwi, Mamão, Manga, Maracujá, Maxixe, Melão, Melancia, Pepino, Pimenta, Pimentão, Quiabo, Romã, Tomate | 7 dias |
Begônia e Gérbera | UNA |
UNA: Uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para uso durante a aplicação.
Culturas | Alvos | DOSES p.c | N° máx. aplicações | Volume de calda | Equipamento de aplicação | Distância de Bordadura | |
Nome comum | Nome científico | ||||||
Algodão | Pulgão-do- algodoeiro | Aphis gossypii | 70 g/ha | 1 | 200 – 300 L/ha | Barra Costal | 19 metros |
Tripes | Frankliniella schultzei | 100 g/ha | 30 metros | ||||
Época de aplicação: A aplicação deve ser realizada durante o período vegetativo (antes da emissão de ramos frutíferos), e no máximo em BBCH 24 (antes dos primeiros ramos frutíferos com o botão floral e a folha correspondente fechados). Obs.: Este produto somente deverá ser aplicado antes da emissão dos primeiros botões florais. Intervalo de aplicação: aplicação única. | |||||||
Café | Cafezais com 2 anos ou mais | ||||||
Bicho- mineiro | Leucoptera coffeella | 1000 a 1300 g/ha | 1 | 100 - 150 mL/planta | Jato dirigido (Esguicho/Drench) | Não* aplicável | |
Cigarra-do- cafeeiro | Quesada gigas | ||||||
Cafezais com menos de 2 anos | |||||||
Bicho- mineiro | Leucoptera coffeella | 0,05 g/planta | 1 | 15 - 50 mL/planta | Jato dirigido (Esguicho/Drench) | Não* aplicável | |
Época de aplicação: Realizar a aplicação no período de outubro a dezembro, podendo variar de acordo com a região de cultivo, no início da estação chuvosa com o solo úmido, dependendo do histórico de pressão na região e do estágio de desenvolvimento do cafezal. Aplicar após florescimento, no máximo até BBCH 75, onde é possível identificar as pétalas caídas e secas ou no início de frutificação em estágio de chumbinho. Não aplicar durante o período de florescência, quando forem observados os primeiros botões florais em formação e durante florescimento. Taxa máxima de aplicação por ciclo da cultura: Realizar uma aplicação por ciclo da cultura e não ultrapassar a dose máxima por planta de 0,39 g i.a. de imidacloprido. Respeitar a dose máxima por | |||||||
hectare recomendada na bula do produto. A dose varia de acordo com número de plantas por hectare: Para cafezais com 2 anos ou mais:
Obs.: Para plantas acima de 2 anos de desenvolvimento não deverá ser usado densidade MENOR do que 1800 plantas/ha. Intervalo de aplicação: aplicação única. | |||||||
Cana-de- açúcar (plantio) | Cupim | Heterotermes tenuis | 400 g/ha | 1 | 150 – 200 L/ha | Jato Dirigido | Não* aplicável |
Época de aplicação: Fazer uma aplicação na operação de plantio, direcionando o jato de pulverização no interior do sulco sobre os propágulos vegetativos (“toletes”, gemas, mudas ou plântulas), fechando o sulco imediatamente após o tratamento. Realizar o tratamento nas áreas onde a amostragem prévia identifica a presença da praga. Intervalo de aplicação: aplicação única. | |||||||
Cana-de- açúcar (soqueira) | Cigarrinha- das-raízes | Mahanarva fimbriolata | 300 a 400 g/ha | 1 | 100 – 180 L/ha | Jato Dirigido | Não* aplicável |
Época de aplicação: Em soqueira de cana, quando constatada a presença de pragas em nível de dano econômico, realizar 1 aplicação a partir de 30 dias após o corte, abrindo os sulcos laterais e procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo, utilizando equipamentos pulverizadores adaptados para tal função utilizando 100 a 180 litros de calda/ha em aplicação por dirigido. Intervalo de aplicação: aplicação única | |||||||
Citros | Cochonilha- Orthezia | Orthezia praelonga | 10 g/100 L água | 1 | 2000 L/ha | Costal Turbo Pistola | 68 metros** |
Larva- minadora- das-folhas | Phyllocnistis citrella | 5 g/100 L água | 42 metros** | ||||
Época de aplicação: Para a Cochonilha-Orthezia, aplicar o produto logo após do aparecimento da praga. Para o controle da Larva-minadora-das-folhas, o tratamento deve ser feito logo no início das brotações, direcionando o jato para as novas brotações, principalmente entre o 1° e 2° instar. Recomenda-se adicionar óleo mineral ou vegetal na calda de aplicação para melhorar a eficiência no controle, garantindo uma boa cobertura da planta tratada. Intervalo de aplicação: aplicação única. Obs.: Não aplicar em plantas com formação de botões florais e em florescimento. A recomendação de uso dos produtos contendo o ingrediente ativo Imidacloprido na cultura do ciros é restrita para:
| |||||||
Cupim-de- monte | Cupim | Cornitermes cumulans | 30 g/100 L de água | 1 | 1 L/ninho | (***) | Não* aplicável |
Época de aplicação: O controle dos cupinzeiros deve ser feito diluindo 30 g/100L de água, colocando 1 L da calda preparada diretamente no cupinzeiro, através de um buraco aberto do topo ao núcleo, com auxílio de uma barra de aço de 25 mm de diâmetro. Intervalo de aplicação: aplicação única. | |||||||
Fumo (Canteiro) | Broca-do- fumo | Faustinus cubae | 15 g/50m² | 2 | 40 L/50m2 | Rega | Não* aplicável |
Pulgão- verde | Myzus persicae | ||||||
Época de aplicação: As aplicações deverão ser realizadas durante o período de produção das mudas e antes do transplante para | |||||||
o local definitivo. Intervalo de aplicações: 45 dias. Obs.: A rega do canteiro de mudas com produtos à base de imidacloprido pode ser realizada, desde que sejam retiradas as inflorescências durante o cultivo. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. | |||||||
Fumo (Lavoura) | Broca-do- fumo | Faustinus cubae | 360 g/ha | 1 | 180 – 240 L/ha | Esguicho (drench) | Não* aplicável |
Pulgão- verde | Myzus persicae | ||||||
Época de aplicação: A aplicação deverá ser realizada logo após o transplante das mudas para o local definitivo via esguicho (drench) direcionado ao solo das mudas. Intervalo de aplicação: aplicação única. Obs.: A aplicação via esguicho (drench) com produtos à base de imidacloprido pode ser realizada, desde que sejam retiradas as inflorescências durante o cultivo. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. | |||||||
*Não aplicável devido a modalidade/equipamento de aplicação.
**Distância de bordadura considerada apenas para a modalidade de aplicação foliar.
(***)UNA: Uso não alimentar.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Heterotermes tenuis | Cupins | Ver detalhes |
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Fumo | Faustinus cubae | Broca-do-caule-do-tomateiro, Broca-do-fumo | Ver detalhes |
| Todas as culturas | Cornitermes cumulans | Cupim de montículo | Ver detalhes |
| Tomate | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
MODO DE APLICAÇÃO
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do GALEÃO® deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade; em seguida é necessário que se faça uma pré-diluição do GALEÃO® em um recipiente não reativo (plástico, fibra de vidro), adicionando a dose recomendada para cada cultivo do GALEÃO® em 5 a 10 litros de água agitando-o com um bastão plástico até que a pré-calda esteja homogênea, assegurando-se a completa umectação e dispersão dos aglomerantes presentes na formulação, após esta etapa, inserir a pré-mistura no pulverizador e completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano) calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado.
Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de instruções de uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura.
Utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica. Calibrar o equipamento para que a cada acionamento do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante de modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a pistola, evitando a concentração de calda em um único ponto, gerando assim, escorrimento e desperdício da calda.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Empregar volume de calda que permita uma boa cobertura do alvo.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de instruções de uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Empregar volume de calda que permita uma boa cobertura do alvo.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de instruções de uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura.
Utilizar pulverizador tratorizado dotado de pontas do tipo cone vazio. As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligadas para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com espectro de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
O uso de altas pressões de trabalho e elevada rotação do ventilador não garantem boa penetração da calda no dossel da cultura, e podem gerar elevada deriva.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de instruções de uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura.
Utilizar pulverizador autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigida ao sulco de plantio, sobre os "toletes", adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura dos “toletes”. Certificar- se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. Proceder a cobertura imediatamente após aplicação. O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento.
Aplicar o produto diluído em água na forma de jato dirigido planta a planta (esguicho) através de pulverizador manual, motorizado ou tratorizado, de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de instruções de uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura.
Utilizar regador, aplicando o produto sob a planta. O cálculo da quantidade de produto a ser aplicado em cada bandeja deverá ser feito previamente e proporcional ao número de plantas a ser transplantado por hectare dependendo da cultura e espaçamento a serem adotados. Logo após a aplicação do produto, recomenda-se a aplicação de água pura, da mesma forma e com o mesmo volume utilizado, para que seja feito o arraste do produto das folhas e ramos para o substrato, facilitando a absorção radicular.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de Instruções de Uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura.
Para as culturas com recomendação de aplicação foliar (área total), observar as áreas de não aplicação abaixo (zonas de segurança):
Cultura | Dose Máxima (g/ha) | Distância de bordadura (metros) | Tamanho de gota |
Algodão | 70 | 19 | médias a grossas |
Algodão | 100 | 30 | |
Citros | 70 | 42 | |
Citros | 140 | 68 |
Respeitar as condições meteorológicas adequadas a boa aplicação. Evite situações com médias de temperatura superior a 30°C, de umidade relativa inferior a 55% e de velocidade média do vento acima de 10 km/h. Nunca aplique quando o vento estiver com velocidade inferior a 3 km/h (condições para a ocorrência de de inversão térmica ou correntes convectivas).
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade média do vento |
Inferior a 30°C | Superior a 55% | Entre 3 e 10 km/h |
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível (média a grossa), buscando-se aliar segurança da aplicação e eficácia do tratamento.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use, preferencialmente, a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura.
Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva como as pontas com indução de ar por exemplo.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A aplicação deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
A aplicação deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral.
Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo.
No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Utilize técnicas de redução de deriva.
Consulte um engenheiro agrônomo. O mesmo poderá alterar as condições da aplicação, visando aumentar a segurança, sem comprometer sua eficácia
Inicie a aplicação somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
Limpe todo o pulverizador, incluindo os materiais utilizados para o enchimento do tanque. Utilize EPI e tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Culturas | Dias |
Algodão | 30 |
Café | 45 |
Cana-de-açúcar | (1) |
Citros | 21 |
Cupim-de-monte | UNA |
Fumo | UNA |
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego UNA: Uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | FOLIAR 600 - 1200 | |||
Pulgão (Dactinotus sonchi) | 300 g/ha | 01 | BANDEJA 250 ml de calda/bandeja de 200 alvéolos | |
ALFACE | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Bandeja: A aplicação deve ocorrer em bandejas ainda no viveiro de mudas. Aplicar em torno de 24 horas antes do transplante definitivo no campo. Pulverização Foliar: Iniciar a aplicação logo após o aparecimento dos primeiros sinais das pragas sendo que as aplicações devem ser realizadas a partir do início do desenvolvimento vegetativo foliar da cultura, antes do período de inflorescência e florescimento. A colheita deve ocorrer antes do florescimento. | |||
Proibido o uso destinado à produção de sementes botânicas. | ||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ||
ALGODÃO | Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii) | 70 g/ha | 01 | FOLIAR 200-300 | ||
Tripes (Frankliniella schultzei) | 100 g/ha | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle de Pulgão-do-algodoeiro: A aplicação deverá ser realizada quando em 7 das 10 plantas examinadas estiverem com as folhas com sinas de ataque (encarquilhamemo e/ou fumagina) ou existirem pulgões vivos. É importante o controle das plantas até 50-60 dias após no período de emergência. Para controle de Tripes: Aplicar o produto logo após o aparecimento da praga. As aplicações devem ser realizadas durante o período vegetativo (antes da emissão de ramos frutíferos) e, no máximo, em BBCH 24 (antes dos primeiros ramos frutíferos com o botão floral e a folha correspondente fechados). Este produto somente deverá ser aplicado antes da emissão dos primeiros botões florais. | ||||||
CAFÉ | Mosca-das-raízes (Chiromyza vittata) | Estádio da cultura: ≥ 2 anos | ≤ 4000 plantas/ha* | 1,0 kg/ha | 01 | JATO DIRIGIDO/ ESGUICHO (drench) 100-150 mL/planta |
Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) | 4000 - 6000 plantas/ha | 1,2 kg/ha | ||||
Cigarra-do-cafeeiro (Quesada gigas) | ≥ 6000 plantas/ha | 1,3 kg/ha | ||||
Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) | Estádio da cultura: ≤ 2 anos | 0,05 g/planta | JATO DIRIGIDO/ ESGUICHO (drench) 15-50 ml/muda | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar após florescimento, onde identificamos as pétalas caídas e secas ou no início de frutificação em estádio de chumbinho, no máximo até BBCH 75. | ||||||
Não aplicar durante o período de florescência, quando forem observados os primeiros botões florais em formação e durante florescimento. Realizar uma aplicação por ciclo da cultura e não ultrapassar a dose máxima por planta de 0,39 g i.a. de imidacloprido. Respeitar a dose máxima por hectare recomendada na bula do produto. * Limitado a densidade mínima de 1800 plantas/ha, não podendo exceder a dose máxima de 0,39 g i.a/planta. | ||||||
CANA-DE- AÇÚCAR | Cupim (Heterotermes tennuis) | 400 g/ha | 01 | SULCO DE PLANTIO (CANA PLANTA) 200-400 | ||
Broca-da-cana (Migdolus fryanus) | ||||||
Cigarrinha-das-raízes (Mahanarva fimbriolata) | 300 - 400 g/ha | SOQUEIRA DE CANA 100-200 | ||||
Bicudo da Cana (Sphenophorus levis) | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: - Cupim e Broca da cana: Fazer uma aplicação na operação de plantio, direcionando o jato de pulverização no interior do sulco sobre os propágulos vegetativos (“toletes”, gemas, mudas ou | ||||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
CANA-DE- AÇÚCAR | plântulas), fechando o sulco imediatamente após o tratamento. Realizar o tratamento nas áreas onde a amostragem prévia identifica a presença da praga. - Bicudo da cana e Cigarrinha das raízes: Em soqueira de cana, quando constatada a presença de pragas em nível de dano econômico, realizar 1 aplicação a partir de 30 dias após o corte, abrindo os sulcos laterais e procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo, utilizando equipamentos pulverizadores adaptados para tal função utilizando 100-200 litros de calda/ha em aplicação por jato dirigido. Realizar 1 aplicação a partir de 30 dias após o corte. | |||
CITROS | Minadora-das-folhas (Phyllocnistis citrella) | 5 g/ 100L de água | 01 | FOLIAR* VIA TRONCO** 2000 |
Pulgão-preto (Toxoptera citricida) | ||||
Cigarrinha-da-cvc (Oncometopia facialis) | ||||
Cochonilha-orthezia (Orthezia praelonga) | ||||
Cochonilha-pardinha (Selenespidus articulatus) | ||||
Cochonilha-escama- farinha (Pinnaspis aspidistrae) | 10 g/ 100L de água | |||
Cochonilha-cabeça-de- prego (Chrysomphalus fícus) | ||||
Cochonillha-verde (Coccus viridis) | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle de Minadora-das-folhas: Realizar monitoramento e realizar as aplicações quando 50% das plantas estiverem em brotação, dirigido às lagartas em fase inicial de desenvolvimento (1° e 2° instar). Para controle de Pulgão-preto: Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações quando as plantas apresentarem sintomas de ataque e presença de ninfas e adultos e presença de fumagina. Assegurar que o produto tenha boa cobertura e penetração em todas as partes da planta. Para controle de Cigarrinha-da-cvc: Realizar monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, quando em árvores adultas (acima 3 anos) deve-se aplicar quando houver presença do inseto em 10% das árvores vistoriadas. Em plantas jovens aplicar preventivamente aos primeiros sintomas ou presença da praga. | ||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
CITROS | Para controle de Cochonilha-orthezia: Realizar monitoramento e realizar as aplicações no início da infestação, quando identificadas as reboleiras com a presença de adultos e ninfas eclodidas do ovissaco, procurando atingir toda a copa, caule e pernadas, a fim de atingir a praga no interior da planta em aplicação dirigida. Para controle das Cochonilhas: Realizar monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação quando identificadas as reboleiras com a presença de adultos e ninfas procurando atingir toda a copa, caule e pernadas, a fim de atingir a praga no interior da planta em aplicação dirigida. (*) Aplicação em área total restrita aos pomares com idade acima de 3 anos. (**) Aplicação no tronco restrita a mudas e pomares em formação (abaixo de 3 anos). | |||
FUMO | Broca-do-fumo (Faustinus cubae) | 15 g/ 50 m2 | 02 | REGA DO CANTEIRO DE MUDAS 40 L de água/ 50 m2 |
Pulgão-verde (Myzus persiscae) | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para o controle no canteiro, deverão ser realizadas duas aplicações, sendo a primeira logo após a semeadura e a segunda após 45 dias. As inflorescências devem ser retiradas durante o cultivo. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. | ||||
FUMO | Broca-do-fumo (Faustinus cubae) | 360 g/ha | 01 | ESGUICHO (drench) 200-500 |
Pulgão-verde (Myzus persiscae) | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para o controle na lavoura, deverá ser realizada apenas uma aplicação, logo após o transplante com jato dirigido, de forma que o produto atinja o caule o escorra até o solo. As inflorescências devem ser retiradas durante o cultivo. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. | ||||
MELANCIA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 300 g/ha | 01 | ESGUICHO (drench) 10-15 ml/planta |
Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 200 g/ha | |||
Tripes (Thrips palmi) | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar uma única aplicação via esguicho logo após a germinação no campo ou transplante das mudas, no máximo até BBCH 13 (até a terceira folha verdadeira no ramo principal). Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultivo. Não é permitido pulverizações foliares quando ocorrer aplicação via esguicho ou gotejamento. | ||||
MELÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 300 g/ha | 01 | ESGUICHO (drench) e GOTEJAMENTO (drip) |
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
MELÃO | Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 200 g/ha | 01 | 10-15 ml/planta |
Tripes (Thrips palmi) | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar uma única aplicação via esguicho ou gotejamento, até 7 dias após a semeadura, no máximo até BBCH 13 (até a terceira folha verdadeira no ramo principal). Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultivo. Não é permitido pulverizações foliares quando ocorrer aplicação via esguicho ou gotejamento. | ||||
(1) O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação ou a critério do Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Café | Chiromyza vittata | Berne-das-raízes, Mosca-das-raízes | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Migdolus fryanus | Broca-da-cana, Migdolus | Ver detalhes |
| Citros | Coccus viridis | Cochonilha-verde, Cochonilha-verde-do-cafeeiro | Ver detalhes |
| Fumo | Faustinus cubae | Broca-do-caule-do-tomateiro, Broca-do-fumo | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
“ESTE PRODUTO É TOXICO PARA ABELHAS. A APLICAÇÃO AÉREA NÃO É PERMITIDA.”
