| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
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BIOBREV FULL – Bula inclusão de fabricante/formulador
PRODUTO MICROBIOLÓGICO
BIOBREV FULL é um inseticida microbiológico composto por Bacillus thuringiensis e Brevibacillus laterosporus, que atua por ingestão em lepidópteros, ocasionado rompimento das membranas do aparelho digestivo e levando o inseto a mortalidade. Indicado para o controle dos alvos biológicos conforme quadro abaixo.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Chrysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira. | Ver detalhes |
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO NOME COMUM / NOME CIENTÍFICO | DOSE EM PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO E MODO DE APLICAÇÃO |
Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens) | 0,5 a 1,0 L/ha | Terrestre: 150 Aérea: 30 a 40 | 3 aplicações via foliar |
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | ||||
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 0,5 a 1,0 L/100L água | Terrestre: 1000 Aérea: 30 a 40 | ||
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 0,75 a 1,0 L/ha | Terrestre: 150 Aérea: 30 a 40 | ||
Broca-do-Colmo (Diatrea saccharalis) | 0,5 a 1,0 L/ha | Terrestre: 100 Aérea: 30 a 40 | ||
Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 1,0 L/ha | Terrestre: 150 Aérea: 30 a 40 | 4 aplicações via foliar |
Para o controle da Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens), Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta), Lagarta-do-Cartucho (Spodoptera frugiperda), Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) e Broca-do-Colmo (Diatraea saccharalis): realizar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar 3 aplicações com intervalos de 7 dias.
Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera): realizar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar 4 aplicações com intervalos de 7 dias.
relativa maior que 60%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
A escolha dos equipamentos a serem utilizados para aplicação deste produto poderá sofrer alterações a critério do Engenheiro Agrônomo, tomando-se o cuidado de evitar sempre a deriva e perdas do produto causadas por evaporação.
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária de BIOBREV FULL. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque com água quando faltar 3 a 5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador.
Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.
Não entre na área em que o produto foi aplicado, aguardar pelo menos 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso necessite entrar na área tratada antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para a aplicação do produto.
COR DA FAIXA: BRANCA
| Produto Fitossanitário com Uso Aprovado pela Agricultura Orgânica |
|
BIODIATRAEA é um agente de controle biológico utilizado no controle da Broca-da-cana-de- açúcar (D. saccharalis) e da Lagarta-tyrinteina (Thyrinteina arnobia) em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico, na forma inundativa. As fêmeas do Trichospilus diatraeae localizam a pupa no campo e depositam seus ovos no interior da pupa, interrompendo o desenvolvimento da praga antes de tornarem insetos adultos e completarem o ciclo. A pupa da praga serve de hospedeiro para os parasitoides e dão origem a novas vespas Trichospilus diatraeae ao invés de novos adultos de Diatraea saccharalis ou Thyrinteina arnobia. Essas vespas irão parasitar novas pupas da praga.
Cultura | Alvo Biológico | Recomendação | |
Amostragem/ Nível de Infestação do Alvo biológico | Dose de BIODIATRAEA | ||
Qualquer cultura com ocorrência do alvo biológico* | Broca-da- cana-de- açúcar (Diatraea saccharalis) | Se na amostragem forem encontradas até 60 pupas de D. saccharalis por hectare, realizar liberação inoculativa, distribuindo as pupas de BIODIATRAEA em 16 pontos equidistantes por hectare. | 29 pupas/ hectare distribuídas em 16 pontos equidistantes |
Se na amostragem forem encontradas de 61 a 120 pupas de D. saccharalis por hectare, realizar liberação inundativa, distribuindo as pupas de BIODIATRAEA em 16 pontos equidistantes por hectare. | 59 pupas/ hectare distribuídas em 16 pontos equidistantes | ||
Se na amostragem forem encontradas acima de 120 pupas de D. saccharalis por hectare, realizar liberação inundativa, distribuindo as pupas de BIODIATRAEA em 32 pontos equidistantes por hectare. | 235 pupas/ hectare distribuídas em 32 pontos equidistantes | ||
Lagarta- tyrinteina (Thyrinteina arnobia) | Se na amostragem forem encontradas de 5 a 10% de desfolha ou 1 a 5 lagartas de T. arnobia por 100 folhas, realizar liberação inoculativa, distribuindo as pupas de BIODIATRAEA em 4 pontos equidistantes por hectare. | 7 pupas/ hectare distribuídas em 4 pontos equidistantes | |
Se na amostragem forem encontradas de 11 a 20% de desfolha ou 6 a 10 lagartas de T. arnobia por 100 folhas, realizar liberação inundativa, distribuindo as pupas de BIODIATRAEA em 6 pontos equidistantes por hectare. | 42 pupas/ hectare distribuídas em 6 pontos equidistantes | ||
Se na amostragem forem encontradas de 21 a 30% de desfolha ou acima de 10 lagartas de T. arnobia por 100 folhas, realizar liberação inundativa, distribuindo as pupas de BIODIATRAEA em 9 pontos equidistantes por hectare. | 95 pupas/ hectare distribuídas em 9 pontos equidistantes |
* Eficiência agronômica foi comprovada para a cultura da cana-de-açúcar e do eucalipto.
Realizar aplicação conforme o nível de infestação do alvo biológico. Aos 15 dias após a liberação das pupas de BIODIATRAEA, realizar monitoramento para verificar a necessidade de nova liberação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Thyrinteina arnobia | Lagarta-thyrinteina | Ver detalhes |
As liberações do parasitoide devem ser realizadas no início ou final do dia, na ausência de chuva e de ventos fortes.
O produto BIODIATRAEA é destinado à aplicação aérea via drone. A dose deve ser ajustada de acordo com o resultado das amostragens em função da intensidade de infestação.
Devem ser utilizados drones com lançadores adaptados para liberação de pupas parasitadas por Trichospilus diatraeae. Após a calibração do drone de acordo com a dose recomendada, o mesmo deverá percorrer a área mapeada pelas coordenadas geográficas, levantadas com um GPS, e liberar as pupas de acordo com a programação do software realizada por um técnico especializado, seguindo as recomendações da bula.
Intervalo de segurança não determinado devido à característica biológica do ingrediente ativo.
Intervalo de reentrada não determinado devido à característica biológica do ingrediente ativo.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
COR DA FAIXA: BRANCA
Cultura | Alvo Biológico | Dose | Número máximo de aplicações | |
Nome comum | Nome científico | |||
As liberações de | ||||
BIOGALLOI devem ser | ||||
realizadas quando se | ||||
observarem os primeiros | ||||
ovos de Diatraea | ||||
Qualquer cultura com ocorrência do alvo biológico* | Broca-da- cana | Diatraea saccharalis | 8 mL/ha | saccharalis na cultura. Pode-se determinar o nível populacional da praga utilizando-se meios indiretos como armadilhas luminosas e |
armadilhas com | ||||
feromônios. A liberação | ||||
deve ser dividida em até | ||||
4 aplicações com | ||||
intervalos de 7 dias. | ||||
* Eficiência agronômica foi comprovada para a cultura da cana-de-açúcar.
Diatraea saccharalis:
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
Recomenda-se a liberação dos parasitóides BIOGALLOI na dose indicada dividida em até 4 aplicações. As liberações devem ser realizadas no início da manhã, em pelo menos 25 pontos por ha, e em intervalos de 7 dias.
O produto BIOGALLOI é destinado à aplicação aérea via drone.
Devem ser utilizados drones com lançadores adaptados para liberação dos ovos parasitados por Trichogramma galloi. Após a calibração do drone de acordo com a dose recomendada, o mesmo irá percorrer a área mapeada pelas coordenadas geográficas, levantadas com um GPS, e liberar os ovos de acordo com a programação do software realizada por um técnico especializado, seguindo as recomendações da bula.
Intervalo de segurança não determinado devido à característica biológica do ingrediente ativo.
Intervalo de reentrada não determinado devido à característica biológica do ingrediente ativo.
COR DA FAIXA: BRANCA
PRODUTO FITOSSANITÁRIO COM USO APROVADO PARA AGRICULTURA ORGÂNICA
BIOHOWARDI é um agente de controle biológico utilizado no controle da Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) e da Lagarta-tyrinteina (Thyrinteina arnobia) em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico, na forma inundativa. As fêmeas do Tetrastichus howardi localizam a pupa no campo e depositam seus ovos no interior da pupa, interrompendo o desenvolvimento da praga antes de tornarem insetos adultos e completarem o ciclo. A pupa da praga serve de hospedeiro para os parasitoides e dão origem a novas vespas Tetrastichus howardi ao invés de novos adultos de Diatraea saccharalis ou Thyrinteina arnobia. Essas vespas irão parasitar novas pupas da praga.
