O produto ELEITTO é um inseticida sistêmico e de contato, utilizado para o controle de pragas nas culturas conforme descrito abaixo:
CULTURA | PRAGA | DOSES | RECOMENDAÇÕES DE USO | ||
ÉPOCA/INTERVALO DE APLICAÇÃO | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | |||
p.c | |||||
Abóbora | Broca-das- curcubitaceas (Diaphania nitidalis) | 20 a 40 mL/100L de água | Realizar as aplicações no início da formação dos frutos, realizando aplicações visando atingir as brocas antes de penetrarem no interior dos frutos. Realizar 4 aplicações com intervalo de 7 dias. | 4 | Terrestre: 800 L/ha |
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | Realizar constante monitoramento e aplicar no início da infestação de adultos, principalmente no início de desenvolvimento quando a cultura é mais suscetível. Caso haja reinfestação na área, realizar nova aplicação. Realizar até 4 aplicações com intervalo de 7 dias. | ||||
Abobrinha | Broca-das- curcubitaceas (Diaphania nitidalis) | 20 a 40 mL/100L de água | Realizar as aplicações no início da formação dos frutos, realizando aplicações visando atingir as brocas antes de penetrarem no interior dos frutos. Realizar 4 aplicações com intervalo de 7 dias. | 4 | Terrestre: 800 L/ha |
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | Realizar constante monitoramento e aplicar no início da infestação de adultos, principalmente no início de desenvolvimento quando a cultura é mais suscetível. Caso haja reinfestação na área, realizar nova aplicação. Realizar até 4 aplicações com intervalo de 7 dias. | ||||
Acelga | Pulgão (Brevicoryne brassicae) | 75 a 100 mL/100L de água | Realizar monitoramento constante e realizar aplicação quando for constatada a presença da praga. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 300 L/ha |
Agrião | Pulgão (Brevicoryne brassicae) | 75 a 100 mL/100L de água | Realizar monitoramento constante e realizar aplicação quando for constatada a presença da praga. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 300 L/ha |
Alface | Pulgão (Myzus persicae) | 75 a 100 mL/100L de água | Realizar monitoramento constante e realizar aplicação quando for constatada a presença da praga. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 300 L/ha |
Alho | Tripes (Thrips tabaci) | 200 a 400 mL/ha | Realizar aplicação no início da infestação. As doses mais altas devem ser utilizadas em áreas com histórico de alta incidência da praga e/ou para um maior período de controle. Realizar até 4 aplicações com intervalo de 7 dias ou quando houver reinfestação da praga. | 4 | Terrestre: 300 L/ha |
Almeirão | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 75 a 100 mL/100L de água | Realizar monitoramento constante e realizar aplicação quando for constatada a presença da praga. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 300 L/ha |
Ameixa | Mosca-das- Frutas (Anastrepha fraterculus) | 50 a 70 mL/100L de água | Realizar aplicação no início da infestação. As doses mais altas devem ser utilizadas em áreas com histórico de alta incidência da praga e/ou para um maior período de controle. Realizar até 3 aplicações com intervalo de 14 dias ou quando houver reinfestação da praga. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha |
Mariposa- oriental (Grapholita molesta) | Realizar monitoramento através de armadilhas de feromônios instaladas no pomar. Iniciar as aplicações quando forem encontrados no máximo 5 adultos. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 14 dias. | ||||
Batata | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 400 mL/ha | Realizar aplicação no início da infestação. Realizar até 3 aplicações com intervalo de 7 dias ou quando houver reinfestação da praga. | 3 | Terrestre: 200 L/ha |
CULTURA | PRAGA | DOSES | RECOMENDAÇÕES DE USO | ||
ÉPOCA/INTERVALO DE APLICAÇÃO | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | |||
p.c | |||||
Vaquinha- verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 100 a 200 mL/ha | Realizar monitoramento constante da lavoura e aplicar no início da infestação. Realizar até 3 aplicações com intervalo de 7 dias ou quando houver reinfestação da praga. | Aérea: 10 a 40 L/ha | ||
Mosca- minadora (Liriomyza huidobrensis) | 300 a 400 mL/ha | Realizar monitoramento constante e realizar aplicação logo no início das infestações. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 7 dias. Utilizar a dose maior quando constatada condições ideais para desenvolvimento e elevada pressão da praga. | |||
Berinjela | Tripes (Thrips tabaci) | 75 a 100 mL/100L de água | Realizar monitoramento constante e iniciar as aplicações quando constatada a presença da praga na área, antes que promovam danos à cultura. Quando houver reinfestação, realizar até 3 aplicações com intervalo de 7 dias. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha |
Tripes (Frankliniella schultzei) | Realizar monitoramento constante e iniciar as aplicações no início da infestação. Realizar até 3 aplicações com intervalo de 7 dias ou quando houver reinfestação da praga. | ||||
Brócolis | Pulgão-da- couve (Brevicoryne brassicae) | 50 a 75 mL/ha | Realizar aplicação no início da infestação. Realizar até 2 aplicações com intervalo de 10 dias ou quando houver reinfestação da praga. | 2 | Terrestre: 400 L/ha |
Caju | Mosca-branca (Aleurodicus cocois) | 40 a 50 mL/100L de água | Realizar monitoramento constante e aplicar imediatamente quando for constatado a presença da praga. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. | 3 | Terrestre: 2000 L/ha |
Caqui | Mosca-das- frutas (Anastrepha fraterculus) | 40 a 50 mL/100L de água | Realizar monitoramento através de armadilhas de feromônios ou atrativos alimentares no pomar e iniciar as aplicações quando ocorrer a presença de no máximo 1 adulto por armadilha/semana da mosca na área. Aplicar com intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha |
Carambola | Mosca-das- frutas (Anastrepha obliqua) | 40 a 50 mL/100L de água | Realizar monitoramento através de armadilhas de feromônios ou atrativos alimentares no pomar e iniciar as aplicações quando ocorrer a presença de no máximo 1 adulto por armadilha/semana da mosca na área. Aplicar com intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha |
Mosca-da- Carambola (Bactrocera carambolae) | |||||
Cebola | Tripes (Thrips tabaci) | 200 a 400 mL/ha | Realizar aplicação no início da infestação. As doses mais altas devem ser utilizadas em áreas com histórico de alta incidência da praga e/ou para um maior período de controle. Realizar até 4 aplicações com intervalo de 7 dias ou quando houver reinfestação da praga. | 4 | Terrestre: 300 L/ha |
Chicória | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 75 a 100 mL/100L de água | Realizar monitoramento constante e realizar aplicação quando for constatada a presença da praga. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 300 L/ha |
Chuchu | Broca-das- curcubitaceas (Diaphania nitidalis) | 20 a 40 mL/100L de água | Realizar as aplicações no início da formação dos frutos, realizando aplicações visando atingir as brocas antes de penetrarem no interior dos frutos. Realizar 4 aplicações com intervalo de 7 dias. | 4 | Terrestre: 800 L/ha |
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | Realizar constante monitoramento e aplicar no início da infestação de adultos, principalmente no início de desenvolvimento quando a cultura é mais suscetível. Caso haja reinfestação na área, realizar nova aplicação. Realizar até 4 aplicações com intervalo de 7 dias. | ||||
CULTURA | PRAGA | DOSES | RECOMENDAÇÕES DE USO | ||
ÉPOCA/INTERVALO DE APLICAÇÃO | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | |||
p.c | |||||
Couve | Pulgão-da- couve (Brevicoryne brassicae) | 50 a 75 mL/ha | Realizar aplicação no início da infestação. Realizar até 2 aplicações com intervalo de 10 dias ou quando houver reinfestação da praga. | 2 | Terrestre: 400 L/ha |
Couve- chinesa | Pulgão-da- couve (Brevicoryne brassicae) | 50 a 75 mL/ha | Realizar aplicação no início da infestação. Realizar até 2 aplicações com intervalo de 10 dias ou quando houver reinfestação da praga. | 2 | Terrestre: 400 L/ha |
Couve-de- bruxelas | Pulgão-da- couve (Brevicoryne brassicae) | 50 a 75 mL/ha | Realizar aplicação no início da infestação. Realizar até 2 aplicações com intervalo de 10 dias ou quando houver reinfestação da praga. | 2 | Terrestre: 400 L/ha |
Couve-flor | Pulgão-da- couve (Brevicoryne brassicae) | 50 a 75 mL/ha | Realizar aplicação no início da infestação. Realizar até 2 aplicações com intervalo de 10 dias ou quando houver reinfestação da praga. | 2 | Terrestre: 400 L/ha |
Espinafre | Pulgão (Myzus persicae) | 75 a 100 mL/100L de água | Realizar monitoramento constante e realizar aplicação quando for constatada a presença da praga. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 300 L/ha |
Figo | Mosca-do-figo (Zaprionus indianus) | 40 a 50 mL/100L de água | Realizar monitoramento através de armadilhas de feromônios ou atrativos alimentares no pomar e iniciar as aplicações quando ocorrer a presença de no máximo 1 adulto por armadilha/semana da mosca na área. Aplicar com intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha |
Goiaba | Psilídio-da- goiabeira (Triozoida limbata) | 40 a 50 mL/100L de água | Realizar monitoramento constante e aplicar imediatamente quando for constatado a presença da praga. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. | 3 | Terrestre: 2000 L/ha |
Jiló | Tripes (Thrips palmi) | 75 a 100 mL/100 L de água | Realizar monitoramento constante e iniciar as aplicações quando constatada a presença da praga na área, antes que promovam danos à cultura. Quando houver reinfestação, realizar até 3 aplicações com intervalo de 7 dias. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha |
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | |||||
Tripes (Frankliniella schultzei) | Realizar monitoramento constante e iniciar as aplicações no início da infestação. Realizar até 3 aplicações com intervalo de 7 dias ou quando houver reinfestação da praga. | ||||
Maçã | Mosca-das- frutas (Anastrepha fraterculus) | 50 a 60 mL/100L de água | Realizar monitoramento através de armadilhas de feromônios ou atrativos alimentares no pomar e iniciar as aplicações quando ocorrer a presença de adultos da mosca na área. Aplicar com intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha |
Mariposa- oriental (Grapholita molesta) | Realizar monitoramento través de armadilhas de feromônios. Iniciar as aplicações quando forem capturados no máximo 5 adultos em armadilha de feromônio instaladas no pomar. Podem ser realizadas 3 aplicações com intervalo de 7 dias. | ||||
Mamão | Mosca-do- mediterrâneo (Ceratitis capitata) | 40 a 50 mL/100L de água | Realizar monitoramento através de armadilhas de feromônios ou atrativos alimentares no pomar e iniciar as aplicações quando ocorrer a presença de adultos da mosca na área. Reaplicar quando houver reinfestação da praga. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. | 3 | Terrestre: 600 L/ha |
Mosca-das- frutas (Anastrepha fraterculus) | |||||
Cochonilha (Aonidiela comperei) | Realizar monitoramento constante nas plantas e aplicar no início das infestações. | ||||
CULTURA | PRAGA | DOSES | RECOMENDAÇÕES DE USO | ||
ÉPOCA/INTERVALO DE APLICAÇÃO | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | |||
p.c | |||||
Reaplicar quando houver reinfestação da praga. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. | |||||
Manga | Mosca-das- frutas (Ceratitis capitata) | 40 a 50 mL/100L de água | Realizar monitoramento através de armadilhas de feromônios ou atrativos alimentares no pomar e iniciar as aplicações quando ocorrer a presença de adultos da mosca na área. Reaplicar quando houver reinfestação da praga. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 10 dias. | 3 | Terrestre: 600 L/ha |
Mangaba | Pulgão (Aphis gossypii) | 40 a 50 mL/100L de água | Realizar monitoramento constante e aplicar imediatamente quando for constatada a presença da praga. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. | 3 | Terrestre: 2000 L/ha |
Maracujá | Pulgão verde (Myzus persicae) | 40 a 50 mL/100L de água | Realizar monitoramento constante nas plantas e aplicar no início das infestações. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 10 dias. | 3 | Terrestre: 600 L/ha |
Marmelo | Mosca-das- frutas (Anastrepha fraterculus) | 50 mL/100L de água | Realizar aplicação no início da infestação. As doses mais altas devem ser utilizadas em áreas com histórico de alta incidência da praga e/ou para um maior período de controle. Realizar até 3 aplicações com intervalo de 14 dias ou quando houver reinfestação da praga. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha |
Maxixe | Broca-das- curcubitaceas (Diaphania nitidalis) | 20 a 40 mL/100L de água | Realizar as aplicações no início da formação dos frutos, realizando aplicações visando atingir as brocas antes de penetrarem no interior dos frutos. Realizar 4 aplicações com intervalo de 7 dias. | 4 | Terrestre: 800 L/ha |
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | Realizar constante monitoramento e aplicar no início da infestação de adultos, principalmente no início de desenvolvimento quando a cultura é mais suscetível. Caso haja reinfestação na área, realizar nova aplicação. Realizar até 4 aplicações com intervalo de 7 dias. | ||||
Melancia | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 300 a 400 mL/ha | Realizar aplicação no início da infestação. Realizar até 3 aplicações com intervalo de 7 dias ou quando houver reinfestação da praga. | 3 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Tripes (Thrips palmi) | Iniciando as aplicações quando constatada a presença da praga na área. Utilizar a maior dose para situações de maior pressão da praga. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 7 dias. | ||||
Melão | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 300 a 400 mL/ha | Realizar aplicação no início da infestação. Realizar até 3 aplicações com intervalo de 7 dias ou quando houver reinfestação da praga. | 3 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha |
Tripes (Thrips palmi) | Realizar monitoramento constante da lavoura e aplicar no início da infestação. Realizar até 2 aplicações com intervalo de 7 dias ou quando houver reinfestação da praga. | ||||
Mosca- minadora (Liriomyza huidobrensis) | Realizar monitoramento constante da lavoura e aplicar no início da infestação quando forem observadas puncturas. Realizar até 2 aplicações com intervalo de 7 dias ou quando houver reinfestação da praga. | ||||
Mostarda | Pulgão-da- mostarda (Lipaphis erysimi) | 75 a 100 mL/100L de água | Realizar monitoramento constante e realizar aplicação quando for constatada a presença da praga. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 300 L/ha |
Nectarina | Mosca-das- frutas (Anastrepha fraterculus) | 50 mL/100L de água | Realizar aplicação no início da infestação. As doses mais altas devem ser utilizadas em áreas com histórico de alta incidência da praga e/ou para um maior período de controle. Realizar até 3 aplicações com intervalo de 14 dias ou quando houver reinfestação da praga. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha |
CULTURA | PRAGA | DOSES | RECOMENDAÇÕES DE USO | ||
ÉPOCA/INTERVALO DE APLICAÇÃO | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | |||
p.c | |||||
Nêspera | Mariposa- oriental (Grapholita molesta) | 50 a 70 mL/100L de água | Realizar monitoramento através de armadilhas de feromônios instaladas no pomar. Iniciar as aplicações quando forem encontrados no máximo 5 adultos. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 14 dias. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha |
Pepino | Broca-das- curcubitaceas (Diaphania nitidalis) | 20 a 40 mL/100L de água | Realizar as aplicações no início da formação dos frutos, realizando aplicações visando atingir as brocas antes de penetrarem no interior dos frutos. Realizar 4 aplicações com intervalo de 7 dias. | 4 | Terrestre: 800 L/ha |
Pera | Mosca-das- frutas (Anastrepha fraterculus) | 50 mL/100L de água | Realizar aplicação no início da infestação. As doses mais altas devem ser utilizadas em áreas com histórico de alta incidência da praga e/ou para um maior período de controle. Realizar até 3 aplicações com intervalo de 14 dias ou quando houver reinfestação da praga. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha |
Mariposa- oriental (Grapholita molesta) | 50 a 70 mL/100L de água | Realizar monitoramento através de armadilhas de feromônios instaladas no pomar. Iniciar as aplicações quando forem encontrados no máximo 5 adultos. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 14 dias. | |||
Pêssego | Mosca-das- Frutas (Anastrepha fraterculus) | 50 a 70 mL/100L de água | Realizar aplicação no início da infestação. As doses mais altas devem ser utilizadas em áreas com histórico de alta incidência da praga e/ou para um maior período de controle. Realizar até 3 aplicações com intervalo de 14 dias ou quando houver reinfestação da praga. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha |
Mariposa- oriental (Grapholita molesta) | Realizar monitoramento através de armadilhas de feromônios instaladas no pomar. Iniciar as aplicações quando forem encontrados no máximo 5 adultos. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 14 dias. | ||||
Pimenta | Tripes (Frankliniella schultzei) | 75 a 100 mL/100L de água | Realizar monitoramento constante e iniciar as aplicações quando constatada a presença da praga na área, antes que promovam danos à cultura. Quando houver reinfestação, realizar até 3 aplicações com intervalo de 7 dias. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha |
Pimentão | Tripes (Frankliniella occidentalis) | 75 a 100 mL/100L de água | Realizar monitoramento constante da lavoura e aplicar no início da infestação. Realizar até 3 aplicações com intervalo de 7 dias ou quando houver reinfestação da praga. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha |
Quiabo | Pulgão-do- algodoeiro (Aphis gossypii) | 75 a 100 mL/100L de água | Realizar monitoramento constante e iniciar as aplicações quando constatada a presença da praga na área, antes que promovam danos à cultura. Quando houver reinfestação, realizar até 3 aplicações com intervalo de 7 dias. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha |
Tripes (Frankliniella schultzei) | Realizar monitoramento constante e iniciar as aplicações no início da infestação. Realizar até 3 aplicações com intervalo de 7 dias ou quando houver reinfestação da praga. | ||||
Repolho | Pulgão-da- couve (Brevicoryne brassicae) | 50 a 75 mL/ha | Realizar aplicação no início da infestação. Realizar até 2 aplicações com intervalo de 10 dias ou quando houver reinfestação da praga. | 2 | Terrestre: 400 L/ha |
Rúcula | Pulgão (Brevicoryne brassicae) | 75 a 100 mL/100L de água | Realizar monitoramento constante e realizar aplicação quando for constatada a presença da praga. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 300 L/ha |
Tomate | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 300 a 400 mL/ha ou 30 a 40 mL/100L de água | Realizar constante monitoramento e aplicar no início da infestação de adultos, principalmente no início de desenvolvimento quando a cultura é mais suscetível. Caso haja a reinfestação na área, realizar nova aplicação. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | 3 | Terrestre: 500 a 1000 L/ha Aérea: |
CULTURA | PRAGA | DOSES | RECOMENDAÇÕES DE USO | ||
ÉPOCA/INTERVALO DE APLICAÇÃO | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | |||
p.c | |||||
Broca- pequena-do- tomateiro (Neoleucinodes elegantalis) | Realizar monitoramento constante da lavoura e aplicar quando for constatado ovos da Broca-pequena-do- tomateiro nos frutos em fase inicial de desenvolvimento. Realizar até 3 aplicações com intervalo de 7 dias ou quando houver reinfestação da praga. | 10 a 40 L/ha | |||
Mosca- minadora (Liriomyza huidobrensis) | 400 mL/ha ou 40 mL/100L de água | Realizar monitoramento constante e realizar aplicação logo no início das infestações. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 7 dias. | Terrestre: 1000 L/ha Aérea: 10 a 40 L/ha | ||
Tripes (Thrips palmi) | 300 a 400 mL/ha ou 30 a 40 mL/100L de água | Iniciar a aplicação quando, através do monitoramento for constatado o início da infestação da praga. No caso de novas infestações, reaplicar realizando no máximo 3 aplicações com intervalo de 7 dias. Utilizar a dose maior quando constatada condições ideais para desenvolvimento e elevada pressão da praga. | |||
Uva | Mosca-das- frutas (Anastrepha fraterculus) | 40 a 50 mL/100L de água | Realizar monitoramento través de armadilhas de feromônios ou atrativos alimentares no pomar e iniciar as aplicações quando ocorrer a presença de no máximo 1 adulto por armadilha/semana de adulto da mosca na área. Aplicar com intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha |
Cigarrinha- verde (Empoasca vitis) | Realizar monitoramento constante e iniciar as aplicações quando constatada a presença da praga na área, antes que promova danos à cultura. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalos de 7 dias. | Terrestre: 600 L/ha | |||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abóbora | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Abobrinha | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Acelga | Brevicoryne brassicae | Pulgão | Ver detalhes |
| Agrião | Brevicoryne brassicae | Pulgão | Ver detalhes |
| Alface | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Alho | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Almeirão | Myzus persicae | Pulgão-verde | Ver detalhes |
| Ameixa | Anastrepha fraterculus | Mosca-das-frutas, Mosca-sul-americana | Ver detalhes |
| Batata | Bemisia tabaci raça B | mosca-branca | Ver detalhes |
| Berinjela | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Brócolis | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Caju | Aleurodicus cocois | Mosca-branca, Mosca-branca-do-cajueiro | Ver detalhes |
| Caqui | Anastrepha fraterculus | Mosca-das-frutas, Mosca-sul-americana | Ver detalhes |
| Carambola | Anastrepha obliqua | Mosca das frutas | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Chicória | Myzus persicae | Pulgão-verde | Ver detalhes |
| Chuchu | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Couve | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-de-bruxelas | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-flor | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Espinafre | Myzus persicae | PULGÃO - VERDE | Ver detalhes |
| Figo | Zaprionus indianus | Mosca-do-figo | Ver detalhes |
| Goiaba | Triozoida limbata | Psilídeo da goiabeira | Ver detalhes |
| Jiló | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Maçã | Anastrepha fraterculus | Mosca-das-frutas, Mosca-sul-americana | Ver detalhes |
| Mamão | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Manga | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Mangaba | Aphis gossypii | Pulgão do algodoeiro | Ver detalhes |
| Maracujá | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Marmelo | Anastrepha fraterculus | Mosca das frutas sul americanas | Ver detalhes |
| Maxixe | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Melancia | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Melão | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Mostarda | Lipaphis erysimi | pulgão , pulgão-da-mostarda, pulgão-do-nabo | Ver detalhes |
| Nectarina | Anastrepha fraterculus | mosca das frutas sul americanas | Ver detalhes |
| Nêspera | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Pepino | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Pera | Anastrepha fraterculus | Mosca-das-frutas, Mosca-sul-americana | Ver detalhes |
| Pessego | Anastrepha fraterculus | Mosca-das-frutas, Mosca-sul-americana | Ver detalhes |
| Pimenta | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Pimentão | Frankliniella occidentalis | Tripes | Ver detalhes |
| Quiabo | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Repolho | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Rúcula | Brevicoryne brassicae | Pulgão | Ver detalhes |
| Tomate | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Uva | Empoasca vitis | cicadela-das-queimaduras-da-vinha, Cicadela-verde, cigarrinha-verde-da-vinha | Ver detalhes |
Aplicar ELEITTO nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação. Este produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendação para cada cultura.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva.