CULTURA | MODO DE APLICAÇÃO | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | ZONA DE NÃO APLICAÇÃO ATÉ A BORDADURA (m) |
Alface | Aplicação terrestre com barra baixa e gostas médias a médias/grossas | 300 g/ha | 120 |
Algodão | Aplicação terrestre com barra baixa e gotas médias a médias/grossas | 70 g/ha | 19 |
100 g/ha | 30 | ||
Citros | Aplicação terrestre com turbo pulverizador e gotas média a médias/grossas | 100 g/ha | 42 |
200 g/ha | 68 | ||
Melão | Aplicação terrestre com barra baixa e gostas médias a médias/grossas | 200 g/ha | 2 |
300 g/ha | 3 |
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto. O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do Granary deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade; em seguida é necessário que se faça uma pré-diluição do Granary em um recipiente não reativo (plástico, fibra de vidro), adicionando a dose recomendada para cada cultivo do Granary em 5 a 10 litros de água agitando-o com um bastão plástico até que a pré-calda esteja homogênea, assegurando-se a completa umectação e dispersão dos aglomerantes presentes na formulação, após esta etapa, inserir a pré-mistura no pulverizador e completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano) que permita aplicar volume de calda específico para cada cultura e estádio de desenvolvimento, calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado.
Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de instruções de uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura.
Utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica. Calibrar o equipamento para que a cada acionamento do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante de modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a pistola, evitando a concentração de calda em um único ponto, gerando assim, escorrimento e desperdício da calda.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. Empregar volume de calda que permita uma boa cobertura do alvo.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização com indução de ar, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. Empregar volume de calda que permita uma boa cobertura do alvo.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento.
Utilizar pulverizador tratorizado dotado de pontas do tipo cone vazio. As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligadas para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com espectro de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
O uso de altas pressões de trabalho e elevada rotação do ventilador não garantem boa penetração da calda no dossel da cultura, e podem gerar elevada deriva.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento.
Utilizar pulverizador autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigida ao sulco de plantio, sobre os "toletes", adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura dos “toletes”.
Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. Proceder a cobertura imediatamente após aplicação.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de instruções de uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura.
Aplicar o produto diluído em água na forma de jato dirigido planta a planta (esguicho) através de pulverizador manual, motorizado ou tratorizado, de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento.
Iniciar a injeção da calda com o produto após o completo funcionamento do sistema de irrigação. Seguir as instruções do fabricante do sistema de irrigação para a melhor utilização do sistema dosador e de injeção, além da correta regulagem deste equipamento.
A injeção dos produtos pode ser efetuada utilizando-se diferentes métodos e equipamentos. Porém, independentemente do método adotado, a qualidade dos resultados obtidos depende do cálculo correto de variáveis como taxa de injeção, quantidade do produto a ser injetada, volume do tanque de injeção, dose do produto a ser aplicada na área irrigada, concentração do produto na água de irrigação, entre outros. Além dos cálculos operacionais feitos corretamente, é necessário assegurar-se de que o sistema, tanto de irrigação quanto de injeção, esteja funcionando de acordo com os parâmetros para os quais está ajustado, ou seja, que a vazão calculada corresponda àquela efetiva no sistema ou que a taxa de injeção desejada esteja realmente ocorrendo no campo. Portanto, tão importante quanto os cálculos operacionais, é também proceder à calibração periódica dos equipamentos.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento.
Utilizar pulverizador costal manual ou regador, aplicando o produto sob a planta. O cálculo da quantidade de produto a ser aplicado em cada bandeja deverá ser feito previamente e proporcional ao número de plantas a ser transplantado por hectare dependendo da cultura e espaçamento a serem adotados. Logo após a aplicação do produto, recomenda-se a aplicação de água pura, da mesma forma e com o mesmo volume utilizado, para que seja feito o arraste do produto das folhas e ramos para o substrato, facilitando a absorção radicular.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. (quando o equipamento recomendado for o pulverizador costal manual)
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento.
Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Respeitar as condições meteorológicas adequadas a boa aplicação. Evite situações com médias de temperatura superior a 30°C, de umidade relativa inferior a 55% e de velocidade média do vento acima de 10 km/h. Nunca aplique quando o vento estiver com velocidade inferior a 3 km/h (condições para a ocorrência de de inversão térmica ou correntes convectivas).
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade média do vento |
Inferior a 30°C | Superior a 55% | Entre 3 e 10 km |
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível (média a grossa), buscando-se aliar segurança da aplicação e eficácia do tratamento.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: Use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use, preferencialmente, a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: Use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva como as pontas com indução de ar por exemplo.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Temperatura do ar: abaixo de 30°C;
Umidade relativa do ar: acima de 55%;
Velocidade do vento: média de 3 km/h até 10 km/h;
Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites frias com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo.
No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Utilize técnicas de redução de deriva.
Consulte um engenheiro agrônomo. Ele poderá alterar as condições da aplicação, visando aumentar a segurança, sem comprometer sua eficácia.
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
CULTURAS | INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS) |
Alface | 14 |
Algodão | 30 |
Café | 45 |
Citros | 21 |
Cana-de-açúcar | (1) |
Fumo | UNA |
Melancia | 40 |
Melão | 14 |
UNA: Uso não alimentar
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Syntermes molestus | Cupim, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Abóbora | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Abobrinha | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Alface | Dactynotus sonchi | Pulgão-da-alface, Pulgão-da-serralha | Ver detalhes |
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Alho | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Batata | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Migdolus fryanus | Broca-da-cana, Migdolus | Ver detalhes |
| Citros | Pinnaspis aspidistrae | Cochonilha-escama-farinha | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Fumo | Faustinus cubae | Broca-do-caule-do-tomateiro, Broca-do-fumo | Ver detalhes |
| Tomate | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
Este produto é tóxico para abelhas. A pulverização não dirigida em área total não é permitida. Não aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando for observada visitação de abelhas na cultura. O descumprimento dessas determinações constitui crime ambiental, sujeito a penalidades cabíveis e sem prejuízo de outras responsabilidades.
Não é autorizado o uso combinado de imidacloprido em mais de um modo de aplicação no mesmo ciclo de cultivo, quando esses eventos ocorrerem antes da floração da cultura.
Não utilizar imidacloprido em cultura subsequente quando houver possibilidade de florescimento, em campo aberto.
CULTURA | PRAGA Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto Comercial | VOLUME DE CALDA | MODALIDADE DE APLICAÇÃO | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Iniciar a aplicação logo após o | |||||
aparecimento dos primeiros | |||||
sinais da praga e reaplicar no | |||||
caso de novas infestações com | |||||
intervalo entre 3 a 7 dias. | |||||
Realizar no máximo 3 | |||||
aplicações por ciclo da cultura. | |||||
Se forem necessárias mais de | |||||
Crisântemo (1) | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 mL/100 L água | 1000 L/ha | Pulverização foliar terrestre, desde que em cultivos protegidos ou em estufas | três aplicações, utilizar inseticidas com mecanismo de ação diferente. Uso permitido somente em cultivos protegidos (estufas) revestidos com tela anti- afídeos. A utilização de tela anti-afídeos é mandatória em |
cultivos protegidos para evitar | |||||
que insetos não-alvo entrem | |||||
em contato com a cultura e | |||||
reduzir a pressão de pragas; | |||||
A utilização de Imidacloprido | |||||
para flores não pode ser | |||||
realizada em cultivos em nível | |||||
de campo. | |||||
(1) Para a cultura do Crisântemo são necessárias medidas que visem a redução da deriva para | |||||
o método de aplicação utilizado. (Vide INSTRUÇÕES PARA REDUÇÃO DE DERIVA DURANTE AS | |||||
APLICAÇÕES.) | |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
| Crisântemo | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijão | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
O produto é indicado para aplicações terrestres, em diferentes modalidades de aplicação, de acordo com as recomendações abaixo:
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas que tenham indução de ar, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura e não exceder 50 cm.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. A regulagem deve evitar que pressões de trabalho fora da faixa de 2 a 4,7 bar sejam adotadas.
Empregar volume de calda que permita uma boa cobertura do alvo.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano) com indução de ar, calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado.
Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas, numa faixa de pressão entre 2 e 4,7 bar. O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento.
Utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica com indução de ar. Calibrar o equipamento para que a cada acionamento do gatilho, a vazão seja constante, numa faixa de pressão entre 2 e 4,7 bar. Manter velocidade de deslocamento constante de modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a pistola, evitando a concentração de calda em um único ponto, gerando assim, escorrimento e desperdício da calda.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. Empregar volume de calda que permita uma boa cobertura do alvo.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento.
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto.
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do IMIDACLOPRID 200 SC AGRIA deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do IMIDACLOPRID 200 SC AGRIA, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível (média a grossa), buscando-se aliar segurança da aplicação e eficácia do tratamento.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o
gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use, preferencialmente, a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva como as pontas com indução de ar por exemplo.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A aplicação deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
A aplicação deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral.
Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites frias com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo.
No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Utilize técnicas de redução de deriva.
Consulte um engenheiro agrônomo. O mesmo poderá alterar as condições da aplicação, visando aumentar a segurança, sem comprometer sua eficácia.
Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada;
Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Crisântemo: UNA
UNA = Uso Não Alimentar
Condições Meteorológicas:
Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
IMIDAGOLD 700 WG é um Inseticida de ação sistêmica que atua interferindo na transmissão de estímulo no sistema nervoso, resultando na paralisia e morte do inseto.
Este produto é tóxico para abelhas. A aplicação aérea não é permitida. A pulverização não dirigida em área total deve obedecer às recomendações de tamanho de gota e zona de não aplicação. Não aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando for observada visitação de abelhas na cultura. O descumprimento dessas determinações constitui crime ambiental, sujeito a penalidades cabíveis e sem prejuízo de outras responsabilidades.
CULTURAS | PRAGAS Nome Comum (Nome Científico) | DOSE Produto Comercial (Ingrediente ativo) | MODALIDADE DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES |
Deverá ser realizado | |||||
monitoramento na cultura | |||||
quanto à incidência de | |||||
pragas, sendo a aplicação | |||||
do produto recomendada | |||||
quando atingido o nível | |||||
de controle sugerido em | |||||
programas de manejo | |||||
integrado de pragas | |||||
(MIP). | |||||
No caso de pulgões, o | |||||
Pulgão-do- algodoeiro (Aphis gossypii) | 70 g/ha (49 g i.a./ha) | nível de controle recomendado depende da susceptibilidade da variedade cultivada à | |||
virose mosaico-das- | |||||
nervuras ou doença azul. | |||||
Nas variedades | |||||
suscetíveis, as | |||||
pulverizações de | |||||
Algodão (*) (1) | Pulverização | 100 – 300 L/ha | IMIDAGOLD 700 WG deverão iniciar-se quando | ||
de 5 a 10% das plantas | |||||
estiverem atacadas, ou | |||||
seja, presença de colônia, | |||||
e o nível de incidência de | |||||
plantas doentes seja | |||||
inferior a 2%. No caso do | |||||
percentual de plantas | |||||
com a virose estiver entre | |||||
2% a 6%, o nível para | |||||
controle é de 3% a 5% de | |||||
Tripes (Frankliniella schultzei) | 100 g/ha (70 g i.a./ha) | plantas com pulgões. Nas variedades tolerantes ou resistentes, o nível de controle dá-se quando | |||
constatado 40% das | |||||
plantas atacadas. O | |||||
monitoramento e controle | |||||
do pulgão são essenciais | |||||
até aos 60 dias da | |||||
emergência da cultura, |
embora este deva continuar até aos 120 dias, sobretudo nas variedades suscetíveis às viroses. O nível de controle para Tripes é de 70% das plantas infestadas. As aplicações devem ser realizadas com intervalo de 5 a 7 dias durante o período vegetativo (antes da emissão de ramos frutíferos), e no máximo em BBCH 24 (antes dos primeiros ramos frutíferos com o botão floral e a folha correspondente fechados). Este produto somente deverá ser aplicado antes da emissão dos primeiros botões florais. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. | |||||
(*) Obs.: A aplicação por pulverização foliar é restrita a dose máxima de 640 g de imidacloprido/ha/ano, incluindo o tratamento de sementes com qualquer outro produto à base de imidacloprido na área. (1) Para a cultura do Algodão são necessárias medidas que visem a redução da deriva para o método de aplicação utilizado. (Vide INSTRUÇÕES PARA REDUÇÃO DE DERIVA DURANTE AS APLICAÇÕES.) Bordadura: Para Pulgão-do-algodoeiro, na cultura do Algodão, respeitar Distância de segurança (Zona de não aplicação até a bordadura) de 19 metros. Para Tripes, na cultura do Algodão, respeitar Distância de segurança (Zona de não aplicação até a bordadura) de 30 metros. | |||||
Cana-de- açúcar | Cupim (Heterotermes tenuis) | 400 g/ha (280 g i.a./ha) | Pulverização (Sulco de plantio) | 100 – 400 L/ha | Deverá ser realizada única aplicação com jato dirigido ao sulco de plantio, sobre os colmos, cobrindo-os logo após o tratamento. Fazer uma aplicação na operação de plantio, direcionando o jato de pulverização no interior do sulco sobre os propágulos vegetativos (“toletes”, gemas, mudas ou plântulas), fechando o sulco imediatamente após o tratamento. Realizar o tratamento nas áreas onde a amostragem prévia identificar a presença da praga. |
Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cigarrinha-das- raízes (Mahanarva fimbriolata) | 300 – 400 g/ha (210 – 280 g i.a./ha) | Pulverização (Soqueira) | Em soqueira de cana, quando constatada a presença de pragas em nível de dano econômico, realizar 1 aplicação a partir de 30 dias após o corte, abrindo os sulcos laterais e procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo, utilizando equipamentos pulverizadores adaptados para tal função utilizando 100 – 400 litros de calda/ha em aplicação por jato dirigido. Realizar no máximo 1 aplicação a partir de 30 dias após o corte. | ||
Bicudo-da-cana- de-açúcar (Sphenophorous levis) | |||||
Bordadura: Para Cupim, Cigarrinha-das-raízes e Bicudo-da-cana-de-açúcar na cultura da Cana-de- açúcar, não se aplica Distância de segurança (Zona de não aplicação até a bordadura) devido a modalidade de aplicação. | |||||
Cebola (2) | Tripes (Thrips tabaci) | 100 g/ha (70 g i.a/ha) | Pulverização | 100 – 300 L/ha | Realizar a pulverização quando no aparecimento da praga. Recomenda-se o uso de espalhante adesivo à calda de pulverização. As aplicações devem ser realizadas a partir do início do desenvolvimento vegetativo foliar da cultura antes do período de inflorescência e florescimento. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. |
(2) Para a cultura da Cebola são necessárias medidas que visem a redução da deriva para o método de aplicação utilizado. (Vide INSTRUÇÕES PARA REDUÇÃO DE DERIVA DURANTE AS APLICAÇÕES.) Bordadura: Para Tripes, na cultura da Cebola, respeitar Distância de segurança (Zona de não aplicação até a bordadura) de 30 metros. | |||||
Citros (***) | Minadora-das- folhas (Phyllocnistis citrella) | 5 g/100 L (3,5 g i.a./100L) | Pulverização | 2000 L/ha | Para o controle de minadora-das-folhas recomenda-se o monitoramento do pomar com observações dos ramos recém brotados, época da primavera, e a presença ou não da praga. A presença é positiva quando há na folha pelo menos uma lagarta que esteja no primeiro ou segundo estágio. O controle deve ser adotado em pomares novos quando o talhão apresentar 10% de ramos com lagarta viva no primeiro e segundo estádio de desenvolvimento, e no caso de pomares adultos quando este índice for de 30%. O controle de pulgão, cigarrinha e cochonilhas deve ser feito com pulverizações de IMIDAGOLD 700 WG, assim que observado o aparecimento da praga e repetindo-se a intervalos de 14 dias para eliminar as reinfestações. Recomenda-se a utilização de óleo mineral ou vegetal na calda de pulverização. Realizar no máximo 4 aplicações por safra da cultura. |
Pulgão-preto (Toxoptera citricida) | |||||
Cigarrinha-da-cvc (Oncometopia facialis) | |||||
Cochonilha- orthezia (Orthezia praelonga) | 10 g/100 L (7 g i.a./100 L) | ||||
Cochonilha- pardinha (Selenaspidus articulatus) | |||||
(***) Obs.: A recomendação de uso dos produtos contendo o ingrediente ativo Imidacloprido na cultura dos citros em plantas com idade inferior a três anos fica restrita à modalidade "aplicação no tronco". A recomendação de uso dos produtos contendo o ingrediente ativo Imidacloprido na cultura dos citros na modalidade "pulverização foliar" fica restrita a pomares acima de três anos. Bordadura: Para Minadora-das-folhas, Pulgão-preto e Cigarrinha-da-cvc, na cultura do Citros, respeitar Distância de segurança (Zona de não aplicação até a bordadura) de 42 metros. Para Cochonilha-orthezia e Cochonilha-pardinha, na cultura do Citros, respeitar Distância de segurança (Zona de não aplicação até a bordadura) de 68 metros. | |||||
Crisântemo (3) | Tripes (Thrips palmi) | 100 g/ha (70 g i.a./ha) | Pulverização | 300 – 600 L/ha | Realizar a pulverização quando do aparecimento da praga, repetindo em caso de reinfestação ao intervalo de 20 dias. Uso permitido somente em cultivos protegidos (estufas) revestidos com tela anti-afídeos. A utilização de tela anti- afídeos é mandatória em cultivos protegidos para evitar que insetos não- alvo entrem em contato com a cultura e reduzir a pressão de pragas. A utilização de imidacloprido para flores não pode ser realizada em cultivos em nível de campo. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura (respeitando a taxa máxima de 3 aplicações de 200 g i.a./ha) |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 360 g/ha (252 g i.a/ha) | ||||
(3) Para a cultura do Crisântemo são necessárias medidas que visem a redução da deriva para o método de aplicação utilizado. (Vide INSTRUÇÕES PARA REDUÇÃO DE DERIVA DURANTE AS APLICAÇÕES.) Bordadura: Para Tripes e Mosca-branca, na cultura do Crisântemo, não se aplica Distância de segurança (Zona de não aplicação até a bordadura) devido a modalidade de aplicação. | |||||
Fumo | Broca-do-fumo (Faustinus cubae) | 15 g/50 m2 (10,5 g i.a/ha) | Rega (Canteiro) | 40 L/50 m2 | No tratamento de canteiro, deverão ser realizadas duas aplicações de IMIDAGOLD 700 WG na forma de rega, a primeira após a semeadura e a segunda 45 dias depois. As aplicações deverão ser realizadas durante o período de produção das mudas e antes do transplante para o local definitivo. A rega do canteiro de mudas com produtos à base de imidacloprido pode ser realizada, desde que sejam retiradas as inflorescências durante o cultivo. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. Realizar no máximo 2 |
aplicações por ciclo da cultura. | |||||
Pulgão-verde (Myzus persicae) | 360 g/ha (252 g i.a./ha) | Esguicho (Lavoura) | 180 – 240 L/ha | Aplicação no campo definitivo deverá ser feita logo após o transplante das mudas, na modalidade de esguicho, dirigindo-se o jato do pulverizador para a base da planta de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo. O volume de calda recomendado no esguicho é de 10 - 15 mL/planta, gastando-se de 180 a 240 L/ha de calda, o que equivale a 12 cargas de pulverizadores costais de 15 ou 20 litros, respectivamente. Desse modo, temos a recomendação de dose de 30 g do produto (1 saquinho) por pulverizador costal. A aplicação deverá ser realizada logo após o transplante das mudas para o local definitivo via esguicho (drench) direcionado ao solo das mudas. A aplicação via esguicho (drench) com produtos à base de imidacloprido pode ser realizada, desde que sejam retiradas as inflorescências durante o cultivo. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. | |
Bordadura: Para Broca-do-fumo e Pulgão-verde, na cultura do Fumo, não se aplica Distância de segurança (Zona de não aplicação até a bordadura) devido a modalidade de aplicação. | |||||
Melão | Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 200 g/ha (140 g i.a./ha) | Esguicho | 10 – 15 mL/planta | Aplica-se o produto logo após a emergência das plantas na modalidade de esguicho, direcionando-se o jato para a base e gastando-se de 10 – 15 mL de calda/planta. O |
Tripes (Thrips palmi) | |||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | produto também pode ser utilizado em gotejamento, sendo também aplicado logo após a emergência das plantas. Realizar somente uma única aplicação via esguicho ou gotejamento, até 7 dias após a semeadura, no máximo até BBCH 13 (plantas com no máximo até a terceira folha verdadeira no ramo principal) e na dose máxima de 210 g i.a./ha. Não é permitido pulverizações foliares quando ocorrer aplicação via esguicho ou gotejamento. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 300 g/ha (210 g i.a./ha) | Gotejamento | |||
Bordadura: Para Pulgão-das-inflorescências, Tripes e Mosca-branca, na cultura do Melão, não se aplica Distância de segurança (Zona de não aplicação até a bordadura) devido a modalidade de aplicação. | |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Sphenophorus levis | Bicudo da Cana-de-açucar, Gorgulho-da-cana | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Citros | Selenaspidus articulatus | Cochonilha-pardinha | Ver detalhes |
| Crisântemo | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Fumo | Faustinus cubae | Broca-do-caule-do-tomateiro, Broca-do-fumo | Ver detalhes |
| Melão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
O produto é indicado para aplicações terrestres, em diferentes modalidades de aplicação, de acordo com as recomendações abaixo:
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas que tenham indução de ar, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura e não exceder 50 cm.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. A regulagem deve evitar que pressões de trabalho fora da faixa de 2 a 4,7 bar sejam adotadas.
