Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
INSTRUÇÕES DE USO:
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | ||
Nome Comum | Nome Científico | |||||
Abacate | Cochonilha | Protopulvinaria longivalvata | 20 a 30 mL/100 L de água | Terrestre: 1000 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 2 aplicações com intervalo de 10 dias por ciclo da cultura. | |
Mosca-branca | Bemisia tabaci biótipo B | 30 mL/100 L de água | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Protopulvinaria longivalvata: Aplicar TRIVOR® assim que for identificado a ocorrência da praga na área. O monitoramento do pomar deve ser realizado a cada dez dias, inspecionando-se 1% das plantas da área plantada. Recomenda-se examinar um ramo por quadrante da planta, tendo-se o cuidado de olhar a face inferior das folhas onde a cochonilha se aloja. Bemisia tabaci biótipo B: Aplicar TRIVOR® quando do aparecimento dos primeiros adultos da praga. Em condição de alta infestação recomenda-se usar a maior dose. | ||||||
Abacaxi | Cochinilha-do- abacaxi | Dysmicoccus brevipes | 30 mL/100 L de água | Terrestre: 500 a 1000 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 2 aplicações com intervalo de 10 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar TRIVOR® quando for encontrada no mínimo cinco plantas com sintoma de murcha ou presença de colônias nas áreas de até cinco hectares, e, pelo menos dez plantas em áreas acima de cinco hectares. Realizar o monitoramento, a fim de se observar a presença de plantas com sintomas de murcha ou com colônia de cochonilhas. | ||||||
Abóbora Abobrinha Berinjela Chuchu Jiló Maxixe Pepino Pimenta Pimentão Quiabo | Mosca-branca | Bemisia tabaci biótipo B | 50 mL/100 L de água | Terrestre: 500 a 1000 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar TRIVOR® quando for observado a presença dos primeiros adultos da praga. Em alta infestação realizar aplicações sequenciais. | ||||||
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | ||
Nome Comum | Nome Científico | |||||
Terrestre: 150 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | |||||
Algodão | Mosca-branca | Bemisia tabaci biótipo B | 200 a 300 mL/ha | Aérea: máx. 40 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal | ||
Pulgão-do- algodão | Aphis gossypii | Terrestre: 150 L/ha Aérea: máx. 40 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 10 dias por ciclo da cultura. | |||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Bemisia tabaci biótipo B: Aplicar TRIVOR® quando for observado a presença dos primeiros adultos da praga. Em condições de alta infestação recomenda-se usar a maior dose em aplicações sequenciais. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Aphis gossypii: Aplicar TRIVOR® no índice de infestação do pulgão. Nas cultivares resistentes à virose, iniciar o controle quando 50 - 70% de plantas infestadas. Para as variedades susceptíveis à virose, a aplicação deve ser iniciada quando 5 a 10% das plantas apresentarem pulgões. A dose maior deverá ser aplicada em condições de alta infestação. | ||||||
Alho Cebola Chalota | Tripes | Thrips tabaci | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 400 a 600 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar TRIVOR® quando for observado o início da infestação da praga, e, reaplicar caso haja reinfestação. A dose maior deverá ser aplicada em condições de alta infestação. | ||||||
Terrestre: 150 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo entre 10 a 15 dias por ciclo da cultura. | |||||
Cigarrinha | Empoasca kraemeri | Aérea: máx. 40 L/ha | ||||
Amendoim | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | |||
Mosca-branca | Bemisia tabaci biótipo B | Aérea: máx. 40 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Empoasca kraemeri: Aplicar TRIVOR® quando for observado o início da infestação da praga na área e repetir conforme a necessidade, respeitando o número e intervalo entre aplicações. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Bemisia tabaci biótipo B: Aplicar TRIVOR® quando for observado a presença dos primeiros adultos da praga. Em condições de alta infestação recomenda-se usar a maior dose em aplicações sequenciais. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. | ||||||
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Anonáceas | Broca-das- sementes | Bephratelloides spp. | 30 mL/100 L de água | Terrestre: 1000 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 2 aplicações com intervalo de 10 dias por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: As aplicações de TRIVOR® deverão ser iniciadas quando do aparecimento dos primeiros adultos da praga. | |||||
Ervilha Feijão Feijões Grão-de-bico | Cigarrinha | Empoasca kraemeri | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 10 a 15 dias por ciclo da cultura. |
Mosca-branca | Bemisia tabaci biótipo B | Terrestre: 150 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | ||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Empoasca kraemeri: Aplicar TRIVOR® quando for observado o início da infestação da praga na área e repetir conforme a necessidade, respeitando o número e intervalo entre aplicações. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Bemisia tabaci biótipo B: Aplicar TRIVOR® quando for observado a presença dos primeiros adultos da praga. Em condições de alta infestação recomenda-se usar a maior dose em aplicações sequenciais. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. | |||||
Batata | Mosca-branca | Bemisia tabaci biótipo B | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 400 a 600 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal Aérea: máx. 40 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. |
Pulgão-verde | Myzus persicae | Terrestre: 400 a 600 L/ha Aérea: máx. 40 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 a 10 dias por ciclo da cultura. | ||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Bemisia tabaci biótipo B: Aplicar TRIVOR® quando for observado a presença dos primeiros adultos da praga. Em condição de alta infestação recomenda-se usar a maior dose em aplicações sequenciais. Como estratégia para o manejo da resistência, recomenda-se o uso de rotação de produtos com diferentes modos de ação. Myzus persicae: Aplicar TRIVOR® quando aparecerem os primeiros pulgões na área e repetir conforme a necessidade, respeitando o número e intervalo entre aplicações. | |||||
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Batata-doce | Mosca-branca | Bemisia tabaci biótipo B | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 400 a 600 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. |
Pulgão-verde | Myzus persicae | Terrestre: 400 a 600 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 a 10 dias por ciclo da cultura. | ||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Bemisia tabaci biótipo B: Aplicar TRIVOR® quando for observado a presença dos primeiros adultos da praga. Em condição de alta infestação recomenda-se usar a maior dose em aplicações sequenciais. Myzus persicae: Aplicar TRIVOR® quando aparecerem os primeiros pulgões na área e repetir conforme a necessidade, respeitando o número e intervalo entre aplicações. | |||||
Batata-yacon | Mosca-branca | Bemisia tabaci biótipo B | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 400 a 600 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. |
Mosca- minadora | Lyriomyza huidobrensis | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar TRIVOR® quando for observado a presença dos primeiros adultos da praga. Em condição de alta infestação recomenda-se usar a maior dose em aplicações sequenciais. | |||||
Beterraba Cará Cenoura Inhame Nabo | Mosca- minadora | Lyriomyza huidobrensis | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 400 a 600 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar TRIVOR® quando for observado a presença dos primeiros adultos da praga ou tão logo for constatado os primeiros danos (pontuações) à cultura. Em condição de alta infestação ou histórico da praga na região recomenda-se usar a maior dose em aplicações sequenciais. | |||||
Café | Bicho mineiro | Leucoptera coffeella | 300 a 400 mL/ha | Terrestre: 400 L/ha Aérea: máx. 40 L/ha | Máximo de 2 aplicações com intervalo de 21 dias por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar TRIVOR® deverá ser iniciada no início da infestação da praga. Recomenda-se a utilização de menor dose para condições de baixa infestação e maior dose para condições de alta infestação. | |||||
Cacau Cupuaçu | Mosca-branca | Bemisia tabaci biótipo B | 30 mL/100 L de água | Terrestre: 1000 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 2 aplicações com intervalo de 10 dias por ciclo da cultura. |
