Culturas | Pragas controladas | Doses | Número de aplicações | Modo de aplicação / Volume de calda (L/ha)1 |
Abacaxi | Ácaro-alaranjado (Dolichotetranychus floridanus) | 75 - 100 mL/100 L (0,45 – 0,6 L/ha) | 3 | Terrestre: 600 L/ha |
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae | ||||
Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | ||||
Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações quando do aparecimento dos ácaros. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 7 dias. | ||||
Algodão | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 0,75 - 1,0 L/ha | 2 | Terrestre: 150 - 300 L/ha Aérea: 20 a 40 L/ha |
Época e intervalo de aplicação: As aplicações devem ser iniciadas logo no início da infestação do ácaro praga, quando atingir o nível de controle (10% das plantas atacadas). Utilize a dose maior quando as condições climáticas com respeito a umidade e temperatura forem favoráveis ao aparecimento das pragas e/ou quando a cultura atingir maior densidade foliar. Repetir a pulverização, se necessário, no mínimo 14 dias após a primeira aplicação. | ||||
Café | Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | 1,0 - 2,0 L/ha | 2 | Terrestre:1.000 a 2.500 L/ha |
Ácaro-vermelho (Oligonychus ilicis) | 1,5 - 2,0 L/ha | Terrestre: 500 a 600 L/ha | ||
Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações quando do aparecimento de ácaros. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 30 dias | ||||
Citros | Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | 100 mL/100 L (1,0 – 2,4 L/ha) | 3 | Utilizar 5 a 12 L de calda por planta. Terrestre: 1000 a 2400 L/ha |
Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | ||||
Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | ||||
Psilídeo-dos-citros (Diaphorina citri) | 1,6 a 1,8 L/ha2 | |||
Ácaro-vermelho (Tetranychus mexicanus) | 1,5 L/ha | 1 | ||
Época e intervalo de aplicação:
| ||||
Coco | Ácaro-do-coqueiro (Aceria guerreronis) | 200 mL/100 L (1,2 L/ha) | 2 | Terrestre: 600 L/ha |
Ácaro-vermelho-das-palmeiras (Raoiella indica) | ||||
Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações quando do aparecimento do ácaro, na fase de floração e frutificação. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 15 dias. | ||||
Dendê Pupunha Açaí Castanha-do- Pará Macadâmia Pinhão | Ácaro-do-coqueiro (Aceria guerreronis) | 200 mL/100 L (1,2 L/ha) | 2 | Terrestre: 600 L/ha |
Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações quando do aparecimento do ácaro, na fase de floração e frutificação. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 15 dias. | ||||
Feijão Amendoim Ervilha Grão-de-bico Lentilha | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 0,75 – 1,0 L/ha | 2 | Terrestre: 150-200 Aérea: 20-40 L/ha |
Época e intervalo de aplicação: Ácaro-rajado (Tetranychus urticae): Aplicar quando a infestação atingir o nível de controle, ou seja, quando encontrar seis plantas com sintoma de ataque ou presença dos ácaros em 2 m de linha. | ||||
Maçã | Ácaro-vermelho-europeu (Panonychus ulmi) | 100 mL/100 L (1,0 L/ha) | 2 | Terrestre: 1000 L/ha |
Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações quando for observado 3 a 4 ácaros por folha. Reaplicar quando atingir o nível estipulado. | ||||
Mamão Abacate Anonáceas Cacau Cupuaçu Guaraná Manga Maracujá Kiwi Lichia Romã | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae | 75 a 100 mL/100 L (0,45 – 0,6 L/ha) | 3 | Terrestre: 600 L/ha |
Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | ||||
Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações quando do aparecimento dos ácaros. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 7 dias. | ||||
Morango Acerola Amora Azeitona Framboesa Pitanga Mirtilo Seriguela | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 100 mL/100 L (0,7 L/ha) | 3 | Terrestre: 700 L/ha |
Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações quando do aparecimento de ácaros. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 7 dias. | ||||
Plantas Ornamentais3 | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 200 mL/100 L (3,0 L/ha) | 2 | Terrestre:1500 L/ha |
Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações quando do aparecimento de ácaros | ||||
Soja | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 0,75 – 1,0 L/ha | 2 | Terrestre: 150-200 Aérea: 20-40 L/ha |
Época e intervalo de aplicação: A aplicação deve ser realizada no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento da praga. | ||||
Tomate Abóbora Abobrinha Berinjela Chuchu Jiló Maxixe Pepino Pimenta Pimentão Quiabo | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 100 mL/100 L (1,0 L/ha) | 2 | Terrestre: 1000 L/ha |
Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações quando do aparecimento de ácaros | ||||
Obs.: 1 litro de FUJIMITE 50 SC corresponde 50 g do ingrediente ativo FENPIROXIMATO
- O volume da calda pode variar conforme o porte da cultura agrícola envolvida, bem como do equipamento de aplicação empregado.
- Adicionar óleo vegetal a 1% v/v na calda.
- De acordo com a adoção de agrupamento de culturas em plantas ornamentais, consideram-se plantas ornamentais todos os vegetais não-comestíveis, cultivados com finalidade comercial, podendo incluir mudas, plantas cortadas ou envasadas, herbáceas, arbustivas ou arbóreas, destinadas unicamente para ornamentação ou para revestimento de superfícies de solo (ação protetiva) (INC nº 1, de 08/11/2019). Devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas pragas indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala.
Vide INSTRUÇÕES DE USO
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Abacaxi | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Abóbora | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Abobrinha | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Açaí | Aceria guerreronis | Ácaro do coqueiro | Ver detalhes |
| Acerola | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Algodão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Amendoim | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Amora | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Anonáceas | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro branco | Ver detalhes |
| Azeitona | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Berinjela | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Cacau | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Café | Oligonychus ilicis | Ácaro-vermelho, Aranha-vermelha-do-cafeeiro | Ver detalhes |
| Castanha-do-pará | Aceria guerreronis | Ácaro do coqueiro | Ver detalhes |
| Chuchu | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Citros | Diaphorina citri | Psilídeo | Ver detalhes |
| Coco | Aceria guerreronis | Ácaro-da-necrose-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Cupuaçu | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Dendê | Aceria guerreronis | Ácaro do coqueiro | Ver detalhes |
| Ervilha | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Feijão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Feijões | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Framboesa | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Guaraná | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro branco | Ver detalhes |
| Jiló | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Kiwi | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro-branco | Ver detalhes |
| Lentilha | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Lichia | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro-branco | Ver detalhes |
| Maçã | Panonychus ulmi | Ácaro-da-macieira, Ácaro-vermelho-europeu | Ver detalhes |
| Macadâmia | Aceria guerreronis | Ácaro do coqueiro | Ver detalhes |
| Mamão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Manga | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro branco | Ver detalhes |
| Maracujá | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Maxixe | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Mirtilo | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Morango | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Pepino | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Pimenta | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Pimentão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Pinhão | Aceria guerreronis | Ácaro-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Pitanga | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Plantas Ornamentais | Tetranychus urticae | Acaro-rajado | Ver detalhes |
| Pupunha | Aceria guerreronis | Ácaro do coqueiro | Ver detalhes |
| Quiabo | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Romã | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Seriguela | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Soja | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Tomate | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
FUJIMITE 50 SC, é diluído em água e aplicado na forma de pulverização, utilizando-se equipamento costal manual, ou motorizado (atomizador), bem como através de tração tratorizada, pulverizadores munidos com barra ou pistola, e por aeronaves.
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do FUJIMITE 50 SC deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Coloque água limpa, no tanque do pulverizador, até metade da sua capacidade. A presença de coloides em suspensão, como terra, argila ou matéria orgânica, pode reduzir a eficácia do produto. Com o sistema de agitação do tanque ou com o retorno acionado, adicione a dose recomendada de FUJIMITE 50 SC e complete o volume do tanque com água. A agitação deverá ser constante durante o preparo e aplicação da calda, visando manter homogênea a calda de pulverização. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque do pulverizador, pulverizando logo após a sua preparação.
Realizar o processo de tríplice lavagem das embalagens durante o preparo da calda.
Utilizar pulverizadores equipados com bicos apropriados, que promovam tamanho de gotas, e volume de calda capaz de promover cobertura uniforme das plantas.
A variação do volume de calda está em função da cultura a ser tratada, seu estádio de desenvolvimento, porte ou enfolhamento.
As pressões de trabalho, assim como os ajustes do pulverizador, deverão ser selecionadas em função do volume de calda e da classe de gotas recomendadas.
Utilizar pulverizadores tratorizados obedecendo os diferentes tipos de espaçamentos de bicos, assim como a altura da barra, conforme as recomendações dos fabricantes, devendo ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura, de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
IMPORTANTE: Deve-se respeitar os volumes de calda recomendados para que seja possível proporcionar uma boa cobertura da área a ser tratada. Para aplicar este produto, use uma tecnologia de aplicação que ofereça uma boa cobertura dos alvos. Consulte um engenheiro agrônomo.