Empregar volume de calda que permita uma boa cobertura do alvo.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano) com indução de ar, calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado.
Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas, numa faixa de pressão entre 2 e 4,7 bar. O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento.
Utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica com indução de ar. Calibrar o equipamento para que a cada acionamento do gatilho, a vazão seja constante, numa faixa de pressão entre 2 e 4,7 bar. Manter velocidade de deslocamento constante de modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a pistola, evitando a concentração de calda em um único ponto, gerando assim, escorrimento e desperdício da calda.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. Empregar volume de calda que permita uma boa cobertura do alvo.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento.
Utilizar pulverizador autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) com indução de ar dirigida ao sulco de plantio, sobre os "toletes" ou base da planta, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura dos “toletes”. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. Proceder a cobertura imediatamente após aplicação.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento.
Aplicar o produto diluído em água na forma de jato dirigido planta a planta (esguicho) através de pulverizador manual, motorizado ou tratorizado, de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento.
Iniciar a injeção da calda com o produto após o completo funcionamento do sistema de irrigação. Seguir as instruções do fabricante do sistema de irrigação para a melhor utilização do sistema dosador e de injeção, além da correta regulagem deste equipamento.
A injeção dos produtos pode ser efetuada utilizando-se diferentes métodos e equipamentos. Porém, independentemente do método adotado, a qualidade dos resultados obtidos na quimigação depende do cálculo correto de variáveis como taxa de injeção, quantidade do produto a ser injetada, volume do tanque de injeção, dose do produto a ser aplicada na área irrigada, concentração do produto na água de irrigação, entre outros. Além dos cálculos operacionais feitos corretamente, é necessário assegurar-se de que o sistema, tanto de irrigação quanto de injeção, esteja funcionando de acordo com os parâmetros para os quais está ajustado, ou seja, que a vazão calculada corresponda àquela efetiva no sistema ou que a taxa de injeção desejada esteja realmente ocorrendo no campo. Portanto, tão importante quanto os cálculos operacionais, é também proceder à calibração periódica dos equipamentos.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento.
Pulverização em Citros:
Deve-se utilizar pulverizador montado ou de arrasto com assistência de ar, ou por meio de pistola acoplada. Utilizar pontas que produzam jato cônico vazio, ou demais tecnologias de bicos que possibilitem a produção de gotas finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme
recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 3 a 10 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas e pode gerar deriva. Ajustes no volume de ar produzido pela turbina podem ser necessários, dependendo do pulverizador, bem como no direcionamento do ar restrito ao formato da planta para que as gotas se depositem adequadamente no alvo, evitando problemas com deriva. A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Recomenda-se a adição de óleo mineral ou vegetal à calda de pulverização na concentração de 0,25% a 0,50%, e volume de calda de 2000 L/ha.
Preparo de calda:
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto.
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do IMIDAGOLD 700 WG deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade; em seguida é necessário que se faça uma pré-diluição do IMIDAGOLD 700 WG em um recipiente não reativo (plástico, fibra de vidro), adicionando a dose recomendada para cada cultivo do IMIDAGOLD 700 WG em 5 a 10 litros de água agitando-o com um bastão plástico até que a pré-calda esteja homogênea, assegurando-se a completa umectação e dispersão dos aglomerantes presentes na formulação, após esta etapa, inserir a pré-mistura no pulverizador e completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível (média a grossa), buscando-se aliar segurança da aplicação e eficácia do tratamento.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use, preferencialmente, a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva como as pontas com indução de ar por exemplo.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A aplicação deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
A aplicação deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral.
Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites frias com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo.
No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar. Utilize técnicas de redução de deriva.
Consulte um engenheiro agrônomo. O mesmo poderá alterar as condições da aplicação, visando aumentar a segurança, sem comprometer sua eficácia.
Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada;
Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Pulverizadores de arbóreas (turbopulverizadores):
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator, adicionar produto limpante, manter por 5 minutos a agitação, e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Remova e limpe todas as pontas do pulverizador e suas peneiras, caso sejam utilizadas;
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos ramais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada.
Algodão: 30 dias
Cana-de-açúcar: (1)
Cebola: 21 dias
Citros: 21 dias Crisântemo: UNA Fumo: UNA Melão: 14 dias
: Intervalo de Segurança não determinado devido à modalidade de uso. UNA: Uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI´s) recomendados para o uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO:
Cultura | Alvo Biológico | Dose (mL/ha) | Número, época e intervalo de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
ABACAXI | Cochonilha- do-abacaxi | Dysmicoccu s brevipes | 100 mL / 100 L de água | Aplicar KOHINOR 200 SC via “drench” (esguicho) com cerca de 30 dias após o transplante. Realizar no máximo 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura. |
Cupim | Syntermes molestus | |||
ALFACE | Tripes | Thrips tabaci | 70 mL / 100 L de água | Aplicar KOHINOR 200 SC logo após o aparecimento da praga. Realizar no máximo 03 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias. |
Tripes | Frankliniella schultzei | |||
Pulgão-verde | Myzus persicae | |||
ALGODÃO | Pulgão-do- algodoeiro | Aphis gossypii | 250 – 350 | Aplicar KOHINOR 200 SC quando em 7 de 10 plantas examinadas, as folhas estiverem começando a se deformar e existirem pulgões vivos. É importante o controle até 50 - 60 dias após a emergência das plantas. Para mosca-branca, iniciar a aplicação logo após o aparecimento da praga e reaplicar seguindo o ciclo da mesma, fazendo rotação de produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre a praga. Utilizar a dose maior em condições de alta infestação e favoráveis a praga. Realizar no máximo 04 aplicações por ciclo da cultura. |
Tripes | Frankliniella schultzei | |||
Percevejo- rajado | Horcias nobilellus | |||
Mosca-branca | Bemisia tabaci raça B | 800 | ||
ALHO | Tripes | Thrips tabaci | 350 | Aplicar KOHINOR 200 SC logo após o aparecimento da praga. Recomenda-se adicionar a calda espalhante adesivo. Realizar no máximo 05 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. |
BATATA | Tripes | Thrips palmi | 350 | Aplicar KOHINOR 200 SC logo após o aparecimento da praga. Realizar no máximo 03 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 15 dias. |
Pulgão-verde | Myzus persicae | 250 | ||
Cultura | Alvo Biológico | Dose (mL/ha) | Número, época e intervalo de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
BERINJELA | Tripes | Thrips palmi | 700 | Aplicar KOHINOR 200 SC via “drench” (esguicho) em jato dirigido no colo das plantas. Realizar 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura. |
Pulgão- verde | Myzus persicae | |||
Mosca- branca | Bemisia tabaci raça B | 1000 | ||
Tripes | Thrips palmi | 35 – 50 mL/ 100 L água | Aplicar KOHINOR 200 SC logo após o aparecimento da praga. Utilizar a dose maior em condições de alta infestação e favoráveis a praga. Realizar no máximo 04 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 05 dias. | |
Pulgão- verde | Myzus persicae | |||
Mosca- branca | Bemisia tabaci raça B | |||
CEBOLA | Tripes | Thrips tabaci | 350 | Aplicar KOHINOR 200 SC logo após o aparecimento da praga. Recomenda-se adicionar a calda espalhante adesivo. Realizar 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura. |
CITROS | Minadora- das-folhas | Phyllocnistis citrella | 15 – 20 mL / 100 L água | Aplicar KOHINOR 200 SC logo após o aparecimento da praga. Utilizar a dose maior em condições de alta infestação e favoráveis a praga. Adicionar 0,25% de adjuvante (óleo vegetal ou mineral) no controle da cigarrinha-da-cvc (Oncometopia faciallis) e do Psilídio (Diaphorina citri). Realizar no máximo 04 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 14 dias. |
Cigarrinha- da-cvc | Oncometopia facialis | |||
Pulgão- preto-dos- citrus | Toxoptera citricida | 15 mL / 100 L de água | ||
Psilídio | Diaphorina citri | 15 – 20 mL / 100 L água | ||
Cochonilha- Orthezia | Orthezia praelonga | 35 – 50 mL / 100 L água | ||
Mosca- negra-dos- citros | Aleurocanthus woglumi | 20 mL / 100 L de água | ||
Cultura | Alvo Biológico | Dose (mL/ha) | Número, época e intervalo de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
COUVE, COUVE- FLOR E REPOLHO | Pulgão-da- couve | Brevicoryne brassicae | 700 | Aplicar KOHINOR 200 SC via “drench” (esguicho) após o transplante. Realizar no máximo 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura. |
CRISÂNTE MO | Mosca- branca | Bemisia tabaci raça B | 100 mL/100 L de água | Aplicar KOHINOR 200 SC logo após o aparecimento da praga. Fazer rotação com produtos que possuam mecanismo de ação diferentes. Realizar no máximo 03 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 03 a 07 dias. |
FEIJÃO | Cigarrinha | Empoasca kraemeri | 500 | Aplicar KOHINOR 200 SC logo após o aparecimento da praga. Utilizar a dose maior em condições de alta infestação e favoráveis a praga. Realizar no máximo 03 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 14 dias. |
Mosca- branca | Bemisia tabaci raça B | 350 – 500 | ||
FUMO (CANTEIRO) | Broca-do- fumo | Faustinus cubae | 50 mL/50 m² | Aplicar KOHINOR 200 SC via rega logo após a semeadura e reaplicar 45 dias após. Realizar no máximo 02 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 45 dias. |
Pulgão- verde | Myzus persicae | |||
FUMO (LAVOURA) | Broca-do- fumo | Faustinus cubae | 1200 | Aplicar KOHINOR 200 SC via “drench” (esguicho) logo após o transplante. Realizar no máximo 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura. |
Pulgão- verde | Myzus persicae | |||
GÉRBERA | Mosca- branca | Bemisia tabaci raça B | 100 mL/100 L de água | Aplicar KOHINOR 200 SC logo após o aparecimento da praga. Fazer rotação com produtos que possuam mecanismo de ação diferentes. Realizar no máximo 03 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 03 a 07 dias. |
MELANCIA | Pulgão-das- inflorescênci as | Aphis gossypii | 700 | Aplicar KOHINOR 200 SC via “drench” (esguicho) logo após a emergência das plantas. Realizar no máximo 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura. |
Mosca branca | Bemisia tabaci raça B | 1000 | ||
Cultura | Alvo Biológico | Dose (mL/ha) | Número, época e intervalo de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
MELÃO | Pulgão-das- inflorescênci as | Aphis gossypii | 700 | Aplicar KOHINOR 200 SC via “drench” (esguicho) logo após a emergência das plantas. Realizar no máximo 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura. |
Mosca- branca | Bemisia tabaci raça B | 350 – 500 | Aplicar KOHINOR 200 SC logo após o aparecimento da praga. Utilizar a dose maior em condições de alta infestação e favoráveis a praga. Realizar no máximo 05 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 07 dias. | |
Pulgão- verde | Myzus persicae | 250 | ||
Tripes | Thrips palmi | 350 | ||
PEPINO | Pulgão-das- inflorescênci as | Aphis gossypii | 700 | Aplicar KOHINOR 200 SC via “drench” (esguicho) logo após a emergência das plantas. Realizar no máximo 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura. |
Tripes | Thrips palmi | |||
PIMENTÃO | Pulgão- verde | Myzus persicae | 700 | Aplicar KOHINOR 200 SC via “drench” (esguicho) após o transplante. Realizar no máximo 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura. |
Mosca- branca | Bemisia tabaci raça B | 1000 | ||
POINSÉTIA | Mosca- branca | Bemisia tabaci raça B | 100 mL/100 L de água | Aplicar KOHINOR 200 SC logo após o aparecimento da praga. Fazer rotação com produtos que possuam mecanismo de ação diferentes. Realizar no máximo 03 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 03 a 07 dias. |
TOMATE | Mosca- branca | Bemisia tabaci raça B | 1000 | Aplicar KOHINOR 200 SC via “drench” (esguicho) após o transplante. Realizar no máximo 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura. |
Pulgão- verde | Myzus persicae | 350 | Aplicar KOHINOR 200 SC logo após o aparecimento da praga. Fazer rotação com produtos que possuam mecanismo de ação diferentes. Utilizar a dose maior em condições de alta infestação e favoráveis a praga. Realizar no máximo 05 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 04 dias. | |
Mosca- branca | Bemisia tabaci raça B | 350 – 500 | ||
Tripes | Thrips palmi | 250 – 350 | ||
Pulgão-das- solanáceas | Macrosiphum euphorbiae | 350 | ||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Syntermes molestus | Cupim, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Alface | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Algodão | Horcias nobilellus | Percevejo-rajado | Ver detalhes |
| Alho | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Batata | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Berinjela | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Citros | Diaphorina citri | Psilídeo | Ver detalhes |
| Couve | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-flor | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Crisântemo | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijão | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Fumo | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Gérbera | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Pepino | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Pimentão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Poinsétia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Repolho | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
A aplicação do inseticida KOHINOR 200 SC deve ser efetuada através de pulverização terrestre.
APLICAÇÃO FOLIAR:
Para as culturas de alface, algodão, alho, batata, berinjela, cebola, citros, crisântemo, feijão, gérbera, melão, poinsétia e tomate, KOHINOR 200 SC deve ser aplicado na parte aérea das plantas utilizando pulverizador costal manual, motorizado, atomizador, tratorizado ou autopropelido. Utilizar equipamentos com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico ou leque, que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem a ocorrência de deriva:
Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) VMD;
Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm²;
Volume de calda:
Algodão e feijão: 200 – 300 L/ha;
- Batata: 600 – 800 L/ha;
Alface: 500 L/ha para Myzus persicae e Frankliniella schultzei e 1000 L/ha para Thrips tabaci;
Berinjela, melão e tomate: 800 – 1000 L/ha;
- Citros: 1800 – 2000 L/ha;
Alho e cebola: 500 – 800 L/ha;
Crisântemo, gérberas e poinsétia: 1000 L/ha.
APLICAÇÃO VIA “DRENCH” (ESGUICHO):
Para as culturas de berinjela, couve, couve-flor, repolho, melancia, melão, pepino, pimentão e tomate, KOHINOR 200 SC deve ser aplicado na forma de jato dirigido planta a planta, utilizando-se 10 – 15 ml de calda por planta, de forma a atingir o caule e escorrer para o chão. Para a cultura do abacaxi são recomendados 30 – 50 mL de calda/planta. Para o tratamento de fumo em canteiro, a dose recomendada é diluída em 40 L de água e aplicada na forma de rega.
Colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de pulverização. Em seguida, adicionar KOHINOR 200 SC nas doses recomendadas, completando o tanque com água e mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida, mantendo o sistema de agitação do tanque em funcionamento durante a aplicação.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o processo de preparo da calda.