Tripes | Selenothrips rubrocinctus | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Bemisia tabaci biótipo B: Aplicar TRIVOR® quando do aparecimento dos primeiros adultos da praga. Em condição de alta infestação recomenda-se usar a maior dose. Selenothrips rubrocinctus: Aplicar TRIVOR® quando detectado 40% ou mais de ramos infestados por tripes, 10% de inflorescências ou frutos infestados por tripes. Em condição de alta infestação recomenda- se usar a maior dose. | |||||
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Caju Caqui Carambola Figo Goiaba Kiwi Uva de mesa | Mosca-das- frutas | Anastrepha fraterculus | 30 a 40 mL/100 L de água | Terrestre: 1000 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 14 dias por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar TRIVOR® quando for observado o início da infestação da praga no pomar. | |||||
Citros | Psilídeo | Diaphorina citri | 4 a 10 mL/100 L de água | Terrestre: 2000 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 14 dias por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar TRIVOR® quando for observado o início da infestação da praga, e, reaplicar caso haja reinfestação. A dose maior deverá ser aplicada em condições de alta infestação. | |||||
Duboisia | Mosca-branca | Bemisia tabaci biótipo B | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 400 a 600 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. |
Pulgão-verde | Myzus persicae | Terrestre: 400 a 600 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 a 10 dias por ciclo da cultura. | ||
Tripes | Frankliniella schultzei | Terrestre: 400 a 600 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | ||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Bemisia tabaci biótipo B: Aplicar TRIVOR® quando for observado a presença dos primeiros adultos da praga. Em condição de alta infestação recomenda-se usar a maior dose em aplicações sequenciais. Myzus persicae: Aplicar TRIVOR® quando aparecerem os primeiros pulgões na área e repetir conforme a necessidade, respeitando o número e intervalo entre aplicações. Frankliniella schultzei: Aplicar TRIVOR® no início da infestação da praga, devendo ser reaplicado se houver reinfestação. Em condição de alta infestação recomenda-se usar a maior dose em aplicações sequenciais. | |||||
Guaraná | Mosca-branca | Bemisia tabaci biótipo B | 30 mL/100 L de água | Terrestre: 1000 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 2 aplicações com intervalo de 10 dias por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar TRIVOR® quando do aparecimento dos primeiros adultos da praga. Em condição de alta infestação recomenda-se usar a maior dose. | |||||
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Lentilha | Mosca-branca | Bemisia tabaci biótipo B | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar TRIVOR® quando for observado a presença dos primeiros adultos da praga. Em condições de alta infestação recomenda-se usar a maior dose em aplicações sequenciais. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. | |||||
Macadâmia | Tripes | Frankliniella schultzei | 30 mL/ 100 L de água | Terrestre: 1000 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal. | Máximo de 2 aplicações com intervalo de 10 dias por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar TRIVOR® quando detectado 40% ou mais de ramos infestados por tripes, 10% de inflorescências ou frutos infestados por tripes. Em condição de alta infestação recomenda-se usar a maior dose. | |||||
Maçã | Mariposa- oriental | Grapholita molesta | 30 a 40 mL/100 L de água | Terrestre: 1000 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 14 dias por ciclo da cultura. |
Mosca-das- frutas | Anastrepha fraterculus | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Grapholita molesta: Aplicar TRIVOR® logo após a eclosão das lagartas no início da infestação, repetir conforme a necessidade, respeitando o número e intervalo entre aplicações. Anastrepha fraterculus: Aplicar TRIVOR® quando for observado o início da infestação da praga no pomar, repetir conforme a necessidade, respeitando o número e intervalo entre aplicações. | |||||
Mamão | Cigarrinha- verde-do- mamoeiro | Solanasca bordia | 20 a 30 mL/100 L de água | Terrestre: 1000 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 2 aplicações com intervalo de 10 dias por ciclo da cultura. |
Cochonilha | Aonidiella comperei | ||||
Mosca-branca | Bemisia tabaci biótipo B | 30 mL/100 L de água | |||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Solanasca bordia e Bemisia tabaci biótipo B: Aplicar TRIVOR® quando do aparecimento dos primeiros adultos da praga. Em condição de alta infestação recomenda-se usar a maior dose. Aonidiella comperei: Aplicar TRIVOR® deverão ser iniciadas assim que identificado a ocorrência da praga O monitoramento do pomar deve ser realizado a cada dez dias, inspecionando-se 1% das plantas da área plantada. Recomenda-se examinar um ramo por quadrante da planta, tendo-se o cuidado de olhar a face inferior das folhas onde a cochonilha se aloja. | |||||
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Mandioca Mandioquinha- salsa Rabanete | Mosca-branca | Bemisia tabaci biótipo B | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 400 a 600 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar TRIVOR® quando for observado a presença dos primeiros adultos da praga. Em alta infestação realizar aplicações sequenciais. | |||||
Maracujá | Mosca-das- frutas | Anastrepha fraterculus | 30 mL / 100 L de água | Terrestre: 1000 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 2 aplicações com intervalo de 10 dias por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar TRIVOR® quando for observado o início da infestação da praga, repetir conforme a necessidade, respeitando o número e intervalo entre aplicações. | |||||
Manga | Cochonilha | Saissetia oleae | 20 a 30 mL/100 L de água | Terrestre: 1000 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 2 aplicações com intervalo de 10 dias por ciclo da cultura. |
Cochonilha branca | Aulacaspis tubercularis | ||||
Mosca-branca | Bemisia tabaci biótipo B | 30 mL/ 100 L de água | |||
Mosquinha-da- manga | Erosomyia mangiferae | ||||
Tripes | Frankliniella schultzei | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Saissetia oleae e Aulacaspis tubercularis: Aplicar TRIVOR® quando encontrar 10% ou mais de folhas infestadas e/ou presença de cochonilhas nos frutos. Observar a presença ou ausência de cochonilhas vivas em cada quadrante da planta, em folhas de dois ramos das partes mediana e inferior da planta. Da fase de “chumbinho” até 25 dias antes da colheita, observar, ao acaso, a presença ou ausência de cochonilhas vivas em um fruto por planta, em cada quadrante. Bemisia tabaci biótipo B: Aplicar TRIVOR® deverão ser iniciadas quando do aparecimento dos primeiros adultos da praga. Em condição de alta infestação recomenda-se usar a maior dose Erosomyia mangiferae: Aplicar TRIVOR® quando encontrar 10% ou mais de brotações, folhas ou ramos infestados e/ou 2% de panículas florais e/ou frutos infestados. A amostragem deverá ser feita ao acaso, dividindo-se a copa da planta em quadrantes. Em cada planta amostrada, observar oito brotações ou ramos (dois em cada quadrante) e quatro panículas florais e/ou frutos (um por quadrante). A amostragem deve ser iniciada logo na primeira semana da brotação vegetativa. Frankliniella schultzei: Aplicar TRIVOR® quando detectado 40% ou mais de ramos infestados por tripes, 10% de inflorescências ou frutos infestados por tripes. Em condição de alta infestação recomenda-se usar a maior dose. | |||||
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Melancia Melão | Mosca-branca | Bemisia tabaci biótipo B | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 400 a 600 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. |
Pulgão-do- algodão | Aphis gossypii | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 10 dias por ciclo da cultura. | |||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Bemisia tabaci biótipo B: Aplicar TRIVOR quando do aparecimento dos primeiros adultos da praga. Em condição de alta infestação recomenda-se usar a maior dose em aplicações sequenciais. Aphis gossypii: Aplicar TRIVOR® quando aparecerem os primeiros pulgões na área e repetir conforme a necessidade, respeitando o número e intervalo entre aplicações. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. | |||||
Romã | Cochonilha | Saissetia oleae | 20 a 30 mL/ 100L de água | Terrestre: 1000 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 2 aplicações com intervalo de 10 dias por ciclo da cultura. |
