HARPON WG é um fungicida de contato e de profundidade, recomendado para a pulverização das partes aéreas das culturas, abóbora, abobrinha, acelga, agrião, alface, alho, almeirão, batata, berinjela, brócolis, cebola, chicória, couve, couve-chinesa,couve-de-bruxelas, couve-flor, espinafre, estévia, jiló, melão, melancia, mostarda, pepino, pimenta, pimentão, repolho, rúcula, tomate e uva. Zoxamida apresenta um novo modo de ação entre os fungicidas que controlam oomicetos, paralisando a divisão nuclear por uma ligação covalente da tubulina e ruptura dos microtúbulos, sendo portantoum agente anti-microtubulante. Por seu modo de ação único, Zoxamida não apresenta resistência cruzada comos demais fungicidas específicos. Cimoxanil possui um modo de ação sistêmico local, pertencente ao grupo químico das acetamidas, ativo contra linhagens resistentes a fungicidas do grupo fenilamida. Devido ao modo de ação totalmente diferente do Zoxamida e pela ação de profundidade do Cimoxanil, HARPON WG pode ser utilizado no manejo de resistência de fungicidas usados no controle de oomicetos.
Culturas | Doenças Controladas | Doses (*) | Volume de Calda | Nº Máximo de Aplicações por Ciclo | ||
Nome Comum | Nome Científico | Produto Comercial | Ingrediente Ativo | |||
Abóbora | Míldio | Pseudoperonospora cubensis | 300 a 400 g/ha | 199 a 265 g i.a./ha | 650 L/ha | 4 |
Época de aplicação: Inicie o tratamento quando as condições climáticas se tornarem ideais para o desenvolvimento de míldio, ou logo no aparecimento dos primeiros sintomas, e reaplique a intervalos de 7 dias entre aplicações. Utilize as doses maiores sob condições de alta pressão da doença. As aplicações devem ser sempre preventivas. Intervalo de segurança: 7 dias. | ||||||
Abobrinha | Míldio | Pseudoperonospora cubensis | 300 a 400 g/ha | 199 a 265 g i.a./ha | 650 L/ha | 4 |
Época de aplicação: Inicie o tratamento quando as condições climáticas se tornarem ideais para o desenvolvimento de míldio, ou logo no aparecimento dos primeiros sintomas, e reaplique a intervalos de 7 dias entre aplicações. Utilize as doses maiores sob condições de alta pressão da doença. As aplicações devem ser sempre preventivas. Intervalo de segurança: 7 dias. | ||||||
Acelga | Míldio | Pseudoperonospora cubensis | 250 a 300 g/ha | 166 a 199 g i.a./ha | 1000 L/ha | 4 |
Época de aplicação: Inicie o tratamento quando as condições climáticas se tornarem ideais para o desenvolvimento de míldio, ou logo no | ||||||
aparecimento dos primeiros sintomas, e reaplique a intervalos de 7 dias entre aplicações. Utilize as doses maiores sob condições de alta pressão da doença. As aplicações devem ser sempre preventivas. Intervalo de segurança: 3 dias. | ||||||
Agrião | Míldio | Peronospora parasitica | 250 a 300 g/ha | 166 a 199 g i.a./ha | 1000 L/ha | 4 |
Época de aplicação: Inicie o tratamento quando as condições climáticas se tornarem ideais para o desenvolvimento de míldio, ou logo no | ||||||
aparecimento dos primeiros sintomas, e reaplique a intervalos de 7 dias entre aplicações. Utilize as doses maiores sob condições de alta pressão da doença. As aplicações devem ser sempre preventivas. Intervalo de segurança: 3 dias. | ||||||
Alface | Míldio | Bremia lactucae Regel | 250 a 300 g/ha | 166 a 199 g i.a./ha | 1000 L/ha | 4 |
Época de aplicação: Inicie o tratamento quando as condições climáticas se tornarem ideais para o desenvolvimento de míldio, ou logo no | ||||||
aparecimento dos primeiros sintomas, e reaplique a intervalos de 7 dias entre aplicações. Utilize as doses maiores sob condições de alta pressão da doença. As aplicações devem ser sempre preventivas. Intervalo de segurança: 3 dias. | ||||||
Alho | Míldio | Peronospora destructor | 300 a 400 g/ha | 199 a 265 g i.a./ha | 650 L/ha | 4 |
Época de aplicação: Inicie o tratamento quando as condições climáticas se tornarem ideais para o desenvolvimento de míldio, ou logo no aparecimento dos primeiros sintomas, e reaplique a intervalos de 7 dias entre aplicações. Utilize as doses maiores sob condições de alta pressão da doença. As aplicações devem ser sempre preventivas. Intervalo de segurança: 14 dias. | ||||||
Almeirão | Míldio | Bremia lactucae Regel | 250 a 300 g/ha | 166 a 199 g i.a./ha | 1000 L/ha | 4 |
Época de aplicação: Inicie o tratamento quando as condições climáticas se tornarem ideais para o desenvolvimento de míldio, ou logo no | ||||||
aparecimento dos primeiros sintomas, e reaplique a intervalos de 7 dias entre aplicações. Utilize as doses maiores sob condições de alta | ||||||
pressão da doença. As aplicações devem ser sempre preventivas. Intervalo de segurança: 3 dias. | ||||||
Batata | Requeima | Phytophthora infestans | 300 a 400 g/ha | 199 a 265 g i.a./ha | 650 L/ha | - |
Época de aplicação: Deve ser aplicado quando as condições climáticas se tornarem ideais para o desenvolvimento da requeima, repetindo- se as aplicações com intervalo de 7 dias. Iniciar as aplicações aos 10-15 dias após a emergência, ou antes se as condições forem muito favoráveis para a doença. Utilizar a maior dose em condições altamente favoráveis para a doença. As aplicações devem ser sempre preventivas. Intervalo de segurança: 7 dias. | ||||||
Berinjela | Requeima, Tombamento | Phytophthora capsici | 300 a 400 g/ha | 199 a 265 g i.a./ha | 650 L/ha | 4 |
Época de aplicação: Inicie o tratamento quando as condições climáticas se tornarem ideais para o desenvolvimento da doença, repetindo- se as aplicações com intervalo de 7 dias. Iniciar as aplicações após o transplante. Utilizar a maior dose em condições altamente favoráveis para a doença. As aplicações devem ser sempre preventivas. Intervalo de segurança: 7 dias. | ||||||
Brócolis | Míldio | Peronospora parasiticana | 250 a 300 g/ha | 166 a 199 g i.a./ha | 1000 L/ha | 4 |
Época de aplicação: Inicie o tratamento quando as condições climáticas se tornarem ideais para o desenvolvimento de míldio, ou logo no aparecimento dos primeiros sintomas, e reaplique a intervalos de 7 dias entre aplicações. Utilize as doses maiores sob condições de alta pressão da doença. As aplicações devem ser sempre preventivas. Intervalo de segurança: 3 dias. | ||||||
Cebola | Míldio | Peronospora destructor | 300 a 400 g/ha | 199 a 265 g i.a./ha | 650 L/ha | 4 |
Época de aplicação: Inicie o tratamento quando as condições climáticas se tornarem ideais para o desenvolvimento de míldio, ou logo no aparecimento dos primeiros sintomas, e reaplique a intervalos de 7 dias entre aplicações. Utilize as doses maiores sob condições de alta pressão da doença. As aplicações devem ser sempre preventivas. Intervalo de segurança: 14 dias. | ||||||
Chicória | Míldio | Peronospora parasiticana | 250 a 300 g/ha | 166 a 199 g i.a./ha | 1000 L/ha | 4 |
Época de aplicação: Inicie o tratamento quando as condições climáticas se tornarem ideais para o desenvolvimento de míldio, ou logo no aparecimento dos primeiros sintomas, e reaplique a intervalos de 7 dias entre aplicações. Utilize as doses maiores sob condições de alta pressão da doença. As aplicações devem ser sempre preventivas. Intervalo de segurança: 3 dias. | ||||||
Couve,Co uve- chinesa, Couve-de- bruxelas, Couve-flor | Míldio | Peronospora parasiticana | 250 a 300 g/ha | 166 a 199 g i.a./ha | 1000 L/ha | 4 |
Época de aplicação: Inicie o tratamento quando as condições climáticas se tornarem ideais para o desenvolvimento de míldio, ou logo no aparecimento dos primeiros sintomas, e reaplique a intervalos de 7 dias entre aplicações. Utilize as doses maiores sob condições de alta pressão da doença. As aplicações devem ser sempre preventivas. Intervalo de segurança: 3 dias. | ||||||
Espinafre | Míldio | Peronospora effusa | 250 a 300 g/ha | 166 a 199 g i.a./ha | 1000 L/ha | 4 |