A boa eficiência de aplicação, entre outros fatores, destaca um conjunto de características e ações que devem ser rigorosamente observadas, tais como:
Realize a aplicação via aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30ºC. Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para aplicação do produto, conforme consta no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Abóbora | 3 dias |
Abobrinha | 3 dias |
Acelga | 3 dias |
Agrião | 3 dias |
Alface | 3 dias |
Alho | 3 dias |
Almeirão | 3 dias |
Ameixa | 3 dias |
Batata | 7 dias |
Berinjela | 1 dia |
Brócolis | 3 dias |
Caju | 3 dias |
Caqui | 3 dias |
Carambola | 3 dias |
Cebola | 3 dias |
Chicória | 3 dias |
Chuchu | 3 dias |
Couve | 3 dias |
Couve-chinesa | 3 dias |
Couve-de- bruxelas | 3 dias |
Couve-flor | 3 dias |
Espinafre | 3 dias |
Figo | 3 dias |
Goiaba | 3 dias |
Jiló | 1 dia |
Maçã | 7 dias |
Mamão | 28 dias |
Manga | 28 dias |
Mangaba | 3 dias |
Maracujá | 28 dias |
Marmelo | 3 dias |
Maxixe | 3 dias |
Melancia | 3 dias |
Melão | 3 dias |
Mostarda | 3 dias |
Nectarina | 3 dias |
Nêspera | 3 dias |
Pepino | 3 dias |
Pera | 3 dias |
Pêssego | 3 dias |
Pimenta | 1 dia |
Pimentão | 1 dia |
Quiabo | 1 dia |
Repolho | 3 dias |
Rúcula | 3 dias |
Tomate | 3 dias |
Uva | 3 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação”.
CULTURAS | ALVOS | DOSES (p.c.) | RECOMENDAÇÕES DE USO | ||
Número, época e intervalo de aplicação | Número máximo de aplicações (por ciclo da cultura) | Volume de calda | |||
Bicudo-do- | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação (nível de 1% a 3% de botões atacados), com a detecção da praga na lavoura com intervalo de 5 dias entre as aplicações. Utilizar a dose maior em casos de maior pressão da praga. Realizar no máximo 3 aplicações. | ||||
algodoeiro | 300 a 600 | ||||
(Anthonomus | mL/ha | ||||
grandis) | |||||
Lagarta-do- | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Realizar a aplicação no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso necessário, devido a reinfestação, reaplicar com intervalo de 5 dias. Realizar no máximo 3 aplicações. | ||||
cartucho | 300 a 500 | ||||
(Spodoptera | mL/ha | ||||
frugiperda) | Terrestre: 100 - 200 L/ha | ||||
Algodão | Monitorar constantemente a presença da praga e aplicar o produto logo no início da infestação. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. Realizar no máximo 2 aplicações. | 3 | |||
Pulgão-do- algodoeiro (Aphis gossypii) | 250 a 350 mL/ha | Aérea: 5 - 40 L/ha | |||
Mosca-branca (Bemisia tabaci biótipo B) | 250 a 350 mL/ha | Monitorar constantemente a presença da praga e aplicar o produto logo no início da infestação. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação. Utilizar a maior dose em caso de altas infestações ou em condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. Realizar no máximo 2 aplicações. | |||
Amendoim | Mosca-branca (Bemisia tabaci biótipo B) | 200 a 300 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso necessário, devido a reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 100 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Arroz/ Arroz irrigado | Percevejo-grande- do-arroz (Tibraca limbativentris) | 200 a 300 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. | 1 | Terrestre: 150 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Aveia | Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopalosiphum graminum) | 50 a 125 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar no início das infestações. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação | 2 | Terrestre: 150 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Broca-do-café (Hypothenemus hampei) | 500 a 700 mL/ha | Realizar monitoramento da praga, avaliando-se no mínimo 100 frutos por talhão. Iniciar a aplicação no início do desenvolvimento dos frutos, quando o nível de infestação atingir 3 a 5% de frutos brocados. Repetir a aplicação após intervalo de 30 dias da primeira aplicação. Utilizar a maior dose quando o cafeeiro tiver grande densidade vegetativa. Realizar no máximo 3 aplicações. | Terrestre: 300 - 600 | ||
L/ha | |||||
Café | 3 | ||||
Aérea: | |||||
10 - 40 | |||||
Monitorar constantemente a presença da praga na lavoura e aplicar no início da infestação, logo nos primeiros sintomas nas folhas. Repetir a aplicação entre 25 e 30 dias após a primeira aplicação. Realizar no máximo 2 aplicações. | L/ha | ||||
Bicho-mineiro (Leucoptera coffeella) | 600 a 700 mL/ha | ||||
Caju | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 a 300 mL/ha (20 a 30 mL/100L) | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Realizar no máximo 3 aplicações, em intervalo de 7 dias. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Mosca-branca-do- cajueiro (Aleurodicus cocois) |
Cana-de- açúcar | Gorgulho-da-cana (Sphenophorus levis) | 1,75 a 2,0 L/ha | Recomenda-se realizar monitoramento constante da praga. Após a colheita, realizar a aplicação dirigindo o jato na base da soqueira da cana, próximo às raízes utilizando equipamento apropriados para esta modalidade de aplicação. Utilizar a maior dose para situações de maior pressão da praga. | 1 | Terrestre: 150 a 400 L/ha Aéreo: 10 a 40 L/ha |
Cigarrinha-das- raízes (Mahanarva fimbriolata) | 1,0 a 2,0 L/ha | Recomenda-se realizar monitoramento constante da praga. Realizar aplicação quando for constatado nível de controle. Realizar de preferência, aplicação direcionando o jato para ambos os lados da linha de plantio de forma a distribuir 70% da calda nas folhas e 30% na base das plantas. Recomenda-se aplicar o produto durante a fase da cultura com maior potencial de ocorrência e dano da praga, que pode ser entre a fase de brotação até a fase de crescimento dos colmos. É importante que os métodos de aplicação adotados garantam bom recobrimento da calda sobre as ninfas protegidas pela espuma na base das plantas. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||
Caqui | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 a 300 mL/ha (20 a 30 mL/100L) | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Realizar no máximo 3 aplicações, em intervalo de 7 dias. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Mosca-das-frutas (Anastrepha fraterculus) | |||||
Mosca-das-frutas | Terrestre: 1000 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha | ||||
Carambola | (Ceratitis capitata) | 200 a 300 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. | 3 | |
Mosca-das-frutas (Anastrepha obliqua) | |||||
(20 a 30 mL/100L) | Realizar no máximo 3 aplicações, em intervalo de 7 dias. | ||||
Mosca-da- carambola (Bactrocera carambolae) | |||||
Terrestre: | |||||
Centeio | Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopalosiphum graminum) | 50 a 125 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar no início das infestações. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação. | 2 | 150 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 |
L/ha |
Cevada | Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopalosiphum graminum) | 50 a 125 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar no início das infestações. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação | 2 | Terrestre: 150 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Ervilha | Mosca-branca (Bemisia tabaci biótipo B) | 200 a 300 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso necessário, devido a reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 100 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Realizar monitoramento constante e | |||||
Eucalipto | Psilídeo-de- concha (Glycaspis brimblecombei) | 150 a 250 mL/ha | proceder aplicação logo no início da infestação. Utilizar a menor dose quando forem observados os primeiros sinais de ataque da praga e a maior dose quando a praga já estiver presente em altas populações. Realizar nova | 3 | Terrestre: 100 a 300 L/ha Aéreo: |
aplicação com intervalo mínimo de | 10 a 40 | ||||
21 dias, em caso de reinfestação da | L/ha | ||||
praga. | |||||
Feijão | Mosca-branca (Bemisia tabaci biótipo B) | 200 a 300 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso necessário, devido a reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 100 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Vaquinha (Diabrotica speciosa) | 250 a 300 mL/ha | ||||
Feijões | Mosca-branca (Bemisia tabaci biótipo B) | 200 a 300 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso necessário, devido a reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 100 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Figo | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 a 300 mL/ha (20 a 30 mL/100L) | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Realizar no máximo 3 aplicações, em intervalo de 7 dias. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Mosca-do-figo (Zaprionus indianus) | |||||
Fumo | Pulga-do-fumo (Epitrix fasciata) | 1.250 a 2.000 mL/ha | Realizar aplicação via esguicho (“drench”), 20 a 30 dias após o transplantio das mudas de fumo. | 1 | Terrestre: 20 mL/planta |
Goiaba | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 a 300 mL/ha (20 a 30 mL/100L) | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Realizar no máximo 3 aplicações, em intervalo de 7 dias. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Psilídeo-da- goiabeira (Triozoida limbata) |
Mangaba | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 a 300 mL/ha (20 a 30 mL/100L) | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Realizar no máximo 3 aplicações, em intervalo de 7 dias. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Pulgão (Aphis gossypii) | |||||
Percevejo-barriga- | Realizar aplicação logo após a emergência da cultura quando for constatada a presença da praga. Em áreas de histórico e de maior pressão, deve-se utilizar a maior dose. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar a segunda aplicação com intervalo de 7 dias. | ||||
verde | 200 a 500 | ||||
(Dichelops | mL/ha | ||||
melacanthus) | |||||
Terrestre: | |||||
100 - 200 | |||||
Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso necessário, devido a reinfestação, reaplicar após intervalo de 7 dias. | L/ha | ||||
Milheto | Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | 150 a 250 mL/ha | 2 | Aérea: 10 - 40 L/ha | |
Lagarta-do- | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso necessário, devido a reinfestação, reaplicar após intervalo de 7 dias. | ||||
cartucho | 250 a 300 | ||||
(Spodoptera | mL/ha | ||||
frugiperda) | |||||
Cigarrinha-do- milho (Dalbulus maidis) | 200 a 300 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar no início das infestações. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação. Utilizar as doses mais altas se o local possuir alto histórico de ocorrência da praga. | |||
Milho | Percevejo-barriga- verde (Dichelops melacanthus) | 200 a 500 mL/ha | Realizar aplicação logo após a emergência da cultura quando for constatada a presença da praga. Em áreas de histórico e de maior pressão, deve-se utilizar a maior dose. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar a segunda aplicação com intervalo de 7 dias. | 2 | Terrestre: 100 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso necessário, devido a reinfestação, reaplicar após intervalo de 7 dias. | ||||
250 a 300 mL/ha | |||||
Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | 150 a 250 mL/ha |
Pastagens | Cigarrinha-das- pastagens (Deois flavopicta) | 200 a 300 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. | 1 | Terrestre: 300 - 400 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Quiuí | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 a 300 mL/ha (20 a 30 mL/100L) | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Realizar no máximo 3 aplicações, em intervalo de 7 dias. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Inspecionar periodicamente a | Terrestre: 150 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha | ||||
lavoura através de batidas de pano. | |||||
Recomenda-se realizar a batida de | |||||
pano em um metro linear de um lado | |||||
da fileira de soja nos momentos | |||||
mais frescos do dia. Realizar | |||||
aplicação quando for observado o | |||||
início de infestação. No máximo dois | |||||
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 200 a 500 mL/ha | percevejos maiores que 0,4 cm por metro linear em áreas de produção de grãos e no máximo um percevejo maior que 0,4 com em áreas de | |||
produção de sementes. Caso seja | |||||
necessário devido a reinfestação, | |||||
realizar a segunda aplicação com | |||||
Soja | intervalo de 7 dias. Utilizar a dose | 2 | |||
menor em condições de menor | |||||
infestação da praga. Em maiores | |||||
infestações da praga, utilizar a maior | |||||
dose. | |||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci biótipo B) | 200 a 350 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso seja necessário, devido a | |||
reinfestação, realizar 2 aplicações | |||||
com intervalo de 7 dias. | |||||
Lagarta-das- vagens (Spodoptera eridania) | 250 a 350 mL/ha | Realizar no máximo 1 aplicação. Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. |
Percevejo-barriga- verde (Dichelops melacanthus) | 200 a 500 mL/ha | Realizar aplicação logo após a emergência da cultura quando for constatada a presença da praga. Em áreas de histórico e de maior pressão, deve-se utilizar a maior dose. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar a segunda aplicação com intervalo de 7 dias. | Terrestre: | ||
Sorgo | Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis) | 150 a 250 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso necessário, devido a reinfestação, reaplicar após intervalo de 7 dias. | 2 | 100 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 250 a 300 mL/ha | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Caso necessário, devido a reinfestação, reaplicar após intervalo de 7 dias. | |||
Tomate | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 250 a 350 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar no início das infestações. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação. | 2 | Terrestre: 800 L/ha |
Tripes (Thrips palmi) | 250 a 350 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Iniciar as aplicações para o controle de tripes quando for constatada a presença dos primeiros adultos na cultura. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação, não excedendo o número máximo de aplicações. | Terrestre: 400 - 800 L/ha | ||
Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 300 a 350 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Iniciar as aplicações quando for constatada a presença da praga na cultura. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação, não excedendo o número máximo de aplicações. | |||
Pulgão-verde-dos- | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar no início das infestações. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação. Realizar no máximo 2 aplicações. | ||||
cereais | 50 a 125 | ||||
(Rhopalosiphum | mL/ha | ||||
graminum) | Terrestre: | ||||
Realizar monitoramento constante e proceder a aplicação logo no início da infestação. Utilizar a menor dose quando for observado os primeiros sinais de ataque da praga e a maior dose quando a praga já estiver presente em altas populações. Repetir a aplicação 7 dias caso haja reincidência de ataque da praga, não ultrapassando o limite máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. | 100 - 200 L/ha | ||||
Trigo | 3 | ||||
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 125 a 150 mL/ha | Aéreo: 10 - 40 L/ha |
Triticale | Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopalosiphum graminum) | 50 a 125 mL/ha | Realizar monitoramento de pragas constantemente. Aplicar no início das infestações. Se necessário, reaplicar após 7 dias da primeira aplicação | 2 | Terrestre: 150 - 200 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
Uva | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) | 200 a 300 mL/ha (20 a 30 mL/100L) | Realizar o monitoramento da praga constantemente. Aplicar no início da infestação, com a detecção da praga na lavoura. Realizar no máximo 3 aplicações, em intervalo de 7 dias. | 3 | Terrestre: 1000 L/ha Aérea: 10 - 40 L/ha |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Anthonomus grandis | Bicudo | Ver detalhes |
| Amendoim | Bemisia tabaci biótipo B | Mosca-Branca | Ver detalhes |
| Arroz | Tibraca limbativentris | Percevejo, Percevejo-grande-do-arroz | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Tibraca limbativentris | Percevejo | Ver detalhes |
| Aveia | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-da-espiga, Pulgão-verde, Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Caju | Aleurodicus cocois | Mosca-branca, Mosca-branca-do-cajueiro | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Mahanarva fimbriolata | Cigarrinha-das-raízes, Cigarrinha-vermelha | Ver detalhes |
| Caqui | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Carambola | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Centeio | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-da-espiga, Pulgão-verde, Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
| Cevada | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-da-espiga, Pulgão-verde, Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
| Ervilha | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Eucalipto | Glycaspis brimblecombei | Psilideo de concha | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Feijões | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Figo | Zaprionus indianus | Mosca-do-figo | Ver detalhes |
| Fumo | Epitrix fasciata | Pulga-do-fumo, Vaquinha-do-fumo | Ver detalhes |
| Goiaba | Triozoida limbata | Psilídeo da goiabeira | Ver detalhes |
| Kiwi | Ceratitis capitata | Mosca do mediterâneo | Ver detalhes |
| Manga | Aphis gossypii | pulgão-do-algodão | Ver detalhes |
| Milheto | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Milho | Rhopalosiphum maidis | Pulgão-do-milho, Pulgão-dos-cereais | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Soja | Euschistus heros | Percevejo-marrom | Ver detalhes |
| Sorgo | Dichelops melacanthus | percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Trigo | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-da-espiga, Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
| Triticale | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
| Uva | Ceratitis capitata | Ver detalhes |
Aplicar TERMINUS nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação. Este produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendação para cada cultura.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado.