Pulgão | Aphis gossypii | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Saissetia oleae: Aplicar TRIVOR® quando encontrar 10% ou mais de folhas infestadas e/ou presença de cochonilhas nos frutos. Observar a presença ou ausência de cochonilhas vivas em cada quadrante da planta, em folhas de dois ramos das partes mediana e inferior da planta. Da fase de “chumbinho” até 25 dias antes da colheita, observar, ao acaso, a presença ou ausência de cochonilhas vivas em um fruto por planta, em cada quadrante. Aphis gossypii: Aplicar TRIVOR® quando do aparecimento dos primeiros adultos da praga. Em condição de alta infestação recomenda-se usar a maior dose. | |||||
Soja | Mosca-branca | Bemisia tabaci biótipo B | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal Aérea: máx. 40 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar TRIVOR® quando do aparecimento dos primeiros adultos da praga. Em condição de alta infestação recomenda-se usar a maior dose em aplicações sequenciais. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. | |||||
Tomate envarado | Mosca-branca | Bemisia tabaci biótipo B | 50 mL/100 L de água | Terrestre: 500 a 1000 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. |
Tripes | Frankliniella schultzei | Terrestre: 500 a 1000 L/ha | |||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar TRIVOR® no início da infestação da praga, devendo ser reaplicado se houver reinfestação. Em condição de alta infestação recomenda-se usar a maior dose em aplicações sequenciais. | |||||
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e Intervalo de Aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Tomate rasteiro para fins industriais | Mosca-branca | Bemisia tabaci biótipo B | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 400 a 600 L/ha + 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. |
Tripes | Frankliniella schultzei | Terrestre: 400 a 600 L/ha | |||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar TRIVOR® no início da infestação da praga, devendo ser reaplicado se houver reinfestação. Em condição de alta infestação recomenda-se usar a maior dose em aplicações sequenciais. | |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Bemisia tabaci raça B | mosca branca | Ver detalhes |
| Abacaxi | Dysmicoccus brevipes | Cochonilha-do-abacaxi, Cochonilha-pulverulenta-do-abacaxi | Ver detalhes |
| Abóbora | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Abobrinha | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Alho | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Amendoim | Bemisia tabaci biótipo B | Mosca-Branca | Ver detalhes |
| Batata | Bemisia tabaci raça B | mosca-branca | Ver detalhes |
| Batata yacon | Lyriomyza huidobrensis | Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Batata-doce | Myzus persicae | Pulgão verde | Ver detalhes |
| Berinjela | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Beterraba | Lyriomyza huidobrensis | Larva minadora, Mosca minadora | Ver detalhes |
| Cacau | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Caju | Anastrepha fraterculus | Mosca-das-frutas | Ver detalhes |
| Caqui | Anastrepha fraterculus | Mosca-das-frutas, Mosca-sul-americana | Ver detalhes |
| Cará | Lyriomyza huidobrensis | Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Carambola | Anastrepha fraterculus | Mosca-das-Frutas-Sulamericana | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Cenoura | Lyriomyza huidobrensis | Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Chalota | Thrips tabaci | Tripes | Ver detalhes |
| Chuchu | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Citros | Diaphorina citri | Psilídeo | Ver detalhes |
| Cupuaçu | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Duboisia | Bemisia tabaci raça B | Mosca Branca | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijões | Empoasca kraemeri | Cigarrinha Verde | Ver detalhes |
| Figo | Aethalion reticulatum | Cigarrinha-das-frutíferas, Cigarrinha-do-pedúnculo | Ver detalhes |
| Goiaba | Anastrepha fraterculus | Mosca-das-frutas, Mosca-sul-americana | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Guaraná | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Inhame | Lyriomyza huidobrensis | Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Jiló | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Kiwi | Anastrepha fraterculus | Mosca - sul- americana | Ver detalhes |
| Lentilha | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Maçã | Anastrepha fraterculus | Mosca-das-frutas, Mosca-sul-americana | Ver detalhes |
| Mamão | Aonidiella comperei | Cochonilha | Ver detalhes |
| Mandioca | Bemisia tabaci raça B | mosca-branca | Ver detalhes |
| Mandioquinha-salsa | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Manga | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Maracujá | Anastrepha fraterculus | Mosca - sul- americana | Ver detalhes |
| Maxixe | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Melancia | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Melão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Nabo | Lyriomyza huidobrensis | Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Pepino | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pimenta | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Pimentão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Quiabo | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Rabanete | Bemisia tabaci raça B | mosca-branca | Ver detalhes |
| Romã | Saissetia oleae | Cochonilha parda | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tomate | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Uva | Anastrepha fraterculus | Mosca-das-frutas, Mosca-sul-americana | Ver detalhes |
Para escolha da ponta de pulverização deve-se considerar as características técnicas do equipamento operacional e da aplicação, como os ângulos de formação de jato em função do espaçamento entre bicos da barra de pulverização, também o formato do jato, vazão de líquido e espectro de gotas, além das características do alvo, da cobertura desejada e das recomendações técnicas da bula e do fabricante do equipamento. Observe as prescrições conforme a receita agronômica e utilize equipamentos adequados que proporcionem redução da possibilidade de deriva.
Para redução do risco de deriva recomenda-se a utilização de pontas de pulverização com indução de ar, capazes de gerar gotas finas a médias.
A altura da barra de pulverização e espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme no alvo.
Siga sempre as orientações do Engenheiro Agrônomo e/ou profissional responsável pela aplicação, que poderá conciliar o modelo de bico, o tamanho da gota adequada à tecnologia de aplicação e técnicas para redução de deriva, a altura da barra e outras características do equipamento de aplicação, parâmetros técnicos operacionais e de segurança para aplicação, a topografia do terreno, bem como, as doses e recomendações de uso prescritas na bula do produto para os respectivos alvos e culturas.
Deve ser aplicado através de aeronaves agrícolas com uso aprovado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA.
A aplicação aérea deverá seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas definidos para essa modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações, uso de DGPS (Sistema de Posicionamento Global Diferencial), definição dos parâmetros técnicos operacionais e de segurança relacionados aos equipamentos de aplicação, como a altura do voo, largura da faixa de deposição efetiva, modelo, tipo e ângulo do equipamento utilizado e número de pontas de pulverização, entre outros, e condições climáticas adequadas ao uso do produto, sempre supervisionadas pelo responsável pelas operações aeroagrícolas.
Para aplicação de TRIVOR®, deve-se observar os parâmetros que proporcionam uma boa cobertura do alvo desejado e técnicas de redução de deriva, como também o ajuste do ângulo dos bicos em direção ao voo, evitando a quebra secundaria das gotas, conforme abaixo:
Parâmetros operacionais: O sistema de pulverização deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste ou vazamentos. Pontas danificadas prejudicam a uniformidade da aplicação. Atentar-se
aos vórtices de ponta de asas. Para isso, adeque a barra de pulverização e a disposição dos bicos para evitar a ocorrência desse problema e ajuste do ângulo dos bicos em direção ao voo.
Altura de voo: A altura do voo depende das características da aeronave, das condições da área alvo, em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao voo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de voo situa-se entre 2 e 4 metros acima da cultura, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.