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como:
Temperatura ambiente até 30ºC;
Umidade relativa do ar no mínimo de 50%;
Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
Abacaxi................................................................. | 75 dias |
Alface, couve e melão.......................................... | 14 dias |
Algodão e alho..................................................... | 30 dias |
Batata, cebola, citros e feijão............................... | 21 dias |
Berinjela, pimentão e tomate................................ | 7 dias |
Couve-flor............................................................ | 82 dias |
Repolho................................................................ | 50 dias |
Melancia e pepino................................................ | 40 dias |
Crisântemo, gérberas, poinsétia e fumo............... | UNA* |
* UNA - uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Alvo Biológico | Dose p.c | Época, Número e Intervalo de Aplicação | Volume da Calda | |
Temperatura | |||||
Nome comum Nome científico | Acima de 25ºC | Abaixo de 25ºC | |||
Abacate | Cochonilha (Aspidiotus destructor) (Protopulvinaria longivalvata) | 0,9 L/100L de água | 1,4 a 1,8 L/100L de água | Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo. | 1200 a 1500 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea) |
Cochonilha-parda (Saisseti a hemisphaerica) | 1,8 L/100L de água | ||||
Banana | Mal de sigatoka (Mycosphaerella musicola) | 10 L/ha | Aplicar sempre que as condições climáticas se fizerem favoráveis ao desenvolvimento do fungo (estação quente e chuvosa). Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento da doença e repetir a cada 2 a 3 semanas, em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação. | 150 L/ha (Aplicação Tratorizada) 50 a 70 L/ha (Atomizador costal manual) 30 L/ha (aérea) | |
Cacau | Cochonilha-branca (Planococcus citri) | 0,9 L/100L de água | 1,4 a 1,8 L/100L de água | Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo. | 1200 a 1500 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea) |
Café | Cochonilha-verde (Coccus viridis) | 0,9 L/100L de água | 1,4 a 1,8 L/100L de água | Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo. | 1200 a 1500 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea) |
Cochonilha-parda (Saissetia coffeae) | |||||
Cochonilha-parda (Saissetia hemisphaerica) | 9 L/ha | 18 L/ha | |||
Citros | Cochonilha-pardinha (Salesnaspidus articulatus) | 1,0 L/100L de água | As aplicações devem ocorrer quando for detectado o aparecimento da praga, antes que atinja o nível de dano econômico. A pulverização pode ser feita em | 2000 a 4000 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha | |
Mosca-branca-dos-citros (Aleurothrixus floccosus) | 0,9 L/100L de água | 1,4 a 1,8 L/100L de | |||
Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | água | qualquer época do ano, de preferência nos horários menos quentes do dia e de preferência em dias nublados. Nos dias muito quentes recomenda-se a pulverização no período noturno. As aplicações devem ser realizadas com o intervalo de 25 dias sendo suficientes em período de infestação para o controle anual da praga. | (aérea) | ||
Cochonilha-cabeça-de- prego (Chrysomphalus dictyospermi) (Chrysomphalus fícus) | |||||
Cochonilha-verde (Coccus viridis) | |||||
Ácaro-das-gemas (Eriophyes sheldoni) | |||||
Pulgão-Branco (Icerya purchasi) | |||||
Cochonilha-escama- vírgula (Lepidosaphes beckii) | |||||
Cochonilha-escama- farinha (Pinnaspis aspidistrae) | |||||
Cochonilha-ortezia (Orthezia praelonga) | 1,0 L/100L de água | 1,5 L/100L de água | |||
Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | 0,9 L/100L de água | 1,4 L/100L de água | |||
Cochonilha-branca (Planococcus citri) | 0,9 L/100L de água | 1,8 L/100L de água | |||
Cochonilha-parda (Saissetia coffeae) | |||||
Figo | Cochonilha-do-figo (Asterolecanium pustulans) | 0,9 L/100L de água | 1,4 a 1,8 L/100L de água | Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo. | 1200 a 1500 L/ha (terrestre) |
Cochonilha-da-figueira (Morganella longispina) | |||||
Maçã | Pulgão-Ianígero (Eriosoma lanigerum) | 0,9 L/100L de água | 1,4 a 1,8 L/100L de água | Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo. | 1200 a 1500 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea) |
Cochonilha-amarela (Hemiberlesia Iataniae) | |||||
Ácaro-vermelho-europeu (Panonychus ulmi) | |||||
Cochonilha-escama- farinha (Pinnaspis aspidistrae) | |||||
Cochonilha-branca (Pseudaulacaspis pentagona) | |||||
Piolho-de-são-josé (Quadraspidiotus perniciosus) | |||||
Pera | Pulgão-Ianígero (Eriosoma lanigerum) | 0,9 L/100L de água | 1,4 a 1,8 L/100L de água | Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da | 1200 a 1500 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea) |
Cochonilha-amarela (Hemiberlesia lataniae) | |||||
Ácaro-vermelho-europeu (Panonychus ulmi) |
Cochonilha-escama- farinha (Pinnaspis aspidistrae) | praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo. | ||||
Cochonilha-branca (Pseudaulacaspis pentagona) | |||||
Piolho-de-são-josé (Quadraspidiotus perniciosus) | |||||
Pêssego | Pulgão-Ianígero (Eriosoma lanigerum) | 0,9 L/100L de água | 1,4 a 1,8 L/100L de água | Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo. | 1200 a 1500 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea) |
Cochonilha-amarela (Hemiberlesia Iataniae) | |||||
Ácaro-vermelho-europeu (Panonychus ulmi) | |||||
Cochonilha-escama- farinha (Pinnaspis aspidistrae) | |||||
Cochonilha-branca (Pseudaulacaspis pentagona) | |||||
Piolho-de-são-josé (Quadraspidiotus perniciosus) | |||||
Rosa | Cochonilha-cabeça-de- prego (Chrysomphalus fícus) | 0,9 L/100L de água | 1,4 a 1,8 L/100L de água | Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo. | 1200 a 1500 L/ha (terrestre) |
Pulgão-branco (Icerya purchasi) | |||||
Cochonilha-de-placa (Orthezia insignis) | |||||
Cochonilha-parda (Saissetia coffeae) | |||||
Seringueira | Cochonilhas (Aspidiotus destructor) | 0,9 L/100L de água | 1,4 a 1,8 L/100L de água | Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo. | 1200 a 1500 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea) |
Soja | Mosca-Branca (Bemisia tabaci) | 3,0 a 4,0 L/ha | Aplicar quando for detectado o aparecimento das primeiras ninfas de Mosca-branca, antes que se caracterize dano econômico. Realizar, no máximo, 3 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de aplicação: Intervalos de 10 dias. | 200 L/ha (terrestre) 20 a 30 L/ha (aérea) | |
Uva | Pulgão-Ianígero (Eriosoma lanigerum) | 0,9 L/100L de água | 1,4 a 1,8 L/100L de água | Aplicar quando a população dos insetos e ácaros atingir o nível de dano econômico. Inspecionar o pomar a cada 7 dias em período de maior incidência da praga. Inspecionar o pomar quinzenalmente. | 1200 a 1500 L/ha (terrestre) |
Cochonilha-amarela (Hemiberlesia Iataniae) | |||||
Ácaro-vermelho-europeu (Panonychus ulmi) | |||||
Cochonilha-escama- farinha | |||||
(Pinnaspis aspidistrae) | Em temperaturas baixas, havendo necessidade de uma dose maior de óleo. | ||||
Cochonilha-branca (Pseudaulacaspis pentagona) | |||||
Piolho-de-são-josé (Quadraspidiotus perniciosus) |
*dose do produto comercial
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Aspidiotus destructor | Cochonilha, Cochonilha-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Banana | Mycosphaerella musicola | Mal-de-Sigatoka, Sigatoka-amarela | Ver detalhes |
| Cacau | Planococcus citri | Cochonilha-branca, Cochonilha-da-raiz | Ver detalhes |
| Café | Saissetia hemisphaerica | Cochonilha-parda | Ver detalhes |
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
| Figo | Asterolecanium pustulans | Cochonilha, Cochonilha-do-figo | Ver detalhes |
| Maçã | Pseudaulacaspis pentagona | Cochonilha-branca, Cochonilha-do-lenho | Ver detalhes |
| Pera | Eriosoma lanigerum | Pulgão-lanígero, Pulgão-lanígero-da-macieira | Ver detalhes |
| Pessego | Quadraspidiotus perniciosus | Cochonilha, Piolho-de-são-josé | Ver detalhes |
| Rosa | Chrysomphalus ficus | Cochonilha-cabeça-de-prego, Cochonilha-com-carapaça | Ver detalhes |
| Seringueira | Aspidiotus destructor | Cochonilha, Cochonilha-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Uva | Eriosoma lanigerum | Pulgão-lanígero, Pulgão-lanígero-da-macieira | Ver detalhes |
O volume de calda por planta ou por hectare varia conforme o porte e número de plantas por área. Recomenda - se tratamento com alto-volume, para dar boa cobertura às plantas:
O produto pode ser aplicado por pulverizadores manuais ou por atomizadores ou pulverizadores tracionados utilizando-se bicos do tipo cone, com pressão de trabalho de aproximadamente 350lb/pol² e velocidade de rotação das pás de 150 r.p.m. Seguir sempre as recomendações do fabricante.
Pulverizar uniformemente as plantas, procurando atingir todo o vegetal.
Para as culturas: ABACATE, BANANA, CACAU, CAFÉ, CITROS, MAÇÃ, PERA, PÊSSEGO, SERINGUEIRA E SOJA:
Uso de barra ou atomizador rotativo Micronair AU 3.000/5.000.
Volume de aplicação: Com barra: 20-30 L/há de calda. Com Micronair: máximo 18 L/Micronair/minuto. Altura do voo: com barra ou Micronair: 4-5 m em relação ao topo das plantas.
Largura da faixa de deposição efetiva: 20 m, para aviões do tipo IPANEMA e aviões de maior porte, consultar técnico devidamente habilitado da região.
O tamanho e densidade de gotas devem variar de 110-140 micrômetros com mínimo de 40 gotas/cm2.
Para o caso de barra, usar bicos cônicos da série D com disco (core) 45º. Manter a angulação das barras entre 90º (para a umidade do ar acima de 80%) e devem ser ajustadas durante a aplicação de acordo com a variação da umidade relativa do ar, até a angulação máxima de 180º em relação à direção do voo do avião.
Sem restrições.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período. Utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas | Pragas Controladas | Dose Produto Comercial | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Equipamento de aplicação | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||||
Alface | Tripes | Thrips tabaci | 70 ml/100 L água | 3 | 500 | Barra Costal | 14 |
Frankliniella schultzei | |||||||
Pulgão-verde | Myzus persicae | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação após o transplante, antes do período de inflorescência e florescimento, logo no início do aparecimento dos primeiros sinais das pragas e repetí-las, caso seja necessário, com intervalo de 7 dias. Se forem necessárias mais de três aplicações, utilizar inseticidas de mecanismo de ação diferente do PROVADO® 200 SC. Assegurar que a calda de pulverização penetre no interior das plantas e promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. Respeitar a distância de 1 metro entre a área em tratamento e áreas adjacentes. | |||||||
Algodão | Pulgão-do- algodoeiro | Aphis gossypii | 250 - 350 ml/ha | 4 | 100 – 300 | Barra | 30 |
Tripes | Frankliniella schultzei | ||||||
Percevejo-rajado | Horcias nobilellus | ||||||
Mosca-branca | Bemisia tabaci raça B | 800 ml/ha | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Pulgão: realizar o monitoramento e iniciar as aplicações quando 70% das plantas tolerantes ou 10% das plantas suscetíveis à viroses estiverem com presença de pulgões ou fumagina. Tripes: realizar o monitoramento e iniciar as aplicações quando forem encontrados 6 insetos/plantas e antes do engruvinhamento das folhas. Percevejo-rajado: realizar o monitoramento e iniciar as aplicações quando forem detectados 20% de botões infestados, considerando a presença de ninfas e adultos. Mosca-branca: as aplicações devem ser iniciadas no início da infestação, quando for constatada a presença de adultos, ovos e/ou primeiras “ninfas” por meio do monitoramento da face inferior das folhas dos ponteiros das plantas realizado nas primeiras horas do dia. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar a partir de 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. As aplicações devem ser realizadas com intervalo de 5 a 7 dias durante o período vegetativo no máximo antes da emissão dos primeiros botões florais e folhas correspondentes fechadas. Não ultrapassar dose máxima de 640 g de i.a./ha/ano, incluindo o tratamento de sementes com qualquer outro produto a base de imidacloprido na área. Distâncias de Segurança: Para as doses de 250 a 350 ml p.c./ha, respeitar a distância de 1 metro entre a área em tratamento e áreas adjacentes; Para a dose de 800 ml p.c./ha, respeitar a distância de 2 metros entre a área em tratamento e áreas adjacentes. | |||||||
Alho | Tripes | Thrips tabaci | 350 ml/ha | 5 | 300 – 800 | Barra Costal | 30 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações, a partir do início do desenvolvimento foliar da cultura antes do período de inflorescência e florescimento, logo no início do aparecimento das primeiras ninfas nas bainhas das folhas e repetir com intervalo de 10 dias no caso de ocorrência de novos ataques. Direcionar a aplicação para a inserção das folhas (bainha), local onde se encontra a praga abrigada. Se forem necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas com mecanismo de ação diferente do PROVADO® 200 SC. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas e penetre nas bainhas das folhas. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. Respeitar a distância de 1 metro entre a área em tratamento e áreas adjacentes. | |||||||
Culturas | Pragas Controladas | Dose Produto Comercial | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Equipamento de aplicação | Intervalo de segurança (dias) | ||
Nome Comum | Nome Científico | |||||||
Banana | Tripes-da-ferrugem- das-frutas | Caliothrips bicinctus | 400 ml/ha | 2 | Terrestre: 300 – 500 | Costal Estacionário Turbo | 7 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação logo após o aparecimento da praga e repetir a aplicação a cada 7 a 10 dias quando houver reinfestação da praga. Se forem necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas com mecanismo de ação diferente do PROVADO® 200 SC. Permitida aplicação somente após a floração. Respeitar a distância de 2 metros entre a área em tratamento e áreas adjacentes. | ||||||||
Berinjela | Mosca-branca | Bemisia tabaci raça B | 35 - 50 ml/100 L água | 4 | 800 – 1000 | Barra Costal Estacionário | 7 | |
Pulgão-verde | Myzus persicae | |||||||
Tripes | Thrips palmi | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para mosca-branca, pulgão-verde e tripes, recomenda-se iniciar as aplicações logo no início do aparecimento dos primeiros sinais das pragas. Realizar as aplicações com intervalo de 5 dias. Utilizar a dose maior quando constatada condições ideais para desenvolvimento e elevada pressão da praga. Se forem necessárias mais de quatro aplicações, utilizar inseticidas com mecanismo de ação diferente do PROVADO® 200 SC. Permitida aplicação somente após a floração. Respeitar a distância de 1 metro entre a área em tratamento e áreas adjacentes. | ||||||||
Cebola | Tripes | Thrips tabaci | 350 ml/ha | 1 | 300 – 800 | Barra Costal | 21 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações, a partir do início do desenvolvimento foliar da cultura antes do período de inflorescência e florescimento logo no início do aparecimento das primeiras ninfas nas bainhas das folhas. Direcionar a aplicação para a inserção das folhas (bainha), local onde se encontra a praga abrigada. Se forem necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas com mecanismo de ação diferente do PROVADO® 200 SC. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas e penetre nas bainhas das folhas. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. Respeitar a distância de 1 metro entre a área em tratamento e áreas adjacentes. | ||||||||
Citros | Minadora-das- folhas | Phyllocnistis citrella | 15 - 20 ml/100 L água | 4 | Terrestre: 500 – 2000 L/ha | Costal Turbo | 21 | |
Cigarrinha-da-cvc | Oncometopia facialis | |||||||
Psilídio | Diaphorina citri | |||||||
Cochonilha- Orthezia | Orthezia praelonga | 35 - 50 ml/100 L água | ||||||
Mosca-negra-dos- citros | Aleurocanthus woglumi | 20 ml/100 L água | ||||||
Pulgão-preto-dos- citros | Toxoptera citricida | 15 ml/100 L água | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Minador: realizar monitoramento e realizar as aplicações quando 50% das plantas estiverem em brotação, dirigido às lagartas em fase inicial de desenvolvimento (1° e 2° instar). Cigarrinha-da-cvc: realizar monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, quando em árvores adultas (acima 3 anos) deve-se aplicar quando houver presença do inseto em 10% das árvores vistoriadas. Em plantas jovens aplicar preventivamente aos primeiros sintomas ou presença da praga. Psilídeo: realizar monitoramento e iniciar as aplicações, quando houver entre 5 a 10% de ramos com presença de adultos ou ninfas, ou 10% de plantas com adultos do Psilídeo, ou em áreas com histórico recente de plantas contaminadas ou de pomares vizinhos com a presença de greening. Orthezia: realizar monitoramento e realizar as aplicações no início da infestação, quando identificadas as reboleiras com a presença de adultos e ninfas eclodidas do ovissaco, procurando atingir toda a copa, caule e pernadas, a fim de atingir a praga no interior da planta em aplicação dirigida. Mosca-negra: realizar monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, a partir da presença de ninfas e adultos em folhas, ramos e caule. Pulgão-preto-dos-citros: realizar o monitoramento e iniciar as aplicações quando as plantas apresentarem sintomas de ataque e presença de ninfas e adultos e presença de fumagina. Assegurar que o produto tenha boa cobertura e penetração em todas as partes da planta. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 14 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. Recomenda-se adicionar 0,5% v/v de óleo mineral ou vegetal. Utilizar somente em plantas ACIMA de 3 anos de desenvolvimento. Não aplicar em plantas com formação de botões florais e em florescimento. Distâncias de Segurança: Para a dose de 0,06 Kg i.a./ha, respeitar a distância de 1 metro entre a área em tratamento e áreas adjacentes; Para a dose de 0,08 Kg i.a./ha, respeitar a distância de 2 metros entre a área em tratamento e áreas adjacentes. Para as doses de 0,2 Kg i.a./ha, respeitar a distância de 7 metros entre a área em tratamento e áreas adjacentes. | ||||||||
Culturas | Pragas Controladas | Dose Produto Comercial | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Equipamento de aplicação | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||||
Crisântemo, Gérbera e Poinsetia | Mosca-branca | Bemisia tabaci raça B | 100 ml/100 L água | 3 | 1000 | Barra Costal | U.N.A. |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação logo após o aparecimento dos primeiros sinais da praga e reaplicar no caso de novas infestações com intervalo entre 3 a 7 dias. Se forem necessárias mais de três aplicações, utilizar inseticidas com mecanismo de ação diferente do PROVADO® 200 SC. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas. U.N.A: Uso não alimentar. Uso permitido somente em cultivos protegidos (estufas) e revestidos com tela anti-afídeos. | |||||||
Couve | Pulgão-da-couve | Brevicoryne brassicae | 350 - 700 ml/ha | 3 | 300 – 800 | Barra Costal | 7 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações a partir do início do desenvolvimento foliar da cultura, antes do período de inflorescência e florescimento, quando no monitoramento identificar o aparecimento dos primeiros sinais da praga e reaplicar no caso de novas infestações com intervalo entre 7 a 10 dias. Utilizar a dose maior quando constatada condições ideais para desenvolvimento e elevada pressão da praga. Se forem necessárias mais de três aplicações, utilizar inseticidas com mecanismo de ação diferente do PROVADO® 200 SC. Vedado o uso em cultivo destinado à produção de sementes. Respeitar a distância de 1 metro entre a área em tratamento e áreas adjacentes. | |||||||
Goiaba | Psilídio | Triozoida limbata | 25 ml/100 L água | 4 | 2000L L/ha | Costal Turbo | 7 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações quando no monitoramento de folhas e ramos novos identificar o aparecimento dos primeiros sinais da praga (ninfas vivas e brotos atacados) e reaplicar no caso de novas infestações com intervalo entre 7 a 10 dias. Se forem necessárias mais de quatro aplicações, utilizar inseticidas com mecanismo de ação diferente do PROVADO® 200 SC. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas e principalmente as novas brotações. Permitida aplicação somente após a floração. Respeitar a distância de 6 metros entre a área em tratamento e áreas adjacentes. | |||||||
Mamão | Cigarrinha | Empoasca spp | 200 - 500 ml/ha | 4 | 300 – 1000 L/ha | Costal Turbo | 7 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação quando no monitoramento identificar o aparecimento dos primeiros sinais da praga e reaplicar no caso de novas infestações com intervalo entre 7 a 10 dias. Utilizar a dose maior quando constatada condições ideais para desenvolvimento e elevada pressão da praga. Se forem necessárias mais de quatro aplicações, utilizar inseticidas com mecanismo de ação diferente do PROVADO® 200 SC. Permitida aplicação somente após a floração. Respeitar a distância de 3 metros entre a área em tratamento e áreas adjacentes. | |||||||
Manga | Tripes-da-cinta- vermelha | Selenothrips rubrocinctus | 500 ml/ha | 2 | 300 – 1000 L/ha | Costal Turbo | 7 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações quando no monitoramento identificar o aparecimento dos primeiros sinais da praga e reaplicar no caso de novas infestações com intervalo de 14 dias. Se forem necessárias mais de duas aplicações, utilizar inseticidas com mecanismo de ação diferente do PROVADO® 200 SC. Permitida aplicação somente após a floração. Respeitar a distância de 3 metros entre a área em tratamento e áreas adjacentes. | |||||||
Maracujá | Percevejo-escuro | Leptoglossus gonagra | 30 - 50 ml/100 L água | 4 | 1000 | Costal Estacionário Turbo | 7 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação quando no monitoramento identificar o aparecimento dos primeiros sinais da praga e reaplicar no caso de novas infestações com intervalo entre 7 a 12 dias. Utilizar a dose maior quando constatada condições ideais para desenvolvimento e elevada pressão da praga. Se forem necessárias mais de quatro aplicações, utilizar inseticidas com mecanismo de ação diferente do PROVADO® 200 SC. Permitida aplicação somente após a floração. Respeitar a distância de 3 metros entre a área em tratamento e áreas adjacentes. | |||||||
Culturas | Pragas Controladas | Dose Produto Comercial | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Equipamento de aplicação | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||||
Melancia | Mosca-branca | Bemisia tabaci | 350 - 700 ml/ha | 3 | 200 – 1000 | Barra Costal | 7 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação quando no monitoramento identificar o aparecimento dos primeiros sinais da praga e reaplicar no caso de novas infestações com intervalo entre 3 a 7 dias. Utilizar a dose maior quando constatada condições ideais para desenvolvimento e elevada pressão da praga. Se forem necessárias mais de três aplicações, utilizar inseticidas com mecanismo de ação diferente do PROVADO® 200 SC. Quando realizar aplicações de imidacloprido via pulverização foliar, não deverá ser feito reaplicação por esguicho ou gotejamento com produto a base de imidacloprido na área. Respeitar a distância de 1 metro entre a área em tratamento e áreas adjacentes. | |||||||
Melão | Mosca-branca | Bemisia tabaci raça B | 350 ml/ha | 3 | 200 – 1000 | Barra Costal | 14 |
500 ml/ha | 2 | ||||||
Pulgão-verde | Myzus persicae | 250 ml/ha | 3 | ||||
Tripes | Thrips palmi | 350 ml/ha | 3 | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação quando no monitoramento identificar o aparecimento dos primeiros sinais da praga e reaplicar no caso de novas infestações com intervalo de 5 a 7 dias. Realizar as aplicações até o estádio máximo de 3° folha verdadeira no ramo principal. Utilizar a dose maior quando constatada condições ideais para desenvolvimento e elevada pressão das pragas. Se forem necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas com mecanismo de ação diferente do PROVADO® 200 SC. Quando realizar aplicações de imidacloprido via pulverização foliar, não deverá ser feito reaplicação por esguicho ou gotejamento com produto a base de imidacloprido na área. Respeitar a distância de 1 metro entre a área em tratamento e áreas adjacentes. | |||||||
Pepino | Pulgão-verde | Myzus persicae | 350 - 700 ml/ha | 3 | 200 - 1000 | Barra Costal | 7 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação quando no monitoramento identificar o aparecimento dos primeiros sinais da praga e reaplicar no caso de novas infestações com intervalo entre 3 a 7 dias. Utilizar a dose maior quando constatada condições ideais para desenvolvimento e elevada pressão da praga. Se forem necessárias mais de três aplicações, utilizar inseticidas com mecanismo de ação diferente do PROVADO® 200 SC. Permitida aplicação somente após a floração. Respeitar a distância de 1 metro entre a área em tratamento e áreas adjacentes. | |||||||
Pimentão | Tripes | Thrips palmi | 350 - 700 ml/ha | 3 | 200 -1000 | Barra Costal Estacionário | 7 |
Mosca-branca | Bemisia tabaci | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação quando no monitoramento identificar o aparecimento dos primeiros sinais da praga e reaplicar no caso de novas infestações com intervalo entre 3 a 7 dias. Utilizar a dose maior quando constatada condições ideais para desenvolvimento e elevada pressão da praga. Se forem necessárias mais de três aplicações, utilizar inseticidas com mecanismo de ação diferente do PROVADO® 200 SC. Permitida aplicação somente após a floração. Respeitar a distância de 1 metro entre a área em tratamento e áreas adjacentes. | |||||||
Tomate | Pulgão-verde | Myzus persicae | 350 ml/ha | 5 | 300 – 1000 | Barra Costal Estacionário | 7 |
Pulgão-das- solanáceas | Macrosiphum euphorbiae | ||||||
Mosca-branca | Bemisia tabaci raça B | 350 - 500 ml/ha | |||||
Tripes | Thrips palmi | 250 - 350 ml/ha | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação quando no monitoramento identificar o aparecimento dos primeiros sinais da praga e reaplicar no caso de novas infestações com intervalo de 7 dias. Utilizar a dose maior quando constatada condições ideais para desenvolvimento e elevada pressão das pragas. Se forem necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas com mecanismo de ação diferente do PROVADO® 200 SC. Permitida aplicação somente após a floração. Respeitar a distância de 1 metro entre a área em tratamento e áreas adjacentes. | |||||||
Uva | Tripes | Selenothrips rubrocinctus | 400 - 500 ml/ha | 3 | 1000 - 2000 | Costal Turbo | 7 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação quando no monitoramento identificar o aparecimento dos primeiros sinais da praga e reaplicar no caso de novas infestações com intervalo entre 7 a 10 dias. Utilizar a dose maior quando constatada condições ideais para desenvolvimento e elevada pressão da praga. Se forem necessárias mais de três aplicações, utilizar inseticidas com mecanismo de ação diferente do PROVADO® 200 SC. Permitida aplicação somente após a floração. Respeitar a distância de 3 metros entre a área em tratamento e áreas adjacentes. | |||||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Alho | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Banana | Caliothrips bicinctus | Ferrugem-dos-frutos, Tripes-da-ferrugem-das-frutas | Ver detalhes |
| Batata | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Berinjela | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Citros | Phyllocnistis citrella | Larva-minadora-das-folhas, Minadora-das-folhas | Ver detalhes |
| Couve | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Crisântemo | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijão | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Gérbera | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Goiaba | Trizoida sp. | Psilídio | Ver detalhes |
| Mamão | Empoasca spp. | Cigarrinha | Ver detalhes |
| Manga | Selenothrips rubrocinctus | Tripes-do-cacaueiro | Ver detalhes |
| Maracujá | Leptoglossus gonagra | Percevejo-escuro | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Pepino | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Pimentão | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Poinsétia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tomate | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Uva | Selenothrips rubrocinctus | Tripes, Tripes-do-cacaueiro | Ver detalhes |
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de instruções de uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura.
Utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica. Calibrar o equipamento para que a cada acionamento do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante de modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a pistola, evitando a concentração de calda em um único ponto, gerando assim, escorrimento e desperdício da calda.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. Empregar volume de calda que permita uma boa cobertura do alvo.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de instruções de uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. Empregar volume de calda que permita uma boa cobertura do alvo.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de instruções de uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura.
Utilizar pulverizador tratorizado montado, semimontado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio com espaçamento entre pontas determinado pelo fabricante. As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo
com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com perfil de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Respeitar as condições meteorológicas adequadas a boa aplicação. Evite situações com médias de temperatura superior a 30°C, de umidade relativa inferior a 55% e de velocidade média do vento acima de 10 km/h. Nunca aplique quando o vento estiver com velocidade inferior a 3 km/h (condições para a ocorrência de de inversão térmica ou correntes convectivas).
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade média do vento |
Inferior a 30°C | Superior a 55% | Entre 3 e 10 km/h |
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível (média a grossa), buscando-se aliar segurança da aplicação e eficácia do tratamento.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use, preferencialmente, a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva como as pontas com indução de ar por exemplo.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A aplicação deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
A aplicação deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites frias com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo.
No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica
a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Utilize técnicas de redução de deriva.
Consulte um engenheiro agrônomo. O mesmo poderá alterar as condições da aplicação, visando aumentar a segurança, sem comprometer sua eficácia.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA
CULTURAS | Pragas | Doses Kg p.c.ha-1 (g i.a.ha-1) | Volume de calda (L.ha-1) |
Nome comum (Nome cientifico) | |||
Algodão | Pulgão, Pulgão-das-inflorescências (Aphis gossypii) | 0,75 – 1,0 (562,5 – 750) | 300 - 400 |
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 0,5 – 0,75 (375 – 562,5) | ||
Tripes (Frankliniella schultzei) | |||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virscens) | 1,0 – 1,5 (750 – 1.125) | ||
Tripes-do-prateamento, Tripes-do-amendoim (Caliothrips brasiliensis) | 0,4 – 0,5 (300 – 375) | ||
Curuquerê (Alabama argillacea) | |||
Helicoverpa, (Helicoverpa armigera) | 0,8 – 1,2 (600 – 900) | 300 | |
Época, número e Intervalo de aplicação Época: O tratamento deve ser iniciado quando as pragas alcançarem nível de controle e repetir, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação. Número: No máximo 02 aplicações por ciclo da cultura. Adotar a menor dose para níveis de infestação de pragas mais baixos e a maior dose para níveis de infestação mais altos. Intervalo de aplicação: Reaplicar, se necessário, respeitando o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. | |||
p.c: produto comercial i.a: ingrediente ativo
CULTURAS | Pragas | Doses Kg p.c.ha-1 (g i.a.ha-1) | Volume de calda (L.ha-1) |
Nome comum (Nome cientifico) | |||
Tripes-do-prateamento, | |||
Tripes-do-amendoim | |||
Amendoim | (Caliothrips brasiliensis) | 0,4 – 0,5 (300 – 375) | 300 - 400 |
Tripes-do-bronzeamento (Enneothrips flavens) | |||
Cigarrinha | |||
(Empoasca spp.) | |||
Lagarta-do-pescoço-vermelho | 0,5 – 1,0 | ||
(Stegasta bosquella) | (375 – 750) | ||
Época, número e Intervalo de aplicação Época: O tratamento deve ser iniciado quando as pragas alcançarem nível de controle. Número: Apenas 01 aplicação por ciclo da cultura. Adotar a menor dose para níveis de infestação de pragas mais baixos e a maior dose para níveis de infestação mais altos. Intervalo de aplicação: Não se aplica. | |||
p.c: produto comercial i.a: ingrediente ativo
CULTURAS | Pragas | Doses Kg p.c.ha-1 (g i.a.ha-1) | Volume de calda (L.ha-1) |
Nome comum (Nome cientifico) | |||
Batata | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro (Myzus persicae) | 0,4 – 0,6 (300 – 450) | 400 - 600 |
Pulgão-das-solanáceas, Pulgão-verde-escuro (Macrosiphum euphorbiae) | |||
Cigarrinha-verde, Cigarrinha (Empoasca kraemeri) | |||
Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | 0,75 – 1,5 (562,5 – 1.125) | 750 - 1500 | |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||
Época, número e Intervalo de aplicação Época: O tratamento deve ser iniciado quando as pragas alcançarem nível de controle e repetir, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação. Número: No máximo 03 aplicações por ciclo da cultura. Adotar a menor dose para níveis de infestação de pragas mais baixos e a maior dose para níveis de infestação mais altos. Intervalo de aplicação: Reaplicar, se necessário, respeitando o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. | |||
p.c: produto comercial i.a: ingrediente ativo
CULTURAS | Pragas | Doses Kg p.c.ha-1 (g i.a.ha-1) | Volume de calda (L.ha-1) |
Nome comum (Nome cientifico) | |||
Citros | Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulatus) | 1,0 – 1,5 (750 – 1.125) | 2000 |
Cochonilha-raiz, Cochonilha-parlatoria (Parlatoria pergandii) | |||
Cochonilha-de-placa, Cochonilha-orthezia (Orthezia praelonga) | |||
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | |||
Época, número e Intervalo de aplicação Época: O tratamento deve ser iniciado quando as pragas alcançarem nível de controle e repetir, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação. Número: No máximo 02 aplicações por ciclo da cultura. Adotar a menor dose para níveis de infestação de pragas mais baixos e a maior dose para níveis de infestação mais altos. Intervalo de aplicação: Reaplicar, se necessário, respeitando o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. | |||
p.c: produto comercial i.a: ingrediente ativo
CULTURAS | Pragas | Doses Kg p.c.ha-1 (g i.a.ha-1) | Volume de calda (L.ha-1) |
Nome comum (Nome cientifico) | |||
Feijão | Lagarta-enroladeira-das-folhas, Lagarta-do-feijão (Hedylepta indicata) | 0,5 – 1,0 (375 – 750) | 300 - 400 |
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) |
Tripes-do-prateamento, Tripes-do-amendoim (Caliothrips brasiliensis) | 1,0 (750) | ||
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 0,2 – 0,5 (150 – 375) | ||
Cigarrinha-verde, Cigarrinha (Empoasca kraemeri) | |||
Época, número e Intervalo de aplicação Época: O tratamento deve ser iniciado quando as pragas alcançarem nível de controle. Número: Apenas 01 aplicação por ciclo da cultura. Adotar a menor dose para níveis de infestação de pragas mais baixos e a maior dose para níveis de infestação mais altos. Intervalo de aplicação: Não se aplica. | |||
p.c: produto comercial i.a: ingrediente ativo
CULTURAS | Pragas | Doses Kg p.c.ha-1 (g i.a.ha-1) | Volume de calda (L.ha-1) |
Nome comum (Nome cientifico) | |||
Melão | Pulgão, Pulgão-das-inflorescências (Aphis gossypii) | 0,25 (187,5) | 400 |
Época, número e Intervalo de aplicação Época: O tratamento deve ser iniciado quando as pragas alcançarem nível de controle e repetir, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação. Número: No máximo 03 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de aplicação: Reaplicar, se necessário, respeitando o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. | |||
p.c: produto comercial i.a: ingrediente ativo
CULTURAS | Pragas | Doses Kg p.c.ha-1 (g i.a.ha-1) | Volume de calda (L.ha-1) |
Nome comum (Nome cientifico) | |||
Milho | Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | 0,8 – 1,0 (600 – 750) | 150 - 200 |
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus) | |||
Cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) | 1,0 (750) | ||
Época, número e Intervalo de aplicação Pulgão-do-milho Época: O tratamento deve ser iniciado quando for observada a presença da praga (colônias) nos cartuchos das plantas jovens, no pendão e na bainha das folhas superiores e repetir, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação. Número: No máximo 02 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de aplicação: Reaplicar, se necessário, respeitando o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Percevejo-barriga-verde Época: O tratamento deve ser iniciado quando for encontrado 1 percevejo em 10 plantas consecutivas, amostradas na linha da cultura. Intensificar o monitoramento da praga nos primeiros dias após a emergência das plantas, principalmente, em áreas adjacentes e lavouras de soja próximo ao período de colheita pois pode ocorrer migração dos percevejos provenientes dessas áreas. Número: No máximo 02 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de aplicação: Reaplicar, se necessário, respeitando o intervalo mínimo de 07 dias entre as aplicações. | |||
Cigarrinha-do-milho
Época: Aplicar no início do desenvolvimento da cultura, quando for constatada a presença de cigarrinha – do-milho. Nas áreas onde existe o cultivo de milho nas adjacências, em estagios de desenvolvimento mais avançados, intensificar o monitoramento da praga, pois poderá ocorrer migração de cigarrinhas provenientes dessas áreas.
Número: No máximo 02 aplicações por ciclo da cultura.
Intervalo de aplicação: Reaplicar, se necessário, respeitando o intervalo mínimo de 07 dias entre cada aplicação.
p.c: produto comercial i.a: ingrediente ativo
CULTURAS | Pragas | Doses Kg p.c.ha-1 (g i.a.ha-1) | Volume de calda (L.ha-1) |
Nome comum (Nome cientifico) | |||
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,75 – 1 (562,5 – 750) | 200 - 300 |
Percevejo-da-soja (Nezara viridula) | |||
Lagarta-mede-palmo, Falsa-medideira-da-couve (Trichoplusia ni) | 0,2 – 0,5 (150 – 375) | 300 - 400 | |
Percevejo-verde-pequeno (Piezodorus guildinii) | 0,8 – 1,0 (600 – 750) | ||
Broca-das-axilas, Broca-das-vagens (Epinotia aporema) | |||
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 1 (750) | ||
Tripes, Tripes-do-feijoeiro (Caliothrips phaseoli) | 0,5 (375) | ||
Tripes (Frankliniella rodeos) | |||
Tripes (Frankliniella schultzei) | |||
Lagarta-do-feijão, Lagarta-enroladeira-das-folhas (Hedylepta indicata) | 0,6 – 1 (450 – 750) | ||
Época, número e Intervalo de aplicação Época: O tratamento deve ser iniciado quando as pragas alcançarem nível de controle e repetir, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação. Número: No máximo 02 aplicações por ciclo da cultura. Adotar a menor dose para níveis de infestação de pragas mais baixos e a maior dose para níveis de infestação mais altos. Intervalo de aplicação: Reaplicar, se necessário, respeitando o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. | |||
p.c: produto comercial i.a: ingrediente ativo
CULTURAS | Pragas | Doses Kg p.c.ha-1 (g i.a.ha-1) | Volume de calda (L.ha-1) |
Nome comum (Nome cientifico) | |||
Tomate Industrial | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro (Myzus persicae) | 1 (750) | 500 – 750 |
Pulgão-das-solanáceas, Pulgão-verde-escuro (Macrosiphum euphorbiae) | |||
Tripes (Thrips palmi) | 0,5 – 0,75 (375 – 562,5) |
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | |||
Larva-minadora, Mosca-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | |||
Broca-grande-do-fruto, Broca-grande-do-tomate (Helicoverpa zea) | 0,75 – 1 (562,5 – 750) | 750 - 1000 | |
Ácaro-vermelho (Tetranychus evansi) | |||
Época, número e Intervalo de aplicação Época: O tratamento deve ser iniciado quando as pragas alcançarem nível de controle e repetir, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação. Número: No máximo 03 aplicações por ciclo da cultura. Adotar a menor dose para níveis de infestação de pragas mais baixos e a maior dose para níveis de infestação mais altos. Intervalo de aplicação: Reaplicar, se necessário, respeitando o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. | |||
p.c: produto comercial i.a: ingrediente ativo
Para o uso de sacos hidrossolúveis:
Encher o tanque com água limpa com ¼ do volume de calda recomendado;
Iniciar agitação no tanque;
Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao colocá-lo na água ele se dissolverá rapidamente;
Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem recomendada;
Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A agitação contínua é necessária para a boa mistura.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Amendoim | Stegasta bosquella | Lagarta-do-pescoço-vermelho | Ver detalhes |
| Batata | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
| Feijão | Hedylepta indicata | Lagarta-do-feijão, Lagarta-enroladeira-das-folhas | Ver detalhes |
| Melão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Milho | Rhopalosiphum maidis | Pulgão-do-milho, Pulgão-dos-cereais | Ver detalhes |
| Soja | Nezara viridula | Fede-fede, Percevejo-verde | Ver detalhes |
| Tomate | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto;
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos a equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar
Volume: Use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando necessidades práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
Altura da barra: Para equipamento de solo, regule a altura da barra para a menor possível, de forma a obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição de gotas à evaporação e aos ventos. A barra deve permanecer nivelada com a cultura, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
Ventos: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e o tipo de equipamento, determinam, o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver vento forte, acima de 16 km/h, ou em condições de vento inferiores a 5 km/h.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Temperatura e umidade: Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento de aplicação para produzir gotas maiores a fim de reduzir o efeito da evaporação.
Temperatura ambiente: máxima de 30ºC. Umidade Relativa do ar: mínima de 50%. Velocidade do vento: 3 a 10 km/hora.
O Engenheiro Agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o número máximo de aplicações de o intervalo de segurança determinados nessa bula.