Diluir o produto na dose recomendada por ha em volume de água suficiente para aplicação de 20 mL/planta (aplicação sobre a planta). Usar pulverizador costal (manual ou motorizado) ou equipamento tratorizado corretamente calibrado e adaptado para aplicação no solo limpo.
# Aplicação VIA TERRESTRE:
A boa eficiência de aplicação, entre outros fatores, destaca um conjunto de características e ações que devem ser rigorosamente observadas, tais como:
para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Realize a aplicação via aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos:
. Temperatura ambiente abaixo de 30ºC;
. Umidade relativa do ar acima de 50%
. Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/h.
CULTURA | Intervalo de Segurança (dias) |
Algodão | 10 |
Amendoim | 7 |
Arroz/Arroz irrigado | 30 |
Aveia | 15 |
Café | 40 |
Caju | 10 |
Cana-de-açúcar | 40 |
Caqui | 10 |
Carambola | 10 |
Centeio | 15 |
Cevada | 15 |
Ervilha | 15 |
Eucalipto | UNA |
Feijão | 7 |
Feijões | 7 |
Figo | 10 |
Fumo | UNA |
Goiaba | 10 |
Mangaba | 10 |
Milheto | 15 |
Milho | 15 |
Pastagem | UNA |
Quiuí | 10 |
Soja | 20 |
Sorgo | 15 |
Tomate | 3 |
Trigo | 15 |
Triticale | 15 |
Uva | 10 |
UNA: Uso Não Alimentar
A reentrada de pessoas nas culturas poderá ocorrer após a completa secagem da calda aplicada (cerca de 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | ALVOS Nome comum (Nome científico) | DOSES | Número máximo de aplicações por safra | Início, época, intervalo e volume de aplicação. | |
mL p.c./100 L água | mL p.c./ha (g. ia/ha) | ||||
Abóbora Abobrinha Chuchu Maxixe Melancia Melão Pepino | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 24 a 36 | 240 a 360 (120 a 180) | 2 | Realizar as aplicações no início da formação dos frutos, realizando aplicações visando atingir as brocas antes de penetrarem no interior dos frutos. Realizar novas aplicações com intervalo de 7 dias, preferencialmente em rotação com inseticidas com diferentes modos de ação. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha. |
Bicudo: Aplicar DREAM quando for | |||||
encontrado o primeiro indivíduo através das | |||||
armadilhas de monitoramento. Realizar nova | |||||
Bicudo (Anthonomus grandis) | 150 a 300 (75 a 150) | aplicação, caso necessário, respeitando o intervalo de 5 dias. | |||
Lagarta-das-maçãs: Aplicar ao detectar o | |||||
Algodão | - | 4 | início de infestação da praga. Realizar nova | ||
aplicação, caso necessário, respeitando o | |||||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 600 (300) | intervalo de 7 dias. Em ambos os casos, realizar a rotação de | |||
inseticidas com diferentes modos de ação. | |||||
Utilizar volume de calda de 300 - 400 L/ha. | |||||
Alho Cebola | Tripes (Thrips tabaci) | - | 300 a 360 (150 a 180) | 2 | Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar nova aplicação, caso necessário, respeitando o intervalo de 7 dias preferencialmente em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. |
Utilizar volume de calda de 300 – 400 L/ha. | |||||
Arroz | Percevejo-do-grão (Oebalus poecilus) Lagarta-da-panícula (Pseudaletia sequax) | - | 180 (90) | 2 | Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar nova aplicação, caso necessário, respeitando o intervalo de 7 dias preferencialmente em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. |
Utilizar o volume de calda de 150 L/ha. | |||||
Iniciar as aplicações no início da infestação da | |||||
Aveia Cevada | Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae) Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | - | 60 a 270 (30 a 135) 60 a 300 (30 a 150) | 2 | praga. Realizar nova aplicação, caso necessário, respeitando os intervalos de 7 a 15 dias preferencialmente em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 100 – 250 L/ha. |
Beterraba Cenoura Mandioquinha- salsa | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | - | 120 a 180 (60 a 90) | 1 | Iniciar a aplicação no início da infestação da praga, preferencialmente através de monitoramento. Utilizar o volume de calda de 200 L/ha. |
Café | Broca-do-café (Hypothenemus hampei) | - | 400 a 500 (200 a 250) | 1 | Realizar aplicação quando infestação da Broca estiver no máximo em 1% de frutos raspados ou perfurados, preferencialmente no início do trânsito dos adultos, entre novembro e janeiro. |
Utilizar o volume de calda de 400 L/ha. | |||||
Canola | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) Traça-das-crucíferas (Plutella xylostella) | - | 120 a 180 (60 a 90) | 2 | Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar nova aplicação, caso necessário, respeitando o intervalo de 7 dias preferencialmente em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 200 L/ha. |
Cigarrinha-da-cvc | |||||
(Dilobopterus | 2 a 5 | 40 a 100 | |||
costalimai) | (20 a 50) | ||||
Bicho-furão | 5 | 100 | |||
(Ecdytolopha | (50) | Iniciar a aplicação quando for constatada a | |||
aurantiana) | presença da praga no pomar através | ||||
Citros | Moscas-das-frutas | 24 a 36 | 480 a 720 | 1 | estratégias de monitoramento. |
(Ceratitis capitata) | (240 a 360) | Utilizar o volume de calda de 2000 L por | |||
hectare. | |||||
Psilideo | 18 | 360 | |||
(Diaphorina citri) | (180) | ||||
Pulgão-preto | 18 | 360 | |||
(Toxoptera citricida) | (180) | ||||
Coco Dendê | Lagarta-do-coqueiro (Brassolis sophorae) | - | 120 a 180 (60 a 90) | 2 | Iniciar as aplicações no início da infestação da praga na cultura. Utilizar o volume de calda de 1000 L/ha. |
Eucalipto | Psilideo-de-concha (Glycaspis brimblecombe) | - | 60 a 120 (30 a 60) | 3 | Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar nova aplicação, caso necessário, respeitando o intervalo de 7 a 15 dias preferencialmente em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. |
Utilizar o volume de calda de 400-500 L/ha. | |||||
180 a 240 (80 a 120) 60 (30) 300 (150) | Mosca-branca: iniciar a aplicação do produto | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | quando for constatado a presença dos primeiros adultos na área. Alternar aplicações com inseticidas de diferentes modos de ação, em intervalos de 7 dias. | ||||
Feijão | Vaquinha (Diabrotica speciosa) | - | 3 | Vaquinha-verde-amarela e Cigarrinha- verde: aplicar logo que constatar a presença | |
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | da praga. Repetir a aplicação, se necessário, em intervalos de 7 a 15 dias. | ||||
Utilizar o volume de calda de 300 a 400 L/ha. | |||||
Fumo | Pulga-do-fumo (Epitrix fasciata) | - | 100 (50) | 2 | Realizar as aplicações no início da infestação da praga na cultura, reaplicar com intervalo de 7 dias, em rotação com outros produtos registrados para o alvo e cultura. |
Utilizar o volume de 150 a 300 L/ha. | |||||
Girassol | Vaquinha verde- amarela (Diabrotica speciosa) | - | 120 a 180 (60 a 90) | 2 | Iniciar a aplicação assim que for constatada a presença da praga e repetir se necessário com intervalo de 7 dias. Utilizar a menor dose em condições de baixa infestação da praga e a maior dose em alta infestação. |
Utilizar o volume de calda de 200 L/ha. | |||||
Goiaba | Psilídeo-da- goiabeira (Triozoida limbata) | 30 | 600 (300) | 3 | Realizar monitoramento constante e aplicar imediatamente quando for constatado a presença da praga. Realizar novas aplicações com intervalos de 7 dias em rotação com inseticidas com diferentes modos de ação. |
Utilizar volume de calda de 2000 L/ha. | |||||
Maçã | Mariposa oriental (Grapholita molesta) | 30 a 40 | 300 a 600 (150 a 300) | 2 | Realizar as aplicações a partir do início da infestação da praga. Realizar nova aplicação, se necessário em intervalos de 7 dias, em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. |
Utilizar volume de calda de 800 a 1500 L/ha, respeitando a dose mínima por hectare de 300 mL p.c./ha. | |||||
Mamona | Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | - | 300 (150) | 1 | Iniciar a aplicação assim que for constatada a presença da praga. Utilizar volume de calda de 200 L/ha. |
Mandioca | Mandarová-da- mandioca (Erinnyis ello) | - | 180 a 240 (90 a 120) | 1 | Iniciar a aplicação assim que for constatada a presença da praga. Utilizar volume de calda de 200 L/ha. |
Manga | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) Tripes-do-cacueiro (Selenothrips rubrocinctus) | 24 a 36 | 240 a 360 (120 a 180) | 1 | Mosca-das-frutas: Fazer o monitoramento e iniciar o controle assim que for constatada a presença dos adultos as armadilhas. Tripes: Iniciar a aplicação assim que for constatada a presença da praga. Utilizar o volume de calda de 1000 L/ha. |
Milho | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) Cigarrinha do Milho (Dalbulus maidis) | - | 42 a 60 (21 a 30) 300 (150) | 3 | Iniciar as aplicações no início do surgimento da praga, entre V1 até V3. Realizar nova aplicação com intervalos de 7 dias, preferencialmente em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 300 a 400 L/ha. |
Nectarina Nêspera Pera | Mosca-das-Frutas (Anastrepha fraterculus) | 30 | 300 (150) | 2 | Realizar aplicação no início da infestação da praga, através de armadilhas de monitoramento. Realizar nova aplicação, se necessário em intervalos de 7 dias, em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. |
Utilizar volume de calda de 1000 L/ha | |||||
Pêssego | Mariposa oriental (Grapholita molesta) | 30 | 300 a 450 (150 a 225) | 2 | Iniciar as aplicações logo no início da infestação da praga. Realizar nova aplicação, caso necessário, em intervalos de 15 dias em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 800 – 1500 L/ha. Observar que a dose mínima do produto é de 300 mL p.c./ha, mesmo em volume de calda abaixo de 1000 L/ha. |
Lagarta-da-soja (Anticarsia | 21 | Aplicar as aplicações no início do surgimento da praga. Realizar nova aplicação com | |||
gemmatalis) | (10,5) | intervalos de 7 dias, preferencialmente em | |||
Soja | - | 240 a 300 (120 a 150) | 2 | rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 100 - 300 L/ha. | |
Percevejo-verde- pequeno (Piezodorus guildini) | |||||
Broca-pequena-do- fruto | 24 a 36 | 144 a 432 | |||
(Neoleucinodes | (72 a 216) | Iniciar as aplicações de acordo com | |||
elegantalis) | monitoramento, no início da infestação da | ||||
praga. Realizar nova aplicação com intervalos | |||||
Tomate | |||||
Broca-grande-do- | 36 | 216 a 432 | 4 | de 7 dias, preferencialmente em rotação com | |
fruto | (108 a 216) | inseticidas de diferentes modos de ação. | |||
(Helicoverpa zea) | Utilizar o volume de calda de 600-1200 L/ha. | ||||
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 36 | 216 a 432 (108 a 216) | |||
60 a 270 (30 a 135) 60 a 300 (30 a 150) | Recomenda-se iniciar as aplicações no início | ||||
Trigo | Pulgão-da-espiga (Sitobion avenea) Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | - | 3 | da infestação da praga. Realizar nova aplicação, caso necessário, respeitando os intervalos de 7 a 15 dias preferencialmente em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. | |
Utilizar o volume de calda de 100 – 300 L/ha.. | |||||
Uva | Mosca-das-frutas (Anastrepha fraterculus) | 60 | 600 (300) | 2 | Realizar monitoramento constante e iniciar as aplicações logo no início da infestação da praga. Realizar nova aplicação, caso necessário, em intervalos de 7 dias em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. |
Utilizar o volume de calda de 1000 L/ha. |
P.C. = Produto Comercial. Dream possui 500 g de ingrediente ativo Etofenproxi por cada litro de produto comercial.
I.A = Ingrediente Ativo.
Utilizar maior dosagem quanto maior for a área foliar das plantas ou sob condições propícias para desenvolvimento da praga.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abóbora | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Abobrinha | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Algodão | Anthonomus grandis | Bicudo | Ver detalhes |
| Alho | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Arroz | Pseudaletia sequax | Lagarta-da-panícula | Ver detalhes |
| Aveia | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Beterraba | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Café | Hypothenemus hampei | Broca-do-café | Ver detalhes |
| Canola | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Cenoura | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cevada | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Chuchu | Diaphania nitidalis | Broca-das-curcubitáceas | Ver detalhes |
| Citros | Diaphorina citri | Psilídeo | Ver detalhes |
| Coco | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmeiras, Lagarta-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Dendê | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmáceas | Ver detalhes |
| Eucalipto | Glycaspis brimblecombei | Psilideo de concha | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Fumo | Epitrix fasciata | Pulga-do-fumo, Vaquinha-do-fumo | Ver detalhes |
| Girassol | Diabrotica speciosa | vaquinha verde pequeno | Ver detalhes |
| Goiaba | Triozoida limbata | Psilídeo da goiabeira | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Mamona | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Mandioca | Erinnyis ello | Gervão, Mandarová | Ver detalhes |
| Mandioquinha-salsa | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Manga | Selenothrips rubrocinctus | Tripes-do-cacaueiro | Ver detalhes |
| Maxixe | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Melancia | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Melão | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Milho | Dalbulus maidis | Cigarrinha-do-milho | Ver detalhes |
| Nectarina | Anastrepha fraterculus | mosca das frutas sul americanas | Ver detalhes |
| Nêspera | Anastrepha fraterculus | Mosca-das-frutas, Mosca-sul-americana | Ver detalhes |
| Pepino | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Pera | Anastrepha fraterculus | Mosca-das-frutas, Mosca-sul-americana | Ver detalhes |
| Pessego | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Soja | Piezodorus guildinii | Percevejo-pequeno, Percevejo-verde-pequeno | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Uva | Anastrepha fraterculus | Mosca-das-frutas, Mosca-sul-americana | Ver detalhes |
Aplicar DREAM nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação. Este produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendação para cada cultura. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação, a especificação do fabricante do equipamento e a tecnologia de aplicação empregada.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva.
- APLICAÇÃO VIA TERRESTRE:
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
APLICAÇÃO VIA AÉREA:
A aplicação via aérea é indicada para as culturas: Algodão, Arroz, Aveia, Cevada, Café, Canola, Citros, Coco, Dendê, Eucalipto, Feijão, Girassol, Maçã, Milho, Soja e Trigo.
Volume de calda para aplicação: 10 a 30 L/ha, dependendo da tecnologia de aplicação empregada.
Densidade de gotas: 20 a 30 gotas/cm².
Tamanho de gotas (DMV): 100 a 400 µm.
Altura sugerida de voo de 3 m acima do alvo.
