INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
O herbicida AZTECA pertence à classe pré-emergente de ação sistêmica, recomendado para o controle de plantas infestantes conforme recomendações abaixo:
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
CANA-DE-AÇÚCAR | Tiririca (Cyperus rotundus) | 1,6 | 01 | TERRESTRE 300 - 400 AÉREA 10 - 40 |
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 1,2 | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | ||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | ||||
Capim-colonião (sementes) (Panicum maximum) | ||||
Capim-marmelada (Brachiaria plantagínea) | ||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | ||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | ||||
Caruru (Amaranthus viridis) | ||||
Erva-quente (Spermacoce alata) | ||||
Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | ||||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) |
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
CANA-DE- AÇÚCAR | Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | 1,2 | 01 | TERRESTRE 300 - 400 AÉREA 10 - 40 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em pós-plantio da cultura e em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura. | ||||
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
SOJA | Buva (Conyza bonariensis) | 0,8 – 1,2(*) | 01 | TERRESTRE 250 – 300 AÉREA 10 - 40 |
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 1,2 (solo pesado) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | ||||
Cheirosa (Hyptis suaveolens) | ||||
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | ||||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | ||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | ||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | ||||
Capim-colonião (sementes) (Panicum maximum) | ||||
Capim-custódio (Pennisetum setosum) | ||||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | ||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | ||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | ||||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | ||||
Desmódio (Desmodium tortuosum) |
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
SOJA | Erva-quente (Spermacoce alata) | 1,2 (solo pesado) | 01 | TERRESTRE 250 - 300 AÉREA 40 |
Erva-palha (Blainvillea latifolia) | ||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | ||||
Joá-de-capote (Nicandra physaloides) | ||||
Maria-pretinha (Solanum americanum) | ||||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | ||||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar após a semeadura da soja e em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas. (*) Atenção: A dose de 1,2 L/ha é indicada somente para solo pesado, se utilizada em solos leves e médios, poderá causar fitotoxicidade. Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas. O AZTECA, na cultura de soja, pode ser aplicado tanto no sistema convencional de cultivo como no sistema de plantio direto. No plantio direto deverá ser aplicado para controlar as seguintes plantas daninhas: Capim-braquiária (Brachiaria decumbens), Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea), Capim-colchão (Digitaria horizontalis), Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla), Guanxuma (Sida rhombifolia), Corda-de-viola (Ipomonea grandifolia), observando a seguinte sequência: 1) Dessecação de plantas daninhas (manejo químico); 2) Plantio; 3) Aplicação de AZTECA sempre na dose de 1,2 L/ha. | ||||
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
SOJA | Trapoeraba(*) (Commelina benghalensis) | 0,40 – 0,60 | 01 | TERRESTRE 250 – 300 AÉREA 10 - 40 |
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 0,80 | |||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: (*) Recomendado apenas para solos leves. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura. | ||||
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
SOJA | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 0,20 – 0,40 | 01 | TERRESTRE 250 - 300 AÉREA 10 - 40 |
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o produto na pós-emergência das plantas infestantes, com auxílio de pulverizadores terrestres manuais costais ou tratorizados. Para dessecação, as plantas infestantes deverão estar no máximo com 6-8 folhas e porcentagem de cobertura do solo até 20% a 35%, respectivamente. | ||||
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
CAFÉ | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 1,4 | 01 | TERRESTRE 200 - 400 |
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | ||||
Tiririca (Cyperus rotundus) | ||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Caruru (Amaranthus viridis) | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar AZTECA nestas doses, em pré-emergência das plantas daninhas, em cafeeiros e cítricos adultos em jato dirigido para o solo. | ||||
CITROS | Caruru (Amaranthus retroflexus) | 1,2 – 1,4 | 01 | TERRESTRE 200 - 400 |
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | ||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | ||||
Grama-seda (Cynodon dactylon) | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar AZTECA nestas doses, em pré-emergência das plantas daninhas, em cafeeiros e cítricos adultos em jato dirigido para o solo. | ||||
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
FUMO | Capim-papua (Brachiaria plantaginea) | 0,80 | 01 | TERRESTRE 100 – 200 |
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 0,60 – 0,80 | |||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 0,60 | |||
Tiririca(*) (Cyperus rotundus) | 0,60 – 0,80 | |||
Leiteiro(*) (Euphorbia heterophyla) | 0,80 | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: O produto AZTECA é recomendado para a cultura do fumo somente em solos leves e médios. A aplicação para a cultura do fumo pode ser feita de duas formas:
(*) Na aplicação na entrelinha em condições de alta infestação de Cyperus rotundus e Euphorbia heterophyla utilizar a dose de 500 g i.a./ha (1 L p.c/ha). As doses mais baixas devem ser utilizadas em solos leves e as doses maiores devem ser utilizadas para os solos médios. | ||||
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
ABACAXI | Capim braquiária (Brachiaria decumbens) | 1,2 – 1,4 | 01 | TERRESTRE 200 |
Beldroega (Portulaca oleracea) | 1,2 | |||
Capim favorito(*) (Rhynchelitrum repens) | 0,8 – 1,2 | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes em pós-plantio. (*) O produto AZTECA é recomendado para o controle de Capim-favorito somente em solo leve e médio. | ||||
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
EUCALIPTO | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 0,8 | 01 | TERRESTRE 150 – 200 |
Caruru-branco (Amaranthus hybridus) | ||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | ||||
Erva-de-bicho (Solanum americanum) | ||||
Joá-de-capote (Nicandra physaloides) | ||||
Erva-palha (Blainvillea latifólia) | 0,9 | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | ||||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | ||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 1,0 | |||
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | ||||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | ||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | ||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | ||||
Capim-colonião (Panicum maximum) | ||||
Capim-custódio (Pennisetum setosum) | ||||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | ||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | ||||
Erva-quente (Spermacoce latifólia) | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) |
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
EUCALIPTO | Cheirosa (Hyptis suaveolens) | 1,2 | 01 | TERRESTRE 150 – 200 |
Desmodio (Desmodium tortuosum) | ||||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,0 – 1,2 | |||
Tiririca (Cyperus rotundus) | 1,2 – 1,6 | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação pré-plantio das mudas deve ser realizada em faixa sobre a linha de plantio. E em pós-plantio, através de jato dirigido, procurando evitar a parte aérea das plantas. Na aplicação tópica sobre a muda, podem ocorrer “queimas” localizadas, onde houver contato do produto com as folhas ou brotações, mas com recuperação rápida sem afetar o desenvolvimento da planta e sua produtividade. | ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Café | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Citros | Amaranthus retroflexus | bredo (5), caruru (4), caruru-áspero | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Fumo | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
| Soja | Blainvillea latifolia | canela-de-urubú, erva-de-urubú, erva-palha (1) | Ver detalhes |
O herbicida AZTECA pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores costais ou tratorizados e por via aérea, conforme recomendações para cada cultura. Além das recomendações acima para as culturas indicadas, levar em consideração que o solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem. Como todos os herbicidas, o produto necessita de uma quantidade mínima de umidade no solo para sua ativação. Na ausência desta, deve-se aguardar uma chuva leve (maior que 10mm). Neste caso, se houver plantas infestantes já germinadas, as mesmas devem ser eliminadas através de um cultivo superficial (tratorizado ou manual) nas entrelinhas, evitando-se o movimento intenso do solo para manter o produto na camada superficial. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do solo. Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos
½ de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
APLICAÇÃO AÉREA:
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
CULTURAS | INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS) |
Abacaxi | 60 |
Café | 130 |
Cana-de-açúcar | (1) |
Citros | 200 |
Eucalipto | U.N.A. |
Fumo | U.N.A. |
Soja | (1) |
(1) Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego.
U.N.A. = Uso não alimentar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas | Plantas infestantes Nome comum/científico | Dose de produto comercial L/ha | Volume de calda (1) L/ha | Época e Intervalo de aplicação | Nº máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Aplicação em pré- | |||||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 1,2 – 1,4 | emergência das plantas infestantes e em | |||
pós-plantio da | |||||
Abacaxi | Beldroega (Portulaca oleracea) | 1,2 | 200 (terrestre) | cultura, através jato dirigido nas entrelinhas. | 1 |
Capim-favorito: | |||||
Capim-favorito (Rhynchelitrum repens) | 0,8 – 1,2 | a aplicação visando o controle | |||
de Capim- favorito | |||||
deve ser realizada | |||||
somente em | |||||
solo leve e médio. | |||||
Café | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 1,4 | 200 - 400 (terrestre) | Aplicação na pré- emergência das plantas infestantes em cafeeiros adultos, com jato dirigido para o solo. | 1 |
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Tiririca (Cyperus rotundus) |
Culturas | Plantas infestantes Nome comum/científico | Dose de produto comercialL/ha | Volume de calda L/ha(1) | Época e Intervalo de aplicação | No máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Tiririca (Cyperus rotundus) | 1,6 | ||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Cana-de- açúcar | Capim- braquiária (Brachiaria decumbens) | 1,2 | 300 - 400 (terrestre) 10 - 40 (aérea) | Aplicar em pós-plantio da cultura e em pré- emergência das plantas infestantes e da cultura. | 1 |
Capim- carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Capim-colonião (sementes) (Panicum maximum) | |||||
Capim- marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica) |
Culturas | Plantas infestantes Nome comum/científico | Dose de produto comercial L/ha | Volume de calda L/ha(1) | Época e Intervalo de aplicação | No máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Caruru | Aplicar em pós- plantio da cultura e em pré- emergência das plantas infestantes e da cultura. | ||||
(Amaranthus viridis) | |||||
Corda-de-viola | |||||
(Ipomoea grandifolia) | |||||
Erva-quente | |||||
(Spermacoce alata) | |||||
Cana-de- açúcar | Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | 1,2 | 300 - 400 (terrestre) | 1 | |
10 - 40 (aérea) | |||||
Leiteiro | |||||
(Euphorbia heterophylla) | |||||
Poaia-branca | |||||
(Richardia brasiliensis) | |||||
Trapoeraba | |||||
(Commelina benghalensis) | |||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-colchão | |||||
(Digitaria horizontalis) | |||||
Citros | 1,2 – 1,4 | 200 - 400 (terrestre) | Aplicação na pré- emergência das plantas infestantes em | 1 | |
Caruru (Amaranthus retroflexus) | |||||
Grama-seda | cítricos adultos, | ||||
(Cynodon dactylon) | com jato dirigido | ||||
para o solo. | |||||
Picão-preto | |||||
(Bidens pilosa) | |||||
Trapoeraba | |||||
(Commelina benghalensis) |
Culturas | Plantas infestantes Nome comum/científico | Dose de produto comercial L/ha | Volume de calda L/ha (1) | Época e Intervalo de aplicação | No máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Fumo | Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 0,6 | 100 - 200 (terrestre) | Aplicação em pré- emergência no pré-plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entre-linha da cultura. Aplicar somente em solos leves e médios. As menores doses devem ser utilizadas em solos leves e as maiores doses em solos médios. A aplicação pode ser feita de duas formas: Na linha de plantio, sobre o camalhão, 1 dia antes do Transplante das mudas do fumo, em uma faixa de 50 cm. Poderá ocorrer injúria leve na cultura no período próximoà aplicação do produto, quando aplicado sobre o camalhão em pré-plantio, entretanto a recuperação da cultura ocorre entre 15 a 30 dias após a aplicação. Na entrelinha de plantio, logo após o último cultivo; em pré- emergência das plantas infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60cm, evitando o contato do produto com as plantas de fumo para não haver injúria *Na aplicação na entrelinha em condições de alta infestação de Cyperus rotundus e Euphorbia heterophylla, utilizar dose de 1L/ha (produto comercial) | 1 |
Capim-papuã (Brachiaria plantaginea) | 0,8 | ||||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | 0,8* | ||||
Tiririca (Cyperus rotundus) | 0,6 – 0,8* | ||||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 0,6 – 0,8 |
Culturas | Plantas infestantes Nome comum/científico | Dose de produto comercial L/ha | Volume de calda L/ha (1) | Época e Intervalo de aplicação | No máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Soja (dessecação) | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 0,2 – 0,4 | 250 - 300 (terrestre) 10 - 40 (aérea) | Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes (dessecação) antes do plantio da cultura da soja. Aplicar quando as plantas infestantes estiverem no máximo com 6 a 8 folhas e porcentagem de cobertura do solo até 20% a 35%, respectivamente. | 1 |
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Soja (solo leve) | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 0,4 – 0,6 | 250 - 300 (terrestre) 10 - 40 (aérea) | Aplicação em pré- emergência das plantas infestantes e da cultura. Aplicação no plantio convencional deve ser realizada somente para solo leve e médio. O herbicida Boral® 500 SC, Capaz® aplicado na pós- emergência da soja causará danos à cultura. | |
Soja (solo leve e médio) | Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 0,8 | Aplicação em pré- | 1 | |
Emergência das | |||||
250 - 300 | plantas infestantes e da cultura. | ||||
(terrestre) | Aplicação no plantio | ||||
convencional deve ser realizada somente | |||||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | |||||
10 - 40 | Para solo leve | ||||
(aérea) | médio. O herbicida Boral® 500 SC, Capaz® aplicado na pós- emergência da soja | ||||
Causará danos à | |||||
cultura. |
(1) O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Café | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Citros | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Fumo | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
| Soja | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Aplicação Terrestre
mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Aplicação aérea
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Abacaxi | 60 |
Café | 130 |
Cana-de-açúcar e Soja | (1) |
Citros | 200 |
Fumo | UNA |
UNA - Uso não alimentar
(1) - Não determinado devido a modalidade de emprego.
Não deve ocorrer a reentrada de pessoas antes de 24 horas após aplicação, a menos que se use roupas protetoras.
Culturas | Plantas infestantes Nome comum / científico | Dose de produto comercial L/ha | Volume de calda L/ha (1) | Época e Intervalo de aplicação | Nº máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Abacaxi | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 1,2 - 1,4 | 200 (terrestre) | Aplicação em pré- emergência das plantas infestantes e em pós- plantio da cultura, através de jato dirigido nas entrelinhas. Capim-favorito: a aplicação visando o controle de capim- favorito deve ser realizada somente em solo leve e médio. | 1 |
Beldroega (Portulaca oleracea) | 1,2 | ||||
Capim-favorito (Rhynchelytrum repens) | 0,8 - 1,2 | ||||
Café | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 1,4 | 200 - 400 (terrestre) | Aplicação na pré- emergência das plantas infestantes em cafeeiros adultos, com jato dirigido para o solo. | 1 |
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Tiririca (Cyperus rotundus) |
Culturas | Plantas infestantes Nome comum / científico | Dose de produto comercial L/ha | Volume de calda L/ha (1) | Época e Intervalo de aplicação | Nº máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Tiririca (Cyperus rotundus) | 1,6 | ||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | |||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Capim-colonião | |||||
(sementes) | |||||
Cana-de- açúcar | (Panicum maximum) | 1,2 | 300 - 400 (terrestre) 10 - 40 (aérea) | Aplicar em pós-plantio da cultura e em pré- emergência das plantas infestantes e da cultura. | 1 |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||||
Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | |||||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||||
Trapoeraba | |||||
(Commelina | |||||
benghalensis) |
Culturas | Plantas infestantes Nome comum / científico | Dose de produto comercial L/ha | Volume de calda L/ha (1) | Época e Intervalo de aplicação | Nº máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Citros | Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 1,2 - 1,4 | 200 - 400 (terrestre) | Aplicação na pré- emergência das plantas infestantes em cítricos adultos, com jato dirigido para o solo. | 1 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Caruru (Amaranthus retroflexus) | |||||
Grama-seda (Cynodon dactylon) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) |
Culturas | Plantas infestantes Nome comum / científico | Dose de produto comercial L/ha | Volume de calda L/ha (1) | Época e Intervalo de aplicação | Nº máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 0,6 | Aplicação em pré- emergência no pré- plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entrelinha da cultura. Aplicar somente em solos leves e médios. As menores doses devem ser utilizadas em solos leves e as maiores doses em solos médios. A aplicação poderá ser feita de duas formas: Na linha de plantio, sobre o camalhão, 1 dia antes do transplante das mudas do fumo, em uma faixa de 50 cm. Poderá ocorrer injúria leve na cultura no período próximo à aplicação do produto, quando aplicado sobre o camalhão em pré-plantio, entretanto a recuperação da cultura ocorre entre 15 a 30 dias após a aplicação. Na entrelinha de plantio, logo após o último cultivo; em pré- emergência das plantas infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60 cm, evitando o contato do produto com as plantas de fumo para não haver injúria. * Na aplicação na entrelinha em condições de alta infestação de Cyperus rotundus e Euphorbia heterophylla, utilizar dose de 1 L/ha (produto comercial) | |||
Capim-papuã (Brachiaria plantaginea) | 0,8 | ||||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | 0,8* | ||||
Fumo | 100 - 200 (terrestre) | 1 | |||
Tiririca (Cyperus rotundus) | 0,6 - 0,8* | ||||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 0,6 - 0,8 |
Culturas | Plantas infestantes Nome comum / científico | Dose de produto comercial L/ha | Volume de calda L/ha (1) | Época e Intervalo de aplicação | Nº máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | Aplicação em pré- emergência das plantas infestantes e da cultura, no pós-plantio, tanto no sistema convencional como no plantio direto. A dose recomendada é para solos pesados. Não utilizar o herbicida CAPAZ® 500 SC nesta dose em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura. A aplicação deverá ser feita sempre antes da emergência da cultura da soja. O herbicida CAPAZ® 500 SC aplicado no “cracking” da soja ou em plantas emergidas causará danos à cultura. Plantio direto: usar no controle das seguintes plantas daninhas: Amendoim-bravo, Capim-braquiária, Capim-marmelada, Capim-colchão, Corda- de-viola e Guanxuma, na seguinte sequência: 1a: dessecação de plantas daninhas (manejo químico); 2a: plantio; e 3a: aplicação do herbicida CAPAZ® 500 SC, sempre na dose de 1,2 L/ha. | ||||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | |||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Soja (solo pesado) | Capim-colonião (sementes) (Panicum maximum) | ||||
Capim-custódio (Pennisetum setosum) | |||||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 1,2 | 250 - 300 (terrestre) 10 - 40 (aérea) | 1 | ||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | |||||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | |||||
Cheirosa (Hyptis suaveolens) |
Culturas | Plantas infestantes Nome comum / científico | Dose de produto comercial L/ha | Volume de calda L/ha (1) | Época e Intervalo de aplicação | Nº máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | Aplicação em pré- emergência das plantas infestantes e da cultura, no pós-plantio, tanto no sistema convencional como no plantio direto. A dose recomendada é para solos pesados. Não utilizar o herbicida CAPAZ® 500 SC nesta dose em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura. A aplicação deverá ser feita sempre antes da emergência da cultura da soja. O herbicida CAPAZ® 500 SC aplicado no “cracking” da soja ou em plantas emergidas causará danos à cultura. Plantio direto: usar no controle das seguintes plantas daninhas: Amendoim-bravo, Capim-braquiária, Capim-marmelada, Capim-colchão, Corda- de-viola e Guanxuma, na seguinte sequência: 1a: dessecação de plantas daninhas (manejo químico); 2a: plantio; e 3a: aplicação do herbicida CAPAZ® 500 SC, sempre na dose de 1,2 L/ha. | ||||
Desmódio (Desmodium tortuosum) | |||||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||||
Erva-palha (Blainvillea latifolia) | |||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Soja (solo pesado) | Joá-de-capote (Nicandra physaloides) | 1,2 | 250 - 300 (terrestre) 10 - 40 (aérea) | 1 | |
Maria-pretinha (Solanum americanum) | |||||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) |
Culturas | Plantas infestantes Nome comum / científico | Dose de produto comercial L/ha | Volume de calda L/ha (1) | Época e Intervalo de aplicação | Nº máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Aplicação em pré- emergência das plantas infestantes e da cultura. | |||||
Soja (solo leve) | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 0,4 - 0,6 | 250 - 300 (terrestre) 10 - 40 (aérea) | Aplicação no plantio convencional deve ser realizada somente para solo leve e médio. O herbicida CAPAZ® 500 SC aplicado na pós- emergência da soja causará danos à cultura. | 1 |
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | Aplicação em pré- emergência das plantas infestantes e da cultura. | ||||
Soja (solo leve e médio) | 0,8 | 250 - 300 (terrestre) 10 - 40 (aérea) | Aplicação no plantio convencional deve ser realizada somente para solo leve e médio. O herbicida CAPAZ® 500 SC aplicado na pós- emergência da soja causará danos à cultura. | 1 | |
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) |
(1) O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Rhynchelytrum repens | capim-favorito, capim-gafanhoto, capim-molambo | Ver detalhes |
| Café | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Citros | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Fumo | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Soja | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascentes, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Abacaxi | 60 |
Café | 130 |
Cana-de-açúcar | (1) |
Citros | 200 |
Fumo | UNA |
Soja | (1) |
(1) - Não determinado devido a modalidade de emprego. UNA - Uso não alimentar
Não deve ocorrer a reentrada de pessoas antes de 24 horas após aplicação, a menos que se use roupas protetoras.
CARTAZ 500 SC é um herbicida pré-emergente, seletivo condicional, de ação sistêmica, é absorvido pelas folhas e raízes, e apresenta translocação primária no apoplasma e movimento limitado no floema. O produto é recomendado para o controle de plantas infestantes nas culturas do Abacaxi, Café, Cana-de-açúcar, Citros, Eucalipto, Fumo e Soja, conforme especificado abaixo:
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L.p.c./ha) | Dose (g.i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Cana-de-açúcar | Tiririca Cyperus rotundus | 1,6 | 800 | 300 - 400 | 1 |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,2 | 600 | 300 - 400 | 1 | |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 1,2 | 600 | 300 - 400 | 1 | |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | 1,2 | 600 | 300 - 400 | 1 | |
Capim-colonião (sementes) Panicum maximum | 1,2 | 600 | 300 - 400 | 1 | |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 1,2 | 600 | 300 - 400 | 1 | |
Trapoeraba Commelina benghalensis | 1,2 | 600 | 300 - 400 | 1 | |
Beldroega Portulaca oleracea | 1,2 | 600 | 300 - 400 | 1 | |
Caruru Amaranthus viridis | 1,2 | 600 | 300 - 400 | 1 | |
Erva-quente Spermacoce alata | 1,2 | 600 | 300 - 400 | 1 | |
Guanxuma-branca Sida glaziovii | 1,2 | 600 | 300 - 400 | 1 | |
Poaia-branca Richardia brasiliensis | 1,2 | 600 | 300 - 400 | 1 | |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 1,2 | 600 | 300 - 400 | 1 | |
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 1,2 | 600 | 300 - 400 | 1 | |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 1,2 | 600 | 300 - 400 | 1 |
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L.p.c./ha) | Dose (g.i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Soja | Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | 1,2 | 600 | 250 - 300 | 1 |
Caruru-roxo | 1,2 | 600 | 250 - 300 | 1 |
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L.p.c./ha) | Dose (g.i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Amaranthus hybridus | |||||
Cheirosa Hyptis suaveolens | 1,2 | 600 | 250 - 300 | 1 | |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 1,2 | 600 | 250 - 300 | 1 | |
Desmodio Desmodium tortuosum | 1,2 | 600 | 250 - 300 | 1 | |
Erva-quente Spermacoce alata | 1,2 | 600 | 250 - 300 | 1 | |
Erva-palha Blainvillea latifolia | 1,2 | 600 | 250 - 300 | 1 | |
Bela-Emília; Falsa-serralha Emilia sonchifolia | 1,2 | 600 | 250 - 300 | 1 | |
Guanxuma Sida rhombifolia | 1,2 | 600 | 250 - 300 | 1 | |
Joá-de-capote Nicandra physaloides | 1,2 | 600 | 250 - 300 | 1 | |
Maria-pretinha Solanum americanum | 1,2 | 600 | 250 - 300 | 1 | |
Mentrasto Ageratum conyzoides | 1,2 | 600 | 250 - 300 | 1 | |
Poaia-branca Richardia brasiliensis | 1,2 | 600 | 250 - 300 | 1 | |
Picão-preto Bidens pilosa | 1,2 | 600 | 250 - 300 | 1 | |
Trapoeraba Commelina benghalensis | 1,2 | 600 | 250 - 300 | 1 | |
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | 1,2 | 600 | 250 - 300 | 1 | |
Beldroega Portulaca oleracea | 1,2 | 600 | 250 - 300 | 1 | |
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 1,2 | 600 | 250 - 300 | 1 | |
Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 1,2 | 600 | 250 - 300 | 1 | |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 1,2 | 600 | 250 - 300 | 1 | |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 1,2 | 600 | 250 - 300 | 1 | |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,2 | 600 | 250 - 300 | 1 | |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 1,2 | 600 | 250 - 300 | 1 | |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | 1,2 | 600 | 250 - 300 | 1 | |
Capim-colonião (sementes) Panicum maximum | 1,2 | 600 | 250 - 300 | 1 | |
Capim-custódio Pennisetum setosum | 1,2 | 600 | 250 - 300 | 1 |
As doses acima são recomendadas para solos pesados. Não utilizar CARTAZ 500 SC nas doses acima recomendadas em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura.
CARTAZ 500 SC, na cultura da soja, pode ser aplicado tanto no sistema convencional de cultivo como no sistema de plantio direto. No plantio direto deverá ser aplicado para controlar as seguintes plantas daninhas: 1) Capim-braquiária (Brachiaria decumbens), 2) Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea), 3) Capim-colchão (Digitaria horizontalis), 4) Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla), 5) Guanxuma (Sida rhombifolia), 6) Corda-de-viola (Ipomonea grandifolia), observando a seguinte sequencia: 1) Dessecação de plantas daninhas (manejo químico), 2) Plantio e 3) Aplicação de CARTAZ 500 SC sempre na dose 1,2 L/ha.
Para solos leves e médios a recomendação de CARTAZ 500 SC em pré-emergência e no plantio convencional é a seguinte:
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L.p.c./ha) | Dose (g.i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Soja | Caruru-roxo Amaranthus hybridus | 0,8 | 400 | 250 - 300 | 1 |
Trapoeraba (*) Commelina benghalensis | 0,4 a 0,6 | 250 - 300 | 250 - 300 | 1 | |
Trapoeraba Commelina benghalensis | 0,2 a 0,4 | 100 - 200 | 250 - 300 | 1 | |
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 0,8 | 400 | 250 - 300 | 1 |
(*) Recomendado somente para solos leves.
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L.p.c./ha) | Dose (g.i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Café | Capim-colchão Digitaria horizontalis | 1,4 | 700 | 100 - 200 | 1 |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 1,4 | 700 | 100 - 200 | 1 | |
Tiririca Cyperus rotundus | 1,4 | 700 | 100 - 200 | 1 | |
Losna-branca Parthenium hysterophorus | 1,4 | 700 | 100 - 200 | 1 | |
Picão-preto Bidens pilosa | 1,4 | 700 | 100 - 200 | 1 | |
Caruru Amaranthus viridis | 1,4 | 700 | 100 - 200 | 1 | |
Citros | Trapoeraba Commelina benghalensis | 1,2 a 1,4 | 600 - 700 | 100 - 200 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | 1,2 a 1,4 | 600 - 700 | 100 - 200 | 1 | |
Grama-seda Cynodon dactylon | 1,2 a 1,4 | 600 - 700 | 100 - 200 | 1 | |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | 1,2 a 1,4 | 600 - 700 | 100 - 200 | 1 | |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 1,2 a 1,4 | 600 - 700 | 100 - 200 | 1 | |
Caruru Amaranthus retroflexus | 1,2 a 1,4 | 600 - 700 | 100 - 200 | 1 |
Aplicar CARTAZ 500 SC nestas doses, em pré-emergência das plantas infestantes, em cafeeiros e cítricos adultos em jato dirigido para o solo.
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L.p.c./ha) | Dose (g.i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Fumo | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 0,8 | 400 | 200 | 1 |
Tiririca *** Cyperus rotundus | 0,6 a 0,8 | 300 - 400 | 200 | 1 | |
Caruru-roxo Amaranthus hybridus | 0,6 | 300 | 200 | 1 | |
Poaia-branca Richardia brasiliensis | 0,6 a 0,8 | 300 – 400 | 200 | 1 | |
Amendoim-bravo*** Euphorbia heterophylla | 0,8 | 400 | 200 | 1 |
O produto CARTAZ 500 SC é recomendado para a cultura do fumo somente em solos leves e médios. A aplicação para a cultura do fumo pode ser feita de duas formas:
Na linha de plantio, sobre o camalhão, 1 dia antes do transplante das mudas do fumo, em uma faixa de 50 cm.
Pode ocorrer injúria leve na cultura do fumo no período próximo a aplicação do produto, quando aplicado sobre o camalhão em pré-plantio; entretanto a recuperação da cultura acontece entre 15 a 30 dias após a aplicação.
Na entrelinha de plantio, logo após o último cultivo; em pré-emergência das plantas infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60 cm, evitando o contato do produto com as plantas de fumo para não haver injúria.
*** Na aplicação na entrelinha em condições de alta infestação de Cyperus rotundus e Euphorbia heterophylla
utilizar a dose de 500 g i.a./ha (1L p.c./ha).
As doses mais baixas devem ser utilizadas em solos leves e as doses maiores devem ser utilizadas para os solos médios.
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L.p.c./ha) | Dose (g.i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Abacaxi | Capim-favorito *** Rhynchelitrum roseum | 0,8 a 1,2 | 400-600 | 200 | 1 |
Beldroega Portulaca oleracea | 1,2 | 600 | 200 | 1 | |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,2 a 1,4 | 600-700 | 200 | 1 |
*** O produto CARTAZ 500 SC é recomendado para o controle de Capim-favorito somente em solo leve e médio.
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L.p.c./ha) | Dose (g.i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Eucalipto | Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 1,0 | 500 | 200 | 1 |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Capim-colonião Panicum maximum | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Capim-custódio Pennisetum setosum | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 0,8 | 400 | 200 | 1 | |
Tiririca Cyperus rotundus | 1,2 a 1,6 | 600 - 800 | 200 | 1 | |
Trapoeraba Commelina benghalensis | 0,9 | 450 | 200 | 1 | |
Caruru-branco Amaranthus hybridus | 0,8 | 400 | 200 | 1 | |
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 1,00 | 500 | 200 | 1 | |
Beldroega Portulaca oleracea | 0,8 | 400 | 200 | 1 | |
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Cheirosa Hyptis suaveolens | 1,2 | 600 | 200 | 1 | |
Desmodio Desmodium tortuosum | 1,2 | 600 | 200 | 1 | |
Erva-quente Spermacoce latifolia | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Erva-palha Blainvillea latifolia | 0,9 | 450 | 200 | 1 | |
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | 0,9 | 450 | 200 | 1 | |
Guanxuma Sida rhombifolia | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Joá-de-capote Nicandra physaloides | 0,8 | 400 | 200 | 1 | |
Erva-de-bicho Solanum americanum | 0,8 | 400 | 200 | 1 | |
Mentrasto Ageratum conyzoides | 0,9 | 450 | 200 | 1 | |
Poaia-branca Richardia brasiliensis | 1,0 | 500 | 200 | 1 |
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L.p.c./ha) | Dose (g.i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Picão-preto Bidens pilosa | 1,0 | 500 | 200 | 1 |
Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas indicadas nos quadros anteriores.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Café | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Citros | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Fumo | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
| Soja | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
CARTAZ 500 SC é um herbicida pré-emergente em relação às ervas daninhas, que pode ser aplicado antes ou após o transplante das mudas, em faixa sobre a linha de plantio. No caso de aplicação pós-plantio, aplicar através de jato dirigido procurando evitar a parte aérea das plantas.
Além das recomendações acima para as culturas indicadas, levar em consideração que o solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem. Como todos os herbicidas, CARTAZ 500 SC necessita de umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle das plantas infestantes.
No preparo da calda adicionar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar CARTAZ 500 SC na dose previamente determinada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto faz-se necessário usar o agitador continuamente durante a pulverização. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá ocorrer danos à cultura.
Equipamentos de aplicação:
CARTAZ 500 SC pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores costais ou tratorizados, com barras providas de bicos de média/alta vazão (1,5 L/min), tais como Teejet leque 110.04, XR Teejet 110.04, Albuz leque 100.04, Fuljet.
Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e a altura da barra de 30-50 cm. Recomenda-se aplicar em dias com baixa velocidade de ventos, com pressão não maior que 40 lb/pol² e volume de água de 250 a 300 L/ha em soja e 300-400 L/ha em cana-de-açúcar, 100-200 L/ha em fumo e 200 L/ha em abacaxi.
Densidade de gotas: 40-80 gotas/cm².
DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200-300 micra.
Aplicação também pode ser realizada por via aérea nas seguintes condições: Volume: 40 L/ha
Pressão: 30 psi Bicos: D8-45
Ângulo da barra: 135° (Frente) ou 45° (atrás) Altura de vôo: 5 m
Culturas | Dias |
Abacaxi | 60 dias |
Café | 130 dias |
Cana-de-açúcar | (1) |
Citros | 200 dias |
Eucalipto | UNA |
Fumo | UNA |
Soja | (1) |
(1) Não determinado devido à modalidade de emprego.
U.N.A. = Uso não alimentar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Abacaxi | Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,2 – 1,4 L/ha (0,6 – 0,7 Kg i.a/ha) | 1 | 200 L/ha |
Beldroega Portulaca oleracea | 1,2 L/ha (0,6 Kg.ia/ha) | |||
*Capim-favorito Rhynchelitrum repens | 0,8 – 1,2 L/ha (0,4 – 0,6 Kg i.a/ha) | |||
Época: O produto deve ser aplicado em pré-emergência das plantas infestantes em pós-plantio (jato dirigido) da cultura. *CORISCOBR® é recomendado para controle de Capim-favorito (Rhynchelitrum repens) somente em solo arenoso e areno-argiloso. | ||||
i.a: Ingrediente ativo
Cultura | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Amendoim | Beldroega Portulaca oleracea | 0,3 L/ha (0,15 Kg i.a/ha) | 1 | 200 L/ha |
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia | ||||
Caruru-gigante Amaranthus retroflexus | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Capim-colchão Digitaria nuda | 0,3 – 0,5 L/ha (0,15 – 0,25 Kg i.a/ha) | |||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 0,4 – 0,6 L/ha (0,2 – 0,3 Kg i.a/ha) | |||
Época: Aplicação em pós-plantio, pré-emergente em relação a plantas infestantes e à cultura. | ||||
i.a: Ingrediente ativo
Culturas | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Café | Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | 1,4 L/ha (0,7 Kg i.a/ha) | 1 | 100-200 L/ha |
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Tiririca Cyperus rotundus | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | ||||
Losna-branca Parthenium hysterophorus | ||||
Época: Aplicar o produto nas doses recomendadas, em pré-emergência das plantas infestantes, em cafeeiros adultos em jato dirigido para o solo. | ||||
i.a: Ingrediente ativo
Culturas | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Citros | Caruru Amaranthus retroflexus | 1,2 – 1,4 L/ha (0,6 - 0,7 Kg i.a/ha) | 1 | 100-200 L/ha |
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Grama-bermuda Cynodon dactylon | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Época: Aplicar o produto nas doses recomendadas, em pré-emergência das plantas infestantes, em cítricos adultos em jato dirigido para o solo. | ||||
i.a: Ingrediente ativo
Cultura | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Cana-de- açúcar | Capim-braquiária Bachiaria decumbens | 1,2 L/ha (0,6 Kg i.a/ha) | 1 | 100– 300 L/ha |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Capim-colonião (sementes) Panicum maximum | ||||
Tiririca Cyperus rotundus | 1,6 L/ha (0,8 Kg i.a/ha) |
Época: Aplicar o produto no pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e a cultura.
i.a: ingrediente ativo
Cultura | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Eucalipto | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 0,8 L/ha (0,4 Kg i.a/ha) | 1 | 100 - 300 L/ha |
Caruru-branco Amaranthus hybridus | ||||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||
Joá-de-capote Nicandra physaloides | ||||
Erva-de-bicho Solanum americanum | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 0,9 L/ha (0,45 Kg i.a/ha) | |||
Erva-palha Blainvillea latifolia | ||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | ||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | ||||
Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 1,0 L/ha (0,5 Kg i.a/ha) | |||
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Capim-colonião Panicum maximum | ||||
Capim-custódio Pennisetum setosum | ||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | ||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Erva-quente Spermacoce latifolia | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Poaia-branca Richardia brasiliensis | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Tiririca Cyperus rotundus | 1,2 – 1,6 L/ha (0,6 - 0,8 Kg i.a/ha) | |||
Carrapicho rasteiro Acanthospermum australe | 1,0 – 1,2 L/ha (0,5 - 0,6 Kg i.a/ha) | |||
Cheirosa Hyptis suaveolens | 1,2 L/ha (0,6 Kg i.a/ha) |
Desmodio Desmodium tortuosum | ||||
Época: Aplicação deverá ser realizada em pré-emergência das plantas infestantes, e podendo ser em pré ou pós-plantio das mudas. A aplicação pré-plantio das mudas deve ser realizada em faixa sobre a linha de plantio. Já a aplicação pós-plantio das mudas, deverá ser realizada através de jato dirigido, procurando evitar a parte aérea das plantas Na aplicação tópica sobre a muda, podem ocorrer “queimas” localizadas, onde houver contato do produto com as folhas ou brotações, mas com recuperação rápida sem afetar o desenvolvimento da planta e sua produtividade. | ||||
i.a: Ingrediente ativo
Cultura | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Fumo | Caruru-roxo Amaranthus hybridus | 0,6 L/ha (0,3 Kg i.a/ha) | 1 | 100- 200 L/ha |
Capim-papuã Brachiaria plantaginea | 0,8 L/ha (0,4 Kg i.a/ha) | |||
**Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||
**Tiririca Cyperus rotundus | 0,6 – 0,8 L/ha (0,3 – 0,4 Kg i.a/ha) | |||
Poaia Richardia brasiliensis | ||||
Época: Aplicação em pré-emergência no pré-plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entrelinha da cultura. O produto é recomendado para a cultura do fumo somente em solos arenosos e areno-argilosos. A aplicação pode ser feita de duas formas:
**Na aplicação na entrelinha em condições de alta infestação de Tiririca (Cyperus rotundus) e Leiteiro (Euphorbia heterophylla) utilizar a dose de 1 L p.c/ha (0,5 kg i.a/ha). As doses baixas devem ser utilizadas em solos arenosos e as doses maiores devem ser utilizadas para solos areno-argilosos. | ||||
a= ingrediente ativo
Cultura | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Gramados (*) Japonesa zeon (Zoysia tenuifolia) Bermuda (Cynodon dactylon) Esmeralda (Zoysia japonica) São Carlos (Axonopus compressus) | Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | 1,5 L/ha (0,75 Kg i.a/ha) | 1 | 100-200 L/ha |
Leiteiro Euphorbia heterophylla | ||||
Tiririca Cyperus rotundus | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis |
Época: Aplicar o produto na dose recomendada, antes do transplantio dos gramados citados acima e em pré- emergência das plantas infestantes indicadas acima. Quando aplicado antes do transplantio o herbicida CoriscoBR mostrou-se seletivo para os gramados e mostrou-se eficiente no manejo das plantas daninhas. | ||||
Cultura | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Gramados (*) Japonesa zeon (Zoysia tenuifolia) Bermuda (Cynodon dactylon) Esmeralda (Zoysia japonica) | Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | 0,8 L/ha (0,4 Kg i.a/ha) | 1 | 100-200 L/ha |
Leiteiro Euphorbia heterophylla | ||||
Tiririca Cyperus rotundus | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Época: Aplicar o produto na dose recomendada, após o transplantio e “pegamento” dos gramados citados acima e em pós-emergência das plantas infestantes indicadas acima. Neste caso cabe ressaltar que para o gramado São Carlos (Axonopus compressus) o herbicida CoriscoBR mostrou-se fitotóxico e não deve ser aplicado sobre este gramado. Quando aplicado após o transplantio e “pegamento” o herbicida CoriscoBR mostrou-se seletivo para os gramados Japonesa zeon (Zoysia tenuifolia), Bermuda (Cynodon dactylon) e Esmeralda (Zoysia japonica) e mostrou-se eficiente no manejo das plantas daninhas quando em estádio inicial desenvolvimento de 2 a 6 folhas. | ||||
Cultura | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Soja | Capim-papuã Brachiaria plantaginea | 0,3 - 1,2 L/ha (0,15 - 0,6 Kg i.a/ha) | 1 | 100 - 300 L/ha |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Trapoeraba* Commelina benghalensis | 0,4 - 1 ,2 L/ha (0,2 – 0,6 Kg i.a/ha) | |||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||
Buva Conyza bonariensis | 0,8 - 1,2 L/ha (0,4 – 0,6 kg i.a/ha) | |||
Época: Aplicação em pós-plantio, pré-emergente em relação a plantas infestantes e à cultura. A dose de 1,2 L/ha (0,6 Kg i.a/ha) deve ser utilizada somente para solos argilosos. As doses de 0,3 L/ha (0,15 Kg i.a/ha) e 0,4 L/ha (0,2 Kg i.a/ha) deve ser utilizada somente para solos areno- argilosos. *Para o alvo Commelina benghalensis (Trapoeraba) a dose de 0,4 L/ha (0,2 Kg i.a/ha) deve ser utilizada somente para solos Arenosos A dose de 0,8 L/ha (0,4 Kg i.a/ha) deve ser utilizada somente para solos areno-argilosos. | ||||
O produto CORISCOBR® pode ser aplicado tanto no sistema convencional de cultivo como no sistema de plantio direto. No plantio direto deverá ser aplicado para controlar as seguintes plantas daninhas:
Capim-papuã (Brachiaria plantaginea), Capim-colchão (Digitaria horizontalis), Amendoim-bravo (Euphorbia heterophyla) e Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia), observando a seguinte sequência:
Dessecação de planta infestante (manejo químico);
Plantio;
Aplicação do produto sempre na dose de 1,2 L/ha (0,6 kg i.a/ha).
Cultura | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Soja | Trapoeraba Commelina benghalensis | 0,2 – 0,4 L/ha (0,1 - 0,2 Kg i.a/ha) | 1 | 100 - 300 L/ha |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Época: Aplicar CORISCOBR® pós-emergência total das plantas infestantes (Dessecação) antes do plantio da cultura da soja. Para dessecação, as plantas infestantes deverão estar no máximo com 6-8 a folhas e porcentagem de cobertura do solo até 20% a 35%, respectivamente. | ||||
Suspender a aplicação em condições adversas, tais como: temperatura superior a 30°C, umidade relativa do ar for inferior a 50%, velocidade do vento superior a 10 km/h.
Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e altura da barra de 50 cm ao nível do solo. DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 450 a 650
A seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, altura de voo, largura da faixa e outros). Os ajustes da barra devem ser realizados para se obtenha distribuição uniforme, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas.
Aplicar com umidade relativa acima de 50%, temperatura do ar abaixo de 30°C e velocidade média do vento entre 3 a 10 km/h, considerando as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
Recomenda-se a aplicação com técnicas de redução de derivas (TRD) e a utilização de conceitos de boas práticas agrícolas na aplicação aérea, evitando-se excessos de pressão, altura de aplicação e outras, bem como o respeito à legislação quanto às faixas de segurança.
No preparo da calda adicionar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar CORISCOBR® na dose previamente determinada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto faz-se necessário usar o agitador continuamente durante a pulverização. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá haver danos à cultura.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Amendoim | Digitaria nuda | Capim colchão | Ver detalhes |
| Café | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Citros | Cynodon dactylon | capim-da-cidade, capim-de-burro (1), grama-bermuda | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Fumo | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Gramados | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Soja | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
Com o equipamento de aplicação vazio, enxague completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante dessa operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule essa solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d´água, nascentes ou plantas úteis.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores com um balde com a solução de limpeza.
Repita o passo 3.
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
A melhor estratégia de gerenciamento da deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 µm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, infestação e condições climáticas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE
MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS! Veja instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade e inversão térmica.
Volume: use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas, bicos com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração. QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE BICOS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS DE AUMENTAR A PRESSÃO.
Tipo de bico: Use o bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível e que proporcione uma cobertura uniforme.
Orientação de bicos: Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar, produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de bicos. Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder ¾ (75%) da barra ou do comprimento do rotor – barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura de voo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura aumentam o potencial de deriva.
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 5 Km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior de 10 Km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. NÃO APLICAR SE HOUVER RAJADAS DE VENTOS OU EM CONDIÇÕES SEM VENTO.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
O Eng. Agrônomo Responsável pode alterar as condições de aplicação.
Quando aplicado em condições de clima quente (temperatura máxima de 28°C) e seco (umidade mínima de 60%), regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito de evaporação.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Abacaxi | 60 dias |
Café | 130 dias |
Amendoim, Cana-de-açúcar e soja | Não determinado devido à modalidade de emprego. |
Citros | 200 dias |
Fumo, eucalipto e Gramados | Uso não alimentar |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
DRAXX é um herbicida seletivo, de ação sistêmica, do grupo químico das triazolonas, usado em pré-emergência nas culturas abaixo para controle de plantas daninhas de folhas largas e estreitas. Após a absorção e a translocação do herbicida até o local de ação, a presença de luz é importante para ativação do produto. O mecanismo de ação do DRAXX está relacionado com a inibição da enzima protoporfirinogênio (PPO ou PROTOX), que atua na oxidação da PPO à protoporfirina IX, as quais são precursores da clorofila. Com a inibição da enzima, ocorre o acúmulo de PPO, que se difunde para o citoplasma na forma de protoporfirina IX, ocorrendo interação com oxigênio na presença de luz, para levar o oxigênio ao estado singlet, o qual seria responsável, em última instância, pela peroxidação de lipídeos observada nas membranas celulares. Lipídeos e proteínas são oxidados, resultando assim em perda da clorofila e carotenoides, ocorrendo rompimento e destruição da membrana celular rapidamente. A seletividade ocorre basicamente pela metabolização da molécula do herbicida. Como sintomatologia, as plantas suscetíveis emergem do solo tratado com sulfentrazona, tornando-se necróticas morrendo em seguida quando em contato com a camada de solo tratada com o herbicida e quando expostas à luz.
Cultura | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Abacaxi | Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,2 – 1,4 L/ha (0,6 – 0,7 kg i.a/ha) | 1 | 200 L/ha |
Beldroega Portulaca oleracea | 1,2 L/ha (0,6 kg.ia/ha) | |||
*Capim-favorito Rhynchelitrum repens | 0,8 – 1,2 L/ha (0,4 – 0,6 kg i.a/ha) | |||
Época: O produto deve ser aplicado em pré-emergência das plantas infestantes em pós-plantio (jato dirigido) da cultura. *DRAXX é recomendado para controle de Capim-favorito (Rhynchelitrum repens) somente em solo arenoso e areno-argiloso. | ||||
i.a: Ingrediente ativo
Cultura | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Amendoim | Beldroega Portulaca oleracea | 0,3 L/ha (0,15 Kg i.a/ha) | 1 | 200 L/ha |
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia | ||||
Caruru-gigante Amaranthus retroflexus | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Capim-colchão Digitaria nuda | 0,3 – 0,5 L/ha (0,15 – 0,25 Kg i.a/ha) | |||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 0,4 – 0,6 L/ha (0,2 – 0,3 Kg i.a/ha) | |||
Época: Aplicação em pós-plantio, pré-emergente em relação a plantas infestantes e à cultura. | ||||
i.a: Ingrediente ativo
Culturas | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Café | Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | 1,4 L/ha (0,7 kg i.a/ha) | 1 | 100-200 L/ha |
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Tiririca Cyperus rotundus | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | ||||
Losna-branca Parthenium hysterophorus | ||||
Época: Aplicar o produto nas doses recomendadas, em pré-emergência das plantas infestantes, em cafeeiros adultos em jato dirigido para o solo. | ||||
i.a: Ingrediente ativo
Culturas | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Citros | Caruru Amaranthus retroflexus | 1,2 – 1,4 L/ha (0,6 - 0,7 kg i.a/ha) | 1 | 100-200 L/ha |
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Grama-bermuda Cynodon dactylon | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Época: Aplicar o produto nas doses recomendadas, em pré-emergência das plantas infestantes, em cítricos adultos em jato dirigido para o solo. | ||||
i.a: Ingrediente ativo
Cultura | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Cana-de- açúcar | Capim-braquiária Bachiaria decumbens | 1,2 L/ha (0,6 kg i.a/ha) | 1 | 100– 300 L/ha |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Capim-colonião (sementes) Panicum maximum |
Tiririca Cyperus rotundus | 1,6 L/ha (0,8 kg i.a/ha) | |||
Época: Aplicar o produto no pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e a cultura. | ||||
i.a: ingrediente ativo
Cultura | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Eucalipto | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 0,8 L/ha (0,4 kg i.a/ha) | 1 | 100 - 300 L/ha |
Caruru-branco Amaranthus hybridus | ||||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||
Joá-de-capote Nicandra physaloides | ||||
Erva-de-bicho Solanum americanum | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 0,9 L/ha (0,45 kg i.a/ha) | |||
Erva-palha Blainvillea latifolia | ||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | ||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | ||||
Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 1,0 L/ha (0,5 kg i.a/ha | |||
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Capim-colonião Panicum maximum | ||||
Capim-custódio Pennisetum setosum | ||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | ||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Erva-quente Spermacoce latifolia | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Poaia-branca Richardia brasiliensis | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Tiririca Cyperus rotundus | 1,2 – 1,6 L/ha (0,6 - 0,8 kg i.a/ha) | |||
Carrapicho rasteiro Acanthospermum australe | 1,0 – 1,2 L/ha (0,5 - 0,6 kg i.a/ha) | |||
Cheirosa Hyptis suaveolens | 1,2 L/ha (0,6 kg i.a/ha) |
Desmodio Desmodium tortuosum | ||||
Época: Aplicação deverá ser realizada em pré-emergência das plantas infestantes, e podendo ser em pré ou pós-plantio das mudas. A aplicação pré-plantio das mudas deve ser realizada em faixa sobre a linha de plantio. Já a aplicação pós-plantio das mudas, deverá ser realizada através de jato dirigido, procurando evitar a parte aérea das plantas Na aplicação tópica sobre a muda, podem ocorrer “queimas” localizadas, onde houver contato do produto com as folhas ou brotações, mas com recuperação rápida sem afetar o desenvolvimento da planta e sua produtividade. | ||||
i.a: Ingrediente ativo
Cultura | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Fumo | Caruru-roxo Amaranthus hybridus | 0,6 L/ha (0,3 kg i.a/ha) | 1 | 100- 200 L/ha |
Capim-papuã Brachiaria plantaginea | 0,8 L/ha (0,4 kg i.a/ha) | |||
**Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||
**Tiririca Cyperus rotundus | 0,6 – 0,8 L/ha (0,3 – 0,4 kg i.a/ha) | |||
Poaia Richardia brasiliensis | ||||
Época: Aplicação em pré-emergência no pré-plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entrelinha da cultura. O produto é recomendado para a cultura do fumo somente em solos arenosos e areno-argilosos. A aplicação pode ser feita de duas formas:
**Na aplicação na entrelinha em condições de alta infestação de Tiririca (Cyperus rotundus) e Leiteiro (Euphorbia heterophylla) utilizar a dose de 1 L p.c/ha (0,5 kg i.a/ha). As doses baixas devem ser utilizadas em solos arenosos e as doses maiores devem ser utilizadas para solos areno-argilosos. | ||||
i.a= ingrediente ativo
Cultura | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Gramados (*) Japonesa zeon (Zoysia tenuifolia) Bermuda (Cynodon dactylon) Esmeralda (Zoysia japonica) São Carlos (Axonopus compressus) | Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | 1,5 L/ha (0,75 Kg i.a/ha) | 1 | 100-200 L/ha |
Leiteiro Euphorbia heterophylla | ||||
Tiririca Cyperus rotundus | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis |
Época: Aplicar o produto na dose recomendada, antes do transplantio dos gramados citados acima e em pré- emergência das plantas infestantes indicadas acima. Quando aplicado antes do transplantio o herbicida DRAXXmostrou-se seletivo para os gramados e mostrou-se eficiente no manejo das plantas daninhas. | ||||
Cultura | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Gramados (*) Japonesa zeon (Zoysia tenuifolia) Bermuda (Cynodon dactylon) Esmeralda (Zoysia japonica) | Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | 0,8 L/ha (0,4 Kg i.a/ha) | 1 | 100-200 L/ha |
Leiteiro Euphorbia heterophylla | ||||
Tiririca Cyperus rotundus | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Época: Aplicar o produto na dose recomendada, após o transplantio e “pegamento” dos gramados citados acima e em pós-emergência das plantas infestantes indicadas acima. Neste caso cabe ressaltar que para o gramado São Carlos (Axonopus compressus) o herbicida DRAXXmostrou-se fitotóxico e não deve ser aplicado sobre este gramado. Quando aplicado após o transplantio e “pegamento” o herbicida DRAXXmostrou-se seletivo para os gramados Japonesa zeon (Zoysia tenuifolia), Bermuda (Cynodon dactylon) e Esmeralda (Zoysia japonica) e mostrou-se eficiente no manejo das plantas daninhas quando em estádio inicial desenvolvimento de 2 a 6 folhas. | ||||
Cultura | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Soja | Capim-papuã Brachiaria plantaginea | 0,3 - 1,2 L/ha (0,15 - 0,6 kg i.a/ha) | 1 | 100 - 300 L/ha |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Trapoeraba* Commelina benghalensis | 0,4 - 1 ,2 L/ha (0,2 – 0,6 kg i.a/ha) | |||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||
Buva Conyza bonariensis | 0,8 - 1,2 L/ha (0,4 – 0,6 kg i.a/ha) | |||
Época: Aplicação em pós-plantio, pré-emergente em relação a plantas infestantes e à cultura. A dose de 1,2 L/ha (0,6 kg i.a/ha) deve ser utilizada somente para solos argilosos. As doses de 0,3 L/ha (0,15 kg i.a/ha) e 0,4 L/ha (0,2 kg i.a/ha) deve ser utilizada somente para solos areno- argilosos. *Para o alvo Commelina benghalensis (Trapoeraba) a dose de 0,4 L/ha (0,2 kg i.a/ha) deve ser utilizada somente para solos Arenosos A dose de 0,8 L/ha (0,4 kg i.a/ha) deve ser utilizada somente para solos areno-argilosos. | ||||
O produto DRAXX pode ser aplicado tanto no sistema convencional de cultivo como no sistema de plantio direto. No plantio direto deverá ser aplicado para controlar as seguintes plantas daninhas:
Capim-papuã (Brachiaria plantaginea), Capim-colchão (Digitaria horizontalis), Amendoim-bravo (Euphorbia heterophyla) e Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia), observando a seguinte sequência:
Dessecação de planta infestante (manejo químico);
Plantio;
Aplicação do produto sempre na dose de 1,2 L/ha (0,6 kg i.a/ha).
Cultura | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Soja | Trapoeraba Commelina benghalensis | 0,2 – 0,4 L/ha (0,1 - 0,2 kg i.a/ha) | 1 | 100 - 300 L/ha |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Época: Aplicar DRAXX pós-emergência total das plantas infestantes (Dessecação) antes do plantio da cultura da soja. Para dessecação, as plantas infestantes deverão estar no máximo com 6-8 a folhas e porcentagem de cobertura do solo até 20% a 35%, respectivamente. | ||||
Suspender a aplicação em condições adversas, tais como: temperatura superior a 30°C, umidade relativa do ar for inferior a 50%, velocidade do vento superior a 10 km/h.
Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e altura da barra de 50 cm ao nível do solo. DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 450 a 650
A seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, altura de voo, largura da faixa e outros). Os ajustes da barra devem ser realizados para se obtenha distribuição uniforme, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas.
Aplicar com umidade relativa acima de 50%, temperatura do ar abaixo de 30°C e velocidade média do vento entre 3 a 10 km/h, considerando as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
Recomenda-se a aplicação com técnicas de redução de derivas (TRD) e a utilização de conceitos de boas práticas agrícolas na aplicação aérea, evitando-se excessos de pressão, altura de aplicação e outras, bem como o respeito à legislação quanto às faixas de segurança.
- Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal.
No preparo da calda adicionar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar DRAXX na dose previamente determinada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto faz-se necessário usar o agitador continuamente durante a pulverização. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador
ou poderá haver danos à cultura.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Amendoim | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Café | Parthenium hysterophorus | coentro-do-mato, fazendeiro (1), losna-branca | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Citros | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Fumo | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Gramados | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Soja | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
Com o equipamento de aplicação vazio, enxague completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante dessa operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule essa solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d´água, nascentes ou plantas úteis.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores com um balde com a solução de limpeza.
Repita o passo 3.
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
A melhor estratégia de gerenciamento da deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 µm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, infestação e condições climáticas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE
MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS! Veja instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade e inversão térmica.
Volume: use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas, bicos com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração. QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE BICOS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS DE AUMENTAR A PRESSÃO.
Tipo de bico: Use o bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível e que proporcione uma cobertura uniforme.
Orientação de bicos: Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar, produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de bicos. Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder ¾ (75%) da barra ou do comprimento do rotor – barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura de voo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura aumentam o potencial de deriva.
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 5 Km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior de 10 Km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. NÃO APLICAR SE HOUVER RAJADAS DE VENTOS OU EM CONDIÇÕES SEM VENTO.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
O Eng. Agrônomo Responsável pode alterar as condições de aplicação.
Quando aplicado em condições de clima quente (temperatura máxima de 28°C) e seco (umidade mínima de 60%), regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito de evaporação.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Abacaxi | 60 dias |
Café | 130 dias |
Amendoim, Cana-de-açúcar e soja | Não determinado devido à modalidade de emprego. |
Citros | 200 dias |
Eucalipto, Fumo e Gramados | Uso não alimentar |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO:
Culturas | Plantas infestantes | Doses | Época e número máximo de aplicações |
Abacaxi | Beldroega (Portulaca oleracea) | 1,2 L p.c./ha (0,6 Kg i.a./ha) | Aplicar em pré-emergência das plantas daninhas e em pós-plantio da cultura. Tipos de solo: pesado, médio e leve. Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas. |
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 1,2 – 1,4 L p.c./ha (0,6 – 0,7 Kg i.a./ha) | ||
Capim-favorito (Rhynchelitrum repens) | 0,8 - 1,2 L p.c./ha (0,4 - 0,6 Kg i.a./ha) | Aplicar em pré-emergência das plantas daninhas e em pós-plantio da cultura. Tipos de solo: leve e médio. Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas. | |
Café | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 1,4 L p.c./ha (0,7 Kg i.a./ha) | Aplicar em jato dirigido para o solo, em pré-emergência das plantas daninhas nos cafezais adultos. Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas. |
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Caruru-de-mancha; caruru- verde (Amaranthus viridis) | |||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Tiririca (Cyperus rotundus) | |||
Cana-de- açúcar | Tiririca (Cyperus rotundus) | 1,6 L p.c./ha (0,8 Kg i.a./ha) | Aplicar no pós-plantio e pré- emergência em relação às plantas daninhas e à cultura da cana-de- açúcar. Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas. |
Beldroega (Portulaca oleracea) | 1,2 L p.c./ha (0,6 Kg i.a./ha) | ||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-colonião (sementes) (Panicum maximum) | |||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Caruru-de-mancha; Caruru- verde (Amaranthus viridis) | |||
Erva-quente (Spermacoce alata) |
Culturas | Plantas infestantes | Doses | Época e número máximo de aplicações |
Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | |||
Citros | Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 1,2 – 1,4 L p.c./ha (0,6 – 0,7 Kg i.a./ha) | Aplicar em jato dirigido para o solo, em pré-emergência das plantas daninhas e em pomares cítricos adultos. Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas. |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Caruru (Amaranthus retroflexus) | |||
Grama-seda (Cynodon dactylon) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Eucalipto | Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 1,0 L p.c./ha (0,5 Kg i.a./ha) | Aplicar antes ou após o transplante das mudas, em faixa sobre a linha de plantio. Atenção: Em aplicação pós-plantio, aplicar através de jato dirigido, evitando que a calda atinja a parte aérea das plantas. Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas. |
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | |||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-colonião (Panicum maximum) | |||
Capim-custódio (Pennisetum setosum) | |||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | 0,8 L p.c./ha (0,4 Kg i.a./ha) | ||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Caruru-branco (Amaranthus hybridus) |
Culturas | Plantas infestantes | Doses | Época e número máximo de aplicações |
Erva-de-bicho (Solanum americanum) | |||
Joá-de-capote (Nicandra physaloides) | |||
Erva-palha (Blainvillea latifolia) | 0,9 L p.c./ha (0,45 Kg i.a./ha) | ||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Cheirosa (Hyptis suaveolens) | 1,2 L p.c./ha (0,6 Kg i.a./ha) | ||
Desmodio (Desmodium tortuosum) | |||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,0 – 1,2 L p.c./ha (0,5 – 0,6 Kg i.a./ha) | ||
Tiririca (Cyperus rotundus) | 1,2 – 1,6 L p.c./ha (0,6 – 0,8 Kg i.a./ha) | ||
Fumo (Solos leves e médios) | Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 0,6 L p.c./ha (0,3 Kg i.a./ha) | Aplicar em pré-emergência das plantas daninhas. Com relação à cultura de fumo, pode ser aplicado antes ou após o transplante das mudas e, neste último caso, em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Pode ser aplicado de duas formas, sendo:
Em condições de alta infestação de Cyperus rotundus e Euphorbia heterophylla, utilizar a dose de 1 L p.c./ha (0,5 Kg i.a./ha). Para o controle de Richardia brasiliensis e Cyperus rotundus, aplicar as doses menores em solos leves e as maiores em solos médios. Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas. |
Capim papuã; capim- marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,8 L p.c./ha (0,4 Kg i.a./ha) | ||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 0,6 – 0,8 L p.c./ha (0,3 – 0,4 Kg i.a./ha) | ||
Tiririca (Cyperus rotundus) | |||
Soja (Plantio convencional | Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 1,2 L p.c./ha (0,6 Kg i.a./ha) | Aplicar após a semeadura da soja e em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas. |
Beldroega (Portulaca oleracea) |
Culturas | Plantas infestantes | Doses | Época e número máximo de aplicações |
- Solo pesado) | Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | Atenção: A dose de 1,2 L p.c./ha é indicada somente para solo pesado. Se utilizada em solos leves e médios, poderá causar fitotoxicidade. Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas. | |
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-colonião (sementes) (Panicum maximum) | |||
Capim-custódio (Pennisetum setosum) | |||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | |||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | |||
Cheirosa (Hyptis suaveolens) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||
Desmodio (Desmodium tortuosum) | |||
Erva-palha (Blainvillea latifolia) | |||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Joá-de-capote (Nicandra physaloides) | |||
Maria-pretinha (Solanum americanum) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Soja (Plantio direto - Solo pesado) | Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 1,2 L p.c./ha (0,6 Kg i.a./ha) | Aplicar após a semeadura da soja e em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas. Atenção: A dose de 1,2 L p.c./ha é indicada somente para solo pesado. Se utilizada em solos leves e médios, poderá causar fitotoxicidade. |
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | |||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) |
Culturas | Plantas infestantes | Doses | Época e número máximo de aplicações |
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas. | ||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Soja (Plantio convencional – Solo leve) | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 0,4 – 0,6 L p.c./ha (0,2 – 0,3 Kg i.a./ha) | Aplicar após a semeadura da soja e em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas. Atenção: As doses ao lado são indicadas somente para solos leves. Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas. |
Soja (Plantio convencional – Solos leve e médio) | Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 0,8 L p.c./ha (0,4 Kg i.a./ha) | Aplicar após a semeadura da soja e em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas. Atenção: As doses ao lado são indicadas somente para solos leve e médio. Se utilizadas em solos pesados, poderá levar a uma falha de controle das plantas daninhas. Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas. |
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) |
i.a. = ingrediente ativo
p.c. = produto comercial
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Café | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Sida glaziovii | guanxuma-branca, malva-guaxima, mata-pasto (3) | Ver detalhes |
| Citros | Amaranthus retroflexus | bredo (5), caruru (4), caruru-áspero | Ver detalhes |
| Eucalipto | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Fumo | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Soja | Blainvillea latifolia | canela-de-urubú, erva-de-urubú, erva-palha (1) | Ver detalhes |
Aliado às recomendações de uso indicadas para cada cultura citada anteriormente, levar em consideração também os seguintes pontos durante a aplicação:
O solo deve estar livre de torrões.