Pontas de pulverização: Recomenda-se que seja obtida através da combinação correta do tamanho de gotas e vazão por meio dos catálogos e tabelas das fabricantes, de acordo com as características operacionais de cada aplicação.
Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura. O equipamento deverá ser regulado visando assegurar uma distribuição uniforme da calda e uma boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Taxa de aplicação: Recomenda-se que seja utilizado volume de calda para que resulte em uma cobertura adequada do alvo desejado para a obtenção de uma boa eficácia do produto.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis.
Diâmetro de gotas: Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas.
Densidade de gotas: Varia de acordo com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.
As configurações de cada aeronave e aplicação são variáveis de acordo com o modelo, condições meteorológicas, como o comportamento dinâmico do ar em volta da aeronave, que é influenciado pela velocidade do voo, assim para escolha da ponta de pulverização deve-se considerar as características técnicas do equipamento operacional, da aplicação e das recomendações técnicas da bula.
Para esta atividade, consulte sempre o Engenheiro Agrônomo e/ou o técnico agropecuário com curso de executor em aviação agrícola, os quais são os responsáveis pelas informações técnicas operacionais e de segurança referentes à aplicação do produto.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) para realizar a aplicação de TRIVOR®.
Considerar os parâmetros operacionais recomendados no tópico SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO COM AERONAVE TRIPULADA.
Os equipamentos de aplicação devem estar em boas condições e serem registrados, tendo o operador licença para operação de aeronave agrícola remotamente pilotada, recomenda-se a averiguação da documentação e do equipamento antes da aplicação. É recomendado o uso de pontas hidráulicas ou discos de acordo com a recomendação do fabricante.
A aplicação aérea deverá seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas definidos para essa modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações, configurações e sinais de telemetria, inspeção do pulverizador, calibração e de segurança relacionados aos equipamentos de aplicação, como a altura do voo, largura da faixa de deposição efetiva, modelo, tipo e ângulo do equipamento utilizado, modelo e número de pontas de pulverização, entre outros, e condições climáticas adequadas ao uso do produto.
Não é permitida a aplicação aérea de agrotóxicos e afins, adjuvantes, fertilizantes, inoculantes, corretivos e sementes com ARP em áreas situadas a uma distância mínima de vinte metros de povoações, cidades, vilas, bairros, moradias isoladas, agrupamentos de animais, de mananciais de captação de água para abastecimento de população, inclusive reservas legais e áreas de preservação permanente, além de outras áreas ambientais com larguras mínimas de proteção estabelecidas em legislação específica, caso não sejam áreas alvos da aplicação, devendo ser respeitadas ainda, quando couber, as restrições de distância constantes na recomendação do produto a ser aplicado.
Em caso de dúvidas, verifique as normas no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e da Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL).
Antes de toda pulverização, deve-se calibrar e regular o equipamento, verificando a vazão das pontas, assim determinando o volume de aplicação e a quantidade de produto a ser colocada no tanque, como também ajustar os componentes da máquina às características da cultura e produtos a serem utilizados. Em caso de não calibração e regulagem, ou má realização desse processo, pode ocorrer perdas significativas do produto e eficiência.
Colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de pulverização. Em seguida, adicionar TRIVOR®, e o adjuvante nas doses recomendadas, completando o tanque com água e mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida, mantendo o sistema de agitação do tanque em funcionamento durante a aplicação.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o processo de preparo da calda.
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como:
Temperatura ambiente inferior a 30ºC;
Umidade relativa do ar superior a 55%;
Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.
Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplique o produto TRIVOR®, pois pode haver risco de inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia.
Se a velocidade do vento estiver acima que 10 km/h não aplique o produto TRIVOR®, devido ao potencial de deriva pelo movimento do ar.
OBS: O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de aplicação e as condições climáticas. O tamanho das gotas, as características do equipamento de aplicação, o relevo, à altura da barra, a cultura e, especialmente, as condições climáticas (temperatura, umidade relativa do ar e velocidade do vento) são aspectos relevantes que devem ser considerados para reduzir a possibilidade de deriva. O responsável pela aplicação deve considerar todos estes fatores para tomar a decisão de quando aplicar o produto.
A limpeza do pulverizador deve ser realizada logo após o término das aplicações com TRIVOR®. Esta etapa é importante para que não haja resíduos remanescentes em aplicações seguintes com outros produtos, ocorrendo contaminação cruzada. Para limpeza e descontaminação dos pulverizadores recomenda-se consultar os fabricantes para realização correta do processo de limpeza do tanque e sistema hidráulico.
Recomenda-se a realização do processo de tríplice lavagem do sistema, buscando na primeira lavagem retirar o máximo de resíduos do sistema, na segunda lavagem deve-se proceder com a remoção e limpeza dos filtros e a terceira lavagem recomenda-se considerar a adição de produtos específicos para limpeza de tanque, após prosseguir com o enxague seguindo a recomendação do fabricante.
CULTURA | DIAS |
Abóbora, Abobrinha, Alho, Algodão, Batata, Batata-doce, Batata-yacon, Berinjela, Beterraba, Cará, Cebola, Cenoura, Chalota, Chuchu, Inhame, Jiló, Mandioca, Mandioquinha-salsa, Maxixe, Nabo, Pepino, Pimenta, Pimentão, Quiabo, Rabanete, Tomate envarado e Tomate rasteiro para fins industriais | 7 |
Abacate, Abacaxi, Amendoim, Anonáceas, Cacau, Citros, Cupuaçu, Ervilha, Feijão, Feijões, Grão-de-bico, Guaraná, Lentilha, Macadâmia, Mamão, Manga, Maracujá, Melancia, Melão e Romã | 14 |
Café | 40 |
Duboisia | UNA |
Soja | 30 |
Maçã, Caju, Caqui, Carambola, Figo, Goiaba, Kiwi e Uva de mesa | 45 |
UNA: Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
O produto hidrolisa-se mais rapidamente em condições ácidas do que em condições alcalinas. Apresenta pressão de vapor de 9,4 x 10-6 mmHg a 25°C (pouco volátil).
Culturas | Pragas | Doses | Volume de calda | Número máximo de aplicações | Época de aplicação |
Mosca branca | 0,6 - 1,0 kg | As aplicações devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas nas culturas indicadas. No controle principalmente da “mosca branca”, a pulverização deve ser feita de modo a atingir as formas jovens, na parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda- se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em | |||
Algodão | (Bemisia | p.c./ha (150- | 200 L/ha | 2 | |
tabaci raça B) | 250 g i.a./ha) * | ||||
Volume de calda | |||||
que permita | |||||
Begônia | Mosca branca (Bemisia tabaci) | 100 - 200 g p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L d’água) | cobrir uniformemente as folhas, principalmente a superfície inferior das folhas, até o | 3 | |
ponto de | |||||
escorrimento. | |||||
Ácaro da falsa | |||||
ferrugem | 100 g p.c. /100 | ||||
(Phyllocoptruta oleivora) | L d’água | ||||
Citros (Laranja) | Cochonilha (Orthezia praelonga) | (25 g i.a./100 L d’água) | 10L / planta ou 2000 L/ha | 2 | |
Cochonilha | 200 g p.c./100 L | ||||
parda | d’água | ||||
(Saissetia | (50 g i.a./ 100 L | ||||
oleae) | d'água) | ||||
Mosca branca | 0,4 - 1,0 kg | ||||
Feijão | (Bemisia | p.c./ha (100 - | 200 L/ha | 2 | |
tabaci) | 250 g i.a./ha) * |
seguida aplicar Applaud 250.
