CULTURA | PRAGAS CONTROLADAS | Dose do produto comercial* | |
Nome Científico | Nome Comum | ||
Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Alabama argillacea | Curuquerê-do-algodoeiro | 700 g/ha |
Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja Lagarta-desfolhadora | 250 a 350 g/ha | |
Argyrotaenia sphaleropa | Lagarta-das-fruteiras | 50 a 75 g/ 100L de água | |
Diaphania nitidalis | Broca-das-cucurbitáceas Broca-da-aboboreira | 500 a 700 g/ha | |
Diatraea saccharalis | Broca-da-cana Broca-do-colmo | 750 g/ha | |
Ecdytolopha aurantiana (Gymnandrosoma aurantianum) | Bicho-furão | 25,0 a 37,5 g/100 L de água | |
Erinnyis ello | Mandarová, Gervão | 500 a 700 g/ha | |
Grapholita molesta | Mariposa-oriental | 100 g/100 L de água | |
Helicoverpa armigera | Lagarta-helicoverpa | 500 a 750 g/ha | |
Manduca sexta paphus | Mandarová-do-Fumo | 500 a 700 g/ha | |
Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | 100 a 125 g / 100 L de água | |
Pseudoplusia includens (Chrysodeixis includens) | Lagarta-falsa-medideira, Lagarta-do-linho | 300 a 400 g/ha | |
Strymon basilides | Broca-do-fruto, | 100 a 125 g/ha | |
(Strymon megarus) | Broca-do-abacaxi | ||
Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | 750 a 1000 g /ha |
(*) Em condições de alta pressão populacional de pragas deve-se utilizar a maior dosagem recomendada, bem como diminuir o intervalo das aplicações para obtenção de melhor controle.
Para uma maior eficiência no controle de pragas com DIPEL WG, deve-se sincronizar a aplicação com o momento de máxima atividade e suscetibilidade das lagartas, o qual ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Deve-se efetuar constante monitoramento de pragas na lavoura, iniciando as aplicações quando se atinjam os níveis de controle para cada alvo nas culturas recomendadas. Duas aplicações sequenciais com intervalo de 7 dias proporcionam melhores resultados de controle. Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização.
A paralisação da alimentação das larvas ocorre algumas horas após a ingestão do DIPEL WG. No entanto, a morte das larvas ocorre entre 24 a 48 horas após a ingestão de DIPEL WG. Desse modo, as avaliações de controle devem ser feitas 48 horas após aplicação do produto.
Novas aplicações são recomendadas em caso de reinfestação de lagartas em intervalos suficientes que permitam um controle adequado da praga, dependendo do nível de dano econômico, desenvolvimento da cultura, condições climáticas e postura de ovos. O número de aplicações por ciclo da cultura deve respeitar os preceitos do Manejo Integrado de Pragas (MIP) e do Manejo da Resistência a Inseticidas Bts preconizados pelo Comitê de Ação à Resistência a Inseticidas (IRAC-BR; https://www.irac-br.org/). Deve- se observar a rotação de modos de ação de inseticidas para reduzir o risco do surgimento de pragas resistentes. DIPEL WG pode ser aplicado em culturas transgênicas Bts, mas não deve ser aplicado nas áreas de refúgio.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Alabama argillacea | Curuquerê | Ver detalhes |
A performance de DIPEL WG no controle de lagartas está relacionada a qualidade da aplicação do produto, a qual deve proporcionar distribuição uniforme sobre as folhas, principal fonte de alimento das lagartas.
Antes de aplicar DIPEL WG, verifique se todo o equipamento de aplicação está limpo e bem cuidado.
O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador.
Antes de aplicar DIPEL WG, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado.