Algodão 21 dias Amendoim 14 dias
Batata 21 dias
Citros 28 dias
Feijão 14 dias
Melão 14 dias
Milho 35 dias
Soja 21 dias
Tomate 35 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas | Pragas | Doses | Volume de calda | Época de aplicação | Número máximo de Aplicações |
ALGODÃO | Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii) | 0,5 – 0,75 kg/ha | 300 L/ha | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. | 1 aplicação |
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 1,0 – 1,5 kg/ha | 300 L/ha | 3 aplicações, com intervalo de 15 dias | ||
Curuquerê (Alabama argillacea) | 0,4 – 0,5 kg/ha | 250 L/ha | 1 aplicação | ||
Tripes (Frankliniella schultzei) | 0,5 – 0,75 kg/ha | 300 – 400 L/ha | 2 aplicações | ||
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 0,5 – 0,75 Kg/ha | 300 – 400 L/ha | 2 aplicações | ||
Tripes-do-prateamento (Caliothrips brasiliensis) | 0,4 – 0,5 Kg/ha | 300 – 400 L/ha | 2 aplicações | ||
Lagarta-do-algodão (Helicoverpa armigera) | 0,8 – 1,2 kg/ha | 300 L/ha | 2 aplicações | ||
AMENDOIM | Tripes-do-prateamento (Caliothrips brasiliensis) | 0,4 – 0,5 Kg/ha | 300 – 400 L/ha | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de | 1 aplicação |
Cigarrinha (Empoasca spp.) | 0,4 – 0,5 Kg/ha | 1 aplicação | |||
Tripes-do-bronzeamento (Enneothrips flavens) | 0,4 – 0,5 Kg/ha | 1 aplicação |
Culturas | Pragas | Doses | Volume de calda | Época de aplicação | Número máximo de Aplicações |
Lagarta-do-pescoço- vermelho (Stegasta bosquella) | 0,5 – 1 Kg/ha | acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. | 1 aplicação | ||
BATATA | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 0,4; 0,5 e 0,6 kg/ha | 600 L/ha | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de | 3 aplicações, com intervalo de 10 dias |
Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | 0,75 – 1,5 kg/ha | 600 L/ha | 1 aplicação | ||
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | 0,4 – 0,6 kg/ha | 400 – 600 L/ha | 3 aplicações | ||
Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | 0,4 – 0,6 kg/ha | 400 – 600 L/ha | 3 aplicações | ||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 0,75 – 1,5 kg | 750 – 1500 L/ha | 3 aplicações |
Culturas | Pragas | Doses | Volume de calda | Época de aplicação | Número máximo de Aplicações |
infestações mais altos. | |||||
CITROS | Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 1,0 – 1,5 kg/ha | 2000 L/ha | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. | 2 aplicações |
Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) | 1,0 – 1,5 kg/ha | 2 aplicações | |||
Cochonilha-da-raiz (Parlatoria pergandii) | 1,0 – 1,5 kg/ha | 2 aplicações | |||
Cochonilha-pardinha (Selenaspidus articulatus) | 1,0 – 1,5 kg/ha | 2 aplicações | |||
FEIJÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 0,2 – 0,5 Kg/ha | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre | 1 aplicação | |
Lagarta-enroladeira-das- folhas (Hedylepta indicata) | 0,5 – 1 Kg/ha | 1 aplicação | |||
Tripes-do-prateamento (Caliothrips brasiliensis) | 1 kg/ha | 1 aplicação | |||
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 0,5 – 1 Kg/ha | 1 aplicação | |||
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | 0,2 – 0,5 Kg/ha | 1 aplicação |
Culturas | Pragas | Doses | Volume de calda | Época de aplicação | Número máximo de Aplicações |
300-400 L/ha | cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. | ||||
MELÃO | Pulgão (Aphis gossypii) | 0,25 kg/ha | 400 L/ha | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. | 3 aplicações |
MILHO | Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | 0,8 – 1,0 kg/ka | Observada a presença da praga (colônias) nos cartuchos das plantas jovens, no |
Culturas | Pragas | Doses | Volume de calda | Época de aplicação | Número máximo de Aplicações |
150 – 200 L/ha | pendão e na bainha das folhas superiores, realizar 02 aplicações com intervalos de 10 dias. | 2 aplicações | |||
Percevejo Barriga Verde (Dichelops melacanthus) | Efetuar no máximo 02 aplicações de Rapel, sendo a 1ª até o 5° dia após a emergência da cultura e a segunda sete dias após. | 2 aplicações | |||
SOJA | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,75 – 1 kg/ha | 300 – 400 L/ha | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. | 2 aplicações |
Tripes-do-feijoeiro (Caliothrips phaseoli) | 0,5 kg/ha | 2 aplicações | |||
Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | 0,8 – 1 Kg/ha | 2 aplicações | |||
Tripes (Frankliniella rodeos) | 0,5 kg/ha | 2 aplicações | |||
Tripes (Frankliniella schultzei) | 0,5 kg/ha | 2 aplicações | |||
Lagarta-enroladeira-das- folhas (Hedylepta indicata) | 0,6 – 1,0 Kg/ha | 2 aplicações | |||
Lagarta-mede-palmo (Trichoplusia ni) | 0,2 – 0,5 Kg/ha | 2 aplicações | |||
Percevejo-verde-pequeno (Piezodorus guildinii) | 0,8 – 1,0 kg/ha | 250 L/ha | 1 aplicação | ||
Percevejo-da-soja (Nezara viridula) | 0,8 – 1,0 kg/ha | 250 L/ha | 1 aplicação | ||
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 0,3; 0,35 e 0,4 kg/ha | 200 L/ha | 1 aplicação |
Culturas | Pragas | Doses | Volume de calda | Época de aplicação | Número máximo de Aplicações |
TOMATE (Industrial) | Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 0,5 – 0,75 kg/ha | 500 – 750 L/ha | Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetidos, se necessário, de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação. Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos. | 3 aplicações |
Broca-grande-do-fruto (Helicoverpa zea) | 0,75 – 1,0 kg/ha | 750 – 1000 L/ha | 3 aplicações | ||
Larva-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 0,5 – 0,75 kg/ha | 500 – 750 L/ha | 3 aplicações | ||
Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | 1 kg/ha | 500 – 750 L/ha | 3 aplicações | ||
Pulgão-verde (Myzus persicae) | 1 kg/ha | 500 – 750 L/ha | 3 aplicações | ||
Ácaro-vermelho (Tetranychus evansi) | 0,75 – 1,0 kg/ha | 750 – 1000 L/ha | 3 aplicações | ||
Tripes (Thrips palmi) | 0,5 – 0,75 kg/ha | 500 – 750 L/ha | 3 aplicações |
* Para os casos com indicação de mais de uma dose, adotar as menores para níveis de infestações das pragas mais baixos e as maiores para níveis de infestações mais altos, ou em regiões com histórico de ocorrência da praga ou condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento dela.
Os tratamentos devem ser iniciados quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico e repetir se necessário de acordo com o número máximo de aplicação para cada cultura, respeitando-se o intervalo mínimo de 10 dias entre cada aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Amendoim | Stegasta bosquella | Lagarta-do-pescoço-vermelho | Ver detalhes |
| Batata | Macrosiphum euphorbiae | Pulgão-das-solanáceas, Pulgão-verde-escuro | Ver detalhes |
| Citros | Selenaspidus articulatus | Cochonilha-pardinha | Ver detalhes |
| Feijão | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Melão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Milho | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Soja | Trichoplusia ni | Falsa-medideira-da-couve, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Tomate | Helicoverpa armigera | Lagarta-do-algodão | Ver detalhes |
Preparo da Calda:
Para o uso de sacos hidrossolúveis:
Encher o tanque com água limpa com ¼ do volume de calda recomendado;
Iniciar agitação no tanque;
Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao colocá-lo na água ele se dissolverá rapidamente;
Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem recomendada;
Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A agitação contínua é necessária para a boa mistura.
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxague completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. Enxague completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Temperatura ambiente: máxima de 30ºC. Umidade Relativa do ar: mínima de 55%. Velocidade do vento: 2 a 10 km/hora.
O Engenheiro agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinados na bula.
Cultura | Dias |
Algodão | 21 |
Algodão (semente) | - |
Amendoim | 14 |
Batata | 21 |
Cebola | 21 |
Cenoura | 35 |
Citros | 28 |
Feijão | 14 |
Melão | 14 |
Milho | 35 |
Soja | 21 |
Soja (semente) | - |
Tomate (Industrial) | 35 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Mahanarva fimbriolata | Cigarrinha-das-raízes, Cigarrinha-vermelha | Ver detalhes |
| Citros | Oncometopia facialis | Cigarrinha-da-cvc | Ver detalhes |
| Eucalipto | Syntermes molestus | Cupim, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Palma forrageira | Dactylopius opuntiae | Palma forregeira | Ver detalhes |
Culturas | Pragas Nome comum / científico | Dose de produto comercial | Volume de calda(1) | Época e Intervalo de Aplicação | No máximo de aplicação por ciclo da cultura |
ALGODÃO | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 550 - 600 mL/ha | 100 - 300L/ha (Terrestre) 10-40L/ha (Aérea) | Aplicar logo no início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. Para bicudo (Anthonomus grandis), reaplicar com intervalos máximos de 5 dias. | 4 |
Bicudo (Anthonomus grandis) | 500 mL/ha | ||||
Curuquerê (Alabama argilacea) | 300 mL/ha | ||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 500 - 600 mL/ha | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 500 – 1000 mL/ha | 100 - 300L/ha (Terrestre) | Aplicar logo após o início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação, fazendo rotação de grupos químicos no manejo para evitar a redução de suscetibilidade aos produtos disponíveis no mercado. Aplicar somente via terrestre (manual costal ou tratorizado) até o ponto de escorrimento e procurando atingir o máximo possível a face inferior das folhas. Usar volume de calda suficiente para aplicação uniforme, considerando o equipamento e a massa foliar. | ||
Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armígera) | 600 – 800 ml/ha | 100 - 300L/ha (Terrestre) 10-40L/ha (Aérea) | Aplicar quando a larva estiver no estádio máximo de até o 2o instar e reaplicar em intervalo máximo de 5 dias. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. | ||
BATATA | Larva-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 50 - 100 l/100L de água | 500L/ha (Terrestre) 10-40L/ha (Aérea) | Aplicar logo após o início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação, com intervalo máximo de 7 dias. | 5 |
CANA-DE- AÇÚCAR | Cupins (Heterotermes tenuis) (Proconitermes triacifer) | 1200 mL/ha | 90 - 120L/ha (Terrestre) | Aplicar no sulco de plantio. | 1 |
CITROS | Psilídeo (Diaphorina citri) | 20 mL/100L de água | 1800L/ha (Terrestre) 10-40L/ha (Aérea) | Aplicar logo após o início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme infestação com intervalo máximo de 7 dias . Aplicar, preferencialmente, com alto volume visando perfeita cobertura da parte interna e ponteiro das plantas. Utilizar pulverizador de pistola ou turboatomizador. Pulverizador com pistola: usar pressão de trabalho de 200 a 300lb/pol2 para plantas de até 6 metros de altura. Para alturas superiores, utilizar pressão superior e bicos com orifícios maiores. Pulverizador com turboatomizador: regular e distribuir as pontas de forma que o volume de calda obedeça a uma relação com a massa foliar da árvore. | 3 |
Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | 8 | ||||
Ácaro-pupúreo (Panonychus citri) | 20 mL/100L de água | ||||
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 7,5 mL/100L de água | ||||
Cochonilha-de-placa (Orthezia praelonga) | 20 mL/100L de água | ||||
CRISÂNTEMO | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 8,3 mL/100L de água | 6.000 L/ha (Terrestre) | Aplicar logo no início da infestação, com jatos dirigidos às folhas. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação, respeitando o manejo integrado de pragas. | -- |
Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 3,5 mL/100L de água | ||||
Pulgão (Aphis gossypii) | 2,6 mL/100L de água |
Culturas | Pragas Nome comum / científico | Dose de produto comercial | Volume de calda(1) | Época e Intervalo de Aplicação | No máximo de aplicação por ciclo da cultura |
FEIJÃO | Cigarrinha (Empoasca kraemeri) | 50 mL/ha | 100 – 200L/ha (Terrestre) 10-40L/ha (Aérea) | Aplicar logo no início da infestação, na forma de pulverização total. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. | 3 |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 500 mL/ha | 100 – 200L/ha (Terrestre) | Aplicar logo após o início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação, em intervalos máximos de 3 dias, fazendo rotação de grupos químicos no manejo para evitar a redução de suscetibilidade aos produtos disponíveis no mercado. Aplicar somente via terrestre (manual costal ou tratorizado) até o ponto de escorrimento e procurando atingir o máximo possível a face inferior das folhas. Usar volume de calda suficiente para aplicação uniforme, considerando o equipamento e a massa foliar. | ||
Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armígera) | 350 – 500mL/ha | 100 – 200L/ha (Terrestre) 10-40L/ha (Aérea) | Aplicar quando a larva estiver no estádio máximo de até o 2o instar e reaplicar em intervalo máximo de 5 dias. Realizar no máximo 2 aplicações para esta praga. | ||
FUMO | Broca-do-fumo (Faustinus cubae) | 50 – 100mL/ha | 200 - 300 L/ha (Terrestre) | Aplicar logo no início da infestação na forma de pulverização total. | 1 |
Lagarta-rosca (Agrotis ípsilon) | 50mL/ha | ||||
Pulga-do-fumo (Epitrix fasciata) | 25mL/ha | ||||
MAMÃO | Cigarrinha (Empoasca kraemeri) | 40 mL/100L de água | 1.000 L/ha (Terrestre) | Aplicar logo no início da infestação buscando atingir o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar em caso se reinfestação. | 2 |
Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | |||||
MANGA | Tripes-do-cacaueiro (Selenotripes rubrocinctus) | 30 mL/100L de água | 500 - 1.000 L/ha (Terrestre) | Aplicar logo no início da infestação buscando atingir o ponto de escorrimento. | 1 |
MELÃO | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 mL/100L de água | 1.000 L/ha (Terrestre) | Aplicar logo após o início da infestação. Aplicar somente via terrestre (manual costal ou tratorizado) até o ponto de escorrimento e procurando atingir o máximo possível a face inferior das folhas. Usar volume de calda suficiente para aplicação uniforme, considerando o equipamento e a massa foliar. | 1 |
MELANCIA | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 mL/100L de água | 1.000 L/ha (Terrestre) | Inspecionar a cultura em intervalos regulares e fazer as aplicações quando for constatada a presença da praga (início da infestação e ao atingir o nível de controle recomendado para a cultura da melancia). | 1 |
ROSA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 30 mL/100L de água | 2.000 L/ha (Terrestre) | Aplicar logo no início da infestação, com jatos dirigidos às folhas. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a infestação, respeitando o manejo integrado de pragas. | -- |
SOJA | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 20 - 50 mL/ha | 100 – 200 L/ha (Terrestre) 10-40L/ha (Aérea) | Aplicar quando a cultura apresentar 20 lagartas/metro linear ou desfolhamento de 30% antes da floração ou 15% após o início da floração. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. | 3 |
Percevejo-verde (Nezara viridula) | 100 – 160 ml/ha | Aplicar logo no início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação. Usar menor dose em baixa infestação e a maior em alta infestação. | |||
TOMATE | Broca-do-tomateiro (Neoleucinodes elegantalis) | 75mL/100L de água | 800L/ha (Terrestre) | Iniciar a aplicação no início da infestação. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfestação, com intervalos de 7 dias. | 5 |
UVA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 50 mL/100L de água | 500 - 1.000 L/ha (Terrestre) | Aplicar logo no início da infestação, buscando o ponto de escorrimento. | 1 |
(1) O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Batata | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Heterotermes tenuis | Cupins | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Crisântemo | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Feijão | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Fumo | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Mamão | Empoasca kraemeri | Cigarrinha | Ver detalhes |
| Manga | Selenothrips rubrocinctus | Tripes-do-cacaueiro | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Rosa | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Uva | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura da parte aérea das plantas. Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos metade de sua capacidade preenchida com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Aplicação Terrestre
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Aplicação aérea
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Algodão | 15 |
Batata | 07 |
Cana-de-açúcar | (1) |
Citros | 07 |
Crisântemo | UNA |
Fumo | UNA |
Feijão | 20 |
Rosa | UNA |
Mamão | 07 |
Manga | 07 |
Melão | 07 |
Melancia | 07 |
Soja | 30 |
Tomate | 06 |
Uva | 07 |
UNA = Uso Não Alimentar
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas | Alvo Biológico Nome comum (Nome científico) | Dose (p.c.)* | Nº de Aplicações | Volume de Calda | Época de Aplicação |
Abacaxi | Cochonilha-do- abacaxi (Dysmicoccus brevipes) | 30 g/100L de água | 01 | 30 – 50 mL calda/planta | Aplicação via “Drench” (esguicho) A aplicação é feita cerca de 30 dias após o transplante. Aplicar no início da estação chuvosa, sendo recomendada uma única aplicação. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. |
Cupim (Syntermes molestus) | |||||
Melancia | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 300 g/ha | 01 | 10 – 15 ml de calda/planta | Aplicação via “Drench” (esguicho) |
Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 200 g/ha | A aplicação deve ser feita em jato dirigido logo após transplante das mudas ou a emergência das plantas no campo. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. | |||
Tripes (Thrips palmi) | 200 g/ha | ||||
Alface | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 300 g/ha | 01 | 300 – 800 L de calda/ha | Aplicação Foliar e/ou parte aérea. |
Em bandejas ainda no viveiro de mudas, aplicar pós a em torno de 24 horas antes do transplante definitivo no campo. Na pulverização foliar aplicar logo após o aparecimento dos primeiros sinais das pragas. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas | |||||
Pulgão (Dactinotus sonchi) | 250 mL de calda/bandeja de 200 alvéolos | ||||
