O herbicida Aurora® pertence à classe pós-emergente, seletivo condicional de ação não sistêmica, recomendado para o controle de plantas infestantes conforme recomendações abaixo:
Culturas | Plantas infestantes Nome comum / científico | Dose de produto comercial mL/ha | Volume de calda L/ha(1) | Época de aplicação | No de aplicação por ciclo da cultura |
Algodão | Trapoeraba Commelina benghalensis | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e em pós-emergência cultura, através de jato dirigido, ou no pré-plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). | 1 |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Desfolhante da cultura | 100 –150 + 1,0% de óleo mineral | Aplicação 7 a 12 dias antes da colheita. | |||
Arroz-irrigado | Pelunco, Cuminho | 75 –100 (Pulverizado) 300 – 375 (Benzedura) | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e em pós-emergência cultura, ou no pré-plantio da cultura (dessecação). | 1 |
Fimbristylis miliaceae | |||||
Sagitária Sagittaria montevidensis | 100 –125 (Pulverizado) 375 – 500 (Benzedura) | ||||
Cruz-de-malta Ludwigia octovalvis | |||||
Pavoa Heteranthera reniformis | |||||
Junquinho Cyperus difformis |
Culturas | Plantas infestantes Nome comum / científico | Dose de produto comercial mL/ha | Volume de calda L/ha(1) | Época de aplicação | No de aplicação por ciclo da cultura |
Batata | Corda-de-viola Ipomoea purpurea | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação). | 1 |
Dessecante das ramas da batata | 100 – 125 + 0,5% de óleo mineral | Aplicar na dessecação das ramas. | |||
Café | Trapoeraba Commelina benghalensis | 75 – 125 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) | Aplicação na pós-emergência das plantas infestantes. | 1 |
Citros | Trapoeraba Commelina benghalensis | 75 – 125 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) | Aplicação na pós-emergência das plantas infestantes. | 1 |
Milho | Trapoeraba Commelina benghalensis | 25 – 31,2 | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e na pré-emergência da cultura. | 1 |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). | |||
Soja | Trapoeraba Commelina benghalensis | 25 – 31,2 | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e na pré-emergência da cultura. | 1 |
Culturas | Plantas infestantes Nome comum / científico | Dose de produto comercial mL/ha | Volume de calda L/ha(1) | Época de aplicação | No de aplicação por ciclo da cultura |
Soja | Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). | 1 |
Cana-de-açúcar | Corda-de-viola Ipomoea guamocli | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação) | 1 |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Caruru Amaranthus retroflexus | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 50-75 + 0,5% de óleo mineral | Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e na pós-emergência inicial da cultura. | |||
Corda-de-viola Ipomoea nil | |||||
Esqueleto Ipomoea guamoclit | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis |
Culturas | Plantas infestantes Nome comum / científico | Dose de produto comercial mL/ha | Volume de calda L/ha(1) | Época de aplicação | No de aplicação por ciclo da cultura |
Cana-de-açúcar | Trapoeraba Commelina benghalensis | 75-125 + 0,5% de óleo minera | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e na pós-emergência inicial da cultura, através de jato dirigida nas entre linhas. | 1 |
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Corda-de-viola Ipomoea heredifolia | |||||
Corda-de-viola Ipomoea purpurea | 100 – 200 + 0,5% de óleo mineral | Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura (pré- colheita). | |||
Corda-de-viola Ipomoea heredifolia | |||||
Esqueleto Ipomoea guamoclit | |||||
Maturador | 150 – 200 | Aplicação antes da colheita. | |||
Mandioca | Beldroega Portulaca oleracea | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) | Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. | 1 |
Caruru Amaranthus retroflexus | |||||
Corda-de-viola Ipomoea purpurea | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia |
Culturas | Plantas infestantes Nome comum / científico | Dose de produto comercial mL/ha | Volume de calda L/ha(1) | Época de aplicação | No de aplicação por ciclo da cultura | |
Mandioca | Corda-de-viola Ipomoea guamoclit | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) | Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e da cultura. | 1 | |
Corda-de-viola Ipomoea heredifolia | ||||||
Corda-de-viola Ipomoea nil | ||||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||||
Eucalipto | Dessecação (pré-plantio) | Trapoeraba | 50 a 75 | |||
Commelina | mL/ha | |||||
benghalensis | + 1% v/v de óleo mineral | Aplicação em Pós-emergência das plantas | ||||
Corda-de-viola Ipomoea cairica | ||||||
Pós-emergência (jato dirigido) | Corda-de-viola Ipomoea cairica | 50 a 75 mL/ha + 1% v/v de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | infestantes e em dessecação (pré-plantio). Aplicar após a secagem do orvalho. Ocorrência de | 1 | |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||||
Erva-quente | ||||||
Spermacoce latifolia | chuvas em até | |||||
duas horas após | ||||||
100 a 125 mL/ha + 1% v/v de óleo mineral | ||||||
Trapoeraba | a aplicação | |||||
Commelina | podem interferir | |||||
benghalensis | na eficiência do | |||||
produto. | ||||||
Trapoeraba | ||||||
Commelina diffusa | ||||||
(1) O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Cyperus difformis | junça (5), junquinho (6), tiririca (10) | Ver detalhes |
| Batata | Ipomoea purpurea | campainha (9), corda-de-viola (10), corriola (8) | Ver detalhes |
| Café | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Ipomoea quamoclit | cardeal, corda-de-viola (16), esqueleto | Ver detalhes |
| Citros | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Espinafre | Commelina diffusa | capoeraba (2), marianinha (2), mata-brasil (2) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Ipomoea cairica | campainha (3), corda-de-viola (3), enrola-semana | Ver detalhes |
| Mandioca | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Milho | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Soja | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
O fungicida Aurora® pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores manuais e tratorizados, e por via aérea. Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas infestantes indicadas. Realizar a aplicação quando as plantas infestantes encontrarem-se no estádio de 3 a 4 folhas. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado. Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Aplicação Terrestre
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
Para outros parâmetro referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Aplicação aérea
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Algodão | 8 |
Arroz | 66 |
Batata | 10 |
Café | 15 |
Cana-de-açúcar | 6 |
Citros | 15 |
Eucalipto | Não determinado, trata de cultura de Uso Não Alimentar (UNA) |
Mandioca | 10 |
Milho | 84 |
Soja | 30 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
O herbicida AURORA® 400 EC, CONVERGE™ 400 EC, PLATFORM™ 400 EC é um herbicida pós‐emergente, seletivo condicional de ação não sistêmica, recomendado para o controle de plantas infestantes descritas no quadro abaixo.
Culturas | Plantas infestantes Nome comum /científico | Dose de produto comercial mL/ha | Volume de (1) calda L/ha | Época de aplicação | Nº de aplicações por ciclo da cultura |
ALGODÃO | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em pós‐emergência das plantas infestantes e em pós‐emergência cultura, através de jato dirigido, ou no pré‐plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). | 1 |
Corda‐de‐viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Desfolhante da cultura | 100 –150 + 1,0% de óleo mineral | Aplicação 7 a 12 dias antes da colheita. | |||
ARROZ‐ IRRIGADO | Pelunco, Cuminho (Fimbristylis miliaceae) | 75 –100 (Pulverizado) 300 – 375 (Benzedura) | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | O produto pode ser aplicado em pulverização ou em benzedura, nas doses recomendadas. Aplicação em pós‐ emergência das plantas infestantes e em pós‐ emergência cultura, ou no pré‐plantio da cultura (dessecação) com a adição de 0,5% de óleo mineral. | 1 |
Sagitária (Sagittaria montevidensis) | 100 –125 (Pulverizado) 375 – 500 (Benzedura) | ||||
Cruz‐de‐malta (Ludwigia octovalvis | |||||
Pavoa (Heteranthera reniformis) | |||||
Junquinho (Cyperus difformis) | |||||
BATATA | Corda‐de‐viola (Ipomoea grandifolia) | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em pós‐emergência das plantas infestantes e no pré‐plantio da cultura (dessecação). | 1 |
Dessecante das ramas da batata | 100 – 125 + 0,5% de óleo mineral | Aplicar na dessecação das ramas. | |||
CAFÉ | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 75 – 125 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) | Aplicação dirigida em pós‐emergência das plantas infestantes. | 1 |
CANA‐DE‐ AÇÚCAR | Corda‐de‐viola (Ipomoea quamoclit) | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em pós‐emergência das plantas infestantes e no pré‐plantio da cultura (dessecação). | 1 |
Corda‐de‐viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 50‐75 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em pós‐emergência das plantas infestantes e na pós‐emergência inicial da cultura. | ||
Caruru (Amaranthus retroflexus) | |||||
Corda‐de‐viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Corda‐de‐viola (Ipomoea nil) | |||||
Corda‐de‐viola (Ipomoea quamoclit) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 75‐125 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em pós‐emergência das plantas infestantes e na pós‐emergência inicial da cultura, através de jato dirigido nas entre linhas. | ||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Corda‐de‐viola (Ipomoea hederifolia) |
Culturas | Plantas infestantes Nome comum /científico | Dose de produto comercial mL/ha | Volume de (1) calda L/ha | Época de aplicação | Nº de aplicações por ciclo da cultura |
CANA‐DE‐ AÇÚCAR | Corda‐de‐viola (Ipomoea purpurea) | 100‐200 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em pós‐emergência das plantas infestantes e da cultura (pré‐colheita). | 1 |
Corda‐de‐viola (Ipomoea hederifolia) | |||||
Corda‐de‐viola (Ipomoea quamoclit) | |||||
Maturador | 150 – 200 | 10 – 40 (aéreo) | Aplicar o produto 30 a 40 dias antes da colheita da cana‐de‐açúcar. Para uso como maturador ou pós‐ emergência tardia (pré‐colheita) a aplicação deverá ser feita somente por via aérea. | ||
CITROS | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 75 – 125 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) | Aplicação na pós‐emergência das plantas infestantes. | 1 |
Corda‐de‐viola (Ipomoea grandifolia) | 100 – 125 + 0,5% de óleo mineral | ||||
MANDIOCA | Beldroega (Portulaca oleracea) | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) | Aplicação na pós‐emergência da cultura, em jato‐ dirigido com proteção, (evitando que o produto atinja as folhas) e na pós‐emergência das plantas infestantes (no estádio de 3 a 4 folhas). | 1 |
Caruru (Amaranthus retroflexus) | |||||
Corda‐de‐viola (Ipomoea purpurea) | |||||
Corda‐de‐viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Corda‐de‐viola (Ipomoea quamoclit) | |||||
Corda‐de‐viola (Ipomoea hederifolia) | |||||
Corda‐de‐viola (Ipomoea nil) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
MILHO | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 25 – 31,2 | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em pós‐emergência das plantas infestantes e na pré‐emergência da cultura. As plantas infestantes deverão estar no estádio de 2 a 4 folhas. | 1 |
Corda‐de‐viola (Ipomoea grandifolia) | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | Aplicação em pós‐emergência das plantas infestantes e no pré‐plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). | |||
MILHETO | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 25 – 31,2 | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em pós‐emergência das plantas infestantes e na pré‐emergência da cultura. As plantas infestantes deverão estar no estádio de 2 a 4 folhas. | 1 |
Corda‐de‐viola (Ipomoea grandifolia) | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | Aplicação em pós‐emergência das plantas infestantes e no pré‐plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). | |||
SOJA | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 25 – 31,2 | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em pós‐emergência das plantas infestantes e na pré‐emergência da cultura. As plantas infestantes deverão estar no estádio de 2 a 4 folhas. | 1 |
Corda‐de‐viola (Ipomoea grandifolia) | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | Aplicação em pós‐emergência das plantas infestantes e no pré‐plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 25 ‐ 75 + 0,5% de óleo mineral | Aplicação para dessecação de plantas daninhas na pré‐ colheita da soja. | |||
Corda‐de‐viola (Ipomoea grandifolia) |
Culturas | Plantas infestantes Nome comum /científico | Dose de produto comercial mL/ha | Volume de (1) calda L/ha | Época de aplicação | Nº de aplicações por ciclo da cultura |
SORGO | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 25 – 31,2 | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em pós‐emergência das plantas infestantes e na pré‐emergência da cultura. As plantas infestantes deverão estar no estádio de 2 a 4 folhas. | 1 |
Corda‐de‐viola (Ipomoea grandifolia) | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | Aplicação em pós‐emergência das plantas infestantes e no pré‐plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). | |||
TRIGO | Nabiça (Raphanus raphanistrum) | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | 150 – 200 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em pós‐emergência inicial das plantas infestantes e da cultura (2 a 4 folhas). | 1 |
(1) O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Sagittaria montevidensis | aguapé-de-flexa, flecha (2), sagitária (1) | Ver detalhes |
| Batata | Ipomoea purpurea | campainha (9), corda-de-viola (10), corriola (8) | Ver detalhes |
| Café | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Amaranthus retroflexus | bredo (5), caruru (4), caruru-áspero | Ver detalhes |
| Citros | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Spermacoce latifolia | erva-de-lagarto (2), erva-quente (2), perpetua-do-mato (2) | Ver detalhes |
| Mandioca | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Milheto | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Milho | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Soja | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Sorgo | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
Para o manejo outonal, realizar a aplicação conforme as doses indicadas no quadro de recomendações abaixo. O manejo outonal visa o controle das plantas infestantes em estádios iniciais de desenvolvimento durante o outono‐inverno, bem como a redução da produção de sementes das espécies infestantes.
Culturas | Plantas infestantes Nome comum /científico | Dose de produto comercial mL/ha | Volume de calda (1) L/ha | Época de aplicação | Nº de aplicações por ciclo da cultura |
Trapoeraba Commelina benghalensis | 50 – 75 | 200 – 400 (terrestre) | Realizar a aplicação logo após a colheita da cultura precedente. | ||
Não aplicável a | + | 10 – 40 | |||
modalidade de aplicação | 0,5% de | (aéreo) | 1 | ||
Manejo outonal | Corda‐de‐viola | óleo | |||
Ipomoea grandifolia | mineral | 200‐400 | |||
Corda‐de‐viola Ipomoea purpurea | (terrestre) |
(1) O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Aplicação Terrestre
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Deve‐se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Aplicação aérea
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Deve‐se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo em dias |
Algodão | 08 |
Arroz | 66 |
Batata | 10 |
Café | 15 |
Cana‐de‐açúcar | 06 |
Citros | 15 |
Mandioca | 10 |
Milho Milheto e Sorgo | 84 |
Soja | Não determinado (aplicação em pré‐plantio da cultura) |
07 (aplicação para dessecação de plantas daninhas na pré‐colheita da soja) | |
Trigo | 07 |
Não deve ocorrer a reentrada de pessoas antes das 24 horas após a aplicação, a menos que se use roupas protetoras, conforme indicado nos itens Precauções no Manuseio e Durante a Aplicação.
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DO PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO/ CICLO DE CULTURA |
Algodão | Trapoeraba Commelina benghalensis | 50-75 mL/ha + 0,5% de óleo mineral | Aplicação terrestre 200-400 L/ha Aplicação aérea 10-40 L/ha | 01 |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e em pós-emergência cultura, através de jato dirigido, ou no pré-plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). | ||||
Arroz- irrigado | Pelunco, Cuminho Fimbristylis miliaceae | 75-100 mL/ha | Aplicação terrestre 200-400 L/ha Aplicação aérea 10-40 L/ha | 01 |
Junquinho Cyperus difformis | 100-125 mL/ha | |||
Sagitária Sagittaria montevidensis | ||||
Cruz-de-malta Ludwigia octovalvis | ||||
Pavoa Heteranthera reniformis | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura, ou no pré-plantio da cultura (dessecação). | ||||
Batata | Dessecante das ramas da batata | 100-125 mL/ha + 0,5% de óleo mineral | Aplicação terrestre 200-400 L/ha Aplicação aérea 10-40 L/ha | 01 |
Corda-de-viola Ipomoea purpurea | 50-75 mL/ha + 0,5% de óleo mineral | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Dessecante: aplicar na dessecação das ramas. Corda-de-viola: aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação). | ||||
Café | Trapoeraba Commelina benghalensis | 75-125 mL/ha + 0,5% de óleo mineral | Aplicação terrestre 200-400 L/ha | 01 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicação na pós-emergência das plantas infestantes. | ||||
Cana-de- açúcar | Corda-de-viola Ipomoea quamoclit, Ipomoea grandifolia | 50-75 mL/ha + 0,5% de óleo mineral | Aplicação terrestre 200-400 L/ha Aplicação aérea 10-40 L/ha | 01 |
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Caruru Amaranthus retroflexus | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação). | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia Ipomoea nil | 50-75 mL/ha + 0,5% de óleo mineral | Aplicação terrestre 200-400 L/ha Aplicação aérea 10-40 L/ha | ||
Esqueleto Ipomoea quamoclit | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e na pós- emergência inicial da cultura. | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 75-125 mL/ha + 0,5% de óleo mineral | Aplicação terrestre 200-400 L/ha Aplicação aérea 10-40 L/ha | ||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||
Corda-de-viola Ipomoea heredifolia | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e na pós- emergência inicial da cultura, através de jato dirigida nas entre linhas. | ||||
Corda-de-viola Ipomoea purpurea Ipomoea heredifolia | 100-200 mL/ha + 0,5% de óleo mineral | Aplicação terrestre 200-400 L/ha Aplicação aérea 10-40 L/ha | ||
Esqueleto Ipomoea quamoclit | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura (pré- colheita). | ||||
Citros | Trapoeraba Commelina benghalensis | 75-125 mL/ha + 0,5% de óleo mineral | Aplicação terrestre 200-400 L/ha | 01 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicação na pós-emergência das plantas infestantes. | ||||
Eucalipto (2) | Trapoeraba Commelina benghalensis | 50-75 mL/ha + 1% de óleo mineral | Aplicação terrestre 200-400 L/ha Aplicação aérea 10-40 L/ha | 01 |
Corda-de-viola Ipomoea cairica | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicação em Pós-emergência das plantas infestantes em dessecação (pré-plantio). | ||||
Erva-quente Spermacoce latifólia | 50-75 mL/ha + 1% de óleo mineral | Aplicação terrestre 200-400 L/ha Aplicação aérea 10-40 L/ha | ||
Corda-de-viola Ipomoea cairica Ipomoea grandifolia | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 100-125 mL/ha + 1% de óleo mineral | |||
Trapoeraba Commelina diffusa | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicação única em jato-dirigido na pós-emergência das plantas infestantes e pós-emergência da cultura. | ||||
Milho | Trapoeraba Commelina benghalensis | 25-31,2 mL/ha | Aplicação terrestre 200-400 L/ha Aplicação aérea 10-40 L/ha | 01 |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 50-75 mL/ha + 0,5% de óleo mineral | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Trapoeraba: aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e na pré-emergência da cultura. Corda-de-viola: aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). | ||||
Soja | Trapoeraba Commelina benghalensis | Pós-Emergência das Daninhas e | Aplicação terrestre 200-400 L/ha | 01 |
Pré-emergência da cultura 25-31,2 mL/ha | Aplicação aérea 10-40 L/ha | |||
Pré-colheita 25-75 mL/ha + 0,5% de óleo mineral | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | Pós-Emergência das Daninhas e Pré-plantio da cultura 50-75 mL/ha + 0,5% de óleo mineral | |||
Pré-colheita 25-75 mL/ha + 0,5% de óleo mineral | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Trapoeraba: na dose 25-31,2 mL/ha aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e na pré-emergência da cultura. Na dose 25-75 mL/ha + 0,5% de óleo mineral, aplicar para dessecação de plantas daninhas na pré-colheita da soja. Corda-de-viola: na dose 50-75 mL/ha + 0,5% de óleo mineral, aplicar em pós-emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). Na dose 25-75 mL/ha + 0,5% de óleo mineral, aplicar para dessecação de plantas daninhas na pré-colheita da soja. | ||||
O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação.
Aplicar após a secagem do orvalho. Ocorrência de chuvas em até 2 horas após a aplicação pode interferir na eficiência do produto.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Cyperus difformis | junça (5), junquinho (6), tiririca (10) | Ver detalhes |
| Batata | Ver detalhes | ||
| Café | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Citros | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Commelina diffusa | capoeraba (2), marianinha (2), mata-brasil (2) | Ver detalhes |
| Milho | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Soja | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
O BIVACK pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores manuais e tratorizados, e por via aérea. Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas infestantes indicadas. Realizar a aplicação quando as plantas infestantes encontrarem-se no estádio de 3 a 4 folhas. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado.
Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável.
Para o manejo outonal, realizar a aplicação conforme as doses indicadas no quadro de recomendações abaixo. O manejo outonal visa o controle das plantas infestantes em estádios iniciais de desenvolvimento durante o outono-inverno, bem como a redução da produção de sementes das espécies infestantes.
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DO PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
Não aplicável a modalidade de aplicação Manejo outonal | Trapoeraba Commelina benghalensis | 50-75 mL/ha + 0,5% de óleo mineral | Aplicação terrestre 200-400 L/ha Aplicação aérea 10-40 L/ha | 01 |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Corda-de-viola Ipomoea purpurea | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Realizar a aplicação logo após a colheita da cultura precedente. | ||||
(1)O volume de calda indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação. Gerenciamento de deriva: Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Aplicação Terrestre
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Culturas | Intervalo de Segurança |
Algodão | 08 dias |
Arroz | 66 dias |
Batata | 10 dias |
Café | 15 dias |
Cana-de-açúcar | 06 dias |
Citros | 15 dias |
Eucalipto | UNA |
Milho | 84 dias |
Soja | (1) (aplicação em pré-plantio da cultura) |
07 (aplicação para dessecação de plantas daninhas na pré-colheita da soja) |
UNA - Uso não alimentar.
(1) Não Determinado de acordo com a modalidade de emprego.
Não entrar nas áreas em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomentados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto Comercial | VOLUME DE CALDA Terrestre | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Soja | Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) Apaga-fogo (Alternanthera tenalla) Caruru-branco (Amarantus hybridus) Caruru-de-mancha Mostasrda (Amarantus viridis) Mostarda (Brassica rapa) Trapoeraba (Commelina benghalensis) Amendoim bravo/Leiteira (Euphorbia heterophylla) Picão branco (Galinsiga parviflora) Corda de viola (Ipomonea nil) Beldroega (Portulaca oleracea) Nabiça (Raphanus raphanistrum) Poaia-branca (Richardia brasiliensis) Joá-branco (Solanum sisymbrifolium) | 1,0 a 1,5 L/ha | 100-300 L/ha | Em uma única aplicação, quando as plantas infestantes no estágio de 2 a 6 folhas. Em caso de alta infestação, infestantes que emergem escalonadas, pode-se dividir a dose de 1,5 L/ha em duas aplicações de 0,75 L/ha Efetuar as aplicações em intervalo de 7 a 10 dias Realizar no máximo até 2 aplicações durante o ciclo da cultura. |
Feijão | Corda de viola/corriola (Ipomoea hederifolia) Corda de viola/campainha (Ipomoea aristolochiaefolia) Caruru-de-mancha (Amarantus viridis) | 0,5 L/ha | 100-300 L/ha | Realizar 2 (duas) aplicações sequenciais de 0,5 L/ha em intervalo de 7 (sete) dias. A primeira aplicação deve ser realizada a partir do 1º dia trifólio formando e as plantas infestantes estiverem no estágio de |
Joá de capote (Nicandra physaloides) Amendoim bravo/leiteira (Euphorbia heterophylla) | 2 (duas) folhas verdadeiras. A segunda aplicação deve ser realizada até o início de desenvolvimento do 4º trifólio e as plantas infestantes estiverem no estágio de 2 (duas) folhas verdadeiras. Realizar no máximo até 2 duas aplicações durante o ciclo da cultura. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Feijão | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Soja | Richardia brasiliensis | poaia, poaia-branca, poaia-do-campo (2) | Ver detalhes |
Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque com água quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
CALIPEN é um herbicida sistêmico, seletivo para culturas do milho e cana-de-açúcar, para aplicação em pós-emergência das espécies daninhas, em área total, nas seguintes modalidades:
Aplicação em área total: Milho e Cana-de-açúcar
Aplicação de pré-colheita: Cana-de-açúcar
CULTURA | PLANTA DANINHA | ESTÁDIO | DOSE¹ (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | NÚMERO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
Soja voluntária (Glycine max) | 10 - 20 cm | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | ||||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | ||||||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | ||||||
MILHO | Leiteiro; Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 2 - 6 folhas | Aplicação Única: 2,0 – 2,4 Aplicação Sequencial²: 1,2 | Aplicar na pós- emergência da cultura e das plantas daninhas | Uma (1) única aplicação ou sequencial, duas (2) aplicações | Aplicação terrestre: 100 - 250 Aplicação aérea: 30 - 40 |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | ||||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | ||||||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | ||||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 1 - 2 perfilhos | |||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | ||||||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 2 - 4 folhas | Aplicação única: 1,0 – 2,0 | ||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) |
¹ As maiores doses são recomendadas nos estádios mais avançados ou em de altas densidades das plantas daninhas.
² Aplicação seqüencial 10-15 dias após a primeira.
A adição de espalhantes ou adjuvantes à calda de pulverização é fundamental para o efeito pós−emergente do produto para proporcionar melhor controle das plantas daninhas. Recomenda−se óleo mineral na concentração de 0,5% v/v. No caso de aplicação aérea, a dose mínima do óleo mineral deverá ser de 0,5 L/ha.
CULTURA | MOMENTO DE APLICAÇÃO | PLANTA DANINHA | ESTÁDIO | DOSE¹ (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | NÚMERO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
Cana-de- açúcar | Pós- emergência das plantas daninhas | Corda-de-viola (Ipomoea quamoclit) | 20-30 cm | 2,0 a 2,4 | Aplicação na pós- emergência das plantas daninhas ou na pré- colheita da cana-de- açúcar. | Realizar uma (1) aplicação por ciclo da cultura | Terrestre: 100 - 250 Aérea: 30 - 40 |
Corda-de-viola (Ipomoea hederifolia) | |||||||
Corda-de-viola (Ipomoea nil) | |||||||
Merremia (Merremia cissoides) | |||||||
Capim-colchão (Digitaria ciliaris) | 2 folhas - 2 perfilhos | ||||||
Capim-colchão (Digitaria nuda) | |||||||
Pré-colheita | Corda-de-viola (Ipomoea nil) | 80 cm | 2,5² | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandfolia) |
¹ As maiores doses são recomendadas nos estádios mais avançados ou em de altas densidades das plantas daninhas.
² A aplicação deve ser feita 30-60 dias antes da colheita.
A adição de espalhantes ou adjuvantes à calda de pulverização é fundamental para o efeito pós−emergente do produto para proporcionar melhor controle das plantas daninhas. Recomenda−se óleo mineral na concentração de 0,5% v/v. No caso de aplicação aérea, a dose mínima do óleo mineral deverá ser de 0,5 L/ha.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar | Ipomoea quamoclit | cardeal, corda-de-viola (16), esqueleto | Ver detalhes |
| Milho | Glycine max | soja | Ver detalhes |
O equipamento de aplicação deverá gerar cobertura uniforme na parte tratada.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos de 3 a 10 km/hora.
O aplicador é responsável por evitar eventuais derivas da pulverização fora do local alvo, devendo estar ciente de locais não visados próximos e das condições ambientais;
NÃO aplique em condições climáticas ou com equipamentos de pulverização, que podem fazer com que a pulverização caia sobre plantas / colheitas suscetíveis próximas, áreas de cultivo ou pastagens;
NÃO aplique com gotas finas.
NÃO permita que a pulverização caia em pousios adjacentes;
NÃO aplique em ou perto de arbustos, árvores ou culturas diferentes das recomendadas em bula;
NÃO drene ou lave o equipamento sobre ou próximo a árvores não alvos ou outras plantas, onde suas raízes possam se estender, ou em situações em que por condições do solo ou por infiltração, a absorção do herbicida possa ocorrer.
Utilizar volume de calda de 30 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação, como por exemplo, hidráulicos ou atomizadores que gerem gotas médias.
É recomendado que os demais parâmetros operacionais, isto é, velocidade de voo, largura de faixa e altura de voo, também sejam escolhidos visando à geração de gotas médias.
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
Observar ventos em velocidade média de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 30°C, umidade relativa superior a 50%, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação. Não aplicar em alturas menores do que 2 metros ou maiores do que 5 metros.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
A critério do Engenheiro Agrônomo Responsável, as condições de aplicação podem ser flexibilizadas.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
CULTURA | DIAS |
Milho | 60 |
Cana-de-açúcar | 30 |
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos Equipamentos de Proteção Individual usados durante a aplicação.
CALIPEN SC é um herbicida sistêmico, seletivo para a cultura da cana-de-açúcar, para aplicação em pós-emergência das espécies daninhas, em área total, nas seguintes modalidades:
Aplicação em área total: Cana-de-açúcar
Aplicação de pré-colheita: Cana-de-açúcar
CULTURA | MOMENTO DE APLICAÇÃO | PLANTA DANINHA | ESTÁDIO | DOSE¹ (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | NÚMERO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
Corda-de-viola | |||||||
(Ipomoea quamoclit) | |||||||
Corda-de-viola | 20 - 30 | 1,5 - | |||||
(Ipomoea hederifolia) | cm | 2,4 | |||||
Corda-de-viola | |||||||
Pós- | (Ipomoea nil) | Aplicação na | |||||
CANA-DE- AÇÚCAR | emergência das plantas daninhas | pós- emergência das plantas daninhas ou na pré- colheita da cana-de- açúcar. | Realizar uma (1) aplicação por ciclo da cultura | Terrestre: 100 - 200 Aérea: 20 - 40 | |||
Capim-colchão (Digitaria nuda) | 2 folhas 2 perfilhos | 1,8 - 2,4 | |||||
Merremia (Merremia cissoides) | 20 - 30 cm | 2,0 - 2,4 | |||||
Capim-colchão (Digitaria ciliaris) | 2 folhas 2 perfilhos | ||||||
Corda-de-viola | |||||||
Pré-colheita¹ | (Ipomoea nil) | 80 cm | 2,5 ² | ||||
Corda-de-viola | |||||||
(Ipomoea grandifolia) |
¹ As maiores doses são recomendadas nos estádios mais avançados ou em de altas densidades das plantas daninhas.
² A aplicação deve ser feita 30-60 dias antes da colheita
A adição de espalhantes ou adjuvantes à calda de pulverização é fundamental para o efeito pós−emergente do produto para proporcionar melhor controle das plantas daninhas. Recomenda−se óleo mineral na concentração de 0,5% v/v. No caso de aplicação aérea, a dose mínima do óleo mineral deverá ser de 0,5 L/ha.
no estádio inicial de desenvolvimento com 2 à 4 folhas. O efeito do produto sobre as plantas daninhas se manifesta de 3 à 5 dias após a aplicação, através do branqueamento do meristema apical e folhas mais jovens, que se tornam, posteriormente, necróticos.
Aplicar o herbicida CALIPEN SC quando o solo apresentar umidade suficiente para o bom desenvolvimento das plantas. Não aplicar o produto com o solo seco, principalmente se ocorreu um período de estiagem prolongado que predispõe as plantas daninhas ao estado de estresse por deficiência hídrica. Tal condição irá comprometer a eficiência de controle com o herbicida.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar | Digitaria ciliaris | capim-colchão (3), capim-da-roça (2), capim-tinga | Ver detalhes |
CALIPEN SC deve ser aplicado em área total, com a utilização de pulverizadores terrestres convencionais (costal ou tratorizado) ou na modalidade de aplicação aérea e via drone agrícola.
adequado para a cultura, de acordo com a forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costais (manuais ou motorizados) ou tratorizados. Os modelos de pontas podem ser de jato plano (leque), que proporcionem um tamanho de gota média ou maiores. A velocidade do pulverizador deverá ser de acordo com a topografia do terreno. A pressão de trabalho deve estar de acordo com as recomendações do fabricante da ponta utilizada para formação de gotas médias ou maiores.
O equipamento de aplicação deverá gerar cobertura uniforme na parte tratada.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50% e ventos de 3 a 10 km/hora.
O aplicador é responsável por evitar eventuais derivas da pulverização fora do local alvo, devendo estar ciente de locais não visados próximos e das condições ambientais;
NÃO aplique em condições climáticas ou com equipamentos de pulverização, que podem fazer com que a pulverização caia sobre plantas / colheitas suscetíveis próximas, áreas de cultivo ou pastagens;
NÃO aplique com gotas finas.
NÃO permita que a pulverização caia em pousios adjacentes;
NÃO aplique em ou perto de arbustos, árvores ou culturas diferentes das recomendadas em bula;
NÃO drene ou lave o equipamento sobre ou próximo a árvores não alvos ou outras plantas, onde suas raízes possam se estender, ou em situações em que por condições do solo ou por infiltração, a absorção do herbicida possa ocorrer.
Utilizar volume de calda de 20 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação, como por exemplo, hidráulicos ou atomizadores que gerem gotas médias.
É recomendado que os demais parâmetros operacionais, isto é, velocidade de voo, largura de faixa e altura de voo, também sejam escolhidos visando à geração de gotas médias.
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
Observar ventos em velocidade média de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 30°C, umidade relativa superior a 50%, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação. Não aplicar em alturas menores do que 2 metros ou maiores do que 5 metros.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
A critério do Engenheiro Agrônomo Responsável, as condições de aplicação podem ser flexibilizadas.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos
fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
CULTURA | DIAS |
Cana-de-açúcar | 30 |
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos Equipamentos de Proteção Individual usados durante a aplicação.
O herbicida CARFENTRAZONA 400 EC UPL pertence à classe pós-emergente, seletivo condicional de ação não sistêmica, recomendado para o controle de plantas infestantes conforme recomendações abaixo:
Cultura | Plantas infestantes Nome comum / científico | Dose de produto comercial mL/ha | Volume de calda L/ha(1) | Época de aplicação | No de aplicação |
Algodão | Trapoeraba Commelina benghalensis | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e em pós- emergência cultura, através de jato dirigido, ou no pré-plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). | 1 |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Desfolhante da cultura | 100 – 150 + 1,0% de óleo mineral | Aplicação 7 a 12 dias antes da colheita | |||
Arroz- irrigado | Pelunco, Cuminho Fimbristylis miliaceae | 75 –100 (Pulverizado) 300 – 375 (Benzedura) | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e em pós- emergência cultura, ou no pré- plantio da cultura (dessecação). | 1 |
Sagitária Sagittaria montevidensis | 100 –125 (Pulverizado) 375 – 500 (Benzedura) | ||||
Cruz-de-malta Ludwigia octovalvis | |||||
Pavoa Heteranthera reniformis | |||||
Junquinho Cyperus difformis | |||||
Batata | Corda-de-viola Ipomoea purpurea | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação). | 1 |
Dessecante das ramas da batata | 100 – 125 + 0,5% de óleo mineral | Aplicar na dessecação das ramas | |||
Café | Trapoeraba Commelina benghalensis | 75 – 125 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) | Aplicação dirigida na pós- emergência das plantas infestantes. | 1 |
Citros | Trapoeraba Commelina benghalensis | 75 – 125 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) | Aplicação dirigida na pós- emergência das plantas infestantes. | 1 |
Milho | Trapoeraba Commelina benghalensis | 25 – 31,2 | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes (estádio de 2 a 4 folhas) e na pré-emergência da cultura. | 1 |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e no pré- plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). | |||
Soja | Trapoeraba Commelina benghalensis | 25 – 31,2 | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes (estádio de 2 a 4 folhas) e na pré-emergência da cultura. | 1 |
Corda-de-viola | 50 – 75 + 0,5% de | 200 – 400 (terrestre) | Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e no pré- |
Ipomoea grandifolia | óleo mineral | 10 – 40 (aéreo) | plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). | ||
Cana-de- açúcar | Corda-de-viola Ipomoea quamoclit | 50 - 75 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e no pré- plantio da cultura (dessecação) | 1 |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Caruru Amaranthus retroflexus | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 50 - 75 + 0,5% de óleo mineral | Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e na pós- emergência inicial da cultura | |||
Corda-de-viola Ipomoea nil | |||||
Esqueleto Ipomoea quamoclit | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 75 - 125 + 0,5% de óleo mineral | Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e na pós- emergência inicial da cultura, através de jato dirigida nas entre linhas. | |||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Corda-de-viola Ipomoea hederifolia | |||||
Corda-de-viola Ipomoea purpurea | 100 – 200 + 0,5% de óleo mineral | Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura (pré-colheita). | |||
Corda-de-viola Ipomoea hederifolia | |||||
Esqueleto Ipomoea quamoclit | |||||
Maturador | 150 – 200 | Aplicação antes da colheita (30 a 40 dias antes da colheita) | |||
Mandioca | Beldroega Portulaca oleracea | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) | Aplicação em jato-dirigido na pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. | 1 |
Caruru Amaranthus retroflexus | |||||
Corda-de-viola Ipomoea purpurea | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Corda-de-viola Ipomoea quamoclit | |||||
Corda-de-viola Ipomoea hederifolia | |||||
Corda-de-viola Ipomoea nil | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Eucalipto Dessecação (pré- plantio) | Trapoeraba Commelina benghalensis | 50 a 75 mL/ha + 1% v/v de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em Pós-emergência das plantas infestantes e em dessecação (pré-plantio). Aplicar após a secagem do orvalho. Ocorrência de chuvas em até duas horas após a aplicação podem interferir na eficiência do produto. | 1 |
Corda-de-viola Ipomoea cairica | |||||
Eucalipto Pós- emergência (jato dirigido) | Corda-de-viola Ipomoea cairica | 50 a 75 mL/ha + 1% v/v de óleo mineral | |||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Erva-quente Spermacoce latifolia | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 100 a 125 mL/ha + 1% v/v de óleo mineral | ||||
Trapoeraba Commelina diffusa |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Fimbristylis miliacea | cabelo-de-negro, cuminho, falso-cominho | Ver detalhes |
| Batata | Ipomoea purpurea | campainha (9), corda-de-viola (10), corriola (8) | Ver detalhes |
| Café | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Ipomoea purpurea | campainha (9), corda-de-viola (10), corriola (8) | Ver detalhes |
| Citros | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Ipomoea cairica | campainha (3), corda-de-viola (3), enrola-semana | Ver detalhes |
| Mandioca | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Milho | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Soja | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
Aplicação terrestre
Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples, defletor ou com pré-orifício, visando à produção de gotas médias a grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta alvo, conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Para aplicação em jato dirigido, utilizar bicos com indução de ar, ou cônico cheio, visando a produção de gotas grossas a extremamente grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na área, conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Aplicação aérea
A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.
Preparo de calda
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto no tanque ou no pré-misturador. Após despejar todo o conteúdo do produto no preparo da calda, deve-se fazer a adição de água dentro de cada embalagem para garantir que todo produto seja usado na pulverização e facilite a etapa seguinte de tríplice lavagem. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por litro de produto a ser adicionado no pré- misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.
Condições meteorológicas:
Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo:
Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada;
Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Cultura | Dias |
Algodão | 8 |
Arroz | 66 |
Batata | 10 |
Café | 15 |
Cana-de-açúcar | 6 |
Citros | 15 |
Mandioca | 10 |
Eucalipto | UNA |
Milho | 84 |
Soja | 30 |
UNA – Uso não alimentar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
VER 01 – 26.09.2024
CULTURAS | ALVO BIOLÓGICO | DOSE | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA DE APLICAÇÃO |
Nome comum Nome científico | p.c. (mL/ha) | L/ha | ||
ALGODÃO | Trapoeraba Commelina benghalensis | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura, através de jato dirigido, ou no pré-plantio da cultura (dessecação no sistema plantio direto) |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Dessecação da cultura | 100 –150 + 1,0% de óleo mineral | Aplicar de 7 a 12 dias antes da colheita. | ||
ARROZ IRRIGADO | Cuminho Fimbristylis miliacea | 75 –100 (Pulverizado) 300 – 375 (Benzedura) | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura ou no pré-plantio da cultura (dessecação). |
CULTURAS | ALVO BIOLÓGICO | DOSE | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA DE APLICAÇÃO |
Nome comum Nome científico | p.c. (mL/ha) | L/ha | ||
ARROZ IRRIGADO | Sagitária Sagittaria montevidensis | 100 –125 (Pulverizado) 375 – 500 (Benzedura) | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura ou no pré-plantio da cultura (dessecação). |
Cruz-de-malta Ludwigia octovalvis | ||||
Pavoa Heteranthera reniformis | ||||
Junquinho Cyperus difformis | ||||
BATATA | Corda-de-viola Ipomoea purpurea | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas e no pré-plantio da cultura (dessecação). |
Dessecante das ramas da batata | 100 – 125 + 0,5% de óleo mineral | Aplicar na dessecação das ramas. | ||
CAFÉ | Trapoeraba Commelina benghalensis | 75 – 125 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) | Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas. |
CANA-DE- AÇÚCAR | Corda-de-viola Ipomoea guamoclit | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas e no pré-plantio da cultura (dessecação). |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Caruru Amaranthus retroflexus | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas e na pós-emergência inicial da cultura. | ||
Corda-de-viola Ipomoea nil | ||||
Corda-de-viola Ipomoea guamoclit | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 75 - 125 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura, através de jato dirigida nas entre linhas. | |
Beldroega Portulaca oleracea | ||||
Corda-de-viola Ipomoea hederifolia | ||||
Corda-de-viola Ipomoea purpurea | 100 – 200 + 0,5% de óleo mineral | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura (pré-colheita). | ||
Corda-de-viola Ipomoea heredifolia | ||||
Esqueleto Ipomoea guamoclit | ||||
Maturador | 150 - 200 | Aplicar antes da colheita. |
VER 01 – 26.09.2024
CULTURAS | ALVO BIOLÓGICO | DOSE | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA DE APLICAÇÃO |
Nome comum Nome científico | p.c. (mL/ha) | L/ha | ||
CITROS | Trapoeraba Commelina benghalensis | 75 – 125 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) | Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas. |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 100 – 125 + 0,5% de óleo mineral | |||
MANDIOCA | Beldoegra Potulaca oleracea | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura. |
Caruru Amaranthus retroflexus | ||||
Corda-de-viola Ipomoea purpurea | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Corda-de-viola Ipomoea guamoclit | ||||
Corda-de-viola Ipomoea heredifolia | ||||
Corda-de-viola Ipomoea nil | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
MILHO | Trapoeraba Commelina benghalensis | 25 – 31,2 | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas e na pré-emergência da cultura. |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas e no pré-plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). | ||
SOJA | Trapoeraba Commelina benghalensis | 25 – 31,2 | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas e na pré-emergência da cultura. |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas e no pré-plantio da cultura (dessecação no sistema plantio direto). | ||
NÚMERO DE APLICAÇÃO: Realizar 1 aplicação por ciclo da cultura. | ||||
VER 01 – 26.09.2024
Para o manejo outonal, realizar a aplicação conforme as doses indicadas no quadro de recomendações abaixo. O manejo outonal visa o controle das plantas infestantes em estádios iniciais de desenvolvimento durante o outono-inverno, bem como a redução da produção de sementes das espécies infestantes.
CULTURAS | ALVO BIOLÓGICO | DOSE | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA E NÚMERO DE APLICAÇÃO |
Nome comum Nome científico | p.c. (mL/ha) | L/ha | ||
Não aplicável a modalidade de aplicação Manejo Outonal | Trapoeraba Commelina benghalensis | 50 – 75 + 0,5% de Óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicar logo após a colheita da cultura precedente. Realizar 1 aplicação. |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Corda-de-viola Ipomoea purpurea |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Fimbristylis miliacea | cabelo-de-negro, cuminho, falso-cominho | Ver detalhes |
| Batata | Ver detalhes | ||
| Café | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Ver detalhes | ||
| Citros | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Mandioca | Ipomoea purpurea | campainha (9), corda-de-viola (10), corriola (8) | Ver detalhes |
| Milho | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Soja | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas infestantes indicadas. Realizar a aplicação quando as plantas infestantes estiverem no estádio de 3 a 4 folhas. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado.
Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
O adjuvante deve ser adicionado como último componente à calda de pulverização, com o tanque quase cheio, mantendo-se a agitação.
Indicado o uso de adjuvante a base de Óleo Mineral.
Função: quebra de lipídios componentes da cutícula e membrana celular, que são uma barreira que diminuem a absorção do produto, maior fixação do produto na folha, diminuição da perda do produto por evaporação ou lavagem da chuva. Sendo assim, o uso de adjuvantes a base de óleo vegetal e óleo mineral podem aumentar a eficiência da absorção do herbicida pela planta.
Concentração do adjuvante na calda: de acordo com a tabela de recomendações acima.
VER 01 – 26.09.2024
Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do
equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Indicado para culturas: Algodão, Arroz irrigado, Batata, Café, Cana-de-açúcar, Citros, Mandioca, Milho e Soja.
Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples, defletor ou com pré- orifício, visando à produção de gotas médias a grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta alvo, conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Para aplicação em jato dirigido, utilizar bicos com indução de ar, ou cônico cheio, visando a produção de gotas grossas a extremamente grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na área, conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
VER 01 – 26.09.2024
Indicado para culturas: Algodão, Arroz irrigado, Batata, Cana-de-açúcar, Milho e Soja.
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aero agrícolas pela ANAC. A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.
As condições climáticas mais favoráveis para a realização de uma pulverização, utilizando-se os equipamentos adequados de pulverização, são:
Umidade relativa do ar: igual ou superior a 55%
Temperatura: máxima de 30 ºC.
Velocidade média do vento: de 2 a 10 km/h. Se o vento estiver abaixo de 2 km/h não aplique devido ao risco inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia. Não aplicar quando a velocidade do vento estiver acima de 10 km/h, devido ao potencial de deriva pelo movimento de ar.
Direção do vento: Não aplicar em locais e momentos do dia em que o vento esteja na direção de culturas sensíveis.
Evitar as condições de inversão térmica.
Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave.
Ajustar o tamanho de gotas às condições ambientais, alterando o ângulo relativo dos bicos hidráulicos ou o ângulo das pás do “micronair”.
Os volumes de aplicação e tamanho de gotas maiores são indicados quando as condições ambientais estão próximas dos limites recomendados. Já para lavouras com densa massa foliar, recomendam-se gotas menores e volumes maiores.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura), para tanto o tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque.
VER 01 – 26.09.2024
Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante.
Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque.
Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
CULTURAS | DIAS |
Algodão | 8 |
Arroz irrigado | 66 |
Batata e Mandioca | 10 |
Café e Citros | 15 |
Cana-de-açúcar | 6 |
Milho | 84 |
Soja | (1) |
(1) O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSES | VOLUME DE CALDA L/ha | INTERVALO DE SEGURANÇA |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 50 – 75 mL p.c/ha + 0,5% de óleo mineral | |||
(20 – 30 g i.a/ha + 0,5% de óleo mineral) | 200 – 400 L/ha (terrestre) | |||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
08 dias | ||||
Desfolhante da cultura | 100 - 150 mL p.c/ha + 1% de óleo mineral | 30 - 40 L/ha (aérea) | ||
Algodão | (40 – 60 g i.a/ha + 1% de óleo mineral) | |||
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO Trapoeraba e Corda-de-viola Época: a aplicação deve ser realizada em pós-emergência das plantas infestantes e em pós-emergência cultura, através de jato dirigido, ou no pré-plantio da cultura (dessecação no plantio direto). Número de aplicação: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de Aplicação: não se aplica | ||||
Desfolhante da cultura Época: a aplicação deve ser realizada entre 7 a 12 dias antes da colheita. Número de aplicação: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de Aplicação: não se aplica | ||||
*pc: produto comercial, i.a: ingrediente ativo
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSES* | VOLUME DE CALDA L/ha | INTERVALO DE SEGURANÇA |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
75 – 100 mL p.c/ha (Pulverizado) (30 – 40 g i.a/ha) | ||||
Arroz Irrigado | Pelunco, Cuminho Fimbristylis miliaceae | 300 – 375 mL p.c/ha (Benzedura) (120 – 150 g i.a/ha) | 200 – 400 L/ha (terrestre) 30 - 40 L/ha (aérea) | 66 dias |
Junquinho Cyperus difformis | 100 – 125 mL p.c/ha (Pulverizado) (40 – 50 g i.a/ha) | |||
Sagitária Sagittaria montevidensis | ||||
Cruz-de-malta Ludwigia octovalvis | 375 – 500 mL p.c/ha (Benzedura) (150 – 200 g i.a/ha) | |||
Pavoa Heteranthera reniformis | ||||
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO Época: a aplicação deve ser realizada em pulverização ou benzedura, em pós-emergência ou no pré- plantio da cultura (dessecação plantio direto) Número de aplicação: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de Aplicação: não se aplica | ||||
*pc: produto comercial, i.a: ingrediente ativo
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSES* | VOLUME DE CALDA |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Ludwigia octovalvis | cruz-de-malta (1), ludwigia (5) | Ver detalhes |
| Batata | Ipomoea purpurea | campainha (9), corda-de-viola (10), corriola (8) | Ver detalhes |
| Café | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Citros | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Spermacoce latifolia | erva-de-lagarto (2), erva-quente (2), perpetua-do-mato (2) | Ver detalhes |
| Mandioca | Ipomoea quamoclit | cardeal, corda-de-viola (16), esqueleto | Ver detalhes |
| Milheto | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Milho | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Não Atrelado a Cultura | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Pastagens | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Soja | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Sorgo | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
(equipamento de aplicação)
INTERVALO DE SEGURANÇA
NOME COMUM
NOME CIENTÍFICO
Corda-de-viola
Ipomoea purpurea
50 – 75 mL p.c/ha +
0,5% de óleo mineral
(20 – 30 g i.a/ha +
0,5% de óleo mineral)
200 – 400 L/ha
(terrestre)
30 - 40 L/ha (aérea)
10 dias
Dessecante das ramas da batata
100 – 125 mL
p.c/ha + 0,5% de óleo mineral
Batata
(40 – 50 g i.a/ha +
0,5% de óleo mineral)
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO
Corda-de-viola
Época: a aplicação deve ser realizada em pós-emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação)
Número de aplicação: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de Aplicação: não se aplica
Dessecante das ramas de batata
Época: a aplicação deve ser realizada na dessecação das ramas. Número de aplicação: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de Aplicação: não se aplica
*pc: produto comercial, i.a: ingrediente ativo
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSES* | VOLUME DE CALDA (equipamento de aplicação) | INTERVALO DE SEGURANÇA |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Café | Trapoeraba Commelina benghalensis | 75 – 125 mL p.c/ha + 0,5% de óleo mineral (30 – 50 g i.a/ha + 0,5% de óleo mineral) | 200 – 400 L/ha (terrestre) | 15 dias |
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO Época: a aplicação dirigida deve ser realizada de em pós-emergência das plantas infestantes. Número de aplicação: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de Aplicação: não se aplica | ||||
*pc: produto comercial, i.a: ingrediente ativo
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSES* | VOLUME DE CALDA (equipamento de aplicação) | INTERVALO DE SEGURANÇA |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Citros | Trapoeraba Commelina benghalensis | 75 – 125 mL p.c/ha + 0,5% de óleo mineral (30 – 50 g i.a/ha + 0,5% de óleo mineral) | 200 – 400 L/ha (terrestre) | 15 dias |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 100 – 125 + 0,5% de óleo mineral | |||
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO Época: a aplicação dirigida deve ser realizada de em pós-emergência das plantas infestantes. Número de aplicação: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de Aplicação: não se aplica | ||||
*pc: produto comercial, i.a: ingrediente ativo
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSES* | VOLUME DE CALDA (equipamento de aplicação) | INTERVALO DE SEGURANÇA |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Mandioca | Beldroega Portulaca oleracea | 50 – 75 mL p.c/ha + 0,5% de óleo mineral (20 – 30 g i.a/ha + 0,5% de óleo mineral) | 200 – 400 L/ha (terrestre) | 10 dias |
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Caruru Amaranthus retroflexus | ||||
Corda-de-viola Ipomoea purpurea Ipomoea grandifolia Ipomoea quamoclit Ipomoea hederifolia Ipomoea nil | ||||
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO Época: a aplicação deve ser realizada em pós-emergência inicial das plantas infestantes e da cultura. Número de aplicação: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de Aplicação: não se aplica | ||||
*pc: produto comercial, i.a: ingrediente ativo
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSES* | VOLUME DE CALDA (equipamento de aplicação) | INTERVALO DE SEGURANÇA |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Milho | Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 50 – 75 mL p.c/ha + 0,5% de óleo mineral (20 – 30 g i.a/ha + 0,5% de óleo mineral) | 200 – 400 L/ha (terrestre) 30 - 40 L/ha (aérea) | 84 dias |
Trapoeraba Commelina benghalensis | 25 – 31,2 mL p.c/ha (10 – 12,5 g i.a/ha) | |||
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO Corda-de-viola Época: a aplicação deve ser realizada em pós-emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação no plantio direto). Número de aplicação: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de Aplicação: não se aplica Trapoeraba Época: a aplicação deve ser realizada na pós-emergência das plantas infestantes - 2 a 4 folhas. Número de aplicação: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de Aplicação: não se aplica | ||||
*pc: produto comercial, i.a: ingrediente ativo
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSES* | VOLUME DE CALDA (equipamento de aplicação) |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||
Milheto | Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 50 – 75 mL p.c/ha + 0,5% de óleo mineral (20 – 30 g i.a/ha + 0,5% de óleo mineral) | 200 – 400 L/ha (terrestre) 10 - 40 L/ha (aérea) |
Trapoeraba Commelina benghalensis | 25 – 31,2 mL p.c/ha (10 – 12,5 g i.a/ha) | ||
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO Corda-de-viola Época: Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). Número de aplicação: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de Aplicação: não se aplica Trapoeraba Época: Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e na pré-emergência da cultura. Número de aplicação: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de Aplicação: não se aplica | |||
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSES* | VOLUME DE CALDA (equipamento de aplicação) |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||
Sorgo | Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 50 – 75 mL p.c/ha + 0,5% de óleo mineral (20 – 30 g i.a/ha + 0,5% de óleo mineral) | 200 – 400 L/ha (terrestre) 10 - 40 L/ha (aérea) |
Trapoeraba Commelina benghalensis | 25 – 31,2 mL p.c/ha (10 – 12,5 g i.a/ha) | ||
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO Corda-de-viola Época: Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). Número de aplicação: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de Aplicação: não se aplica Trapoeraba Época: Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e na pré-emergência da cultura. Número de aplicação: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de Aplicação: não se aplica | |||
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSES* | VOLUME DE CALDA (equipamento de aplicação) | INTERVALO DE SEGURANÇA |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Soja | Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 50 – 75 mL p.c/ha + 0,5% de óleo mineral (20 – 30 g i.a/ha + 0,5% de óleo mineral) | 200 – 400 L/ha (terrestre) 30 - 40 L/ha (aérea) | Não determinado |
Trapoeraba Commelina benghalensis | 25 – 31,2 mL p.c/ha (10 – 12,5 g i.a/ha) | 07 dias | ||
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO Corda-de-viola | ||||
Época: a aplicação deve ser realizada em pós-emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação no plantio direto)
Número de aplicação: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de Aplicação: não se aplica
Trapoeraba
Época: a aplicação deve ser realizada na pós-emergência das plantas infestantes - 2 a 4 folhas. Número de aplicação: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura.
Intervalo de Aplicação: não se aplica
*pc: produto comercial, i.a: ingrediente ativo
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSES* | VOLUME DE CALDA (equipamento de aplicação) | INTERVALO DE SEGURANÇA |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Cana-de- açúcar | Corda-de-viola Ipomoea quamoclit | 50 – 75 mL p.c/ha + 0,5% de óleo mineral (20 – 30 g i.a/ha + 0,5% de óleo mineral) | 200 – 400 L/ha (terrestre) 30 - 40 L/ha (aérea) | Não determinado |
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Caruru Amaranthus retroflexus | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO Época: a aplicação deve ser realizada em pós-emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação no plantio direto) Número de aplicação: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de Aplicação: não se aplica | ||||
*pc: produto comercial, i.a: ingrediente ativo
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSES* | VOLUME DE CALDA (equipamento de aplicação) | INTERVALO DE SEGURANÇA |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Cana-de- açúcar | Corda-de-viola Ipomoea quamoclit | 50 – 75 mL p.c/ha + 0,5% de óleo mineral (20 – 30 g i.a/ha + 0,5% de óleo mineral) | 200 – 400 L/ha (terrestre) 30 - 40 L/ha (aérea) | Não determinado |
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Corda-de-viola Ipomoea nil | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO Época: a aplicação deve ser realizada com barra total em pós-emergência das plantas infestantes e na pós-emergência inicial da cultura. Número de aplicação: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de Aplicação: não se aplica | ||||
*pc: produto comercial, i.a: ingrediente ativo
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSES* | VOLUME DE CALDA (equipamento de aplicação) | INTERVALO DE SEGURANÇA |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Cana-de- açúcar | Beldroega Portulaca oleracea | 75 – 125 mL p.c/ha + 0,5% de óleo mineral (30 – 50 g i.a/ha + 0,5% de óleo mineral) | 200 – 400 L/ha (terrestre) 30 - 40 L/ha (aérea) | Não determinado |
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Corda-de-viola Ipomoea hederifolia |
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO
Época: a aplicação deve ser realizada em pós-emergência das plantas infestantes e na pós-emergência inicial da cultura, através de jato dirigido nas entrelinhas.
Número de aplicação: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de Aplicação: não se aplica
*pc: produto comercial, i.a: ingrediente ativo
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSES* | VOLUME DE CALDA (equipamento de aplicação) | INTERVALO DE SEGURANÇA |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Cana-de- açúcar | Corda-de-viola Ipomoea quamoclit | 100 - 200 mL p.c/ha + 0,5% de óleo mineral (40 – 80 g i.a/ha + 0,5% de óleo mineral) | 200 – 400 L/ha (terrestre) 30 - 40 L/ha (aérea) | Não determinado |
Corda-de-viola Ipomoea hederifolia | ||||
Corda-de-viola Ipomoea purpurea | ||||
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO Época: a aplicação deve ser realizada em pós-emergência das plantas infestantes e pós-emergência tardia da cultura (pré-colheita). Número de aplicação: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de Aplicação: não se aplica | ||||
*pc: produto comercial, i.a: ingrediente ativo
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSES* | VOLUME DE CALDA (equipamento de aplicação) | INTERVALO DE SEGURANÇA |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Cana-de- açúcar | Maturador | 150 - 200 mL p.c/ha (60 – 80 g i.a/ha) | 200 – 400 L/ha (terrestre) 30 - 40 L/ha (aérea) | 06 dias |
ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO Época: a aplicação deve ser realizada antes da colheita Número de aplicação: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de Aplicação: não se aplica | ||||
*pc: produto comercial, i.a: ingrediente ativo
CULTURA | MODALIDADE | ALVO BIOLÓGICO | DOSES* | VOLUME DE CALDA (equipamento de aplicação) | No de aplicação por ciclo da cultura |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
Eucalipto | DESSECAÇÃO (pré-plantio) | Trapoeraba Commelina benghalensis | 50 a 75 mL/ha + 1% v/v de óleo mineral | 200 - 400 L/ha (terrestre) 40 L/ha (aérea) | Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas infestantes. |
Corda-de- viola Ipomoea cairica | |||||
PÓS- EMERGÊNCIA (jato dirigido) | Corda-de- viola Ipomoea cairica | ||||
Corda-de- viola Ipomoea grandifolia | |||||
Erva-quente Spermacoce latifolia | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis |
Trapoeraba Commelina diffusa | 100 a 125 mL/ha + 1% v/v de óleo mineral | ||||
Aplicação em Pós-emergência das plantas infestantes e em dessecação (pré-plantio). Aplicar após a secagem do orvalho. Ocorrência de chuvas em até duas horas após a aplicação podem interferir na eficiência do produto. | |||||
*pc: produto comercial, i.a: ingrediente ativo
CULTURA | MODALIDADE | ALVO BIOLÓGICO | DOSES* | VOLUME DE CALDA (equipamento de aplicação) | No de aplicação por ciclo da cultura |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||||
Pastagem | PÓS- EMERGÊNCIA | Trapoeraba Commelina benghalensis | 75 a 125 mL/ha + 0,3% v/v de óleo mineral | 200 - 400 L/ha (terrestre) 40 L/ha (aérea) | Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas infestantes. |
Corda-de- viola Ipomoea cairica | |||||
Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes em área total das pastagens na época do ano em que as mesmas estejam em intenso processo de desenvolvimento vegetativo (sendo as áreas sem irrigação definidas pela distribuição hídrica e de temperatura regional, e nas áreas irrigadas, este período é estendido de acordo com a disponibilidade de água para a irrigação e distribuição de temperatura regional). Cultura proveniente da semeadura (implantação e/ou reforma da pastagem): aplicar 30 a 60 dias após o plantio, em época do ano em que as plantas infestantes estejam em intenso processo de desenvolvimento vegetativo. As plantas infestantes devem estar no início do desenvolvimento vegetativo. Escolha da dose: Aplicar menores doses em plantas infestantes no início do desenvolvimento vegetativo (até 2 pares de folhas) e as maiores doses em plantas infestantes com estádio de desenvolvimento vegetativo maior (até 4 pares de folhas). Aplicar após a secagem do orvalho. Ocorrência de chuvas em até duas horas após a aplicação podem interferir na eficiência do produto. Manter a área sem animais para o restabelecimento do cultivo (vedação da cultura) pelo período de 15 a 30 dias, dependendo da espécie, condições climáticas da região e níveis de fertilidade da área. | |||||
Para o manejo outonal, realizar a aplicação conforme as doses indicadas no quadro de recomendações abaixo. O manejo outonal visa o controle das plantas infestantes em estádios iniciais de desenvolvimento durante o outono-inverno, bem como a redução da produção de sementes das espécies infestantes.
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSES* | VOLUME DE CALDA (equipamento de aplicação)(1) |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||
Não aplicável a modalidade de aplicação Manejo outonal | Trapoeraba Commelina benghalensis | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 L/ha (terrestre) 10 - 40 L/ha (aérea) |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||
Corda-de-viola Ipomoea purpurea | |||
Realizar a aplicação logo após a colheita da cultura precedente. N° de aplicação por ciclo da cultura:1 | |||
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Volume de calda: 30 a 40L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada
Abasteça o reservatório do pulverizador até ¼ de sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. Adicionar a quantidade correta de produto, previamente medido em recipiente graduado no reservatório do pulverizador, e então, completar o volume com água. A agitação deverá ser constante durante todo o processo de preparo e pulverização da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo em seguida. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxague completamente o reservatório do pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante dessa operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto;
Complete o pulverizador com água limpa. Circule essa solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto;
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia de uso doméstico (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d´água, nascentes ou plantas úteis;
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores com um balde com a solução de limpeza;
Repita o passo 3;
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes;
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Sigas as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos esses fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
A melhor estratégia de gerenciamento da deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (0,15 a 0,20 mm). A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade, e inversão térmica.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Algodão: 08 dias
Arroz: 66 dias
Batata: 10 dias
Café: 15 dias
Cana-de-açúcar (maturador): 06 dias
Cana-de-açúcar: não determinado devido a modalidade de aplicação Citros:15 dias
Eucalipto: Uso Não Alimentar (UNA) Mandioca: 15 dias
Milho, Milheto e Sorgo: 84 dias
Pastagem: não determinado devido a modalidade de aplicação
Soja (dessecação): não determinado devido a modalidade de aplicação Soja: 07 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
HATHOR 400 EC é um herbicida pós-emergente, seletivo condicional de ação não sistêmica, cujo mecanismo de ação consiste inibir a formação da enzima protoporfirinogênio oxidase (PPO), que participa na síntese da clorofila. É recomendado para o controle de plantas daninhas conforme recomendações abaixo:
Culturas | Plantas daninhas | Dose | Época, número e intervalo de aplicação, Volume de Aplicação |
Nome científico Nome comum | p.c.¹ (mL/ha) | ||
Algodão | Trapoeraba Commelina benghalensis | 50 – 75 | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura, através de jato dirigido, ou no pré- plantio da cultura (dessecação no sistema plantio direto). Adicionar óleo mineral à 0,5% de v/v. Número de Aplicações: 1 Aplicação Terrestre: 200 – 400 L/ha Aplicação Aérea: 10 – 40 L/ha |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||
Dessecação da cultura | 100 –150 | Aplicar de 7 a 12 dias antes da colheita. Adicionar óleo mineral à 1% de v/v. Número de Aplicações: 1 Aplicação Terrestre: 200 – 400 L/ha Aplicação Aérea: 10 – 40 L/ha | |
Arroz- irrigado | Cuminho Fimbristylis miliacea | 75 –100 (Pulverizado) 300 – 375 (Benzedura) | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura ou no pré-plantio da cultura (dessecação). Número de Aplicações: 1 Aplicação Terrestre: 200 – 400 L/ha Aplicação Aérea: 10 – 40 L/ha |
Sagitária Sagittaria montevidensis | 100 –125 (Pulverizado) 375 – 500 (Benzedura) | ||
Camarambaia Ludwigia octovalvis | |||
Pavoa Heteranthera reniformis | |||
Junquinho Cyperus difformis | |||
Batata | Corda-de-viola Ipomoea purpurea | 50 – 75 | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas e no pré-plantio da cultura (dessecação). Adicionar óleo mineral à 0,5% de v/v. Número de Aplicações: 1 Aplicação Terrestre: 200 – 400 L/ha Aplicação Aérea: 10 – 40 L/ha |
Dessecante das ramas da batata | 100 – 125 | Aplicar na dessecação das ramas. Adicionar óleo mineral à 0,5% de v/v. Número de Aplicações: 1 Aplicação Terrestre: 200 – 400 L/ha Aplicação Aérea: 10 – 40 L/ha | |
Café | Trapoeraba Commelina benghalensis | 75 – 125 | Aplicar em jato dirigido na pós-emergência das plantas daninhas. Adicionar óleo mineral à 0,5% de v/v. Número de Aplicações: 1 Aplicação Terrestre: 200 – 400 L/ha |
Cana-de- açúcar | Corda-de-viola Ipomoea quamoclit | 50 – 75 | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas e no pré-plantio da cultura (dessecação). Adicionar óleo mineral à 0,5% de v/v. Número de Aplicações: 1 Aplicação Terrestre: 200 – 400 L/ha Aplicação Aérea: 10 – 40 L/ha |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||
Caruru Amaranthus retroflexus | |||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 50 – 75 | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas e na pós-emergência inicial da cultura. Adicionar óleo mineral à 0,5% de v/v. Número de Aplicações: 1 Aplicação Terrestre: 200 – 400 L/ha Aplicação Aérea: 10 – 40 L/ha | |
Corda-de-viola Ipomoea nil | |||
Esqueleto Ipomoea quamoclit | |||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||
Cana-de- açúcar | Trapoeraba Commelina benghalensis | 75-125 | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura, através de jato dirigido nas entrelinhas. Adicionar óleo mineral à 0,5% de v/v. Número de Aplicações: 1 Aplicação Terrestre: 200 – 400 L/ha |
Beldroega Portulaca oleracea | |||
Corda-de-viola Ipomoea hederifolia | |||
Corda-de-viola Ipomoea purpurea | 150 – 200 | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura (pré-colheita). Número de Aplicações: 1 Aplicação Terrestre: 200 – 400 L/ha Aplicação Aérea: 10 – 40 L/ha | |
Corda-de-viola Ipomoea hederifolia | |||
Esqueleto Ipomoea quamoclit | |||
Maturador | Aplicar antes da colheita. Número de Aplicações: 1 Aplicação Terrestre: 200 – 400 L/ha Aplicação Aérea: 10 – 40 L/ha | ||
Citros | Trapoeraba Commelina benghalensis | 75 – 125 | Aplicar na pós-emergência das plantas daninhas. Adicionar óleo mineral à 0,5% de v/v. Número de Aplicações: 1 Aplicação Terrestre: 200 – 400 L/ha |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 100 – 125 | ||
Mandioca | Beldroega Portulaca oleracea | 50 – 75 | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura. Adicionar óleo mineral à 0,5% de v/v. Número de Aplicações: 1 Aplicação Terrestre: 200 – 400 L/ha |
Caruru Amaranthus retroflexus | |||
Corda-de-viola Ipomoea purpurea | |||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||
Corda-de-viola Ipomoea quamoclit | |||
Corda-de-viola Ipomoea hederifolia | |||
Corda-de-viola Ipomoea nil | |||
Trapoeraba Commelina benghalensis |
Milho | Trapoeraba Commelina benghalensis | 25 – 31,2 | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas e na pré-emergência da cultura. Número de Aplicações: 1 Aplicação Terrestre: 200 – 400 L/ha Aplicação Aérea: 10 – 40 L/ha |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 50 – 75 | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas e no pré-plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). Adicionar óleo mineral à 0,5% de v/v. Número de Aplicações: 1 Aplicação Terrestre: 200 – 400 L/ha Aplicação Aérea: 10 – 40 L/ha. | |
Soja | Trapoeraba Commelina benghalensis | 25 – 31,2 | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas e na pré-emergência da cultura. Número de Aplicações: 1 Aplicação Terrestre: 200 – 400 L/ha Aplicação Aérea: 10 – 40 L/ha. |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 50 – 75 | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas e no pré-plantio da cultura (dessecação no sistema plantio direto). Adicionar óleo mineral à 0,5% de v/v. Número de Aplicações: 1 Aplicação Terrestre: 200 – 400 L/ha Aplicação Aérea: 10 – 40 L/ha |
¹ P.C. = Produto comercial.
1 litro do produto possui 400 gramas de Carfentrazona
O manejo outonal visa o controle das plantas infestantes em estádios iniciais de desenvolvimento durante o outono-inverno, bem como a redução da produção de sementes das plantas daninhas. Para o manejo outonal, realizar a aplicação conforme recomendação abaixo:
Culturas | Plantas daninhas | Dose | Volume de calda | Número, Época e intervalo de aplicação |
Nome comum Nome científico | p.c. (mL/ha) | L/ha | ||
Não aplicável a modalidade de aplicação manejo outonal | Trapoeraba Commelina benghalensis | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicar logo após a colheita da cultura precedente. Realizar 1 aplicação |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Corda‐de‐viola Ipomoea purpurea |
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Cyperus difformis | junça (5), junquinho (6), tiririca (10) | Ver detalhes |
| Batata | Ver detalhes | ||
| Café | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Ipomoea nil | amarra-amarra (2), campainha (8), corda-de-viola (9) | Ver detalhes |
| Citros | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Mandioca | Amaranthus retroflexus | bredo (5), caruru (4), caruru-áspero | Ver detalhes |
| Milho | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Soja | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Preencher o tanque do pulverizador com água até ½ de sua capacidade, colocar a dose recomendada de HATHOR 400 EC e manter o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado. Aplique de imediato sobre as plantas daninhas.
O adjuvante deve ser adicionado como último componente à calda de pulverização, com o tanque quase cheio, mantendo-se a agitação.
Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
O equipamento de pulverização costais e/ou tratorizados deverão ser adequados para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; estacionário ou tratorizado com barra ou auto-propelido. Utilizar preferencialmente gotas de classe Média - M a Grossa - C. Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
A pressão de trabalho e o tipo de pontas de pulverização deverão ser selecionados em função do volume de calda e da classe de gotas, utilizando sempre a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva. Para determinadas culturas que utilizarem equipamentos específicos o tamanho das gotas pode ser ajustado e adequado de acordo com cada situação.
Deve-se realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (bicos, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea do alvo. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Realizar 1 aplicação por ciclo da cultura.
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aero agrícolas pela ANAC. A altura de voo não deve ultrapassar 4,0 m, para evitar problemas com deriva, a altura ideal é de 2 a 3 m acima do alvo, desde que garanta a segurança do voo. Deve-se utilizar gotas de classe Média – M e Grossa – C.
O número de bicos utilizados deve ser o menor número de bicos com maior vazão possível que proporcione uma cobertura uniforme, os mesmos devem ser escolhidos de acordo com a classe de gotas recomendada
acima, sendo que devem orientados de maneira que o jato esteja dirigido para trás, no sentido paralelo a corrente de ar.
A faixa de disposição deve ser de 15 a 18 m.
Na pulverização utilize técnicas que proporcionem maior cobertura. Consulte um Engenheiro Agrônomo. Realizar 1 aplicação por ciclo da cultura.
As condições climáticas mais favoráveis para pulverização utilizando equipamentos adequados são:
Umidade relativa do ar: mínimo 55%; máximo 95%;
Velocidade do vento: mínimo - 3 km/hora; máximo – 10 km/hora;
Temperatura: entre 20 e 30ºC é o ideal.
Caso haja a presença de orvalho, não há restrições nas aplicações com aviões, porém deve-se evitar aplicações com máquinas terrestres.
Evitar as condições de inversão térmica.
Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave.
Ajustar o tamanho de gotas às condições ambientais, alterando o ângulo relativo dos bicos hidráulicos ou o ângulo das pás do “micronair”.
Os volumes de aplicação e tamanho de gotas maiores são indicados quando as condições ambientais estão próximas dos limites recomendados. Já para lavouras com densa massa foliar, recomendam-se gotas menores e volumes maiores.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura), para tanto o tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas.
Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos / aspersores internos do tanque.
Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada.
Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante.
Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Algodão 08 dias
Arroz-irrigado 66 dias
Batata 10 dias
Café 15 dias
Cana-de-açúcar 06 dias
Citros 15 dias
Mandioca 10 dias
Milho 84 dias
Soja (1)
Manejo Outonal Não se aplica.
(1) Intervalo de segurança não determinado devida a aplicação em pré-plantio e pré-emergência da cultura de soja.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Plantas Infestantes | Doses* | Época e Número de Aplicações | Volume de calda (L.ha-1) |
Nome Comum (Nome Científico) | mL p.c..ha-1 (g i.a/ha) | |||
Algodão | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 50 – 75 (20 – 30) + 0,5% de óleo mineral | Época: Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e em pós- emergência cultura, através de jato dirigido, ou no pré-plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). N° de aplicações: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura | 200 - 400 (Terrestre) 10 - 40 (Aéreo) |
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | ||||
Desfolhante da Cultura | 100 – 150 (40 – 60) + 1% de óleo mineral | Época: Realizar a aplicação 7 a 12 dias antes da colheita. N° de aplicações realizar 01 aplicação por ciclo da cultura | 200 - 400 (Terrestre) 10 - 40 (Aéreo) | |
Arroz - irrigado | Pelunco, Chumbinho (Fimbristylis miliacea) | 75 –100 (30 - 40) (Pulverizado) 300 – 375 (120-150) (Benzedura) | Época: Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e em pós- emergência cultura, ou no pré- plantio da cultura (dessecação). N° de aplicações: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura | 200 - 400 (Terrestre) 10 - 40 (Aéreo) |
Junçá (Cyperus difformis) | 100 –125 (40 – 50) (Pulverizado) 375 – 500 (150 – 200) (Benzedura) | Época: Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e em pós- emergência cultura, ou no pré- plantio da cultura (dessecação). N° de aplicações: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura | ||
Aguapé-mirim, Pavoa (Heteranthera reniformis) | ||||
Cruz-de-malta (Ludwigia octolavis) | ||||
Aguapé-de-flecha, Sagitária (Sagittaria montevidensis) | ||||
Dessecante das ramas da batata | 100 – 125 (40 – 50) + 0,5% de óleo mineral | Época: Aplicar na dessecação das ramas. N° de aplicações: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura | 200 - 400 (Terrestre) | |
Batata | Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | 50 – 75 (20 – 30) + 0,5% de óleo mineral | Época: Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação). N° de aplicações: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura | 10 - 40 (Aéreo) |
75 – 125 | Época: Aplicação em pós- | |||
Café | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | (30 – 50) + 0,5% de óleo | emergência das plantas infestantes N° de aplicações: realizar 01 | 200 - 400 (Terrestre) |
mineral | aplicação por ciclo da cultura |
Maturador | 150 – 250 (60 – 100) | Época: Aplicação antes da colheita. N° de aplicações: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura | ||
Caruru (Amaranthus retroflexus) | 50 – 75 (20 – 30) + 0,5% de óleo mineral | Época: Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e no pré- plantio da cultura (dessecação). N° de aplicações: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura | ||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea quamoclit) | ||||
Cana-de- açúcar | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 50 – 75 (20 – 30) + 0,5% de óleo mineral | Época: Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e na pós- emergência inicial da cultura N° de aplicações: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura | 200 - 400 (Terrestre) 10 - 40 (Aéreo) |
Corda-de-viola (Ipomoea nil) | ||||
Esqueleto (Ipomoea quamoclit) | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 75 – 125 (30 – 50) + 0,5% de óleo mineral | Época: Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e na pós- emergência inicial da cultura, através de jato dirigido nas entrelinhas. | ||
Beldroega (Portulaca Oleracea) | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea hederifolia) | N° de aplicações: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura | |||
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | 100 - 200 (40 - 80) + 0,5% de óleo mineral | Época: Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e da cultura (pé- colheita). N° de aplicações: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura | ||
Corda-de-viola (Ipomoea hederifolia) | ||||
Esqueleto (Ipomoea quamoclit) | ||||
75 – 125 | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | (30 – 50) + 0,5% de óleo | Época: Aplicação em pós- emergência das plantas | ||
Citros | mineral | infestantes. | 200 - 400 (Terrestre) | |
100 -125 | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | (40 - 50) + 0,5% de óleo | N° de aplicações: realizar 01 aplicação por ciclo da cultura. | ||
Mineral | ||||
Trapoeraba | 50 – 75 | Época: Aplicação no pré- | 200 - 400 (Terrestre) | |
(Commelina benghalensis) | (20 – 30) | plantio da cultura (dessecação) | ||
Corda-de-viola | + 1% de óleo | N° de aplicações: realizar 01 | ||
Eucalipto | (Ipomoea cairica) | mineral | aplicação. | |
100 a 125 | Época: Aplicação em pós- | |||
Trapoeraba (Commelina difusa) | (40 – 50) + 1% de óleo | emergência das plantas infestantes (jato dirigido). Aplicar após a secagem do | ||
mineral | orvalho. |
N° de aplicações: realizar 01 aplicação. | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 50 – 75 (20 – 30) + 1% de óleo mineral | Época: Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes (jato dirigido). Aplicar após a secagem do orvalho. N° de aplicações: realizar 01 aplicação. | ||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea cairica) | ||||
Época: Aplicação em pós- | ||||
emergência das plantas | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 25 - 31,2 (10 - 12,48) | infestantes e na pré- emergência da cultura. | ||
N° de aplicações: realizar 01 | 200 - 400 | |||
aplicação. | (Terrestre) | |||
Milho | Época: Aplicação em pós- | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 50 – 75 (20 – 30) + 0,5% de óleo | emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). | 10 - 40 (Aéreo) | |
mineral | N° de aplicações: realizar 01 | |||
aplicação. | ||||
Época: Aplicação em pós- | ||||
emergência das plantas | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 25 - 31,2 (10 - 12,48) | infestantes e na pré- emergência da cultura. | ||
N° de aplicações: realizar 01 | 200 - 400 | |||
aplicação | (Terrestre) | |||
Soja | Época: Aplicação em pós- | |||
Carda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 50 – 75 (20 – 30) + 0,5% de óleo | emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). | 10 - 40 (Aéreo) | |
mineral | N° de aplicações: realizar 01 | |||
aplicação |
*p.c.: produto comercial i.a: Ingrediente ativo 1L de K-ZON® contém 400 g de Carfentrazona
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção individual (EPI) indicados para esse fim no “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Heteranthera reniformis | aguapé-mirim, hortelã-do-brejo, pavoa | Ver detalhes |
| Batata | Ipomoea purpurea | campainha (9), corda-de-viola (10), corriola (8) | Ver detalhes |
| Café | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Ipomoea quamoclit | cardeal, corda-de-viola (16), esqueleto | Ver detalhes |
| Citros | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Milho | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Soja | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Abasteça o reservatório do pulverizador até metade sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. Dosar em um recipiente graduado e preciso o volume de produto recomendado para a cultura e alvos. Despejar o produto no tanque em agitação e completar a metade restante com água. O adjuvante deve ser adicionado como último componente à calda de pulverização, com o tanque quase cheio, mantendo-se a agitação.
A agitação deverá ser constante durante todo o processo de preparo e pulverização da calda.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para a realização da aplicação naquele momento, pulverizando logo em seguida. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Utilizar pulverizadores costais manuais ou tratorizados de barra, com pontas (bicos) apropriadas.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Pontas de Pulverização: a seleção da ponta de pulverização deve ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com a ponta de pulverização. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância adequada entra as pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem área com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde um faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Pressão: Selecionar pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
Realize a aplicação com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando excessos de pressão e altura na aplicação.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposição entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertuta e eficiência do produto.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agronômo e as orientações do equipamento de aplicação.
Pontas de Pulverização: a seleção da ponta de pulverização deve ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com a ponta de pulverização.
Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica especifica para cada tipo ou modelo de avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com a ponta de pulverização.
Volume de calda: 10 a 40 L/há ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.
Pressão: Selecionar pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 0:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
Obedecer às normas técnicas previstas na Instrução Normativa n°2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos a equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim aplicar com maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e a eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores antes de iniciar a aplicação.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados relativos à Proteção da Saúde humana”.
Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal, vigentes.
Algodão | 08 dias |
Arroz | 66 dias |
Batata | 10 dias |
Café | 15 dias |
Cana-de-açúcar | 06 dias |
Citros | 15 dias |
Eucalipto | UNA (Uso não Alimentar) |
Milho | 84 dias |
Soja | 30 dias (Aplicação em pós-emergência da cultura) Não determinado (aplicação em pré-plantio da cultura) |
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana ANVISA/MS)
INSTRUÇÕES DE USO:
Cultura: Cana-de-açúcar | ||||
Modalidade de Aplicação: Pré-emergência da cana-de-açúcar e pré-emergência ou no máximo em pós-emergência precoce das plantas infestantes em área total. | ||||
Plantas Infestantes Nome Comum / Nome Científico | Doses Produto Comercial (L/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº Máximo de aplicações | |
Terrestre | Aérea | |||
Capim-colchão ou milha | ||||
(Digitaria nuda) | ||||
(Digitaria horizontalis) | ||||
Capim-colonião | ||||
(Panicum maximum) | ||||
Capim-marmelada ou papuã | ||||
(Brachiaria plantaginea) | 3,0 - 4,0 L p.c./ha (1) | 180 - 200 | 30 - 40 | 1 |
Corda-de-viola | ||||
(Ipomoea quamoclit) | ||||
(Ipomoea purpurea) | ||||
(Ipomoea heredifolia) | ||||
(Ipomoea grandifolia) | ||||
Leiteira ou amendoim-bravo | ||||
(Euphorbia heterophylla) | ||||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Fazer 01 (uma) aplicação na época recomendada. Aplicar o LEALE SC após o plantio dos toletes da cana-de-açúcar ou logo após o corte (cana-soca), antes da emergência da cultura e das plantas daninhas. Em caso da cana-soca, as plantas daninhas de preferência não devem estar germinadas no momento da aplicação ou estar no máximo em estádio de pós-emergência precoce (folhas largas com 2 a 4 folhas e gramíneas antes do perfilhamento). Não utilizar o produto em períodos prolongados de seca. (1) utilizar as doses menores em solos mais leves (arenosos) e as doses maiores em solos mais pesados (argilosos). Efetuar o controle de Ipomoea heredifolia somente em solos leves (arenosos). | ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas e baixo potencial de deriva.
Verifique a regulamentação local do órgão de agricultura, saúde e meio ambiente, quanto a especificações locais de aquisição e aplicação do produto, em complemento às instruções de uso constantes na bula e rótulo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item
“Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Para o preparo da calda, inicialmente diluir a quantidade necessária do LEALE SC em um tanque auxiliar contendo água limpa. Em seguida, encher o reservatório do pulverizador até a metade da capacidade do tanque. Adicionar a solução preparada ao tanque do pulverizador e completar com água limpa, mantendo o agitador do pulverizador em funcionamento. Aplicar a calda imediatamente após o preparo.
Antes de qualquer aplicação, verifique se o equipamento está limpo, bem conservado, regulado e calibrado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Aplicação Terrestre:
Equipamentos Costais (manuais ou motorizados):
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa, acima de 300 micras e com densidade mínima de 30 gotas/cm² direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorra sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Equipamento Tratorizado:
Pulverizadores de barra ou autopropelidos:
Para essa modalidade de aplicação deve-se utilizar pulverizador de barra tratorizado, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam gotas médias a grossas para cobertura das plantas infestantes de maneira uniforme em toda a área.
Aplicação aérea:
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação Municipal, Estadual e Federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronave devidamente regulamentada para tal finalidade e provida de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Deve-se observar as condições meteorológicas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos. As aplicações devem ser feitas nas horas mais frescas do dia, de preferência na parte da manhã ou à tarde conforme as condições descritas abaixo:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora, para diminuir ao máximo as perdas por deriva e/ou evaporação.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação.
Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e condições meteorológicas (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independentemente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle. A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições meteorológicas e grau de infestação das plantas infestantes podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições meteorológicas desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de Vento, Temperatura e Umidade e Inversão Térmica.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem
ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador. Alguns agrotóxicos são ativos em quantidades bastante pequenas, podendo causar danos quando aplicados às culturas sensíveis. Antes de aplicar o LEALE SC, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado.
Se dois ou mais produtos foram utilizados antes da aplicação do LEALE SC, deve ser seguido o procedimento de limpeza mais restritivo.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
O pulverizador, incluindo o tanque, tanque de mistura, mangueira, filtros e bicos devem ser limpos toda vez que for aplicado o LEALE SC.
Imediatamente após o término da aplicação do LEALE SC, seguir as seguintes etapas para limpar o equipamento de pulverização (não deixar para fazer a limpeza no dia seguinte):
Drenar completamente o tanque de pulverização, lavar o pulverizador completamente, incluindo a parte interior e exterior do reservatório e todos os acessórios em linha.
Encha o tanque com água limpa e adicione amônia caseira (com 3% de amônia) na proporção de 1%, ou seja, 1 litro para cada 100 litros de água. Acionar o pulverizador para circular a solução no pulverizador, incluindo as mangueiras e bicos durante 5 minutos. Remova e limpe os bicos, filtros, difusores em um balde com solução de amônia caseira a 3%, diluído a 1%.
Esvazie o tanque e encha novamente com água limpa. Agite a calda do tanque por no mínimo 15 minutos, passando por todas as mangueiras, filtros, difusores e bicos. Caso esteja usando diafragmas na barra de pulverização, afrouxe os diafragmas antes de liberar o sistema de agitação, permitindo que a solução de limpeza passe através do diafragma aberto. Se os bicos de pulverização possuírem tampas, estas devem ser afrouxadas antes de liberar o sistema de agitação, para permitir que a solução de limpeza passe através das tampas soltas.
Após drenagem do tanque, repetir as operações 2 e 3.
Encher o tanque com água limpa para enxaguar todo o equipamento pulverizador, incluindo mangueiras, filtros, difusores e bicos, várias vezes.
Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação vigente.
Culturas | Intervalo de Segurança (dias) |
Cana-de-açúcar | 180 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs).