Gérbera | Mosca branca (Bemisia tabaci) | 100 - 200 g p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L d’água) | Volume de calda que permita cobrir uniformemente as folhas, principalmente a superfície inferior das folhas, até o ponto de escorrimento. | 3 |
Manga, Abacate, Abacaxi, Anonáceas, Cacau, Cupuaçu, Guaraná, Kiwi, Mamão, Maracujá e Romã | Ácaro da falsa ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | 100 g p.c./100 L d’água (25 g i.a./100 L d’água) | 600 – 800 L/ha | 3 |
Cochonilha (Orthezia praelonga) | ||||
Cochonilha parda (Saissetia oleae) | 200 g p.c./100 L d’água (50 g i.a./100 L d’água) | |||
Mosca branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 g p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L d’água) | |||
Melão e Melancia | Mosca branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 g p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L d’água) | 600 – 800 L/ha | 3 |
Abóbora, Abobrinha, Chuchu, Maxixe e Pepino | Mosca branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 g p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L d’água) | 600 L/ha | 2 |
Berinjela, Jiló, Pimenta, Pimentão e Quiabo. | Mosca branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 g p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L d’água) | 200 L/ha | 3 |
Soja | Mosca branca (Bemisia tabaci) | 0,4 - 0,6 kg p.c./ha (100 - 150 g i.a./ha) * | 300 L/ha | 2 | |
Tomate | Mosca branca (Bemisia tabaci) | 100 - 200 g p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 l d’água) | 1000 L/ha | 3 |
p.c. = produto comercial, i.a. = ingrediente ativo.
O óleo mineral diminui a tensão superficial das gotas, promovendo melhor distribuição do produto sobre as superfícies foliares, facilitando a adesão e penetração, reduz a deriva e retarda a evaporação da gota, o que melhora a eficácia do produto.
As aplicações com APPLAUD 250 devem ser iniciadas quando for constatada a presença das primeiras “ninfas” ou formas jovens das pragas nas culturas indicadas.
No controle, principalmente, da “mosca branca”, a pulverização deve ser feita de modo a atingir as formas jovens, na parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar APPLAUD 250. É aconselhável um programa de manejo com a associação de inseticidas dos grupos químicos organofosforados, neonicotinoides e piretroides, quando se notar a presença de adultos da mosca-branca na lavoura.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Abacaxi | Bemisia tabaci raça B | Mosca Branca | Ver detalhes |
| Abóbora | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Abobrinha | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Anonáceas | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Begônia | Bemisia tabaci | Mosca Branca | Ver detalhes |
| Berinjela | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Cacau | Saissetia oleae | Cohonilha parda | Ver detalhes |
| Chuchu | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Citros | Orthezia praelonga | Cochonilha-de-placa, Cochonilha-Orthezia | Ver detalhes |
| Cupuaçu | Orthezia praelonga | Cchonilha | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Gérbera | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Guaraná | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Jiló | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Kiwi | Orthezia praelonga | Cochonilha | Ver detalhes |
| Mamão | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Manga | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Maracujá | Saissetia oleae | Cochonilha parda | Ver detalhes |
| Maxixe | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pepino | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pimenta | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Pimentão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Quiabo | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Romã | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
As aplicações podem ser feitas em pulverização via terrestre, com equipamento costal manual ou motorizado, pulverizador estacionário ou de barra tratorizado e aérea.
A utilização do pulverizador costal pode ocorrer em pequenas propriedades ou pequenas porções do terreno nas quais equipamentos tratorizados, ou aéreo não tenham acesso. Os equipamentos costais devem ser equipados com pontas de jato cônico, da série "D" ou similares, mantendo uma pressão ao redor de 45 a 60 psi, com cerca de 40 - 60 gotas/cm2. Nesta modalidade de pulverização, os parâmetros relacionados à pulverização não são tão precisos, e alguns cuidados devem ser tomados, entre eles:
Perfeito ajuste do pulverizador nas costas do aplicador;
Nunca começar o preparo da calda e a aplicação sem antes vestir o equipamento de proteção individual;
Trabalhar sem fazer movimentos bruscos;
Durante as aplicações, manter as passadas e o bombeamento o mais constante possível por que poderá ocorrer uma variação na pressão de trabalho em função deste bombeamento;
Manter o bico a uma distância constante das plantas;
Verificar a direção do vento e caminhar de forma a não ser atingido pela pulverização;
Não caminhar sobre a linha tratada;
Fazer aplicações de preferência no início da manhã e no final da tarde:
Preparar calda suficiente para evitar sobras.
O preparo da calda pode ser feito despejando-se o produto diretamente no tanque do pulverizador. Enxaguar a embalagem do produto por três vezes, imediatamente após o uso do conteúdo. A lavagem da embalagem pode ser feita manualmente ou através de equipamento adequado. A água usada para lavagem da embalagem deve ser colocada no pulverizador. No preparo da calda, respeite os seguintes passos:
Colocar água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 do seu volume;
Adicionar o produto na dose indicada e em seguida completar o volume do tanque, mantendo a calda sob agitação contínua;
Com o registro fechado, após completo o tanque, manter sob agitação por cerca de 10 minutos antes de iniciar a pulverização;
A agitação da calda deve ser contínua durante todo o processo de pulverização;
Durante as paradas e manobras com o equipamento, fechar o registro do pulverizador para evitar sobreposição de calda nas áreas tratadas.
Os pulverizadores devem ser adaptados com pontas de jato cônico da série "D" ou similares, ou segundo especificação dos fabricantes para aplicação de inseticidas, operando com uma pressão de
trabalho de 80 a 120 psi, calibrados para um volume de calda por ha, conforme descrito anteriormente, produzindo de 40 - 60 gotas/cm2, gotas estas que devem ser de finas a médias.
A altura da barra deve estar em torno de 30 a 50 cm do topo da planta e a distância entre os bicos deve ser de 30 a 50 cm.
Para aplicação via aérea, além dos cuidados normais empregados nas aplicações de inseticidas, utilizar um volume de calda de 20 a 40 L/ha, ângulo dos bicos em relação à linha de voo da aeronave de 45 graus. Aplicar somente com barra e bicos adequados para aplicação aérea e pressão de trabalho de 15 a 30 psi.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como: temperatura ambiente até 30°C, umidade relativa do ar no mínimo de 60%; altura de voo, 3 a 4 metros de cultura. A aplicação poderá ser feita fora das condições acima descritas a critério do Engenheiro Agrônomo, evitando sempre a deriva e perdas do produto por evaporação.
A velocidade ideal do vento para a aplicação está entre 3 a 7 km/h e o máximo é de 10 km/h. A temperatura influencia na evaporação das gotas, na movimentação das massas de ar e na sustentação de gotas no ar. Por isso as aplicações devem ser realizadas nas horas mais frescas, ou seja, no amanhecer ou no entardecer.
A temperatura máxima para aplicação varia de 27 a 30°C e a umidade relativa do ar (U.R.%) deve ser de mínimo 55%.
