O inseticida DIMEXION® possui modo de ação de contato, profundidade e sistêmica e é utilizado para o controle de pragas conforme recomendações abaixo.
CULTURAS | Pragas Nome comum / científico | Dose de produto comercial | Volume de calda | Nº, Época e Intervalo de aplicação |
ALGODÃO | Pulgão‐das‐inflorescências (Aphis gossypii) | 400 ‐ 600 mL/ha | 100 ‐ 200 L/ha | Aplicação foliar: Aplicar quando a infestação atingir os níveis de dano econômico. Manter a lavoura monitorada. A variação do volume de calda depende do estágio de desenvolvimento da cultura. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 7 dias entre aplicações |
Tripes (Frankliniella schultzei) | ||||
Ácaro‐rajado (Tetranychus urticae) | 750 ‐ 1250 mL/ha | |||
Mosca‐branca (Bemisia tabaci) | ||||
Percevejo‐rajado (Horcias nobilellus) | 600 ‐ 750 mL/ha | |||
CITROS | Pulgão‐preto‐dos‐citros (Toxoptera citricida) | 100 mL/ 100 L água | 500 ‐ 800 L/ha | Aplicação foliar, área total: Aplicar quando a infestação atingir os níveis de dano econômico. Manter a lavoura monitorada. Usar pulverizador mecanizado com pistola ou tubo atomizador. A variação do volume de calda depende do porte e enfolhamento das plantas. Para o manejo da mosca‐das‐frutas o modo de aplicação recomendado é o uso de isca. As iscas tóxicas são preparadas diluindo‐se o inseticida em água e depois acrescido um atrativo alimentar específico para a mosca‐das‐ frutas. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 30 dias entre aplicações. |
Cochonilha‐verde (Coccus viridis) | 100 mL/100 L água | 1000 ‐1500 L/ha | ||
Escama‐marrom (Coccus hesperidium) | ||||
Cochonilha‐parda (Saissetia coffeae, Saissetia oleae) | ||||
Cochonilha‐de‐placa (Orthezia insignis) | ||||
Cochonilha‐branca (Planococcus citri) | ||||
Mosca‐branca‐dos‐citros (Aleurothrixus floccosus) | ||||
Psilídeo (Diaphorina citri) | ||||
Mosca‐das‐frutas (Ceratitis capitata) | Isca: 500mL + 5kg de atrativo/100 L água | ‐ |
CULTURAS | Pragas Nome comum / científico | Dose de produto comercial | Volume de calda | Nº, Época e Intervalo de aplicação |
MAÇÃ | Pulgão‐lanígero (Eriosoma lanigerum) | 150 mL/100L água | 400 ‐ 600 L/ha | Aplicação foliar: Aplicar quando a infestação atingir os níveis de dano econômico. Manter a lavoura monitorada. Usar pulverizador mecanizado com pistola ou tubo atomizador. A variação do volume de calda depende do porte e enfolhamento das plantas. Para o manejo da mosca‐das‐frutas o modo de aplicação recomendado é o uso de isca. As iscas tóxicas são preparadas diluindo‐se o inseticida em água e depois acrescido um atrativo alimentar específico para a mosca‐das‐ frutas. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 15 dias entre aplicações. |
Mosca‐das‐frutas (Ceratitis capitata) | Isca: 500mL + 5kg de atrativo /100 L água | ‐ | ||
Pêssego | Mosca‐das‐frutas (Ceratitis capitata) | Isca: 500mL + 5kg de atrativo /100 L água | ‐ | Aplicação foliar: Aplicar quando a infestação atingir os níveis de dano econômico. Manter a lavoura monitorada. Usar pulverizador mecanizado com pistola ou tubo atomizador. A variação do volume de calda depende do porte e enfolhamento das plantas. Para o manejo da mosca‐das‐frutas o modo de aplicação recomendado é o uso de isca. As iscas tóxicas são preparadas diluindo‐se o inseticida em água e depois acrescido um atrativo alimentar específico para a mosca‐das‐ frutas. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 15 dias entre aplicações. |
Mosca‐das‐frutas (Anastrepha fraterculus) | ||||
ROSA | Pulgão‐verde‐da‐roseira (Capitophorus rosarum) | 80 mL/100L de água | 400 ‐ 500 L/ha | Aplicação foliar: Aplicar quando a infestação atingir os níveis de dano econômico. Manter a lavoura monitorada. A variação do volume de calda depende do estágio de desenvolvimento da cultura. Realizar no máximo 1 aplicação. |
Pulgão‐da‐orquídea (Cerataphis lataniae) | ||||
Pulgão‐roxo‐da‐roseira (Macrosiphum rosae) | ||||