Calcular a altura do voo em função da velocidade do vento. Considerar para o cálculo o fator AMSDEN de 30. Podem ser utilizados atomizadores rotativos como Micronair, ASC ou Turboaero. Usar a combinação de ponta e difusor que produza uma neblina com o maior DMV (Diâmetros Medianos Volumétricos de gotas) e menor PRD (Potencial de Risco de Deriva). Voar na altura adequada para uma distribuição correta na faixa de aplicação e evitando deriva; manter esta altura e não voar mais alto do que o necessário, acompanhando sempre o FATOR AMSDEN. Realizar sempre reconhecimento da área em que se está aplicando, tentar localizar além dos obstáculos, residências, estábulos, apiários, granjas, bem como lago e pastagem vizinhas à área que está sendo tratada. Ficar atento para as variações de vento, em direção, sentido e intensidade, em relação a sua linha de voo. Não hesitar em parar as aplicações se uma mudança de vento ocorrer e vier a provocar a deriva. Parar as aplicações sempre que a temperatura passar dos limites 30°C ou se a umidade
relativa descer a níveis abaixo de 55% para veículo água. Não voar com equipamento vazando e realizar a sua manutenção adequada. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Todas as atividades aero agrícolas devem ser acompanhadas por profissionais possuidores de curso de executor técnico em Aviação Agrícola, reconhecido pelo Ministério da Agricultura. Todos os procedimentos ligados às atividades aeroagrícolas devem estar em conformidade às regulamentações e legislações específicas ditadas pelo Ministério da Agricultura e devem evitar e mitigar riscos de contaminação ambiental e risco à saúde humana.
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
Umidade relativa do ar acima de 55%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto se a fumaça for rapidamente dispersar e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para aplicação do produto, conforme consta no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região de aplicação.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Algodão e Soja | 15 dias |
Abóbora, Abobrinha, Alho, Arroz, Cebola, Chuchu, Feijão, Goiaba, Maxixe, Milho, Nectarina, Nêspera, Pera, Pepino, Pêssego e Tomate | 3 dias |
Aveia, Beterraba, Canola, Cenoura, Cevada, Citros, Girassol, Maçã, Mamona, Mandioca, Mandioquinha-salsa e Uva | 7 dias |
Coco e Dendê | 21 dias |
Café | 14 dias |
Manga, Melancia e Melão | 1 dia |
Trigo | 16 dias |
Fumo e Eucalipto | U.N.A |
U.N.A – Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação
CULTURAS | PRAGAS | DOSES (1) | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕE S | VOLUMES DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Nome Comum (Nome Científico) | |||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a mosca-branca na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. | ||||
ABÓBORA | 60 – 90 mL/100 L (*) (21,6 + 6,48 g i.a./ha – 32,4 + 9,72 g i.a./ha) | 4 aplicações | Pulverização Terrestre: 600 L/ha | Minadora: Recomenda-se monitorar constantemente a mosca-minadora na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área (primeiras pontuações nas folhas). Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente o ácaro na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. | |
Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | |||||
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | ||||
INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. | |||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 60 – 90 mL/100 L (*) (21,6 + 6,48 g i.a./ha – 32,4 + 9,72 g i.a./ha) | 4 aplicações | Pulverização Terrestre: 600 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a mosca-branca na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | |
ABOBRINHA | |||||
INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. | |||||
CULTURAS | PRAGAS | DOSES (1) | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕE S | VOLUMES DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Nome Comum (Nome Científico) | |||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a mosca-branca na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. | ||||
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 500 a 1000 mL/ha (*) | Ácaro: Recomenda-se monitorar constan-temente o ácaro na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. | |||
Lagarta-do- algodão (Helicoverpa armigera) | (30 + 9 g i.a./ha – 60 + 18 g i.a./ha) | Pulverização terrestre: 100 a 150 L/ha | Helicoverpa e Lagarta-militar: Inspecionar periodicamente a lavoura e aplicar no início da infestação, com lagartas pequenas, de 1º e 2º instares. | ||
ALGODÃO | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 3 aplicações | Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | |
Tripes (Frankliniella schultzei) | 750 a 1000 mL/ha (*) (45 + 13,5 g i.a./ha – 60 + 18 g i.a./ha) | Tripes: Recomenda-se monitorar constantemente o tripes na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | |||
INTERVALO DE APLICAÇÃO: 5 a 7 dias. | |||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO no período de 10h00 às 15h00. As aplicações aéreas não devem ser realizadas a uma distância menor que 300 (trezentos) metros da divisa com áreas de vegetação natural e culturas agrícolas vizinhas em fase de florescimento. | |||||
Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | Mariposa-oriental: Recomenda-se monitorar constantemente a mariposa na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. | ||||
AMEIXA | 50 - 75 mL/100 L (*) (30 + 9 g i.a./ha – 45 + 13,5 g i.a./ha) | 3 aplicações | Pulverização Terrestre: 1000 L/ha | Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente o ácaro na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. | |
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | |||||
INTERVALO DE APLICAÇÃO: 14 dias | |||||
CULTURAS | PRAGAS | DOSES (1) | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕE S | VOLUMES DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Nome Comum (Nome Científico) | |||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. | |||||
AMENDOIM | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 500 - 750 mL/ha (*) (30 + 9 g i.a./ha - 45 + 13,5 g i.a./ha) | 3 aplicações | Pulverização Terrestre: 100 L/ha Pulverização Aérea: Mín. 20 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a mosca-branca na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a vaquinha na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente o ácaro na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. |
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 250 - 500 mL/ha (*) (15 + 4,5 g i.a./ha - 30 + 9 g i.a./ha | ||||
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | |||||
INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. As aplicações aéreas não devem ser realizadas a uma distância menor que 300 (trezentos) metros da divisa com áreas de vegetação natural e culturas agrícolas vizinhas em fase de florescimento. | |||||
Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | Mosca-minadora: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Iniciar as aplicações com os primeiros sinais de presença da praga (pontuações nas folhas). | ||||
BATATA | 250 - 500 mL/ha (*) (15 + 4,5 g i.a./ha – 30 + 9 g i.a./ha) | 3 aplicações | Pulverização Terrestre: 400 L/ha Pulverização Aérea: Mín. 20 L/ha | Traça: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Iniciar as aplicações no início de infestação, nos primeiros sinais de ataque na lavoura. Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura, observando a presença de ninfas na face inferior das folhas. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias | |
Traça-da- batatinha (Phthorimaea operculella) | |||||
Mosca-Branca (Bemisia tabaci raça B) | 500 - 750 mL/ha (*) (30 + 9 g i.a./ha – 45 + 13,5 g i.a./ha) | ||||
CULTURAS | PRAGAS | DOSES (1) | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕE S | VOLUMES DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Nome Comum (Nome Científico) | |||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Aplicar MINECTO PRO somente após o pôr do sol. As aplicações aéreas não devem ser realizadas a uma distância menor que 300 (trezentos) metros da divisa com áreas de vegetação natural e culturas agrícolas vizinhas em fase de florescimento. | |||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 60 - 90 mL/100 L (*) (28,8 + 8,64 g i.a./ha – 43,2 + 12,96 g i.a./ha) | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a mosca-branca na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a broca na cultura. Aplicar até antes do início do florescimento, no máximo até 25 dias do transplantio. Traça: Recomenda-se monitorar constantemente a traça na cultura. Pulverizar quando for constatada a presença de insetos adultos e os primeiros sintomas de minas nas folhas. Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente o ácaro na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Minadora e Traça: Recomenda-se monitorar constantemente a traça na cultura. Pulverizar quando forem constatados os primeiros sinais de presença da praga na área (pontuações nas folhas). Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | |||
Broca-pequena- do-tomateiro (Neoleucinodes elegantalis) | 30 – 60 mL/100 L (*) | ||||
(14,4 + 4,32 g i.a./ha – 28,8 + 8,64 g i.a./ha) | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 800 L/ha | |||
Traça-do- tomateiro (Tuta absoluta) | |||||
BERINJELA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | ||||
Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 60 - 90 mL/100 L (*) (28,8 + 8,64 g i.a./ha – 43,2 + 12,96 g i.a./ha) | ||||
Traça-da- batatinha (Phthorimaea operculella) | |||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. | |||||
CULTURAS | PRAGAS | DOSES (1) | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕE S | VOLUMES DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Nome Comum (Nome Científico) | |||||
CAJU | Ácaro (Tetranychus urticae) | 250 - 500 mL/ha (*) (15 + 4,5 g i.a./ha - 30 + 9 g i.a./ha) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 600 L/ha | Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente o ácaro na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. |
INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. | |||||
CAQUI | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 250 - 500 mL/ha (*) (15 + 4,5 g i.a./ha - 30 + 9 g i.a./ha) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 600 L/ha | Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente o ácaro na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. |
INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. | |||||
CARAMBOLA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 250 - 500 mL/ha (*) (15 + 4,5 g i.a./ha - 30 + 9 g i.a./ha) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 600 L/ha | Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente o ácaro na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. |
INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. | |||||
CULTURAS | PRAGAS | DOSES (1) | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕE S | VOLUMES DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Nome Comum (Nome Científico) | |||||
CHUCHU | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 60 - 90 mL/100 L (*) (21,6 + 6,48 g i.a./ha – 32,4 + 9,72 g i.a./ha) | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 600 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a mosca-branca na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente o ácaro na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | |||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. | |||||
CITROS | Ácaro-da-falsa- ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | 100 - 200 mL/ha (*) (6 + 1,8 g i.a./ha – 12 + 3,6 g i.a./ha) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 800 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação, quando ocorrer a presença do ácaro em frutos e ramos. Minadora: Inspecionar periodicamente a cultura através do monitoramento e pulverizar quando forem encontradas as primeiras minas com presença de larvas de 1º ínstar nas brotações. Psilídeo: Inspecionar periodicamente a cultura através de monitoramento e pulverizar quando forem constatados os primeiros insetos adultos ou ninfas nos ramos e brotações. Bicho-furão: Realizar o monitoramento constante através de armadilhas e aplicar no início da infestação da praga ou no aparecimento dos primeiros adultos na área. |
Minadora-das- folhas (Phyllocnistis citrella) | |||||
Psilídeo (Diaphorina citri) | 250 - 500 mL/ha (*) (15 + 4,5 g i.a./ha – 30 + 9 g i.a./ha) | ||||
Bicho-furão (Gymnandrosoma aurantianum) | 25 - 62,5 mL/100L (*) ou 200 - 500 mL/ha (*) | ||||
CULTURAS | PRAGAS | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕE S | VOLUMES DE CALDA | ||
Nome Comum (Nome Científico) | DOSES (1) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |||
Cochonilha- escama-farinha (Unaspis citri) | (12 + 3,6 g i.a./ha – 30 + 9 g i.a./ha) | Cochonilha: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga. Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 14 dias. | |||
Lagarta-mede- palmo (Oxydia apidania) | 12,5 – 62,5 mL/100L (*) ou 100 - 500 mL/ha (*) (6 + 1,8 g i.a./ha – 30 + 9,0 g i.a./ha | ||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. As aplicações aéreas não devem ser realizadas a uma distância menor que 300 (trezentos) metros da divisa com áreas de vegetação natural e culturas agrícolas vizinhas em fase de florescimento. | |||||
CRISÂNTEMO ** | Mosca-Branca (Bemisia tabaci raça B) | 30 - 60 mL/100L (*) ou 180 - 360 mL/ha (*) (10,8 + 3,24 g i.a./ha – 21,6 + 6,48 g i.a./ha) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 600 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura, observando a presença de ninfas na face inferior das folhas. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias |
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Realizar as aplicações com as estufas fechadas. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. | |||||
ERVILHA | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 500 - 750 mL/ha (*) (30 + 9 g i.a./ha - 45 + 13,5 g i.a./ha | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 100 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a mosca-branca na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Lagarta: Recomenda-se monitorar constantemente a lagarta na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. |
Lagarta-das- vagens (Heliothis virescens) | 250 - 500 mL/ha (*) (15 + 4,5 g i.a./ha - 30 + 9 g i.a./ha) | ||||
CULTURAS | PRAGAS | DOSES (1) | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕE S | VOLUMES DE CALDA | |
Nome Comum (Nome Científico) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a vaquinha na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Minadora: Recomenda-se monitorar constantemente a mosca-minadora na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área (primeiras pontuações nas folhas). Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente o ácaro na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | ||||
Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | |||||
Ácaro-vermelho (Tetranychus ludeni) | |||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. | |||||
FEIJÃO | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 250 - 500 mL/ha (*) (15 + 4,5 g i.a./ha – 30 + 9 g i.a./ha) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 100 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente o ácaro na cultura e pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação quando for observado início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área. Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura, observando a presença de ninfas na face inferior das folhas. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias |
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | |||||
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | |||||
Mosca-Branca (Bemisia tabaci raça B) | 500 - 750 mL/ha (*) (30 + 9 g i.a./ha – 45 + 13,5 g i.a./ha) | ||||
CULTURAS | PRAGAS | DOSES (1) | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕE S | VOLUMES DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Nome Comum (Nome Científico) | |||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. As aplicações aéreas não devem ser realizadas a uma distância menor que 300 (trezentos) metros da divisa com áreas de vegetação natural e culturas agrícolas vizinhas em fase de florescimento. | |||||
FEIJÕES (Feijão-mungo, Feijão-fava, Feijão caupi e demais espécies) | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 500 - 750 mL/ha (*) (30 + 9 g i.a./ha - 45 + 13,5 g i.a./ha) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 100 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a mosca-branca na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a vaquinha na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente o ácaro na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Minadora: Recomenda-se monitorar constantemente a mosca-minadora na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área (primeiras pontuações nas folhas). Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 250 - 500 mL/ha (*) (15 + 4,5 g i.a./ha - 30 + 9 g i.a./ha) | ||||
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | |||||
Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | |||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. As aplicações aéreas não devem ser realizadas a uma distância menor que 300 (trezentos) metros da divisa com áreas de vegetação natural e culturas agrícolas vizinhas em fase de florescimento. | |||||
FIGO | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 500 mL/ha (*) (30 + 9 g i.a./ha) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 600 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a mosca-branca na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente o ácaro na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. |
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 250 - 500 mL/ha (*) (15 + 4,5 g i.a./ha - 30 + 9 g i.a./ha) | ||||
CULTURAS | PRAGAS | DOSES (1) | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕE S | VOLUMES DE CALDA | |
Nome Comum (Nome Científico) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. As aplicações aéreas não devem ser realizadas a uma distância menor que 300 (trezentos) metros da divisa com áreas de vegetação natural e culturas agrícolas vizinhas em fase de florescimento. | |||||
GOIABA | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 500 mL/ha (*) (30 + 9 g i.a./ha) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 600 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a mosca-branca na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Psilídeo: Recomenda-se monitorar constantemente o psilídeo na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
Psilídeo-da- goiabeira (Triozoida limbata) | 200 - 500 mL/ha (*) (12 + 3,6 g i.a./ha - 30 + 9 g i.a./ha) | ||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. As aplicações aéreas não devem ser realizadas a uma distância menor que 300 (trezentos) metros da divisa com áreas de vegetação natural e culturas agrícolas vizinhas em fase de florescimento. | |||||
GRÃO-DE-BICO | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 500 - 750 mL/ha (*) (30 + 9 g i.a./ha – 45 + 13,5 g) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 100 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a mosca-branca na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Lagarta: Recomenda-se monitorar constantemente a lagarta na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a vaquinha na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Minadora: Recomenda-se monitorar constantemente a mosca-minadora na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área (primeiras pontuações nas folhas). Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. |
Lagarta-das- vagens (Heliothis virescens) | 250 - 500 mL/ha (*) (15 + 4,5 g i.a./ha - 30 + 9 g i.a./ha) | ||||
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | |||||
Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | |||||
CULTURAS | PRAGAS | DOSES (1) | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕE S | VOLUMES DE CALDA | |
Nome Comum (Nome Científico) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | |||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. | |||||
JILÓ | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 60 - 90 mL/100L (*) (28,8 + 8,64 g i.a./ha – 43,2 + 12,96 g i.a./ha) | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 800 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a mosca-branca na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a broca na cultura. Aplicar até antes do início do florescimento, no máximo até 25 dias do transplantio. Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente o ácaro na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
Broca-pequena- do-tomateiro (Neoleucinode s elegantalis) | 30 - 60 mL/100L (*) (14,4 + 4,32 g i.a./ha – 28,8 + 8,64 g i.a./ha) | ||||
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 60 - 90 mL/100 L (*) (28,8 + 8,64 g i.a./ha – 43,2 + 12,96 g i.a./ha) | ||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. | |||||
LENTILHA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 250 - 500 mL/ha (*) (15 + 4,5 g i.a./ha - 30 + 9 g i.a./ha) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 100 L/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a vaquinha na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Minadora: Recomenda-se monitorar constantemente a mosca-minadora na cultura. Pulverizar quando forem |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES (1) | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕE S | VOLUMES DE CALDA | |
Nome Comum (Nome Científico) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | constatadas as primeiras infestações na área (primeiras pontuações nas folhas). Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | ||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. | |||||
MAÇÃ | Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 50 - 75 mL/100L (*) ou 500 - 750 mL/ha (*) (30 + 9 g i.a./ha – 45 + 13,5 g i.a./ha) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 1000 L/ha | Mariposa-oriental: Recomenda-se monitorar constantemente a praga no pomar. Realizar a aplicação quando for observado início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 14 dias. |