Algodão 42 dias Feijão 21 dias
Soja 30 dias
Abacaxi, Abacate, Abóbora, Abobrinha, Anonáceas, Berinjela, Cacau, Citros (Iaranja), Chuchu, Cupuaçu, Guaraná, Jiló, Kiwi, Mamão, Manga, Maracujá, maxixe, Melão,Melancia, Pepino,
Pimenta, Pimentão, Quiabo, Romã, Tomate 07 dias
Begônia e Gérbera UNA
UNA: Uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas | Alvo Biológico Nome comum (Nome Científico) | Dose | Nº máximo de aplicações | Modo de aplicação/ Volume de calda (L/ha) | Intervalo entre as aplicações (Dias) |
Abacate Abacaxi | Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | 100 mL p.c./100 L d’água (25 g i.a./100 L) | 3 | Terrestre: 600 – 800 L/ha ou 10 L/planta | 10 |
Cochonilha (Orthezia praelonga) | |||||
Cochonilha-parda (Saissetia oleae) | 200 mL p.c./100 L d’água (50 g i.a./100 L) | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci-raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100L) | ||||
Época de aplicação: Ácaros: Iniciar as aplicações no início da infestação. Cochonilhas: Recomenda-se fazer de 1 a 3 aplicações do FIERA SC durante o ano, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. Mosca branca: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Abóbora Abobrinha | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L) | 2 | Terrestre: 600 L/ha | 7 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Algodão | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 0,6 - 1,0 L p.c./ha (150-250 g i.a./ha) * | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 20 a 40 L/ha | 14 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. * Adicionar a calda, 0,5 % V/V de óleo mineral. | |||||
Anonáceas | Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | 100 mL p.c./100 L d’água (25 g i.a./100 L) | 3 | Terrestre: 600 – 800 L/ha ou 10 L/planta | 10 |
Cochonilha (Orthezia praelonga) | |||||
Cochonilha-parda (Saissetia oleae) | 200 mL p.c./100 L d’água (50 g i.a./100 L) | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100L) | ||||
Culturas | Alvo Biológico Nome comum (Nome Científico) | Dose | Nº máximo de aplicações | Modo de aplicação/ Volume de calda (L/ha) | Intervalo entre as aplicações (Dias) |
Época de aplicação: Ácaros: Iniciar as aplicações no início da infestação. Cochonilhas: Recomenda-se fazer de 1 a 3 aplicações do FIERA SC durante o ano, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. Mosca branca: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Begônia | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L) | 3 | Vide abaixo | 7 |
Época de aplicação: Volume de Calda: pulverizar utilizando volume de calda que permita cobrir uniformemente as folhas, principalmente a superfície inferior das folhas, até o ponto de escorrimento. Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Berinjela | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L) | 3 | Terrestre: 200 L/ha | 10 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Cacau Cupuaçu | Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | 100 mL p.c./100 L d’água (25 g i.a./100 L) | 3 | Terrestre: 600 – 800 L/ha ou 10 L/planta | 10 |
Cochonilha (Orthezia praelonga) | |||||
Cochonilha-parda (Saissetia oleae) | 200 mL p.c./100 L d’água (50 g i.a./100 L) | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100L) | ||||
Época de aplicação: Ácaros: Iniciar as aplicações no início da infestação. Cochonilhas: Recomenda-se fazer de 1 a 3 aplicações do FIERA SC durante o ano, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. Mosca branca: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Chuchu | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L) | 2 | Terrestre: 600 L/ha | 7 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Culturas | Alvo Biológico Nome comum (Nome Científico) | Dose | Nº máximo de aplicações | Modo de aplicação/ Volume de calda (L/ha) | Intervalo entre as aplicações (Dias) |
Citros (Laranja) | Psilídeo-dos-citros (Diaphorina citri) | 7,5 a 22,5 mL/100 L de água (1,9–5,6 g i.a./100 L) | 2 | Terrestre: 10 L / planta ou 2000 L/ha Aérea: 20 a 40 L/ha | 15 |
Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | 100 mL p.c. /100 L d’água (25 g i.a./100 L) | ||||
Cochonilha (Orthezia praelonga) | |||||
Cochonilha-parda (Saissetia oleae) | 200 mL p.c./100 L d’água (50 g i.a./ 100 L) | ||||
Época de aplicação: Recomenda-se fazer de 1 a 2 aplicações do FIERA SC durante o ano, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens (ninfas) e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. | |||||
Feijão | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 0,4 - 1,0 L p.c./ha (100 - 250 g i.a./ha)* | 2 | Terrestre: 200 L/ha Aérea: 20 a 40 L/ha | 15 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. * Adicionar a calda, 0,5 % V/V de óleo mineral | |||||
Gérbera | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L d’água) | 3 | Vide abaixo * | 7 |
Época e aplicação: Volume de Calda: pulverizar utilizando volume de calda que permita cobrir uniformemente as folhas, principalmente a superfície inferior das folhas, até o ponto de escorrimento. Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Guaraná | Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | 100 mL p.c./100 L d’água (25 g i.a./100 L) | 3 | Terrestre: 600 – 800 L/ha ou 10 L/planta | 10 |
Cochonilha (Orthezia praelonga) | |||||
Cochonilha-parda (Saissetia oleae) | 200 mL p.c./100 L d’água (50 g i.a./100 L) | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100L) | ||||
Época de aplicação: Ácaros: Iniciar as aplicações no início da infestação. Cochonilhas: Recomenda-se fazer de 1 a 3 aplicações do FIERA SC durante o ano, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. Mosca branca: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Culturas | Alvo Biológico Nome comum (Nome Científico) | Dose | Nº máximo de aplicações | Modo de aplicação/ Volume de calda (L/ha) | Intervalo entre as aplicações (Dias) |
Jiló | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L) | 3 | Terrestre: 200 L/ha | 10 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Kiwi Mamão Manga Maracujá Romã | Ácaro-da-falsa-ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) | 100 mL p.c./100 L d’água (25 g i.a./100 L) | 3 | Terrestre: 600 – 800 L/ha ou 10 L/planta | 10 |
Cochonilha (Orthezia praelonga) | |||||
Cochonilha-parda (Saissetia oleae) | 200 mL p.c./100 L d’água (50 g i.a./100 L) | ||||
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100L) | ||||
Época de aplicação: Ácaros: Iniciar as aplicações no início da infestação. Cochonilhas: Recomenda-se fazer de 1 a 3 aplicações do FIERA SC durante o ano, devendo ser iniciadas no início da infestação, quando forem constatadas a presença de formas jovens e, se necessário, intercalando as aplicações com outros produtos. Mosca branca: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Maxixe Pepino | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L) | 2 | Terrestre: 600 L/ha | 7 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Melão Melancia | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L) | 3 | Terrestre: 600 – 800 L/ha | 10 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
Milho Milheto Sorgo | Cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) | 0,4 – 0,6 L p.c/ha (100-150 g i.a./ha) * | 2 | Terrestre: 200 L/ha | 7 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. Se necessário fazer uma segunda aplicação com intervalo de 7 dias * Adicionar a calda, 0,5 % V/V de óleo mineral. | |||||
Culturas | Alvo Biológico Nome comum (Nome Científico) | Dose | Nº máximo de aplicações | Modo de aplicação/ Volume de calda (L/ha) | Intervalo entre as aplicações (Dias) |
Pimenta Pimentão Quiabo | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 L) | 3 | Terrestre: 200 L/ha | 10 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC | |||||
Soja | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 0,4 - 0,6 L p.c./ha (100-150 g i.a./ha) * | 2 | Terrestre: 300 L/ha Aérea: 20 a 40 L/ha | 10 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. Adicionar a calda, 0,5 % V/V de óleo mineral | |||||
Tomate | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 100 - 200 mL p.c./100 L d’água (25-50 g i.a./100 l) | 3 | Terrestre: 800 L/ha | 7 |
Época de aplicação: Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. É importante observar o índice populacional de “adultos”. Se for alto, recomenda-se aplicar um inseticida que tenha ação sobre os “adultos” e em seguida aplicar FIERA SC. | |||||
p.c. = produto comercial, i.a. = ingrediente ativo.