TOMATE | Tripes (Frankliniella schultzei) | 100 mL/100 L de água | 400 ‐ 700 L/ha | Aplicação foliar: Aplicar quando a infestação atingir os níveis de dano econômico. Manter a lavoura monitorada. A variação do volume de calda depende do estágio de desenvolvimento da cultura. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 7 dias entre aplicações. |
Pulgão‐verde (Myzus persicae) | ||||
Pulgão‐verde‐escuro (Macrosiphum euphorbiae) |
CULTURAS | Pragas Nome comum / científico | Dose de produto comercial | Volume de calda | Nº, Época e Intervalo de aplicação |
TRIGO | Pulgão‐da‐folha (Metopolophium dirhodum) | 630 mL/ha | 150 ‐ 200 L/ha | Aplicação foliar: Aplicar quando a infestação atingir os níveis de dano econômico. Manter a lavoura monitorada. A variação do volume de calda depende do estágio de desenvolvimento da cultura. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 15 dias entre aplicações. |
Pulgão‐da‐folha (Rhopalosiphum padi) | ||||
Pulgão‐verde‐dos‐cereais (Rhopalosiphum graminum) | ||||
Pulgão‐da‐espiga (Sitobion avenae) |
As pulverizações devem ser efetuadas quando as infestações atingirem os níveis de dano econômico às culturas, devendo‐se monitorar as áreas.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Citros | Toxoptera citricida | Pulgão-preto, Pulgão-preto-dos-citrus | Ver detalhes |
| Maçã | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Rosa | Macrosiphum rosae | Pulgão-grande-da-roseira, Pulgão-roxo-da-roseira | Ver detalhes |
| Tomate | Macrosiphum euphorbiae | Pulgão-das-solanáceas, Pulgão-verde-escuro | Ver detalhes |
| Trigo | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-da-espiga, Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Aplicação Terrestre
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Deve‐se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Algodão | 14 |
Citros | 3 |
Maçã | 3 |
Pêssego | 3 |
Rosa | Não determinado por se tratar de cultura de Uso Não Alimentar (UNA) |
Tomate | 14 |
Trigo | 28 |
Evitar entrar nas áreas tratadas até o término do intervalo de reentrada estabelecido para o produto. Recomenda‐se aguardar o completo secamento do produto sobre as folhas das plantas tratadas. Aguardar pelo menos 24 horas. Se necessitar entrar na área tratada, usar o macacão hidrorrepelente, luvas e botas de borracha. Evitar sempre que pessoas alheias ao trato com a cultura e animais domésticos circulem pela área tratada.
O produto hidrolisa-se mais rapidamente em condições ácidas do que em condições alcalinas. Apresenta pressão de vapor de 9,4 x 10-6 mmHg a 25°C (pouco volátil).
Culturas | Pragas | Doses | Volume de calda | Número máximo de aplicações | Época de aplicação |
Mosca branca | 0,6 - 1,0 kg | As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas nas culturas indicadas. No controle principalmente da “mosca branca”, a pulverização deve ser feita de modo a atingir as formas jovens, na parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda- se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em | |||
Algodão | (Bemisia | p.c./ha (150- | 200 L/ha | 2 | |
tabaci raça B) | 250 g i.a./ha) * | ||||
Volume de calda | |||||
que permita | |||||
Begônia | Mosca branca (Bemisia tabaci) | 100 - 200 g p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L d’água) | cobrir uniformemente as folhas, principalmente a superfície inferior das folhas, até o | 3 | |
ponto de | |||||
escorrimento. | |||||
Ácaro da falsa | |||||
ferrugem | 100 g p.c. /100 | ||||
(Phyllocoptruta oleivora) | L d’água | ||||
Citros (Laranja) | Cochonilha (Orthezia praelonga) | (25 g i.a./100 L d’água) | 10L / planta ou 2000 L/ha | 2 | |
Cochonilha | 200 g p.c./100 L | ||||
parda | d’água | ||||
(Saissetia | (50 g i.a./ 100 L | ||||
oleae) | d'água) | ||||
Mosca branca | 0,4 - 1,0 kg | ||||
Feijão | (Bemisia | p.c./ha (100 - | 200 L/ha | 2 | |
tabaci) | 250 g i.a./ha) * |
seguida aplicar Applaud 250.