FUJIMITE 50 SC, pode ser aplicado com aeronaves agrícolas, adaptadas com barra e equipadas com bicos hidráulicos ou rotativos, tipo micronair.
Volume de calda: 20 a 40 litros por ha.
Tipos de pontas: aplicar através de aeronaves equipadas com micronair ou com barras dotadas de pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos que produzam, preferencialmente, gotas médias e grossas. Observar o potencial de deriva, que com gotas de tamanho muito reduzido que poderão atingir culturas vizinhas sensíveis (Vide “Recomendações para evitar deriva”, abaixo).
Os ajustes da barra devem ser realizados para que se obtenha distribuição uniforme das gotas.
Altura de voo: 3 - 4 m em relação ao topo das plantas. Recomenda-se utilizar a menor altura de voo possível, desde que garanta segurança adequada ao voo.
Não sobrepor faixa de aplicação.
O sistema de agitação do produto, no interior do tanque, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático.
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação. Condições climáticas: devem ser respeitadas as condições de velocidade do vento, de 3 a 10 km/h, temperatura inferior a 30° C, e umidade relativa superior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Não realizar aplicação em condições de inversão térmica e de correntes ascendentes. Não aplicar se houver rajadas de ventos, ou condições sem vento.
A critério do Eng. Agr. Responsável, os limites climáticos, acima, podem ser flexibilizados, mediante uso de tecnologia adequada.
Não permita que a deriva, proveniente da aplicação, atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Algodão | 28 dias |
Café, Citros, Maçã | 15 dias |
Mamão, Abacate, Abacaxi, Anonáceas, Cacau, Cupuaçu, Guaraná, Kiwi, Lichia, Manga, Maracujá, Romã | 3 dias |
Soja | 28 dias |
Tomate, Abóbora, Abobrinha, Berinjela, Chuchu, Jiló, Maxixe, Pepino, Pimenta, Pimentão, Quiabo | 7 dias |
Morango, Acerola, Amora, Azeitona, Framboesa, Mirtilo, Pitanga, Seriguela | 5 dias |
Plantas ornamentais | U.N.A (Uso Não Alimentar) |
Coco, Açaí, Castanha-do-Pará, Dendê, Macadâmia, Pinhão, Pupunha | 7 dias |
Feijão, Amendoim, Ervilha, Grão de bico, Lentilha | 14 dias |
Recomenda-se aguardar o completo secamento do produto sobre as folhas das plantas tratadas. Aguardar pelo menos 24 horas.
Evitar sempre que possível que pessoas alheias ao trato com a cultura e animais domésticos circulem pela área tratada.
Culturas | Pragas controladas | Doses | Número de aplicações | Modo de aplicação / Volume de calda (L/ha)1 |
Abacaxi | Ácaro-alaranjado (Dolichotetranychus floridanus) | 75 - 100 mL/100 L água (0,45 – 0,6 L/ha) | 3 | Terrestre: 600 L/ha |
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae | ||||
Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | ||||
Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações quando do aparecimento dos ácaros. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 7 dias. | ||||
Algodão | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 0,75 - 1,0 L/ha | 2 | Terrestre: 150 - 300 L/ha Aérea: 20 a 40 L/ha |
Época e intervalo de aplicação: As aplicações devem ser iniciadas logo no início da infestação do ácaro praga, quando atingir o nível de controle (10% das plantas atacadas). Utilize a dose maior quando as condições climáticas com respeito a umidade e temperatura forem favoráveis ao aparecimento das pragas e/ou quando a cultura atingir maior densidade foliar. Repetir a pulverização, se necessário, no mínimo 14 dias após a primeira aplicação. | ||||
Café | Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | 1,0 - 2,0 L/ha | 2 | Terrestre:1.000 a 2.500 L/ha |
Ácaro-vermelho (Oligonychus ilicis) | 1,5 - 2,0 L/ha | Terrestre: 500 a 600 L/ha | ||
Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações quando do aparecimento de ácaros. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 30 dias | ||||
Citros | Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | 100 mL/100 L água (1,0 – 2,4 L/ha) | 3 | Utilizar 5 a 12 L de calda por planta. Terrestre: 1000 a 2400 L/ha |
Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | ||||
Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | ||||
Psilídeo-dos-citros (Diaphorina citri) | 1,6 a 1,8 L/ha2 | |||
Ácaro-vermelho (Tetranychus mexicanus) | 1,5 L/ha | 1 | ||
Época e intervalo de aplicação:
planta. Considerar infestada a folha que apresentar 5 ou mais ácaros presentes. A aplicação deve ser feita quando atingir, no máximo, 30% de folhas infestadas. Realizar, no máximo, 1 aplicação por ciclo da cultura. | ||||
Coco | Ácaro-do-coqueiro (Aceria guerreronis) | 200 mL/100 L água (1,2 L/ha) | 2 | Terrestre: 600 L/ha |
Ácaro-vermelho-das-palmeiras (Raoiella indica) | ||||
Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações quando do aparecimento do ácaro, na fase de floração e frutificação. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 15 dias. | ||||
Dendê Pupunha Açaí Castanha-do- Pará Macadâmia Pinhão | Ácaro-do-coqueiro (Aceria guerreronis) | 200 mL/100 L água (1,2 L/ha) | 2 | Terrestre: 600 L/ha |
Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações quando do aparecimento do ácaro, na fase de floração e frutificação. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 15 dias. | ||||
Feijão Amendoim Ervilha Feijões Grão-de-bico Lentilha | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 0,75 – 1,0 L/ha | 2 | Terrestre: 150-200 Aérea: 20-40 L/ha |
Época e intervalo de aplicação: Ácaro-rajado (Tetranychus urticae): Aplicar quando o a infestação atingir o nível de controle, ou seja, quando encontrar seis plantas com sintoma de ataque ou presença dos ácaros em 2 m de linha. | ||||
Maçã | Ácaro-vermelho-europeu (Panonychus ulmi) | 100 mL/100 L água (1,0 L/ha) | 2 | Terrestre: 1000 L/ha |
Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações quando forem observados 3 a 4 ácaros por folha. Reaplicar quando atingir o nível estipulado. | ||||
Mamão Abacate Anonáceas Cacau Cupuaçu Guaraná Manga Maracujá Kiwi Lichia Romã | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae | 75 a 100 mL/100 L água (0,45 – 0,6 L/ha) | 3 | Terrestre: 600 L/ha |
Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | ||||
Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações quando do aparecimento dos ácaros. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 7 dias. | ||||
Morango Acerola Amora Azeitona Framboesa Pitanga Mirtilo Seriguela | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 100 mL/100 L água (0,7 L/ha) | 3 | Terrestre: 700 L/ha |
Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações quando do aparecimento de ácaros. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalos de 7 dias. | ||||
Plantas Ornamentais3 | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 200 mL/100 L água (3,0 L/ha) | 2 | Terrestre:1500 L/ha |
Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações quando do aparecimento de ácaros | ||||
Soja | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 0,75 – 1,0 L/ha | 2 | Terrestre: 150-200 Aérea: 20-40 L/ha |
Época e intervalo de aplicação: A aplicação deve ser realizada no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento da praga. | ||||
Tomate Abóbora Abobrinha Berinjela Chuchu Jiló Maxixe Pepino Pimenta Pimentão Quiabo | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 100 mL/100 L água (1,0 L/ha) | 2 | Terrestre: 1000 L/ha |
Época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações quando do aparecimento de ácaros | ||||
Obs.: 1 litro de ORTUS 50 SC corresponde 50 g do ingrediente ativo FENPIROXIMATO
- O volume da calda pode variar conforme o porte da cultura agrícola envolvida, bem como do equipamento de aplicação empregado.
- Adicionar óleo vegetal a 1% v/v na calda.
- De acordo com a adoção de agrupamento de culturas em plantas ornamentais, consideram-se
plantas ornamentais todos os vegetais não-comestíveis, cultivados com finalidade comercial, podendo incluir mudas, plantas cortadas ou envasadas, herbáceas, arbustivas ou arbóreas, destinadas unicamente para ornamentação ou para revestimento de superfícies de solo (ação protetiva) (INC nº 1, de 08/11/2019).
Devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas pragas indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala.