Época de aplicação: Inicie o tratamento quando as condições climáticas se tornarem ideais para o desenvolvimento de míldio, ou logo no aparecimento dos primeiros sintomas, e reaplique a intervalos de 7 dias entre aplicações. Utilize as doses maiores sob condições de alta pressão da doença. As aplicações devem ser sempre preventivas. Intervalo de segurança: 3 dias. | ||||||
Estévia | Míldio | Bremia lactucae Regel | 250 a 300 g/ha | 166 a 199 g i.a./ha | 1000 L/ha | 4 |
Época de aplicação: Inicie o tratamento quando as condições climáticas se tornarem ideais para o desenvolvimento de míldio, ou logo no aparecimento dos primeiros sintomas, e reaplique a intervalos de 7 dias entre aplicações. Utilize as doses maiores sob condições de alta pressão da doença. As aplicações devem ser sempre preventivas. Intervalo de segurança: 3 dias. | ||||||
Jiló | Requeima, Tombamento | Phytophthora capsici | 300 a 400 g/ha | 199 a 265 g i.a./ha | 650 L/ha | 4 |
Época de aplicação: Inicie o tratamento quando as condições climáticas se tornarem ideais para o desenvolvimento da doença, repetindo- se as aplicações com intervalo de 7 dias. Iniciar as aplicações após o transplante. Utilizar a maior dose em condições altamente favoráveis para a doença. As aplicações devem ser sempre preventivas. Intervalo de segurança: 7 dias. | ||||||
Melão | Míldio | Pseudoperonospora cubensis | 150 a 300 g/ha | 99 a 265 g i.a./ha | 600 L/ha | 3 |
Época de aplicação: Inicie o tratamento quando as condições climáticas se tornarem ideais para o desenvolvimento de míldio, ou logo no aparecimento dos primeiros sintomas, e reaplique a intervalos de 7 dias entre aplicações. Utilize as doses maiores sob condições de alta pressão da doença. As aplicações devem ser sempre preventivas. Intervalo de segurança: 7 dias. | ||||||
Melancia | Míldio | Pseudoperonospora cubensis | 150 a 300 g/ha | 99 a 265 g i.a./ha | 600 L/ha | 3 |
Época de aplicação: Inicie o tratamento quando as condições climáticas se tornarem ideais para o desenvolvimento de míldio, ou logo no aparecimento dos primeiros sintomas, e reaplique a intervalos de 7 dias entre aplicações. Utilize as doses maiores sob condições de alta pressão da doença. As aplicações devem ser sempre preventivas. Intervalo de segurança: 7 dias. | ||||||
Mostarda | Míldio | Peronospora parasitica | 250 a 300 g/ha | 166 a 199 g i.a./ha | 1000 L/ha | 4 |
Época de aplicação: Inicie o tratamento quando as condições climáticas se tornarem ideais para o desenvolvimento de míldio, ou logo no aparecimento dos primeiros sintomas, e reaplique a intervalos de 7 dias entre aplicações. Utilize as doses maiores sob condições de alta pressão da doença. As aplicações devem ser sempre preventivas. Intervalo de segurança: 3 dias. | ||||||
Pepino | Míldio | Pseudoperonospora cubensis | 300 a 400 g/ha | 199 a 265 g i.a./ha | 650 L/ha | 4 |
Época de aplicação: Inicie o tratamento quando as condições climáticas se tornarem ideais para o desenvolvimento de míldio, ou logo no aparecimento dos primeiros sintomas, e reaplique a intervalos de 7 dias entre aplicações. Utilize as doses maiores sob condições de alta pressão da doença. As aplicações devem ser sempre preventivas. Intervalo de segurança: 7 dias. | ||||||
Pimenta | Requeima | Phytophthora capsici | 300 a 400 g/ha | 199 a 265 g i.a./ha | 650 L/ha | 4 |
Época de aplicação: Inicie o tratamento quando as condições climáticas se tornarem ideais para o desenvolvimento da requeima, repetindo- se as aplicações com intervalo de 7 dias. Iniciar as aplicações após o transplante. Utilizar a maior dose em condições altamente favoráveis para a doença. As aplicações devem ser sempre preventivas. Intervalo de segurança: 7 dias. | ||||||
Pimentão | Requeima | Phytophthora capsici | 300 a 400 g/ha | 199 a 265 g i.a./ha | 650 L/ha | 4 |
Época de aplicação: Inicie o tratamento quando as condições climáticas se tornarem ideais para o desenvolvimento da requeima, repetindo- se as aplicações com intervalo de 7 dias. Iniciar as aplicações após o transplante. Utilizar a maior dose em condições altamente favoráveis para a doença. As aplicações devem ser sempre preventivas. Intervalo de segurança: 7 dias. | ||||||
Repolho | Míldio | Peronospora parasitica | 250 a 300 g/ha | 166 a 199 g i.a./ha | 1000 L/ha | 4 |
Época de aplicação: Inicie o tratamento quando as condições climáticas se tornarem ideais para o desenvolvimento de míldio, ou logo no aparecimento dos primeiros sintomas, e reaplique a intervalos de 7 dias entre aplicações. Utilize as doses maiores sob condições de alta pressão da doença. As aplicações devem ser sempre preventivas. Intervalo de segurança: 3 dias. | ||||||
Rúcula | Míldio | Peronospora parasitica | 250 a 300 g/ha | 166 a 199 g i.a./ha | 1000 L/ha | 4 |
Época de aplicação: Inicie o tratamento quando as condições climáticas se tornarem ideais para o desenvolvimento de míldio, ou logo no aparecimento dos primeiros sintomas, e reaplique a intervalos de 7 dias entre aplicações. Utilize as doses maiores sob condições de alta pressão da doença. As aplicações devem ser sempre preventivas. Intervalo de segurança: 3 dias. | ||||||
Tomate | Requeima | Phytophthora infestans | 300 a 400 g/ha | 199 a 265 g i.a./ha | 650 L/ha | - |
Época de aplicação: Deve ser aplicado quando as condições climáticas se tornarem ideais para o desenvolvimento da requeima, repetindo- se as aplicações com intervalo de 7 dias. Iniciar as aplicações após o transplante. Utilizar a maior dose em condições altamente favoráveis para a doença. As aplicações devem ser sempre preventivas. Intervalo de segurança: 7 dias. | ||||||
Uva | Míldio | Plasmopara viticola | 30 a 35 g/100 L de água | 19,9 a 23,2 g i.a./100 L de água | 1.000 L/ha | - |
Mofo- cinzento | Botrytis cinerea | |||||
Época de aplicação: Deve ser aplicado quando as condições climáticas se tornarem ideais para o desenvolvimento de míldio/ mofo-cinzento, repetindo-se as aplicações com intervalo de 7 dias. Utilizar a maior dose em condições altamente favoráveis para a doença. As aplicações devem ser sempre preventivas. Intervalo de segurança: 7 dias. | ||||||
Obs.: 1 kg do produto comercial HARPON WG® contém 331 g do ingrediente ativo Zoxamida + 331 g do ingrediente ativo Cimoxanil.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abóbora | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Abobrinha | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Alface | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Alho | Peronospora destructor | Cinza, Míldio | Ver detalhes |
| Almeirão | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Batata | Phytophthora infestans | Mela, Requeima | Ver detalhes |
| Berinjela | Phytophthora capsici | Requeima, Tombamento | Ver detalhes |
| Brócolis | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Cebola | Peronospora destructor | Cinza, Míldio | Ver detalhes |
| Chicória | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Couve | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Couve-de-bruxelas | Peronospora parasitica | Mildio | Ver detalhes |
| Couve-flor | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Espinafre | Peronospora effusa | Míldio | Ver detalhes |
| Estévia | Bremia lactucae Regel | Míldio | Ver detalhes |
| Jiló | Phytophthora capsici | Requeima, Tombamento | Ver detalhes |
| Melancia | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Melão | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Mostarda | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Pepino | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Pimenta | Phytophthora capsici | Requeima | Ver detalhes |
| Pimentão | Phytophthora capsici | Requeima | Ver detalhes |
| Rúcula | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Tomate | Phytophthora infestans | Mela, Requeima | Ver detalhes |
| Uva | Plasmopara viticola | Míldio, Mofo | Ver detalhes |
Por ser um fungicida de contato com ação de profundidade, HARPON WG deve ser aplicado quando as condições climáticas se tornarem ideais para a ocorrência das doenças para as quais ele é indicado.