Como todo herbicida pré-emergente, o EJECT necessita de umidade no solo para ser ativado e promover o controle das ervas daninhas.
Em período prolongado de seca, aguardar a regularização das chuvas, ou então, realizar irrigação após a aplicação para favorecer a atividade do herbicida.
Para se ter um bom controle das plantas daninhas em pré-emergência, sempre regule o equipamento de forma a obter cobertura uniforme sobre o solo.
Sempre utilizar água limpa no preparo da calda.
Soja: 250 a 300 L/ha
Cana-de-açúcar: 300 a 400 L/ha
Fumo: 100 a 200 L/ha
Abacaxi, café e eucalipto: 200 L/ha
Umidade relativa do ar acima de 55%
Temperatura abaixo de 30 ºC
Velocidade do vento entre 3 a 10 Km/h
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado com a vazão desejada e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
No preparo da calda, adicione inicialmente água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, adicione a dose recomendada de EJECT, acione o agitador e complete o volume do tanque do pulverizador com água limpa.
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar sobreposição da aplicação. A sobreposição da aplicação poderá causar danos à cultura.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
A pulverização terrestre pode ser feita através de pulverizador costal manual ou pulverizador tratorizado com barra.
Utilizar pontas tipo leque que proporcionem uma boa cobertura sobre o solo (pré-emergência) e que minimize a deriva, conforme as recomendações dos fabricantes das pontas de pulverização.
Espaçamento entre bicos: 50 cm
Altura da barra: 30 – 50 cm em função do tipo de ponta de pulverização
Densidade de gotas: 40 – 80 gotas/cm2
DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200 – 300 micra
Controle do diâmetro de gotas em aplicações terrestres:
Volume: use bicos de vazão para aplicar o volume de calda adequado, atendendo as recomendações de boas práticas agrícolas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e aumentam o risco de deriva. Quando for necessário maiores volumes, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
Assegurar que a pulverização ou a deriva não atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios, fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Seguir rigorosamente as instruções da legislação de aplicação aérea aplicadas na região de uso do produto.
A pulverização deve ser feita através de aeronaves agrícolas devidamente legalizadas para tal fim.
As pontas devem ser apropriadas para o tipo de aplicação.
Recomenda-se o fechamento dos bicos nas pontas das asas para evitar perdas da pulverização por influência dos vértices.
Evitar aplicações com velocidades de vento inferiores a 3 Km/h, porque poderá ocorrer o fenômeno de inversão térmica, causando maior permanência das gotas no ar, prejudicando consideravelmente a deposição das gotas.
Aplicações efetuadas nas horas mais quentes do dia também deverão ser evitadas, pois causam perdas das gotas devido a ação das correntes térmicas ascendentes.
O fator climático mais importante a considerar deverá ser sempre a umidade relativa do ar, a qual determina uma maior ou menor deriva das gotas pelo vento.
Controle do diâmetro de gotas em aplicações aéreas:
Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível, proporcionado uma cobertura uniforme;
Orientação dos bicos: O direcionamento dos bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar, produz gotas maiores que outras orientações;
Tipo de bico: bicos de jato cone cheio, orientados para trás produzem gotas maiores que outros tipos de bico;
Altura de vôo: Regule a altura de vôo para a mais baixa e segura possível, de forma a proporcionar cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e ao vento;
Ventos: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 3 Km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 Km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de vento ou em condições sem vento.
Utilizar barra/bico ou atomizador rotativo Micronair.
Volume de calda: 40 L de calda/ha.
Pressão: 30 psi.
Bicos D8-45.
Ângulo da barra: 135o (frente) ou 45o (trás).
Altura do vôo: até 5m.
Faixa de deposição: até 15 m.
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Imediatamente após a aplicação, fazer a completa limpeza do equipamento pulverizador, reduzindo assim, a formação de depósitos sólidos de difícil remoção e a contaminação cruzada de agrotóxicos nas aplicações futuras.
O adiamento da limpeza, mesmo que por poucas horas, dificulta a limpeza.
Além de seguir as recomendações de limpeza do fabricante do equipamento, seguir os seguintes passos durante a limpeza do pulverizador:
Com o equipamento de aplicação vazio, enxá gue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza, como a utilização dos EPIs indicados durante a aplicação.
Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual e/ou Municipal vigente na região da aplicação.
CULTURA | DIAS |
Abacaxi | 60 |
Café | 130 |
Cana-de-açúcar | (1) |
Citros | 200 |
Eucalipto | U.N.A |
Fumo | U.N.A |
Soja | (1) |
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego
U.N.A. = Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DO PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO/ CICLO DE CULTURA |
Abacaxi | Capim braquiária Brachiaria decumbens | 1,2-1,4 L/ha | Aplicação terrestre 200 L/ha Aplicação aérea 40 L/ha | 01 |
Beldroega Portulaca oleracea | 1,2 L/ha | |||
Capim favorito Rhynchelitrum roseum | 0,8-1,2 L/ha | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Pré-emergência das plantas infestantes em pós-plantio. Capim favorito: dose recomendada somente em solos leves e médio. | ||||
Café | Capim-colchão Digitaria horizontalis | 1,4 L/ha | Aplicação terrestre 100-200 L/ha Aplicação aérea 40 L/ha | 01 |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | ||||
Tiririca Cyperus rotundus | ||||
Losna-branca Parthenium hysterophorus | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicação na pré-emergência das plantas infestantes em cafeeiros adultos, com jato dirigido para o solo. | ||||
Cana-de- açúcar | Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,2 L/ha | Aplicação terrestre 300-400 L/ha Aplicação aérea 40 L/ha | 01 |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Capim-colonião (sementes) Panicum maximum | ||||
Capim-marmelada Brachiaria plantagínea | ||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | ||||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||
Erva-quente Spermacoce alata | ||||
Guanxuma-branca Sida glaziovii | ||||
Poaia-branca Richardia brasiliensis | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Pós-plantio da cultura e pré-emergência das plantas infestantes e da cultura da cana- de-açúcar. | ||||
Citros | Caruru Amaranthus retroflexus | 1,2-1,4 L/ha | Aplicação terrestre 100-200 L/ha Aplicação aérea 40 L/ha | 01 |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Grama-seda Cynodon dactylon | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Pré-emergência das plantas infestantes em cítricos adultos com jato dirigido para o solo. | ||||
Fumo | Capim-papua Brachiaria plantaginea | 0,8 L/ha | Aplicação terrestre 100-200 L/ha Aplicação aérea 40 L/ha | 01 |
Leiteiro Euphorbia heterophyla | ||||
Poaia-branca Richardia brasiliensis | 0,6-0,8 L/ha | |||
Tiririca Cyperus rotundus | ||||
Caruru-roxo Amaranthus hybridus | 0,6 L/ha | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Pré-emergência das plantas infestantes, no pré-plantio das mudas de fumo e no pós- plantio em jato dirigido na entrelinha da cultura. Doses recomendadas para solos leves e médios. | ||||
Soja | Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 1,2 L/ha | Aplicação terrestre 250-300 L/ha Aplicação aérea 40 L/ha | 01 |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Capim-colonião (sementes) Panicum maximum | ||||
Capim-custódio Pennisetum setosum | ||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | ||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | ||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | ||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | ||||
Caruru-roxo Amaranthus hybridus | ||||
Cheirosa Hyptis suaveolens | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Desmódio Desmodium tortuosum | ||||
Erva-quente Spermacoce alata | ||||
Erva-palha Blainvillea latifolia | ||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Joá-de-capote Nicandra physaloides | ||||
Maria-pretinha Solanum americanum | ||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | ||||
Poaia-branca Richardia brasiliensis | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO A dose recomendada para solos pesados é 1,2L/ha. Não utilizar em solos leves e médios pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura em pós-plantio. | ||||
Soja | Trapoeraba Commelina benghalensis | 0,4-0,6 L/ha | Aplicação terrestre 250-300 L/ha Aplicação aérea 40 L/ha | 01 |
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 0,8 L/ha | |||
Caruru-roxo Amaranthus hybridus | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura. Uso somente em solos leves e médios. Trapoeraba: uso apenas em solo leve. | ||||
Soja | Buva Conyza bonariensis | 0,8-1,2 L/ha | Aplicação terrestre 250 L/ha Aplicação aérea 40 L/ha | 01 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura, em pós-plantio. Doses recomendadas para solos leves, médios e pesados em plantio convencional. Usar a menor dose em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade. | ||||
A aplicação para a cultura do fumo pode ser feita de duas formas:
Na linha de plantio, sobre o camalhão, 1 dia antes do transplante das mudas do fumo, em uma faixa de 50 cm.
Pode ocorrer injúria leve na cultura do fumo no período próximo a aplicação do produto, quando aplicado sobre o camalhão em pré-plantio; entretanto a recuperação da cultura acontece entre 15 a 30 dias após a aplicação.
Na entrelinha de plantio, logo após o último cultivo; em pré-emergência das plantas infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60 cm, evitando o contato do produto com as plantas de fumo para não haver injúria.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Rhynchelytrum repens | capim-favorito, capim-gafanhoto, capim-molambo | Ver detalhes |
| Café | Parthenium hysterophorus | coentro-do-mato, fazendeiro (1), losna-branca | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Citros | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Fumo | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Soja | Hyptis suaveolens | bamburral, betônica-brava (2), cheirosa (2) | Ver detalhes |
Além das recomendações acima para as culturas indicadas, levar em consideração que o solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem. Como todos os herbicidas, o ELIACK necessita de umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle das plantas daninhas.
No preparo da calda adicionar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar ELIACK na dose previamente determinada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto faz-se necessário usar o agitador continuamente durante a pulverização. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá haver danos à cultura.
Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e a altura da barra de 30 - 50 cm.
Recomenda-se aplicar em dias com baixa velocidade de ventos, com pressão não maior que 40 Ib/pol2. Densidade de gotas: -80 gotas/cm2.
DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200 - 300 micra
Para todas as culturas acima indicadas a aplicação pode ser também via aérea nas seguintes condições:
Volume: 40 L/ha
Pressão: 30 psi Bicos: D8-45
Ângulo da barra: 135º (frente) ou 45º (atrás) Altura de vôo: 5 metros
Faixa de deposição: 15 metros
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura)
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Culturas | Intervalo de Segurança |
Abacaxi | 60 dias |
Café | 130 dias |
Fumo | UNA |
Cana-de-açúcar e Soja | (1)* |
Citros | 200 dias |
* Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. UNA - Uso não alimentar.
Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.
APLICAÇÃO FOLIAR TRATORIZADA | ||||||
Cultura | Plantas daninhas controladas | Doses (L/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação | Época de aplicação | |
Nome comum | Nome científico | |||||
Beldroega | Portulaca oleracea | 1 (uma) aplicação | Aplicar em época quente (acima de 20ºC), com boa pluviosidade, onde as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo. Isto ocorre normalmente de outubro a março. No norte do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época favorável às aplicações aéreas. | |||
Caruru | Amaranthus viridis | 1,0 | ||||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | |||||
Cheirosa | Hyptis suaveolens | |||||
Erva-quente; Poaia-do-campo | Spermacoce alata | 2,0 | ||||
Pastagens | Malva-veludo | Sida cordifolia | 3,0 | 200 a 400 | ||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||
Maria-mole | Senecio brasiliensis | (trator com barra) | ||||
Malva-preta; Malvisco | Sidastrum micranthum | |||||
Malva-roxa | Sidastrum paniculatum | |||||
Assa-peixe-branco | Vernonia polyanthes | |||||
Fedegoso; Mata-pasto | Senna occidentalis | |||||
Malva-veludo | Waltheria indica | |||||
Canela-de-perdiz; Gervão-branco | Croton glandulosus | |||||
APLICAÇÃO FOLIAR TRATORIZADA | ||||||
Cultura | Plantas daninhas controladas | Doses (L/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação | Época de aplicação | |
Nome comum | Nome científico | |||||
Pastagens | Lobeira | Solanum lycocarpum | 4,0 | 200 a 400 (trator com barra) | 1 (uma) aplicação | Aplicar em época quente (acima de 20ºC), com boa pluviosidade, onde as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo. Isto ocorre normalmente de outubro a março. No norte do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época favorável às aplicações aéreas. |
Joá-bravo | Solanum aculeatissimum | |||||
Assa-peixe-roxo | Vernonia westiniana | 5,0 | ||||
Cana-de- açúcar | Corda-de-viola | Merremia aegyptia | 2,0 | 200 | 1 (uma) aplicação | Aplicação pós-emergência da cultura e das plantas daninhas. |
Corda-de-viola | Merremia cissoides | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea purpurea | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | |||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||
Mamona | Ricinus communis | |||||
PULVERIZAÇÃO TRATORIZADA DE TOCOS | ||||||
Cultura | Plantas daninhas controladas | Doses (1) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação | Época de aplicação (2) | |
Pastagens | Nome comum | Nome científico | ||||
Assa-peixe-roxo | Vernonia westiniana | 3,0-4,0% (misturar 3,0 a 4,0 L do produto em 97,0 a 96,0 L de água) | 200 a 400 | 1 (uma) aplicação | Aplicar em qualquer época do ano, aplicando-se até ponto de escorrimento da calda no toco cortado, podendo-se molhar o solo próximo ao toco recém cortado. Deve-se fazer um tratamento e fazer um repasse em caso de rebrota. Para o repasse respeitar a época indicada anteriormente. | |
Unha-de-vaca | Bauhinia variegata | |||||
Unha-de-boi | Bauhinia divaricata | |||||
Jacarandá-de-espinho; Jacarandá-de-bico-de-pato | Machaerium aculeatum | |||||
Lobeira | Solanum lycocarpum | |||||
Roseta; Espinho-de-agulha | Randia armata | |||||
Leiteira | Peschiera fuchsiaefolia | 4,0% (misturar 4,0 L do produto em 96,0 L de água) | ||||
Aroerinha | Schinus terebinthifolius | |||||
Arranha-gato | Acacia plumosa | |||||
Unha-de-gato | Acacia paniculata | |||||
Espinho-agulha | Barnadesia rosea | |||||
(1) Utilizar as doses mais altas para plantas com roçadas anteriores, que são mais resistentes ao produto.
(2) Para repasse por via foliar, esperar que a rebrota atinja uma superfície foliar equilibrada o suficiente para absorver uma quantidade de produto que atinja todo o seu sistema radicular. Para rebrota de tocos é preferível refazer o corte e reaplicar o produto, em lugar de aplicar nas poucas folhas de rebrota. Isso porque essa área foliar de rebrota é insuficiente para absorver a quantidade de herbicida necessário.
APLICAÇÃO AÉREA | ||||||
Cultura | Plantas daninhas controladas | Doses (L/ha) | Volume de calda (L/ha) (1) | Número de aplicação | Época de aplicação | |
Nome comum | Nome científico | |||||
Pastagens | Assa-peixe-branco | Vernonia polyanthes | 6,0 | 8 a 50 | 1 (uma) aplicação | Aplicar em época quente, com boa pluviosidade, onde as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo. Isto ocorre normalmente de outubro a março. No norte do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época favorável às aplicações aéreas. |
Assa-peixe-roxo | Vernonia westiniana | |||||
Vassourinha-botão | Spermacoce verticillata | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||
Amor-de-cunhã; Cajuçara | Solanum rugosum | |||||
Lobeira | Solanum lycocarpum | |||||
Cana-de- açúcar | Corda-de-viola | Merremia aegyptia | 2,0 | 8 a 50 | 1 (uma) aplicação | Aplicação pós-emergência da cultura e das plantas daninhas. |
Corda-de-viola | Merremia cissoides | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea purpurea | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | |||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||
Mamona | Ricinus communis | |||||
(1) Volumes totais inferiores a 50 L/ha exigem calibração e equipamentos do avião que possam produzir gotas de grande diâmetro.
ERRADICAÇÃO DO EUCALIPTO | |||
Dose | Volume de calda | Época de aplicação | Número de aplicação |
3,0 a 7,0% (misturar de 3,0 a 7,0 L do produto em 97,0 a 93,0 L de água), | 200 a 250 mL/touça | Aplicar em qualquer época do ano o produto no toco, logo após o corte das árvores ou no máximo até 24 horas após essa operação. Utilizar pulverizador tratorizado. Aplicar na superfície do corte até o ponto de escorrimento. | 1 (uma) aplicação em qualquer época do ano |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar | Merremia cissoides | amarra-amarra (3), campainha (11), corda-de-viola (13) | Ver detalhes |
| Pastagens | Hyptis suaveolens | bamburral, betônica-brava (2), cheirosa (2) | Ver detalhes |
Pastagens e Cana-de-açúcar:
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Somente aplique o produto com equipamentos de aplicação tecnicamente adequados ao relevo do local, corretamente regulados e calibrados, conforme a recomendação do fabricante do pulverizador e do responsável técnico.
Utilize pontas de pulverização com indução de ar de jato leque para a produção de gotas grossas a extremamente grossas.
Pressão de trabalho: 30-70 lbf/pol².
Diâmetro de gotas: acima de 350 micra
Densidade de gotas: 30 gotas/cm²
Para aplicação foliar em área total, quando as áreas forem extensas e as pastagens infestadas densamente por plantas daninhas de pequeno, médio e grande porte, deve-se aplicar o produto molhando bem e uniformemente toda a folhagem da planta.
AERONAVES AGRÍCOLAS e AERONAVES REMOTAMENTE PILOTADAS ARP.
A aplicação aérea (AERONAVES AGRÍCOLAS e AERONAVES REMOTAMENTE PILOTADAS ARP -
DRONES) deverá seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas definidos para essa modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações, uso de DGPS (Sistema de Posicionamento Global Diferencial), definição dos parâmetros técnicos operacionais e de segurança relacionados aos equipamentos de aplicação, como a altura do voo, largura da faixa de deposição efetiva, modelo, tipo e ângulo do equipamento utilizado, modelo e número de pontas de pulverização, entre outros, e condições climáticas adequadas ao uso do produto, sempre supervisionadas pelo responsável pelas operações aeroagrícolas.
Para aplicação de FACCA, deve-se observar os parâmetros que proporcionam uma boa cobertura do alvo desejado e técnicas de redução de deriva, conforme abaixo:
boa cobertura. O equipamento deverá ser regulado visando assegurar uma distribuição uniforme da calda e uma boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Não é permitida a aplicação aérea de agrotóxicos e afins, adjuvantes, fertilizantes, inoculantes, corretivos e sementes com ARP em áreas situadas a uma distância mínima de vinte metros de povoações, cidades, vilas, bairros, moradias isoladas, agrupamentos de animais, de mananciais de captação de água para abastecimento de população, inclusive reservas legais e áreas de preservação permanente, além de outras áreas ambientais com larguras mínimas de proteção estabelecidas em legislação específica, caso não sejam áreas alvos da aplicação, devendo ser respeitadas ainda, quando couber, as restrições de distância constantes na recomendação do produto a ser aplicado.
Para esta atividade, consulte sempre o Engenheiro Agrônomo e/ou o técnico agropecuário com curso de executor em aviação agrícola, os quais são os responsáveis pelas informações técnicas operacionais e de segurança referentes à aplicação do produto.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) para realizar a aplicação do produto.
As empresas que utilizarem drones na aplicação precisam ter realizado os cursos para aplicação através de aeronaves remotamente pilotadas (drones/ARP), de acordo com a Normativa MAPA nº 298, de 22 setembro de 2021, ou qualquer outra que venha complementá-la ou substitui-la, e com equipamentos registrados nos órgãos competentes para operacionalizar. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto. Sempre consulte as normas vigentes (MAPA, DECEA, ANAC e ANATEL).
Para aplicação terrestre e aérea, somente aplique o produto FACCA com equipamentos de aplicação tecnicamente adequados ao relevo do local, corretamente regulados e calibrados, conforme a recomendação do fabricante do equipamento e do responsável pela aplicação.
Siga sempre as orientações do Engenheiro Agrônomo e/ou profissional responsável pela aplicação, que poderá conciliar o tipo de bico (por exemplo: bicos com pontas tipo leque com indução de ar), o tamanho da gota adequada à tecnologia de aplicação e a redução da possibilidade de deriva, a altura da barra e outras características do equipamento de aplicação terrestre, parâmetros técnicos operacionais e de segurança para aplicação aérea, a topografia do terreno, bem como, as doses e recomendações de uso prescritas na bula do produto para os respectivos alvos e culturas.
O profissional responsável que prescrever o uso do FACCA deverá recomendar a especificação do equipamento mais adequado para correta aplicação do produto, de modo a reduzir a possibilidade de deriva.
Observe atentamente as instruções de uso de todos os equipamentos envolvidos. Em caso de equipamentos diferentes e regulagens específicas, consulte sempre um Engenheiro Agrônomo ou profissional responsável.
Para evitar os prejuízos causados pela deriva, é importante seguir rigorosamente as recomendações quanto as condições climáticas e equipamento de aplicação. O produto somente deve ser aplicado sob as seguintes condições meteorológicas:
Temperatura ambiente inferior a 30ºC;
Umidade relativa do ar superior a 55%;
Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.
Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplique o produto, pois pode haver risco de inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia.
Se a velocidade do vento estiver acima de 10 km/h não aplique o produto, devido ao potencial de deriva pelo movimento do ar.
Toda a pulverização com o produto FACCA feita fora das condições operacionais e meteorológicas adequadas, pode gerar deriva de gotas e atingir cultivos vizinhos e/ou culturas sensíveis.
Prevenção de deriva e contaminação de culturas sensíveis:
Para evitar efeitos indesejáveis, observar os limites meteorológicos definidos acima, e mais:
Efetuar levantamento prévio de culturas sensíveis ao produto nas áreas próximas;
Nunca fazer a aplicação aérea a menos de 2000 metros de plantas ou culturas sensíveis;
Controlar permanentemente o sentido do vento: deverá soprar da cultura sensível para a área da aplicação. Interromper o serviço se houver mudança nessa direção.
CULTURA | INTERVALO DE SEGURANÇA: |
Pastagens | Não determinado devido a modalidade de emprego |
Erradicação de eucalipto | Não determinado devido a modalidade de emprego |
Cana-de-açúcar | Não determinado por ser de uso em pré/pós-emergência até 3 meses após o plantio ou corte |
CULTURA | Modalidade de Emprego (Aplicação) | INTERVALO DE REENTRADA* | |
2h de atividades | 8h de atividades | ||
Pastagens | Pré/Pós-emergência | 5 dias (1) | 23 dias (1) |
Cana-de-açúcar | Pré/Pós-emergência | 13 dias | 31 dias (2) |
- | Erradicação do eucalipto (tocos) | 24 horas (3) | 24 horas (3) |
*A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada com a utilização, pelos trabalhadores, de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas.
(1) Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar.
(2) Necessária a utilização pelos trabalhadores, após o intervalo de reentrada, de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e luvas, como equipamento de proteção individual (EPI), para se realizar qualquer trabalho nas culturas de cana-de-açúcar após a aplicação de produtos contendo 2,4-D.
(3) Mantido em 24 horas pela ausência relevante de contato na reentrada.
É exigida a manutenção de bordadura de, no mínimo, 10 metros livres de aplicação tratorizada de produtos à base de 2,4-D. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu
interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
Para aplicação através de aeronaves agrícolas, fica proibido o sobrevoo com o produto em áreas povoadas, moradias e agrupamentos humanos. Não execute aplicação aérea em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoações e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas e agrupamentos de animais.
Inclusão de medidas que dificultem a entrada em área tratada de transeuntes e residentes (ex. uso de placas de advertência com avisos sobre aplicação de produtos à base de 2,4-D).
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Tiririca | 1,6 | 800 | |||
(Cyperus rotundus) | |||||
Capim-braquiária | |||||
(Brachiaria decumbens) | |||||
Capim-carrapicho | |||||
(Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-colchao | |||||
(Digitaria horizontalis) | |||||
Capim-colonião -sementes (Panicum maximum) | |||||
Capim-marmelada | |||||
(Brachiaria plantaginea) | 300 a 400 | ||||
Trapoeraba | (Aplicação | ||||
(Commelina benghalensis) | terrestre) | ||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | 10 a 40 | 1 | |||
Cana-de | 1,2 | 600 | (Aplicação aérea) | ||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
açúcar | Erva-quente | ||||
(Spermacoce alata) | |||||
Guanxuma-branca | |||||
(Sida glaziovii) | |||||
Poaia-branca | |||||
(Richardia brasiliensis) | |||||
Capim-pé-de-galinha | |||||
(Eleusine indica) | |||||
Amendoim-bravo | |||||
(Euphorbia heterophylla) | |||||
Corda-de-viola | |||||
(Ipomoea grandifolia) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura. Realizar uma (01) aplicação. | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Soja (dessecação) | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 0,2 a 0,4 | 100 a 200 | 250 a 300 (Aplicação terrestre) 10 a 40 (Aplicação aérea) | 1 |
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicação em pós-emergência das plantas infestantes(dessecação) antes do plantio da cultura da soja. Aplicar quando as plantas infestantes estiverem no máximo com 6 a 8 folhas e porcentagem de cobertura do solo até 20 a 35%, respectivamente. Realizar uma (01) aplicação. | |||||
Capim-arroz | |||||
(Echinochloa crusgalli) | |||||
Capim-braquiária | |||||
(Brachiaria decumbens) | |||||
Capim-carrapicho | |||||
(Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-colchão | |||||
(Digitaria horizontalis) | |||||
Capim colonião-sementes (Panicum maximum) | |||||
Soja (solo pesado) | Capim-custodio (Pennisetum setosum) | 1,2 | 600 | 250 a 300 (Aplicação Terrestre) 10 a 40 (Aplicação aérea) | 1 |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
Amendoim bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Carrapicho rasteiro (Acanthospermum australe) | |||||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | |||||
Cheirosa (Hyptis suaveolens) | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Desmodio (Desmodium tortuosum) | |||||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||||
Erva-palha (Blainvillea latifolia) | 250 a 300 | ||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||
(Aplicação Terrestre) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Soja (solo pesado) | 1,2 | 600 | 10 a 40 | 1 | |
Joá-de-capote (Nicandra physaloides) | (Aplicação aérea) | ||||
Maria-pretinha (Solanum americanum) | |||||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Trapoeraba | |||||
(Commelina benghalensis) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura, no pós – plantio, tanto no sistema convencional como no plantio direto. A dose recomendada é para solos pesados. Não utilizar o produto nesta dose em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade. A aplicação deverá ser feita sempre antes da emergência da cultura de soja. O produto aplicado no – cracking – da soja ou em plantas emergidas causará danos a cultura. Plantio Direto: Usar no controle das seguintes plantas infestantes: Amendoim bravo, capim-braquiária, capim-marmelada, capim-colchão, corda-de-viola e guanxuma, na seguinte sequência: 1ª. Dessecação de plantas infestantes (manejo químico), 2ª. Plantio, e 3ª. Aplicação sempre na dose de 1,2 L/ha. Realizar 01(uma) aplicação. | |||||
250 a 300 | |||||
(Aplicação | |||||
Soja (solo leve) | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 0,4 a 0,8 | 200 a 400 | Terrestre) 10 a 40 | 1 |
(Aplicação | |||||
aérea) | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicação pré – emergência das plantas infestantes e da cultura. Aplicação no plantio convencional deve ser realizada somente para solo leve e médio. O produto aplicado na pós - emergência da soja causará danos a cultura. Realizar uma (01) aplicação. | |||||
Soja (solo leve a médio) | Amedoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 0,8 | 400 | 250 a 300 (Aplicação Terrestre) 10 a 40 (Aplicação aérea) | 1 |
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicação pré – emergência das plantas infestantes e da cultura. Aplicação no plantio convencional deve ser realizada somente para solo leve e médio. O produto aplicado na pós - emergência da soja causará danos a cultura. Realizar uma (01) aplicação. | |||||
Café | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 1,4 | 700 | 200 a 400 (Aplicação Terrestre) | 1 |
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
Tiririca (Cyperus rontundus) | |||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicação na pré–emergência das plantas infestantes em cafeeiros adultos, com jato dirigido para o solo. Realizar uma (01) aplicação. | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Citros | Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 1,2 a 1,4 | 600 a 700 | 200 a 400 (Aplicação Terrestre) | 1 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Caruru (Amaranthus retroflexus) | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Citros | Grama-seda (Cynodon dactylon) | 1,2 a 1,4 | 600 a 700 | 200 a 400 (Aplicação Terrestre) | 1 |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicação na pré–emergência das plantas infestantes em pomares de cítricos adultos, com jato dirigido para o solo. Realizar uma (01) aplicação. | |||||
Fumo | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,8 | 400 | 100 a 200 (Aplicação Terrestre) | 1 |
Tiririca (Cyperus rotundus) | 0,6 a 0,8 | 300 a 400 | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 0,6 | 300 | |||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | 0,8 | 400 | |||
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicação em pré–emergência no pré-plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar somente em solos leves e médios. A dose menor deve ser utilizada em solos leves e a maior em solos médios. Tiririca e Leiteiro: Usar a dose maior para alta infestação, na aplicação nas entrelinhas. A aplicação poderá ser feita de duas (2) formas: Na linha de plantio, sobre o camalhão, uma (01) dia antes do transplante das mudas de fumo, em uma faixa de 50 cm. Poderá ocorrer injuria leve na cultura no período próximo a aplicação do produto, quando aplicado sobre o camalhão em pré-plantio, mas com recuperação da cultura entre 15 à 30 dias após a aplicação. Na entrelinha de plantio, logo após o último cultivo, em pré–emergência das plantas infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60 cm, evitando o contato com o produto com as plantas de fumo para não haver injuria. Realizar uma (01) aplicação. | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Abacaxi | Capim-favorito (Rhynchelitrum roseum) | 0,8 a 1,2 | 400 a 600 | 200 (Aplicação Terrestre) | 1 |
Beldroega (Portulaca olerecea) | 1,2 | 600 | |||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 1,2 a 1,4 | 600 a 700 | |||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicação em pré–emergência das plantas infestantes e em pós-plantio da cultura, através de jato dirigido nas entrelinhas. Capim-favorito: A aplicação visando o controle do capim-favorito deve ser realizada somente em solo leve e médio. Realizar uma (01) aplicação. | |||||
Eucalipto | Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,0 | 500 | 200 (Aplicação Terrestre) | 1 |
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | |||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Capim-colonião (Panicum maximum) | |||||
Capim- custódio (Pennisetum setosum) | |||||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 0,8 | 400 | |||
Tiririca (Cyperus rotundus) | 1,2 a 1,6 | 600 a 800 | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 0,9 | 450 | |||
Caruru (Amaranthus hybridus) | 0,8 | 400 | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 0,9 | 450 | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | 0,8 | 400 | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 1,0 | 500 | |||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,0 a 1,2 | 500 a 600 | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,0 | 500 | |||
Cheirosa (Hyptis suaveolens) | 1,2 | 600 | |||
Desmodio (Desmodium tortuosum) | 1,2 | 600 | |||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Eucalipto | Erva-quente (Spermacoce latilofia) | 1,0 | 500 | 150 a 200 (Aplicação Terrestre) | 1 |
Erva-palha (Blainvillea latifolia) | 0,9 | 450 | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | 0,9 | 450 | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,0 | 500 | |||
Joá-de-capote (Nicandra physaloides) | 0,8 | 400 | |||
Erva-de-bicho (Solanum americanum) | 0,8 | 400 | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | 0,9 | 450 | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 1,0 | 500 | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 1,0 | 500 | |||
Número, época e intervalo de aplicação: Na aplicação pré–emergência das plantas infestantes, em pré ou pós-plantio das mudas. A aplicação pré- plantio das mudas deve ser realizada em faixa sobre a linha de plantio e em pós-plantio, através de jato dirigido, procurando evitar a parte aérea das plantas. Na aplicação tópica sobre a muda, pode ocorrer – queimas – localizadas, onde houver contato do produto com as folhas ou brotações, mas com recuperação rápida sem afetar o desenvolvimento da planta e sua produtividade. Realizar uma (01) aplicação. | |||||
(1) p.c = produto comercial
(**) Sob condições muito favoráveis, havendo necessidade de se fazer maior número de aplicações para controlar a praga, utilizar outro inseticida registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária, respeitando-se o Intervalo de segurança do mesmo.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Café | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Panicum maximum | capim-colonião, capim-coloninho (1), capim-guiné | Ver detalhes |
| Citros | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Blainvillea latifolia | canela-de-urubú, erva-de-urubú, erva-palha (1) | Ver detalhes |
| Fumo | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
| Soja | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
O herbicida GAMEOVER pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores costais ou tratorizados e por via aérea, conforme recomendações para cada cultura. Além das recomendações acima para as culturas indicadas, levar em consideração que o solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem. Como todos os herbicidas, o GAMEOVER necessita de uma quantidade mínima de umidade no solo para sua ativação. Na ausência desta, deve-se aguardar uma chuva leve (maior que 10mm). Neste caso, se houver plantas infestantes já germinadas, as mesmas devem ser eliminadas através de um cultivo superficial (tratorizado ou manual) nas entrelinhas, evitando-se o movimento intenso do solo para manter o produto na camada superficial. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do solo. Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Aplicação Terrestre
(velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Temperatura ambiente abaixo de 30 °C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Aplicação aérea
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Temperatura ambiente abaixo de 30 °C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Abacaxi 60
Café 130
Cana-de-açúcar e Soja (1)
Citros 200
Eucalipto U.N.A
Fumo U.N.A
U.N.A =Uso não alimentar
(1) Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego.
Não deve ocorrer a reentrada de pessoas antes de 24 horas após aplicação, a menos que se use roupas protetoras.
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
ALFACE | Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | 1,5 + 0,25 % de óleo vegetal ou mineral | 300 | Terrestre: 350 | 1 |
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
Erva-de-bicho Polygonum aviculare | |||||
Serralha Sonchus oleraceus | |||||
Erva-de-passarinho Stellaria media | |||||
Soliva Soliva anthemifolia | 2,0 + 0,25 % de óleo vegetal ou mineral | 400 | |||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido na pós-emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
ALGODÃO | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 2,0 + 0,25 % de óleo vegetal ou mineral | 400 | Terrestre: 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Capim-massambará Sorghum halepense | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Caruru-rasteiro Amaranthus deflexus | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Fedegoso Chenopodium album | |||||
Época e intervalo de aplicação: Para controle das plantas daninhas, aplicar em jato dirigido na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura. Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada e capim-massambará, realizar a aplicação no início do perfilhamento. Para carra-picho-de- carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru-rasteiro, picão-preto e fedegoso, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
ALGODÃO OGM (Organismo Geneticamente Modificado OGM**) resistente ao Glufosinato de amônio (pós emergência) | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 a 2,5 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 a 500 | Terrestre: 200 - 300 Aérea: 30 - 40 | 2 |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Apaga-fogo Alternanthera tenella | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 3,0 a 3,5 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 600 a 700 | 1 | ||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Apaga-fogo Alternanthera tenella | |||||
Erva-quente Borrieria latifolia | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar o produto, em pós-emergência da cultura, com adição de 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação, em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas. Recomenda- se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 2,5 L p.c./ha. Para uma única aplicação utilizar a dosagem de 3,0 a 3,5 L p.c./ha, observando-se sempre o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas. | |||||
BANANA | Capim-colchão Digitaria horizontalis | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | Terrestre: 500 | 1 |
Capim-guaçu Paspalum conspersum | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Quebra-pedra Phyllanthus tenellus | |||||
Crepis Crepis japonica | |||||
Macela-branca Gnaphalium spicatum | |||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | |||||
Sete-sangrias Cuphea carthagenensis | |||||
Erva-cará Dioscorea batatas | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas de folha larga estiverem com 2 a 6 folhas, e as de folha estreita com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
BATATA | Caruru Amaranthus viridis | 2,0 + 0,25 % de óleo vegetal ou mineral | 400 | Terrestre: 350 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Nabo Raphanus raphanistrum | |||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | |||||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Época e intervalo de aplicação: Realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas e as gramíneas com até 1 perfilho. | |||||
CAFÉ | Trapoeraba Commelina benghalensis | 2,0 + 0,25 % de óleo vegetal ou mineral | 400 | Terrestre: 350 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Buva Conyza bonariensis | |||||
Macela-branca Gnaphalium spicatum | |||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | 3,0 + 0,4 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 600 | Terrestre: 450 | ||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,5 + 0,4 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 500 | |||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega e guanxuma, aplicar quando estas estiverem com até 4 folhas. Em capim-marmelada e capim-colchão, até a fase de início do perfilhamento. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
CITROS | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 4,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 800 | Terrestre: 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis e Digitaria sanguinalis | |||||
Capim-amargoso Digitaria insularis | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Maria-gorda Talinum paniculatum | |||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | |||||
Malva-branca Sida cordifolia | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem em vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das daninhas de folha estreita quando estiverem com até 4 perfilhos; e em folhas largas, com até 8 folhas. | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
FEIJÃO | Uso para dessecação para feijão de consumo | 1,8 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 360 | Terrestre: 350 Aérea: 30 - 40 | 1 |
Uso para dessecação para feijão para sementes | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | |||
Época e intervalo de aplicação:
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
MAÇÃ | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | Terrestre: 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Azevém Lolium multiflorum | |||||
Língua-de-vaca Rumex obtusifolius | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Nabo Raphanus raphanistrum | |||||
Serralha Sonchus oleraceus | |||||
Losna-branca Parthenium hysterophorus | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
Maria-mole Senecio brasiliensis | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Poaia Richardia brasiliensis | |||||
Trevo Oxalis oxyptera | |||||
Época e intervalo de aplicação: Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar em poaia, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão- branco, picão-preto e língua-de-vaca quando a planta daninha estiver de 5 a 10 cm. Em capim- colchão, azevém e capim-marmelada com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
MILHO | Capim-colchão Digitaria sanguinalis | 1,5 a 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 300 a 400 | Terrestre: 350 | 1 |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia | |||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Malva-branca Sida cordifolia | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim- colchão e capim-marmelada. Para as demais daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
NECTARINA / PÊSSEGO | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | Terrestre: 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão branco quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Capim-colchão e capim-marmelada, quando estiver com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
REPOLHO | Picão-branco Galinsoga parviflora | 1,5 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 300 | Terrestre: 350 | 1 |
Erva-de-passarinho Stellaria media | |||||
Erva-de-bicho Polygonum persicaria | |||||
Serralha Sonchus oleraceus | |||||
Mentruz Coronopus didymus | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | |||
Época e intervalo de aplicação: Realizar a aplicação quando as plantas daninhas apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
SOJA | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,5 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 500 | Terrestre: 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Nabo Raphanus raphanistrum | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Poaia Richardia brasiliensis | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Trigo Triticum aestivum | 3,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 600 | |||
Aveia Avena sativa | |||||
Cevada Hordeum vulgare | |||||
Azevém Lolium multiflorum | |||||
Centeio Secale cereale | |||||
Triticale Triticum secale | |||||
Época e intervalo de aplicação: - Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. Para o controle de capim-colchão e capim-marmelada, realizar o controle quando as plantas estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo, nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega realizar o controle quando as plantas estiverem com até 6 folhas. Para o controle de trapoeraba realizar o controle quando as plantas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
TRIGO | Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | Terrestre: 350 | 1 |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | |||||
Arroz Oryza sativa | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Guanxuma Sida cordifolia | |||||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Soja Glycine max | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Caruru e guanxuma devem ter até 4 folhas. Para o controle da buva oriunda de sementes, realizar a aplicação na dose de 1,5 a 2,0 L/ha quando as plantas daninhas estiverem com até 2 folhas. Para o controle das gramíneas como o capim-amargoso, aplicar sobre as plantas daninhas oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
UVA | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,7 (0,25 % v/v) de óleo vegetal ou mineral | 400 | Terrestre: 350 | 1 |
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. Picão-preto, picão- branco e caruru devem ter até 4 folhas. Capim-marmelada deve ter até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do GLUFOSINATE 200 SL YNG deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do GLUFOSINATE 200 SL YNG, acrescentar óleo vegetal ou mineral na proporção recomendada para o cultivo/alvo, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Algodão | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Banana | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Batata | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Café | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Citros | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Eucalipto | Pteridium aquilinum | pluma-grande, samambaia, samambaia-das-taperas | Ver detalhes |
| Feijão | Ver detalhes | ||
| Maçã | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Milho | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Nectarina | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Pessego | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Repolho | Stellaria media | centochio, erva-de-passarinho (2), esparguta (2) | Ver detalhes |
| Soja | Secale Cereale | Centeio | Ver detalhes |
| Trigo | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Uva | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Para as hortaliças (alface e repolho), evitar que o produto tenha contato com a cultura, utilizar o “sistema de copinhos” cobrindo as mudinhas com copinho plástico, para protegê- las da ação herbicida do produto.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador costal, autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido à entrelinha, sobre as plantas daninhas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura das plantas daninhas, sem atingir a cultura. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático
Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Volume de calda | Tamanho de gotas | Cobertura mínima | Altura de voo | Faixa de aplicação | Distribuição das pontas |
30 - 40 L/ha | Média - Grossa | 40 gotas/cm² | 3 m | 15 - 18 m | 65% |
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
Entre 10 e 30°C | maior que 55% | entre 3 e 10km/h |
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
Diâmetro das gotas:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Ventos:
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Temperatura e Umidade:
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
Inversão térmica
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Culturas | Dias |
Alface | 7 |
Algodão | 28 |
Algodão OGM | 116 |
Banana | 10 |
Batata | 10 |
Café | 20 |
Citros | 40 |
Eucalipto | UMA (1) |
Feijão | 5 |
Dessecação feijão | 5 |
Maçã | 7 |
Milho | ND (2) |
Nectarina | 7 |
Pêssego | 7 |
Repolho | 7 |
Soja | ND (2) |
Trigo | ND (2) |
Uva | 7 |
(1) Uso não alimentar
(2) Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
O produto HEXAFORT WG é um herbicida apresentado na forma de granulado dispersível em água, para o controle seletivo de plantas daninhas em pós-emergência e pré-emergência na cultura da cana- de-açúcar. É prontamente absorvido pelas raízes e folhas das plantas daninhas, mostrando ação de contato e residual.
Modo de ação: Hexazinone pertence ao grupo de herbicidas dos inibidores de fotosistema II. O local de ação destes herbicidas é na membrana do cloroplasto, onde ocorre a fase luminosa da fotossíntese, mais especificamente no transporte de elétrons. Uma planta é susceptível aos herbicidas inibidores da fotossíntese se o herbicida se acoplar ao composto QB componente do sistema fotossintético e, assim, impossibilitar a ocorrência do transporte do elétron até a plastoquinona. Dessa forma, não existe a produção de ATP, pois o transporte de elétrons é interrompido, bem como a produção de NADPH2, levando a planta à morte.
O grau de controle varia de acordo com a dose aplicada, nível de infestação, condições de solo e clima. HEXAFORT WG é recomendado para aplicações em pré e pós-emergência inicial, em cana planta e cana soca conforme segue:
Nome comum | Nome científico |
carrapicho-rasteiro e carrapichinho | Acanthospermum australe |
caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus |
caruru-roxo e caruru-branco | Amaranthus hybridus |
caruru-gigante | Amaranthus retroflexus |
capim-braquiária e braquiária | Brachiaria decumbens |
capim-marmelada e capim-papuã | Brachiaria plantaginea |
trapoeraba | Commelina benghalensis |
capim-colchão e capim-milhã | Digitaria horizontalis |
capim-pé-de-galinha | Eleusine indica |
amendoim-bravo e leiteira | Euphorbia heterophylla |
corda-de-viola e corriola | Ipomoea purpúrea |
capim-colonião e capim-coloninho | Panicum maximum |
losna-branca e fazendeiro | Parthenium hysterophorus |
beldroega e bredo-de-porco | Portulaca oleracea |
fedegoso-branco e mata-pasto | Senna obtusifolia |
malva-branca e guanxuma | Sida cordifolia |
guanxuma-branca e malva-guaxima | Sida glaziovii |
guanxuma e mata-pasto | Sida rhombifolia |
erva-quente | Spermacoce latifolia |
Modalidade | Tipo de solo | Dose (g/ha) | Observações | |
Produto Comercial | Ingrediente Ativo | |||
Pré-Emergência | Leve | 200-300 | 150-225 | As doses maiores devem ser utilizadas quando o solo apresentar alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas daninhas |
Médio | 300-400 | 225-300 | ||
Pesado | 400-500 | 300-375 | ||
Pós-Emergência | Todos | 350 | 262,5 | Para gramíneas e folhas largas com 2 a 4 folhas |
450 | 337,5 | Para gramíneas antes do perfilhamento e folhas largas acima de 4 folhas até 10 cm de altura |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
PRÉ-EMERGÊNCIA: Solo Leve: 200-300 g/ha, solo médio: 300-400 g/ha, solo pesado: 400-500 g/ha. PÓS-EMERGÊNCIA: Todos os tipos de solo: 350-450 g/ha.
OBSERVAÇÕES PARA PÓS-EMERGÊNCIA: Usar espalhante adesivo de acordo com a recomendação do fabricante; Dose de 350 g/ha para gramíneas e folhas largas com 02 a 04 folhas; Dose de 450 g/ha para gramíneas antes do perfilhamento e folhas largas acima de 04 folhas até 10 cm de altura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: As maiores doses devem ser utilizadas quando o solo apresentar alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas daninhas. As menores doses próximas a 200 g/ha devem ser aplicadas em condições de solos arenosos. O produto não deve ser utilizado em cana- planta em condições de solo leve. Em pós-emergência das plantas daninhas, usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante. A aplicação deve ser feita quando as plantas daninhas tiverem até 10 cm de altura (folhas largas) e antes do perfilhamento (gramíneas), quando estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo, com umidade do ar superior a 70% e temperatura acima de 21°C. Sob ameaça de chuva suspender as aplicações. Tanto nas aplicações de pós como de pré- emergência, a uniformidade da calda e a boa cobertura das plantas daninhas e/ou solo, são fundamentais para se obter um bom controle das mesmas.
FREQUÊNCIA DE APLICAÇÃO: HEXAFORT WG deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de “esporão” (cana planta) ou início do perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas daninhas ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido com pingente, a fim de se evitar o efeito “guarda-chuva”. Para o controle de plantas daninhas em áreas infestadas por Brachiaria plantaginea (capim marmelada) a aplicação deve ser feita quando as chuvas estiverem regulares.
Recomenda-se uma aplicação por ciclo da cultura.
FORMA DE APLICAÇÃO: Nas aplicações de pré-emergência o solo deve estar bem preparado, úmido, livre de torrões e restos de culturas. HEXAFORT WG pode ainda ser aplicado em condições de baixa umidade do solo quando em um período ao redor de 02 semanas as chuvas se tornarem regulares e ocorrer o fechamento da cana-de-açúcar.
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve- se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque com água quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador.
rendimento operacional. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme, conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Recomenda-se um volume de aplicação entre 20 e 50 L/ha. A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.
Cultura | Dias |
Cana-de-açúcar | 150 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
Nome comum | Nome científico |
carrapicho-rasteiro, carrapichinho, mata-pasto, maroto | Acanthospermum australe |
caruru-rasteiro, caruru, bredo, bredo-rasteiro | Amaranthus deflexus |
caruru-roxo, caruru-branco, bredo, crista-de-qalo | Amaranthus hybridus |
caruru, caruru-qiqante, caruru-áspero, bredo | Amaranthus retroflexus |
capim-braquiária, braquiária, braquiária-decumbens | Brachiaria decumbens |
capim-marmelada, capim-papuã, capim-são-paulo, marmelada | Brachiaria plantaginea |
trapoeraba, mata-brasil, marianinha | Commelina benghalensis |
capim-colchão, capim-milhã, capim-de-roça, milhã | Digitaria horizontalis |
capim-pé-de-qalinha, capim-de-pomar, capim-da-cidade, qrama-sapo | Eleusine indica |
amendoim-bravo, leiteira, flor-de-poetas, café-do-diabo | Euphorbia heterophylla |
corda-de-viola, campainha, corriola, jetirana | Ipomoea purpurea |
capim-colonião, capim-coloninho, capim-milhã, capim-quiné | Panicum maximum |
losna-branca, fazendeiro, coentro-do-mato | Parthenium hysterophorus |
beldroega, bredo-de-porco, verdolaga, ora-pro-nobis | Portulaca oleracea |
fedegoso-branco, mata-pasto, mata-pasto-liso, vaqem-foice | Senna obtusifolia |
malva-branca, guanxuma, malva-veludo, malva | Sida cordifolia |
quanxuma-branca, malva-guaxima, mata-pasto | Sida glaziovii |
guanxuma, mata-pasto, vassourinha, relóqio | Sida rhombifolia |
Realizar somente 1 (um) tratamento por ciclo da cultura, seguindo as recomendações para cada tipo de solo.
MODALIDADE | TIPO DE SOLO | DOSE (g/ha) | OBSERVAÇÕES | |
PRODUTO COMERCIAL | INGREDIENTE ATIVO | |||
PRÉ-EMERGÊNCIA | LEVE* | 200 - 300 | 150 - 225 | As doses maiores devem ser utilizadas quando o solo apresentar alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes |
MÉDIO | 300 - 400 | 225 - 300 | ||
PESADO | 400 - 500 | 300 - 375 | ||
PÓS- EMERGÊNCIA** | TODOS | 350 | 262,5 | Para gramíneas e folhas largas com 2 a 4 folhas |
450 | 337,5 | Para gramíneas antes do perfilhamento e folhas largas acima de 4 folhas até 10 cm de altura | ||
*O produto não deve ser utilizado em cana-planta em solo leve.
**Para aplicação em Pós-Emergência usar espalhante adesivo de acordo com as recomendações do fabricante.
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As maiores doses devem ser uti lizadas quando o solo apresentar alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. As menores doses, próximas a 200 g/ha, devem ser aplicadas em condições de solos arenosos. O produto não deve ser utilizado em cana-planta em condições de solo leve. Em pós-emergência das plantas infestantes, usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante. A aplicação deve ser feita quando as plantas infestantes atingirem até 10 cm de altura (folhas largas) e antes do perfilhamento (gramíneas), quando estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo, sob condições de alta umidade (70%) e temperatura acima de 21 ºC. Em caso de ameaça de chuva, suspender a aplicação. Caso ocorram chuvas nas primeiras 6 horas após a aplicação a eficiência do produto pode diminuir. Tanto no caso de aplicação em pós-emergência como em pré-emergência, a uniformidade da calda e a boa cobertura das plantas infestantes e/ou solo são fundamentais para se obter um bom controle das plantas infestantes.
Ob HEXAPAX DRY deve ser aplicado antes da emergência da cultura, até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas infestantes ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido com pingente, a fim de se evitar o efeito "guarda-chuva". Aplicações em pós-emergência inicial em condições de solo leve (menos de 1 % de matéria
orgânica), deve-se determinar a tolerância à variedade. É importante que se avalie a tolerância de novas variedades antes das aplicações. Para controle de plantas infestantes em áreas infestadas por capim marmelada (Brachiaria plantaginea), a aplicação deve ser feita quando as chuvas estiverem regulares. HEXAPAX DRY pode ainda ser aplicado em condições de baixa umidade do solo ("meia-seca") quando em um período ao redor de 2 (duas) semanas as chuvas se tornarem regulares e ocorrer o fechamento da cana-de-açúcar.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
Equipamentos: pulverizador costal ou tratorizado de barra, com pressão constante (15 a 50 lb/pol2).
Altura da barra: deve permitir boa cobertura do solo e/ou plantas infestantes. Observar que a barra em toda sua extensão esteja na mesma altura.
Tipos de bico: na pré-emergência usar pontas de jato plano (ex.: Teejet, XRTeejet, DG Teejet ou TurboFloodjet); na pós- emergência usar pontas de jato plano (XRTeejet, Twinjet, TurboFloodjet), de acordo com as recomendações do fabricante.
Volume de aplicação 250 a 600 L de calda/ha em pré-emergência e pós-emergência das plantas infestantes e da cultura com a infestação, espécies de plantas infestantes e porte da cultura.
Obs: É necessária a contínua agitação no tanque e fechamento do registro do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento para evitar desperdícios e a sobreposição das faixas de aplicação que podem duplicar a dose aplicada.
Equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos.
Tipo de bicos: cônicos D8, D10 ou D12, core 45, ou atomizadores de tela rotativa (Micronair).
Volume de aplicação: 30 a 40 L de calda/ha.
Ângulo dos bicos em relação à direção de voo: de acordo com o equipamento e a aeronave utilizada, e das condições climáticas no momento da aplicação.
Altura de voo: 3 a 5 metros sobre o alvo.
Largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma cobertura uniforme. Ensaios para a determinação da dimensão mais adequada da faixa de deposição efetiva devem ser realizados localmente.
Evitar a sobreposição das faixas de aplicação.
Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Seguir as restrições existentes na legislação pertinente.
Condições climáticas:
Temperatura: inferior a 25ºC. Umidade relativa: superior a 70%.
Velocidade do vento: inferior a 10 km/h.
Obs.: Aplicação somente deverá ser feita em pré-emergência da cultura.
O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até 1/3 da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionando o produto, completando por fim o volume com água. Caso indicado o espalhante deve ser o último produto a ser adicionado à calda. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
NOTA: Antes da aplicação de HEXAPAX DRY o equipamento de pulverização deve estar limpo e bem conservado, procedendo então a calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto.
5
Antes de iniciar a aplicação, tenha certeza de ter o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, torna a limpeza mais difícil. A não lavagem ou mesmo a lavagem inadequada do pulverizador pode resultar em danos às culturas em aplicações subsequentes. Esvazie o equipamento de pulverização. Enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Solte e fisicamente remova os depósitos visíveis de produtos. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (AMONÍACO OU SIMILAR COM 3% de AMÔNIA) na proporção de 1% (1 litro para 100 litros de água). Circule esta solução pelas mangueiras, barras e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barra, filtros e bicos. Esvazie o tanque. Remova e limpe bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. Complete novamente o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (AMONÍACO OU SIMILAR COM 3% de AMÔNIA) na proporção de 1% (1 litro para 100 litros de água). Circule esta solução pelas mangueiras, barras e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barra, filtros e bicos. Esvazie o tanque. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, filtros e bicos com água limpa no mínimo 03 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação local.
Cana-de-açúcar. 150 dias
Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período mínimo de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso haja necessidade de reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes desse período, usar os EPls recomendados.
HEXAPAX SUPER é utilizado para o controle de plantas infestantes na cultura da cana-de- açúcar. O produto é prontamente absorvido pelas raízes e folhas das plantas infestantes, mostrando ação de contato e residual. O grau de controle varia de acordo com a dose aplicada, nível de infestação, condições de solo e clima.
Nome comum | Nome científico |
carrapicho-rasteiro, carrapichinho, mata-pasto, maroto | Acanthospermum australe |
caruru-rasteiro, caruru, bredo, bredo-rasteiro | Amaranthus deflexus |
caruru-roxo, caruru-branco, bredo, crista-de-qalo | Amaranthus hybridus |
caruru, caruru-qiqante, caruru-áspero, bredo | Amaranthus retroflexus |
capim-braquiária, braquiária, braquiária-decumbens | Brachiaria decumbens |
capim-marmelada, capim-papuã, capim-são-paulo, marmelada | Brachiaria plantaginea |
trapoeraba, mata-brasil, marianinha | Commelina benghalensis |
capim-colchão, capim-milhã, capim-de-roça, milhã | Digitaria horizontalis |
capim-pé-de-qalinha, capim-de-pomar, capim-da-cidade, qrama-sapo | Eleusine indica |
amendoim-bravo, leiteira, flor-de-poetas, café-do-diabo | Euphorbia heterophylla |
corda-de-viola, campainha, corriola, jetirana | Ipomoea purpurea |
capim-colonião, capim-coloninho, capim-milhã, capim-quiné | Panicum maximum |
losna-branca, fazendeiro, coentro-do-mato | Parthenium hysterophorus |
beldroega, bredo-de-porco, verdolaga, ora-pro-nobis | Portulaca oleracea |
fedegoso-branco, mata-pasto, mata-pasto-liso, vaqem-foice | Senna obtusifolia |
malva-branca, guanxuma, malva-veludo, malva | Sida cordifolia |
quanxuma-branca, malva-guaxima, mata-pasto | Sida glaziovii |
guanxuma, mata-pasto, vassourinha, relóqio | Sida rhombifolia |
Realizar somente 1 (um) tratamento por ciclo da cultura, seguindo as recomendações para cada tipo de solo.
MODALIDADE | TIPO DE SOLO | DOSE (g/ha) | OBSERVAÇÕES | |
PRODUTO COMERCIAL | INGREDIENTE ATIVO | |||
PRÉ-EMERGÊNCIA | LEVE* | 200 - 300 | 150 - 225 | As doses maiores devem ser utilizadas quando o solo apresentar alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes |
MÉDIO | 300 - 400 | 225 - 300 | ||
PESADO | 400 - 500 | 300 - 375 | ||
PÓS- EMERGÊNCIA** | TODOS | 350 | 262,5 | Para gramíneas e folhas largas com 2 a 4 folhas |
450 | 337,5 | Para gramíneas antes do perfilhamento e folhas largas acima de 4 folhas até 10 cm de altura | ||
*O produto não deve ser utilizado em cana-planta em solo leve.
**Para aplicação em Pós-Emergência usar espalhante adesivo de acordo com as recomendações do fabricante.
4
As maiores doses devem ser uti lizadas quando o solo apresentar alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. As menores doses, próximas a 200 g/ha, devem ser aplicadas em condições de solos arenosos. O produto não deve ser utilizado em cana-planta em condições de solo leve. Em pós-emergência das plantas infestantes, usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante. A aplicação deve ser feita quando as plantas infestantes atingirem até 10 cm de altura (folhas largas) e antes do perfilhamento (gramíneas), quando estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo, sob condições de alta umidade (70%) e temperatura acima de 21 ºC. Em caso de ameaça de chuva, suspender a aplicação. Caso ocorram chuvas nas primeiras 6 horas após a aplicação a eficiência do produto pode diminuir. Tanto no caso de aplicação em pós-emergência como em pré-emergência, a uniformidade da calda e a boa cobertura das plantas infestantes e/ou solo são fundamentais para se obter um bom controle das plantas infestantes.
HEXAPAX SUPER deve ser aplicado antes da emergência da cultura, até o estádio de "esporão" (cana planta) ou inícioOb de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando
o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas infestantes ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido com pingente, a fim de se evitar o efeito "guarda-chuva". Aplicações em pós-emergência inicial em condições de solo leve (menos de 1 % de matéria
orgânica), deve-se determinar a tolerância à variedade. É importante que se avalie a tolerância de novas variedades antes das aplicações. Para controle de plantas infestantes em áreas infestadas por capim marmelada (Brachiaria plantaginea), a aplicação deve ser feita quando as chuvas estiverem regulares. HEXAPAX SUPER pode ainda ser aplicado em condições de baixa umidade do solo ("meia-seca") quando em um período ao redor de 2 (duas) semanas as chuvas se tornarem regulares e ocorrer o fechamento da cana-de-açúcar.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
Equipamentos: pulverizador costal ou tratorizado de barra, com pressão constante (15 a 50 lb/pol2).
Altura da barra: deve permitir boa cobertura do solo e/ou plantas infestantes. Observar que a barra em toda sua extensão esteja na mesma altura.
Tipos de bico: na pré-emergência usar pontas de jato plano (ex.: Teejet, XRTeejet, DG Teejet ou TurboFloodjet); na pós- emergência usar pontas de jato plano (XRTeejet, Twinjet, TurboFloodjet), de acordo com as recomendações do fabricante.
Volume de aplicação 250 a 600 L de calda/ha em pré-emergência e pós-emergência das plantas infestantes e da cultura com a infestação, espécies de plantas infestantes e porte da cultura.