CULTURA | PLANATAS INFESTANTES | DOSE | VOLUME DE CALDA (L/ha) Aplicação | ||
Nome Comum | Nome científico | Produto comercial (mL/ha) | Terrestre | Aérea | |
ALGODÃO | Desfolhante da cultura | 100-150 + 1,0% de óleo mineral | 200-400 | 10-40 | |
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 50-75 + 0,5% de óleo mineral Pós-emergência em jato dirigido e dessecação (plantio direto) | |||
Corda-de- viola | lpomoea grandifolia | ||||
Desfolhante da cultura: Adicionar 1% de óleo mineral. Aplicar o produto entre 7 a 12 dias antes da colheita. Controle de Trapoeraba e Corda-de-viola: Adicionar 0,5% de óleo mineral para a aplicação em jato dirigido (pós-emergência) ou no plantio direto (dessecação no sistema Plantio Direto). Número de aplicação: uma por safra da cultura. | |||||
ARROZ- IRRIGADO | Pelunco, Cuminho | Fimbristylis miliacea | 75-100 (pulverização) 300-375 (benzedura) | 200-400 | 10-40 |
Junquinho | Cyperus difformis | 100-125 (pulverização) 300-375 (benzedura) | |||
Sagitária | Sagittaria montevidensis | ||||
Cruz-de-malta | Ludwigia octovalvis | ||||
Pavoa | Heteranthera reniformis | ||||
Aplicação em pós-emergência: aplicar o produto através de pulverização. Dessecação (plantio direto): Aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral. Número de aplicação: uma por safra da cultura. | |||||
BATATA | Dessecante das ramas da batata | 100-125 + 0,5% de óleo mineral | 200-400 | 10-40 | |
Corda-de- viola | lpomoea purpurea | 50-75 + 0,5% de óleo mineral | |||
Dessecação das ramas da batata e controle de Corda-de-viola em pré-plantio: aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral. | |||||
CAFÉ | Trapoeraba | Commelina benghalensis | 75-125 + 0,5% de óleo mineral Dessecação (Plantio direto) | 200-400 | - |
Aplicação dirigida em pós-emergência das plantas infestantes: aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral. Número de aplicação: uma por safra da cultura. | |||||
CANA-DE- AÇÚCAR | Dessecação (pré-plantio) | ||||
Corda-de- viola | lpomoea quamoclit, Ipomoea grandifolia | 50-75 + 0,5% de óleo mineral | 200-400 | 10-40 | |
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Caruru | Amaranthus retroflexus | ||||
Número de aplicação: uma por safra da cultura. | |||||
Pós-emergência inicial (barra total) | |||||
Corda-de- viola | lpomoea grandifolia, Ipomoea nil | 50-75 + 0,5% de óleo mineral | |||
Esqueleto | Ipomoea quamoclit | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Número de aplicação: uma por safra da cultura. | |||||
Pós-emergência inicial (jato dirigido) | |||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 75-125 + 0,5% de óleo mineral | |||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | ||||
Número de aplicação: uma por safra da cultura. | |||||
Pós-emergência tardia (pré-colheita) | |||||
Corda-de- viola | lpomoea purpurea, lpomoea hederifolia | 100-200 + 0,5% de óleo mineral | |||
Esqueleto | Ipomoea quamoclit | ||||
Número de aplicação: uma por safra da cultura. | |||||
Maturador | 150-250 | ||||
Aplicar o produto nas doses recomendadas de acordo com a necessidade de aumento do teor de sacarose da planta Número de aplicação: uma por safra da cultura. | |||||
CITROS | Trapoeraba | Commelina benghalensis | 75-125 + 0,5% de óleo mineral | 200-400 | - |
Aplicação na pós-emergência das plantas infestantes. Número de aplicação: uma por safra da cultura. | |||||
EUCALIPTO | Dessecação (pré-plantio) | 200-400 | 10-40 | ||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 50-75 + 1% de óleo mineral | |||
Corda-de- viola | lpomoea cairica | ||||
Pós-emergência (jato dirigido) | |||||
Erva-quete | Spermacoce latifolia | 50-75 + 1% de óleo mineral | |||
Corda-de- viola | Ipomoea cairica, Ipomoea grandifolia | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Trapoeraba | Commelina diffusa | 100-125 + 1% de óleo mineral | |||
Aplicação em Pós-emergência das plantas infestantes e em dessecação (pré-plantio). Aplicar após a secagem do orvalho. Ocorrência de chuvas em até duas horas após a aplicação podem interferir na eficiência do produto. Número de aplicação: uma por ciclo da cultura. | |||||
MANDIOCA | Beldroega Caruru Corda-de- viola Corda-de- viola Corda-de- viola Corda-de- viola Corda-de- viola Trapoeraba | Portulaca oleracea Amaranthus retroflexus lpomoea purpúrea lpomoea grandifolia lpomoea guamoclit lpomoea heredifolia lpomoea nil Commelina benghalensis | 50-75 + 0,5% de óleo mineral | 200-400 | 10-40 |
Aplicação na pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Número de aplicação: uma por safra da cultura. | |||||
MILHO | Trapoeraba | Commelina benghalensis | 25-31,2 (pós emergência das plantas infestantes - 2 a 4 folhas) | 200-400 | 10-40 |
Corda-de- viola | lpomoea grandifolia | 50-75 + 0,5% de óleo mineral Dessecação (Plantio Direto) | |||
Aplicação na pós-emergência: aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. Dessecação (plantio direto): aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral. Número de aplicação: até duas por safra da cultura. | |||||
PASTAGEM | Trapoeraba Corda-de- viola | Commelina benghalensis lpomoea cairica | 75-125 + 0,3% v/v de óleo mineral | 200-400 | 10-40 |
Pós-emergência das plantas infestantes em área total Aplicar o produto em pós-emergência das plantas infestantes em área total das pastagens na época do ano em que as mesmas estejam em intenso processo de desenvolvimento vegetativo (sendo as áreas sem irrigação definidas pela distribuição hídrica e de temperatura regional, e nas áreas irrigadas, este período é estendido de acordo com a disponibilidade de água para a irrigação e distribuição de temperatura regional). Cultura proveniente da semeadura (implantação e/ou reforma da pastagem): aplicar 30 a 60 dias após o plantio, em época do ano em que as plantas infestantes estejam em intenso processo de desenvolvimento vegetativo. As plantas infestantes devem estar no início do desenvolvimento vegetativo. Aplicar doses menores em plantas infestantes no início do desenvolvimento vegetativo (até 2 pares de folhas) e as doses maiores em plantas infestantes com estádio de desenvolvimento vegetativo maior (até 4 pares de folhas). Aplicar o produto após a secagem do orvalho. Ocorrência de chuvas em até duas horas após a aplicação podem interferir na eficiência do produto. Manter a área sem animais para o restabelecimento do cultivo (vedação da cultura) pelo período de 15 a 30 dias, dependendo da espécie, condições climáticas da região e níveis de fertilidade da área. Número de aplicação: uma por ciclo da cultura. | |||||
SOJA | Trapoeraba | Commelina benghalensis | 25-31,2 (pós emergência das plantas infestantes - 2 a 4 folhas) | 200-400 | 10-40 |
Corda-de- viola | lpomoea grandifolia | 50-75 + 0,5% de óleo mineral Dessecação (Plantio Direto) | |||
Pós-emergência: aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. Dessecação (plantio direto): aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral. Número de aplicações: até duas por safra da cultura. | |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Fimbristylis miliacea | cabelo-de-negro, cuminho, falso-cominho | Ver detalhes |
| Batata | Ipomoea purpurea | campainha (9), corda-de-viola (10), corriola (8) | Ver detalhes |
| Café | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Citros | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Mandioca | Ipomoea quamoclit | cardeal, corda-de-viola (16), esqueleto | Ver detalhes |
| Milho | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Pastagens | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Soja | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
Realizar a aplicação quando as plantas infestantes encontrarem-se no estádio de 3 a 4 folhas. Utilizar sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado. Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre um engenheiro agrônomo.
Equipamentos de Aplicação:
Aplicação terrestre:
Através de pulverizadores costal manual ou motorizado, pulverizadores tratorizado com barras providas de bicos de média/alta vazão (1,5 L/min), tais como Teejet leque 110.04, XR Teejet 110.04, Albuz leque 100.04, Fulljet.
Espaçamento entre bicos: 50 cm de altura de barra de 30-50 cm. Densidade de gotas: 40-80 gotas/cm2.
DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200-300 micra
Aplicação aérea:
Através de aeronave agrícola. Pressão: 30 psi
Bicos: D8-45
Ângulo da barra: 135° (frente ou 45° atrás) Faixa de deposição: 15 m
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aero agrícolas e sempre consulte o engenheiro agrônomo responsável. Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação. Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um engenheiro agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do voa: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voa e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o engenheiro agrônomo responsável pela aplicação.
Volume de calda: 10 a 40 L/h a ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do engenheiro agrônomo. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do engenheiro agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
Condições climáticas: as aplicações devem ser realizadas em condições de temperatura inferior a 30°C e umidade relativa do ar acima de 50%, ventos entre 3 a 10 km/h. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva. Em caso de dúvida consultar um engenheiro agrônomo.
Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item "Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana".
Antes de preparar a calda, verificar se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Adicionar o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos Y2 de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Completar o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes d'água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina, as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceder a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adotar todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilizar os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item "Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana".
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Algodão | 8 |
Arroz (pós-emergência) | 66 |
Arroz (pré-emergência) | (1) |
Batata | 10 |
Café | 15 |
Cana-de-açucar (maturador e pós-emergência) | 6 |
Cana de açúcar (pré-emergência) | (1) |
Citros | 15 |
Eucalipto | UNA |
Mandioca | 10 |
Milho (pré-emergência) | (1) |
Milho (pós-emergência) | 84 |
Pastagem | (1) |
Soja (pós-emergência) | (2) |
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O Intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura, e de 7 dias quando aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
UNA = Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda a (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURA | PLANATAS INFESTANTES | DOSE | VOLUME DE CALDA (L/ha) Aplicação | ||
Nome Comum | Nome científico | Produto comercial (mL/ha) | Terrestre | Aérea | |
ALGODÃO | Desfolhante da cultura | 100-150 + 1,0% de óleo mineral | 200-400 | 10-40 | |
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 50-75 + 0,5% de óleo mineral Pós-emergência em jato dirigido e dessecação (plantio direto) | |||
Corda-de- viola | lpomoea grandifolia | ||||
Desfolhante da cultura: Adicionar 1% de óleo mineral. Aplicar o produto entre 7 a 12 dias antes da colheita. Controle de Trapoeraba e Corda-de-viola: Adicionar 0,5% de óleo mineral para a aplicação em jato dirigido (pós-emergência) ou no plantio direto (dessecação no sistema Plantio Direto). Número de aplicação: uma por safra da cultura. | |||||
ARROZ- IRRIGADO | Pelunco, Cuminho | Fimbristylis miliacea | 75-100 (pulverização) 300-375 (benzedura) | 200-400 | 10-40 |
Junquinho | Cyperus difformis | 100-125 (pulverização) 300-375 (benzedura) | |||
Sagitária | Sagittaria montevidensis | ||||
Cruz-de-malta | Ludwigia octovalvis | ||||
Pavoa | Heteranthera reniformis | ||||
Aplicação em pós-emergência: aplicar o produto através de pulverização. Dessecação (plantio direto): Aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral. Número de aplicação: uma por safra da cultura. | |||||
BATATA | Dessecante das ramas da batata | 100-125 + 0,5% de óleo mineral | 200-400 | 10-40 | |
Corda-de- viola | lpomoea purpurea | 50-75 + 0,5% de óleo mineral | |||
Dessecação das ramas da batata e controle de Corda-de-viola em pré-plantio: aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral. | |||||
CAFÉ | Trapoeraba | Commelina benghalensis | 75-125 + 0,5% de óleo mineral Dessecação (Plantio direto) | 200-400 | - |
Aplicação dirigida em pós-emergência das plantas infestantes: aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral. Número de aplicação: uma por safra da cultura. | |||||
CANA-DE- AÇÚCAR | Dessecação (pré-plantio) | ||||
Corda-de- viola | lpomoea quamoclit, Ipomoea grandifolia | 50-75 + 0,5% de óleo mineral | 200-400 | 10-40 | |
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Caruru | Amaranthus retroflexus | ||||
Número de aplicação: uma por safra da cultura. | |||||
Pós-emergência inicial (barra total) | |||||
Corda-de- viola | lpomoea grandifolia, Ipomoea nil | 50-75 + 0,5% de óleo mineral | |||
Esqueleto | Ipomoea quamoclit | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Número de aplicação: uma por safra da cultura. | |||||
Pós-emergência inicial (jato dirigido) | |||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 75-125 + 0,5% de óleo mineral | |||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | ||||
Número de aplicação: uma por safra da cultura. | |||||
Pós-emergência tardia (pré-colheita) | |||||
Corda-de- viola | lpomoea purpurea, lpomoea hederifolia | 100-200 + 0,5% de óleo mineral | |||
Esqueleto | Ipomoea quamoclit | ||||
Número de aplicação: uma por safra da cultura. | |||||
Maturador | 150-250 | ||||
Aplicar o produto nas doses recomendadas de acordo com a necessidade de aumento do teor de sacarose da planta Número de aplicação: uma por safra da cultura. | |||||
CITROS | Trapoeraba | Commelina benghalensis | 75-125 + 0,5% de óleo mineral | 200-400 | - |
Aplicação na pós-emergência das plantas infestantes. Número de aplicação: uma por safra da cultura. | |||||
EUCALIPTO | Dessecação (pré-plantio) | 200-400 | 10-40 | ||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 50-75 + 1% de óleo mineral | |||
Corda-de- viola | lpomoea cairica | ||||
Pós-emergência (jato dirigido) | |||||
Erva-quete | Spermacoce latifolia | 50-75 + 1% de óleo mineral | |||
Corda-de- viola | Ipomoea cairica, Ipomoea grandifolia | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Trapoeraba | Commelina diffusa | 100-125 + 1% de óleo mineral | |||
Aplicação em Pós-emergência das plantas infestantes e em dessecação (pré-plantio). Aplicar após a secagem do orvalho. Ocorrência de chuvas em até duas horas após a aplicação podem interferir na eficiência do produto. Número de aplicação: uma por ciclo da cultura. | |||||
MANDIOCA | Beldroega Caruru Corda-de- viola Corda-de- viola Corda-de- viola Corda-de- viola Corda-de- viola Trapoeraba | Portulaca oleracea Amaranthus retroflexus lpomoea purpúrea lpomoea grandifolia lpomoea guamoclit lpomoea heredifolia lpomoea nil Commelina benghalensis | 50-75 + 0,5% de óleo mineral | 200-400 | 10-40 |
Aplicação na pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Número de aplicação: uma por safra da cultura. | |||||
MILHO | Trapoeraba | Commelina benghalensis | 25-31,2 (pós emergência das plantas infestantes - 2 a 4 folhas) | 200-400 | 10-40 |
Corda-de- viola | lpomoea grandifolia | 50-75 + 0,5% de óleo mineral Dessecação (Plantio Direto) | |||
Aplicação na pós-emergência: aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. Dessecação (plantio direto): aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral. Número de aplicação: até duas por safra da cultura. | |||||
PASTAGEM | Trapoeraba Corda-de- viola | Commelina benghalensis lpomoea cairica | 75-125 + 0,3% v/v de óleo mineral | 200-400 | 10-40 |
Pós-emergência das plantas infestantes em área total Aplicar o produto em pós-emergência das plantas infestantes em área total das pastagens na época do ano em que as mesmas estejam em intenso processo de desenvolvimento vegetativo (sendo as áreas sem irrigação definidas pela distribuição hídrica e de temperatura regional, e nas áreas irrigadas, este período é estendido de acordo com a disponibilidade de água para a irrigação e distribuição de temperatura regional). Cultura proveniente da semeadura (implantação e/ou reforma da pastagem): aplicar 30 a 60 dias após o plantio, em época do ano em que as plantas infestantes estejam em intenso processo de desenvolvimento vegetativo. As plantas infestantes devem estar no início do desenvolvimento vegetativo. Aplicar doses menores em plantas infestantes no início do desenvolvimento vegetativo (até 2 pares de folhas) e as doses maiores em plantas infestantes com estádio de desenvolvimento vegetativo maior (até 4 pares de folhas). Aplicar o produto após a secagem do orvalho. Ocorrência de chuvas em até duas horas após a aplicação podem interferir na eficiência do produto. Manter a área sem animais para o restabelecimento do cultivo (vedação da cultura) pelo período de 15 a 30 dias, dependendo da espécie, condições climáticas da região e níveis de fertilidade da área. Número de aplicação: uma por ciclo da cultura. | |||||
SOJA | Trapoeraba | Commelina benghalensis | 25-31,2 (pós emergência das plantas infestantes - 2 a 4 folhas) | 200-400 | 10-40 |
Corda-de- viola | lpomoea grandifolia | 50-75 + 0,5% de óleo mineral Dessecação (Plantio Direto) | |||
Pós-emergência: aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. Dessecação (plantio direto): aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral. Número de aplicações: até duas por safra da cultura. | |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Fimbristylis miliacea | cabelo-de-negro, cuminho, falso-cominho | Ver detalhes |
| Batata | Ver detalhes | ||
| Café | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Ipomoea hederifolia | amarra-amarra (1), corda-de-viola (7), corriola (5) | Ver detalhes |
| Citros | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Commelina diffusa | capoeraba (2), marianinha (2), mata-brasil (2) | Ver detalhes |
| Milho | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Pastagens | Ipomoea cairica | campainha (3), corda-de-viola (3), enrola-semana | Ver detalhes |
| Soja | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
Realizar a aplicação quando as plantas infestantes encontrarem-se no estádio de 3 a 4 folhas. Utilizar sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado. Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre um engenheiro agrônomo.
Equipamentos de Aplicação:
Aplicação terrestre:
Através de pulverizadores costal manual ou motorizado, pulverizadores tratorizado com barras providas de bicos de média/alta vazão (1,5 L/min), tais como Teejet leque 110.04, XR Teejet 110.04, Albuz leque 100.04, Fulljet.
Espaçamento entre bicos: 50 cm de altura de barra de 30-50 cm. Densidade de gotas: 40-80 gotas/cm2.
DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200-300 micra
Aplicação aérea:
Através de aeronave agrícola. Pressão: 30 psi
Bicos: D8-45
Ângulo da barra: 135° (frente ou 45° atrás) Faixa de deposição: 15 m
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aero agrícolas e sempre consulte o engenheiro agrônomo responsável. Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação. Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um engenheiro agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o engenheiro agrônomo responsável pela aplicação.
Volume de calda: 10 a 40 L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do engenheiro agrônomo. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do engenheiro agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
Condições climáticas: as aplicações devem ser realizadas em condições de temperatura inferior a 30°C e umidade relativa do ar acima de 50%, ventos entre 3 a 10 km/h. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva. Em caso de dúvida consultar um engenheiro agrônomo.
Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item "Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana".
Antes de preparar a calda, verificar se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Adicionar o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos 1/2 de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Completar o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes d'água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina, as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceder a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adotar todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilizar os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item "Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana".
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Algodão | 8 |
Arroz (pós-emergência) | 66 |
Arroz (pré-emergência) | (1) |
Batata | 10 |
Café | 15 |
Cana-de-açúcar (maturador e pós-emergência) | 6 |
Cana de açúcar (pré-emergência) | (1) |
Citros | 15 |
Eucalipto | UNA |
Mandioca | 10 |
Milho (pré-emergência) | (1) |
Milho (pós-emergência) | 84 |
Pastagens | (1) |
Soja (pós-emergência) | (2) |
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O Intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura, e de 7 dias quando aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
UNA = Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda a (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
herbicida pós-emergente, seletivo condicional, de ação não sistêmica, do grupo químico triazolona, que contém o ingrediente ativo carfentrazona etílica, 400 g/L, na formulação concentrado emulsionável, indicado para o controle de plantas infestantes nas culturas de algodão, arroz-irrigado, batata, café, cana-de-açúcar, citros, eucalipto, milho, pastagens e soja; e dessecante nas culturas de algodão, batata, cana-de-açúcar e eucalipto.
CULTURA | PLANTAS INFESTANTES | DOSE | VOLUME DE CALDA (L/ha) Aplicação | ||
Nome comum | Nome científico | Produto comercial (mL/ha) | Terrestre | Aérea | |
ALGODÃO | Trapoeraba | Commelina benghalensis | 50-75 + 0,5% de óleo mineral Pós-emergência em jato dirigido e dessecação (plantio direto) | 200-400 | 10-40 |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | ||||
Controle de Trapoeraba e Corda-de-viola: Adicionar 0,5% de óleo mineral para a aplicação em jato dirigido (pós-emergência) ou no plantio direto (dessecação no sistema Plantio Direto). Número de aplicação: uma por safra da cultura. | |||||
ARROZ- IRRIGADO | Pelunco, Cuminho | Fimbristylis miliacea | 75-100 (pulverização) | 200-400 | 10-40 |
Junquinho | Cyperus difformis | 100-125 (pulverização) | |||
Sagitária | Sagittaria montevidensis | ||||
Cruz-de-malta | Ludwigia octovalvis | ||||
Pavoa | Heteranthera reniformis | ||||
Aplicação em pós-emergência: aplicar o produto através de pulverização. Dessecação (plantio direto): Aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral. Número de aplicação: uma por safra da cultura. | |||||
BATATA | Dessecante das ramas da batata | 100-125 + 0,5% de óleo mineral | 200-400 | 10-40 | |
Corda-de-viola | Ipomoea purpurea | 50-75 + 0,5% de óleo mineral | |||
Dessecação das ramas da batata e controle de Corda-de-viola em pré-plantio: aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral. Número de aplicação: uma por safra da cultura. | |||||
CAFÉ | Trapoeraba | Commelina benghalensis | 75-125 + 0,5% de óleo mineral Dessecação (Plantio direto) | 200-400 | - |
Aplicação dirigida em pós-emergência das plantas infestantes: aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral. Número de aplicação: uma por safra da cultura. | |||||
CANA-DE- AÇÚCAR | Dessecação (pré-plantio) | ||||
Corda-de-viola | Ipomoea quamoclit, Ipomoea grandifolia | 50-75 + 0,5% de óleo mineral | 200-400 | 10-40 | |
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Caruru | Amaranthus retroflexus | ||||
Número de aplicação: uma por safra da cultura. | |||||
Pós-emergência inicial (barra total) | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia Ipomoea nil | 50-75 + 0,5% de óleo mineral | |||
Esqueleto | Ipomoea quamoclit | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Número de aplicação: uma por safra da cultura. | |||||
Pós-emergência inicial (jato dirigido) | |||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 75-125 + 0,5% de óleo mineral | |||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Corda-de-viola | Ipomoea hederifolia | ||||
Número de aplicação: uma por safra da cultura. | |||||
Pós-emergência tardia (pré-colheita) | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea purpurea, Ipomoea hederifolia | 100-200 + 0,5% de óleo mineral | |||
Esqueleto | Ipomoea quamoclit | ||||
Número de aplicação: uma por safra da cultura. | |||||
Aplicar o produto nas doses recomendadas de acordo com a necessidade de aumento do teor de sacarose da planta Número de aplicação: uma por safra da cultura. | |||||
CITROS | Trapoeraba | Commelina benghalensis | 75-125 + 0,5% de óleo mineral | 200-400 | - |
Aplicação na pós-emergência das plantas infestantes. Número de aplicação: uma por safra da cultura. | |||||
EUCALIPTO | Dessecação (pré-plantio) | 200-400 | 10-40 | ||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 50-75 + 1% de óleo mineral | |||
Corda-de-viola | Ipomoea cairica | ||||
Pós-emergência (jato dirigido) | |||||
Erva-quente | Spermacoce latifolia | 50-75 + 1% de óleo mineral | |||
Corda-de-viola | Ipomoea cairica, Ipomoea grandifolia | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Trapoeraba | Commelina diffusa | 100-125 + 1% de óleo mineral | |||
Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes e em dessecação (pré-plantio). Aplicar após a secagem do orvalho. Ocorrência de chuvas em até duas horas após a aplicação podem interferir na eficiência do produto. Número de aplicação: uma por ciclo da cultura. | |||||
MILHO | Trapoeraba | Commelina benghalensis | 25-31,2 (pós emergência das plantas infestantes – 2 a 4 folhas) | 200-400 | 10-40 |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 50-75 + 0,5% de óleo mineral Dessecação (Plantio Direto) | |||
Aplicação na pós-emergência: aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. Dessecação (plantio direto): aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral. Número de aplicação: até uma por safra da cultura. | |||||
PASTAGEM | Trapoeraba Corda-de-viola | Commelina benghalensis Ipomoea cairica | 75-125 + 0,3% v/v de óleo mineral | 200-400 | 10-40 |
Pós-emergência das plantas infestantes em área total Aplicar o produto em pós-emergência das plantas infestantes em área total das pastagens na época do ano em que as mesmas estejam em intenso processo de desenvolvimento vegetativo (sendo as áreas sem irrigação definidas pela distribuição hídrica e de temperatura regional, e nas áreas irrigadas, este período é estendido de acordo com a disponibilidade de água para a irrigação e distribuição de temperatura regional). Cultura proveniente da semeadura (implantação e/ou reforma da pastagem): aplicar 30 a 60 dias após o plantio, em época do ano em que as plantas infestantes estejam em intenso processo de desenvolvimento vegetativo. As plantas infestantes devem estar no início do desenvolvimento vegetativo. Aplicar doses menores em plantas infestantes no início do desenvolvimento vegetativo (até 2 pares de folhas) e as doses maiores em plantas infestantes com estádio de desenvolvimento vegetativo maior (até 4 pares de folhas). Aplicar o produto após a secagem do orvalho. Ocorrência de chuvas em até duas horas após a aplicação podem interferir na eficiência do produto. Manter a área sem animais para o restabelecimento do cultivo (vedação da cultura) pelo período de 15 a 30 dias, dependendo da espécie, condições climáticas da região e níveis de fertilidade da área. Número de aplicação: uma por ciclo da cultura. | |||||
SOJA | Trapoeraba | Commelina benghalensis | 25 - 31,2 (pós- emergência das plantas infestantes – 2 a 4 folhas) | 200-400 | 10-40 |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral Dessecação (Plantio Direto) | |||
Pós-emergência: aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. Dessecação (plantio direto): aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral. Número de aplicações: até uma por safra da cultura. | |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Heteranthera reniformis | aguapé-mirim, hortelã-do-brejo, pavoa | Ver detalhes |
| Batata | Ipomoea purpurea | campainha (9), corda-de-viola (10), corriola (8) | Ver detalhes |
| Café | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Citros | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Spermacoce latifolia | erva-de-lagarto (2), erva-quente (2), perpetua-do-mato (2) | Ver detalhes |
| Milho | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Pastagens | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Soja | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
Realizar a aplicação quando as plantas infestantes encontrarem-se no estádio de 3 a 4 folhas. Utilizar sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado. Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre um engenheiro agrônomo.
Equipamentos de Aplicação:
Aplicação terrestre:
Através de pulverizadores costal manual ou motorizado, pulverizadores tratorizado com barras providas de bicos de média/alta vazão (1,5 L/min), tais como Teejet leque 110.04, XR Teejet 110.04, Albuz leque 100.04, Fulljet.
Espaçamento entre bicos: 50 cm de altura de barra de 30-50 cm. Densidade de gotas: 40-80 gotas/cm2.
DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200-300 micra
Aplicação aérea:
Através de aeronave agrícola. Pressão: 30 psi
Bicos: D8-45
Ângulo da barra: 135º (frente ou 45º atrás) Faixa de deposição: 15 m
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aero agrícolas e sempre consulte o engenheiro agrônomo responsável. Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação. Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um engenheiro agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação. Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o engenheiro agrônomo responsável pela aplicação.
Volume de calda: 10 a 40 L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do engenheiro agrônomo. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do engenheiro agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
Condições climáticas: as aplicações devem ser realizadas em condições de temperatura inferior a 30°C e umidade relativa do ar acima de 50%, ventos entre 3 a 10 km/h. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva. Em caso de dúvida consultar um engenheiro agrônomo.
Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verificar se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Adicionar o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Completar o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes d’água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina, as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceder a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adotar todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilizar os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Algodão | 8 |
Arroz (pós-emergência) | 66 |
Arroz (pré-emergência) | (1) |
Batata | 10 |
Café | 15 |
Cana-de-açúcar (pós-emergência) | 6 |
Cana-de-açúcar (pré-emergência) | (1) |
Citros | 15 |
Eucalipto | UNA |
Milho (pré-emergência) | (1) |
Milho (pós-emergência) | 84 |
Pastagens | (1) |
Soja (pós-emergência) | (2) |
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O Intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura, e de 7 dias quando aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
UNA = Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas | Plantas infestantes Nome comum / científico | Dose de produto comercial mL/ha | Volume de calda L/ha(1) | Época de aplicação | No de aplicação por ciclo da cultura |
Algodão | Trapoeraba Commelina benghalensis | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e em pós- emergência cultura, através de jato dirigido, ou no pré- plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). | 1 |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Desfolhante da cultura | 100 –150 + 1,0% de óleo mineral | Aplicação 7 a 12 dias antes da colheita. | |||
Pelunco, Cuminho Fimbristylis miliaceae | 75 –100 (Pulverizado) 300 – 375 (Benzedura) | ||||
Sagitária Sagittaria montevidensis | |||||
Arroz- irrigado | 100 –125 (Pulverizado) 375 – 500 (Benzedura) | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e em pós- emergência cultura, ou no pré- plantio da cultura (dessecação). | 1 | |
Cruz-de-malta Ludwigia octovalvis | |||||
Pavoa Heteranthera reniformis | |||||
Junquinho Cyperus difformis |
Culturas | Plantas infestantes Nome comum / científico | Dose de produto comercial mL/ha | Volume de calda L/ha(1) | Época de aplicação | No de aplicação por ciclo da cultura |
Batata | Corda-de-viola Ipomoea purpurea | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e no pré- plantio da cultura (dessecação). | 1 |
Dessecante das ramas da batata | 100 – 125 + 0,5% de óleo mineral | Aplicar na dessecação das ramas. | |||
Café | Trapoeraba Commelina benghalensis | 75 – 125 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação na pós- emergência das plantas infestantes. | 1 |
Citros | Trapoeraba Commelina benghalensis | 75 – 125 + 0,5% de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação na pós- emergência das plantas infestantes. | 1 |
Milho | Trapoeraba Commelina benghalensis | 25 – 31,2 | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e na pré- emergência da cultura. | 1 |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e no pré- plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). |
Culturas | Plantas infestantes Nome comum / científico | Dose de produto comercial mL/ha | Volume de calda L/ha(1) | Época de aplicação | No de aplicação por ciclo da cultura |
Trapoeraba Commelina benghalensis | 25 – 31,2 | 200 – 400 (terrestre) | Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e na pré- emergência da cultura. | ||
50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | |||||
Soja | Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação no sistema Plantio Direto). | 1 | |
Corda-de-viola Ipomoea quamoclit | 50 – 75 + 0,5% de óleo mineral | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e no pré-plantio da cultura (dessecação) | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Cana-de- açúcar | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | 1 | |||
Caruru Amaranthus retroflexus | |||||
50-75 + 0,5% de óleo mineral | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e na pós- emergência inicial da cultura. | |||||
Corda-de-viola Ipomoea nil | |||||
Esqueleto Ipomoea quamoclit |
Culturas | Plantas infestantes Nome comum / científico | Dose de produto comercial mL/ha | Volume de calda L/ha(1) | Época de aplicação | No de aplicação por ciclo da cultura |
Cana-de- açúcar | Trapoeraba Commelina benghalensis | Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e na pós- emergência inicial da cultura, através de jato dirigida nas entre linhas. | 1 | ||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 75-125 + 0,5% de óleo minera | ||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Corda-de-viola Ipomoea hederifolia | |||||
Corda-de-viola Ipomoea purpurea | 100 – 200 + 0,5% de óleo mineral | Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes e da cultura (pré- colheita). | |||
Corda-de-viola Ipomoea hederifolia | |||||
Esqueleto Ipomoea quamoclit | |||||
Maturador | 150 – 250 | Aplicação antes da colheita. |
Culturas | Plantas infestantes Nome comum / científico | Dose de produto comercial mL/ha | Volume de calda L/ha(1) | Época de aplicação | No de aplicação por ciclo da cultura |
Eucalipto Dessecação (pré-plantio) | Trapoeraba Commelina benghalensis | 50 a 75 mL/ha + 1% v/v de óleo mineral | 200 – 400 (terrestre) 10 – 40 (aéreo) | Aplicação em Pós- emergência das plantas infestantes e em dessecação (pré-plantio). Aplicar após a secagem do orvalho. Ocorrência de chuvas em até duas horas após a aplicação podem interferir na eficiência do produto. | 1 |
Corda-de-viola Ipomoea cairica | |||||
Eucalipto Pós- emergência (jato dirigido) | Corda-de-viola Ipomoea cairica | 50 a 75 mL/ha + 1% v/v de óleo mineral | |||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Erva-quente Spermacoce latifolia |
(1) O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Heteranthera reniformis | aguapé-mirim, hortelã-do-brejo, pavoa | Ver detalhes |
| Batata | Ipomoea purpurea | campainha (9), corda-de-viola (10), corriola (8) | Ver detalhes |
| Café | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Amaranthus retroflexus | bredo (5), caruru (4), caruru-áspero | Ver detalhes |
| Citros | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Milho | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Soja | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
O PLATFORM® pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores manuais e tratorizados, e por via aérea. Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas infestantes indicadas. Realizar a aplicação quando as plantas infestantes encontrarem-se no estádio de 3 a 4 folhas. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado. Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Aplicação Terrestre
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
Para outros parâmetro referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Aplicação aérea
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo em dias |
Algodão | 8 |
Arroz | 66 |
Batata | 10 |
Café | 15 |
Cana-de-açúcar | 6 |
Citros | 15 |
Eucalipto | Não determinado, trata de cultura de Uso Não Alimentar (UNA) |
Milho | 84 |
Soja | 30 |
Não deve ocorrer a reentrada de pessoas antes das 24 horas após a aplicação, a menos que se use roupas protetoras, conforme indicado nos itens Precauções no Manuseio e Durante a Aplicação.
O herbicida STONE® pertence à classe pré-emergente, seletivo condicional de ação sistêmica, recomendado para o controle de plantas infestantes, conforme recomendações abaixo:
Culturas | Plantas infestantes Nome comum / científico | Dose de produto comercial (L/ha) | Volume de Calda (L/ha ) (1) | Época e Intervalo de aplicação | No máximo de aplicação por ciclo da cultura |
CANA–DE– AÇÚCAR | Beldroega, Bredo-de-porco (Portulaca oleracea) | 4,0 - 5,0 | 100–300 (Terrestre) | Aplicação Terrestre Aplicação em pré ou pós- emergência inicial das plantas daninhas e da cultura em cana planta e cana soca. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas daninhas. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações. O herbicida Stone® deve ser aplicado antes da emergência da cultura ou até no máximo, início da fase de esporão, por serem estas, as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. No caso de aplicação terrestre em pós- emergência da cultura, para aumentar a seletividade a cultura e reduzir os sintomas de fitotoxicidade, aplicar em jato dirigido com pingente visando boa cobertura do solo e evitando o contato do produto com as folhas da cana-de-açúcar. | 1 |
Capim-Brachiária (Brachiaria decumbens) | |||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica) | |||||
Caruru de Mancha (Amaranthus viridis) | |||||
Caruru Roxo (Amaranthus hybridus) |
Culturas | Plantas infestantes Nome comum / científico | Dose de produto comercial (L/ha) | Volume de Calda (L/ha ) (1) | Época e Intervalo de aplicação | No máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Guanxuma-branca, | Aplicação Aérea Aplicação em pré ou pós-emergência inicial das plantas daninhas e da cultura em cana planta e cana soca. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas daninhas. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações. O herbicida Stone® deve ser aplicado antes da emergência da cultura ou até no máximo, início da fase de esporão, por serem estas, as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. | ||||
Malva-guaxima | |||||
(Sida glaziovii) | |||||
Guanxuma, Mata- | |||||
pasto | |||||
(Sida rhombifolia) | 4,0 - 5,0 | ||||
Picão-preto | |||||
(Bidens Pilosa) | |||||
Trapoeraba | |||||
(Commelina | |||||
benghalensis) | |||||
CANA–DE– AÇÚCAR | Corda-de-viola, Campainha | 10 - 40 (Aérea) | 1 | ||
(Ipomoea | |||||
grandifolia) | |||||
Corda-de-viola, | |||||
Campainha | |||||
(Ipomoea nil) | 4,5 - 5,0 | ||||
Corda-de-viola, | |||||
Corriola | |||||
(Ipomoea | |||||
hederifolia) | |||||
Tiririca | |||||
(Cyperus rotundus) | |||||
Buva | Aplicação nas entrelinhas da cultura, em jato dirigido e em pré- emergência das plantas daninhas. Aplicar em lavouras com cafeeiros adultos (a partir de 3,0 anos de idade). | ||||
(Conyza | |||||
bonariensis) | 200 | ||||
CAFÉ | Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 1,4 - 2,0 | (Terrestre Jato | 1 | |
Dirigido) | |||||
Trapoeraba | |||||
(Commelina | |||||
benghalensis) | |||||
EUCALIPTO | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 1,8 - 2,5 | 200 (Terrestre) | Aplicação em pré- emergência das plantas daninhas, em pré ou pós-plantio das mudas. A aplicação pré-plantio das mudas deve ser realizada em faixa sobre a linha de plantio. E em pós-plantio, através de jato dirigido, evitando-se a parte aérea das plantas. | 1 |
Corda-de-viola (Ipomoea hederifolia) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) |
Culturas | Plantas infestantes Nome comum / científico | Dose de produto comercial (L/ha) | Volume de Calda (L/ha ) (1) | Época e Intervalo de aplicação | No máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Capim-colchão, (Digitaria horizontalis) | |||||
CITROS | Capim-marmelada, (Brachiaria plantaginea) | 1,5 - 2,8 | 200 (Terrestre Jato Dirigido) | Aplicação nas entrelinhas da cultura, em jato dirigido e em pré emergência das plantas daninhas em pomares adultos (acima de 3,0 anos de idade). Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações. | 1 |
Buva, (Conyza bonariensis) | |||||
Capim-braquiária, (Brachiaria decumbens) | |||||
Capim-carrapicho, (Cenchrus echinatus) | |||||
Picão-preto, (Bidens Pilosa) | |||||
Capim-amargoso, (Digitaria insularis) | |||||
Capim-colchão, (Digitaria horizontalis) | Aplicação nas entrelinhas da cultura, em jato dirigido e em pré emergência das plantas daninhas em pomares adultos (acima de 3,0 anos de idade). Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações. | ||||
Capim-marmelada, (Brachiaria plantaginea) | |||||
COCO, DENDÊ | Buva (Conyza bonariensis) | 1,5 - 2,8 | 200 (Terrestre jato dirigido) | 1 | |
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | |||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Picão-preto (Bidens Pilosa) | |||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) |
Culturas | Plantas infestantes Nome comum / científico | Dose de produto comercial (L/ha) | Volume de Calda (L/ha ) (1) | Época e Intervalo de aplicação | No máximo de aplicação por ciclo da cultura |
SOJA | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 0,7 - 1,4 | 100 – 200 (Terrestre) 10 - 40 (Aéreo) | Aplicação Terrestre É recomendada a utilização de herbicida Stone® para aplicação em pré-emergência da cultura da soja, em sistema de plantio convencional e em plantio direto. Sua utilização tem como objetivo o controle pré- emergente das plantas daninhas. Usar maior dose em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas daninhas. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações. | 1 |
Buva (Conyza bonariensis) | |||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica) | |||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 1,0 - 1,4 | ||||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) |
O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Café | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Citros | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Coco | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Dendê | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Eucalipto | Ipomoea hederifolia | amarra-amarra (1), corda-de-viola (7), corriola (5) | Ver detalhes |
| Soja | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
O herbicida Stone® pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizador manual costal e tratorizado, sendo rapidamente absorvido pela raiz das plantas infestantes e o grau de controle e a duração do efeito
variam de acordo com a dose aplicada, chuvas, temperatura e textura do solo. O herbicida Stone® precisa de uma quantidade mínima de umidade no solo para sua ativação. Na ausência desta, deve-se aguardar uma chuva leve (maior que 10mm). Neste caso, se houver plantas infestantes já germinadas, as mesmas devem ser eliminadas através de um cultivo superficial (tratorizado ou manual) nas entrelinhas, evitando- se o movimento intenso do solo para manter o produto na camada superficial. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam uniformidade da calda e boa cobertura do solo. Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável.
Na cultura do Citros é recomendado a aplicação terrestre. O volume recomendado para obter a melhor cobertura é de 200 litros por hectare. O controle das plantas infestantes deve ser realizado em pré emergência e com boa umidade do solo para garantir a correta eficiência do produto. É recomendada 1 aplicação por ciclo de cultivo.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Aplicação Terrestre
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais
recomendadas.
Aplicação Aérea
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo em dias |
Cana-de-açúcar | Não determinado, devido à modalidade de emprego. |
Café | 130 |
Citros | 200 |
Coco | 5 |
Dendê | 5 |
Eucalipto | Uso não alimentar |
Soja | Não determinado, devido à modalidade de emprego. |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO:
Cultura: Cana-de-açúcar | ||||
Modalidade de Aplicação: Pré-emergência da cana-de-açúcar e pré-emergência ou no máximo em pós-emergência precoce das plantas infestantes em área total. | ||||
Plantas Infestantes Nome Comum / Nome Científico | Doses Produto Comercial (L/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº Máximo de aplicações | |
Terrestre | Aérea | |||
Capim-colchão ou milha | ||||
(Digitaria nuda) | ||||
(Digitaria horizontalis) | ||||
Capim-colonião | ||||
(Panicum maximum) | ||||
Capim-marmelada ou papuã | ||||
(Brachiaria plantaginea) | 3,0 - 4,0 L p.c./ha (1) | 180 - 200 | 30 - 40 | 1 |
Corda-de-viola | ||||
(Ipomoea quamoclit) | ||||
(Ipomoea purpurea) | ||||
(Ipomoea hederifolia) | ||||
(Ipomoea grandifolia) | ||||
Leiteira ou amendoim-bravo | ||||
(Euphorbia heterophylla) | ||||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Fazer 01 (uma) aplicação na época recomendada. Aplicar o SUMIMAX AMT após o plantio dos toletes da cana-de-açúcar ou logo após o corte (cana-soca), antes da emergência da cultura e das plantas daninhas. Em caso da cana-soca, as plantas daninhas de preferência não devem estar germinadas no momento da aplicação ou estar no máximo em estádio de pós-emergência precoce (folhas largas com 2 a 4 folhas e gramíneas antes do perfilhamento). Não utilizar o produto em períodos prolongados de seca. (1) utilizar as doses menores em solos mais leves (arenosos) e as doses maiores em solos mais pesados (argilosos). Efetuar o controle de Ipomoea hederifolia somente em solos leves (arenosos). | ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas e baixo potencial de deriva.
Verifique a regulamentação local do órgão de agricultura, saúde e meio ambiente, quanto a especificações locais de aquisição e aplicação do produto, em complemento às instruções de uso constantes na bula e rótulo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item
“Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Para o preparo da calda, inicialmente diluir a quantidade necessária do SUMIMAX AMT em um tanque auxiliar contendo água limpa. Em seguida, encher o reservatório do pulverizador até a metade da capacidade do tanque. Adicionar à solução preparada ao tanque do pulverizador e completar com água limpa, mantendo o agitador do pulverizador em funcionamento. Aplicar a calda imediatamente após o preparo.
Antes de qualquer aplicação, verifique se o equipamento está limpo, bem conservado, regulado e calibrado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Aplicação Terrestre:
Equipamento Tratorizado:
Pulverizadores de barra ou autopropelidos:
Para essa modalidade de aplicação deve-se utilizar pulverizador de barra tratorizado, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam gotas médias a grossas para cobertura das plantas infestantes de maneira uniforme em toda a área.
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação Municipal, Estadual e Federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronave devidamente regulamentada para tal finalidade e provida de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Deve-se observar as condições meteorológicas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos. As aplicações devem ser feitas nas horas mais frescas do dia, de preferência na parte da manhã ou à tarde conforme as condições descritas abaixo:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora, para diminuir ao máximo as perdas por deriva e/ou evaporação.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação.
Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e condições meteorológicas (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independentemente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle. A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições meteorológicas e grau de infestação das plantas infestantes podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições meteorológicas desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de Vento, Temperatura e Umidade e Inversão Térmica.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem
de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador. Alguns agrotóxicos são ativos em quantidades bastante pequenas, podendo causar danos quando aplicados às culturas sensíveis. Antes de aplicar o SUMIMAX AMT, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado.
Se dois ou mais produtos foram utilizados antes da aplicação do SUMIMAX AMT, deve ser seguido o procedimento de limpeza mais restritivo.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
O pulverizador, incluindo o tanque, tanque de mistura, mangueira, filtros e bicos devem ser limpos toda vez que for aplicado o SUMIMAX AMT.
Imediatamente após o término da aplicação do SUMIMAX AMT, seguir as seguintes etapas para limpar o equipamento de pulverização (não deixar para fazer a limpeza no dia seguinte):
Drenar completamente o tanque de pulverização, lavar o pulverizador completamente, incluindo a parte interior e exterior do reservatório e todos os acessórios em linha.
Encha o tanque com água limpa e adicione amônia caseira (com 3% de amônia) na proporção de 1%, ou seja, 1 litro para cada 100 litros de água. Acionar o pulverizador para circular a solução no pulverizador, incluindo as mangueiras e bicos durante 5 minutos. Remova e limpe os bicos, filtros, difusores em um balde com solução de amônia caseira a 3%, diluído a 1%.
Esvazie o tanque e encha novamente com água limpa. Agite a calda do tanque por no mínimo 15 minutos, passando por todas as mangueiras, filtros, difusores e bicos. Caso esteja usando diafragmas na barra de pulverização, afrouxe os diafragmas antes de liberar o sistema de agitação, permitindo que a solução de limpeza passe através do diafragma aberto. Se os bicos de pulverização possuírem tampas, estas devem ser afrouxadas antes de liberar o sistema de agitação, para permitir que a solução de limpeza passe através das tampas soltas.
Após drenagem do tanque, repetir as operações 2 e 3.
Encher o tanque com água limpa para enxaguar todo o equipamento pulverizador, incluindo mangueiras, filtros, difusores e bicos, várias vezes.
Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação vigente.
Culturas | Intervalo de Segurança (dias) |
Cana-de-açúcar | 180 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).