HARPON WG é indicado para aplicações terrestres, podendo ser através de equipamento costal (manual ou motorizado) ou tratorizado equipado com barras, turbo-atomizadores ou mangueiras. O volume de calda varia de acordo com o estágio da cultura, devendo ser aplicado em quantidade de água suficiente para uma cobertura completa e uniforme das plantas.
Deve-se observar os seguintes parâmetros:
Velocidade do trator: 6- 8 km/h
Pressão do manômetro: 150 - 250 lb/pol²
Tipo de bico: bico cônico (cheio ou vazio) série D ou X
Volume de aplicação: 650 L/ha
Condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h.
Obs.: A barra de pulverização deverá estar sempre aproximadamente 20 cm acima da planta. Usar equipamentos com barras de 9,5 a 17 metros, colocando-se os bicos com intervalos de 25 cm (este intervalo poderá ser alterado através de recomendação técnica).
Deve-se observar os seguintes parâmetros:
RPM na tomada de força: 540 rpm
Pressão do manômetro: 250 - 350 lb/pol²
Tipo de bico: bico cônico (cheio ou vazio) série D ou X
Volume de aplicação: 650 L/ha
Condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h.
Deve-se observar os seguintes parâmetros:
RPM na tomada de força: 540 rpm
Pressão do manômetro: 250 - 350 lb/pol²
Tipo de bico: bico cônico (cheio ou vazio) série D ou X
Volume de aplicação: 1.000 L/ha
Condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h.
Deve-se observar os seguintes parâmetros:
Velocidade do trator: 2 - 3 km/h
RPM na tomada de força: 540 rpm
Pressão: 160 - 300 lb/pol²
Tipo de bico: disco ou chapinha nº 3 a 6. Considerando-se que todos estejam abertos, recomenda-se alternar bicos com difusor de 2 furos, com bicos de difusor de 3 furos.
Volume de aplicação: 1.000 L/ha
Condições climáticas: não aplicar o produto com ventos superiores a 6 km/h.
Como os pulverizadores costais manuais não possuem regulador de pressão, o volume a ser aplicado depende muito do operário que executa a operação. A calibragem deve ser feita individualmente, sendo considerada uma velocidade usual aquela ao redor de 1m/segundo. A pressão de trabalho varia conforme o ritmo de movimento que o operador imprime à alavanca de acionamento da bomba, combinado com a vazão do bico. Bicos de alta vazão geralmente são trabalhados à baixa pressão, uma vez que no ritmo normal de bombeamento não se consegue atingir altas pressões. Em oposição, bicos de baixa vazão são operados em pressões maiores, pois o operador consegue manter o circuito pressurizado acionando poucas vezes aalavanca da bomba.
Abóbora, Abobrinha, Batata, Berinjela, Jiló, Melão, Melancia, Pepino, Pimenta, Pimentão, Tomate e Uva: 7 dias.
Alho e Cebola: 14 dias.
Acelga, agrião, alface, almeirão, brócolis, chicória, couve, couve-chinesa, couve-de-bruxelas, couve-flor espinafre, estévia, mostarda, repolho, rúcula: 3 dias.
Recomenda-se não entrar na área tratada sem utilizar o EPI (equipamento de proteção individual) até o completo secamento da calda sobre a cultura. Evitar sempre que possível que pessoas alheias ao trato com a cultura e animais circulem pela área tratada.