Gérbera | Mosca branca (Bemisia tabaci) | 100 - 200 g p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L d’água) | Volume de calda que permita cobrir uniformemente as folhas, principalmente a superfície inferior das folhas, até o ponto de escorrimento. | 3 |
Manga, Abacate, Abacaxi, Anonáceas, Cacau, Cupuaçu, Guaraná, Kiwi, Mamão, Maracujá e Romã | Ácaro da falsa ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | 100 g p.c./100 L d’água (25 g i.a./100 L d’água) | 600 – 800 L/ha | 3 |
Cochonilha (Orthezia praelonga) | ||||
Cochonilha parda (Saissetia oleae) | 200 g p.c./100 L d’água (50 g i.a./100 L d’água) | |||
Mosca branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 g p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L d’água) | |||
Melão e Melancia | Mosca branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 g p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L d’água) | 600 – 800 L/ha | 3 |
Abóbora, Abobrinha, Chuchu, Maxixe e Pepino | Mosca branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 g p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L d’água) | 600 L/ha | 2 |
Berinjela, Jiló, Pimenta, Pimentão e Quiabo. | Mosca branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 g p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L d’água) | 200 L/ha | 3 |
Soja | Mosca branca (Bemisia tabaci) | 0,4 - 0,6 kg p.c./ha (100 - 150 g i.a./ha) * | 300 L/ha | 2 | |
Tomate | Mosca branca (Bemisia tabaci) | 100 - 200 g p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 l d’água) | 1000 L/ha | 3 |
p.c. = produto comercial, i.a. = ingrediente ativo.
O óleo mineral diminui a tensão superficial das gotas, promovendo melhor distribuição do produto sobre as superfícies foliares, facilitando a adesão e penetração, reduz a deriva e retarda a evaporação da gota, o que melhora a eficácia do produto.
As aplicações com APPLAUD 250 devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas nas culturas indicadas.
No controle, principalmente, da “mosca branca”, a pulverização deve ser feita de modo a atingir as formas jovens, na parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar APPLAUD 250. É aconselhável um programa de manejo com a associação de inseticidas dos grupos químicos organofosforados, neonicotinoides e piretroides, quando se notar a presença de adultos da mosca-branca na lavoura.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Abacaxi | Bemisia tabaci raça B | Mosca Branca | Ver detalhes |
| Abóbora | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Abobrinha | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Anonáceas | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Begônia | Bemisia tabaci | Mosca Branca | Ver detalhes |
| Berinjela | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Cacau | Saissetia oleae | Cohonilha parda | Ver detalhes |
| Chuchu | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
| Cupuaçu | Orthezia praelonga | Cchonilha | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Gérbera | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Guaraná | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Jiló | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Kiwi | Orthezia praelonga | Cochonilha | Ver detalhes |
| Mamão | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Manga | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Maracujá | Saissetia oleae | Cochonilha parda | Ver detalhes |
| Maxixe | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pepino | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pimenta | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Pimentão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Quiabo | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Romã | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
As aplicações podem ser feitas em pulverização via terrestre, com equipamento costal manual ou motorizado, pulverizador estacionário ou de barra tratorizado e aérea.
A utilização do pulverizador costal pode ocorrer em pequenas propriedades ou pequenas porções do terreno nas quais equipamentos tratorizados, ou aéreo não tenham acesso. Os equipamentos costais devem ser equipados com pontas de jato cônico, da série "D" ou similares, mantendo uma pressão ao redor de 45 a 60 psi, com cerca de 40 - 60 gotas/cm2. Nesta modalidade de pulverização, os parâmetros relacionados à pulverização não são tão precisos, e alguns cuidados devem ser tomados, entre eles:
Perfeito ajuste do pulverizador nas costas do aplicador;
Nunca começar o preparo da calda e a aplicação sem antes vestir o equipamento de proteção individual;
Trabalhar sem fazer movimentos bruscos;
Durante as aplicações, manter as passadas e o bombeamento o mais constante possível por que poderá ocorrer uma variação na pressão de trabalho em função deste bombeamento;
Manter o bico a uma distância constante das plantas;
Verificar a direção do vento e caminhar de forma a não ser atingido pela pulverização;
Não caminhar sobre a linha tratada;
Fazer aplicações de preferência no início da manhã e no final da tarde:
Preparar calda suficiente para evitar sobras.