Cultura | Plantas Daninhas | Dose (kg de p.c./ha) | Número máximo de aplicações | Época e intervalo de aplicação | Volume de calda | |
Nome Científico | Nome Comum | |||||
Cana-de- açúcar | Amaranthus deflexus | Caruru | 1,5 - 3 | 1 | Em pré- emergência da cultura e plantas infestantes, tanto no sistema de cana planta como cana soca | 100-400 L/ha |
Bidens pilosa | Picão-preto | |||||
Brachiaria decumbens | Capim- braquiária | |||||
Digitaria horizontalis | Capim- colchão | |||||
Ipomoea grandifolia | Corda-de- viola | |||||
Arachis hypogea | Amendoim | 2,5 - 3 | ||||
Sida rhombifolia | Guanxuma | 1,5 - 2 | ||||
Ipomoea hederifolia | Corda-de- viola | 2 - 3 | ||||
Ipomoea nil | Corda-de- viola | |||||
Ipomoea purpurea | Corda-de- viola | |||||
Ipomoea quamoclit | Corda-de- viola | |||||
Merremia aegyptia | Corda-de- viola | |||||
Panicum maximum | Capim- colonião | |||||
Obs.: intervalos menores de doses para solos arenosos e médios e as maiores para solos argilosos.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar | Merremia aegyptia | batatão-roxo, corda-de-viola (12), jetirana (8) | Ver detalhes |
Aplicação terrestre:
- ZONIC deve ser pulverizado em área total com equipamentos de aplicação terrestre,
pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque com indução de ar, visando à produção de gotas grossas a extremamente grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta alvo, conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Deve-se fazer a adição do produto em água de forma cuidadosa, de modo que, a cada dois segundos, 1 kg do produto, no máximo, seja despejado no tanque ou no pré- misturador, evitando que todo o conteúdo da embalagem seja adicionado de forma muito rápida e inadequada. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto a ser adicionado no pré- misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando- a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.
Realizar as pulverizações quando as condições climáticas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo:
Pulverizadores de barra:
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada;
Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Para cana-de-açúcar, realizar uma única pulverização em pré-emergência da cultura e plantas infestantes, tanto no sistema de cana planta como cana soca.
Intervalo de Segurança: não determinado devido a modalidade de emprego.
Até 24 horas após a aplicação, para reentrar nas áreas tratadas, recomendamos a utilização de macacão com mangas compridas e luvas/botas de borracha.
As culturas de algodão, feijão, milho e soja, apesar de sensíveis a BARUS 300 WG, apresentam seletividade quando o produto é aplicado em dessecação pré-plantio dessas culturas.
Algodão, Feijão, Milho e Soja:
Fazer 1 (uma) aplicação em pós-emergência das plantas daninhas, no manejo de áreas em sistema de plantio direto, sempre antes da semeadura (dessecação pré-plantio).
As plantas daninhas devem estar no estádio de desenvolvimento conforme tabela abaixo.
O plantio deverá ser feito 15 (quinze) dias após a pulverização.
O produto, nas dosagens recomendadas, não causa fitointoxicação.
CULTURA | ALVOS CONTROLADOS | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Monocotiledôneas: | ||||
Commelina benghalensis | Trapoeraba | 0,175 a 0,350 kg/ha (52,5 a 105 g | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. | |
Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 folhas até antes do perfilhamento. Milho voluntário até V4. | ||||
Zea mays | Milho voluntário | i.a/ha) | ||
Triticum aestivum | Trigo voluntário | 0,350 a 0,420 kg/ha (105 a 126 g i.a/ha) | ||
Cenchrus echinatus | Capim-carrapicho | |||
Brachiaria decumbens | Capim-braquiária | |||
Brachiaria plantaginea | Capim-marmelada | |||
Lolium multiflorum | Azevém | |||
Eleusine indica | Capim-pé-de-galinha | 0,420 kg/ha | ||
Digitaria insularis | Capim-amargoso | (126 g i.a/ha) | ||
Eudicotiledôneas: | ||||
Amaranthus viridis | Caruru de mancha | Aplicar em pós-emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. Soja e Feijão voluntários até 3 trifólios. | ||
Amaranthus retroflexus | Caruru | |||
Bidens pilosa | Picão-preto | |||
Euphorbia heterophylla | Leiteiro ou amendoim | |||
Algodão, Feijão, Milho e Soja | bravo | 0,120 a 0,175 kg/ha (36 a 52,5 g | ||
Ipomoea hederifolia | Corda-de-viola | |||
Ipomoea grandifolia | Corda-de-viola | |||
Raphanus raphanistrum | Nabiça | i.a/ha) | ||
Sonchus oleraceus | Serralha | |||
Phaseolus vulgaris | Feijão Voluntário | |||
Glycine max | Soja voluntária | |||
Alternanthera tenella | Apaga fogo | 0,175 a 0,240 kg/ha (52,5 a 72 g i.a/ha) | Aplicar em pós-emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 6 folhas. Para a buva aplicar quando estiverem no estádio de até 10 cm. | |
Tridax procumbens | Erva-de-touro | |||
Amaranthus hybridus | Caruru roxo | |||
Spermacoce latifolia | Erva-quente | |||
Richardia brasiliensis | Poaia branca | |||
Parthenium | Losna branca | Aplicar em pós-emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. | ||
hysterophorus | ||||
Amaranthus deflexus | Caruru | 0,350 a 0,420 kg/ha (105 a 126 g i.a/ha) | ||
Portulaca oleracea | Beldroega | |||
Sida rhombifolia | Guanxuma | |||
175 a 350 g/ha | Aplicar em pós-emergência | |||
Conyza bonariensis | Buva | (52,5 a 105 g | da planta daninha quando | |
i.a./ha) | no estádio de até 10 cm. | |||
Borreria verticillata | Vassourinha-de-botão | 120 a 320 g/ha (36 a 96 g i.a./ha) | Aplicar em pós-emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas | |
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para estádios mais avançados das plantas daninhas ou em altas pressões de plantas daninhas. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
Para os cultivos perenes como café e citros, o BARUS 300 WG é seletivo, exclusivamente, em aplicação em jato dirigido. Portanto, deve-se evitar o contato do produto com as plantas cultivadas.
Café e Citros: Fazer 1 (uma) aplicação nas entre linhas das culturas respeitando o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas conforme tabela abaixo.
CULTURA | ALVOS CONTROLADOS | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Monocotiledôneas: | ||||
Café e Citros Jato Dirigido | Commelina benghalensis | Trapoeraba | 0,350 a 0,467 kg/ha (105 a 140 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 a 6 folhas |
Brachiaria plantaginea | Capim-marmelada | 0,350 a 0,467 kg/ha (105 a 140 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 folhas até antes do perfilhamento. | |
Brachiaria decumbens | Capim-braquiária | |||
Cenchrus echinatus | Capim-carrapicho | |||
Digitaria insularis | Capim-amargoso | 0,467 kg/ha (140 g i.a/ha) | ||
Eleusine indica | Capim-pé-de-galinha | |||
Eudicotiledôneas: | ||||
Amaranthus viridis | Caruru de mancha | 0,120 a 0,175 kg/ha (36 a 52,5 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. Para a buva aplicar quando estiverem no estádio de até 10 cm. | |
Bidens pilosa | Picão preto | |||
Euphorbia heterophylla | Leiteiro ou amendoim bravo | |||
Ipomoea grandifolia | Corda-de-viola | |||
Alternanthera tenella | Apaga-fogo | 0,175 a 0,350 kg/ha (52,5 a 105 g i.a/ha) | ||
Sida rhombifolia | Guanxuma | |||
Sinedrellopsis grisebachii | Agriãozinho | |||
Conyza bonariensis | Buva | 0,350 kg/ha (105 g i.a/ha) | ||
Galinsoga parviflora | Botão-de-ouro | |||
Richardia brasiliensis | Poaia-branca | |||
Parthenium hysterophorus | Losna-branca | 0,350 a 0,467 kg/ha (105 a 140 g i.a/ha) | ||
Portulaca oleracea | Beldroega | |||
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para estádios mais avançados das plantas daninhas ou em altas pressões de plantas daninhas. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
A aplicação do herbicida deve ser feita em jato dirigido protegido para que o produto não atinja as folhas da cultura, sendo recomendado o uso de “chapéu de napoleão” ou barras laterais protetoras específicas para jato dirigido que evitem deriva para a parte verde das culturas.
Soja e Feijão: A pulverização do produto BARUS 300 WG na dessecação pré-colheita deve ocorrer quando a cultura atingir a sua maturação fisiológica.
Algodão: A pulverização do produto BARUS 300 WG na desfolha pré-colheita deve ocorrer quando 80% das maças do algodoeiro estiverem abertas.
CULTURA | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Dessecação pré-colheita | |||
Soja | Glycine max | 0,350 kg/ha (105 g a.i/ha) | Aplicar na maturação fisiológica da cultura |
Feijão | Phaseulus vulgaris | 0,240 a 0,350 kg/ha (72 g a 105 g a.i/ha) | Aplicar na maturação fisiológica da cultura |
Algodão | Gossipium hirsutum | 0,120 a 0,175 kg/ha (36 a 52,5 g a.i/ha) | Aplicar quando 80% das maças estiverem abertas |
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para a dessecação/desfolha mais rápida da cultura ou das plantas daninhas antes da colheita. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
Permite a colheita entre 7 até 14 dias após a aplicação, dependendo da dose e condições climáticas. Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de dessecação
Aplique BARUS 300 WG conforme as recomendações da bula:
Aplique em pós-emergência das plantas daninhas na dose recomendada conforme consta na bula, sempre utilizando adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico a 0,5% v/v;
Faça a aplicação dentro das condições climáticas e do período ideal do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas;
Evite rebrotas respeitando:
Estádio de desenvolvimento das plantas daninhas conforme consta na bula;
Boa cobertura dos alvos a serem atingidos;
Aplicar quando as plantas daninhas estiverem em pleno vigor vegetativo;
Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de controle;
Evite aplicação nas horas mais quentes do dia;
Evite aplicação nas seguintes condições: Temperatura acima de 28ºC, umidade relativa do ar abaixo de 60%, ventos acima de 10km/h;
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Café | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Milho | Amaranthus deflexus | bredo (2), bredo-rasteiro, caruru (1) | Ver detalhes |
| Soja | Borreria verticillata | Ver detalhes |
Com pulverizador tratorizado ou costal manual: usar uma barra com bicos tipo leque (jato plano), aplicando-se em área total com volume de calda de 100 a 300 litros por hectare e pressão de serviço deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
É permitida a aplicação via jato dirigido de até 140 g i.a./ha por ciclo da cultura.
Para aplicação foliar é permitido o uso de até 126 g i.a./ha por ciclo da cultura, desde que adotada distância de 160 m de vegetações adjacentes não alvo.
Selecionar pontas que produzam o Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) gotas finas a médias.
Aeronaves agrícolas: Usar ponta de pulverização apropriada para este tipo de aplicação, com volume de calda de maior que 20 L/ha.
Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
É permitida a aplicação aérea de até 52,5 g i.a./ha por ciclo da cultura, desde que adotada distância de 210 m de vegetações adjacentes não alvo.
Classe de gotas: utilizar o Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) de gotas das classes média a grossa.
Altura do voo: de 3 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição.
Volume de calda maior que 20 L/ha
Condições climáticas a serem respeitadas: Velocidade do vento até 10 km/h (2,78m/s); Temperatura até 28 °C; Umidade relativa do ar acima de 60%.
Milho: 120 dias
Soja: 3 dias
Feijão: 3 dias
Algodão: 7 dias
Café: 7 dias
Citros: 7 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.
As culturas de feijão, soja, milho e algodão, apesar de sensíveis a BARUS 339SC, apresentam seletividade quando o produto é aplicado em dessecação pré-plantio dessas culturas.
Algodão, Milho, Soja e Feijão:
Fazer 1 (uma) aplicação em pós-emergência das plantas daninhas, no manejo de áreas em sistema de plantio direto, sempre antes da semeadura (dessecação pré-plantio).
As plantas daninhas devem estar no estádio de desenvolvimento conforme tabela abaixo.
O plantio deverá ser feito 15 (quinze) dias após a pulverização.
O produto, nas dosagens recomendadas, não causa fitointoxicação.
CULTURA | ALVOS CONTROLADOS | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Monocotiledôneas: | ||||
Algodão, Feijão, Milho e Soja | Zea mays | Milho voluntário | 0,175 a 0,240 L/ha (59,33 a 81,36 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência até estádio V4 |
Commelina benghalensis | Trapoeraba | 0,240 a 0,350 L/ha (81,36 a 118,65 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando no estádio de 2 a 4 folhas. | |
Cenchrus echinatus | Capim carrapicho | 0,240 a 0,350 L/ha (81,36 a 118,65 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 folhas até antes do perfilhamento. | |
Triticum aestivum | Trigo voluntário | |||
Brachiaria decumbens | Capim-braquiária | 0,350 L/ha (118,65 g i.a/ha) | ||
Brachiaria plantaginea | Capim-marmelada | |||
Digitaria insularis | Capim-amargoso | |||
Eleusine indica | Capim-pé-de- galinha | |||
Lolium multiflorum | Azevém | |||
Eudicotiledôneas: | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | ||
Amaranthus viridis | Caruru de mancha | 0,120 a 0,175 L/ha (40,68 a 59,33 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. Soja voluntária até 3 trifólios. | |
Bidens pilosa | Picão-preto | |||
Euphorbia heterophylla | Leiteiro ou amendoim bravo | |||
Glycine max | Soja voluntária | |||
Ipomoea grandifolia | Corda-de-viola | |||
Ipomoea hederifolia | Corda-de-viola | |||
Parthenium hysterophorus | Losna branca | |||
Alternanthera tenella | Apaga fogo | 0,175 a 0,240 L/ha (59,33 a 81,36 g i.a/ha) | ||
Portulaca oleracea | Beldroega | |||
Raphanus raphanistrum | Nabiça | |||
Senna obtusifolia | Fedegoso | |||
Amaranthus deflexus | Caruru | 0,240 a 0,350 L/ha (81,36 a 118,65 g i.a/ha) | ||
Richardia brasiliensis | Poaia branca | |||
Sonchus oleraceus | Serralha | |||
Spermacoce latifolia | Erva-quente | |||
Tridax procumbens | Erva-de-touro | |||
Amaranthus retroflexus | Caruru | 0,350 L/ha (118,65 g i.a/ha) | ||
Sida rhombifolia | Guanxuma | |||
Conyza bonariensis | Buva | 0,175 a 0,350 L/ha (59,33 a 118,65 g i.a./ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando no estádio de até 10 cm. | |
Borreria verticillata | Vassourinha-de- botão | 0,100 a 0,310 L/ha (33,9 a 105,09 g i.a./ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas |
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para estádios mais avançados das plantas daninhas ou em altas pressões de plantas daninhas. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
Para os cultivos perenes como café e citros, o BARUS 339 SC é seletivo, exclusivamente, em aplicação em jato dirigido. Portanto, deve-se evitar o contato do produto com as plantas cultivadas.
Café e Citros: Fazer 1 (uma) aplicação nas entre linhas das culturas respeitando o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas conforme tabela abaixo.
CULTURA | ALVOS CONTROLADOS | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Monocotiledôneas: | ||||
Café e Citros | Commelina benghalensis | Trapoeraba | 0,175 a 0,350 L/ha (59,33 a 118,65 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando no estádio de 2 a 4 folhas |
Brachiaria plantaginea | Capim- marmelada | 0,350 L/ha (118,65 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 folhas até antes do perfilhamento. | |
Brachiaria decumbens | Capim-braquiária | |||
Cenchrus echinatus | Capim- carrapicho | |||
Digitaria insularis | Capim-amargoso | |||
Eleusine indica | Capim-pé-de- galinha | |||
Eudicotiledôneas: | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | ||
Amaranthus viridis | Caruru de mancha | 0,120 a 0,175 L/ha (40,68 a 59,33 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. | |
Bidens pilosa | Picão preto | |||
Euphorbia heterophylla | Leiteiro ou amendoim bravo | |||
Ipomoea grandifolia | Corda-de-viola | |||
Richardia brasiliensis | Poaia-branca | 0,175 a 0,350 L/ha (59,33 a 118,65 g i.a/ha) | ||
Sida rhombifolia | Guanxuma | |||
Galinsoga parviflora | Botão-de-ouro | 0,350 L/ha (118,65 g i.a/ha) | ||
Parthenium hysterophorus | Losna-branca | |||
Portulaca oleracea | Beldroega | |||
Sinedrellopsis grisebachii | Agriãozinho | |||
Conyza bonariensis | Buva | 0,175 a 0,350 L/ha (59,33 a 118,65 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando no estádio de até 10 cm. |
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para estádios mais avançados das plantas daninhas ou em altas pressões de plantas daninhas. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
A aplicação do herbicida deve ser feita em jato dirigido protegido para que o produto não atinja as folhas da cultura, sendo recomendado o uso de “chapéu de napoleão” ou barras laterais protetoras específicas para jato dirigido que evitem deriva para a parte verde das culturas.
Soja e Feijão: A pulverização do produto BARUS 339 SC na dessecação pré-colheita deve ocorrer quando a cultura atingir a sua maturação fisiológica.
Algodão: A pulverização do produto BARUS 339 SC na desfolha pré-colheita deve ocorrer quando 80% das maças do algodoeiro estiverem abertas.
i.a. = ingrediente ativo
CULTURA | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Dessecação pré-colheita | |||
Algodão | Gossypium hirsutum | 0,120 a 0,175 L/ha (40,68 a 59,33 g a.i/ha) | Aplicar quando 80% das maças estiverem abertas |
Feijão | Phaseolus vulgaris | 0,240 a 0,350 L/ha (81,36 g a 118,65 g a.i/ha) | Aplicar na maturação fisiológica da cultura |
Soja | Glycine max | 0,350 L/ha (118,65 g a.i/ha) | Aplicar na maturação fisiológica da cultura |
Observações: Aplicar as doses maiores para a dessecação/desfolha mais rápida da cultura ou das plantas daninhas antes da colheita. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
Permite a colheita entre 7 até 14 dias após a aplicação, dependendo da dose e condições climáticas. Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de dessecação
Aplique BARUS 339 SC conforme as recomendações da bula:
Aplique em pós-emergência das plantas daninhas na dose recomendada conforme consta na bula, sempre utilizando adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico a 0,5% v/v;
Faça a aplicação dentro das condições climáticas e do período ideal do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas;
Evite rebrotas respeitando:
Estádio de desenvolvimento das plantas daninhas conforme consta na bula;
Boa cobertura dos alvos a serem atingidos;
Aplicar quando as plantas daninhas estiverem em pleno vigor vegetativo;
Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de controle;
Evite aplicação nas horas mais quentes do dia;
Evite aplicação nas seguintes condições: Temperatura acima de 30ºC, umidade relativa do ar abaixo de 60%, ventos acima de 10km/h;
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
| Café | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Citros | Synedrellopsis grisebachii | agrião-do-pasto, agriãozinho, poejinho | Ver detalhes |
| Feijão | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
| Milho | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
| Soja | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
Com pulverizador tratorizado ou costal manual: usar uma barra com bicos tipo leque (jato plano), aplicando-se em área total com volume de calda de 100 a 300 litros por hectare e pressão de serviço deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
É permitida a aplicação via jato dirigido de até 118,65 g i.a./ha.
Para aplicação foliar é permitido o uso de até 118,65 g i.a./ha desde que adotada distância de 160 m de vegetações adjacentes não alvo.
Selecionar pontas que produzam o Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) gotas finas a médias.
Aeronaves agrícolas: Usar ponta de pulverização apropriada para este tipo de aplicação, com volume de calda de maior que 20 L/ha.
Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
É permitida a aplicação aérea de até 52,5 g i.a./ha desde que adotada distância de 210 m de vegetações adjacentes não alvo.
Classe de gotas: utilizar o Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) de gotas das classes média a grossa.
Altura do voo: de 3 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição.
Volume de calda maior que 20 L/ha
Condições climáticas a serem respeitadas: Velocidade do vento até 10 km/h (2,78m/s); Temperatura até 28 °C; Umidade relativa do ar acima de 60%.
Milho: 120 dias Soja:3 dias Feijão: 3 dias Algodão:7 dias Café: 7 dias
Citros: 7 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.
As culturas de algodão, feijão, milho e soja, apesar de sensíveis a BARUS 700 WG, apresentam seletividade quando o produto é aplicado em dessecação pré-plantio dessas culturas.
Algodão, Feijão, Milho e Soja:
Fazer 1 (uma) aplicação em pós-emergência das plantas daninhas, no manejo de áreas em sistema de plantio direto, sempre antes da semeadura (dessecação pré-plantio).
As plantas daninhas devem estar no estádio de desenvolvimento conforme tabela abaixo.
O plantio deverá ser feito 15 (quinze) dias após a pulverização.
O produto, nas dosagens recomendadas, não causa fitointoxicação.
CULTURA | ALVOS CONTROLADOS | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Monocotiledôneas: | ||||
Algodão, Feijão, Milho e Soja | Commelina benghalensis | Trapoeraba | 0,100 a 0,150 kg/ha (70 a 105 g i.a/ha) | Aplicar em pós emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. |
Triticum aestivum | Trigo voluntário | 0,075 a 0,100 kg/ha (52.5 a 70 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 folhas até antes do perfilhamento. Milho voluntário até V4. | |
Zea mays | Milho voluntário | 0,100 a 0,150 kg/ha (70 a 105 g i.a/ha) | ||
Cenchrus echinatus | Capim-carrapicho | 0,150 a 0,180 kg/ha (105 a 126 g i.a/ha) | ||
Brachiaria decumbens | Capim-braquiária | |||
Brachiaria plantaginea | Capim-marmelada | |||
Lolium multiflorum | Azevém | |||
Eleusine indica | Capim-pé-de-galinha | 0,180 kg/ha (126 g i.a/ha) | ||
Eudicotiledôneas: | ||||
Amaranthus viridis | Caruru de mancha | 0,050 a 0,075 kg/ha (35 a 52,5 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. Soja voluntário até 3 trifólios. | |
Amaranthus deflexus | Caruru | |||
Alternanthera tenella | Apaga fogo | |||
Bidens pilosa | Picão-preto | |||
Euphorbia heterophylla | Leiteiro ou amendoim bravo | |||
Ipomoea hederifolia | Corda-de-viola | |||
Ipomoea grandifolia | Corda-de-viola | |||
Raphanus raphanistrum | Nabiça | |||
Sonchus oleraceus | Serralha | |||
Tridax procumbens | Erva-de-touro | |||
Glycine max | Soja voluntária | |||
Amaranthus hybridus | Caruru roxo | 0,075 a 0,100 kg/ha (52,5 a 70 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 6 folhas. Para a buva aplicar quando estiverem no estádio de até 10 cm. | |
Spermacoce latifolia | Erva-quente | 0,100 a 0,150 kg/ha (70 a 105 g i.a/ha) | ||
Richardia brasiliensis | Poaia branca | |||
Amaranthus retroflexus | Caruru | 0,150 a 0,180 kg/ha (105 a 126 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando | |
Portulaca oleracea | Beldroega | |||
Parthenium | Losna branca | |||
hysterophorus | estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. | |||
Sida rhombifolia | Guanxuma | |||
Conyza bonariensis | Buva | 0,075 a 0,150 kg/ha (52,5 a 105 g i.a./ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando no estádio de até 10 cm | |
Borreria verticillata | Vassourinha-de- botão | 0,050 a 0,150 kg/ha (35 a 96 g i.a./ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas |
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para estádios mais avançados das plantas daninhas ou em altas pressões de plantas daninhas. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
Para os cultivos perenes como café e citros, o BARUS 700 WG é seletivo, exclusivamente, em aplicação em jato dirigido. Portanto, deve-se evitar o contato do produto com as plantas cultivadas.
Café e Citros: Fazer 1 (uma) aplicação nas entre linhas das culturas respeitando o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas conforme tabela abaixo.
CULTURA | ALVOS CONTROLADOS | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Monocotiledôneas: | ||||
Café e Citros Jato Dirigido | Commelina benghalensis | Trapoeraba | 0,150 a 0,200 kg/ha (105 a 140 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 a 6 folhas |
Brachiaria plantaginea | Capim-marmelada | 0,150 a 0,200 kg/ha (105 a 140 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 folhas até antes do perfilhamento. | |
Brachiaria decumbens | Capim-braquiária | |||
Cenchrus echinatus | Capim-carrapicho | |||
Digitaria insularis | Capim-amargoso | 0,200 kg/ha (140 g i.a/ha) | ||
Eleusine indica | Capim-pé-de- galinha | |||
Eudicotiledôneas: | ||||
Alternanthera tenella | Apaga-fogo | 0,050 a 0,075 kg/ha (35 a 52,5 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. Para a buva aplicar quando estiverem no estádio de até 10 cm. | |
Amaranthus viridis | Caruru de mancha | |||
Bidens pilosa | Picão preto | |||
Euphorbia heterophylla | Leiteiro ou amendoim bravo | |||
Ipomoea grandifolia | Corda-de-viola | |||
Conyza bonariensis | Buva | 0,150 kg/ha (105 g i.a/ha | ||
Galinsoga parviflora | Botão-de-ouro | |||
Richardia brasiliensis | Poaia-branca | |||
Parthenium hysterophorus | Losna-branca | 0,150 a 0,200 kg/ha (105 a 140 g i.a/ha) | ||
Portulaca oleracea | Beldroega | |||
Sinedrellopsis grisebachii | Agriãozinho | |||
Sida rhombifolia | Guanxuma | |||
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para estádios mais avançados das plantas daninhas ou em altas pressões de plantas daninhas. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
A aplicação do herbicida deve ser feita em jato dirigido protegido para que o produto não atinja as folhas da cultura, sendo recomendado o uso de “chapéu de napoleão” ou barras laterais protetoras específicas para jato dirigido que evitem deriva para a parte verde das culturas.
Soja e Feijão: A pulverização do produto BARUS 700 WG na dessecação pré-colheita deve ocorrer quando a cultura atingir a sua maturação fisiológica.
Algodão: A pulverização do produto BARUS 700 WG na desfolha pré-colheita deve ocorrer quando 80% das maçãs do algodoeiro estiverem abertas.
CULTURA | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Dessecação pré-colheita | |||
Soja | Glycine max | 0,150 kg/ha (105 g a.i/ha) | Aplicar na maturação fisiológica da cultura |
Feijão | Phaseolus vulgaris | 0,100 a 0,150 kg/ha (70 g a 105 g a.i/ha) | Aplicar na maturação fisiológica da cultura |
Algodão | Gossypium hirsutum | 0,050 a 0,075 kg/ha (35 a 52,5 g a.i/ha) | Aplicar quando 80% das maças estiverem abertas |
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para a dessecação/desfolha mais rápida da cultura ou das plantas daninhas antes da colheita. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
Permite a colheita entre 7 até 14 dias após a aplicação, dependendo da dose e condições climáticas. Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de dessecação
Aplique BARUS 700 WG conforme as recomendações da bula:
Aplique em pós-emergência das plantas daninhas na dose recomendada conforme consta na bula, sempre utilizando adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico a 0,5% v/v;
Faça a aplicação dentro das condições climáticas e do período ideal do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas;
Evite rebrotas respeitando:
Estádio de desenvolvimento das plantas daninhas conforme consta na bula;
Boa cobertura dos alvos a serem atingidos;
Aplicar quando as plantas daninhas estiverem em pleno vigor vegetativo;
Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de controle;
Evite aplicação nas horas mais quentes do dia;
Evite aplicação nas seguintes condições: Temperatura acima de 30ºC, umidade relativa do ar abaixo de 60%, ventos acima de 10km/h.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Café | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Citros | Synedrellopsis grisebachii | agrião-do-pasto, agriãozinho, poejinho | Ver detalhes |
| Feijão | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Milho | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Soja | Amaranthus deflexus | bredo (2), bredo-rasteiro, caruru (1) | Ver detalhes |
Com pulverizador tratorizado ou costal manual: usar uma barra com bicos tipo leque (jato plano), aplicando-se em área total com volume de calda de 100 a 300 litros por hectare e pressão de serviço deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
É permitida a aplicação via jato dirigido de até 140 g i.a./ha por ciclo da cultura.
Para aplicação foliar é permitido o uso de até 126 g i.a./ha por ciclo da cultura, desde que adotada distância de 160 m de vegetações adjacentes não alvo.
Selecionar pontas que produzam o Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) gotas finas a médias.
Aeronaves agrícolas: Usar ponta de pulverização apropriada para este tipo de aplicação, com volume de calda de maior que 20 L/ha.
Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
É permitida a aplicação aérea de até 52,5 g i.a./ha por ciclo da cultura, desde que adotada distância de 210 m de vegetações adjacentes não alvo.
Classe de gotas: utilizar o Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) de gotas das classes média a grossa.
Altura do voo: de 3 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição.
Volume de calda maior que 20 L/ha
Condições climáticas a serem respeitadas: Velocidade do vento até 10 km/h (2,78m/s); Temperatura até 28 °C; Umidade relativa do ar acima de 60%.
Milho: 120 dias
Soja: 3 dias
Feijão: 3 dias
Algodão: 7 dias
Café: 7 dias
Citros: 7 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.
Quando a área foliar recebe cobertura suficiente do produto ocorre a paralisação na elaboração de carboidratos levando as plantas à morte, sendo a fase inicial de desenvolvimento das plantas daninhas o momento melhor indicado para ação do herbicida.
São tolerantes ao produto as gramíneas em geral, leguminosas e algumas outras espécies.
ARROZ, FEIJÃO, MILHO, SOJA E TRIGO | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose L p.c./ha | Volume de calda (L/ha)*** | Número Máximo de Aplicações |
Carrapicho rasteiro** | Acanthospermum australe** | 2 – 4 folhas | 1,5 | 150 - 250 | 1**** |
Picão branco | Galinsoga parviflora | ||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | 2 – 6 folhas | |||
Picão preto | Bidens pilosa | ||||
Mostarda, Colza | Brassica rapa | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Trapoeraba | Commelina erecta | ||||
Corda-de-viola, corriola | Ipomoea grandifolia | ||||
Corda-de-viola, corriola | Ipomoea hederifolia | ||||
Corda-de-viola, corriola | Ipomoea nil | ||||
Trapoeraba | Murdannia nudiflora | ||||
Nabo, nabiça | Raphanus raphanistrum | ||||
Guanxuma | Sida cordifolia | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Gorga | Spergula arvernsis | ||||
Carrapichão | Xanthium strumarium | ||||
p.c. = produto comercial (1 Litro de Basagran® 480 equivale a 480 g i.a. de Bentazona); i.a. = ingrediente ativo; * Em lavoura de arroz irrigado, retirar a água antes do tratamento, para expor as folhas das plantas infestantes. Voltar a irrigar após 48 horas, se necessário. ** Utilizar adjuvante não iônico na dose de 1,0 L/ha nas aplicações terrestres *** Volume de água: 150 - 250 litros/ha, dependendo do estágio da cultura e das plantas infestantes. Volumes maiores favorecem uma melhor cobertura dos alvos desejados. (Aplicações terrestres). **** Para cultura do Arroz, pode-se efetuar até 2 aplicações (1ª aplicação utilizar a dose de 1,0 L p.c/ ha e na 2ª aplicação a dose de 0,7 L p.c/ ha) | |||||
ARROZ IRRIGADO* | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose L p.c./ha | Volume de calda (L/ha)*** | Número Máximo de Aplicações |
Tiriricão | Cyperus esculentus | Até 12 cm de altura | 2,0 | 150 - 250 | 1**** |
Junquinho | Cyperus iria | ||||
Erva-de-bicho | Polygonum hydropiperoides | 2 – 6 folhas | 1,5 | ||
p.c. = produto comercial (1 Litro de Basagran® 480 equivale a 480 g i.a. de Bentazona); i.a. = ingrediente ativo; * Em lavoura de arroz irrigado, retirar a água antes do tratamento, para expor as folhas das plantas infestantes. Voltar a irrigar após 48 horas, se necessário. ** Utilizar adjuvante não iônico na dose de 1,0 L/ha nas aplicações terrestres | |||||
*** Volume de água: 150 - 250 litros/ha, dependendo do estágio da cultura e das plantas infestantes. Volumes maiores favorecem uma melhor cobertura dos alvos desejados. (Aplicações terrestres).
**** Para cultura do Arroz, pode-se efetuar até 2 aplicações (1ª aplicação utilizar a dose de 1,0 L p.c/ ha e na 2ª aplicação a dose de 0,7 L p.c/ ha)
Recomenda-se o acréscimo de adjuvante não iônico na dose de 1,0 L/ha nas aplicações terrestres, e de 0,3 L/ha nas aplicações aéreas.
Não é recomendado o acréscimo de adjuvante não iônico para a cultura de feijão, devido ao risco de fitotoxicidade.
Para a cultura de arroz pode-se efetuar até duas aplicações por ciclo do cultivo, com intervalo de 3 a 4 dias entre elas. As duas aplicações devem ser realizadas quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle e outras continuam emergindo (fluxos). Na 1ª aplicação, recomenda-se a dose de 1,0 L p.c/ ha e na 2ª aplicação, 0,7 L p.c/ ha. Com esse manejo, tem-se melhor controle em áreas de arroz com alta pressão de infestação e germinação contínua de espécies de plantas daninhas como a Trapoeraba, Corda-de-Viola e Guanxuma. No caso de Cyperáceas, o manejo permite que consigamos melhor eficiência no controle das espécies devido à dificuldade quando as ervas atingem estágios mais avançados.
Para as demais culturas, fazer apenas uma aplicação por ciclo.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Polygonum hydropiperoides | acataia, capiçoba (3), erva-de-bicho (3) | Ver detalhes |
| Feijão | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Milho | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Soja | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
O responsável pela preparação da calda deve usar Equipamento de Proteção Individual (EPI)
indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Adicionar o adjuvante à calda após o produto e observar o estágio fenológico da cultura conforme as recomendações descritas no item acima CULTURAS, PLANTAS DANINHAS e DOSES. Para os menores volumes de aplicação, não exceder a concentração de 0,6% v/v da calda ou a recomendação descrita na bula do adjuvante. Condições desfavoráveis de temperatura e umidade podem agravar o risco de fitoxicidade a cultura (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS).
Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que
possibilitem boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de grossas (C), conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.
Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 L/ha.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de grossas (C), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.
Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30oC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de duas (2) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do engenheiro agrônomo da região.
O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante. Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres e aéreas poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.
CULTURA | DIAS |
Arroz | 60 |
Feijão | 35 |
Milho | 110 |
Soja | 90 |
Trigo | 60 |
Recomenda-se aguardar 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso haja necessidade de entrar na área tratada antes da secagem total da calda aplicada, utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para uso durante a aplicação.
As culturas de algodão, feijão, milho e soja, apesar de sensíveis a BURNTOP, apresentam seletividade quando o produto é aplicado em dessecação pré-plantio dessas culturas.
Algodão, Feijão, Milho e Soja:
Fazer 1 (uma) aplicação em pós-emergência das plantas daninhas, no manejo de áreas em sistema de plantio direto, sempre antes da semeadura (dessecação pré-plantio).
As plantas daninhas devem estar no estádio de desenvolvimento conforme tabela abaixo.
O plantio deverá ser feito 15 (quinze) dias após a pulverização.
O produto, nas dosagens recomendadas, não causa fitointoxicação.
CULTURA | ALVOS CONTROLADOS | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Monocotiledôneas: | ||||
Algodão, Feijão, Milho e Soja | Commelina benghalensis | Trapoeraba | 0,175 a 0,350 kg/ha (52,5 a 105 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. |
Zea mays | Milho voluntário | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 folhas até antes do perfilhamento. Milho voluntário até V4. | ||
Triticum aestivum | Trigo voluntário | 0,350 a 0,420 kg/ha (105 a 126 g i.a/ha) | ||
Cenchrus echinatus | Capim-carrapicho | |||
Brachiaria decumbens | Capim-braquiária | |||
Brachiaria plantaginea | Capim-marmelada | |||
Lolium multiflorum | Azevém | |||
Eleusine indica | Capim-pé-de-galinha | 0,420 kg/ha (126 g i.a/ha) | ||
Digitaria insularis | Capim-amargoso | |||
Eudicotiledôneas: | ||||
Amaranthus viridis | Caruru-de-mancha | 0,120 a 0,175 kg/ha (36 a 52,5 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. Soja e Feijão voluntários até 3 trifólios. | |
Amaranthus retroflexus | Caruru | |||
Bidens pilosa | Picão-preto | |||
Euphorbia heterophylla | Leiteiro ou Amendoim-bravo | |||
Ipomoea hederifolia | Corda-de-viola | |||
Ipomoea grandifolia | Corda-de-viola | |||
Raphanus raphanistrum | Nabiça | |||
Sonchus oleraceus | Serralha | |||
Phaseolus vulgaris | Feijão Voluntário | |||
Glycine max | Soja voluntária | |||
Alternanthera tenella | Apaga fogo | 0,175 a 0,240 kg/ha (52,5 a 72 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 6 folhas. Para a buva aplicar quando estiverem no estádio de até 10 cm. | |
Tridax procumbens | Erva-de-touro | |||
Amaranthus hybridus | Caruru-roxo | |||
Spermacoce latifolia | Erva-quente | 0,240 a 0,350 kg/ha (72 a 105 g i.a/ha) | ||
Richardia brasiliensis | Poaia-branca | |||
Parthenium hysterophorus | Losna-branca | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. | ||
Amaranthus deflexus | Caruru | 0,350 a 0,420 kg/ha (105 a 126 g i.a/ha) | ||
Portulaca oleracea | Beldroega | |||
Sida rhombifolia | Guanxuma | |||
Conyza bonariensis | Buva | 0,175 a 0,350 kg/ha (52,5 a 105 g i.a./ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando no estádio de até 10 cm. | |
Borreria verticillata | Vassourinha-de-botão | 0,120 a 0,320 kg/ha (36 a 96 g i.a./ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas | |
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para estádios mais avançados das plantas daninhas ou em altas pressões de plantas daninhas. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
Para os cultivos perenes como café e citros, o BURNTOP é seletivo, exclusivamente, em aplicação em jato dirigido. Portanto, deve-se evitar o contato do produto com as plantas cultivadas.
Café e Citros: Fazer 1 (uma) aplicação nas entre linhas das culturas respeitando o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas conforme tabela abaixo:
CULTURA | ALVOS CONTROLADOS | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Monocotiledôneas: | ||||
Café e Citros Jato Dirigido | Commelina benghalensis | Trapoeraba | 0,350 a 0,467 kg/ha (105 a 140 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 a 6 folhas |
Brachiaria plantaginea | Capim-marmelada | 0,350 a 0,467 kg/ha (105 a 140 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 folhas até antes do perfilhamento. | |
Brachiaria decumbens | Capim-braquiária | |||
Cenchrus echinatus | Capim-carrapicho | |||
Digitaria insularis | Capim-amargoso | 0,467 kg/ha (140 g i.a/ha) | ||
Eleusine indica | Capim-pé-de-galinha | |||
Eudicotiledôneas: | ||||
Amaranthus viridis | Caruru-de-mancha | 0,120 a 0,175 kg/ha (36 a 52,5 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. Para a buva aplicar quando estiverem no estádio de até 10 cm. | |
Bidens pilosa | Picão-preto | |||
Euphorbia heterophylla | Leiteiro ou Amendoim-bravo | |||
Ipomoea grandifolia | Corda-de-viola | |||
Alternanthera tenella | Apaga-fogo | 0,175 a 0,350 kg/ha (52,5 a 105 g i.a/ha) | ||
Sida rhombifolia | Guanxuma | |||
Sinedrellopsis grisebachii | Agriãozinho | |||
Conyza bonariensis | Buva | 0,350 kg/ha (105 g i.a/ha) | ||
Galinsoga parviflora | Botão-de-ouro | |||
Richardia brasiliensis | Poaia-branca | |||
Parthenium hysterophorus | Losna-branca | 0,350 a 0,467 kg/ha (105 a 140 g i.a/ha) | ||
Portulaca oleracea | Beldroega | |||
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para estádios mais avançados das plantas daninhas ou em altas pressões de plantas daninhas. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
A aplicação do herbicida deve ser feita em jato dirigido protegido para que o produto não atinja as folhas da cultura, sendo recomendado o uso de “chapéu de napoleão” ou barras laterais protetoras específicas para jato dirigido que evitem deriva para a parte verde das culturas.
Soja e Feijão: A pulverização do produto BURNTOP na dessecação pré-colheita deve ocorrer quando a cultura atingir a sua maturação fisiológica.
Algodão: A pulverização do produto BURNTOP na desfolha pré-colheita deve ocorrer quando 80% das maças do algodoeiro estiverem abertas.
CULTURA | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Dessecação pré-colheita | |||
Soja | Glycine max | 0,350 kg/ha (105 g a.i/ha) | Aplicar na maturação fisiológica da cultura |
Feijão | Phaseulus vulgaris | 0,240 a 0,350 kg/ha (72 g a 105 g a.i/ha) | Aplicar na maturação fisiológica da cultura |
Algodão | Gossipium hirsutum | 0,120 a 0,175 kg/ha (36 a 52,5 g a.i/ha) | Aplicar quando 80% das maças estiverem abertas |
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para a dessecação/desfolha mais rápida da cultura ou das plantas daninhas antes da colheita. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
Permite a colheita entre 7 até 14 dias após a aplicação, dependendo da dose e condições climáticas. Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de dessecação
Aplique BURNTOP conforme as recomendações da bula:
Aplique em pós-emergência das plantas daninhas na dose recomendada conforme consta na bula, sempre utilizando adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico a 0,5% v/v;
Faça a aplicação dentro das condições climáticas e do período ideal do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas;
Evite rebrotas respeitando:
Estádio de desenvolvimento das plantas daninhas conforme consta na bula;
Boa cobertura dos alvos a serem atingidos;
Aplicar quando as plantas daninhas estiverem em pleno vigor vegetativo;
Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de controle;
Evite aplicação nas horas mais quentes do dia;
Evite aplicação nas seguintes condições: Temperatura acima de 28ºC, umidade relativa do ar abaixo de 60%, ventos acima de 10km/h;
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Café | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Citros | Synedrellopsis grisebachii | agrião-do-pasto, agriãozinho, poejinho | Ver detalhes |
| Feijão | Phaseolus vulgaris | feijão | Ver detalhes |
| Milho | Triticum aestivum | trigo | Ver detalhes |
| Soja | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
Com pulverizador tratorizado ou costal manual: usar uma barra com bicos tipo leque (jato plano), aplicando-se em área total com volume de calda de 100 a 300 litros por hectare e pressão de serviço deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
É permitida a aplicação via jato dirigido de até 140 g i.a./ha por ciclo da cultura.
Para aplicação foliar é permitido o uso de até 126 g i.a./ha por ciclo da cultura, desde que adotada distância de 160 m de vegetações adjacentes não alvo.
Selecionar pontas que produzam o Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) gotas finas a médias.
Aeronaves agrícolas: Usar ponta de pulverização apropriada para este tipo de aplicação, com volume de calda de maior que 20 L/ha.
Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
É permitida a aplicação aérea de até 52,5 g i.a./ha por ciclo da cultura, desde que adotada distância de 210 m de vegetações adjacentes não alvo.
Classe de gotas: utilizar o Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) de gotas das classes média a grossa.
Altura do voo: de 3 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição.
Volume de calda maior que 20 L/ha
Condições climáticas a serem respeitadas: Velocidade do vento até 10 km/h (2,78m/s); Temperatura até 28 °C; Umidade relativa do ar acima de 60%.
Milho: 120 dias
Soja: 3 dias
Feijão: 3 dias
Algodão: 7 dias
Café: 7 dias
Citros: 7 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.
VER 02 - 12.09.2024
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE Kg p.c./ha | VOLUME DE CALDA L/ha |
Nome comum Nome científico | |||
CAFÉ | Capim-colchão Digitaria horizontalis | 0,06 a 0,12 | Jato dirigido: Terrestre: 200 – 300 Pós-transplantio: Terrestre: 200 |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 0,08 a 0,12 | ||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 0,10 a 0,12 | ||
ÉPOCA E NÚMERO DE APLICAÇÃO: Realizar uma aplicação em pré-emergência das plantas daninhas em jato dirigido nas entrelinhas da cultura após operação de arruação. Pode ainda ser utilizado no pós-transplantio de mudas em pré-emergência das plantas daninhas. | |||
CITROS | Caruru-roxo Amaranthus hybridus | 0,06 a 0,12 | Terrestre: 200 |
Picão-preto Bidens pilosa | 0,08 a 0,12 | ||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||
ÉPOCA E NÚMERO DE APLICAÇÃO: Realizar uma aplicação na pré-emergência das plantas daninhas em jato dirigido nas entrelinhas da cultura, pode ser aplicado durante os estádios de frutificação. | |||
EUCALIPTO | Picão-preto Bidens pilosa | 0,10 a 0,20 | Terrestre: 200 |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||
Buva Conyza sumatrensis | |||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||
Caruru-roxo Amaranthus hybridus | 0,15 a 0,20 | ||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||
Corda-de-viola Ipomoea nil | |||
ÉPOCA E NÚMERO DE APLICAÇÃO: Realizar uma aplicação na pré-emergência das plantas daninhas em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. No case de aplicação pós-transplantio de mudas, proteger a cultura caso a mesma esteja com menos de 50 cm de altura. | |||
VER 02 - 12.09.2024
1 quilo de produto comercial (p.c.) contém 200 g do ingrediente ativo Clorimurom-etílico + 150 g do ingrediente ativo Sulfometurom-metílico
Nota: Utilizar as doses mais elevadas para plantas daninhas mais desenvolvidas.