Obs: É necessária a contínua agitação no tanque e fechamento do registro do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento para evitar desperdícios e a sobreposição das faixas de aplicação que podem duplicar a dose aplicada.
Equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos.
Tipo de bicos: cônicos D8, D10 ou D12, core 45, ou atomizadores de tela rotativa (Micronair).
Volume de aplicação: 30 a 40 L de calda/ha.
Ângulo dos bicos em relação à direção de voo: de acordo com o equipamento e a aeronave utilizada, e das condições climáticas no momento da aplicação.
Altura de voo: 3 a 5 metros sobre o alvo.
Largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma cobertura uniforme. Ensaios para a determinação da dimensão mais adequada da faixa de deposição efetiva devem ser realizados localmente.
Evitar a sobreposição das faixas de aplicação.
Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Seguir as restrições existentes na legislação pertinente.
Condições climáticas:
Temperatura: inferior a 25ºC. Umidade relativa: superior a 70%.
Velocidade do vento: inferior a 10 km/h.
Obs.: Aplicação somente deverá ser feita em pré-emergência da cultura.
O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até 1/3 da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionando o produto, completando por fim o volume com água. Caso indicado o espalhante deve ser o último produto a ser adicionado à calda. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
NOTA: Antes da aplicação de HEXAPAX SUPER o equipamento de pulverização deve estar limpo e bem conservado,
procedendo então a calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto. 5
Antes de iniciar a aplicação, tenha certeza de ter o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, torna a limpeza mais difícil. A não lavagem ou mesmo a lavagem inadequada do pulverizador pode resultar em danos às culturas em aplicações subsequentes. Esvazie o equipamento de pulverização. Enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Solte e fisicamente remova os depósitos visíveis de produtos. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (AMONÍACO OU SIMILAR COM 3% de AMÔNIA) na proporção de 1% (1 litro para 100 litros de água). Circule esta solução pelas mangueiras, barras e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barra, filtros e bicos. Esvazie o tanque. Remova e limpe bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. Complete novamente o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (AMONÍACO OU SIMILAR COM 3% de AMÔNIA) na proporção de 1% (1 litro para 100 litros de água). Circule esta solução pelas mangueiras, barras e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barra, filtros e bicos. Esvazie o tanque. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, filtros e bicos com água limpa no mínimo 03 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação local.
Cana-de-açúcar. 150 dias
Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período mínimo de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso haja necessidade de reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes desse período, usar os EPls recomendados.
HEXAZINONA 750 WG CROPCHEM é um herbicida seletivo, de ação sistêmica, na formulação granulado dispersível, que contém 750 g/kg do ingrediente ativo hexazinona.
O produto deve ser aplicado em pré-emergência ou pós-emergência inicial na cultura de cana-de-açúcar, para controle seletivo de plantas infestantes. O produto é prontamente absorvido raízes e folhas das plantas daninhas, apresentando ação de contato e residual. O grau de controle e a duração do efeito do produto podem variar conforme a dose aplicada, a ocorrência de chuvas, a temperatura e textura do solo.
HEXAZINONA 750 WG CROPCHEM é recomendado em pré-emergência para o controle de: Amendoim-bravo, leiteiro (Euphorbia heterophylla)
Beldroega (Portulaca oleracea)
Braquiária, capim-braquiária (Brachiaria decumbens)
Bredo, caruru, caruru-áspero Amaranthus retroflexus (Amaranthus retroflexus) Bredo, caruru-branco, caruru-roxo (Amaranthus hybridus)
Bredo-rasteiro, caruru (Amaranthus deflexus) Campanhia, corriola, corda-de-viola (Ipomoea purpurea)
Capim-colchão, capim-de-roça, capim-milhã (Digitaria horizontalis) Capim-colonião (Panicum maximum)
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)
Carrapichinho, carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) Erva-de-lagarto, erva-quente (Spermacoce latitolia) Fazendeiro, losna-branca (Parthenium hysterophorus) Fedegoso-branco, mata-pasto (Senna obtusifolia)
Guanxuma, malva-branca (Sida cordifolia) Guanxuma-branca, malva-guanxuma (Sida glaziovii) Guanxuma, relógio, mata-pasto (Sida rhombifolia) Trapoeraba (Commelina benghalensis)
HEXAZINONA 750 WG CROPCHEM é recomendado em pós-emergência inicial para o controle de: Beldroega (Portulaca oleracea)
Bredo-rasteiro, caruru (Amaranthus deflexus) Campanhia, corriola, corda-de-viola (Ipomoea purpurea)
Capim-colchão, capim-de-roça, capim-milhã (Digitaria horizontalis) Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) Guanxuma, relógio, mata-pasto (Sida rhombifolia) Trapoeraba (Commelina benghalensis)
CULTURA: Cana-de-açúcar (planta e soca) | ||||||
Plantas daninhas | Dose (gramas p.c./ha) | Número de aplicações | Volume de calda (L/ha) | |||
Época de aplicação | ||||||
Pré-emergência das plantas daninhas / Tipo de solo | Pós- emergência inicial das plantas daninhas (**) | |||||
Leve (*) | Médio | Pesado | Todos os tipos de solo | |||
Amendoim-bravo | 300 - | |||||
(Euphorbia heterophylla) | 400 | |||||
Beldroega | 200 - | 300 - | 400 - 500 | 350 - 450 | ||
(Portulaca oleracea) | 300 | 400 | ||||
Braquiária, capim- | 200 - | |||||
braquiária | 300 | |||||
(Brachiaria decumbens) | ||||||
Bredo, caruru, caruru- | 300 - | |||||
áspero | 400 | |||||
(Amaranthus retroflexus) | ||||||
Bredo, caruru-branco, caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 300 - 400 | Aplicação terrestre: 250 – 600 | ||||
Bredo-rasteiro, caruru (Amaranthus deflexus) | 200 - 300 | 400 - 500 | 350 - 450 | |||
Campainha, corriola, corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | 400 - 500 | 350 - 450 | 1 (uma) aplicação por ciclo | Aplicação aérea: 30 – 40 | ||
Capim-colchão, capim- de-roça, capim-milhã | 200 - 300 | 300 - 400 | 400 - 500 | 350 - 450 | ||
(Digitaria horizontalis) | ||||||
Capim-colonião | 300 - | 400 - 500 | ||||
(Panicum maximum) | 400 | |||||
Capim-marmelada | 200 - | 300 - | 350 - 450 | |||
(Brachiaria plantaginea) | 300 | 400 | ||||
Capim-pé-de-galinha | 200 - | 350 - 450 | ||||
(Eleusine indica) | 300 | |||||
Carrapichinho, | 400 - 500 | |||||
carrapicho-rasteiro | ||||||
(Acanthospermum | ||||||
australe) | ||||||
Erva-de-lagarto, erva- | 300 - | |||||
quente | 400 | |||||
(Spermacoce latifolia) | ||||||
Fazendeiro, losna-branca | 300 - | |||||
(Parthenium | 400 | |||||
hysterophorus) | ||||||
Fedegoso-branco, mata- | 300 - | |||||
pasto | 400 | |||||
(Senna obtusifolia) | ||||||
Guanxuma, malva-branca | 200 - | 400 - 500 | ||||
(Sida cordifolia) | 300 | |||||
Guanxuma-branca, | 200 - | 300 - | ||||
malva-guanxuma | 300 | 400 | ||||
(Sida glaziovii) | ||||||
Guanxuma, relógio, mata- | 300 - | 400 - 500 | 350 - 450 | |||
pasto | 400 | |||||
(Sida rhombifolia) | ||||||
Trapoeraba, marianinha (Commelina benghalensis) | 300 - 400 | 350 - 450 |
Usar espalhante adesivo de acordo com a recomendação do fabricante.
Dose de 350 g/ha para gramíneas e folhas largas com 2 a 4 folhas.
Dose de 450 g/ha para gramíneas antes do perfilhamento e folhas largas acima de 4 folhas até 10 cm de altura.
As maiores doses devem ser utilizadas quando o solo apresentar alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas daninhas. As menores doses, próximas a 200 gramas/ha, devem ser aplicadas em condições de solos arenosos. O produto não deve ser utilizado em cana-planta em condições de solo leve. A aplicação deve ser feita quando as plantas infestantes atingirem até 10 cm de altura (folhas largas) e até antes do perfilhamento (gramíneas), quando estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo, sob condições de alta umidade (70%) e temperatura acima de 21ºC.
Em caso de ameaça de chuva, suspender a aplicação. Caso ocorram chuvas nas primeiras 6 horas após a aplicação a eficiência do produto pode diminuir.
Tanto no caso de aplicação em pós-emergência como em pré-emergência, a uniformidade da calda e a boa cobertura das ervas e/ou solo são fundamentais para se obter um bom controle das invasoras.
HEXAZINONA 750 WG CROPCHEM deve ser aplicado antes da emergência da cultura, até o estádio de “esporão” (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de- açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas infestantes ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido com pingente, a fim de se evitar o efeito “guarda-chuva”. Para controle de plantas infestantes em áreas infestadas por capim marmelada (Brachiaria plantaginea), a aplicação deve ser feita quando as chuvas estiverem regulares.
Na aplicação em pré-emergência o solo deve estar bem preparado, úmido, livre de torrões e restos de culturas. HEXAZINONA 750 WG CROPCHEM pode também ser aplicado em condições de baixa umidade do solo (“meia-seca”) quando em um período ao redor de 2 semanas as chuvas se tornarem regulares e ocorrer o fechamento da cana-de-açúcar.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
Equipamentos: pulverizador costal ou tratorizado de barra, com pressão constante (15 a 50 lb/pol²).
Altura da barra: deve permitir boa cobertura do solo e/ou plantas infestantes. Observar que a barra em toda sua extensão esteja na mesma altura.
Tipos de bico: na pré-emergência usar pontas de jato plano (ex.: Teejet, XRTeejet, DG Teejet ou TurboFloodjet); na pós-emergência usar pontas de jato plano (XRTeejet, Twinjet, TurboFloodjet), de acordo com as recomendações do fabricante.
Volume de aplicação: 250 a 600 L de calda/ha em pré-emergência e pós emergência das plantas daninhas e da cultura. Utilizar maiores volumes de calda de acordo com a infestação, espécies de plantas daninhas e porte da cultura.
Equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos.
Tipo de bicos: cônicos D8, D10 ou D12, core 45, ou atomizadores de tela rotativa (Micronair).
Volume de aplicação: 30 a 40 L de calda/ha.
Ângulo dos bicos em relação à direção de vôo: de acordo com o equipamento e aeronave utilizados, e das condições climáticas no momento da aplicação.
Altura de vôo: 3 a 5 metros sobre o alvo.
Largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma cobertura uniforme. Ensaios para a determinação da dimensão mais adequada da faixa de deposição efetiva devem ser realizados localmente.
Evitar a sobreposição das faixas de aplicação.
Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Seguir as restrições existentes na legislação pertinente.
Condições climáticas: Temperatura: inferior a 25ºC. Umidade relativa: superior a 70%.
Velocidade do vento: inferior a 10 km/h.
O abastecimento do tanque pulverizador deve ser feito enchendo o tanque com água até 1/3 da sua capacidade, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionando o produto, completando, por fim, o volume com água. Caso indicado, o espalhante deve ser o último produto a ser adicionado à calda. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após a sua preparação. Caso ocorra algum imprevisto que interrompa a agitação do produto, possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agite vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
Nota: Antes da aplicação de HEXAZINONA 750 WG CROPCHEM, o equipamento de pulverização deve estar limpo e bem conservado, procedendo então a calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto.
Antes da aplicação, verificar se o equipamento está limpo e bem conservado.
Após a aplicação com o HEXAZINONA 750 WG CROPCHEM, o equipamento de aplicação deverá ser lavado imediatamente, para evitar a formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, torna a limpeza mais difícil. Este procedimento deverá ser feito longe de nascentes, fontes de água e de plantas úteis. Para a sua realização, siga os seguintes passos:
Esvaziar o equipamento de pulverização. Enxaguar completamente o pulverizador e fazer circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores. No caso da existência de depósitos do produto, os mesmos devem ser soltos e removidos. O material resultante desta operação deve ser pulverizado na área tratada com o produto.
Completar o pulverizador com água limpa e circular a solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligar a barra e encher o tanque com água limpa. Circular pelo sistema de pulverização durante 15 minutos. Circular pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvaziar o tanque na área tratada com o produto.
Completar novamente o pulverizador com água limpa e adicionar amoníaco de uso doméstico (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro para cada 100 litros de água). Circular a solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligar a barra e encher o tanque com água limpa e circular pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circular então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvaziar o tanque em local que não atinja corpos d´água, nascentes ou plantas úteis.
Remover e limpar os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repetir o passo 3.
Enxaguar completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa por, pelo menos, 3 vezes.
Limpar tudo que estiver associado ao pulverizador, inclusive o material utilizado no enchimento do tanque. Tomar todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpar o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descartar a água remanescente da lavagem e resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos esses fatores quando da decisão de aplicar.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 µ). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas e infestação podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira
imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade, e Inversão térmica.
Regule a altura da barra para a menor possível, visando uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, com o mínimo de solavancos, proporcionando sobreposição homogênea doas jatos dos bicos.
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5 km/hora (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/hora. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e tipo de equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Condições locais podem influenciar o padrão de vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas, que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do- sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica, enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Cana-de-açúcar: 150 dias.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Nome comum | Nome científico |
carrapicho-rasteiro, carrapichinho, mata-pasto, maroto | Acanthospermum australe |
caruru-rasteiro, caruru, bredo, bredo-rasteiro | Amaranthus deflexus |
caruru-roxo, caruru-branco, bredo, crista-de-qalo | Amaranthus hybridus |
caruru, caruru-qiqante, caruru-áspero, bredo | Amaranthus retroflexus |
capim-braquiária, braquiária, braquiária-decumbens | Brachiaria decumbens |
capim-marmelada, capim-papuã, capim-são-paulo, marmelada | Brachiaria plantaginea |
trapoeraba, mata-brasil, marianinha | Commelina benghalensis |
capim-colchão, capim-milhã, capim-de-roça, milhã | Digitaria horizontalis |
capim-pé-de-qalinha, capim-de-pomar, capim-da-cidade, qrama-sapo | Eleusine indica |
amendoim-bravo, leiteira, flor-de-poetas, café-do-diabo | Euphorbia heterophylla |
corda-de-viola, campainha, corriola, jetirana | Ipomoea purpurea |
capim-colonião, capim-coloninho, capim-milhã, capim-quiné | Panicum maximum |
losna-branca, fazendeiro, coentro-do-mato | Parthenium hysterophorus |
beldroega, bredo-de-porco, verdolaga, ora-pro-nobis | Portulaca oleracea |
fedegoso-branco, mata-pasto, mata-pasto-liso, vaqem-foice | Senna obtusifolia |
malva-branca, guanxuma, malva-veludo, malva | Sida cordifolia |
quanxuma-branca, malva-guaxima, mata-pasto | Sida glaziovii |
guanxuma, mata-pasto, vassourinha, relóqio | Sida rhombifolia |
Realizar somente 1 (um) tratamento por ciclo da cultura, seguindo as recomendações para cada tipo de solo.
MODALIDADE | TIPO DE SOLO | DOSE (g/ha) | OBSERVAÇÕES | |
PRODUTO COMERCIAL | INGREDIENTE ATIVO | |||
PRÉ-EMERGÊNCIA | LEVE* | 200 - 300 | 150 - 225 | As doses maiores devem ser utilizadas quando o solo apresentar alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes |
MÉDIO | 300 - 400 | 225 - 300 | ||
PESADO | 400 - 500 | 300 - 375 | ||
PÓS- EMERGÊNCIA** | TODOS | 350 | 262,5 | Para gramíneas e folhas largas com 2 a 4 folhas |
450 | 337,5 | Para gramíneas antes do perfilhamento e folhas largas acima de 4 folhas até 10 cm de altura | ||
*O produto não deve ser utilizado em cana-planta em solo leve.
**Para aplicação em Pós-Emergência usar espalhante adesivo de acordo com as recomendações do fabricante.
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As maiores doses devem ser uti lizadas quando o solo apresentar alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. As menores doses, próximas a 200 g/ha, devem ser aplicadas em condições de solos arenosos. O produto não deve ser utilizado em cana-planta em condições de solo leve. Em pós-emergência das plantas infestantes, usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante. A aplicação deve ser feita quando as plantas infestantes atingirem até 10 cm de altura (folhas largas) e antes do perfilhamento (gramíneas), quando estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo, sob condições de alta umidade (70%) e temperatura acima de 21 ºC. Em caso de ameaça de chuva, suspender a aplicação. Caso ocorram chuvas nas primeiras 6 horas após a aplicação a eficiência do produto pode diminuir. Tanto no caso de aplicação em pós-emergência como em pré-emergência, a uniformidade da calda e a boa cobertura das plantas infestantes e/ou solo são fundamentais para se obter um bom controle das plantas infestantes.
orgânica), deve-se determinar a tolerância à variedade. É importante que se avalie a tolerância de novas variedades antes das aplicações. Para controle de plantas infestantes em áreas infestadas por capim marmelada (Brachiaria plantaginea), a aplicação deve ser feita quando as chuvas estiverem regulares. HEXPAR SUPER pode ainda ser aplicado em condiçõeOs b de baixa umidade do solo ("meia-seca") quando em um período ao redor de 2 (duas) semanas as chuvas se tornarem regulares e ocorrer o fechamento da cana-de-açúcar.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
Equipamentos: pulverizador costal ou tratorizado de barra, com pressão constante (15 a 50 lb/pol2).
Altura da barra: deve permitir boa cobertura do solo e/ou plantas infestantes. Observar que a barra em toda sua extensão esteja na mesma altura.
Tipos de bico: na pré-emergência usar pontas de jato plano (ex.: Teejet, XRTeejet, DG Teejet ou TurboFloodjet); na pós- emergência usar pontas de jato plano (XRTeejet, Twinjet, TurboFloodjet), de acordo com as recomendações do fabricante.
Volume de aplicação 250 a 600 L de calda/ha em pré-emergência e pós-emergência das plantas infestantes e da cultura com a infestação, espécies de plantas infestantes e porte da cultura.
Obs: É necessária a contínua agitação no tanque e fechamento do registro do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento para evitar desperdícios e a sobreposição das faixas de aplicação que podem duplicar a dose aplicada.
Equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos.
Tipo de bicos: cônicos D8, D10 ou D12, core 45, ou atomizadores de tela rotativa (Micronair).
Volume de aplicação: 30 a 40 L de calda/ha.
Ângulo dos bicos em relação à direção de voo: de acordo com o equipamento e a aeronave utilizada, e das condições climáticas no momento da aplicação.
Altura de voo: 3 a 5 metros sobre o alvo.
Largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma cobertura uniforme. Ensaios para a determinação da dimensão mais adequada da faixa de deposição efetiva devem ser realizados localmente.
Evitar a sobreposição das faixas de aplicação.
Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Seguir as restrições existentes na legislação pertinente.
Condições climáticas:
Temperatura: inferior a 25ºC. Umidade relativa: superior a 70%.
Velocidade do vento: inferior a 10 km/h.
Obs.: Aplicação somente deverá ser feita em pré-emergência da cultura.
O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até 1/3 da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionando o produto, completando por fim o volume com água. Caso indicado o espalhante deve ser o último produto a ser adicionado à calda. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
NOTA: Antes da aplicação de HEXPAR SUPER o equipamento de pulverização deve estar limpo e bem conservado,
procedendo então a calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto. 5
Antes de iniciar a aplicação, tenha certeza de ter o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, torna a limpeza mais difícil. A não lavagem ou mesmo a lavagem inadequada do pulverizador pode resultar em danos às culturas em aplicações subsequentes. Esvazie o equipamento de pulverização. Enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Solte e fisicamente remova os depósitos visíveis de produtos. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (AMONÍACO OU SIMILAR COM 3% de AMÔNIA) na proporção de 1% (1 litro para 100 litros de água). Circule esta solução pelas mangueiras, barras e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barra, filtros e bicos. Esvazie o tanque. Remova e limpe bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. Complete novamente o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (AMONÍACO OU SIMILAR COM 3% de AMÔNIA) na proporção de 1% (1 litro para 100 litros de água). Circule esta solução pelas mangueiras, barras e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barra, filtros e bicos. Esvazie o tanque. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, filtros e bicos com água limpa no mínimo 03 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação local.
Cana-de-açúcar. 150 dias
Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período mínimo de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso haja necessidade de reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes desse período, usar os EPls recomendados.
KICKER® é um herbicida sistêmico, que atua no controle de plantas daninhas em pré-emergência e pós-emergência (dessecação), de acordo com recomendação para as culturas e alvos abaixo relacionados:
CULTURA | PLANTAS DANINHAS Nome comum / nome científico | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
CANA-DE- AÇÚCAR | Tiririca (Cyperus rotundus) | 1,6 L p.c./ha (0,8 Kg i.a./ha) | Aplicação em pós-plantio da cultura, na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas. Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 (uma) aplicação. |
Capim-Braquiaria (Brachiaria decumbens) | 1,2 L p.c./ha (0,6 Kg i.a./ha) | ||
Capim-Carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-Colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-Colonião (Sementes) (Panicum maximum) | |||
Capim-Marmelada/ Capim-papuã (Brachiaria plantaginea) | |||
Capim-Pé-De-Galinha (Eleusine indica) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Erva-Quente (Spermacoce alata) | |||
Guanxuma-Branca (Sida glaziovii) | |||
Poaia-Branca (Richardia brasiliensis) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) |
p.c. = Produto comercial; i.a. = Ingrediente ativo
Nota: 1 litro de KICKER® contém 500 gramas de Sulfentrazona.
CULTURA | PLANTAS DANINHAS Nome comum / nome científico | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
SOJA (Recomendação exclusiva para solos pesados) | Capim-Arroz (Echinochloa crusgalli) | Para aplicação Pós-plantio, em pré- emergência em relação às plantas infestantes e à cultura da soja:
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 (uma) aplicação. (**) Para aplicação em pós-emergência total das plantas daninhas (DESSECAÇÃO) antes do plantio da cultura da soja: - Estágio de aplicação das plantas daninhas: deverão estar no máximo com 6 a 8 folhas. | |
Capim-Braquiária (*) (Brachiaria decumbens) | |||
Capim-Carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-Colchão (*) (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-Colonião (Sementes) (Panicum maximum) | |||
Capim-Custódio (Pennisetum setosum) | |||
Capim-Marmelada/ Capim-papuã (*) (Brachiaria plantaginea) | |||
Capim-Pé-de-Galinha (Eleusine indica) | |||
Amendoim-Bravo (*) (Euphorbia heterophyla) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Buva (Conyza bonariensis) | |||
Carrapicho-de-Carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Carrapicho-Rasteiro (Acanthospermum australe) | |||
Caruru-Roxo (Amaranthus hybridus) | 1,2 L p.c./ha (0,6 Kg i.a./ha) | ||
Cheirosa (Hyptis suaveolens) | |||
Corda-de-Viola (*) (Ipomoea grandifolia) | |||
Desmódio (Desmodium tortuosum) | |||
Erva-Quente (Spermacoce alata) | |||
Erva-Palha (Blainvillea latifólia) | |||
Falsa-Serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Guanxuma (*) (Sida rhombifolia) | |||
Joá-de-Capote (Nicandra physaloides) | |||
Maria-Pretinha (Solanum americanum) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Poaia-Branca (Richardia brasiliensis) | |||
Picão-Preto (Bidens pilosa) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Corda-de-Viola (**) (Ipomoea grandifolia) | 0,2 a 0,4 L p.c./ha | ||
Trapoeraba (**) (Commelina benghalensis) | (0,1 a 0,2 kg i.a./ha) |
p.c. = Produto comercial; i.a. = Ingrediente ativo
Nota: 1 litro de KICKER® contém 500 gramas de Sulfentrazona.
CULTURA | PLANTAS DANINHAS Nome comum / nome científico | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
SOJA Para solos leves e médios | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 0,4 a 0,6 L p.c./ha (0,2 a 0,3 Kg i.a./ha) (Recomendação exclusiva para solos leves) | Para aplicação Pós-plantio, em pré- emergência em relação às plantas infestantes e à cultura da soja: - KICKER® pode ser aplicado tanto no sistema de plantio convencional como no plantio direto Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 (uma) aplicação. |
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophyla) | 0,8 L p.c./ha (0,4 Kg i.a./ha) (Recomendação exclusiva para solos leves e médios) | ||
Buva (Conyza bonariensis) | |||
Caruru-Roxo (Amaranthus hybridus) |
p.c. = Produto comercial; i.a. = Ingrediente ativo
Nota: 1 litro de KICKER® contém 500 gramas de Sulfentrazona.
CULTURA | PLANTAS DANINHAS Nome comum / nome científico | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
CAFÉ | Capim-Colchão (Digitaria horizontalis) | 1,4 L p.c./ha (0,7 Kg i.a./ha) | Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas infestantes, em cafeeiros, em jato dirigido ao solo, evitando contato com as folhas das culturas. Número máximo de aplicações por safra: 1 (uma) aplicação |
Capim-Pé-de-Galinha (Eleusine indica) | |||
Tiririca (Cyperus rotundus) | |||
Losna-Branca (Parthenium hysterophorus) | |||
Picão-Preto (Bidens pilosa) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
CITROS | Caruru (Amaranthus retroflexus) | 1,2 a 1,4 L p.c./ha (0,6 a 0,7 Kg i.a./ha) | Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas infestantes, em pomares cítricos, em jato dirigido ao solo, evitando contato com as folhas das culturas. Número máximo de aplicações por safra: 1 (uma) aplicação. |
Capim-Carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-Colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Tiririca (Cynodon dactylon) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Picão-Preto (Bidens pilosa) |
p.c. = Produto comercial; i.a. = Ingrediente ativo
Nota: 1 litro de KICKER® contém 500 gramas de Sulfentrazona.
CULTURA | PLANTAS DANINHAS Nome comum / nome científico | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
FUMO (Recomendação exclusiva para solos leves e médios) | Capim-Marmelada/ Capim-papuã (Brachiaria plantaginea) | 0,8 L p.c./ha (0,4 Kg i.a./ha) | Para aplicação em Pré-plantio das mudas de fumo: na linha de plantio, sobre o camalhão, aplicar em uma faixa de 50 cm 1 dia antes do transplante das mudas do fumo. Pode ocorrer injúria leve na cultura do fumo no período próximo a aplicação do produto, quando aplicado sobre o camalhão em pré- plantio, entretanto, a recuperação da cultura acontece entre 15 a 30 dias após a aplicação. Para aplicação em Pós-plantio na entrelinha da cultura em jato dirigido: aplicar em pré-emergência das plantas infestantes, na entrelinha de plantio, em uma faixa que varia de 50 a 60 cm, logo após o último cultivo. Durante a aplicação, deve-se evitar o contato com as plantas de fumo para não haver injúria na cultura. |
Poaia-Branca (Richardia brasiliensis) | 0,6 a 0,8 L p.c./ha (0,3 a 0,4 Kg i.a./ha) | ||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 0,6 L p.c./ha (0,3 Kg i.a./ha) | ||
Tiririca (***) (Cyperus rotundus) | 0,6 a 0,8 L p.c./ha (0,3 a 0,5 Kg i.a./ha) | ||
Leiteiro (***) (Euphorbia heterophyla) | 0,8 L p.c./ha (0,4 Kg i.a./ha) | (***)Na aplicação na entrelinha, em condições de alta infestação, utilizar a maior dose de 1,0 L p.c./ha (0,5 Kg i.a./ha). | |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 (uma) aplicação. |
p.c. = Produto comercial; i.a. = Ingrediente ativo
Notas: 1 litro de KICKER® contém 500 gramas de Sulfentrazona As doses mais baixas devem ser utilizadas em solos leves e as maiores doses em solos médios.
CULTURA | PLANTAS DANINHAS Nome comum / nome científico | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
ABACAXI | Capim-Braquiária (Brachiaria decumbens) | 1,2 a 1,4 L p.c./ha (0,6 a 0,7 Kg i.a./ha) | Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes em pós-plantio da cultura do abacaxi, em jato dirigido nas entrelinhas. Número máximo de aplicações por safra: 1 (uma) aplicação. |
Beldroega (Portulaca oleracea) | 1,2 L p.c./ha (0,6 Kg i.a./ha) | ||
Capim-Favorito (Rhynchelitrum roseum) | 0,8 a 1,2 L p.c./ha (0,4 a 0,6 Kg i.a./ha) (Recomendação exclusiva para solos leves e médios) |
p.c. = Produto comercial; i.a. = Ingrediente ativo
Nota: 1 litro de KICKER® contém 500 gramas de Sulfentrazona.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Café | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Citros | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Fumo | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
| Soja | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
Além das recomendações acima para as culturas, alvos e doses indicadas, levar em consideração que o solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem. Como todos os herbicidas, o KICKER® necessita de umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle das plantas daninhas.
No preparo da calda adicionar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar KICKER® na dose previamente determinada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto faz-se necessário usar o agitador continuamente durante a pulverização. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá haver danos à cultura.
KICKER® pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores costais ou tratorizados, com barras providas de bicos de média/alta vazão (1,5 L/min), tais como Teejet leque 110.04, XR Teejet 110.04, Albuz leque 100.04, Fulljet. Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e a altura da barra de 30-50 cm. Recomenda-se aplicar em dias com baixa velocidade de ventos, com pressão não maior que 40 lb/pol² e volume de água de 200 a 300 L/ha em citros e café, 250 a 300 L/ha em soja, 300 a 400 L/ha em cana-de- açúcar, 100 a 200L/ha em fumo e 200 L/ha em abacaxi.
Densidade de gotas: 40-80 gotas/cm2
DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200-300 micra
Volume: 40 L/ha;
Pressão: 30 psi;
Bicos: D8-45;
Ângulo da barra: 135° (frente) ou 45° (atrás);
Altura do vôo: 5 m;
Faixa de deposição: 15m, de modo a proporcionar uma cobertura uniforme;
Evitar sobreposição das faixas de aplicação
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga restrições existentes na legislação pertinente.
Condições climáticas: Temperatura inferior a 28°C, umidade relativa do ar superior a 70% e velocidade do vento inferior a 5 Km/h.
Sob critério do Engenheiro Agrônomo ou Técnico responsável, as condições poderão ser alteradas.
Abacaxi - 60 dias Café - 130 dias Cana-de-açúcar - (*) Citros - 200 dias
Fumo - U.N.A = Uso não alimentar. Soja - (*)
(*) = Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURA | PLANTAS DANINHAS Nome comum / nome científico | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
CANA-DE- AÇÚCAR | Tiririca (Cyperus rotundus) | 1,6 L p.c./ha (0,8 Kg i.a./ha) | Aplicação em pós-plantio da cultura, na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas. Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 (uma) aplicação. |
Capim-Braquiaria (Brachiaria decumbens) | 1,2 L p.c./ha (0,6 Kg i.a./ha) | ||
Capim-Carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-Colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-Colonião (Sementes) (Panicum maximum) | |||
Capim-Marmelada/ Capim-papuã (Brachiaria plantaginea) | |||
Capim-Pé-De-Galinha (Eleusine indica) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Erva-Quente (Spermacoce alata) | |||
Guanxuma-Branca (Sida glaziovii) | |||
Poaia-Branca (Richardia brasiliensis) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) |
p.c. = Produto comercial; i.a. = Ingrediente ativo
Nota: 1 litro de KICKER® SUP contém 500 gramas de Sulfentrazona
PÓS-PLANTIO, PRÉ-EMERGENTE EM RELAÇÃO AS PLANTAS INFESTANTES E À CULTURA DA SOJA E PÓS-EMERGÊNCIA TOTAL DAS PLANTAS DANINHAS (DESSECAÇÃO) ANTES DO PLANTIO DA CULTURA DA SOJA:
CULTURA | PLANTAS DANINHAS Nome comum / nome científico | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
SOJA (Recomendação exclusiva para solos pesados) | Capim-Arroz (Echinochloa crusgalli) | Para aplicação Pós-plantio, em pré- emergência em relação às plantas infestantes e à cultura da soja:
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 (uma) aplicação. (**) Para aplicação em pós- emergência total das plantas daninhas (DESSECAÇÃO) antes do plantio da cultura da soja: - Estágio de aplicação das plantas daninhas: deverão estar no máximo com 6 a 8 folhas. | |
Capim-Braquiária (*) (Brachiaria decumbens) | |||
Capim-Carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-Colchão (*) (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-Colonião (Sementes) (Panicum maximum) | |||
Capim-Custódio (Pennisetum setosum) | |||
Capim-Marmelada/ Capim-papuã (*) (Brachiaria plantaginea) | |||
Capim-Pé-de-Galinha (Eleusine indica) | |||
Amendoim-Bravo (*) (Euphorbia heterophyla) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Buva (Conyza bonariensis) | |||
Carrapicho-de-Carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Carrapicho-Rasteiro (Acanthospermum australe) | |||
Caruru-Roxo (Amaranthus hybridus) | 1,2 L p.c./ha (0,6 Kg i.a./ha) | ||
Cheirosa (Hyptis suaveolens) | |||
Corda-de-Viola (*) (Ipomoea grandifolia) | |||
Desmódio (Desmodium tortuosum) | |||
Erva-Quente (Spermacoce alata) | |||
Erva-Palha (Blainvillea latifólia) | |||
Falsa-Serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Guanxuma (*) (Sida rhombifolia) | |||
Joá-de-Capote (Nicandra physaloides) | |||
Maria-Pretinha (Solanum americanum) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Poaia-Branca (Richardia brasiliensis) | |||
Picão-Preto (Bidens pilosa) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Corda-de-Viola (**) (Ipomoea grandifolia) | 0,2 a 0,4 L p.c./ha | ||
(0,1 a 0,2 kg i.a./ha) | |||
Trapoeraba (**) (Commelina benghalensis) |
p.c. = Produto comercial; i.a. = Ingrediente ativo
Nota: 1 litro de KICKER® SUP contém 500 gramas de Sulfentrazona.
CULTURA | PLANTAS DANINHAS Nome comum / nome científico | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Trapoeraba | 0,4 a 0,6 L p.c./ha (0,2 a 0,3 Kg i.a./ha) | Para aplicação Pós-plantio, em pré- emergência em relação às plantas infestantes e à cultura da soja: - KICKER® SUP pode ser aplicado tanto no sistema de plantio convencional como no plantio direto Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 (uma) aplicação. | |
(Commelina benghalensis) | (Recomendação exclusiva para solos leves) | ||
SOJA | |||
Amendoim-bravo | |||
(solos leves e médios) | (Euphorbia heterophyla) | 0,8 L p.c./ha (0,4 Kg i.a./ha) | |
Buva (Conyza bonariensis) | (Recomendação exclusiva para solos leves e médios) | ||
Caruru-Roxo | |||
(Amaranthus hybridus) |
p.c. = Produto comercial; i.a. = Ingrediente ativo
Nota: 1 litro de KICKER® SUP contém 500 gramas de Sulfentrazona.
CULTURA | PLANTAS DANINHAS Nome comum / nome científico | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
CAFÉ | Capim-Colchão (Digitaria horizontalis) | 1,4 L p.c./ha (0,7 Kg i.a./ha) | Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas infestantes, em cafeeiros, em jato dirigido ao solo, evitando contato com as folhas das culturas. Número máximo de aplicações por safra: 1 (uma) aplicação. |
Capim-Pé-de-Galinha (Eleusine indica) | |||
Tiririca (Cyperus rotundus) | |||
Losna-Branca (Parthenium hysterophorus) | |||
Picão-Preto (Bidens pilosa) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
CITROS | Caruru (Amaranthus retroflexus) | 1,2 a 1,4 L p.c./ha (0,6 a 0,7 Kg i.a./ha) | Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas infestantes, em pomares cítricos, em jato dirigido ao solo, evitando contato com as folhas das culturas. Número máximo de aplicações por safra: 1 (uma) aplicação. |
Capim-Carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-Colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Tiririca (Cynodon dactylon) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Picão-Preto (Bidens pilosa) |
p.c. = Produto comercial; i.a. = Ingrediente ativo
Nota: 1 litro de KICKER® SUP contém 500 gramas de Sulfentrazona.
CULTURA | PLANTAS DANINHAS Nome comum / nome científico | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
FUMO (Recomendação exclusiva para solos leves e médios) | Capim-Marmelada/ Capim- papuã (Brachiaria plantaginea) | 0,8 L p.c./ha (0,4 Kg i.a./ha) | Para aplicação em Pré-plantio das mudas de fumo: na linha de plantio, sobre o camalhão, aplicar em uma faixa de 50 cm 1 dia antes do transplante das mudas do fumo. Pode ocorrer injúria leve na cultura do fumo no período próximo a aplicação do produto, quando aplicado sobre o camalhão em pré-plantio, entretanto, a recuperação da cultura acontece entre 15 a 30 dias após a aplicação. Para aplicação em Pós-plantio na entrelinha da cultura em jato dirigido: aplicar em pré-emergência das plantas infestantes, na entrelinha de plantio, em uma faixa que varia de 50 a 60 cm, logo após o último cultivo. Durante a aplicação, deve-se evitar o contato com as plantas de fumo para não haver injúria na cultura. |
Poaia-Branca (Richardia brasiliensis) | 0,6 a 0,8 L p.c./ha (0,3 a 0,4 Kg i.a./ha) | ||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 0,6 L p.c./ha (0,3 Kg i.a./ha) | ||
(***) Na aplicação na entrelinha, em condições de alta infestação, utilizar a maior dose de 1,0 L p.c./ha (0,5 Kg i.a./ha). | |||
Tiririca (***) (Cyperus rotundus) | 0,6 a 0,8 L p.c./ha (0,3 a 0,4 Kg i.a./ha) | ||
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 (uma) aplicação. | |||
Leiteiro (***) (Euphorbia heterophyla) | 0,8 L p.c./ha (0,4 Kg i.a./ha) |
p.c. = Produto comercial; i.a. = Ingrediente ativo
Notas: 1 litro de KICKER® SUP contém 500 gramas de Sulfentrazona
As doses mais baixas devem ser utilizadas em solos leves e as maiores doses em solos médios.
CULTURA | PLANTAS DANINHAS Nome comum / nome científico | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Capim-Braquiária | 1,2 a 1,4 L p.c./ha | Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes em pós- plantio da cultura do abacaxi, em jato dirigido nas entrelinhas. Número máximo de aplicações por safra: 1 (uma) aplicação. | |
(Brachiaria decumbens) | (0,6 a 0,7 Kg i.a./ha) | ||
Beldroega | 1,2 L p.c./ha | ||
(Portulaca oleracea) | (0,6 Kg i.a./ha) | ||
ABACAXI | |||
0,8 a 1,2 L p.c./ha | |||
Capim-Favorito | (0,4 a 0,6 Kg i.a./ha) | ||
(Rhynchelitrum roseum) | (Recomendação exclusiva para solos leves e médios) |
p.c. = Produto comercial; i.a. = Ingrediente ativo
Nota: 1 litro de KICKER® SUP contém 500 gramas de Sulfentrazona.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Café | Parthenium hysterophorus | coentro-do-mato, fazendeiro (1), losna-branca | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Citros | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Fumo | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Soja | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
Além das recomendações acima para as culturas, alvos e doses indicadas, levar em consideração que o solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem. Como todos os herbicidas, o KICKER® SUP necessita de umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle das plantas daninhas.
No preparo da calda adicionar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar KICKER® SUP na dose previamente determinada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto faz-se necessário usar o agitador continuamente durante a pulverização. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá haver danos à cultura.
KICKER® SUP pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores costais ou tratorizados, com barras providas de bicos de média/alta vazão (1,5 L/min), tais como Teejet leque 110.04, XR Teejet 110.04, Albuz leque 100.04, Fulljet. Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e a altura da barra de 30-50 cm. Recomenda-se aplicar em dias com baixa velocidade de ventos, com pressão não maior que 40 lb/pol² e volume de água de 200 a 300 L/ha em citros e café, 250 a 300 L/ha em soja, 300 a 400 L/ha em cana-de- açúcar, 100 a 200 L/ha em fumo e 200 L/ha em abacaxi.
Densidade de gotas: 40-80 gotas/cm2
DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200-300 micra
Volume: 40 L/ha;
Pressão: 30 psi;
Bicos: D8-45;
Ângulo da barra: 135° (frente) ou 45° (atrás);
Altura do vôo: 5 m;
Faixa de deposição: 15m, de modo a proporcionar uma cobertura uniforme;
Evitar sobreposição das faixas de aplicação
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga restrições existentes na legislação pertinente.
Condições climáticas: Temperatura inferior a 28°C, umidade relativa do ar superior a 70% e velocidade do vento inferior a 5 Km/h.
Sob critério do Engenheiro Agrônomo ou Técnico responsável, as condições poderão ser alteradas.
Abacaxi - 60 dias Café - 130 dias Cana-de-açúcar - (*) Citros - 200 dias
Fumo - U.N.A = Uso não alimentar. Soja - (*)
(*) = Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
PÓS-PLANTIO, PRÉ-EMERGENTE EM RELAÇÃO ÀS PLANTAS INFESTANTES:
CULTURA | PLANTA-INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto comercial (L/ha) | Volume de calda/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Tiririca | Cyperus rotundus | 1,6 | 300-400 L/ha (terrestre) 10-40 L/ha (aérea) | |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | |||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | |||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | |||
Capim-colonião (sementes) | Panicum maximum | |||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | |||
Cana-de- açúcar | Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 1,2 | |
Beldroega | Portulaca oleracea | |||
Caruru | Amaranthus viridis | |||
Erva-quente | Spermacoce alata | |||
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | |||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | |||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | |||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | |||
Aplicar em pós plantio da cultura e em pré emergência das plantas infestantes e da cultura. Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura. | ||||
PÓS-PLANTIO, PRÉ-EMERGENTE EM RELAÇÃO ÀS PLANTAS INFESTANTES:
O produto pode ser aplicado em pré-emergência no sistema convencional como no sistema de plantio direto de acordo com seguintes recomendações:
CULTURA | PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto comercial (L/ha) | Volume de calda/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Soja | Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 1,2 | 250-300 L/ha (terrestre) 10-40 L/ha (aérea) |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | |||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | |||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | |||
Capim-colonião (sementes) | Panicum maximum | |||
Capim-custódio | Pennisetum setosum | |||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | |||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | |||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | |||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | |||
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | |||
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | |||
Cheirosa | Hyptis suaveolens | |||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | |||
Desmódio | Desmodium tortuosum | |||
Erva-quente | Spermacoce alata | |||
Erva-palha | Blainvillea latifolia | |||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | |||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||
Joá-de-capote | Nicandra physaloides | |||
Maria-pretinha | Solanum americanum | |||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | |||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||
Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura. | ||||
CULTURA | PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto comercial (L/ha) | Volume de calda/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Soja | *Trapoeraba | Commelina benghalensis | 0,4-0,6 | 250-300 |
L/ha | ||||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 0,8 | ||
(terrestre) | ||||
10-40 L/ha | ||||
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 0,8 | ||
(aérea) | ||||
Doses indicadas para solos leves e médios em aplicação do produto em pré-emergência e no plantio convencional. *Recomendado somente para solos leves. Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura. | ||||
APLICAÇÃO EM PÓS-EMERGÊNCIA TOTAL DAS PLANTAS INFESTANTES (DESSECAÇÃO) ANTES DO PLANTIO DA CULTURA DA SOJA:
CULTURA | PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto comercial (L/ha) | Volume de calda/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Soja | Trapoeraba | Commelina benghalensis | 0,2-0,4 | 250-300 L/ha (terrestre) 10-40 L/ha (aérea) |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | |||
Aplicar o produto na pós-emergência das plantas infestantes (dessecação), com auxílio de pulverizadores terrestres manual costal ou tratorizado. Para dessecação, as plantas infestantes deverão estar no máximo com 6-8 folhas e porcentagem de cobertura do solo até 20% a 35% respectivamente. Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura. | ||||
APLICAÇÃO EM PRÉ-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS INFESTANTES.
CULTURA | PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto comercial (L/ha) | Volume de calda/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Citros | Caruru | Amaranthus retroflexus | 1,2-1,4 | 200-400 L/ha (terrestre) |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | |||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | |||
Grama-seda | Cynodon dactylon | |||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||
Café | Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1,4 | |
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | |||
Tiririca | Cyperus rotundus | |||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||
Caruru | Amaranthus viridis | |||
Aplicar o produto nas doses recomendadas, em pré-emergência das plantas infestantes, em cafeeiros e cítricos adultos em jato dirigido para o solo. Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura. | ||||
APLICAÇÃO EM PRÉ-EMERGÊNCIA NO PRÉ-PLANTIO DAS MUDAS DE FUMO E NO PÓS-PLANTIO EM JATO DIRIGIDO NA ENTRELINHA DA CULTURA:
CULTURA | PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto comercial (L/ha) | Volume de calda/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Fumo | Capim-papua | Brachiaria plantaginea | 0,8 | 100-200 L/ha (terrestre) |
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 0,6-0,8 | ||
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 0,6 | ||
(1) Tiririca | Cyperus rotundus | 0,6-0,8 | ||
(1) Leiteiro | Euphorbia heterophyla | 0,8 | ||
(1) Na aplicação na entrelinha em condições de alta infestação de Cyperus rotundus e Euphorbia heterophyla utilizar a dose de 500 g i.a./ha (1 L de LIBERTADOR 500 SC/ha). As doses mais baixas devem ser utilizadas em solos leves e as doses maiores devem ser utilizadas para os solos médios. Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura. | ||||
APLICAÇÃO EM PRÉ-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS INFESTANTES E EM PÓS- PLANTIO DA CULTURA, ATRAVES DE JATO DIRIJIDO NAS ENTRELINHAS.
CULTURA | PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto comercial (L/ha) | Volume de calda/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Abacaxi | Capim braquiária | Brachiaria decumbens | 1,2-1,4 | 200 L/ha (terrestre) |
Beldroega | Portulaca oleracea | 1,2 | ||
Capim favorito | Rhynchelitrum roseum | 0,8-1,2 | ||
Aplicação em pré emergência das plantas infestantes e em pós-plantio da cultura, através jato dirigido nas entrelinhas. Capim-favorito: a aplicação visando o controle de Capim- favorito deve ser realizada somente em solo leve e médio. Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura. | ||||
APLICAÇÃO EM PRÉ-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS INFESTANTES:
CULTURA | PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto comercial (L/ha) | Volume de calda/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Eucalipto | Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 0,8 | 200-400 L/ha (terrestre) |
Caruru-branco | Amaranthus hybridus | 0,8 | ||
Beldroega | Portucala oleracea | 0,8 | ||
Joá-de-capote | Nicandra physaloides | 0,8 | ||
Erva-de-bicho | Solanum americanum | 0,8 | ||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 0,9 | ||
Erva-palha | Blainvillea latifolia | 0,9 | ||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 0,9 | ||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 0,9 | ||
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 1 | ||
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 1 | ||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1 | ||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1 | ||
Capim-colonião | Panicum maximum | 1 | ||
Capim-custódio | Pennisetum setosum | 1 | ||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 1 | ||
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 1 | ||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 1 | ||
Erva-quente | Spermacoce latifolia | 1 | ||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 1 | ||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1 | ||
Amendoin-bravo | Euphorbia heterophylla | 1 | ||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 1 | ||
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 1-1,2 | ||
Cheirosa | Hyptis suaveolens | 1,2 | ||
Desmodio | Desmodium tortuosum | 1,2 | ||
Tiririca | Cyperus rotundus | 1,2-1,6 | ||
Utilizar a dose maior em condições de alta incidência da planta-infestante na área. O produto é um herbicida pré-emergente em relação às plantas infestantes, que pode ser aplicado antes ou após o transplante das mudas, em faixa sobre a linha de plantio. No caso de aplicação pós-plantio, aplicar através de jato dirigido procurando evitar a parte aérea das plantas. Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura. | ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Café | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Citros | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Panicum maximum | capim-colonião, capim-coloninho (1), capim-guiné | Ver detalhes |
| Fumo | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Soja | Pennisetum setosum | capim-avião, capim-custódio, capim-mandante | Ver detalhes |
Para aplicação do produto é necessário umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle das plantas infestantes.
Equipamentos de Aplicação:
Aplicação terrestre:
Através de pulverizadores costal manual ou motorizado, pulverizador tratorizado, com barras providas de bicos de média/alta vazão (1,5 L/min), tais como Teejet leque 110.04, XR Teejet 110.04, Albuz leque 100.04, Fuljet.
Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e a altura da barra de 30-50 cm. Recomenda- se aplicar em dias com baixa velocidade de ventos, com pressão não maior que 40 Ib/pol2. Densidade de gotas: 40-80 gotas/cm2.
DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200-300 micra
Aplicação aérea:
Através de aeronave agrícola. Volume de calda: 40 L/ha
Pressão: 30 psi, Bicos: D8-45, Ângulo da barra: 135º (frente) ou 45º (atrás), Altura de voo: 5 m, Faixa de deposição: 15 m.
Condições climáticas: as aplicações devem ser realizadas em condições de temperatura inferior a 27°C e umidade relativa do ar acima de 70%, ventos até 10 km/h. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva. Em caso de dúvida consultar um engenheiro agrônomo.
Encher o tanque do pulverizador com água limpa até a metade de sua capacidade e adicionar LIBERTADOR 500 SC na dose previamente determinada. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante o seu preparo. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá haver danos à cultura.
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Abacaxi 60 dias
Café 130 dias
Cana-de-açúcar (1)
Citros 200 dias
Eucalipto U.N.A.
Fumo U.N.A.
Soja (1)
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. U.N.A.: Uso não alimentar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURA | PLANTA INFESTANTE Nome comum / Nome científico | DOSE (g/ha) Produto comercial (Ingrediente ativo) | VOLUME DE CALDA | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | NÚMERO DE APLICAÇÃO |
Aplicação em pré- | |||||
Capim braquiária Brachiaria decumbens | 800-932,75 (600-700) | emergência das plantas infestantes e em pós-plantio da | |||
cultura, através jato | |||||
Abacaxi | Beldroega Portulaca oleracea | 800 (600) | 200 (terrestre) | dirigido nas entrelinhas. *Capim-favorito: a | 1 |
aplicação visando o | |||||
*Capim favorito Rhynchelitrum roseum | 533-800 (400-600) | controle de Capim- favorito deve ser realizada somente em | |||
solo leve e médio. | |||||
Café | Capim-colchão Digitaria horizontalis | 932,75 (700) | 200-400 (terrestre) | Aplicação na pré- emergência das plantas infestantes em cafeeiros adultos, com jato dirigido para o solo. | 1 |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Tiririca Cyperus rotundus | |||||
Losna-branca Parthenium hysterophorus | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Caruru Amaranthus viridis |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 1.066 (800) | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Grama-seda Cynodon dactylon | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Cana-de- açúcar | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 800 (600) | 300-400 (terrestre) 10-40 (aérea) | Aplicar em pós- plantio da cultura e em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura. | 1 |
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Guanxuma-branca Sida glaziovii | |||||
Poaia-branca Richardia brasiliensis | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Leiteiro Euphorbia heterophylla | |||||
Citros | Caruru Amaranthus retroflexus | 800-932,75 (600-700) | 200-400 (terrestre) | Aplicação na pré- emergência das plantas infestantes em cítricos adultos, com jato dirigido para o solo | 1 |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Grama-seda Cynodon dactylon | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Picão-preto Bidens pilosa |
Eucalipto | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 533 (400) | 150-200 (terrestre) | Aplicação em pré- emergência das plantas infestantes Utilizar a dose maior em condições de alta incidência da planta infestante na área. O produto é um herbicida pré- emergente em relação à planta infestante, que pode ser aplicado antes ou após o transplante das mudas, em faixa sobre a linha de plantio. Em plicação pós-plantio, aplicar através de jato dirigido procurando evitar a parte aérea das plantas. | 1 |
Caruru-branco Amaranthus hybridus | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Joá-de-capote Nicandra physaloides | |||||
Erva-de-bicho Solanum americanum | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 600 (450) | ||||
Erva-palha Blainvillea latifolia | |||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | |||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | |||||
Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 666,25 (500) | ||||
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Capim-colonião Panicum maximum | |||||
Capim-custódio Pennisetum setosum | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Erva-quente Spermacoce latifolia | |||||
Poaia-branca Richardia brasiliensis | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Amendoin-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | 666,25-800 (500-600) | ||||
Cheirosa | 800 |
Hyptis suaveolens | (600) | ||||
Desmodio Desmodium tortuosum | |||||
Tiririca Cyperus rotundus | 800-1.066 (600-800) |
Fumo | Capim-papua Brachiaria plantaginea | 533 (400) | 100 - 200 (terrestre) | Aplicação em pré- emergência no pré- plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entre-linha da cultura. Aplicar somente em solos leves e médios. As menores doses devem ser utilizadas em solos leves e as maiores doses em solos médios. A aplicação pode ser feita de duas formas: Na linha de plantio, sobre o camalhão, 1 dia antes do Transplante das mudas do fumo, em uma faixa de 50 cm. Poderá ocorrer injúria leve na cultura no período próximo à aplicação do produto, quando aplicado sobre o camalhão em pré- plantio, entretanto a recuperação da cultura ocorre entre 15 a 30 dias após a aplicação. Na entrelinha de plantio, logo após o último cultivo; em pré- emergência das plantas infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60cm, evitando o contato do produto com as plantas de fumo para não haver injúria *Na aplicação na entrelinha em condições de alta infestação de Cyperus rotundus e Euphorbia heterophylla, utilizar dose de 666 g/ha (produto comercial) | |
Poaia-branca Richardia brasiliensis | 400-533 (300-400) | ||||
Caruru-roxo Amaranthus hybridus | 400 (300) | ||||
Tiririca Cyperus rotundus | 400-533 (300-400) | ||||
Leiteiro Euphorbia heterophylla | 533 (400) |
Soja (solo pesado) | Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 800 (600) | 250 - 300 (terrestre) 10 - 40 (aérea) | Aplicação em pré- emergência das plantas infestantes e da cultura, no pós-plantio, tanto no sistema convencional como no plantio direto. A dose recomendada é para solos pesados. Não utilizar o produto nesta dose em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura. A aplicação deverá ser feita sempre antes da emergência da cultura da soja. O produto aplicado no “cracking” da soja ou em plantas emergidas causará danos à cultura. Plantio direto: usar no controle das seguintes plantas infestantes: Amendoim-bravo, Capim-braquiária, Capim-marmelada, Capim-colchão, Corda-de-viola e Guanxuma, na seguinte sequência: 1ª: dessecação de plantas daninhas (manejo químico); 2ª: plantio; e 3ª: aplicação do produto, sempre na dose de 800 g/ha/ha. | 1 |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Capim-colonião (sementes) Panicum maximum | |||||
Capim-custódio Pennisetum setosum | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | |||||
Caruru-roxo Amaranthus hybridus | |||||
Cheirosa Hyptis suaveolens | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Desmódio Desmodium tortuosum | |||||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Erva-palha Blainvillea latifolia | |||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Joá-de-capote Nicandra physaloides | |||||
Maria-pretinha Solanum americanum | |||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | |||||
Poaia-branca Richardia brasiliensis | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Trapoeraba |
Commelina benghalensis | |||||
Soja (solo leve) | Trapoeraba Commelina benghalensis | 266,5-400 (200-300) | Aplicação do produto em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura. Aplicação no plantio convencional deve ser realizada somente para solo leve e médio. O produto aplicado na pós- emergência da soja causará danos à cultura. | 1 | |
Soja (solo leve e médio) | Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 533 (400) | 250 - 300 (terrestre) 10 - 40 (aérea) | Aplicação do produto em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura. Aplicação no plantio convencional deve ser realizada somente para solo leve e médio. O produto aplicado na pós- emergência da soja causará danos à cultura. | 1 |
Caruru-roxo Amaranthus hybridus | |||||
Soja Dessecação | Trapoeraba Commelina benghalensis | 133,25 - 266,5 (100-200) | Aplicação do produto em pós-emergência das plantas infestantes (dessecação) antes do plantio da cultura da soja. Aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem no máximo com 6 a 8 folhas e porcentagem de cobertura do solo até 20% a 35%, respectivamente. | 1 | |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Café | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Panicum maximum | capim-colonião, capim-coloninho (1), capim-guiné | Ver detalhes |
| Citros | Cynodon dactylon | capim-da-cidade, capim-de-burro (1), grama-bermuda | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Fumo | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Soja | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
Como todos os herbicidas, o produto necessita de uma quantidade mínima de umidade no solo para sua ativação. Na ausência desta, deve-se aguardar uma chuva leve (maior que 10 mm). Neste caso, se houver plantas infestantes já germinadas, as mesmas devem ser eliminadas através de um cultivo superficial (tratorizado ou manual) nas entrelinhas, evitando- se o movimento intenso do solo para manter o produto na camada superficial. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do solo.
Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Consulte sempre o engenheiro agrônomo responsável.
Equipamentos de Aplicação:
Aplicação terrestre:
Através de pulverizador costal manual ou motorizado, pulverizador tratorizado, com barras providas de bicos de média/alta vazão (1,5 L/min), tais como Teejet leque 110.04, XR Teejet 110.04, Albuz leque 100.04, Fuljet.
Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e a altura da barra de 30-50 cm. Recomenda-se aplicar em dias com baixa velocidade de ventos, com pressão não maior que 40 Ib/pol2.
Densidade de gotas: 40-80 gotas/cm2.
DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200-300 micra
Aplicação aérea:
Através de aeronave agrícola.
Pressão: 30 psi, Bicos: D8-45, Ângulo da barra: 135º (frente) ou 45º (atrás).
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um engenheiro agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Volume de calda: 10 a 40 L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada
Condições climáticas: as aplicações devem ser realizadas em condições de temperatura inferior a 27°C e umidade relativa do ar acima de 70%, ventos até 10 km/h. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva. Em caso de dúvida consultar um engenheiro agrônomo.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Gerenciamento de deriva:
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do engenheiro agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Encher o tanque do pulverizador com água limpa até a metade de sua capacidade e adicionar o produto na dose previamente determinada. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante o seu preparo. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá haver danos à cultura.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação
Abacaxi 60 dias
Café 130 dias
Cana-de-açúcar (1)
Citros 200 dias
Eucalipto U.N.A.
Fumo U.N.A.
Soja (1)
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
U.N.A. Uso não alimentar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L p.c./ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Cana- de- açúcar | Tiririca Cyperus rotundus | 1,6 | 800 | 300-400 | 1 |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Capim-colonião (sementes) Panicum maximum | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Trapoeraba Commelina benghalensis | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Beldroega Portulaca oleracea | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Caruru Amaranthus viridis | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Erva-quente Spermacoce alata | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Guanxuma-branca Sida glaziovii | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Poaia-branca Richardia brasiliensis | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 |
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L p.c./ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Soja | Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 |
Soja | Caruru-roxo Amaranthus hybridus | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 |
Cheirosa Hyptis suaveolens | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Desmodio Desmodium tortuosum | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Erva-quente Spermacoce alata | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Erva-palha Blainvillea latifolia | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Bela-Emília, Falsa-serralha Emilia sonchifolia | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Guanxuma Sida rhombifolia | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Joá-de-capote Nicandra physaloides | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Maria-pretinha Solanum americanum | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Mentrasto Ageratum conyzoides | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Poaia-branca Richardia brasiliensis | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Picão-preto Bidens pilosa | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Trapoeraba Commelina benghalensis | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Beldroega Portulaca oleracea | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Capim-colonião(sementes) Panicum maximum | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Capim-custódio Pennisetum setosum | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 |
As doses acima são recomendadas para solos pesados. Não utilizar LIMINAR 500 SC TAGROS nas doses acima recomendadas em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura.
O LIMINAR 500 SC, na cultura da soja, pode ser aplicado tanto no sistema convencional de cultivo como no sistema de plantio direto. No plantio direto deverá ser aplicado para controlar as seguintes plantas daninhas: 1) Capim-braquiária (Brachiaria decumbens), 2) Capim- marmelada (Brachiaria plantaginea), 3) Capim-colchão (Digitaria horizontalis), 4) Amendoim- bravo (Euphorbia heterophylla), 5) Guanxuma (Sida rhombifolia), 6) Corda-de-viola (Ipomonea grandifolia), observando a seguinte sequência: 1) Dessecação de plantas daninhas (manejo químico), 2) Plantio e 3) Aplicação de LIMINAR 500 SC Tagros sempre na dose 1,2 L/ha.
Para solos leves e médios a recomendação de LIMINAR 500 SC Tagros em pré- emergência e no plantio convencional é a seguinte:
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L p.c./ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Soja | Caruru-roxo Amaranthus hybridus | 0,8 | 400 | 250-300 | 1 |
Trapoeraba (*) Commelina benghalensis | 0,4 a 0,6 | 200-300 | 250-300 | 1 | |
Trapoeraba Commelina benghalensis | 0,2 a 0,4 | 100-200 | 250-300 | 1 | |
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 0,8 | 400 | 250-300 | 1 |
(*) Recomendado somente para solos leves.
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L p.c./ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Café | Capim-colchão Digitaria horizontalis | 1,4 | 700 | 100-200 | 1 |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 1,4 | 700 | 100-200 | 1 | |
Tiririca Cyperus rotundus | 1,4 | 700 | 100-200 | 1 | |
Losna-branca Parthenium hysterophorus | 1,4 | 700 | 100-200 | 1 | |
Picão-preto Bidens pilosa | 1,4 | 700 | 100-200 | 1 | |
Caruru Amaranthus viridis | 1,4 | 700 | 100-200 | 1 | |
Citros | Trapoeraba Commelina benghalensis | 1,2 a 1,4 | 600-700 | 100-200 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | 1,2 a 1,4 | 600-700 | 100-200 | 1 | |
Grama-seda Cynodon dactylon | 1,2 a 1,4 | 600-700 | 100-200 | 1 | |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | 1,2 a 1,4 | 600-700 | 100-200 | 1 |
Citros | Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 1,2 a 1,4 | 600-700 | 100-200 | 1 |
Caruru Amaranthus retroflexus | 1,2 a 1,4 | 600-700 | 100-200 | 1 |
Aplicar LIMINAR 500 SC Tagros nestas doses, em pré-emergência das plantas infestantes, em cafeeiros e cítricos adultos em jato dirigido para o solo.