INSTRUÇÕES DE USO:
Cultura | Alvo Biológico | Dose (mL/ha) | Época, número e intervalo de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
Abacaxi | Podridão- do-olho | Phytophthora nicotiana var. parasitica | 800 - 1000 | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Abóbora | Mildio | Pseudoperonospora cubensis | 40 a 80 mL/100L de água | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada no aparecimento dos primeiros sintomas e repetida se necessário em intervalos de 5 a 7 dias. Em condições muito favoráveis a evolução da doença, utilizar a maior dose, reduzindo o intervalo de aplicação para 5 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 5 a 7 dias. |
Abobrinha | Mildio | Pseudoperonospora cubensis | 40 a 80 mL/100L de água | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada no aparecimento dos primeiros sintomas e repetida se necessário em intervalos de 5 a 7 dias. Em condições muito favoráveis a evolução da doença, utilizar a maior dose, reduzindo o intervalo de aplicação para 5 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 5 a 7 dias. |
Acelga | Podridão- radicular | Pythium spp | 80 mL/ 100 L de água | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura, repetindo se necessário com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Agrião | Podridão- radicular | Pythium aphanider-matum | 80 mL/ 100 L de água | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura, repetindo se necessário com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Alface | Míldio | Bremia lactucae | 80 mL/ 100 L de água | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Alho | Mildio | Pseudoperonospora cubensis | 400 a 800 | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada no aparecimento dos primeiros sintomas e repetido se necessário em intervalos de 5 a 7 dias. Em condições muito favoráveis a evolução da doença, utilizar a maior dose, reduzindo o intervalo de aplicação para 5 dias. Adicionar 0,5% v/v de adjuvante a base de óleo vegetal. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 5 a 7 dias. |
Almeirão | Mildio | Bremia lactucae | 80 mL/ 100 L de água | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Anonáceas | Podridão- do-colo | Phytophthora nicotiana var. parasitica | 800 a 1000 | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Batata | Requeima | Phytophthora infestans | 800 | Aplicar BANZAI no aparecimento dos primeiros sintomas e repetir se necessário em intervalos de 5 a 7 dias. Em condições muito favoráveis a evolução da doença, utilizar a maior dose, reduzindo o intervalo de aplicação para 5 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 5 a 7 dias. |
Beringela | Requeima | Phytophthora capsici | 400 a 800 | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Cebola | Mildio | Pseudoperonospora cubensis | 400 a 800 | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada no aparecimento dos primeiros sintomas e repetido se necessário em intervalos de 5 a 7 dias. Em condições muito favoráveis a evolução da doença, utilizar a maior dose, reduzindo o intervalo de aplicação para 5 dias. Adicionar 0,5% v/v de adjuvante a base de óleo vegetal. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 5 a 7 dias. |
Chicória | Podridão- radicular | Pythium spp | 80 mL/ 100 L de água | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Míldio | Bremia lactucae |
Chuchu | Mildio | Pseudoperonos pora cubensis) | 40 a 80 mL/100L de água | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada no aparecimento dos primeiros sintomas e repetida se necessário em intervalos de 5 a 7 dias. Em condições muito favoráveis a evolução da doença, utilizar a maior dose, reduzindo o intervalo de aplicação para 5 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 5 a 7 dias. |
Cupuaçu | Podridão | Phytophthora palmivora | 800 a 1000 | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Espinafre | Podridão- radicular | Pythium spp. | 80mL/ 100L de água | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Estévia | Podridão- radicular | Pythium spp. | 80 mL/ 100 L de água | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Fumo | Míldio | Peronospora tabacina | 3 – 4 mL/ 100 L de água | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 6 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Guaraná | Requeima | Phytophthora nicotianae | 800 - 1000 | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Jiló | Requeima | Phytophthora capsici | 400 - 800 | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Mamão | Gomose | Phytophthora palmivora | 800 - 1000 | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Maracujá | Requeima | Phytophthora nicotianae | 800 - 1000 | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Mostarda | Podridão- radicular | Pythium spp. | 80 mL/ 100 L de água | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Míldio | Peronospora parasitica | |||
Pepino | Mildio | Pseudoperonos pora cubensis | 40 – 80 mL/ 100L de água | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada no aparecimento dos primeiros sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 5 a 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Pimenta | Requeima | Phytophthora capsici | 400 - 800 | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Pimentão | Requeima | Phytophthora capsici | 400 - 800 | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Quiabo | Requeima | Phytophthora capsici | 400 - 800 | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada iniciar as aplicações preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Podridão- radicular | Pythium sp. | |||
Rúcula | Podridão- radicular | Pythium aphanidermatum | 80 mL/ 100 L de água | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no início do aparecimento dos sintomas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido |
Míldio | Peronospora parasitica | |||
Tomate | Requeima | Phytophthora infestans | 150 mL/ 100 L de água | Aplicar BANZAI no aparecimento dos primeiros sintomas e repetir, se necessário, em intervalos de 5 a 7 dias. Em condições muito favoráveis a evolução da doença, utilizar a maior dose, reduzindo o intervalo de aplicação para 5 dias. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 5 a 7 dias, sempre respeitando o intervalo de segurança estabelecido. |
Uva | Mildio | Plasmopara viticola | 450 a 675 | A aplicação de BANZAI deverá ser realizada preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas. Repetir se necessário em intervalos de 5 dias. Utilizar a maior dose em condições muito favoráveis a evolução da doença. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 5 dias. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Phytophthora nicotianae var. parasitica | Podridão-de-Phytophthora, Podridão-do-topo | Ver detalhes |
| Abóbora | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Abobrinha | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Acelga | Pythium spp. | Estiolamento, Podridão-de-raízes | Ver detalhes |
| Agrião | Phytium alphanidermatum | Podridão-radicular | Ver detalhes |
| Alface | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Alho | Peronospora destructor | Cinza, Míldio | Ver detalhes |
| Almeirão | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Anonáceas | Phytophthora nicotianae var. parasitica | Podridão-de-Phytophthora | Ver detalhes |
| Batata | Phytophthora infestans | Mela, Requeima | Ver detalhes |
| Berinjela | Phytophthora capsici | Requeima, Tombamento | Ver detalhes |
| Cebola | Peronospora destructor | Cinza, Míldio | Ver detalhes |
| Chicória | Pythium spp. | Estiolamento, Podridão-de-raízes | Ver detalhes |
| Chuchu | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Cupuaçu | Phytophthora palmivora | Morte-súbita, Podridão-parda, Requeima | Ver detalhes |
| Espinafre | Phytium spp | Podridão-radicular | Ver detalhes |
| Estévia | Pythium spp. | Estiolamento | Ver detalhes |
| Fumo | Peronospora tabacina | Míldio, Mofo-azul | Ver detalhes |
| Guaraná | Phytophthora nicotianae | Podridão-das-raízes | Ver detalhes |
| Jiló | Phytophthora capsici | Requeima, Tombamento | Ver detalhes |
| Mamão | Phytophthora palmivora | Morte-súbita, Podridão-do-pé, Podridão-parda | Ver detalhes |
| Maracujá | Phytophthora nicotianae var. nicotianae | Requeima | Ver detalhes |
| Mostarda | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Pepino | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Pimenta | Phytophthora capsici | Requeima | Ver detalhes |
| Pimentão | Phytophthora capsici | Requeima | Ver detalhes |
| Quiabo | Phytophthora capsici | Requeima, Tombamento | Ver detalhes |
| Rúcula | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Tomate | Phytophthora infestans | Mela, Requeima | Ver detalhes |
| Uva | Plasmopara viticola | Míldio, Mofo | Ver detalhes |
A aplicação do fungicida BANZAI deverá ser efetuada através de pulverização terrestre.
A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas, é fundamental para o sucesso do controle das doenças, independente do equipamento utilizado. Desta forma, o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem definir o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a serem utilizados.
Para as culturas de abacaxi, abóbora, abobrinha, acelga, agrião, alface, alho, almeirão, anonáceas, batata, berinjela, cebola, chicória, chuchu, cupuaçu, espinafre, estévia, fumo, guaraná, jiló, mamão, maracujá, mostarda, pepino, pimenta, pimentão, quiabo, rúcula, tomate e uva, BANZAI deve ser aplicado na parte aérea das plantas com equipamentos terrestres (pulverizador costal manual, pressurizado ou motorizado, tratorizado ou autopropelido) equipados com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico ou leque, que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas.
Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem a ocorrência de deriva:
Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) VMD;
Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm2;
Volume de calda:
Abóbora, abacaxi, abobrinha, acelga, agrião, alface, alho, almeirão, anonáceas, chicória, chuchu, cupuaçu, espinafre, estévia, guaraná, mamão, maracujá, mostarda, pepino e rúcula: 1.000 L/ha;
Batata, tomate e uva: 600 a 1.000 L/ha;
Cebola, berinjela, jiló, pimento, pimentão e quiabo: 400 L/ha.
Fumo: 300 L/ha.
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como:
Temperatura ambiente até 30ºC;
Umidade relativa do ar no mínimo de 50%;
Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
Colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de pulverização. Em seguida, adicionar BANZAI nas doses recomendadas, completando o tanque com água e mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida, mantendo o sistema de agitação do tanque em funcionamento durante a aplicação.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o processo de preparo da calda.