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE Kg p.c./ha | VOLUME DE CALDA L/ha |
Nome comum Nome científico | |||
SOJA STS (Tolerante a sulfoniluréias) | Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | 0,06 a 0,12 | Terrestre: 130 Aérea: 20 - 40 |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||
Milhã Digitaria ciliaris | |||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||
Corda-de-viola Ipomoea hederifolia | |||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 0,08 a 0,12 | ||
ÉPOCA E NÚMERO DE APLICAÇÃO: Realizar uma aplicação, na pré-emergência das plantas daninhas, no sistema plante/aplique. Aplicar o produto somente em variedades de soja STS (tolerante a sulfoniluréias). | |||
1 quilo de produto comercial (p.c.) contém 200 g do ingrediente ativo Clorimurom-etílico + 150 g do ingrediente ativo Sulfometurom-metílico
Nota: Utilizar as doses mais elevadas para plantas daninhas mais desenvolvidas.
O produto penetra nas plantas daninhas através de absorção por folhas e raízes. Se transloca por toda a planta através do xilema e floema. Trata-se de um inibidor de ALS (acetolactato sintase), uma enzima responsável pela síntese dos aminoácidos essenciais tais como valina, leucina e isoleucina. Na modalidade de uso em pré-emergência a morte das plantas daninhas ocorre logo após a emergência ou até duas folhas. O produto paralisa a síntese de DNA e provoca a morte da gema apical, também prejudica o desenvolvimento radicular. Ocorre a estagnação no desenvolvimento e a morte das plantas daninhas sensíveis em um período entre 7 e 21 dias.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Café | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Citros | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Eucalipto | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Soja OGM | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
VER 02 - 12.09.2024
Para preparar melhor a calda, coloque a dose indicada de CLORIMUROM S NORTOX no pulverizador com água até ¾ de sua capacidade e em seguida complete o volume agitando constantemente, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. A agitação deve ser constante durante a preparação da calda e aplicação do produto. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação. Aplique de imediato sobre o alvo biológico.
Utilize os EPIs conforme constantes no item PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO OU PREPARAÇÃO DA CALDA.
Utilizar pulverizadores costais, motorizados ou tratorizados de barra equipados com bicos leques, jato plano de uso ampliado. Os bicos devem regulados à pressão 30 a 60 lb/pol², e deverão proporcionar gotas de 110 a 250 micras de diâmetro com densidade mínima de 40 gotas/cm².
Deve-se realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (bicos, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Recomendado para a cultura SOJA STS (Tolerante a sulfoniluréias)
Uso de barra ou atomizador rotativo “micronair”. Volume de aplicação: 20 a 40 L/ha.
Tamanho de gota: 100 a 300 micrômetros. Densidade mínima de gotas: 20 a 30 gotas/cm2. Pressão de trabalho: 35 a 50 lb/pol².
Largura da faixa de deposição efetiva: 18 a 20 m. Altura de voo: 2 a 3 metros do topo da cultura.
No caso de aeronave equipada com barra, usar bicos (pontas) cônicos D6 a D12, com disco (core), ajustado no ângulo inferior a 45 graus.
Observações locais deverão ser feitas visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e volatilização. Sobre outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas.
As condições climáticas mais favoráveis para a realização de uma pulverização, utilizando-se os equipamentos adequados de pulverização, são:
Umidade relativa do ar: superior a 55%
Velocidade média do vento: entre 3 e 7 km/h.
Temperatura: entre 20 e 30 ºC.
Direção do vento: Não aplicar em locais e momentos do dia em que o vento esteja na direção de culturas sensíveis. Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplicar, pois pode haver inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia.
Evitar as condições de inversão térmica.
Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores, porém independentemente do equipamento utilizado para a pulverização, o tamanho de gotas é um dos fatores mais importantes para se evitar a deriva. O tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência.
Fatores como tamanho de gotas, pressão de trabalho, velocidade do vento, umidade e temperatura devem ser avaliados pelo aplicador, quando da decisão de aplicar.
VER 02 - 12.09.2024
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a
mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque.
Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante.
Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
CULTURA | DIAS |
Café e Citros | 20 |
Eucalipto | UNA |
Soja STS | (1) |
UNA - Uso Não Alimentar
(1) Intervalo de Segurança não determinado devido à modalidade de emprego
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.
Cultura | Alvo | Dose (g/ha) | Época de Aplicação |
Cana-de- açúcar | Digitaria horizontalis (Capim-colchão) | 63 a 105 | Pré-emergência das plantas daninhas, em pré ou pós-emergência da cultura da cana- de-açúcar. Cana planta: No plantio (antes ou após) e, ou após a operação de quebra-lombo. Cana soca: Após o corte e, ou antes do fechamento da cana. Em pós-emergência avançada da cana- de-açúcar, realizar com auxílio de equipamento recomendado, como pingente,proporcionando o produto atingir o solo ou palha. Pode ser aplicado em áreas de cana-de- açúcar, quando permanecerá no solo ou na palha, até a ocorrência das primeiras chuvas, de forma a iniciar sua atividade de herbicida sobre as sementes de plantas daninhas. |
Ipomoea purpurea (Corda-de-viola) | |||
Brachiaria plantaginea (Capim-marmelada) | 63 a 126 | ||
Ipomoea grandifolia (Corda-de-viola) | |||
Ipomoea nil (Corda-de-viola) | |||
Digitaria nuda (Capim-colchão) | 84 a 126 | ||
Ipomoea hederifolia (Corda-de-viola) | |||
Cyperus rotundus (Tiririca) | 105 a 126 | ||
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1. | |||
Volume de calda: - Aplicação terrestre: 150 - 300 L/ha | |||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
A aplicação de Coact deve ser realizada com equipamento tratorizado.
Coact deverá ser aplicado em área total, podendo ser aplicado sobre a cultura já emergida. O solo deve estar bem preparado, livre de torrões, no caso de cana planta.
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número de pontas, distância entre pontas, altura do alvo, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre outros relevantes em questão, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante, bem como as recomendações do Engenheiro Agrônomo, de modo a promover uma cobertura uniforme da superfície a ser tratada. acompanhando as boas práticas agrícolas.
As condições climáticas a serem seguidas no momento da aplicação deverão favorecer a adequada cobertura do alvo biológico pela calda de pulverização e deverão minimizar o risco de deriva para áreas adjacentes.
Recomenda-se a aplicação da calda à temperatura abaixo de 30 ⁰C, umidade relativa acima de 55% e a velocidade do vento entre 2 a 10 km/h.
A limpeza do pulverizador deve ser realizada após o término das aplicações com Coact.
Esgote completamente o tanque e siga a legislação local, municipal, estadual e federal para o gerenciamento de resíduos.
A lavagem consiste em uma tríplice lavagem com água conforme orientação a seguir: Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com água limpa. Recircule por 20 minutos, passe pelas mangueiras, barra, pontas e filtros. Pulverize o conteúdo do tanque em local adequado. Repita esse processo por mais duas vezes. Remova todas as pontas de pulverização, telas das pontas, incluindo o filtro em linha e faça a lavagem separadamente. Após limpeza, reinstale-os no sistema de pulverização.
Cana-de-açúcar (1)
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
As culturas de algodão, feijão, milho e soja, apesar de sensíveis a ConfianteBR, apresentam seletividade quando o produto é aplicado em dessecação pré-plantio dessas culturas.
Algodão, Feijão, Milho e Soja:
Fazer 1 (uma) aplicação em pós-emergência das plantas daninhas, no manejo de áreas em sistema de plantio direto, sempre antes da semeadura (dessecação pré-plantio).
As plantas daninhas devem estar no estádio de desenvolvimento conforme tabela abaixo.
O plantio deverá ser feito 15 (quinze) dias após a pulverização.
O produto, nas dosagens recomendadas, não causa fitointoxicação.
CULTURA | ALVOS CONTROLADOS | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Monocotiledôneas: | ||||
Aplicar em pós | ||||
emergência das | ||||
Commelina benghalensis | Trapoeraba | 0,100 a 0,150 kg/ha (70 a 105 g i.a/ha) | plantas daninhas quando estiverem no | |
estádio de 2 a 4 | ||||
folhas. | ||||
Triticum aestivum | Trigo voluntário | 0,075 a 0,100 kg/ha | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 folhas até antes do perfilhamento. Milho voluntário até V4. | |
(52.5 a 70 g i.a/ha) | ||||
Zea mays | Milho voluntário | 0,100 a 0,150 kg/ha | ||
(70 a 105 g i.a/ha) | ||||
Cenchrus echinatus | Capim-carrapicho | |||
Brachiaria decumbens | Capim-braquiária | 0,150 a 0,180 kg/ha | ||
Algodão, | (105 a 126 g i.a/ha) | |||
Brachiaria plantaginea | Capim-marmelada | |||
Feijão, | Lolium multiflorum | Azevém | ||
Milho e | Eleusine indica | Capim-pé-de-galinha | 0,180 kg/ha | |
Soja | (126 g i.a/ha) | |||
Eudicotiledôneas: | ||||
Amaranthus viridis | Caruru-de-mancha | 0,050 a 0,075 kg/ha (35 a 52,5 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. Soja voluntário até 3 trifólios. | |
Amaranthus deflexus | Caruru | |||
Alternanthera tenella | Apaga-fogo | |||
Bidens pilosa | Picão-preto | |||
Euphorbia heterophylla | Leiteiro ou | |||
amendoim-bravo | ||||
Ipomoea hederifolia | Corda-de-viola | |||
Ipomoea grandifolia | Corda-de-viola | |||
Raphanus raphanistrum | Nabiça | |||
Sonchus oleraceus | Serralha | |||
Tridax procumbens | Erva-de-touro | |||
Glycine max | Soja voluntária | |||
Amaranthus hybridus | Caruru-roxo | 0,075 a 0,100 kg/ha | Aplicar em pós- | |
(52,5 a 70 g i.a/ha) | emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 6 folhas. Para a buva aplicar quando estiverem no estádio de até 10 cm. | |||
Spermacoce latifolia | Erva-quente | |||
Richardia brasiliensis | Poaia-branca | 0,100 a 0,150 kg/ha | ||
Amaranthus retroflexus | Caruru | (70 a 105 g i.a/ha) | ||
Portulaca oleracea | Beldroega | Aplicar em pós- | ||
Parthenium hysterophorus | Losna-branca | 0,150 a 0,180 kg/ha (105 a 126 g i.a/ha) | emergência da planta daninha quando estiverem no estádio | |
Sida rhombifolia | Guanxuma | |||
de 2 a 4 folhas. | ||||
Aplicar em pós- | ||||
Conyza bonariensis | Buva | 0,075 a 0,150 kg/ha (52,5 a 105 g i.a./ha) | emergência da planta daninha quando no | |
estádio de até 10 cm | ||||
Aplicar em pós- | ||||
Borreria verticillata | Vassourinha-de- botão | 0,050 a 0,150 kg/ha (35 a 96 g i.a./ha) | emergência da planta daninha quando estiverem no estádio | |
de 2 a 4 folhas |
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para estádios mais avançados das plantas daninhas ou em altas pressões de plantas daninhas. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
Para os cultivos perenes como café e citros, o ConfianteBR é seletivo, exclusivamente, em aplicação em jato dirigido. Portanto, deve-se evitar o contato do produto com as plantas cultivadas.
Café e Citros: Fazer 1 (uma) aplicação nas entre linhas das culturas respeitando o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas conforme tabela abaixo:
CULTURA | ALVOS CONTROLADOS | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Monocotiledôneas: | ||||
Café e Citros Jato Dirigido | Commelina benghalensis | Trapoeraba | 0,150 a 0,200 kg/ha (105 a 140 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 a 6 folhas |
Brachiaria plantaginea | Capim-marmelada | 0,150 a 0,200 kg/ha (105 a 140 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 folhas até antes do perfilhamento. | |
Brachiaria decumbens | Capim-braquiária | |||
Cenchrus echinatus | Capim-carrapicho | |||
Digitaria insularis | Capim-amargoso | 0,200 kg/ha (140 g i.a/ha) | ||
Eleusine indica | Capim-pé-de- galinha | |||
Eudicotiledôneas: | ||||
Alternanthera tenella | Apaga-fogo | 0,050 a 0,075 kg/ha (35 a 52,5 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. Para a buva aplicar quando estiverem no estádio de até 10 cm. | |
Amaranthus viridis | Caruru-de-mancha | |||
Bidens pilosa | Picão-preto | |||
Euphorbia heterophylla | Leiteiro ou amendoim-bravo | |||
Ipomoea grandifolia | Corda-de-viola | |||
Conyza bonariensis | Buva | 0,150 kg/ha (105 g i.a/ha | ||
Galinsoga parviflora | Botão-de-ouro | |||
Richardia brasiliensis | Poaia-branca | |||
Parthenium hysterophorus | Losna-branca | 0,150 a 0,200 kg/ha (105 a 140 g i.a/ha) | ||
Portulaca oleracea | Beldroega | |||
Sinedrellopsis grisebachii | Agriãozinho | |||
Sida rhombifolia | Guanxuma |
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para estádios mais avançados das plantas daninhas ou em altas pressões de plantas daninhas. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil éster etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
A aplicação do herbicida deve ser feita em jato dirigido protegido para que o produto não atinja as folhas da cultura, sendo recomendado o uso de “chapéu de napoleão” ou barras laterais protetoras específicas para jato dirigido que evitem deriva para a parte verde das culturas.
Soja e Feijão: A pulverização do produto ConfianteBR na dessecação pré-colheita deve ocorrer quando a cultura atingir a sua maturação fisiológica.
Algodão: A pulverização do produto ConfianteBR na desfolha pré-colheita deve ocorrer quando 80% das maçãs do algodoeiro estiverem abertas.
CULTURA | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Dessecação pré-colheita | |||
Soja | Glycine max | 0,150 kg/ha (105 g a.i/ha) | Aplicar na maturação fisiológica da cultura |
Feijão | Phaseolus vulgaris | 0,100 a 0,150 kg/ha (70 g a 105 g a.i/ha) | Aplicar na maturação fisiológica da cultura |
Algodão | Gossypium hirsutum | 0,050 a 0,075 kg/ha (35 a 52,5 g a.i/ha) | Aplicar quando 80% das maças estiverem abertas |
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para a dessecação/desfolha mais rápida da cultura ou das plantas daninhas antes da colheita. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
Permite a colheita entre 7 até 14 dias após a aplicação, dependendo da dose e condições climáticas. Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de dessecação
Aplique ConfianteBR conforme as recomendações da bula:
Aplique em pós-emergência das plantas daninhas na dose recomendada conforme consta na bula, sempre utilizando adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico a 0,5% v/v;
Faça a aplicação dentro das condições climáticas e do período ideal do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas;
Evite rebrotas respeitando:
Estádio de desenvolvimento das plantas daninhas conforme consta na bula;
Boa cobertura dos alvos a serem atingidos;
Aplicar quando as plantas daninhas estiverem em pleno vigor vegetativo;
Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de controle;
Evite aplicação nas horas mais quentes do dia;
Evite aplicação nas seguintes condições: Temperatura acima de 30ºC, umidade relativa do ar abaixo de 60%, ventos acima de 10km/h.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Café | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Citros | Synedrellopsis grisebachii | agrião-do-pasto, agriãozinho, poejinho | Ver detalhes |
| Feijão | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Milho | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Soja | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
Com pulverizador tratorizado ou costal manual: usar uma barra com bicos tipo leque (jato plano), aplicando-se em área total com volume de calda de 100 a 300 litros por hectare e pressão de serviço deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
É permitida a aplicação via jato dirigido de até 140 g i.a./ha por ciclo da cultura.
Para aplicação foliar terrestre é permitido o uso de até 126 g i.a./ha por ciclo da cultura, desde que adotada distância de 160 m de vegetações adjacentes não alvo.
Selecionar pontas que produzam o Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) gotas finas a médias.
Aeronaves agrícolas: Usar ponta de pulverização apropriada para este tipo de aplicação, com volume de calda de maior que 20 L/ha.
Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
É permitida a aplicação aérea de até 52,5 g i.a./ha por ciclo da cultura, desde que adotada distância de 210 m de vegetações adjacentes não alvo.
Classe de gotas: utilizar o Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) de gotas das classes média a grossa.
Altura do voo: de 3 metros em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição.
Volume de calda maior que 20 L/ha
Condições climáticas a serem respeitadas: Velocidade do vento até 10 km/h (2,78m/s); Temperatura até 28 °C; Umidade relativa do ar acima de 60%.
Milho: 120 dias
Soja: 3 dias
Feijão: 3 dias
Algodão: 7 dias
Café: 7 dias
Citros: 7 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.
Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas, nas culturas de café, citros e eucalipto.
Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou cultivo mínimo para as culturas de algodão, arroz irrigado, cana-de- açúcar, milho, soja e trigo.
Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas nas entrelinhas e para erradicação de soqueira na cultura da cana-de-açúcar.
Aplicação em área total, em pós-emergência da cultura da soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato em áreas de plantio direto ou de plantio convencional, podendo ser utilizado em aplicação única ou aplicação sequencial.
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||||
FOLHAS ESTREITAS | Terrestre: 100 - 150 Aérea: 20 - 40 | Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. | |||||
Braquiarão | Brachiaria brizantha | 4,5 | |||||
Capim- | Brachiaria | 3,0 - 4,5 | |||||
braquiária | decumbens | ||||||
Capim- | Brachiaria | 1,0 - 2,0 | |||||
marmelada | plantaginea | ||||||
Capim- | Cenchrus echinatus | 1,0 - 2,0 | |||||
carrapicho | |||||||
Capim- | Chloris | 3,0 - 4,5 | |||||
branco | polydactyla | ||||||
Capim- | Digitaria | 1,0 - 2,0 | |||||
colchão | sanguinalis | ||||||
Capim- | Digitaria insularis * | 3,0 - 4,5 | |||||
amargoso* | |||||||
Capim- | Digitaria | 2,0 - 4,5 | |||||
colchão | horizontalis | ||||||
Capim- | Echinochloa | 1,0 - 3,0 | |||||
arroz | colonum | ||||||
Capim- | Echinochloa | 3,0 - 4,5 | |||||
arroz | crusgalli | ||||||
Capim-pé- | Eleusine indica | 2,0 - 4,5 | |||||
de-galinha | |||||||
Arroz- | Oryza sativa | 3,0 - 4,5 | |||||
vermelho | |||||||
Capim- | Panicum | 2,0 - 4,5 | |||||
ALGODÃO | colonião | maximum | |||||
FOLHAS LARGAS | |||||||
ARROZ IRRIGADO | Caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus | 1,0 - 3,0 | 1 (uma) aplicação . | Terrestre Aéreo | ||
Caruru | Amaranthus | 2,0 - 4,5 | |||||
MILHO | hybridus | ||||||
TRIGO | Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 1,0 - 2,0 | ||||
Apaga-fogo | Alternanthera | 1,0 - 2,0 | |||||
tenella | |||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 - 4,5 | |||||
Trapoeraba | Commelina | 4,5 | |||||
benghalensis | |||||||
Erva-de- Santa- Luzia | Chamaesyce hirta | 2,0 - 3,0 | |||||
Junquinho | Cyperus ferax | 4,5 | |||||
Tiririca | Cyperus | 2,0 - 4,5 | |||||
rotundus | |||||||
Amendoim bravo ou leiteiro | Euphorbia heterophylla | 3 - 4,5 | |||||
Corda-de- | Ipomoea | 3 - 4,5 | |||||
viola | hederifolia | ||||||
Corda-de-viola | Ipomoea purpúrea | 4,5 | |||||
Guanxuma | Malvastrum | 3,0 - 4,5 | |||||
coromandelianum | |||||||
Losna- | Parthenium | 2,0 - 4,5 | |||||
branca | hysterophorus | ||||||
Beldroega | Portulaca | 3,0 - 4,5 | |||||
oleracea | |||||||
Nabo ou | Raphanus | 2,0 - 4,5 | |||||
Nabiça | sativus | ||||||
Guanxuma | Sida cordifolia | 3,0 - 4,5 | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 3,0 - 4,5 | |||||
Maria-preta | Solanum americanum | 2,0 - 3,0 | |||||
Erva-de-touro | Tridax procumbens | 4,5 | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas). Dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento (em gramíneas plantas com 4 a 6 folhas ou antes do entouceiramento e em folhas largas com 4 a 6 folhas), maiores doses para a fase adulta ou perenizada. O controle das plantas daninhas indicadas no pré-plantio das culturas anuais é importante para o seu desenvolvimento livre de mato-competição. Recomenda-se observar um intervalo de 30 dias antes do plantio se houver ocorrência de plantas daninhas que possuem efeito alelopático sobre as culturas indicadas. *No controle da Digitaria insularis (capim-amargoso), considerar a situação de que esta planta daninha já possui biótipos relatados como resistentes ao glifosato no Brasil, (fonte: www.weedscience.com), portanto caso venham a ocorrer na área a ser aplicada com glifosato, não serão controladas. As doses indicadas deverão ser utilizadas no controle das plantas daninhas relacionadas apenas nos casos em que a resistência não foi determinada. Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. Produto comercial: Cada Litro (L) do DECISIVE® corresponde a 577 g/L do sal de di-amônio de glifosato ou 480 g/L do equivalente ácido de glifosato. | |||||||
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||||
FOLHAS ESTREITAS | Para a cultura do Café e Citros realizar no máximo 3 (três) aplicações durante o ano. | ||||||
Braquiarão | Brachiaria brizantha | 4,5 | |||||
Capim- | Brachiaria | 3,0 - 4,5 | |||||
braquiária | decumbens | ||||||
Capim- | Brachiaria | 1,0 - 2,0 | |||||
marmelada | plantaginea | ||||||
Capim- | Cenchrus echinatus | 1,0 - 2,0 | |||||
carrapicho | |||||||
Capim- | Chloris | 3,0 - 4,5 | |||||
branco | polydactyla | ||||||
Capim- | Digitaria | 1,0 - 2,0 | |||||
colchão | sanguinalis | ||||||
Capim- | Digitaria insularis * | 3,0 - 4,5 | |||||
amargoso* | |||||||
Capim- | Digitaria | 2,0 - 4,5 | |||||
colchão | horizontalis | ||||||
CAFÉ | Capim- arroz | Echinochloa colonum | 1,0 - 3,0 | Café: 15 | |||
Capim- | Echinochloa | 3,0 - 4,5 | |||||
CITROS | arroz | crusgalli | Terrestre (jato-dirigido) | Terrestre: 100 - 150 | Citros: 30 | ||
Capim-pé- | Eleusine indica | 2,0 - 4,5 | |||||
EUCALIPTO | de-galinha | Eucalipto: U.N.A | |||||
Arroz- vermelho | Oryza sativa | 3,0 - 4,5 | |||||
Capim- | Panicum | 2,0 - 4,5 | |||||
colonião | maximum | ||||||
FOLHAS LARGAS | |||||||
Caruru-rasteiro | Amaranthus | 1,0 - 3,0 | |||||
deflexus | |||||||
Caruru | Amaranthus | 2,0 - 4,5 | |||||
hybridus | |||||||
Caruru-de- | Amaranthus viridis | 1,0 - 2,0 | |||||
mancha | |||||||
Apaga-fogo | Alternanthera | 1,0 - 2,0 | |||||
tenella | |||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 - 4,5 | |||||
Trapoeraba | Commelina | 4,5 | |||||
benghalensis | |||||||
Erva-de- | Chamaesyce | 2,0 - 3,0 | |||||
Santa- | hirta | ||||||
Luzia | |||||||
Junquinho | Cyperus ferax | 4,5 | |||||
Tiririca | Cyperus rotundus | 2,0 - 4,5 | |||||
Amendoim bravo ou leiteiro | Euphorbia heterophylla | 3 - 4,5 | |||||
Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | 3 - 4,5 | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea purpúrea | 4,5 | |||||
Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | 3,0 - 4,5 | |||||
Losna- branca | Parthenium hysterophorus | 2,0 - 4,5 | |||||
Beldroega | 3,0 - 4,5 | ||||||
Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | 2,0 - 4,5 | |||||
Guanxuma | Sida cordifolia | 3,0 - 4,5 | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 3,0 - 4,5 | |||||
Maria-preta | Solanum americanum | 2,0 - 3,0 | |||||
Erva-de-touro | Tridax procumbens | 4,5 | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas nas entrelinhas das culturas. Dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento (em gramíneas plantas com 4 a 6 folhas ou antes do entouceiramento e em folhas largas com 4 a 6 folhas), maiores doses para a fase adulta ou perenizada. O melhor período para controlar as espécies de plantas daninhas perenes é próximo ao início da floração. Para as plantas daninhas anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais. *No controle da Digitaria insularis (capim-amargoso), considerar a situação de que esta planta daninha já possui biótipos relatados como resistentes ao glifosato no Brasil, (fonte: www.weedscience.com), portanto caso venham a ocorrer na área a ser aplicada com glifosato, não serão controladas. As doses indicadas deverão ser utilizadas no controle das plantas daninhas relacionadas apenas nos casos em que a resistência não foi determinada. Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. Produto comercial: Cada Litro (L) do DECISIVE® corresponde a 577 g/L do sal de di-amônio de glifosato ou 480 g/L do equivalente ácido de glifosato. | |||||||
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||||
SOJA | FOLHAS ESTREITAS | 1 (uma) aplicação ou aplicação sequencial sem ultrapassar a dose máxima recomendada de 4,5 L/ha. | Terrestre Aéreo | Terrestre: 100 - 150 Aérea: 20 - 40 | Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego | ||
Braquiarão | Brachiaria brizantha | 4,5 | |||||
Capim- braquiária | Brachiaria decumbens | 3,0 - 4,5 | |||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 1,0 - 2,0 | |||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,0 - 2,0 | |||||
Capim- branco | Chloris polydactyla | 3,0 - 4,5 | |||||
Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | 1,0 - 2,0 | |||||
Capim- amargoso* | Digitaria insularis * | 3,0 - 4,5 | |||||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | 2,0 - 4,5 | |||||
Capim- arroz | Echinochloa colonum | 1,0 - 3,0 | |||||
Capim- arroz | Echinochloa crusgalli | 3,0 - 4,5 | |||||
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica | 2,0 - 4,5 | |||||
Arroz- vermelho | Oryza sativa | 3,0 - 4,5 | |||||
Capim- colonião | Panicum maximum | 2,0 - 4,5 | |||||
FOLHAS LARGAS | |||||||
Caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus | 1,0 - 3,0 | |||||
Caruru | Amaranthus hybridus | 2,0 - 4,5 | |||||
Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 1,0 - 2,0 | |||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 - 2,0 | |||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 - 4,5 | |||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 4,5 | |||||
Erva-de- Santa- Luzia | Chamaesyce hirta | 2,0 - 3,0 | |||||
Junquinho | Cyperus ferax | 4,5 | |||||
Tiririca | Cyperus rotundus | 2,0 - 4,5 | |||||
Amendoim bravo ou leiteiro | Euphorbia heterophylla | 3 - 4,5 | |||||
Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | 3 - 4,5 | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea purpúrea | 4,5 | |||||
Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | 3,0 - 4,5 | |||||
Losna- branca | Parthenium hysterophorus | 2,0 - 4,5 | |||||
Beldroega | 3,0 - 4,5 | ||||||
Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | 2,0 - 4,5 | |||||
Guanxuma | Sida cordifolia | 3,0 - 4,5 | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 3,0 - 4,5 | |||||
Maria-preta | Solanum americanum | 2,0 - 3,0 | |||||
Erva-de-touro | Tridax procumbens | 4,5 | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas). Dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento (em gramíneas plantas com 4 a 6 folhas ou antes do entouceiramento e em folhas largas com 4 a 6 folhas), maiores doses para a fase adulta ou perenizada. O controle das plantas daninhas indicadas no pré-plantio da cultura é importante para o seu desenvolvimento livre de mato-competição. Quando aplicado conforme recomendação controlará as plantas daninhas em uma única aplicação. Entretanto pode também ser utilizado em aplicações sequenciais em plantio direto para o controle de plantas daninhas sem ultrapassar a dose máxima recomendada de 4,5 L/ha, observando-se que a maior dose deverá ser utilizada na primeira aplicação e por volta de 30 dias antes do plantio e a segunda próxima ao dia do plantio Recomenda-se observar um intervalo de 30 dias antes do plantio se houver ocorrência de plantas daninhas que possuem efeito alelopático sobre a cultura. *No controle da Digitaria insularis (capim-amargoso), considerar a situação de que esta planta daninha já possui biótipos relatados como resistentes ao glifosato no Brasil, (fonte: www.weedscience.com), portanto caso venham a ocorrer na área a ser aplicada com glifosato, não serão controladas. As doses indicadas deverão ser utilizadas no controle das plantas daninhas relacionadas apenas nos casos em que a resistência não foi determinada. Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. Produto comercial: Cada Litro (L) do DECISIVE® corresponde a 577 g/L do sal de di-amônio de glifosato ou 480 g/L do equivalente ácido de glifosato. | |||||||
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||||
SOJA GENETICAMENTE MODIFICADA | FOLHAS ESTREITAS | Realizar 1 (uma) aplicação ou aplicação sequencial sem ultrapassar a dose máxima recomendada de 3,5 L/ha. | Terrestre Aéreo | Terrestre: 100 - 150 Aérea: 20 - 40 | 56 | ||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,0 (aplicação única) 1,5 / 1,0 (aplicação sequencial) | |||||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | ||||||
Capim- arroz | Echinochloa colonum | ||||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | 2,0 (aplicação única) 1,5 / 1,0 (aplicação sequencial) | |||||
FOLHAS LARGAS | |||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 3,5 (aplicação única) 1,5 / 1,5 (aplicação sequencial) | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 3,0 (aplicação única) 1,5 / 1,0 (aplicação sequencial) | |||||
Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | 2,0 (aplicação única) 1,5 / 1,0 (aplicação sequencial) | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 1,0 (aplicação única) 1,5 / 1,0 (aplicação sequencial) | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total em pós-emergência da soja geneticamente modificada e pós-emergência das plantas daninhas. A melhor época para controle das plantas daninhas é aos 25 dias após a emergência da cultura, quando as plantas invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. É fundamental nesta operação observar que as plantas daninhas estejam recebendo uma boa cobertura, sem qualquer “efeito guarda-chuva” que possa reduzir a ação do produto. Uma aplicação será suficiente para o controle de plantas daninhas, porém, em áreas com alta infestação, poderá ocorrer um segundo fluxo de germinação, sendo necessária aplicações sequenciais que deverá ser feita levando-se em conta o período de matocompetição para a cultura, bem como os intervalos de segurança para a cultura da soja. As doses separadas por “ / ” referem-se a aplicação sequencial, onde na primeira aplicação recomenda-se o uso da dose de 1,5 L e a segunda aplicação o uso de 1,0 L. Produto comercial: Cada Litro (L) do DECISIVE® corresponde a 577 g/L do sal de di-amônio de glifosato ou 480 g/L do equivalente ácido de glifosato. | |||||||
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||||
FOLHAS ESTREITAS | Realizar no máximo 2 (duas) aplicações. | Em pré- plantio: Terrestre Aéreo | Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego | ||||
Braquiarão | Brachiaria brizantha | 4,5 | |||||
Capim- | Brachiaria | 3,0 - 4,5 | |||||
braquiária | decumbens | ||||||
CANA-DE- | Capim- | Brachiaria | 1,0 - 2,0 | Terrestre: | |||
AÇÚCAR | marmelada | plantaginea | 100 - 150 | ||||
Capim- | Cenchrus echinatus | 1,0 - 2,0 | |||||
carrapicho | |||||||
Capim- | Chloris | 3,0 - 4,5 | |||||
branco | polydactyla | ||||||
Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | 1,0 - 2,0 | |||||
Capim- amargoso* | Digitaria insularis * | 3,0 - 4,5 | |||||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | 2,0 - 4,5 | |||||
Capim- arroz | Echinochloa colonum | 1,0 - 3,0 | |||||
Capim- arroz | Echinochloa crusgalli | 3,0 - 4,5 | |||||
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica | 2,0 - 4,5 | |||||
Arroz- vermelho | Oryza sativa | 3,0 - 4,5 | |||||
Capim- colonião | Panicum maximum | 2,0 - 4,5 | |||||
FOLHAS LARGAS | |||||||
Caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus | 1,0 - 3,0 | |||||
Caruru | Amaranthus hybridus | 2,0 - 4,5 | |||||
Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 1,0 - 2,0 | |||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 - 2,0 | |||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 - 4,5 | |||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 4,5 | |||||
Erva-de- Santa- Luzia | Chamaesyce hirta | 2,0 - 3,0 | |||||
Junquinho | Cyperus ferax | 4,5 | |||||
Tiririca | Cyperus rotundus | 2,0 - 4,5 | |||||
Amendoim bravo ou leiteiro | Euphorbia heterophylla | 3 - 4,5 | |||||
Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | 3 - 4,5 | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea purpúrea | 4,5 | |||||
Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | 3,0 - 4,5 | |||||
Losna- branca | Parthenium hysterophorus | 2,0 - 4,5 | |||||
Beldroega | 3,0 - 4,5 | ||||||
Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | 2,0 - 4,5 | |||||
Guanxuma | Sida cordifolia | 3,0 - 4,5 | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 3,0 - 4,5 | |||||
Maria-preta | Solanum americanum | 2,0 - 3,0 | |||||
Erva-de-touro | Tridax procumbens | 4,5 | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar 1 (uma) aplicação em pré-plantio da cana-de-açúcar e 1 (uma) aplicação em pós-emergência da cana-de-açúcar com jato dirigido sobre as plantas daninhas nas entrelinhas da cultura. Dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento (em gramíneas plantas com 4 a 6 folhas ou antes do entouceiramento e em folhas largas com 4 a 6 folhas), maiores doses para a fase adulta ou perenizada. O melhor período para controlar as espécies de plantas daninhas perenes é próximo ao início da floração. Para as plantas daninhas anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais. *No controle da Digitaria insularis (capim-amargoso), considerar a situação de que esta planta daninha já possui biótipos relatados como resistentes ao glifosato no Brasil, (fonte: www.weedscience.com), portanto caso venham a ocorrer na área a ser aplicada com glifosato, não serão controladas. As doses indicadas deverão ser utilizadas no controle das plantas daninhas relacionadas apenas nos casos em que a resistência não foi determinada. Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. | |||||||
Produto comercial: Cada Litro (L) do DECISIVE® corresponde a 577 g/L do sal de di-amônio de glifosato ou 480 g/L do equivalente ácido de glifosato.
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||||
Controle da soqueira da cana-de-açúcar | Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 3,0 - 4,5 | Realizar no máximo 1 (uma) aplicação. | Terrestre Aéreo | Terrestre: 100 - 150 Aéreo: 20 - 40 | Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Esta aplicação deverá ser realizada quando a folha bandeira (última folha totalmente estendida da soqueira) estiver com altura média entre 0,6 m e 1,0 m em relação ao solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes de se observar a formação de colmos na soqueira. | |||||||
Produto comercial: Cada Litro (L) do DECISIVE® corresponde a 577 g/L do sal de di-amônio de glifosato ou 480 g/L do equivalente ácido de glifosato. | |||||||
No caso de áreas com infestação diversificada, a dose a ser aplicada deverá ser definida em função da planta infestante de mais difícil controle presente na área e que apresente infestação significativa.
Aplicar DECISIVE® quando as plantas daninhas estiverem em boas condições de desenvolvimento vegetativo, sem efeito de “stress” hídrico (falta ou excesso de água).
DECISIVE® não tem ação residual sobre sementes existentes no solo.
O herbicida DECISIVE® é seletivo somente quando aplicado sobre as variedades de soja geneticamente modificada, tolerantes ao glifosato, conforme as instruções de uso indicadas nesta bula.
A eficiência do produto é visualizada entre o 4° e o 10° dia após o tratamento, dependendo da planta daninha (anual ou perene) e de seu estádio de desenvolvimento.
DECISIVE® é um herbicida pós-emergente, de ação total, não seletivo às culturas convencionais (não geneticamente modificadas) quando aplicado em pós-emergência sobre as mesmas.
A seletividade para as culturas convencionais é obtida através das modalidades de aplicação, ou seja, antes do plantio das culturas anuais ou perenes, no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo ou através da aplicação dirigida ou protegida, nas entrelinhas das culturas perenes.
Para a cultura da soja geneticamente modificada para tolerância ao glifosato, o DECISIVE® é seletivo, quando aplicado em pós-emergência sobre a cultura, nas doses e estádios de aplicação recomendados.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Café | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Citros | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Milho | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Soja | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Soja OGM | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Trigo | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
As recomendações a seguir relacionadas são importantes para uma correta aplicação e para se obter os efeitos desejados.
Ao aplicar o produto, siga sempre as recomendações da bula garantindo uma boa cobertura da pulverização sobre o alvo desejado, evitando a sobreposição das faixas de aplicação. Proceda a regulagem do equipamento de aplicação terrestre ou aéreo para assegurar uma distribuição uniforme na dose correta sobre o alvo desejado.
APLICAÇÃO TERRESTRE
Utilizar equipamento de pulverização tratorizado ou autopropelido provido de barras apropriadas ou pulverização costal. Seguir as recomendações e restrições gerais.
Recomenda-se o volume de calda de aplicação entre 100 a 150 L/ha.
Para a aplicação do DECISIVE®, recomendamos a utilização de pontas de pulverização do tipo com indução de ar, que possibilitem a geração de classes de gotas grossas e muito grossas, minimizando assim o risco de deriva. A seleção correta da ponta para aplicação de herbicidas é um dos parâmetros mais importantes para se obter o resultado desejado na aplicação, evitando-se as perdas por deriva.
A barra pulverizadora deverá estar posicionada a no máximo 50 cm de altura do alvo a ser atingido. Menores alturas poderão ser utilizadas no caso de espaçamento entre bicos menores que 50 cm. Quanto menor a distância entre a barra e o alvo a ser atingido, menor a exposição das gotas e menor o impacto na aplicação pelas condições ambientais, como a evaporação e transporte pelo vento (deriva). Recomenda-se o uso de controladores automáticos de altura da barra para manter a altura ideal da ponta em relação ao alvo.
Recomenda-se a aplicação do produto quando a velocidade do vento estiver entre 5 a 15 Km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação minimizando desta forma o efeito de deriva.
Selecione uma velocidade adequada às condições do terreno, equipamento e cultura, não devendo ser superior a 25 km/h, observando o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resultam em uma melhor cobertura e deposição na área alvo e menor risco de deriva.
A pressão de trabalho deverá ser selecionada considerando o volume de calda da aplicação e o tamanho de gotas desejado. Em caso de dúvida consulte a recomendação do fabricante da ponta (bico). Observar sempre a recomendação do fabricante da ponta (bico) e trabalhar dentro da faixa de pressão recomendada, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gotas. Lembre-se que maiores pressões levam a menores tamanhos de gotas, podendo favorecer a deriva.
APLICAÇÃO AÉREA
Recomenda-se para aplicação com equipamentos aéreos de pulverização, aeronaves de asa fixa, providas com barra e pontas (bicos) apropriadas. A aplicação deve ser realizada apenas por empresas especializadas, sob orientação de um engenheiro agrônomo. Seguir as recomendações e restrições gerais
Recomenda-se o volume de calda de aplicação entre 20 a 40 L/ha.
Para a aplicação do DECISIVE®, recomendamos a utilização de pontas de pulverização que possibilitem a geração das maiores gotas possíveis, no mínimo classe de gotas grossas.
Recomenda-se altura de voo de 3 a 5 m acima do topo da cultura, com faixa de deposição adequada ao tipo de aeronave empregada. O aumento da altura de voo eleva o risco potencial de deriva.
Especial atenção deve ser dada aos efeitos de vórtices que também podem causar deriva ocasionada principalmente pelo posicionamento incorreto dos bicos em relação às asas da aeronave.
Recomenda-se a aplicação do produto com a velocidade do vento entre 3 a 10 km/h.
Aplique apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco da evaporação da calda de pulverização, reduzindo o tamanho de gota e aumentando o potencial de deriva. Evite pulverizar durante condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 55 %) e altas temperaturas (maiores que 30o C). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador. Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
Especial atenção deve ser tomada em relação ao fenômeno conhecido por inversão térmica. Não proceda aplicação com inversão térmica.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após aplicação pode afetar o desempenho do produto. Este intervalo de tempo é o mínimo necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta alvo em condições adequadas de desenvolvimento. Evite aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho. Sob risco de chuva, suspenda a aplicação.
Coloque água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 de sua capacidade de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno), adicione a quantidade recomendada de DECISIVE®. Com o agitador ligado complete o volume do tanque com água. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Armazenar e manusear apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. Não armazenar a solução em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum.
Para aplicação do produto somente utilize água limpa (sem argila, limo e matéria orgânica em suspensão).
Não aplicar DECISIVE® quando as folhas das plantas daninhas estiverem cobertas de poeira, porque nestas condições pode diminuir a ação do produto (adsorção).
Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após aplicação de DECISIVE®.
Em caso de dúvidas consultar o departamento técnico da MONSANTO DO BRASIL LTDA.
Cultura | Intervalo de Segurança (dias) |
Algodão - arroz - cana-de-açúcar - milho - trigo | (1) |
Soja | (2) |
Café | 15 |
Citros | 30 |
Eucalipto | UNA |
U.N.A.= Uso Não Alimentar
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas daninhas e pré-emergência da cultura.
O intervalo de segurança para a cultura de soja geneticamente modificada, que expressa tolerância ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação).
Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para uso durante a aplicação.
Cultura | Alvo | Dose produto/ha | Número Máximo de aplicações | Época de Aplicação | Volume de Calda (L/ha) | |
Produto Comercial (kg p.c/ha) | Ingrediente Ativo (g. i.a/ha) | |||||
Cana-de- açúcar | Acanthospermum australe (Carrapicho-rasteiro) | 1,5 - 2,0 | 1050 - 1400 | 1 | Fazer a aplicação em pré-emergência ou pós- precoce, quando as daninhas estiverem com o máximo de 4 folhas Fazer aplicação em área total em pré- emergência da cultura e plantas daninhas. Em cana-soca, aplicar no período seco, logo após o corte. Utilizar as maiores doses em solos mais argilosos e/ou áreas de maior infestação onde necessitar de período residual mais longo. Fazer uma única aplicação por ciclo da cultura. | 100 a 400 |
Acanthospermum hispidum (Carrapicho-de- carneiro) | ||||||
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) | ||||||
Amaranthus spinosus (Caruru-de-espinho) | ||||||
Amaranthus viridis (Caruru-de-mancha) | ||||||
Bidens pilosa (Picão- preto) | ||||||
Brachiaria decumbens (Capim-braquiária) | ||||||
Brachiaria plantaginea (Capim-marmelada) | ||||||
Cenchrus echinatus (Capim-carrapicho) | ||||||
Commelina benghalensis (Trapoeraba) | ||||||
Digitaria horizontalis (Capim-colchão) | ||||||
Eleusine indica (Capim pé-de-galinha) | ||||||
Emilia sonchifolia (Falsa-serralha) | ||||||
Ipomoea grandifolia (Corda-de-viola) | ||||||
Mucuna aterrima (Mucuna-preta) | ||||||
Panicum maximum (Capim-colonião) | ||||||
Portulaca oleracea (Beldroega) | ||||||
Ricinus communis (Mamona) | ||||||
Sida rhombifolia (Guanxuma) | ||||||
Euphorbia heterophylla (Leiteiro) | 0,8 - 1,2 | 560 - 840 | Fazer a aplicação em área total, em cana- planta ou cana-soca na pré-emergência da cultura e plantas daninhas infestantes, preferencialmente no período seco. Utilizar as menores doses em solos arenosos, áreas de baixa infestação e/ou situações que necessite ação residual mais curta do herbicida (60 a 70 dias). Fazer 1 única aplicação por ciclo da cultura. | |||
Sida cordifolia (Malva branca) | ||||||
Richardia brasiliensis (Poaia branca) | ||||||
Ipomoea hederifolia (Trepadeira | 0,6 - 1,2 | 420 - 840 | ||||
Ipomoea nill (Corda-de-viola) | ||||||
Ipomoea purpurea (Corda-de-viola) | ||||||
Merremia cissoides (Corda-de-viola) | ||||||
Meremia aegyptia (Corda de viola) | 1,0 - 1,5 | 700 - 1050 | ||||
Momordica charantia (Melão-de-são-caetano) |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
Aplicação terrestre:
Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque com indução de ar, visando à produção de gotas grossas a extremamente grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta alvo, conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Deve-se fazer a adição do produto em água de forma cuidadosa, de modo que, a cada dois segundos, 1 kg do produto, no máximo, seja despejado no tanque ou no pré-misturador, evitando que todo o conteúdo da embalagem seja adicionado de forma muito rápida e inadequada. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de
água por quilograma de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.