O preparo da calda pode ser feito despejando-se o produto diretamente no tanque do pulverizador. Enxaguar a embalagem do produto por três vezes, imediatamente após o uso do conteúdo. A lavagem da embalagem pode ser feita manualmente ou através de equipamento adequado. A água usada para lavagem da embalagem deve ser colocada no pulverizador. No preparo da calda, respeite os seguintes passos:
Colocar água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 do seu volume;
Adicionar o produto na dose indicada e em seguida completar o volume do tanque, mantendo a calda sob agitação contínua;
Com o registro fechado, após completo o tanque, manter sob agitação por cerca de 10 minutos antes de iniciar a pulverização;
A agitação da calda deve ser contínua durante todo o processo de pulverização;
Durante as paradas e manobras com o equipamento, fechar o registro do pulverizador para evitar sobreposição de calda nas áreas tratadas.
Os pulverizadores devem ser adaptados com pontas de jato cônico da série "D" ou similares, ou segundo especificação dos fabricantes para aplicação de inseticidas, operando com uma pressão de
trabalho de 80 a 120 psi, calibrados para um volume de calda por ha, conforme descrito anteriormente, produzindo de 40 - 60 gotas/cm2, gotas estas que devem ser de finas a médias.
A altura da barra deve estar em torno de 30 a 50 cm do topo da planta e a distância entre os bicos deve ser de 30 a 50 cm.
Para aplicação via aérea, além dos cuidados normais empregados nas aplicações de inseticidas, utilizar um volume de calda de 20 a 40 L/ha, ângulo dos bicos em relação à linha de voo da aeronave de 45 graus. Aplicar somente com barra e bicos adequados para aplicação aérea e pressão de trabalho de 15 a 30 psi.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como: temperatura ambiente até 30°C, umidade relativa do ar no mínimo de 60%; altura de voo, 3 a 4 metros de cultura. A aplicação poderá ser feita fora das condições acima descritas a critério do Engenheiro Agrônomo, evitando sempre a deriva e perdas do produto por evaporação.
A velocidade ideal do vento para a aplicação está entre 3 a 7 km/h e o máximo é de 10 km/h. A temperatura influencia na evaporação das gotas, na movimentação das massas de ar e na sustentação de gotas no ar. Por isso as aplicações devem ser realizadas nas horas mais frescas, ou seja, no amanhecer ou no entardecer.
A temperatura máxima para aplicação varia de 27 a 30°C e a umidade relativa do ar (U.R.%) deve ser de mínimo 55%.