Cultura | Alvo Biológico | Doses de BIOHOWARDI | Número máximo de aplicações | ||
Nível de Infestação | |||||
Baixo | Médio | Alto | |||
Em todas as culturas com ocorrência dos alvos biológicos1 | Thyrinteina arnobia3 | 12 pupas/ha, sendodistribuídos em 4pontos equidistantes ou 2 mL/ha | 54 pupas/ha, sendodistribuídos em 6 pontosequidistantes ou 10 mL/ha | 126 pupas/ha, sendodistribuídos em 9 pontosequidistantes ou 23 mL/ha | 2 |
Em todas as culturas com ocorrência dos alvos biológicos2 | Diatraea saccharalis4 | 50 pupas/ha, sendodistribuídos em 25pontos equidistantes ou 9 mL/ha | 150 pupas/ha, sendodistribuídos em 50 pontosequidistantes ou 21 mL/ha | 450 pupas/ha, sendodistribuídos em 50 pontosequidistantes ou 84 mL/ha | 2 |
- Eficiência agronômica comprovada para as culturas do eucalipto.
- Eficiência agronômica comprovada para as culturas da cana-de-açúcar.
- Se na amostragem forem encontradas de 5 a 10% de desfolha ou 1 a 5 lagartas por 100 folhas, realizar liberação inoculativa de 1.200 fêmeas adultas de Tetrastichus howardi distribuídas em 4 pontos equidistantes por hectare (300 fêmeas adultas por ponto de liberação); Se na amostragem forem encontradas de 11 a 20% de desfolha ou 6 a 10 lagartas por 100 folhas, realizar liberação inundativa de 7.200 fêmeas adultas de T. howardi distribuídas em6 pontos equidistantes por hectare (1.200 fêmeas adultas por ponto de liberação) . Se na amostragem forem encontradas de 21 a 30% de desfolha ou acima de 10 lagartas por 100 folhas, realizar liberação inundativa de 16.200 fêmeas adultas de
T. howardi distribuídas em 9 pontos equidistantes por hectare (1.800 fêmeas adultas por ponto de liberação). Aos 15 dias após a liberação, uma nova liberação pode ser necessária.
- Se na amostragem forem encontradas até 60 pupas de D. saccharalis por hectare, realizar liberação inoculativa de
6.000 fêmeas adultas de Tetrastichus howardi distribuídas em 25 pontos equidistantes por hectare (240 fêmeas adultas por ponto de liberação). Se na amostragem forem encontradas de 61 a120 pupas de D. saccharalis por hectare, realizar liberação inundativa de 15.000 fêmeas adultas de T. howardi distribuídas em 50 pontos equidistantes por hectare (300 fêmeas adultas por ponto de liberação). Se na amostragem forem encontradas acima de 120 pupas de D. saccharalis por hectare, realizar liberação inundativa de 60.000 fêmeas adultas de T. howardi distribuídas em 50 pontos equidistantes por hectare (1.200 fêmeas adultas por ponto deliberação). Aos 15 dias após a liberação, uma nova liberação pode ser necessária.
Realizar aplicação conforme o nível de infestação do alvo biológico. Aos 15 dias após a liberação das pupas de
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Thyrinteina arnobia | Lagarta-thyrinteina | Ver detalhes |
As liberações do parasitoide devem ser realizadas no início ou final do dia, a temperatura deverá estar superior a 7,5 ºC e inferior a 31 ºC, na ausência de chuva e de ventos fortes com velocidade máxima até 5 metros por segundos (18 km/h).
O produto BIOHOWARDI é destinado à aplicação aérea via drone. A dose deve ser ajustada de acordo com o resultado das amostragens em função da intensidade de infestação.
Devem ser utilizados drones com lançadores adaptados para liberação de pupas parasitadas por Tetrastichus howardi. Após a calibração do drone de acordo com a dose recomendada, o mesmo deverá percorrer a área mapeada pelas coordenadas geográficas, levantadas com um GPS, e liberar as pupas de acordo com a programação do software, realizada por um técnico especializado, seguindo as recomendações da bula.
Não se aplica.
Não se aplica.
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO
Culturas | Alvos biológicos controlados | Doses do produto comercial | Número, época e intervalo de aplicação |
Uso autorizado para controle dos alvos biológicos indicados em qualquer cultura na qual ocorram. | Diatraea saccharalis (Broca-da-cana-de- açúcar) Chrysodeixis includens (Lagarta-falsa- medideira) Spodoptera frugiperda (Lagarta-militar) | 1,0 a 2,0 L/ha | O controle deverá ser iniciado após a constatação da praga. A escolha da dose a ser utilizada deve considerar o nível de infestação e o histórico do local, adotando-se a maior dose em alta infestação. Se houver novas incidências é recomendável a alternância deste produto com outros inseticidas com modos de ação diferentes. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, repetindo com intervalo de 7 a 10 dias. |
Produto com eficácia agronômica comprovada para as culturas da cana de açúcar, milho e soja.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Chrysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira. | Ver detalhes |
A performance de BIOSSELA no controle de lagartas está relacionada a qualidade da aplicação do produto, a qual deve proporcionar distribuição uniforme sobre as folhas, principal fonte de alimento das lagartas. Observações locais deverão ser efetuadas visando evitar a deriva e a evaporação do produto. A critério do Eng. Agrônomo ou Técnico Responsável, as condições de aplicação poderão ser alteradas. Para preparar a calda, despejar o produto sobre a água, agitando lentamente até a formação de uma calda homogênea, mantendo-a sob constante agitação e utilizando-a no mesmo dia da preparação.
Antes de aplicar BIOSSELA, verifique se todo o equipamento de aplicação está limpo e bem cuidado. O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador. Antes de aplicar BIOSSELA, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado.
Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.
Não entre na área em que o produto foi aplicado, aguardar pelo menos 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para a aplicação do produto.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
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BTP 159-21AC – Bula inclusão Fabricante/Formulador
PRODUTO MICROBIOLÓGICO
BTP 159-21AC é um inseticida microbiológico composto por Bacillus thuringiensis e Brevibacillus laterosporus, que atua por ingestão em lepidópteros, ocasionado rompimento das membranas do aparelho digestivo e levando o inseto a mortalidade. Indicado para o controle de Lagarta- falsa-medideira (Chrysodeixis includens), Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) e Lagarta do cartucho (Spodoptera frugiperda).
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Chrysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira. | Ver detalhes |
Cultura | Alvo Biológico Nome comum / Nome científico | Dose em produto comercial | Volume de calda (L/ha) | Número e Modo de aplicação |
Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens) | 0,5 a 1,0 L/ha | Terrestre: 150 Aérea: 30 a 40 | 3 aplicações via foliar |
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | ||||
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 0,5 a 1,0 L/100L água | Terrestre: 1000 Aérea: 30 a 40 |
Para o controle da Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens), Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta), Lagarta-do-Cartucho (Spodoptera frugiperda): Realizar 3 aplicações, no início da infestação da praga, com intervalos de 7 dias.
A escolha dos equipamentos a serem utilizados para aplicação deste produto poderá sofrer alterações a critério do Engenheiro Agrônomo, tomando-se o cuidado de evitar sempre a deriva e perdas do produto causadas por evaporação.
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária de BTP 159- 21AC. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque com água quando faltar 3 a 5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada. A agitação no tanque do
pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador.
Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
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BTP 159-21AB – Bula inclusão Fabricante/Formulador
PRODUTO MICROBIOLÓGICO
BTP 159-21AB é um inseticida microbiológico composto por Bacillus thuringiensis e Brevibacillus laterosporus, que atua por ingestão em lepidópteros, ocasionado rompimento das membranas do aparelho digestivo e levando o inseto a mortalidade. Indicado para o controle de Lagarta- falsa-medideira (Chrysodeixis includens), Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) e Lagarta do cartucho (Spodoptera frugiperda).
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Chrysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira. | Ver detalhes |
Cultura | Alvo Biológico Nome comum / Nome científico | Dose em produto comercial | Volume de calda (L/ha) | Número e Modo de aplicação |
Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens) | 0,5 a 1,0 L/ha | Terrestre: 150 Aérea: 30 a 40 | 3 aplicações via foliar |
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | ||||
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 0,5 a 1,0 L/100L água | Terrestre: 1000 Aérea: 30 a 40 |
Para o controle da Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens), Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta), Lagarta-do-Cartucho (Spodoptera frugiperda): Realizar 3 aplicações, no início da infestação da praga, com intervalos de 7 dias.
A escolha dos equipamentos a serem utilizados para aplicação deste produto poderá sofrer alterações a critério do Engenheiro Agrônomo, tomando-se o cuidado de evitar sempre a deriva e perdas do produto causadas por evaporação.
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária de BTP 159- 21AB. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque com água quando faltar 3 a 5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada. A agitação no tanque do
pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador.
Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
BTP 066-20 SC é um inseticida microbiológico formulado à base de Bacillus thuringiensis, indicado para uso conforme tabela abaixo.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Chrysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira. | Ver detalhes |
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO NOME COMUM / NOME CIENTÍFICO | DOSE EM PRODUTO COMERCIAL (P.C.) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO E MODO DE APLICAÇÃO |
Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens) | 0,4 a 1,2 L/ha | Terrestre: 200 Aérea: 30 a 40 | 2 aplicações via foliar |
Traça-das-crucíferas (Plutella xylostella) | 0,4 a 1,2 L/100L | Terrestre: 400 Aérea: 30 a 40 | 2 aplicações via foliar | |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 0,8 a 1,2 L/ha | Terrestre: 200 Aérea: 30 a 40 | 2 aplicações via foliar | |
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 0,2 a 0,8 L/100L | Terrestre: 2000 Aérea: 30 a 40 | 2 aplicações via foliar | |
Lagarta-helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 0,6 a 1,2 L/ha | Terrestre: 1000 Aérea: 30 a 40 | 2 aplicações via foliar | |
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 0,5 a 1,0 L/100L | Terrestre: 1000 Aérea: 30 a 40 | 5 aplicações via foliar | |
Broca-do-colmo (Diatraea saccharalis) | 0,25 a 1,0 L/ha | Terrestre: 100 Aérea: 30 a 40 | 3 aplicações via foliar | |
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 0,75 a 1,0 L/ha | Terrestre: 150 Aérea: 30 a 40 | 3 aplicações via foliar |
A escolha dos equipamentos a serem utilizados para aplicação deste produto poderá sofrer alterações a critério do Engenheiro Agrônomo, tomando-se o cuidado de evitar sempre a deriva e perdas do produto causadas por evaporação.
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária de BTP 066-20 SC. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque com água quando faltar 3 a 5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador.
Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.
Não entre na área em que o produto foi aplicado, aguardar pelo menos 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso necessite entrar na área tratada antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para a aplicação do produto.
BTP 066-20A SC é um inseticida microbiológico formulado à base de Bacillus thuringiensis, indicado para uso conforme tabela abaixo.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Chrysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira. | Ver detalhes |
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO NOME COMUM / NOME CIENTÍFICO | DOSE EM PRODUTO COMERCIAL (P.C.) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO E MODO DE APLICAÇÃO |
Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens) | 0,4 a 1,2 L/ha | Terrestre: 200 Aérea: 30 a 40 | 2 aplicações via foliar |
Traça-das-crucíferas (Plutella xylostella) | 0,4 a 1,2 L/100L | Terrestre: 400 Aérea: 30 a 40 | 2 aplicações via foliar | |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 0,8 a 1,2 L/ha | Terrestre: 200 Aérea: 30 a 40 | 2 aplicações via foliar | |
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 0,2 a 0,8 L/100L | Terrestre: 2000 Aérea: 30 a 40 | 2 aplicações via foliar | |
Lagarta-helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 0,6 a 1,2 L/ha | Terrestre: 1000 Aérea: 30 a 40 | 2 aplicações via foliar | |
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 0,5 a 1,0 L/100L | Terrestre: 1000 Aérea: 30 a 40 | 5 aplicações via foliar | |
Broca-do-colmo (Diatraea saccharalis) | 0,25 a 1,0 L/ha | Terrestre: 100 Aérea: 30 a 40 | 3 aplicações via foliar |
A escolha dos equipamentos a serem utilizados para aplicação deste produto poderá sofrer alterações a critério do Engenheiro Agrônomo, tomando-se o cuidado de evitar sempre a deriva e perdas do produto causadas por evaporação.
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária de BTP 066-20A SC. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque com água quando faltar 3 a 5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador.
Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para este produto.
Não entre na área em que o produto foi aplicado, aguardar pelo menos 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso necessite entrar na área tratada antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para a aplicação do produto.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
PRODUTO FITOSSANITÁRIO COM O USO APROVADO PARA A AGRICULTURA ORGÂNICA
COTÉSIA AUCA (Cotesia flavipes) é um agente de controle biológico utilizado no controle da broca-da-cana (Diatraea saccharalis), em pós-emergência da cultura da cana-de-açúcar, na forma inundativa.
CULTURA | Alvo controlado | Doses | Número e época de Aplicação e intervalo de aplicação |
Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico. (*) | Diatraea saccharalis (Broca-da-cana) | 6.000 parasitóides/ha | Uma única liberação de 6.000 parasitóides/ha após o levantamento prévio da praga (broca-da-cana). Será realizada nova aplicação quando for verificada nova infestação da praga. |
(*) Eficiência agronômica foi comprovada para cultura da Cana-de-açucar.
Número de aplicação: Deve-se liberar 6.000 vespinhas/ha divididas em 8 pontos de liberação (750/pontos de liberação)
Época: Recomenda-se liberar a vespinha toda vez que for constatada a presença de 800 a 1000 lagartas de Diatraea saccharalis/ha. Se o levantamento não for realizado na fazenda, deve-se liberar a vespinha em áreas onde a intensidade de infestação tenha sido superior a 2% na colheita da safra anterior.
Intervalo de aplicação: A aplicação poderá ser repetida 15 dias após, quando for constatada a presença de 800 a 1000 lagartas não parasitadas/ha.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
Aplicação terrestre. Deverá ser feita a liberação de insetos adultos (pós-emergência). Para a liberação dos parasitóides em ponto fixo, os copos deverão ser abertos ao se entrar no talhão e fixados diretamente nas plantas, para a saída dos insetos. Cada copo deverá ser distribuído no talhão a uma distância de 20 a 25 metros um do outro.
Sem restrições.
Sem restrições.
COTÉSIA BIOAMIL (Cotesia flavipes) é um agente de controle biológico utilizado no controle da broca- da-cana (Diatraea saccharalis), em pós-emergência da cultura da cana-de-açúcar, na forma inundativa.
CULTURA | Alvo controlado | Doses | Número de Aplicações e intervalo de aplicação |
Cana-de-açúcar (*) | Diatraea saccharalis (Broca-da-cana) | 6.000 parasitoides/ha | Uma única liberação de 6.000 parasitoides/há após o levantamento prévio da praga (broca- da-cana). Será realizada nova aplicação quando for verificada nova infestação da praga. |
(*) Eficiência agronômica foi comprovada para a cultura da Cana-de-açúcar.
Número de aplicação: Deve-se liberar 6.000 vespinhas/ha divididas em 8 pontos de liberação (750/pontos de liberação).
Época: Recomenda-se liberar a vespinha toda vez que for constatada a presença de 800 a 1000 lagartas de Diatraea saccharalis/há. Se o levantamento não for realizado na fazenda, deve-se liberar a vespinha em áreas onde a intensidade de infestação tenha sido superior a 2% na colheita da safra anterior.
Intervalo de aplicação: a aplicação poderá ser repetida 15 dias após quando for constatada a presença de 800 a 1000 lagartas não parasitadas/há.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
Sem restrições.
Sem restrições.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
PRODUTO FITOSSANITÁRIO COM O USO APROVADO PARA A AGRICULTURA ORGÂNICA
COTESIA BIOCANA (Cotesia flavipes) é um agente de controle biológico utilizado no controle da broca-da-cana (Diatraea saccharalis), em pós- emergência da cultura da cana-de-açúcar, na forma inundativa.
CULTURA | Alvo controlado | Doses | Número e época de Aplicação e intervalo de aplicação |
Uma única | |||
liberação de | |||
6.000 | |||
parasitóides/ha | |||
após o | |||
Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis (Broca-da-cana) | 6.000 parasitóides/ ha | levantamento prévio da praga (broca-da-cana). Será realizada |
nova aplicação | |||
quando for | |||
verificada nova | |||
infestação da | |||
praga. |
(*) Eficiência agronômica foi comprovada para cultura da Cana-de-açucar.
Número de aplicação: Deve-se liberar 6.000 vespinhas divididas em 8 pontos de liberação (750/pontos de liberação)
Época: Recomenda-se liberar o parasitóide toda vez que for constatada a presença de 800 a 1000 lagartas de Diatraea saccharalis/ha. Se o levantamento não for realizado na fazenda, deve-se liberar a vespinha em áreas onde a intensidade de infestação tenha sido superior a 2% na colheita da safra anterior.
Intervalo de aplicação: A aplicação poderá ser repetida 15 dias após, quando for constatada a presença de 800 a 1000 lagartas não parasitadas/ha.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
Aplicação terrestre. Deverá ser feita a liberação de insetos adultos (pós- emergência). Para a liberação dos parasitóides em ponto fixo, os copos deverão ser abertos ao se entrar no talhão e fixados diretamente nas plantas, para a saída dos insetos. Cada copo deverá ser distribuído no talhão a uma distância de 20 a 25 metros um do outro.
Sem restrições.
Sem restrições.
PRODUTO FITOSSANITÁRIO COM O USO APROVADO PARA A AGRICULTURA ORGÂNICA
COTESIA BIOCANA GO (Cotesia flavipes) é um agente de controle biológico utilizado no controle da broca-da-cana (Diatraea saccharalis), em pós- emergência, na forma inundativa. Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico.