Condições climáticas:
Realizar as pulverizações quando as condições climáticas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo:
Cana-de-açúcar 180 dias
Intervalo de reentrada para todas as culturas é de 24 horas. Mantenha afastados da área de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas. Caso necessite entrar na área tratada antes de 24 horas ou se as partes tratadas estiverem úmidas, use equipamento de proteção individual.
Cultura | Alvo | Dose (L/ha) | Época de Aplicação |
Cana-de- Açucar | Corda-de-viola (Ipomoea hederifolia) | 1,0 a 2,0 | Aplicar em cana planta ou cana soca, mesmo já brotada, até o início do desenvolvimento vegetativo (6 folhas), quando as plantas daninhas alvo estiverem em pós-emergência (até 9 folhas) e sob condições fisiológicas favoráveis. |
Corda-de-viola (Ipomoea quamoclit) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | |||
Corda-de-viola (Merremia aegyptia) | |||
Corda-de-viola (Merremia cissoides) | |||
Bucha (Luffa cyllindrica) | 1,0 a 1,5 | ||
Mucuna-preta (Mucuna pruriens) | |||
Mamona (Ricinus communis) | |||
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de calda: Aplicação terrestre: 100 - 200 L/ha As doses menores devem ser adotadas quando houverem plantas menos desenvolvidas ou menor densidade de plantas daninhas alvo na área. Adicionar 0,3% de adjuvante espalhante adesivo à calda. | |||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar | Merremia cissoides | amarra-amarra (3), campainha (11), corda-de-viola (13) | Ver detalhes |
| Pastagens | Senna occidentalis | fedegoso, mamangá, manjerioba | Ver detalhes |
Aplicação terrestre
- Equipamento tratorizado
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
De modo geral, a recomendação de tecnologia de aplicação do Dontor Ultra é a pulverização do produto através de equipamento tratorizado com barra, equipado com pontas tipo leque com indução a ar, por exemplo AIXR, AI, TTI, no máximo a 0,5 metro acima do alvo, com a taxa de aplicação de 100 a 200 litros de calda de pulverização por hectare, velocidade de 3 a 10 km por hora, com gotas da classe grossa (G) ou superior.
As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas daninhas alvo, com a menor evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica (deslocamento vertical). Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações sob temperatura inferior a 30ºC, umidade relativa do ar acima de 60%, velocidade média do vento entre 3 e 10 km/h, na ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando período de chuva de até 6 horas após a aplicação.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
A aplicação deverá ser efetuada observando que esteja ocorrendo uma boa cobertura sobre as plantas daninhas. Utilizar água limpa, isenta de argila em suspensão, sem a presença de sais em excesso e com pH inferior a 6,0. Caso alguma dessas condições ocorra, recomenda-se o uso de condicionadores de calda que eliminem ou minimizem o fator prejudicial identificado.
Para aplicação tratorizada: o mesmo indivíduo não pode realizar as atividades de mistura, abastecimento e aplicação.
Somente inicie a aplicação com o equipamento e componentes limpos e bem conservados. Não é recomendado deixar a calda de pulverização preparada para aplicação no dia subsequente. Imediatamente após a aplicação de Dontor Ultra, proceda com a limpeza completa do tanque e do sistema de pulverização, observando as recomendações que seguem.
Cana-de-açúcar (1)
(1): Intervalo de segurança não determinado devido ao uso em pré e pós-emergência até três meses após o plantio ou corte
Cultura | Modalidade de Emprego (Aplicação) | INTERVALO DE REENTRADA* | |
2h de atividades | 8h de atividades | ||
Cana-de-açúcar** | Pós-emergência | 0 dias | 3 dias |
*A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada com a utilização pelos trabalhadores de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas. Os intervalos de reentrada podem ser diferentes nas bulas dos produtos formulados caso a empresa registrante tenha apresentado dados para a realização da avaliação de risco da exposição ocupacional de seu produto formulado.
**Necessária a utilização pelos trabalhadores, após o intervalo de reentrada, de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e luvas como equipamento de proteção individual (EPI) para realizar qualquer trabalho na cultura de cana- de-açúcar após a aplicação de produtos formulados contendo 2,4-D.
É exigida a manutenção de bordadura de, no mínimo, 10 metros livres de aplicação tratorizada de produtos formulados contendo 2,4-D, conforme resultados da avaliação de risco da exposição de residentes. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
É exigida a utilização de tecnologia de redução de deriva na cultura de cana-de-açúcar de pelo menos 50% para aplicação tratorizada.
Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas, nas entrelinhas das culturas de: café, cana-de-açúcar, citros e eucalipto (Ver quadro 1).
Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou cultivo mínimo para as culturas de: algodão, arroz irrigado, milho, soja, trigo e em áreas de pousio (Ver quadro 2).
Aplicação em área total, em pós-emergência das plantas daninhas e em pós-emergência da cultura da soja geneticamente tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional (Ver quadro 3).
Aplicação em área total para erradicação de soqueira da cultura da cana-de-açúcar (Ver quadro 4).
Produto comercial: EXEMPT® corresponde a 577 g/L do sal de di-amônio de glifosato ou 480 g/L do equivalente ácido de glifosato.
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamentos de Aplicação e Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||
CAFÉ CANA-DE- AÇÚCAR CITROS EUCALIPTO | FOLHAS ESTREITAS | Café e Citros: 3 (três) aplicações. Cana-de- açúcar: 1 (uma) aplicação Eucalipto: 1 (uma) aplicação. | Equipamentos: Terrestres em jato-dirigido Volume de calda: Terrestre: 100 - 200 | Café: 15 Cana-de- açúcar: Não Determinado Citros: 30 Eucalipto: U.N.A. | ||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 1,0 – 2,0 | ||||
Capim- carrapicho | Cenchrus equinatus | |||||
Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | |||||
Capim- arroz | Echinochloa colonum | 1,0 – 3,0 | ||||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | 2,0 – 4,5 | ||||
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica* | |||||
Capim- colonião | Panicum maximum | |||||
Capim- braquiária | Brachiaria decumbens | 3,0 – 4,5 | ||||
Capim- branco | Chloris polydactyla | |||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis* | |||||
Capim- arroz | Echinochloa crusgalli* | |||||
Arroz- vermelho | Oryza sativa | |||||
Braquiarão | Brachiaria brizantha | 4,5 | ||||
FOLHAS LARGAS | ||||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 – 2,0 | ||||
Caruru-de- macha | Amaranthus viridis | |||||
Carrapicho- de-carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||
Caruru- rasteiro | Amaranthus deflexus | 1,0 – 3,0 | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 - 4,5 | ||||
Erva-de- Santa- Luzia | Chamaesyce hirta | 2,0 – 3,0 | ||||
Maria-preta | Solanum americanum | |||||
Poaia- branca | Richardia brasiliensis | 3,0 | ||||
Caruru | Amaranthus hybridus* | 2,0 – 4,5 | ||||
Tiririca | Cyperus rotundus | |||||
Losna- branca | Parthenium hysterophorus | |||||
Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | |||||
Amendoim bravo ou leiteiro | Euphorbia heterophylla* | 3,0 – 4,5 | ||||
Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | |||||
Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | |||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||
Guanxuma | Sida cordifolia | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||
Trapoeraba | Commelina | 4,5 | ||||
benghalensis | ||||||
Junquinho | Cyperus ferax | |||||
Corda-de- viola | Ipomoea purpúrea | |||||
Erva-de- touro | Tridax procumbens | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas nas entrelinhas das culturas. Durante a aplicação, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes das plantas úteis. U.N.A. = Uso não alimentar * Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. | ||||||
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamentos de Aplicação e Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||
FOLHAS ESTREITAS | Algodão, arroz irrigado, milho, trigo: 1 (uma) aplicação Soja: 1 (uma) aplicação ou aplicação sequencial sem ultrapassar a dose máxima recomendada | Equipamentos: Terrestres e aéreos Volume de calda: Terrestre: 100 - 200 Aérea: 20 - 40 | Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. | |||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | |||||
Capim- carrapicho | Cenchrus equinatus | 1,0 – 2,0 | ||||
Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | |||||
Capim- arroz | Echinochloa colonum | 1,0 – 3,0 | ||||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | |||||
ALGODÃO ARROZ IRRIGADO | Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica* | 2,0 – 4,5 | |||
Capim- colonião | Panicum maximum | |||||
Capim- braquiária | Brachiaria decumbens | |||||
MILHO | Capim- branco | Chloris polydactyla | ||||
SOJA | Capim- amargoso | Digitaria insularis* | 3,0 – 4,5 | |||
TRIGO | Capim- arroz | Echinochloa crusgalli* | ||||
ÁREAS DE POUSIO | Arroz- vermelho | Oryza sativa | ||||
Braquiarão | Brachiaria brizantha | 4,5 | ||||
FOLHAS LARGAS | ||||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | |||||
Caruru-de- macha | Amaranthus viridis | 1,0 – 2,0 | ||||
Carrapicho- de-carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||
Caruru- rasteiro | Amaranthus deflexus | 1,0 – 3,0 | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 - 4,5 | ||||
Erva-de- Santa- | Chamaesyce hirta | 2,0 – 3,0 | ||||
Luzia | ||||||
Maria-preta | Solanum americanum | |||||
Caruru | Amaranthus hybridus* | 2,0 – 4,5 | ||||
Tiririca | Cyperus rotundus | |||||
Losna- branca | Parthenium hysterophorus | |||||
Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | |||||
Amendoim bravo ou leiteiro | Euphorbia heterophylla* | 3,0 – 4,5 | ||||
Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | |||||
Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | |||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||
Guanxuma | Sida cordifolia | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 4,5 | ||||
Junquinho | Cyperus ferax | |||||
Corda-de- viola | Ipomoea purpurea | |||||
Erva-de- touro | Tridax procumbens | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas. Quando aplicado conforme recomendação controlará as plantas daninhas em uma única aplicação. Entretanto, pode ser efetuada aplicação sequencial. Neste caso, utilizar a maior dose na primeira aplicação observando que o somatório das doses não ultrapasse a dose máxima recomendada. * Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. | ||||||
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||
FOLHAS ESTREITAS | Equipamentos Terrestres e aéreos Volume de calda Terrestre: 100 - 200 Aérea: 20 - 40 | |||||
Capim- | Cenchrus | |||||
carrapicho | echinatus | |||||
Capim pé- de-galinha | Eleusine indica* | 1,0 | ||||
Capim- | Echonochloa | |||||
SOJA GENETICAMENTE MODIFICADA | arroz | colonum | 1 (uma) aplicação | 56 | ||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | 2,0 | ||||
FOLHAS LARGAS | ||||||
Trapoeraba | Commelina | 4,5 | ||||
benghalensis | ||||||
Corda-de- | Ipomoea | 3,0 | ||||
viola | grandifolia | |||||
Nabo ou | Raphanus | 1,0 | ||||
Nabiça | sativus | |||||
Guanxuma | Sida | 2,0 | ||||
rhombifolia | ||||||
FOLHAS ESTREITAS | ||||||
Capim- | Cenchrus | |||||
carrapicho | echinatus | |||||
Capim- | Digitaria | |||||
colchão | horizontalis | 1,5 / 1,0 | ||||
Capim- | Echinochloa | |||||
arroz | colonum | Aplicação | ||||
Capim-pé- | Eleusine | sequencial | ||||
de-galinha | indica* | sem | ||||
FOLHAS LARGAS | ultrapassar a | |||||
dose máxima recomendada. | ||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 1,5 / 1,5 | ||||
Corda-de- | Ipomoea | |||||
viola | grandifolia | |||||
Nabo ou | Raphanus | 1,5 / 1,0 | ||||
Nabiça | sativus | |||||
Guanxuma | Sida | |||||
rhombifolia | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total em pós-emergência da soja geneticamente modificada e das plantas daninhas. A melhor época para controle das plantas daninhas é quando se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. No caso de aplicação única o momento ideal é em torno dos 25 dias após o plantio ou em duas aplicações sendo a 1ª aos 15 - 20 dias após o plantio e a 2ª aos 15 - 20 dias após a primeira aplicação, e não aplicar no estágio reprodutivo da cultura. É fundamental nessa operação observar que as plantas daninhas estejam recebendo uma boa cobertura da calda, e que não haja qualquer “efeito guarda-chuva” que possa reduzir a ação do produto. As doses separadas por “/” referem-se à aplicação sequencial ou duas aplicações. *Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. | ||||||
Cultura | Finalidade de Uso | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) |
CANA-DE- AÇÚCAR | Controle da Soqueira | 3,0 – 4,5 | 1 (uma) aplicação | Equipamentos Terrestres e aéreos Volume de calda Terrestre: 100 - 200 Aérea: 20 - 40 | Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total para erradicação da soqueira da cultura da cana-de-açúcar. Esta aplicação deverá ser realizada quando a folha bandeira (última folha totalmente estendida da soqueira) estiver com altura média entre 0,6 m e 1,0 m em relação ao solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes de se observar a formação de colmos na soqueira. | |||||
No caso de áreas com infestação diversificada, a dose a ser aplicada deverá ser definida em função da planta infestante de mais difícil controle presente na área e que apresente infestação significativa.
Dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento e maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
O melhor período para controlar as espécies de plantas daninhas perenes é próximo ao início da floração. Para as plantas daninhas anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais.
Aplicar EXEMPT® quando as plantas daninhas estiverem em boas condições de desenvolvimento vegetativo, sem efeito de “stress” hídrico (falta ou excesso de água).
O herbicida EXEMPT® é seletivo somente quando aplicado sobre a variedade de soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato, conforme as instruções de uso indicadas nesta bula.
A eficiência do produto pode ser visualizada entre o 7º e 14° dia após a aplicação, dependendo da planta daninha (anual ou perene) e de seu estádio de desenvolvimento.
A seletividade para as culturas convencionais é obtida através das modalidades de aplicação, ou seja, antes do plantio das culturas anuais ou perenes, no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo ou através da aplicação dirigida ou protegida, nas entrelinhas das culturas perenes.
Para a cultura de soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato, o EXEMPT® é seletivo, quando aplicado em pós-emergência sobre a cultura, nas doses e estádios de aplicação recomendados.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Echinochloa colona | capim-arroz (1), capim-coloninho (2), capim-jaú (1) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Café | Brachiaria brizantha | braquiarão, braquiária-brizanta, braquiária-do-alto | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Citros | Brachiaria brizantha | braquiarão, braquiária-brizanta, braquiária-do-alto | Ver detalhes |
| Eucalipto | Richardia brasiliensis | poaia, poaia-branca, poaia-do-campo (2) | Ver detalhes |
| Milho | Brachiaria brizantha | braquiarão, braquiária-brizanta, braquiária-do-alto | Ver detalhes |
| Soja | Saccharum officinarum | cana-de-açucar | Ver detalhes |
| Soja OGM | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Trigo | Brachiaria brizantha | braquiarão, braquiária-brizanta, braquiária-do-alto | Ver detalhes |
As recomendações a seguir relacionadas são importantes para uma correta aplicação e para se obter os efeitos desejados.
Ao aplicar o produto, siga sempre as recomendações da bula garantindo uma boa cobertura da pulverização sobre o alvo desejado, evitando a sobreposição das faixas de aplicação. Proceda a regulagem do equipamento de aplicação terrestre ou aéreo para assegurar uma distribuição uniforme na dose correta sobre o alvo desejado.
Certifique-se de que o tanque do equipamento de pulverização esteja limpo (isento de resíduos) antes de iniciar a operação.
Coloque água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 de sua capacidade de forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) adicione a quantidade recomendada de EXEMPT®.
No caso de pulverizador tratorizado ligue o sistema de agitação do tanque e adicione a quantidade recomendada de produto. Ou, no caso de pulverizador costal, agite a água manualmente.
Com o agitador ligado, complete o volume do tanque com água mantendo a mangueira, assim como o sistema de retorno, submersos no líquido.
Mantenha a calda sob constante agitação durante a pulverização.
Não deixe a calda de agroquímicos preparada de um dia para outro, a aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
APLICAÇÃO TERRESTRE
Utilizar equipamento de pulverização tratorizado provido de barras apropriadas ou pulverização costal. Seguir as recomendações e restrições gerais.
Recomenda-se o volume de calda de aplicação entre 100 a 200 L/ha.
Para a aplicação do EXEMPT®, recomendamos a utilização de pontas de pulverização com indução de ar, que possibilitem a geração de gotas da classe grossa e muito grossa, minimizando assim o risco de deriva. A seleção correta da ponta para aplicação de herbicidas é um dos parâmetros mais importantes para se obter o resultado desejado na aplicação, evitando-se as perdas por deriva.
A barra pulverizadora deverá estar posicionada a 50 cm de altura do alvo a ser atingido. Menores alturas poderão ser utilizadas no caso de espaçamento entre bicos menores que 50,0 cm. Quanto menor a distância entre a altura da barra e o alvo a ser atingido, menor a exposição das gotas e menor o impacto na aplicação pelas condições ambientais, como a evaporação e transporte pelo vento (deriva). Recomenda-se o uso de controladores automáticos de altura da barra para manter a altura ideal da ponta em relação ao alvo.
Recomenda-se a aplicação do produto quando a velocidade do vento não ultrapassar 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação minimizando desta forma o efeito de deriva.
Selecione uma velocidade adequada às condições do terreno, equipamento e cultura, observando o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. As aplicações efetuadas em velocidades mais baixas, geralmente resultam em uma melhor cobertura e deposição do produto na área alvo e menor risco de deriva. Não aplique com velocidades superiores a 25 km/h.
A pressão de trabalho deverá ser selecionada considerando o volume de calda da aplicação e o tamanho de gotas desejado. Em caso de dúvida consulte a recomendação do fabricante da ponta (bico). Observar sempre a recomendação do fabricante da ponta (bico) e trabalhar dentro da faixa de pressão recomendada, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gotas. Lembre-se que maiores pressões levam a menores tamanhos de gotas, podendo favorecer a deriva.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota grossa a muito grossa, direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
APLICAÇÃO AÉREA
Recomenda-se para aplicação com equipamentos aéreos de pulverização, aeronaves providas com barra e pontas (bicos) apropriadas. A aplicação deve ser realizada apenas por empresas especializadas, sob orientação de um engenheiro agrônomo. Seguir as recomendações e restrições gerais.
Recomenda-se o volume de calda de aplicação entre 20 a 40 L/ha.
Para a aplicação do EXEMPT®, recomendamos a utilização de pontas de pulverização que possibilitem a geração das maiores gotas possíveis, no mínimo classe de gotas grossas.
Recomenda-se altura de voo de 3 a 5 m acima do topo da cultura, com faixa de deposição adequada ao tipo de aeronave empregada. O aumento da altura de voo eleva o risco potencial de deriva.
Especial atenção deve ser dada aos efeitos de vórtices que também podem causar deriva ocasionada principalmente pelo posicionamento incorreto dos bicos em relação às asas da aeronave.
Recomenda-se a aplicação do produto quando a velocidade do vento não ultrapassar 10 km/h.
Para o efeito de segurança operacional, a aplicação aérea fica restrita à área a ser tratada, observando as seguintes regras:
Nas aplicações realizadas próximas às culturas susceptíveis, os danos serão de inteira responsabilidade da empresa aplicadora;
Aplique apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco da evaporação da calda de pulverização, reduzindo o tamanho de gota e aumentando o potencial de deriva. Evite pulverizar durante condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 55 %) e altas temperaturas (maiores que 30o C). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e às condições climáticas (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador. Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
Especial atenção deve ser tomada em relação ao fenômeno conhecido por inversão térmica. Não proceda aplicação com inversão térmica.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após aplicação pode afetar o desempenho do produto. Este intervalo de tempo é o mínimo necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta alvo em condições adequadas de desenvolvimento. Evite aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho. Sob risco de chuva, suspenda a aplicação.
Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação).
Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPIs recomendados para uso durante a aplicação.
O produto FALCON é um herbicida seletivo e de ação de contato e sistêmica, recomendado para o controle em pré-emergência de diversas plantas infestantes nas culturas do café, cana-de-açúcar, citros, eucalipto, mandioca e pinus.
CULTURA | PLANTAS INFESTANTES | DOSE (mL p.c./ha) | RECOMENDAÇÕES DE USO | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | |||
Café | Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 300 a 1000 |
No máximo 1 aplicação por ciclo da cultura, visando controle em pré- emergência das plantas infestantes (controle residual) no manejo destas plantas infestantes após a arruação ou durante o período inicial de estabelecimento da cultura do café. | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||||
Caruru gigante (Amaranthus retroflexus) | 450 a 1000 | ||||
Buva (Conyza bonariensis) | |||||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Cana-de- açúcar | Corda-de-viola (Ipomoea hederifolia) | 600 a 1000 |
No máximo 1 aplicação por ciclo da cultura em área total após plantio da cana- de-açúcar ou após a colheita em cana soca, em pré-emergência total (pré- emergência da cultura e das plantas infestantes). | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | |||||
Capim-colonião (Panicum maximum) | |||||
Capim-colchão (Digitaria nuda) | 450 a 1000 | ||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Capim- massambará (Sorghum halepense) | |||||
Capim-camalote (Rottboellia exaltata) | |||||
Citros | Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 300 a 1000 |
No máximo 1 aplicação por ciclo da cultura visando controle em pré- emergência das plantas infestantes (controle residual) no manejo destas plantas infestantes na linha da cultura ou durante o período inicial de estabelecimento da cultura do citros | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||||
Caruru gigante (Amaranthus retroflexus) | 450 a 1000 | ||||
Buva (Conyza bonariensis) | |||||
Capim- braquiária (Brachiaria decumbens) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) |
Eucalipto | Capim- carrapicho (Cenchrus echinatus) | 450 a 1000 |
1 aplicação por ciclo da cultura (plantio até colheita) em pré- emergência das plantas infestantes na implantação da cultura do eucalipto ou durante o período inicial de estabelecimento da cultura. | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | |||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | |||||
Capim- marmelada (Brachiaria plantaginea) | 600 a 1000 | ||||
Capim-colonião (Panicum maximum) | 300 a 1000 | ||||
Mandioca | Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica) | 300 a 1000 | A) Aplicação na implantação da cultura da mandioca em pré- emergência total (pré- emergência da cultura e pré-emergência da planta infestante). No máximo 1 aplicação por ciclo da cultura em área total após plantio da mandioca, em pré- emergência total (pré- emergência da cultura e das plantas infestantes). | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 450 a 1000 | ||||
Capim- marmelada (Brachiaria plantaginea) |
Pinus | Capim- carrapicho (Cenchrus echinatus) | 450 a 1000 |
1 aplicação por ciclo da cultura (plantio até colheita) em pré- emergência das plantas infestantes na implantação da cultura do pinus ou durante o período inicial de estabelecimento da cultura. | 1 | Terrestre: 150 a 200 |
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | |||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Capim- braquiária (Brachiaria decumbens) | |||||
Capim- marmelada (Brachiaria plantaginea) | 600 a 1000 | ||||
Capim-colonião (Panicum maximum) | 300 a 1000 |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Café | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Citros | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Eucalipto | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Mandioca | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Pinus | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
Aplicar FALCON nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação. Este produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou motorizados) ou tratorizados, conforme recomendação para cada cultura. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado.
Após aplicação, proceder a incorporação do produto ao solo a 10 cm de profundidade, utilizando equipamento apropriado para este tipo de operação.
OBSERVAÇÕES:
Em áreas com altas densidades de plantas infestantes, onde a germinação ocorre em diferentes fluxos, o tratamento pré-emergente com o herbicida FALCON deverá ser complementado com herbicida pós−emergente indicado para culturas e alvos em questão (de acordo com recomendação de bula do produto que será utilizado).
Em áreas com infestação de amplo espectro de plantas infestantes (espécies de folhas estreitas e espécies de folhas largas), onde se deseja fazer o manejo em pré-emergência destas plantas infestantes, recomenda-se a complementação com herbicida também de ação pré-emergente indicado para culturas e alvos em questão (de acordo com recomendação de bula do produto que será utilizado)
buscando um controle de amplo espectro e com a cultura livre da interferência destas plantas infestantes.
Períodos prolongados de seca e a reinfestação por espécies oriundas da germinação de sementes presentes nas camadas mais profundas poderão influenciar na eficácia do herbicida FALCON no solo, podendo resultar na redução da eficácia das plantas infestantes para o qual é recomendado.
Recomendamos aplicações de FALCON em solos úmidos ou com chuvas em quantidades regulares e/ou com irrigação após a pulverização, pois promovem a incorporação do produto na camada superficial, favorecendo o controle em pré-emergência das plantas infestantes para o qual é recomendado. Chuvas em excesso após a aplicação do herbicida FALCON, pode acarretar em lixiviação do produto para camadas de solo abaixo do banco de sementes de plantas infestantes, podendo resultar na redução da eficácia e redução do período de controle (diminuição do residual do herbicida) pela reinfestação precoce da área tratada.
Em solos pesados e em áreas com alta densidade das espécies de plantas infestantes que é indicado, recomenda-se aplicar as doses mais altas do herbicida FALCON.
Modo de Preparo de calda:
Encher o tanque até a metade da sua capacidade com água limpa, mantendo o agitador e o retorno em funcionamento, e então, adicionar o produto formulado e completar o volume com água limpa. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação da calda. Preparar apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Aplicação via terrestre:
O herbicida FALCON pode ser aplicado através de pulverizadores costais ou tratorizados.
Para pulverizações terrestres, recomenda-se equipamentos com barras providas das seguintes opções de bico: Bico tipo Leque de Jato Plano Comum – com pontas do tipo XR teejet, Teejet Albuz; Bico tipo Leque de Grande ângulo – com pontas do tipo Turbo floodjet; Bico tipo Cônico de Grande ângulo – com pontas do tipo Fulljet; ou similares, de modo a obter uma pulverização de 20 a 30 gotas/cm² com Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) de 200 a 300 micra.
A seleção das pontas de pulverização, regulagem do equipamento quanto à pressão de trabalho e ajuste de diâmetro de gotas, devem ocorrer de acordo com as variações climáticas durante toda a aplicação de modo a atender uma vazão de 150 a 200 litros por hectare de volume de calda aplicado, distribuindo uniformemente a quantidade correta do produto por área. Recomenda-se a pulverização do herbicida FALCON somente quando as condições climáticas estejam favoráveis para a operação, objetivando reduzir as perdas por deriva e/ou evaporação para que o ingrediente ativo atinja toda a superfície alvo, proporcionando uma boa cobertura do solo.
Durante a aplicação mantenha a calda de aplicação do equipamento em agitação constante no interior do tanque em funcionamento.
Consulte um Engenheiro Agrônomo para maiores esclarecimentos e/ou recomendação quanto à tecnologia de aplicação via pulverização terrestre.
Condições Climáticas:
O diâmetro de gotas deve ser ajustado de acordo com as variações da umidade relativa do ar durante toda a aplicação, de modo que se obtenha a densidade e deposição das gotas, obedecendo ventos entre 2 a 10 km/h, temperatura inferior a 32° C e umidade relativa acima de 55%, visando reduzir ao mínimo, perdas por deriva ou evaporação, o máximo possível.
Café: 7 dias
Cana-de-açúcar: (1)
Citros: 7 dias Eucalipto: UNA Mandioca: (1)
Pinus: UNA
– Não determinado devido à modalidade de emprego UNA – Uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
VER 00 – 17.01.2024
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE L p.c./ha | VOLUME DE CALDA L/ha |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||
ALGODÃO | Algodão voluntário Gossypium hirsutum* | 0,75 – 1,5 | Terrestre: 130 Aéreo: 50 |
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||
Corda-de-viola Ipomoea hederifolia | |||
Soja voluntária Glycine max* | |||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar uma aplicação pré-plantio da cultura, em área total, na pós emergência das plantas daninhas. O plantio deve ser realizado no mínimo 6 dias após a aplicação. As maiores doses devem ser utilizadas em plantas daninhas mais desenvolvidas, não devendo ultrapassar o estádio de floração. | |||
MILHO | Trapoeraba Commelina benghalensis | 1,5 | Terrestre: 130 Aéreo: 50 |
Leiteiro Euphorbia heterophylla | |||
Corda-de-viola Ipomoea hederifolia | 1,25 - 1,5 | ||
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE L p.c./ha | VOLUME DE CALDA L/ha |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar uma aplicação pré-plantio da cultura, em área total, na pós emergência das plantas daninhas. O plantio deve ser realizado no mínimo 8 dias após a aplicação. As maiores doses devem ser utilizadas em plantas daninhas mais desenvolvidas, não devendo ultrapassar o estádio de floração. | |||
SOJA | Trapoeraba Commelina benghalensis | 1,25 - 1,5 | Terrestre: 130 Aéreo: 50 |
Leiteiro Euphorbia heterophylla | |||
Soja voluntária Glycine max* | |||
Corda-de-viola Ipomoea hederifolia | 0,75 - 1,5 | ||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar uma aplicação pré-plantio da cultura, em área total, na pós emergência das plantas daninhas. O plantio deve ser realizado no mínimo 8 dias após a aplicação. As maiores doses devem ser utilizadas em plantas daninhas mais desenvolvidas, não devendo ultrapassar o estádio de floração. | |||
TRIGO | Buva Conyza sumatrensis | 0,8 - 1,5 | Terrestre: 130 Aéreo: 50 |
Soja voluntária Glycine max* | 0,6 - 1,5 | ||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Controle da buva: realizar uma aplicação a partir do estádio de 3 folhas desdobradas em área total do trigo. Para melhor controle da buva, as plantas devem estar com 2 a 8 folhas. As maiores doses devem ser utilizadas na buva mais desenvolvida, não devendo ultrapassar o estádio de 8 folhas. Controle de soja voluntária: realizar uma aplicação durante o início do perfilhamento da cultura, em área total para controle de soja voluntária. As maiores doses devem ser utilizadas na soja voluntária mais desenvolvida, não devendo ultrapassar o estádio de floração. | |||
litro do produto comercial (p.c.) contém 287,9 gramas do ingrediente ativo (a.i.) Fluroxipir-meptílico (200 g de Equivalente Ácido de Fluroxipir).
*Refere-se as plantas voluntárias: mesmo sendo oriundas de espécies cultivadas, se comportam como espécies daninhas, pois passam a ser infestante da cultura em sucessão.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Glycine max | soja | Ver detalhes |
| Milho | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Soja | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Conyza sumatrensis | Ver detalhes |
VER 00 – 17.01.2024
Encher o tanque do pulverizador com cerca de 2/3 da sua capacidade com água limpa. Em seguida, adicionar FLUROXIPIR NORTOX nas doses recomendadas e completar com o restante da água sempre sob agitação e aplicar em seguida. É importante que o sistema de agitação do produto no tanque se mantenha em funcionamento durante toda a aplicação.
FLUROXIPIR NORTOX deve ser aplicado através de pulverizador de barras, equipado somente com pontas de pulverização que proporcionem redução de deriva, tal como pontas tipo leque com INDUÇÃO DE AR, para a produção de gotas grossas a extremamente grossas (acima de 350 micra de diâmetro médio volumétrico – DMV). Recomenda-se uma pressão de trabalho entre 30- 70 psi (Ibf/pol2), com uma densidade de gotas equivalentes a 30 gotas/cm2 e taxa de aplicação de 130 litros de calda de pulverização por hectare. A altura da barra e espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme no alvo, conforme recomendações do fabricante não ultrapassando 50 cm, tanto para o espaçamento, quanto para a altura da barra. Observe atentamente as instruções de uso de todos os equipamentos envolvidos. Em caso de equipamentos diferentes e regulagens específicas, é recomendável consultar um Engenheiro Agrônomo ou profissional responsável.
As maiores doses devem ser utilizadas em alta infestação da planta daninha e/ou em estádios vegetativos avançados da cultura, bem como o volume de calda recomendado.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aeroagrícolas pela ANAC. A altura de voo não deve ultrapassar 4,0 m, para evitar problemas com deriva, a altura ideal é de 2 a 4 m acima do alvo, desde que garanta a segurança do voo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Volume de calda: 50 L/ha.
As condições climáticas mais favoráveis para a realização de uma pulverização, utilizando-se os equipamentos adequados de pulverização, são:
Umidade relativa do ar: superior a 55%
Velocidade média do vento: entre 3 e 7 km/h.
Temperatura: entre 20 e 30 ºC.
Direção do vento: Não aplicar em locais e momentos do dia em que o vento esteja na direção de culturas sensíveis. Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplicar, pois pode haver inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia. Não aplicar quando a velocidade do vento estiver acima de 10 km/h, devido ao potencial de deriva pelo movimento de ar.
Não realizar aplicações em que haja presença de neblina.
Não realizar aplicações em condições de inversão térmica.
VER 00 – 17.01.2024
O manuseio de produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. Em caso de equipamentos diferentes e regulagens específicas, é recomendável consultar um Engenheiro Agrônomo ou profissional responsável. No entanto, o uso de gotas grossas a extremamente
grossas deve ser sempre mantido. Antes de utilizar o produto, sempre consulte seu engenheiro agrônomo e sua receita, leia a bula e busque orientação do responsável técnico pela aplicação.
Observe atentamente as instruções de uso de todos os equipamentos envolvidos. Intensa limpeza do pulverizador deve ser realizada logo após o término das aplicações de herbicidas hormonais de acordo com a recomendação técnica para este fim. Esta etapa é importante para que não haja resíduos remanescentes em aplicações seguintes de outras classes de produtos. Estes resíduos de herbicidas também podem gerar problemas de contaminação de culturas vizinhas, caso haja deriva de gotas pelo vento.
Utilizar volume de água suficiente para uma distribuição uniforme de modo a providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas daninhas.
Evitar aplicações em proximidade de culturas sensíveis. São sensíveis ao produto todas as culturas dicotiledôneas.
A utilização fora das especificações pode causar sérios danos em culturas sensíveis. Dessa forma, não aplique quando houver possibilidade de atingir estas culturas.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas.
Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque.
Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante.
Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
CULTURA | DIAS |
Algodão, Milho, Soja e Trigo | Intervalo de Segurança não determinado devido à modalidade de emprego |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.
VER 00 – 17.01.2024
Culturas: algodão, arroz, banana, batata, café, cana-de-açúcar, citros, feijão, girassol, maçã, mamona, manga, milho, pastagem, soja e trigo.