Abacaxi 7 dias Abóbora 7 dias
Abobrinha 7 dias
Acelga. 7 dias
Agrião 7 dias
Alface 7 dias
Almeirão. 7 dias
Anonáceas 7 dias
Batata. 7 dias
Berinjela. 7 dias
Chicória. 7 dias
Chuchu 7 dias
Cupuaçu. 7 dias
Espinafre. 7 dias
Estévia 7 dias
Guaraná. 7 dias
Jiló. 7 dias
Mamão 7 dias
Maracujá. 7 dias
Mostarda 7 dias
Pepino. 7 dias
Pimenta. 7 dias
Pimentão 7 dias
Quiabo. 7 dias
Rúcula 7 dias
Tomate. 7 dias
Alho 14 dias
Cebola 14 dias
Uva 21 dias
Fumo. UNA
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose** | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações | |
kg p.c./ha | g p.c./100 L d’água | ||||
Abacaxi | Podridão-do-olho Phytophthora nicotiana var. parasitica | 0,8 – 1,0 | - | 1000 | 3 |
Abóbora/ Abobrinha | Míldio Pseudoperonospora cubensis | - | 40 – 80 | 1000 | 4 |
Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose** | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações | |
kg p.c./ha | g p.c./100 L d’água | ||||
Acelga | Podridão-radicular Pythium spp. | - | 80 | 1000 | 4 |
Agrião | Podridão-radicular Pythium aphanidermatum | - | 80 | 1000 | 4 |
Alface | Míldio Bremia lactucae | - | 80 | 1000 | 4 |
Almeirão | Míldio Bremia lactucae | - | 80 | 1000 | 4 |
Alho* | Míldio Peronospora destructor | 0,4 – 0,8 | - | 400 | 3 |
Anonáceas | Podridão-do-colo Phytophthora nicotiana var. parasitica | 0,8 – 1,0 | - | 1000 | 3 |
Batata | Requeima Phytophtora infestans | 0,8 | - | Aplicar 600 a 1000 L/ha, dependendo do desenvolvimento da cultura. | 4 |
Berinjela | Requeima Phytophthora capsici | 0,4 – 0,8 | - | 400 | 4 |
Cebola* | Míldio Peronospora destructor | 0,4 – 0,8 | - | 400 | 3 |
Chalota* | Míldio Peronospora destructor | 0,4 – 0,8 | - | 400 | 3 |
Chicória | Podridão-radicular Pythium spp. | - | 80 | 1000 | 4 |
Míldio Bremia lactucae | |||||
Chuchu | Míldio Pseudoperonospora cubensis | - | 40 – 80 | 1000 | 4 |
Cupuaçu | Podridão Phytophthora palmivora | 0,8 – 1,0 | - | 1000 | 3 |
Espinafre | Podridão-radicular Pythium spp. | - | 80 | 1000 | 4 |
Estévia | Podridão-radicular Pythium spp. | - | 80 | 1000 | 4 |
Fumo | Míldio Peronospora tabacina | - | 3 – 4 | 300 | 6 |
Guaraná | Requeima Phytophthora nicotianae | 0,8 – 1,0 | - | 1000 | 3 |
Jiló | Requeima Phytophthora capsici | 0,4 – 0,8 | - | 400 | 4 |
Kiwi | Podridão-do-colo Phytophthora spp. | 0,8 – 1,0 | - | 1000 | 3 |
Mamão | Gomose Phytophthora palmivora | 0,8 – 1,0 | - | 1000 | 3 |
Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose** | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações | |
kg p.c./ha | g p.c./100 L d’água | ||||
Maracujá | Requeima Phytophthora nicotianae | 0,8 – 1,0 | - | 1000 | 3 |
Maxixe | Míldio Pseudoperonospora cubensis | - | 40 – 80 | 1000 | 4 |
Mostarda | Podridão-radicular Pythium spp. | - | 80 | 1000 | 4 |
Míldio Peronospora parasitica | - | 80 | 1000 | 4 | |
Pepino | Míldio Pseudoperonospora cubensis | - | 40 – 80 | 1000 | 4 |
Pimenta | Requeima Phytophthora capsici | 0,4 – 0,8 | - | 400 | 4 |
Pimentão | Requeima Phytophthora capsici | 0,4 – 0,8 | - | 400 | 4 |
Quiabo | Requeima Phytophthora capsici | 0,4 – 0,8 | - | 400 | 4 |
Podridão-radicular Pythium sp. | 0,4 – 0,8 | - | 400 | 4 | |
Rúcula | Podridão-radicular Pythium aphanidermatum | - | 80 | 1000 | 4 |
Míldio Peronospora parasitica | |||||
Tomate | Requeima Phytophtora infestans | - | 150 | Aplicar de 700 a 1000 L/ha até início da frutificação e 1000 a 1300 L de calda/ha da frutificação até o final do ciclo da cultura. | 4 |
Uva | Míldio Plasmopara viticola | 0,45 – 0,675 | - | Aplicar 600 L/ha ou até ponto de escorrimento. | 4 |
i.a. = ingrediente ativo
Utilizar adjuvante não iônico 0,5% v/v às aplicações.
** Utilizar as maiores doses em áreas de alta incidência da doença e/ou para se conseguir um maior período de controle.
Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Doses* | Volume de calda (L/ha) | N° Máximo de Aplicações | |
Kg p.c./ha | g p.c./100 L de água | ||||
Plantas Ornamentais | Míldio Peronospora sparsa | 0,4 – 0,8 | - | 800 – 1000 | U.N.A.** |
Podridão das raízes Pythium sp. | - | 80 | 1000 | ||
Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Doses* | Volume de calda (L/ha) | N° Máximo de Aplicações | |
Kg p.c./ha | g p.c./100 L de água | ||||
Plantas Ornamentais | Podridão Phytophthora sp. | 0,8 – 1,8 | - | 800 – 1300 | U.N.A.** |
Utilizar as maiores doses em áreas de alta incidência da doença e/ou para se conseguir um maior período de controle.
** U.N.A. - Uso Não Alimentar - número de aplicações não definido para cultivos ornamentais. Atentar para as INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDA.
início de surgimento de sintomas na área). Utilizar volumes de calda conforme o porte da planta ornamental. Alternar produtos de modo de ação distintos.