CULTURA | Alvo controlado | Doses | Número e época de Aplicação e intervalo de aplicação |
Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico (*) | Diatraea saccharalis (Broca-da- cana) | 6.000 parasitóides /ha | Uma única liberação de 6.000 parasitóides/ha após o levantamento prévio da praga (broca-da-cana). Será realizada nova aplicação quando for verificada nova infestação da praga. |
(*) Eficiência agronômica foi comprovada para cultura da Cana-de-açúcar
Número de aplicação: Deve-se liberar 6.000 vespinhas divididas em 8 pontos de liberação (750/pontos de liberação)
Época: Recomenda-se liberar a vespinha toda vez que for constatada a presença de 800 a 1000 lagartas de Diatraea saccharalis/ha. Se o levantamento não for realizado na fazenda, deve-se liberar a vespinha em áreas onde a intensidade de infestação tenha sido superior a 2% na colheita da safra anterior.
Intervalo de aplicação: A aplicação poderá ser repetida 15 dias após, quando for constatada a presença de 800 a 1000 lagartas não parasitadas/ha.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
Aplicação terrestre. Deverá ser feita a liberação de insetos adultos (pós- emergência). Para a liberação dos parasitóides em ponto fixo, os copos deverão ser abertos ao se entrar no talhão e fixados diretamente nas plantas, para a saída dos insetos. Cada copo deverá ser distribuído no talhão a uma distância de 20 a 25 metros um do outro.
Não se aplica para o caso de agentes biológicos de controle (organismos vivos)
Não se aplica para o caso de agentes biológicos de controle (organismos vivos)
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
Cotesia biorgânic (Cotesia flavipes) é um agente de controle biológico utilizado no controle da broca-da-cana (Diatraea saccharalis), em pós-emergência da cultura da cana-de-açúcar, na forma inundativa.
CULTURA | Alvo controlado | Doses | Numero e época de Aplicação e intervalo de aplicação |
Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico. (*) | Diatraea saccharalis (Broca-da-cana) | 6.000 parasitóides/ha | Uma única liberação de 6.000 parasitóides/ha após o levantamento prévio da praga (broca-da-cana). Será realizada nova aplicação quando for verificada nova infestação da praga. |
(*) Eficiência agronômica foi comprovada para a cultura da Cana-de-açúcar.
Número de aplicação: Deve-se liberar 6.000 vespinhas/ha divididas em 8 pontos de liberação (750/pontos de liberação).
Época: Recomenda-se liberar a vespinha toda vez que for constatada a presença de 800 a 1000 lagartas de Diatraea saccharalis/ha. Se o levantamento não for realizado na fazenda, deve-se liberar a vespinha em áreas onde a intensidade de infestação tenha sido superior a 2% na colheita da safra anterior.
Intervalo de aplicação: A aplicação poderá ser repetida 15 dias após, quando for constatada a presença de 800 a 1000 lagartas não parasitadas/ha.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
Aplicação terrestre. A liberação deverá ser realizada somente após 8 a 12 horas do início do nascimento (emergência) dos insetos adultos. Para a liberação dos parasitóides em pontos fixos, os copos deverão ser abertos ao se entrar no talhão e fixados diretamente nas plantas, para a saída dos insetos. Cada copo deverá ser distribuído no talhão a uma distância de 20 a 25 metros um do outro. A liberação deve ser realizada preferencialmente no período da manhã ou ao fim da tarde, evitando as horas mais quentes do dia e o orvalho nos períodos mais frios. Os copos com massas do parasitóide devem ser acondicionados de modo que durante o transporte dos mesmos sejam evitados raios solares e aquecimento das vespas no interior dos copos.
Sem restrições.
Não se aplica para o caso de agentes biológicos de controle (organismos vivos).
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
COTESIA FLAVIPS/MCP (Cotesia flavipes) é um agente de controle biológico utilizado no controle da broca-da-cana (Diatraea saccharalis), em pós-emergência da cultura da cana-de-açúcar, na forma inundativa.
CULTURA | Alvo controlado | Doses | Numero e época de Aplicação e intervalo de aplicação |
Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis (Broca-da-cana) | 6.000 parasitóides/ha (*) | Uma única liberação de 6.000 parasitóides/ha após o levantamento prévio da praga (broca-da-cana). Será realizada nova aplicação quando for verificada nova infestação da praga. |
(*) Embalagens: Copo Plástico, Copo biodegradável, Esfera Plástica, Esfera biodegradável, Tubete de Papelão, Tubete de plástico, Saco Plástico.
Número de aplicação: Uma única liberação de 6.000 parasitoides para cada hectare na cultura da cana- de- -açúcar (Saccharum officinarum).
Época: Será realizada uma liberação do parasitoide após o levantamento prévio da praga (broca-da- cana).
Intervalo de aplicação: Será realizada nova aplicação quando for verificada nova infestação da praga.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
Preparo da aplicação: A forma de apresentação do produto Cotésia Flavips/MCP enviado ao produtor são casulos de ovos da vespa Cotésia flavipes. Os parasitoides irão começar a emergir com temperatura média de 18º a 28º C e quando apresentar 70% de Emergência estarão aptos a serem liberados no campo. O produto (Cotésia flavips/MCP) será acondicionado em embalagens adequadas para a aplicação, podendo ser Copo Plástico, Copo biodegradável de fécula de mandioca, Esfera Plástica, Esfera biodegradável de fécula de mandioca, Tubete de papelão, Tubete de plástico, e Saco Plástico. evitando danos físicos e de acordo com o tipo de aplicação, conforme descrito abaixo.
Embalagens: Copo Plástico, Copo biodegradável de fécula de mandioca, Esfera Plástica, Esfera biodegradável de fécula de mandioca, Tubete de papelão, Tubete de plástico, e Saco Plástico.
Para este tipo de aplicação a liberação deverá ser feita através de copo plástico ou esfera plástica ou tubetes de papel ou copos de papel ou esferas biodegradáveis ou sacos plásticos contendo os insetos adultos (pós-emergência). Para a liberação dos parasitóides em ponto fixo, os recipientes deverão ser abertos ao se entrar no talhão e fixados diretamente nas plantas, para a saída dos insetos. A dose recomendada é de 6.000 indivíduos por hectare podendo ser 4 ou 8 recipientes por hectare dependendo da quantidade de indivíduos por recipiente (podendo ser de 750 a 1500 indivíduos). Cada recipiente (copo plástico, esfera plástica, tubetes de papel, copos de papel, e esferas biodegradáveis, sacos
plásticos) deverá ser distribuído no talhão a uma distância de 20 a 25 metros um o outro de acordo com a recomendação técnica e quantidade de indivíduos por recipiente.
MODO DE AÇÃO: As fêmeas do parasitoide, assim que liberadas, detectam as lagartas da praga alvo e depositam ali seus ovos (dentro da praga em forma de lagarta). A partir daí as larvas da Cotésia flavipes se alimentam do Tegumento interno das lagartas, e depois de 15 a 20 dias ocorre a emergência dos adultos da Cotésia flavipes matando assim a lagarta, consequentemente impedindo que essa lagarta, passe para os estágios de crisálida e mariposa, impedindo que ela ovoposite diminuindo assim a população da praga no campo.
Não se aplica para o caso de agentes biológicos de controle (organismos vivos)
Não se aplica para o caso de agentes biológicos de controle (organismos vivos)
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
COTESIABUG (Cotesia flavipes) é um agente de controle biológico utilizado no controle da lagarta da broca-da-cana (Diatraea saccharalis), em pós-emergência, na forma inundativa. Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico.
CULTURAS | PRAGAS | DOSE DE PRODUTO COMERCIAL | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico. | Diatraea saccharalis (Broca-da-cana) | 6.000 parasitoides/ha (08 copos ou tubetes/ha) | Uma única liberação de 6.000 parasitoides/ha divididas em 8 pontos de liberação (01 copo ou tubete / ponto de liberação), após o levantamento prévio da praga (broca-da-cana). |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
Preparo da aplicação:
As liberações de COTESIABUG devem ser realizadas somente depois de 8 a 12 horas do início do "nascimento" (emergência) dos adultos.
Realizar a liberação de COTESIABUG entre 15 a 30 dias após constatado o nível de controle da praga, através do monitoramento de adultos com armadilhas tipo Delta. O nível de controle é de 10 ou mais machos capturados em 30% das armadilhas em um período mínimo de 3 noites. Caso for realizado o monitoramento de lagartas de Diatraea saccharalis, realizar a liberação de COTESIABUG quando for contabilizado de 800 a 1.000 lagartas por hectare.
Se o levantamento populacional da broca-da-cana não for realizado na fazenda, deve-se realizar a liberação de COTESIABUG nos talhões onde a intensidade de infestação da broca-da-cana tenha sido superior a 2% na colheita da safra anterior.
A liberação de COTESIABUG deve ocorrer com a dose correspondente a 6.000 parasitoides/ha (8 copos ou tubetes/ha) divididas em 8 pontos de liberação – 01 copo ou tubete/ponto de liberação. Se constatada a presença de 800 a 1.000 lagartas de broca-da-cana não parasitadas por hectare, a liberação de COTESIABUG pode ser repetida.
