INSTRUÇÕES DE USO:
NUPRID BR é um inseticida sistêmico com ação de contato, ingestão e com atividade translaminar. É rapidamente absorvido e posteriormente distribuído da parte superior para a inferior da planta, possuindo boa ação sistêmica da raiz, usado nas culturas, alvos e dosagens abaixo relacionadas:
Cultura | Alvo biológico Nome comum (Nome científico) | Doses Produto Comercial (g/ha) | Volume de calda | Número máximo de aplicação |
Alface | Pulgão-da-alface (Dactynotus sonchi) | 200 - 300 g/ha | Costal: 10 – 15 ml/planta (Jato Dirigido) | 01 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: A aplicação é feita logo após o transplante da muda, sob forma de esguicho, uma aplicação por ciclo. Usar pulverizador costal manual sem a ponta do bico e adaptado com dosador (tubo plástico em forma de cachimbo) que permita aplicar em jato dirigido, atingindo caule e escorrendo até o solo. Não aplicar produtos à base de imidacloprido se a cultura for destinada à produção de sementes. | ||||
Café | Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) | 1.000 -1.250 g/ha | Costal: 50 ml/planta (Jato Dirigido) Tratorizado: 200 – 400 L/ha | 01 |
Cigarra-do-cafeeiro (Quesada gigas) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: O produto deve ser aplicado no solo no período de outubro a dezembro no período da estação chuvosa, com solo com boa umidade. Realizar uma aplicação por safra em caso de reincidência, após o término de efeito residual, fazer a complementação com outros inseticidas foliares. Diluir o produto na dose recomendada por hectare em volume de água suficiente para aplicação de 50 mL/ planta (25 mL de cada lado da planta). Aplicar a calda em jato contínuo em ambos os lados da planta diretamente no solo sob a copa do cafeeiro, o solo deve estar limpo livre de folhas e plantas daninhas na região de aplicação que deve ser a região com a maior concentração de raízes. Usar pulverizador costal manual ou tratorizado com barra única e ponteira apropriada. A aplicação deve ser dirigida para o solo sob a saia do cafeeiro, utilizando-se pulverizador com bico único para alta vazão, sendo realizado no local de maior concentração de raízes. Aplicação com pulverizador costal manual com barra única apropriada sem a ponta do bico e adaptado com dosador (tubo plástico em forma de cachimbo) que permita aplicar em jato dirigido aplicada na região do colo da planta (atingindo caule e escorrendo até o solo). Vazão de calda em cafezais com até dois anos de idade 15 - 50 ml de calda/planta. Em cafezais com mais de dois anos a vazão indicada é de 50 mL/planta. Aplicação tratorizada realizar de preferência nos dois lados da planta, na projeção da saia do cafeeiro, na região de maior acúmulo de raízes. Aplicação via gotejo no solo sob a copa do cafeeiro via água de irrigação. | ||||
Cana-de-açúcar | Cupins (Heterotermes tenuis) | 800 - 1.400 g/ha | Terrestre: 200 – 400 L/ha | 01 |
Gorgulho-da-cana-de-açúcar (Sphenophorus levis) | 1.000 -1.400 g/ha | |||
Cigarrinha-das-raízes (Mahanarva fimbriolata) | 800 - 1.000 g/ha | |||
Cultura | Alvo biológico Nome comum (Nome científico) | Doses Produto Comercial (g/ha) | Volume de calda | Número máximo de aplicação |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Cupins (Heterotermes tenuis) e Gorgulho-da-cana-de-açúcar (Sphenophorus levis): O produto deve ser pulverizado sobre os toletes colocados no sulco de plantio, uma aplicação por ciclo. Cigarrinha-das-raízes (Mahanarva fimbriolata): A aplicação foliar é feita logo após o aparecimento da praga, direcionada a base da touceira e solo com uma aplicação por ciclo. | ||||
Crisântemo | Tripes (Thrips palmi) | 100 g/ha | Terrestre: 500 – 1000 L/ha | 02 |
INÍCIO, ÉPOCA E INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES: A aplicação é feita logo após o aparecimento da praga, repetir a aplicação após 7 dias, caso ocorra reinfestação. A aplicação de produtos à base de imidacloprido para a cultura do crisântemo é exclusiva para cultivos protegidos e/ou estufas. | ||||
Fumo (canteiro) | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 15 g / 50 m2 | Terrestre: Dilui-se a dose recomendada em 40 L de água e fazem-se aplicações na forma de rega | 02 |
Broca-do-fumo (Faustinus cubae) | ||||
INÍCIO, ÉPOCA E INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES: Rega, tratamento de canteiro, são feitas duas aplicações, a primeira logo após a semeadura e a segunda 45 dias após. | ||||
Fumo (lavoura) | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 360 g /ha | Terrestre: 180 – 240 L/ha | 01 |
Broca-do-fumo (Faustinus cubae) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicação é feita logo após o transplante da muda, sob forma de esguicho ou drench, uma aplicação por ciclo. Coloca- se um saquinho de 30 g em um pulverizador costal, faz-se uma única aplicação logo após o transplante com jato dirigido planta a planta (esguicho) de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo. Recomenda-se de 10- 15 mL de calda/planta, gastando-se 180 a 240 L calda/ha, o que corresponde a 12 cargas de 15 ou 20 L do pulverizador costal, respectivamente. | ||||
Melão | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 300 g/ha | Terrestre: 167 L/ha | 01 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: A aplicação é feita logo após a emergência da planta, sob forma de esguicho volume de calda de 10-15 mL /cova. Usar pulverizador costal manual sem a ponta do bico e adaptado com dosador (tubo plástico em forma de cachimbo) que permita aplicar em jato dirigido 15 mL de calda/planta (atingindo caule e escorrendo até o solo). | ||||
Repolho | Pulgão-da-couve (Brevicoryne brassicae) | 200 g/ha | Terrestre: 10 – 15 mL/planta | 01 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: A aplicação é feita logo após o transplante, sob a forma de esguicho. A cultura tratada com produtos à base de imidacloprido deve ser colhida sempre antes do seu período de floração. | ||||
Cultura | Alvo biológico Nome comum (Nome científico) | Doses Produto Comercial (g/ha) | Volume de calda | Número máximo de aplicação |
Uva | Cochonilha-pérola-da-terra (Eurhizococcus brasiliensis) | 0,3 - 0,6 g/planta | Terrestre: 2 L/planta | 01 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Para Cochonilha-pérola-da-terra (Eurhizococcus brasiliensis): Aplicação no solo na forma de rega, ao redor da base das plantas, com sugestão de vazão de 2 L por planta. Realizar a aplicação de preferência nos meses de novembro a janeiro em solo úmido, no período das chuvas. Não utilizar a aplicação foliar e o jato dirigido na mesma safra. | ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Dactynotus sonchi | Pulgão-da-alface, Pulgão-da-serralha | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Heterotermes tenuis | Cupins | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Crisântemo | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Fumo | Faustinus cubae | Broca-do-caule-do-tomateiro, Broca-do-fumo | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Milho | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Pastagens | Deois flavopicta | Cigarrinha-das-pastagens, Cigarrinha-dos-capinzais | Ver detalhes |
| Repolho | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Soja | Euschistus heros | Percevejo-marrom | Ver detalhes |
| Uva | Eurhizococcus brasiliensis | Cochonilha-pérola-da-terra, Margarodes | Ver detalhes |
NUPRID BR pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores manuais, motorizados e tratorizado, por imersão, rega, irrigação por gotejamento, esguicho conforme recomendações para cada cultura.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterada considerando as especificações técnicas do mesmo.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador em até 3/4 de sua capacidade com água de boa qualidade, livre de terra, argila ou matéria orgânica, a presença destes materiais pode reduzir a eficácia do produto. Ligar o agitador e adicionar o produto de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação
No caso de aplicação por irrigação por gotejamento considerar a área a ser irrigada, calcular e dosar a quantidade do produto necessária para a aplicação da dose recomendada por hectare, seguindo a recomendação do fabricante do sistema de irrigação e injeção.