Fumo: Aplicação em pré-emergência no pré-plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entre-linha da cultura.
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L p.c./ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Fumo | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 0,8 | 400 | 200 | 1 |
Tiririca *** Cyperus rotundus | 0,6 a 0,8 | 300-400 | 200 | 1 | |
Caruru-roxo Amaranthus hybridus | 0,6 | 300 | 200 | 1 | |
Poaia-branca Richardia brasiliensis | 0,6 a 0,8 | 300-400 | 200 | 1 | |
Amendoim-bravo*** Euphorbia heterophylla | 0,8 | 400 | 200 | 1 |
O produto LIMINAR 500 SC Tagros é recomendado para a cultura do fumo somente em solos leves e médios.
A aplicação para a cultura do fumo pode ser feita de duas formas:
Na linha de plantio, sobre o camalhão, 1 dia antes do transplante das mudas do fumo, em uma faixa de 50 cm.
Pode ocorrer injúria leve na cultura do fumo no período próximo a aplicação do produto, quando aplicado sobre o camalhão em pré-plantio; entretanto a recuperação da cultura acontece entre 15 a 30 dias após a aplicação.
Na entrelinha de plantio, logo após o último cultivo; em pré-emergência das plantas infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60 cm, evitando o contato do produto com as plantas de fumo para não haver injúria.
*** Na aplicação na entrelinha em condições de alta infestação de Cyperus rotundus e
Euphorbia heterophylla utilizar a dose de 500 g i.a./ha (1L p.c./ha).
As doses mais baixas devem ser utilizadas em solos leves e as doses maiores devem ser utilizadas para os solos médios.
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L p.c./ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Abacaxi | Capim-favorito *** Rhynchelitrum roseum | 0,8 a 1,2 | 400-600 | 200 | 1 |
Beldroega Portulaca oleracea | 1,2 | 600 | 200 | 1 | |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,2 a 1,4 | 600-700 | 200 | 1 |
*** O produto LIMINAR 500 SC é recomendado para o controle de Capim-favorito somente em solo leve e médio.
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L p.c./ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Eucalipto | Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 1,0 | 500 | 200 | 1 |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Capim-colonião Panicum maximum | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Capim-custódio Pennisetum setosum | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 0,8 | 400 | 200 | 1 | |
Tiririca Cyperus rotundus | 1,2 a 1,6 | 600-800 | 200 | 1 | |
Trapoeraba Commelina benghalensis | 0,9 | 450 | 200 | 1 | |
Caruru-branco Amaranthus hybridus | 0,8 | 400 | 200 | 1 | |
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Beldroega Portulaca oleracea | 0,8 | 400 | 200 | 1 | |
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Cheirosa Hyptis suaveolens | 1,2 | 600 | 200 | 1 | |
Desmodio Desmodium tortuosum | 1,2 | 600 | 200 | 1 | |
Erva-quente Spermacoce latifolia | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Erva-palha Blainvillea latifolia | 0,9 | 450 | 200 | 1 |
Eucalipto | Falsa-serralha Emilia sonchifolia | 0,9 | 450 | 200 | 1 |
Guanxuma Sida rhombifolia | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Joá-de-capote Nicandra physaloides | 0,8 | 400 | 200 | 1 | |
Erva-de-bicho Solanum americanum | 0,8 | 400 | 200 | 1 | |
Mentrasto Ageratum conyzoides | 0,9 | 450 | 200 | 1 | |
Poaia-branca Richardia brasiliensis | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Picão-preto Bidens pilosa | 1,0 | 500 | 200 | 1 |
Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas indicadas nos quadros anteriores.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Rhynchelytrum roseum | Capim-Favorito | Ver detalhes |
| Café | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Panicum maximum | capim-colonião, capim-coloninho (1), capim-guiné | Ver detalhes |
| Citros | Cynodon dactylon | capim-da-cidade, capim-de-burro (1), grama-bermuda | Ver detalhes |
| Eucalipto | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Fumo | Richardia brasiliensis | poaia, poaia-branca, poaia-do-campo (2) | Ver detalhes |
| Soja | Blainvillea latifolia | canela-de-urubú, erva-de-urubú, erva-palha (1) | Ver detalhes |
O LIMINAR 500 SC TAGROS é um herbicida pré-emergente em relação às ervas daninhas, que pode ser aplicado antes ou após o transplante das mudas, em faixa sobre a linha de plantio. No caso de aplicação pós-plantio, aplicar através de jato dirigido procurando evitar a parte aérea das plantas.
Além das recomendações acima para as culturas indicadas, levar em consideração que o solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem. Como todos os herbicidas, o LIMINAR 500 SC TAGROS necessita de umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle das plantas infestantes.
No preparo da calda, adicionar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar LIMINAR 500 SC TAGROS na dose previamente determinada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto faz-se necessário usar o agitador continuamente durante a pulverização. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá ocorrer danos à cultura.
Equipamentos de aplicação:
LIMINAR 500 SC pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores costais ou tratorizados, com barras providas de bicos de média/alta vazão (1,5 L/min), tais como Teejet leque 110.04, XR Teejet 110.04, Albuz leque 100.04, Fuljet.
Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e a altura da barra de 30-50 cm. Recomenda-se aplicar em dias com baixa velocidade de ventos, com pressão não maior que 40 lb/pol² e volume de água de 250 a 300 L/ha em soja e 300-400 L/ha em cana-de-açúcar, 100-200 L/ha em fumo e 200 L/ha em abacaxi.
Densidade de gotas: 40-80 gotas/cm².
DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200-300 micra.
Aplicação também pode ser realizada por via aérea nas seguintes condições: Volume: 40 l/ha
Pressão: 30 psi
8
Bicos: D8-45
Ângulo da barra: 135º (Frente) ou 45º (atrás) Altura de vôo: 5 m
Culturas | Dias |
Abacaxi | 60 dias |
Café | 130 dias |
Cana-de-açúcar | (1) |
Citros | 200 dias |
Eucalipto | UNA |
Fumo | UNA |
Soja | (1) |
(1) Intervalo de Segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
U.N.A. = Uso não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO:
Cultura | Plantas infestantes | Dose (% p.c.) | Época, número e intervalo de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
ALHO | Carrapicho-de-carneiro Caruru Picão-branco | Acanthospermum hispidum Amaranthus viridis Galinsoga parviflora | Solo Médio 1,6 Kg/ha | Realizar uma única aplicação, em área total, em pós-plantio e em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura. Aplicar o produto 1 dia após o plantio dos bulbilhos de alho. |
BATATA | Caruru Falsa-serralha Beldroega Mentrasto Serralha | Amaranthus viridis Emilia sonchifolia Portulaca oleracea Ageratum conyzoides Sonchus oleraceus | Solo Argiloso 1,0 a 2,0 Kg/ha | Realizar uma única aplicação, em área total, em pós-plantio e em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura. Aplicar o produto 1 dia após o plantio da cultura |
CEBOLA | Losna-branca Beldroega Caruru | Parthenium hysterophorus Portulaca oleracea Amaranthus viridis) | Solo Argiloso 1,0 a 2,0 Kg/ha | Realizar uma única aplicação, em área total, em pré-emergência das plantas daninhas e após o transplante da cebola. Aplicar o produto quando a cultura estiver no estádio de 2 a 3 folhas definitivas, ou seja, até 13 dias após o transplante da cebola. |
CENOURA | Caruru Nabiça Picão-branco Falsa-serralha | Amaranthus hibrydus Raphanus raphanistrum Galinsoga parviflora Emilia sonchifolia | Solo Argiloso 1,0 a 2,0 Kg/ha | Realizar uma única aplicação, em área total, em pós-plantio das sementes diretamente no campo, em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura. Aplicar o produto 1 dia após o plantio da cultura. |
p.c. = produto comercial
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alho | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Batata | Ageratum conyzoides | catinga-de-bode, erva-de-são-joão (1), mentrasto | Ver detalhes |
| Cebola | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Cenoura | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
A aplicação do herbicida LINUREX AGRICUR 500 WP deve ser efetuada através de pulverização terrestre.
Para a cultura da cenoura, o LINUREX AGRICUR 500 WP pode ser aplicado com pulverizador costal manual, costal pressurizado. Para as demais culturas pode ser aplicado com pulverizador tratorizado ou autopropelido.
Para o uso e aplicação do produto LINUREX AGRICUR 500 WP, observe as prescrições conforme a receita agronômica e utilize equipamentos adequados que proporcionem redução da possibilidade de deriva, tal como pontas de pulverização que possibilitem a produção de gotas grossas (G) a extremamente grossas (XC):
Pressão de trabalho: 30-70 lbf/pol².
Diâmetro de gotas: acima de 350 µ (micra);
Altura da barra de pulverização e espaçamento entre bicos: deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme no alvo. Não ultrapassando 50 cm, tanto para o espaçamento quanto para a altura da barra;
Volume de calda: até 400 L/ha
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
Temperatura ambiente inferior a 30ºC;
Umidade relativa do ar superior a 55%;
Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;
Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplique o produto LINUREX AGRICUR 500 WP, pois pode haver risco de inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia.
Se a velocidade do vento estiver acima de 10 km/h não aplique o produto LINUREX AGRICUR 500 WP, devido ao potencial de deriva pelo movimento do ar.
Não aplique o produto LINUREX AGRICUR 500 WP, se o vento estiver no sentido das culturas sensíveis.
Toda a pulverização com o produto LINUREX AGRICUR 500 WP feita fora das condições operacionais e meteorológicas adequadas, pode gerar deriva de gotas e atingir cultivos vizinhos e/ou culturas sensíveis.
Colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de pulverização. Em seguida, adicionar LINUREX AGRICUR 500 WP nas doses recomendadas, completando o tanque com água e mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida, mantendo o sistema de agitação do tanque em funcionamento durante a aplicação.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o processo de preparo da calda.
A limpeza do pulverizador deve ser realizada logo após o término das aplicações com LINUREX AGRICUR 500 WP. Esta etapa é importante para que não haja resíduos remanescentes em aplicações seguintes com outros herbicidas ou outras classes de produtos. Estes resíduos também podem gerar problemas de contaminação de culturas vizinhas e/ou culturas sensíveis, caso haja deriva de gotas pelo vento.
Recomenda-se fazer um teste de fitotoxicidade em culturas sensíveis, antes de usar o equipamento para pulverização de outros produtos.
Alho 60 dias
Batata (1)
Cebola 60 dias
Cenoura 60 dias
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
MAGNUSBR® é um herbicida seletivo de ação sistêmica do grupo químico triazinona, apresentado na forma pó molhável, usado em pré-emergência no controle de plantas infestantes na cultura da cana-de-açúcar. Atua inibindo o Fotossistema II (Hexazinona) e consequente interrupção da fotossíntese. Este herbicida atua ligando- se à proteína D1, no sítio onde se acopla a plastoquinona "Qb", interrompendo o fluxo de elétrons entre os Fotossistemas. As plantas daninhas quando emergem apresentam cloroses entre as nervuras das folhas que evoluem para necroses, ocasionando a morte das plantas. O grau de controle e a duração do efeito variam de acordo com a dose aplicada, chuvas, temperatura, teor de matéria orgânica, textura do solo e nível de infestação.
Cultura | Plantas infestantes controladas | Doses* | Volume de Calda L/ha | ||
Nome científico | Nome comum | Terrestre | Aérea | ||
Cana-de- açúcar | Acanthospermum australe | Carrapichinho; Carrapicho- rasteiro | 400 – 500 g p.c /ha (320 – 400 g i.a/ha) | 200-600 | 30-50 |
Amaranthus deflexus | Caruru-rasteiro; Caruru | 200 – 500 g p.c /ha (160 – 400 g i.a/ha) | |||
Amaranthus hybridus | Caruru-branco; Caruru-roxo | 300 – 500 g p.c /ha (240 – 400 g.ia/ha) | |||
Amaranthus retroflexus | Caruru-gigante; Caruru | ||||
Brachiaria decumbens | Braquiária; Capim-braquiária | 200 – 500 g p.c/ha (160 – 400 g i.a/ha) | |||
Brachiaria plantaginea | Capim-marmelada; Capim- papuã | ||||
Commelina benghalensis | Trapoeraba; Capoeraba | 300 – 500 g p.c/ha (240 – 400 g.ia/ha) | |||
Digitaria horizontalis | Capim-colchão; Capim-milhã | 200 – 500 g p.c /ha (160 – 400 g i.a/ha) | |||
Eleusine indica | Capim-pé-de-galinha; Capim- de-pomar | ||||
Euphorbia heterophylla | Amendoim-bravo; Leiteira | 300 – 500 g p.c /ha (240 – 400 g.ia/ha) | |||
Ipomoea purpurea | Campainha; Corda-de-viola | ||||
Panicum maximum | Capim-colonião; Capim- coloninho | 300 – 400 g p.c/ha (240 -320 g i.a/há) | |||
Parthenium hysterophorus | Fazendeiro; Losna-branca | 300 – 500 g p.c /ha (240 – 400 g.ia/ha) | |||
Portulaca oleracea | Beldroega; Bredo-de-porco | 200 – 500 g p.c/ha (160 – 400 g i.a/ha) | |||
Senna obtusifolia | Fedegoso-branco; Mata- pasto | 300 – 500 g p.c /ha (240 – 400 g.ia/ha) | |||
Sida cordifolia | Guanxuma; Malva; Malva- branca | 200 – 500 g p.c/ha (160 – 400 g i.a/ha) | |||
Sida glaziovii | Guanxuma-branca; Malva- guaxima | ||||
Sida rhombifolia | Guanxuma; Mata-pasto | 300 – 500 g p.c /ha (240 – 400 g.ia/ha) | |||
Spermacoce latifolia | Erva-de-lagarto; Erva-quente | ||||
Época: A aplicação deve ser feita em pré-emergência da cultura e das plantas infestantes, em área total. Cana-planta: aplicar após as primeiras chuvas, depois do plantio.
Cana-soca: Aplicar após o enleiramento da palha e cultivo.
**Não utilizar o produto em cana planta cultivada em solo leve.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
MAGNUSBR pode ser aplicado na forma de pulverização terrestre ou aérea, diluído em água limpa.
O solo deve estar úmido e bem preparado, evitando o excesso de torrões após o enterrio dos toletes de cana-de- açúcar por ocasião do plantio. A umidade do solo é necessária para uma boa ação do produto.
Pode ser aplicado com equipamento pulverizador costal ou tratorizado, dotado de bicos de jato em leque, que formam ângulos de 80 ou 110 graus. A pressão recomendada varia em 20 e 60 l/pol2, obtendo-se tamanhos de gotas com VMD entre 420 a 520 micron. As gotas menores são indicadas para locais que não existam riscos de atingir as folhas de plantas de importância econômica por deriva. As gotas maiores possibilitam a formação de película com distribuição homogênea do herbicida sobre o solo. Em regiões em que a velocidade do vento esteja entre 10 e 14 km/h, utilizar bicos anti-deriva, de várias marcas, e trabalhando com a pressão de 20-25 libras por polegada quadrada.
Utilizar um volume de calda de 200 - 600 L/ha.
A aplicação aérea é recomendada somente para aplicação em pré-emergência em área total.
Em aplicações aéreas recomenda-se utilizar um volume de calda de 30 a 50 L/ha. A aeronave deve estar equipada com bicos D8, D10 ou D12 ou equivalentes com core 45, montados na barra com ângulo de 135º em relação a direção do vôo. A altura de vôo deve ser de 3 a 4 metros e a faixa de aplicação entre 12 e 16 metros. No momento da aplicação as condições ambientais devem ser:
Temperatura ambiente: máxima de 25ºC. Umidade relativa do ar: mínima de 70%. Velocidade do vento: máxima de 10 km/h.
O pulverizador deve ser equipado com filtros com malha apropriada de acordo com a especificação dos bicos, para evitar entupimentos durante a pulverização. Os filtros devem ser limpos diariamente, logo após o término da pulverização para evitar acúmulo de impurezas, entupimento dos bicos e redução do volume de calda na pulverização.
- Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal.
Preparo da calda: MAGNUSBR® é acondicionado em saco hidrossolúvel, que é totalmente dissolvido em contato com a água, não havendo necessidade de abrir ou cortá-lo. A embalagem hidrossolúvel deve ser colocada diretamente no tanque de preparo da solução.
Para o uso de sacos hidrossolúveis:
Encher o tanque com água limpa com ¼ do volume de calda recomendado;
Iniciar agitação no tanque;
Colocar o saco hidrossolúvel diretamente no tanque, sem cortá-lo ou abri-lo, ao colocá-lo na água ele se dissolverá rapidamente;
Adicionar tantos sacos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem recomendada;
Aguardar a completa dissolução do saco hidrossolúvel na água. A agitação contínua é necessária para a boa mistura.
Ao aplicar o produto é necessário usar o agitador continuamente durante a pulverização.
O Engenheiro agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinados na bula.
Cana-de-açúcar: 150 dias.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L p.c./ha) | Número, época e intervalo de aplicação |
Abacaxi | Capim-favorito* (Rhynchelitrum roseum) | 0,8 – 1,2 | Aplicação única Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes em pós-plantio na cultura do abacaxi através de jato dirigido nas entrelinhas. *O produto MAUSER 500 SC é recomendado para o controle de Capim-favorito somente em solo leve e médio. Volume de calda Aplicação terrestre: 200 L/ha |
Beldroega (Portulaca oleracea) | 1,2 | ||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 1,2 – 1,4 | ||
Cana-de-açúcar | Tiririca (Cyperus rotundus) | 1,6 | Aplicação única Aplicação no pós-plantio, e em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura. Volume de Calda: Aplicação terrestre: 300 a 400 L/ha Aplicação aérea: 10 a 40 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha |
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 1,2 | ||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-colonião (sementes) (Panicum maximum) | |||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||
Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) |
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L.p.c./ha) | Número, época e intervalo de aplicação |
Café | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 1,4 | Aplicação única Aplicar MAUSER 500 SC nestas doses, em pré- emergência das plantas infestantes, em cafeeiros e cítricos adultos em jato dirigido para o solo. Volume de Calda: Aplicação terrestre: 200 a 400 L/ha |
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Tiririca (Cyperus rotundus) | |||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Citros | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 1,2 a 1,4 | |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Grama-seda (Cynodon dactylon) | |||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Caruru (Amaranthus retroflexus) | |||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 0,6 | Aplicação única Aplicação em pré-emergência no pré-plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entrelinha da cultura. O produto é recomendado para a cultura do fumo somente em solos leves e médios. | |
Tiririca * (Cyperus rotundus) | |||
Fumo | 0,6 a 0,8 | A aplicação para a cultura do fumo pode ser feita de duas formas:
| |
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||
*Na aplicação na entrelinha em condições de alta infestação de Cyperus rotundus e Euphorbia heterophylla utilizar a dose de 1,0 L p.c./ha. | |||
Amendoim-bravo * (Euphorbia heterophylla) | 0,8 | As doses mais baixas devem ser utilizadas em solos leves e as doses maiores devem ser utilizadas para os solos médios. Volume de Calda: Aplicação terrestre: 100 a 200 L/ha Aplicação aérea: 10 a 40 L/ha, somente para a forma de aplicação 1. Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha |
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L.p.c./ha) | Número, época e intervalo de aplicação |
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | Aplicação única Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas em pré ou pós-transplante das mudas, sobre a linha de plantio. No caso de aplicação pós-plantio, aplicar através de jato dirigido procurando evitar a parte aérea das plantas de eucalipto. Na aplicação tópica sobre a muda, podem ocorrer “queimas” localizadas, onde houver contato do produto com as folhas ou brotações, mas com recuperação rápida sem afetar o desenvolvimento da planta e sua produtividade. Volume de Calda: Aplicação terrestre: 200 L/ha | ||
Caruru-branco (Amaranthus hybridus) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | 0,8 | ||
Joá-de-capote (Nicandra physaloides) | |||
Erva-de-bicho (Solanum americanum) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Erva-palha (Blainvillea latifolia) | 0,9 | ||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | |||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Eucalipto | Capim-colonião (Panicum maximum) | ||
Capim-custódio (Pennisetum setosum) | |||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 1,0 | ||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,0 – 1,2 | ||
Cheirosa (Hyptis suaveolens) | 1,2 | ||
Desmodio (Desmodium tortuosum) | |||
Tiririca (Cyperus rotundus) | 1,2 a 1,6 |
Cultura | Pragas/ Plantas infestantes/ Doenças | Dose (L. p.c./ha) | Número, época e intervalo de aplicação |
Soja | Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,2 | Aplicação única Aplicação no pós-plantio, pré-emergência em relação às plantas infestantes e a cultura. MAUSER 500 SC pode ser aplicado em pré- emergência tanto para o sistema convencional como no sistema de plantio direto. No plantio direto deverá ser aplicado para controlar as seguintes plantas daninhas:
Doses recomendadas para solos pesados Volume de Calda: Aplicação terrestre: 250 a 300 L/ha Aplicação aérea: 10 a 40 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha |
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | |||
Cheirosa (Hyptis suaveolens) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||
Desmodio (Desmodium tortuosum) | |||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||
Erva-palha (Blainvillea latifolia) | |||
Bela-Emília; Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Joá-de-capote (Nicandra physaloides) | |||
Maria-pretinha (Solanum americanum) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | |||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-colonião (sementes) (Panicum maximum) | |||
Capim-custódio (Pennisetum setosum) |
As doses acima são recomendadas para solos pesados. Não utilizar MAUSER 500 SC nas doses acima recomendadas em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura.
Para solos leves e médios a recomendação de MAUSER 500 SC em pré-emergência e no plantio convencional é a seguinte:
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L.p.c./ha) | Número de aplicação |
Soja | Trapoeraba (*) (Commelina benghalensis) | 0,4 a 0,6 | Aplicação única Para solos leves e médios em pré-emergência e no plantio convencional. Doses recomendadas para solos leves e médios Volume de Calda: Aplicação terrestre: 250 a 300 L/ha Aplicação aérea: 10 a 40 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha |
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 0,8 | ||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) |
(*) recomendado somente para solos leves.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Café | Parthenium hysterophorus | coentro-do-mato, fazendeiro (1), losna-branca | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Citros | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Echinochloa crusgalli | capim-arroz (2), capim-canevão, capim-jaú | Ver detalhes |
| Fumo | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Soja | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
O herbicida MAUSER 500 SC pode ser aplicado através de equipamentos terrestres (costal ou tratorizado) ou aérea (avião ou ARP (Drones)), conforme indicado para cada cultura.
O MAUSER 500 SC é um herbicida pré-emergente em relação às ervas daninhas, que pode ser aplicado antes ou após o transplante das mudas, em faixa sobre a linha de plantio. No caso de aplicação pós-plantio, aplicar através de jato dirigido procurando evitar a parte aérea das plantas.
Levar em consideração que o solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem. Como todos os herbicidas, o MAUSER 500 SC necessita de umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle das plantas infestantes.
Como todos os herbicidas, o produto necessita de uma quantidade mínima de umidade no solo para sua ativação. Na ausência desta, deve-se aguardar uma chuva leve (maior que 10mm). Neste caso, se houver plantas infestantes já germinadas, as mesmas devem ser eliminadas através de um cultivo superficial (tratorizado ou manual) nas entrelinhas, evitando-se o movimento intenso do solo para manter o produto na camada superficial. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do solo. Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas, com a menor evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica (deslocamento vertical).
Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações:
Sob temperatura inferior a 30ºC,
Umidade relativa do ar acima de 55%,
Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h,
APLICAÇÃO TERRESTRE
Bicos tipo jato leque.
Pressão não maior que 40 psi (Ibf/pol²).
Tamanho da gota (grande): 200 a 300 µm
O volume de aplicação para:
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Os parâmetros de aplicação através de equipamento costal, como tipo de pontas, pressão de trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação Ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao
equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um engenheiro agrônomo.
Utilize tecnologia (s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas para dar uma boa cobertura e controle.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, etc devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura, e inversão térmica.
previsão de geadas.
APLICAÇÃO AÉREA
Evitar aplicações em condições de inversão térmica, nas quais as gotas permanecerão mais tempo no ar, contaminando o avião durante a pulverização e o meio ambiente e reduzindo o efeito do produto sobre o alvo desejado. Não aplicar em condições de temperaturas muito altas e umidade baixa, pois ocorrerão correntes de convecção (térmicas) causando uma dissipação vertical muito rápida das gotas, redução ou perda de seu efeito sobre o alvo desejado e ocasionando efeitos danosos ao ambiente.
Esse tratamento deve ser feito por avião quando as áreas forem extensas, aplicar o produto molhando bem e uniformemente toda a folhagem da planta.
alteração do ângulo dos bicos de pulverização e do diâmetro das gotas e nunca pela variação da altura do voo.
Para evitar efeitos indesejáveis, observar os limites meteorológicos definidos acima;
Efetuar levantamento prévio de espécies sensíveis ao produto nas áreas próximas;
Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal.
Antes de iniciar a aplicação com aeronave remotamente pilotada (ARP/drones), certifique-se que há um planejamento de voo e este foi autorizado, registre os dados de voo e garanta a segurança operacional.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia da aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
Recomendamos e é necessário realizar a aplicação de MAUSER 500 SC através de aeronave remotamente pilotada (ARP/drones), com empresas que tenham realizado os cursos para aplicação através de aeronaves remotamente pilotadas (drones/ARP), de acordo com a Normativa MAPA nº 298, de 22 setembro de 2021, ou qualquer outra que venha complementá- la ou substituí-la, e com equipamentos registrados nos órgãos competentes para operacionalizar. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto. Sempre consulte as normas vigentes (MAPA, DECEA, ANAC e ANATEL).
Resumo dos ajustes para os drones de pulverização:
Volume de calda | Classe de gotas | Altura de voo | Faixa de aplicação |
No mínimo 15 L/ha | Média a Grossa | 4 metros acima do alvo da pulverização | Ajuste de acordo com cada modelo de drone |
Antes da aplicação verifique e inicie a pulverização somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, fazer uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento mesmo por poucas horas torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimentodo tanque.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Culturas | Dias |
Abacaxi | 60 dias |
Café | 130 dias |
Cana-de-açúcar e Soja | (1) |
Citros | 200 dias |
Eucalipto e Fumo | UNA |
Intervalo de Segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
U.N.A. = Uso não Alimentar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
PÓS-PLANTIO, PRÉ-EMERGENTE EM RELAÇÃO ÀS PLANTAS INFESTANTES E A CULTURA DA CANA-DE-AÇÚCAR:
CULTURA | PLANTA-INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto comercial (L/ha) | Volume de calda/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Tiririca | Cyperus rotundus | 1,6 | 300-400 L/ha (terrestre) 10-40 L/ha (aérea) | |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | |||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | |||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | |||
Capim-colonião (sementes) | Panicum maximum | |||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | |||
Cana-de- açúcar | Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 1,2 | |
Beldroega | Portulaca oleracea | |||
Caruru | Amaranthus viridis | |||
Erva-quente | Spermacoce alata | |||
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | |||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | |||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | |||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | |||
Aplicar em pós plantio da cultura e em pré emergência das plantas infestantes e da cultura. Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura. | ||||
PÓS-PLANTIO, PRÉ-EMERGENTE EM RELAÇÃO ÀS PLANTAS INFESTANTES E À CULTURA DA SOJA:
O produto pode ser aplicado em pré-emergência no sistema convencional como no sistema de plantio direto de acordo com seguintes recomendações:
CULTURA | PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto comercial (L/ha) | Volume de calda/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Soja | Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 1,2 | 250-300 L/ha (terrestre) 10-40 L/ha (aérea) |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | |||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | |||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | |||
Capim-colonião (sementes) | Panicum maximum | |||
Capim-custódio | Pennisetum setosum | |||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | |||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | |||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | |||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | |||
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | |||
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | |||
Cheirosa | Hyptis suaveolens | |||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | |||
Desmódio | Desmodium tortuosum | |||
Erva-quente | Spermacoce alata | |||
Erva-palha | Blainvillea latifolia | |||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | |||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||
Joá-de-capote | Nicandra physaloides | |||
Maria-pretinha | Solanum americanum | |||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | |||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||
Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura. | ||||
CULTURA | PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto comercial (L/ha) | Volume de calda/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Soja | *Trapoeraba | Commelina benghalensis | 0,4-0,6 | 250-300 |
L/ha | ||||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 0,8 | ||
(terrestre) | ||||
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 0,8 | 10-40 L/ha | |
(aérea) | ||||
Doses indicadas para solos leves e médios em aplicação do produto em pré-emergência e no plantio convencional. *Recomendado somente para solos leves. Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura. | ||||
APLICAÇÃO EM PÓS-EMERGÊNCIA TOTAL DAS PLANTAS INFESTANTES (DESSECAÇÃO) ANTES DO PLANTIO DA CULTURA DA SOJA:
CULTURA | PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto comercial (L/ha) | Volume de calda/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Soja | Trapoeraba | Commelina benghalensis | 0,2-0,4 | 250-300 L/ha (terrestre) 10-40 L/ha (aérea) |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | |||
Aplicar o produto na pós-emergência das plantas infestantes (dessecação), com auxílio de pulverizadores terrestres manual costal ou tratorizado. Para dessecação, as plantas infestantes deverão estar no máximo com 6-8 folhas e porcentagem de cobertura do solo até 20% a 35% respectivamente. Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura. | ||||
APLICAÇÃO EM PRÉ-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS INFESTANTES.
CULTURA | PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto comercial (L/ha) | Volume de calda/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Citros | Caruru | Amaranthus retroflexus | 1,2-1,4 | 200-400 L/ha (terrestre) |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | |||
Capim-colchão | (Digitaria horizontalis | |||
Grama-seda | Cynodon dactylon | |||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||
Café | Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1,4 | |
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | |||
Tiririca | Cyperus rotundus | |||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||
Caruru | Amaranthus viridis | |||
Aplicar o produto nas doses recomendadas, em pré-emergência das plantas infestantes, em cafeeiros e cítricos adultos em jato dirigido para o solo. Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura. | ||||
APLICAÇÃO EM PRÉ-EMERGÊNCIA NO PRÉ-PLANTIO DAS MUDAS DE FUMO E NO PÓS-PLANTIO EM JATO DIRIGIDO NA ENTRE-LINHA DA CULTURA:
CULTURA | PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto comercial (L/ha) | Volume de calda/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Fumo | Capim-papua | Brachiaria plantaginea | 0,8 | 200-400 L/ha (terrestre) |
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 0,6-0,8 | ||
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 0,6 | ||
(1) Tiririca | Cyperus rotundus | 0,6-0,8 | ||
(1) Leiteiro | Euphorbia heterophyla | 0,8 | ||
(1) Na aplicação na entrelinha em condições de alta infestação de Cyperus rotundus e Euphorbia heterophyla utilizar a dose de 500 g i.a./ha (1 L de MAXULFEN 500 SC/ha). As doses mais baixas devem ser utilizadas em solos leves e as doses maiores devem ser utilizadas para os solos médios. Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura. | ||||
APLICAÇÃO EM PRÉ-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS INFESTANTES E EM PÓS- PLANTIO DA CULTURA, ATRAVES DE JATO DIRIJIDO NAS ENTRELINHAS.
CULTURA | PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto comercial (L/ha) | Volume de calda/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Abacaxi | Capim braquiária | Brachiaria decumbens | 1,2-1,4 | 200 L/ha (terrestre) |
Beldroega | Portulaca oleracea | 1,2 | ||
Capim favorito | Rhynchelitrum roseum | 0,8-1,2 | ||
Aplicação em pré emergência das plantas infestantes e em pós-plantio da cultura, através jato dirigido nas entrelinhas. Capim-favorito: a aplicação visando o controle de Capim- favorito deve ser realizada somente em solo leve e médio. Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura. | ||||
APLICAÇÃO EM PRÉ-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS INFESTANTES:
CULTURA | PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto comercial (L/ha) | Volume de calda/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Eucalipto | Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 0,8 | 200-400 L/ha (terrestre) |
Caruru-branco | Amaranthus hybridus | 0,8 | ||
Beldroega | Portucala oleracea | 0,8 | ||
Joá-de-capote | Nicandra physaloides | 0,8 | ||
Erva-de-bicho | Solanum americanum | 0,8 | ||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 0,9 | ||
Erva-palha | Blainvillea latifolia | 0,9 | ||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 0,9 | ||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 0,9 | ||
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 1 | ||
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 1 | ||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1 | ||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1 | ||
Capim-colonião | Panicum maximum | 1 | ||
Capim-custódio | Pennisetum setosum | 1 | ||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 1 | ||
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 1 | ||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 1 | ||
Erva-quente | Spermacoce latifolia | 1 | ||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 1 | ||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1 | ||
Amendoin-bravo | Euphorbia heterophylla | 1 | ||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 1 | ||
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 1-1,2 | ||
Cheirosa | Hyptis suaveolens | 1,2 | ||
Desmodio | Desmodium tortuosum | 1,2 | ||
Tiririca | Cyperus rotundus | 1,2-1,6 | ||
Utilizar a dose maior em condições de alta incidência da planta-infestante na área. O produto é um herbicida pré-emergente em relação às plantas infestantes, que pode ser aplicado antes ou após o transplante das mudas, em faixa sobre a linha de plantio. No caso de aplicação pós-plantio, aplicar através de jato dirigido procurando evitar a parte aérea das plantas. Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura. | ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Café | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Citros | Cynodon dactylon | capim-da-cidade, capim-de-burro (1), grama-bermuda | Ver detalhes |
| Eucalipto | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Fumo | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Soja | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
Para aplicação do produto é necessário umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle das plantas infestantes.
Equipamentos de Aplicação:
Aplicação terrestre:
Através de pulverizadores costal manual ou motorizado, pulverizador tratorizado, com barras providas de bicos de média/alta vazão (1,5 L/min), tais como Teejet leque 110.04, XR Teejet 110.04, Albuz leque 100.04, Fuljet.
Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e a altura da barra de 30-50 cm. Recomenda-se aplicar em dias com baixa velocidade de ventos, com pressão não maior que 40 Ib/pol2.
Densidade de gotas: 40-80 gotas/cm2.
DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200-300 micra
Aplicação aérea:
Através de aeronave agrícola. Volume de calda: 40 L/ha
Pressão: 30 psi, Bicos: D8-45, Ângulo da barra: 135º (frente) ou 45º (atrás), Altura de voo: 5 m, Faixa de deposição: 15 m.
Condições climáticas: as aplicações devem ser realizadas em condições de temperatura inferior a 27°C e umidade relativa do ar acima de 70%, ventos até 10 km/h. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva. Em caso de dúvida consultar um engenheiro agrônomo.
Encher o tanque do pulverizador com água limpa até a metade de sua capacidade e adicionar MAXULFEN 500 SC na dose previamente determinada. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante o seu preparo. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá haver danos à cultura.
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Abacaxi 60 dias
Café 130 dias
Cana-de-açúcar (1)
Citros 200 dias
Eucalipto U.N.A.
Fumo U.N.A.
Soja (1)
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. U.N.A.: Uso não alimentar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas | Plantas Infestantes | Dose (L/ha) | Volume de Calda (L/ha) | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
Brachiaria decumbens Capim-braquiária | 1,2 a 1,4 | Aplicar MIRAGE nas doses indicadas ao lado, em pré-emergência das plantas infestantes e em pós- plantio da cultura, através de jato dirigido nas entrelinhas. | ||
Abacaxi | Portulaca oleracea Beldroega | 1,2 | 100 - 300 | A aplicação pode ser realizada em solos de textura leve, médio e pesado. * Para Capim-favorito (Rhynchelitrum repens) MIRAGE é recomendado somente para aplicação em solo leve e médio. |
*Rhynchelitrum repens Capim-favorito | 0,8 a 1,2 | Uma única aplicação por ciclo da cultura é suficiente para eliminar as plantas infestantes indicadas ao lado. | ||
Amaranthus viridis | 1,4 | Aplicar MIRAGE nas doses indicadas ao lado, em pré-emergência das plantas infestantes, em cafeeiros adultos, em jato dirigido para o solo. A aplicação pode ser realizada em solos de textura leve, médio e pesado. Uma única aplicação por ciclo da cultura é suficiente para eliminar as plantas infestantes indicadas ao lado. | ||
Caruru | ||||
Bidens pilosa | 1,4 | |||
Picão-preto | ||||
Cyperus rotundus | 1,4 | |||
Café | Tiririca | 100 - 300 | ||
Digitaria horizontalis | 1,4 | |||
Capim-colchão | ||||
Eleusine indica | 1,4 | |||
Capim-pé-de-galinha | ||||
Parthenium hysterophorus | 1,4 | |||
Losna-branca | ||||
Amaranthus viridis | 1,2 | 100 – 300 (Aplicação aérea – 20 a 50) | Aplicar MIRAGE nas doses indicadas ao lado, em pós-plantio e pré-emergência das plantas infestantes e da cultura. A aplicação pode ser realizada em solos de textura leve, médio e pesado. Uma única aplicação por ciclo da cultura é suficiente para eliminar as plantas infestantes indicadas ao lado. | |
Caruru | ||||
Brachiaria decumbens | 1,2 | |||
Capim-braquiária | ||||
Brachiaria plantaginea | 1,2 | |||
Capim-marmelada | ||||
Cenchrus echinatus | 1,2 | |||
Capim-carrapicho | ||||
Commelina benghalensis | 1,2 | |||
Trapoeraba | ||||
Cyperus rotundus | 1,6 | |||
Tiririca | ||||
Digitaria horizontalis | 1,2 | |||
Cana-de- | Capim-colchão | |||
Eleusine indica | 1,2 | |||
açúcar | Capim-pé-de-galinha | |||
Euphorbia heterophylla | 1,2 | |||
Leiteiro | ||||
Ipomoea grandifolia | 1,2 | |||
Corda-de-viola | ||||
Panicum maximum | 1,2 | |||
Capim-colonião (sementes) | ||||
Portulaca oleracea | 1,2 | |||
Beldroega | ||||
Richardia brasiliensis | 1,2 | |||
Poaia-branca | ||||
Sida glaziovii | 1,2 | |||
Guanxuma-branca | ||||
Spermacoce alata | ||||
Erva-quente | 1,2 |
Citros | Amaranthus retroflexus Caruru | 1,2 a 1,4 | 100 - 300 | Aplicar MIRAGE nas doses indicadas ao lado, em pré-emergência das plantas infestantes, em cítricos adultos, em jato dirigido para o solo. A aplicação pode ser realizada em solos de textura leve, médio e pesado. Uma única aplicação por ciclo da cultura é suficiente para eliminar as plantas infestantes indicadas ao lado. |
Bidens pilosa Picão-preto | 1,2 a 1,4 | |||
Cenchrus echinatus Capim-carrapicho | 1,2 a 1,4 | |||
Commelina benghalensis Trapoeraba | 1,2 a 1,4 | |||
Cynodon dactylon Grama-seda | 1,2 a 1,4 | |||
Digitaria horizontalis Capim-colchão | 1,2 a 1,4 | |||
Fumo | Amaranthus hybridus Caruru-roxo | 0,6 | 100 - 300 | Aplicar MIRAGE nas doses indicadas ao lado, em pré-emergência no pré-plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entrelinha da cultura. O produto MIRAGE é recomendado para a cultura do fumo somente em solos leves e médios. A aplicação para a cultura do fumo pode ser de duas formas: 1ª) Na linha de plantio, sobre o camalhão, 1 dia antes do transplante das mudas do fumo, em uma faixa de 50 cm. Quando aplicado sobre o camalhão em pré-plantio, pode ocorrer injúria leve na cultura no período próximo a aplicação do produto, entretanto a recuperação acontece entre 15 a 30 dias após a aplicação. 2ª) Na entrelinha de plantio, logo após o último cultivo; em pré-emergência das plantas infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60 cm, evitando o contato do produto com as plantas de fumo para não haver injúria. ** Na aplicação na entrelinha em condições de alta infestação de Cyperus rotundus e Euphorbia heterophylla utilizar a dose de 500 g i.a/ha (1L p.c/ha). As doses menores devem ser utilizadas em solos leves e as doses maiores devem ser utilizadas em solos médios. |
Brachiaria plantaginea Capim-papuã | 0,8 | |||
**Cyperus rotundus Tiririca | 0,6 a 0,8 | |||
**Euphorbia heterophylla Leiteira | 0,8 | |||
Richardia brasiliensis Poaia-branca | 0,6 a 0,8 | Uma única aplicação por ciclo da cultura é suficiente para eliminar as plantas infestantes indicadas ao lado. | ||
Acanthospermum australe Carrapicho-rasteiro | 1,2 | |||
Acanthospermum hispidum Carrapicho-de-carneiro | 1,2 | Aplicação em pós-plantio e em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura, tanto no sistema convencional como no plantio direto. | ||
Ageratum conyzoides Mentrasto | 1,2 | |||
Soja (Solo pesado) | Amaranthus hybridus Caruru-roxo | 1,2 | 100 – 300 (Aplicação aérea – 20 a 50) | A dose 1,2 L/ha é recomendado somente para solos pesados para as plantas infestantes indicadas ao lado. Não utilizá-la em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura. Para aplicações em pré-plantio da soja no controle pré-emergente residual de buva (Conyza bonariensis) utilizar 0,75 a 1,2 L/ha tanto em plantio convencional como direto. Utilizar a maior dose em solos pesados e a menor em solos médios. Não aplicar em solos leves nesta modalidade de uso. |
Bidens pilosa Picão-preto | 1,2 | |||
Blainvillea latifolia Erva-palha | 1,2 | |||
Brachiaria decumbens Capim-braquiária | 1,2 | |||
Brachiaria plantaginea Capim-marmelada | 1,2 | |||
Cenchrus echinatus Capim-carrapicho | 1,2 | |||
Commelina benghalensis Trapoeraba | 1,2 | Uma única aplicação por ciclo da cultura é suficiente para eliminar as plantas infestantes indicadas ao lado. | ||
Conyza bonariensis Buva | 0,75 a 1,2 | |||
Desmodium tortuosum Desmódio | 1,2 |
Digitaria horizontalis Capim-colchão | 1,2 | |||
Echinochloa crusgalli Capim-arroz | 1,2 | |||
Eleusine indica Capim-pé-de-galinha | 1,2 | |||
Emilia sonchifolia Falsa-serralha | 1,2 | |||
Euphorbia heterophylla Amendoim-bravo | 1,2 | |||
Hyptis suaveolens Cheirosa | 1,2 | |||
Ipomoea grandifolia Corda-de-viola | 1,2 | |||
Nicandra physaloides Joá-de-capote | 1,2 | |||
Panicum maximum Capim-colonião (sementes) | 1,2 | |||
Pennisetum setosum Capim-custódio | 1,2 | |||
Portulaca oleracea Beldroega | 1,2 | |||
Richardia brasiliensis Poaia-branca | 1,2 | |||
Sida rhombifolia Guanxuma | 1,2 | |||
Solanum americanum Maria-pretinha | 1,2 | |||
Spermacoce alata Erva-quente | 1,2 | |||
Amaranthus hybridus Caruru-roxo | 0,8 | Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura. Aplicação no plantio convencional deve ser realizada somente para solo leve e médio. O herbicida aplicado na pós-emergência da soja causará danos à cultura. Uma única aplicação por ciclo da cultura é suficiente para eliminar as plantas infestantes indicadas ao lado. | ||
100 – 300 | ||||
Soja (Solo leve e médio) | Commelina benghalensis Trapoeraba | 0,4-0,6 | (Aplicação aérea – 20 a 50) | |
Euphorbia heterophylla Amendoim-bravo | 0,8 | |||
Soja (Dessecação) | Commelina benghalensis Trapoeraba | 0,2 a 0,4 | 100 – 300 (Aplicação aérea – 20 a 50) | Nas aplicações em pós-emergência total das plantas infestantes (dessecação) antes do plantio da cultura da soja utilizar as doses indicadas ao lado. Para dessecação ou manejo outonal, as plantas infestantes deverão estar no máximo com 6-8 folhas e porcentagem de cobertura do solo de até 20% a 35%. A cultura de soja deve ser semeada 10 - 15 dias após a aplicação do produto. A Aplicação deverá ser realizada através de pulverizadores terrestres manuais costais ou tratorizados. Uma única aplicação por ciclo da cultura é suficiente para eliminar as plantas infestantes indicadas ao lado. |
Ipomoea grandifolia Corda-de-viola | 0,2 a 0,4 | |||
Eucalipto | Acanthospermum australe Carrapicho-rasteiro | 1 a 1,2 | 100 - 300 | MIRAGE é um herbicida pré-emergente em relação às plantas infestantes, que pode ser aplicado antes ou após o transplante das mudas, em faixa sobre a linha de plantio. No caso de aplicação pós-plantio, aplicar através de jato dirigido procurando evitar a parte aérea das plantas. Uma única aplicação por ciclo da cultura é suficiente para eliminar as plantas infestantes indicadas ao lado. |
Acanthospermum hispidum Carrapicho-carneiro | 1 | |||
Ageratum conyzoides Mentrasto | 0,9 | |||
Amaranthus hybridus Caruru-branco | 0,8 | |||
Bidens pilosa Picão-preto | 1 | |||
Blainvillea latifolia Erva-palha | 0,9 |
Brachiaria decumbens Capim-braquiária | 1 | |||
Brachiaria plantaginea Capim-marmelada | 1 | |||
Cenchrus echinatus Capim-carrapicho | 1 | |||
Commelina benghalensis Trapoeraba | 0,9 | |||
Cyperus rotundus Tirirca | 1,2 a 1,6 | |||
Desmodium tortuosum Desmodio | 1,2 | |||
Digitaria horizontalis Capim-colchão | 1 | |||
Echinochloa crusgalli Capim-arroz | 1 | |||
Eleusine indica Capim-pé-de-galinha | 0,8 | |||
Emilia sonchifolia Falsa-serralha | 0,9 | |||
Euphorbia heterophylla Amendoim-bravo | 1 | |||
Hyptis suaveolens Cheirosa | 1,2 | |||
Ipomoea grandifolia Corda-de-viola | 1 | |||
Nicandra physaloides Joá-de-capote | 0,8 | |||
Panicum maximum Capim-colonião | 1 | |||
Pennisetum setosum Capim-custódio | 1 | |||
Portulaca oleracea Beldroega | 0,8 | |||
Richardia brasiliensis Poaia-branca | 1 | |||
Sida rhombifolia Guanxuma | 1 | |||
Solanum americanum Erva-de-bicho | 0,8 | |||
Spermacoce latifolia Erva-quente | 1 |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Café | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Spermacoce alata | erva-de-lagarto (1), erva-quente (1), perpetua-do-mato (1) | Ver detalhes |
| Citros | Amaranthus retroflexus | bredo (5), caruru (4), caruru-áspero | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Fumo | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Soja | Blainvillea latifolia | canela-de-urubú, erva-de-urubú, erva-palha (1) | Ver detalhes |
Além das recomendações acima para as culturas indicadas, levar em consideração que o solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem. Como todos os herbicidas, o MIRAGE necessita de umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle das plantas infestantes.
Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque com indução de ar, visando à produção de gotas grossas a extremamente grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta alvo, conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Para aplicação em jato dirigido, utilizar bicos com indução de ar, ou cônico cheio, visando a produção de gotas grossas a extremamente grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da
ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na área, conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Recomenda-se um volume de aplicação entre 20 e 50 L/ha. A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto no tanque ou no pré-misturador. Após despejar todo o conteúdo do produto no preparo da calda, deve-se fazer a adição de água dentro de cada embalagem para garantir que todo produto seja usado na pulverização e facilite a etapa seguinte de tríplice lavagem. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por litro de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.
Condições meteorológicas:
Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo:
Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada;
Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Abacaxi | 60 dias |
Café | 130 dias |
Cana-de-açúcar | (1) |
Citros | 200 dias |
Fumo | U.N.A. |
Soja | (1) |
Eucalipto | U.N.A. |
Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
PÓS-PLANTIO, PRÉ-EMERGENTE EM RELAÇÃO ÀS PLANTAS INFESTANTES E A CULTURA DA CANA-DE-AÇÚCAR:
CULTURA | PLANTA-INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto comercial (L/ha) | Volume de calda/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Tiririca | Cyperus rotundus | 1,6 | 300-400 L/ha (terrestre) 10-40 L/ha (aérea) | |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | |||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | |||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | |||
Capim-colonião (sementes) | Panicum maximum | |||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | |||
Cana-de- açúcar | Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 1,2 | |
Beldroega | Portulaca oleracea | |||
Caruru | Amaranthus viridis | |||
Erva-quente | Spermacoce alata | |||
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | |||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | |||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | |||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | |||
Aplicar em pós plantio da cultura e em pré emergência das plantas infestantes e da cultura. Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura. | ||||
PÓS-PLANTIO, PRÉ-EMERGENTE EM RELAÇÃO ÀS PLANTAS INFESTANTES E À CULTURA DA SOJA:
O produto pode ser aplicado em pré-emergência no sistema convencional como no sistema de plantio direto de acordo com seguintes recomendações:
CULTURA | PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto comercial (L/ha) | Volume de calda/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Soja | Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 1,2 | 250-300 L/ha (terrestre) 10-40 L/ha (aérea) |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | |||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | |||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | |||
Capim-colonião (sementes) | Panicum maximum | |||
Capim-custódio | Pennisetum setosum | |||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | |||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | |||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | |||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | |||
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | |||
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | |||
Cheirosa | Hyptis suaveolens | |||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | |||
Desmódio | Desmodium tortuosum | |||
Erva-quente | Spermacoce alata | |||
Erva-palha | Blainvillea latifolia | |||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | |||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||
Joá-de-capote | Nicandra physaloides | |||
Maria-pretinha | Solanum americanum | |||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | |||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||
Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura. | ||||
CULTURA | PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto comercial (L/ha) | Volume de calda/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Soja | *Trapoeraba | Commelina benghalensis | 0,4-0,6 | 250-300 |
L/ha | ||||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 0,8 | (terrestre) | |
10-40 L/ha | ||||
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 0,8 | (aérea) | |
Doses indicadas para solos leves e médios em aplicação do produto em pré-emergência e no plantio convencional. *Recomendado somente para solos leves. Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura. | ||||
APLICAÇÃO EM PÓS-EMERGÊNCIA TOTAL DAS PLANTAS INFESTANTES (DESSECAÇÃO) ANTES DO PLANTIO DA CULTURA DA SOJA:
CULTURA | PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto comercial (L/ha) | Volume de calda/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Soja | Trapoeraba | Commelina benghalensis | 0,2-0,4 | 250-300 L/ha (terrestre) 10-40 L/ha (aérea) |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | |||
Aplicar o produto na pós-emergência das plantas infestantes (dessecação), com auxílio de pulverizadores terrestres manual costal ou tratorizado. Para dessecação, as plantas infestantes deverão estar no máximo com 6-8 folhas e porcentagem de cobertura do solo até 20% a 35% respectivamente. Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura. | ||||
APLICAÇÃO EM PRÉ-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS INFESTANTES.
CULTURA | PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto comercial (L/ha) | Volume de calda/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Citros | Caruru | Amaranthus retroflexus | 1,2-1,4 | 200-400 L/ha (terrestre) |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | |||
Capim-colchão | (Digitaria horizontalis | |||
Grama-seda | Cynodon dactylon | |||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||
Café | Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1,4 | |
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | |||
Tiririca | Cyperus rotundus | |||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||
Caruru | Amaranthus viridis | |||
Aplicar o produto nas doses recomendadas, em pré-emergência das plantas infestantes, em cafeeiros e cítricos adultos em jato dirigido para o solo.
Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura.
APLICAÇÃO EM PRÉ-EMERGÊNCIA NO PRÉ-PLANTIO DAS MUDAS DE FUMO E NO PÓS-PLANTIO EM JATO DIRIGIDO NA ENTRE-LINHA DA CULTURA:
CULTURA | PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto comercial (L/ha) | Volume de calda/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Fumo | Capim-papua | Brachiaria plantaginea | 0,8 | 200-400 L/ha (terrestre) |
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 0,6-0,8 | ||
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 0,6 | ||
(1) Tiririca | Cyperus rotundus | 0,6-0,8 | ||
(1) Leiteiro | Euphorbia heterophyla | 0,8 | ||
(1) Na aplicação na entrelinha em condições de alta infestação de Cyperus rotundus e Euphorbia heterophyla utilizar a dose de 500 g i.a./ha (1 L de OLASUL/ha). As doses mais baixas devem ser utilizadas em solos leves e as doses maiores devem ser utilizadas para os solos médios. Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura. | ||||
APLICAÇÃO EM PRÉ-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS INFESTANTES E EM PÓS- PLANTIO DA CULTURA, ATRAVES DE JATO DIRIJIDO NAS ENTRELINHAS.
CULTURA | PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto comercial (L/ha) | Volume de calda/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Abacaxi | Capim braquiária | Brachiaria decumbens | 1,2-1,4 | 200 L/ha (terrestre) |
Beldroega | Portulaca oleracea | 1,2 | ||
Capim favorito | Rhynchelitrum roseum | 0,8-1,2 | ||
Aplicação em pré emergência das plantas infestantes e em pós-plantio da cultura, através jato dirigido nas entrelinhas. Capim-favorito: a aplicação visando o controle de Capim- favorito deve ser realizada somente em solo leve e médio. Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura. | ||||
APLICAÇÃO EM PRÉ-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS INFESTANTES:
CULTURA | PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE Produto comercial (L/ha) | Volume de calda/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Eucalipto | Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 0,8 | 200-400 L/ha (terrestre) |
Caruru-branco | Amaranthus hybridus | 0,8 | ||
Beldroega | Portucala oleracea | 0,8 | ||
Joá-de-capote | Nicandra physaloides | 0,8 | ||
Erva-de-bicho | Solanum americanum | 0,8 | ||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 0,9 | ||
Erva-palha | Blainvillea latifolia | 0,9 | ||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 0,9 | ||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 0,9 | ||
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 1 | ||
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 1 | ||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1 | ||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1 | ||
Capim-colonião | Panicum maximum | 1 | ||
Capim-custódio | Pennisetum setosum | 1 | ||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 1 | ||
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 1 | ||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 1 | ||
Erva-quente | Spermacoce latifolia | 1 | ||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 1 | ||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1 | ||
Amendoin-bravo | Euphorbia heterophylla | 1 | ||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 1 | ||
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 1-1,2 | ||
Cheirosa | Hyptis suaveolens | 1,2 | ||
Desmodio | Desmodium tortuosum | 1,2 | ||
Tiririca | Cyperus rotundus | 1,2-1,6 | ||
Utilizar a dose maior em condições de alta incidência da planta-infestante na área. O produto é um herbicida pré-emergente em relação às plantas infestantes, que pode ser aplicado antes ou após o transplante das mudas, em faixa sobre a linha de plantio. No caso de aplicação pós-plantio, aplicar através de jato dirigido procurando evitar a parte aérea das plantas. Número máximo de aplicação: 01 por ciclo da cultura. | ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Rhynchelytrum repens | capim-favorito, capim-gafanhoto, capim-molambo | Ver detalhes |
| Café | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Panicum maximum | capim-colonião, capim-coloninho (1), capim-guiné | Ver detalhes |
| Citros | Amaranthus retroflexus | bredo (5), caruru (4), caruru-áspero | Ver detalhes |
| Eucalipto | Solanum americanum | erva-de-bicho (1), erva-moura, maria-pretinha | Ver detalhes |
| Fumo | Richardia brasiliensis | poaia, poaia-branca, poaia-do-campo (2) | Ver detalhes |
| Soja | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
Para aplicação do produto é necessário umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle das plantas infestantes.
Equipamentos de Aplicação:
Aplicação terrestre:
Através de pulverizadores costal manual ou motorizado, pulverizador tratorizado, com barras providas de bicos de média/alta vazão (1,5 L/min), tais como Teejet leque 110.04, XR Teejet 110.04, Albuz leque 100.04, Fuljet.
Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e a altura da barra de 30-50 cm. Recomenda- se aplicar em dias com baixa velocidade de ventos, com pressão não maiorque 40 Ib/pol2. Densidade de gotas: 40-80 gotas/cm2.
DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200-300 micra
Aplicação aérea:
Através de aeronave agrícola. Volume de calda: 40 L/ha
Pressão: 30 psi, Bicos: D8-45, Ângulo da barra: 135º (frente) ou 45º (atrás), Altura de voo: 5 m, Faixa de deposição: 15 m.
Condições climáticas: as aplicações devem ser realizadas em condições de temperatura inferior a 27°C e umidade relativa do ar acima de 70%, ventos até 10 km/h. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva. Em caso de dúvida consultar um engenheiro agrônomo.
Encher o tanque do pulverizador com água limpa até a metade de sua capacidade e adicionar OLASUL na dose previamente determinada. Manter o misturador mecânico ouo retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante o seu preparo. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá haver danos à cultura.
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Abacaxi 60 dias
Café 130 dias
Cana-de-açúcar (1)
Citros 200 dias
Eucalipto U.N.A.
Fumo U.N.A.
Soja (1)
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. U.N.A.: Uso não alimentar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
PÓS-PLANTIO, PRÉ-EMERGENTE EM RELAÇÃO ÀS PLANTAS INFESTANTES:
CULTURA | PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE | ||
Ingrediente ativo | Produto comercial | |||
Nome comum | Nome científico | kg/ha | L/ha | |
Cana-de- açúcar | Tiririca | Cyperus rotundus | 0,8 | 1,6 |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 0,6 | 1,2 | |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | |||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | |||
Capim-colonião (sementes) | Panicum maximum | |||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | |||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | |||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||
Caruru | Amaranthus viridis | |||
Erva-quente | Spermacoce alata | |||
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | |||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | |||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | |||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | |||
PÓS-PLANTIO, PRÉ-EMERGENTE EM RELAÇÃO ÀS PLANTAS INFESTANTES:
O produto pode ser aplicado em pré-emergência no sistema convencional e no sistema de plantio direto de acordo com seguintes recomendações:
CULTURA | PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE | ||
Ingrediente ativo | Produto comercial | |||
Nome comum | Nome científico | kg/ha | L/ha | |
Soja | Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 0,6 | 1,2 |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | |||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | |||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | |||
Capim-colonião (sementes) | Panicum maximum | |||
Capim-custódio | Pennisetum setosum | |||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | |||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | |||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | |||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | |||
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | |||
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | |||
Cheirosa | Hyptis suaveolens | |||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | |||
Desmódio | Desmodium tortuosum | |||
Erva-quente | Spermacoce alata | |||
Erva-palha | Blainvillea latifolia | |||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | |||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||
Joá-de-capote | Nicandra physaloides | |||
Maria-pretinha | Solanum americanum | |||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | |||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||
Notas:
As doses acima são recomendadas para solos pesados. Não aplicar o produto nas doses acima em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura.
Plantio direto: o produto deverá ser aplicado para controlar as seguintes plantas infestantes: Capim-braquiária (Brachiaria decumbens), Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea), Capim-colchão (Digitaria horizontalis), Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla), Guanxuma (Sida rhombifolia), Corda- de-viola (Ipomonea grandifolia), observando a seguinte sequência: 1) Dessecação de plantas infestantes (manejo químico), 2) Plantio e 3) Aplicação do produto sempre na dose de 1,2 L/ha.
Para solos leves e médios a recomendação de aplicação do produto em pré-emergência e no plantio convencional é a seguinte:
CULTURA | PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE | ||
Ingrediente ativo | Produto comercial | |||
Nome comum | Nome científico | kg/ha | L/ha | |
Soja | *Trapoeraba | Commelina benghalensis | 0,2-0,3 | 0,4-0,6 |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 0,4 | 0,8 | |
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 0,4 | 0,8 | |
APLICAÇÃO EM PÓS-EMERGÊNCIA TOTAL DAS PLANTAS INFESTANTES (DESSECAÇÃO) ANTES DO PLANTIO:
CULTURA | PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE | ||
Ingrediente ativo | Produto comercial | |||
Nome comum | Nome científico | kg/ha | L/ha | |
Soja | Trapoeraba | Commelina benghalensis | 0,1 - 0,2 | 0,2-0,4 |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | |||
Nota:
Aplicar o produto na pós-emergência das plantas infestantes, com auxílio de pulverizadores terrestres manual costal ou tratorizado. Para dessecação, as plantas infestantes deverão estar no máximo com 6-8 folhas e porcentagem de cobertura do solo até 20% a 35% respectivamente.
APLICAÇÃO EM PRÉ-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS INFESTANTES:
CULTURA | PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE | ||
Ingrediente ativo | Produto comercial | |||
Nome comum | Nome científico | kg/ha | L/ha | |
Citros | Caruru | Amaranthus retroflexus | 0,6-0,7 | 1,2-1,4 |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | |||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | |||
Grama-seda | Cynodon dactylon | |||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||
Café | Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 0,7 | 1,4 |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | |||
Tiririca | Cyperus rotundus | |||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||
Caruru | Amaranthus viridis | |||
Nota:
Aplicar o produto nas doses acima, em pré-emergência das plantas infestantes, em cafeeiros e cítricos adultos em jato dirigido para o solo.
APLICAÇÃO EM PRÉ-EMERGÊNCIA NO PRÉ-PLANTIO DAS MUDAS DE FUMO E NO PÓS-PLANTIO EM JATO DIRIGIDO NA ENTRELINHA DA CULTURA:
CULTURA | PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE | ||
Ingrediente ativo | Produto comercial | |||
Nome comum | Nome científico | kg/ha | L/ha | |
Fumo | Capim-papua | Brachiaria plantaginea | 0,4 | 0,8 |
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 0,3-0,4 | 0,6-0,8 | |
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 0,3 | 0,6 | |
** Tiririca | Cyperus rotundus | 0,3-0,4 | 0,6-0,8 | |
** Leiteiro | Euphorbia heterophylla | 0,4 | 0,8 | |
Notas:
A aplicação do produto é recomendada para a cultura do fumo somente em solos leves e médios.