* Utilizar as maiores doses em áreas de alta incidência da praga
O óleo mineral diminui a tensão superficial das gotas, promovendo melhor distribuição do produto sobre as superfícies foliares, facilitando a adesão e penetração, reduz a deriva e retarda a evaporação da gota, o que melhora a eficácia do produto.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Saissetia oleae | cochonilha parda | Ver detalhes |
| Abacaxi | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Abóbora | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Abobrinha | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Anonáceas | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Begônia | Bemisia tabaci | Mosca Branca | Ver detalhes |
| Berinjela | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Cacau | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Chuchu | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Citros | Diaphorina citri | Psilídeo | Ver detalhes |
| Cupuaçu | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Gérbera | Bemisia tabaci | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Guaraná | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Jiló | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Kiwi | Saissetia oleae | Cochonilha parda | Ver detalhes |
| Mamão | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Manga | Orthezia praelonga | cochonilha | Ver detalhes |
| Maracujá | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Maxixe | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Milheto | Dalbulus maidis | Cigarrinha-do-milho | Ver detalhes |
| Milho | Dalbulus maidis | Cigarrinha-do-milho | Ver detalhes |
| Pepino | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pimenta | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Pimentão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Quiabo | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Romã | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Sorgo | Dalbulus maidis | Cigarrinha-do-milho | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
As aplicações podem ser feitas em pulverização via terrestre, com equipamento costal manual ou motorizado, pulverizador estacionário ou de barra tratorizado e aérea.
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do FIERA SC deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Coloque água limpa, no tanque do pulverizador, até metade da sua capacidade. A presença de coloides em suspensão, como terra, argila ou matéria orgânica, pode reduzir a eficácia do produto. Com o sistema de agitação do tanque ou com o retorno acionado, adicione a dose recomendada de FIERA SC e complete o volume do tanque com água. A agitação deverá ser constante durante o preparo e aplicação da calda, visando manter homogênea a calda de pulverização. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque do pulverizador, pulverizando logo após a sua preparação.
Realizar o processo de tríplice lavagem das embalagens durante o preparo da calda.
A utilização do pulverizador costal pode ocorrer em pequenas propriedades ou pequenas porções do terreno nas quais equipamentos tratorizados, ou aéreo não tenham acesso. Os equipamentos costais devem bicos apropriados, que promovam tamanho de gotas, e volume de calda capaz de promover cobertura uniforme das plantas.
Nesta modalidade de pulverização, os parâmetros relacionados à pulverização não são tão precisos, e alguns cuidados devem ser tomados, entre eles:
Perfeito ajuste do pulverizador nas costas do aplicador;
Nunca começar o preparo da calda e a aplicação sem antes vestir o equipamento de proteção individual;
Trabalhar sem fazer movimentos bruscos;
Durante as aplicações, manter as passadas e o bombeamento o mais constante possível porque poderá ocorrer uma variação na pressão de trabalho em função deste bombeamento;
Manter o bico a uma distância constante das plantas;
Verificar a direção do vento e caminhar de forma a não ser atingido pela pulverização;
Não caminhar sobre a linha tratada;
Fazer aplicações de preferência no início da manhã e no final da tarde:
Preparar calda suficiente para evitar sobras.
Utilizar pulverizadores equipados com bicos apropriados, que promovam tamanho de gotas, e volume de calda capaz de promover cobertura uniforme das plantas.
A variação do volume de calda está em função da cultura a ser tratada, seu estádio de desenvolvimento, porte ou enfolhamento.
Observar o potencial de deriva, que com gotas de tamanho muito reduzido que poderão atingir culturas vizinhas sensíveis. As pontas de pulverização devem ser escolhidas de acordo com a classe de gotas recomendadas, e os parâmetros operacionais (velocidade, deslocamento, espaçamento entre bicos etc). As pressões de trabalho, assim como os ajustes do pulverizador, deverão ser selecionadas em função do volume de calda e da classe de gotas recomendadas.
Utilizar pulverizadores tratorizado obedecendo os diferentes tipos de espaçamentos de bicos, assim como a altura da barra, conforme as recomendações dos fabricantes, devendo ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura, de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Para as culturas do algodão, feijão, milho, milheto, soja e sorgo, adicionar a calda óleo mineral emulsionável;
Deve-se respeitar os volumes de calda recomendados para que seja possível proporcionar uma boa cobertura da área a ser tratada. Para aplicar este produto, use uma tecnologia de aplicação que ofereça uma boa cobertura dos alvos.
Volume de calda: 20 a 40 litros por ha.
Tipos de pontas: aplicar através de aeronaves equipadas com micronair ou com barras dotadas de pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos que produzam, preferencialmente, gotas médias e grossas. Observar o potencial de deriva, que com gotas de tamanho muito reduzido que poderão atingir culturas vizinhas sensíveis (Vide “Recomendações para evitar deriva”, abaixo).
Os ajustes da barra devem ser realizados para que se obtenha distribuição uniforme das gotas.
Altura de voo: 3 - 4 m em relação ao topo das plantas. Recomenda-se utilizar a menor altura de voo possível, desde que garanta segurança adequada ao voo.
Não sobrepor faixa de aplicação.
O sistema de agitação do produto, no interior do tanque, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático.
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
Devem ser respeitadas as condições de velocidade do vento, de 3 a 10 km/h, temperatura inferior a 30° C, e umidade relativa superior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Não realizar aplicação em condições de inversão térmica e de corrente ascendentes.
Não aplicar se houver rajadas de ventos, ou condições sem vento.
A critério do Engenheiro Agrônomo as condições de aplicação podem ser alteradas.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
Cultura | Intervalo de segurança |
Algodão | 42 dias |
Feijão | 21 dias |
Milho, Milheto e Sorgo | 15 dias |
Soja | 30 dias |
Abacaxi, Abacate, Abóbora, Abobrinha, Anonáceas, Berinjela, Cacau, Citros, Chuchu, Cupuaçu, Guaraná, Jiló, Kiwi, Mamão, Manga, Maracujá, Maxixe, Melão, Melancia, Pepino, Pimenta, Pimentão, Quiabo, Romã, Tomate | 7 dias |
Begônia e Gérbera | UNA |
UNA: Uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para uso durante a aplicação.