Não determinado em função da não necessidade de estipular o Limite Máximo de Resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação
CULTURA | PRAGAS CONTROLADAS | Dose do produto comercial* | |
Nome científico | Nome comum | ||
Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | 250 a 500 g/ha |
Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | 250 a 500 g/ha | |
Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | 60 g/100 L de água | |
Brassolis astyra astyra Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmeiras, Lagarta-do-coqueiro, Lagarta-das-palmáceas | 400 a 1.000 g/ha | |
Colias lesbia pyrrhothea | Lagarta-da-alfafa | 100 a 250 g/ha | |
Diaphania nitidalis, Diaphania hyalinata | Broca-das-cucurbitáceas, Lagarta-rosca, Broca-da-aboboreira | 100 g/100 L d’água | |
Diatraea saccharalis | Broca-da-cana Broca-do-colmo | 1.000 g/ha | |
Eacles imperialis magnifica | Lagarta-dos-cafezais | 250 a 500 g/ha | |
Ecdytolopha aurantiana (Gymnandrosoma aurantianum) | Bicho-furão | 50 g + 25 ml de espalhante adesivo/100 L d'água | |
Erinnys ello | Mandarová, Gervão | 250 a 500 g/ha | |
Helicoverpa sp. | Lagarta-helicoverpa | 500 a 700 g/ha | |
Helicoverpa zea | Lagarta-da-espiga-do-milho, Broca-grande-do-fruto, Broca-grande-do-tomate | 80 g/100 L d’água | |
Heliothis virescens (Chloridea virescens) | Lagarta-das-maçãs | 500 g/ha | |
Manduca sexta paphus | Mandarová-do-fumo | 250 a 500 g/ha | |
Mocis latipes (Mocis repanda) | Curuquerê-dos-capinzais, Mocis | 250 a 600 g/ha | |
Opsiphanes invirae | Lagarta-desfolhadora, Lagarta-verde-do-coqueiro | 600 a 1.000 g/ha | |
Plutella maculipennis (Plutella xylostella) | Traça-das-crucíferas | 60 g/100 L d’água | |
Pseudoplusia includens (Chrysodeixis includens) | Lagarta-falsa-medideira | 250 a 500 g/ha | |
Spodoptera frugiperda | Lagarta-militar | 250 a 600 g/ha | |
Strymon basalides (Strymon megarus) | Broca-do-fruto, Broca-do-abacaxi | 600 g/ha | |
Trichoplusia ni | Lagarta-mede-palmo, Falsa-medideira-da-couve | 60 a 80 g/100 L d’água | |
(*) Em condições de alta pressão populacional de pragas deve-se utilizar a maior dosagem recomendada, bem como diminuir o intervalo das aplicações para obtenção de melhor controle.
Para uma maior eficiência no controle de pragas com DIPEL WP, deve-se sincronizar a aplicação com o momento de máxima atividade e suscetibilidade das lagartas, o qual ocorre nos primeiros estágios larvais (primeiro ao terceiro instares). Deve-se efetuar constante monitoramento de pragas na lavoura, iniciando as aplicações quando se atinjam os níveis de controle para cada alvo nas culturas recomendadas. Duas aplicações sequenciais com intervalo de 7 dias proporcionam melhores resultados de controle. Recomenda-se a adição de adjuvante à calda de pulverização.
A paralisação da alimentação das larvas ocorre algumas horas após a ingestão do DIPEL WP. No entanto, a morte das larvas ocorre entre 24 a 48 horas após a ingestão de DIPEL WP. Desse modo, as avaliações de controle devem ser feitas 48 horas após aplicação do produto.
Novas aplicações são recomendadas em caso de reinfestação de lagartas em intervalos suficientes que permitam um controle adequado da praga, dependendo do nível de dano econômico, desenvolvimento da cultura, condições climáticas e postura de ovos. O número de aplicações por ciclo da cultura deve respeitar os preceitos do Manejo Integrado de Pragas (MIP) e do Manejo da Resistência a Inseticidas Bts preconizados pelo Comitê de Ação à Resistência a Inseticidas (IRAC-BR: https://www.irac-br.org/). Deve- se observar a rotação de modos de ação de inseticidas para reduzir o risco do surgimento de pragas resistentes. DIPEL WP pode ser aplicado em culturas transgênicas Bts, mas não deve ser aplicado nas áreas de refúgio.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Strymon basalides | Broca-do-fruto | Ver detalhes |
A performance de DIPEL WP no controle de lagartas está relacionada a qualidade da aplicação do produto, a qual deve proporcionar distribuição uniforme sobre as folhas, principal fonte de alimento das lagartas.
Antes de aplicar DIPEL WP, verifique se todo o equipamento de aplicação está limpo e bem cuidado.
O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador.
Antes de aplicar DIPEL WP, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado.
Não determinado em função da não necessidade de estipular o Limite Máximo de Resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
THURICIDE atua por ingestão, provocando a paralisia do canal digestivo das lagartas, dentro de uma a quatro horas após a ingestão. A partir desse momento elas suspendem sua alimentação e poderão permanecer sobre as plantas de 2 a 5 dias, porém sem causar danos.