As liberações devem ser realizadas ao entardecer ou pela manhã, evitando as horas mais quentes do dia.
Aplicação terrestre:
Liberar o produto em 8 pontos/ha, os copos ou tubetes deverão ser abertos ao entrar no talhão e fixados diretamente nas plantas, para a saída das vespas.
Os copos ou tubetes de COTESIABUG deverão ser distribuídos no talhão a uma distância de 20 a 25 metros um do outro. Não deixar os copos ou tubetes expostos ao sol durante o processo de liberação.
Aplicação Aérea:
Realizar a liberação em faixas de 30 a 40 metros de largura, em pelo menos 8 pontos por hectare. A altura de voo deverá seguir as regras e normativas vigentes de aplicação, respeitando-se a faixa média de altura de 10 a 30 metros acima da cultura, com tolerância de ventos de até 12 km/h.
As liberações devem ser realizadas ao entardecer ou pela manhã, evitando as horas mais quentes do dia. O produto deve ser devidamente acondicionado no veículo de transporte, em temperatura controlada, utilizando embalagens que não acumulem calor, como os tubetes, esferas e copos, todos eles feitos de papel ou papelão.
Não determinado em função da não necessidade de realização de estipular o limite máximo de resíduos (LMR) para este ingrediente ativo.
Não se aplica em função das características do agente biológico de controle (organismos vivos).
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
CULTURA | PRAGAS CONTROLADAS | Dose do produto comercial* | |
Nome Científico | Nome Comum | ||
Em todas as culturas com | Alabama argillacea | Curuquerê-do-algodoeiro | 0,5 a 0,75 L/ha |
Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja | 0,3 a 0,5 L/ha | |
ocorrência do alvo biológico | Lagarta-desfolhadora | ||
Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | 100mL/100 L d´água | |
Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmáceas, Lagarta-do-coqueiro | 0,6 a 1,0 L/ha | |
Condylorrhiza vestigialis | Mariposa-do-álamo | 0,75 L/ha | |
Diaphania hyalinata | Broca-das-cucurbitáceas Broca-da-aboboreira | 0,5 a 1,0 L/ha | |
Diatraea saccharalis | Broca-da-cana Broca-do-colmo | 1,0 L/ha | |
Ecdytolopha aurantiana (Gymnandrosoma aurantianum) | Bicho-furão | 1,0 a 1,5 L/ 2.000 L d´água | |
Helicoverpa armigera | Lagarta-helicoverpa | 0,5 a 0,75 L/ha | |
Heliothis virescens (Chloridea virescens) | Lagarta-das-maçãs | 0,5 a 0,75 L/ha | |
Opsiphanes invirae | Lagarta-desfolhadora, Lagarta-verde-do-coqueiro | 0,6 a 1,0 L/ha | |
Pseudaletia sequax (Mythimna sequax) | Lagarta-do-trigo | 0,8 L/ha | |
Pseudoplusia includens (Chrysodeixis includens) | Lagarta-falsa-medideira, Lagarta-do-linho | 0,3 a 0,5 L/ha | |
Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | 100 a 150 mL/100 L d´água | |
Thyrinteina arnobia | Lagarta-thyrinteina, Lagarta- de-cor-parda | 0,5 a 1,0 L/ha | |
Trichoplusia ni | Lagarta-mede-palmo, Falsa- medideira-da-couve | 0,5 a 1,0 L/ha |
(*) Em condições de alta pressão populacional de pragas deve-se utilizar a maior dosagem recomendada, bem como diminuir o intervalo das aplicações para obtenção de melhor controle.
Para uma maior eficiência no controle de pragas com DIPEL, deve-se sincronizar a aplicação com o momento de máxima atividade e suscetibilidade das lagartas, o qual ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Deve-se efetuar constante monitoramento de pragas na lavoura, iniciando as aplicações quando se atinjam os níveis de controle para cada alvo nas culturas recomendadas. Duas aplicações sequenciais com intervalo de 7 dias proporcionam melhores resultados de controle. Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização.
A paralisação da alimentação das larvas ocorre algumas horas após a ingestão do DIPEL. No entanto, a morte das larvas ocorre entre 24 a 48 horas após a ingestão de DIPEL. Desse modo, as avaliações de controle devem ser feitas 48 horas após aplicação do produto.
Novas aplicações são recomendadas em caso de reinfestação de lagartas em intervalos suficientes que permitam um controle adequado da praga, dependendo do nível de dano econômico, desenvolvimento da cultura, condições climáticas e postura de ovos. O número de aplicações por ciclo da cultura deve respeitar os preceitos do Manejo Integrado de Pragas (MIP) e do Manejo da Resistência a Inseticidas Bts preconizados pelo Comitê de Ação à Resistência a Inseticidas (IRAC-BR; https://www.irac-br.org/). Deve- se observar a rotação de modos de ação de inseticidas para reduzir o risco do surgimento de pragas
resistentes. DIPEL pode ser aplicado em culturas transgênicas Bts, mas não deve ser aplicado nas áreas de refúgio.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Alabama argillacea | Curuquerê | Ver detalhes |
A performance de DIPEL no controle de lagartas está relacionada a qualidade da aplicação do produto, a qual deve proporcionar distribuição uniforme sobre as folhas, principal fonte de alimento das lagartas.
Antes de aplicar DIPEL, verifique se todo o equipamento de aplicação está limpo e bem cuidado.
O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador.
Antes de aplicar DIPEL, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado.
Não determinado em função da não necessidade de estipular o Limite Máximo de Resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURA | PRAGAS CONTROLADAS | Dose do produto | |
Nome Científico | Nome Comum | comercial* | |
Alabama argillacea | Curuquerê-do-algodoeiro | 0,5 a 0,75 L/ha | |
Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja Lagarta-desfolhadora | 0,3 a 0,5 L/ha | |
Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | 100 mL/100L | |
Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmáceas, Lagarta-do-coqueiro | 0,6 a 1,0 L/ha |
Chrysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira, Lagarta-do-linho | 0,4 a 0,5 L/ha | |
Condylorrhiza vestigialis | Mariposa-do-álamo | 0,75 L/ha | |
Diaphania hyalinata | Broca-das-cucurbitáceas Broca-da-aboboreira | 0,5 a 1,0 L/ha | |
Diatraea saccharalis | Broca-da-cana Broca-do-colmo | 1,0 L/ha | |
Ecdytolopha aurantiana
Bicho-furão 50 a 75 mL/100L
(Gymnandrosoma
aurantianum) | ||
Heliothis virescens (Chloridea virescens) | Lagarta-das-maçãs | 0,5 a 0,75 L/ha |
Helicoverpa armigera | Lagarta-helicoverpa | 0,5 a 0,75 L/ha |
Opsiphanes invirae | Lagarta-desfolhadora, Lagarta-verde-do-coqueiro | 0,6 a 1,0 L/ha |
Pseudaletia sequax (Mythimna sequax) | Lagarta-do-trigo | 0,8 L/ha |
Thyrinteina arnobia | Lagarta-thyrinteina, Lagarta- de-cor-parda | 0,5 a 1,0 L/ha |
Trichoplusia ni | Lagarta-mede-palmo | 0,5 a 1,0 L/ha |
Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | 100 a 150 mL/100L |
*Em condições de alta pressão populacional das pragas, deve-se utilizar a maior dosagem recomendada, bem como diminuir o intervalo das aplicações para obter melhor controle das pragas.
Para uma maior eficiência no controle de pragas com DIPEL ES-NT / BIOBIT / QUARK / BACTOSPEINE deve-se sincronizar a aplicação ao momento de máxima atividade das lagartas, que ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Com o objetivo de se detectar o melhor momento de aplicação deve-se efetuar constante monitoramento de pragas na lavoura, iniciando as aplicações no momento em que se atinjam os níveis de controle para cada alvo nas culturas recomendadas. Duas aplicações sequenciais com intervalo de 7 dias proporcionam melhores resultados de controle. Novas aplicações são recomendadas em caso de reinfestação de lagartas em intervalos suficientes que permitam um controle adequado da praga, dependendo do nível de dano econômico, desenvolvimento da cultura, condições climáticas e postura de ovos. O número de aplicações por ciclo da cultura deve respeitar os preceitos do Manejo Integrado de pragas (MIP) e do Manejo de Resistência Bts preconizados pelo Comitê de Ação à Resistência à Inseticidas. Recomenda-se adição de adjuvante à calda de pulverização.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Chrysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira. | Ver detalhes |
A performance de DIPEL ES-NT / BIOBIT / QUARK / BACTOSPEINE no controle de lagartas está relacionada com a qualidade da aplicação do produto, a qual deve proporcionar distribuição uniforme sobre todas as partes da planta, principalmente das folhas, principal fonte de alimento das lagartas.
velocidade e espaçamento entre bicos) que permitam a produção de gotas entre as classes Muito Fina e Fina (em função das condições climáticas, conforme recomendações descritas abaixo), de modo que se obtenha uma boa cobertura de toda a planta na pulverização. Para tanto, a escolha do volume de aplicação deve considerar a cultura e volume de copa. Em geral, recomenda-se aplicar entre 100 a 400 L/ha em culturas anuais e entre 400 a 2500 L/ha em culturas perenes e semi-perenes. A pressão de trabalho deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Não sobrepor as faixas de aplicação.