Vide INSTRUÇÕES DE USO
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Abacaxi | Dolichotetranychus floridanus | Ácaro-alaranjado, Ácaro-plano-da-base-das-folhas | Ver detalhes |
| Abóbora | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Abobrinha | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Açaí | Aceria guerreronis | Ácaro do coqueiro | Ver detalhes |
| Acerola | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Algodão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Amendoim | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Amora | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Anonáceas | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Berinjela | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Cacau | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Café | Oligonychus ilicis | Ácaro-vermelho, Aranha-vermelha-do-cafeeiro | Ver detalhes |
| Castanha-do-pará | Aceria guerreronis | Ácaro do coqueiro | Ver detalhes |
| Chuchu | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Citros | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro-branco, Ácaro-tropical | Ver detalhes |
| Coco | Aceria guerreronis | Ácaro-da-necrose-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Cupuaçu | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Dendê | Aceria guerreronis | Ácaro do coqueiro | Ver detalhes |
| Ervilha | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Feijão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Feijões | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Framboesa | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Guaraná | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro branco | Ver detalhes |
| Jiló | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Kiwi | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado. | Ver detalhes |
| Lentilha | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Lichia | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro-branco | Ver detalhes |
| Maçã | Panonychus ulmi | Ácaro-da-macieira, Ácaro-vermelho-europeu | Ver detalhes |
| Macadâmia | Aceria guerreronis | Ácaro do coqueiro | Ver detalhes |
| Mamão | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro-branco, Ácaro-tropical | Ver detalhes |
| Manga | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Maracujá | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Maxixe | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Mirtilo | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Morango | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Oliveira | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Pepino | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Pimenta | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Pimentão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Pinhão | Aceria guerreronis | Ácaro-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Pinhão manso | Aceria guerreronis | Ácaro do coqueiro | Ver detalhes |
| Pitanga | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Plantas Ornamentais | Tetranychus urticae | Acaro-rajado | Ver detalhes |
| Pupunha | Aceria guerreronis | Ácaro do coqueiro | Ver detalhes |
| Quiabo | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Romã | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro branco | Ver detalhes |
| Seriguela | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Soja | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Tomate | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
ORTUS 50 SC, é diluído em água e aplicado na forma de pulverização, utilizando-se equipamento costal manual, ou motorizado (atomizador), bem como através de tração tratorizada, pulverizadores munidos com barra ou pistola, e por aeronaves.
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do ORTUS 50 SC deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Coloque água limpa, no tanque do pulverizador, até metade da sua capacidade. A presença de coloides em suspensão, como terra, argila ou matéria orgânica, pode reduzir a eficácia do produto. Com o sistema de agitação do tanque ou com o retorno acionado, adicione a dose recomendada de ORTUS 50 SC e complete o volume do tanque com água. A agitação deverá ser constante durante o preparo e aplicação da calda, visando manter homogênea a calda de pulverização. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque do pulverizador, pulverizando logo após a sua preparação.
Realizar o processo de tríplice lavagem das embalagens durante o preparo da calda.
Utilizar pulverizadores equipados com bicos apropriados, que promovam tamanho de gotas, e volume de calda capaz de promover cobertura uniforme das plantas.
A variação do volume de calda está em função da cultura a ser tratada, seu estádio de desenvolvimento, porte ou enfolhamento.
As pressões de trabalho, assim como os ajustes do pulverizador, deverão ser selecionadas em função do volume de calda e da classe de gotas recomendadas.
Utilizar pulverizadores tratorizados obedecendo os diferentes tipos de espaçamentos de bicos, assim como a altura da barra, conforme as recomendações dos fabricantes, devendo ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura, de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
IMPORTANTE: Deve-se respeitar os volumes de calda recomendados para que seja possível proporcionar uma boa cobertura da área a ser tratada. Para aplicar este produto, use uma tecnologia de aplicação que ofereça uma boa cobertura dos alvos. Consulte um engenheiro agrônomo.
ORTUS 50 SC, pode ser aplicado com aeronaves agrícolas, adaptadas com barra e equipadas com bicos hidráulicos ou rotativos, tipo micronair.
Volume de calda: 20 a 40 litros por ha.
Tipos de pontas: aplicar através de aeronaves equipadas com micronair ou com barras dotadas de pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos que produzam, preferencialmente, gotas médias e grossas. Observar o potencial de deriva, que com gotas de tamanho muito reduzido poderão atingir culturas vizinhas sensíveis (Vide “Recomendações para evitar deriva”, abaixo).
Os ajustes da barra devem ser realizados para que se obtenha distribuição uniforme das gotas.
Altura de voo: 3 - 4 m em relação ao topo das plantas. Recomenda-se utilizar a menor altura de voo possível, desde que garanta segurança adequada ao voo.
Não sobrepor faixa de aplicação.
O sistema de agitação do produto, no interior do tanque, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático.
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação. Condições climáticas: devem ser respeitadas as condições de velocidade do vento, de 3 a 10 km/h, temperatura inferior a 30° C, e umidade relativa superior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Não realizar aplicação em condições de inversão térmica e de correntes ascendentes. Não aplicar se houver rajadas de ventos, ou condições sem vento.
A critério do Eng. Agr. Responsável, os limites climáticos, acima, podem ser flexibilizados, mediante uso de tecnologia adequada.
Não permita que a deriva, proveniente da aplicação, atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a
pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Algodão | 28 dias |
Café, Citros, Maçã | 15 dias |
Mamão, Abacate, Abacaxi, Anonáceas, Cacau, Cupuaçu, Guaraná, Kiwi, Lichia, Manga, Maracujá, Romã | 3 dias |
Soja | 28 dias |
Tomate, Abóbora, Abobrinha, Berinjela, Chuchu, Jiló, Maxixe, Pepino, Pimenta, Pimentão, Quiabo | 7 dias |
Morango, Acerola, Amora, Azeitona, Framboesa, Mirtilo, Pitanga, Seriguela | 5 dias |
Plantas ornamentais | U.N.A (Uso Não Alimentar) |
Coco, Açaí, Castanha-do-Pará, Dendê, Macadâmia, Pinhão, Pupunha | 7 dias |
Feijão, Amendoim, Ervilha, Feijões, Grão de bico, Lentilha | 14 dias |
Recomenda-se aguardar o completo secamento do produto sobre as folhas das plantas tratadas. Aguardar pelo menos 24 horas.
Evitar sempre que possível que pessoas alheias ao trato com a cultura e animais domésticos circulem pela área tratada.
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
CAFÉ | Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | 300 mL/ha | 02 | TERRESTRE 600 - 1000 |
Ácaro-vermelho (Oligonychus ilicis) | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação deve ser realizada no início do aparecimento da praga, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 30 dias. O volume de calda deve ser utilizado de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. Recomenda-se adicionar adjuvante | ||||
CITROS | Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | 20 a 25 mL/100L de água | 01 | TERRESTRE 2000 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação deve ser realizada no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento das pragas: quando em 3 % dos frutos ou ramos examinados for constatada a presença do ácaro. Recomenda-se adicionar adjuvante | ||||
Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | 20 a 25 mL/100L de água | 01 | TERRESTRE 2000 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação deve ser realizada no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento das pragas: quando for observada a presença de 20 a 30 ácaros/cm2 em 5 % dos frutos ou folhas examinadas. Recomenda-se adicionar adjuvante | ||||
Ácaro-vermelho (Tetranychus mexicanus) | 20 a 25 mL/100L de água | 01 | TERRESTRE 2000 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação deve ser realizada no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento das pragas: quando for constatada a presença da praga. Recomenda-se adicionar adjuvante | ||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
CITROS | Ácaro-purpúreo (Panonychus citri) | 20 mL/100L de água | 01 | TERRESTRE 2000 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação deve ser realizada no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento das pragas: quando for constatada a presença do ácaro em 5 % das folhas e frutos. Recomenda-se adicionar adjuvante | ||||
Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 20 mL/100L de água | 01 | TERRESTRE 2000 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação deve ser realizada no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento das pragas: quando for constatada a presença do ácaro em 5 % dos frutos ou folhas jovens. Recomenda-se adicionar adjuvante | ||||
COCO | Ácaro-da-necrose do- coqueiro (Eriophyes guerreronis) | 30 mL/100L de água | 03 | TERRESTRE 1000 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar a aplicação no início do aparecimento da praga, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 21 dias. Recomenda-se adicionar adjuvante | ||||
MAÇÃ | Ácaro-vermelho-europeu (Panonychus ulmi) | 20 mL/100L de água | 01 | TERRESTRE 2000 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar a aplicação durante o ciclo vegetativo, for constatada a presença de 2 formas móveis por folha. Em caso de reinfestação, utilizar acaricidas de mecanismo de ação diferente. Recomenda-se adicionar adjuvante | ||||
MAMÃO | Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 300 mL/ha | 03 | TERRESTRE 1000 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar a aplicação no início do aparecimento da praga, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 14 dias. O produto deve ser aplicado visando os ponteiros e as brotações laterais das plantas. | ||||
SERINGUEIRA | Ácaro (Tenuipalpus hevea) | 20 mL/100L de água | 01 | TERRESTRE 6 - 7 * |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar a aplicação no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento da praga. *Aplicar 6 – 7 L/planta. | ||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
TOMATE | Ácaro-do-bronzeamento (Aculops lycopersici) | 30 mL/100L de água | 03 | TERRESTRE 1000 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar a aplicação no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 07 dias. Recomenda-se adicionar adjuvante | ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Café | Oligonychus ilicis | Ácaro-vermelho, Aranha-vermelha-do-cafeeiro | Ver detalhes |
| Citros | Panonychus citri | Ácaro-purpúreo | Ver detalhes |
| Coco | Eriophyes guerreronis | Ácaro-da-necrose-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Maçã | Panonychus ulmi | Ácaro-da-macieira, Ácaro-vermelho-europeu | Ver detalhes |
| Mamão | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro-branco, Ácaro-tropical | Ver detalhes |
| Seringueira | Tenuipalpus hevea | Ácaro | Ver detalhes |
| Tomate | Aculops lycopersici | Ácaro-bronzeado, Ácaro-do-bronzeamento | Ver detalhes |
O produto deve ser diluído em água e aplicado na forma de pulverização, utilizando-se equipamentos costal manual ou motorizado, turbo atomizadores tratorizados ou pulverizadores de pistola.