ALGODÃO | |||||
Dessecação da Cultura do Algodão, para antecipação da colheita e uniformização da colheita (2) | |||||
Estádio do Algodão | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações | ||
Maturação fisiológica do Algodão | 70-140 (1) | 150-400 | 1 (5) | ||
Dessecação de plantas daninhas na pré-colheita do Algodão (2) | |||||
Planta daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | Pré-florescimento | 50-140 (1) | 150-400 | 1 (5) |
Manejo na dessecação de plantas daninhas de folhas largas em plantio direto em pré-plantio da cultura do Algodão (3) | |||||
Amendoim-bravo, Leiteiro | Euphorbia heterophylla | 6-8 folhas | 35-50 (1) | 150-400 | 1 (5) |
Corda-de-viola, Corriola | Ipomoea grandifolia | Pré-florescimento | |||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 4-6 folhas | |||
Manejo na dessecação de plantas daninhas de folhas largas em jato dirigido na cultura do Algodão (4) | |||||
Erva-quente | Spermacoce latifolia | 4-6 folhas | 35-50 (1) | 150-400 | 1 (5) |
Erva-de-santa-luzia | Chamaesyce hirta | 4-6 folhas | |||
Joá-de-capote | Nicandra physaloides | 4-6 folhas | |||
Vassourinha-do-botão | Borreria verticilata | 4-6 folhas | |||
(1) dose maior é indicada para dessecação mais rápida da cultura ou das plantas daninhas antes da colheita ou para controlar as plantas daninhas em estádios mais avançados. Usar adjuvante não iônico a 0,5% a 1,0% v/v, sendo a dose maior utilizada para potencializar o controle. Algumas espécies como a Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) também são controladas no momento da dessecação do algodão facilitando a colheita. (2) permite a colheita a partir dos 10 dias após aplicação, dependendo da dose e condições climáticas. Realizar 1 aplicação em pré-colheita da cultura. (3) Aplicar no mínimo aos 20 dias antes do plantio do algodão e aplicar somente em solos argilosos com mais de 30% de argila. Para manejo em dessecação antes do plantio e complementação no controle de infestações de gramíneas, recomendam-se herbicidas a base de glifosato ou outros herbicidas graminicidas registrados, conforme dose e recomendações de uso descrito na bula. (4) Evitar o contato do produto Heat® com as partes verdes da cultura. | |||||
(5) Número, época e intervalo de aplicação na cultura do algodão: realizar no máximo 3 aplicações por ciclo do cultivo e nas épocas e intervalos acima recomendados. Intervalo entre as aplicações: O intervalo entre aplicações é conforme a modalidade de aplicação em pré-plantio, respeitando-se o intervalo mínimo de 20 dias antes do plantio e 60 dias após o plantio para aplicação em jato-dirigido. | |||||
ARROZ (2) | |||||
Manejo na dessecação de Plantas daninhas de folhas largas(3) em pré-plantio da cultura do Arroz de semeadura direta | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 6-8 folhas | 35-70 (1) | 100-200 | 1 (4) |
Corda-de-viola | Ipomoea triloba | Pré-florescimento | 35-70 (1) | ||
Cruz-de-Malta | Ludwigia octovalvis | 4-6 folhas | 100-140 (1) | ||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Erva-de-Bicho | Polygonum persicaria | 6-8 folhas | 100-140 (1) | 100-200 | 1 (4) |
Picão-preto | Bidens pilosa | 6-8 folhas | 35-70 (1) | ||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 4-6 folhas | 70-140 (1) | ||
(1) doses maiores para estádios mais avançados das plantas daninhas. Doses acima de 70 g/ha pode proporcionar controle na pré-emergência. Usar adjuvante não iônico a 0,5% a 1,0% v/v, sendo a maior dose indicada para potencializar o controle. (3) para manejo e complementação no controle de infestações de gramíneas recomendam-se herbicidas a base de glifosato ou outros herbicidas graminicidas registrados conforme dose e recomendações de uso descrito na bula. | |||||
Aplicação em pré-emergência do Arroz Irrigado de Semeadura Direta | |||||
Beldroega | Portulaca oleracea | Pré-emergência | 70-140 (1) | 100-200 | 1 (4) |
Trapoeraba | Commelina benghalensis | Pré-emergência | |||
(1) dose maior para áreas com maior pressão de infestação de plantas daninhas. (2) a cultura do arroz é tolerante ao Heat® em pré-emergência da cultura. (3) para manejo de infestações de gramíneas recomenda-se o uso de herbicidas graminicidas registrados. | |||||
Aplicação em pós-emergência do Arroz Irrigado de Semeadura Direta | |||||
Angiquinho | Aeschynomene rudis | 2-4 folhas | 26-30 (1) | 100-200 | 1 (4) |
Cruz-de-malta | Ludwigia octovalvis | 4-6 folhas | 20-30 (1) | ||
(1) dose maior é indicada para estádios mais avançados das plantas daninhas ou áreas com maior pressão de infestação. Usar adjuvante não iônico a 0,5% v/v. (2) a cultura do arroz é tolerante ao Heat® em pós-emergência da cultura seguindo-se as recomendações desta bula. Sintomas de fitotoxicidade podem ocorrer nas folhas expostas na aplicação, contudo desaparecem, não se manifestando em folhas novas. (3) para manejo de infestações de gramíneas, recomendam-se herbicidas graminicidas registrados. | |||||
Manejo de plantas daninhas no sistema de aplicação em benzedura em cultivo de Arroz irrigado pré-germinado | |||||
Cruz-de-malta | Ludwigia octovalvis | 4-6 folhas | 100-140 (1) | 100-200 | 1 (4) |
Junquinho | Fimbristylis dichotoma | 4-6 folhas | 70-140 (1) | ||
Sagitária | Sagittaria montevidensis | 4-6 folhas | 100-140 (1) | ||
(1) dose maior é indicada para estádios mais avançados das plantas daninhas ou em altas pressões de plantas daninhas. Doses entre 140 g/ha e 210 g/ha podem ser necessárias em caso de alta pressão de plantas daninhas resistentes. (2) a cultura do arroz é tolerante ao Heat® quando utilizado em pós-emergência ou “benzedura” seguindo-se as recomendações desta bula. Sintomas de fitotoxicidade podem ocorrer nas folhas expostas na aplicação, contudo desaparecem, não se manifestando em folhas novas. É recomendado principalmente para o manejo de Sagitária resistente a alguns herbicidas. (3) para manejo de infestações de gramíneas recomenda-se aplicações complementares de herbicidas graminicidas registrados. | |||||
(4) Número, época e intervalo de aplicação na cultura do arroz: realizar no máximo 2 aplicações por ciclo do cultivo nas épocas e intervalos acima recomendados. Intervalo entre as aplicações: O intervalo entre aplicações no sistema de cultivo de arroz de semeadura direta é conforme a modalidade de aplicação em pré-plantio ou pré-emergência da cultura e intervalo de 30 a 40 dias para aplicação em pós- emergência. | |||||
BATATA | |||||
Dessecação da Cultura da Batata, para antecipação da colheita (2) | |||||
Estádio da Batata | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações | ||
Maturação fisiológica da Batata | 70-140 (1) | 200-400 | 1 | ||
Dessecação de plantas daninhas na pré-colheita da Batata | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | Pré-florescimento | 50-140 (1) | 200-400 | 1 |
(1) dose maior é indicada para dessecação mais rápida das ramas da batata ou para dessecação mais rápida das plantas daninhas antes da colheita. Usar adjuvante não iônico a 0,5% a 1,0% v/v, sendo a maior dose para potencializar o controle. Algumas espécies como a corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) também são controladas no momento da dessecação da Batata facilitando a colheita. (2) permite antecipar a colheita desde os 10 até 14 dias após aplicação, dependendo da dose e condições climáticas. | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: em antecipação ou pré-colheita, 1 aplicação no ciclo da cultura. | |||||
CANA-DE-AÇÚCAR | |||||
Manejo na dessecação de plantas daninhas de folhas largas (3) na cultura da Cana-de-açúcar | |||||
Operação de “Catação” em jato dirigido | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Beldroega | Portulaca oleracea | 6-8 folhas | 40-120 (1) (2) | 100-400 | 1 |
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 6-8 folhas | |||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 4-6 folhas | |||
(1) dose maior é indicada para estádios mais avançados das plantas daninhas. No manejo na operação de catação usar adjuvante não iônico a 0,5% v/v a 1,0% v/v, sendo a maior dose indicada para potencializar o controle. (2) 0,01% a 0,03% v/v de calda de aplicação, corresponde a 40 a 120 gramas de Heat® por hectare em volume de calda de 400 litros por hectare ou 10 a 30 gramas de Heat® por 100 litros de calda, correspondendo a 28 a 84 gramas de ingrediente por hectare. | |||||
Aplicação em pré-emergência na Cultura da Cana-de-açúcar | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | Pré- emergência | 100-200 (1) | 200-400 | 1 |
Corda-de-viola | Ipomoea nil | Pré- emergência | 160-200 (1) | ||
Corda-de-viola | Ipomoea triloba | Pré- emergência | |||
Caruru-de-mancha | Amaranthus hybridus | Pré- emergência | |||
Mamona | Ricinus communis | Pré- emergência | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | Pré- emergência | |||
(1) dose maior é indicada para áreas com maior pressão de infestação. Aplicar em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas, antes do plantio da cana-planta ou logo após a colheita e antes da germinação da cana- soca. (3) para manejo de infestações de gramíneas recomenda-se o uso de herbicidas graminicidas registrados. | |||||
Jato dirigido na entrelinha - Cana-de-açúcar com 4 a 6 folhas | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia Ipomoea quamoclit | Pré- florescimento | 35-70 (1) | 200-400 | 1 |
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 6-8 folhas | 35-140 (1) | ||
Serralha | Sonchus oleraceous | 6-8 folhas | |||
Pós-emergência Total - Cana-de-açúcar com mais de 90 dias | |||||
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 6-8 folhas | 70-200 (1) | 200-400 | 1 |
Corda-de-viola | Ipomoea quamoclit e Ipomoea grandifolia | Pré- florescimento | 35-200 (1) | ||
Picão-preto | Bidens pilosa | 6-8 folhas | |||
(1) dose maior é indicada para estádios mais avançados das plantas daninhas, altas pressões de infestações e/ou controle por períodos maiores. Nas aplicações de jato dirigido na entrelinha em cana com 4 a 6 folhas utilizar adjuvante não iônico a 0,05% v/v a 0,25 % v/v. Caso atinjam a planta, podem ocorrer sintomas somente nas folhas atingidas sem nenhum impacto nas novas folhas que saem após aplicação, devido à rápida metabolização do produto pela cana. (3) para manejo na dessecação das plantas daninhas antes do plantio e no manejo na dessecação de catação, na complementação no controle de infestações de gramíneas recomendam-se herbicidas a base de glifosato ou outros herbicidas graminicidas registrados, conforme dose e recomendações de uso descrito na bula. | |||||
Dessecação de plantas daninhas pré-colheita, para evitar problemas com o equipamento na colheita mecanizada da Cana-de-açúcar | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | Pré-florescimento | 50-200 (1) | 200-400 | 1 |
Mamona | Ricinus communis | Pré- florescimento | 160-200 (1) | ||
(1) dose maior é indicada para dessecação mais rápida das plantas daninhas antes da colheita. Usar adjuvante não iônico a 0,5% a 1,0% v/v, dose maior é recomendada para potencializar o controle. | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: em pré-colheita 1 aplicação no ciclo da cultura. | |||||
FEIJÃO | |||||
Dessecação da Cultura do Feijão para antecipação da colheita(2) | |||||
Estádio do Feijão | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações | ||
Maturação fisiológica do Feijão | 70-140 (1) | 150-400 | 1 | ||
Dessecação de plantas daninhas na pré-colheita do feijão | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | Pré-florescimento | 50-140 (1) | 150-400 | 1 |
(1) dose maior é indicada para dessecação mais rápida da cultura ou das plantas daninhas antes da colheita. Usar adjuvante não iônico a 0,5% a 1,0% v/v, dose maior é indicada para potencializar o controle. Algumas espécies como a Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) também são controladas no momento da dessecação do feijão facilitando a colheita. (2) permite a colheita a partir dos 7 dias após aplicação, dependendo da dose e condições climáticas. | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: em antecipação ou pré-colheita 1 aplicação no ciclo da cultura. | |||||
GIRASSOL | |||||
Dessecação da Cultura do Girassol, para antecipação da colheita (1) | |||||
Estádio do Girassol | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações | ||
Maturação fisiológica do Girassol | 70-140 (2) | 200-400 | 1 | ||
Dessecação de plantas daninhas na pré-colheita do girassol | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | Pré-florescimento | 50-140 (2) | 200-400 | 1 |
(1) dose maior é recomendada para dessecação mais rápida da cultura ou das plantas daninhas antes da colheita. Usar adjuvante não iônico a 0,5% a 1,0% v/v, dose maior é indicada para potencializar o controle. Algumas espécies como a Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) também são controladas no momento da dessecação do girassol facilitando a colheita. (2) permite a colheita desde os 7 até 14 dias após aplicação, dependendo da dose e condições climáticas. | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: em antecipação ou pré-colheita, 1 aplicação no ciclo da cultura. | |||||
MILHO | |||||
Manejo na dessecação de plantas daninhas de folhas largas (2) em plantio direto em pré-plantio da cultura de Milho | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Buva, voadeira | Conyza canadensis | 6-8 folhas | 35-70 (1) | 100-200 | 1 (3) |
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | 4-6 folhas | |||
Guanxuma | Sida cordifolia | 6-8 folhas | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | 6-8 folhas | |||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 4-6 folhas | |||
Manejo de plantas daninhas de folhas largas (2) em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas de folhas largas na cultura do Milho | |||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | Pré-emergência | 70-140 (1) | 100-200 | 1 (3) |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | Pré-emergência | 100-140 (1) | ||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | Pré-emergência | 70-140 (1) | ||
(1) dose maior é indicada para estádios mais avançados das plantas daninhas. Nas aplicações dessecação em pré-plantio, utilizar adjuvante não iônico a 0,5% a 1,0% v/v, dose maior é indicada para potencializar o controle. (2) para manejo e complementação no controle de infestações de gramíneas, recomenda-se herbicidas a base de glifosato ou outros herbicidas graminicidas registrados, conforme dose e recomendações de uso descrito na bula. | |||||
(3) Número, época e intervalo de aplicação: em pré-plantio ou na pré-emergência, 1 aplicação no ciclo da cultura. | |||||
SOJA | ||||||
Manejo na dessecação de plantas daninhas de folhas largas (2) em plantio direto em pré-plantio da cultura da Soja | ||||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações | |
Buva,Voadeira, Rabo- de-foguete | Conyza bonariensis, Conyza canadensis | 6-8 folhas | 35-50 (1) | 100-200 | 1 (3) | |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia, Ipomoea purpurea, Ipomoea quamoclit, Ipomoea acuminata | Pré-florescimento | ||||
Erva-de-Touro | Tridax procumbens | 6-8 folhas | ||||
Leiteiro, amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | 6-8 folhas | ||||
Losna | Artemisia verlotorum | 4-6 folhas | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 6-8 folhas | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis, Commelina diffusa | 4-6 folhas | ||||
Manejo na dessecação de plantas daninhas de folhas largas (2) em plantio direto em pré-plantio da cultura da Soja | ||||||
Vassourinha de botão | Borreria verticillata | 2-4 folhas | 50 | 100 | 1 | |
(1) dose maior é indicada para estádios mais avançados das plantas daninhas. Áreas com maior infestação de plantas daninhas de folha larga de difícil controle como Trapoeraba (Commelina benghalensis), Erva-de-Touro (Tridax procumbens) e Leiteiro, Amendoim-Bravo (Euphorbia heterophylla), Losna (Artemisia verlotorum) e Vassourinha-de-botão (Borreria verticillata) pode ser utilizada dose maior de até 70 gramas de Heat®/ha (49 gramas de ingrediente ativo/ha). Usar adjuvante não iônico a 0,5% a 1,0% v/v, dose maior é indicada para potencializar o controle. (2) para manejo e complementação no controle de infestações de gramíneas, recomendam-se herbicidas a base de glifosato ou outros herbicidas graminicidas registrados, conforme dose e recomendações de uso descrito na bula. Para manejo em solos arenosos com menos de 30% de argila e menos de 2% de matéria orgânica, é necessário um intervalo mínimo de 10 dias entre a aplicação e o plantio da soja. Não ultrapassar a dose máxima de 50 g/ha. | ||||||
Dessecação de plantas daninhas na pré-colheita da Soja | ||||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações | |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | Pré-florescimento | 50-140 (1) | 200-400 | 1 (3) | |
(1) dose maior é indicada para dessecação mais rápida da cultura ou das plantas daninhas antes da colheita. Usar adjuvante não iônico a 0,5% a 1,0% v/v, dose maior é indicada para potencializar o controle. | ||||||
Manejo da Soja Guaxa ou Tiguera após a colheita da soja, visando o vazio sanitário- evitar a ponte verde da ferrugem-da-soja de uma safra para outra | ||||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações | |
Soja Guaxa ou Tiguera | Glycine Max | 4-8 folhas | 70-140 (1) | 100-200 | 1 (3) | |
(1) dose maior é indicada para estádios mais avançados da soja Tiguera. Podem ocorrer rebrotas se aplicado em estádios mais avançados que o recomendado. Usar adjuvante não iônico a 0,5% a 1,0% v/v, dose maior é indicada para potencializar o controle. Realizar 1 aplicação durante o período de vazio sanitário. Deve-se observar o manejo outonal com outros herbicidas, conforme a situação das plantas daninhas onde haja ocorrência da soja Guaxa. | ||||||
(3) Número, época e intervalo de aplicação: realizar no máximo 2 aplicações por ciclo do cultivo e nas épocas e intervalos acima recomendados. | ||||||
Manejo outonal | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Soja Guaxa ou Tiguera | Glycine max | 4 a 8 folhas | 70-140 (1) | 100-200 | 1 |
Buva,Voadeira, Rabo- de-foguete | Conyza bonariensis, Conyza canadensis | 6-8 folhas | 35-70 (1) | ||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Usar adjuvante não iônico a 0,5% a 1,0% v/v, a dose maior é indicada para potencializar o controle. O controle de plantas daninhas durante o período de outono-inverno (manejo outonal) visa controle efetivo de plantas daninhas ainda em estádios iniciais de desenvolvimento. Evita-se assim o crescimento das plantas daninhas antes e/ou junto com a cultura subsequente a ser plantada na área. Desta forma, consegue-se o melhor controle das plantas daninhas e realiza o adequado manejo da resistência das plantas daninhas presentes na área, redução do banco de sementes e também o controle de soja guaxa ou tiguera presente na área, o que colabora com a manutenção do vazio sanitário. Desta forma evita-se a presença de plantas voluntárias de soja na área, não permitindo a sobrevivência do fungo da ferrugem-da-soja de uma safra para outra. Recomenda-se a aplicação de 10 a 20 dias após a colheita da soja ou milho, utilizando as doses recomendadas. As doses maiores são indicadas para estádios mais avançados das plantas daninhas e/ou para obter maior período residual de controle. Realizar no máximo 1 aplicação por modalidade de uso, não ultrapassando o número máximo 2 aplicações por ciclo do cultivo por ano. Seguir a época e intervalos acima recomendados. | |||||
TRIGO | |||||
Manejo na dessecação de plantas daninhas de folhas largas (3) em plantio direto em pré-plantio da cultura do Trigo | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 6-8 folhas | 35-70 (1) | 100-200 | 1 |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 6-8 folhas | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | 6-8 folhas | |||
Manejo na dessecação de plantas daninhas (3) em pós-emergência inicial da cultura do Trigo | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Buva | Conyza spp. | 2-4 folhas | 35-50 (2) | 100-200 | 1 |
Cipó de veado | Polygonum convolvulus | 2-4 folhas | |||
Nabiça | Raphanus raphanistrum | 2-4 folhas | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2-4 folhas | |||
Soja voluntária | Glycine max | 2-4 folhas | |||
(1) dose maior é indicada para estádios mais avançados das plantas daninhas. Usar adjuvante não iônico a 0,5% a 1,0% v/v, dose maior é indicada para potencializar o controle. (2) dose maior é indicada para estádios mais avançados das plantas daninhas. Usar adjuvante não iônico a 0,5% v/v. (3) para manejo e complementação no controle de infestações de gramíneas recomenda-se aplicação de herbicidas registrados para cultura conforme dose e recomendações de uso descrito na bula. | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: realizar no máximo 1 aplicação por ciclo do cultivo. | |||||
CULTURAS PERENES: BANANA, CAFÉ, CITROS, MAÇÃ, MANGA, MAMONA | |||||
Manejo na dessecação de plantas daninhas de folhas largas (2) em jato dirigido em culturas perenes | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
BANANA | |||||
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 2-8 folhas | 35-100 (1) | 100-200 | 5 |
Caruru | Amaranthus deflexus | ||||
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Buva | Conyza bonariensis | 2-8 folhas | 35-100 (1) | 100-200 | 5 |
Macela | Gnaphalium spicatum | ||||
Cheirosa | Hyptis suaveolens | ||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | ||||
Rubim | Leonurus sibiricus | ||||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | ||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Nabiça | Raphanus raphanistrum | ||||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | ||||
Fedegoso | Senna obtusifolia | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Agriãozinho | Synedrellopsis grisebachii | ||||
Erva-de-touro | Tridax procumbens | ||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
CAFÉ | |||||
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 2-8 folhas | 50-100 (1) | 100-200 | 4 |
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 2-8 folhas | 35-100 (1) | ||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2-8 folhas | |||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2-8 folhas | 35-100 (1) | ||
Buva | Conyza bonariensis | 2-8 folhas | |||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 2-8 folhas | |||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 2-8 folhas | |||
Fazendeiro | Galinsoga parviflora | 2-8 folhas | 50-100 (1) | ||
Macela | Gnaphalium spicatum | 2-8 folhas | 35-100 (1) | ||
Cheirosa | Hyptis suaveolens | 2-8 folhas | |||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 2-8 folhas | 50-100 (1) | ||
Corda-de-viola | Ipomoea triloba | 2-8 folhas | 35-100 (1) | ||
Rubim | Leonurus sibiricus | 2-8 folhas | |||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 2-8 folhas | |||
Beldroega | Portulaca oleracea | 2-8 folhas | 35-100 (1) | ||
Nabiça | Raphanus raphanistrum | 2-8 folhas | |||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2-8 folhas | |||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 2-8 folhas | |||
Agriãozinho | Synedrellopsis grisebachii | 2-8 folhas | |||
CULTURAS PERENES: BANANA, CAFÉ, CITROS, MAÇÃ, MANGA, MAMONA | |||||
Manejo na dessecação de plantas daninhas de folhas largas (2) em jato dirigido em culturas perenes | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
CITROS | |||||
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 2-8 folhas | 35-70 (1) | 100-200 | 3 |
Picão-preto | Bidens pilosa | 2-8 folhas | |||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2-8 folhas | |||
Buva | Conyza bonariensis | 2-8 folhas | |||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 2-8 folhas | |||
Macela | Gnaphalium spicatum | 2-8 folhas | |||
Cheirosa | Hyptis suaveolens | 2-8 folhas | |||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 2-8 folhas | |||
Rubim | Leonurus sibiricus | 2-8 folhas | |||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 2-8 folhas | |||
Beldroega | Portulaca oleracea | 2-8 folhas | |||
Nabo-bravo | Raphanus raphanistrum | 2-8 folhas | |||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2-8 folhas | |||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 2-8 folhas | |||
Agriãozinho | Synedrellopsis grisebachii | 2-8 folhas | |||
Erva-de-touro | Tridax procumbens | 2-8 folhas | |||
MAÇÃ | |||||
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 2-8 folhas | 35-70 (1) | 100-200 | 3 |
Picão-preto | Bidens pilosa | 2-8 folhas | |||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2-8 folhas | |||
Cheirosa | Hyptis suaveolens | 2-8 folhas | |||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 2-8 folhas | |||
Corda-de-viola | Ipomoea triloba | 2-8 folhas | 50-70 (1) | ||
Rubim | Leonurus sibiricus | 2-8 folhas | 35-70 (1) | 100-200 | 3 |
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 2-8 folhas | |||
Beldroega | Portulaca oleracea | 2-8 folhas | |||
Nabo-bravo | Raphanus raphanistrum | 2-8 folhas | |||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2-8 folhas | |||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 2-8 folhas | |||
Agriãozinho | Synedrellopsis grisebachii | 2-8 folhas | |||
MAMONA | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea hederifolia | Pré- florescimento | 35-70 (1) | 100-200 | 3 |
Erva-de-Touro | Tridax procumbens | 6-8 folhas | |||
MANGA | |||||
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 2-8 folhas | 35-70 (1) | 100-200 | 3 |
Caruru | Amaranthus deflexus | 2-8 folhas | 25-70 (1) | ||
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 2-8 folhas | 35-70 (1) | ||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2-8 folhas | |||
Erva-de-santa-luzia | Chamaesyce hyssopifolia | 2-8 folhas | 25-70 (1) | ||
CULTURAS PERENES: BANANA, CAFÉ, CITROS, MAÇÃ, MANGA, MAMONA | |||||
Manejo na dessecação de plantas daninhas de folhas largas (2) em jato dirigido em culturas perenes | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2-8 folhas | 35-70 (1) | ||
Buva | Conyza bonariensis | 2-8 folhas | |||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 2-8 folhas | |||
Cambará | Eupatorium pauciflorum | 2-8 folhas | 25-70 (1) | ||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 2-8 folhas | |||
Cheirosa | Hyptis suaveolens | 2-8 folhas | 35-70 (1) | ||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 2-8 folhas | |||
Corda-de-viola | Ipomoea triloba | 2-8 folhas | 50-70 (1) | ||
Rubim | Leonurus sibiricus | 2-8 folhas | 35-70 (1) | ||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 2-8 folhas | |||
Beldroega | Portulaca oleracea | 2-8 folhas | |||
Nabiça | Raphanus raphanistrum | 2-8 folhas | |||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2-8 folhas | |||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 2-8 folhas | |||
Agriãozinho | Synedrelopsis grisebachii | 2-8 folhas | |||
Erva-de-touro | Tridax procumbens | 2-8 folhas | |||
(1) dose maior é indicada para estádios mais avançados das plantas daninhas e/ou controle por períodos maiores. Para banana, café, citros, maçã, manga: usar adjuvante não iônico a 0,5% v/v. Para mamona: usar adjuvante não iônico a 0,5% a 1,0% v/v, dose maior é indicada para potencializar controle. (2) para manejo e complementação no controle de infestações de gramíneas, recomenda-se herbicidas graminicidas registrados, conforme dose e recomendações de uso descrito na bula. Aplicar somente em solos argilosos com mais de 2% de matéria orgânica e mínimo de 30% de argila. | |||||
Número, época e intervalo de aplicação:
| |||||
PASTAGEM | |||||
Operação de controle de plantas daninhas em pós-emergência nas pastagens de Brachiaria brizantha, Brachiaria decumbens e Panicum maximum cv. Tobiatã. | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Guanxuma | Sida rhombifolia | 2-8 folhas | 70-100 (1) | 100-200 | 1 |
Buva | Conyza bonariensis | 2-8 folhas | 70-100 (1) | ||
(1) dose maior é indicada para estádios mais avançados das plantas daninhas. Usar adjuvante não iônico a 0,5% a 1,0% v/v, sendo a dose maior indicada para potencializar o controle. | |||||
Aplicação em pós-emergência na dose recomendada adicione sempre adjuvante não iônico conforme descrito em cada cultura.
Faça a aplicação dentro das condições climáticas e do período ideal do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas de folhas largas evitando que haja rebrotas de algumas espécies, incluir no manejo de plantas daninhas de folhas estreitas outros herbicidas devidamente recomendados e registrados.
Assegure o controle com:
Uma boa cobertura dos alvos a serem atingidos;
Uso de dose mais alta de adjuvante em condições mais críticas;
Aplicação em plantas daninhas em pleno desenvolvimento vegetativo;
Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de controle;
Condições de alta umidade relativa e temperatura entre 20 e 30°C.
Evite aplicações nas horas mais quentes do dia, temperaturas acima de 30°C, e com baixa umidade relativa do ar, umidade relativa abaixo de 55%, ou com ventos acima de 10 km/hora, principalmente quando essas condições causem estresse hídrico nas plantas e favoreçam a deriva da pulverização.
Aplique todo volume preparado no mesmo dia, não deixe o produto dentro do tanque de um dia para outro.
Logo após o uso limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra e os bicos) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-los com outros produtos.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Arroz | Ludwigia octovalvis | cruz-de-malta (1), ludwigia (5) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Ludwigia octovalvis | cruz-de-malta (1), ludwigia (5) | Ver detalhes |
| Banana | Leonurus sibiricus | chá-de-frade, cordão-de-são-francisco (2), erva-macaé | Ver detalhes |
| Batata | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Café | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Citros | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Feijão | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Girassol | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Maçã | Hyptis suaveolens | bamburral, betônica-brava (2), cheirosa (2) | Ver detalhes |
| Mamona | Ipomoea hederifolia | amarra-amarra (1), corda-de-viola (7), corriola (5) | Ver detalhes |
| Manga | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Milho | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Pastagens | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
| Soja | Artemisia verlotorum | absinto, artemija, losna | Ver detalhes |
| Trigo | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
Por se tratar de uma formulação do tipo WG (Grânulos Dispersíveis em Água) o produto deve ser adicionado lentamente no tanque do pulverizador sob agitação constante ou pré dissolvido em recipientes adequados.
Adicionar o adjuvante à calda após o produto, conforme recomendação para cada cultura descrita no item CULTURA / PLANTAS DANINHAS / DOSES / NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO.
Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada. Nas aplicações de jato dirigido, evitar que o produto atinja as folhas da cultura, sendo recomendado o uso de “Chapéu de Napoleão” ou barras laterais protetoras específicas para jato dirigido que evitem deriva de calda sobre as partes verdes das culturas.
Recomenda-se o volume de calda entre 150 e 400 L/ha, dependendo do cultivo e manejo a ser adotado. Seguir as recomendações do item CULTURA / PLANTAS DANINHAS / DOSES / NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de grossas (C),
conforme norma ASABE S572.1. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.
Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
Recomenda-se o volume de calda entre 30 e 50 L/ha.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de grossas (C), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.
Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.
Estabelecer distância segura entre a aplicação e o operador (10 metros), assim como áreas de bordadura.
Observe também as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. Em caso de divergência, respeitar a condição/distância mais restritiva.
Antes de iniciar a aplicação com aeronaves remotamente pilotadas (ARP/drones), certifique-se que o equipamento que será utilizado esteja regularizado e/ou habilitado, e com a devida guia de aplicação para registro dos dados de voo e garantia da segurança operacional. O tipo de cultura, alvo, pontas, espaçamento, vazão, e pressão de trabalho devem estar corretamente calibrados e proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura do alvo a ser atingido, conforme aspectos técnicos aplicáveis ao ARP selecionado. A aplicação deste produto pode ser realizada com auxílio de drones agrícolas de pulverização, por um profissional devidamente habilitado.
Manter uma altura de voo em torno de 2 m, não ultrapassando 5 metros acima do alvo a ser tratado. Evite alturas de voo muito altas ou muito baixas, pois esses procedimentos podem impactar na faixa tratada.
Evite utilizar o drone sem que haja adequada sobreposição de passadas durante a aplicação, a exemplo do que se faz em aplicações aéreas convencionais. A faixa de deposição ideal para os drones deve ser calculada com as mesmas metodologias utilizadas para a aplicação aérea convencional. Entretanto, na impossibilidade da realização desta avaliação, considere que os drones multi-rotores acima de 25 kg de carga útil apresentem faixa de deposição de 5 a 7 metros. Consulte o fabricante do equipamento sobre o melhor ajuste desse parâmetro para cada modelo, e solicite o apoio de um agrônomo especializado. Evite utilizar o drone com velocidade de trabalho superior a 5 m/s, principalmente em terrenos de topografia mais acidentada, para garantir uma boa estabilidade da aeronave durante a pulverização, buscando evitar falhas de deposição que podem comprometer a qualidade de trabalho executado.
O drone deve ser calibrado para uma taxa de aplicação (volume de calda) em torno de 30 L, mínimo de 20 L/ha.
A seleção das pontas ou o ajuste da rotação dos bicos rotativos deve propiciar um espectro de gotas das classes de média a grossa de forma a minimizar o risco de deriva e proporcionar deposição adequada no alvo. É importante que as pontas sejam escolhidas em função do planejamento e das características operacionais da aeronave, e para que o espectro de gotas fique dentro da recomendação. No caso das pontas hidráulicas, selecione modelos com indução de ar que propiciem gotas das classes média a grossa.
Ao pulverizar com drones, utilize técnicas para otimizar o resultado e a redução da deriva. Não utilize pontas hidráulicas ou ajustes de bicos rotativos que propiciem gotas finas ou muito finas. Ao pulverizar com drones, mantenha uma faixa de segurança evitando deriva em alvos indesejados. Para a preparação da calda de pulverização, utilize o adjuvante na dose recomendada pelo fabricante. Recomendamos e é necessário realizar a aplicação de produtos com auxílio de empresas de drones que tenham realizado os cursos para aplicação com aeronaves remotamente pilotadas (drones/ARP), de acordo com a Normativa MAPA nº 298, de 22 setembro de 2021 ou qualquer outra que venha complementá-la ou substituí-la. Independentemente da capacitação realizada, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações que constam no rótulo e na bula do produto. Consulte sempre as normas vigentes (MAPA, DECEA, ANAC e ANATEL).
Volume de calda em torno de 30 litros/ha, mínimo de 20 L/ha, classe de gotas média a grossa, altura de voo de 2 a 5 metros e faixa de aplicação adequado. Fazer o ajuste de acordo com cada modelo de drone. As condições meteorológicas para pulverização devem ser as seguintes: Temperatura < 30°C, Umidade relativa do ar > 60%, Velocidade do vento entre 2 e 10 km/h.
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 03 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva. Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 55%) e altas temperaturas (maiores que 30oC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região. O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.
Não deixe a calda de agroquímicos preparada de um dia para outro dentro do tanque de pulverização.
Certifique-se de que o tanque do equipamento de pulverização esteja limpo (isento de resíduos) antes de iniciar a operação.
Logo após a pulverização com Heat®, limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem, conforme procedimento abaixo:
Esgote ao máximo a calda presente no tanque;
1ª Lavagem: Enxague as paredes internas do tanque vazio e lave com água limpa, circulando a água em todo o sistema (tanque, barra, pontas e filtros) por no mínimo 15 minutos, esgotando o conteúdo do tanque pelas pontas de pulverização. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retorno do tanque. O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes. As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região. O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima
(velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador. Lavar com no mínimo de 20% da capacidade do tanque, garantindo uma boa agitação que auxilie na limpeza das paredes internas do tanque.
2ª Lavagem: Complete o tanque com água limpa e adicione solução comercial de limpeza de tanque, conforme recomendação do fabricante. Acione o sistema de agitação e mantenha ligado por no mínimo 15 minutos. Com o equipamento ligado, esgote o conteúdo do tanque pelas pontas de pulverização.
3ª Lavagem: Remova as capas, pontas de pulverização e filtros, e coloque-as em recipiente contendo água limpa e solução comercial de limpeza de tanque. Após removê-los, repita a lavagem com água limpa, visando retirar os resíduos no sistema, esgotando o conteúdo do tanque pelos porta bicos. Reinstale as pontas de pulverização, filtros e capas limpos na barra de pulverização.
Atenção à limpeza em “zonas mortas” dos equipamentos, como áreas terminais de linha, filtros, válvulas, mangueiras dobradas, além do tanque de pré-diluição e lavagem de embalagem de agroquímicos.
Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres e aéreas poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.
CULTURA | DIAS |
Arroz | 60 |
Banana, Café | 1 |
Algodão, Batata, Cana-de-açúcar, Citros, Feijão, Girassol, Soja | 7 |
Maçã | 15 |
Mamona | U.N.A. (uso não alimentar) |
Manga | 14 |
Milho | Não estabelecido devido à modalidade de aplicação |
Pastagem | Não determinado devido à modalidade de emprego |
Trigo – pré-emergência | Não estabelecido devido à modalidade de aplicação |
Trigo – pós-emergência | 95 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO:
Culturas | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (g/ha) | Volume de calda (L/ha) | Época de aplicação | Número máximo de aplicação |
Arroz Irrigado | Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 3,3 + 0,1% v/v de óleo mineral | Costal: 200 - 400 Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pós- emergência | 1 |
Sagitária (Sagittaria montevidensis) | |||||
Aguapé (Heteranthera reniformis) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando as plantas daninhas estiverem no estádio de 2 a 4 folhas e quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento). Em aplicação por "Benzedura manual", em arroz irrigado, no sistema pré-germinado, quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento), NUFURON/TICRUS apresenta controle das plantas daninhas Sagittaria montevidensis e Heteranthera reniformis, no estágio de 2 a 4 folhas. O volume de calda de 30 litros/ha (3 mL/m²) deve ser aplicado na forma de jatos, com o auxílio de pulverizador costal sem o bico aspersor, ou de outro equipamento que permita uma distribuição uniforme. Manter continuamente uma lâmina de água, de cerca de 10 cm, até a fase de maturação da cultura. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 litros (0,1%). | |||||
Arroz | Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 3,3 + 0,1% v/v de óleo mineral | Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pós- emergência | 01 |
Campanhia (Ipomoea heredifolia) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando as plantas daninhas estiverem no estádio de 2 a 4 folhas e quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (70% das plantas emergidas). Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 litros (0,1%). | |||||
Culturas | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (g/ha) | Volume de calda (L/ha) | Época de aplicação | Número máximo de aplicação |
Aveia Branca | Nabo (Raphanus raphanistrum) | 3,3 a 4,0 + 0,1% v/v de óleo mineral | Costal: 200 - 400 Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pré- emergencia e pós- emergencia | 01 |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | 4,0 + 0,1% v/v de óleo mineral | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar no estádio de perfilhamento da cultura. Nabo, Picão-branco e Picão-preto: aplicar no estádio de 2 a 4 folhas. Usar maior dose quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento (até 4 folhas) e/ou com populações maiores de plantas daninhas. Língua-de-vaca: aplicar no estádio de 2 a 4 folhas. Aplicar somente em plântulas originárias de sementes até o estádio de 4 folhas. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 litros (0,1%). | |||||
Aveia Preta | Nabo (Raphanus raphanistrum) | 3,3 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | Costal: 200 - 400 Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pré- emergencia e pós- emergencia | 01 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando a cultura estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e emborrachamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar maior dose quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento (até 4 folhas) e/ou com populações maiores de plantas daninhas. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 litros (0,1%). | |||||
Café | Picão-preto (Bidens pilosa) | 6,0 a 10,0 + 0,5% v/v de óleo mineral | Costal: 100 - 200 Tratorizado: 100 - 200 | Pós- emergência | 01 |
Culturas | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (g/ha) | Volume de calda (L/ha) | Época de aplicação | Número máximo de aplicação |
Café | INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar em pós-emergência da planta daninha (2 a 6 folhas) em jato dirigido nas entrelinhas da cultura utilizando sistema de proteção para a calda não atingir as folhas do cafeeiro. Usar óleo mineral emulsionável na proporção de 0,5% v/v. | ||||
Cana-de-Açúcar | Mussambê (Cleome affinis) | 30 | Costal: 100 - 200 Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pré- emergência | 01 |
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Guanxuma (Sida cordifolia) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Mussambê, Beldroega e Guanxuma: aplicar em condições de solo de textura leve, na pré- emergência da cultura e das plantas daninhas. Beldroega: aplicar em condições de solo médio, na pré-emergência da cultura e da planta daninha. | |||||
Cevada | Nabo (Raphanus raphanistrum) | 3,3 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | Costal: 200 - 400 Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pré emergência e pós- emergência | 01 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando a cevada estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e emborrachamento, e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 litros (0,1%). | |||||
Citros | Picão-preto (Bidens pilosa) | 6,0 a 10,0 | Costal: 100 - 200 Tratorizado: 100 - 200 | Pós- emergência | 01 |
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando as plantas daninhas estiverem em pós-emergência no estádio de 2 a 4 folhas, em aplicação dirigida na entrelinha da cultura. Usar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. | |||||
Culturas | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (g/ha) | Volume de calda (L/ha) | Época de aplicação | Número máximo de aplicação |
Pastagem | Gervão-branco (Croton glandulosus) | 6,6 + 0,5% v/v de óleo mineral | Costal: 300 - 400 Tratorizado: 200 - 300 Aérea: 50 | Pós- emergência | 01 |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 10,0 a 13,3 + 0,5% v/v de óleo mineral | ||||
Vassourinha-de-botão (Spermacoce verticillata) | 50 a 150 + 0,5% v/v de óleo mineral | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando as plantas infestantes estiverem em ativo crescimento vegetativo e sob condições fisiológicas favoráveis, como ausência de estresse hídrico e por temperatura, e antes do florescimento. Em alta infestação, aplicar em área total. Em infestação desuniforme em reboleiras ou manchas, aplicar em jato dirigido sobre as plantas infestantes. Usar óleo mineral emusionável na proporção de 0,5% v/v. | |||||
Trigo | Alfinetes-da-terra (Silene gallica) | 3,3 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pós- emergência | 01 |
Almeirão-do-campo (Hypochoeris brasiliensis) | |||||
Amendoim-bravo, Leiteira (Euphorbia heterophylla) | 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | ||||
Botão-de-ouro (Galinsoga quadriradiata) | 3,3 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | ||||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | |||||
Cravo-de-defunto (Tagetes minuta) | |||||
Erva-andorinha (Chamaesyce hyssopifolia) | |||||
Erva-de-passarinho (Stellaria media) | |||||
Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) | |||||
Ervilhaca (Vicia sativa) | |||||
Estrelinha | |||||
Culturas | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (g/ha) | Volume de calda (L/ha) | Época de aplicação | Número máximo de aplicação |
Trigo | (Melampodium perfoliatum) | Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pós- emergência | 01 | |
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||
Gorga (Spergula arvensis) | |||||
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | 4,6 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | ||||
Linguinha-de-vaca (Rumex acetosella) | 3,3 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | ||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||||
Losna-do-campo (Ambrosia elatior) | 4,6 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | ||||
Macela (Gnaphalium spicatum) | 3,3 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | ||||
Nabo, nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||||
Orelha-de-urso (Stachys arvensis) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Picão-branco,fazendeiro (Galinsoga parviflora) | |||||
Poaia (Richardia brasiliensis) | |||||
Roseta (Soliva pterosperma) | |||||
Rubim (Leonurus sibiricus) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando a cultura estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento, estando as plantas daninhas com 2 a 4 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 litros (0,1%). | |||||
Culturas | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (g/ha) | Volume de calda (L/ha) | Época de aplicação | Número máximo de aplicação |
Triticale | Nabo (Raphanus raphanistrum) | 3,3 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | Costal: 200 - 400 Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pré emergência e Pós- emergência | 01 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando a triticale estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e emborrachamento, e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%). | |||||
Cada quilograma (kg) de NUFURON/TICRUS contém 600 g de Metsulfurom-metílico, demonstradas abaixo suas respectivas doses/ha em função da recomendação de dose/ha do produto comercial:
Produto Comercial (g/ha) | Ingrediente Ativo (g/ha) |
3,3 | 1,98 |
4,0 | 2,40 |
4,6 | 2,76 |
6,0 | 3,60 |
6,6 | 3,96 |
10,0 | 6,00 |
13,3 | 7,98 |
30,0 | 18,00 |
50,0 | 30,00 |
150,0 | 90,00 |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Aeschynomene rudis | angiquinho (1), maricazinho (1), paquinha | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Sagittaria montevidensis | aguapé-de-flexa, flecha (2), sagitária (1) | Ver detalhes |
| Aveia | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Aveia Branca | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Aveia preta | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Café | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Cleome affinis | mussambê, sojinha | Ver detalhes |
| Cevada | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Citros | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Pastagens | Spermacoce verticillata | poaia-botão, poaia-preta, poaia-rosário | Ver detalhes |
| Trigo | Parthenium hysterophorus | coentro-do-mato, fazendeiro (1), losna-branca | Ver detalhes |
| Triticale | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do mesmo.
Usar maior dose quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador adicionar o produto de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, e adicionar o adjuvante (quanto for o caso), agitar e completar o volume de água do pulverizador. Aplicar imediatamente na cultura.
Aplicação Terrestre:
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
Aplicação aérea:
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: usar gotas médias e grossas. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo.
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem
de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Arroz Irrigado | 30 |
Arroz | 30 |
Aveia Branca | 31 |
Aveia Preta | 10 |
Café | 30 |
Cana-de-açúcar | 90 |
Cevada | 15 |
Citros | 30 |
Pastagem | 28 |
Trigo | 30 |
Triticale | 15 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
Trata-se de um herbicida do grupo químico benzoilpirazol. Inibe a atividade da enzima 4-hydroxyphenil pyruvate dioxygenase (HPPD) resultando da interrupção da biossíntese de carotenoides, seguido por descoramento e morte. O modo de ação é seletivo sistêmico, o ingrediente ativo é absorvido pelas folhas e translocado através do xilema e floema.
Deve ser utilizado em pulverização na cultura de milho.
CULTURA | ALVOS CONTROLADOS | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | NÚMERO DE APLICAÇÃO |
Monocotiledôneas: | ||||
Brachiaria plantaginea | Capim marmelada ou capim papuã | 0,075 a 0,100 L/ha (30 a 40 g. i.a./ha) | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 folhas a 1 perfilho. Na ocasião da aplicação, o milho deverá estar com 2 a 6 folhas. | |
Cenchrus echinatus | Capim carrapicho | |||
Digitaria horizontalis | Capim colchão ou milhã | 0,100 a 0,125 L/ha (40 a 50 g i.a./ha) | ||
Brachiaria decumbens | Capim braquiária | |||
Commelina benghalensis | Trapoeraba | |||
Digitaria insularis | Capim amargoso | |||
Eleusine indica | Capim pé de galinha | |||
Milho | Pennisetum setosum | Capim- custódio | 0,100 a 0,125 L/ha (40 a 50 g i.a./ha) | |
ALVOS CONTROLADOS | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | NÚMERO DE APLICAÇÃO | |
Dicotiledôneas: | ||||
Bidens pilosa | picão-preto | 0,075 a 0,100 L/ha (30 a 40 g. i.a./ha) | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. Na ocasião da aplicação, o milho deverá estar com 2 a 6 folhas. | |
Amaranthus viridis | caruru | 0,100 a 0,125 L/ha (40 a 50 g i.a./ha) | ||
Portulaca oleracea | beldroega | |||
Raphanus raphanistrum | nabiça | |||
Amaranthus hybridus | Caruru ou caruru-roxo | 0,075 a 0,125 L/ha (30 a 50 g | ||
Alternanthera | Apaga-fogo |
ficoidea | i.a./ha) | |||
Alternanthera | Apaga-fogo | |||
tenella | ||||
Bidens | Picão-preto | |||
subalternans | ||||
Galinsoga | Picão- | |||
parviflora | branco | |||
Glycine max | Soja | |||
voluntária | ||||
Ipomoea nil | Corda-de- | |||
viola | ||||
Acanthospermum | Carrapicho- | 0,100 a 0,125 L/ha (40 a 50 g i.a./ha) | ||
hispidum | de-carneiro | |||
Richardia | Poia- | |||
brasiliensis | branca | |||
Sida rhombifolia | Guanxuma | |||
emprego das maiores doses | ||||
a.i. = ingrediente ativo Observações:
1) RAKER deve ser aplicado sempre adicionado de óleo mineral, na concentração de 0,5% v/v.
ADJUVANTE: Óleo Mineral
FUNÇÃO: A adição de Óleo Mineral à calda de aplicação do RAKER diminui os efeitos das condições adversas, como lavagem pela chuva, evaporação e deriva.
O Óleo Mineral promove uma melhor distribuição da calda sobre as superfícies tratadas, diminui a tensão superficial e facilita a penetração do agrotóxico.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Milho | Alternanthera ficoidea | Ver detalhes |
Com pulverizador tratorizado ou costal manual: usar uma barra com bicos tipo leque (jato plano), aplicando-se em área total com volume de calda de 100 a 300 litros por hectare.
Milho 60 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
O produto não deve ser aplicado nas condições de solo seco ou em períodos de estiagem prolongada, com as plantas infestantes no estado de estresse por deficiência hídrica.
Evitar aplicações quando as plantas daninhas estiverem molhadas ou com presença de orvalho, o que pode causar escorrimento da calda de aplicação.
A ocorrência de chuvas ou orvalho intenso até quatro horas após a aplicação do produto poderá diminuir sua eficiência.
Não aplicar o produto quando houver possibilidade de chuva em até 48 horas.
Não aplicar em solos saturados, durante períodos de chuva intensa ou em solos cuja água da chuva não tenha uma rápida drenagem, porque isto pode resultar em risco de escorrimento superficial (enxurrada) do produto.
Plantas não alvo (não indicadas nesta bula) podem ser afetadas pela deriva e escorrimento superficial (enxurrada).
Em áreas irrigadas adotar boas práticas no manejo de irrigação evitando causar escorrimento superficial.
Recomenda-se aplicar o produto em áreas que adotem técnicas conservacionistas do solo, como plantio direto na palha e manutenção da cobertura vegetal na entressafra, as quais propiciam um solo mais estruturado, com melhor infiltração e drenagem da água, assim reduzindo o escorrimento superficial (run-off).
Não permitir que a deriva da aplicação do produto atinja plantações vizinhas.
Respeitar o prazo de 60 dias para a semeadura das culturas de algodão e feijão, em áreas que receberam aplicações de RAKER.
Não aplicar em áreas com declividade superior a 45%.
Para cultivos adjacentes a área de preservação em recuperação ou reflorestamento, recomenda-se respeitar as mesmas distâncias previstas em bula para aplicação do herbicida.
Não permitir que a pulverização do produto atinja qualquer planta útil que não seja a planta infestante indicada nesta bula.
Recomenda-se consultar um Engenheiro Agrônomo para maiores informações.
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
VIDE MODO DE APLICAÇÃO
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
O produto herbicida RAKER é composto por TOLPIRALATE que apresenta mecanismo de ação como inibidor da atividade da enzima 4-hydroxyphenil pyruvate dioxygenase (HPPD), pertencente ao Grupo F2, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo F2 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
Produto para uso exclusivamente agrícola.
O Manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifício, e válvulas com a boca.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, respirador com filtro mecânico classe P2 ou P3/máscara de proteção para nariz e boca; óculos de segurança com proteção lateral; luvas de nitrila.
Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado
Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, respirador com filtro mecânico classe P2 ou P3/máscara de proteção para nariz e boca; óculos de segurança com proteção lateral; luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o produto.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em contato com a névoa do produto.
Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, respirador com filtro mecânico classe P2 ou P3/máscara de proteção para nariz e boca; óculos de segurança com proteção lateral; luvas de nitrila.
Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI), macacão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, respirador com filtro mecânico classe P2 ou P3/; óculos de segurança com proteção lateral; luvas de nitrila.
Os equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculo de proteção, avental, botas de borracha, macacão, luvas de nitrila e respirador/máscara.
A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e
devidamente protegida.
ATENÇÃO
Pode ser nocivo se inalado
Pode provocar danos aos olhos por exposição repetida ou prolongada por via oral (Opacidade ocular e ceratite)
Suspeito de provocar câncer (Carcinoma de células escamosas nos olhos de ratos machos).
Suspeita-se que prejudique a fertilidade ou o feto (efeito na função sexual e fertilidade, toxicidade renal e sobrevida de filhotes) se ingerido.
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
Olhos: Em caso de contato com os olhos, retire lentes de contato, se presentes. Lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
A pessoa que prestar socorro deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
Grupo químico | TOLPIRALATE: Benzoilpirazol |
Classe toxicológica | CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO. |
Vias de exposição | Dérmica e inalatória. Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados. |
Toxicocinética | TOLPIRALATE: Em ratos, o TOLPIRALATE foi rapidamente absorvido pela via oral, apresentando uma taxa de absorção de aproximadamente 80% da dose de 3 mg/kg p.c. A concentração máxima no plasma foi atingida dentro de 1 a 2 horas após a administração oral. Após ser absorvida, a substância foi altamente distribuída, concentrando-se principalmente no fígado e nos rins sem apresentar potencial de acúmulo nos tecidos. O TOLPIRALATE foi extensivamente metabolizado a um pequeno número de metabólitos, sobretudo através da reação de desalquilação com posterior conjugação ao ácido glicurônico. A eliminação da substância ocorreu completamente dentro de 96 horas, tendo mais de 90% da dose excretada através de urina e fezes. Os principais metabólitos identificados foram o TAT-834 e o MT-2153. O tempo de meia-vida de eliminação do TOLPIRALATE em ratos foi de 12 a 20 horas, variação registrada conforme as doses testadas. |
Diagnóstico | O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. |
Toxicodinâmica | TOLPIRALATE: Não são conhecidos os mecanismos de toxicidade em humanos. O TOLPIRALATE é um herbicida que age por inibição da 4-hidroxifenilpiruvato dioxigenase (4-HPPD) de plantas e, nos mamíferos, essa enzima faz parte da via metabólica da tirosina. Assim, a inibição dessa via em alguns mamíferos pode causar aumentos dos níveis da tirosina, provocando alterações oculares como opacidade e ceratite. Embora a tirosinemia seja plausível em humanos, a extensão e duração da elevação dos níveis de tirosina não são suficientes para causar efeitos adversos no homem. |
Sintomas e sinais clínicos | Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos. Em estudos com animais de experimentação, o produto não causou sinais clínicos de toxicidade ou irritação. TOLPIRALATE: Não são conhecidos sintomas específicos em humanos. Considerando os estudos conduzidos em animais de experimentação, o TOLPIRALATE pode provocar irritação leve nos olhos. Sintomas inespecíficos de toxicidade aguda decorrentes da exposição a substâncias químicas podem ocorrer, como: Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta. Exposição ocular: Em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e vermelhidão. Exposição oral: A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia. |
Sintomas e sinais clínicos | Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em humanos. |
Tratamento | CUIDADOS para os prestadores de primeiros socoBrurloa_s0:3_ERvAiKtEaRr aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico. Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de consciência. Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessária ventilação pulmonar assistida. Medidas de Descontaminação e tratamento: O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis. |
Tratamento | Exposição Oral:
Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário. Exposição Dérmica: Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos. Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. |
Tratamento – cont. | Exposição ocular: Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água ou soro fisiológico à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Em caso de produto sólido, assegurar que todas as partículas tenham sido removidas com a lavagem. Evitar que a água de lavagem contamine o outro olho. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico. ANTÍDOTO: Não existe antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais |
Contraindicações | A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química. A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa. |
Efeitos das interações químicas | TOLPIRALATE: Não são conhecidos. |
ATENÇÃO | Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800- 722-6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). |
Telefones de Emergência da empresa: ISK Biosciences do Brasil Defensivos Agrícolas Ltda.: (19) 3875- 7450 ou 0800-7010450 (PLANITOX LINE) |
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
DL50 oral em ratos: >2.000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: >2.000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos (4 horas): não determinada nas condições do teste (>2,74 mg/L).