Algodão 42 dias Feijão 21 dias
Soja 30 dias
Abacaxi, Abacate, Abóbora, Abobrinha, Anonáceas, Berinjela, Cacau, Citros (Iaranja), Chuchu, Cupuaçu, Guaraná, Jiló, Kiwi, Mamão, Manga, Maracujá, maxixe, Melão,Melancia, Pepino,
Pimenta, Pimentão, Quiabo, Romã, Tomate 07 dias
Begônia e Gérbera UNA
UNA: Uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas | Alvo Biológico Nome comum (Nome Científico) | Dose | Nº máximo de aplicações | Modo de aplicação/ Volume de calda (L/ha) | Intervalo entre as aplicações (Dias) |
Abacate Abacaxi | Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | 100 mL p.c./100 L d’água (25 g i.a./100 L) | 3 | Terrestre: 600 – 800 L/ha ou 10 L/planta | 10 |
Cochonilha (Orthezia praelonga) | |||||
Cochonilha-parda (Saissetia oleae) | 200 mL p.c./100 L d’água (50 g i.a./100 L) | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci-raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100L) | ||||
Época de aplicação: Ácaros: Iniciar as aplicações no início da infestação. Cochonilhas: Recomenda-se fazer de 1 a 3 aplicações do FIERA SC durante o ano, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. Mosca branca: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Abóbora Abobrinha | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L) | 2 | Terrestre: 600 L/ha | 7 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Algodão | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 0,6 - 1,0 L p.c./ha (150-250 g i.a./ha) * | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 20 a 40 L/ha | 14 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. * Adicionar a calda, 0,5 % V/V de óleo mineral. | |||||
Anonáceas | Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | 100 mL p.c./100 L d’água (25 g i.a./100 L) | 3 | Terrestre: 600 – 800 L/ha ou 10 L/planta | 10 |
Cochonilha (Orthezia praelonga) | |||||
Cochonilha-parda (Saissetia oleae) | 200 mL p.c./100 L d’água (50 g i.a./100 L) | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100L) | ||||
Culturas | Alvo Biológico Nome comum (Nome Científico) | Dose | Nº máximo de aplicações | Modo de aplicação/ Volume de calda (L/ha) | Intervalo entre as aplicações (Dias) |
Época de aplicação: Ácaros: Iniciar as aplicações no início da infestação. Cochonilhas: Recomenda-se fazer de 1 a 3 aplicações do FIERA SC durante o ano, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. Mosca branca: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Begônia | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L) | 3 | Vide abaixo | 7 |
Época de aplicação: Volume de Calda: pulverizar utilizando volume de calda que permita cobrir uniformemente as folhas, principalmente a superfície inferior das folhas, até o ponto de escorrimento. Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Berinjela | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L) | 3 | Terrestre: 200 L/ha | 10 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Cacau Cupuaçu | Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | 100 mL p.c./100 L d’água (25 g i.a./100 L) | 3 | Terrestre: 600 – 800 L/ha ou 10 L/planta | 10 |
Cochonilha (Orthezia praelonga) | |||||
Cochonilha-parda (Saissetia oleae) | 200 mL p.c./100 L d’água (50 g i.a./100 L) | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100L) | ||||
Época de aplicação: Ácaros: Iniciar as aplicações no início da infestação. Cochonilhas: Recomenda-se fazer de 1 a 3 aplicações do FIERA SC durante o ano, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. Mosca branca: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Chuchu | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L) | 2 | Terrestre: 600 L/ha | 7 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Culturas | Alvo Biológico Nome comum (Nome Científico) | Dose | Nº máximo de aplicações | Modo de aplicação/ Volume de calda (L/ha) | Intervalo entre as aplicações (Dias) |
Citros (Laranja) | Psilídeo-dos-citros (Diaphorina citri) | 7,5 a 22,5 mL/100 L de água (1,9–5,6 g i.a./100 L) | 2 | Terrestre: 10 L / planta ou 2000 L/ha Aérea: 20 a 40 L/ha | 15 |
Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | 100 mL p.c. /100 L d’água (25 g i.a./100 L) | ||||
Cochonilha (Orthezia praelonga) | |||||
Cochonilha-parda (Saissetia oleae) | 200 mL p.c./100 L d’água (50 g i.a./ 100 L) | ||||
Época de aplicação: Recomenda-se fazer de 1 a 2 aplicações do FIERA SC durante o ano, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens (ninfas) e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. | |||||
Feijão | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 0,4 - 1,0 L p.c./ha (100 - 250 g i.a./ha)* | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 20 a 40 L/ha | 15 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. * Adicionar a calda, 0,5 % V/V de óleo mineral | |||||
Gérbera | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L d’água) | 3 | Vide abaixo * | 7 |
Época e aplicação: Volume de Calda: pulverizar utilizando volume de calda que permita cobrir uniformemente as folhas, principalmente a superfície inferior das folhas, até o ponto de escorrimento. Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Guaraná | Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | 100 mL p.c./100 L d’água (25 g i.a./100 L) | 3 | Terrestre: 600 – 800 L/ha ou 10 L/planta | 10 |
Cochonilha (Orthezia praelonga) | |||||
Cochonilha-parda (Saissetia oleae) | 200 mL p.c./100 L d’água (50 g i.a./100 L) | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100L) | ||||