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto. O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do BRAVER deve estar limpo de resíduos de outro defensivo. Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do BRAVER completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Aplicação Terrestre
Utilizar pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e/ou estacionários munidos de mangueiras ou turboatomizadores.
pistola evitando sobreposições, deriva ou concentração de calda em um único ponto gerando, assim, escorrimento e desperdício da calda.
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
menor que 30°C | maior que 55% | entre 3 e 10km/h |
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições meteorológicas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral.
Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica, enquanto se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
INTERVALO DE SEGURANÇA (período que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
CULTURAS | INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS) |
Café | 21 |
Citros | 21 |
Coco | 21 |
Maçã | 7 |
Mamão | 7 |
Seringueira | UNA |
Tomate | 7 |
UNA – Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DO PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO POR CULTURA |
Café | Ácaro da leprose Brevipalpus phoenicis | 300 mL/ha | Aplicação terrestre: 600-1000 L/ha | 02 |
Ácaro vermelho Oligonychus ilicis | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO A aplicação do produto deve ser realizada no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 30 dias. Utilize a dose variando de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. | ||||
Citros | Ácaro da leprose Brevipalpus phoenicis | 20-25 mL/100 L de água | Aplicação terrestre: 2000 L/ha | 01 |
Ácaro da falsa ferrugem Phyllocoptruta oleivora | ||||
Ácaro-vermelho Tetranychus mexicanus | ||||
Ácaro purpúreo Panonychus citri | 20 mL/100 L de água | |||
Ácaro branco Polyphagotarsonemus latus | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Ácaro da leprose: a aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento da praga, quando em 3% dos frutos ou ramos examinados for constatada a presença do ácaro. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Ácaro da falsa ferrugem: a aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento da praga quando for observada a presença de 20 a 30 ácaros/cm² em 5% dos frutos ou folhas examinadas. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Ácaro-vermelho: a aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento da praga. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Ácaro purpúreo e Ácaro branco: a aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento das pragas, para o Ácaro-purpúreo, quando for constatada a presença do ácaro em 5% das folhas e frutos, e para o Ácaro-branco, quando for constatada a presença do ácaro em 5% dos frutos ou folhas jovens. | ||||
Coco | Ácaro da necrose do coqueiro Eriophyes guerreronis | 30 mL/100 L de água | Aplicação terrestre: 1000 L/ha | 03 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 21 dias. | ||||
Maçã | Ácaro vermelho europeu Panonychus ulmi | 20 mL/100 L de água | Aplicação terrestre: 2000 L/ha | 01 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar durante o ciclo vegetativo, quando no monitoramento forem constatadas a presença de 2 formas móveis por folha. Em caso de reinfestação, utilizar acaricidas de mecanismo de ação diferente. | ||||
Mamão | Ácaro branco Polyphagotarsonemus latus | 300 mL/ha | Aplicação terrestre: 500-1000 L/ha | 03 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento observar as primeiras formas de desenvolvimento da praga. O produto deve ser aplicado visando os ponteiros e as brotações laterais das plantas. O volume de calda deve ser utilizado de acordo com o estádio e a massa foliar da lavoura. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 14 dias. | ||||
Seringueira | Ácaro Tenuipalpus heveae | 20 mL/100 L de água | Aplicação terrestre: 6-7 L/planta | 01 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento observar as primeiras formas de desenvolvimento da praga. | ||||
Tomate | Ácaro do bronzeamento Aculops lycopersici | 30 mL/100 L de água | Aplicação terrestre: 1000 L/ha | 03 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento observar as primeiras formas de desenvolvimento da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 dias. | ||||
- Para as culturas do café, citros, coco, maçã e tomate, recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5 v/v.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Café | Oligonychus ilicis | Ácaro-vermelho, Aranha-vermelha-do-cafeeiro | Ver detalhes |
| Citros | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro-da-falsa-ferrugem, Ácaro-da-mulata | Ver detalhes |
| Coco | Eriophyes guerreronis | Ácaro-da-necrose-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Maçã | Panonychus ulmi | Ácaro-da-macieira, Ácaro-vermelho-europeu | Ver detalhes |
| Mamão | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro-branco, Ácaro-tropical | Ver detalhes |
| Seringueira | Tenuipalpus hevea | Ácaro | Ver detalhes |
| Tomate | Aculops lycopersici | Ácaro-bronzeado, Ácaro-do-bronzeamento | Ver detalhes |
O produto é diluído em água e aplicado na forma de pulverização.
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto.
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do CLOUD deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do CLOUD, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica, calibrar o equipamento para que a cada acionamento do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante de modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a pistola de evitando a concentração de calda em um único ponto gerando, assim, escorrimento e desperdício da calda.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio com espaçamento entre pontas determinado pelo fabricante. As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com perfil de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
Menor que 30°C | maior que 55% | entre 3 e 10km/h |
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Culturas | Intervalo de Segurança |
Café, Citros e Coco | 21 dias |
Maçã, Mamão e Tomate | 07 dias |
Seringueira | UNA |
UNA – Uso Não Alimentar.
Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.
Culturas | Pragas Controladas | Dose Produto Comercial | Nº máximo de aplicações | Volume de calda | Equipamento de aplicação | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||||
Café | Ácaro-da-leprose | Brevipalpus phoenicis | 300 ml/ha | 2 | 600 - 1000 L/ha | Costal Turbo | 21 |
Ácaro-vermelho | Oligonychus ilicis | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação do produto deve ser iniciada no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 30 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo, com volume de calda entre 600 – 1000 L/ha, variando de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. Recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5 v/v. | |||||||
Citros | Ácaro-da-leprose | Brevipalpus phoenicis | 20 - 25 ml/100 L de água | 1 | 2000 L/ha | Costal Turbo | 21 |
Ácaro-da-falsa- ferrugem | Phyllocoptruta oleivora | ||||||
Ácaro-vermelho | Tetranychus mexicanus | ||||||
Ácaro-purpúreo | Panonychus citri | 20 ml/100 L de água | |||||
Ácaro-branco | Polyphagotarsonemu s latus | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento das pragas: Ácaro-da-leprose: quando em 3% dos frutos ou ramos examinados for constatada a presença do ácaro. Ácaro-da-falsa-ferrugem: quando for observada a presença de 20 a 30 ácaros/cm2 em 5% dos frutos ou folhas examinadas. Ácaro-purpúreo: quando for constatada a presença do ácaro em 5% das folhas e frutos. Ácaro-branco: quando for constatada a presença do ácaro em 5% dos frutos ou folhas jovens. Ácaro-vermelho: quando for constatada a presença da praga. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultivo, com volume de calda de 2000 L/ha. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. Recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5 v/v. | |||||||
Coco | Ácaro-da-necrose- do-coqueiro | Eriophyes guerreronis | 30 ml/100 L de água | 3 | 1000 L/ha | Costal Turbo | 21 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 21 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo, com volume de calda de 1000 L/ha. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. Recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5 v/v. | |||||||
Maçã | Ácaro-vermelho- europeu | Panonychus ulmi | 20 ml/100 L de água | 1 | 2000 L/ha | Costal Turbo | 7 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar durante o ciclo vegetativo, quando no monitoramento forem constatadas a presença de 2 formas móveis por folha. Em caso de reinfestação, utilizar acaricidas de mecanismo de ação diferente. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultivo. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. Recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5 v/v. | |||||||
Mamão | Ácaro-branco | Polyphagotarsonemu s latus | 300 ml/ha | 3 | 500 - 1000 L/ha (variando de acordo com o estádio e a massa foliar da lavoura) | Costal Turbo | 7 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento observar as primeiras formas de desenvolvimento da praga. O produto deve ser aplicado visando os ponteiros e as brotações laterais das plantas. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 14 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. | |||||||
Culturas | Pragas Controladas | Dose Produto Comercial | Nº máximo de aplicações | Volume de calda | Equipamento de aplicação | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||||
Seringueira | Ácaro | Tenuipalpus hevea | 20 ml/100 L de água | 1 | 6 – 7 L/planta | Costal Turbo | UNA* |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento observar as primeiras formas de desenvolvimento da praga. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultivo. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. *UNA = uso não alimentar | |||||||
Tomate | Ácaro-do- bronzeamento | Aculops lycopersici | 30 ml/100 L de água | 3 | 1000 L/ha | Barra Costal Estacionário | 7 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento observar as primeiras formas de desenvolvimento da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 dias Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. Recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5 v/v. | |||||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Café | Oligonychus ilicis | Ácaro-vermelho, Aranha-vermelha-do-cafeeiro | Ver detalhes |
| Citros | Brevipalpus phoenicis | Ácaro-da-leprose, Ácaro-plano | Ver detalhes |
| Coco | Aceria guerreronis | Ácaro-da-necrose-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Maçã | Panonychus ulmi | Ácaro-da-macieira, Ácaro-vermelho-europeu | Ver detalhes |
| Mamão | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro-branco, Ácaro-tropical | Ver detalhes |
| Seringueira | Tenuipalpus hevea | Ácaro | Ver detalhes |
| Tomate | Aculops lycopersici | Ácaro-bronzeado, Ácaro-do-bronzeamento | Ver detalhes |
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do ENVIDOR®/ VESUVE® deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do ENVIDOR®/ VESUVE®, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que a aplicação seja uniforme e que não ocorram sobreposições, escorrimentos e nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Utilizar pulverizador estacionário munido de barra com ponta de pulverização do tipo leque (jato plano) ou com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica e calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante de modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a barra ou pistola evitando sobreposições, deriva ou concentração de calda em um único ponto gerando, assim, escorrimento e desperdício da calda.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas.
Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estagio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas
Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio com espaçamento entre pontas determinado pelo fabricante. As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com perfil de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
menor que 30°C | maior que 55% | entre 3 e 10km/h |
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições meteorológicas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral.
Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DO PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO POR CULTURA |
Café | Ácaro da leprose Brevipalpus phoenicis | 300 mL/ha | Aplicação terrestre: 600-1000 L/ha | 02 |
Ácaro vermelho Oligonychus ilicis | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO A aplicação do produto deve ser realizada no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 30 dias. Utilize a dose variando de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. | ||||
Citros | Ácaro da leprose Brevipalpus phoenicis | 20-25 mL/100 L de água | Aplicação terrestre: 2000 L/ha | 01 |
Ácaro da falsa ferrugem Phyllocoptruta oleivora | ||||
Ácaro-vermelho Tetranychus mexicanus | ||||
Ácaro purpúreo Panonychus citri | 20 mL/100 L de água | |||
Ácaro branco Polyphagotarsonemus latus | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Ácaro da leprose: a aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento da praga, quando em 3% dos frutos ou ramos examinados for constatada a presença do ácaro. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Ácaro da falsa ferrugem: a aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento da praga quando for observada a presença de 20 a 30 ácaros/cm² em 5% dos frutos ou folhas examinadas. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Ácaro-vermelho: a aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento da praga. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Ácaro purpúreo e Ácaro branco: a aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento das pragas, para o Ácaro-purpúreo, quando for constatada a presença do ácaro em 5% das folhas e frutos, e para o Ácaro-branco, quando for constatada a presença do ácaro em 5% dos frutos ou folhas jovens. | ||||
Coco | Ácaro da necrose do coqueiro Eriophyes guerreronis | 30 mL/100 L de água | Aplicação terrestre: 1000 L/ha | 03 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 21 dias. | ||||
Maçã | Ácaro vermelho europeu Panonychus ulmi | 20 mL/100 L de água | Aplicação terrestre: 2000 L/ha | 01 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar durante o ciclo vegetativo, quando no monitoramento forem constatadas a presença de 2 formas móveis por folha. Em caso de reinfestação, utilizar acaricidas de mecanismo de ação diferente. | ||||
Mamão | Ácaro branco Polyphagotarsonemus latus | 300 mL/ha | Aplicação terrestre: 500-1000 L/ha | 03 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento observar as primeiras formas de desenvolvimento da praga. O produto deve ser aplicado visando os ponteiros e as brotações laterais das plantas. O volume de calda deve ser utilizado de acordo com o estádio e a massa foliar da lavoura. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 14 dias. | ||||
Seringueira | Ácaro Tenuipalpus heveae | 20 mL/100 L de água | Aplicação terrestre: 6-7 L/planta | 01 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento observar as primeiras formas de desenvolvimento da praga. | ||||
Tomate | Ácaro do bronzeamento Aculops lycopersici | 30 mL/100 L de água | Aplicação terrestre: 1000 L/ha | 03 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento observar as primeiras formas de desenvolvimento da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 dias. | ||||
- Para as culturas do café, citros, coco, maçã e tomate, recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5 v/v.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Café | Brevipalpus phoenicis | Ácaro-da-leprose, Ácaro-plano | Ver detalhes |
| Citros | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro-da-falsa-ferrugem, Ácaro-da-mulata | Ver detalhes |
| Coco | Eriophyes guerreronis | Ácaro-da-necrose-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Maçã | Panonychus ulmi | Ácaro-da-macieira, Ácaro-vermelho-europeu | Ver detalhes |
| Mamão | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro-branco, Ácaro-tropical | Ver detalhes |
| Seringueira | Tenuipalpus hevea | Ácaro | Ver detalhes |
| Tomate | Aculops lycopersici | Ácaro-bronzeado, Ácaro-do-bronzeamento | Ver detalhes |
O produto é diluído em água e aplicado na forma de pulverização.
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto.
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do ESPIRODICLOFENO ASCENZA 240 SC deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do ESPIRODICLOFENO ASCENZA 240 SC, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica, calibrar o equipamento para que a cada acionamento do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante de modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a pistola de evitando a concentração de calda em um único ponto gerando, assim, escorrimento e desperdício da calda.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio com espaçamento entre pontas determinado pelo fabricante. As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com perfil de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
Menor que 30°C | maior que 55% | entre 3 e 10km/h |
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo.
A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Culturas | Intervalo de Segurança |
Café, Citros e Coco | 21 dias |
Maçã, Mamão e Tomate | 07 dias |
Seringueira | UNA |
UNA – Uso Não Alimentar.
Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.
Cultura | Pragas Controladas | Dose produto comercial | Época de aplicação | |
Nome comum | Nome científico | |||
Café | Ácaro-da-leprose | Brevipalpus phoenicis | 300 mL/ha | A aplicação do produto deve ser iniciada no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento da praga. Reaplicar em caso de reinfestação. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. Recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5 v/v. |
Ácaro-vermelho | Oligonychus ilicis | |||
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2 Intervalo de aplicação: 30 dias Volume de calda: 600 a 1000 L/ha Equipamento de aplicação: Costal / Turbo atomizador | ||||
Citros | Ácaro-da-leprose | Brevipalpus phoenicis | 20 a 25 mL/ 100 L d’água | A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento das pragas: Ácaro-da-leprose: quando em 3% dos frutos ou ramos examinados for constatada a presença do ácaro. Ácaro- da-falsa-ferrugem: quando for observada a presença de 20 a 30 ácaros/cm2 em 5% dos frutos ou folhas examinadas. Ácaro-purpúreo: quando for constatada a presença do ácaro em 5% das folhas e frutos. Ácaro- branco: quando for constatada a presença do ácaro em 5% dos frutos ou folhas jovens. Ácaro-vermelho: quando for constatada a presença da praga. Recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5 v/v. |
Ácaro-da-falsa- ferrugem | Phyllocoptruta oleivora | |||
Ácaro-vermelho | Tetranychus mexicanus | |||
Ácaro-purpúreo | Panonychus citri | 20 mL/ 100 L d’água | ||
Ácaro-branco | Polyphagotarsonemus latus | |||
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de calda: 2000 L/ha Equipamento de aplicação: Costal / Turbo atomizador | ||||
Coco | Ácaro-da-necrose- do-coqueiro | Eriophyes guerreronis | 30 mL/ 100 L d’água | A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar o produto. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. Recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5 v/v. |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de aplicação: 21 dias Volume de calda: 1000 L/ha Equipamento de aplicação: Costal / Turbo atomizador | ||||
Maçã | Ácaro-vermelho- europeu | Panonychus ulmi | 20 mL/ 100 L d’água | Aplicar durante o ciclo vegetativo, quando no monitoramento forem constatadas a presença de 2 formas móveis por folha. Em caso de reinfestação, utilizar acaricidas de mecanismo de ação diferente. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. Recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5 v/v. |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de calda: 2000 L/ha Equipamento de aplicação: Costal / Turbo atomizador | ||||
Mamão | Ácaro-branco | Polyphagotarsonemus latus | 300 mL/ha | A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento observar as primeiras formas de desenvolvimento da praga. O produto deve ser aplicado visando os ponteiros e as brotações laterais das plantas. Em caso de reinfestação, reaplicar o produto. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de aplicação: 14 dias Volume de calda: 500 – 1000 L/ha (variando de acordo com o estádio e a massa foliar da lavoura) Equipamento de aplicação: Costal / Turbo atomizador | ||||
Seringueira | Ácaro | Tenuipalpus hevea | 20 mL/ 100 L d’água | A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento observar as primeiras formas de desenvolvimento da praga. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de calda: 6 a 7 L/ha Equipamento de aplicação: Costal / Turbo atomizador *UNA = Uso Não Alimentar | ||||
Tomate | Ácaro-do- bronzeamento | Aculops lycopersici | 30 mL/ 100 L d’água | A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento observar as primeiras formas de desenvolvimento da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar o produto. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. Recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5 v/v. |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo de aplicação: 7 dias Volume de calda: 1000 L/ha Equipamento de aplicação: Barra / Costal / Estacionário | ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Café | Brevipalpus phoenicis | Ácaro-da-leprose, Ácaro-plano | Ver detalhes |
| Citros | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro-da-falsa-ferrugem, Ácaro-da-mulata | Ver detalhes |
| Coco | Eriophyes guerreronis | Ácaro-da-necrose-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Maçã | Panonychus ulmi | Ácaro-da-macieira, Ácaro-vermelho-europeu | Ver detalhes |
| Mamão | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro-branco, Ácaro-tropical | Ver detalhes |
| Seringueira | Tenuipalpus hevea | Ácaro | Ver detalhes |
| Tomate | Aculops lycopersici | Ácaro-bronzeado, Ácaro-do-bronzeamento | Ver detalhes |
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto.
deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica, calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a pistola de evitando a concentração de calda em um único ponto gerando, assim, escorrimento e desperdício da calda.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas
Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio com espaçamento entre pontas determinado pelo fabricante. As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com perfil de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
menor que 30°C | maior que 55% | entre 3 e 10km/h |
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A aplicação deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Aplicação deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Cultura | Dias |
Café, Citros e Coco | 21 |
Maçã, Mamão e Tomate | 07 |
Seringueira | UNA (Uso Não Alimentar) |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
O produto SANMITE EW é um inseticida e acaricida com ação de contato, atuando particularmente contra todas as fases móveis de ácaros fitófagos. O ingrediente ativo Piridabem age inibindo a respiração, por atuação sobre o “complexo I” mitocondrial.
Culturas | Pragas | Doses (p.c.) | Recomendações de uso | ||
Época e intervalo de aplicação | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | |||
Algodão | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 1000 a 1250 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. Realizar 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, caso haja necessidade. | 2 | Terrestre: 200 Aérea: 10-40 |
Berinjela | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 75 a 100 mL/100 L de água | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. Realizar, no máximo, 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo mínimo de 7 dias, caso haja nova infestação. | 2 | Terrestre: 800 a 1000 |
Café | Ácaro- vermelho (Oligonychus ilicis) | 500 mL/ha | Realizar inspeções periódicas e realizar aplicação logo no início do ataque do ácaro com, no máximo, 5% de folhas infestadas. Realizar, no máximo, 1 aplicação por ciclo da cultura. | 1 | Terrestre: 500 a 600 Aérea: 10-40 |
Ácaro-da- mancha-anular (Brevipalpus phoenicis) | 500 a 750 mL/ha | Realizar inspeções periódicas e realizar aplicação logo no início da infestação do ácaro. Realizar, no máximo, 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||
Citros | Ácaro-da- leprose (Brevipalpus phoenicis) | 50 a 100 mL/100 L de água | Realizar inspeções periódicas com o auxílio de lupas de aumento. Inspecionar ramos e frutos principalmente. Realizar a aplicação imediatamente após a constatação de, no máximo, 5% das partes vistoriadas apresentarem 1 ácaro por cm². Realizar, no máximo, 1 aplicação por ciclo da cultura. É importante garantir boa distribuição e recobrimento dos galhos e de frutos internos e externo da copa das plantas. | 1 | Terrestre: 2000 Aérea: 10-40 |
Ácaro- vermelho (Tetranychus mexicanus) | Realizar inspeções periódicas com o auxílio de lupas de aumento. Inspecionar 1% das plantas do talhão em zig-zag, avaliando 3 folhas maduras por planta. Considerar infestada a folha que apresentar 5 ou mais ácaros presentes. A aplicação deve ser feita quando atingir, no máximo, 30% de folhas infestadas. Realizar, no máximo, 1 aplicação por ciclo da cultura para o controle do referido alvo. | ||||
Citros | Psilídeo (Diaphorina citri) | 75 a 100 ml/100 L de água | Realizar monitoramento da praga constantemente durante o ciclo da cultura. Aplicar logo no início das infestações. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. Utilizar volume de calda de 1000 a 2000 L/ha, de acordo com o desenvolvimento da cultura assegurando a dose de 1,5 a 2,0 L de p.c./ha. | Terrestre: 1000 a 2000 Aérea: 10-40 | |
Coco | Ácaro-da- necrose-do- coqueiro (Eriophyes guerreronis) | 75 mL/100 L de água | Realizar uma aplicação logo no início da infestação do ácaro. Realizar 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 14 dias, caso haja necessidade. | 2 | Terrestre: 1000 Aérea: 10-40 |
Crisântemo | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 75 mL/100 L de água | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. Realizar 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, caso haja necessidade. | 2 | Terrestre: 200 a 600 |
Feijão | Ácaro-branco (Polyphagotar sonemus latus) | 750 a 1250 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. Caso haja nova infestação, realizar reaplicação. Realizar, no máximo, 2 aplicações durante o ciclo da cultura. | 2 | Terrestre: 200 Aérea: 10-40 |
Jiló | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 75 a 100 mL/100 L de água | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. Realizar, no máximo, 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo mínimo de 7 dias, caso haja nova infestação. | 2 | Terrestre: 800 a 1000 |
Maçã | Ácaro- vermelho- europeu (Panonychus ulmi) | 100 mL/100 L de água | Aplicar no início das infestações. Realizar, no máximo, 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo mínimo de 7 dias, caso haja nova infestação. | 2 | Terrestre: 1000 |
Mamão | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 75 a 100 mL/100 L de água | O monitoramento deve ser feito com o auxílio de lentes de aumento constantemente nas áreas de cultivo. Proceder a amostragem de três plantas por hectare em pontos distintos, coletando-se a primeira folha de coloração verde a partir da base da planta. Realizar a aplicação no início das infestações ou, no máximo, quando for encontrado de 6 a 10 ácaros por planta. Realizar, no máximo, 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo mínimo de 7 dias, caso haja nova infestação. | 2 | Terrestre: 500 a 800 Aérea: 10-40 |
Melancia | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 75 a 100 mL/100 L de água | Realizar a aplicação logo no início da infestação do ácaro. Realizar, no máximo, 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo mínimo de 7 dias, caso haja nova infestação. | 2 | Terrestre: 1000 Aérea: 10-40 |
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. Realizar no máximo 2 |
aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias caso haja necessidade. | |||||
Melão | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 75 a 100 mL/100 L de água | Realizar a aplicação logo no início da infestação do ácaro. Realizar, no máximo, 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo mínimo de 7 dias, caso haja nova infestação. | 2 | Terrestre: 1000 Aérea: 10-40 |
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias caso haja necessidade. | ||||
Morango | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 75 a 100 mL/100 L de água | Realizar a aplicação logo no início da infestação do ácaro. Realizar, no máximo, 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo mínimo de 7 dias, caso haja nova infestação. | 2 | Terrestre: 1000 |
Pimenta | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 75 a 100 mL/100 L de água | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. Realizar, no máximo, 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo mínimo de 7 dias, caso haja nova infestação. | 2 | Terrestre: 800 a 1000 |
Pimentão | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 75 a 100 mL/100 L de água | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. Realizar, no máximo, 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo mínimo de 7 dias, caso haja nova infestação. | 2 | Terrestre: 800 a 1000 |
Quiabo | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 75 a 100 mL/100 L de água | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. Realizar, no máximo, 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo mínimo de 7 dias, caso haja nova infestação. | 2 | Terrestre: 800 a 1000 |
Rosa | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 75 a 100 mL/100 L de água | Realizar a aplicação logo no início da infestação do ácaro. Realizar, no máximo, 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo mínimo de 7 dias, caso haja nova infestação. | 2 | Terrestre: 500 a 1000 |
Soja | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 750 mL/ha | Realizar a aplicação logo no início da infestação, quando forem observados ácaros vivos na face inferior das folhas. Realizar constante monitoramento com o auxílio de lupa de bolso. Se necessário, reaplicar com intervalo de 14 dias. Realizar, no máximo, 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo mínimo de 7 dias, caso haja nova infestação. | 2 | Terrestre: 200 Aérea: 10-40 |
Tomate | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 75 a 100 mL/100 L de água | Realizar monitoramento constante e realizar aplicação logo no início da infestação. Realizar, no máximo, 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo mínimo de 7 dias, caso haja nova infestação. | 3 | Terrestre: 1000 |
Tomate | Ácaro-rajado Tetranychus urticae | 75 a 100 mL/100 L de água | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar logo no início das infestações. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura, com intervalo mínimo de 7 dias caso haja nova infestação. | Terrestre: 1000 | |
Uva | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 75 mL/100 L de água | Realizar a aplicação logo no início da infestação do ácaro. Realizar, no máximo, 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo mínimo de 7 dias, caso haja nova infestação. | 2 | Terrestre: 1000 |
Observação: Nas aplicações para as culturas do Algodão, Berinjela, Café, Citros (Brevipalpus phoenicis) e (Tetranychus mexicanus), Coco, Crisântemo, Feijão, Jiló, Maçã, Mamão, Melancia (Tetranychus urticae), Melão (Tetranychus urticae), Morango, Pimenta, Pimentão, Quiabo, Rosa, Soja, Tomate (Bemisia tabaci) e Uva, recomenda-se a adição de até 0,5% de óleo mineral.