Aplicação Costal
Para as aplicações com equipamentos costais, manuais ou motorizados deve ser utilizados pulverizadores dotados com ponta ou bicos que produzam jatos leque (jato plano), visando produção de gotas médias a grossa possibilitando uma cobertura uniforme em toda a área tratada.
Aplicação via esguicho (drench):
Aplicar o produto diluído em água na forma de jato dirigido planta a planta (esguicho) através de pulverizador manual, motorizado ou tratorizado, de forma que o produto atinja o caule e escorra até o
solo, utilizando o volume de calda por planta e a dosagem recomendada por hectare do produto para o cultivo.
Imersão e Rega:
Proceder a imersão das bandejas com as mudas durante um período de 30 segundos, em seguida retirá- las e deixar escorrer o excesso de calda por um período de 2 minutos.
Rega: aplicar o produto sobre a planta, nas doses recomendadas, utilizando o volume de 1L de calda/m².
Irrigação por gotejamento:
Iniciar a injeção da calda com o produto após o completo funcionamento do sistema de irrigação. Seguir as instruções do fabricante do sistema de irrigação para a melhor utilização do sistema dosador e de injeção, além da correta regulagem deste equipamento.
A injeção dos produtos pode ser efetuada utilizando-se diferentes métodos e equipamentos. Porém, independentemente do método adotado, a qualidade dos resultados obtidos na irrigação por gotejamento depende do cálculo correto de variáveis como taxa de injeção, quantidade do produto a ser injetada, volume do tanque de injeção, dose do produto a ser aplicada na área irrigada, concentração do produto na água de irrigação, entre outros.
Além dos cálculos operacionais feitos corretamente, é necessário assegurar-se de que o sistema, tanto de irrigação quanto de injeção, está funcionando de acordo com os parâmetros para os quais está ajustado, ou seja, que a vazão calculada corresponde àquela efetiva no sistema ou que a taxa de injeção desejada estará realmente ocorrendo no campo. Portanto, tão importante quanto os cálculos operacionais, é também proceder à calibração periódica dos equipamentos.
Jato Dirigido:
Utilizar pulverizador autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido ao sulco de plantio, sobre os "toletes", adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura dos “toletes”. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. Procedendo-se a cobertura imediatamente após aplicação.
Pulverizadores de barra ou autopropelidos
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e condições meteorológicas (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independentemente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle. A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições meteorológicas e grau de infestação das plantas infestantes podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições meteorológicas desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de Vento, Temperatura e Umidade e Inversão Térmica.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de segurança |
Alface | 14 dias |
Café | 45 dias |
Cana-de-açúcar | Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego |
Crisântemo | UNA – Uso não alimentar |
Fumo | UNA – Uso não alimentar |
Melão | 14 dias |
Repolho | 50 dias |
Uva (solo) | 60 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO:
O NUPRID 700 WG é um inseticida sistêmico com ação de contato e ingestão, usado nas culturas, alvos e dosagens abaixo relacionadas:
Culturas | Alvo biológico Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (g/ha) | Volume de calda | Número máximo de aplicações | Intervalo entre as aplicações (Em dias) |
Alface | Pulgão-da-alface (Dactynotus sonchi) | 200 - 300 g/ha | Costal: 10 – 15 ml/planta (Jato Dirigido) | 1 | --- |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: A aplicação é feita logo após o transplante da muda, sob forma de esguicho, uma aplicação por ciclo. Usar pulverizador costal manual sem a ponta do bico e adaptado com dosador (tubo plástico em forma de cachimbo) que permita aplicar em jato dirigido, atingindo caule e escorrendo até o solo. A cultura tratada com produtos à base de imidacloprido deve ser colhida sempre antes do seu período de floração. | |||||
Algodão | Pulgão-do – algodoeiro (Aphis gossypii) | 70 g/ha | Tratorizado: 40 – 300 L/ha | 3 | 13 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Para as variedades não sensíveis às viroses, deve-se iniciar o controle quando for encontrado 30% de plantas infestadas com colônias de pulgões. Para as variedades sensíveis às viroses, deve-se iniciar o controle quando forem encontrados entre 1 e 5 pulgões/planta. Em ambos os casos, se necessário, devem ser feitas até 2 reaplicações com intervalos de 13 dias quando os níveis de controle citados anteriormente forem novamente alcançados. Faixa de segurança: durante a aplicação é obrigatório que o aplicador resguarde uma faixa de 19 metros da bordadura do cultivo e utilize pontas de pulverização aptas a produzirem gotas finas a média/grossa. | |||||
Costal (Jato Dirigido): | |||||
Bicho-mineiro-do- café (Leucoptera coffeella) | Cafezais até 2 anos: 15 - 50 mL/planta; | ||||
Café | 1.000 -1.250 g/ha | Cafezais com mais de 2 anos: 50 mL/planta; | 1 | --- | |
Cigarra-do-cafeeiro (Quesada gigas) | Tratorizado: Cafezais até 2 anos: 50 - 556L/ha; | ||||
Cafezais com mais de 2 anos: 167 - 556 L/ha; | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: O produto deve ser aplicado no solo no período de outubro a dezembro no período da estação chuvosa, após a floração, no máximo até BBCH 75 com solo com boa umidade. Realizar uma aplicação por safra em caso de reincidência, após o término de efeito residual, fazer a complementação com outros inseticidas foliares. Diluir o produto na dose recomendada por hectare em volume de água suficiente para aplicação de 50 mL/ planta (25 mL de cada lado da planta). Aplicar a calda em jato contínuo em ambos os lados da planta diretamente no solo sob a copa do cafeeiro, o solo deve estar limpo livre de folhas e plantas daninhas na região de aplicação que deve ser a região com a maior concentração de raízes. Usar pulverizador costal manual ou tratorizado com barra única e ponteira apropriada. O espaçamento entre linhas e entre plantas na cultura do café é variável em função