Almeirão e Chicória | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 300 g/ha | 01 | 300 – 800 L de calda/ha | Aplicação Foliar e/ou parte aérea. |
Iniciar a aplicação logo após o aparecimento dos primeiros sinais praga (ninfas ou adultos). Se |
forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas. | |||||
Algodão | Pulgão-do- | 70 g/ha | 03 | 200 – 300 L de | Aplicação Foliar e/ou |
algodoeiro (Aphis | calda/ha | parte aérea. | |||
gossypii) | Realizar o monitoramento | ||||
e iniciar as aplicações | |||||
quando, em 70% das | |||||
plantas examinadas em | |||||
variedades tolerantes e | |||||
10% em plantas | |||||
suscetíveis às viroses, as | |||||
folhas estiverem | |||||
começando a se | |||||
deformar, presença de | |||||
fumagina e existirem | |||||
pulgões. Em caso de | |||||
reinfestação, reaplicar | |||||
com intervalo de 7 dias. O | |||||
volume de calda pode | |||||
variar de acordo com o | |||||
estádio de | |||||
desenvolvimento da | |||||
cultura. | |||||
Trips | 100 g/ha | Aplicação Foliar e/ou | |||
(Frankliniella | parte aérea. | ||||
schultzei) | Realizar o monitoramento | ||||
e iniciar as aplicações | |||||
quando forem | |||||
encontrados 6 | |||||
insetos/plantas e antes do | |||||
engruvinhamento das | |||||
folhas. Em caso de | |||||
reinfestação, reaplicar | |||||
com intervalo de 7 dias. O | |||||
volume de calda pode | |||||
variar de acordo com o | |||||
estádio de | |||||
desenvolvimento da | |||||
cultura. | |||||
Alho e Cebola | Tripes (Thrips tabaci) | 100 g/ha | 01 | 300 – 800 L de calda/ha | Aplicação Foliar e/ou parte aérea. |
Iniciar as aplicações logo no início do aparecimento das primeiras ninfas nas bainhas das folhas antes da bulbificação. Direcionar a aplicação para a inserção das folhas (bainha), onde se encontra a praga abrigada. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das |
plantas e penetre nas bainhas das folhas. | |||||
Brócolis | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 300 g/ha | 01 | 10 – 15 ml/planta | Aplicação Foliar e/ou parte aérea. |
Pulgão-da-couve (Brevicoryne brassicae) | 200 g/ha | A aplicação deve ser realizada em jato dirigido ao colo das plantas o transplante das mudas ou a emergência das plantas no campo. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. | |||
Cana-de- açúcar | Cupim (Heterotermes tenuis) | 400 g/ha | 01 | 150 – 200 L/ha | Aplicação no solo. A aplicação é feita preventivamente sobre os propágulos vegetativos (“toletes”, gemas, mudas ou plântulas) colocados no sulco de plantio, antes da operação de cobertura. |
Couve | Pulgão-da-couve (Brevicoryne brassicae) | 200 g/ha | 01 | 10 – 15 ml/planta | Aplicação Foliar e/ou parte aérea. |
A aplicação deve ser realizada em jato dirigido ao colo das plantas o transplante das mudas no campo. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. | |||||
Couve-flor | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 300 g/ha | 01 | 10 – 15 ml/planta | Aplicação Foliar e/ou parte aérea. |
Pulgão-da-couve (Brevicoryne brassicae) | 200 g/ha | A aplicação deve ser realizada em jato dirigido ao colo das plantas o transplante das mudas no campo. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. | |||
Pulgão-da-couve (Brevicoryne brassicae) | 300 g/ha | 250mL/bandeja de 200 alvéolos. | |||
Citros | Minadora-das- folhas (Phyllocnistis citrella) | 5 g/100 L de água | 01 | 2000 L/ha | Aplicação Foliar e/ou parte aérea. Realizar monitoramento e realizar a aplicação quando 50% das plantas estiverem em brotação, dirigido às lagartas em fase inicial de desenvolvimento (1° e 2° instar). |
Pulgão-preto (Toxoptera citricida) | Aplicação Foliar e/ou parte aérea. | ||||
Realizar o monitoramento e iniciar a aplicação quando as plantas apresentarem sintomas |
de ataque e presença de ninfas e adultos e presença de fumagina. Assegurar que o produto tenha boa cobertura e penetração em todas as partes da planta. | |||||
Cigarrinha-da-cvc (Oncometopia facialis) | Aplicação Foliar e/ou parte aérea. | ||||
Realizar monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, quando em árvores adultas (acima 3 anos) deve-se aplicar quando houver presença do inseto em 10% das árvores vistoriadas. Em plantas jovens aplicar preventivamente aos primeiros sintomas ou presença da praga. | |||||
Cochonilha- orthezia (Orthezia praelonga) | 10 g/100 L de água | Aplicação Foliar e/ou parte aérea. | |||
Realizar monitoramento e realizar a aplicação no início da infestação, quando identificadas as reboleiras com a presença de adultos e ninfas eclodidas do ovissaco, procurando atingir toda a copa, caule e pernadas, a fim de atingir a praga no interior da planta em aplicação dirigida. | |||||
Cochonilha- pardinha (Selenaspidus articulatus) | Aplicação Foliar e/ou parte aérea. Realizar monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação quando identificadas as reboleiras com a presença de adultos e ninfas procurando atingir toda a copa, caule e pernadas, a fim de atingir a praga no interior da planta em aplicação dirigida, | ||||
Cochonilha- escama-farinha (Pinnaspis aspidistrae) | |||||
Cochonilha- cabeça-de-prego (Chrysomphalus fícus) | |||||
Cochonilha-verde (Coccus viridis) | |||||
Crisântemo | Tripes (Thrips palmi) | 100 g/ha | 01 | 300 – 1000 L/ha | Aplicação Foliar e/ou parte aérea. |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 360 g/ha | Iniciar as aplicações logo após o aparecimento dos primeiros sinais das pragas. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Assegurar que a calda de pulverização promova |
uma boa cobertura de todas as partes das plantas | |||||
Cupim-de- monte | Cupim (Cornitermes cumulans) | 30 g/100 L de água | 01 | 1 L/ninho | Aplicação localizada (cupinzeiro). Faz-se uma perfuração no topo do ninho até atingir o núcleo com uma barra de aço (varão) de 25 mm de diâmetro e coloca-se a calda preparada através de um funil ou similar. |
Eucalipto (Viveiro e Campo) | Cupim (Syntermes molestus) | 500 g/100 L de água em baixa infestação 750 g/100 L de água em alta infestação | 01 | 25 mL/planta | Aplicação foliar parte aérea ou imersão de mudas Aplicação através de imersão das mudas antes do transplantio ou rega das mudas logo após o transplantio no campo. |
Cupim (Cornitermes bequaerti) | |||||
Eucalipto (Viveiro) | Vespa-das-galhas (Leptocybe invasa) | 350-750 g/100 L de água | 03 | 100 L/12 mil mudas (imersão) | Aplicação via rega ou imersão de mudas. |
1000 ml/m2 de planta (rega) | Os tratamentos devem ser realizados entre uma e três vezes durante o ciclo das mudas no viveiro. No uso em rega, aplicar ainda no viveiro de mudas 24 horas antes do transplante definitivo no campo. | ||||
Euphorbia (Poinsétia) | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 30 g/100 L de água | 01 | 600 - 1200 L/ha | Aplicação Foliar e/ou parte aérea. |
Iniciar as aplicações logo após o aparecimento dos primeiros sinais das pragas. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas | |||||
Fumo (Canteiro) | Broca-do-fumo (Faustinus cubae) | 15 g/50m2 | 02 | 40 L de água/50m2 | Aplicação Foliar e/ou parte aérea. |
Pulgão-verde (Myzus persicae) | No tratamento de rega em canteiro, são feitas duas aplicações: a primeira logo após a semeadura e a segunda, 45 dias após. | ||||
Fumo (Lavoura) | Broca-do-fumo (Faustinus cubae) | 360 g/ha | 01 | 200 a 500 L/ha | Aplicação via “Drench” (esguicho). |
Pulgão-verde (Myzus persicae) | Iniciar as aplicações logo após o aparecimento dos primeiros sinais das pragas. Se forem |
necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas | |||||
Gérbera | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 30 g/100 L de água | 01 | 600 – 1200 L/ha | Aplicação Foliar e/ou parte aérea. |
Iniciar as aplicações logo após o aparecimento dos primeiros sinais das pragas. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas | |||||
Melão | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 300 g/ha | 01 | 10 – 15 ml/planta | Aplicação em “Drench” (esguicho) ou gotejamento |
Pulgão-das- inflorescências (Aphis gossypii) | 200 g/ha | A aplicação deve ser feita em jato dirigido ao colo das plantas logo após o transplante ou germinação das mudas no campo. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. | |||
Tripes (Thrips palmi) | 200 g/ha | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 300 g/ha | 250 ml/bandeja de 200 alvéolos (bandeja) | Aplicação via irrigação por gotejo | ||
250 ml/bandeja (goteljamento) | A aplicação deve ser feita logo após o transplante ou germinação das mudas no campo. Nos usos em bandejas ainda no viveiro de mudas, após 24 horas antes do transplante definitivo no campo. | ||||
Pinus (Viveiro e Campo) | Pulgão-dos-pinus (Cinara atlantica) | 37,5 g/100 L de água em baixa infestação 75,0 g/100 L de água, em alta infestação | 01 | 1000 ml/m2 (viveiro) 25 ml/planta (campo) | AplicaçãoFoliar e/ou parte aérea ou imersão de mudas Aplicação no viveiro deve ser feita através de imersão ou rega das bandejas de mudas. No campo, deve ser feita através de imersão das mudas antes do transplantio ou rega das mudas após o transplantio. |
Repolho | Mosca-branca (Bemisia tabaci | 300 g/ha | 01 | 10 – 15 ml/planta | Aplicação em “Drench” (esguicho) |
raça B) | |||||
Pulgão-da-couve | 200 g/ha | A deve ser feita em jato | |||
(Brevicoryne | dirigido ao colo das | ||||
brassicae) | plantas logo após o transplante das mudas no | ||||
campo. Se forem | |||||
necessárias mais | |||||
aplicações, alternar com | |||||
inseticidas de diferentes | |||||
mecanismos de ação. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Dysmicoccus brevipes | Cochonilha-do-abacaxi, Cochonilha-pulverulenta-do-abacaxi | Ver detalhes |
| Abóbora | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Abobrinha | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Alface | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Alho | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Almeirão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Batata | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Brócolis | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Heterotermes tenuis | Cupins | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Chicória | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Citros | Pinnaspis aspidistrae | Cochonilha-escama-farinha | Ver detalhes |
| Couve | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-flor | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Crisântemo | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Cupim-de-monte | Cornitermes cumulans | cupim | Ver detalhes |
| Eucalipto | Syntermes molestus | Cupim, Cupim-de-montículo | Ver detalhes |
| Fumo | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Gérbera | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melancia | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Melão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Pinus | Cinara atlantica | Pulgão-do-pinus | Ver detalhes |
| Poinsétia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Repolho | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Tomate | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
Preparo de Calda:
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do TAUS deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade; em seguida é necessário que se faça uma pré-diluição do TAUS em um recipiente não reativo (plástico, fibra de vidro), adicionando a dose recomendada para cada cultivo do TAUS em 5 a 10 litros de água agitando-o com um bastão plástico até que a pré-calda esteja homogênea, assegurando-se a completa umectação e dispersão dos aglomerantes presentes na formulação, após esta etapa, inserir a pré-mistura no pulverizador, acrescentar o adjuvante indicado na proporção recomendada para o cultivo/alvo e completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
No caso de quimigação considerar a área a ser irrigada, calcular e dosar a quantidade do produto necessária para a aplicação da dose recomendada por hectare, seguindo a recomendação do fabricante do sistema de irrigação e injeção.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica, calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a pistola evitando a concentração de calda em um único ponto gerando, assim, escorrimento e desperdício da calda.
Utilizar pulverizador costal manual, com volume de calda de 250 mL para bandeja de 200 alvéolos. O cálculo da quantidade de produto a ser aplicado em cada bandeja, deverá ser feito previamente e proporcional ao número de plantas a ser transplantado por hectare dependendo da cultura e espaçamento a serem adotados. Logo após a aplicação recomenda-se repetir a aplicação da mesma forma com o mesmo volume de água para que seja feito o arraste do produto das folhas e ramos para o substrato, facilitando a absorção radicular.
Proceder a imersão das bandejas com as mudas durante um período de 30 segundos, em seguida retirá-las e deixar escorrer o excesso de calda por um período de 2 minutos.
Rega: aplicar o produto sobre a planta, nas doses recomendadas, utilizando o volume de 1L de calda/m².
Esta modalidade pode ser utilizada após o transplantio de mudas. Aplicar o produto diluído em água na forma de jato dirigido planta a planta (esguicho) através de pulverizador manual, motorizado ou tratorizado, de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo, utilizando o volume de calda por planta e a dosagem recomendada por hectare do produto para o cultivo.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estagio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido ao sulco de plantio, sobre os "toletes", adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura dos “toletes”. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. Procedendo-se a cobertura imediatamente após aplicação.
Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio com espaçamento entre pontas determinado pelo fabricante. As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com perfil de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Iniciar a injeção da calda com o produto após o completo funcionamento do sistema de irrigação. Seguir as instruções do fabricante do sistema de irrigação para a melhor utilização do sistema dosador e de injeção, além da correta regulagem deste equipamento.
A injeção dos produtos pode ser efetuada utilizando-se diferentes métodos e equipamentos. Porém, independentemente do método adotado, a qualidade dos resultados obtidos na quimigação depende do cálculo correto de váriáveis como taxa de injeção, quantidade do produto a ser injetada, volume do tanque de injeção, dose do produto a ser aplicada na área irrigada, concentração do produto na água de irrigação, entre outros.
Além dos cálculos operacionais feitos corretamente, é necessário assegurar-se de que o sistema, tanto de irrigação quanto de injeção, está funcionando de acordo com os parâmetros para os quais está ajustado, ou seja, que a vazão calculada corresponde àquela efetiva no sistema ou que a taxa de injeção desejada estará realmente ocorrendo no campo. Portanto, tão importante quanto os cálculos operacionais, é também proceder à calibração periódica dos equipamentos.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz- se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral.
Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Cultura | Intervalo de Segurança (dias) |
Abacaxi | 75 |
Melancia | 40 |
Alface, Almeirão, Chicória, Couve e Melão | 14 |
Algodão e Alho | 30 |
Cebola e Citros | 21 |
Brócolis e Couve-flor | 82 |
Cana-de-açúcar | ND* |
Crisântemo, Euphorbia (Poinsétia) e Gérbera | U.N.A. |
Cupim-de-monte e Fumo | U.N.A. |
Eucalipto e Pinus | U.N.A. |
Repolho | 50 |
ND* Não Determinado devido à modalidade de aplicação: tratamento do sulco de plantio
U.N.A. = Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURA | PRAGA | DOSAGENS UTILIZADAS | ||
Nome Comum | Nome Científico | Dose p.c. | Dose a.i. | |
Citros | Cochonilha-Ortezia | Orthezia praelonga | VERÃO | |
Aplicar 5 a 10 litros de calda/planta, dependendo do tamanho da copa. | 1,0 L/100 de água | 0,8 L/100 de água | ||
INVERNO | ||||
1,5 L/100 de água | 1,2 L/100 de água | |||
- p.c.: Produto comercial; - a.i.: Ingrediente Ativo. NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
Os equipamentos de aplicação, pulverizadores costais ou tratorizados devem seguir os seguintes parâmetros:
Tipo de bico: cone vazio ou similar
Tamanho das gotas: 120 μ
Densidade das gotas: 60 gotas/cm²
Pressão de trabalho: 80 – 100 psi (533-666 kpa)
Sem restrições.
Sem restrições.
Fersoil é um óleo vegetal utilizado como inseticida conforme recomendações abaixo:
Cultura / Praga Controlada | Dose do Produto Comercial | Volume de Calda | Época e Intervalo de Aplicação |
CITROS Cochonilha-orthezia (Orthezia praelonga) | 500 a 1000 mL / 100 litros d'água | 2.000 litros/ha | O FERSOIL, como inseticida, deve ser aplicado nas partes aéreas da cultura citada, utilizando-se pulverizadores costais. Fazer as aplicações quando houver presença da praga. |
Cochonilha-escama-farinha (Pinnaspis aspidistrae) |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Citros | Pinnaspis aspidistrae | Cochonilha-escama-farinha | Ver detalhes |
O FERSOIL, deve ser aplicado nas partes aéreas da cultura citada, utilizando-se pulverizadores costais. Fazer as aplicações quando houver presença da praga.
Os equipamentos de aplicação, pulverizadores costais ou tratorizados, devem seguir os seguintes parâmetros:
Tipo de bico: cone vazio ou similar
Volume de calda: 2.000 litros/ha
Pressão de trabalho: 200 - 300 lb/pol2
Densidade das gotas: 30gotas/cm2
24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade de reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes deste período, usar macacão de mangas compridas, luvas e botas.
PREV-AM® é um fungicida e inseticida de origem natural, que contém 61,14 g/L de óleo de casca de laranja, na formulação (Concentrado Solúvel - SL). PREV-AM® danifica a camada protetora, que repele a água, nos insetos de corpo mole, resultando na perda de fluídos corporais e morte. Os insetos voadores perdem a camada protetora e a tensão de suas asas, impossibilitando-os de voar. Outro efeito do PREV-AM® é a penetração desse fluido de ultrabaixa tensão superficial no sistema respiratório, causando sufocação e morte. Como fungicida, quando em contato com os micélios e esporos de fungos superficiais, o PREV-AM® causa um dano na camada protetora dos organismos, e ao penetrar nos tecidos vivos abaixo da camada protetora causa desidratação, perda de fluidos corporais e consequente morte.