Devido ao grande número de espécies de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas doenças, indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, antes de sua aplicação em maior escala.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Phytophthora nicotianae var. parasitica | Podridão-de-Phytophthora, Podridão-do-topo | Ver detalhes |
| Abóbora | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Abobrinha | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Acelga | Pythium spp. | Estiolamento, Podridão-de-raízes | Ver detalhes |
| Agrião | Phytium alphanidermatum | Podridão-radicular | Ver detalhes |
| Alface | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Alho | Peronospora destructor | Cinza, Míldio | Ver detalhes |
| Almeirão | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Anonáceas | Phytophthora nicotianae var. parasitica | Podridão-de-Phytophthora | Ver detalhes |
| Batata | Phytophthora infestans | Mela, Requeima | Ver detalhes |
| Berinjela | Phytophthora capsici | Requeima, Tombamento | Ver detalhes |
| Cebola | Peronospora destructor | Cinza, Míldio | Ver detalhes |
| Chalota | Peronospora destructor | Míldio | Ver detalhes |
| Chicória | Pythium spp. | Estiolamento, Podridão-de-raízes | Ver detalhes |
| Chuchu | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Cupuaçu | Phytophthora palmivora | Morte-súbita, Podridão-parda, Requeima | Ver detalhes |
| Espinafre | Phytium spp | Podridão-radicular | Ver detalhes |
| Estévia | Pythium spp. | Estiolamento | Ver detalhes |
| Fumo | Peronospora tabacina | Míldio, Mofo-azul | Ver detalhes |
| Guaraná | Phytophthora nicotianae var. nicotianae | Requeima | Ver detalhes |
| Jiló | Phytophthora capsici | Requeima, Tombamento | Ver detalhes |
| Kiwi | Phytophthora spp. | Tombamento | Ver detalhes |
| Mamão | Phytophthora palmivora | Morte-súbita, Podridão-do-pé, Podridão-parda | Ver detalhes |
| Maracujá | Phytophthora nicotianae var. nicotianae | Requeima | Ver detalhes |
| Maxixe | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Mostarda | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Pepino | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Pimenta | Phytophthora capsici | Requeima | Ver detalhes |
| Pimentão | Phytophthora capsici | Requeima | Ver detalhes |
| Plantas Ornamentais | Pythium spp. | Estiolamento , Podridão-de-raízes | Ver detalhes |
| Quiabo | Phytophthora capsici | Requeima, Tombamento | Ver detalhes |
| Rúcula | Phytium Aphanidermatum | Podridão Radicular | Ver detalhes |
| Tomate | Phytophthora infestans | Mela, Requeima | Ver detalhes |
| Uva | Plasmopara viticola | Míldio, Mofo | Ver detalhes |
Preparo da calda: O responsável pela preparação da calda deve usar Equipamento de Proteção Individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Por se tratar de uma formulação do tipo WP (Pó Molhável) o produto deve ser adicionado lentamente no tanque do pulverizador sob agitação constante ou pré dissolvidos em recipiente adequado.
Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:
Aplicação Terrestre: Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas hospedeiras e que produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.
Para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de aplicação.
É recomendada a APLICAÇÂO AÉREA desse produto para a cultura de batata adotando as
seguintes recomendações;
Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 L/ha ou 10 a 30 L/ha, quando utilizados bicos centrífugos (atomizadores rotativos).
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem cobertura adequada das plantas hospedeiras e produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.
Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30oC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda- se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Encher novamente o tanque com água limpa e manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Cultura | Dias | Cultura | Dias |
Abacaxi | 7 | Estévia | 7 |
Abóbora | 7 | Fumo | U.N.A.* |
Abobrinha | 7 | Guaraná | 7 |
Acelga | 7 | Jiló | 7 |
Agrião | 7 | Kiwi | 7 |
Alface | 7 | Mamão | 7 |
Almeirão | 7 | Maracujá | 7 |
Alho | 14 | Maxixe | 7 |
Anonáceas | 7 | Mostarda | 7 |
Batata | 14 | Ornamentais | U.N.A.* |
Berinjela | 7 | Pepino | 7 |
Cebola | 14 | Pimenta | 7 |
Chalota | 14 | Pimentão | 7 |
Chicória | 7 | Quiabo | 7 |
Chuchu | 7 | Rúcula | 7 |
Cupuaçu | 7 | Tomate | 7 |
Espinafre | 7 | Uva | 21 |
(*) U.N.A. - Uso Não Alimentar | |||
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES (mL ou g.p.c. /ha) | NÚMERO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Nome comum (Nome científico) | |||||
Realizar no máximo 4 aplicações por ano. | |||||
Podridão-das-raízes (Phytophthora cinnamomic) | Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições ambientais estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença. | ||||
ABACATE | Gomose (Phytophthora citricola) | 400 - 600 | 4 | Aplicação terrestre: 400 – 800 L/ha | Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. |
Intervalo de aplicação de 7 dias. | |||||
Realizar no máximo 4 aplicações por ano. | |||||
ABACAXI | Podridão-das-raízes (Phytophthora citricola) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 – 800 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições ambientais estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. |
Intervalo de aplicação de 7 dias. | |||||
Realizar no máximo 4 aplicações. | |||||
Iniciar as aplicações preventivamente antes do florescimento (25 a 30 dias após a emergência). | |||||
ABÓBORA | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 400 -600 | 4 | Aplicação terrestre: 1.000 L/ha | Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. |
Intervalo de aplicação de 7 dias. |
ABOBRINHA | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 400 -600 | 4 | Aplicação terrestre: 1.000 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente antes do florescimento (25 a 30 dias após a emergência). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias. |
ACELGA | Míldio (Peronospora farinose) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo à calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
AGRIÃO | Míldio (Peronospora parasítica) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo à calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
ALFACE | Míldio (Bremia lactucae) | 400 - 600 | 4 | Aplicação terrestre: 400 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente, durante a fase de desenvolvimento vegetativo (aprox. 20-30 DAT*). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo à calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
ALHO | Míldio (Peronospora destructor) | 600 | 4 | Aplicação terrestre: 400 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente. Adicionar espalhante adesivo à calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
ALMEIRÂO | Míldio (Peronospora parasitica) | 400 – 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo à calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
ANONÁCEAS | Podridão-das-raízes (Phytophthora palmivora) | 400 – 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 - 800 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações por ano. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições ambientais estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias. |
BATATA | Requeima, Mela (Phytophthora infestans) | 400 - 600 | 4 | Aplicação terrestre: 400 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente, ainda durante a fase de desenvolvimento vegetativo (aprox. 20-30 DAE**). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
BRÓCOLIS | Míldio (Peronospora parasitica) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente durante a fase de desenvolvimento vegetativo (aprox. 20 a 30 dias após o transplante). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias. |
CACAU | Podridão-das-raizes (Phytophthora palmivora) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 - 800 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações por ano. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições ambientais estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias. |
CAJU | Podridão-de- Phytophthora (Phytophthora palmivora) | 400 - 600 | 3 | Aplicação terrestre: 500 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou até no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário a cada 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades resistentes. Já as doses maiores devem ser utilizadas sob condições severas (clima muito favorável e variedades susceptíveis). Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
CAQUI | Podridão-de- Phytophthora (Phytophthora cactorum) | 400 - 600 | 3 | Aplicação terrestre: 500 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou até no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário a cada 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades resistentes. Já as doses maiores devem ser utilizadas sob condições severas (clima muito favorável e variedades susceptíveis). Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
CEBOLA | Míldio, Cinza (Peronospora destructor) | 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente, durante a fase de desenvolvimento vegetativo (aprox. 20-30 DAT*). Adicionar espalhante adesivo à calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
CEBOLINHA | Míldio, Cinza (Peronospora destructor) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente durante a fase de desenvolvimento vegetativo (aprox. 20 a 30 dias após o transplante). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias. |
CHALOTA | Míldio (Peronospora destructor) | 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente. Adicionar espalhante adesivo à calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
CHICÓRIA | Míldio (Bremia lactucae) | 400 – 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo à calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