Época de aplicação: Ácaros: Iniciar as aplicações no início da infestação. Cochonilhas: Recomenda-se fazer de 1 a 3 aplicações do FIERA SC durante o ano, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. Mosca branca: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Culturas | Alvo Biológico Nome comum (Nome Científico) | Dose | Nº máximo de aplicações | Modo de aplicação/ Volume de calda (L/ha) | Intervalo entre as aplicações (Dias) |
Jiló | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L) | 3 | Terrestre: 200 L/ha | 10 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Kiwi Mamão Manga Maracujá Romã | Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | 100 mL p.c./100 L d’água (25 g i.a./100 L) | 3 | Terrestre: 600 – 800 L/ha ou 10 L/planta | 10 |
Cochonilha (Orthezia praelonga) | |||||
Cochonilha-parda (Saissetia oleae) | 200 mL p.c./100 L d’água (50 g i.a./100 L) | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100L) | ||||
Época de aplicação: Ácaros: Iniciar as aplicações no início da infestação. Cochonilhas: Recomenda-se fazer de 1 a 3 aplicações do FIERA SC durante o ano, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. Mosca branca: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Maxixe Pepino | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L) | 2 | Terrestre: 600 L/ha | 7 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Melão Melancia | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L) | 3 | Terrestre: 600 – 800 L/ha | 10 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Milho Milheto Sorgo | Cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) | 0,4 – 0,6 L p.c/ha (100-150 g i.a./ha) * | 2 | Terrestre: 200 L/ha | 7 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. Se necessário fazer uma segunda aplicação com intervalo de 7 dias * Adicionar a calda, 0,5 % V/V de óleo mineral. | |||||
Culturas | Alvo Biológico Nome comum (Nome Científico) | Dose | Nº máximo de aplicações | Modo de aplicação/ Volume de calda (L/ha) | Intervalo entre as aplicações (Dias) |
Pimenta Pimentão Quiabo | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L) | 3 | Terrestre: 200 L/ha | 10 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC | |||||
Soja | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 0,4 - 0,6 L p.c./ha (100-150 g i.a./ha) * | 2 | Terrestre: 300 L/ha Aérea: 20 a 40 L/ha | 10 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. Adicionar a calda, 0,5 % V/V de óleo mineral | |||||
Tomate | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 l) | 3 | Terrestre: 800 L/ha | 7 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
p.c. = produto comercial, i.a. = ingrediente ativo.
* Utilizar as maiores doses em áreas de alta incidência da praga
O óleo mineral diminui a tensão superficial das gotas, promovendo melhor distribuição do produto sobre as superfícies foliares, facilitando a adesão e penetração, reduz a deriva e retarda a evaporação da gota, o que melhora a eficácia do produto.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Saissetia oleae | cochonilha parda | Ver detalhes |
| Abacaxi | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Abóbora | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Abobrinha | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Anonáceas | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Begônia | Bemisia tabaci | Mosca Branca | Ver detalhes |
| Berinjela | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Cacau | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Chuchu | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Citros | Diaphorina citri | Psilídeo | Ver detalhes |
| Cupuaçu | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Gérbera | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Guaraná | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Jiló | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Kiwi | Saissetia oleae | Cochonilha parda | Ver detalhes |
| Mamão | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Manga | Orthezia praelonga | cochonilha | Ver detalhes |
| Maracujá | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Maxixe | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Milheto | Dalbulus maidis | Cigarrinha-do-milho | Ver detalhes |
| Milho | Dalbulus maidis | Cigarrinha-do-milho | Ver detalhes |
| Pepino | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pimenta | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Pimentão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Quiabo | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Romã | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Sorgo | Dalbulus maidis | Cigarrinha-do-milho | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
As aplicações podem ser feitas em pulverização via terrestre, com equipamento costal manual ou motorizado, pulverizador estacionário ou de barra tratorizado e aérea.
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do FIERA SC deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Coloque água limpa, no tanque do pulverizador, até metade da sua capacidade. A presença de coloides em suspensão, como terra, argila ou matéria orgânica, pode reduzir a eficácia do produto. Com o sistema de agitação do tanque ou com o retorno acionado, adicione a dose recomendada de FIERA SC e complete o volume do tanque com água. A agitação deverá ser constante durante o preparo e aplicação da calda, visando manter homogênea a calda de pulverização. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque do pulverizador, pulverizando logo após a sua preparação.