Nas aplicações para a cultura de Citros (Diaphorina citri), Melancia (Bemisia tabaci), Melão (Bemisia tabaci) e Tomate (Tetranychus urticae) recomenda-se a adição de 0,25% de óleo mineral.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Berinjela | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Café | Oligonychus ilicis | Ácaro-vermelho, Aranha-vermelha-do-cafeeiro | Ver detalhes |
| Citros | Tetranychus mexicanus | Ácaro-vermelho | Ver detalhes |
| Coco | Eriophyes guerreronis | Ácaro-da-necrose-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Crisântemo | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Feijão | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro-branco, Ácaro-tropical | Ver detalhes |
| Jiló | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Maçã | Panonychus ulmi | Ácaro-da-macieira, Ácaro-vermelho-europeu | Ver detalhes |
| Mamão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Melancia | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Melão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Morango | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Pimenta | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Pimentão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Quiabo | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Rosa | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Soja | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Uva | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
Aplicar SANMITE EW nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação. Este produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendação para cada cultura.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 da sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva.
Realize a aplicação via aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos:
. Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
. Umidade relativa do ar acima de 50%.
. Velocidade média do vento entre 3 a 10 Km/hora.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para aplicação do produto, conforme consta no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Algodão, Feijão e Soja: 14 dias.
Berinjela, Café, Citros, Jiló, Pimenta, Pimentão, Quiabo e Tomate: 7 dias. Coco, Maçã, Mamão, Melancia, Melão, Morango e Uva: 3 dias.
Crisântemo e Rosa: U.N.A. (Uso Não Alimentar)
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Pragas Controladas | Dose | Volume de calda | Nº máximo de aplicações |
Café | Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | 300 mL/ha | 600 – 1000 L/ha | 2 |
Ácaro-vermelho (Oligonychus ilicis) | ||||
Época e intervalo de aplicação: A aplicação do produto deve ser iniciada no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 30 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo, com volume de calda entre 600 – 1000 L/ha, variando de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. Recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5 v/v. | ||||
Citros | Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | 20 - 25 mL/100 L de água | 2000 L/ha | 1 |
Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | ||||
Ácaro-vermelho (Tetranychus mexicanus) | ||||
Ácaro-purpúreo (Panonychus citri) | 20 mL/100 L de água | |||
Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | ||||
Época e intervalo de aplicação: A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento das pragas: Ácaro-da-leprose: quando em 3% dos frutos ou ramos examinados for constatada a presença do ácaro. Ácaro-da-falsa-ferrugem: quando for observada a presença de 20 a 30 ácaros/cm2 em 5% dos frutos ou folhas examinadas. Ácaro-purpúreo: quando for constatada a presença do ácaro em 5% das folhas e frutos. Ácaro-branco: quando for constatada a presença do ácaro em 5% dos frutos ou folhas jovens. Ácaro-vermelho: quando for constatada a presença da praga. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultivo, com volume de calda de 2000 L/ha. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. Recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5 v/v. | ||||
Cultura | Pragas Controladas | Dose | Volume de calda | Nº máximo de aplicações |
Coco | Ácaro-da-necrose-do- coqueiro (Eriophyes guerreronis) | 30 mL/100 L de água | 1000 L/ha | 3 |
Época e intervalo de aplicação: A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 21 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo, com volume de calda de 1000 L/ha. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. Recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5 v/v. | ||||
Maçã | Ácaro-vermelho-europeu (Panonychus ulmi) | 20 mL/100 L de água | 2000 L/ha | 1 |
Época e intervalo de aplicação: Aplicar durante o ciclo vegetativo, quando no monitoramento forem constatadas a presença de 2 formas móveis por folha. Em caso de reinfestação, utilizar acaricidas de mecanismo de ação diferente. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultivo. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. Recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5 v/v. | ||||
Mamão | Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 300 mL/ha | 1000 L/ha | 3 |
Época e intervalo de aplicação: A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento observar as primeiras formas de desenvolvimento da praga. O produto deve ser aplicado visando os ponteiros e as brotações laterais das plantas. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 14 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. | ||||
Seringueira | Ácaro (Tenuipalpus hevea) | 20 mL/100 L de água | 6 – 7 L/plantas | 1 |
Época e intervalo de aplicação: A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento observar as primeiras formas de desenvolvimento da praga. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultivo. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. | ||||
Tomate | Ácaro-do-bronzeamento (Aculops lycopersici) | 30 mL/100 L de água | 1000 L/ha | 3 |
Época e intervalo de aplicação: A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento observar as primeiras formas de desenvolvimento da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. Recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5 v/v. | ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Café | Brevipalpus phoenicis | Ácaro-da-leprose, Ácaro-plano | Ver detalhes |
| Citros | Tetranychus mexicanus | Ácaro-vermelho | Ver detalhes |
| Coco | Eriophyes guerreronis | Ácaro-da-necrose-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Maçã | Panonychus ulmi | Ácaro-da-macieira, Ácaro-vermelho-europeu | Ver detalhes |
| Mamão | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro-branco, Ácaro-tropical | Ver detalhes |
| Seringueira | Tenuipalpus hevea | Ácaro | Ver detalhes |
| Tomate | Aculops lycopersici | Ácaro-bronzeado, Ácaro-do-bronzeamento | Ver detalhes |
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do SPIRODICLOFEN YONON deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do SPIRODICLOFEN YONON, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que a aplicação seja uniforme e que não ocorram sobreposições, escorrimentos e nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Utilizar pulverizador estacionário munido de barra com ponta de pulverização do tipo leque (jato plano) ou com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica e calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante de modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a barra ou pistola evitando sobreposições, deriva ou concentração de calda em um único ponto gerando, assim, escorrimento e desperdício da calda.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estagio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio com espaçamento entre pontas determinado pelo fabricante. As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com perfil de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
menor que 30°C | maior que 55% | entre 3 e 10km/h |
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições meteorológicas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral.
Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Culturas | Dias |
Café | 21 |
Citros | 21 |
Coco | 21 |
Maçã | 07 |
Mamão | 07 |
Seringueira | UNA (1) |
Tomate | 07 |
(1) UNA: Uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Café | Brevipalpus phoenicis | Ácaro-da-leprose, Ácaro-plano | Ver detalhes |
| Citros | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro-da-falsa-ferrugem, Ácaro-da-mulata | Ver detalhes |
| Coco | Eriophyes guerreronis | Ácaro-da-necrose-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Maçã | Panonychus ulmi | Ácaro-da-macieira, Ácaro-vermelho-europeu | Ver detalhes |
| Mamão | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro-branco, Ácaro-tropical | Ver detalhes |
| Seringueira | Tenuipalpus hevea | Ácaro | Ver detalhes |
| Tomate | Aculops lycopersici | Ácaro-bronzeado, Ácaro-do-bronzeamento | Ver detalhes |
Cultura | Pragas Controladas | Dose | Volume de calda | Nº máximo de aplicações |
Café | Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | 300 mL/ha | 600 – 1000 L/ha | 2 |
Ácaro-vermelho (Oligonychus ilicis) | ||||
Época e intervalo de aplicação: A aplicação do produto deve ser iniciada no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 30 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo, com volume de calda entre 600 – 1000 L/ha, variando de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. Recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5 v/v. | ||||
Citros | Ácaro-da-leprose (Brevipalpus phoenicis) | 20 - 25 mL/100 L de água | 2000 L/ha | 1 |
Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | ||||
Ácaro-vermelho (Tetranychus mexicanus) | ||||
Ácaro-purpúreo (Panonychus citri) | 20 mL/100 L de água | |||
Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | ||||
Época e intervalo de aplicação: A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento das pragas: Ácaro-da-leprose: quando em 3% dos frutos ou ramos examinados for constatada a presença do ácaro. Ácaro-da-falsa-ferrugem: quando for observada a presença de 20 a 30 ácaros/cm2 em 5% dos frutos ou folhas examinadas. Ácaro-purpúreo: quando for constatada a presença do ácaro em 5% das folhas e frutos. Ácaro-branco: quando for constatada a presença do ácaro em 5% dos frutos ou folhas jovens. Ácaro-vermelho: quando for constatada a presença da praga. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultivo, com volume de calda de 2000 L/ha. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. Recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5 v/v. | ||||
Cultura | Pragas Controladas | Dose | Volume de calda | Nº máximo de aplicações |
Coco | Ácaro-da-necrose-do- coqueiro (Eriophyes guerreronis) | 30 mL/100 L de água | 1000 L/ha | 3 |
Época e intervalo de aplicação: A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 21 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo, com volume de calda de 1000 L/ha. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. Recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5 v/v. | ||||
Maçã | Ácaro-vermelho-europeu (Panonychus ulmi) | 20 mL/100 L de água | 2000 L/ha | 1 |
Época e intervalo de aplicação: Aplicar durante o ciclo vegetativo, quando no monitoramento forem constatadas a presença de 2 formas móveis por folha. Em caso de reinfestação, utilizar acaricidas de mecanismo de ação diferente. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultivo. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. Recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5 v/v. | ||||
Mamão | Ácaro-branco (Polyphagotarsonemus latus) | 300 mL/ha | 1000 L/ha | 3 |
Época e intervalo de aplicação: A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento observar as primeiras formas de desenvolvimento da praga. O produto deve ser aplicado visando os ponteiros e as brotações laterais das plantas. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 14 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. | ||||
Seringueira | Ácaro (Tenuipalpus hevea) | 20 mL/100 L de água | 6 – 7 L/plantas | 1 |
Época e intervalo de aplicação: A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento observar as primeiras formas de desenvolvimento da praga. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultivo. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. | ||||
Tomate | Ácaro-do-bronzeamento (Aculops lycopersici) | 30 mL/100 L de água | 1000 L/ha | 3 |
Época e intervalo de aplicação: A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento observar as primeiras formas de desenvolvimento da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. Recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5 v/v. | ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Café | Brevipalpus phoenicis | Ácaro-da-leprose, Ácaro-plano | Ver detalhes |
| Citros | Tetranychus mexicanus | Ácaro-vermelho | Ver detalhes |
| Coco | Eriophyes guerreronis | Ácaro-da-necrose-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Maçã | Panonychus ulmi | Ácaro-da-macieira, Ácaro-vermelho-europeu | Ver detalhes |
| Mamão | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro-branco, Ácaro-tropical | Ver detalhes |
| Seringueira | Tenuipalpus hevea | Ácaro | Ver detalhes |
| Tomate | Aculops lycopersici | Ácaro-bronzeado, Ácaro-do-bronzeamento | Ver detalhes |
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do SPIRODICLOFEN 240 SC YONON deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do SPIRODICLOFEN 240 SC YONON, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que a aplicação seja uniforme e que não ocorram sobreposições, escorrimentos e nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Utilizar pulverizador estacionário munido de barra com ponta de pulverização do tipo leque (jato plano) ou com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica e calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante de modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a barra ou pistola evitando sobreposições, deriva ou concentração de calda em um único ponto gerando, assim, escorrimento e desperdício da calda.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estagio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio com espaçamento entre pontas determinado pelo fabricante. As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com perfil de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
menor que 30°C | maior que 55% | entre 3 e 10km/h |
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições meteorológicas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral.
Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Culturas | Dias |
Café | 21 |
Citros | 21 |
Coco | 21 |
Maçã | 07 |
Mamão | 07 |
Seringueira | UNA (1) |
Tomate | 07 |
(1) UNA: Uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas | Nome comum Nome científico | Dose (p.c.)* | Nº de Aplicações | Intervalo entre Aplicações (dias) | Volume de Calda |
Café | Ácaro-da-leprose Brevipalpus phoenicis | 300 mL/ha | 02 | 30 | 600 – 1000 L/ha |
Ácaro-vermelho Oligonychus ilicis | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação do produto deve ser iniciada no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 30 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo, com volume de calda entre 600 – 1000 L/ha, variando de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. Recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5% v/v. | |||||
Citros | Ácaro-da-leprose Brevipalpus phoenicis | 20 – 25 ml/100 L de água | 01 | - | 2000 L/ha |
Ácaro-da-falsa-ferrugem Phyllocoptruta oleivora | |||||
Ácaro-vermelho Tetranycus mexicanus | |||||
Ácaro-purpúreo Panonychus citri | 20 ml/100 L de água | ||||
Ácaro-branco Polyphagotarsonemus latus | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento das pragas: Ácaro-da-leprose: quando em 3% dos frutos ou ramos examinados for constatada a presença do ácaro. Ácaro-da-falsa-ferrugem: quando for observada a presença de 20 a 30 ácaros/cm2 em 5% dos frutos ou folhas examinadas. Ácaro-purpúreo: quando for constatada a presença do ácaro em 5% das folhas e frutos. Ácaro-branco: quando for constatada a presença do ácaro em 5% dos frutos ou folhas jovens. Ácaro-vermelho: quando for constatada a presença da praga. As maiores doses devem ser utilizadas no período de maior infestação da praga. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultivo, com volume de calda de 2000 L/ha. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. Recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5% v/v. | |||||
Coco | Ácaro-da-necrose-do- coqueiro Eriophyes guerreronis | 30 ml/100 L de água | 03 | 21 | 1000 L/ha |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento forem observadas as primeiras formas de desenvolvimento da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 21 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo, com volume de calda de 1000 L/ha. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. Recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5% v/v. | |||||
Culturas | Nome comum Nome científico | Dose (p.c.)* | Nº de Aplicações | Intervalo entre Aplicações (dias) | Volume de Calda |
Maçã | Ácaro-vermelho-europeu Panonychus ulmi | 20 ml/100 L de água | 01 | - | 2000 L/ha |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar durante o ciclo vegetativo, quando no monitoramento forem constatadas a presença de 2 formas móveis por folha. Em caso de reinfestação, utilizar acaricidas de mecanismo de ação diferente. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultivo. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. Recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5% v/v. | |||||
Mamão | Ácaro-branco Polyphagotarsonemus latus | 300 ml/ha | 03 | 14 | 500 – 1000 L/ha (variando de acordo com o estádio e a massa foliar da lavoura |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento observar as primeiras formas de desenvolvimento da praga. O produto deve ser aplicado visando os ponteiros e as brotações laterais das plantas. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 14 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. | |||||
Seringueira | Ácaro Tenuipalpus hevea | 20 ml/100 L de água | 01 | - | 6 – 7 L/planta |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento observar as primeiras formas de desenvolvimento da praga. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultivo. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. | |||||
Tomate | Ácaro-do-bronzeamento Aculops lycopersici | 30 ml/100 L de água | 03 | 07 | 1000 L/ha |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação do produto deve ser feita no início da infestação, quando no monitoramento observar as primeiras formas de desenvolvimento da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo. Seguir as recomendações indicadas no modo de aplicação. Recomenda-se adicionar adjuvante (óleo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5% v/v. | |||||
*p.c. produto comercial
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Café | Brevipalpus phoenicis | Ácaro-da-leprose, Ácaro-plano | Ver detalhes |
| Citros | Tetranychus mexicanus | Ácaro-vermelho | Ver detalhes |
| Coco | Eriophyes guerreronis | Ácaro-da-necrose-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Maçã | Panonychus ulmi | Ácaro-da-macieira, Ácaro-vermelho-europeu | Ver detalhes |
| Mamão | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro-branco, Ácaro-tropical | Ver detalhes |
| Seringueira | Tenuipalpus hevea | Ácaro | Ver detalhes |
| Tomate | Aculops lycopersici | Ácaro-bronzeado, Ácaro-do-bronzeamento | Ver detalhes |
Preparo de Calda:
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do VILORA deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do VILORA, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Equipamento de aplicação:
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica, calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a pistola, evitando a concentração de calda em um único ponto, gerando assim, escorrimento e desperdício da calda.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas.
Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio com espaçamento entre pontas determinado pelo fabricante. As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com perfil de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização
(independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade
do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que
podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz- se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral.
Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Cultura | Intervalo de Segurança (dias) |
Café, Citros, Coco | 21 |
Maçã, Mamão, Tomate | 07 |
Seringueira | U.N.A. |
U.N.A. = Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