CHUCHU | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 400 – 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 1000 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
COUVE | Míldio (Peronospora parasitica) | 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 600 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente durante a fase de desenvolvimento vegetativo (aprox. 20 a 30 dias após o transplante). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias. |
COUVE-CHINESA | Míldio (Peronospora parasitica) | 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 600 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente. Adicionar espalhante adesivo à calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
COUVE-DE- BRUXELAS | Míldio (Peronospora parasitica) | 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 600 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente. Adicionar espalhante adesivo à calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
COUVE-FLOR | Míldio (Peronospora parasitica) | 400 -600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente durante a fase de desenvolvimento vegetativo (aprox. 20 a 30 dias após o transplante). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias. |
CUPUAÇU | Podridão-das-raizes (Phytophthora palmivora) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 - 800 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações por ano. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições ambientais estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias. |
ESPINAFRE | Míldio (Peronospora parasitica) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo à calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
FIGO | Podridão-do-fruto (Phytophthora nicotinae) | 400 - 600 | 3 | Aplicação terrestre: 500 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou até no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário a cada 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades resistentes. Já as doses maiores devem ser utilizadas sob condições severas (clima muito favorável e variedades susceptíveis). Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
GOIABA | Podridão-dos-frutos (Phytophthora citrícola) | 400 - 600 | 3 | Aplicação terrestre: 500 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou até no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário a cada 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades resistentes. Já as doses maiores devem ser utilizadas sob condições severas (clima muito favorável e variedades susceptíveis). Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
GUARANÁ | Podridão-das-raízes (Phytophthora nicotianae) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 - 800 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações por ano. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições ambientais estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias. |
KIWI | Podridão-das-raízes (Phytophthora cinnamomic) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 - 800 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações por ano. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições ambientais estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias. |
LICHIA | Podridão-das-raizes (Phytophthora nicotianae) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 - 800 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações por ano. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições ambientais estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias. |
MACADÂMIA | Podridão-das-raízes (Phytophthora cinnamomic) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 - 800 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações por ano. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições ambientais estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias. |
MANGA | Podridão-das-raízes (Phytophthora citricola) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 - 800 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações por ano. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições ambientais estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias |
MANGABA | Podridão-do-fruto (Phytophthora nicotinae) | 400 - 600 | 3 | Aplicação terrestre: 500 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou até no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário a cada 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades resistentes. Já as doses maiores devem ser utilizadas sob condições severas (clima muito favorável e variedades susceptíveis). Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
MARACUJÁ | Podridão-das-raízes (Phytophthora cinnamomic) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 - 800 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações por ano. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições ambientais estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias. |
MAXIXE | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 1000 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
MELÃO | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 400 - 600 mL/ha ou 40 a 60 mL/100 L de água | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente antes do florescimento (aprox. 25-30 DAE**). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
MOSTARDA | Míldio (Peronospora parasitica) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha - | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo à calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
MELANCIA | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 400 - 600 mL/ha ou 40 a 60 mL/100 L de água | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente antes do florescimento (aprox. 25-30 DAE**). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
MAMÃO | Podridão-de- Phytophthora (Phytophthora palmivora) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 a 800 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações por ano. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições ambientais estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de 7 dias. |
PEPINO | Míldio (Pseudoperonospora cubensis) | 400 - 600 mL/ha ou 40 a 60 mL/100 L de água | 4 | Aplicação Terrestre: 1.000 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente antes do florescimento (aprox. 25-30 DAE**). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
REPOLHO | Míldio (Peronospora parasitica) | 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 600 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente. Adicionar espalhante adesivo à calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
ROMÃ | Podridão-das-raizes (Phytophthora cinnamomic) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 - 800 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações por ano. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições ambientais estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo a calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias. |
PLANTAS ORNAMENTAIS *** (1) | Podridão de Raízes (Phytophtora sp.) | 400 - 600 mL/ha ou 40 a 60 mL/100 L de água | 4 | Aplicação Terrestre: 600 a 1000 L/ha | Realizar 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente, no início da brotação ou fase vegetativa. Utilizar a dose mais baixa sob condições de menor pressão da doença e a maior dose sob condição de maior pressão. Adicionar espalhante adesivo à calda seguindo orientação do fabricante do mesmo. Intervalo de aplicação de 7 dias. Repetir as aplicações semanalmente, fazendo alternância com fungicidas de outros grupos químicos. Obs.: O produto é recomendado para os cultivos de plantas ornamentais sob condições de casa-de-vegetação/estufa. |
Míldio (Peronospora sparsa) | |||||
ROSA *** | Míldio (Peronospora sparsa) | 400 - 600 mL/ha ou 40 a 60 mL/100 L de água | 4 | Aplicação Terrestre: 1.000 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente, no início da brotação, logo após a poda. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo à calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
RÚCULA | Míldio (Peronospora parasitica) | 400 - 600 | 4 | Aplicação Terrestre: 400 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Adicionar espalhante adesivo à calda, seguindo as recomendações do fabricante do mesmo. Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
TOMATE | Requeima, Mela (Phytophthora infestans) | 400 - 600 mL/ha ou 40 a 60 mL/100 L de água | 4 | Aplicação Terrestre: 1.000 L/ha | Realizar no máximo 4 aplicações. Iniciar as aplicações preventivamente, no início do florescimento (aprox. 30 DAT*). Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores, sob condições severas (clima muito favorável). Reaplicar, se necessário, a cada 7 dias. Intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
UVA | Míldio (Plasmopara viticola) | 400 - 600 | 3 | Aplicação terrestre: 500 L/ha Aplicação Aérea: 20 a 40 L/ha | Iniciar as aplicações preventivamente ou até no início do aparecimento dos primeiros sintomas da doença, reaplicando se necessário a cada 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e utilização de variedades resistentes. Já as doses maiores devem ser utilizadas sob condições severas (clima muito favorável e variedades susceptíveis). Se forem necessárias mais aplicações, intercalar com fungicida(s) de outro(s) grupo(s) químico(s). |
1 litro do produto comercial contém 250 g do ingrediente ativo mandipropamida.
*DAT = Dias Após Transplante.
**DAE = Dias Após Emergência.
*** Devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas doenças indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala.
(1) De acordo com a adoção de agrupamento de culturas em plantas ornamentais, consideram-se plantas ornamentais todos os vegetais não-comestíveis, cultivados com finalidade comercial, podendo incluir mudas, plantas cortadas ou envasadas, herbáceas, arbustivas ou arbóreas,
destinadas unicamente para ornamentação ou para revestimento de superfícies de solo (ação protetiva) (INC nº 1, de 08/11/2019).