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: Após aplicação cutânea em coelhos, o produto não produziu sinais de irritação e, portanto, foi classificado como não irritante à pele.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: Após aplicação ocular em coelhos, o produto não produziu sinais de irritação e, portanto, foi classificado como não irritante aos olhos.
Sensibilização cutânea em cobaias: Não sensibilizante.
Mutagenicidade: Não foi observado potencial mutagênico no teste de mutagenicidade in vitro (teste de Ames) ou no estudo de aberração cromossômica in vivo (estudo de formação de micronúcleos).
TOLPIRALATE: Em estudos de doses repetidas conduzidos em ratos, a administração da substância pela via oral nas doses mais altas resultou em efeitos hepáticos caracterizados pela hipertrofia das células do fígado e alterações de parâmetros bioquímicos, além de hipertrofia das células do folículo tiroideano e maior incidência de necrose de célula única nos ácinos pancreáticos. Observou-se aumento da incidência de opacidade ocular e ceratite nos ratos, efeitos que são decorrentes da tirosinemia induzida pela substância. Embora a ocorrência de tirosinemia seja plausível em humanos, a extensão e duração da elevação dos níveis de tirosina não são suficientes para causar tais alterações oculares. Ainda em ratos, foi observada também deposição de hialina nos rins dos machos, efeito que é limitado a essa espécie e gênero e, portanto, não é relevante para humanos. Em cães, foi relatada a hipertrofia das células tiroideanas e hepáticas, além de opacidade ocular e ceratite, em menor magnitude e incidência do que nos ratos. Os efeitos observados em camundongos limitaram-se às alterações hepáticas e nas células do folículo tiroideano.
Nos estudos conduzidos em longo prazo, os órgãos-alvo de toxicidade nos ratos continuaram sendo os olhos, fígado, pâncreas, rins e a tiroide. No estudo de carcinogenicidade em ratos, foi relatado um aumento na incidência de carcinomas oculares. No entanto, considera-se que esse achado seja decorrente da elevação dos níveis da tirosina, cujos efeitos são improváveis de ocorrerem no homem. Em camundongos, não foi relatado aumento na incidência de qualquer neoplasia. O TOLPIRALATE não apresentou potencial genotóxico in vitro e in vivo. Dessa forma, conclui-se que a substância não é carcinogênica para humanos.
Em estudos conduzidos com ratos por duas gerações, o TOLPIRALATE não alterou nenhum parâmetro relativo à reprodução dos animais. Nos estudos de toxicidade para o desenvolvimento pré-natal, conduzidos em ratos e coelhos, não foram observadas malformações ou efeitos teratogênicos nos fetos. Não foram relatados efeitos neurotóxicos nos estudos conduzidos em ratos.
Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos.
Não são conhecidos.
Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para plantas que se deseje preservar. Não aplique O PRODUTO próximo a áreas de preservação ou onde possa ocorrer o escoamento superficial para essas áreas ou atingir corpos hídricos.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamentos.
Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
-“PROTEÇÃO DE PLANTAS NÃO ALVO TERRESTRES: ESTE PRODUTO POSSUI RESTRIÇÃO DE APLICAÇÃO EM VIRTUDE DO RISCO PARA PLANTAS NÃO ALVO TERRESTRES. SIGA AS INSTRUÇÕES DE APLICAÇÃO E RECOMENDAÇÕES PARA PROTEÇÃO DE PLANTAS NÃO ALVO TERRESTRES.”
Aplicação Terrestre:
A aplicação nesta modalidade deve manter a distância mínima de 35 metros da divisa das áreas de vegetação natural.
Tamanho de gotas de Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) de gotas da classe Fina a Média (padrão ASABE).
Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas, nas entrelinhas das culturas de: café, cana-de-açúcar, citros, eucalipto, pinus (Ver quadro 1 e 2) e ameixa, banana, cacau, coco, dendê, pupunha, maçã, mamão, abacaxi, nectarina, pêssego, pêra e uva (Ver quadro 3).
Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou cultivo mínimo para as culturas de: algodão, arroz irrigado, cana-de- açúcar, milho, milheto, sorgo, soja, trigo, aveia, centeio, cevada e triticale (Ver quadro 4) e arroz sequeiro, aveia-preta, feijão, amendoim, feijões e mandioca (Ver quadro 5).
Aplicação em área total, em pós-emergência das plantas daninhas e em pós-emergência das culturas: algodão, milho e soja geneticamente tolerantes ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional (Ver quadro 6, 7 e 8).
Aplicação em área total para a dessecação da aveia-preta quando cultivada como forrageira para silagem ou como cultura de cobertura (Ver quadro 9).
Aplicação em área total como maturador, na fase de maturação dos colmos da cana-de-açúcar
(Ver quadro 10).
Aplicação em área total para erradicação de soqueira da cultura da cana-de-açúcar (Ver quadro 11).
Aplicação em área total para erradicação de pastagens, visando facilitar o preparo de solo realizado durante o processo de renovação das pastagens (Ver quadro 12).
Produto comercial: ROUNDUP ORIGINAL® MAIS corresponde a 577 g/L do sal de di-amônio de glifosato ou 480 g/L do equivalente ácido de glifosato.
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamentos de Aplicação e Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||
CANA-DE- AÇÚCAR CITROS EUCALIPTO PINUS | FOLHAS ESTREITAS | Citros: 3 (três) aplicações. Cana-de- açúcar: 1 (uma) aplicação Eucalipto e Pinus: 1 (uma) aplicação. | Equipamentos: Terrestres em jato-dirigido Volume de calda: Terrestre: 100 - 200 | Cana-de- açúcar: Não Determinado Citros: 30 Eucalipto e Pinus: U.N.A. | ||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 1,0 – 2,0 | ||||
Capim- carrapicho | Cenchrus equinatus | |||||
Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | |||||
Capim-arroz | Echinochloa colonum | 1,0 – 3,0 | ||||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | 2,0 – 4,5 | ||||
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica* | |||||
Capim- colonião | Panicum maximum | |||||
Capim- braquiária | Urochloa decumbens | 3,0 – 4,5 | ||||
Capim- branco | Chloris polydactyla | |||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis* | |||||
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli* | |||||
Arroz- vermelho | Oryza sativa | |||||
Braquiarão | Brachiaria brizantha | 4,5 | ||||
FOLHAS LARGAS | ||||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 – 2,0 | ||||
Caruru-de- macha | Amaranthus viridis | |||||
Caruru- rasteiro | Amaranthus deflexus | 1,0 – 3,0 | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 - 4,5 | ||||
Erva-de- Santa-Luzia | Chamaesyce hirta | 2,0 – 3,0 | ||||
Maria-preta | Solanum americanum | |||||
Poaia- branca | Richardia brasiliensis | 2,0 – 4,0 | ||||
Caruru- branco | Amaranthus hybridus* | 2,0 – 4,5 | ||||
Tiririca | Cyperus rotundus | |||||
Losna- branca | Parthenium hysterophorus | |||||
Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | |||||
Corda-de- viola | Ipomoea grandifolia | 3,0 – 4,0 | ||||
Amendoim bravo ou leiteiro | Euphorbia heterophylla* | 3,0 – 4,5 | ||||
Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | |||||
Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | |||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||
Guanxuma | Sida cordifolia | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 4,5 | ||||
Junquinho | Cyperus ferax | |||||
Corda-de- viola | Ipomoea purpúrea | |||||
Erva-de- touro | Tridax procumbens | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas nas entrelinhas das culturas. Durante a aplicação, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes das plantas úteis. U.N.A. = Uso não alimentar * Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. | ||||||
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamentos de Aplicação e Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||
FOLHAS ESTREITAS | Equipamentos: Terrestres em jato-dirigido Volume de calda: Terrestre: 100 - 200 | |||||
Capim- | Brachiaria | |||||
marmelada | plantaginea | |||||
Capim- carrapicho | Cenchrus equinatus | 1,0 – 2,0 | ||||
Capim- | Digitaria | |||||
colchão | sanguinalis | |||||
CAFÉ | Capim-arroz | Echinochloa colonum | 1,0 – 3,0 | 3 (três) aplicações. | 15 | |
Capim- | Digitaria | |||||
colchão | horizontalis | |||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica* | 2,0 – 3,0 | ||||
Capim- | Panicum maximum | |||||
colonião | ||||||
Capim- | Urochloa | 3,0 | ||||
braquiária | decumbens | |||||
Capim- branco | Chloris polydactyla | |||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis* | |||||
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli* | |||||
Arroz- vermelho | Oryza sativa | |||||
Braquiarão | Brachiaria brizantha | |||||
FOLHAS LARGAS | ||||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 – 2,0 | ||||
Caruru-de- macha | Amaranthus viridis | |||||
Caruru- rasteiro | Amaranthus deflexus | 1,0 – 3,0 | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||
Erva-de- Santa-Luzia | Chamaesyce hirta | 2,0 – 3,0 | ||||
Maria-preta | Solanum americanum | |||||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | |||||
Caruru- branco | Amaranthus hybridus* | |||||
Tiririca | Cyperus rotundus | |||||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | |||||
Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | |||||
Corda-de- viola | Ipomoea grandifolia | 3,0 | ||||
Amendoim bravo ou leiteiro | Euphorbia heterophylla* | |||||
Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | |||||
Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | |||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||
Guanxuma | Sida cordifolia | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||||
Corda-de- viola | Ipomoea purpúrea | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas na entrelinha da cultura. Recomenda-se aplicações sequenciais com o intervalo mínimo de 45 dias entre cada pulverização. Durante a aplicação, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes das plantas úteis. * Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. | ||||||
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamentos e Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||
FOLHAS ESTREITAS | Ameixa, Banana, Maçã, Mamão, Abacaxi, Nectarina, Pêssego, Pera e Uva: 2 (duas) aplicações durante o ano. Cacau, Coco, Dendê e Pupunha: 3 (três) aplicações durante o ano | Equipamentos Terrestres em jato dirigido Volume de calda Terrestre: 100 - 200 | Ameixa: 17 Banana: 30 Cacau: 30 Coco: 15 Dendê:15 Pupunha:15 Maçã:15 Mamão: 3 Abacaxi: 3 Nectarina: 30 Pêra: 15 Pêssego: 30 Uva: 17 | |||
Capim- | Cenchrus | 1,0 – 2,0 | ||||
carrapicho | echinatus | |||||
Capim- | Urochloa | |||||
braquiária | decumbens | |||||
AMEIXA | Capim- colchão | Digitaria horizontalis | 2,0 - 4,0 | |||
BANANA | Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica* | ||||
CACAU | Capim- amargoso | Digitaria insularis* | 3,0 – 4,0 | |||
COCO | FOLHAS LARGAS | |||||
DENDÊ | Caruru-de- | Amaranthus viridis | 1,0 – 2,0 | |||
PUPUNHA | mancha | |||||
MAÇÃ | Picão preto | Bidens pilosa | 1,0 – 3,0 | |||
2,0 – 4,0 | ||||||
MAMÃO ABACAXI | Caruru- branco | Amaranthus hybridus* | ||||
NECTARINA | Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
PÊSSEGO | Poaia-branca | Richardia brasiliensis | ||||
PERA UVA | Corda-de- viola | Ipomoea grandifolia | 3,0 – 4,0 | |||
Leiteiro | Euphorbia | |||||
heterophylla* | ||||||
Erva-de- Santa-Luzia | Euphorbia hirta | 2,0 - 3,0 | ||||
Trapoeraba | Commelina | 4,0 | ||||
benghalensis | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas nas entrelinhas das culturas. Durante a aplicação, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes das plantas úteis. * Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. | ||||||
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamentos de Aplicação e Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||
FOLHAS ESTREITAS | Algodão, arroz irrigado, milho, milheto, sorgo, trigo, aveia, centeio, cevada e triticale: 1 (uma) aplicação Cana-de- açúcar: 1 (uma) aplicação Soja: 1 (uma) aplicação ou aplicação sequencial sem ultrapassar a dose máxima recomendada | Equipamentos: Terrestres e aéreos Volume de calda: Terrestre: 100 - 200 Aérea: 20 - 40 | ||||
Capim- | Brachiaria | |||||
marmelada | plantaginea | |||||
Capim- carrapicho | Cenchrus equinatus | 1,0 – 2,0 | ||||
Capim- | Digitaria | |||||
colchão | sanguinalis | |||||
Capim- | Echinochloa | 1,0 – 3,0 | ||||
arroz | colonum | |||||
Capim- | Digitaria | |||||
colchão | horizontalis | |||||
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica* | 2,0 – 4,5 | ||||
Capim- | Panicum | |||||
colonião | maximum | |||||
ALGODÃO | Capim- braquiária | Urochloa decumbens | ||||
ARROZ IRRIGADO CANA-DE- | Capim- branco | Chloris polydactyla | 3,0 – 4,5 | |||
Capim- amargoso | Digitaria insularis* | |||||
AÇÚCAR | Capim- arroz | Echinochloa crusgalli* | Intervalo de segurança | |||
MILHO | Arroz- | Oryza sativa | não | |||
MILHETO | vermelho | determinado | ||||
SORGO | Braquiarão | Brachiaria brizantha | 4,5 | devido à modalidade | ||
SOJA | FOLHAS LARGAS | de emprego. | ||||
TRIGO AVEIA CENTEIO CEVADA TRITICALE | Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 – 2,0 | |||
Caruru-de- macha | Amaranthus viridis | |||||
Caruru- rasteiro | Amaranthus deflexus | 1,0 – 3,0 | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 - 4,5 | ||||
Erva-de- Santa- Luzia | Chamaesyce hirta | 2,0 – 3,0 | ||||
Maria-preta | Solanum | |||||
americanum | ||||||
Caruru- | Amaranthus | |||||
branco | hybridus* | |||||
Tiririca | Cyperus rotundus | |||||
Losna- | Parthenium | 2,0 – 4,5 | ||||
branca | hysterophorus | |||||
Nabo ou | Raphanus sativus | |||||
Nabiça | ||||||
Amendoim | Euphorbia | 3,0 – 4,5 | ||||
bravo ou | heterophylla* | |||||
leiteiro | ||||||
Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | |||||
Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | |||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||
Guanxuma | Sida cordifolia | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 4,5 | ||||
Junquinho | Cyperus ferax | |||||
Corda-de- viola | Ipomoea purpurea | |||||
Erva-de- touro | Tridax procumbens | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas. Quando aplicado conforme recomendação controlará as plantas daninhas em uma única aplicação. Entretanto, pode ser efetuada aplicação sequencial. Neste caso, utilizar a maior dose na primeira aplicação observando que o somatório das doses não ultrapasse a dose máxima recomendada. * Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. | ||||||
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamentos e Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||
ARROZ SEQUEIRO AVEIA- PRETA FEIJÃO AMENDOIM FEIJÕES MANDIOCA | FOLHAS ESTREITAS | 1 (uma) aplicação | Equipamentos: Terrestres e aéreos Volume de calda: Terrestre: 100 - 200 Aérea: 20 - 40 | Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. | ||
Capim- carrapicho | Cenchrus equinatus | 1,0 – 4,0 | ||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | |||||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | 2,0 – 3,0 | ||||
Capim-pé-de- galinha | Echinochloa crusgalli* | |||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica* | |||||
FOLHAS LARGAS | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 -3,0 | ||||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2,0 – 4,0 | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||
Corda-de- viola | Ipomoea purpurea | |||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla* | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: | ||||||
Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo.
*Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”.
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamentos e Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||
ALGODÃO GENETICAMENTE MODIFICADO | FOLHAS ESTREITAS | 2 (duas) aplicações | Equipamentos Terrestres e aéreos Volume de calda Terrestre: 100 - 200 Aérea: 20 - 40 | 130 | ||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | 2,0 – 3,0 | ||||
Capim- colchão | Digitaria ciliaris | |||||
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica* | |||||
Capim- braquiária | Urochloa decumbens | 3,0 | ||||
FOLHAS LARGAS | ||||||
Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 1,0 – 2,0 | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2,0 – 3,0 | ||||
Caruru- branco | Amaranthus hybridus* | 2,0 - 3,0 | ||||
Nabiça | Raphanus raphanistrum | |||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla* | 3,0 | ||||
Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | |||||
Fedegoso | Senna obtusifolia | |||||
Fedegoso | Senna occidentalis | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total em pós-emergência do algodão geneticamente modificado e pós-emergência das plantas daninhas. A melhor época para controle das plantas daninhas é quando as plantas daninhas se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. É fundamental nesta operação observar que as plantas daninhas estejam recebendo uma boa cobertura, sem qualquer “efeito guarda-chuva” que possa reduzir a ação do produto. Uma aplicação será suficiente para o controle de plantas daninhas, porém, em áreas com alta infestação, poderá ocorrer um segundo fluxo de germinação, sendo necessária uma aplicação adicional, a qual deverá ser feita levando-se em conta o período de mato competição para a cultura, bem como os intervalos de segurança para a cultura do algodão. *Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. | ||||||
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamentos e Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||
MILHO GENETICAMENTE MODIFICADO | FOLHAS ESTREITAS | 2 (duas) aplicações | Equipamentos Terrestres e aéreos Volume de calda Terrestre: 100 - 200 Aérea: 20 - 40 | 60 | ||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | 2,0 – 3,0 | ||||
Capim- colchão | Digitaria ciliaris | |||||
Capim- braquiária | Urochloa decumbens | 3,0 | ||||
FOLHAS LARGAS | ||||||
Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 2,0 -3,0 | ||||
Picão- preto | Bidens pilosa | |||||
Caruru- branco | Amaranthus hybridus* | |||||
Nabiça | Raphanus Raphanistrum | |||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla* | 3,0 | ||||
Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | |||||
Fedegoso | Senna obtusifolia | |||||
Fedegoso | Senna occidentalis | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total em pós-emergência do milho geneticamente modificado e em pós-emergência das plantas daninhas. Em áreas de baixa a média infestação recomenda-se uma aplicação única quando o milho estiver até no máximo com 5 folhas verdadeiras (V5). Em áreas de alta infestação e/ou germinação desuniforme das plantas daninhas recomenda-se realizar aplicação sequencial (duas aplicações), sendo a primeira aplicação com o milho até 2 folhas verdadeiras (V2), e a segunda aplicação na dose recomendada acima, com intervalo de aproximadamente 15 dias após a primeira aplicação. *Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. | ||||||
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||
SOJA GENETICAMENTE MODIFICADA | FOLHAS ESTREITAS | 1 (uma) aplicação | Equipamentos Terrestres e aéreos | 56 | ||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,0 | ||||
Capim- | Digitaria | |||||
colchão | horizontalis | Volume de calda Terrestre: 100 - 200 Aérea: 20 - 40 | ||||
Capim- arroz | Echonochloa colonum | |||||
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica* | 2,0 | ||||
FOLHAS LARGAS | ||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 3,5 | ||||
Corda-de- viola | Ipomoea grandifolia | 3,0 | ||||
Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | 2,0 | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 1,0 | ||||
FOLHAS ESTREITAS | aplicação sequencial sem ultrapassar a dose máxima recomendada. | |||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,5 / 1,0 | ||||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | |||||
Capim- arroz | Echinochloa colonum | |||||
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica* | |||||
FOLHAS LARGAS | ||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 1,5 / 1,5 | ||||
Corda-de- viola | Ipomoea grandifolia | 1,5 / 1,0 | ||||
Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total em pós-emergência da soja geneticamente modificada e das plantas daninhas. A melhor época para controle das plantas daninhas é quando se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. No caso de aplicação única o momento ideal é em torno dos 25 dias após o plantio ou em duas aplicações sendo a 1ª aos 15 - 20 dias após o plantio e a 2ª aos 15 - 20 dias após a primeira aplicação, e não aplicar no estágio reprodutivo da cultura. É fundamental nessa operação observar que as plantas daninhas estejam recebendo uma boa cobertura da calda, e que não haja qualquer “efeito guarda-chuva” que possa reduzir a ação do produto. As doses separadas por “/” referem-se à aplicação sequencial ou duas aplicações. Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. | ||||||
Cultura | Finalidade de Uso | Dose Produto Comercial (L/ha | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) Equipamento de Aplicação | Intervalo de segurança (dias) |
Equipamentos | |||||
Terrestres e aéreos | |||||
AVEIA-PRETA (Avena strigosa) | Dessecação | 0,5 -1,0 | 1 (uma) aplicação | Volume de calda Terrestre: 100 - 200 | 4 |
Aérea: | |||||
20 - 40 | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para a dessecação da aveia-preta, visando a elevação do teor de matéria seca, para a produção de silagem pré secada, utilizar a dose de 0,5 L/ha. A aplicação deve ser realizada de 4 a 5 dias antes da colheita. A cultura deve estar no período de enchimento dos grãos, no estádio de grão leitoso. Para a dessecação da aveia-preta quando cultivada como cultura de cobertura, a aplicação pode ser realizada em qualquer fase do desenvolvimento da cultura. Para este objetivo utilizar a dose de 1,0 L/ha. | |||||
Cultura | Finalidade de Uso | Dose Produto Comercial (L/ha | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) Equipamento de Aplicação | Intervalo de segurança (dias) |
Equipamentos Aéreos | |||||
CANA-DE- AÇÚCAR | Maturação | 0,3 – 0,45 | 1 (uma) aplicação | Volume de calda | 30 |
Aérea: 20 - 40 | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Pode ser utilizado como maturador em cana-de-açúcar, em qualquer época de safra com os seguintes direcionamentos: Início da safra: visando antecipar ou acelerar a maturação, devido a condições pouco favoráveis de maturação natural. Meio da safra: com o objetivo de maximizar a qualidade da matéria-prima. Final da safra: com o objetivo mínimo de manter um bom nível de maturação, evitando a queda natural que ocorre com o início das chuvas. O período entre aplicação e colheita: em geral, melhorias consistentes nos parâmetros tecnológicos da cana-de- açúcar são obtidas com a realização da colheita entre 6 a 8 semanas após a aplicação do produto. | |||||
Cultura | Finalidade de Uso | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) |
CANA-DE- AÇÚCAR | Controle da Soqueira | 3,0 – 4,5 | 1 (uma) aplicação | Equipamentos Terrestres e aéreos Volume de calda Terrestre: 100 - 200 Aérea: 20 - 40 | Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total para erradicação da soqueira da cultura da cana-de-açúcar. Esta aplicação deverá ser realizada quando a folha bandeira (última folha totalmente estendida da soqueira) estiver com altura média entre 0,6 m e 1,0 m em relação ao solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes de se observar a formação de colmos na soqueira. | |||||
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamentos e Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||
PASTAGEM | Capim- braquiária | Urochloa decumbens | 3,0 - 4,0 | 1 (uma) aplicação | Equipamentos Terrestres e aéreos Volume de calda Terrestre: 100 - 200 Aérea: 20 - 40 | U.N.A. |
Braquiarão | Brachiaria brizantha | |||||
Capim- colonião | Panicum maximum | |||||
Grama-seda | Cynodon dactylon | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Esta modalidade de aplicação (área total) é destinada à eliminação da vegetação em áreas de pastagem que apresentam baixo potencial produtivo ou que se encontram degradadas, visando facilitar as operações de preparo de solo necessárias para a instalação de uma nova pastagem ou uma nova cultura. | ||||||
No caso de áreas com infestação diversificada, a dose a ser aplicada deverá ser definida em função da planta infestante de mais difícil controle presente na área e que apresente infestação significativa.
Dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento e maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
O melhor período para controlar as espécies de plantas daninhas perenes é próximo ao início da floração. Para as plantas daninhas anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais.
A eficiência do produto pode ser visualizada entre o 7º e 14° dia após a aplicação, dependendo da planta daninha (anual ou perene) e de seu estádio de desenvolvimento.
A seletividade para as culturas convencionais é obtida através das modalidades de aplicação, ou seja, antes do plantio das culturas anuais ou perenes, no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo ou através da aplicação dirigida ou protegida, nas entrelinhas das culturas perenes.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Ver detalhes | ||
| Algodão | Malvastrum coromandelianum | guanxuma (1), guaxima (2), malvastro | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Urochloa decumbens | Capim-Braquiária | Ver detalhes |
| Ameixa | Ver detalhes | ||
| Amendoim | Ver detalhes | ||
| Arroz irrigado | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
| Aveia | Ver detalhes | ||
| Aveia preta | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Cacau | Ver detalhes | ||
| Café | Richardia brasiliensis | poaia, poaia-branca, poaia-do-campo (2) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Centeio | Ver detalhes | ||
| Cevada | Ver detalhes | ||
| Citros | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
| Coco | Ver detalhes | ||
| Dendê | Ver detalhes | ||
| Eucalipto | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Feijão | Ver detalhes | ||
| Mamão | Ver detalhes | ||
| Mandioca | Ver detalhes | ||
| Milheto | Ver detalhes | ||
| Milho | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
| Milho OGM | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Nectarina | Ver detalhes | ||
| Pastagens | Urochloa decumbens | Capim-Braquiária | Ver detalhes |
| Pera | Ver detalhes | ||
| Pessego | Ver detalhes | ||
| Pupunha | Ver detalhes | ||
| Soja | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Soja OGM | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Sorgo | Ver detalhes | ||
| Trigo | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Triticale | Ver detalhes | ||
| Uva | Ver detalhes |
As recomendações a seguir relacionadas são importantes para uma correta aplicação e para se obter os efeitos desejados.
Ao aplicar o produto, siga sempre as recomendações da bula garantindo uma boa cobertura da pulverização sobre o alvo desejado, evitando a sobreposição das faixas de aplicação. Proceda a regulagem do equipamento de aplicação terrestre ou aéreo para assegurar uma distribuição uniforme na dose correta sobre o alvo desejado.
Certifique-se de que o tanque do equipamento de pulverização esteja limpo (isento de resíduos) antes de iniciar a operação.
No caso de pulverizador tratorizado ligue o sistema de agitação do tanque e adicione a quantidade recomendada de produto. Ou, no caso de pulverizador costal, agite a água manualmente.
Com o agitador ligado, complete o volume do tanque com água mantendo a mangueira, assim como o sistema de retorno, submersos no líquido.
Mantenha a calda sob constante agitação durante a pulverização.
Não deixe a calda de agroquímicos preparada de um dia para outro, a aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
APLICAÇÃO TERRESTRE
Utilizar equipamento de pulverização tratorizado provido de barras apropriadas ou pulverização costal. Seguir as recomendações e restrições gerais.
Recomenda-se o volume de calda de aplicação entre 100 a 200 L/ha.
A barra pulverizadora deverá estar posicionada a 50 cm de altura do alvo a ser atingido. Menores alturas poderão ser utilizadas no caso de espaçamento entre bicos menores que 50,0 cm. Quanto menor a distância entre a altura da barra e o alvo a ser atingido, menor a exposição das gotas e menor o impacto na aplicação pelas condições ambientais, como a evaporação e transporte pelo vento (deriva). Recomenda-se o uso de controladores automáticos de altura da barra para manter a altura ideal da ponta em relação ao alvo.
Recomenda-se a aplicação do produto quando a velocidade do vento não ultrapassar 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação minimizando desta forma o efeito de deriva.
Selecione uma velocidade adequada às condições do terreno, equipamento e cultura, observando o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. As aplicações efetuadas em velocidades mais baixas, geralmente resultam em uma melhor cobertura e deposição do produto na área alvo e menor risco de deriva. Não aplique com velocidades superiores a 25 km/h.
A pressão de trabalho deverá ser selecionada considerando o volume de calda da aplicação e o tamanho de gotas desejado. Em caso de dúvida consulte a recomendação do fabricante da ponta (bico). Observar sempre a recomendação do fabricante da ponta (bico) e trabalhar dentro da faixa de pressão recomendada, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gotas. Lembre-se que maiores pressões levam a menores tamanhos de gotas, podendo favorecer a deriva.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota grossa a muito grossa, direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
APLICAÇÃO AÉREA
Recomenda-se para aplicação com equipamentos aéreos de pulverização, aeronaves providas com barra e pontas (bicos) apropriadas. A aplicação deve ser realizada apenas por empresas especializadas, sob orientação de um engenheiro agrônomo. Seguir as recomendações e restrições gerais.
Recomenda-se o volume de calda de aplicação entre 20 a 40 L/ha.
Recomenda-se altura de voo de 3 a 5 m acima do topo da cultura, com faixa de deposição adequada ao tipo de aeronave empregada. O aumento da altura de voo eleva o risco potencial de deriva.
Especial atenção deve ser dada aos efeitos de vórtices que também podem causar deriva ocasionada principalmente pelo posicionamento incorreto dos bicos em relação às asas da aeronave.
Recomenda-se a aplicação do produto quando a velocidade do vento não ultrapassar 10 km/h.
Aplique apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco da evaporação da calda de pulverização, reduzindo o tamanho de gota e aumentando o potencial de deriva. Evite pulverizar durante condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 55 %) e altas temperaturas (maiores que 30o C). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e às condições climáticas (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador. Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
Especial atenção deve ser tomada em relação ao fenômeno conhecido por inversão térmica. Não proceda aplicação com inversão térmica.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após aplicação pode afetar o desempenho do produto. Este intervalo de tempo é o mínimo necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta alvo em condições adequadas de desenvolvimento. Evite aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho. Sob risco de chuva, suspenda a aplicação.
Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação).
Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para uso durante a aplicação.
As culturas de feijão, soja, milho e algodão, apesar de sensíveis a TERRAD´OR 339SC, apresentam seletividade quando o produto é aplicado em dessecação pré-plantio dessas culturas.
Algodão, Milho, Soja e Feijão:
Fazer 1 (uma) aplicação em pós-emergência das plantas daninhas, no manejo de áreas em sistema de plantio direto, sempre antes da semeadura (dessecação pré-plantio).
As plantas daninhas devem estar no estádio de desenvolvimento conforme tabela abaixo.
O plantio deverá ser feito 15 (quinze) dias após a pulverização.
O produto, nas dosagens recomendadas, não causa fitointoxicação.
CULTURA | ALVOS CONTROLADOS | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Monocotiledôneas: | ||||
Algodão, Feijão, Milho e Soja | Zea mays | Milho voluntário | 0,175 a 0,240 L/ha (59,33 a 81,36 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência até estádio V4 |
Commelina benghalensis | Trapoeraba | 0,240 a 0,350 L/ha (81,36 a 118,65 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando no estádio de 2 a 4 folhas. | |
Cenchrus echinatus | Capim-carrapicho | 0,240 a 0,350 L/ha (81,36 a 118,65 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 folhas até antes do perfilhamento. | |
Triticum aestivum | Trigo voluntário | |||
Brachiaria decumbens | Capim-braquiária | 0,350 L/ha (118,65 g i.a/ha) | ||
Brachiaria plantaginea | Capim-marmelada | |||
Digitaria insularis | Capim-amargoso | |||
Eleusine indica | Capim-pé-de- galinha | |||
Lolium multiflorum | Azevém | |||
Eudicotiledôneas: | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | ||
Amaranthus viridis | Caruru-de- mancha | 0,120 a 0,175 L/ha (40,68 a 59,33 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando | |
Bidens pilosa | Picão-preto | |||
Euphorbia heterophylla | Leiteiro ou amendoim-bravo | estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. Soja voluntária até 3 trifólios. | ||
Glycine max | Soja voluntária | |||
Ipomoea grandifolia | Corda-de-viola | |||
Ipomoea hederifolia | Corda-de-viola | |||
Parthenium hysterophorus | Losna-branca | |||
Alternanthera tenella | Apaga-fogo | 0,175 a 0,240 L/ha (59,33 a 81,36 g i.a/ha) | ||
Portulaca oleracea | Beldroega | |||
Raphanus raphanistrum | Nabiça | |||
Senna obtusifolia | Fedegoso | |||
Amaranthus deflexus | Caruru | 0,240 a 0,350 L/ha (81,36 a 118,65 g i.a/ha) | ||
Richardia brasiliensis | Poaia-branca | |||
Sonchus oleraceus | Serralha | |||
Spermacoce latifolia | Erva-quente | |||
Tridax procumbens | Erva-de-touro | |||
Amaranthus retroflexus | Caruru | 0,350 L/ha (118,65 g i.a/ha) | ||
Sida rhombifolia | Guanxuma | |||
Conyza bonariensis | Buva | 0,175 a 0,350 L/ha (59,33 a 118,65 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando no estádio de até 10 cm. | |
Borreria verticillata | Vassourinha-de- botão | 0,100 a 0,310 L/ha (33,9 a 105,09 g i.a./ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas |
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para estádios mais avançados das plantas daninhas ou em altas pressões de plantas daninhas. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
Para os cultivos perenes como café e citros, o TERRAD´OR 339 SC é seletivo, exclusivamente, em aplicação em jato dirigido. Portanto, deve-se evitar o contato do produto com as plantas cultivadas.
Café e Citros: Fazer 1 (uma) aplicação nas entre linhas das culturas respeitando o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas conforme tabela abaixo:
CULTURA | ALVOS CONTROLADOS | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Monocotiledôneas: | ||||
Café e Citros | Commelina benghalensis | Trapoeraba | 0,175 a 0,350 L/ha (59,33 a 118,65 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando no estádio de 2 a 4 folhas |
Brachiaria plantaginea | Capim- marmelada | 0,350 L/ha (118,65 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 folhas até antes do perfilhamento. | |
Brachiaria decumbens | Capim-braquiária | |||
Cenchrus echinatus | Capim- carrapicho | |||
Digitaria insularis | Capim-amargoso | |||
Eleusine indica | Capim-pé-de- galinha | |||
Eudicotiledôneas: | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | ||
Amaranthus viridis | Caruru- de- mancha | 0,120 a 0,175 L/ha (40,68 a 59,33 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. | |
Bidens pilosa | Picão-preto | |||
Euphorbia heterophylla | Leiteiro ou amendoim-bravo | |||
Ipomoea grandifolia | Corda-de-viola | |||
Richardia brasiliensis | Poaia-branca | 0,175 a 0,350 L/ha (59,33 a 118,65 g i.a/ha) | ||
Sida rhombifolia | Guanxuma | |||
Galinsoga parviflora | Botão-de-ouro | 0,350 L/ha (118,65 g i.a/ha) | ||
Parthenium hysterophorus | Losna-branca | |||
Portulaca oleracea | Beldroega | |||
Sinedrellopsis grisebachii | Agriãozinho | |||
Conyza bonariensis | Buva | 0,175 a 0,350 L/ha (59,33 a 118,65 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando no estádio de até 10 cm. | |
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para estádios mais avançados das plantas daninhas ou em altas pressões de plantas daninhas. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
A aplicação do herbicida deve ser feita em jato dirigido protegido para que o produto não atinja as folhas da cultura, sendo recomendado o uso de “chapéu de napoleão” ou barras laterais protetoras específicas para jato dirigido que evitem deriva para a parte verde das culturas.
Soja e Feijão: A pulverização do produto TARRAD´OR 339 SC na dessecação pré-colheita deve ocorrer quando a cultura atingir a sua maturação fisiológica.
Algodão: A pulverização do produto TERRAD´OR 339 SC na desfolha pré-colheita deve ocorrer quando 80% das maças do algodoeiro estiverem abertas.
CULTURA | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Dessecação pré-colheita | |||
Algodão | Gossypium hirsutum | 0,120 a 0,175 L/ha (40,68 a 59,33 g a.i/ha) | Aplicar quando 80% das maças estiverem abertas |
Feijão | Phaseolus vulgaris | 0,240 a 0,350 L/ha (81,36 g a 118,65 g a.i/ha) | Aplicar na maturação fisiológica da cultura |
Soja | Glycine max | 0,350 L/ha (118,65 g a.i/ha) | Aplicar na maturação fisiológica da cultura |
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para a dessecação/desfolha mais rápida da cultura ou das plantas daninhas antes da colheita. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil éster etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
Permite a colheita entre 7 até 14 dias após a aplicação, dependendo da dose e condições climáticas. Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de dessecação
Aplique TERRAD´OR 339 SC conforme as recomendações da bula:
Aplique em pós-emergência das plantas daninhas na dose recomendada conforme consta na bula, sempre utilizando adjuvante a base de alquil éster etoxilado do ácido fosfórico a 0,5% v/v;
Faça a aplicação dentro das condições climáticas e do período ideal do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas;
Evite rebrotas respeitando:
Estádio de desenvolvimento das plantas daninhas conforme consta na bula;
Boa cobertura dos alvos a serem atingidos;
Aplicar quando as plantas daninhas estiverem em pleno vigor vegetativo;
Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de controle;
Evite aplicação nas horas mais quentes do dia;
Evite aplicação nas seguintes condições: Temperatura acima de 30ºC, umidade relativa do ar abaixo de 60%, ventos acima de 10km/h;
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
| Café | Synedrellopsis grisebachii | agrião-do-pasto, agriãozinho, poejinho | Ver detalhes |
| Citros | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
| Milho | Triticum aestivum | trigo | Ver detalhes |
| Soja | Zea mays | milho | Ver detalhes |
Com pulverizador tratorizado ou costal manual: usar uma barra com bicos tipo leque (jato plano), aplicando-se em área total com volume de calda de 100 a 300 litros por hectare e pressão de serviço deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
É permitida a aplicação via jato dirigido de até 118,65 g i.a./ha por ciclo da cultura.
Para aplicação foliar é permitido o uso de até 118,65 g i.a./ha por ciclo da cultura, desde que adotada distância de 160 m de vegetações adjacentes não alvo.
Selecionar pontas que produzam o Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) gotas finas a médias.
Aeronaves agrícolas: Usar ponta de pulverização apropriada para este tipo de aplicação, com volume de calda de maior que 20 L/ha.
Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
É permitida a aplicação aérea de até 52,5 g i.a./ha por ciclo da cultura, desde que adotada distância de 210 m de vegetações adjacentes não alvo.
Classe de gotas: utilizar o Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) de gotas das classes média a grossa.
Altura do voo: de 3 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição.
Volume de calda maior que 20 L/ha
Condições climáticas a serem respeitadas: Velocidade do vento até 10 km/h (2,78m/s); Temperatura até 28 °C; Umidade relativa do ar acima de 60%.
Milho: 120 dias Soja:3 dias Feijão: 3 dias Algodão:7 dias Café: 7 dias
Citros: 7 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.
Controle de plantas daninhas em aplicações em jato dirigido em culturas florestais: seringueira, eucalipto, pinus e acácia negra.
As seguintes plantas daninhas têm sido controladas por Valeos® conforme estudos oficiais em diversas culturas especificadas nas recomendações desta bula: agriãozinho (Synedrellopsis grisebachii), buva, voadeira, rabo-de-foguete (Conyza. canadensis), caruru-de-mancha (Amaranthus viridis), corda-de- viola, corriola (Ipomoeaquamoclit Ipomoea hederifolia), erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta), erva- quente (Spermacoce latifolia), guanxuma (Sida rhombifoiia), mostarda (Brassica rapa) picão-preto (Bidens pilosa), poaia-branca (Richardia brasiliensis) e trapoeraba (Commelina benghalensis, Commelina diffusa).
Cultura* | Alvo biológico Nome comum/científico | Estádio das plantas daninhas | Dose** | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de aplicações |
g p.c./ha | |||||
Acácia Negra | Dessecação de plantas daninhas em pós-transplante das mudas e pós- emergência das plantas daninhas em jato dirigido*** | ||||
Corda-de-viola Ipomoea hederifolia | 4 – 6 folhas | 35 – 200 | 150 - 400 | 5 | |
Acácia Negra | Guanxuma Sida rhombifolia | 4 – 6 folhas | 35 – 200 | 150 - 400 | 5 |
Trapoeraba Commeiina benghalensis | |||||
Eucalipto | Dessecação de plantas daninhas em pós-transplante das mudas e pós- emergência das plantas daninhas em jato dirigido*** | ||||
Erva-quente Spermacoce latifólia | 4 – 6 folhas | 50 – 200 | 150 - 400 | 5 | |
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Poaia-branca Richardia brasiliensis | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | 4 – 6 folhas | 35 – 200 | |||
Trapoeraba Commeiina diffusa | 4 – 8 folhas | ||||
Buva Conyza canadensis | 6 – 8 folhas | ||||
Pinus | Dessecação de plantas daninhas em pós-transplante das mudas e pós- emergência das plantas daninhas em jato dirigido*** | ||||
Agriãozinho Synedrolopsis grisebachii | 4 – 6 folhas | 50 – 140 | 150 - 400 | 5 | |
Erva-de-santa-luzia Chamaesyce hirta | |||||
Erva-quente Spermacoce latifolia | |||||
Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | 6 – 8 folhas | 35 – 140 | |||
Corda-de-viola Ipomoea quamoclit | Crescimento vegetativo/Pré- florescimento | ||||
Mostarda Brassica rapa | 4 – 6 folhas | ||||
Seringueira | Dessecação de plantas daninhas em pós-transplante das mudas e pós- emergência das plantas daninhas em jato dirigido*** | ||||
Erva-quente Spermacoce latifolia | 4 – 6 folhas | 50 – 140 | 150 - 400 | 5 | |
Guanxuma Sida rhombifolia | 35 – 140 | ||||
p.c. = produto comercial (1 kg de Valeos® equivale a 700 g i.a. de Saflufenacil);
i.a. = ingrediente ativo;
* Adicionar adjuvante não iônico na dose 0,5% a 2% v/v na calda de pulverização.
** Utilizar as maiores doses em áreas de alta incidência das plantas daninhas ou quando estas estiverem com estágios mais avançados e/ou para se conseguir um maior período de controle.
*** Para manejo e complementação no controle de infestações de gramíneas, recomenda-se herbicidas a base de glifosato ou outros herbicidas graminicidas registrados, conforme dose e recomendações de uso descrito na bula.
No máximo 5 aplicações com intervalos de 30 a 60 dias com volume de calda de 150 - 400 L/ha. Dessecação de plantas daninhas em pós transplante das mudas e pós emergência das plantas daninhas em jato dirigido.
Para manejo e complementação no controle de infestações de gramíneas recomenda-se herbicidas a base de glifosato conforme recomendações registradas.
Aplique Valeos® conforme as recomendações de bula:
Aplicação em pós-emergência na dose recomendada adicione sempre adjuvante não iônico na dose 0,5% a 2% v/v na calda de pulverização.
Faça a aplicação dentro do período ideal do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas de folhas largas evitando que haja rebrotas de algumas espécies, inclua no manejo de plantas daninhas gramíneas herbicidas devidamente recomendados e registrados.
Potencialize o controle com:
Uma boa cobertura das plantas;
O uso de doses mais altas de adjuvantes em condições mais críticas;
A aplicação em plantas com pleno desenvolvimento vegetativo;
A presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de controle;
A condições de alta umidade relativa e temperatura entre 20 a 30°C.
Evite aplicações nas horas mais quentes do dia, temperaturas acima de 30°C, e com baixa umidade relativa do ar, umidade relativa abaixo de 55%, ou com ventos acima de 10 km/h, principalmente quando essas condições causem estresse hídrico nas plantas e favoreçam à deriva da pulverização.
Limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra e os bicos) antes de utilizá-los com outros produtos ou em outros cultivos.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Acácia negra | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Richardia brasiliensis | poaia, poaia-branca, poaia-do-campo (2) | Ver detalhes |
| Pinus | Spermacoce latifolia | erva-de-lagarto (2), erva-quente (2), perpetua-do-mato (2) | Ver detalhes |
| Seringueira | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
Por se tratar de uma formulação do tipo WG (Grânulos Dispersíveis em Água) o produto deve ser adicionado lentamente no tanque do pulverizador sob agitação constante ou pré-dissolvidos em recipientes adequados.
Adicionar o adjuvante à calda após o produto, conforme recomendação descrita no item CULTURAS, PLANTAS DANINHAS e DOSES.
Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada. Nas aplicações de jato dirigido, evitar que o produto atinja as folhas da cultura, sendo recomendado o uso de “Chapéu de Napoleão” ou barras laterais protetoras específicas para jato dirigido que evitem deriva de calda sobre as partes verdes das culturas.
Recomenda-se o volume de calda entre 150 a 400 L/ha, dependendo do cultivo e manejo a ser adotado. Seguir as recomendações do item “CULTURAS, PLANTAS DANINHAS e DOSES” e “NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO”.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de grossas (C), conforme norma ASABE S572.1. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 03 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 55%) e altas temperaturas (maiores que 30oC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do engenheiro agrônomo da região. O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos/culturas. Recomenda-
se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante. Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.
CULTURA | DIAS |
Eucalipto | UNA (uso não alimentar) |
Pinus | |
Acácia negra | |
Seringueira |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