Não aplique um total de mais de 210g de ciantraniliprole/ha/ciclo de cultura caso sejam utilizados 1 ou mais produtos à base de ciantraniliprole no mesmo ciclo da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. | |||||
MANGABA | Pulgão (Aphis gossypii) | 500 mL/ha (*) (30 + 9 g i.a./ha) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 600 L/ha | Pulgão: Recomenda-se monitorar constantemente o pulgão na cultura. Pulverizar quando for constatada a presença dos primeiros adultos e/ou ninfas na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. | |||||
CULTURAS | PRAGAS | DOSES (1) | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕE S | VOLUMES DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Nome Comum (Nome Científico) | |||||
MARMELO | Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 50 - 75 mL/100 L (*) (30 + 9 g i.a./ha – 45 + 13,5 g i.a./ha) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 1000 L/ha | Mariposa-oriental: Recomenda-se monitorar constantemente a mariposa na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 14 dias. |
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. | |||||
MAXIXE | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 60 - 90 mL/100 L (*) (21,6 + 6,48 g i.a./ha – 32,4 + 9,72 g i.a./ha) | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 600 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a mosca-branca na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Minadora: Recomenda-se monitorar constantemente a mosca-minadora na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área (primeiras pontuações nas folhas). Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente o ácaro na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | |||||
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | |||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. | |||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 400 - 600 mL/ha (*) (24 + 7,2 g i.a./ha – 36 + 10,8 g i.a./ha) | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a mosca-branca na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. | |||
PRAGAS | DOSES (1) | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕE S | |||
CULTURAS | Nome Comum (Nome Científico) | VOLUMES DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||
MELANCIA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 3 aplicações | Pulverização Terrestre: 600 L/ha | Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente o ácaro na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Minadora: Recomenda-se monitorar constantemente a mosca-minadora na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área (primeiras pontuações nas folhas). Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 14 dias. | |
Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 200 - 400 mL/ha (*) (12 + 3,6 g i.a./ha – 24 + 7,2 g i.a./ha | ||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. | |||||
MELÃO | Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 200 - 400 mL/ha (*) (12 + 3,6 g i.a./ha - 24 + 7,2 g i.a./ha | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 600 L/ha | Mosca-minadora: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Iniciar as aplicações com os primeiros sinais de presença da praga (pontuações nas folhas). Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente o ácaro na cultura e pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura, observando a presença de ninfas na face inferior das folhas. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 14 dias |
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 400 - 600 mL/ha (*) (24 + 7,2 g i.a./ha – 36 + 10,8 g i.a/ha) | ||||
Mosca-Branca (Bemisia tabaci raça B) | |||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. | |||||
CULTURAS | PRAGAS | DOSES (1) | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕE S | VOLUMES DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Nome Comum (Nome Científico) | |||||
NECTARINA | Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 50 - 75 mL/100 L (*) (30 + 9 g i.a./ha – 45 + 13,5 g i.a./ha) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 1000 L/ha | Mariposa-oriental: Recomenda-se monitorar constantemente a mariposa na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente o ácaro na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 14 dias. |
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | |||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. | |||||
NÊSPERA | Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 50 - 75 mL/100 L (*) (30 + 9 g i.a./ha – 45 + 13,5 g i.a./ha | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 1000 L/ha | Mariposa-oriental: Recomenda-se monitorar constantemente a mariposa na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente o ácaro na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 14 dias. |
Ácaro-vermelho (Tetranychus neocaledonicus) | |||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. | |||||
PEPINO | Mosca-Branca (Bemisia tabaci raça B) | 60 - 90 mL/100L (*) ou 360 - 540 mL/ha (*) (21,6 + 6,48 g i.a./ha – 32,4 + 9,72 g i.a./ha) | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 600 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura, observando a presença de ninfas na face inferior das folhas. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES (1) | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕE S | VOLUMES DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Nome Comum (Nome Científico) | |||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. | |||||
PÊRA | Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 50 - 75 mL/100 L (*) (30 + 9 g i.a./ha – 45 + 13,5 g i.a./ha) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 1000 L/ha | Mariposa-oriental: Recomenda-se monitorar constantemente a mariposa na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente o ácaro na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 14 dias. |
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | |||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. | |||||
PÊSSEGO | Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 50 – 75 mL/100 L (*) (30 + 9 g i.a./ha – 45 + 13,5 g i.a./ha) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 1.000 L/ha | Mariposa-oriental: Recomenda-se monitorar constantemente a mariposa na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente o ácaro na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 14 dias. |
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | |||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. | |||||
PIMENTA | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 60 – 90 mL/100 L (*) (28,8 + 8,64 g i.a./ha – 43,2 + 12,96 g i.a./ha) | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 800 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a mosca-branca na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a broca na cultura. Aplicar até antes do início do florescimento, no máximo até 25 dias do transplantio. |
Broca-pequena- do-tomateiro (Neoleucinodes elegantalis) | 30 - 60 mL/100 L (*) (14,4 + 4,32 g i.a./ha – | ||||
CULTURAS | PRAGAS | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕE S | VOLUMES DE CALDA | ||
Nome Comum (Nome Científico) | DOSES (1) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |||
Traça-do- tomateiro (Tuta absoluta) | 28,8 + 8,64 g i.a./ha) | Traça-do-tomateiro: Recomenda- se monitorar constantemente a traça na cultura. Pulverizar quando for constatada a presença de insetos adultos e os primeiros sintomas de minas nas folhas. Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente o ácaro na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Minadora e Traça-da-batatinha: Recomenda-se monitorar constantemente a traça na cultura. Pulverizar quando forem constatados os primeiros sinais de presença da praga na área (pontuações nas folhas). Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. | |||
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 60 - 90 mL/100 L (*) (28,8 + 8,64 g i.a./ha – 43,2 + 12,96 g i.a./ha) | ||||
Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | |||||
Traça-da- batatinha (Phthorimaea operculella) | |||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. | |||||
PIMENTÃO | Mosca-Branca (Bemisia tabaci raça B) | 60 - 90 mL/100L (*) ou 480 - 720 mL/ha (*) (28,8 + 8,64 g i.a./ha – 43,2 + 12,96 g i.a./ha) | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 800 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura, observando a presença de ninfas na face inferior das folhas. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação na área. Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente o ácaro na cultura e pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias |
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | |||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Aplicar MINECTO PRO somente após o pôr do sol. | |||||
PLANTAS ORNAMENTAIS Baixas** | Mosca-Branca (Bemisia tabaci raça B) | 30 - 60 mL/100L (*) ou 180 - 360 mL/ha (*) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 600 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura, observando a presença de ninfas na face inferior das folhas. Realizar a aplicação |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES (1) | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕE S | VOLUMES DE CALDA | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Nome Comum (Nome Científico) | |||||
(10,8 + 3,24 g i.a./ha – 21,6 + 6,48 g i.a./ha) | quando for observado o início da infestação na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias | ||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Realizar as aplicações com as estufas fechadas. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. | |||||
QUIABO | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 60 - 90 mL/100 L (*) (28,8 + 8,64 g i.a./ha – 43,2 + 12,96 g i.a./ha) | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 800 L/ha | Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constante-mente a mosca-branca na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente o ácaro na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | |||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. | |||||
SOJA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 250 - 500 mL/ha (*) (15 + 4,5 g i.a./ha – 30 + 9 g i.a./ha) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 150 L/ha Pulverização aérea: Mín. 20 L/ha | Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente o ácaro na cultura e pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Lagartas: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura, observando a presença de ninfas na face inferior das folhas. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação na área. |
Lagarta-das- maçãs (Heliothis virescens) | |||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
CULTURAS | PRAGAS | DOSES (1) | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕE S | VOLUMES DE CALDA | |
Nome Comum (Nome Científico) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Lagarta-falsa- medideira (Chrysodeixis includens) | 500 - 750 mL/ha (*) (30 + 9 g i.a./ha – 45 + 13,5 g i.a./ha) | Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias | |||
Mosca-Branca (Bemisia tabaci raça B) | |||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Aplicar MINECTO PRO somente após o pôr do sol. As aplicações aéreas não devem ser realizadas a uma distância menor que 300 (trezentos) metros da divisa com áreas de vegetação natural e culturas agrícolas vizinhas em fase de florescimento. | |||||
TOMATE | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 25 - 50 mL/100L (*) ou 200 - 400 mL/ha (*) (12 + 3,6 g i.a./ha – 24 + 7,2 g i.a./ha) | 4 aplicações | Pulverização terrestre: 800 L/ha Pulverização aérea (tomate industrial): Mín. 20 L/ha | Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente o ácaro na cultura e pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Broca e Traça: Recomenda-se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação quando for observado os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início do aparecimento dos primeiros indivíduos na área. Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura, observando a presença de ninfas na face inferior das folhas. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação na área. Mosca-minadora: Recomenda-se monitorar constantemente as pragas na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado os primeiros sintomas em folhas da cultura, ou no início |
Broca- pequena-do- fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 30 - 60 mL/100L (*) ou 240 - 480 mL/ha (*) (14,4 + 4,32 g i.a./ha – 28,8 + 8,64 g i.a./ha) | ||||
Traça-do- tomateiro (Tuta absoluta) | |||||
Mosca-Branca (Bemisia tabaci raça B) | 60 - 90 mL/100L (*) ou 480 - 720 mL/ha (*) (28,8 + 8,64 g i.a./ha – 43,2 + 12,96 g i.a./ha) | ||||
CULTURAS | PRAGAS | DOSES (1) | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕE S | VOLUMES DE CALDA | |
Nome Comum (Nome Científico) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Mosca-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 62,5 – 90 mL/100L (*) ou 500-720 mL/ha (*) (30 + 9,0 g i.a./ha – 43,2 + 13 g i.a./ha) | do aparecimento dos primeiros indivíduos na área Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias | |||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Aplicar MINECTO PRO somente após o pôr do sol. As aplicações aéreas não devem ser realizadas a uma distância menor que 300 (trezentos) metros da divisa com áreas de vegetação natural e culturas agrícolas vizinhas em fase de florescimento. | |||||
UVA | Ácaro-rajado (Tetranychus urticae) | 250 - 500 mL/ha (*) (15 + 4,5 g i.a./ha – 30 + 9 g i.a./ha) | 3 aplicações | Pulverização terrestre: 600 L/ha | Ácaro: Recomenda-se monitorar constantemente o ácaro na cultura e pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Traça: Pulverizar no início da infestação, quando for constatada a presença da praga na área. Na aplicação, procurar atingir o inseto no interior dos cachos, onde as lagartas ficam abrigadas. Cochonilha: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga. Cigarrinha: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, antes que cause danos à cultura. Mosca-branca: Recomenda-se monitorar constantemente a mosca-branca na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERVALO DE APLICAÇÃO: 7 dias. |
Traça-dos- cachos (Cryptoblades gnidiellla) | |||||
Cochonilha- branca (Planococcus citri) | |||||
Cigarrinha-verde (Empoasca vitis) | 250 - 500 mL/ha (*) (15 + 4,5 g i.a./ha – 30 + 9 g i.a./ha) | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 500 mL/ha (*) (30 + 9 g i.a./ha) | ||||
O limite máximo de aplicação do Ciantraniliprole/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham Ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura. Não aplicar MINECTO PRO durante o período de floração. | |||||
(*) Adicionar adjuvante recomendado pelo Fabricante. Dissolver o produto previamente em água e depois acrescentar o adjuvante.
(**)De acordo com a adoção de agrupamento de culturas em plantas ornamentais, consideram-se plantas ornamentais todos os vegetais não-comestíveis, cultivados com finalidade comercial, podendo incluir
mudas, plantas cortadas ou envasadas, herbáceas, arbustivas ou arbóreas, destinadas unicamente para ornamentação ou para revestimento de superfícies de solo (ação protetiva) (INC nº 1, de 08/11/2019).
(1) As doses indicadas de ingrediente ativo por hectare correspondem à ciantraniliprole e abamectina, respectivamente.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abóbora | Liriomyza huidobrensis | Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Abobrinha | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Ameixa | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Amendoim | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Berinjela | Liriomyza huidobrensis | Larva minadora | Ver detalhes |
| Caju | Tetranychus urticae | Ácaro rajado | Ver detalhes |
| Caqui | Tetranychus urticae | ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Carambola | Tetranychus urticae | ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Chuchu | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Citros | Unaspis citri | Cochonilha-escama-farinha, Escama-farinha | Ver detalhes |
| Crisântemo | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Ervilha | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Figo | Bemisia tabaci | Mosca Branca | Ver detalhes |
| Goiaba | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete , Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Jiló | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Lentilha | Liriomyza huidobrensis | Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Mangaba | Aphis gossypii | Pulgão do algodoeiro | Ver detalhes |
| Marmelo | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Maxixe | Liriomyza huidobrensis | Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Nectarina | Grapholita molesta | mariposa oriental | Ver detalhes |
| Nêspera | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Pepino | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pera | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Pessego | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Pimenta | Phthorimaea operculella | Traça da batatinha | Ver detalhes |
| Pimentão | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Plantas Ornamentais | Bemisia tabaci raça B | Mosca-Branca | Ver detalhes |
| Quiabo | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Rosa | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tomate | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Uva | Cryptoblabes gnidiella | Broca-dos-cachos, Traça-dos-cachos | Ver detalhes |
Pulverização terrestre:
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido, providos de pontas que produzam gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno. Utilizar os seguintes parâmetros:
Pressão de trabalho: 100 a 800 kPa (equipamentos tratorizados);
Diâmetro de gotas: 200 a 400 µm (micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico);
Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm2;
Para as culturas indicadas na tabela de recomendação, MINECTO PRO pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos. A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada
com no mínimo 2 metros acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
Aplicação via drones agrícolas:
O produto MINECTO PRO pode ser aplicado através de drones agrícolas, devendo ser adequado para cada tipo de cultura e alvo, provido de pontas, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos, seguindo todas as orientações e normativas do MAPA e ANAC.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de drone utilizado, procurando manter média de 2 metros acima do topo da planta, ou menor quando possível. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação, sendo recomendado o uso de gotas com diâmetro médio. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Quando utilizar aplicações via drones agrícolas, obedecer às normas técnicas de operação previstas na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pelo regulamento brasileiro de aviação civil especial (RBAC) nº 94 e pelas diretrizes e orientações do Ministério da Agricultura (MAPA).
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização com média de 2 metros, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Condições meteorológicas recomendadas para a aplicação: Temperatura do ar: abaixo de 30 oC;
Umidade relativa do ar: acima de 55%;
Velocidade do vento: média de 3 km/h até 10 km/h;
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Somente realizar a aplicação aérea na presença de profissionais habilitados.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo-higrômetro.
Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador do produto. Os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, ou seja, a interação do equipamento de pulverização e as condições meteorológicas no momento da aplicação (velocidade do vento, umidade, temperatura e ocorrência de inversão térmica ou chuvas/orvalho).
CULTURAS | INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS) |
ABÓBORA | 3 dias |
ABOBRINHA | 3 dias |
ALGODÃO | 21 dias |
AMEIXA | 7 dias |
AMENDOIM | 14 dias |
BATATA | 14 dias |
BERINJELA | 3 dias |
CAJU | 1 dia |
CAQUI | 1 dia |
CARAMBOLA | 1 dia |
CHUCHU | 3 dias |
CITROS | 7 dias |
CRISÂNTEMO | UNA - Uso Não Alimentar |
ERVILHA | 14 dias |
FEIJÃO | 14 dias |
FEIJÕES | 14 dias |
FIGO | 1 dia |
GOIABA | 1 dia |
GRÃO-DE-BICO | 14 dias |
JILÓ | 3 dias |
LENTILHA | 14 dias |
MAÇÃ | 14 dias |
MANGABA | 1 dia |
MARMELO | 7 dias |
MAXIXE | 3 dias |
MELANCIA | 7 dias |
MELÃO | 7 dias |
NECTARINA | 7 dias |
NÊSPERA | 7 dias |
PEPINO | 3 dias |
PÊRA | 7 dias |
PÊSSEGO | 7 dias |
PIMENTA | 3 dias |
PIMENTÃO | 3 dias |
PLANTAS ORNAMENTAIS | UNA - Uso Não Alimentar |
QUIABO | 3 dias |
SOJA | 14 dias |
TOMATE | 3 dias |
UVA | 14 dias |
Cultura | Atividades de 2 horas | Atividades de 8 horas |
ABÓBORA | 1 dia1 | 1 dia2 |
ABOBRINHA | 1 dia1 | 1 dia2 |
AMEIXA | 1 dia1 | 3 dias1 |
AMENDOIM | 1 dia1 | 1 dia2 |
ALGODÃO | 1 dia1 | 2 dias 2 |
BATATA | 1 dia1 | 1 dia1 |
BERINJELA | 1 dia1 | 1 dia2 |
CAJU | 1 dia1 | 3 dias1 |
CAQUI | 1 dia1 | 3 dias1 |
CARAMBOLA | 1 dia1 | 3 dias1 |
CHUCHU | 1 dia1 | 1 dia2 |
CITROS | 1 dia1 | 2 dias 2 |
CRISÂNTEMO | 1 dia2 | 1 dia2 |
ERVILHA | 1 dia1 | 1 dia2 |
FEIJÃO | 1 dia1 | 1 dia2 |
FEIJÕES | 1 dia1 | 1 dia2 |
FIGO | 1 dia1 | 3 dias1 |
GOIABA | 1 dia1 | 3 dias1 |
GRÃO-DE-BICO | 1 dia1 | 1 dia2 |
JILÓ | 1 dia1 | 1 dia2 |
LENTILHA | 1 dia1 | 1 dia2 |
MAÇÃ | 1 dia1 | 2 dias 2 |
MANGABA | 1 dia1 | 3 dias1 |
MARMELO | 1 dia1 | 3 dias1 |
MAXIXE | 1 dia1 | 1 dia2 |
MELANCIA | 1 dia1 | 1 dia2 |
MELÃO | 1 dia1 | 1 dia2 |
NECTARINA | 1 dia1 | 3 dias1 |
NÊSPERA | 1 dia1 | 3 dias1 |
PEPINO | 1 dia1 | 1 dia2 |
PÊRA | 1 dia1 | 3 dias1 |
PÊSSEGO | 1 dia1 | 3 dias1 |
PIMENTA | 1 dia1 | 1 dia2 |
PIMENTÃO | 1 dia1 | 1 dia2 |
PLANTAS ORNAMENTAIS | 1 dia2 | 1 dia2 |
QUIABO | 1 dia1 | 1 dia2 |
SOJA | 1 dia1 | 1 dia1 |
TOMATE | 1 dia1 | 1 dia2 |
UVA | 2 dias1 | 5 dias1 |
1 Uso de Vestimenta simples (calças e camisa de mangas compridas, meias e sapato).
2 Uso de vestimenta simples e luvas.
Para a realização das atividades após o intervalo de reentrada, o trabalhador deverá usar a vestimenta e/ou EPI, conforme indicado na tabela acima.