Antes de aplicar DIPEL ES-NT / BIOBIT / QUARK / BACTOSPEINE, verifique se todo o equipamento de aplicação está limpo e bem cuidado.
O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador.
Antes de aplicar DIPEL ES-NT / BIOBIT / QUARK / BACTOSPEINE, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado.
Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURA | PRAGAS CONTROLADAS | Dose do produto comercial* | |
Nome Científico | Nome Comum | ||
Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Alabama argillacea | Curuquerê-do-algodoeiro | 700 g/ha |
Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja Lagarta-desfolhadora | 250 a 350 g/ha | |
Argyrotaenia sphaleropa | Lagarta-das-fruteiras | 50 a 75 g/ 100L de água | |
Diaphania nitidalis | Broca-das-cucurbitáceas Broca-da-aboboreira | 500 a 700 g/ha | |
Diatraea saccharalis | Broca-da-cana Broca-do-colmo | 750 g/ha | |
Ecdytolopha aurantiana (Gymnandrosoma aurantianum) | Bicho-furão | 25,0 a 37,5 g/100 L de água | |
Erinnyis ello | Mandarová, Gervão | 500 a 700 g/ha | |
Grapholita molesta | Mariposa-oriental | 100 g/100 L de água | |
Helicoverpa armigera | Lagarta-helicoverpa | 500 a 750 g/ha | |
Manduca sexta paphus | Mandarová-do-Fumo | 500 a 700 g/ha | |
Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | 100 a 125 g / 100 L de água | |
Pseudoplusia includens (Chrysodeixis includens) | Lagarta-falsa-medideira, Lagarta-do-linho | 300 a 400 g/ha | |
Strymon basilides | Broca-do-fruto, | 100 a 125 g/ha | |
(Strymon megarus) | Broca-do-abacaxi | ||
Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | 750 a 1000 g /ha |
(*) Em condições de alta pressão populacional de pragas deve-se utilizar a maior dosagem recomendada, bem como diminuir o intervalo das aplicações para obtenção de melhor controle.
Para uma maior eficiência no controle de pragas com DIPEL WG, deve-se sincronizar a aplicação com o momento de máxima atividade e suscetibilidade das lagartas, o qual ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Deve-se efetuar constante monitoramento de pragas na lavoura, iniciando as aplicações quando se atinjam os níveis de controle para cada alvo nas culturas recomendadas. Duas aplicações sequenciais com intervalo de 7 dias proporcionam melhores resultados de controle. Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização.
A paralisação da alimentação das larvas ocorre algumas horas após a ingestão do DIPEL WG. No entanto, a morte das larvas ocorre entre 24 a 48 horas após a ingestão de DIPEL WG. Desse modo, as avaliações de controle devem ser feitas 48 horas após aplicação do produto.
Novas aplicações são recomendadas em caso de reinfestação de lagartas em intervalos suficientes que permitam um controle adequado da praga, dependendo do nível de dano econômico, desenvolvimento da cultura, condições climáticas e postura de ovos. O número de aplicações por ciclo da cultura deve respeitar os preceitos do Manejo Integrado de Pragas (MIP) e do Manejo da Resistência a Inseticidas Bts preconizados pelo Comitê de Ação à Resistência a Inseticidas (IRAC-BR; https://www.irac-br.org/). Deve- se observar a rotação de modos de ação de inseticidas para reduzir o risco do surgimento de pragas resistentes. DIPEL WG pode ser aplicado em culturas transgênicas Bts, mas não deve ser aplicado nas áreas de refúgio.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Alabama argillacea | Curuquerê | Ver detalhes |
A performance de DIPEL WG no controle de lagartas está relacionada a qualidade da aplicação do produto, a qual deve proporcionar distribuição uniforme sobre as folhas, principal fonte de alimento das lagartas.
Antes de aplicar DIPEL WG, verifique se todo o equipamento de aplicação está limpo e bem cuidado.
O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador.
Antes de aplicar DIPEL WG, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado.
Não determinado em função da não necessidade de estipular o Limite Máximo de Resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação
CULTURA | PRAGAS CONTROLADAS | Dose do produto comercial* | |
Nome científico | Nome comum | ||
Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | 250 a 500 g/ha |
Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | 250 a 500 g/ha | |
Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | 60 g/100 L de água | |
Brassolis astyra astyra Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmeiras, Lagarta-do-coqueiro, Lagarta-das-palmáceas | 400 a 1.000 g/ha | |
Colias lesbia pyrrhothea | Lagarta-da-alfafa | 100 a 250 g/ha | |
Diaphania nitidalis, Diaphania hyalinata | Broca-das-cucurbitáceas, Lagarta-rosca, Broca-da-aboboreira | 100 g/100 L d’água | |
Diatraea saccharalis | Broca-da-cana Broca-do-colmo | 1.000 g/ha | |
Eacles imperialis magnifica | Lagarta-dos-cafezais | 250 a 500 g/ha | |
Ecdytolopha aurantiana (Gymnandrosoma aurantianum) | Bicho-furão | 50 g + 25 ml de espalhante adesivo/100 L d'água | |
Erinnys ello | Mandarová, Gervão | 250 a 500 g/ha | |
Helicoverpa sp. | Lagarta-helicoverpa | 500 a 700 g/ha | |
Helicoverpa zea | Lagarta-da-espiga-do-milho, Broca-grande-do-fruto, Broca-grande-do-tomate | 80 g/100 L d’água | |
Heliothis virescens (Chloridea virescens) | Lagarta-das-maçãs | 500 g/ha | |
Manduca sexta paphus | Mandarová-do-fumo | 250 a 500 g/ha | |
Mocis latipes (Mocis repanda) | Curuquerê-dos-capinzais, Mocis | 250 a 600 g/ha | |
Opsiphanes invirae | Lagarta-desfolhadora, Lagarta-verde-do-coqueiro | 600 a 1.000 g/ha | |
Plutella maculipennis (Plutella xylostella) | Traça-das-crucíferas | 60 g/100 L d’água | |
Pseudoplusia includens (Chrysodeixis includens) | Lagarta-falsa-medideira | 250 a 500 g/ha | |
Spodoptera frugiperda | Lagarta-militar | 250 a 600 g/ha | |
Strymon basalides (Strymon megarus) | Broca-do-fruto, Broca-do-abacaxi | 600 g/ha | |
Trichoplusia ni | Lagarta-mede-palmo, Falsa-medideira-da-couve | 60 a 80 g/100 L d’água | |
(*) Em condições de alta pressão populacional de pragas deve-se utilizar a maior dosagem recomendada, bem como diminuir o intervalo das aplicações para obtenção de melhor controle.
Para uma maior eficiência no controle de pragas com DIPEL WP, deve-se sincronizar a aplicação com o momento de máxima atividade e suscetibilidade das lagartas, o qual ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Deve-se efetuar constante monitoramento de pragas na lavoura, iniciando as aplicações quando se atinjam os níveis de controle para cada alvo nas culturas recomendadas. Duas aplicações sequenciais com intervalo de 7 dias proporcionam melhores resultados de controle. Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização.
A paralisação da alimentação das larvas ocorre algumas horas após a ingestão do DIPEL WP. No entanto, a morte das larvas ocorre entre 24 a 48 horas após a ingestão de DIPEL WP. Desse modo, as avaliações de controle devem ser feitas 48 horas após aplicação do produto.
Novas aplicações são recomendadas em caso de reinfestação de lagartas em intervalos suficientes que permitam um controle adequado da praga, dependendo do nível de dano econômico, desenvolvimento da cultura, condições climáticas e postura de ovos. O número de aplicações por ciclo da cultura deve respeitar os preceitos do Manejo Integrado de Pragas (MIP) e do Manejo da Resistência a Inseticidas Bts preconizados pelo Comitê de Ação à Resistência a Inseticidas (IRAC-BR: https://www.irac-br.org/). Deve- se observar a rotação de modos de ação de inseticidas para reduzir o risco do surgimento de pragas resistentes. DIPEL WP pode ser aplicado em culturas transgênicas Bts, mas não deve ser aplicado nas áreas de refúgio.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Strymon basalides | Broca-do-fruto | Ver detalhes |
A performance de DIPEL WP no controle de lagartas está relacionada a qualidade da aplicação do produto, a qual deve proporcionar distribuição uniforme sobre as folhas, principal fonte de alimento das lagartas.
Antes de aplicar DIPEL WP, verifique se todo o equipamento de aplicação está limpo e bem cuidado.
O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador.
Antes de aplicar DIPEL WP, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado.