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Phytophthora citrícola | Gomose | Ver detalhes |
| Abacaxi | Phytophthora citrícola | Podridão-das-raízes | Ver detalhes |
| Abóbora | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Abobrinha | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Acelga | Peronospora farinosa | Míldio | Ver detalhes |
| Agrião | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Alface | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Alho | Peronospora destructor | Cinza, Míldio | Ver detalhes |
| Almeirão | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Anonáceas | Phytophthora palmivora | Podridão-das-raízes | Ver detalhes |
| Batata | Phytophthora infestans | Mela, Requeima | Ver detalhes |
| Brócolis | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Cacau | Phytophthora palmivora | Podridão-parda | Ver detalhes |
| Caju | Phytophthora palmivora | podridão-do-fruto | Ver detalhes |
| Caqui | Phytophthora palmivora | podridão-do-fruto | Ver detalhes |
| Cebola | Peronospora destructor | Cinza, Míldio | Ver detalhes |
| Cebolinha | Peronospora destructor | Cinza, Míldio | Ver detalhes |
| Chalota | Peronospora destructor | Míldio | Ver detalhes |
| Chicória | Bremia lactucae | Míldio | Ver detalhes |
| Chuchu | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Couve | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Couve-de-bruxelas | Peronospora parasitica | Mildio | Ver detalhes |
| Couve-flor | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Cupuaçu | Phytophthora palmivora | Morte-súbita, Podridão-parda, Requeima | Ver detalhes |
| Espinafre | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Figo | Phytophthora palmivora | podridão-do-fruto | Ver detalhes |
| Goiaba | Phytophthora palmivora | podridão-do-fruto | Ver detalhes |
| Guaraná | Phytophthora nicotianae | Podridão-das-raízes | Ver detalhes |
| Kiwi | Phytophthora cinnamomi | Podridão-das-raízes | Ver detalhes |
| Lichia | Phytophthora nicotianae | Podridão-das-raízes | Ver detalhes |
| Macadâmia | Phytophthora cinnamomi | Podridão-das-raízes | Ver detalhes |
| Mamão | Phytophthora palmivora | Morte-súbita, Podridão-do-pé, Podridão-parda | Ver detalhes |
| Manga | Phytophthora citrícola | Podridão-das-raízes | Ver detalhes |
| Mangaba | Phytophthora palmivora | podridão-do-fruto | Ver detalhes |
| Maracujá | Phytophthora cinnamomi | Gomose, Podridão-do-pé | Ver detalhes |
| Maxixe | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Melancia | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Melão | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Mostarda | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Pepino | Pseudoperonospora cubensis | Míldio | Ver detalhes |
| Plantas Ornamentais | Peronospora sparsa | Mildio | Ver detalhes |
| Repolho | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Romã | Phytophthora cinnamomi | Podridão-das-raízes | Ver detalhes |
| Rosa | Peronospora sparsa | Míldio | Ver detalhes |
| Rúcula | Peronospora parasitica | Míldio | Ver detalhes |
| Tomate | Phytophthora infestans | Mela, Requeima | Ver detalhes |
| Uva | Phytophthora palmivora | podridão-do-fruto | Ver detalhes |
A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas é fundamental para o sucesso de controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado.
Aplicação foliar: A pulverização deve ser realizada, a fim de assegurar uma boa cobertura foliar da cultura. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para a cultura, de acordo com a forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou autopropelido. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio ou jato plano (leque), que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm2. A velocidade do trator deverá ser de acordo com a topografia do terreno. A pressão de trabalho deve estar de acordo com as recomendações do fabricante do bico utilizado, variando entre 100 a 1000 Kpa (= 15 a 150 PSI).
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos de 3 a 15 km/hora.
Para preparar a calda, encher o tanque até a metade do volume, adicionar a dose recomendada de REVUS®, e, depois, adicionar mais água, até o volume requerido para a aplicação. Providenciar agitação suficiente durante a mistura e aplicação, para manter uma suspensão homogênea.
Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada.
Plantas Ornamentais: A dose recomendada do REVUS® deve ser diluída em água e aplicada sob a forma de pulverização com qualquer tipo de equipamento terrestre, costal ou tratorizado. Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, deve-se observar recomendação do fabricante dos bicos de pulverização quanto ao seu espaçamento e pressão de trabalho.
Pulverização foliar. Utilizar volume de calda entre 600 a 1000 L/ha distribuindo uniformemente a calda sobre as folhas das plantas. Antes de realizar a aplicação, recomenda-se aplicar o produto em uma pequena área com antecedência mínima de 7 dias para confirmação de seletividade sobre as diferentes variedades.
Tecnologia de Aplicação:
As doses deverão ser obedecidas de acordo com a recomendação da bula do produto.
Volume de calda 600 a 1.000 L/ha
Diâmetro Mediano Volumétrico de gotas (DMV) 200 a 400 µm
Pressão de máxima na saída do bico de pulverização-------100 psi
Cobertura no alvo 30 a 40 gotas/cm2
Evitar escorrimento pelas folhas
Equipamentos de pulverização:
Bomba estacionária com mangueira e com barra com 4 pontas espaçadas de 25 cm, posicionando na vertical na cultura da rosa e horizontal nas demais culturas de ornamentais.
Para cultivos em vasos, pulverizar com jato dirigido produzindo uma boa cobertura tomando cuidado de não deixar escorrer.
A ponta de pulverização recomendada será jato plano 11002 a 11003 utilizando uma pressão máxima de 4 bar (60psi) ou jato cônico TX8002 a TX8003 com pressão entre 4 a 7 bar (60 a 100 psi).
Aplicação aérea:
A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa cobertura foliar das culturas citadas na bula.
Utilizar barra com um volume de 20 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação, como por exemplo, hidráulicos ou atomizadores que gerem gotas médias.
É recomendado que os demais parâmetros operacionais, isto é, velocidade, largura de faixa, etc., também sejam escolhidos visando à geração de gotas médias.
É recomendado que os demais parâmetros operacionais, isto é, velocidade, largura de faixa, etc., também sejam escolhidos visando à geração de gotas médias.
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
Observar ventos em velocidade média de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 30°C, umidade relativa superior a 50%, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação. Não aplicar em alturas menores do que 2 metros ou maiores do que 5 metros.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
A critério do Engenheiro Agrônomo Responsável, as condições de aplicação podem ser flexibilizadas.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo-higrômetro.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura.
Aplicação via drones agrícolas: O produto REVUS® pode ser aplicado através de drones agrícolas em todas as culturas recomendadas, devendo estes ser adequados para cada tipo de cultura e alvo, provido de pontas, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos, seguindo todas as orientações e normativas do MAPA e ANAC.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de drone utilizado, procurando manter média de 2 metros acima do topo da planta, ou menor quando possível. A largura da
faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação, sendo recomendado o uso de gotas com diâmetro médio. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Quando utilizar aplicações via drones agrícolas obedecer às normas técnicas de operação previstas na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pelo regulamento brasileiro de aviação civil especial (RBAC) nº 94 e pelas diretrizes e orientações do Ministério da Agricultura (MAPA).
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização com média de 2 metros, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura.
Agitar vigorosamente o produto antes da diluição, ainda na embalagem.
O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionar a quantidade recomendada do fungicida e em seguida adicionar o adjuvante recomendado pelo fabricante, caso necessário. Após isso, proceder a homogeneização e completar o volume do tanque com água. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto.
Preparar apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando logo após a sua preparação.
Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
Cultura | Dias |
Abacate | 1 |
Abacaxi | 1 |
Abóbora | 1 |
Abobrinha | 1 |
Acelga | 3 |
Agrigão | 3 |
Alface | 3 |
Alho | 2 |
Almeirão | 3 |
Anonáceas | 1 |
Batata | 3 |
Brócolis | 3 |
Cacau | 1 |
Caju | 7 |
Caqui | 7 |
Cebola | 2 |
Cebolinha | 3 |
Chalota | 2 |
Chicória | 3 |
Chuchu | 1 |
Couve | 3 |
Couve-Chinesa | 3 |
Couve-De-Bruxelas | 3 |
Couve-Flor | 3 |
Cupuaçu | 1 |
Espinafre | 3 |
Figo | 7 |
Goiaba | 7 |
Guaraná | 1 |
Kiwi | 1 |
Lichia | 1 |
Macadâmia | 1 |
Manga | 1 |
Mangaba | 7 |
Maracujá | 1 |
Maxixe | 1 |
Melancia | 1 |
Melão | 1 |
Mamão | 1 |
Mostarda | 3 |
Pepino | 1 |
Repolho | 3 |
Romã | 1 |
Plantas Ornamentais | UNA |
Rosa | UNA |
Rúcula | 3 |
Tomate | 1 |
Uva | 7 |
UNA = USO NÃO ALIMENTAR.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso haja necessidade de reentrar nas áreas tratadas antes deste período, usar os EPIs recomendados na bula para o uso durante a aplicação.