E, caso necessite entrar na área em que o produto foi aplicado antes do período indicado acima, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação do produto.
TREBON 100 SC é um inseticida de contato, com amplo espectro de ação recomendado para o controle de pragas em diversas culturas, conforme as recomendações abaixo:
CULTURAS | ALVOS Nome comum (Nome científico) | DOSES | Número máximo de aplicações por safra | Início, época, intervalo e volume de aplicação. | |
mL p.c./100 L água | mL p.c./ha | ||||
Abóbora Abobrinha Chuchu Maxixe Pepino | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 120 a 180 | 2 | Realizar as aplicações no início da formação dos frutos, realizando aplicações visando atingir as brocas antes de penetrarem no interior dos frutos. Realizar novas aplicações com intervalo de 7 dias. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha. | |
Algodão | Bicudo (Anthonomus grandis) | - | 500 a 750 | 4 | Aplicar Trebon 100 SC quando constatar 10% de botões florais atacados. Realizar nova aplicação, caso necessário, respeitando o intervalo de 5 dias. Utilizar volume de calda de 300 - 400 L/ha. |
Alho Cebola | Tripes (Thrips tabaci) | - | 1500 a 1800 | 2 | Realizar aplicação no início da infestação. As doses mais altas devem ser utilizadas em áreas com histórico de alta incidência da praga e/ou para um maior período de controle. Realizar novas aplicações com intervalo de 7 dias ou quando houver reinfestação da praga. Utilizar volume de calda de 300 – 400 L/ha. |
Arroz | Percevejo-do-grão (Oebalus poecilus) Lagarta-da- panícula (Pseudaletia sequax) | - | 900 | 2 | Aplicar ao detectar o início de infestação da praga, se houver nova infestação reaplicar com intervalo de 7 dias. Utilizar o volume de calda de 150 L/ha. |
CULTURAS | ALVOS Nome comum (Nome científico) | DOSES | Número máximo de aplicações por safra | Início, época, intervalo e volume de aplicação. | |
mL p.c./100 L água | mL p.c./ha | ||||
Aveia Cevada | Pulgão-da-espiga (Sitobion avenae) Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | - | 300 a 1350 300 a 1500 | 2 | Aplicar no início do aparecimento das pragas e realizar nova aplicação, caso necessário, com intervalos de 7 a 15 dias. Utilizar o volume de calda de 100 – 250 L/ha. |
Beterraba | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | - | 600 a 900 | 1 | Iniciar as aplicações quando for constatada a presença da praga. Utilizar o volume de calda de 200 L/ha. |
Café | Broca-do-café (Hypothenemus hampei) | - | 2000 a 2500 | 1 | Realizar aplicação quando infestação da Broca estiver entre 1% e 3% de grãos perfurados. Realizar nova aplicação 15 dias após, seguindo monitoramento. Utilizar o volume de calda de 400 L/ha. |
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | Iniciar a aplicação assim que for constatada a presença da praga e repetir se necessário com intervalo de 7 dias. Utilizar a menor dose em condições de baixa infestação da praga e a maior dose em alta infestação. Utilizar o volume de calda de 200 L/ha. | ||||
Canola | - | 600 a 900 | 2 | ||
Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | |||||
Cenoura | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | - | 600 a 900 | 1 | Iniciar as aplicações quando for constatada a presença da praga. Utilizar o volume de calda de 200 L/ha. |
Cigarrinha-da-cvc | 10 a 25 | ||||
(Dilobopterus | |||||
costalimai) | |||||
Bicho-furão | 25 | ||||
(Ecdytolopha | Iniciar a aplicação quando for constatada | ||||
aurantiana) | a presença da praga no pomar através | ||||
Citros | Moscas-das-frutas | 120 a 180 | - | 1 | estratégias de monitoramento. |
(Ceratitis capitata) | Utilizar o volume de calda de 5 litros por | ||||
planta ou conforme porte da planta. | |||||
Psilideo | |||||
(Diaphorina citri) | 90 | ||||
Pulgão-preto | |||||
(Toxoptera citricida | 90 | ||||
) | |||||
Coco e Dendê | Lagarta-do- coqueiro (Brassolis sophorae) | - | 600 a 900 | 2 | Realizar aplicação no início do desenvolvimento e surgimento da praga na cultura. Utilizar o volume de calda de 1000 L/ha. |
CULTURAS | ALVOS Nome comum (Nome científico) | DOSES | Número máximo de aplicações por safra | Início, época, intervalo e volume de aplicação. | |
mL p.c./100 L água | mL p.c./ha | ||||
Eucalipto | Psilideo-de- concha (Glycaspis brimblecombe) | - | 300 a 600 | 3 | Realizar aplicação no início do desenvolvimento e surgimento da praga na cultura. Utilizar o volume de calda de 400-500 L/ha. |
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 900 a 1200 | Mosca-branca: iniciar a aplicação do produto quando for constatado a presença dos primeiros adultos na área. Alternar aplicações com inseticidas de diferentes | |||
Feijão | Vaquinha (Diabrotica speciosa) | - | 300 | 3 | modos de ação, em intervalos de 7 dias. Vaquinha-verde-amarela e Cigarrinha- verde: aplicar logo que constatar a presença da praga. |
Cigarrinha-verde | 1500 | Repetir a aplicação, se necessário, em intervalos de 7 a 15 dias. | |||
(Empoasca kraemeri) | Utilizar o volume de calda de 300 a 400 L/ha. | ||||
Fumo | Pulga-do-fumo (Epitrix fasciata) | - | 500 | 2 | Realizar as aplicações no início da infestação da praga na cultura, reaplicar com intervalo de 7 dias, em rotação com outros produtos registrados para o alvo e cultura. Utilizar o volume de 150 a 300 L/ha. |
Girassol | Vaquinha verde- amarela (Diabrotica speciosa) | - | 600 a 900 | 2 | Iniciar a aplicação assim que for constatada a presença da praga e repetir se necessário com intervalo de 7 dias. Utilizar a menor dose em condições de baixa infestação da praga e a maior dose em alta infestação. Utilizar o volume de calda de 200 L/ha. |
Goiaba | Psilídeo-da- goiabeira (Triozoida limbata) | 150 | - | 3 | Realizar monitoramento constante e aplicar imediatamente quando for constatado a presença da praga. Realizar novas aplicações com intervalos de 7 dias. Utilizar volume de calda de 2000 L/ha. |
Maçã | Mariposa oriental (Grapholita molesta) | 150 a 200 | - | 2 | Realizar as aplicações a partir do início da infestação da praga. Realizar nova aplicação, se necessário em intervalos de 7 dias, em rotação com diferentes ingredientes ativos. Utilizar volume de calda de 800 a 1500 L/ha, respeitando a dose mínima por hectare de 1500 mL p.c./ha |
Mamona | Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | - | 1500 | 1 | Iniciar a aplicação assim que for constatada a presença da praga Utilizar volume de calda de 200 L/ha. |
CULTURAS | ALVOS Nome comum (Nome científico) | DOSES | Número máximo de aplicações por safra | Início, época, intervalo e volume de aplicação. | |
mL p.c./100 L água | mL p.c./ha | ||||
Mandioca | Mandarová-da- mandioca (Erinnyis ello) | - | 900 a 1200 | 1 | Iniciar a aplicação assim que for constatada a presença da praga. Utilizar volume de calda de 200 L/ha. |
Mandioquinha- salsa | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | - | 600 a 900 | 1 | Realizar 1 aplicação por ciclo da cultura. Iniciar a aplicação assim que for constatada a presença da praga. Utilizar volume de calda de 200 L/ha. |
Manga | Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) Tripes-do- cacueiro (Selenothrips rubrocinctus) | 120 a 180 | - | 1 | Mosca-das-frutas: Fazer o monitoramento e iniciar o controle assim que a armadilha indicar a presença do adulto da mosca. Tripes: Iniciar a aplicação assim que for constatada a presença da praga; Utilizar o volume de calda de 1000 L/ha. |
Melancia | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 120 a 180 | 2 | Realizar as aplicações no início da formação dos frutos, realizando aplicações visando atingir as brocas antes de penetrarem no interior dos frutos. Realizar novas aplicações com intervalo de 7 dias. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha. | |
Milho | Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | - | 210 a 300 | 2 | Recomenda-se iniciar as aplicações no início do surgimento da praga. Realizar nova aplicação com intervalo de 7 a 15 dias. Utilizar o volume de calda de 300 a 400 L/ha. |
Nectarina Nêspera Pera | Mosca-das- Frutas (Anastrepha fraterculus) | 150 | 2 | Realizar aplicação no início da infestação da praga, através de armadilhas de monitoramento. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha | |
Pêssego | Mariposa oriental (Grapholita molesta) | 150 | - | 2 | Iniciar as aplicações logo no início da infestação da praga. Realizar nova aplicação, caso necessário, em intervalo de 15 dias, em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 800 – 1500 L/ha. Observar que a dose mínima do produto é de 1500 mL p.c./ha, mesmo em volume de calda abaixo de 1000 L/ha. |
CULTURAS | ALVOS Nome comum (Nome científico) | DOSES | Número máximo de aplicações por safra | Início, época, intervalo e volume de aplicação. | |
mL p.c./100 L água | mL p.c./ha | ||||
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) Percevejo-verde- pequeno (Piezodorus guildini) | - | 120 1200 a 1500 | 2 | Aplicar no início do aparecimento da praga. Repetir se necessário com intervalo entre 7 a 14 dias, sempre em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 100 - 300 L/ha. |
Tomate | Broca-pequena- do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) Broca-grande-do- fruto (Helicoverpa zea) | 120 a 180 180 | - | 4 | Iniciar as aplicações de acordo com monitoramento, no início da infestação da praga. Realizar nova aplicação em intervalo de 7 a 15 dias entre aplicações. Rotacionar os modos de ação dos inseticidas aplicados. Utilizar o volume de calda de 600-1200 L/ha. |
Trigo | Pulgão-da-espiga (Sitobion avenea) Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | - | 300 a 1350 300 a 1500 | 3 | Recomenda-se iniciar as aplicações quando a praga surgir na área do cultivo. Reaplicar se necessário com intervalo de 7 a 15 dias, sempre em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 100 – 300 L/ha. |
Uva | Mosca-das-frutas (Anastrepha fraterculus) | 300 | - | 2 | Realizar as aplicações a partir do momento da constatação da presença da praga na área através de monitoramento constante. Realizar nova aplicação em intervalo de 7 dias, sempre em rotação com inseticidas de diferentes modos de ação. Utilizar o volume de calda de 1000 L/ha. |
P.C. = Produto Comercial. Usar maior dosagem quanto maior a área foliar da planta.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abóbora | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Abobrinha | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Algodão | Anthonomus grandis | Bicudo | Ver detalhes |
| Alho | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Arroz | Pseudaletia sequax | Lagarta-da-panícula | Ver detalhes |
| Aveia | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Beterraba | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Café | Hypothenemus hampei | Broca-do-café | Ver detalhes |
| Canola | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Cenoura | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cevada | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Chuchu | Diaphania nitidalis | Broca-das-curcubitáceas | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Coco | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmeiras, Lagarta-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Dendê | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmáceas | Ver detalhes |
| Eucalipto | Glycaspis brimblecombei | Psilideo de concha | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Fumo | Epitrix fasciata | Pulga-do-fumo, Vaquinha-do-fumo | Ver detalhes |
| Girassol | Diabrotica speciosa | vaquinha verde pequeno | Ver detalhes |
| Goiaba | Triozoida limbata | Psilídeo da goiabeira | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Mamona | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Mandioca | Erinnyis ello | Gervão, Mandarová | Ver detalhes |
| Mandioquinha-salsa | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Manga | Selenothrips rubrocinctus | Tripes-do-cacaueiro | Ver detalhes |
| Maxixe | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Melancia | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Nectarina | Anastrepha fraterculus | mosca das frutas sul americanas | Ver detalhes |
| Nêspera | Anastrepha fraterculus | Mosca-das-frutas, Mosca-sul-americana | Ver detalhes |
| Pepino | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Pera | Anastrepha fraterculus | Mosca-das-frutas, Mosca-sul-americana | Ver detalhes |
| Pessego | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Sitobion avenae | Pulgão, Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Uva | Anastrepha fraterculus | Mosca-das-frutas, Mosca-sul-americana | Ver detalhes |
Aplicar TREBON 100 SC nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação. Este produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendação para cada cultura. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação, a especificação do fabricante do equipamento e a tecnologia de aplicação empregada.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva.
- APLICAÇÃO VIA TERRESTRE:
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
APLICAÇÃO VIA AÉREA:
A aplicação via aérea é indicada para as culturas: Algodão, Arroz, Aveia, Cevada, Eucalipto, Feijão, Milho, Soja e Trigo.
Volume de calda para aplicação: 10 a 30 L/ha, dependendo da tecnologia de aplicação empregada.
Densidade de gotas: 20 a 30 gotas/cm².
Tamanho de gotas (DMV): 100 a 400 µm.
Altura sugerida de voo de 3 m acima do alvo.
Calcular a altura do voo em função da velocidade do vento. Considerar para o cálculo o fator AMSDEN de 30. Podem ser utilizados atomizadores rotativos como Micronair, ASC ou Turboaero. Usar a combinação de ponta e difusor que produza uma neblina com o maior DMV (Diâmetros Medianos Volumétricos de gotas) e menor PRD (Potencial de Risco de Deriva). Voar na altura adequada para uma distribuição correta na faixa de aplicação e evitando deriva; manter esta altura e não voar mais alto do que o necessário, acompanhando sempre o FATOR AMSDEN. Realizar sempre reconhecimento da área em que se está aplicando, tentar localizar além dos obstáculos, residências, estábulos, apiários, granjas, bem como lago e pastagem vizinhas à área que está sendo tratada. Ficar atento para as variações de vento, em direção, sentido e intensidade, em relação a sua linha de voo. Não hesitar em parar as aplicações se uma mudança de vento ocorrer e vier a provocar a deriva. Parar as aplicações sempre que a temperatura passar dos limites 30°C ou se a umidade relativa descer a níveis abaixo de 55% para veículo água. Não voar com equipamento vazando e realizar a sua manutenção adequada.
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Todas as atividades aero agrícolas devem ser acompanhadas por profissionais possuidores de curso de executor técnico em Aviação Agrícola, reconhecido pelo Ministério da Agricultura. Todos os procedimentos ligados às atividades aeroagrícolas devem estar em conformidade às regulamentações e legislações específicas ditadas pelo Ministério da Agricultura e devem evitar e mitigar riscos de contaminação ambiental e risco à saúde humana.
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
Umidade relativa do ar acima de 55%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para aplicação do produto, conforme consta no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região de aplicação.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Algodão e Soja | 15 dias |
Abóbora, Abobrinha, Alho, Arroz, Cebola, Chuchu, Feijão, Goiaba, Maxixe, Milho, Nectarina, Nêspera, Pera, Pepino, Pêssego e Tomate | 3 dias |
Aveia, Beterraba, Canola, Cenoura, Cevada, Citros, Girassol, Maçã, Mamona, Mandioca, Mandioquinha-salsa e Uva | 7 dias |
Coco e Dendê | 21 dias |
Café | 14 dias |
Manga e Melancia | 1 dia |
Trigo | 16 dias |
Fumo e Eucalipto | U.N.A |
U.N.A – Uso Não Alimentar
Não deve ocorrer a reentrada de pessoas nas culturas antes de 24 horas após a aplicação, ou até a secagem do produto nas plantas, a menos que se use equipamentos de proteção individual (EPIs), conforme indicado nos dados relativos à proteção da saúde humana.