do tipo de cultivar, clima, topografia, por isso: Em cultivares com adensamento de 3.333 plantas/ha utilizar dose de 0,3 a 0,37 g/planta (1000 – 1250 g/ha) Em cultivares com adensamento de 11.111 plantas/ha utilizar dose de 0,09 a 0,11 g/planta (1000 - 1250 g/ha) Caso haja outro espaçamento/adensamento na área, manter a dose estabelecida de produto comercial/ha, fazendo somente o cálculo (divisão) da dose/ha pelo número de plantas/ha que será igual a dose por planta a ser utilizada. A aplicação deve ser dirigida para o solo sob a saia do cafeeiro, utilizando-se pulverizador com bico único para alta vazão, sendo realizado no local de maior concentração de raízes. Aplicação com pulverizador costal manual com barra única apropriada sem a ponta do bico e adaptado com dosador (tubo plástico em forma de cachimbo) que permita aplicar em jato dirigido aplicada na região do colo da planta (atingindo caule e escorrendo até o solo). Aplicação tratorizada realizar de preferência nos dois lados da planta, na projeção da saia do cafeeiro, na região de maior acúmulo de raízes. Vazão de 50 a 556 L/ha. Aplicação via gotejo no solo sob a copa do cafeeiro via água de irrigação. | |||||
Cana-de- açúcar | Cupins (Heterotermes tenuis) | 800 - 1.400 g/ha | 200 – 400 L/ha | 1 | --- |
Gorgulho-da-cana- de-açúcar (Sphenophorus levis) | 1.000 -1.400 g/ha | ||||
Cigarrinha-das- raízes (Mahanarva fimbriolata) | 800 - 1.000 g/ha | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
direcionada a base da touceira e solo com uma aplicação por ciclo. | |||||
Cebola | Tripes-do-fumo (Thrips tabaci) | 100 g/ha | 500 – 800 L/ha | 4 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: A aplicação é feita logo após o aparecimento da praga, se necessário, devem ser feitas até 3 reaplicações com intervalos de 7 dias caso ocorra a reinfestação. Aplicação Foliar
Época de aplicação: as aplicações devem ser realizadas a partir do início do desenvolvimento vegetativo foliar da cultura antes do período de inflorescência e florescimento; A cultura tratada com produtos à base de imidacloprido deve ser colhida sempre antes do seu período de floração e destinada a produção de bulbos. | |||||
Não aplicar produtos à base de imidacloprido se a cultura for destinada à produção de sementes. | |||||
Crisântemo | Tripes (Thrips palmi) | 100 g/ha | 500 – 1000 L/ha | 2 | 7 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: A aplicação é feita logo após o aparecimento da praga, repetir a aplicação após 7 dias, caso ocorra reinfestação. A aplicação de produtos a base de imidacloprido para a cultura do crisântemo é exclusiva para cultivos protegidos e/ou estufas. | |||||
Fumo (canteiro) | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 5 g / 50 m2 | Dilui-se a dose recomendada em 40 L de água e fazem- se aplicações na forma de rega | 2 | 45 |
Broca-do-fumo (Faustinus cubae) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Rega, tratamento de canteiro, são feitas duas aplicações, a primeira logo após a semeadura e a segunda 45 dias após. | |||||
Melão | Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) | 300 g/ha | Costal: 150 - 200 L/ha (15 – 20 mL/planta) | 1 | --- |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: A aplicação é feita logo após a emergência da planta, sob forma de esguicho. Faixa de segurança: durante a aplicação é obrigatório que o aplicador resguarde uma faixa de 3 metros da bordadura do cultivo e utilize pontas de pulverização aptas a produzirem gotas finas a média/grossa. Fica restrita a aplicação por esguicho (drench) ou por gotejamento (drip), até 7 dias após o transplantio – no máximo até BBCH 13 (3ª folha verdadeira no caule principal desdobrada) e na dose máxima de 210 gramas de ingrediente ativo de imidacloprido/ha. | |||||
Repolho | Pulgão-da-couve (Brevicoryne brassicae) | 200 g/ha | 10 – 15 ml/planta | 1 | --- |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: A aplicação é feita logo após o transplante, sob a forma de esguicho. A cultura tratada com produtos à base de imidacloprido deve ser colhida sempre antes do seu período de floração. | |||||
Uva | Cochonilha-pérola- da-terra (Eurhizococcus brasiliensis) | 0,3 - 0,6 g/planta | 2 L/planta | 1 | --- |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Cochonilha-pérola-da-terra (Eurhizococcus brasiliensis): Aplicação no solo na forma de rega, ao redor da base das plantas, com sugestão de vazão de 2 L por planta. Realizar a aplicação de preferência nos meses de novembro a janeiro em solo úmido, no período das chuvas. Faixa de segurança: durante a aplicação é obrigatório que o aplicador resguarde uma faixa de 15 metros da bordadura do cultivo e utilize pontas de pulverização aptas a produzirem gotas médias a grossa. | |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Dactynotus sonchi | Pulgão-da-alface, Pulgão-da-serralha | Ver detalhes |
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Heterotermes tenuis | Cupins | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Crisântemo | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Feijão | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Fumo | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Repolho | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Tomate | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Uva | Eurhizococcus brasiliensis | Cochonilha-pérola-da-terra, Margarodes | Ver detalhes |
O NUPRID 700 WG pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores manuais, motorizados e tratorizados, por imersão, rega, irrigação por gotejamento, esguicho conforme recomendações para cada cultura.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterada considerando as especificações técnicas do mesmo.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador em até 3/4 de sua capacidade com água de boa qualidade, livre de terra, argila ou matéria orgânica, a presença destes materiais pode reduzir a eficácia do produto. Ligar o agitador e adicionar o produto de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação
No caso de aplicação por irrigação por gotejamento considerar a área a ser irrigada, calcular e dosar a quantidade do produto necessária para a aplicação da dose recomendada por hectare, seguindo a recomendação do fabricante do sistema de irrigação e injeção.