Culturas | Pragas | Dose | Época de aplicação |
Ácaro da falsa | Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. | ||
ferrugem | |||
Abacate, Abacaxi, Anonáceas, | (Phyllocoptruta oleivora) | 100 mL/100 L de água | |
Cochonilha (Orthezia praelonga) | |||
Cacau, Cupuaçu, | |||
Cochonilha parda | 200 mL/ 100 L de | ||
Guaraná, | (Saissetia oleae) | água | |
Mamão, | |||
Maracujá Manga, e Romã | Mosca branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 a 200 mL/ 100 L de água | |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 | |||
Intervalo entre aplicações: 10 dias | |||
Volume de Calda: | |||
- Aplicação terrestre: 600 a 800 L/ha | |||
Abóbora, Abobrinha, Chuchu, Maxixe e Pepino | Mosca branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 a 200 mL/ 100 L de água | Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2 Intervalo entre aplicações: 07 dias Volume de Calda: - Aplicação terrestre: 600 L/ha | |||
Algodão | Mosca branca (Bemisia tabaci raça B) | 0,6 a 1,0 L/ha* | Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2 Intervalo entre aplicações: 14 dias Volume de Calda:
| |||
Berinjela, Jiló, Pimenta, Pimentão e Quiabo | Mosca branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 a 200 mL/ 100 L de água | Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo entre aplicações: 10 dias Volume de Calda: - Aplicação terrestre: 200 L/ha | |||
Citros | Psilídeo-dos-citros (Diaphorina citri) | 7,5 a 22,5 mL/100 L de água | Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2 Intervalo entre aplicações: 15 dias Volume de Calda:
| |||
Feijão, Feijões e Ervilha | Mosca branca (Bemisia tabaci raça B) | 0,4 a 1,0 L/ha* | Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2 Intervalo entre aplicações: 15 dias Volume de Calda:
| |||
Melão e Melancia | Mosca Branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 a 200 mL / 100 L de água | Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo entre aplicações: 10 dias Volume de Calda: - Aplicação terrestre: 600 - 800 L/ha | |||
Milho Milheto Sorgo | Cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) | 0,4 – 0,6 L/ha* | Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. Manter o monitoramento da lavoura e, se necessário, reaplicar com intervalo de 7 dias. Caso necessário mais aplicações para o manejo da cigarrinha-do-milho, utilizar produtos com outro modo de ação. |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2 Intervalo entre aplicações: 7 dias Volume de Calda:
| |||
Soja | Mosca branca (Bemisia tabaci raça B) | 0,4 a 0,6 L/ha* | Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2 Intervalo entre aplicações: 10 dias Volume de Calda:
| |||
Tomate | Mosca branca (Bemisia tabaci raça B) | 100 a 200 mL/100 L de água | Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeiras "ninfas" ou formas jovens. A pulverização deve ser feita de modo a atingir a parte inferior das folhas. |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 3 Intervalo entre aplicações: 7 dias Volume de Calda: 800 L/ha | |||
(*) Adicionar 0,5% v/v de óleo mineral
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Abacaxi | Bemisia tabaci raça B | Mosca Branca | Ver detalhes |
| Abobrinha | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Anonáceas | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Berinjela | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Cacau | Orthezia praelonga | Cochonilha | Ver detalhes |
| Chuchu | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Citros | Diaphorina citri | Psilídeo | Ver detalhes |
| Cupuaçu | Saissetia oleae | Cochonilha parda | Ver detalhes |
| Ervilha | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Feijões | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Guaraná | Phyllocoptruta oleivora | Ácaro da falsa ferrugem | Ver detalhes |
| Jiló | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Mamão | Saissetia oleae | cochonilha parda | Ver detalhes |
| Manga | Orthezia praelonga | cochonilha | Ver detalhes |
| Maracujá | Orthezia praelonga | Cochonilha | Ver detalhes |
| Maxixe | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Milheto | Dalbulus maidis | Cigarrinha-do-milho | Ver detalhes |
| Milho | Dalbulus maidis | Cigarrinha-do-milho | Ver detalhes |
| Pepino | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pimenta | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Pimentão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Quiabo | Bemisia tabaci raça B | Mosca branca | Ver detalhes |
| Romã | Saissetia oleae | Cochonilha parda | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Sorgo | Dalbulus maidis | Cigarrinha-do-milho | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
As aplicações podem ser feitas em pulverização via terrestre, com equipamento costal manual ou motorizado, pulverizador estacionário ou de barra tratorizado e aérea.
A utilização do pulverizador costal pode ocorrer em pequenas propriedades ou pequenas porções do terreno nas quais equipamentos tratorizados ou aéreo não tenham acesso. Os equipamentos costais devem ser equipados com pontas de jato cônico, da série "D" ou similares, mantendo uma pressão ao redor de 45 a 60 psi, com cerca de 40 - 60 gotas/cm2. Nesta modalidade de pulverização, os parâmetros relacionados à pulverização não são tão precisos, e alguns cuidados devem ser tomados, entre eles:
Perfeito ajuste do pulverizador nas costas do aplicador;
Nunca começar o preparo da calda e a aplicação sem antes vestir o equipamento de proteção individual;
Trabalhar sem fazer movimentos bruscos;
Durante as aplicações, manter as passadas e o bombeamento o mais constante possível por que poderá ocorrer uma variação na pressão de trabalho em função deste bombeamento;
Manter o bico a uma distância constante das plantas;
Verificar a direção do vento e caminhar de forma a não ser atingido pela pulverização;
Não caminhar sobre a linha tratada;
Fazer aplicações de preferência no início da manhã e no final da tarde;
Preparar calda suficiente para evitar sobras.
O preparo da calda pode ser feito despejando-se o produto diretamente no tanque do pulverizador. Enxaguar a embalagem do produto por três vezes, imediatamente após o uso do conteúdo. A lavagem da embalagem pode ser feita manualmente ou através de equipamento adequado. A água usada para lavagem da embalagem deve ser colocada no pulverizador, no preparo da calda.
O preparo da calda deve seguir os seguintes passos:
Colocar água limpa no tanque do pulverizador até 1/4 do seu volume;
Adicionar o produto na dose indicada, fazendo a tríplice lavagem da embalagem e em seguida completar o volume do tanque, mantendo a calda sob agitação continua;
Com o registro fechado, após completo o tanque, manter sob agitação por cerca de 10 minutos antes de iniciar a pulverização;
A agitação da calda deve ser continua durante todo o processo de pulverização;
Durante as paradas e manobras com o equipamento, fechar o registro do pulverizador para evitar sobreposição de calda nas áreas tratadas.
Os pulverizadores devem ser adaptados com pontas de jato cônico da série "D" ou similares, ou segundo especificação dos fabricantes para aplicação de inseticidas, operando com uma pressão de trabalho de 80 a 120 psi, calibrados para um volume de calda por ha, conforme descrito anteriormente, produzindo de 40 - 60 gotas/cm2, gotas estas que devem ser de finas a médias. A altura da barra deve estar em torno de 30 a 50 cm do topo da planta e a distância entre os bicos deve ser de 30 a 50 cm.
Para aplicação via aérea, além dos cuidados normais empregados nas aplicações de inseticidas, utilizar um volume de calda de 20 a 40 L/ha, ângulo dos bicos em relação à linha de voo da aeronave de 45 graus. Aplicar somente com barra e bicos adequados para aplicação aérea, e pressão de trabalho de 15 a 30 psi. Observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como: temperatura ambiente até 30°C, umidade relativa do ar no mínimo de 60%; altura de voo 3 a 4 metros de cultura. A aplicação poderá ser feita fora das condições acima descritas a critério do Engenheiro Agrônomo, evitando sempre à deriva e perdas do produto por evaporação.
A velocidade ideal do vento para a aplicação está entre 3 a 7 km/h e o máximo é de 10 km/h. A temperatura influência na evaporação das gotas, na movimentação das massas de ar e na sustentação de gotas no ar. Por isso as aplicações devem ser realizadas nas horas mais frescas, ou seja, no amanhecer ou no entardecer. A temperatura máxima para aplicação varia de 27 a 30 °C e a umidade relativa do ar (U.R.%) deve ser de mínimo 60%.
Culturas | Dias |
Algodão | 42 |
Feijão, feijões e ervilha | 21 |
Milho, Milheto, Sorgo | 15 |
Soja | 30 |
Abacaxi, Abacate, Abóbora, Abobrinha, Anonáceas, Berinjela, Cacau, Citros, Chuchu, Cupuaçu, Guaraná, Jiló, Mamão, Manga, Maracujá, Maxixe, Melão, Melancia, Pepino, Pimenta, Pimentão, Quiabo, Romã e Tomate | 7 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no minimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste periodo, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para uso durante a aplicação.