Cultura | Pragas Controladas | Dose Produto Comercial (L/ha) | Modalidade de Aplicação | Nº máximo de aplicações | Volume de calda | Equipamento de aplicação | Intervalo de Segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||||
Alface | Pulgão | Myzus persicae | 0,5 – 1,0 | Foliar | 2 | 200 – 500 L/ha | Tratorizado Costal Estacionário | 01 |
Acelga, Agrião, Almeirão | Pulgões | Dactynotus sonchi | ||||||
Lipaphis erysimi | ||||||||
Myzus persicae | ||||||||
Mosca-branca | Bemisia tabaci Biotipo B | |||||||
Chicória | Mosca-branca | Bemisia tabaci Biotipo B | ||||||
Pulgões | Myzus persicae | |||||||
Macrosiphum euphorbiae | ||||||||
Aphis gossypii | ||||||||
Aphis fabae | ||||||||
Espinafre | Pulgões | Brevicoryne brassicae | ||||||
Aphis spp. | ||||||||
Dactynotus sonchi | ||||||||
Mosca-branca | Bemisia tabaci Biotipo B | |||||||
Rúcula | Pulgões | Brevivoryne brassica | ||||||
Aphis spp. | ||||||||
Mosca-branca | Bemisia tabaci Biotipo B | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: O monitoramento periódico deve ser realizado no topo ou no centro da planta visualizando as folhas mais novas. Devido as pragas serem vetores de viroses, o controle deve ser iniciado nas primeiras infestações, quando for constatada a presença dos primeiros adultos ou formas jovens das pragas (ovos ou as primeiras “ninfas”) e reaplicar com intervalo de 7 dias, caso necessário. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área ou região. Realizar no máximo 2 aplicações foliares durante o ciclo da cultura e se forem necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas de mecanismo de ação diferente de Sivanto® Prime 200 SL. | ||||||||
Mosca-branca | Bemisia tabaci Biotipo B | Aérea: | ||||||
Algodão | 0,75 – 1,0 | Foliar Aérea | 3 | 30 – 50 L/ha Terrestre: | Avião Tratorizado | |||
Cigarrinha-parda | Agallia albidula | |||||||
Pulgão | Aphis gossypii | 0,5 – 1,0 | 100 – 200 L/ha | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Mosca-branca: realizar o monitoramento periodicamente e iniciar as aplicações no início da infestação, quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” (formas jovens) e/ou ovos nas folhas ou adultos na área. Procurar intercalar as aplicações com outros produtos em um programa de rotação de ingrediente ativos. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo, com intervalo de aproximadamente 7 dias. Cigarrinha-parda: iniciar as aplicações quando forem constatadas a presença dos primeiros adultos na cultura. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 5 dias. Pulgão: iniciar o controle de acordo com a amostragem, assim que as folhas estiverem começando a se deformar e com presença de colônias de pulgões. Para variedades susceptíveis a viroses, a aplicação deve ser iniciada quando 5% das plantas apresentarem infestação e 10 a 15% de ataque para variedades tolerantes a viroses. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 5 dias. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo. | 21 | |||||||
Aveia, Centeio, Cevada, Triticale | Pulgão-verde-dos- cereais | Schizaphis graminum | 0,5 – 1,0 | Foliar | 2 | 100 – 200 L/ha | Tratorizado Costal | 75 |
Pulgão-da-aveia | Rhopalosiphum padi | |||||||
Pulgão-da-folha | Metopolophium dirhodum | |||||||
Pulgão-da-espiga-do- trigo | Sitobion avenae | |||||||
Trigo | Pulgão-da-folha | Metopolophium dirhodum | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar o controle de acordo com a amostragem, quando forem atingidos os seguintes níveis populacionais de acordo com a fase das plantas: 10 % de plantas infestadas, da emergência ao perfilhamento; 10 pulgões/perfilho, do alongamento ao emborrachamento; e 10 pulgões/espiga, do espigamento ao grão em massa. Para variedades susceptíveis a viroses, a aplicação deve ser iniciada quando 5% das plantas apresentarem infestação e 10 a 15% de ataque para variedades tolerantes a viroses. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. | ||||||||
Batata | Mosca-branca | Bemisia tabaci Biotipo B | 0,5 – 1,0 | Foliar | 3 | 200 L/ha | Tratorizado | 07 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para o controle de mosca-branca, as aplicações devem ser iniciadas no início da infestação, quando for constatada a presença de adultos, ovos ou as primeiras “ninfas” ou formas jovens, intercalando as aplicações com outros produtos em um programa de rotação de ativos. Iniciar a aplicação 7-10 dias após a emergência da cultura ou logo após o aparecimento das pragas e reaplicar com intervalo de 5 dias, seguindo o ciclo das mesmas. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 5 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo. | ||||||||
Cultura | Pragas Controladas | Dose Produto Comercial (L/ha) | Modalidade de Aplicação | Nº máximo de aplicações | Volume de calda | Equipamento de aplicação | Intervalo de Segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||||
Bicho-mineiro-do- café | Leucoptera coffeella | 1,5 – 3,0 | Esguicho (drench) / Gotejamento (irrigação) | 1 | 50 mL/planta | Esguicho (drench) / Gotejamento (irrigação) | ||
0,5 – 1,0 | Foliar | 3 | 400 L/ha | Costal | ||||
Turboatomizador | ||||||||
Café | Cochonilha-da-raiz | Dysmicoccus texensis | 2,0 – 3,0 | Esguicho (drench) / Gotejamento (irrigação) | 1 | 30 – 50 mL/cada lado da planta | Esguicho (drench) / Gotejamento (irrigação) | |
Cochonilha-da-roseta | Planococcus minor | 0,75 – 1,0 | Foliar | 3 | 800 – 1000 L/ha | Tratorizado Costal Turboatomizador | ||
Cigarra-do-cafeeiro | Quesada gigas | 2,0 – 3,0 | Esguicho (drench) / Gotejamento (irrigação) | 1 | 50 mL/cada lado da planta | Esguicho (drench) Gotejamento (irrigação) | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação via Esguicho (drench) / Gotejamento (irrigação): Bicho-mineiro-do-café: iniciar a aplicação em solo a partir da fase de chumbinho e expansão dos frutos, no período de maior umidade do solo, de outubro a fevereiro. Utilizar um volume de calda em torno de 50 mL/planta em esguicho e, no caso de gotejamento, a vazão será aquela proporcionada pelo gotejador. Em caso de reincidência do bicho-mineiro, após o término do efeito residual, aplicar um inseticida foliar. Realizar no máximo 1 aplicação em esguicho ou via gotejamento por ciclo da cultura. Cochonilha-da-raiz: realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação. Realizar uma aplicação em esguicho (drench) em cada lado da planta sob a projeção da copa (saia), de maneira que a dose por hectare seja distribuída igualmente entre as plantas em função da densidade de plantio. Utilizar um volume de calda em torno de 30 a 50 mL em cada lado da planta, e no caso de gotejamento, a vazão será aquela proporcionada pelo gotejador. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área. Realizar no máximo 1 aplicação em esguicho ou via gotejamento por ciclo da cultura Cigarra-do-cafeeiro: Realizar a aplicação no período de outubro a dezembro, podendo variar de acordo com a região de cultivo, no início da estação chuvosa com o solo úmido, dependendo do histórico de pressão na região e do estágio de desenvolvimento do cafezal. Aplicar após florescimento, onde identifica-se as pétalas caídas e secas, no máximo até estádio de chumbinho. Utilizar a maior dose de acordo com a densidade de plantas/ha ou em regiões com maiores índices de infestação. Utilizar um volume de calda em torno de 50 mL em cada lado da planta em esguicho e, no caso de gotejamento, a vazão será aquela proporcionada pelo gotejador. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. Em caso de reincidência, utilizar outros inseticidas com mecanismos de ação distintos e recomendados para a cultura via solo ou foliar. Pulverização foliar: Bicho-mineiro-do-café: iniciar as aplicações foliares entre as fases de expansão dos frutos até maturação dos frutos (grãos cereja), com intervalo mínimo de 15 dias, seguindo o monitoramento da praga, com níveis de infestação de, no máximo, 3% de folhas atacadas com larvas vivas do bicho-mineiro. Não aplicar durante o período de floração. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Cochonilha-da-roseta: realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo, com intervalo de aproximadamente 14 dias. Recomenda-se adicionar 0,25% v/v de óleo agrícola. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. Realizar no máximo 3 aplicações foliares ou 1 aplicação por esguicho/gotejamento por ciclo do cultivo. A adição de adjuvante, óleo vegetal, na proporção de 0,25% na calda, é recomendável, principalmente em condições de clima mais seco e para controlar larvas do bicho-mineiro já dentro das minas. | 21 | |||||||
Aérea: | ||||||||
Citros | Psilídeo | Diaphorina citri | 0,5 – 0,8 (25 a 40 mL/100L) | Foliar Aérea | 2 | 30 – 50 L/ha Terrestre: 2000 L/ha | Avião Drone Costal Turboatomizador | 14 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações foliares com intervalo mínimo de 15 dias, seguindo o monitoramento da praga. A maior dose deve ser utilizada no período de maior infestação da praga. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. A adição de adjuvante, óleo vegetal, na proporção de 0,25% na calda, é recomendável, principalmente em condições de clima mais seco. Observação: a dose de aplicação máxima via foliar por ciclo da cultura é de 1,6 L/ha, correspondente a 320 g i.a./ha de flupiradifurona por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Pragas Controladas | Dose Produto Comercial (L/ha) | Modalidade de Aplicação | Nº máximo de aplicações | Volume de calda | Equipamento de aplicação | Intervalo de Segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Comum | |||||||
Couve | Pulgão-das- crucíferas | Brevicorine brassicae | 0,5 | Foliar | 2 | 200 – 800 L/ha | Tratorizado Costal Estacionário | 03 |
Mosca-branca | Bemisia tabaci Biotipo B | |||||||
Brócolis, Couve-flor, Repolho | Pulgões | Brevicoryne brassicae | ||||||
Lipaphis erysimi | ||||||||
Myzus persicae | ||||||||
Mosca-branca | Bemisia tabaci Biotipo B | |||||||
Couve-de- bruxelas | Pulgões | Brevicoryne brassicae | ||||||
Lipaphis erysimi | ||||||||
Myzus persicae | ||||||||
Couve- chinesa | Pulgão | Aphis gossypii | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: O monitoramento periódico deve ser realizado no topo ou no centro da planta visualizando as folhas mais novas. Devido as pragas serem vetores de viroses, o controle deve ser iniciado nas primeiras infestações, quando for constatada a presença dos primeiros adultos ou formas jovens das pragas (ovos ou as primeiras “ninfas”) e reaplicar com intervalo de 7 dias, caso necessário. Realizar no máximo 2 aplicações foliares durante o ciclo da cultura e se forem necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas de mecanismo de ação diferente de Sivanto® Prime 200 SL. Observação: a dose de aplicação máxima via foliar por ciclo da cultura é de 1,0 L/ha, o que corresponde a 200 g i.a/ha de flupiradifurona por ciclo da cultura/ano. Respeitar o intervalo mínimo de 4 meses entre cultivos subsequentes. | ||||||||
Fumo | Pulgão-verde | Myzus persicae | 1,0 – 1,5 | Esguicho (Drench) | 1 | 15 – 50 ml/planta | Esguicho (Drench) | UNA* |
0,5 | Foliar | 3 | 200 – 400 L/ha | Tratorizado Costal | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação via Esguicho (Drench/ Jato dirigido no solo): Realizar a aplicação via esguicho no solo ao lado da muda (Drench), no dia ou em até no máximo 30 dias após o transplante das mudas, de acordo com o início da infestação de pulgões Pulverização foliar: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação, logo que for observado os primeiros indivíduos ou sinais das pragas através do monitoramento das plantas. Reaplicar, caso necessário, com intervalo mínimo de 7 dias. Seguir recomendações do modo de aplicação. Observação: Realizar no máximo 1 aplicação em esguicho à 1,5 L/ha mais 3 aplicações foliares de 0,5 L/ha complementares por ano, o que corresponde a 600 g i.a./ha de flupiradifurona por ciclo da cultura/ano. Respeitar o intervalo mínimo de 4 meses entre cultivos subsequentes. Se forem necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas de mecanismo de ação diferente de Sivanto® Prime 200 SL. *UNA: Uso não alimentar | ||||||||
Feijão | Cigarrinha-verde | Empoasca kraemeri | 0,6 – 1,0 | Foliar | 3 | 100 - 200 L/ha | Tratorizado Costal | 21 |
Mosca-branca | Bemisia tabaci Biotipo B | 0,75 – 1,0 | ||||||
Ervilha | Pulgão-da-ervilha | Acyrthosiphon pisum | 0,75 - 1,0 | |||||
Mosca-branca | Bemisia tabaci Biotipo B | |||||||
Feijão-caupi | Pulgões | Aphis craccivora | ||||||
Aphis gossypii | ||||||||
Aphis fabae | ||||||||
Mosca-branca | Bemisia tabaci Biotipo B | |||||||
Vaquinha | Diabrotica speciosa | |||||||
Lentilha | Pulgão-preto | Aphis craccivora | ||||||
Pulgão-da-ervilha | Acyrthosiphon pisum | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: As aplicações devem ser iniciadas de acordo com o monitoramento das plantas, no início da infestação, quando for constatada a presença dos primeiros adultos ou formas jovens das pragas (ovos ou as primeiras “ninfas”) e reaplicar com intervalo de 5 dias, caso necessário. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área ou região. Realizar no máximo 3 aplicações foliares durante o ciclo da cultura e se forem necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas de mecanismo de ação diferente de Sivanto® Prime 200 SL. | ||||||||
Maçã | Mosca-das-frutas | Anastrepha fraterculus | 1,0 | Foliar | 3 | 800-1500 L/ha | Tratorizado Costal Turboatomizador | 10 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar monitoramento dos talhões 1 a 2 vezes por semana distribuindo adequadamente a quantidade recomendada de armadilhas de acordo com o tamanho e características da área. Iniciar os tratamentos na captura dos primeiros adultos ou com o índice de 0,5 mosca por armadilha por dia. Repetir as aplicações com intervalo de 14 dias. Realizar no máximo 3 aplicações foliares durante o ciclo da cultura e se forem necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas de mecanismo de ação diferente de Sivanto® Prime 200 SL. | ||||||||
Cultura | Pragas Controladas | Dose Produto Comercial (L/ha) | Modalidade de Aplicação | Nº máximo de aplicações | Volume de calda | Equipamento de aplicação | Intervalo de Segurança (dias) | ||
Melão | Mosca-branca | Bemisia tabaci Biotipo B | 1,5 – 2,0 0,75 – 1,0 | Esguicho (drench) / Gotejamento (irrigação) Foliar | 1 3 | 15 mL/planta 200 – 500 L/ha | Esguicho (drench) / Gotejamento (irrigação) Tratorizado Costal Estacionário | 01 | |
Melancia | Pulgão | Aphis gossypii | 1,5 – 2,0 0,75 – 1,0 | Drench (Esguicho) Foliar | 1 3 | 15 mL/planta 200 – 500 L/ha | Drench (Esguicho) Tratorizado Costal Estacionário | ||
Mosca-branca | Bemisia tabaci Biotipo B | ||||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicação via Esguicho (drench) / Gotejamento (irrigação): Realizar uma aplicação, no colo das plantas, logo após o plantio/transplantio ou no início da infestação da praga de maneira que a dose por hectare seja distribuída igualmente entre as plantas em função da densidade de plantio. Utilizar um volume de calda em torno de 15 mL/planta em esguicho e, no caso de gotejamento, a vazão será aquela proporcionada pelo gotejador. Realizar uma aplicação em esguicho ou via gotejamento por ciclo de cultivo. Pulverização foliar: As aplicações devem ser iniciadas em torno de 7 a 10 dias após emergência da cultura, de acordo com o monitoramento das flores e brotos, no início da infestição, quando for constatada a presença dos primeiros adultos ou formas jovens das pragas (ovos ou as primeiras “ninfas” e reaplicar com intervalo de 5 dias, caso necessário. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 5 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo. Observação: Realizar no máximo 1 aplicação drench de 2,0 L/ha ou 3 aplicações foliares de 1,0 L/ha complementares por ciclo de cultivo. | |||||||||
Mandioca | Mosca-branca | Bemisia tabaci Biotipo B | 0,75 – 1,0 | Foliar | 2 | 200 – 500 L/ha | Tratorizado Costal | 07 | |
Beterraba | Vaquinha | Diabrotica speciosa | |||||||
Cenoura | Pulgões | Aphis gossypii | |||||||
Cavariella aegopodii | |||||||||
Vaquinha | Diabrotica speciosa | ||||||||
Gengibre | Pulgão | Pentalonia nigronervosa | |||||||
Cochonilha-do-rizoma | Aspidiella hartii | ||||||||
Cochonilha-do- coqueiro | Aspidiotus destructor | ||||||||
Mandioquin ha-salsa | Pulgões | Anuraphis sp. | |||||||
Aphis sp. | |||||||||
Hiadaphis foeniculi | |||||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: As aplicações devem ser iniciadas de acordo com o monitoramento dos ramos e folhas, no início da infestação, quando for constatada a presença dos primeiros adultos ou formas jovens das pragas (ovos ou as primeiras “ninfas”) e reaplicar com intervalo de 7 dias, caso necessário. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área ou região. Realizar no máximo 2 aplicações foliares durante o ciclo da cultura e se forem necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas de mecanismo de ação diferente de Sivanto® Prime 200 SL. | |||||||||
Mamão | Cigarrinha-verde | Empoasca kraemeri | 0,75 – 1,0 | Foliar | 2 | 300 – 1000 L/ha | Turboatomizador Costal | 03 | |
Abacate | Cochonilhas | Protopulvinaria longivalvata | |||||||
Aspidiotus destructor | |||||||||
Saissetia coffeae | |||||||||
Abacaxi | Cochonilha-do- abacaxi | Dysmicoccus brevipes | |||||||
Cacau | Tripes-do-cacaueiro | Selenothrips rubrocinctus | |||||||
Kiwi | Cochonilha-branca- da-amoreira | Pseudaulacaspis pentagona | |||||||
Mosca-das-frutas | Anastrepha fraterculus | ||||||||
Manga | Mosca-das-frutas | Anastrepha fraterculus | |||||||
Anastrepha obliqua | |||||||||
Ceratitis capitata | |||||||||
Cochonilhas | Aulacaspis tubercularis | ||||||||
Saissetia oleae | |||||||||
Pinnaspis sp. | |||||||||
Pseudococus sp. | |||||||||
Pulgões | Aphis gossypii | ||||||||
Aphis craccivora | |||||||||
Toxoptera aurantii | |||||||||
Maracujá | Mosca-das-frutas | Anastrepha pseudoparallela | |||||||
Ceratitis capitata | |||||||||
Pulgões | Myzus persicae | ||||||||
Aphis gossypii | |||||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: As aplicações devem ser iniciadas de acordo com o monitoramento dos ramos, folhas, brotações e inflorescências, no início da infestação, quando for constatada a presença dos primeiros adultos ou formas jovens das pragas (ovos ou as primeiras “ninfas”) e reaplicar com intervalo de 7 dias, caso necessário. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área ou região. Realizar no máximo 2 aplicações foliares durante o ciclo da cultura e se forem necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas de mecanismo de ação diferente de Sivanto® Prime 200 SL. | ||||||||
Cultura | Pragas Controladas | Dose Produto Comercial (L/ha) | Modalidade de Aplicação | Nº máximo de aplicações | Volume de calda | Equipamento de aplicação | Intervalo de Segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||||
Morango | Pulgão-do- morangueiro | Capitophorus fragaefolii | 0,5 - 1,0 | Foliar | 2 | 300 – 1000 L/ha | Turboatomizador Tratorizado Costal Estacionário | 01 |
Acerola | Pulgões | Aphis spiraecola | ||||||
Aphis citricidus | ||||||||
Toxoptera citricidus | ||||||||
Cochonilhas | Orthezia praelonga | |||||||
Icerya sp. | ||||||||
Saissetia sp. | ||||||||
Mosca-das-frutas | Ceratitis capitata | |||||||
Azeitona | Cochonilhas | Saissetia oleae | ||||||
Saissetia coffeae | ||||||||