A aplicação pode ser feita de duas formas:
Na linha de plantio, sobre o camalhão, 1 dia antes do transplante das mudas do fumo, em uma faixa de 50 cm.
Pode ocorrer injúria leve na cultura do fumo no período próximo a aplicação do produto, quando aplicado sobre o camalhão em pré-plantio; entretanto a recuperação da cultura acontece entre 15 a 30 dias após a aplicação.
Na entrelinha de plantio, logo após o último cultivo; em pré-emergência das plantas infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60 cm, evitando o contato do produto com as plantas de fumo para não haver injúria.
** Na aplicação na entrelinha em condições de alta infestação de Cyperus rotundus e Euphorbia heterophylla utilizar a dose de 500 g i.a./ha (1 L de OLASUL 500 SC; SULFENPRIME /ha).
As doses mais baixas devem ser utilizadas em solos leves e as doses maiores devem ser utilizadas para os solos médios.
APLICAÇÃO EM PRÉ-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS INFESTANTES:
CULTURA | PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE | ||
Ingrediente ativo | Produto comercial | |||
Nome comum | Nome científico | kg/ha | L/ha | |
Abacaxi | Capim braquiária | Brachiaria decumbens | 0,6-0,7 | 1,2-1,4 |
Beldroega | Portulaca oleracea | 0,6 | 1,2 | |
Capim favorito | Rhynchelitrum roseum | 0,4-0,6 | 0,8-1,2 | |
Nota:
A aplicação do produto é recomendada para o controle de Capim-favorito somente em solo leve e médio
APLICAÇÃO EM PRÉ-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS INFESTANTES:
CULTURA | PLANTA INFESTANTE / ALVO-BIOLÓGICO | DOSE | ||
Ingrediente ativo | Produto comercial | |||
Nome comum | Nome científico | kg/ha | L/ha | |
Eucalipto | Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 0,4 | 0,8 |
Caruru-branco | Amaranthus hybridus | 0,4 | 0,8 | |
Beldroega | Portucala oleracea | 0,4 | 0,8 | |
Joá-de-capote | Nicandra physaloides | 0,4 | 0,8 | |
Erva-de-bicho | Solanum americanum | 0,4 | 0,8 | |
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 0,45 | 0,9 | |
Erva-palha | Blainvillea latifolia | 0,45 | 0,9 | |
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 0,45 | 0,9 | |
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 0,45 | 0,9 | |
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 0,5 | 1 | |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 0,5 | 1 | |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 0,5 | 1 | |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 0,5 | 1 | |
Capim-colonião | Panicum maximum | 0,5 | 1 | |
Capim-custódio | Pennisetum setosum | 0,5 | 1 | |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 0,5 | 1 | |
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | 0,5 | 1 | |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 0,5 | 1 | |
Erva-quente | Spermacoce latifolia | 0,5 | 1 | |
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 0,5 | 1 | |
Picão-preto | Bidens pilosa | 0,5 | 1 | |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 0,5 | 1 | |
Guanxuma | Sida rhombifolia | 0,5 | 1 | |
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 0,5-0,6 | 1-1,2 | |
Cheirosa | Hyptis suaveolens | 0,6 | 1,2 | |
Desmodio | Desmodium tortuosum | 0,6 | 1,2 | |
Tiririca | Cyperus rotundus | 0,6-0,8 | 1,2-1,6 | |
Notas:
Utilizar a dose maior em condições de alta incidência da planta infestante na área.
O produto é um herbicida pré-emergente em relação às plantas infestantes, que pode ser aplicado antes ou após o transplante das mudas, em faixa sobre a linha de plantio. No caso de aplicação pós-plantio, aplicar através de jato dirigido procurando evitar a parte aérea das plantas.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Café | Parthenium hysterophorus | coentro-do-mato, fazendeiro (1), losna-branca | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Citros | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Fumo | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Soja | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
Para aplicação do produto é necessário umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle das plantas infestantes.
Aplicação terrestre:
Através de pulverizadores costal manual ou motorizado, pulverizador tratorizado, com barras providas de bicos de média/alta vazão (1,5 L/min), tais como Teejet leque 110.04, XR Teejet 110.04, Albuz leque 100.04, Fuljet.
Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e a altura da barra de 30-50 cm. Recomenda-se aplicar em dias com baixa velocidade de ventos, com pressão não maior que 40 Ib/pol2.
Volume de calda:
Abacaxi: 200 L/ha
Café: 200-400 L/ha
Cana-de-açúcar: 300-400 L/ha
Citros: 200-400 L/ha
Eucalipto: 200-400 L/ha
Fumo: 100-200 L/ha
Soja: 250 a 300 L/ha
Densidade de gotas: 40-80 gotas/cm2.
DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200-300 micra
Aplicação aérea:
Através de aeronave agrícola. Volume de calda: 40 L/ha
Pressão: 30 psi, Bicos: D8-45, Ângulo da barra: 135º (frente) ou 45º (atrás), Altura de voo: 5 m, Faixa de deposição: 15 m.
Condições climáticas: as aplicações devem ser realizadas em condições de temperatura inferior a 27°C e umidade relativa do ar acima de 70%, ventos até 10 km/h. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva. Em caso de dúvida consultar um engenheiro agrônomo.
Encher o tanque do pulverizador com água limpa até a metade de sua capacidade e adicionar OLASUL 500 SC; SULFENPRIME na dose previamente determinada. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante o seu preparo. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá haver danos à cultura.
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Abacaxi 60 dias
Café 130 dias
Cana-de-açúcar (1)
Citros 200 dias
Eucalipto U.N.A.
Fumo U.N.A.
Soja (1)
(1) = Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
U.N.A. = Uso não alimentar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize
os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
PONTEIROBR® é um herbicida seletivo, de ação sistêmica, do grupo químico das triazolonas, usado em pré- emergência nas culturas abaixo para controle de plantas daninhas de folhas largas e estreitas. Após a absorção e a translocação do herbicida até o local de ação, a presença de luz é importante para ativação do produto. O mecanismo de ação do PONTEIROBR® (sulfentrazona) está relacionado com a inibição da enzima protoporfirinogênio (PPO ou PROTOX), que atua na oxidação da PPO à protoporfirina IX, as quais são precursores da clorofila. Com a inibição da enzima, ocorre o acúmulo de PPO, que se difunde para o citoplasma na forma de protoporfirina IX, ocorrendo interação com oxigênio na presença de luz, para levar o oxigênio ao estado singlet, o qual seria responsável, em última instância, pela peroxidação de lipídeos observada nas membranas celulares. Lipídeos e proteínas são oxidados, resultando assim em perda da clorofila e carotenoides, ocorrendo rompimento e destruição da membrana celular rapidamente. A seletividade ocorre basicamente pela metabolização da molécula do herbicida. Como sintomatologia, as plantas suscetíveis emergem do solo tratado com sulfentrazona, tornando-se necróticas morrendo em seguida quando em contato com a camada de solo tratada com o herbicida e quando expostas à luz.
Cultura | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Abacaxi | Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,2 – 1,4 L/ha (0,6 – 0,7 Kg i.a/ha) | 1 | 200 L/ha |
Beldroega Portulaca oleracea | 1,2 L/ha (0,6 Kg.ia/ha) | |||
*Capim-favorito Rhynchelitrum repens | 0,8 – 1,2 L/ha (0,4 – 0,6 Kg i.a/ha) | |||
Época: O produto deve ser aplicado em pré-emergência das plantas infestantes em pós-plantio (jato dirigido) da cultura. *PONTEIROBR® é recomendado para controle de Capim-favorito (Rhynchelitrum repens) somente em solo arenoso e areno-argiloso. | ||||
i.a: Ingrediente ativo
Cultura | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Amendoim | Beldroega Portulaca oleracea | 0,3 L/ha (0,15 Kg i.a/ha) | 1 | 200 L/ha |
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia | ||||
Caruru-gigante Amaranthus retroflexus | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Capim-colchão Digitaria nuda | 0,3 – 0,5 L/ha (0,15 – 0,25 Kg i.a/ha) | |||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 0,4 – 0,6 L/ha (0,2 – 0,3 Kg i.a/ha) | |||
Época: Aplicação em pós-plantio, pré-emergente em relação a plantas infestantes e à cultura. | ||||
Culturas | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Café | Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | 1,4 L/ha (0,7 Kg i.a/ha) | 1 | 100-200 L/ha |
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Tiririca Cyperus rotundus | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | ||||
Losna-branca Parthenium hysterophorus | ||||
Citros | Caruru Amaranthus retroflexus | 1,2 – 1,4 L/ha (0,6 - 0,7 Kg i.a/ha) | 1 | 100-200 L/ha |
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Grama-bermuda Cynodon dactylon | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Época: Aplicar o produto nas doses recomendadas, em pré-emergência das plantas infestantes, em cafeeiros e cítricos adultos em jato dirigido para o solo. | ||||
i.a: Ingrediente ativo
Cultura | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Capim-braquiária Bachiaria decumbens | ||||
Cana-de- açúcar | Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 1,2 L/ha (0,6 Kg i.a/ha) | 1 | 100– 300 L/ha (Terrestre) 30 L/ha (Aérea) |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Capim-colonião (sementes) Panicum maximum | ||||
Tiririca Cyperus rotundus | 1,6 L/ha (0,8 Kg i.a/ha) |
Época: Aplicar o produto no pós-plantio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e a cultura.
i.a: ingrediente ativo
Cultura | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Eucalipto | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 0,8 L/ha (0,4 Kg i.a/ha) | 1 | 100 - 300 L/ha |
Caruru-branco Amaranthus hybridus | ||||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||
Joá-de-capote Nicandra physaloides | ||||
Erva-de-bicho Solanum americanum | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 0,9 L/ha (0,45 Kg i.a/ha) | |||
Erva-palha Blainvillea latifolia | ||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | ||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | ||||
Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 1,0 L/ha (0,5 Kg i.a/ha | |||
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Capim-colonião Panicum maximum | ||||
Capim-custódio Pennisetum setosum | ||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | ||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Erva-quente Spermacoce latifolia | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Poaia-branca Richardia brasiliensis | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Tiririca Cyperus rotundus | 1,2 – 1,6 L/ha (0,6 - 0,8 Kg i.a/ha) | |||
Carrapicho rasteiro Acanthospermum australe | 1,0 – 1,2 L/ha (0,5 - 0,6 Kg i.a/ha) | |||
Cheirosa Hyptis suaveolens | 1,2 L/ha (0,6 Kg i.a/ha) | |||
Desmodio Desmodium tortuosum |
Época: Aplicação deverá ser realizada em pré-emergência das plantas infestantes, e podendo ser em pré ou pós-plantio das mudas. A aplicação pré-plantio das mudas deve ser realizada em faixa sobre a linha de plantio. Já a aplicação pós-plantio das mudas, deverá ser realizada através de jato dirigido, procurando evitar a parte aérea das plantas Na aplicação tópica sobre a muda, podem ocorrer “queimas” localizadas, onde houver contato do produto com as folhas ou brotações, mas com recuperação rápida sem afetar o desenvolvimento da planta e sua produtividade. | ||||
Cultura | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Fumo | Caruru-roxo Amaranthus hybridus | 0,6 L/ha (0,3 Kg i.a/ha) | 1 | 100- 200 L/ha |
Capim-papuã Brachiaria plantaginea | 0,8 L/ha (0,4 Kg i.a/ha) | |||
**Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||
**Tiririca Cyperus rotundus | 0,6 – 0,8 L/ha (0,3 – 0,4 Kg i.a/ha) | |||
Poaia Richardia brasiliensis | ||||
Época: Aplicação em pré-emergência no pré-plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entrelinha da cultura. O produto é recomendado para a cultura do fumo somente em solos arenosos e areno-argilosos. A aplicação pode ser feita de duas formas:
**Na aplicação na entrelinha em condições de alta infestação de Tiririca (Cyperus rotundus) e Leiteiro (Euphorbia heterophylla) utilizar a dose de 1 L p.c/ha (0,5 kg i.a/ha). As doses baixas devem ser utilizadas em solos arenosos e as doses maiores devem ser utilizadas para solos areno-argilosos. | ||||
i.a= ingrediente ativo
Cultura | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Gramados (*) Japonesa zeon (Zoysia tenuifolia) Bermuda (Cynodon dactylon) Esmeralda (Zoysia japonica) São Carlos (Axonopus compressus) | Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | 1,5 L/ha (0,75 Kg i.a/ha) | 1 | 100-200 L/ha |
Leiteiro Euphorbia heterophylla | ||||
Tiririca Cyperus rotundus | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Capim-pé-de- galinha Eleusine indica |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Época: Aplicar o produto na dose recomendada, antes do transplantio dos gramados citados acima e em pré- emergência das plantas infestantes indicadas acima. Quando aplicado antes do transplantio o herbicida PonteiroBR mostrou-se seletivo para os gramados e mostrou-se eficiente no manejo das plantas daninhas. | ||||
Cultura | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Gramados (*) Japonesa zeon (Zoysia tenuifolia) Bermuda (Cynodon dactylon) Esmeralda (Zoysia japonica) | Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | 0,8 L/ha (0,4 Kg i.a/ha) | 1 | 100-200 L/ha |
Leiteiro Euphorbia heterophylla | ||||
Tiririca Cyperus rotundus | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Época: Aplicar o produto na dose recomendada, após o transplantio e “pegamento” dos gramados citados acima e em pós-emergência das plantas infestantes indicadas acima. Quando aplicado após o transplantio e “pegamento” o herbicida PonteiroBR mostrou-se seletivo para os gramados Japonesa zeon (Zoysia tenuifolia), Bermuda (Cynodon dactylon) e Esmeralda (Zoysia japonica) e mostrou-se eficiente no manejo das plantas daninhas quando em estádio inicial desenvolvimento de 2 a 6 folhas. | ||||
Cultura | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Soja | Capim-papuã Brachiaria plantaginea | 0,3 - 1,2 L/ha (0,15 - 0,6 Kg i.a/ha) | 1 | 100– 300 L/ha (Terrestre) 30 L/ha (Aérea) |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Trapoeraba* Commelina benghalensis | 0,4 - 1 ,2 L/ha (0,2 – 0,6 Kg i.a/ha) | |||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||
Buva Conyza bonariensis | 0,8 - 1,2 L/ha (0,4 – 0,6 kg i.a/ha) |
Época: Aplicação em pós-plantio, pré-emergente em relação a plantas infestantes e à cultura. A dose de 1,2 L/ha (0,6 Kg i.a/ha) deve ser utilizada somente para solos Argilosos
As doses de 0,3 L/ha (0,15 Kg i.a/ha) e 0,4 L/ha (0,2 Kg i.a/ha) deve ser utilizada somente para solos Areno- Argilosos
*Para o alvo Commelina benghalensis a dose de 0,4 L/ha (0,2 Kg i.a/ha) deve ser utilizada somente para solos Arenosos
A dose de 0,8 L/ha (0,4 Kg i.a/ha) deve ser utilizada somente para solos Areno-Argilosos.
PONTEIROBR® pode ser aplicado tanto no sistema convencional de cultivo como no sistema de plantio direto. No plantio direto deverá ser aplicado para controlar as seguintes plantas daninhas:
Capim-papuã (Brachiaria plantaginea), Capim-colchão (Digitaria horizontalis), Amendoim-bravo (Euphorbia heterophyla) e Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia), observando a seguinte sequência:
Dessecação de planta daninhas (manejo químico);
Plantio;
Aplicação do produto sempre na dose de 1,2 L/ha (0,6 kg i.a/ha).
Cultura | Plantas Infestantes | Doses | Número máximo de aplicações | Volume de Calda |
Nome Comum Nome Científico | ||||
Soja | Trapoeraba Commelina benghalensis | 0,2 – 0,4 L/ha (0,1 - 0,2 Kg i.a/ha) | 1 | 100 - 300 L/ha |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Época: Aplicar PONTEIROBR® pós-emergência total das plantas infestantes (Dessecação) antes do plantio da cultura da soja. Para dessecação, as plantas infestantes deverão estar no máximo com 6-8 a folhas e porcentagem de cobertura do solo até 20% a 35%, respectivamente. | ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Rhynchelytrum repens | capim-favorito, capim-gafanhoto, capim-molambo | Ver detalhes |
| Amendoim | Amaranthus retroflexus | bredo (5), caruru (4), caruru-áspero | Ver detalhes |
| Café | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Citros | Amaranthus retroflexus | bredo (5), caruru (4), caruru-áspero | Ver detalhes |
| Eucalipto | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Fumo | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Gramados | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Soja | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. O abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque com água limpa até a metade da sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar PonteiroBR na dose previamente calculada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Realizar a tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto;
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseia (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 Litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d’água, nascentes ou plantas úteis.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repita o passo 3
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Sigas as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e a meteorologia local. O aplicador deve considerar todos esses fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
A melhor estratégia de gerenciamento da deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle. A presença de culturas sensíveis nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições meteorológicas e infestação podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da
planta. Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade, e inversão térmica.
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de conceito e boas práticas agrícolas. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aero agrícolas e sempre consulte o engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar aeronaves devidamente registradas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Ajuste o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda. Evite falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura, a eficiência e a faixa de deposição.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Abacaxi: 60 dias
Amendoim: N.D. - Não determinado devido à modalidade de emprego. Café: 130 dias
Cana-de-açúcar: N.D. - Não determinado devido à modalidade de emprego. Citros: 200 dias
Eucalipto: U.N.A - Uso não alimentar Fumo: U.N.A - Uso não alimentar Gramados: U.N.A – Uso não alimentar
Soja: N.D. - Não determinado devido à modalidade de emprego.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cana-de-açúcar:
Aplicação no pós-plantio, pré-emergência em relação às plantas infestantes e a cultura.
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L p.c./ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Cana-de- açúcar | Tiririca Cyperus rotundus | 1,6 | 800 | 300-400 | 1 |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Capim-colonião (sementes) Panicum maximum | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Trapoeraba Commelina benghalensis | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Beldroega Portulaca oleracea | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Caruru Amaranthus viridis | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Erva-quente Spermacoce alata | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Guanxuma-branca Sida glaziovii | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Poaia-branca Richardia brasiliensis | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 |
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L p.c./ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Soja | Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 |
Caruru-roxo Amaranthus hybridus | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 |
Soja | Cheirosa Hyptis suaveolens | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Desmodio Desmodium tortuosum | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Erva-quente Spermacoce alata | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Erva-palha Blainvillea latifolia | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Bela-Emília; Falsa-serralha Emilia sonchifolia | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Guanxuma Sida rhombifolia | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Joá-de-capote Nicandra physaloides | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Maria-pretinha Solanum americanum | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Mentrasto Ageratum conyzoides | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Poaia-branca Richardia brasiliensis | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Picão-preto Bidens pilosa | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Trapoeraba Commelina benghalensis | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Beldroega Portulaca oleracea | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Capim-colonião (sementes) Panicum maximum | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Capim-custódio Pennisetum setosum | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 |
As doses acima são recomendadas para solos pesados. Não utilizar PRIMEVAL 50 SC nas doses acima recomendadas em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura.
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O PRIMEVAL 50 SC, na cultura da soja, pode ser aplicado tanto no sistema convencional de cultivo como no sistema de plantio direto. No plantio direto deverá ser aplicado para controlar as seguintes plantas daninhas: 1) Capim-braquiária (Brachiaria decumbens), 2) Capim- marmelada (Brachiaria plantaginea), 3) Capim-colchão (Digitaria horizontalis), 4) Amendoim- bravo (Euphorbia heterophylla), 5) Guanxuma (Sida rhombifolia), 6) Corda-de-viola (Ipomonea grandifolia), observando a seguinte sequencia: 1) Dessecação de plantas daninhas (manejo químico), 2) Plantio e 3) Aplicação de PRIMEVAL 50 SC sempre na dose 1,2 L/ha.
Para solos leves e médios a recomendação de PRIMEVAL 50 SC em pré-emergência e no plantio convencional é a seguinte:
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L p.c./ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Soja | Caruru-roxo Amaranthus hybridus | 0,8 | 400 | 250-300 | 1 |
Trapoeraba (*) Commelina benghalensis | 0,4 a 0,6 | 200-300 | 250-300 | 1 | |
Trapoeraba Commelina benghalensis | 0,2 a 0,4 | 100-200 | 250-300 | 1 | |
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 0,8 | 400 | 250-300 | 1 |
(*) Recomendado somente para solos leves.
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L p.c./ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Café | Capim-colchão Digitaria horizontalis | 1,4 | 700 | 100-200 | 1 |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 1,4 | 700 | 100-200 | 1 | |
Tiririca Cyperus rotundus | 1,4 | 700 | 100-200 | 1 | |
Losna-branca Parthenium hysterophorus | 1,4 | 700 | 100-200 | 1 | |
Picão-preto Bidens pilosa | 1,4 | 700 | 100-200 | 1 | |
Caruru Amaranthus viridis | 1,4 | 700 | 100-200 | 1 | |
Citros | Trapoeraba Commelina benghalensis | 1,2 a 1,4 | 600-700 | 100-200 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | 1,2 a 1,4 | 600-700 | 100-200 | 1 | |
Grama-seda Cynodon dactylon | 1,2 a 1,4 | 600-700 | 100-200 | 1 | |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | 1,2 a 1,4 | 600-700 | 100-200 | 1 | |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 1,2 a 1,4 | 600-700 | 100-200 | 1 | |
Caruru Amaranthus retroflexus | 1,2 a 1,4 | 600-700 | 100-200 | 1 |
Aplicar PRIMEVAL 50 SC nestas doses, em pré-emergência das plantas infestantes, em cafeeiros e cítricos adultos em jato dirigido para o solo.
Fumo: Aplicação em pré-emergência no pré-plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entre-linha da cultura.
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L p.c./ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Fumo | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 0,8 | 400 | 200 | 1 |
Tiririca *** Cyperus rotundus | 0,6 a 0,8 | 300-400 | 200 | 1 | |
Caruru-roxo Amaranthus hybridus | 0,6 | 300 | 200 | 1 | |
Poaia-branca Richardia brasiliensis | 0,6 a 0,8 | 300-400 | 200 | 1 | |
Amendoim-bravo*** Euphorbia heterophylla | 0,8 | 400 | 200 | 1 |
O produto PRIMEVAL 50 SC é recomendado para a cultura do fumo somente em solos leves e médios.
A aplicação para a cultura do fumo pode ser feita de duas formas:
Na linha de plantio, sobre o camalhão, 1 dia antes do transplante das mudas do fumo, em uma faixa de 50 cm.
Pode ocorrer injúria leve na cultura do fumo no período próximo a aplicação do produto, quando aplicado sobre o camalhão em pré-plantio; entretanto a recuperação da cultura acontece entre 15 a 30 dias após a aplicação.
Na entrelinha de plantio, logo após o último cultivo; em pré-emergência das plantas infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60 cm, evitando o contato do produto com as plantas de fumo para não haver injúria.
*** Na aplicação na entrelinha em condições de alta infestação de Cyperus rotundus e
Euphorbia heterophylla utilizar a dose de 500 g i.a./ha (1L p.c./ha).
As doses mais baixas devem ser utilizadas em solos leves e as doses maiores devem ser utilizadas para os solos médios.
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L p.c./ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Abacaxi | Capim-favorito *** Rhynchelitrum roseum | 0,8 a 1,2 | 400-600 | 200 | 1 |
Beldroega Portulaca oleracea | 1,2 | 600 | 200 | 1 | |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,2 a 1,4 | 600-700 | 200 | 1 |
*** O produto PRIMEVAL 50 SC é recomendado para o controle de Capim-favorito somente em solo leve e médio.
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L p.c./ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Eucalipto | Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 1,0 | 500 | 200 | 1 |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,0 | 500 | 200 | 1 |
Eucalipto | Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 1,0 | 500 | 200 | 1 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Capim-colonião Panicum maximum | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Capim-custódio Pennisetum setosum | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 0,8 | 400 | 200 | 1 | |
Tiririca Cyperus rotundus | 1,2 a 1,6 | 600-800 | 200 | 1 | |
Trapoeraba Commelina benghalensis | 0,9 | 450 | 200 | 1 | |
Caruru-branco Amaranthus hybridus | 0,8 | 400 | 200 | 1 | |
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Beldroega Portulaca oleracea | 0,8 | 400 | 200 | 1 | |
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Cheirosa Hyptis suaveolens | 1,2 | 600 | 200 | 1 | |
Desmodio Desmodium tortuosum | 1,2 | 600 | 200 | 1 | |
Erva-quente Spermacoce latifolia | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Erva-palha Blainvillea latifolia | 0,9 | 450 | 200 | 1 | |
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | 0,9 | 450 | 200 | 1 | |
Guanxuma Sida rhombifolia | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Joá-de-capote Nicandra physaloides | 0,8 | 400 | 200 | 1 | |
Erva-de-bicho Solanum americanum | 0,8 | 400 | 200 | 1 | |
Mentrasto Ageratum conyzoides | 0,9 | 450 | 200 | 1 | |
Poaia-branca Richardia brasiliensis | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Picão-preto Bidens pilosa | 1,0 | 500 | 200 | 1 |
Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas indicadas nos quadros anteriores.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Café | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Citros | Amaranthus retroflexus | bredo (5), caruru (4), caruru-áspero | Ver detalhes |
| Eucalipto | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
| Fumo | Richardia brasiliensis | poaia, poaia-branca, poaia-do-campo (2) | Ver detalhes |
| Soja | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
O PRIMEVAL 50 SC é um herbicida pré-emergente em relação às ervas daninhas, que pode ser aplicado antes ou após o transplante das mudas, em faixa sobre a linha de plantio. No caso
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de aplicação pós-plantio, aplicar através de jato dirigido procurando evitar a parte aérea das plantas.
Além das recomendações acima para as culturas indicadas, levar em consideração que o solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem. Como todos os herbicidas, o PRIMEVAL 50 SC necessita de umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle das plantas infestantes.
No preparo da calda adicionar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar PRIMEVAL 50 SC na dose previamente determinada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto faz-se necessário usar o agitador continuamente durante a pulverização. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá ocorrer danos à cultura.
Equipamentos de aplicação:
PRIMEVAL 50 SC pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores costais ou tratorizados, com barras providas de bicos de média/alta vazão (1,5 L/min), tais como Teejet leque 110.04, XR Teejet 110.04, Albuz leque 100.04, Fuljet.
Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e a altura da barra de 30-50 cm. Recomenda-se aplicar em dias com baixa velocidade de ventos, com pressão não maior que 40 lb/pol² e volume de água de 250 a 300 L/ha em soja e 300-400 L/ha em cana-de-açúcar, 100-200 L/ha em fumo e 200 L/ha em abacaxi.
Densidade de gotas: 40-80 gotas/cm².
DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200-300 micra.
Aplicação também pode ser realizada por via aérea nas seguintes condições: Volume: 40 l/ha
Pressão: 30 psi Bicos: D8-45
Ângulo da barra: 135º (Frente) ou 45º (atrás) Altura de vôo: 5 m
Culturas | Dias |
Abacaxi | 60 dias |
Café | 130 dias |
Cana-de-açúcar | (1) |
Citros | 200 dias |
Eucalipto | UNA |
Fumo | UNA |
Soja | (1) |
(1)Intervalo de Segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
U.N.A. = Uso não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Número de aplicação: uma aplicação por ciclo da cultura.
Aplicação Foliar Tratorizada | |||
CULTURA | Planta daninha | DOSE Produto comercial (L/ha) | ÉPOCA DE APLICAÇÃO |
Nome comum (Nome científico) | |||
Pastagem | Beldroega (Portulaca oleracea) Caruru (Amaranthus viridis) Losna-branca (Parthenium hysterophorus) Cheirosa (Hyptis suaveolens) | 1 | Aplicar o produto na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20 °C, quando as plantas infestantes a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo. Quando houver indicação de faixa de doses, utilizar a dose mais alta para plantas mais desenvolvidas ou provenientes de sucessivas roçadas (perenizadas). |
Erva-quente; Poaia-do-campo (Spermacoce alata) | 2 | ||
Malva-veludo (Sida cordifolia) Guanxuma (Sida rhombifolia) Maria-mole (Senecio brasiliensis) Malva-preta; Malvisco (Sidastrum micranthum) Malva-roxa (Sidastrum paniculatum) Assa-peixe-branco (Vernonia polyanthes) Fedegoso-branco; Mata-pasto (Senna occidentalis) Malva-veludo (Waltheria indica) Canela-de-perdiz; Gervão-branco (Croton glandulosus) | 3 | ||
Lobeira (Solanum lycocarpum) Joá-bravo (Solanum aculeatissimum) | 4 | ||
Assa-peixe-roxo (Vernonia westiniana) | 5 | ||
Arroz | Leiteira, Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) Angiquinho, Pinheirinho (Aeschynomene rudis) Guanxuma (Sida cordifolia) Guanxuma (Sida glaziovii) Guanxuma (Sida rhombifoli) Picão-preto (Bidens pilosa) | 1,5-2 | Aplicar o produto em pós- emergência entre o perfilhamento e a fase de emborrachamento da cultura, estando as plantas infestantes no estádio de até 4 folhas. |
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 1,8-2 | ||
Beldroega (Portulaca oleracea) | 2 | ||
Volume de calda: 200-300 L/ha Arroz: Não utilizar adjuvante adicionado à calda. Utilizar as doses mais elevadas para plantas infestantes mais desenvolvidas | |||
Pulverização Tratorizada de Tocos | |||
CULTURA | Planta daninha | DOSE Produto comercial | ÉPOCA DE APLICAÇÃO |
Nome comum (Nome científico) | |||
Pastagem | Assa-peixe-roxo (Vernonia westiniana) Unha-de-vaca (Bauhinia variegata) Unha-de-boi (Bauhinia divaricata) Jacarandá-de-espinho; Jacarandá-de-bico-de- pato (Machaerium aculeatum) Lobeira (Solanum lycocarpum) Roseta; Espinho-de-agulha (Randia armata) | 3-4% (misturar 3-4 L do produto em 97-96 L d’água) | Aplicar o produto no toco pode ser feita em qualquer época do ano, aplicando-se até ponto de escorrimento da calda no toco cortado, podendo-se molhar o solo próximo ao toco recém cortado |
Leiteira (Peschiera fuchsiaefolia) Aroeirinha (Schinus terebinthifolius) Arranha-gato (Acacia plumosa) Unha-de-gato (Acacia paniculata) Espinho-agulha (Barnadesia rosea) | 4% (misturar 4 L do produto em 96 L d’água) | ||
Pulverização Tratorizada de Tocos | |||
CULTURA | Planta daninha | DOSE Produto comercial | ÉPOCA DE APLICAÇÃO |
Nome comum (Nome científico) | |||
Eucalipto | Touças (tocos) de Eucalipto | Aplicar o produto de 3 a 7% (misturar de 3 a 7 L do produto em 97 a 93 L d’água), aplicando-se 200 a 250 mL por toco logo após o corte. | Aplicar o produto em qualquer época do ano para erradicação de touças (tocos de eucalipto na reforma de áreas florestais) |
Volume de calda: aplicar imediatamente após o corte proporcionando um bom molhamento dos tocos, de modo que o volume de produto por área não exceda a 6 L/ha. Utilizar as doses mais altas para plantas com roçadas anteriores, que são mais resistentes ao produto. | |||
Aplicação Aérea | |||
CULTURA | Planta daninha Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto comercial (L/ha) | ÉPOCA DE APLICAÇÃO |
Pastagem | Assa-peixe-branco (Vernonia polyanthes) Assa-peixe-roxo (Vernonia westiniana) Vassourinha-botão (Spermacoce verticillata) Guanxuma (Sida rhombifolia) Amor-de-cunhã; Cajuçara (Solanum rugosum) Lobeira (Solanum lycocarpum) | 6 | Aplicar o produto na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20 °C, quando as plantas infestantes a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo. |
Cana-de- açúcar | Corda-de-viola (Merremia aegyptia) Corda-de-viola (Merremia cissoides) Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) Picão-preto (Bidens pilosa) Mamona (Ricinus communis) | 2 | Aplicar o produto em pós- emergência da cultura e das plantas infestantes. |
Volume de calda: 50 L/ha | |||
1 L de QUATY contém PICLORAM 64 g, expresso em ácido + 2,4-D 240 g, expresso em ácido. Utilizar as doses mais altas para plantas com roçadas anteriores, que são mais resistentes ao produto.
Para repasse por via foliar, esperar que a rebrota atinja uma superfície foliar equilibrada o suficiente para absorver uma quantidade de produto que atinja todo o seu sistema radicular.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Aeschynomene rudis | angiquinho (1), maricazinho (1), paquinha | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Ricinus communis | carrapateira, mamona, palma-de-cristo | Ver detalhes |
| Eucalipto | Ver detalhes | ||
| Pastagens | Croton glandulosus | gervão (3), gervão-branco (1), malva-vermelha | Ver detalhes |
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidadedo pulverizador, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Pontas de pulverização com indução de ar de jato leque para a produção de gotas grossas a extremamente grossas.
Pressão de trabalho: 30-70 lbf/pol². Diâmetro de gotas: acima de 350 micras. Densidade de gotas: 30 gotas/cm²
Tipo de bico: tipo leque que gerem gotas médias, grossas ou muito grossas de forma aminimizar
os riscos com deriva; Vazão: 200-300 (L/ha)
Pressão: deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
Aeronave agrícola. Aplicar o produto de forma bem uniforme para atingir toda a folhagem das plantas infestantes.
Barra com bicos para aeronaves de asa fixa. Utilizar bicos que gerem gotas de forma a minimizar os riscos com deriva.
O número de bicos utilizados deve ser o menor número de bicos com maior vazão possível que proporcione uma cobertura uniforme.
Volume de aplicação: 50 L/ha
Altura de voo: 4-5 m do topo da cultura. Praticar a menor altura desde que garanta segurança adequada ao voo.
Para evitar problemas com deriva, a altura ideal é de 2 a 3 m acima do alvo, desde que garanta a segurança do voo.
Os ajustes da barra devem ser realizados para que se obtenha distribuição uniforme, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas.
Largura da faixa de deposição: De acordo com o tipo de aeronave.
Os parâmetros de aplicação através de equipamento aéreo, como ângulo de barra, tipos e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade e altura de voo, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do avião definido pelo fabricante e as recomendações do engenheiro agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Aplicar o produto no toco, logo após o corte das árvores ou no máximo até 24 horas após essa operação. Utilizar pulverizador tratorizado. Aplicar na superfície do corte até o pontode escorrimento.
As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas infestantes alvo, com a menor evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica (deslocamento vertical).
Recomenda-se pulverizações sob temperatura inferior a 30 °C, umidade relativa do ar acima de 60%, velocidade do vento inferior a 10 km/h (2,8 m/s), na ausência de orvalho,na presença de luz solar, evitando período de chuva de até 6 horas após a aplicação.
Temperatura inferior a 30 °C. Umidade relativa do ar acima de 60%.
Velocidade do vento inferior a 10 km/h.
Pulverizar na ausência de orvalho, na presença de luz solar e evite período de chuva de até 6 horas após a aplicação.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade
do aplicador. Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. Consulte um engenheiro agrônomo. Para evitar efeitos indesejáveis, observar os limites meteorológicos definidos.
Efetuar levantamento prévio de culturas sensíveis ao produto nas áreas próximas.
Nunca fazer a aplicação aérea a menos de 2000 metros de plantas ou culturas sensíveis. Controlar permanentemente o sentido do vento: deverá soprar da cultura sensível para a área da aplicação. Interromper o serviço se houver mudança nessa direção.
Nas culturas da cana-de-açúcar e da pastagem é obrigatória a utilização de tecnologias de redução de deriva de pelo menos 55% para aplicação costal e de pelo menos 50% para aplicação tratorizada.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Arroz | 90 dias |
Eucalipto | Uso não alimentar |
Cana-de-açúcar | Não determinado por ser de uso em pré/pós-emergência até 3 meses após o plantio ou corte |
Pastagens | Uso não alimentar Intervalo de segurança não determinado |
Adicionar água ao tanque pulverizador até ¾ de sua capacidade, adicionar QUATY. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume dotanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante o seu preparo edurante a operação de sua aplicação.
A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
CULTURA | Modalidade de Emprego (Aplicação) | INTERVALO DE REENTRADA* | |
2h de atividades | 8h de atividades | ||
Arroz | Pré/Pós-emergência | 24 horas | 14 dias |
Pastagens | Pré/Pós-emergência | 5 dias (1) | 23 dias (1) |
Cana-de-açúcar | Pré/Pós-emergência | 13 dias | 31 dias (2) |
- | Erradicação do eucalipto (tocos) | 24 horas (3) | 24 horas (3) |
*A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada deve ser evitada. Caso necessário, somente deve ser realizada com a utilização, pelos trabalhadores, de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas.
(1) Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar.
(2) Necessária a utilização pelos trabalhadores, após o intervalo de reentrada, de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e luvas, como equipamento de proteção individual (EPI), para se realizar qualquer trabalho nas culturas de cana-de-açúcar após a aplicação de produtos contendo 2,4-D.
(3) Mantido em 24 horas pela ausência relevante de contato na reentrada.
As medidas de mitigação do risco são resultantes da avaliação do risco para residentes e transeuntes realizada durante a reavaliação do ingrediente ativo, conforme RDC nº 284, de 19 de maio de 2019.
É exigida a manutenção de bordadura de, no mínimo, 10 metros livres de aplicação costal e tratorizada de produtos formulados contendo 2,4-D, conforme resultados da avaliação do risco da exposição de residentes. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
É exigida a utilização de tecnologia de redução de deriva nas culturas de café e cana-de-açúcar de pelo menos 55% para aplicação costal.
É exigida a utilização de tecnologia de redução de deriva nas culturas de café e cana-de-açúcar de pelo menos 50% para aplicação tratorizada.
Culturas | Alvo biológico | Dose (produto comercial/ha) |
Nome comum/científico | ||
Alface | Caruru-de-mancha - Amaranthus viridis | 1,5 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral |
Picão-branco - Galinsoga parviflora | ||
Erva-de-bicho - Polygonum aviculare | ||
Serralha - Sonchus oleraceus | ||
Erva-de-passarinho - Stellaria media | ||
Soliva - Soliva anthemifolia | 2,0 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral | |
Algodão | Capim-pé-de-galinha - Eleusine indica | 2,0 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral |
Capim-colchão - Digitaria sanguinalis | ||
Capim-marmelada - Brachiaria plantaginea | ||
Capim-massambará - Sorghum halepense | ||
Carrapicho-de-carneiro - Acanthospermum hispidum | ||
Trapoeraba - Commelina benghalensis | ||
Caruru - Amaranthus viridis | ||
Amendoim-bravo - Euphorbia heterophylla | ||
Caruru-rasteiro - Amaranthus deflexus | ||
Picão-preto - Bidens pilosa |
Culturas | Alvo biológico | Dose (produto comercial/ha) |
Nome comum/científico | ||
Algodão | Fedegosa - Chenopodium album | 2,0 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral |
Banana | Capim-colchão - Digitaria horizontalis | 2,0 + 1,2 L/ha (0,25% v/v) de óleo vegetal ou mineral |
Quebra-pedra - Phyllanthus tenellus | ||
Crepis - Crepis japonica | ||
Capim-guaçu - Paspalum conspersum | ||
Capim-pé-de-galinha - Eleusine indica | ||
Macela-branca - Gnaphalium spicatum | ||
Mentrasto - Ageratum conyzoides | ||
Sete-sangrias - Cuphea carthagenensis | ||
Erva-cará - Dioscorea batatas | ||
Batata | Caruru - Amaranthus viridis | 2,0 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral |
Picão-preto - Bidens pilosa | ||
Guanxuma - Sida rhombifolia | ||
Beldroega - Portulaca oleracea | ||
Nabo - Raphanus raphanistrum | ||
Carrapicho-rasteiro - Acanthospermum australe | ||
Erva-quente - Spermacoce alata | ||
Capim-colchão - Digitaria sanguinalis | ||
Capim-carrapicho - Cenchrus echinatus | ||
Café | Trapoeraba - Commelina benghalensis | 2,0 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral |
Picão-preto - Bidens pilosa | ||
Buva - Conyza bonariensis | ||
Macela-branca - Gnaphalium spicatum | ||
Mentrasto - Ageratum conyzoides | ||
Caruru - Amaranthus viridis | ||
Beldroega - Portulaca oleracea | ||
Capim-marmelada - Brachiaria plantaginea | 2,5 + 1,8 L/ha (0,4% v/v) de óleo vegetal ou mineral | |
Capim-colchão - Digitaria horizontalis | ||
Guanxuma - Sida rhombifolia | 3,0 + 1,8 L/ha (0,4% v/v) de óleo vegetal ou mineral | |
Guanxuma-branca - Sida glaziovii | ||
Citros | Capim-marmelada - Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral |
Capim-colchão - Digitaria horizontalis e Digitaria sanguinalis | ||
Capim-amargoso - Digitaria insularis | ||
Capim-carrapicho - Cenchrus echinatus | ||
Capim-pé-de-galinha - Eleusine indica | ||
Guanxuma - Sida rhombifolia | ||
Carrapicho-de-carneiro - Acanthospermum hispidum | ||
Picão-preto - Bidens pilosa | ||
Amendoim-bravo - Euphorbia heterophylla | ||
Trapoeraba - Commelina benghalensis | ||
Maria-gorda - Talinum paniculatum | ||
Falsa-serralha - Emilia sonchifolia | ||
Malva-branca - Sida cordifolia |
Culturas | Alvo biológico | Dose (produto comercial/ha) |
Nome comum/científico | ||
Eucalipto | Samambaia - Pteridium aquilinum | 2,0 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral |
Capim-gordura - Melinis minutiflora | 4,0 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral | |
Erva-quente - Spermacoce alata | ||
Cambará - Lantana camara | ||
Guanxuma - Sida rhombifolia | ||
Falsa-serralha - Emilia sonchifolia | ||
Serralha - Sonchus oleraceus | ||
Buva - Conyza bonariensis | ||
Unha-de-vaca - Bauhinia variegata | ||
Arranha-gato - Acacia plumosa | ||
Jurubeba - Solanum paniculatum | ||
Capim-colonião - Panicum maximum | ||
Vassourinha-botão - Spermacoce verticillata | ||
Trapoeraba - Commelina benghalensis | ||
Gervão - Stachytarpheta cayennensis | ||
Feijão | Uso para dessecação em feijão de consumo - 50% das vagens secas | 1,8 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral |
Uso para dessecação em feijão para sementes - 70% das vagens secas | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | |
Maçã | Capim-marmelada - Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral |
Capim-colchão - Digitaria horizontalis | ||
Azevém - Lolium multiflorum | ||
Língua-de-vaca - Rumex obtusifolius | ||
Picão-preto - Bidens pilosa | ||
Nabo - Raphanus raphanistrum | ||
Serralha - Sonchus oleraceus | ||
Losna-branca - Parthenium hysterophorus | ||
Beldroega - Portulaca oleracea | ||
Picão-branco - Galinsoga parviflora | ||
Maria-mole - Senecio brasiliensis | ||
Guanxuma - Sida rhombifolia | ||
Poaia - Richardia brasiliensis | ||
Trevo - Oxalis oxyptera | ||
Milho | Capim-colchão - Digitaria sanguinalis | 1,5-2,0 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral |
Capim-marmelada - Brachiaria plantaginea | ||
Picão-preto - Bidens pilosa | ||
Amendoim-bravo - Euphorbia heterophylla | ||
Trapoeraba - Commelina benghalensis | ||
Carrapicho-de-carneiro - Acanthospermum hispidum | ||
Caruru - Amaranthus viridis | ||
Guanxuma - Sida rhombifolia | ||
Corda-de-viola - Ipomoea aristolochiaefolia | ||
Carrapicho-rasteiro - Acanthospermum australe | ||
Beldroega - Portulaca oleracea | ||
Malva-branca - Sida cordifolia |
Culturas | Alvo biológico | Dose (produto comercial/ha) |
Nome comum/científico | ||
Nectarina/ Pêssego | Capim-marmelada - Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral |
Capim-colchão - Digitaria horizontalis | ||
Picão-preto - Bidens pilosa | ||
Guanxuma - Sida rhombifolia | ||
Caruru - Amaranthus viridis | ||
Picão-branco - Galinsoga parviflora | ||
Repolho | Picão-branco - Galinsoga parviflora | 1,5 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral |
Erva-de-passarinho - Stellaria media | ||
Erva-de-bicho - Polygonum persicaria | ||
Serralha - Sonchus oleraceus | ||
Mentruz - Coronopus didymus | 2,0 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral | |
Soja | Capim-marmelada - Brachiaria plantaginea | 2,5 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral |
Capim-colchão - Digitaria sanguinalis | ||
Amendoim-bravo - Euphorbia heterophylla | ||
Nabo - Raphanus raphanistrum | ||
Picão-preto - Bidens pilosa | ||
Poaia - Richardia brasiliensis | ||
Caruru - Amaranthus viridis | ||
Beldroega - Portulaca oleracea | ||
Trapoeraba - Commelina benghalensis | ||
Trigo - Triticum aestivum | 3,0 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral | |
Aveia - Avena sativa | ||
Cevada - Hordeum vulgare | ||
Azevém - Lolium multiflorum | ||
Centeio - Secale cereale | ||
Triticale - Triticum secale | ||
Trigo | Capim-carrapicho - Cenchrus echinatus | 2,0 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral |
Capim-pé-de-galinha - Eleusine indica | ||
Capim-colchão - Digitaria sanguinalis | ||
Arroz - Oryza sativa | ||
Picão-preto - Bidens pilosa | ||
Guanxuma - Sida cordifolia | ||
Erva-quente - Spermacoce alata | ||
Soja - Glycine max | ||
Caruru - Amaranthus viridis | ||
Uva | Capim-marmelada - Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral |
Picão-branco - Galinsoga parviflora | ||
Caruru - Amaranthus viridis | ||
Picão-preto - Bidens pilosa |
Cultura | Alvo biológico | Dose (produto comercial/ha) | Estádio |
Nome comum/científico | |||
Algodão Liberty Link® | Capim-marmelada - Brachiaria plantaginea | 2,0 - 2,5 + 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral | 2 a 4 folhas |
Capim-carrapicho - Cenchrus echinatus | |||
Corda-de-viola - Ipomoea grandifolia | |||
Carrapicho-de-carneiro - Acanthospermum hispidum | |||
Apaga-fogo - Alternanthera tenella | |||
Capim-marmelada - Brachiaria plantaginea | 3,0 - 3,5 + 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral | 2 a 4 perfilhos | |
Capim-carrapicho - Cenchrus echinatus | |||
Corda-de-viola - Ipomoea grandifolia | 4 a 8 folhas | ||
Carrapicho-de-carneiro - Acanthospermum hispidum | |||
Apaga-fogo - Alternanthera tenella | |||
Erva-quente - Borreria latifolia | |||
Beldroega - Portulaca oleracea |
Para carrapicho-de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru rasteiro, picão-preto e fedegosa, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 4 a 8 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo de cultura.
Para dessecação de “batata consumo”: Aplicar 2,0 L/ha do produto comercial + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral, sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba (Commelina
benghalensis), picão-preto (Bidens pilosa) e guanxuma-branca (Sida glaziovii) com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo de cultura.
Para dessecação em feijão para sementes: Aplicar a dose de 2,0 L/ha, somente quando a cultura apresentar 70% das vagens secas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo de cultura.
Para as demais daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo de cultura.
Para dessecação: Utilizar a dose de 2,0 L/ha do produto + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral, aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo de cultura.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Stellaria media | centochio, erva-de-passarinho (2), esparguta (2) | Ver detalhes |
| Algodão | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Banana | Dioscorea batatas | cará, cará-do-pará, erva-cará | Ver detalhes |
| Batata | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Café | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
| Citros | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Eucalipto | Pteridium aquilinum | pluma-grande, samambaia, samambaia-das-taperas | Ver detalhes |
| Feijão | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Maçã | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Milho | Digitaria sanguinalis | capim-colchão (2), capim-das-roças (2), milhã (1) | Ver detalhes |
| Nectarina | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Pessego | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Repolho | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Soja | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Trigo | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Uva | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
APLICAÇÃO TERRESTRE:
O diâmetro de gotas deve ser ajustado de acordo com o volume de aplicação (L/ha), proporcionando adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de até 10 km/h, temperatura e umidade relativa, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva ou evaporação.
Para as hortaliças (alface e repolho) quando utilizar o “sistema de copinhos”, cobrir as mudinhas com copinho plástico, para protegê-las da ação herbicida do produto.
Utilizando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme.
APLICAÇÃO AÉREA:
Para efeito de dessecação nas culturas de soja e feijão. O volume de calda varia de 30 a 40 litros de calda/ha. Utiliza-se barra com bicos da série D (D6 a D10) ou bicos tipo leque. Respeitar altura de voo de 3 - 4 metros, faixa de deposição 13 - 15 metros e ventos de até 10 km/h.
Pode ser aplicado com pulverizadores terrestres, manuais costais ou tratorizados, dotados de barra com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 200 a 300 litros de calda/ha, ou aeronaves agrícolas com volume de calda de 30 a 40 litros de calda/ha, diretamente sobre as plantas daninhas. Sendo um produto de contato, é importante uma cobertura uniforme das plantas daninhas pela calda de pulverização.
Condições climáticas favoráveis: Temperatura mínima de 10ºC e máxima de 28ºC. Umidade relativa do ar de no mínimo 60%.
Culturas | Dias |
Alface, maçã, nectarina, pêssego, repolho e uva | 7 |
Algodão | 28 |
Algodão Liberty Link® | 116 |
Banana, batata e soja | 10 |
Café | 20 |
Citros | 40 |
Eucalipto | U.N.A. |
Feijão | 5 |
Milho, trigo | (*) |
(*) Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego.
U.N.A - Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cana-de-açúcar:
Aplicação no pós-plantio, pré-emergência em relação às plantas infestantes e a cultura.
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L p.c./ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Cana- de- açúcar | Tiririca Cyperus rotundus | 1,6 | 800 | 300-400 | 1 |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Capim-colonião (sementes) Panicum maximum | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Trapoeraba Commelina benghalensis | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Beldroega Portulaca oleracea | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Caruru Amaranthus viridis | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 |
Erva-quente Spermacoce alata | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Guanxuma-branca Sida glaziovii | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Poaia-branca Richardia brasiliensis | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 | |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 1,2 | 600 | 300-400 | 1 |
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L p.c./ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Soja | Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 |
Caruru-roxo Amaranthus hybridus | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Cheirosa Hyptis suaveolens | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Desmodio Desmodium tortuosum | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Erva-quente Spermacoce alata | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Erva-palha Blainvillea latifolia | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Bela-Emília; Falsa- serralha Emilia sonchifolia | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Guanxuma Sida rhombifolia | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Joá-de-capote Nicandra physaloides | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Maria-pretinha Solanum americanum | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Mentrasto Ageratum conyzoides | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Poaia-branca Richardia brasiliensis | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Picão-preto Bidens pilosa | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Trapoeraba Commelina benghalensis | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 |
Soja | Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 |
Beldroega Portulaca oleracea | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Capim-colonião (sementes) Panicum maximum | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 | |
Capim-custódio Pennisetum setosum | 1,2 | 600 | 250-300 | 1 |
As doses acima são recomendadas para solos pesados. Não utilizar SMILODON 50 SC nas doses acima recomendadas em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura.
O SMILODON 50 SC, na cultura da soja, pode ser aplicado tanto no sistema convencional de cultivo como no sistema de plantio direto. No plantio direto deverá ser aplicado para controlar as seguintes plantas daninhas: 1) Capim-braquiária (Brachiaria decumbens), 2) Capim- marmelada (Brachiaria plantaginea), 3) Capim-colchão (Digitaria horizontalis), 4) Amendoim- bravo (Euphorbia heterophylla), 5) Guanxuma (Sida rhombifolia), 6) Corda-de-viola (Ipomonea grandifolia), observando a seguinte sequencia: 1) Dessecação de plantas daninhas (manejo químico), 2) Plantio e 3) Aplicação de SMILODON 50 SC sempre na dose 1,2 L/ha.
Para solos leves e médios a recomendação de SMILODON 50 SC em pré-emergência e no plantio convencional é a seguinte:
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L p.c./ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Soja | Caruru-roxo Amaranthus hybridus | 0,8 | 400 | 250-300 | 1 |
Trapoeraba (*) Commelina benghalensis | 0,4 a 0,6 | 200-300 | 250-300 | 1 | |
Trapoeraba Commelina benghalensis | 0,2 a 0,4 | 100-200 | 250-300 | 1 | |
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 0,8 | 400 | 250-300 | 1 |
(*) Recomendado somente para solos leves.
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L p.c./ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Café | Capim-colchão Digitaria horizontalis | 1,4 | 700 | 100-200 | 1 |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 1,4 | 700 | 100-200 | 1 | |
Tiririca Cyperus rotundus | 1,4 | 700 | 100-200 | 1 | |
Losna-branca Parthenium hysterophorus | 1,4 | 700 | 100-200 | 1 | |
Picão-preto Bidens pilosa | 1,4 | 700 | 100-200 | 1 | |
Caruru Amaranthus viridis | 1,4 | 700 | 100-200 | 1 | |
Citros | Trapoeraba Commelina benghalensis | 1,2 a 1,4 | 600-700 | 100-200 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | 1,2 a 1,4 | 600-700 | 100-200 | 1 | |
Grama-seda Cynodon dactylon | 1,2 a 1,4 | 600-700 | 100-200 | 1 | |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | 1,2 a 1,4 | 600-700 | 100-200 | 1 | |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 1,2 a 1,4 | 600-700 | 100-200 | 1 | |
Caruru Amaranthus retroflexus | 1,2 a 1,4 | 600-700 | 100-200 | 1 |
Aplicar SMILODON 50 SC nestas doses, em pré-emergência das plantas infestantes, em cafeeiros e cítricos adultos em jato dirigido para o solo.
Fumo: Aplicação em pré-emergência no pré-plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entre-linha da cultura.
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L p.c./ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Fumo | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 0,8 | 400 | 200 | 1 |
Tiririca *** Cyperus rotundus | 0,6 a 0,8 | 300-400 | 200 | 1 | |
Caruru-roxo Amaranthus hybridus | 0,6 | 300 | 200 | 1 | |
Poaia-branca Richardia brasiliensis | 0,6 a 0,8 | 300-400 | 200 | 1 | |
Amendoim-bravo*** Euphorbia heterophylla | 0,8 | 400 | 200 | 1 |
O produto SMILODON 50 SC é recomendado para a cultura do fumo somente em solos leves e médios.
A aplicação para a cultura do fumo pode ser feita de duas formas:
Na linha de plantio, sobre o camalhão, 1 dia antes do transplante das mudas do fumo, em uma faixa de 50 cm.
Pode ocorrer injúria leve na cultura do fumo no período próximo a aplicação do produto, quando aplicado sobre o camalhão em pré-plantio; entretanto a recuperação da cultura acontece entre 15 a 30 dias após a aplicação.
Na entrelinha de plantio, logo após o último cultivo; em pré-emergência das plantas infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60 cm, evitando o contato do produto com as plantas de fumo para não haver injúria.
*** Na aplicação na entrelinha em condições de alta infestação de Cyperus rotundus e
Euphorbia heterophylla utilizar a dose de 500 g i.a./ha (1L p.c./ha).
As doses mais baixas devem ser utilizadas em solos leves e as doses maiores devem ser utilizadas para os solos médios.
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L p.c./ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Abacaxi | Capim-favorito *** Rhynchelitrum roseum | 0,8 a 1,2 | 400-600 | 200 | 1 |
Beldroega Portulaca oleracea | 1,2 | 600 | 200 | 1 | |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,2 a 1,4 | 600-700 | 200 | 1 |
*** O produto SMILODON 50 SC é recomendado para o controle de Capim-favorito somente em solo leve e médio.
Cultura | Plantas infestantes | Dose (L p.c./ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Eucalipto | Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 1,0 | 500 | 200 | 1 |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Capim-colonião Panicum maximum | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Capim-custódio Pennisetum setosum | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 0,8 | 400 | 200 | 1 | |
Tiririca Cyperus rotundus | 1,2 a 1,6 | 600-800 | 200 | 1 |
Eucalipto | Trapoeraba Commelina benghalensis | 0,9 | 450 | 200 | 1 |
Caruru-branco Amaranthus hybridus | 0,8 | 400 | 200 | 1 | |
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Beldroega Portulaca oleracea | 0,8 | 400 | 200 | 1 | |
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Cheirosa Hyptis suaveolens | 1,2 | 600 | 200 | 1 | |
Desmodio Desmodium tortuosum | 1,2 | 600 | 200 | 1 | |
Erva-quente Spermacoce latifolia | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Erva-palha Blainvillea latifolia | 0,9 | 450 | 200 | 1 | |
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | 0,9 | 450 | 200 | 1 | |
Guanxuma Sida rhombifolia | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Joá-de-capote Nicandra physaloides | 0,8 | 400 | 200 | 1 | |
Erva-de-bicho Solanum americanum | 0,8 | 400 | 200 | 1 | |
Mentrasto Ageratum conyzoides | 0,9 | 450 | 200 | 1 | |
Poaia-branca Richardia brasiliensis | 1,0 | 500 | 200 | 1 | |
Picão-preto Bidens pilosa | 1,0 | 500 | 200 | 1 |
Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas indicadas nos quadros anteriores.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Café | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Citros | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Spermacoce latifolia | erva-de-lagarto (2), erva-quente (2), perpetua-do-mato (2) | Ver detalhes |
| Fumo | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Soja | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
O SMILODON 50 SC é um herbicida pré-emergente em relação às ervas daninhas, que pode ser aplicado antes ou após o transplante das mudas, em faixa sobre a linha de plantio. No caso de aplicação pós-plantio, aplicar através de jato dirigido procurando evitar a parte aérea das plantas.
Além das recomendações acima para as culturas indicadas, levar em consideração que o solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem. Como todos os herbicidas, o SMILODON 50 SC necessita de umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle das plantas infestantes.
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No preparo da calda adicionar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar SMILODON 50 SC na dose previamente determinada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto faz-se necessário usar o agitador continuamente durante a pulverização. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá ocorrer danos à cultura.
Equipamentos de aplicação:
SMILODON 50 SC pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores costais ou tratorizados, com barras providas de bicos de média/alta vazão (1,5 L/min), tais como Teejet leque 110.04, XR Teejet 110.04, Albuz leque 100.04, Fuljet.
Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e a altura da barra de 30-50 cm. Recomenda-se aplicar em dias com baixa velocidade de ventos, com pressão não maior que 40 lb/pol² e volume de água de 250 a 300 L/ha em soja e 300-400 L/ha em cana-de-açúcar, 100-200 L/ha em fumo e 200 L/ha em abacaxi.
Densidade de gotas: 40-80 gotas/cm².
DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200-300 micra.
Aplicação também pode ser realizada por via aérea nas seguintes condições: Volume: 40 l/ha
Pressão: 30 psi Bicos: D8-45
Ângulo da barra: 135º (Frente) ou 45º (atrás) Altura de vôo: 5 m
Culturas | Dias |
Abacaxi | 60 dias |
Café | 130 dias |
Cana-de-açúcar | (1) |
Citros | 200 dias |
Eucalipto | UNA |
Fumo | UNA |
Soja | (1) |
(1) Intervalo de Segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
U.N.A. = Uso não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | Dose p.c. (L/ha) | Volume de Calda L/ha | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
CANA-DE- AÇUCAR | Tiririca Cvperus rotundus | 1,6 | 300 – 400 (terrestre – equipamento de aplicação: pulverizadores costais ou tratorizado com barras) 10 – 40 (aérea – equipamento de aplicação: aeronaves agrícolas) | 1 | Aplicar em pós-plantio da cultura e em pré- emergência das plantas infestantes e da cultura. |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,2 | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Capim-colonião Panicum maximum | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Guanxuma-branca Sida qlaziovii |
Poaia-branca Richardia brasiliensis | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Leiteiro Euphorbia heterophylla |
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | Dose p.c. (L/ha) | Volume de Calda L/ha | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
SOJA | Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 1,2 | 250 – 300 (terrestre – equipamen to de aplicação: pulverizad ores costais ou tratorizado com barras) 10-40 (aérea – equipamen to de aplicação: aeronaves agrícolas) | 1 | Aplicação em pós-plantio da cultura e pré-emergência das plantas infestantes. Estas doses são recomendadas para solos pesados |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Capim-colonião Panicum maximum | |||||
Capim-custódio Pennisetum setosum | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | |||||
Caruru-roxo Amaranthus hybridus | |||||
Cheirosa Hyptis suaveolens | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Desmódio Desmodium tortuosum | |||||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Erva-palha Blainvillea latifolia | |||||
Falsa-serralha Emília sonchifolia | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia |
Joá-de-capote Nicandra physaloides | |||||
Maria-pretinha Solanum americanum | |||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | |||||
Poaia-branca Richardia brasiliensis | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Trapoeraba* Commelina benghalensis | 0,40-0,60 | Para solos leves e médios, a recomendação de SUFENCE em pré- emergência e no plantio convencional. | |||
Amendoim-bravo* Euphorbia heterophylla | 0,80 | ||||
Caruru-roxo* Amaranthus hybridus | 0,80 |
(*) Recomendado somente para solos leves e médio.