Não determinado em função da não necessidade de estipular o Limite Máximo de Resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
PRODUTO FITOSSANITÁRIO COM USO APROVADO PARA A AGRICULTURA ORGANICA |
FEICAN (Cotesia flavipes) é um agente de controle biológico utilizado no controle da broca-da-cana (Diatraea saccharalis), em pós-emergência da cultura da cana-de-açúcar, na forma inundativa.
CULTURA | Alvo controlado | Doses | Número de Aplicações e intervalo de aplicação |
Cana-de-açúcar (*) | Diatraea saccharalis (Broca-da-cana) | 6.000 parasitoides/ha | Uma única liberação de 6.000 parasitoides/ha após o levantamento prévio da praga (broca-da-cana). Será realizada nova aplicação quando for verificada nova infestação da praga. |
(*) Eficiência agronômica foi comprovada para a cultura da Cana-de-açúcar.
Número de aplicação: Deve-se liberar 6.000 vespinhas/ha divididas em 8 pontos de liberação (750/pontos de liberação).
Época: Recomenda-se liberar a vespinha toda vez que for constatada a presença de 800 a 1000 lagartas de Diatraea saccharalis/há. Se o levantamento não for realizado na fazenda, deve-se liberar a vespinha em áreas onde a intensidade de infestação tenha sido superior a 2% na colheita da safra anterior.
Intervalo de aplicação: a aplicação poderá ser repetida 15 dias após quando for constatada a presença de 800 a 1000 lagartas não parasitadas/há.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
Aplicação terrestre. Deverá ser feita a liberação de insetos adultos (pós-emergência). Para a liberação dos parasitoides em ponto fixo, os copos deverão ser abertos ao se entrar no talhão e fixados diretamente nas plantas, para a saída dos insetos. Cada copo deverá ser distribuído no talhão a uma distância de 20 a 25 metros um do outro.
A liberação poderá ser realizada durante todo o dia, desde o produto seja devidamente acondicionado no veículo de transporte, em temperatura controlada, e que se utilize embalagens que não acumulem calor, como os tubetes, esferas e copos, todos eles feitos de papel ou papelão.
Sem restrições.
Sem restrições.
PRODUTO FITOSSANITÁRIO COM USO APROVADO PARA AGRICULTURA ORGÂNICA
GALLOIBUG (Trichogramma galloi) é um agente de controle biológico utilizado no controle da broca-da- cana (Diatrea saccharalis), em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico, na forma inundativa. As fêmeas de Trichogramma galloi localizam ovos da broca-da-cana no campo e depositam nestes, seus ovos, interrompendo o desenvolvimento da praga no início de seu ciclo. Os ovos da praga tornam-se de coloração escura e dão origem a novas vespas de Trichogramma galloi ao invés de novas lagartas. Estas vespas irão parasitar novos ovos da praga.
GALLOIBUG é uma ferramenta que complementa o manejo integrado de broca-da-cana em diferentes culturas.
CULTURAS | PRAGAS | DOSES DE PRODUTO COMERCIAL | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
Nome Comum (Nome Científico) | APLICAÇÃO TERRESTRE | APLICAÇÃO AÉREA | ||
Em todas as | 24 a 48 células/ha, sendo distribuídos em pontos equidistantes | 8 mL/ha (200 mil parasitoides) | As liberações devem iniciar | |
culturas com | quando forem detectados os | |||
ocorrência | Broca-da-cana | primeiros adultos da praga na | ||
do alvo | (Diatraea | área. Realizar em no mínimo 3 | ||
biológico | saccharalis) | liberações com intervalos | ||
semanais. | ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
Preparo da aplicação:
A forma de apresentação do produto GALLOIBUG enviado ao produtor são ovos do hospedeiro alternativo Ephestia kuehniella, parasitados por Trichogramma galloi. Os parasitoides irão começar a emergir em 3 ou 4 dias, com temperatura média de 25 °C, essa é a data provável de emergência (DPE). A aplicação deve ser iniciada logo após a observação da emergência dos primeiros parasitoides. O produto (ovos parasitados) será acondicionado em embalagens adequadas para o transporte evitando danos físicos e de acordo com o tipo de aplicação, conforme descrito abaixo.
Aplicação terrestre:
A aplicação terrestre deve ser realizada com a distribuição das cartelas de GALLOIBUG na cultura, de forma manual. As cartelas contendo 24 células devem ser destacadas e liberadas em pontos equidistantes por hectare, de acordo com a dosagem recomendada.
Aplicação aérea:
Para a aplicação aérea o produtor receberá o produto GALLOIBUG em embalagens contendo ovos parasitados por Trichogramma galloi. A aplicação aérea deverá ser realizada via drone, homologado pela KOPPERT, com lançadores adaptados para liberação dos ovos parasitados por Trichogramma galloi. Após a calibração do drone de acordo com a dose recomendada, o mesmo irá percorrer a área mapeada através das coordenadas geográficas, levantadas com um GPS, e liberar os ovos de acordo com a programação do software realizada por um técnico especializado, seguindo as recomendações da bula.
As fêmeas do parasitoide, assim que liberadas, detectam os ovos da praga alvo e depositam ali seus ovos (dentro dos ovos da praga). A partir daí as larvas do Trichogramma galloi se alimentam do conteúdo interno dos ovos, e depois de 8 a 10 dias ocorre a emergência dos adultos do Trichogramma ao invés de nascer mais lagartas, diminuindo assim a população da praga.
Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduos (LMR) para este ingrediente ativo.
Não se aplica para o caso de agentes biológicos de controle (organismos vivos).
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Thyrinteina arnobia | Lagarta-thyrinteina | Ver detalhes |
THURICIDE atua por ingestão, provocando a paralisia do canal digestivo das lagartas, dentro de uma a quatro horas após a ingestão. A partir desse momento elas suspendem sua alimentação e poderão permanecer sobre as plantas de 2 a 5 dias, porém sem causar danos.
Produto com eficácia agronômica comprovada para as culturas: alfafa, algodão, amendoim, arroz, batata, brócolis, cana de açúcar, coqueiro, couve, couve-flor, fumo, mandioca, maracujá, milho, pastagens, repolho, seringueira, soja e trigo.
CULTURAS | ALVOS BIOLÓGICOS | DOSAGENS | VOLUME DE CALDA L/ha | Número máximo de aplicações | INÍCIO, NÚMERO E EPÓCA DE APLICAÇÃO | |
Nome científico | Nome comum | |||||
Em todas as culturas com ocorrência dos alvos biológicos | Alabama argillacea | Curuquerê | 250 - 500 g/ha | 200 a 300 | 3 | Aplicar no início do ataque, repetindo com intervalos de 7-10 dias. Utilizar o volume de aplicação, seguindo as indicações da cultura. As menores dosagens indicadas em g/ha destinam- se às culturas em início de desenvolvimento infestadas por lagartas recém-eclodidas dos ovos e as maiores dosagens destinam-se às culturas já bem desenvolvidas, infestadas por lagartas grandes. |
Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da- soja | 250 - 500 g/ha | 150 a 200 | 3 | ||
Ascia monuste orseis | Curuquerê-da- couve | 60 g/100 L água | 400 a 800 | 3 | ||
Brassolis astyra astyra | Lagarta-das- palmeiras | 100 g/100 L água | 400 | 3 | ||
Brassolis sophorae | Lagarta-das- palmeiras | 100 g/100 L água | 400 | 3 | ||
Colias lesbia pyrrhothea | Lagarta-da- alfafa | 60 a 150 g/ha | 200 | 3 | ||
Diaphania hyalinata | Broca-das- cucurbitáceas | 60 g/100L água | 500 | 3 | ||
Diaphania nitidalis | Broca-das- cucurbitáceas | 60 g/100L água | 500 | 3 | ||
Diatrea saccharalis | Broca-da-cana | 600 g/ha | 300 | 3 | ||
Dione juno juno | Lagarta-do- maracujazeiro | 100 g/100 L água | 300 a 600 | 3 | ||
Eacles imperialis magnifica | Lagarta-dos- cafezais | 150 a 300 g/ha | 400 | 3 | ||
Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | 30 g/100L água | 2.000 | 3 | ||
Erinnys ello | Mandarová | 250 - 500 g/ha | 200 a 300 | 3 | ||
Helicoverpa armigera | Lagarta-do- algodão | 300 a 450 g/ha | 150 a 300 | 3 | ||
Helicoverpa zea | Lagarta-da- espiga-do- milho | 50 g/100 L água | 600 a 800 | 3 | ||
Heliothis virescens | Lagarta-das- maçãs | 300 g/ha | 200 a 300 | 3 | ||
Manduca sexta paphus | Mandarová- do-fumo | 250 - 500 g/ha | 200 | 3 | ||
Mocis latipes | Curuquerê- dos-capinzais | 250 - 600 g/ha | 200 a 300 | 3 | ||
Opsiphanes invirae | Lagarta- desfolhadora | 400 a 600 g/ha | 200 | 3 | ||
Plutella xylostella | Traça-das- crucíferas | 60 g/100 L água | 400 a 800 | 3 | ||
Pseudoplusia includens | Lagarta-falsa- medideira | 250 - 500 g/ha | 200 | 3 | ||
Rachiplusia nu | Lagarta-falsa- medideira | 250 - 500 g/ha | 200 | 3 | ||
Spodoptera frugiperda | Lagarta-militar | 250 - 600 g/ha | 200-300 | 3 | ||
Strymon basalides | Broca-do- abacaxi | 400 g/ha | 200 | 3 | ||
Thyrinteina arnobia | Lagarta- Thyrinteina | 600 g/ha | 200 a 300 | 3 | ||
Trichoplusia ni | Lagarta-mede- palmo | 60 g/100 L água | 400-800 | 3 |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Mocis latipes | Curuquerê-dos-capinzais, Mocis | Ver detalhes |
Condições Climáticas: Devem ser respeitadas condições de temperatura inferior a 30ºC, velocidade do vento de 3 a 15 km/h e umidade relativa superior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação. Não realizar aplicações em condições de inversão térmica e de correntes ascendentes. Não aplicar se houver rajadas de vento ou em condições sem vento.