Aplicação Costal
Para as aplicações com equipamentos costais, manuais ou motorizados devem ser utilizados pulverizadores dotados com ponta ou bicos que produzam jatos leque (jato plano), visando produção de gotas médias a grossa possibilitando uma cobertura uniforme em toda a área tratada.
Aplicação via esguicho (drench):
Aplicar o produto diluído em água na forma de jato dirigido planta a planta (esguicho) através de pulverizador manual, motorizado ou tratorizado, de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo, utilizando o volume de calda por planta e a dosagem recomendada por hectare do produto para o cultivo.
Imersão e Rega:
Proceder a imersão das bandejas com as mudas durante um período de 30 segundos, em seguida retirá- las e deixar escorrer o excesso de calda por um período de 2 minutos.
Rega: aplicar o produto sobre a planta, nas doses recomendadas, utilizando o volume de 1L de calda/m².
Irrigação por gotejamento:
Iniciar a injeção da calda com o produto após o completo funcionamento do sistema de irrigação. Seguir as instruções do fabricante do sistema de irrigação para a melhor utilização do sistema dosador e de injeção, além da correta regulagem deste equipamento.
A injeção dos produtos pode ser efetuada utilizando-se diferentes métodos e equipamentos. Porém, independentemente do método adotado, a qualidade dos resultados obtidos na irrigação por gotejamento depende do cálculo correto de variáveis como taxa de injeção, quantidade do produto a ser injetada, volume do tanque de injeção, dose do produto a ser aplicada na área irrigada, concentração do produto na água de irrigação, entre outros.
Além dos cálculos operacionais feitos corretamente, é necessário assegurar-se de que o sistema, tanto de irrigação quanto de injeção, está funcionando de acordo com os parâmetros para os quais está ajustado, ou seja, que a vazão calculada corresponde àquela efetiva no sistema ou que a taxa de injeção desejada estará realmente ocorrendo no campo. Portanto, tão importante quanto os cálculos operacionais, é também proceder à calibração periódica dos equipamentos.
Jato Dirigido:
Utilizar pulverizador autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma cobertura uniforme. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Pulverizadores de barra ou autopropelidos
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e condições meteorológicas (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independentemente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle. A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições meteorológicas e grau de infestação do alvo podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições meteorológicas desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de Vento, Temperatura e Umidade e Inversão Térmica.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de segurança |
Alface | 14 dias |
Algodão | 30 dias |
Café | 45 dias |
Cana-de-açúcar | (1) Intervalo de segurança não determinado |
Cebola | 21 dias |
Crisântemo | UNA – Uso não alimentar |
Fumo | UNA – Uso não alimentar |
Melão | 14 dias |
Repolho | 50 dias |
Uva (solo) | 60 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas | Pragas | Dose de produto comercial | Nº máximo de aplicações | Modalidade de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Abacaxi | Cochonilha-do- abacaxi | (Dysmicoccus brevipes) | 300 g/100 L | 1 | Imersão de mudas por 3 minutos – pré- transplante. |
Cupim-de-monte | (Procornitermes striatus) | 600 a 800 g/ha(*) | 1 | Esguicho no solo / base da planta entre 45 e 60 dias após o transplante – 30 mL/planta. | |
Abobrinha | Mosca-branca Pulgão-das- inflorescências | (Bemisia tabaci raça B) (Aphis gossypii) | 400 a 600 g/ha(*) | 1 | Em esguicho, ou gotejo no solo, logo após a emergência da cultura. |
Amendoim | Tripes-do- amendoim | (Enneothrips flavens) | 100 a 140 g/ha(*) | 3 | Foliar (no início do aparecimento da praga). |
Alface | Pulgão-verde | (Myzus persicae) | 200 a 300 g/ha | 1 | Aplicar em forma de irrigação na bandeja de mudas, com 0,2 L de calda / bandeja de 288 furos ou 0,5 m2 em dose única antes do plantio da cultura. |
Algodão | Mosca-branca | (Bemisia tabaci raça B) | 120 a 200 g/ha(*) | 2 | Foliar. |
Pulgão-do- algodoeiro Tripes | (Aphis gossypii) (Frankliniella schultzei) | 100 a 200 g/ha(*) | 2 | Foliar. | |
Arroz | Bicheira-da-raiz- do-arroz Percevejo-do- colmo | (Oryzophagus oryzae) (Tibraca limbativentris) | 100 a 150 g/ha(*) | 2 | Foliar (logo após início de irrigação). |
Batata | Pulgão-verde Vaquinha-verde- amarela | (Myzus persicae) (Diabrotica speciosa) | 50 a 60 g/ha | 3 | Foliar. |
Pulgão–verde Vaquinha– verde–amarela Larva–arame Larva–alfinete | (Myzus persicae) (Diabrotica speciosa) (Conoderus scalaris) (Diabrotica speciosa) | 600 ou 800 g/ha | 2 | Aplicar 600 g/ha no sulco de plantio, ou 800 g/ha, antes da amontoa, em área total ou em jato dirigido na linha. Efetuar a amontoa logo após a aplicação. | |
Berinjela | Mosca-branca Tripes | (Bemisia tabaci raça B) (Frankliniella schultzei) | 400 a 600 g/ha(*) 600 g/ha | 1 | Em esguicho, ou gotejo no solo, logo após o transplante. |
Café | Cigarrinha | (Oncometopia facialis) | 2.000 g/ha | 1 | Esguicho no solo sob a copa do cafeeiro com 50 mL / planta. |
Bicho-mineiro | (Leucoptera coffeella) | 1.400 a 2.000 g/ha | 1 | Esguicho no solo sob a copa do cafeeiro com 50 mL / planta. | |
2.000 g/ha | 1 | Gotejo no solo sob a copa do cafeeiro via água de irrigação. | |||
Cigarra-do- cafeeiro | (Quesada gigas) | 1.400 g/ha | 1 | Esguicho no solo sob a copa do cafeeiro com 50 mL / planta. | |
Cochonilhas- farinhentas | (Dysmicoccus texensis) | 1.200 g/ha | 1 | Café Conillon: Esguicho no solo sob a copa do cafeeiro – 100 mL/planta. | |