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | Dose p.c. (L/ha) | Volume de Calda L/ha | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
SOJA (desseca- ção) | Trapoeraba Commelina benghalensis | 0,2 – 0,4 | 250 - 300 (terrestre – equipamento de aplicação: pulverizador es costais ou tratorizado com barras) 10 – 40 (aérea – equipamento de aplicação: aeronaves agrícolas) | 1 | Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes (dessecação) antes do plantio da cultura da soja. Aplicar quando as plantas infestantes estiverem no máximo com 6 a 8 folhas e porcentagem de cobertura do solo até 20% a 35%, respectivamente |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia |
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | Dose p.c. (L/ha) | Volume de Calda L/ha | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
CAFÉ | Capim-colchão Digitaria horizontalis | 1,4 | 200-400 (terrestre – equipamento de aplicação: pulverizador es costais ou tratorizado com barras) | 1 | Aplicação em pré- emergência das plantas infestantes em caffeiros adultos com jato dirigido para o solo. |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Tiririca Cyperus rotundus | |||||
Losna-branca Parthenium hysterophorus | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Caruru Amaranthus viridis |
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | Dose p.c. (L/ha) | Volume de Calda L/ha | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
CITROS | Caruru Amaranthus retroflexus | 1,2 – 1,4 | 200-400 (terrestre – equipamento de aplicação: pulverizador es costais ou tratorizado com barras) | 1 | Aplicação em pré- emergência das plantas infestantes em cítricos adultos, com jato dirigido para o solo. |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Grama-seda Cynodon dactvton | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Picão-preto Bidens pilosa |
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | Dose p.c. (L/ha) | Volume de Calda L/ha | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
FUMO | Capim-papua Brachiaria plantaginea | 0,80 | 100 – 200 (terrestre – equipamento de aplicação: pulverizador es costais ou tratorizado com barras) | 1 | Aplicação em pré-emergência no pré-plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entrelinha da cultura. O produto SUFENCE é recomendado para a cultura do fumo somente em solos leves e médios. *Tiririca e Leiteiro: Usar a dose de 1,0L/ha para alta infestação, na Aplicação na entrelinhas. A aplicação poderá ser feita de duas formas: Na linha de plantio, sobre o camalhão, 1 dia antes do Transplante das mudas do fumo, em uma faixa de 50 cm. Poderá ocorrer injúria |
Leiteiro* Euphorbia heterophylla | |||||
Poiaia-branca Richardia brasiliensis | 0,60 – 0,80 | ||||
Tiririca* Cyperus rotundus | |||||
Caruru-roxo Amaranthus hybridus | 0,60 |
leve na cultura no período próximo à aplicação do produto, Quando aplicado sobre o camalhão em pré-plantio, mas com recuperação da cultura entre 15 a 30 dias após a aplicação. Na entrelinha de plantio, logo após o último cultivo; em pré-emergência das plantas infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60cm, evitando o contato do produto com as plantas de fumo para não haver injúria. plantio, logo após o último cultivo; em pré- emergência da plantas infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60cm, evitando o contato do produto com as plantas de fumo par não haver injúria. |
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | Dose p.c. (L/ha) | Volume de Calda L/ha | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
ABACAXI | Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,2 – 1,4 | Terrestre 200 (pulverizado- res costais ou tratorizados, com barra | 1 | Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes e em pós-plantio da cultura, através jato dirigido nas entrelinhas. |
Beldroega Portulaca oleracea | 1,2 | ||||
Capim favorito* Rhvnchelitrum roseum | 0,80 – 1,2 |
*O produto SUFENCE é recomendado para o controle de Capim-favorito somente em solo leve e médio.
Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas indicadas nos quadros anteriores.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Rhynchelytrum repens | capim-favorito, capim-gafanhoto, capim-molambo | Ver detalhes |
| Café | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Panicum maximum | capim-colonião, capim-coloninho (1), capim-guiné | Ver detalhes |
| Citros | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Fumo | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Soja | Pennisetum setosum | capim-avião, capim-custódio, capim-mandante | Ver detalhes |
Além das recomendações acima para as culturas indicadas, levar em consideração que o solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem. Como todos os herbicidas, o SUFENCE necessita de umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle de plantas daninhas.
No preparo da calda adicionar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar SUFENCE na dose previamente determinada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto faz-se necessário usar o agitador continuamente durante a pulverização. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá haver danos à cultura.
PREPARO DE CALDA:
O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Adicionar o adjuvante à calda após o produto e observar o estágio fenológico da cultura conforme as recomendações descritas no item acima CULTURAS, PLANTAS DANINHAS e DOSES. Para os menores volumes de aplicação, não exceder a concentração de 0,6% v/v da calda ou a recomendação descrita na bula do adjuvante. Condições
desfavoráveis de temperatura e umidade podem agravar o risco de fitoxicidade a cultura (vide item CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS).
- Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e a altura da barra de 30-50 cm. Recomenda-se aplicar em dias com baixa velocidade de ventos, com pressão não maior que 40 lb/pol2 e volume de água de 250 a 300 L/ha em soja e 300 a 400 L/ha em cana-de-açúcar, 100 a 200 L/ha em fumo e 200 Uha em abacaxi.
Densidade de gotas: 40 - 80 gotas/cm2 DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200 - 300 micra.
Recomendada aplicação aérea para as culturas de SOJA e CANA-DE-AÇÚCAR. Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis.
A aplicação pode ser também via aérea nas seguintes condições:
Volume: 10 a 40 L/há
Temperatura: abaixo de 30°C
UR: acima de 50%
Velocidade média do vento: 3 a 10 km/hora
Pressão: 30 psi
Bicos: D8-45
-Ângulo da barra: 135° (frente) ou 45º (atrás)
Faixa de deposição: 15 m
Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal.
Lavagem do equipamento de aplicação:
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1 % (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d'água, nascentes ou plantas úteis.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repita o passo 3.
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30oC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de duas (2) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do engenheiro agrônomo da região.
O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Abacaxi. 60 dias
Cana-de-açucar. ( 1 )
Café. 130 dias
Citros. 200 dias
Fumo U.N.A
Soja ( 1 )
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
U. N.A.: Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual
(EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURA | PLANTAS DANINHAS | DOSES | ||
Nome comum | Nome científico | Kg i.a./ha | L. p.c./ha | |
Cana-de-açúcar | Tiririca | Cyperus rotundus | 0,8 | 1,6 |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 0,6 | 1,2 | |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | |||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | |||
Capim-colonião (sementes) | Panicum maximum | |||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | |||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||
Caruru | Amaranthus viridis | |||
Erva-quente | Spermacoce alata | |||
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | |||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | |||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | |||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | |||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | |||
CULTURA | PLANTAS DANINHAS | DOSES | ||
Nome comum | Nome científico | Kg i.a./ha | L. p.c./ha | |
Soja | Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 0,6 | 1,2 |
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | |||
Cheirosa | Hyptis suaveolens | |||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | |||
Desmodio | Desmodium tortuosum | |||
Erva-quente | Spermacoce alata | |||
Erva-palha | Blainvillea latifolia | |||
Bela-Emília; Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | |||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||
Joá-de-capote | Nicandra physaloides | |||
Maria-pretinha | Solanum americanum | |||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | |||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | |||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | |||
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | |||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | |||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | |||
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | |||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | |||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | |||
Capim-colonião (sementes) | Panicum maximum | |||
Capim-custódio | Pennisetum setosum | |||
As doses acima são recomendadas para solos pesados. Não utilizar SULFENTRAZONE CCAB 500 SC nas doses acima recomendadas em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura.
O SULFENTRAZONE CCAB 500 SC, na cultura da soja, pode ser aplicado tanto no sistema convencional de cultivo como no sistema de plantio direto. No plantio direto deverá ser aplicado para controlar as seguintes plantas daninhas: 1) Capim-braquiária (Brachiaria decumbens), 2) Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea), 3) Capim-colchão (Digitaria horizontalis), 4) Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla), 5) Guanxuma (Sida rhombifolia), 6) Corda-de-viola (Ipomonea grandifolia), observando a seguinte sequencia: 1) Dessecação de plantas daninhas (manejo químico), 2) Plantio e 3) Aplicação de Sulfentrazone CCAB 500 SC sempre na dose 1,2 L/ha.
Para solos leves e médios a recomendação de Sulfentrazone CCAB 500 SC em pré- emergência e no plantio convencional é a seguinte:
CULTURA | PLANTAS DANINHAS | DOSES | ||
Nome comum | Nome científico | Kg i.a./ha | L. p.c./ha | |
Soja | Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 0,4 | 0,8 |
Trapoeraba (*) | Commelina benghalensis | 0,2 a 0,3 | 0,4 a 0,6 | |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 0,4 | 0,8 | |
(*) Recomendado somente para solos leves.
CULTURAS | PLANTAS DANINHAS | DOSES | ||
Nome comum | Nome científico | Kg i.a./ha | L. p.c./ha | |
Café | Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 0,7 | 1,4 |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | |||
Tiririca | Cyperus rotundus | |||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||
Caruru | Amaranthus viridis | |||
Citros | Trapoeraba | Commelina benghalensis | 0,6 | 1,2 a 1,4 |
Picão-preto | Bidens pilosa | |||
Grama-seda | Cynodon dactylon | |||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | |||
Capim-carrapicho | Cenchrus exinas | |||
Caruru | Amaranthus retroflexus | |||
Aplicar Sulfentrazone CCAB 500 SC nestas doses, em pré-emergência das plantas infestantes, em cafeeiros e cítricos adultos em jato dirigido para o solo.
Fumo: Aplicação em pré-emergência no pré-plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entre-linha da cultura.
CULTURA | PLANTAS DANINHAS | DOSES | ||
Nome comum | Nome científico | Kg i.a./ha | L. p.c./ha | |
Fumo | Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 0,4 | 0,8 |
Tiririca *** | Cyperus rotundus | 0,3 a 0,4 | 0,6 a 0,8 | |
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 0,3 | 0,6 | |
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 0,3 a 0,4 | 0,6 a 0,8 | |
Amendoim-bravo *** | Euphorbia heterophylla | 0,4 | 0,8 | |
O produto Sulfentrazone CCAB 500 SC é recomendado para a cultura do fumo somente em solos leves e médios.
A aplicação para a cultura do fumo pode ser feita de duas formas:
Na linha de plantio, sobre o camalhão, 1 dia antes do transplante das mudas do fumo, em uma faixa de 50 cm.
Pode ocorrer injúria leve na cultura do fumo no período próximo a aplicação do produto, quando aplicado sobre o camalhão em pré-plantio; entretanto a recuperação da cultura acontece entre 15 a 30 dias após a aplicação.
Na entrelinha de plantio, logo após o último cultivo; em pré-emergência das plantas infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60 cm, evitando o contato do produto com as plantas de fumo para não haver injúria.
*** Na aplicação na entrelinha em condições de alta infestação de Cyperus rotundus e Euphorbia heterophylla utilizar a dose de 500 g i.a./ha (1L p.c./ha).
As doses mais baixas devem ser utilizadas em solos leves e as doses maiores devem ser utilizadas para os solos médios.
CULTURAS | PLANTAS DANINHAS | DOSES | ||
Nome comum | Nome científico | Kg i.a./ha | L. p.c./ha | |
Abacaxi | Capim-favorito *** | Rhynchelitrum repens | 0,4 a 0,6 | 0,8 a 1,2 |
Beldroega | Portulaca oleracea | 0,6 | 1,2 | |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 0,6 a 0,7 | 1,2 a 1,4 | |
*** O produto Sulfentrazone CCAB 500 SC é recomendado para o controle de Capim-favorito somente em solo leve e médio.
CULTURA | PLANTAS DANINHAS | DOSES | ||
Nome comum | Nome científico | Kg i.a./ha | L. p.c./ha | |
Eucalipto | Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 0,5 | 1,0 |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | |||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | |||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | |||
Capim-colonião | Panicum maximum | |||
Capim-custódio | Pennisetum setosum | |||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | |||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 0,4 | 0,8 | |
Tiririca | Cyperus rotundus | 0,6 a 0,8 | 1,2 a 1,6 | |
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 0,45 | 0,9 | |
Caruru-branco | Amaranthus hybridus | 0,4 | 0,8 | |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 0,5 | 1,0 | |
Beldroega | Portulaca oleracea | 0,4 | 0,8 | |
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 0,5 | 1,0 | |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | |||
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 0,5 a 0,6 | 1,0 a 1,2 | |
Cheirosa | Hyptis suaveolens | 0,6 | 1,2 | |
Desmodio | Desmodium tortuosum | |||
Erva-quente | Spermacoce latifolia | 0,5 | 1,0 | |
Erva-palha | Blainvillea latifolia | 0,45 | 0,9 | |
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | |||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 0,5 | 1,0 | |
Joá-de-capote | Nicandra physaloides | 0,4 | 0,8 | |
Erva-de-bicho | Solanum americanum | |||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 0,45 | 0,9 | |
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 0,5 | 1,0 | |
Picão-preto | Bidens pilosa | |||
Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas indicadas nos quadros anteriores.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Rhynchelytrum repens | capim-favorito, capim-gafanhoto, capim-molambo | Ver detalhes |
| Café | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Panicum maximum | capim-colonião, capim-coloninho (1), capim-guiné | Ver detalhes |
| Citros | Amaranthus retroflexus | bredo (5), caruru (4), caruru-áspero | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Fumo | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Soja | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
O SULFENTRAZONE CCAB 500 SC é um herbicida pré-emergente em relação às ervas daninhas, que pode ser aplicado antes ou após o transplante das mudas, em faixa sobre a linha de plantio. No caso de aplicação pós- plantio, aplicar através de jato dirigido procurando evitar a parte aérea das plantas.
Além das recomendações acima para as culturas indicadas, levar em consideração que o solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem. Como todos os herbicidas, o SULFENTRAZONE CCAB 500 SC necessita de umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle das plantas infestantes.
No preparo da calda adicionar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar SULFENTRAZONE CCAB 500 SC na dose previamente determinada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto faz-se necessário usar o agitador continuamente durante a pulverização. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá ocorrer danos à cultura.
Equipamentos de aplicação:
SULFENTRAZONE CCAB 500 SC pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores costais ou tratorizados, com barras providas de bicos de média/alta vazão (1,5 l/min), tais como Teejet leque 110.04, XR Teejet 110.04, Albuz leque 100.04, Fuljet.
Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e a altura da barra de 30-50 cm. Recomenda-se aplicar em dias com baixa velocidade de ventos, com pressão não maior que 40 lb/pol² e volume de água de 250 a 300 l/ha em soja e 300-400 l/há em cana-de-açúcar, 100-200 l/ha em fumo e 200 l/ha em abacaxi.
Densidade de gotas: 40-80 gotas/cm².
DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200-300 micra.
Aplicação também pode ser realizada por via aérea nas seguintes condições: Volume: 40 l/ha Pressão: 30 psi Bicos: D8-45
Ângulo da barra: 135º (Frente) ou 45º (atrás) Altura de vôo: 5 m
Culturas | Dias |
Abacaxi | 60 dias |
Café | 130 dias |
Cana-de-açúcar | (1) |
Citros | 200 dias |
Eucalipto | UNA |
Fumo | UNA |
Soja | (1) |
(1) Intervalo de Segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
U.N.A. = Uso não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
SULFENTRAZONE 500 SC PERTERRA é um herbicida sistêmico de ação seletiva condicional do grupo químico das triazolonas, indicado para pulverização nas culturas de abacaxi, café, cana-de-açúcar, citros, eucalipto, fumo e soja. SULFENTRAZONE 500 SC PERTERRA pode ser aplicado em pré-emergência tanto para o sistema convencional como de plantio direto seguindo as recomendações abaixo:
Culturas | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose p. c. (L/ha) | Volume de Calda (L/ha) | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
CANA-DE- AÇUCAR | Tiririca (Cyperus rotundus) | 1,6 | 300 - 400 (Aplicação aérea – 20 a 40) | 1 | Aplicar em pós- plantio da cultura e em pré- emergência das plantas infestantes e da cultura. |
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 1,2 | ||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Capim-colonião (Panicum maximum) | |||||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||||
Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | |||||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) |
Culturas | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose p. c. (L/ha) | Volume de Calda (L/ha) | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | |||||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | |||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Capim-colonião (Panicum maximum) | |||||
Capim-custódio (Pennisetum setosum) | |||||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
SOJA | Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,2 | 250 – 300 (Terrestre) 10-40 (Aplicação aérea) | 1 | Aplicação em pós- plantio da cultura e pré-emergência das plantas infestantes. Estas doses são recomendadas para solos pesados |
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | |||||
Cheirosa (Hyptis suaveolens) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Desmódio (Desmodium tortuosum) | |||||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||||
Erva-palha (Blainvillea latifolia) | |||||
Falsa-serralha (Emília sonchifolia) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Joá-de-capote (Nicandra physaloides) | |||||
Maria-pretinha (Solanum americanum) | |||||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) |
Culturas | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose p. c. (L/ha) | Volume de Calda (L/ha) | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
SOJA | Trapoeraba* (Commelina benghalensis) | 0,40- 0,60 | 250 – 300 (Terrestre) 10-40 (Aplicação aérea) | 1 | Para solos leves e médios, a recomendação de SULFENTRAZONE 500 SC PERTERRA em pré-emergência e no plantio convencional. |
Amendoim-bravo* (Euphorbia heterophylla) | 0,80 | ||||
Caruru-roxo* (Amaranthus hybridus) | 0,80 |
(*) Recomendado somente para solos leves e médio.
Culturas | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose p. c. (L/ha) | Volume de Calda (L/ha) | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
CITROS | Caruru (Amaranthus retroflexus) | 1,2 - 1,40 | 200 – 400 (Terrestre) | 1 | Aplicação em pré- emergência das plantas infestantes em cítricos adultos, com jato dirigido para o solo. |
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Grama-seda (Cynodon dactylon) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) |
Culturas | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose p. c. (L/ha) | Volume de Calda (L/ha) | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
CAFÉ | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 1,40 | 200 – 400 (Terrestre) | 1 | Aplicação em pré- emergência das plantas infestantes, com jato dirigido para o solo. |
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
Tiririca (Cyperus rotundus) | |||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) |
Culturas | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose p. c. (L/ha) | Volume de Calda | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
Capim-pé-de-galinha | Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas em pré ou pós- transplante das mudas, sobre a | ||||
(Eleusine indica) | |||||
Caruru-branco | |||||
EUCALIPTO | (Amaranthus hybridus) | 0,8 | 200 L/ha | 1 | |
Beldroega | |||||
(Portulaca oleracea) | |||||
Joá-de-capote | |||||
(Nicandra physaloides) |
Erva-de-bicho (Solanum americanum) | linha de plantio. No caso de aplicação pós- plantio, aplicar através de jato dirigido procurando evitar a parte aérea das plantas de eucalipto. Na aplicação tópica sobre a muda, podem ocorrer “queimas” localizadas, onde houvercontato do produto com as folhas ou brotações, mas com recuperação rápida sem afetar o desenvolvimento da planta e sua produtividade. | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 0,9 | ||||
Erva-palha (Blainvillea latifolia) | |||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||||
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,0 | ||||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | |||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Capim-colonião (Panicum maximum) | |||||
Capim-custódio (Pennisetum setosum) | |||||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,0 -1,2 | ||||
Cheirosa (Hyptis suaveolens) | 1,2 | ||||
Desmodio (Desmodium tortuosum) | |||||
Tiririca (Cyperus rotundus) | 1,2 – 1,6 |
Culturas | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose p. c. (L/ha) | Volume de Calda (L/ha) | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
Capim-papua (Brachiaria plantaginea) | 0,80 | Aplicação em pré- emergência no pré- plantio das mudas de fumo e no pós- plantio em jato dirigido na | |||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) |
FUMO | Poiaia-branca (Richardia brasiliensis) | 0,60 - 0,80 | 100 – 200 (Terrestre) | 1 | entrelinha da cultura. O produto SULFENTRAZONE 500 SC PERTERRA é recomendado para a cultura do fumo somente em solos leves e médios. |
Tiririca* (Cyperus rotundus) | |||||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 0,60 |
*Na aplicação na entrelinha em condições de alta infestação de Cyperus rotundus e Euphorbia heterophyla
utilizar a dose de 500 g i.a./ha (1 L p.c./ha).
Culturas | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose p. c. (L/ha) | Volume de Calda (L/ha) | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
ABACAXI | Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 1,2 -1,4 | 200 (Terrestre) | 1 | Aplicação em pré- emergência das plantas infestantes e em pós-plantio da cultura, através jato dirigido nas entrelinhas. |
Beldroega (Portulaca oleracea) | 1,2 | ||||
Capim favorito** (Rhynchelytrum roseum) | 0,80 – 1,2 |
* Na aplicação nas entrelinhas em condições de alta infestação de Cyperus rotundus e Euphoria heterophylla
utilizar a dose de 1L p.c./ha.
**O produto SULFENTRAZONE 500 SC PERTERRA é recomendado para o controle de Capim-favorito somente em solo leve e médio.
Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas indicadas nos quadros anteriores.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Café | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Citros | Amaranthus retroflexus | bredo (5), caruru (4), caruru-áspero | Ver detalhes |
| Eucalipto | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Fumo | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Soja | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
Além das recomendações acima para as culturas indicadas, levar em consideração que o solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem. Como todos os herbicidas, o SULFENTRAZONE 500 SC PERTERRA necessita de umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle de plantas daninhas.
No preparo da calda adicionar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar SULFENTRAZONE 500 SC PERTERRA na dose previamente determinada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto faz-se necessário usar o agitador continuamente durante a pulverização. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá haver danos à cultura.
O responsável pela preparação da calda deve usar Equipamento de Proteção Individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Adicionar o adjuvante à calda após o produto e observar o estágio fenológico da cultura conforme as recomendações descritas no item acima CULTURAS, PLANTAS DANINHAS e DOSES. Para os menores volumes de aplicação, não exceder a concentração de 0,6% v/v da calda ou a recomendação descrita na bula do adjuvante. Condições desfavoráveis de temperatura e umidade podem agravar o risco de fitoxicidade a cultura (vide item CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS).
SULFENTRAZONE 500 SC PERTERRA pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores costais ou tratorizados, com barras providas de bicos de média/alta vazão (1,5 L/min), tais como Teejet leque 110.04, XR Teejet 110.04, Albuz leque 100.04, Fulljet.
- Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e a altura da barra de 30-50 cm. Recomenda-se aplicar em dias com baixa velocidade de ventos, com pressão não maior que 40 lb/pol2 e volume de água de 250 a 300 L/ha em soja e 300 a 400 L/ha em cana-de-açúcar, 100 a 200 L/ha em fumo e 200 L/ha em abacaxi. Densidade de gotas: 40 - 80 gotas/cm2 DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200 - 300 micra.
Recomendada aplicação aérea para as culturas de SOJA e CANA-DE-AÇÚCAR. Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis.
A aplicação pode ser também via aérea nas seguintes condições:
Volume: 10 a 40 L/ha
Temperatura: abaixo de 30°C
UR: acima de 50%
Velocidade média do vento: 3 a 10 km/hora
Pressão: 30 psi
Bicos: D8-45
Ângulo da barra: 135° (frente) ou 45º (atrás)
Faixa de deposição: 15 m
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1 % (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d'água, nascentes ou plantas úteis.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repita o passo 3.
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30°C). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de duas (2) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do engenheiro agrônomo da região.
O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
Abacaxi 60 dias Cana-de-açucar (1)
Café 130 dias
Citros 200 dias
Eucalipto e Fumo U.N.A
Soja (1)
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. U.N.A.: Uso Não Alimentar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO:
Culturas | Plantas infestantes | Doses | Época e número máximo de aplicações |
Abacaxi | Beldroega (Portulaca oleracea) | 1,2 L p.c./ha (0,6 Kg i.a./ha) | Aplicar em pré-emergência das plantas daninhas e em pós-plantio da cultura. Tipos de solo: pesado, médio e leve. Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas. |
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 1,2 – 1,4 L p.c./ha (0,6 – 0,7 Kg i.a./ha) | ||
Capim-favorito (Rhynchelitrum repens) | 0,8 - 1,2 L p.c./ha (0,4 - 0,6 Kg i.a./ha) | Aplicar em pré-emergência das plantas daninhas e em pós-plantio da cultura. Tipos de solo: leve e médio. Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas. | |
Café | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 1,4 L p.c./ha (0,7 Kg i.a./ha) | Aplicar em jato dirigido para o solo, em pré-emergência das plantas daninhas nos cafezais adultos. Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas. |
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Caruru-de-mancha; caruru- verde (Amaranthus viridis) | |||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Tiririca (Cyperus rotundus) | |||
Cana-de- açúcar | Tiririca (Cyperus rotundus) | 1,6 L p.c./ha (0,8 Kg i.a./ha) | Aplicar no pós-plantio e pré-emergência em relação às plantas daninhas e à cultura da cana-de-açúcar. Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas. |
Beldroega (Portulaca oleracea) | 1,2 L p.c./ha (0,6 Kg i.a./ha) | ||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-colonião (sementes) (Panicum maximum) | |||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Caruru-de-mancha; Caruru- verde (Amaranthus viridis) | |||
Erva-quente (Spermacoce alata) |
Culturas | Plantas infestantes | Doses | Época e número máximo de aplicações |
Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | |||
Citros | Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 1,2 – 1,4 L p.c./ha (0,6 – 0,7 Kg i.a./ha) | Aplicar em jato dirigido para o solo, em pré-emergência das plantas daninhas e em pomares cítricos adultos. Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas. |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Caruru (Amaranthus retroflexus) | |||
Grama-seda (Cynodon dactylon) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Eucalipto | Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 1,0 L p.c./ha (0,5 Kg i.a./ha) | Aplicar antes ou após o transplante das mudas, em faixa sobre a linha de plantio. Atenção: Em aplicação pós-plantio, aplicar através de jato dirigido, evitando que a calda atinja a parte aérea das plantas. Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas. |
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | |||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-colonião (Panicum maximum) | |||
Capim-custódio (Pennisetum setosum) | |||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | 0,8 L p.c./ha (0,4 Kg i.a./ha) | ||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Caruru-branco (Amaranthus hybridus) |
Culturas | Plantas infestantes | Doses | Época e número máximo de aplicações |
Erva-de-bicho (Solanum americanum) | |||
Joá-de-capote (Nicandra physaloides) | |||
Erva-palha (Blainvillea latifolia) | 0,9 L p.c./ha (0,45 Kg i.a./ha) | ||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Cheirosa (Hyptis suaveolens) | 1,2 L p.c./ha (0,6 Kg i.a./ha) | ||
Desmodio (Desmodium tortuosum) | |||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,0 – 1,2 L p.c./ha (0,5 – 0,6 Kg i.a./ha) | ||
Tiririca (Cyperus rotundus) | 1,2 – 1,6 L p.c./ha (0,6 – 0,8 Kg i.a./ha) | ||
Fumo (Solos leves e médios) | Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 0,6 L p.c./ha (0,3 Kg i.a./ha) | Aplicar em pré-emergência das plantas daninhas. Com relação à cultura de fumo, pode ser aplicado antes ou após o transplante das mudas e, neste último caso, em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Pode ser aplicado de duas formas, sendo:
Em condições de alta infestação de Cyperus rotundus e Euphorbia heterophylla, utilizar a dose de 1 L p.c./ha (0,5 Kg i.a./ha). Para o controle de Richardia brasiliensis e Cyperus rotundus, aplicar as doses menores em solos leves e as maiores em solos médios. Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas. |
Capim papuã; capim- marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,8 L p.c./ha (0,4 Kg i.a./ha) | ||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 0,6 – 0,8 L p.c./ha (0,3 – 0,4 Kg i.a./ha) | ||
Tiririca (Cyperus rotundus) | |||
Soja (Plantio convencional - Solo pesado) | Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 1,2 L p.c./ha (0,6 Kg i.a./ha) | Aplicar após a semeadura da soja e em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas. Atenção: A dose de 1,2 L p.c./ha é indicada somente para solo pesado. Se utilizada em solos leves e médios, poderá causar fitotoxicidade. |
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | |||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) |
Culturas | Plantas infestantes | Doses | Época e número máximo de aplicações |
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas. | ||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-colonião (sementes) (Panicum maximum) | |||
Capim-custódio (Pennisetum setosum) | |||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | |||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | |||
Cheirosa (Hyptis suaveolens) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||
Desmodio (Desmodium tortuosum) | |||
Erva-palha (Blainvillea latifolia) | |||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Joá-de-capote (Nicandra physaloides) | |||
Maria-pretinha (Solanum americanum) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Soja (Plantio direto - Solo pesado) | Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 1,2 L p.c./ha (0,6 Kg i.a./ha) | Aplicar após a semeadura da soja e em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas. Atenção: A dose de 1,2 L p.c./ha é indicada somente para solo pesado. Se utilizada em solos leves e médios, poderá causar fitotoxicidade. Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas. |
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | |||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) |
Culturas | Plantas infestantes | Doses | Época e número máximo de aplicações |
Soja (Plantio convencional – Solo leve) | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 0,4 – 0,6 L p.c./ha (0,2 – 0,3 Kg i.a./ha) | Aplicar após a semeadura da soja e em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas. Atenção: As doses ao lado são indicadas somente para solos leves. Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas. |
Soja (Plantio convencional – Solos leve e médio) | Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 0,8 L p.c./ha (0,4 Kg i.a./ha) | Aplicar após a semeadura da soja e em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas. Atenção: As doses ao lado são indicadas somente para solos leve e médio. Se utilizadas em solos pesados, poderá levar a uma falha de controle das plantas daninhas. Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas. |
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) |
i.a. = ingrediente ativo
p.c. = produto comercial
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Café | Parthenium hysterophorus | coentro-do-mato, fazendeiro (1), losna-branca | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Citros | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Fumo | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
| Soja | Solanum americanum | erva-de-bicho (1), erva-moura, maria-pretinha | Ver detalhes |
Aliado às recomendações de uso indicadas para cada cultura citada anteriormente, levar em consideração também os seguintes pontos durante a aplicação:
O solo deve estar livre de torrões.
Como todo herbicida pré-emergente, o Sulfentrazone 500 SC Proventis necessita de umidade no solo para ser ativado e promover o controle das ervas daninhas.
Em período prolongado de seca, aguardar a regularização das chuvas, ou então, realizar irrigação após a aplicação para favorecer a atividade do herbicida.
Para se ter um bom controle das plantas daninhas em pré-emergência, sempre regule o equipamento de forma a obter cobertura uniforme sobre o solo.
Sempre utilizar água limpa no preparo da calda.
Soja: 250 a 300 L/ha
Cana-de-açúcar: 300 a 400 L/ha
Fumo: 100 a 200 L/ha
Abacaxi, café e eucalipto: 200 L/ha
Umidade relativa do ar acima de 55%
Temperatura abaixo de 30 ºC
Velocidade do vento entre 3 a 10 Km/h
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado com a vazão desejada e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
No preparo da calda, adicione inicialmente água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, adicione a dose recomendada de Sulfentrazone 500 SC Proventis, acione o agitador e complete o volume do tanque do pulverizador com água limpa.
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar sobreposição da aplicação. A sobreposição da aplicação poderá causar danos à cultura.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
A pulverização terrestre pode ser feita através de pulverizador costal manual ou pulverizador tratorizado com barra.
Utilizar pontas tipo leque que proporcionem uma boa cobertura sobre o solo (pré-emergência) e que minimize a deriva, conforme as recomendações dos fabricantes das pontas de pulverização.
Espaçamento entre bicos: 50 cm
Altura da barra: 30 – 50 cm em função do tipo de ponta de pulverização
Densidade de gotas: 40 – 80 gotas/cm2
DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200 – 300 micra
Controle do diâmetro de gotas em aplicações terrestres:
Volume: use bicos de vazão para aplicar o volume de calda adequado, atendendo as recomendações de boas práticas agrícolas. Bicos com vazão maior produzem maiores;
Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e aumentam o risco de deriva. Quando for necessário maiores volumes, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
Assegurar que a pulverização ou a deriva não atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios, fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Seguir rigorosamente as instruções da legislação de aplicação aérea aplicadas na região de uso do produto.
A pulverização deve ser feita através de aeronaves agrícolas devidamente legalizadas para tal fim.
As pontas devem ser apropriadas para o tipo de aplicação.
Recomenda-se o fechamento dos bicos nas pontas das asas para evitar perdas da pulverização por influência dos vértices.
Evitar aplicações com velocidades de vento inferiores a 3 Km/h, porque poderá ocorrer o fenômeno de inversão térmica, causando maior permanência das gotas no ar, prejudicando consideravelmente a deposição das gotas.
Aplicações efetuadas nas horas mais quentes do dia também deverão ser evitadas, pois causam perdas das gotas devido a ação das correntes térmicas ascendentes.
O fator climático mais importante a considerar deverá ser sempre a umidade relativa do ar, a qual determina uma maior ou menor deriva das gotas pelo vento.
Controle do diâmetro de gotas em aplicações aéreas:
Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível, proporcionado uma cobertura uniforme;
Orientação dos bicos: O direcionamento dos bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar, produz gotas maiores que outras orientações;
Tipo de bico: bicos de jato cone cheio, orientados para trás produzem gotas maiores que outros tipos de bico;
Altura de vôo: Regule a altura de vôo para a mais baixa e segura possível, de forma a proporcionar cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e ao vento;
Ventos: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 3 Km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 Km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de vento ou em condições sem vento.
Utilizar barra/bico ou atomizador rotativo Micronair.
Volume de calda: 40 L de calda/ha.
Pressão: 30 psi.
Bicos D8-45.
Ângulo da barra: 135o (frente) ou 45o (trás).
Altura do vôo: até 5m.
Faixa de deposição: até 15 m.
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Imediatamente após a aplicação, fazer a completa limpeza do equipamento pulverizador, reduzindo assim, a formação de depósitos sólidos de difícil remoção e a contaminação cruzada de agrotóxicos nas aplicações futuras.
O adiamento da limpeza, mesmo que por poucas horas, dificulta a limpeza.
Além de seguir as recomendações de limpeza do fabricante do equipamento, seguir os seguintes passos durante a limpeza do pulverizador:
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza, como a utilização dos EPIs indicados durante a aplicação.
Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual e/ou Municipal vigente na região da aplicação.
CULTURA | DIAS |
Abacaxi | 60 |
Café | 130 |
Cana-de-açúcar | (1) |
Citros | 200 |
Eucalipto | U.N.A |
Fumo | U.N.A |
Soja | (1) |
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego
U.N.A. = Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
SUNPAX é um herbicida sistêmico de ação seletiva condicional do grupo químico das triazolonas, indicado para pulverização nas culturas de abacaxi, café, cana-de-açúcar, citros, fumo e soja. SUNPAX pode ser aplicado em pré- emergência tanto para o sistema convencional como de plantio direto seguindo as recomendações abaixo:
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | Dose p.c. (L/ha) | Volume de Calda L/ha | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
CANA-DE- AÇUCAR | Tiririca Cvperus rotundus | 1,6 | 300 - 400 (Aplicação aérea – 20 a 40) | 1 | Aplicar em pós-plantio e em pré-emergência das plantas infestantes. |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,2 | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Capim-colonião Panicum maximum | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Guanxuma-branca Sida qfaziovii |
Poaia-branca Richardia brasiliensis | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Leiteiro Euphorbia heterophylla |
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | Dose p.c. (L/ha) | Volume de Calda L/ha | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
SOJA | Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 1,2 | 250 – 300 (terrestre) 10-40 (aérea) | 1 | Aplicação em pós-plantio da cultura e pré-emergência das plantas infestantes. Estas doses são recomendadas para solos pesados |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Capim-colonião Panicum maximum | |||||
Capim-custódio Pennisetum setosum | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | |||||
Caruru-roxo Amaranthus hybridus | |||||
Cheirosa Hyptis suaveolens | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Desmódio Desmodium tortuosum | |||||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Erva-palha Blainvillea latifolia | |||||
Falsa-serralha Emília sonchifolia | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia |
Joá-de-capote Nicandra physaloides | |||||
Maria-pretinha Solanum americanum | |||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | |||||
Poaia-branca Richardia brasiliensis | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 0,20 – 0,40 | Aplicação única em pós- emergência total das plantas infestantes(dessecação) antes do plantio da cultura | |||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Trapoeraba* Commelina benghalensis | 0,40-0,60 | Aplicação única, somente em solos leves, em pré- emergência e no plantio convencional | |||
Amendoim-bravo* Euphorbia heterophylla | 0,80 | ||||
Caruru-roxo* Amaranthus hybridus | 0,80 |
(*) Recomendado somente para solos leves
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | Dose p.c. (L/ha) | Volume de Calda L/ha | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
CITROS | Caruru Amaranthus retroflexus | 1,20 – 1,40 | Terrestre 200-400 | 1 | Aplicação em pré- emergência das plantas infestantes, com jato dirigido. |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Grama-seda Cynodon dactvton | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | Dose p.c. (L/ha) | Volume de Calda L/ha | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | 1,4 | Terrestre 200-400 | 1 | Aplicação em pré- emergência das plantas infestantes, com jato dirigido. | |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
CAFÉ | Tiririca Cyperus rotundus | ||||
Losna-branca Parthenium hysterophorus | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Caruru Amaranthus viridis |
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | Dose p.c. (L/ha) | Volume de Calda L/ha | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
FUMO | Capim-papua Brachiaria plantaginea | 0,80 | 100 – 200 (Terrestre) | 1 | Aplicação em pré-emergência no pré-plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entrelinha da cultura. O produto SUNPAX é recomendado para a cultura do fumo somente em solos leves e médios. |
Leiteiro Euphorbia heterophylla | |||||
Poiaia-branca Richardia brasiliensis | 0,60 – 0,80 | ||||
Tiririca* Cyperus rotundus | |||||
Caruru-roxo Amaranthus hybridus | 0,60 |
*Na aplicação na entrelinha em condições de alta infestação de Cyperus rotundus e Euphorbia heterophyla utilizar a dose de 500 g i.a./ha (1 L p.c./ha).
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | Dose p.c. (L/ha) | Volume de Calda L/ha | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
ABACAXI | Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,2 – 1,4 | Terrestre 200 | 1 | Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes e em pós-plantio da cultura, através jato dirigido. |
Beldroega Portulaca oleracea | 1,2 | ||||
Capim favorito* Rhvnchelitrum roseum | 0,80 – 1,2 |
*O produto SUNPAX é recomendado para o controle de Capim-favorito somente em solo leve e médio.
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | Dose p.c. (L/ha) | Volume de Calda L/ha | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
EUCALIPTO | Capim-pé-de- galinha Eleusine indica | 0,8 L/ha | 100 – 300 L/ha | 1 | Época: Aplicação deverá ser realizada em pré-emergência das plantas infestantes, e podendo ser em pré ou pós- plantio das mudas. A aplicação pré-plantio das mudas deve ser realizada em faixa sobre a linha de plantio. Já a aplicação pós-plantio das mudas, deverá ser realizada através de jato dirigido, procurando evitar a parte aérea das plantas Na aplicação tópica sobre a muda, podem ocorrer “queimas” localizadas, onde houver contato do produto com as folhas ou brotações, mas com recuperação rápida sem afetar o desenvolvimento da planta e sua produtividade. |
Caruru-branco Amaranthus hybridus | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Joá-de-capote Nicandra physaloides | |||||
Erva-de-bicho Solanum americanum | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 0,9 L/ha | ||||
Erva-palha Blainvillea latifolia | |||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | |||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | |||||
Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 1,0 L/ha | ||||
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Capim-colonião Panicum maximum | |||||
Capim-custódio Pennisetum setosum | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Carrapicho-de- carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia |
Erva-quente Spermacoce latifolia | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Poaia-branca Richardia brasiliensis | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Tiririca Cyperus rotundus | 1,2 – 1,6 L/ha | ||||
Carrapicho rasteiro Acanthospermum australe | 1,0 – 1,2 L/ha | ||||
Cheirosa Hyptis suaveolens | 1,2 L/ha | ||||
Desmodio Desmodium tortuosum |
INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas indicadas nos quadros anteriores.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Rhynchelytrum repens | capim-favorito, capim-gafanhoto, capim-molambo | Ver detalhes |
| Café | Parthenium hysterophorus | coentro-do-mato, fazendeiro (1), losna-branca | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Sida glaziovii | guanxuma-branca, malva-guaxima, mata-pasto (3) | Ver detalhes |
| Citros | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Fumo | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Soja | Pennisetum setosum | capim-avião, capim-custódio, capim-mandante | Ver detalhes |
MODO DE APLICAÇÃO:
Além das recomendações acima para as culturas indicadas, levar em consideração que o solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem. Como todos os herbicidas, o SUNPAX necessita de umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle de plantas daninhas.
No preparo da calda adicionar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar SUNPAX na dose previamente determinada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto faz-se necessário usar o agitador continuamente durante a pulverização. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá haver danos à cultura.
PREPARO DE CALDA:
O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Adicionar o adjuvante à calda após o produto e observar o estágio fenológico da cultura conforme as recomendações descritas no item acima CULTURAS, PLANTAS DANINHAS e DOSES. Para os menores volumes de aplicação, não exceder a concentração de 0,6% v/v da calda ou a recomendação descrita na bula do adjuvante. Condições desfavoráveis de temperatura e umidade podem agravar o risco de fitoxicidade a cultura (vide item CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS).
SUNPAX pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores costais ou tratorizados, com barras providas de bicos de média/alta vazão (1,5 L/min), tais como Teejet leque 110.04, XR Teejet 110.04, Albuz leque 100.04, Fulljet.
- Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e a altura da barra de 30-50 cm. Recomenda-se aplicar em dias com baixa velocidade de ventos, com pressão não maior que 40 lb/pol2 e volume de água de 250 a 300 L/ha em soja e 300 a 400 L/ha em cana-de-açúcar, 100 a 200 L/ha em fumo e 200 Uha em abacaxi.
Densidade de gotas: 40 - 80 gotas/cm2 DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200 - 300 micra.
Recomendada aplicação aérea para as culturas de SOJA e CANA-DE-AÇÚCAR. Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis.
A aplicação pode ser também via aérea nas seguintes condições:
Volume: 10 a 40 L/há
Temperatura: abaixo de 30°C
UR: acima de 50%
Velocidade média do vento: 3 a 10 km/hora
Pressão: 30 psi
Bicos: D8-45
-Ângulo da barra: 135° (frente) ou 45º (atrás)
Faixa de deposição: 15 m
Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa nº 212008 e Decreto nº 86.76511981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal.
Lavagem do equipamento de aplicação:
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1 % (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d'água, nascentes ou plantas úteis.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repita o passo 3.
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30oC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de duas (2) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do engenheiro agrônomo da região.
O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Abacaxi. 60 dias
Cana-de-açucar. ( 1 )
Café. 130 dias
Citros. 200 dias
Fumo e Eucalipto U.N.A
Soja ( 1 )
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
U. N.A.: Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual
(EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | Dose p.c. (L/ha) | Volume de Calda L/ha | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
CANA-DE- AÇUCAR | Tiririca Cvperus rotundus | 1,6 | 300 – 400 (terrestre – equipamento de aplicação: pulverizadores costais ou tratorizado com barras) 10 – 40 (aérea – equipamento de aplicação: aeronaves agrícolas) | 1 | Aplicar em pós-plantio da cultura e em pré- emergência das plantas infestantes e da cultura. |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,2 | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Capim-colonião Panicum maximum | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Guanxuma-branca Sida qlaziovii |
Poaia-branca Richardia brasiliensis | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Leiteiro Euphorbia heterophylla |
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | Dose p.c. (L/ha) | Volume de Calda L/ha | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
SOJA | Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 1,2 | 250 – 300 (terrestre – equipamen to de aplicação: pulverizad ores costais ou tratorizado com barras) 10-40 (aérea – equipamen to de aplicação: aeronaves agrícolas) | 1 | Aplicação em pós-plantio da cultura e pré-emergência das plantas infestantes. Estas doses são recomendadas para solos pesados |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Capim-colonião Panicum maximum | |||||
Capim-custódio Pennisetum setosum | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | |||||
Caruru-roxo Amaranthus hybridus | |||||
Cheirosa Hyptis suaveolens | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Desmódio Desmodium tortuosum | |||||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Erva-palha Blainvillea latifolia | |||||
Falsa-serralha Emília sonchifolia | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia |
Joá-de-capote Nicandra physaloides | |||||
Maria-pretinha Solanum americanum | |||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | |||||
Poaia-branca Richardia brasiliensis | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Trapoeraba* Commelina benghalensis | 0,40-0,60 | Para solos leves e médios, a recomendação de SUNZONE em pré- emergência e no plantio convencional. | |||
Amendoim-bravo* Euphorbia heterophylla | 0,80 | ||||
Caruru-roxo* Amaranthus hybridus | 0,80 |
(*) Recomendado somente para solos leves e médio.
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | Dose p.c. (L/ha) | Volume de Calda L/ha | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
SOJA (desseca- ção) | Trapoeraba Commelina benghalensis | 0,2 – 0,4 | 250 - 300 (terrestre – equipamento de aplicação: pulverizador es costais ou tratorizado com barras) 10 – 40 (aérea – equipamento de aplicação: aeronaves agrícolas) | 1 | Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes (dessecação) antes do plantio da cultura da soja. Aplicar quando as plantas infestantes estiverem no máximo com 6 a 8 folhas e porcentagem de cobertura do solo até 20% a 35%, respectivamente |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia |
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | Dose p.c. (L/ha) | Volume de Calda L/ha | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
CAFÉ | Capim-colchão Digitaria horizontalis | 1,4 | 200-400 (terrestre – equipamento de aplicação: pulverizador es costais ou tratorizado com barras) | 1 | Aplicação em pré- emergência das plantas infestantes em caffeiros adultos com jato dirigido para o solo. |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Tiririca Cyperus rotundus | |||||
Losna-branca Parthenium hysterophorus | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Caruru Amaranthus viridis |
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | Dose p.c. (L/ha) | Volume de Calda L/ha | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
CITROS | Caruru Amaranthus retroflexus | 1,2 – 1,4 | 200-400 (terrestre – equipamento de aplicação: pulverizador es costais ou tratorizado com barras) | 1 | Aplicação em pré- emergência das plantas infestantes em cítricos adultos, com jato dirigido para o solo. |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Grama-seda Cynodon dactvton | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Picão-preto Bidens pilosa |
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | Dose p.c. (L/ha) | Volume de Calda L/ha | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
FUMO | Capim-papua Brachiaria plantaginea | 0,80 | 100 – 200 (terrestre – equipamento de aplicação: pulverizador es costais ou tratorizado com barras) | 1 | Aplicação em pré-emergência no pré-plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entrelinha da cultura. O produto SUNZONE é recomendado para a cultura do fumo somente em solos leves e médios. *Tiririca e Leiteiro: Usar a dose de 1,0L/ha para alta infestação, na Aplicação na entrelinhas. A aplicação poderá ser feita de duas formas: Na linha de plantio, sobre o camalhão, 1 dia antes do Transplante das mudas do fumo, em uma faixa de 50 cm. Poderá ocorrer injúria |
Leiteiro* Euphorbia heterophylla | |||||
Poiaia-branca Richardia brasiliensis | 0,60 – 0,80 | ||||
Tiririca* Cyperus rotundus | |||||
Caruru-roxo Amaranthus hybridus | 0,60 |
leve na cultura no período próximo à aplicação do produto, Quando aplicado sobre o camalhão em pré-plantio, mas com recuperação da cultura entre 15 a 30 dias após a aplicação. Na entrelinha de plantio, logo após o último cultivo; em pré-emergência das plantas infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60cm, evitando o contato do produto com as plantas de fumo para não haver injúria. plantio, logo após o último cultivo; em pré- emergência da plantas infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60cm, evitando o contato do produto com as plantas de fumo par não haver injúria. |
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | Dose p.c. (L/ha) | Volume de Calda L/ha | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
ABACAXI | Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,2 – 1,4 | Terrestre 200 (pulverizado- res costais ou tratorizados, com barra | 1 | Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes e em pós-plantio da cultura, através jato dirigido nas entrelinhas. |
Beldroega Portulaca oleracea | 1,2 | ||||
Capim favorito* Rhvnchelitrum roseum | 0,80 – 1,2 |
*O produto SUNZONE é recomendado para o controle de Capim-favorito somente em solo leve e médio.
Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas indicadas nos quadros anteriores.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Rhynchelytrum repens | capim-favorito, capim-gafanhoto, capim-molambo | Ver detalhes |
| Café | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Panicum maximum | capim-colonião, capim-coloninho (1), capim-guiné | Ver detalhes |
| Citros | Cynodon dactylon | capim-da-cidade, capim-de-burro (1), grama-bermuda | Ver detalhes |
| Fumo | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
| Soja | Panicum maximum | capim-colonião, capim-coloninho (1), capim-guiné | Ver detalhes |
Além das recomendações acima para as culturas indicadas, levar em consideração que o solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem. Como todos os herbicidas, o SUNZONE necessita de umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle de plantas daninhas.
No preparo da calda adicionar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar SUNZONE na dose previamente determinada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto faz-se necessário usar o agitador continuamente durante a pulverização. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá haver danos à cultura.
PREPARO DE CALDA:
O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Adicionar o adjuvante à calda após o produto e observar o estágio fenológico da cultura conforme as recomendações descritas no item acima CULTURAS, PLANTAS DANINHAS e DOSES. Para os menores volumes de aplicação, não exceder a concentração de 0,6% v/v da calda ou a recomendação descrita na bula do adjuvante. Condições
desfavoráveis de temperatura e umidade podem agravar o risco de fitoxicidade a cultura (vide item CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS).
- Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e a altura da barra de 30-50 cm. Recomenda-se aplicar em dias com baixa velocidade de ventos, com pressão não maior que 40 lb/pol2 e volume de água de 250 a 300 L/ha em soja e 300 a 400 L/ha em cana-de-açúcar, 100 a 200 L/ha em fumo e 200 Uha em abacaxi.
Densidade de gotas: 40 - 80 gotas/cm2 DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200 - 300 micra.
Recomendada aplicação aérea para as culturas de SOJA e CANA-DE-AÇÚCAR. Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis.
A aplicação pode ser também via aérea nas seguintes condições:
Volume: 10 a 40 L/há
Temperatura: abaixo de 30°C
UR: acima de 50%
Velocidade média do vento: 3 a 10 km/hora
Pressão: 30 psi
Bicos: D8-45
-Ângulo da barra: 135° (frente) ou 45º (atrás)
Faixa de deposição: 15 m
Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal.
Lavagem do equipamento de aplicação:
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1 % (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d'água, nascentes ou plantas úteis.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repita o passo 3.
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30oC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de duas (2) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do engenheiro agrônomo da região.
O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Abacaxi. 60 dias
Cana-de-açucar. ( 1 )
Café. 130 dias
Citros. 200 dias
Fumo U.N.A
Soja ( 1 )
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
U. N.A.: Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual
(EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | Dose p.c. (L/ha) | Volume de Calda L/ha | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
CANA-DE- AÇUCAR | Tiririca Cvperus rotundus | 1,6 | 300 – 400 (terrestre – equipamento de aplicação: pulverizadores costais ou tratorizado com barras) 10 – 40 (aérea – equipamento de aplicação: aeronaves agrícolas) | 1 | Aplicar em pós-plantio da cultura e em pré- emergência das plantas infestantes e da cultura. |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,2 | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Capim-colonião Panicum maximum | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Guanxuma-branca Sida qlaziovii | |||||
Poaia-branca Richardia brasiliensis | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Leiteiro Euphorbia heterophylla |
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | Dose p.c. (L/ha) | Volume de Calda L/ha | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
SOJA | Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 1,2 | 250 – 300 (terrestre – equipamen to de aplicação: pulverizad ores costais ou tratorizado com barras) 10-40 (aérea – equipamen to de aplicação: aeronaves agrícolas) | 1 | Aplicação em pós-plantio da cultura e pré-emergência das plantas infestantes. Estas doses são recomendadas para solos pesados |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Capim-colonião Panicum maximum | |||||
Capim-custódio Pennisetum setosum | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | |||||
Caruru-roxo Amaranthus hybridus | |||||
Cheirosa Hyptis suaveolens | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Desmódio Desmodium tortuosum | |||||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Erva-palha Blainvillea latifolia | |||||
Falsa-serralha Emília sonchifolia | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Joá-de-capote Nicandra physaloides | |||||
Maria-pretinha Solanum americanum | |||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | |||||
Poaia-branca Richardia brasiliensis | |||||
Picão-preto Bidens pilosa |
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Trapoeraba* Commelina benghalensis | 0,40-0,60 | Para solos leves e médios, a recomendação de SURRENA, SETAZONE, SUNWISE, TRITONE em pré-emergência e no plantio convencional. | |||
Amendoim-bravo* Euphorbia heterophylla | 0,80 | ||||
Caruru-roxo* Amaranthus hybridus | 0,80 |
(*) Recomendado somente para solos leves e médio.
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | Dose p.c. (L/ha) | Volume de Calda L/ha | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
SOJA (desseca- ção) | Trapoeraba Commelina benghalensis | 0,2 – 0,4 | 250 - 300 (terrestre – equipamento de aplicação: pulverizador es costais ou tratorizado com barras) 10 – 40 (aérea – equipamento de aplicação: aeronaves agrícolas) | 1 | Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes (dessecação) antes do plantio da cultura da soja. Aplicar quando as plantas infestantes estiverem no máximo com 6 a 8 folhas e porcentagem de cobertura do solo até 20% a 35%, respectivamente |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | Dose p.c. (L/ha) | Volume de Calda L/ha | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
CAFÉ | Capim-colchão Digitaria horizontalis | 1,4 | 200-400 (terrestre – equipamento de aplicação: pulverizador es costais ou tratorizado com barras) | 1 | Aplicação em pré- emergência das plantas infestantes em caffeiros adultos com jato dirigido para o solo. |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Tiririca Cyperus rotundus | |||||
Losna-branca Parthenium hysterophorus | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | Dose p.c. (L/ha) | Volume de Calda L/ha | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
CITROS | Caruru Amaranthus retroflexus | 1,2 – 1,4 | 200-400 (terrestre – equipamento de aplicação: pulverizador es costais ou tratorizado com barras) | 1 | Aplicação em pré- emergência das plantas infestantes em cítricos adultos, com jato dirigido para o solo. |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Grama-seda Cynodon dactvton | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Picão-preto Bidens pilosa |
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | Dose p.c. (L/ha) | Volume de Calda L/ha | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
FUMO | Capim-papua Brachiaria plantaginea | 0,80 | 100 – 200 (terrestre – equipamento de aplicação: pulverizador es costais ou tratorizado com barras) | 1 | Aplicação em pré-emergência no pré-plantio das mudas de fumo e no pós-plantio em jato dirigido na entrelinha da cultura. O produto SURRENA, SETAZONE, SUNWISE, TRITONE é recomendado para a cultura do fumo somente em solos leves e médios. *Tiririca e Leiteiro: Usar a dose de 1,0L/ha para alta infestação, na Aplicação na entrelinhas. A aplicação poderá ser feita de duas formas: Na linha de plantio, sobre o camalhão, 1 dia antes do Transplante das mudas do fumo, em uma faixa de 50 cm. Poderá ocorrer injúria leve na cultura no período próximo à aplicação do produto, Quando aplicado sobre o camalhão em pré-plantio, mas com recuperação da cultura entre 15 a 30 dias após a aplicação. Na entrelinha de plantio, logo após o último cultivo; em pré-emergência das plantas infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60cm, evitando o contato do produto com as plantas de fumo para não haver injúria. plantio, logo após o último cultivo; em pré- emergência da plantas infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60cm, evitando o contato do produto com as plantas de fumo par não haver injúria. |
Leiteiro* Euphorbia heterophylla | |||||
Poiaia-branca Richardia brasiliensis | 0,60 – 0,80 | ||||
Tiririca* Cyperus rotundus | |||||
Caruru-roxo Amaranthus hybridus | 0,60 |
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | Dose p.c. (L/ha) | Volume de Calda L/ha | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
ABACAXI | Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,2 – 1,4 | Terrestre 200 (pulverizado- res costais ou tratorizados, com barra | 1 | Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes e em pós-plantio da cultura, através jato dirigido nas entrelinhas. |
Beldroega Portulaca oleracea | 1,2 | ||||
Capim favorito* Rhvnchelitrum roseum | 0,80 – 1,2 |
*O produto SURRENA, SETAZONE, SUNWISE, TRITONE é recomendado para o controle de Capim-favorito somente em solo leve e médio.
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | Dose p.c. (L/ha) | Volume de Calda L/ha | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
EUCALIPTO | Capim-pé-de- galinha Eleusine indica | 0,8 L/ha | 100 – 300 L/ha | 1 | Época: Aplicação deverá ser realizada em pré-emergência das plantas infestantes, e podendo ser em pré ou pós- plantio das mudas. A aplicação pré-plantio das mudas deve ser realizada em faixa sobre a linha de plantio. Já a aplicação pós-plantio das mudas, deverá ser realizada através de jato dirigido, procurando evitar a parte aérea das plantas Na aplicação tópica sobre a muda, podem ocorrer “queimas” localizadas, onde houver contato do produto com as folhas ou brotações, mas com recuperação rápida sem afetar o desenvolvimento da planta e sua produtividade. |
Caruru-branco Amaranthus hybridus | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Joá-de-capote Nicandra physaloides | |||||
Erva-de-bicho Solanum americanum | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 0,9 L/ha | ||||
Erva-palha Blainvillea latifolia | |||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | |||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | |||||
Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 1,0 L/ha | ||||
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Capim-colonião Panicum maximum |
Capim-custódio Pennisetum setosum | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Carrapicho-de- carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Erva-quente Spermacoce latifolia | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Poaia-branca Richardia brasiliensis | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Tiririca Cyperus rotundus | 1,2 – 1,6 L/ha | ||||
Carrapicho rasteiro Acanthospermum australe | 1,0 – 1,2 L/ha | ||||
Cheirosa Hyptis suaveolens | 1,2 L/ha | ||||
Desmodio Desmodium tortuosum |
Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas indicadas nos quadros anteriores.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Café | Parthenium hysterophorus | coentro-do-mato, fazendeiro (1), losna-branca | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Sida glaziovii | guanxuma-branca, malva-guaxima, mata-pasto (3) | Ver detalhes |
| Citros | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Fumo | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Soja | Pennisetum setosum | capim-avião, capim-custódio, capim-mandante | Ver detalhes |
Além das recomendações acima para as culturas indicadas, levar em consideração que o solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem. Como todos os herbicidas, o SURRENA, SETAZONE, SUNWISE, TRITONE necessita de umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle de plantas daninhas.
No preparo da calda adicionar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar SURRENA, SETAZONE, SUNWISE, TRITONE na dose previamente determinada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto faz-se necessário usar o agitador continuamente durante a pulverização. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá haver danos à cultura.
PREPARO DE CALDA:
O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Adicionar o adjuvante à calda após o produto e observar o estágio fenológico da cultura conforme as recomendações descritas no item acima CULTURAS, PLANTAS DANINHAS e DOSES. Para os menores volumes de aplicação, não exceder a concentração de 0,6% v/v da calda ou a recomendação descrita na bula do adjuvante. Condições desfavoráveis de temperatura e umidade podem agravar o risco de fitoxicidade a cultura (vide item CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS).
SURRENA, SETAZONE, SUNWISE, TRITONE pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores costais ou tratorizados, com barras providas de bicos de média/alta vazão (1,5 L/min), tais como Teejet leque 110.04, XR Teejet 110.04, Albuz leque 100.04, Fulljet.
- Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e a altura da barra de 30-50 cm. Recomenda-se aplicar em dias com baixa velocidade de ventos, com pressão não maior que 40 lb/pol2 e volume de água de 250 a 300 L/ha em soja e 300 a 400 L/ha em cana-de-açúcar, 100 a 200 L/ha em fumo e 200 Uha em abacaxi.
Densidade de gotas: 40 - 80 gotas/cm2 DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200 - 300 micra.
Recomendada aplicação aérea para as culturas de SOJA e CANA-DE-AÇÚCAR. Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis.
A aplicação pode ser também via aérea nas seguintes condições:
Volume: 10 a 40 L/há
Temperatura: abaixo de 30°C
UR: acima de 50%
Velocidade média do vento: 3 a 10 km/hora
Pressão: 30 psi
Bicos: D8-45
-Ângulo da barra: 135° (frente) ou 45º (atrás)
Faixa de deposição: 15 m
Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal.
Lavagem do equipamento de aplicação:
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1 % (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d'água, nascentes ou plantas úteis.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repita o passo 3.
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30oC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de duas (2) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do engenheiro agrônomo da região.
O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Abacaxi. 60 dias
Cana-de-açucar. ( 1 )
Café. 130 dias
Citros. 200 dias
Fumo e Eucalipto U.N.A
Soja ( 1 )
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
U. N.A.: Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual
(EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
TÍTULO é um herbicida sistêmico de ação seletiva condicional do grupo químico das triazolonas, indicado para pulverização nas culturas de abacaxi, café, cana-de-açúcar, citros, fumo e soja.
APLICAÇÃO EM PÓS-PLANTIO E PRÉ-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS INFESTANTES:
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | DOSES | Volume de Calda terrestre (L/ha) | Número, Época e Intervalo de Aplicação | |
Kg i.a/ha | L p.c./ha | ||||
CANA-DE- AÇUCAR | Tiririca Cvperus rotundus | 0,8 | 1,6 | 300 – 400 (terrestre) 20 – 40 (aérea) | Aplicação única em pós- plantio da cultura e em pré- emergência das plantas infestantes. |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 0,6 | 1,2 | |||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Capim-colonião (sementes) Panicum maximum | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Guanxuma-branca Sida qfaziovii | |||||
Poaia-branca Richardia brasiliensis | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Leiteiro Euphorbia heterophylla | |||||
APLICAÇÃO EM SOLOS PESADOS, EM PÓS-PLANTIO E PRÉ-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS INFESTANTES:
TÍTULO pode ser aplicado em pré-emergência tanto para o sistema convencional como de plantio direto seguindo as recomendações abaixo:
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | DOSES | Volume de Calda | No máximo de aplicação por ciclo da cultura | |
Kg i.a/ha | L p.c./ha | ||||
Capim-arroz Echinochloa crusoalli | |||||
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Capim-colonião (sementes) Panicum maximum | |||||
Capim-custódio Pennisetum setosum | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
SOJA | Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | 0,6 | 1,2 | 250 – 300 (terrestre) 10-40 (aérea) | Aplicação única em pré- emergência das plantas infestantes e da cultura, no pós-plantio, tanto no sistema convencional como no plantio direto. |
Caruru-roxo Amaranthus hybridus | |||||
Cheirosa Hyptis suaveolens | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | . | ||||
Desmódio Desmodium tortuosum | |||||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Erva-palha Blainvillea latifolia | |||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Joá-de-capote Nicandra physaloides | |||||
Maria-pretinha Solanum americanum | |||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | |||||
Poaia-branca Richardia brasiliensis | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Observação:
As doses acima são recomendadas para solos pesados. Não utilizar TÍTULO doses acima recomendadas em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura.