Realizar o processo de tríplice lavagem das embalagens durante o preparo da calda.
A utilização do pulverizador costal pode ocorrer em pequenas propriedades ou pequenas porções do terreno nas quais equipamentos tratorizados, ou aéreo não tenham acesso. Os equipamentos costais devem bicos apropriados, que promovam tamanho de gotas, e volume de calda capaz de promover cobertura uniforme das plantas.
Nesta modalidade de pulverização, os parâmetros relacionados à pulverização não são tão precisos, e alguns cuidados devem ser tomados, entre eles:
Perfeito ajuste do pulverizador nas costas do aplicador;
Nunca começar o preparo da calda e a aplicação sem antes vestir o equipamento de proteção individual;
Trabalhar sem fazer movimentos bruscos;
Durante as aplicações, manter as passadas e o bombeamento o mais constante possível porque poderá ocorrer uma variação na pressão de trabalho em função deste bombeamento;
Manter o bico a uma distância constante das plantas;
Verificar a direção do vento e caminhar de forma a não ser atingido pela pulverização;
Não caminhar sobre a linha tratada;
Fazer aplicações de preferência no início da manhã e no final da tarde:
Preparar calda suficiente para evitar sobras.
Utilizar pulverizadores equipados com bicos apropriados, que promovam tamanho de gotas, e volume de calda capaz de promover cobertura uniforme das plantas.
A variação do volume de calda está em função da cultura a ser tratada, seu estádio de desenvolvimento, porte ou enfolhamento.
Observar o potencial de deriva, que com gotas de tamanho muito reduzido que poderão atingir culturas vizinhas sensíveis. As pontas de pulverização devem ser escolhidas de acordo com a classe de gotas recomendadas, e os parâmetros operacionais (velocidade, deslocamento, espaçamento entre bicos etc). As pressões de trabalho, assim como os ajustes do pulverizador, deverão ser selecionadas em função do volume de calda e da classe de gotas recomendadas.
Utilizar pulverizadores tratorizado obedecendo os diferentes tipos de espaçamentos de bicos, assim como a altura da barra, conforme as recomendações dos fabricantes, devendo ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura, de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Para as culturas do algodão, feijão, milho, milheto, soja e sorgo, adicionar a calda óleo mineral emulsionável;
Deve-se respeitar os volumes de calda recomendados para que seja possível proporcionar uma boa cobertura da área a ser tratada. Para aplicar este produto, use uma tecnologia de aplicação que ofereça uma boa cobertura dos alvos.
Volume de calda: 20 a 40 litros por ha.
Tipos de pontas: aplicar através de aeronaves equipadas com micronair ou com barras dotadas de pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos que produzam, preferencialmente, gotas médias e grossas. Observar o potencial de deriva, que com gotas de tamanho muito reduzido que poderão atingir culturas vizinhas sensíveis (Vide “Recomendações para evitar deriva”, abaixo).
Os ajustes da barra devem ser realizados para que se obtenha distribuição uniforme das gotas.
Altura de voo: 3 - 4 m em relação ao topo das plantas. Recomenda-se utilizar a menor altura de voo possível, desde que garanta segurança adequada ao voo.
Não sobrepor faixa de aplicação.
O sistema de agitação do produto, no interior do tanque, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático.
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
Devem ser respeitadas as condições de velocidade do vento, de 3 a 10 km/h, temperatura inferior a 30° C, e umidade relativa superior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Não realizar aplicação em condições de inversão térmica e de corrente ascendentes.
Não aplicar se houver rajadas de ventos, ou condições sem vento.
A critério do Engenheiro Agrônomo as condições de aplicação podem ser alteradas.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
Cultura | Intervalo de segurança |
Algodão | 42 dias |
Feijão | 21 dias |
Milho, Milheto e Sorgo | 15 dias |
Soja | 30 dias |
Abacaxi, Abacate, Abóbora, Abobrinha, Anonáceas, Berinjela, Cacau, Citros, Chuchu, Cupuaçu, Guaraná, Jiló, Kiwi, Mamão, Manga, Maracujá, Maxixe, Melão, Melancia, Pepino, Pimenta, Pimentão, Quiabo, Romã, Tomate | 7 dias |
Begônia e Gérbera | UNA |
UNA: Uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para uso durante a aplicação.