Culturas | Pragas | Dose de produto comercial | Nº máximo de aplicações | Modalidade de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Cana-de- açúcar | Cigarrinha-das- raízes | (Mahanarva fimbriolata) | 1.000 g/ha | 1 | Aplicação no momento da colheita: Pulverização sobre a soqueira: Pulverizar diretamente sobre a linha de cultivo (soqueira das plantas) por ocasião da colheita, de forma que o produto fique abaixo da camada de palha. Aplicar em áreas com histórico de ocorrência da praga. |
Cupim- subterrâneo | (Heterotermes tenuis) | 400 a 800 g/ha | 1 | Pulverização no sulco, com um volume de 200 – 300 L /ha antes do plantio. | |
Citros | Cigarrinha-da- cvc | (Oncometopia facialis) | 3 g/planta (600 g/ha) | 2 | Jato dirigido ao tronco e solo sob a copa. |
Cochonilha- orthezia | (Orthezia praelonga) | 10 g/100 L de água + 0,5% de óleo ou 20 g/100 L de água sem óleo mineral. | 2 | Aplicação foliar utilizando-se de um volume de 15 Litros por planta de forma a atingir todas partes da planta. | |
Cochonilha- parlatoria | (Parlatoria cinerea) | 3 g/planta | 2 | Aplicação no tronco e ramos com calda de 0,5 L/planta suficiente para molhar sem escorrimento. | |
Cochonilha- pardinha | (Selenaspidus articulatus) | 3 g/planta | 1 | Aplicação no tronco e ramos com calda de 0,5 L/planta suficiente para molhar sem escorrimento, ou em pulverização no solo de 0,2 L / planta na área de projeção da copa. No caso de aplicação em solo efetuar as mesmas no período chuvoso para melhor penetração do produto no solo. | |
Psilídeo | (Diaphorina citri) | ||||
Crisântemo (*****) | Tripes | (Thrips palmi) | 400 g/ha | 3 | Foliar. |
Eucalipto | Cupim | (Aparatermes abbreviatus) | 300 g/100 litros de água | 1 | Imersão de mudas. |
Vespa-da-galha | (Leptocybe invasa) | 300 g/100 litros de água | 1 | Aplicação foliar. | |
Ervilha | Mosca-branca | (Bemisia tabaci raça B) | 20 g/100 L de água. | 3 | Aplicação foliar em forma de pulverização com um volume de calda de 600 a 800 L/ha. |
Mosca-branca Vaquinha-verde- amarela Tripes-do- prateamento Pulgão | (Bemisia tabaci raça B) (Diabrotica speciosa) (Caliothrips brasiliensis) (Aphis craccivora) | 150 a 200 g/ha | 2 | Aplicação foliar em forma de pulverização com um volume de calda de 600 a 800 L/ha. | |
Feijão | Mosca-branca Cigarrinha-verde Vaquinha-verde- amarela | (Bemisia tabaci raça B) (Empoasca kraemeri) (Diabrotica speciosa) | 100 a 200 g/ha(*) 100 a 200 g/ha(*) 150 a 200 g/ha(*) | 2 | Foliar ou via pivot. |
Culturas | Pragas | Dose de produto comercial | Nº máximo de aplicações | Modalidade de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Feijão- vagem | Mosca-branca | (Bemisia tabaci raça B) | 600 g/ha | 1 | Em esguicho, ou gotejo no solo, logo após a emergência. |
Fumo | Pulgão-do-fumo | (Myzus nicotianae) | 0,6 g/m2 | 1 | Aplicação no canteiro de mudas. |
Pulgão-do-fumo Broca-do-fumo Pulga-do-fumo | (Myzus nicotianae) (Faustinus cubae) (Epitrix fasciata) | 600 a 800 g/ha | 1 | Esguicho, ou gotejo no solo. | |
Pulgão-do-fumo Broca-do-fumo Pulga-do-fumo | (Myzus nicotianae) (Faustinus cubae) (Epitrix fasciata) | 840 g/ha | 1 | Rega nas bandejas de mudas pré-transplante 400 mL/bandeja. | |
Melancia | Mosca-branca Pulgão-das- inflorescências | (Bemisia tabaci raça B) (Aphis gossypii) | 60 a 120 g/ha(*) 100 a 200 g/ha(*) | 3 | Foliar. |
400 a 600 g/ha(*) | 1 | Esguicho no solo, ou gotejo no solo. | |||
Melão | Mosca-branca Pulgão-das- inflorescências | (Bemisia tabaci raça B) (Aphis gossypii) | 60 a 120 g/ha(*) | 2 | Foliar. |
400 a 600 g/ha(*) | 1 | Em esguicho, ou gotejo no solo, logo após a emergência. | |||
Morango | Pulgão-do- morangueiro | (Captophorus fragaefolii) | 10 g/100 L | 3 | Em pulverização foliar(***) |
Pepino | Mosca-branca Pulgão-das- inflorescências Pulgão-verde | (Bemisia tabaci raça B) (Aphis gossypii) (Myzus persicae) | 400 a 600 g/ha(*) | 1 | Em esguicho, ou gotejo no solo logo após a emergência. |
Pimentão | Mosca-branca Pulgão-verde Vaquinha-verde- amarela | (Bemisia tabaci raça B) (Myzus persicae) (Diabrotica speciosa) | 400 a 600 g/ha(*) | 1 | Em esguicho, ou gotejo no solo, logo após a emergência. |
Plantas Ornamentai s (*****) (1) | Tripes | (Thrips palmi) | 400 g/ha | 3 | Foliar. |
Repolho | Mosca-branca | (Bemisia tabaci raça B) | 20 g/100 L de água | 3 | Foliar. |
800 g/ha | 1 | Em esguicho, ou gotejo no solo, logo após a emergência. | |||
Pulgão-da-couve | (Brevicoryne brassicae) | 50 g/ha | 3 | Foliar. | |
200 a 300 g/ha | 1 | Em esguicho, ou gotejo no solo logo após a emergência. | |||
Tomate | Mosca-branca | (Bemisia tabaci raça B) | 16 a 20 g/ 100 L de água(*) | 2 | Foliar. |
Pulgão-verde | (Myzus persicae) | 12 a 15 g/100 L de água(*) | 2 | ||
Tripes | (Frankliniella schultzei) | 16 a 20 g/100 L de água. | 2 | Foliar, no início do aparecimento da praga. | |
800 g/ha | 1 | Em esguicho, ou gotejo no solo logo após o transplante. | |||
Pragas | Dose de produto comercial | Nº máximo de aplicações | Modalidade de aplicação | ||
Culturas | Nome Comum | Nome Científico | |||
Tomate | 0,6 g/m2(****) | 1 | Aplicação em canteiro, 4 dias antes do transplantio. | ||
Trigo | Pulgão-verde- dos-cereais | (Rhopalosiphum graminum) | 75 g/ha | 2 | Em pulverização foliar. |
Uva | Pérola-da-terra | (Eurhizococcus brasiliensis) | 680 g/ha(**) | 2 | Rega ao redor da base das plantas nos meses de novembro e janeiro 1 L/planta. |
Se a praga já estiver presente em população alta, inclusive nas culturas adjacentes, ou em cultivares suscetíveis à transmissão de viroses, usar a dose maior, tanto na aplicação foliar quanto em esguicho ou via gotejamento no solo.