O TÍTULO, na cultura da soja, pode ser aplicado tanto no sistema convencional de cultivo como no sistema de plantio direto. No plantio direto deverá ser aplicado para controlar as seguintes plantas daninhas: 1) Capim-braquiária (Brachiaria decumbens), 2) Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea), 3) Capim-colchão (Digitaria horizontalis), 4) Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla), 5) Guanxuma (Sida rhombifolia), 6) Corda-deviola (Jpomoea grandifolia), observando a seguinte sequência: 1) Dessecação de plantas daninhas (manejo químico), 2) Plantio e 3) Aplicação de TÍTULO, sempre na dose de 1,2 l/ha.
APLICAÇÃO EM SOLOS LEVES, EM PRÉ-EMERGÊNCIA E NO PLANTIO CONVENCIONAL:
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | DOSES | Volume de Calda | No máximo de aplicação por ciclo da cultura | |
Kg i.a/ha | L p.c./ha | ||||
SOJA | Trapoeraba (*) Commelina benghalensis | 0,20-0,30 | 0,40-0,60 | 250 – 300 (terrestre) 10-40 (aérea) | Aplicação única em pré- emergência das plantas infestantes e da cultura. Aplicação no plantio convencional deve ser realizada somente para solos leves. TÍTULO aplicado na pós- emergência da soja causará danos à cultura. |
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 0,40 | 0,80 | |||
Caruru-roxo Amaranthus hybridus | |||||
APLICAÇÃO EM PÓS-EMERGÊNCIA TOTAL DAS PLANTAS INFESTANTES (DESSECAÇÃO), ANTES DO PLANTIO DA CULTURA:
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | DOSES | Volume de Calda | No máximo de aplicação por ciclo da cultura | |
Kg i.a/ha | L p.c./ha | ||||
250 – 300 (terrestre) 10-40 (aérea) | Aplicação em pós- emergência das plantas infestantes (dessecação) antes do plantio da cultura da soja. Aplicar quando as plantas infestantes estiverem no máximo com 6 a 8 folhas e porcentagem de cobertura do solo até 20% a 35%, respectivamente | ||||
SOJA | Trapoeraba Commelina benghalensis | 0,1 – 0,2 | 0,2 – 0,4 | ||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
APLICAÇÃO EM PRÉ-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS INFESTANTES, EM JATO DIRIGIDO:
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | DOSES | Volume de Calda L/ha | Época e Intervalo de aplicação e no máximo de aplicação | |
Kg i.a/ha | L p.c./ha | ||||
CITROS | Caruru Amaranthus retroflexus | 0,6 – 0,7 | 1,2 – 1,4 | 200-400 (Terrestre) | Aplicação única na pré- emergência das plantas infestantes em jato dirigido. |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Grama-seda Cynodon dactvton | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
CAFÉ | Capim-colchão Digitaria horizontalis | 0,7 | 1,4 | ||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Tiririca Cyperus rotundus | |||||
Losna-branca Parthenium hysterophorus | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Observação:
Aplicar TÍTULO nestas doses, em pré-emergência das plantas daninhas, em cafeeiros e cítricos adultos em jato dirigido para o solo.
APLICAÇÃO EM PRÉ-EMERGÊNCIA NO PRÉ-PLANTIO DAS MUDAS DE FUMO E NO PÓS-PLANTIO EM JATO DIRIGIDO NA ENTRELINHA DA CULTURA:
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | DOSES | Volume de calda L/ha | Época e Intervalo de aplicação e no máximo de aplicação | |
Kg i.a/ha | L p.c./ha | ||||
Capim-papua | 0,40 | 0,80 | |||
Brachiaria plantginea | Aplicação em pré- | ||||
Poiaia-branca Richardia brasiliensis | 0,30 – 0,40 | 0,60 – 0,80 | emergência no pré- plantio das mudas de fumo e no pós-plantio | ||
FUMO | Caruru-roxo Amaranthus hybridus | 0,30 | 0,60 | 100 – 200 (Terrestre) | em jato dirigido na entrelinha da cultura. Aplicar somente em |
solos leves e médios. | |||||
Tiririca Cyperus rotundus | 0,30 – 0,40 | 0,60 – 0,80 | As doses baixas devem ser utilizadas em solos leves e as maiores em | ||
Leiteiro Euphorbia Heterophyla | 0,40 | 0,80 | solos médios. | ||
A aplicação para a cultura do fumo pode ser feita de duas formas:
Na linha de plantio, sobre o camalhão, 1 dia antes do transplante das mudas do fumo, em uma faixa de 50 cm. Pode ocorrer injúria leve na cultura do fumo no período próximo a aplicação do produto, quando aplicado sobre o camalhão em pré-plantio; entretanto a recuperação da cultura acontece entre 15 a 30 dias após a aplicação.
Na entrelinha de plantio, logo após o último cultivo; em pré-emergência das plantas infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60 cm, evitando o contato do produto com as plantas de fumo para não haver injúria.
As doses baixas devem ser utilizadas em solos leves e as doses maiores devem ser utilizadas para os solos médios.
Época e | |||||
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | DOSES | Volume de Calda L/ha | Intervalo de aplicação e no máximo de | |
Kg i.a/ha | L p.c./ha | ||||
aplicação | |||||
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 0,60 – 0,70 | 1,2 – 1,4 | |||
Beldroega Portulaca oleracea | 0,60 | 1,2 | |||
Aplicação única | |||||
em pré- | |||||
emergência das | |||||
plantas | |||||
ABACAXI | 200 (terrestre) | infestantes, em | |||
pós-plantio da | |||||
cultura, através | |||||
Capim-favorito (***) Rhvnchelitrum roseum | 0,40 – 0,60 | 0,80 – 1,2 | jato dirigido nas entrelinhas. | ||
(***) O produto TÍTULO é recomendado para o controle de Capim-favorito somente em solo leve e médio.
Culturas | Alvo biológico Nome comum/Científico | Dose p.c. (L/ha) | Volume de Calda L/ha | Nº Máximo de Aplicações | Época e Intervalo de aplicação |
EUCALIPTO | Capim-pé-de- galinha Eleusine indica | 0,8 L/ha | 100 – 300 L/ha | 1 | Época: Aplicação deverá ser realizada em pré-emergência das plantas infestantes, e podendo ser em pré ou pós- plantio das mudas. A aplicação pré-plantio das mudas deve ser realizada em faixa sobre a linha de plantio. Já a aplicação pós-plantio das mudas, deverá ser realizada através de jato dirigido, procurando evitar a parte aérea das plantas Na aplicação tópica sobre a muda, podem ocorrer “queimas” localizadas, onde houver contato do produto com as folhas ou brotações, mas com recuperação rápida sem afetar o desenvolvimento da planta e sua produtividade. |
Caruru-branco Amaranthus hybridus | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Joá-de-capote Nicandra physaloides | |||||
Erva-de-bicho Solanum americanum | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 0,9 L/ha | ||||
Erva-palha Blainvillea latifolia | |||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | |||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | |||||
Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 1,0 L/ha | ||||
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Capim-colonião Panicum maximum | |||||
Capim-custódio Pennisetum setosum | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Carrapicho-de- carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Erva-quente Spermacoce latifolia | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia |
Poaia-branca Richardia brasiliensis | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Tiririca Cyperus rotundus | 1,2 – 1,6 L/ha | ||||
Carrapicho rasteiro Acanthospermum australe | 1,0 – 1,2 L/ha | ||||
Cheirosa Hyptis suaveolens | 1,2 L/ha | ||||
Desmodio Desmodium tortuosum |
Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas daninhas indicadas nos quadros anteriores.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Café | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Citros | Amaranthus retroflexus | bredo (5), caruru (4), caruru-áspero | Ver detalhes |
| Eucalipto | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Fumo | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Soja | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
Além das recomendações acima para as culturas indicadas, levar em consideração que o solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem. Como todos os herbicidas, o TÍTULO necessita de umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle de plantas daninhas.
No preparo da calda adicionar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar TÍTULO na dose previamente determinada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto faz-se necessário usar o agitador continuamente durante a pulverização. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá haver danos à cultura.
PREPARO DE CALDA:
O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Adicionar o adjuvante à calda após o produto e observar o estágio fenológico da cultura conforme as recomendações descritas no item acima CULTURAS, PLANTAS DANINHAS e DOSES. Para os menores volumes de aplicação, não exceder a concentração de 0,6% v/v da calda ou a recomendação descrita na bula do adjuvante. Condições desfavoráveis de temperatura e umidade podem agravar o risco de fitoxicidade a cultura (vide item CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS).
TÍTULO pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores costais ou tratorizados, com barras providas de bicos de média/alta vazão (1,5 L/min), tais como Teejet leque 110.04, XR Teejet 110.04, Albuz leque 100.04, Fulljet.
Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e a altura da barra de 30-50 cm. Recomenda-se aplicar em dias com baixa velocidade de ventos, com pressão não maior que 40 lb/pol2 e volume de água de 250 a 300 L/ha em soja e 300 a 400 L/ha em cana-de-açúcar, 100 a 200 L/ha em fumo, 200 a 400 L/ha em citros e café, e 200 L/ha em abacaxi.
Densidade de gotas: 40 - 80 gotas/cm2 DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200 - 300 micra
A aplicação pode ser também via aérea nas seguintes condições:
Volume: 40 L/ha
Pressão: 30 psi
Bicos: D8-45
-Ângulo da barra: 135° (frente) ou 45º (atrás)
Altura do vôo: 5 m
Faixa de deposição: 15 m
Recomendada aplicação aérea para as culturas de SOJA e CANA-DE-AÇÚCAR. Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Regular o equipamento
visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis.
A aplicação pode ser também via aérea nas seguintes condições:
Volume: 10 a 40 L/ha
Temperatura: abaixo de 30°C
UR: acima de 50%
Velocidade média do vento: 3 a 10 km/hora
Pressão: 30 psi
Bicos: D8-45
-Ângulo da barra: 135° (frente) ou 45º (atrás)
Faixa de deposição: 15 m
Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal.
Lavagem do equipamento de aplicação:
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1 % (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d'água, nascentes ou plantas úteis.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repita o passo 3.
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30oC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de duas (2) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do engenheiro agrônomo da região.
O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Abacaxi. 60 dias
Cana-de-açucar. ( 1 )
Café. 130 dias
Citros. 200 dias
Fumo e Eucalipto U.N.A
Soja ( 1 )
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
U. N.A.: Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual
(EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CANA-DE-AÇÚCAR | ||||||
Dose p.c. (g/ha) | Nº Máximo | |||||
Nome Comum | Nome Científico | Solo Leve (1) | Solo Médio | Solo Pesado | de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
PÓS EMERGÊNCIA | ||||||
Beldroega | Portulaca oleracea | 350 a 450 | ||||
Bredo-rasteiro, caruru | Amaranthus deflexus | (1) O produto não deve ser utilizado em cana- planta em condições de solo leve | ||||
Campainha, corriola, corda-de-viola | Ipomoea purpurea | |||||
Capim-colchão, capim-de- roça, capim-milhã | Digitaria horizontalis | 350 a 450 | 350 a 450 | |||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | |||||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | |||||
Guanxuma, relógio, mata- pasto | Sida rhombifolia | |||||
Trapoeraba, marianinha | Commelina benghalensis | |||||
PRÉ-EMERGÊNCIA | ||||||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | - | 300 a 400 | - | ||
Beldroega | Portulaca oleracea | 200 a 300 | 300 a 400 | 400 a 500 | ||
Braquiária, capim- braquiária | Brachiaria decumbens | 200 a 300 | - | - | ||
Bredo, caruru, caruru- áspero | Amaranthus retroflexus | - | 300 a 400 | - | 250 a 600 (aplicação terrestre) 30 a 40 (aplicação aérea)* *Realizar aplicação aérea somente em pré-emergência a da cultura da cana-de- açúcar | |
Bredo, caruru- branco, caruru-roxo | Amaranthus hybridus | - | 300 a 400 | - | 1 | |
Bredo-rasteiro, caruru | Amaranthus deflexus | 200 a 300 | - | 400 a 500 | ||
Campainha, corriola, corda-de-viola | Ipomoea purpurea | - | - | 400 a 500 | ||
Capim-colchão, capim-de- roça, capim-milhã | Digitaria horizontalis | 200 a 300 | 300 a 400 | 400 a 500 | ||
Capim-colonião | Panicum maximum | - | 300 a 400 | 400 a 500 | ||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 200 a 300 | 300 a 400 | |||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 200 a 300 | - | - | ||
Carrapichinho, carrapicho- rasteiro | Acanthospermum australe | - | - | 400 a 500 | ||
Erva-de-lagarto, erva- quente | Spermacoce latifolia | - | 300 a 400 | - | ||
Fazendeiro, Losna-branca | Parthenium hysterophorus | - | 300 a 400 | - | ||
Fedegoso-branco, mata- pasto | Senna obtusifolia | - | 300 a 400 | - | ||
Guanxuma, malva- branca | Sida cordifolia | 200 a 300 | - | 400 a 500 | ||
Guanxuma-branca, malva- guaxima | Sida glaziovii | 200 a 300 | 300 a 400 | - | ||
Guanxuma, relógio, mata- pasto | Sida rhombifolia | - | 300 a 400 | 400 a 500 | ||
Trapoeraba, marianinha | Commelina benghalensis | - | 300 a 400 | - | ||
Número, época e intervalo de aplicação: Pós-emergência: deve ser aplicado antes da emergência da cultura, até o estádio de “esporão” (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas infestantes ou do solo, recomenda-s a aplicação em jato dirigido com pingente, a fim de se evitar o efeito “guarda- chuva”. Para controle de plantas infestantes em áreas infestadas por capim-marmelada (Brachiaria plantaginea), a aplicação deve ser feita quando as chuvas estiverem regulares. Pré-emergência: na aplicação em pré- emergência o solo deve estar bem preparado, úmido, livre de torrões e restos de culturas. TOKEN pode também ser aplicado em condições de baixa umidade do solo (“meia- seca”) quando em um período ao redor de 2 semanas as chuvas se tornarem regulares e ocorrer o fecha-mento da cana-de-açúcar. | ||||||
Nota: Dose p.c. – Dose de produto comercial
As maiores doses devem ser utilizadas quando o solo apresentar alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas daninhas.
As menores doses, próximas a 200 gramas/ha, devem ser aplicadas em condições de solos arenosos. Quando do uso em pós- emergência das ervas, usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante. A aplicação deveser feita quando as plantas infestantes atingirem até 10 cm de altura (folhas largas) e até antes do perfilhamento (gramíneas), quando estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo, sob condições de alta umidade (70%) e temperatura acima de 21ºC.
Em caso de ameaça de chuva, suspender a aplicação. Caso ocorram chuvas nas primeiras 6 horas após a aplicação a eficiência do produto pode diminuir.
Tanto no caso de aplicação em pós-emergência como em pré-emergência, a uniformidade da calda e a boa cobertura das ervas e/ou solo são fundamentais para se obter um bom controle das invasoras.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
Equipamentos: pulverizador costal ou tratorizado de barra, com pressão constante (15 a 50 lb/pol²), variando conforme tipo de pulverizador e bicos utilizados.
Altura da barra: deve permitir boa cobertura do solo e/ou plantas infestantes. Observar que a barra em toda sua extensão esteja na mesma altura.
Tipos de bico: na pré-emergência, usar pontas de jato plano (ex.: Teejet, XR Teejet, DG Teejet ou Turbo Floodjet); na pós-emergência, usar pontas de jato plano (XR Teejet, Twinjet, Turbo Floodjet), de acordo com as recomendações do fabricante.
Volume de aplicação: 250 a 600 L de calda/ha em pré-emergência e pós-emergência das plantas daninhas e da cultura. Utilizar maiores volumes de calda de acordo com a infestação, espécies deplantas daninhas e porte da cultura.
Equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos.
Tipo de bicos: cônicos D8, D10 ou D12, core 45, ou atomizadores de tela rotativa (Micronair).
Volume de aplicação: 30 a 40 L de calda/há, em função do tipo de ponta escolhida.
Ângulo dos bicos em relação à direção de voo: de acordo com o equipamento e aeronave utilizados, e das condições climáticas no momento da aplicação.
Altura de voo: 3 a 5 metros sobre o alvo.
Largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar umacobertura uniforme. Ensaios para a determinação da dimensão mais adequada da faixa de deposição efetiva devem ser realizados localmente.
Evitar a sobreposição das faixas de aplicação.
Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Seguir as restrições existentes na legislação pertinente.
Condições climáticas: Temperatura: inferior a 25ºC. Umidade relativa: superior a 70%.
Velocidade do vento: superior a 5 km/h e inferior a 10 km/h.
O abastecimento do tanque pulverizador deve ser feito enchendo o tanque com água até 1/3 da sua capacidade, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionando o produto, completando, por fim, o volume com água. Caso indicado, o espalhante deve ser o último produto a ser adicionado à calda. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após a sua preparação. Caso ocorra algum imprevisto que interrompa a agitação do produto, possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agite vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
Nota: Antes da aplicação de TOKEN, o equipamento de pulverização deve estar limpo e bem conservado, procedendo então a calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto.
Antes da aplicação, verificar se o equipamento está limpo e bem conservado.
Após a aplicação com o TOKEN, o equipamento de aplicação deverá ser lavado imediatamente, para evitar a formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, torna a limpeza mais difícil. A não lavagem ou mesmo a lavagem inadequada do pulverizador pode resultar em danos às culturas em aplicações subsequentes. Este procedimento deveráser feito longe de nascentes, fontes de água e de plantas úteis. Para a sua realização, siga os seguintes passos:
Esvaziar o equipamento de pulverização. Enxaguar completamente o pulverizador e fazer circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores. No caso da existência de depósitos do produto, os mesmos devem ser soltos e removidos. O material resultante desta operação deve ser pulverizado na área tratada com o produto.
Completar o pulverizador com água limpa e circular a solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligar a barra e encher o tanque com água limpa. Circular pelo sistema de pulverização durante 15 minutos. Circular pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvaziar o tanque na área tratada com o produto.
Completar novamente o pulverizador com água limpa e adicionar amoníaco de uso doméstico (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro para cada 100 litros de água). Circular a solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligar a barra e encher o tanque com água limpa e circular pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circular então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvaziar o tanque em local que não atinja corpos d'água, nascentes ou plantas úteis.
Remover e limpar os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repetir o passo 3.
Enxaguar completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa por, pelo menos, 3 vezes.
Limpar tudo que estiver associado ao pulverizador, inclusive o material utilizado no enchimento do tanque. Tomar todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpar o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descartar a água remanescente da lavagem eresíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos esses fatores quando da decisãode aplicar.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle. A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas e infestação podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade, e Inversão térmica.
se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Cana-de-açúcar | 150 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CANA-DE-AÇÚCAR | ||||||
Nome Comum | Nome Científico | Dose p.c. (g/ha) | Nº Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | ||
Solo Leve (1) | Solo Médio | Solo Pesado | ||||
PÓS EMERGÊNCIA DAS PLANAS INFESTANTES | 1 | 250 a 600 (aplicação terrestre) 30 a 40 (aplicação aérea) Realizar aplicação aérea somente em pré- emergência da cultura da cana-de-açúcar | ||||
Beldroega | Portulaca oleracea | 350 a 450 (1)O produto não deve ser utilizado em cana- planta em condições de solo leve | 350 a 450 | 350 a 450 | ||
Bredo-rasteiro, caruru | Amaranthus deflexus | |||||
Campainha, corriola, corda-de-viola | Ipomoea purpurea | |||||
Capim-colchão, capim- de-roça, capim-milhã | Digitaria horizontalis | |||||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | |||||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | |||||
Guanxuma, relógio, mata-pasto | Sida rhombifolia | |||||
Trapoeraba, marianinha | Commelina benghalensis | |||||
PRÉ-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS INFESTANTES | ||||||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | - | 300 a 400 | - | ||
Beldroega | Portulaca oleracea | 200 a 300 | 300 a 400 | 400 a 500 | ||
Braquiária, capim- braquiária | Brachiaria decumbens | 200 a 300 | - | - | ||
Bredo, caruru, caruru- áspero | Amaranthus retroflexus | - | 300 a 400 | - | ||
Bredo, caruru-branco, caruru-roxo | Amaranthus hybridus | - | 300 a 400 | - | ||
Bredo-rasteiro, caruru | Amaranthus deflexus | 200 a 300 | - | 400 a 500 | ||
Campainha, corriola, corda-de-viola | Ipomoea purpurea | - | - | 400 a 500 | ||
Capim-colchão, capim- de-roça, capim-milhã | Digitaria horizontalis | 200 a 300 | 300 a 400 | 400 a 500 | ||
Capim-colonião | Panicum maximum | - | 300 a 400 | 400 a 500 | ||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 200 a 300 | 300 a 400 | |||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 200 a 300 | - | - | ||
Carrapichinho, carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | - | - | 400 a 500 | ||
Erva-de-lagarto, erva- quente | Spermacoce latifolia | - | 300 a 400 | - | ||
Fazendeiro, losna- branca | Parthenium hysterophorus | - | 300 a 400 | - | ||
Fedegoso-branco, mata- pasto | Senna obtusifolia | - | 300 a 400 | - | ||
Guanxuma, malva- branca | Sida cordifolia | 200 a 300 | - | 400 a 500 | ||
Guanxuma-branca, malva-guaxima | Sida glaziovii | 200 a 300 | 300 a 400 | - | ||
Guanxuma, relógio, mata-pasto | Sida rhombifolia | - | 300 a 400 | 400 a 500 | ||
Trapoeraba, marianinha | Commelina benghalensis | - | 300 a 400 | - | ||
Número, época e intervalo de aplicação: Pós-emergente da planta infestante: deve ser aplicado antes da emergência da cultura, até o estádio de “esporão” (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas infestantes ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido com pingente, a fim de se evitar o efeito “guarda-chuva”. Para controle de plantas infestantes em áreas infestadas por capim- marmelada (Brachiaria plantaginea), a aplicação deve ser feita quando as chuvas estiverem regulares. Pré-emergente da planta infestante: na aplicação em pré-emergência o solo deve estar bem preparado, úmido, livre de torrões e restos de culturas. VARUN pode também ser aplicado em condições de baixa umidade do solo (“meia-seca”) quando em um período ao redor de 2 semanas as chuvas se tornarem regulares e ocorrer o fecha-mento da cana-de-açúcar. | ||||||
Nota: Dose p.c. – Dose de produto comercial
As maiores doses devem ser utilizadas quando o solo apresentar alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas daninhas.
As menores doses, próximas a 200 gramas/ha, devem ser aplicadas em condições de solos arenosos. O produto não deve ser utilizado em cana-planta em condições de solo leve. Quando do uso em pós-emergência das ervas, usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante. A aplicação deve ser feita quando as plantas infestantes atingirem até 10 cm de altura (folhas largas) e até antes do perfilhamento (gramíneas), quando estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo, sob condições de alta umidade (70%) e temperatura acima de 21ºC.
Em caso de ameaça de chuva, suspender a aplicação. Caso ocorram chuvas nas primeiras 6 horas após a aplicação a eficiência do produto pode diminuir.
Tanto no caso de aplicação em pós-emergência como em pré-emergência, a uniformidade da calda e a boa cobertura das ervas e/ou solo são fundamentais para se obter um bom controle das invasoras.
VARUN deve ser aplicado antes da emergência da cultura, até o estádio de “esporão” (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas infestantes ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido com pingente, a fim de se evitar o efeito “guarda-chuva”. Para controle de plantas infestantes em áreas infestadas por capim-marmelada (Brachiaria plantaginea), a aplicação deve ser feita quando as chuvas estiverem regulares.
Na aplicação em pré-emergência, o solo deve estar bem preparado, úmido, livre de torrões e restos de culturas. VARUN pode também ser aplicado em condições de baixa umidade do solo (“meia-seca”) quando em um período, ao redor de 2 semanas, as chuvas se tornarem regulares e ocorrer o fechamento da cana- de-açúcar.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
Equipamentos: pulverizador costal ou tratorizado de barra, com pressão constante (15 a 50 lb/pol²), variando conforme tipo de pulverizador e bicos utilizados.
Altura da barra: deve permitir boa cobertura do solo e/ou plantas infestantes. Observar que a barra em toda sua extensão esteja na mesma altura.
Tipos de bico: na pré-emergência, usar pontas de jato plano (ex.: Teejet, XR Teejet, DG Teejet ou Turbo Floodjet); na pós-emergência, usar pontas de jato plano (XR Teejet, Twinjet, Turbo Floodjet), de acordo com as recomendações do fabricante.
Volume de aplicação: 250 a 600 L de calda/ha em pré-emergência e pós-emergência das plantas daninhas e da cultura. Utilizar maiores volumes de calda de acordo com a infestação, espécies de plantas daninhas e porte da cultura.
Equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos.
Tipo de bicos: cônicos D8, D10 ou D12, core 45, ou atomizadores de tela rotativa (Micronair).
Volume de aplicação: 30 a 40 L de calda/ha, em função do tipo de ponta escolhida.
Ângulo dos bicos em relação à direção de voo: de acordo com o equipamento e aeronave utilizados, e das condições climáticas no momento da aplicação.
Altura de voo: 3 a 5 metros sobre o alvo.
Largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma cobertura uniforme. Ensaios para a determinação da dimensão mais adequada da faixa de deposição efetiva devem ser realizados localmente.
Evitar a sobreposição das faixas de aplicação.
Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Seguir as restrições existentes na legislação pertinente.
Condições climáticas: Temperatura: inferior a 25ºC. Umidade relativa: superior a 70%.
Velocidade do vento: superior a 5 km/h e inferior a 10 km/h.
O abastecimento do tanque pulverizador deve ser feito enchendo o tanque com água até 1/3 da sua capacidade, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionando o produto, completando, por fim, o volume com água. Caso indicado, o espalhante deve ser o último produto a ser adicionado à calda. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após a sua preparação. Caso ocorra algum imprevisto que interrompa a agitação do produto, possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agite vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
Nota: Antes da aplicação de VARUN, o equipamento de pulverização deve estar limpo e bem conservado, procedendo então a calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto.
Antes da aplicação, verificar se o equipamento está limpo e bem conservado.
Após a aplicação com o VARUN, o equipamento de aplicação deverá ser lavado imediatamente, para evitar a formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, torna a limpeza mais difícil. A não lavagem ou mesmo a lavagem inadequada do pulverizador pode resultar em danos às culturas em aplicações subsequentes. Este procedimento deverá ser feito longe de nascentes, fontes de água e de plantas úteis. Para a sua realização, siga os seguintes passos:
Esvaziar o equipamento de pulverização. Enxaguar completamente o pulverizador e fazer circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores. No caso da existência de depósitos do produto, os mesmos devem ser soltos e removidos. O material resultante desta operação deve ser pulverizado na área tratada com o produto.
Completar o pulverizador com água limpa e circular a solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligar a barra e encher o tanque com água limpa. Circular pelo sistema de pulverização durante 15 minutos. Circular pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvaziar o tanque na área tratada com o produto.
Completar novamente o pulverizador com água limpa e adicionar amoníaco de uso doméstico (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro para cada 100 litros de água). Circular a solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligar a barra e encher o tanque com água limpa e circular pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circular então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvaziar o tanque em local que não atinja corpos d'água, nascentes ou plantas úteis.
Remover e limpar os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repetir o passo 3.
Enxaguar completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa por, pelo menos, 3 vezes.
Limpar tudo que estiver associado ao pulverizador, inclusive o material utilizado no enchimento do tanque. Tomar todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpar o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descartar a água remanescente da lavagem e resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos esses fatores quando da decisão de aplicar.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle. A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas e infestação podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade, e Inversão térmica.
solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica, enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Cana-de-açúcar | 150 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURA | PLANTAS DANINHAS Nome comum / nome científico | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
CANA-DE- AÇÚCAR | Tiririca (Cyperus rotundus) | 1,6 L p.c./ha (0,8 Kg i.a./ha) | Aplicação em pós-plantio da cultura, na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas. Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 (uma) aplicação. |
Capim-Braquiaria (Brachiaria decumbens) | 1,2 L p.c./ha (0,6 Kg i.a./ha) | ||
Capim-Carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-Colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-Colonião (Sementes) (Panicum maximum) | |||
Capim-Marmelada/ Capim-papuã (Brachiaria plantaginea) | |||
Capim-Pé-De-Galinha (Eleusine indica) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Erva-Quente (Spermacoce alata) | |||
Guanxuma-Branca (Sida glaziovii) | |||
Poaia-Branca (Richardia brasiliensis) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) |
p.c. = Produto comercial; i.a. = Ingrediente ativo
Nota: 1 litro de SULTRAX; Zeronix contem 500 gramas de Sulfentrazona.
PÓS-PLANTIO, PRÉ-EMERGENTE EM RELAÇÃO AS PLANTAS INFESTANTES E À CULTURA DA SOJA E PÓS- EMERGÊNCIA TOTAL DAS PLANTAS DANINHAS (DESSECAÇÃO) ANTES DO PLANTIO DA CULTURA DA SOJA:
CULTURA | PLANTAS DANINHAS Nome comum / nome científico | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Capim-Arroz (Echinochloa crusgalli) | Para aplicação Pós-plantio, em pré- emergência em relação às plantas infestantes e à cultura da soja: - SULTRAX; Zeronix pode ser aplicado tanto no sistema de plantio convencional como no plantio direto -(*) Aplicação do herbicida SULTRAX; Zeronix no sistema de plantio direto (neste caso observar a seguinte sequência):
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 (uma) aplicação. (**) Para aplicação em pós- emergência total das plantas daninhas (DESSECAÇÃO) antes do plantio da cultura da soja: - Estágio de aplicação das plantas daninhas: deverão estar no máximo com 6 a 8 folhas | ||
Capim-Braquiária (*) (Brachiaria decumbens) | |||
Capim-Carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-Colchão (*) (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-Colonião (Sementes) (Panicum maximum) | |||
Capim-Custódio (Pennisetum setosum) | |||
Capim-Marmelada/ Capim-papuã (*) (Brachiaria plantaginea) | |||
Capim-Pé-de-Galinha (Eleusine indica) | |||
Amendoim-Bravo (*) (Euphorbia heterophyla) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Buva (Conyza bonariensis) | |||
Carrapicho-de-Carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Carrapicho-Rasteiro (Acanthospermum australe) | |||
Caruru-Roxo (Amaranthus hybridus) | 1,2 L p.c./ha (0,6 Kg i.a./ha) | ||
SOJA | Cheirosa (Hyptis suaveolens) | ||
(Recomendação exclusiva para solos pesados) | Corda-de-Viola (*) (Ipomoea grandifolia) | ||
Desmódio (Desmodium tortuosum) | |||
Erva-Quente (Spermacoce alata) | |||
Erva-Palha (Blainvillea latifólia) | |||
Falsa-Serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Guanxuma (*) (Sida rhombifolia) | |||
Joá-de-Capote (Nicandra physaloides) | |||
Maria-Pretinha (Solanum americanum) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Poaia-Branca (Richardia brasiliensis) | |||
Picão-Preto (Bidens pilosa) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Corda-de-Viola (**) (Ipomoea grandifolia) | 0,2 a 0,4 L p.c./ha | ||
Trapoeraba (**) (Commelina benghalensis) | (0,1 a 0,2 kg i.a./ha) |
p.c. = Produto comercial; i.a. = Ingrediente ativo
Nota: 1 litro de SULTRAX; Zeronix contem 500 gramas de Sulfentrazona.
CULTURA | PLANTAS DANINHAS Nome comum / nome científico | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Trapoeraba | 0,4 a 0,6 L p.c./ha (0,2 a 0,3 Kg i.a./ha) | ||
SOJA (Solos leves e médios) | (Commelina benghalensis) | (Recomendação exclusiva para solos leves) | Para aplicação Pós-plantio, em pré- emergência em relação às plantas infestantes e à cultura da soja: - SULTRAX ; Zeronix pode ser aplicado tanto no sistema de plantio convencional como no plantio direto Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 (uma) aplicação. |
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophyla) | 0,8 L p.c./ha (0,4 Kg i.a./ha) (Recomendação exclusiva para solos leves e médios) | ||
Buva (Conyza bonariensis) | |||
Caruru-Roxo | |||
(Amaranthus hybridus) |
p.c. = Produto comercial; i.a. = Ingrediente ativo
Nota: 1 litro de SULTRAX; Zeronix contem 500 gramas de Sulfentrazona.
CULTURA | PLANTAS DANINHAS Nome comum / nome científico | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
CAFÉ | Capim-Colchão (Digitaria horizontalis) | 1,4 L p.c./ha (0,7 Kg i.a./ha) | Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas infestantes, em cafeeiros, em jato dirigido ao solo, evitando contato com as folhas das culturas. Número máximo de aplicações por safra: 1 (uma) aplicação. |
Capim-Pé-de-Galinha (Eleusine indica) | |||
Tiririca (Cyperus rotundus) | |||
Losna-Branca (Parthenium hysterophorus) | |||
Picão-Preto (Bidens pilosa) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
CITROS | Caruru (Amaranthus retroflexus) | 1,2 a 1,4 L p.c./ha (0,6 a 0,7 Kg i.a./ha) | Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas infestantes, em pomares cítricos, em jato dirigido ao solo, evitando contato com as folhas das culturas. Número máximo de aplicações por safra: 1 (uma) aplicação. |
Capim-Carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-Colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Tiririca (Cynodon dactylon) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Picão-Preto (Bidens pilosa) |
p.c. = Produto comercial; i.a. = Ingrediente ativo
Nota: 1 litro de SULTRAX; Zeronix contém 500 gramas de Sulfentrazona.
CULTURA | PLANTAS DANINHAS Nome comum / nome científico | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
FUMO (Recomendação exclusiva para solos leves e médios) | Capim-Marmelada/ Capim-papuã (Brachiaria plantaginea) | 0,8 L p.c./ha (0,4 Kg i.a./ha) | Para aplicação em Pré-plantio das mudas de fumo: na linha de plantio, sobre o camalhão, aplicar em uma faixa de 50 cm 1 dia antes do transplante das mudas do fumo. Pode ocorrer injúria leve na cultura do fumo no período próximo a aplicação do produto, quando aplicado sobre o camalhão em pré- plantio, entretanto, a recuperação da cultura acontece entre 15 a 30 dias após a aplicação. Para aplicação em Pós-plantio na entrelinha da cultura em jato dirigido: aplicar em pré-emergência das plantas infestantes, na entrelinha de plantio, em uma faixa que varia de 50 a 60 cm, logo após o último cultivo. Durante a aplicação, deve-se evitar o contato com as plantas de fumo para não haver injúria na cultura. (***) Na aplicação na entrelinha, em condições de alta infestação, utilizar a maior dose de 1,0 L p.c./ha (0,5 Kg i.a./ha). Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 (uma) aplicação. |
Poaia-Branca (Richardia brasiliensis) | 0,6 a 0,8 L p.c./ha (0,3 a 0,4 Kg i.a./ha) | ||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 0,6 L p.c./ha (0,3 Kg i.a./ha) | ||
Tiririca (***) (Cyperus rotundus) | 0,6 a 0,8 L p.c./ha (0,3 a 0,4 Kg i.a./ha) | ||
Leiteiro (***) (Euphorbia heterophyla) | 0,8 L p.c./ha (0,4 Kg i.a./ha) |
p.c. = Produto comercial; i.a. = Ingrediente ativo
Notas: 1 litro de SULTRAX; Zeronix contem 500 gramas de Sulfentrazona
As doses mais baixas devem ser utilizadas em solos leves e as maiores doses em solos médios.
CULTURA | PLANTAS DANINHAS Nome comum / nome científico | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Capim-Braquiária | 1,2 a 1,4 L p.c./ha | Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes em pós- plantio da cultura do abacaxi, em jato dirigido nas entrelinhas. Número máximo de aplicações por safra: 1 (uma) aplicação. | |
(Brachiaria decumbens) | (0,6 a 0,7 Kg i.a./ha) | ||
Beldroega | 1,2 L p.c./ha | ||
(Portulaca oleracea) | (0,6 Kg i.a./ha) | ||
ABACAXI | |||
0,8 a 1,2 L p.c./ha | |||
Capim-Favorito (Rhynchelitrum roseum) | (0,4 a 0,6 Kg i.a./ha) (Recomendação exclusiva para solos leves e médios) |
p.c. = Produto comercial; i.a. = Ingrediente ativo
Nota: 1 litro de SULTRAX; Zeronix contém 500 gramas de Sulfentrazona.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Rhynchelytrum roseum | Capim-Favorito | Ver detalhes |
| Café | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Citros | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Fumo | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Soja | Panicum maximum | capim-colonião, capim-coloninho (1), capim-guiné | Ver detalhes |
Além das recomendações acima para as culturas, alvos e doses indicadas, levar em consideração que o solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem. Como todos os herbicidas, o SULTRAX; Zeronix necessita de umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle das plantas daninhas.
No preparo da calda adicionar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar SULTRAX; Zeronix na dose previamente determinada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto faz-se necessário usar o agitador continuamente durante a pulverização. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá haver danos à cultura.
Densidade de gotas: 40-80 gotas/cm2
DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200-300 micra
Volume: 40 L/ha;
Pressão: 30 psi;
Bicos: D8-45;
Ângulo da barra: 135° (frente) ou 45° (atrás);
Altura do vôo: 5 m;
Faixa de deposição: 15m, de modo a proporcionar uma cobertura uniforme;
Evitar sobreposição das faixas de aplicação
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga restrições existentes na legislação pertinente.
Condições climáticas: Temperatura inferior a 28°C, umidade relativa do ar superior a 70% e velocidade do vento inferior a 5 Km/h.
Sob critério do Engenheiro Agrônomo ou Técnico responsável, as condições poderão ser alteradas.
Abacaxi - 60 dias Café - 130 dias Cana-de-açúcar - (*) Citros - 200 dias
Fumo - U.N.A = Uso não alimentar. Soja - (*)
(*) = Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
ZEST 750 WG é um herbicida seletivo, de ação sistêmica, na formulação granulado dispersível, que contém 750 g/kg do ingrediente ativo hexazinona.
O produto deve ser aplicado em pré-emergência ou pós-emergência inicial na cultura de cana-de-açúcar, para controle seletivo de plantas infestantes. O produto é prontamente absorvido raízes e folhas das plantas daninhas, apresentando ação de contato e residual. O grau de controle e a duração do efeito do produto podem variar conforme a dose aplicada, a ocorrência de chuvas, a temperatura e textura do solo.
ZEST 750 WG é recomendado em pré-emergência para o controle de: Amendoim-bravo, leiteiro (Euphorbia heterophylla)
Beldroega (Portulaca oleracea)
Braquiária, capim-braquiária (Brachiaria decumbens)
Bredo, caruru, caruru-áspero Amaranthus retroflexus (Amaranthus retroflexus) Bredo, caruru-branco, caruru-roxo (Amaranthus hybridus)
Bredo-rasteiro, caruru (Amaranthus deflexus) Campanhia, corriola, corda-de-viola (Ipomoea purpurea)
Capim-colchão, capim-de-roça, capim-milhã (Digitaria horizontalis) Capim-colonião (Panicum maximum)
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)
Carrapichinho, carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) Erva-de-lagarto, erva-quente (Spermacoce latitolia) Fazendeiro, losna-branca (Parthenium hysterophorus) Fedegoso-branco, mata-pasto (Senna obtusifolia)
Guanxuma, malva-branca (Sida cordifolia) Guanxuma-branca, malva-guanxuma (Sida glaziovii) Guanxuma, relógio, mata-pasto (Sida rhombifolia) Trapoeraba (Commelina benghalensis)
ZEST 750 WG é recomendado em pós-emergência inicial para o controle de: Beldroega (Portulaca oleracea)
Bredo-rasteiro, caruru (Amaranthus deflexus) Campanhia, corriola, corda-de-viola (Ipomoea purpurea)
Capim-colchão, capim-de-roça, capim-milhã (Digitaria horizontalis) Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) Guanxuma, relógio, mata-pasto (Sida rhombifolia) Trapoeraba (Commelina benghalensis)
CULTURA: Cana-de-açúcar (planta e soca) | ||||||
Plantas daninhas | Dose (gramas p.c./ha) | Número de aplicações | Volume de calda (L/ha) | |||
Época de aplicação | ||||||
Pré-emergência das plantas daninhas / Tipo de solo | Pós- emergência inicial das plantas daninhas (**) | |||||
Leve (*) | Médio | Pesado | Todos os tipos de solo | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 300 - 400 | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | 200 - 300 | 300 - 400 | 400 - 500 | 350 - 450 | ||
Braquiária, capim- braquiária (Brachiaria decumbens) | 200 - 300 | |||||
Bredo, caruru, caruru- áspero (Amaranthus retroflexus) | 300 - 400 | |||||
Bredo, caruru-branco, caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 300 - 400 | Aplicação terrestre: 250 – 600 | ||||
Bredo-rasteiro, caruru (Amaranthus deflexus) | 200 - 300 | 400 - 500 | 350 - 450 | |||
Campainha, corriola, corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | 400 - 500 | 350 - 450 | 1 (uma) aplicação por ciclo | Aplicação aérea: 30 – 40 | ||
Capim-colchão, capim- de-roça, capim-milhã (Digitaria horizontalis) | 200 - 300 | 300 - 400 | 400 - 500 | 350 - 450 | ||
Capim-colonião (Panicum maximum) | 300 - 400 | 400 - 500 | ||||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 200 - 300 | 300 - 400 | 350 - 450 | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 200 - 300 | 350 - 450 | ||||
Carrapichinho, carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 400 - 500 | |||||
Erva-de-lagarto, erva- quente (Spermacoce latifolia) | 300 - 400 | |||||
Fazendeiro, losna-branca (Parthenium hysterophorus) | 300 - 400 | |||||
Fedegoso-branco, mata- pasto (Senna obtusifolia) | 300 - 400 | |||||
Guanxuma, malva-branca (Sida cordifolia) | 200 - 300 | 400 - 500 | ||||
Guanxuma-branca, malva-guanxuma (Sida glaziovii) | 200 - 300 | 300 - 400 | ||||
Guanxuma, relógio, mata- | 300 - | 400 - | 350 - 450 | |||
pasto (Sida rhombifolia) | 400 | 500 | ||||
Trapoeraba, marianinha | 300 - | 350 - 450 | ||||
(Commelina | 400 | |||||
benghalensis) |
Usar espalhante adesivo de acordo com a recomendação do fabricante.
Dose de 350 g/ha para gramíneas e folhas largas com 2 a 4 folhas.
Dose de 450 g/ha para gramíneas antes do perfilhamento e folhas largas acima de 4 folhas até 10 cm de altura.
As maiores doses devem ser utilizadas quando o solo apresentar alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas daninhas. As menores doses, próximas a 200 gramas/ha, devem ser aplicadas em condições de solos arenosos. O produto não deve ser utilizado em cana-planta em condições de solo leve. A aplicação deve ser feita quando as plantas infestantes atingirem até 10 cm de altura (folhas largas) e até antes do perfilhamento (gramíneas), quando estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo, sob condições de alta umidade (70%) e temperatura acima de 21ºC. Em caso de ameaça de chuva, suspender a aplicação. Caso ocorram chuvas nas primeiras 6 horas após a aplicação a eficiência do produto pode diminuir. Tanto no caso de aplicação em pós-emergência como em pré-emergência, a uniformidade da calda e a boa cobertura das ervas e/ou solo são fundamentais para se obter um bom controle das invasoras. ZEST 750 WG deve ser aplicado antes da emergência da cultura, até o estádio de “esporão” (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas infestantes ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido com pingente, a fim de se evitar o efeito “guarda-chuva”. Para controle de plantas infestantes em áreas infestadas por capim marmelada (Brachiaria plantaginea), a aplicação deve ser feita quando as chuvas estiverem regulares. Na aplicação em pré-emergência o solo deve estar bem preparado, úmido, livre de torrões e restos de culturas. ZEST 750 WG pode também ser aplicado em condições de baixa umidade do solo (“meia-seca”) quando em um período ao redor de 2 semanas as chuvas se tornarem regulares e ocorrer o fechamento da cana-de-açúcar.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
Equipamentos: pulverizador costal ou tratorizado de barra, com pressão constante (15 a 50 lb/pol²).
Altura da barra: deve permitir boa cobertura do solo e/ou plantas infestantes. Observar que a barra em toda sua extensão esteja na mesma altura.
Tipos de bico: na pré-emergência usar pontas de jato plano (ex.: Teejet, XRTeejet, DG Teejet ou TurboFloodjet); na pós-emergência usar pontas de jato plano (XRTeejet, Twinjet, TurboFloodjet), de acordo com as recomendações do fabricante.
Volume de aplicação: 250 a 600 L de calda/ha em pré-emergência e pós emergência das plantas daninhas e da cultura. Utilizar maiores volumes de calda de acordo com a infestação, espécies de plantas daninhas e porte da cultura.
Equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos.
Tipo de bicos: cônicos D8, D10 ou D12, core 45, ou atomizadores de tela rotativa (Micronair).
Volume de aplicação: 30 a 40 L de calda/ha.
Ângulo dos bicos em relação à direção de vôo: de acordo com o equipamento e aeronave utilizados, e das condições climáticas no momento da aplicação.
Altura de vôo: 3 a 5 metros sobre o alvo.
Largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma cobertura uniforme. Ensaios para a determinação da dimensão mais adequada da faixa de deposição efetiva devem ser realizados localmente.
Evitar a sobreposição das faixas de aplicação.
Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Seguir as restrições existentes na legislação pertinente.
Condições climáticas:
Temperatura: inferior a 25ºC. Umidade relativa: superior a 70%.
Velocidade do vento: inferior a 10 km/h.
O abastecimento do tanque pulverizador deve ser feito enchendo o tanque com água até 1/3 da sua capacidade, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionando o produto, completando, por fim, o volume com água. Caso indicado, o espalhante deve ser o último produto a ser adicionado à calda. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após a sua preparação. Caso ocorra algum imprevisto que interrompa a agitação do produto, possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agite vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação. Nota: Antes da aplicação de ZEST 750 WG, o equipamento de pulverização deve estar limpo e bem conservado, procedendo então a calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto.
Antes da aplicação, verificar se o equipamento está limpo e bem conservado.
Após a aplicação com o ZEST 750 WG, o equipamento de aplicação deverá ser lavado imediatamente, para evitar a formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, torna a limpeza mais difícil. Este procedimento deverá ser feito longe de nascentes, fontes de água e de plantas úteis. Para a sua realização, siga os seguintes passos:
Esvaziar o equipamento de pulverização. Enxaguar completamente o pulverizador e fazer circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores. No caso da existência de depósitos do produto, os mesmos devem ser soltos e removidos. O material resultante desta operação deve ser pulverizado na área tratada com o produto.
Completar o pulverizador com água limpa e circular a solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligar a barra e encher o tanque com água limpa. Circular pelo sistema de pulverização durante 15 minutos. Circular pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvaziar o tanque na área tratada com o produto.
Completar novamente o pulverizador com água limpa e adicionar amoníaco de uso doméstico (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro para cada 100 litros de água). Circular a solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligar a barra e encher o tanque com água limpa e circular pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circular então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvaziar o tanque em local que não atinja corpos d´água, nascentes ou plantas úteis.
Remover e limpar os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repetir o passo 3.
Enxaguar completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa por, pelo menos, 3 vezes.
Limpar tudo que estiver associado ao pulverizador, inclusive o material utilizado no enchimento do tanque. Tomar todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpar o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descartar a água remanescente da lavagem e resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos esses fatores quando da decisão de aplicar.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 µ). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas e infestação podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade, e Inversão térmica.
Regule a altura da barra para a menor possível, visando uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, com o mínimo de solavancos, proporcionando sobreposição homogênea doas jatos dos bicos.
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5 km/hora (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/hora. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e tipo de equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Condições locais podem influenciar o padrão de vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas, que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do- sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica, enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Cana-de-açúcar: 150 dias.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DO PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO/ CICLO DE CULTURA |
Abacaxi | Capim braquiária Brachiaria decumbens | 1,2-1,4 L/ha | Aplicação terrestre 200 L/ha Aplicação aérea 40 L/ha | 01 |
Beldroega Portulaca oleracea | 1,2 L/ha | |||
Capim favorito Rhynchelitrum roseum | 0,8-1,2 L/ha | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Pré-emergência das plantas infestantes em pós-plantio. Capim favorito: dose recomendada somente em solos leves e médio. | ||||
Café | Capim-colchão Digitaria horizontalis | 1,4 L/ha | Aplicação terrestre 100-200 L/ha Aplicação aérea 40 L/ha | 01 |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | ||||
Tiririca Cyperus rotundus | ||||
Losna-branca Parthenium hysterophorus | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicação na pré-emergência das plantas infestantes em cafeeiros adultos, com jato dirigido para o solo. | ||||
Cana-de- açúcar | Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,2 L/ha | Aplicação terrestre 300-400 L/ha Aplicação aérea 40 L/ha | 01 |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Capim-colonião (sementes) Panicum maximum | ||||
Capim-marmelada Brachiaria plantagínea | ||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | ||||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||
Erva-quente Spermacoce alata | ||||
Guanxuma-branca Sida glaziovii | ||||
Poaia-branca Richardia brasiliensis | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Pós-plantio da cultura e pré-emergência das plantas infestantes e da cultura da cana- de-açúcar. | ||||
Citros | Caruru Amaranthus retroflexus | 1,2-1,4 L/ha | Aplicação terrestre 100-200 L/ha Aplicação aérea 40 L/ha | 01 |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Grama-seda Cynodon dactylon | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Pré-emergência das plantas infestantes em cítricos adultos com jato dirigido para o solo. | ||||
Fumo | Capim-papua Brachiaria plantaginea | 0,8 L/ha | Aplicação terrestre 100-200 L/ha Aplicação aérea 40 L/ha | 01 |
Leiteiro Euphorbia heterophyla | ||||
Poaia-branca Richardia brasiliensis | 0,6-0,8 L/ha | |||
Tiririca Cyperus rotundus | ||||
Caruru-roxo Amaranthus hybridus | 0,6 L/ha | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Pré-emergência das plantas infestantes, no pré-plantio das mudas de fumo e no pós- plantio em jato dirigido na entrelinha da cultura. Doses recomendadas para solos leves e médios. | ||||
Soja | Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 1,2 L/ha | Aplicação terrestre 250-300 L/ha Aplicação aérea 40 L/ha | 01 |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Capim-colonião (sementes) Panicum maximum | ||||
Capim-custódio Pennisetum setosum | ||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | ||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | ||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | ||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | ||||
Caruru-roxo Amaranthus hybridus | ||||
Cheirosa Hyptis suaveolens | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Desmódio Desmodium tortuosum | ||||
Erva-quente Spermacoce alata | ||||
Erva-palha Blainvillea latifolia | ||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Joá-de-capote Nicandra physaloides | ||||
Maria-pretinha Solanum americanum | ||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | ||||
Poaia-branca Richardia brasiliensis | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO A dose recomendada para solos pesados é 1,2L/ha. Não utilizar em solos leves e médios pois poderá ocorrer fitotoxicidade na cultura. Pré-emergência das plantas infestantes e da cultura em pós-plantio. | ||||
Soja | Trapoeraba Commelina benghalensis | 0,4-0,6 L/ha | Aplicação terrestre 250-300 L/ha Aplicação aérea 40 L/ha | 01 |
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 0,8 L/ha | |||
Caruru-roxo Amaranthus hybridus | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura. Uso somente em solos leves e médios. Trapoeraba: uso apenas em solo leve. | ||||
Soja | Buva Conyza bonariensis | 0,8-1,2 L/ha | Aplicação terrestre 250 L/ha Aplicação aérea 40 L/ha | 01 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura, em pós-plantio. Doses recomendadas para solos leves, médios e pesados em plantio convencional. Usar a menor dose em solos leves e médios, pois poderá ocorrer fitotoxicidade. | ||||
A aplicação para a cultura do fumo pode ser feita de duas formas:
Na linha de plantio, sobre o camalhão, 1 dia antes do transplante das mudas do fumo, em uma faixa de 50 cm.
Pode ocorrer injúria leve na cultura do fumo no período próximo a aplicação do produto, quando aplicado sobre o camalhão em pré-plantio; entretanto a recuperação da cultura acontece entre 15 a 30 dias após a aplicação.
Na entrelinha de plantio, logo após o último cultivo; em pré-emergência das plantas infestantes, em uma faixa que varia de 50 a 60 cm, evitando o contato do produto com as plantas de fumo para não haver injúria.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Café | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Citros | Amaranthus retroflexus | bredo (5), caruru (4), caruru-áspero | Ver detalhes |
| Fumo | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Soja | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
Além das recomendações acima para as culturas indicadas, levar em consideração que o solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem. Como todos os herbicidas, o ZIVERA necessita de umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle das plantas daninhas.
No preparo da calda adicionar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar ZIVERA na dose previamente determinada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto faz-se necessário usar o agitador continuamente durante a pulverização. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá haver danos à cultura.
Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e a altura da barra de 30 - 50 cm.
Recomenda-se aplicar em dias com baixa velocidade de ventos, com pressão não maior que 40 Ib/pol2. Densidade de gotas: 40 - 80 gotas/cm2.
DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200 - 300 micras.
Para todas as culturas acima indicadas a aplicação pode ser também via aérea nas seguintes condições:
Volume: 40 L/ha
Pressão: 30 psi Bicos: D8-45
Ângulo da barra: 135º (frente) ou 45º (atrás) Altura de vôo: 5 metros
Faixa de deposição: 15 metros
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura)
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Culturas | Intervalo de Segurança |
Abacaxi | 60 dias |
Café | 130 dias |
Fumo | UNA |
Cana-de-açúcar e Soja | (1)* |
Citros | 200 dias |
* Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego. UNA - Uso não alimentar.
Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.
Culturas | Plantas infestantes Nome comum / científico | Dose de produto comercial g/ha | Volume de calda Terrestre L/ha (1) | Época e Intervalo de aplicação | No máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Arroz- irrigado | Aguapé (Heteranthera reniformis) | 3,3 + 0,1% v/v de óleo mineral emulsionável | 200 (Tratorizado) 400 - 600 (Costal) 20-40 (Aérea) | Aplicação na pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Aplicar quando as plantas infestantes estiverem entre os estádios de 2 a 4 folhas e quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento). | 1 |
Angiquinho (Aeschinomene rudis) | |||||
Sagitária (Sagittaria montevidensis) | |||||
Arroz | Angiquinho (Aeschinomene rudis) | 3,3 + 0,1% v/v de óleo mineral emulsionável | 200 (Tratorizado) 400 - 600 (Costal) 20-40 (Aérea) | Aplicação na pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Aplicar quando as plantas infestantes estiverem entre os estádios de 2 a 4 folhas e quando a cultura estiver no perfilhamento. | 1 |
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Aveia branca | Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) | 3,3 - 4,0 + 0,1% v/v de óleo mineral emulsionável | 200 (Tratorizado) 400 - 600 (Costal) 20-40 (Aérea) | Aplicação na pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Nabo-bravo, Picão-branco e Picão-preto: aplicar no estádio de 2 a 4 folhas das plantas infestantes e no perfilhamento da cultura. A escolha da dose depende da infestação e do estádio de desenvolvimento das plantas infestantes. As maiores doses devem ser utilizadas para o controle das plantas infestantes em elevadas populações e em estádios avançados de desenvolvimento (até 4 folhas). Língua-de-vaca: aplicar no estádio de 2 a 4 folhas da planta infestante e no perfilhamento da cultura. Aplicar somente em plântulas originárias de sementes até o estádio de 4 folhas. | 1 |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | 4,0 + 0,1% v/v de óleo mineral emulsionável |
Culturas | Plantas infestantes Nome comum / científico | Dose de produto comercial g/ha | Volume de calda Terrestre L/ha (1) | Época e Intervalo de aplicação | No máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Aveia preta | Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) | 3,3 - 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral emulsionável | 200 (Tratorizado) 400 - 600 (Costal) 20-40 (Aérea) | Aplicação na pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Aplicar quando as plantas infestantes estiverem com 2 a 6 folhas e cultura nos estádios de desenvolvimento de pré- perfilhamento e emborrachamento. A escolha da dose depende da infestação e do estádios de desenvolvimento das plantas infestantes. As maiores doses devem ser utilizadas para o controle das plantas infestantes em elevadas populações e em estádios avançados de desenvolvimento. | 1 |
Café | Picão-preto (Bidens pilosa) | 6,0 – 10 + 0,3 - 0,5% v/v de óleo mineral emulsionável | 200 (Tratorizado) 400 - 600 (Costal) 20-40 (Aérea) | Aplicação na pós-emergência das plantas infestantes e pós-plantio da cultura. Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. | 1 |
Cana-de- açúcar | Beldroega (Portulaca oleracea) | 30 | 200 (Tratorizado) 400 - 600 (Costal) 20-40 (Aérea) | Aplicação na pré-emergência das plantas infestantes e da cultura. Solo Leve - Mussambê, Beldroega e Guanxuma: aplicar em pré-emergência da cultura e das plantas infestantes, em condições de solos de textura leve. Solo Médio - Beldroega: aplicar em pré-emergência da cultura e das plantas infestantes, em condições de solo médio. Aplicação na pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. | 1 |
Guanxuma (Sida cordifolia) | |||||
Mussambê (Cleome affinis) | |||||
Cevada | Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) | 3,3 - 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral emulsionável | 200 (Tratorizado) 400 - 600 (Costal) 20-40 (Aérea) | Aplicação na pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Aplicar quando as plantas infestantes estiverem com 2 a 6 folhas e cultura nos estádios de desenvolvimento de pré- perfilhamento e emborrachamento. A escolha da dose depende da infestação e do estádios de desenvolvimento das plantas infestantes. As maiores doses devem ser utilizadas para o controle das plantas infestantes em elevadas populações e em | 1 |
Picão preto (Bidens pilosa) |
Culturas | Plantas infestantes Nome comum / científico | Dose de produto comercial g/ha | Volume de calda Terrestre L/ha (1) | Época e Intervalo de aplicação | No máximo de aplicação por ciclo da cultura |
estádios avançados de desenvolvimento. | |||||
Trigo | Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 4,0 + 0,1% v/v de óleo mineral emulsionável | 200 (Tratorizado) 400 - 600 (Costal) 20-40 (Aérea) | Aplicação na pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Aplicar quando as plantas infestantes estiverem com 2 a 6 folhas e cultura nos estádios de desenvolvimento de pré- perfilhamento e emborrachamento. A escolha da dose depende da infestação e do Aplicação na pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Aplicar quando as plantas infestantes estiverem com 2 a 6 folhas e cultura nos estádios de desenvolvimento de pré- perfilhamento e emborrachamento. A escolha da dose depende da infestação e do estádios de desenvolvimento das plantas infestantes. As maiores doses devem ser utilizadas para o controle das plantas infestantes em elevadas populações e em estádios avançados de desenvolvimento. Língua-de-vaca: aplicar somente em plântulas originárias de sementes. Em alta infestação aplicar a dose de 6,6g/ha. | 1 |
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||
Orelha-de-urso (Stachys arvensis) | |||||
Alfinete-da-terra (Silene gallica) | 3,3 - 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral emulsionável | ||||
Estelária (Stellaria media) | |||||
Gorga (Spergula arvensis) | |||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||||
Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) | |||||
Rubim (Leonorus sibiricus) | |||||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | 4,0 - 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral emulsionável | ||||
Manejo de inverno (Pré- semeadur a do trigo em área de "Sistema de Plantio Direto”) | Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | 4,0 + 0,3 a 0,5% v/v de óleo mineral emulsionável | 200 (Tratorizado) 400 - 600 (Costal) 20-40 (Aérea) | Aplicação na pós-emergência das plantas infestantes e na pré- emergência da cultura. Aplicação no manejo de inverno em áreas cultivas através do Sistema de Plantio Direto. O herbicida Accurate™ possui seletividade à cultura do trigo, portanto não causará danos às plântulas em emergência. Aplicar entre 3 e 20 dias antes do plantio, a fim de evitar a interferência causada pela plantadeira e a reinfestação da área. | 1 |
Estelária (Stellaria media) | |||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Serralha-verdadeira (Sonchus oleraceus) |
Culturas | Plantas infestantes Nome comum / científico | Dose de produto comercial g/ha | Volume de calda Terrestre L/ha (1) | Época e Intervalo de aplicação | No máximo de aplicação por ciclo da cultura |
Triticale | Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) | 3,3 - 6,6 + 0,1% de óleo mineral emulsionável | 200 (Tratorizado) 400 - 600 (Costal) 20-40 (Aérea) | Aplicação na pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Aplicar quando as plantas infestantes estiverem com 2 a 6 folhas e cultura nos estádios de desenvolvimento de pré- perfilhamento e emborrachamento. A escolha da dose depende da infestação e do estádio de desenvolvimento das plantas infestantes. As maiores doses devem ser utilizadas para o controle das plantas infestantes em elevadas populações e em estádios avançados de desenvolvimento. | 1 |
Pastagem (Brachiaria decumben s; Brachiaria humidicola ; Brachiaria brizantha) | Gervão-branco (Croton glandulosos) | 6,6 + 0,5% de óleo mineral emulsionável quando as plantas infestantes estiverem em ativo crescimento vegetativo. | 200 (Tratorizado) 400 - 600 (Costal) 20-40 (Aérea) | Aplicação na pós-emergência das plantas infestantes e da cultura. Em caso de alta infestação, aplicar em área total. Caso a infestação seja desuniforme, em reboleiras ou manchas, aplique em jato dirigido sobre as plantas infestantes. A escolha da dose depende da infestação e do estádio de desenvolvimento das plantas infestantes. As maiores doses devem ser utilizadas para o controle das plantas infestantes em elevadas populações e em estádios avançados de desenvolvimento. | 1 |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 10,0 - 13,3 + 0,5% de óleo mineral emulsionável quando as plantas infestantes estiverem em ativo crescimento vegetativo. |
(1) O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Aeschynomene rudis | angiquinho (1), maricazinho (1), paquinha | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Heteranthera reniformis | aguapé-mirim, hortelã-do-brejo, pavoa | Ver detalhes |
| Aveia | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Aveia preta | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Café | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Cevada | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Pastagens | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Parthenium hysterophorus | coentro-do-mato, fazendeiro (1), losna-branca | Ver detalhes |
| Triticale | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
O herbicida Accurate™ pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizador manual costal e tratorizado, e por via aérea conforme recomendações para cada cultura. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas infestantes. Siga sempre as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos metade de sua capacidade preenchida com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Aplicação Terrestre
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais
recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Aplicação aérea
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Arroz | 30 |
Cevada | 15 |
Aveia | 31 |
Aveia preta | 10 |
Café | 30 |
Cana-de-açúcar | 90 |
Pastagens | 28 |
Trigo | 30 |
Triticale | 15 |
Manejo de Inverno | Não determinado devido à modalidade de uso. |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura* | Alvo biológico Nome Comum/científico | Dose** L p.c./ha | Volume de Calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Arroz | Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | 1,00-2,00 | 120-200 | 1 |
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | 1,00-2,00 | 200 | ||
Mentrasto Ageratum conyzoides | 1,00-2,00 | 120 | ||
Apaga-fogo Alternanthera tenella | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Caruru Amaranthus retroflexus | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Caruru Amaranthus viridis | 1,00-2,00 | 200 | ||
Picão-preto Bidens pilosa | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Tiririca Cyperus rotundus | 1,00-2,00 | 200 | ||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Fazendeiro Galinsoga parviflora | 1,00-2,00 | 200 | ||
Anileira Indigofera hirsuta | 1,00-2,00 | 120 | ||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Joá-de-capote Nicandra physaloides | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Beldroega Portulaca oleracea | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Nabiça Raphanus raphanistrum | 1,00-2,00 | 200 | ||
Guanxuma Sida rhombifolia | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Maria-pretinha Solanum americanum | 1,00-2,00 | 120-200 |
Cultura* | Alvo biológico Nome Comum/científico | Dose** L p.c./ha | Volume de Calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Arroz irrigado | Angiquinho Aeschynomene denticulata | 1,00-2,50 | 150-200 | 1 |
Angiquinho Aeschynomene rudis | 1,00-2,00 | 150-200 | ||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | 1,25-2,00 | 150 | ||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 1,00-2,50 | 200 | ||
Junquinho Cyperus ferax | 1,25-2,00 | 150-200 | ||
Junquinho Cyperus iria | 1,00-2,50 | 150-200 | ||
Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 1,50-2,50 | 150-200 | ||
Falso-cominho Fimbristylis miliacea | 1,50-2,00 | 200 | ||
Cruz-de-malta Ludwigia longifolia | 1,25-2,00 | 150 | ||
Cruz-de-malta Ludwigia octovalvis | 1,00-2,50 | 200 | ||
Pastinho-d'água Luziola peruviana | 1,00-2,00 | 200 | ||
Arroz-vermelho Oryza sativa | 1,50-2,50 | 150-200 | ||
Aguapé-de-flexa Sagittaria montevidensis | 1,00-2,50 | 150-200 | ||
Aguapé Sagittaria guyanensis | 1,00-2,50 | 150-200 | ||
Amendoim | Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | 0,75-1,50 | 150-200 | 1 |
Apaga-fogo Alternanthera tenella | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Caruru Amaranthus retroflexus | 0,75-1,50 | 200 | ||
Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Picão-preto Bidens pilosa | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 0,75-1,50 | 200 | ||
Fazendeiro Galinsoga parviflora | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Anileira Indigofera hirsuta | 0,75-1,50 | 150 | ||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 0,75-1,50 | 150 | ||
Corda-de-viola Ipomoea hederifolia | 1,00-1,50 | 150-200 | ||
Corda-de-viola Ipomoea nil | 1,00-1,50 | 150 | ||
Corda-de-viola Merremia aegyptia | 1,00-1,50 | 150 | ||
Joá-de-capote Nicandra physaloides | 0,75-1,50 | 150-200 |
Cultura* | Alvo biológico Nome Comum/científico | Dose** L p.c./ha | Volume de Calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Amendoim | Losna-branca Parthenium hysterophorus | 0,75-1,50 | 200 | 1 |
Beldroega Portulaca oleracea | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Nabiça Raphanus raphanistrum | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Guanxuma-branca Sida glaziovii | 0,75-1,50 | 150 | ||
Guanxuma Sida rhombifolia | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Maria-pretinha Solanum americanum | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Feijão | Amendoim-bravo ou Leiteiro Euphorbia heterophylla | 1,00 | 200-300 | 1 |
Apaga-fogo Alternanthera tenella | 1,00 | 200-300 | ||
Beldroega Portulaca oleracea | 1,00 | 200-300 | ||
Buva Erigeron bonariensis | 1,00 | 200-300 | ||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | 1,00 | 200-300 | ||
Carrapichão Xanthium cavanilesii | 1,00 | 200-300 | ||
Caruru Amaranthus hybridus | 1,00 | 200-300 | ||
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia | 1,00 | 200-300 | ||
Guanxuma Sida rhombifolia | 1,00 | 200-300 | ||
Joá-de-capote Nicandra physaloides | 1,00 | 200-300 | ||
Maria-pretinha Solanum nigrum | 1,00 | 200-300 | ||
Nabiça ou Nabo Raphanus raphanistrum | 1,00 | 200-300 | ||
Picão-branco Galinsoga parviflora | 1,00 | 200-300 | ||
Picão-preto Bidens pilosa | 1,00 | 200-300 | ||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 1,00 | 200-300 |
p.c. = produto comercial (1 L de Adifac® equivale a 600 g i.a. de Bentazona + 28 g i.a. de Imazamoxi);
i.a. = ingrediente ativo;
* Adicionar adjuvante não iônico a 0,5% v/v na calda de aplicação;
No plantio convencional, é recomendável um bom preparo do solo, com eliminação de torrões e restos culturais, que podem prejudicar o desempenho do produto. Da mesma forma no plantio direto, uma dessecação (manejo) adequada é fundamental para a obtenção de bons resultados.