Produto com eficácia agronômica comprovada para as culturas: alfafa, algodão, amendoim, arroz, batata, brócolis, cana de açúcar, coqueiro, couve, couve-flor, fumo, mandioca, maracujá, milho, pastagens, repolho, seringueira, soja e trigo.
CULTURAS | ALVOS BIOLÓGICOS | DOSAGENS | VOLUME DE CALDA L/ha | Número máximo de aplicações | INÍCIO, NÚMERO E EPÓCA DE APLICAÇÃO | |
Nome científico | Nome comum | |||||
Em todas as culturas com ocorrência dos alvos biológicos | Alabama argillacea | Curuquerê | 250 - 500 g/ha | 200 a 300 | 3 | Aplicar no início do ataque, repetindo com intervalos de 7-10 dias. Utilizar o volume de aplicação, seguindo as indicações da cultura. As menores dosagens indicadas em g/ha destinam- se às culturas em início de desenvolvimento infestadas por lagartas recém-eclodidas dos ovos e as maiores dosagens destinam-se às culturas já bem desenvolvidas, infestadas por lagartas grandes. |
Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da- soja | 250 - 500 g/ha | 150 a 200 | 3 | ||
Ascia monuste orseis | Curuquerê-da- couve | 60 g/100 L água | 400 a 800 | 3 | ||
Brassolis astyra astyra | Lagarta-das- palmeiras | 100 g/100 L água | 400 | 3 | ||
Brassolis sophorae | Lagarta-das- palmeiras | 100 g/100 L água | 400 | 3 | ||
Colias lesbia pyrrhothea | Lagarta-da- alfafa | 60 a 150 g/ha | 200 | 3 | ||
Diaphania hyalinata | Broca-das- cucurbitáceas | 60 g/100L água | 500 | 3 | ||
Diaphania nitidalis | Broca-das- cucurbitáceas | 60 g/100L água | 500 | 3 | ||
Diatrea saccharalis | Broca-da-cana | 600 g/ha | 300 | 3 | ||
Dione juno juno | Lagarta-do- maracujazeiro | 100 g/100 L água | 300 a 600 | 3 | ||
Eacles imperialis magnifica | Lagarta-dos- cafezais | 150 a 300 g/ha | 400 | 3 | ||
Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | 30 g/100L água | 2.000 | 3 | ||
Erinnys ello | Mandarová | 250 - 500 g/ha | 200 a 300 | 3 | ||
Helicoverpa armigera | Lagarta-do- algodão | 300 a 450 g/ha | 150 a 300 | 3 | ||
Helicoverpa zea | Lagarta-da- espiga-do- milho | 50 g/100 L água | 600 a 800 | 3 | ||
Heliothis virescens | Lagarta-das- maçãs | 300 g/ha | 200 a 300 | 3 | ||
Manduca sexta paphus | Mandarová- do-fumo | 250 - 500 g/ha | 200 | 3 | ||
Mocis latipes | Curuquerê- dos-capinzais | 250 - 600 g/ha | 200 a 300 | 3 | ||
Opsiphanes invirae | Lagarta- desfolhadora | 400 a 600 g/ha | 200 | 3 | ||
Plutella xylostella | Traça-das- crucíferas | 60 g/100 L água | 400 a 800 | 3 | ||
Pseudoplusia includens | Lagarta-falsa- medideira | 250 - 500 g/ha | 200 | 3 | ||
Rachiplusia nu | Lagarta-falsa- medideira | 250 - 500 g/ha | 200 | 3 | ||
Spodoptera frugiperda | Lagarta-militar | 250 - 600 g/ha | 200-300 | 3 | ||
Strymon basalides | Broca-do- abacaxi | 400 g/ha | 200 | 3 | ||
Thyrinteina arnobia | Lagarta- Thyrinteina | 600 g/ha | 200 a 300 | 3 | ||
Trichoplusia ni | Lagarta-mede- palmo | 60 g/100 L água | 400-800 | 3 |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Todas as culturas | Mocis latipes | Curuquerê-dos-capinzais, Mocis | Ver detalhes |
Condições Climáticas: Devem ser respeitadas condições de temperatura inferior a 30ºC, velocidade do vento de 3 a 15 km/h e umidade relativa superior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação. Não realizar aplicações em condições de inversão térmica e de correntes ascendentes. Não aplicar se houver rajadas de vento ou em condições sem vento.
Assegurar que a pulverização não atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e fontes de águas, criações e áreas de preservação ambiental. Seguir rigorosamente as instruções da legislação pertinente e vigente.
produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (mínimo 4 horas). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