(*****) Devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas pragas indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala.
(1) De acordo com a adoção de agrupamento de culturas em plantas ornamentais, consideram-se plantas ornamentais todos os vegetais não-comestíveis, cultivados com finalidade comercial, podendo incluir mudas, plantas cortadas ou envasadas, herbáceas, arbustivas ou arbóreas, destinadas unicamente para ornamentação ou para revestimento de superfícies de solo (ação protetiva) (INC nº 1, de 08/11/2019).
“O ACTARA 250 WG, NIRVANA na dose recomendada apresenta efeito bioativador melhorando o desenvolvimento das plantas (velocidade de brotação, sistema radicular, parte aérea). Por estes motivos, as plantas poderão resistir melhor as adversidades climáticas, mantendo o seu potencial produtivo".
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Dysmicoccus brevipes | Cochonilha-do-abacaxi, Cochonilha-pulverulenta-do-abacaxi | Ver detalhes |
| Abobrinha | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Alface | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Algodão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Amendoim | Enneothrips flavens | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-bronzeamento | Ver detalhes |
| Arroz | Oryzophagus oryzae | Bicheira-da-raiz-do-arroz, Gorgulho-aquático-do-arroz | Ver detalhes |
| Batata | Conoderus scalaris | Larva-arame, Verme-arame | Ver detalhes |
| Berinjela | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Café | Quesada gigas | Cigarra-do-cafeeiro | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Heterotermes tenuis | Cupins | Ver detalhes |
| Citros | Oncometopia facialis | Cigarrinha-da-cvc | Ver detalhes |
| Crisântemo | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Ervilha | Caliothrips brasiliensis | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-prateamento | Ver detalhes |
| Eucalipto | Aparatermes abbreviatus | Cupim | Ver detalhes |
| Feijão | Empoasca kraemeri | Cigarrinha, Cigarrinha-verde | Ver detalhes |
| Feijão-vagem | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Fumo | Myzus nicotianae | Pulgão, Pulgão-do-fumo | Ver detalhes |
| Melancia | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Melão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Morango | Capitophorus fragaefolli | Pulgão-do-morangueiro | Ver detalhes |
| Pepino | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Pimentão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Plantas Ornamentais | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Repolho | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tomate | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Trigo | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-da-espiga, Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
| Uva | Eurhizococcus brasiliensis | Cochonilha-pérola-da-terra, Margarodes | Ver detalhes |
/bandeja de 288 furos ou 0,5 m2.
Algodão: Pulverização terrestre: Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volumes de aplicação ao redor de 100 L/ha.
Aplicação aérea / parâmetros a serem observados:
Largura da faixa de aplicação – 15 m (Aeronave tipo Ipanema). Volume de aplicação – 30 a 50 L/ha.
Densidade de gotas – 20 a 30 gotas / cm². Tamanho das gotas (DMV) – 200 a 400 µm. Altura de voo – 2 a 4 m acima do alvo.
Condições meteorológicas:
Temperatura do ar: Abaixo de 30° C.
Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Entre 5 e 18 Km/h.
Observações:
Evitar sempre os horários que estiverem com turbulência forte, inversões térmicas e correntes de convecção.
Obedecer ao regulamento previsto na Portaria 009 do Decreto Lei 86765 do Ministério da Agricultura.
Batata: Aplicar 600 g/ha no sulco de plantio, ou 800 g/ha, antes da amontoa, em área total ou em jato dirigido na linha. Efetuar a amontoa logo após a aplicação. Aplicação foliar: Utilizar pulverizador costal ou motor estacionário com volumes de calda variando de 200 a 400 L/ha, no início da infestação.
Para Cigarrinha:
Aplicação terrestre:
Jato dirigido em ambos os lados da linha de plantio, de modo a atingir as ninfas, protegidas pela espuma, alojadas na base das plantas.
Realizar aplicação única por ocasião da colheita:
Pulverização sobre a soqueira (com diluição): Pulverizar o produto sobre a soqueira das plantas por ocasião da colheita, utilizando volumes de calda entre 50 a 100 L/ha.
Aplicação aérea: Somente em condição de cana fechada, quando não mais permitir aplicação tratorizada.
Aplicação aérea / parâmetros a serem observados:
Largura da faixa de aplicação – 15 m (Aeronave tipo Ipanema). Volume de aplicação – 30 a 50 L/ha.
Densidade de gotas – 20 a 30 gotas/cm². Tamanho das gotas (DMV) – 200 a 400 µm. Altura de voo – 2 a 4 m acima do alvo.
Condições meteorológicas:
Temperatura do ar: Abaixo de 30° C.
Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Entre 5 e 18 Km/h.
Observações:
Evitar sempre os horários que estiverem com turbulência forte, inversões térmicas e correntes de convecção.
Obedecer ao regulamento previsto na Portaria 009 do Decreto Lei 86765 do Ministério da Agricultura.
Para Cupim: Aplicação sobre os colmos (mudas) no sulco de plantio, cobrindo-os logo após o tratamento.
Para cochonilhas-farinhentas: Fazer uma aplicação a partir de julho dependendo da presença da praga na cultura. Fazer aplicação em esguicho utilizando volume de calda de 100 mL por planta. Aplicação em esguicho ou “Drench”: Diluir o produto na dose recomendada por ha em volume de água suficiente para aplicação de 50 mL/planta (metade em cada lado da planta). Usar pulverizador costal manual ou equipamento tratorizado corretamente calibrado e adaptado para aplicação no solo limpo, sob a copa do cafeeiro. Para cochonilhas-farinhentas: Diluir o produto na dose recomendada por ha em volume de água suficiente para aplicação de 100 mL/planta (metade em cada lado da planta). Usar pulverizador costal manual ou equipamento tratorizado corretamente calibrado e adaptado para aplicação no solo limpo, sob a copa do cafeeiro.
Aplicação via água de irrigação por gotejo: Considerar a área abrangida por turno de rega, calcular e administrar a quantidade de produto necessária para a aplicação da dose recomendada por ha; seguir as instruções do fabricante para a regulagem do equipamento dosador.
Aplicação dirigida ao tronco da planta, com 50 mL de calda por planta, a 20 cm do solo.
aplicação em sulcos (de 5 cm de profundidade) sob a copa, em ambos os lados da planta, fechando-os logo após o tratamento. Para controle de Cochonilha-Orthezia: Aplicação via pulverização, procurando atingir toda a copa das plantas com um volume de 15 litros/planta. Melhor efeito de controle é obtido com a adição de 0,5% de óleo mineral. Para controle de Cochonilha-parlatoria, Cochonilha-pardinha e Psilídeo: Aplicação no tronco e ramos com um gasto em torno de 0,5 litro/planta, volume de calda suficiente para uma boa cobertura; ou em pulverização no solo na projeção da copa das plantas com volume em torno de 200 L/ha.
Cupim: Colocar as bandejas contendo as mudas em um estrado, e fazer a imersão, de preferência por meio mecânico, ou seja, através de uma talha (roldana), baixando a bandeja sobre o tambor contendo a calda inseticida. Após a imersão, deixar escorrer para o tambor, o excesso da calda, antes de levar as mudas para o campo.
Vespa-da-galha: Aplicar 300 g/100L em pulverização foliar, no aparecimento da praga, com volume de calda de 10 mL/m2.
Feijão: Pulverização terrestre: Recomenda-se utilizar barra tratorizada ou pulverizador costal com volumes de água de 100 a 200 L/ha. Pulverização por pivot: Utilizar os parâmetros requeridos para essas modalidades de aplicação.
Quando aplicado na forma de esguicho na base da planta, irrigar imediatamente após a aplicação.
Pulgão-do-algodoeiro: As aplicações de ACTARA 250 WG, NIRVANA deverão seguir amostragens, onde avalia-se a porcentagem de plantas atacadas, considerando como planta atacada aquela que tiver pelo menos uma colônia se formando. Em cultivares suscetíveis ao mosaico das nervuras, em áreas sem a presença de plantas com “doença-azul” pode-se tolerar de 5 a 10% de plantas atacadas. Em áreas com 2 a 6% de plantas com “doença-azul” pode-se tolerar até 3 a 5% de plantas atacadas.
Dedicar atenção especial às reboleiras iniciais ou em áreas de risco (próximas a soqueiras não destruídas, do ano anterior, de lavouras infestadas, ou até lavouras com cultivares tolerantes, em altas infestações).
As avaliações das aplicações de ACTARA 250 WG, NIRVANA deverão ser feitas 2 dias após sua aplicação sempre considerando as colônias. Para cultivares tolerantes ou resistentes ao mosaico-das-nervuras, a tolerância é de até 40% de plantas atacadas. Cuidados deverão ser tomados nestas áreas para não ser foco de disseminação para áreas de variedades suscetíveis. A dose de ACTARA 250 WG, NIRVANA de 100 g do produto comercial por hectare é recomendada para as cultivares tolerantes à virose, e 200 g/ha para as suscetíveis à virose.
Arroz: Bicheira-da-raiz-do-arroz: Uma única aplicação logo após o início de irrigação. Percevejo- do-colmo: No início do aparecimento da praga. Se necessário fazer até 2 aplicações.
Vaquinha-verde-amarela: Iniciar as pulverizações quando for constatada a entrada dos primeiros adultos na lavoura. Repetir quando necessário, até 3 vezes nas aplicações foliares e 2 nas aplicações ao solo.
Cochonilhas-farinhentas: Realizar aplicação única a partir de julho dependendo do histórico de ataque da praga na área.
Cana-de-açúcar: Cigarrinha-das-raízes: 1 aplicação dirigida em linha, nos 2 lados das fileiras de plantas. Cupim: Uma aplicação no sulco, durante o plantio.
Feijão: Mosca-branca: Iniciar as aplicações logo no início da infestação. O número de aplicações depende da pressão da praga. As aplicações poderão ser repetidas até 2 vezes.
Evite o plantio de feijão junto a lavouras antigas de feijão ou soja. Nestas condições, quando da colheita destas áreas, haverá uma migração muito grande de Mosca-branca para a nova cultura, tornando inevitável a transmissão da virose. Para evitar pulverizações excessivas na fase de emergência e desenvolvimento inicial, torna-se imprescindível o tratamento de sementes com um produto efetivo contra a Mosca-branca. Na ausência de um bom tratamento de sementes ou com sementes tratadas com produtos não específicos para Mosca-branca, poderá haver introdução da virose. Nessas condições, quando houver 60% de plântulas emergidas, aplicar um produto de contato para eliminar a população adulta migrante. Após a emergência total da cultura, iniciar as aplicações de ACTARA 250 WG, NIRVANA, com intervalos de 7 dias.
Vaquinha-verde-amarela: Iniciar as aplicações quando for verificada a presença de adultos no campo.