Assegurar que a pulverização não atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e fontes de águas, criações e áreas de preservação ambiental. Seguir rigorosamente as instruções da legislação pertinente e vigente.
produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (mínimo 4 horas). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
TRICHOBIO-G ® (Trichogramma galloi) é um agente de controle biológico utilizado no controle da broca-da-cana (Diatraea saccharalis), em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico na forma inundativa.
Cultura | Alvo Controlado | Doses | Número e época de aplicação e intervalo de aplicação |
Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico (*) | Diatraea saccharalis (Broca-da- cana) | 2 cartelas /ha (aplicação terrestre) ou 10 ml/ha (Aplicação aérea com dosador de pupas) | A primeira aplicação deve ocorrer após o aparecimento dos primeiros ovos da broca- da-cana (Diatraea saccharalis). Recomenda-se até quatro aplicações sequênciais, com intervalo de 7 dias. Aplicação terrestre: Pode-se liberar o equivalente a 2 cartelas/ha, dividida em 4 aplicações. Ou seja, meia cartela/ha por liberação. As liberações devem ser realizadas em pelo menos 25 pontos/ ha. Cada ponto corresponde a uma área de 400m² (20 x 20), no qual deve-se depositar uma capsula (cada cartela é subdividida em 50 capsulas). Aplicação aérea: Pode-se liberar o equivalente a 10ml/ha, divididos em até 4 aplicações. Ou seja, 2,5ml/ha por liberação. A aeronave traça seu plano de voo, de modo a distribuir os ovos a granel em uma faixa de 20m, assim o dosador distribui de forma continua as pupas no talhão desejado, proporcionando uma distribuição mais uniforme por área. |
(*) Eficiência agronômica foi comprovada na cultura da cana-de-açúcar.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
ALVO BIOLÓGICO: Diatraea saccharalis (Broca-da- cana)
N° de aplicação: 4 Aplicações
Época e Intervalo de aplicação: As liberações devem ser iniciadas após o aparecimento dos primeiros ovos da broca da cana (Diatraea saccharalis). Recomenda-se até quatro aplicações sequênciais, com intervalo de 7 dias.
Modo e Tecnologia de aplicação:
As liberações de Trichobio-G devem ser realizadas quando se observarem os primeiros adultos de Diatraea saccharalis. Utilizando-se armadilhas entomológicas, pode-se determinar o nível populacional da praga.
Em geral, recomenda-se a liberação do equivalente a 2(duas) cartelas/ha, dividida em até 4 aplicações, ou seja: faz se a aplicação de 25 capsulas/ha (meia cartela), repetindo a operação em um intevalo sequancial de 7 dias.
É desejável que se realize o caminhamento na entrelinha da cultura em que há ocorrência da praga alvo, respeitando uma distância de 20(vinte) metros entre um ponto e outro de liberação. Recomenda-se então que se deposite uma capsula por ponto, em no minimo 25 pontos por hectare. Sendo assim cada capsula cobrirá uma área de 400 metros² (20m x 20m).
Trabalhando em uma faixa espaçada a 20(vinte) metros de distância, e a uma altura de 30 metros do solo, a aeronave cumpre um plano de voo guiada por GPS, realizando assim uma aplicação precisa em um determinado talhão(gleba). Para tal modalidade de aplicação, utiliza- se pupas a granel, que serão então depositadas no recipiente dosador.
A calibração é realizada em solo com o auxílio de uma proveta volumétrica milimetrica.
O equipamento dosador reunirá os dados referentes a faixa de aplicação (20 metros) e a velocidade do voo, sendo assim calibrado para que sejam depositado 2,5 ml de pupas/ha.
Endoparasitismo de praga agrícola. Os adultos/fêmeas deste parasitoide localizam no campo os ovos do hospedeiro e, neles, depositam seus ovos, interrompendo o desenvolvimento da praga logo no início do seu ciclo.
As fêmeas do parasitoide, assim que liberadas, detectam os ovos da praga alvo e depositam ali seus ovos (dentro dos ovos da praga). A partir daí as larvas do Trichogramma se alimentam do conteúdo interno dos ovos, e depois de 8 a 10 dias ocorre a emergência dos adultos do Trichogramma ao invés de nascer mais lagartas, diminuindo assim a população da praga.
Não se aplica para o caso de agentes biológicos de controle (organismos vivos).
Não se aplica para o caso de agentes biológicos de controle (organismos vivos).
Durante o manuseio e aplicação, utilizar botas e óculos.
TrichoCana é um agente biológico formulado a partir pupas Trichogramma galloi para o controle em todas as culturas nas quais ocorram.
Cultura* | Alvo controlado | Doses do produto Comercial | Número, Época e Intervalo de aplicação |
Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico. (*) | Diatraea saccharalis (broca-da-cana) | 1,6 parasitóides por ovo da praga. Em geral, pode se liberar o equivalente a 200.000 parasitóides/ha, dividida em até 4 aplicações | As liberações de devem ser realizadas quando se observarem os primeiros ovos de Diatraea saccharalis na cultura. Utilizando se meios indiretos como armadilhas luminosas e armadilhas com feromônios, pode se determinar o nível populacional da praga. As liberações devem ser realizadas no início da manhã, em pelo menos 25 pontos por ha, e em intervalos de 7 dias. |
(*) Eficiência agronômica comprovada para a cultura da soja.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
Vide Modo de Aplicação.
Não se aplica para o caso de agentes biológicos de controle.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
TRILLOI (Trichogramma galloi) é um agente de controle biológico utilizado no controle da broca-da-cana (Diatraea saccharalis) em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico na forma inundativa, de acordo com Especificação de Referência publicada através da Instrução Normativa Conjunta SDA/SDC Nº 2, de 12 de julho de 2013.
Em todas as culturas com ocorrência dos alvos biológicos.
Cultura | Alvo(s) biológico(s) | Dose p.c. (cartelas/ha) | Intervalo, número e Época de aplicação |
Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico. Eficiência agronômica comprovada para a cultura da cana-de- açúcar. | Diatraea saccharalis (broca da cana) | 200.000 parasitoides/ha | As liberações devem ser realizadas no início da manhã em pelo menos 25 pontos/ha. Os 200.000 parasitoides/ha podem ser divididos em até 4 aplicações de 50.000 cada em intervalos de 7 dias. Aplicação aérea: realizar 3 aplicações. A primeira aplicação deverá ser realizada após o aparecimento dos primeiros ovos da broca da cana (Diatraea saccharalis) e mais duas aplicações sequenciais, com intervalo de 7 dias. Dependendo região e da pressão da praga, outras aplicações poderão ser realizadas. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana | Ver detalhes |
Aplicação terrestre: primeiramente de ser realizado um bom monitoramento através de armadilhas luminosas e armadilhas com feromônios para se determinar o nível populacional de Diatraea saccharalis. Os parasitoides são enviados ao campo em fase de pupa (hospedeiro são ovos de Anagasta kuehniella) colocados no interior de cartelas para facilitar o transporte. Ao observar a emergência dos adultos, as liberações deverão ser realizadas. As cartelas de liberação são subdivididas em células, hermeticamente fechadas para evitar fuga antecipada dos insetos. Após sua subdivisão, são expostos canais de saída (furos laterais nas cartelas) que possibilitam a saída dos insetos sem a necessidade de rasgar as cartelas.
Aplicação aérea: tem variado de acordo com mecanismo de liberação acoplado aos Drones. No Brasil existem empresas especializadas na liberação desse parasitoide. Recomenda-se entrar em contato com a empresa prestadora desse serviço.
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela saúde humana – ANVISA/MS).
(Vide Modo e Equipamentos de Aplicação).
Não determinado por ser agente biológico de controle.
Não determinado por ser agente biológico de controle.