Pinnaspis aspidistrae | ||||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: As aplicações devem ser iniciadas de acordo com o monitoramento dos ramos, folhas e inflorescência, no início da infestação, quando for constatada a presença dos primeiros adultos ou formas jovens das pragas (ovos ou as primeiras “ninfas”) e reaplicar com intervalo de 7 dias, caso necessário. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área ou região. Realizar no máximo 2 aplicações foliares durante o ciclo da cultura e se forem necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas de mecanismo de ação diferente de Sivanto® Prime 200 SL. | ||||||||
Pepino | Mosca-branca | Bemisia tabaci Biotipo B | 1,5 – 2,0 | Esguicho (drench) / Gotejamento (irrigação) | 1 | 15 mL/planta | Esguicho (drench) / Gotejamento (irrigação) | 01 |
Pulgão | Myzus persicae | 0,5 – 1,0 | Foliar | 3 | 500 L/ha | Tratorizado Costal Estacionário | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação via Esguicho (drench) / Gotejamento (irrigação): Mosca-branca: realizar uma aplicação, no colo das plantas, logo após o plantio ou transplante ou no início da infestação da praga de maneira que a dose por hectare seja distribuída igualmente entre as plantas em função da densidade de plantio. Utilizar um volume de calda em torno de 15 ml/planta em esguicho e, no caso de gotejamento, a vazão será aquela proporcionada pelo gotejador. Pulverização foliar: Pulgão: o monitoramento periódico deve ser realizado no topo ou no centro da planta visualizando as folhas mais novas. Devido à praga ser vetor de viroses, o controle deve ser iniciado nas primeiras infestações de adultos nas plantas. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 5 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo. Observação: Realizar no máximo 1 aplicação em esguicho (drench) ou via gotejamento de 2,0 L/ha, ou 3 aplicações foliares de 1,0 L/ha complementares por ciclo de cultivo. | ||||||||
Abóbora, Abobrinha, Chuchu e Maxixe | Mosca-branca | Bemisia tabaci Biotipo B | 1,5 – 2,0 | Esguicho (drench) | 1 | 15 mL/planta | Esguicho (drench) | 01 |
Pulgão | Myzus persicae | 0,5 – 1,0 | Foliar | 3 | 500 – 800 L/ha | Tratorizado Costal Estacionário | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação via drench (esguicho): Realizar uma aplicação logo após o plantio/transplantio ou no início da infestação da praga de maneira que a dose por hectare seja distribuída igualmente entre as plantas em função da densidade de plantio. Utilizar um volume de calda em torno de 15 ml/planta, direcionando o esguicho para o colo da planta. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área ou região. Pulverização foliar: As aplicações devem ser iniciadas 7 a 10 dias após emergência da cultura, de acordo com o monitoramento das folhas mais novas, no início da infestação, quando for constatada a presença dos primeiros adultos ou formas jovens das pragas (ovos ou as primeiras “ninfas”) e reaplicar com intervalo de 5 dias, caso necessário. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área ou região. Realizar no máximo 3 aplicações foliares durante o ciclo da cultura e se forem necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas de mecanismo de ação diferente de Sivanto® Prime 200SL. Observação: Realizar no máximo 1 aplicação em drench de 2,0 L/ha ou 3 aplicações foliares de 1,0 L/ha complementares por ciclo de cultivo | ||||||||
Cultura | Pragas Controladas | Dose Produto Comercial (L/ha) | Modalidade de Aplicação | Nº máximo de aplicações | Volume de calda | Equipamento de aplicação | Intervalo de Segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||||
Pimentão | Mosca-branca | Bemisia tabaci Biotipo B | 1,5 – 2,0 | Esguicho (drench) / Gotejamento (irrigação) | 1 | 15 mL/planta | Esguicho (drench) / Gotejamento (irrigação) | 01 |
0,5 – 1,0 | Foliar | 3 | 500 L/ha | Tratorizado Costal Estacionário | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação via Esguicho (drench) / Gotejamento (irrigação): Realizar uma aplicação, no colo das plantas, logo após o plantio ou transplante ou no início da infestação da praga de maneira que a dose por hectare seja distribuída igualmente entre as plantas em função da densidade de plantio. Utilizar um volume de calda em torno de 15 ml/planta em esguicho e, no caso de gotejamento, a vazão será aquela proporcionada pelo gotejador. Pulverização foliar: As aplicações devem ser iniciadas no início da infestação, quando for constatada a presença de adultos, ovos ou as primeiras “ninfas” ou formas jovens, intercalando as aplicações com outros produtos em um programa de rotação de ativos. Iniciar a aplicação 7-10 dias após a emergência da cultura ou logo após o aparecimento das pragas e reaplicar com intervalo de 5 dias, seguindo o ciclo das mesmas. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 5 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo. Observação: Realizar no máximo 1 aplicação em esguicho (drench) ou via gotejamento de 2,0 L/ha, ou 3 aplicações foliares de 1,0 L/ha complementares por ciclo de cultivo. | ||||||||
Berinjela | Pulgão-verde | Myzus persicae | 1,5 – 2,0 0,5 – 1,0 | Drench (Esguicho) Foliar | 1 3 | 15 mL/planta 500 – 800 L/ha | Drench (Esguicho) Tratorizado Costal Estacionário | 01 |
Mosca-branca | Bemisia tabaci Biotipo B | |||||||
Jiló | Mosca-branca | Bemisia tabaci Biotipo B | ||||||
Pulgões | Myzus persicae | |||||||
Macrosiphum euphorbiae | ||||||||
Pimenta | Mosca-branca | Bemisia tabaci Biotipo B | ||||||
Mosca-do- mediterrâneo | Ceratitis capitata | |||||||
Pulgões | Myzus persicae | |||||||
Macrosiphum euphorbiae | ||||||||
Quiabo | Pulgão | Aphis gossypii | ||||||
Mosca-branca | Bemisia tabaci Biotipo B | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação via Esguicho (drench): Realizar uma aplicação logo após o plantio/transplantio ou no início da infestação da praga de maneira que a dose por hectare seja distribuída igualmente entre as plantas em função da densidade de plantio. Utilizar um volume de calda em torno de 15 ml/planta, direcionando o esguicho para o colo da planta. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área ou região. Pulverização foliar: As aplicações devem ser iniciadas 7 a 10 dias após emergência da cultura, de acordo com o monitoramento, no início da infestação, quando for constatada a presença dos primeiros adultos ou formas jovens das pragas (ovos ou as primeiras “ninfas”) e reaplicar com intervalo de 5 dias, caso necessário. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área ou região. Realizar no máximo 3 aplicações foliares durante o ciclo da cultura e se forem necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas de mecanismo de ação diferente de Sivanto® Prime 200SL. Observação: Realizar no máximo 1 aplicação em drench de 2,0 L/ha ou 3 aplicações foliares de 1,0 L/ha complementares por ciclo de cultivo | ||||||||
Soja | Mosca-branca | Bemisia tabaci | 0,75 – 1,0 | Foliar Aérea | 2 | Aérea: 20 – 40 L/ha Terrestre: 100 – 200 L/ha | Avião Tratorizado Costal | 14 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar monitoramento periodicamente e iniciar as aplicações no início da infestação quando for constatada a presença de adultos, ovos ou as primeiras “ninfas” ou formas jovens, intercalando as aplicações com outros produtos em um programa de rotação de ativos. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão ou quando houver histórico de ocorrência da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. | ||||||||
Cultura | Pragas Controladas | Dose Produto Comercial (L/ha) | Modalidade de Aplicação | Nº máximo de aplicações | Volume de calda | Equipamento de aplicação | Intervalo de Segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||||
Tomate | Mosca-branca | Bemisia tabaci Biotipo B | 1,5 – 2,0 | Esguicho (drench) / Gotejamento (irrigação) | 1 | 15 mL/planta | Esguicho (drench) Gotejamento (irrigação) | 01 |
0,5 – 1,0 | Foliar | 3 | 500 – 1000 L/ha | Tratorizado Costal Estacionário | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação via Esguicho (drench) / Gotejamento (irrigação): Realizar uma aplicação, no colo das plantas, logo após o plantio ou transplante ou no início da infestação da praga de maneira que a dose por hectare seja distribuída igualmente entre as plantas em função da densidade de plantio. Utilizar um volume de calda em torno de 15 ml/planta em esguicho e, no caso de gotejamento, a vazão será aquela proporcionada pelo gotejador. Pulverização foliar: Para o controle de mosca-branca, as aplicações devem ser iniciadas no início da infestação, quando for constatada a presença de adultos, ovos ou as primeiras “ninfas” ou formas jovens, intercalando as aplicações com outros produtos em um programa de rotação de ativos. Iniciar a aplicação 7-10 dias após a emergência da cultura ou logo após o aparecimento das pragas e reaplicar com intervalo de 5 dias, seguindo o ciclo das mesmas. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão, ou quando houver histórico de ocorrência da praga. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 5 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo. Observação: Realizar no máximo 1 aplicação em esguicho (drench) ou via gotejamento de 2,0 L/ha, ou 3 aplicações foliares de 1,0 L/ha complementares por ciclo de cultivo. | ||||||||
Uva | Filoxera | Daktulosphaira vitifoliae | 0,75 – 1,0 | Foliar | 2 | 500 – 1000 L/ha | Turboatomizador Costal | 07 |
Mosca-das-frutas | Anastrepha fraterculus | |||||||
Ceratitis capitata | ||||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Filoxera: As aplicações devem ser iniciadas de acordo com o monitoramento dos ramos, folhas e inflorescências, no início da infestação, quando for constatada a presença das primeiras galhas de filoxera nas folhas e reaplicar com intervalo de 7 dias caso necessário. Mosca-das-frutas: Realizar monitoramento sistemático do pomar e iniciar a aplicação quando houver a presença de moscas nas armadilhas, não ultrapassando 0,5 mosca por armadilha por dia e reaplicar com 7 dias caso necessário. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área ou região. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura e se forem necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas de mecanismo de ação diferente de SIVANTO® PRIME 200 SL. | ||||||||
Caju | Pulgão | Aphis gossypii | 0,75 – 1,0 | Foliar | 2 | 500 – 1000 L/ha | Turboatomizador Costal | |
Mosca-branca | Aleurodicus cocois | |||||||
Caqui | Mosca-das-frutas | Anastrepha spp. | ||||||
Ceratitis capitata | ||||||||
Cochonilha-das-raízes | Pseudococcus comstocki | |||||||
Figo | Cochonilhas | Morganella longispina | ||||||
Asterolecanium pustulans | ||||||||
Goiaba | Mosca-das-frutas | Anastrepha spp. | ||||||
Ceratitis capitata | ||||||||
Psilídeo-da-goiabeira | Triozoida limbata | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: As aplicações devem ser iniciadas de acordo com o monitoramento dos ramos, folhas e inflorescências, no início da infestação, quando for constatada a presença dos primeiros adultos ou formas jovens das pragas (ovos ou as primeiras “ninfas”) e reaplicar com intervalo de 7 dias caso necessário. A maior dose deve ser utilizada em condições de maior pressão ou quando houver histórico de ocorrência da praga na área ou região. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura e se forem necessárias mais aplicações, utilizar inseticidas de mecanismo de ação diferente de Sivanto® Prime 200 SL. | ||||||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Protopulvinaria longivalvata | Cochonilha | Ver detalhes |
| Abacaxi | Dysmicoccus brevipes | Cochonilha-do-abacaxi, Cochonilha-pulverulenta-do-abacaxi | Ver detalhes |
| Abóbora | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Abobrinha | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Acelga | Lipaphis erysimi | Pulgão, pulgão-da-mostarda | Ver detalhes |
| Acerola | Icerya sp | Cochonilha | Ver detalhes |
| Agrião | Lipaphis erysimi | Pulgão, pulgão-da-mostarda | Ver detalhes |
| Alface | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Almeirão | Dactynotus sonchi | Ver detalhes | |
| Azeitona | Saissetia oleae | Cochonilha, Cochonilha parda | Ver detalhes |
| Batata | Bemisia tabaci raça B | mosca-branca | Ver detalhes |
| Berinjela | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Beterraba | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Brócolis | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Cacau | Selenothrips rubrocinctus | Tripes-do-cacaueiro | Ver detalhes |
| Café | Dysmicoccus texensis | Cochonilha-da-raiz, Cochonilha-da-raiz-do-cafeeiro | Ver detalhes |
| Caju | Aphis gossypii | Pulgão | Ver detalhes |
| Caqui | Anastrepha spp. | Mosca-das-frutas | Ver detalhes |
| Cenoura | Aphis gossypii | Pulgão | Ver detalhes |
| Centeio | Sitobion avenae | Pulgão-da-espiga | Ver detalhes |
| Chicória | Aphis fabae | Afídio de feijão preto, Pulgão | Ver detalhes |
| Chuchu | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Couve | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Aphis gossypii | Pulgão | Ver detalhes |
| Couve-de-bruxelas | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-flor | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Ervilha | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Espinafre | Brevicoryne brassicae | Pulgão | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijão-caupi | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Figo | Asterolecanium pustulans | Cochonilha, Cochonilha-do-figo | Ver detalhes |
| Fumo | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Gengibre | Pentalonia nigronervosa | Pulgão | Ver detalhes |
| Goiaba | Anastrepha spp. | Mosca-das-frutas | Ver detalhes |
| Jiló | Macrosiphum euphorbiae | Pulgão-das-solanáceas, Pulgão-verde-escuro | Ver detalhes |
| Kiwi | Pseudaulacaspis pentagona | Cochonilha-branca, Cochonilha-do-lenho | Ver detalhes |
| Lentilha | Aphis craccivora | Pulgão, Pulgão-do-feijoeiro | Ver detalhes |
| Maçã | Anastrepha fraterculus | Mosca-das-frutas, Mosca-sul-americana | Ver detalhes |
| Mamão | Empoasca kraemeri | Cigarrinha | Ver detalhes |
| Mandioca | Bemisia tabaci raça B | mosca-branca | Ver detalhes |
| Mandioquinha-salsa | Aphis spp. | Pulgão, Pulgão-verde | Ver detalhes |
| Manga | Aphis gossypii | pulgão-do-algodão | Ver detalhes |
| Maracujá | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Maxixe | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Melancia | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Morango | Capitophorus fragaefolli | Pulgão-do-morangueiro | Ver detalhes |
| Pepino | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Pimenta | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Pimentão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Quiabo | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Repolho | Lipaphis erysimi | Pulgão, pulgão-da-mostarda | Ver detalhes |
| Rúcula | Brevicoryne brassicae | Pulgão | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Trigo | Metopolophium dirhodum | Pulgão-da-folha, Pulgão-verde-pálido | Ver detalhes |
| Uva | Anastrepha fraterculus | Mosca-das-frutas, Mosca-sul-americana | Ver detalhes |
O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura.
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que a aplicação seja uniforme e que não ocorram sobreposições, escorrimentos e nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Utilizar pulverizador estacionário munido de barra com ponta de pulverização do tipo leque (jato plano) ou com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica e calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante de modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a barra ou pistola evitando sobreposições, deriva ou concentração de calda em um único ponto gerando, assim, escorrimento e desperdício da calda.
Iniciar a injeção da calda com o produto após o completo funcionamento do sistema de irrigação. Continuar irrigando após o término da injeção do inseticida para a limpeza do sistema. Seguir as instruções do fabricante do sistema de irrigação para a melhor utilização do sistema dosador e de injeção, além da correta regulagem deste equipamento de forma a assegurar uniformidade e precisão da irrigação e da distribuição do produto.
Além dos cálculos operacionais feitos corretamente, é necessário assegurar-se de que o sistema, tanto de irrigação quanto de injeção, está funcionando de acordo com os parâmetros para os quais está ajustado, ou seja, que a vazão calculada corresponde àquela efetiva no sistema ou que a taxa de injeção desejada estará realmente ocorrendo no campo. Portanto, tão importante quanto os cálculos operacionais, é também proceder à calibração periódica dos equipamentos.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador tratorizado montado, semimontado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio com espaçamento entre pontas determinado pelo fabricante. As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com perfil de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar bicos rotativos ou barras equipadas com bicos hidráulicos de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício dos bicos, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 70 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 20-40 L/ha de calda para soja e de 30-50 L/ha de calda para algodão e citros, altura média de voo de 3 metros da copa das plantas alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
Utilize bicos e pressão adequados para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático.
Para a aplicação aérea, a distância entre os bicos na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Não aplicar em uma distância menor que 40 m (quarenta metros) da divisa com áreas não alvo próximas à aplicação, onde podem existir plantas em florescimento, apiários, meliponários ou habitats de abelhas nativas.
Volume de calda | Tamanho de gotas | Cobertura mínima | Altura de voo | Faixa de aplicação | Distribuição das pontas |
20 – 40 L/ha (soja) / 30 – 50 L/ha (algodão e citros) | Média - Grossa | 70 gotas/cm² | 3 metros | 15 - 18 metros | 65% |
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
menor que 30°C | maior que 55% | entre 3 e 10 km/h |
Utilizar drones agrícolas equipados com discos rotativos ou pontas hidráulicas de acordo com a recomendação de uso do fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de pulverização (pelo menos 110 graus) ou a velocidade de rotação dos discos rotativos (RPM), que permita a liberação e deposição de gotas da classe média a grossa e uma cobertura de pulverização uniforme. Recomenda-se o volume de 30-50 L/ha de calda, altura média de voo de 1,5 a 3 metros do alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 3 a 5 metros (de acordo com o equipamento utilizado).
Para garantir que não haja vazamento de líquido durante a pulverização, a inspeção das mangueiras e outros equipamentos de pulverização do Drone deve ser feita antes do voo.
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático
Ao pulverizar com drones, cuidado especial deve ser tomado para evitar deriva.
Volume de calda | Tamanho de gotas | Altura de voo | Faixa de aplicação |
30 - 50 L/há (citros) | Média - Grossa | 1,5 - 3 m | 3 - 5 m |
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
menor que 30°C | maior que 55% | entre 3 e 10km/h |
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao por do sol e frequentemente continuam ate a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