Fumo: Canteiro: Para proteção das plantas no período inicial pré e pós-transplante, recomenda- se a aplicação na dose de 0,6 g/m2 de canteiro, no estádio de 4 a 6 folhas. Campo (esguicho no solo): Aplicar logo após o transplante. Usar a dose menor quando o produto for aplicado 30 dias após o transplante. Se a aplicação for feita imediatamente após o transplante, usar a dose maior. Rega de mudas em bandeja: Uma aplicação 2 dias antes do transplante na forma de rega sobre as mudas.
Melancia: Aplicação via esguicho: Realizar uma única aplicação via esguicho na base das plantas logo após emergência. Aplicação foliar: As aplicações deverão ser realizadas logo no início da infestação. Repetir até 3 vezes a intervalos de 7 dias, dependendo da infestação.
Cultura | Dias |
Abacaxi (solo) | 60 dias |
Abacaxi (imersão) | (1) |
Abobrinha (solo) | 45 dias |
Alface (foliar) | 40 dias |
Algodão | 21 dias |
Amendoim | 42 dias |
Arroz | 21 dias |
Batata (foliar) | 10 dias |
Batata (solo) | 89 dias |
Berinjela (solo) | 40 dias |
Café | 90 dias |
Cana-de-açúcar (foliar) | 30 dias |
Cana-de-açúcar (solo) | (1) |
Citros (foliar) | 14 dias |
Citros (tronco) | 180 dias |
Crisântemo | UNA |
Ervilha (foliar) | 3 dias |
Eucalipto | UNA |
Feijão | 14 dias |
Feijão-vagem (solo) | 60 dias |
Fumo | UNA |
Melancia (foliar e solo) | 14 dias |
Melão (foliar) | 7 dias |
Melão (solo) | 64 dias |
Morango | 1 dia |
Pepino (solo) | 45 dias |
Pimentão (solo) | 46 dias |
Plantas Ornamentais | UNA |
Repolho (foliar) | 7 dias |
Repolho (solo) | 70 dias |
Tomate (foliar) | 3 dias |
Tomate (solo) | 10 dias |
Trigo | 42 dias |
Uva | 45 dias |
Não determinado devido a modalidade de uso.
UNA - uso não alimentar.
24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade de reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes deste período, usar macacão de mangas compridas, luvas e botas.
Cultura | Pragas Controladas | Estádio da cultura | Dose | Nº máximo de aplicações | Volume de calda | Equipamento de aplicação | Intervalo de Segurança (dias) | ||
Nome comum | Nome científico | Nº de plantas/ha | Produto Comercial | 1 | 100 - 150 mL/muda | Jato Dirigido (Esguicho/Drench) | 45 | ||
Café | Bicho- mineiro-do- café | Leucoptera coffeella | ≥ 2anos | 1800 - 4000 4000 - 6000 ≥ 6000 | 1,0 Kg/ha 1,2 Kg/ha 1,3 Kg/ha | ||||
Cigarra-do- cafeeiro | Quesada gigas | ||||||||
Mosca-das- raízes | Chiromysa vittata | ||||||||
Bicho- mineiro-do- café | Leucoptera coffeella | ≤ 2 anos | - | 0,05 g/planta | 15 - 50 mL/muda | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar a aplicação no período de outubro a dezembro, podendo variar de acordo com a região de cultivo, no início da estação chuvosa com o solo úmido, dependendo do histórico de pressão na região e do estágio de desenvolvimento do cafezal. Aplicar após florescimento, onde identificamos as pétalas caídas e secas, no máximo até estádio de chumbinho. Utilizar a maior dose de acordo com a densidade de plantas/ha ou em regiões com maiores índices de infestação. Em caso de reincidência, utilizar outros inseticidas com mecanismos de ação distintos e recomendados para a cultura via solo ou foliar. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura. Para plantas acima de 2 anos de desenvolvimento não deverá ser usado densidade MENOR do que 1800 plantas/ha. Não deve ser utilizado Premier® em combinação com qualquer outro produto formulado a base de imidacloprido durante o ciclo da cultura. | |||||||||
Uva | Cochonilha- pérola-da- terra | Eurhizococcus brasiliensis | 1 ano | - | 0,2 g/planta | 1 | 2L/planta | Jato Dirigido (Esguicho/Drench) | 60 |
2 anos | - | 0,3 g/planta | |||||||
≥ 3 anos | - | 0,6 g/planta | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Na cultura da uva a aplicação é feita, com boa umidade no solo, durante o mês de novembro, podendo variar de acordo com a região de cultivo. A dose pode variar de acordo com o estágio de desenvolvimento e a idade da cultura. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultivo. A aplicação em jato dirigido/esguicho (drench) deverá ser feita somente após a floração, no período de frutificação e limpeza dos cachos, com bagas do tamanho chumbinho na maioria das plantas. | |||||||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Café | Chiromyza vittata | Berne-das-raízes, Mosca-das-raízes | Ver detalhes |
| Uva | Eurhizococcus brasiliensis | Cochonilha-pérola-da-terra, Margarodes | Ver detalhes |
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Aplicar o produto diluído em água na forma de jato dirigido planta a planta (esguicho) através de pulverizador manual, motorizado ou tratorizado, de forma que o produto atinja o solo ao redor do caule da planta ou em jato contínuo, na área de maior concentração das raízes sob a projeção da copa. A calda deve penetrar imediatamente ao solo. Remover plantas invasoras do local antes da aplicação.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de instruções de uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura.
Respeitar as condições meteorológicas adequadas a boa aplicação. Evite situações com médias de temperatura superior a 30°C, de umidade relativa inferior a 55% e de velocidade média do vento acima de 10 km/h. Nunca aplique quando o vento estiver com velocidade inferior a 3 km/h (condições para a ocorrência de inversão térmica ou correntes convectivas).
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
Inferior a 30°C | Superior a 55% | Entre 3 e 10km/h |
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível (média a grossa), buscando- se aliar segurança da aplicação e eficácia do tratamento.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use, preferencialmente, a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva como as pontas com indução de ar por exemplo.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A aplicação deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Aplicação deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral.
Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites frias com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo.
No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Utilize técnicas de redução de deriva.
Consulte um engenheiro agrônomo. O mesmo poderá alterar as condições da aplicação, visando aumentar a segurança, sem comprometer sua eficácia.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