Culturas | Alvo Biológico | Doses | Volume de calda (L/ha) | |||
p. c. | i. a. | p. c. | i. a. | |||
Nome comum/científico | mL/ha | g/ha | mL/100 L de água | g/100 L de água | ||
Abacate | Ácaro-da-falsa-ferrugem | - | - | 400 | 24,4 | 2000 |
Phyllocoptruta oleivora | ||||||
Cochonilha | - | - | 400 | 24,4 | 2000 | |
Orthezia praelonga | ||||||
Mosca-das-frutas | - | - | 200 - 800 | 12,2 - 48,9 | 2000 | |
Ceratitis capitata | ||||||
Abacaxi | Ácaro-da-falsa-ferrugem | - | - | 400 | 24,4 | 2000 |
Phyllocoptruta oleivora | ||||||
Cochonilha | - | - | 400 | 24,4 | 2000 | |
Orthezia praelonga | ||||||
Abóbora | Mosca-branca | - | - | 600 - 1000 | 36,6 - 61,1 | 400 - 750 |
Abobrinha | Bemisia tabaci biótipo B | |||||
Agrião | Pulgão-da-couve | - | - | 600 - 800 | 36,6 - 48,9 | 150 - 300 |
Alface | Brevicoryne brassicae | |||||
Alho | Mancha-de-alternária | - | - | 400 - 800 | 24,4 - 48,9 | 600 |
Alternaria porri | ||||||
Tripes do fumo | 400 | |||||
Thrips tabaci | ||||||
Ameixa | Mofo-cinzento | - | - | 400 | 24,4 | 400 |
Botrytis cinerea | ||||||
Amendoim | Ácaro-rajado | - | - | 400 - 800 | 24,4 - 48,9 | 200 |
Tetranychus urticae | ||||||
Anonáceas | Ácaro-da-falsa-ferrugem | - | - | 400 | 24,4 | 2000 |
Phyllocoptruta oleivora | ||||||
Cochonilha | - | - | 400 | 24,4 | 2000 | |
Orthezia praelonga | ||||||
Mosca-das-frutas | - | - | 200 - 800 | 12,2 - 48,9 | 2000 | |
Ceratitis capitata | ||||||
Aveia | Oídio | - | - | 600 - 800 | 36,6 - 48,9 | 200 |
Blumeria graminis f.sp.tritici | ||||||
Pulgão-da-espiga | 200 | |||||
Sitobion avenae | ||||||
Culturas | Alvo Biológico | Doses | Volume de calda (L/ha) | |||
p. c. | i. a. | p. c. | i. a. | |||
Nome comum/científico | mL/ha | g/ha | mL/100 L de água | g/100 L de água | ||
Açaí | Ácaro-da-necrose-do-coqueiro | - | - | 400 | 24,4 | 400 |
Aceria guerreronis | ||||||
Batata | Tripes do fumo | - | - | 400 - 800 | 24,4 - 48,9 | 400 |
Thrips tabaci | ||||||
Berinjela | Mosca-branca | - | - | 600 - 1000 | 36,6 - 61,1 | 400 - 750 |
Bemisia tabaci biótipo B | ||||||
Brócolis | Mancha-de-alternária | - | - | 600 - 800 | 36,6 - 48,9 | 400 - 1000 |
Alternaria brassicae | ||||||
Míldio | - | - | 400 - 800 | 24,4 - 48,9 | 400 - 1000 | |
Peronospora parasítica | ||||||
Pulgão-da-couve | - | - | 600 - 800 | 36,6 - 48,9 | 150 - 300 | |
Brevicoryne brassicae | ||||||
Cacau | Ácaro-da-falsa-ferrugem | - | - | 400 | 24,4 | 2000 |
Phyllocoptruta oleivora | ||||||
Cochonilha | - | - | 400 | 24,4 | 2000 | |
Orthezia praelonga | ||||||
Mosca-das-frutas | - | - | 200 - 800 | 12,2 - 48,9 | 2000 | |
Ceratitis capitata | ||||||
Caqui | Mofo-cinzento | - | - | 400 | 24,4 | 400 |
Botrytis cinerea | ||||||
Castanha-do- Pará | Ácaro-da-necrose-do-coqueiro | - | - | 400 | 24,4 | 400 |
Aceria guerreronis | ||||||
Cebola | Mancha-de-alternária | - | - | 400 - 800 | 24,4 - 48,9 | 600 |
Alternaria porri | ||||||
Tripes do fumo | - | - | 400 | |||
Thrips tabaci | ||||||
Centeio | Oídio | - | - | 600 - 800 | 36,6 - 48,9 | 200 |
Blumeria graminis f.sp.tritici | ||||||
Pulgão-da-espiga | 200 | |||||
Sitobion avenae | ||||||
Cevada | Oídio | - | - | 600 - 800 | 36,6 - 48,9 | 200 |
Blumeria graminis f.sp.tritici | ||||||
Pulgão-da-espiga | 200 | |||||
Sitobion avenae | ||||||
Chalota | Mancha-de-alternária | - | - | 400 - 800 | 24,4 - 48,9 | 600 |
Alternaria porri | ||||||
Chicória | Pulgão-da-couve | - | - | 600 - 800 | 36,6 - 48,9 | 150 - 300 |
Brevicoryne brassicae | ||||||
Chuchu | Mosca-branca | - | - | 600 - 1000 | 36,6 - 61,1 | 400 - 750 |
Bemisia tabaci biótipo B | ||||||
Culturas | Alvo Biológico | Doses | Volume de calda (L/ha) | |||
p. c. | i. a. | p. c. | i. a. | |||
Nome comum/científico | mL/ha | g/ha | mL/100 L de água | g/100 L de água | ||
Citros | Ácaro-da-falsa-ferrugem | - | - | 400 | 24,4 | 2000 |
Phyllocoptruta oleivora | ||||||
Cancro-cítrico | - | - | 800 - 1200 | 48,9 - 73,3 | 2000 | |
Xanthomonas citri subsp. citri | ||||||
Cochonilha escama-farinha | - | - | 500 | 30,5 | 2000 | |
Unaspis citri | ||||||
Cochonilha-Orthezia | - | - | 400 | 24,4 | 2000 | |
Orthezia praelonga | ||||||
Mosca-das-frutas | - | - | 200 - 800 | 12,2 - 48,9 | 2000 | |
Ceratitis capitata | ||||||
Mancha-preta ou Pinta-preta | - | - | 800 - 1200 | 48,9 - 73,3 | 2000 | |
Phyllosticta citricarpa | ||||||
Psilídeo | - | - | 400 - 800 | 24,4 - 48,9 | 700 - 2000 | |
Diaphorina citri | ||||||
Coco | Ácaro-da-necrose-do-coqueiro | - | - | 400 | 24,4 | 400 |
Aceria guerreronis | ||||||
Couve chinesa | Mancha-de-alternária | - | - | 600 - 800 | 36,6 - 48,9 | 400 - 1000 |
Alternaria brassicae | ||||||
Míldio | - | - | 400 - 800 | 24,4 - 48,9 | 400 - 1000 | |
Peronospora parasitica | ||||||
Pulgão-da-couve | - | - | 600 - 800 | 36,6 - 48,9 | 150 - 300 | |
Brevicoryne brassicae | ||||||
Couve-de- bruxelas | Mancha-de-alternária | - | - | 600 - 800 | 36,6 - 48,9 | 400 - 1000 |
Alternaria brassicae | ||||||
Pulgão-da-couve | 150 - 300 | |||||
Brevicoryne brassicae | ||||||
Couve-flor | Mancha-de-alternária | - | - | 600 - 800 | 36,6 - 48,9 | 400 - 1000 |
Alternaria brassicae | ||||||
Míldio | - | - | 400 - 800 | 24,4 - 48,9 | 400 - 1000 | |
Peronospora parasitica | ||||||
Pulgão-da-couve | - | - | 600 - 800 | 36,6 - 48,9 | 150 - 300 | |
Brevicoryne brassicae | ||||||
Cupuaçu | Ácaro-da-falsa-ferrugem | - | - | 400 | 24,4 | 2000 |
Phyllocoptruta oleivora | ||||||
Cochonilha | - | - | 400 | 24,4 | 2000 | |
Orthezia praelonga | ||||||
Dendê | Ácaro-da-necrose-do-coqueiro | - | - | 400 | 24,4 | 400 |
Aceria guerreronis | ||||||
Ervilha | Mosca-branca | - | - | 600 - 800 | 36,6 - 48,9 | 200 - 300 |
Bemisia tabaci biótipo B | ||||||
Espinafre | Pulgão-da-couve | - | - | 600 - 800 | 36,6 - 48,9 | 150 - 300 |
Brevicoryne brassicae | ||||||
Feijão | Ácaro-rajado | - | - | 400 - 800 | 24,4 - 48,9 | 200 |
Tetranychus urticae | ||||||
Mosca-branca | - | - | 600 - 800 | 36,6 - 48,9 | 200 - 300 | |
Bemisia tabaci biótipo B | ||||||
Culturas | Alvo Biológico | Doses | Volume de calda (L/ha) | |||
p. c. | i. a. | p. c. | i. a. | |||
Nome comum/científico | mL/ha | g/ha | mL/100 L de água | g/100 L de água | ||
Figo | Mofo-cinzento | - | - | 400 | 24,4 | 400 |
Framboesa | Botrytis cinerea | |||||
Fumo | Pulga-do-fumo | 400 | 24,4 | - | - | 400 |
Epitrix fasciata | ||||||
Tripes-do-fumo | 10 a 15 mL.planta-1 | |||||
Thrips tabaci | ||||||
Goiaba | Mofo-cinzento | - | - | 400 | 24,4 | 400 |
Botrytis cinerea | ||||||
Guaraná | Ácaro-da-falsa-ferrugem | - | - | 400 | 24,4 | 2000 |
Phyllocoptruta oleivora | ||||||
Cochonilha | - | - | 400 | 24,4 | 2000 | |
Orthezia praelonga | ||||||
Jiló | Mosca-branca | - | - | 600 - 1000 | 36,6 - 61,1 | 400 - 750 |
Bemisia tabaci biótipo B | ||||||
Kiwi | Ácaro-da-falsa-ferrugem | - | - | 400 | 24,4 | 2000 |
Phyllocoptruta oleivora | ||||||
Cochonilha | - | - | 400 | 24,4 | 2000 | |
Orthezia praelonga | ||||||
Mosca-das-frutas | - | - | 200 - 800 | 12,2 - 48,9 | 2000 | |
Ceratitis capitata | ||||||
Macadâmia | Ácaro-da-necrose-do-coqueiro | - | - | 400 | 24,4 | 400 |
Aceria guerreronis | ||||||
Mamão | Ácaro-da-falsa-ferrugem | - | - | 400 | 24,4 | 2000 |
Phyllocoptruta oleivora | ||||||
Cochonilha | - | - | 400 | 24,4 | 2000 | |
Orthezia praelonga | ||||||
Mosca-das-frutas | - | - | 200 - 800 | 12,2 - 48,9 | 2000 | |
Ceratitis capitata | ||||||
Manga | Ácaro-da-falsa-ferrugem | - | - | 400 | 24,4 | 2000 |
Phyllocoptruta oleivora | ||||||
Cochonilha | - | - | 400 | 24,4 | 2000 | |
Orthezia praelonga | ||||||
Mosca-das-frutas | - | - | 200 - 800 | 12,2 - 48,9 | 2000 | |
Ceratitis capitata | ||||||
Maracujá | Ácaro-da-falsa-ferrugem | - | - | 400 | 24,4 | 2000 |
Phyllocoptruta oleivora | ||||||
Cochonilha | - | - | 400 | 24,4 | 2000 | |
Orthezia praelonga | ||||||
Mosca-das-frutas | - | - | 200 - 800 | 12,2 - 48,9 | 2000 | |
Ceratitis capitata | ||||||
Marmelo | Sarna-da-macieira | - | - | 200 | 12,2 | 1000 |
Venturia inaequalis | ||||||
Maxixe | Mosca-branca | - | - | 600 - 1000 | 36,6 - 61,1 | 400 - 750 |
Bemisia tabaci biótipo B | ||||||
Culturas | Alvo Biológico | Doses | Volume de calda (L/ha) | |||
p. c. | i. a. | p. c. | i. a. | |||
Nome comum/científico | mL/ha | g/ha | mL/100 L de água | g/100 L de água | ||
Maçã | Ácaro-vermelho-europeu | - | - | 200 | 12,2 | 1000 |
Panonychus ulmi | ||||||
Sarna-da-macieira | - | - | 200 | 12,2 | 1000 | |
Venturia inaequalis | ||||||
Melancia | Míldio | - | - | 400 | 24,4 | 1000 |
Pseudoperonospora cubensis | ||||||
Mosca-das-frutas | - | - | 200 - 800 | 12,2 - 48,9 | 2000 | |
Ceratitis capitata | ||||||
Melão | Míldio | - | - | 400 | 24,4 | 1000 |
Pseudoperonospora cubensis | ||||||
Milho | Cigarrinha-do-milho | 200 - 400 | 12,2 - 24,4 | - | - | 200 |
Milheto | Dalbulus maidis | |||||
Mirtilo | - | - | 400 | 24,4 | 400 | |
Morango | Mofo-cinzento | |||||
Nectarina | Botrytis cinerea | |||||
Nêspera | ||||||
Pepino | Mosca-branca | - | - | 600 - 1000 | 36,6 - 61,1 | 400 - 750 |
Bemisia tabaci biótipo B | ||||||
Pera | Ácaro-vermelho-europeu | - | - | 200 | 12,2 | 1000 |
Panonychus ulmi | ||||||
Mofo-cinzento | - | - | 400 | 24,4 | 400 | |
Botrytis cinerea | ||||||
Sarna-da-macieira | - | - | 200 | 12,2 | 1000 | |
Venturia inaequalis | ||||||
Pêssego | Ácaro-vermelho-europeu | - | - | 200 | 12,2 | 1000 |
Panonychus ulmi | ||||||
Mofo-cinzento | - | - | 400 | 24,4 | 400 | |
Botrytis cinerea | ||||||
Pimenta | Mosca-branca | - | - | 600 - 1000 | 36,6 - 61,1 | 400 - 750 |
Pimentão | Bemisia tabaci biótipo B | |||||
Pinhão | Ácaro-da-necrose-do-coqueiro | - | - | 400 | 24,4 | 400 |
Pupunha | Aceria guerreronis | |||||
Quiabo | Mosca-branca | - | - | 600 - 1000 | 36,6 - 61,1 | 400 - 750 |
Bemisia tabaci biótipo B | ||||||
Culturas | Alvo Biológico | Doses | Volume de calda (L/ha) | |||
p. c. | i. a. | p. c. | i. a. | |||
Nome comum/científico | mL/ha | g/ha | mL/100 L de água | g/100 L de água | ||
Repolho | Mancha-de-alternária | - | - | 600 - 800 | 36,6 - 48,9 | 400 - 1000 |
Alternaria brassicae | ||||||
Míldio | - | - | 400 - 800 | 24,4 - 48,9 | 400 - 1000 | |
Peronospora parasitica | ||||||
Pulgão-da-couve | - | - | 600 - 800 | 36,6 - 48,9 | 150 - 300 | |
Brevicoryne brassicae | ||||||
Romã | Ácaro-da-falsa-ferrugem | - | - | 400 | 24,4 | 2000 |
Phyllocoptruta oleivora | ||||||
Cochonilha | - | - | 400 | 24,4 | 2000 | |
Orthezia praelonga | ||||||
Mosca-das-frutas | - | - | 200 - 800 | 12,2 - 48,9 | 2000 | |
Ceratitis capitata | ||||||
Rúcula | Pulgão-da-couve | - | - | 600 - 800 | 36,6 - 48,9 | 150 - 300 |
Brevicoryne brassicae | ||||||
Soja | Ácaro-rajado | - | - | 400 - 800 | 24,4 - 48,9 | 200 |
Tetranychus urticae | ||||||
Mosca-branca | - | - | 600 - 800 | 36,6 - 48,9 | 200 - 300 | |
Bemisia tabaci biótipo B | ||||||
Oídio | - | - | 400 - 800 | 24,4 - 48,9 | 200 - 400 | |
Erysiphe diffusa | ||||||
Tripes | 200 | |||||
Frankliniella schultzei | ||||||
Sorgo | Cigarrinha-do-milho | 200 - 400 | 12,2 - 24,4 | - | - | 200 |
Dalbulus maidis | ||||||
Tomate | Mosca-branca | - | - | 600 - 1000 | 36,6 - 61,1 | 400 - 750 |
Bemisia tabaci biótipo B | ||||||
Trigo | Oídio | - | - | 600 - 800 | 36,6 - 48,9 | 200 |
Blumeria graminis f.sp.tritici | ||||||
Pulgão-da-espiga | 200 | |||||
Sitobion avenae | ||||||
Triticale | Oídio | - | - | 600 - 800 | 36,6 - 48,9 | 200 |
Blumeria graminis f.sp.tritici | ||||||
Pulgão-da-espiga | 200 | |||||
Sitobion avenae | ||||||
Uva | Ácaro-vermelho-europeu | - | - | 200 | 12,2 | 1000 |
Panonychus ulmi | ||||||
Cigarrinha-verde | - | - | 100 - 400 | 6,1 - 24,4 | 500 | |
Empoasca vitis | ||||||
Míldio | - | - | 400 | 24,4 | 800 | |
Plasmopara viticola | ||||||
Mofo-cinzento | - | - | 400 | 24,4 | 400 | |
Botrytis cinerea | ||||||
Aceria guerreronis (Ácaro-da-necrose-do-coqueiro) em:
Alternária brassicae (Mancha-de-alternária) em:
Alternaria porri (Mancha-de-alternária) em:
Bemisia tabaci biótipo B (Mosca-branca) em:
Blumeria graminis f.sp.tritici (Oídio) em:
Botrytis cinerea (Mofo-cinzento) em:
Brevicoryne brassicae (Pulgão-da-couve) em:
Ceratitis capitata (Mosca-das-frutas) em:
Dalbulus maidis (Cigarrinha-do-milho) em:
Diaphorina citri (Psilídeo) em:
Emposcas vitis (Cigarrinha-verde) em:
Epitrix fasciata (Pulga-do-fumo) em:
Erysiphe diffusa (Oídio) em:
Frankliniella schultzei (Tripes) em:
Orthezia proelonga (Cochonilha) em:
Panonychus ulmi (Ácaro-vermelho-europeu) em:
*Evitar a pulverização durante o início do florescimento até que os frutos alcancem 20 mm de diâmetro.
Peronospora parasitica (Míldio) em:
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro-da-falsa-ferrugem) em:
Phyllosticta citricarpa (Pinta-preta) em:
Plasmopara viticola (Míldio) em:
Pseudoperonospora cubensis (Míldio) em:
Sitobion avenae (Pulgão-da-espiga) em:
Tetranychus urticae (Ácaro-rajado) em:
Thrips tabaci (Tripes) em:
Unaspis citri (Cochonilha-escama-farinha) em:
Venturia inaequalis (Sarna-da-macieira) em:
Xanthomonas citri subsp. citri (Cancro-cítrico) em:
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Abacaxi | Orthezia praelonga | Conchonilha | Ver detalhes |
| Abóbora | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Abobrinha | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Açaí | Aceria guerreronis | Ácaro do coqueiro | Ver detalhes |
| Agrião | Brevicoryne brassicae | Pulgão | Ver detalhes |
| Alface | Brevicoryne brassicae | Pulgão | Ver detalhes |
| Alho | Alternaria porri | Crestamento, Mancha-púrpura | Ver detalhes |
| Ameixa | Botrytis cinerea | Mofo - cinzento | Ver detalhes |
| Amendoim | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Anonáceas | Orthezia praelonga | Cochonilha | Ver detalhes |
| Aveia | Blumeria graminis f.sp. tritici | Cinza, Oídio | Ver detalhes |
| Batata | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Berinjela | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Brócolis | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Cacau | Orthezia praelonga | Cochonilha | Ver detalhes |
| Caqui | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento, Podridão-da-flor | Ver detalhes |
| Castanha-do-pará | Aceria guerreronis | Ácaro do coqueiro | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Centeio | Blumeria graminis f.sp. tritici | Oídio | Ver detalhes |
| Cevada | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Chalota | Alternaria porri | Alternaria púrpura | Ver detalhes |
| Chicória | Brevicoryne brassicae | Pulgão | Ver detalhes |
| Chuchu | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Citros | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro-da-falsa-ferrugem, Ácaro-da-mulata | Ver detalhes |
| Coco | Aceria guerreronis | Ácaro-da-necrose-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Couve | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Alternaria brassicae | Mancha- Alternaria | Ver detalhes |
| Couve-de-bruxelas | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-flor | Alternaria brassicae | Mancha-de-Alternaria, Mancha-preta | Ver detalhes |
| Cupuaçu | Orthezia praelonga | Cchonilha | Ver detalhes |
| Dendê | Aceria guerreronis | Ácaro do coqueiro | Ver detalhes |
| Ervilha | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Espinafre | Brevicoryne brassicae | Pulgão | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Figo | Botrytis cinerea | Mofo - Cinzento | Ver detalhes |
| Framboesa | Botrytis cinerea | Botrytis | Ver detalhes |
| Fumo | Epitrix fasciata | Pulga-do-fumo, Vaquinha-do-fumo | Ver detalhes |
| Goiaba | Botrytis cinerea | Mofo-Cinzento | Ver detalhes |
| Guaraná | Orthezia praelonga | Cochonilha | Ver detalhes |
| Jiló | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Kiwi | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Maçã | Venturia inaequalis | Sarna, Sarna-da-macieira | Ver detalhes |
| Macadâmia | Aceria guerreronis | Ácaro do coqueiro | Ver detalhes |
| Mamão | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Manga | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Maracujá | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Marmelo | Venturia inaequalis | Sarna, Sarna-da-macieira | Ver detalhes |
| Maxixe | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Melancia | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Melão | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Milheto | Dalbulus maidis | Cigarrinha-do-milho | Ver detalhes |
| Milho | Dalbulus maidis | Cigarrinha-do-milho | Ver detalhes |
| Mirtilo | Botrytis cinerea | Mofo - Cinzento | Ver detalhes |
| Morango | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento, Podridão-da-flor | Ver detalhes |
| Nectarina | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento | Ver detalhes |
| Nêspera | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento | Ver detalhes |
| Pepino | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pera | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento, Podridão-da-flor | Ver detalhes |
| Pessego | Botrytis cinerea | Mofo-cinzento, Podridão-da-flor | Ver detalhes |
| Pimenta | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Pimentão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pinhão | Aceria guerreronis | Ácaro-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Pupunha | Aceria guerreronis | Ácaro do coqueiro | Ver detalhes |
| Quiabo | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Repolho | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Romã | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Rúcula | Brevicoryne brassicae | Pulgão | Ver detalhes |
| Soja | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Sorgo | Dalbulus maidis | Cigarrinha-do-milho | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Trigo | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Triticale | Sitobion avenae | Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Uva | Eumorpha vitis | Lagarta-das-folhas, Mandarová-da-uva | Ver detalhes |
PREV-AM deve ser diluído em água limpa e aplicado na forma de pulverização sobre as plantas obedecendo sempre a época e as doses recomendadas.
“24 horas, ou até a secagem da calda. Caso necessite entrar na área tratada antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para a aplicação do produto.”
CULTURA | PRAGA | DOSAGENS UTILIZADAS | ||||
Nome Comum | Nome Científico | Dose p.c. | Dose a.i. | |||
mL/100 L de água | L/ha | mL/100 L de água | L/ha | |||
Citros | Cochonilha-Ortezia | Orthezia praelonga | 500-1000 | - | 465-930 | - |
Cochonilha-Escama- Farinha | Pinnaspis aspidistrae | |||||
Como ADJUVANTE, quando adicionado a calda dos inseticidas, fungicidas, acaricidas e herbicidas. | ||||||
- p.c.: Produto comercial; - a.i.: Ingrediente Ativo. NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Citros | Pinnaspis aspidistrae | Cochonilha-escama-farinha | Ver detalhes |
Tipo de bico: cone vazio ou similar
Tamanho de calda: 2.000 litros/ha
Pressão de trabalho: 200 - 300 lb/pol2
Densidade das gotas: 30 gotas/cm2
Se usado sozinho, devido a sua baixa toxicidade, não há restrições de entrada de pessoas na área tratada, desde que devidamente trajada;
Em casos de acaricidas, fungicidas, inseticidas e herbicidas, obedecer ao intervalo de reentrada contido na bula do agrotóxico utilizado em questão.