A adoção de boas práticas agrícolas é essencial para o bom desenvolvimento da cultura e fechamento da mesma no limpo. Chuvas após duas horas da aplicação não interferem a performance do produto.
Aplicação para controle de plantas daninhas em pós-emergência na dose recomendada:
Efetuar o uso de adjuvante não iônico a 0,5%v/v.
Faça a aplicação dentro do período ideal do estágio de desenvolvimento das plantas daninhas mono e dicotiledôneas evitando que haja rebrotas de algumas espécies.
Potencialize o controle com:
com uma boa cobertura das plantas;
aplicação em plantas com pleno desenvolvimento vegetativo;
presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de controle;
condições de alta umidade relativa e temperatura entre 20 a 30°C.
Evite aplicações nas horas mais quentes do dia, temperaturas acima de 30°C, e com baixa umidade relativa do ar, umidade relativa abaixo de 70%, ou com ventos acima de 10 km/hora, principalmente quando essas condições causem stress hídrico nas plantas e favoreçam à deriva da pulverização.
Limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra e os bicos) antes de utilizá-los com outros produtos ou em outros cultivos.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Amendoim | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Arroz | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Sagittaria guyanensis | aguapé (4), chapéu-de-couro (2), flecha (1) | Ver detalhes |
| Feijão | erigeron bonariensis | Buva | Ver detalhes |
Este produto deve ser aplicado através de equipamentos terrestres ou aéreos conforme as seguintes recomendações:
O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Adicionar o adjuvante à calda após o produto, conforme recomendações no item CULTURAS, PLANTAS DANINHAS e DOSES. Para os menores volumes de aplicação, não exceder a concentração de 0,5% v/v da calda ou a recomendação descrita na bula do adjuvante.
Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de muito grossas (VC), conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.
Para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de aplicação.
Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 litros/ha.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de muito grossas (VC), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.
Altura de vôo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto. O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 Km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva
e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30ºC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de duas (2) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do engenheiro agrônomo da região.
O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda- se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante. Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres e aéreas poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.
Cultura | Dias |
Amendoim | 43 |
Arroz | 43 |
Feijão | 43 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Alvo Nome científico (Nome comum) | Doses | Número de Aplicações | Época/Intervalo de Aplicação | Volume de Calda L/ha |
Produto Comercial (g/ha) | |||||
Acanthospermum australe (Carrapicho-rasteiro) | Aplicar em pós- emergência das plantas infestantes de folhas largas (dicotiledôneas), quando a soja estiver a partir do 3º trifólio. Utilizar as doses menores para baixas infestações ou plantas infestantes em estágio de 2 a 4 folhas, e as doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou em altas infestações. Uma única aplicação, desde que feita dentro das recomendações de uso, permite o controle adequado das plantas infestantes indicadas. | Aplicação terrestre: 100 a 200 L/ha Aplicação aérea: 20 a 40 L/ha | |||
Acanthospermum hispidum (Carrapicho-de-arneiro) | |||||
Ageratum conyzoides (Mentrasto) | |||||
Amaranthus hybridus (Caruru) | |||||
Amaranthus viridis (Caruru-roxo) | |||||
Bidens pilosa (Picão-preto) | |||||
Blainvillea latifolia (Erva-palha) | |||||
Spermacoce latifolia (Erva-quente) | |||||
Soja | Commelina benghalensis (Trapoeraba) | 60 a 80 | 1 | ||
Desmodium tortuosom (Desmódio) | |||||
Galinsoga parviflora (Picão-branco) | |||||
Hyptis lophanta (Fazendeiro) | |||||
Hyptis suaveolens (Cheirosa) | |||||
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda- de-viola) | |||||
Ipomoea grandifolia (Corda-de- viola) | |||||
Melampodium perfoliatum (Estrelinha) | |||||
Parthenium hysterophorus (Losna-branca) | |||||
Raphanus raphanistrum (Nabo) | |||||
Vigna unguiculata (Feijão-miúdo) | |||||
Senna obtusifolia (Fedegoso-branco) | Aplicar em pós- emergência das plantas infestantes de folhas largas (dicotiledôneas), quando a soja estiver a partir do 3º trifólio e quando as plantas infestantes estiverem no estágio de 2 a 4 folhas. | ||||
Calopogonium mucunoides (Calopogônio) | |||||
Euphorbia heterophylla (Leiteira) | 80 | ||||
Emilia sonchifolia (Falsa-serralha) | 200 a 400 | ||||
Tridax procumbens (Erva-de-touro) |
Cultura | Alvo Nome científico (Nome comum) | Doses | Número de Aplicações | Época/Intervalo de Aplicação | Volume de Calda |
Produto Comercial (g/ha) | |||||
Soja | Buva (Conyza bonariensis) | 80 | 1 | Utilizar para manejo da cobertura vegetal (pré-plantio) qunado as plantas infestantes indicadas, presentes na área, estiverem no estágio de 2 a 6 folhas | Aplicação terrestre: 100 a 200 L/ha Aplicação aérea: 20 a 40 L/ha |
Nabo, nabiça (Raphanus sativus) | 40 | ||||
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | 40 |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Soja | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
Adicionar a quantidade recomendada de AGRIMURON no tanque pulverizador com ¼ (25%) de sua capacidade com água limpa, adicionando em seguida óleo mineral emulsionável na dose de 50 mL/ 100 litros de água e completar o volume, mantendo a calda sob contínua agitação.
A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare somente a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após o seu preparo.
Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
Fazer uma pré-mistura em balde adicionando a quantidade recomendada de AGRIMURON e misturar até obter uma calda homogênea, adicionando nesta fase óleo mineral emulsionável na dose de 50 mL/100 litros de água. Colocar água no reservatório (Hopper) da aeronave até atingir ¾ (75%) do volume desejado. Adicionar a pré-mistura de AGRIMURON e deixar o agitador ligado até formar uma calda homogênea, completando o volume em seguida. Este procedimento também é válido em casos onde a calda é preparada em reservatório separado
Aplicação terrestre:
Volume de aplicação: 100 a 300 L/ha de calda, via tratorizada; Ou 400 a 600 L/ha de calda, via manual costal
Pressão de trabalho: 30 a 50 Lb/pol² Tipos de ponta de pulverização: leque Diâmetro de gotas: 180 a 200 μm
Densidade mínima de gotas: 40 gotas/cm².
Obs.: no caso de outros equipamentos, estes devem proporcionar boa cobertura de pulverização das plantas infestantes.
Aplicação aérea:
Para volumes de aplicação entre 30 e 40 litros/ha, aplicar através de aeronaves agrícolas com barra equipada com bicos tipo cônico (D8 ou D10, core 44 a 46), com altura de voo de 2-4 m, e largura da faixa de deposição efetiva de 13-15 m.
Parâmetros mínimos aceitáveis na uniformidade de aplicação: diâmetro de gotas de 200 a 400 micra e densidade de gotas mínima de 30 gotas/cm².
Condições climáticas: devem ser respeitadas condições de velocidade do vento inferior a 10 km/h, temperatura menor que 25º C e umidade relativa maior que 70%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação. Cuidados neste sentido devem ser redobrados quando da aplicação em volumes de calda de 20 L/ha, sob pena de comprometer os resultados.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d’água, nascentes ou plantas úteis.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repita o passo 3.
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (>150 a 200 μm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, infestação e condições climáticas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS.
Veja instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica.
QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE BICOS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS DE AUMENTAR A PRESSÃO.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Soja: 65 dias.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO:
O Herbicida ALLY® é utilizado para controle em pré-emergência das plantas daninhas na cultura de cana-de- açúcar e em pós-emergência das plantas daninhas para as demais culturas, conforme recomendação a seguir:
Cultura | Planta Daninha |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Sagittaria montevidensis | aguapé-de-flexa, flecha (2), sagitária (1) | Ver detalhes |
| Aveia | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Aveia preta | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Café | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Cleome affinis | mussambê, sojinha | Ver detalhes |
| Cevada | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Pastagens | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Silene gallica | alfinete, alfinetes-da-terra, flor-roxa (1) | Ver detalhes |
| Triticale | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
Modo de Aplicação
Dose do produto comercial
Número, Época e Intervalo de Aplicação
Intervalo de Segurança (dias)
Angiquinho (Aeschinomene rudis)
Aplicação Terrestre ou Aérea
3,3 g/ha
Para o controle das plantas daninhas na cultura de arroz irrigado, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem entre os estádios de 2 a 4 folhas e quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento).
30
Sagitária (Sagittaria montevidensis)
Arroz Irrigado
Aguapé (Heteranthera reniformis)
Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100mL/100 L (0,1%).
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de Aplicação:
Aplicação terrestre: Utilizar volumes de 200 a 400 litros de calda/ha para pulverizador manual costal e 100 a 200 litros/ha para pulverizador tratorizado. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha
Aplicação aérea: volume de aplicação: 20 a 40 litros de calda/ha
Em aplicação por "Benzedura manual", em arroz irrigado, no sistema pré-germinado, quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento), o herbicida ALLY® apresenta controle das plantas daninhas Sagittaria montevidensis e Heteranthera reniformis, no estágio de 2 a 4 folhas. O volume de calda de 30 litros/ha (3 mL/m²) deve ser aplicado na forma de jatos, com o auxílio de pulverizador costal sem o bico aspersor, ou de outro equipamento que permita uma distribuição uniforme. Manter continuamente uma lâmina de água, de cerca de 10 cm, até a fase de maturação dacultura
Trapoeraba (Commelina benghalensis)
Para a cultura de arroz realizar a aplicação no perfilhamento da cultura para o controle das plantas daninhas no estádio de 2 a 4 folhas.
Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100L (0,1%).
Carrapicho-de- carneiro (Acanthospermum hispidum)
Aplicação Terrestre ou Aérea
3,3 g/ha
30
Picão-preto (Bidens pilosa)
Arroz
Leiteiro (Euphorbia heterophylla)
4,0 g/ha
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de Aplicação:
Aplicação terrestre: Utilizar volumes de 200 a 400 litros de calda/ha para pulverizador manual costal e 100 a 200 litros/ha para pulverizador tratorizado. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha
Aplicação aérea: volume de aplicação: 20 a 40 litros de calda/ha
Cultura | Planta Daninha | Modo de Aplicação | Dose do produto comercial | Número, Época e Intervalo de Aplicação | Intervalo de Segurança (dias) |
Aveia Branca | Nabo (Raphanus raphanistrum) | Aplicação Terrestre ou Aérea | 3,3 a 4,0 g/ha | Na cultura da aveia branca realizar aplicações no estádio de perfilhamento da cultura. Aplicar as doses de 3,3 a 4 g/ha de herbicida ALLY® para o controle de Nabo, Picão- branco e Picão- preto, no estádio de 2 a 4 folhas. Aplicar a dose mais elevada quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento (até 4 folhas) e/ou com populações maiores de plantas daninhas. Para o controle da Língua- de- Vaca, no estádio de 2 a 4 folhas, utilizar a dose de 4,0 g/ha de herbicida ALLY®. Para Língua-de- Vaca aplicar somente em plântulas originárias de sementes até o estádio de 4 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 ml/100 L de calda (0,1% v/v). | 31 |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | 4,0 g/ha | ||||
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de Aplicação:
| |||||
Cultura | Planta Daninha | Modo de Aplicação | Dose do produto comercial | Número, Época e Intervalo de Aplicação | Intervalo de Segurança (dias) |
Aveia Preta | Nabo (Raphanus raphanistrum) | Aplicação Terrestre ou Aérea | 3,3 a 6,6 g/ha | Para o controle do Nabo na cultura da aveia- preta, aplicar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. O herbicida ALLY® pode ser aplicado quando a aveia preta estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré- perfilhamento e emborrachamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%). | 10 |
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de Aplicação:
| |||||
Café | Picão-preto (Bidens pilosa) | Aplicação Terrestre | 6,0 a 10,0 g/ha | Para controle de Picão- preto na cultura do café, aplicar as doses de 6,0 a 10,0 g/ha de herbicida ALLY®. Recomenda- se aplicar em pós- emergência da planta daninha, em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. O herbicida ALLY® deve ser aplicado com óleo mineral emulsionável na proporção de 0,3 a 0,5% v/v. | 30 |
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de Aplicação: - Aplicação terrestre: Utilizar volumes de 200 a 400 litros de calda/ha para pulverizador manual costal e 100 a 200 litros/ha para pulverizador tratorizado. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha | |||||
Cultura | Planta Daninha | Modo de Aplicação | Dose do produto comercial | Número, Época e Intervalo de Aplicação | Intervalo de Segurança (dias) |
Cana-de- Açúcar (Pré-emergência em solo leve) | Mussambê (Cleome affinis) | Aplicação Terrestre ou Aérea | 30,0 g/ha | Para o controle das plantas daninhas Mussambê, Beldroega e Guanxuma na cultura da cana-de-açúcar, aplicar 30 g/ha de herbicida ALLY® em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas, em condições de solo de textura leve. Para o controle da planta daninha Beldroega na cultura da cana-de- açúcar, em condições de solo médio, aplicar 30 g/ha de herbicida ALLY® em pré- emergência da cultura e da planta daninha | 90 |
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Guanxuma (Sida cordifolia) (Sida rhombifolia) | |||||
Cana-de- Açúcar (Pré-emergência em solo médio) | Beldroega (Portulaca oleracea) | ||||
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de Aplicação:
| |||||
Cevada | Nabo (Raphanus raphanistrum) | Aplicação Terrestre ou Aérea | 3,3 a 6,6 g/ha | Para o controle do Nabo na cultura da cevada, aplicar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. O herbicida ALLY® pode ser aplicado quando a cevada estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré- perfilhamento e emborrachamento, e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%). | 15 |
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de Aplicação:
| |||||
Cultura | Planta Daninha | Modo de Aplicação | Dose do produto comercial | Número, Época e Intervalo de Aplicação | Intervalo de Segurança (dias) |
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | Para o controle de plantas daninhas na cultura de trigo, aplicar as doses de 3,3 a 6,6 g/ha de herbicida ALLY® para Alfinete- da-Terra, Estelaria, Gorga, Nabo, Picão- Preto, Picão-Branco, Rubim e Losna-Branca e 4,0 g/ha para Falsa- Serralha, Orelha de Urso e Amendoim Bravo. Aplicar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento e/ou com populações maiores de plantas daninhas. As aplicações de herbicida ALLY® devem ser feitas quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%). | ||||
Orelha-de-urso (Stachys arvensis) | 4,0 g/ha | ||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Rubim (Leonorus sibiricus) | |||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||||
Trigo | Alfinete-da-terra (Silene gallica) | Aplicação Terrestre ou Aérea | 30 | ||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Estelária (Stellaria media) | 3,3 a 6,6 g/ha | ||||
Gorga (Spergula arvensis) | |||||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) |
Cultura | Planta Daninha | Modo de Aplicação | Dose do produto comercial | Número, Época e Intervalo de Aplicação | Intervalo de Segurança (dias) |
Trigo | Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | Aplicação Terrestre ou Aérea | 6,6 g/ha | Para o controle da Língua- de-Vaca utilizar a dose de 6,6 g/ha de herbicida ALLY®. Para Língua-de- Vaca aplicar somente em plântulas originárias de sementes. As aplicações de herbicida ALLY® devem ser feitas quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré- perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%). | 30 |
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de Aplicação:
| |||||
Triticale | Nabo (Raphanus raphanistrum) | Aplicação Terrestre ou Aérea | 3,3 a 6,6 g/ha | Para o controle do Nabo na cultura de triticale, aplicar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. O herbicida ALLY® pode ser aplicado quando a triticale estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré- perfilhamento e emborrachamento, e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%). | 15 |
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de Aplicação:
| |||||
Cultura | Planta Daninha | Modo de Aplicação | Dose do produto comercial | Número, Época e Intervalo de Aplicação | Intervalo de Segurança (dias) |
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | Aplicação de manejo de inverno: em áreas de adoção do "Sistema de Plantio Direto", o controle de plantas daninhas p resentes deve ser realizado antes do plantio ou pré- semeadura do trigo. O herbicidaALLY® possui seletividade à cultura do trigo, portanto não causará danos às plântulas em emergência. O herbicida ALLY® pode ser aplicado entre 3 e 20 dias antes do plantio. Aplicado 3 dias antes do plantio para que o efeito da sua ação possa ser observado e evite interferência causada pela plantadeira. Aplicado 20 dias antes do plantio para se evitar a reinfestação. O herbicida ALLY® deve ser aplicado com óleo mineral emulsionável na proporção de 0,3 a 0,5% v/v. | ||||
Serralha verdadeira (Sonchus oleraceus) | |||||
Manejo de Inverno | Estelária (Stellaria media) | Aplicação Terrestre ou Aérea | 4,0 g/ha | Não determinado | |
(pré- semeadura | |||||
do Trigo em área de | |||||
"Sistema de | Losna-branca | ||||
Plantio | (Parthenium hysterophorus) | ||||
Direto") | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 | |||||
Volume de Aplicação: | |||||
| |||||
Cultura | Planta Daninha | Modo de Aplicação | Dose do produto comercial | Número, Época e Intervalo de Aplicação | Intervalo de Segurança (dias) |
Pastagens | Gervão-branco (Croton glandulosos) | Aplicação Terrestre ou Aérea | 6,6 g/ha | Para o controle de Gervão- branco e Guanxuma em pastagens, caso haja alta infestação, aplicar em área total, caso a infestação seja Desuniforme em reboleiras ou manchas, aplicar em jato dirigido sobre as plantas infestantes. O herbicida ALLY® deve ser aplicado com óleo mineral emusionável na proporção de 0,5% v/v, quando as plantas infestantes estiverem em ativo crescimento vegetativo. | 28 |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 10,0 a 13,3 g/ha | ||||
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de Aplicação:
| |||||
MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Em aplicação por "Benzedura manual", em arroz irrigado, no sistema pré-germinado, quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento), o herbicida ALLY® apresenta controle das plantas daninhas Sagittaria montevidensis e Heteranthera reniformis, no estágio de 2 a 4 folhas. O volume de calda de 30 litros/ha (3 mL/m²) deve ser aplicado na forma de jatos, com o auxílio de pulverizador costal sem o bico aspersor, ou de outro equipamento que permita uma distribuição uniforme. Manter continuamente uma lâmina de água, de cerca de 10 cm, até a fase de maturação da cultura.
Obs.: A critério do Engenheiro Agrônomo ou técnico responsável, as condições de aplicação poderão ser alteradas.
Condições climáticas: devem ser respeitadas as condições de:
Velocidade do vento inferior a 10 km/hora;
Temperatura menor que 25ºC;
Umidade relativa maior que 70%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Preparo da calda herbicida: Iniciar colocando água no tanque do pulverizador até a ½ (metade) de sua capacidade com o agitador em movimento e adicionar o herbicida ALLY®. No caso de embalagens em frasco, recomenda-se uma pré-diluição em água antes da adição ao tanque do pulverizador. Após adicionar mais água até ¾ (três quartos) da capacidade do tanque, antes de adicionar adjuvantes. Se houver necessidade de interromper a pulverização por algum tempo é aconselhável manter o agitador funcionando. Se esta interrupção for mais longa, é necessário reagitar a calda herbicida antes de reutilizá-la.
Para prevenir problemas de acúmulo de resíduos no tanque do equipamento pulverizador, este deverá ser esvaziado o mais completamente possível, antes do preparo de nova calda herbicida.
Limpeza do equipamento de aplicação (pulverizador): Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d’água, nascentes ou plantas úteis.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repita o passo 3.
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
DESFAVORÁVEIS! Veja instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica.
Controlando o diâmetro de gotas - Técnicas Gerais
Controlando o diâmetro de gotas - Aplicação aérea
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo entre a última aplicação e a colheita):
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Arroz irrigado | 30 |
Arroz | 30 |
Aveia branca | 31 |
Aveia preta | 10 |
Café | 30 |
Cana-de-açúcar | 90 |
Cevada | 15 |
Pastagem | 28 |
Trigo | 30 |
Triticale | 15 |
Manejo de inverno | não determinado |
Não entre na área tratada em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura* | Alvo biológico Nome Comum/científico | Dose** | Volume de Calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
L p.c./ha | ||||
Arroz | Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | 1,00-2,00 | 120-200 | 1 |
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | 1,00-2,00 | 200 | ||
Mentrasto Ageratum conyzoides | 1,00-2,00 | 120 | ||
Apaga-fogo Alternanthera tenella | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Caruru Amaranthus retroflexus | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Caruru Amaranthus viridis | 1,00-2,00 | 200 | ||
Picão-preto Bidens pilosa | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Tiririca Cyperus rotundus | 1,00-2,00 | 200 | ||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Fazendeiro Galinsoga parviflora | 1,00-2,00 | 200 | ||
Anileira Indigofera hirsuta | 1,00-2,00 | 120 | ||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Joá-de-capote Nicandra physaloides | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Beldroega Portulaca oleracea | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Nabiça Raphanus raphanistrum | 1,00-2,00 | 200 | ||
Guanxuma Sida rhombifolia | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Maria-pretinha Solanum americanum | 1,00-2,00 | 120-200 |
Cultura* | Alvo biológico Nome Comum/científico | Dose** | Volume de Calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
L p.c./ha | ||||
Arroz irrigado | Angiquinho Aeschynomene denticulata | 1,00-2,50 | 150-200 | 1 |
Angiquinho Aeschynomene rudis | 1,00-2,00 | 150-200 | ||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | 1,25-2,00 | 150 | ||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 1,00-2,50 | 200 | ||
Junquinho Cyperus ferax | 1,25-2,00 | 150-200 | ||
Junquinho Cyperus iria | 1,00-2,50 | 150-200 | ||
Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 1,50-2,50 | 150-200 | ||
Falso-cominho Fimbristylis miliacea | 1,50-2,00 | 200 | ||
Cruz-de-malta Ludwigia longifolia | 1,25-2,00 | 150 | ||
Cruz-de-malta Ludwigia octovalvis | 1,00-2,50 | 200 | ||
Pastinho-d'água Luziola peruviana | 1,00-2,00 | 200 | ||
Arroz-vermelho Oryza sativa | 1,50-2,50 | 150-200 | ||
Aguapé-de-flexa Sagittaria montevidensis | 1,00-2,50 | 150-200 | ||
Aguapé Sagittaria guyanensis | 1,00-2,50 | 150-200 | ||
Amendoim | Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | 0,75-1,50 | 150-200 | |
Apaga-fogo Alternanthera tenella | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Caruru Amaranthus retroflexus | 0,75-1,50 | 200 | ||
Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Picão-preto Bidens pilosa | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 075-1,50 | 150-200 | ||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 0,75-1,50 | 200 | ||
Fazendeiro Galinsoga parviflora | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Anileira Indigofera hirsuta | 0,75-1,50 | 150 | ||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 0,75-1,50 | 150 | ||
Corda-de-viola Ipomoea hederifolia | 1,00-1,50 | 150-200 | ||
Corda-de-viola Ipomoea nil | 1,00-1,50 | 150 | ||
Corda-de-viola Merremia aegyptia | 1,00-1,50 | 150 |
Cultura* | Alvo biológico Nome Comum/científico | Dose** | Volume de Calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
L p.c./ha | ||||
Amendoim | Joá-de-capote Nicandra physaloides | 0,75-1,50 | 150-200 | 1 |
Losna-branca Parthenium hysterophorus | 0,75-1,50 | 200 | ||
Beldroega Portulaca oleracea | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Nabiça Raphanus raphanistrum | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Guanxuma-branca Sida glaziovii | 0,75-1,50 | 150 | ||
Guanxuma Sida rhombifolia | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Maria-pretinha Solanum americanum | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Feijão | Amendoim-bravo ou Leiteiro Euphorbia heterophylla | 1,00 | 200-300 | |
Apaga-fogo Alternanthera tenella | 1,00 | 200-300 | ||
Beldroega Portulaca oleracea | 1,00 | 200-300 | ||
Buva Erigeron bonariensis | 1,00 | 200-300 | ||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | 1,00 | 200-300 | ||
Carrapichão Xanthium cavanilesii | 1,00 | 200-300 | ||
Caruru Amaranthus hybridus | 1,00 | 200-300 | ||
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia | 1,00 | 200-300 | ||
Guanxuma Sida rhombifolia | 1,00 | 200-300 | ||
Joá-de-capote Nicandra physaloides | 1,00 | 200-300 | ||
Maria-pretinha Solanum nigrum | 1,00 | 200-300 | ||
Nabiça ou Nabo Raphanus raphanistrum | 1,00 | 200-300 | ||
Picão-branco Galinsoga parviflora | 1,00 | 200-300 | ||
Picão-preto Bidens pilosa | 1,00 | 200-300 | ||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 1,00 | 200-300 |
i.a. = ingrediente ativo;
* Adicionar adjuvante não iônico a 0,5% v/v na calda de aplicação;
** Utilizar as maiores doses em áreas de alta incidência das plantas daninhas e/ou para se conseguir um maior período de controle.
No plantio convencional, é recomendável um bom preparo do solo, com eliminação de torrões e restos culturais, que podem prejudicar o desempenho do produto. Da mesma forma no plantio direto, uma dessecação (manejo) adequada é fundamental para a obtenção de bons resultados.
A adoção de boas práticas agrícolas é essencial para o bom desenvolvimento da cultura e fechamento da mesma no limpo. Chuvas após duas horas da aplicação não interferem a performance do produto.
Aplicação para controle de plantas daninhas em pós-emergência na dose recomendada:
Efetuar o uso de adjuvante não iônico a 0,5% v/v.
Faça a aplicação dentro do período ideal do estágio de desenvolvimento das plantas daninhas mono e dicotiledôneas evitando que haja rebrotas de algumas espécies.
Potencialize o controle com:
uma boa cobertura das plantas;
aplicação em plantas com pleno desenvolvimento vegetativo;
presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de controle;
condições de alta umidade relativa e temperatura entre 20 a 30°C.
Evite aplicações nas horas mais quentes do dia, temperaturas acima de 30°C, e com baixa umidade relativa do ar, umidade relativa abaixo de 70%, ou com ventos acima de 10 km/hora, principalmente quando essas condições causem stress hídrico nas plantas e favoreçam à deriva da pulverização.
Limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra e os bicos) antes de utilizá-los com outros produtos ou em outros cultivos.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Amendoim | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Arroz | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Sagittaria guyanensis | aguapé (4), chapéu-de-couro (2), flecha (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
Este produto deve ser aplicado através de equipamentos terrestres ou aéreos conforme as seguintes recomendações:
O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Adicionar o adjuvante à calda após o produto, conforme recomendações no item CULTURAS, PLANTAS DANINHAS e DOSES. Para os menores volumes de aplicação, não exceder a concentração de 0,5% v/v da calda ou a recomendação descrita na bula do adjuvante.
Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de muito grossas (VC), conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o
volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.
Para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de aplicação.
Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 litros/ha.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de muito grossas (VC), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.
Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 Km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30oC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de duas (2) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do engenheiro agrônomo da região. O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante. Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres e aéreas poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.
Cultura | Dias |
Amendoim | 43 |
Arroz | 43 |
Feijão | 43 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
SOJA | |||||
Plantas daninhas | Dose* g p.c /ha | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicações | ||
Nome comum | Nome científico | Estádio das plantas daninhas | |||
Carrapicho-rasteiro, carrapichinho, mata-pasto, maroto | Acanthospermum australe | 4-8 folhas | 100 - 200 | 150 - 300 | 1 |
Carrapicho-de-carneiro, espinho- de-carneiro, chifre-de-veado, espinho-de-cigano | Acanthospermum hispidum | 4-8 folhas | |||
Mentrasto,picão-roxo, catinga-de- bode, erva-de-são-joão | Ageratum conyzoides | 2-6 folhas | |||
Apaga-fogo, periquito, corrente, perpétua-do-campo | Alternanthera tenella | 4-8 folhas | |||
Caruru-rasteiro, caruru, bredo, bredo-rasteiro | Amaranthus deflexus | 4-6 folhas | |||
Caruru-roxo, caruru-branco, bredo, crista-de-galo | Amaranthus hybridus | 4-8 folhas | |||
Caruru, caruru-gigante, caruru-áspero, bredo | Amaranthus retroflexus | 4-8 folhas | |||
Caruru-de-mancha, caruru-verde, bredo, caruru | Amaranthus viridis | 4-8 folhas | |||
SOJA | |||||
Plantas daninhas | Dose* g p.c /ha | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicações | ||
Nome comum | Nome científico | Estádio das plantas daninhas | |||
Losna, artemija, losna-brava, absinto | Artemisia verlotorum | 4-6 folhas | 100 - 200 | 150 - 300 | 1 |
Picão-preto, picão, pico-pico, fura-capa | Bidens pilosa | 4-8 folhas | |||
Capim-marmelada, capim-papuã, capim-são-paulo, marmelada | Brachiaria plantaginea | 1-4 folhas | |||
Capim-carrapicho, capim- amoroso, timbête, capim-roseta | Cenchrus echinatus | 1-4 folhas | |||
Erva-de-santa Luzia, erva- andorinha, erva-de-cobre, erva-de- sangue | Chamaesyce hirta | 4-8 folhas | |||
Trapoeraba, capoeraba, mata-brasil, marianinha | Commelina benghalensis | 4-8 folhas | |||
Trapoeraba, rabo-de-cachorro, andacá, maria-mole | Commelina erecta | 3-5 folhas | |||
Buva, rabo-de-foguete, arranha-gato, voadeira | Conyza bonariensis | 4-6 folhas | |||
Buva | Conyza canadensis | 4-6 folhas | |||
Xique-xique, guizo-de-cascavel, chocalho, feijão-de-boi | Crotalaria incana | 4-6 folhas | |||
Estramônio, figueira-do-inferno, figueira-brava, trombeteira | Datura stramonium | 2-4 folhas | |||
Desmodio, carrapicho-beiço-de- boi, pega-pega, carrapicho | Desmodium tortuosum | 4-6 folhas | |||
Capim-colchão, capim-milhã, capim-de-roça, milhã | Digitaria horizontalis | 4-8 folhas | |||
Capim-arroz, capim-jaú-da- colonia, capim-coloninho, capim- jaú | Echinochloa colona | 4-8 folhas | |||
Falsa-serralha, bela-emilia, pincel, serralhinha | Emilia sonchifolia | 6-8 folhas | |||
Leiteiro, amendoim-bravo, flor-de-poetas, café-do-diabo | Euphorbia heterophylla | 4-8 folhas | |||
Picão-branco, fazendeiro, botão-de-ouro | Galinsoga parviflora | 4-8 folhas | |||
Cheirosa, salva-limão, bamburral, betônica-brava | Hyptis suaveolens | 4-8 folhas | |||
Corda-de-viola, campainha, corriola | Ipomoea aristolochiaefolia | 4-8 folhas | |||
Corda-de-viola, campainha, carriola, jetirana | Ipomoea grandifolia | 4-8 folhas | |||
Corda-de-viola, campainha, carriola, amarra-amarra | Ipomoea nil | 4-8 folhas | |||
Corda-de-viola, esqueleto, cardeal, primavera-grande | Ipomoea quamoclit | 4-8 folhas | |||
Rubim (erva-macaé), cordão-de- são-francisco, chá-de-frade | Leonurus sibiricus | 4-8 folhas | |||
Vassourinha, guanxuma, guaxima, malvastro | Malvastrum coromandelianum | 2-6 folhas | |||
Alfavaca-de-cheiro, betônica- brava, erva-de-cabra, hortelã-do- campo | Marsypianthes chamaedrys | 2-6 folhas | |||
Joá-de-capote, quintilho, bexiga, balão | Nicandra physaloides | 2-6 folhas | |||
Azedinha, trevo-azedo, trevo, azedinha-de-folha-cortada | Oxalis latifolia | 2-6 folhas | |||
Losna-branca, fazendeiro, coentro-do-mato | Parthenium hysterophorus | 4-6 folhas | |||
Erva-de-bicho, persicaria-de-pé- vermelho, cataia | Polygonum persicaria | 2-6 folhas | |||
SOJA | |||||
Plantas daninhas | Dose* g p.c /ha | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicações | ||
Nome comum | Nome científico | Estádio das plantas daninhas | |||
Beldroega, bredo-de-porco, verdolaga, ora-pro-nobis | Portulaca oleracea | 4-8 folhas | 100 - 200 | 150 - 300 | 1 |
Nabo, nabiça, nabo-bravo, rabanete-de-cavalo | Raphanus raphanistrum | 4-8 folhas | |||
Poaia-branca, poaia, poaia-do- campo | Richardia brasiliensis | 4-8 folhas | |||
Maria-mole, flor-das-almas, flor- de-finados, vassoura-mole | Senecio brasiliensis | 4-6 folhas | |||
Malva-branca, guanxuma, malva- veludo, malva | Sida cordifolia | 2-6 folhas | |||
Guanxuma-branca, malva- guaxima, mata-pasto | Sida glaziovii | 2-6 folhas | |||
Guanxuma, mata-pasto, vassourinha, relógio | Sida rhombifolia | 4-8 folhas | |||
Maria-pretinha, erva-moura, pimenta-de-hálinha, erva-de-bicho | Solanum americanum | 4-8 folhas | |||
Joá, joá-bravo, arrebenta-cavalo, juá | Solanum sisymbriifolium | 4-8 folhas | |||
Serralha, serralha-lisa, serralheira, chicória-brava | Sonchus oleraceus | 2-6 folhas | |||
Erva-quente, erva-de-lagarto, poaia-do-arador, perpetua-do- mato | Spermacoce latifolia | 4-6 folhas | |||
Orelha-de-urso, urtiga-mansa, hortelã-das-raças, hortelã-das- roças | Stachys arvensis | 6-8 folhas | |||
Erva-de-touro | Tridax procumbens | 4-8 folhas | |||
(*) Utilizar a dose maior sob condições de maior infestação e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas. (*) Adicionar adjuvante indicado pelo fabricante na dose de 0,5% v/v. | |||||
Realizar uma aplicação de Antaris® em dessecação de plantas daninhas no manejo de áreas de plantio direto e cultivo mínimo, antes da semeadura. Usar adjuvante indicado pelo fabricante na dose de 0,5% v/v na calda de pulverização.
Para manejo e complementação no controle de infestações de gramíneas recomendam-se herbicidas a base de glifosato ou outros herbicidas registrados conforme dose e recomendações de uso descritos na bula.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Soja | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
Preparo da calda: O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Por se tratar de uma formulação do tipo WG (Grânulos dispersíveis em água) o produto deve ser adicionado lentamente no tanque do pulverizador sob agitação constante ou pré dissolvidos em recipientes adequados. Adicionar o adjuvante à calda após o produto, conforme recomendações no item CULTURAS, PLANTAS DANINHAS e DOSES. Para os menores volumes de aplicação, não exceder a concentração de 0,5% v/v da calda ou a recomendação descrita na bula do adjuvante.
Para os menores volumes de aplicação, não exceder a concentração de 0,5% v/v da calda ou a recomendação descrita na bula do adjuvante.
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
Recomenda-se o volume de calda entre 150 a 300 L/ha.
Volumes maiores de aplicação favorecem a deposição e cobertura uniforme dos alvos.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas médias a grossas, conforme norma ASABE S572.1. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.
Aplicação Aérea:
Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 L/ha.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de grossas (C) para aplicações em pré emergência e pontas que produzam gotas de classe acima de muito grossas (VC) quando o produto for utilizado como pós emergente, conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas
(vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.
Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva. Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 55%) e altas temperaturas (maior que 30ºC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas, com orvalho, ou com previsão de geadas.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de até quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do engenheiro agrônomo da região. O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante. Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o
esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres e aéreas poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.
FATORES IMPORTANTES PARA O SUCESSO DO SISTEMA DE MANEJO DE PLANTAS DANINHAS COM O HERBICIDA ANTARIS®:
Faça a aplicação dentro do período ideal do estágio de desenvolvimento das plantas daninhas mono e dicotiledôneas evitando que haja rebrotas de algumas espécies.
Potencialize o controle com:
com uma boa cobertura dos alvos a serem atingidos;
aplicação em plantas daninhas em pleno desenvolvimento vegetativo;
presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de controle;
condições de alta umidade relativa e temperatura entre 20 a 30oC.
Evite aplicações nas horas mais quentes do dia, temperaturas acima de 30oC, e com baixa umidade relativa do ar, umidade relativa abaixo de 55%, ou com ventos acima de 10 km/hora, principalmente quando essas condições causem estresse hídrico nas plantas e favoreçam a deriva da pulverização.
Aplique todo volume preparado no mesmo dia, não deixe o produto dentro do tanque de um dia para outro
Logo após o uso, limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra e os bicos) antes de utilizá- los com outros produtos ou em outros cultivos.
Cultura | Dias |
Soja | (1) |
(1) Não determinado devido a modalidade de emprego
Recomenda-se aguardar 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso haja necessidade de entrar na área tratada antes da secagem total da calda aplicada, utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) indicados para uso durante a aplicação.
Culturas / Modalidade de aplicação | Plantas daninhas controladas | Estádio das plantas daninhas / culturas | Nº máximo de aplicações | Dose produto comercial (L/ha) | Volume de Calda (L/ha) | |
Nome comum | Nome científico | |||||
ALFACE Em jato dirigido | Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | 1 | 1,5 + 0,2% v/v de óleo mineral ou vegetal | 350 L/ha |
Picão-branco | Galinsoga parviflora | |||||
Erva-de- bicho | Polygonum aviculare | |||||
Serralha | Sonchus oleraceus | |||||
Erva-de- passarinho | Stellaria media | |||||
Soliva | Soliva anthemifolia | 2,0 + 0,2% v/v de óleo mineral ou vegetal | ||||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
ALGODÃO Em jato dirigido | Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica | Até 1 perfilho | 1 | 2,0 + 0,2% v/v de óleo mineral ou vegetal | 350 L/ha |
Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | |||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | |||||
Capim- massambará | Sorghum halepense | |||||
Carrapicho- de-carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2 a 4 folhas | ||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis | |||||
Buva | Conyza bonariensis | |||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | |||||
Caruru- rasteiro | Amaranthus deflexus | |||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||
Fedegoso | Chenopodium album | |||||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle das plantas daninhas, aplicar na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura. Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada e capim-massambará, realizar a aplicação no início do perfilhamento. Para carrapicho-de-carneiro, buva, capim-amargoso, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru-rasteiro, picão- preto e fedegoso, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
Culturas / Modalidade de aplicação | Plantas daninhas controladas | Estádio das plantas daninhas / culturas | Nº máximo de aplicações | Dose produto comercial (L/ha) | Volume de Calda (L/ha) | |
Nome comum | Nome científico | |||||
BANANA Em jato dirigido | Capim- colchão | Digitaria horizontalis | Até 1 perfilho | 1 | 2,0 + 0,25% v/v de óleo mineral ou vegetal | 500 L/ha |
Capim- guaçu | Paspalum conspersum | |||||
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica | |||||
Quebra- pedra | Phyllanthus tenellus | 4 a 6 folhas | ||||
Crepis | Crepis japonica | |||||
Macela- branca | Gnaphalium spicatum | |||||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | |||||
Sete- sangrias | Cuphea carthagenensis | |||||
Erva-cará | Dioscorea batatas | |||||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas de folha larga estiverem com 2 a 6 folhas, e as de folha estreita com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
BATATA Em pré- emergência da cultura | Caruru | Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | 1 | 2,0 + 0,2% v/v de óleo mineral ou vegetal | 350 L/ha |
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | |||||
Carrapicho- rasteiro | Acanthospermum australe | |||||
Erva-quente | Spermacoce alata | |||||
Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | Até 1 perfilho | ||||
Capim- carrapicho | Cecnchrus echinatus | |||||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: - Para controle das plantas daninhas: Realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas e as gramíneas com até 1 perfilho. | ||||||
BATATA Dessecação de pré- colheita | Uso para dessecação | 1 | 2,0 + 0,2% v/v de óleo mineral ou vegetal | 350 L/ha | ||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: - Para dessecação de “batata consumo”: Aplicar 2,0 L/ha do produto comercial + 0,7 L/ha (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral, sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba (Commelina benghalensis), picão-preto (Bidens pilosa) e guanxuma-branca (Sida glaziovii) com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
Culturas / Modalidade de aplicação | Plantas daninhas controladas | Estádio das plantas daninhas / culturas | Nº máximo de aplicações | Dose produto comercial (L/ha) | Volume de Calda (L/ha) | |
Nome comum | Nome científico | |||||
CAFÉ Em jato dirigido | Trapoeraba | Commelina benghalensis | Até 4 folhas | 1 | 2,0 + 0,2% v/v de óleo mineral ou vegetal | 350 L/ha |
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||
Buva | Conyza bonariensis | |||||
Macela- branca | Gnaphalium spicatum | |||||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | |||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | Até 6 folhas | 3,0 + 0,4% v/v de óleo mineral ou vegetal | 450 L/ha | ||
Guanxuma- branca | Sida glaziovii | 2 a 4 folhas | 2,0 + 0,25% v/v de óleo mineral ou vegetal | 500 L/ha | ||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 2 perfilhos | 2,5 + 0,4% v/v de óleo mineral ou vegetal | 450 L/ha | ||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | |||||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega aplicar quando estiverem com 4 folhas guanxuma e guanxuma-branca, aplicar quando estas estiverem com até 6 folhas. Em capim-marmelada e capim-colchão, até a fase de início do perfilhamento até 2 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
CITROS Em jato dirigido | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 2 perfilhos | 1 | 2,0 + 0,2% v/v de óleo mineral ou vegetal | 350 L/ha |
Capim- colchão | Digitaria horizontalis e Digitaria sanguinalis | |||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | Até 1 perfilho | ||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis | |||||
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | Até 4 folhas | ||||
Carrapicho- de-carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | |||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||||
Maria-gorda | Talinum paniculatum | |||||
Falsa- serralha | Emilia sonchifolia | |||||
Malva- branca | Sida cordifolia | |||||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta daninha estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta daninha estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta daninha estiver com até 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
Culturas / Modalidade de aplicação | Plantas daninhas controladas | Estádio das plantas daninhas / culturas | Nº máximo de aplicações | Dose produto comercial (L/ha) | Volume de Calda (L/ha) | |
Nome comum | Nome científico | |||||
EUCALIPTO Em jato dirigido | Samambaia | Pteridium aquilinum | Até 20 cm | 1 | 2,0 + 0,2% v/v de óleo mineral ou vegetal | 350 L/ha |
Capim- gordura | Melinis minutiflora | Até 4 perfilhos | 4,0 + 0,2% v/v de óleo mineral ou vegetal | |||
Erva-quente | Spermacoce alata | Até 8 folhas | ||||
Cambará | Lantana camara | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||
Falsa- serralha | Emilia sonchifolia | |||||
Serralha | Sonchus oleraceus | |||||
Buva | Conyza bonariensis | |||||
Unha-de- vaca | Bauhinia variegata | |||||
Arranha-gato | Acacia plumosa | |||||
Jurubeba | Solanum paniculatum | |||||
Capim- colonião | Panicum maximum | |||||
Vassourinha- botão | Spermacoce verticillata | |||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||||
Gervão | Stachytarpheta cayennensis | |||||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem em vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das daninhas de folha estreita quando estiverem com até 4 perfilhos; e em folhas largas, com até 8 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
FEIJÃO Em dessecação de pré- colheita | Uso para dessecação para feijão de consumo | 50% das vagens secas | 1 | 1,8 + 0,2% v/v de óleo mineral ou vegetal | 350 L/ha aplicação terrestre 30 a 40 L/ha aplicação aérea | |
Uso para dessecação para feijão sementes | 70% das vagens secas | 2,0 + 0,2% v/v de óleo mineral ou vegetal | ||||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
Culturas / Modalidade de aplicação | Plantas daninhas controladas | Estádio das plantas daninhas / culturas | Nº máximo de aplicações | Dose produto comercial (L/ha) | Volume de Calda (L/ha) | |
Nome comum | Nome científico | |||||
MAÇÃ Em jato dirigido | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 1 | 2,0 + 0,2% v/v de óleo mineral ou vegetal | 350 L/ha |
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | |||||
Azevém | Lolium multiflorum | |||||
Língua-de- vaca | Rumex obtusifolius | 2 a 4 folhas | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | |||||
Serralha | Sonchus oleraceus | |||||
Losna- branca | Parthenium hysterophorus | |||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||
Picão-branco | Galinsoga parviflora | |||||
Maria-mole | Senecio brasiliensis | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||
Poaia | Richardia brasiliensis | |||||
Trevo | Oxalins oxyptera | |||||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar em poaia, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão-branco, picão- | ||||||
preto e língua-de-vaca quando a planta daninha estiver de 5 a 10 cm. Em capim-colchão, azevém e capim- marmelada com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
MILHO Em jato dirigido | Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | Até 1 perfilho | 1 | 1,5 + 0,2% v/v de óleo mineral ou vegetal | 350 L/ha |
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | |||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | ||||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | |||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||||
Carrapicho- de-carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||
Corda-de- viola | Ipomoea aristolochiaefolia | |||||
Carrapicho- rasteiro | Acanthospermum australe | |||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||
Malva- branca | Sida cordifolia | |||||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim-colchão e capim- marmelada. Para as demais daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
Culturas / Modalidade de aplicação | Plantas daninhas controladas | Estádio das plantas daninhas / culturas | Nº máximo de aplicações | Dose produto comercial (L/ha) | Volume de Calda (L/ha) | |
Nome comum | Nome científico | |||||
NECTARINA / PÊSSEGO Em jato dirigido | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 1 | 2,0 + 0,2% v/v de óleo mineral ou vegetal | 350 L/ha |
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | |||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||
Picão-branco | Galinsoga parviflora | |||||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão branco quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Capim-colchão e capim-marmelada, quando estiver com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
REPOLHO Em jato dirigido | Picão-branco | Galinsoga parviflora | 2 a 4 folhas | 1 | 1,5 + 0,2% v/v de óleo mineral ou vegetal | 350 L/ha |
Erva-de- passarinho | Stellaria media | |||||
Serralha | Sonchus oleraceus | |||||
Mentruz | Coronopus didymus | 2,0 + 0,2% v/v de óleo mineral ou vegetal | ||||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar a aplicação quando as plantas daninhas apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
SOJA Em jato dirigido ou em dessecação de pré- plantio | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 2 pefilhos | 1 | 2,5 + 0,2% v/v de óleo mineral ou vegetal | 350 L/ha |
Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | |||||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | 2 a 6 folhas | ||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | |||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||
Poaia | Richardia brasiliensis | |||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2 a 4 folhas | ||||
Trigo | Triticum aestivum | Até 2 perfilhos | 3,0 + 0,2% v/v de óleo mineral ou vegetal | |||
Aveia | Avena sativa | |||||
Cevada | Hordeum vulgare | |||||
Azevém | Lolium multiflorum | |||||
Centeio | Secale cereale | |||||
Triticale | Triticum secale | |||||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: - Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. Para o controle de capim-colchão e capim-marmelada, realizar o controle quando as plantas estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo, nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega realizar o controle quando as plantas estiverem com até 6 folhas. Para o controle de trapoeraba realizar o controle quando as plantas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
Culturas / Modalidade de aplicação | Plantas daninhas controladas | Estádio das plantas daninhas / culturas | Nº máximo de aplicações | Dose produto comercial (L/ha) | Volume de Calda (L/ha) | |
Nome comum | Nome científico | |||||
SOJA Em dessecação de pré- plantio | Capim- amargoso | Digitaria insularis | Até 3 perfilhos | 1 | 2,5 a 3,0 + 0,2% v/v de óleo mineral ou vegetal | 350 L/ha |
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | |||||
Capim- camalote | Rottboellia exaltata | |||||
Carrapicho- de-carneiro | Acanyhospermum hispidum | Até 4 folhas | ||||
Erva-quente | Spermacoce latifolia | Até 8 folhas | ||||
Buva | Conyza bonariensis | |||||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: - Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. Para buva realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 12 cm de altura. Em carrapicho-de-carneiro quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Em capim-amargoso, capim- carrapicho e capim-camalote, realizar a aplicação sobre as plantas daninhas oriundas de sementes até o estádio de desenvolvimento de 3 perfilhos. | ||||||
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
SOJA Em dessecação de pré- colheita | Uso para dessecação | 10 dias antes da colheita | 1 | 2,0 + 0,2% v/v de óleo mineral ou vegetal | Aplicação Terrestre: 350 L/há Aplicação Aérea: 30 a 40 L/ha | |
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: - Para dessecação: Utilizar a dose de 2,0 L/ha do produto + 0,7 L/ha (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral, aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
TRIGO Em dessecação de pré- plantio | Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | Até 1 perfilho | 1 | 2,0 + 0,2% v/v de óleo mineral ou vegetal | 350 L/ha |
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica | |||||
Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | |||||
Arroz | Oryza sativa | |||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | ||||
Guanxuma | Sida cordifolia | |||||
Erva-quente | Spermacoce alata | |||||
Soja | Glycine max | |||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||
Buva | Conyza bonariensis | 1,5 a 2,0 + 0,5% v/v de óleo mineral ou vegetal | 200 L/ha | |||
Capim- amargoso | Digitaria insularis | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,5 v/v de óleo mineral ou vegetal (0,25% v/v) | |||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: - Aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Caruru e guanxuma devem ter até 4 folhas. Para controle da Buva oriunda de semente, realizar a aplicação na dose de 1,5 a 2,0 L/há quando as plantas daninhas estiverem com até 2 folhas. Para o controle das gramíneas como o capim-amargoso, aplicar sobre as plantas daninhas oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
Culturas / Modalidade de aplicação | Plantas daninhas controladas | Estádio das plantas daninhas / culturas | Nº máximo de aplicações | Dose produto comercial (L/ha) | Volume de Calda (L/ha) | |
Trigo Em dessecação de pré- colheita | Uso para dessecação | Grãos de trigo amarelos/massa mole de grãos dourados/massa dura | 1 | 1,75 + 0,5% v/v de óleo mineral ou vegetal | 200 L/ha | |
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: - Para dessecação de pré-colheita: Aplicar o produto na dessecação em única pulverização, sempre com adição de 0,25% v/v de óleo mineral na calda de aplicação. Realizar aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem amarelos e fisiologicamente maduros (estágio GS87) grãos dourados (massa dura). | ||||||
UVA Em jato dirigido | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 1 | 2,0 + 0,7 (0,2% v/v) de óleo mineral ou vegetal | 350 L/ha |
Picão-branco | Galinsoga parviflora | 2 a 4 folhas | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. Picão-preto, picão-branco e caruru devem ter até 4 folhas. Capim-marmelada deve ter até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Polygonum aviculare | erva-de-bicho (6) | Ver detalhes |
| Algodão | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Banana | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Batata | Ver detalhes | ||
| Café | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Citros | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acacia plumosa | acacia-de-espinho, arranha-gato (2), unha-de-gato (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Ver detalhes | ||
| Maçã | Richardia brasiliensis | poaia, poaia-branca, poaia-do-campo (2) | Ver detalhes |
| Milho | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Nectarina | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Pessego | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Repolho | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Soja | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Ver detalhes | ||
| Uva | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
Utiliza sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto; o equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do AUDACE® deve estar limpo de resíduos de outro defensivo. Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do AUDACE®, acrescentar óleo vegetal ou mineral na proporção recomendada para o cultivo/alvo, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem riscos ao aplicador, ao meio ambiente e à cultura. É proibido utilizar equipamentos com vazamentos ou danificados.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com
relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador costal, autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido à entrelinha, sobre as plantas daninhas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura das plantas daninhas, sem atingir a cultura. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura de
pulverização de no mínimo de 50 cm, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a
técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Utilizar aeronaves agrícolas equipadas com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante. Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático. Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Volume de calda | Tamanho de gotas | Cobertura mínima | Altura de voo | Faixa de aplicação | Distribuição das pontas |
30 - 40 L/ha | Média - Grossa | 40 gotas/cm² | 3 m | 15 - 18 m | 65% |
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura do ar: abaixo de 30°C;
Umidade relativa do ar: acima de 55%;
Velocidade do vento: mínima de 3 km/h até 10 km/h (caso o vento esteja a menos de 3km/h, não aplique, pois poderá ocorrer inversão térmica);
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas;
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas, respeitando os parâmetros de temperatura, vento e umidade do ar.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
Entre 10 e 30°C | maior que 55% | entre 3 e 10km/h |
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10km/h.
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%. • Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Esvazie o equipamento de pulverização por completo no campo recém-pulverizado.
Desmonte a sucção, linha de pressão e filtros do bocal e limpe bem com água.
Encha o equipamento de pulverização a 10% da capacidade do tanque e agite bem (recomenda- se um bocal de limpeza giratório).
Realize o descarte do líquido em local apropriado.
Repita as etapas 3 e 4 para o segundo enxágue.
Inspecione os filtros novamente e limpe-os se estiverem presentes depósitos visíveis.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal
Cultura | Intervalo de Segurança (dias) |
Alface, maçã, nectarina, pêssego, repolho e uva | 7 |
Algodão | 28 |
Banana, batata e soja | 10 |
Café | 20 |
Citros | 40 |
Eucalipto | U.N.A. |
Feijão | 5 |
Milho e Trigo | (1) |
(1) Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego
U.N.A. = Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
As culturas de algodão, feijão, milho e soja, apesar de sensíveis a BARUS 300 WG, apresentam seletividade quando o produto é aplicado em dessecação pré-plantio dessas culturas.
Algodão, Feijão, Milho e Soja:
Fazer 1 (uma) aplicação em pós-emergência das plantas daninhas, no manejo de áreas em sistema de plantio direto, sempre antes da semeadura (dessecação pré-plantio).
As plantas daninhas devem estar no estádio de desenvolvimento conforme tabela abaixo.
O plantio deverá ser feito 15 (quinze) dias após a pulverização.
O produto, nas dosagens recomendadas, não causa fitointoxicação.
CULTURA | ALVOS CONTROLADOS | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Monocotiledôneas: | ||||
Commelina benghalensis | Trapoeraba | 0,175 a 0,350 kg/ha (52,5 a 105 g | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. | |
Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 folhas até antes do perfilhamento. Milho voluntário até V4. | ||||
Zea mays | Milho voluntário | i.a/ha) | ||
Triticum aestivum | Trigo voluntário | 0,350 a 0,420 kg/ha (105 a 126 g i.a/ha) | ||
Cenchrus echinatus | Capim-carrapicho | |||
Brachiaria decumbens | Capim-braquiária | |||
Brachiaria plantaginea | Capim-marmelada | |||
Lolium multiflorum | Azevém | |||
Eleusine indica | Capim-pé-de-galinha | 0,420 kg/ha | ||
Digitaria insularis | Capim-amargoso | (126 g i.a/ha) | ||
Eudicotiledôneas: | ||||
Amaranthus viridis | Caruru de mancha | Aplicar em pós-emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. Soja e Feijão voluntários até 3 trifólios. | ||
Amaranthus retroflexus | Caruru | |||
Bidens pilosa | Picão-preto | |||
Euphorbia heterophylla | Leiteiro ou amendoim | |||
Algodão, Feijão, Milho e Soja | bravo | 0,120 a 0,175 kg/ha (36 a 52,5 g | ||
Ipomoea hederifolia | Corda-de-viola | |||
Ipomoea grandifolia | Corda-de-viola | |||
Raphanus raphanistrum | Nabiça | i.a/ha) | ||
Sonchus oleraceus | Serralha | |||
Phaseolus vulgaris | Feijão Voluntário | |||
Glycine max | Soja voluntária | |||
Alternanthera tenella | Apaga fogo | 0,175 a 0,240 kg/ha (52,5 a 72 g i.a/ha) | Aplicar em pós-emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 6 folhas. Para a buva aplicar quando estiverem no estádio de até 10 cm. | |
Tridax procumbens | Erva-de-touro | |||
Amaranthus hybridus | Caruru roxo | |||
Spermacoce latifolia | Erva-quente | |||
Richardia brasiliensis | Poaia branca | |||
Parthenium | Losna branca | Aplicar em pós-emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. | ||
hysterophorus | ||||
Amaranthus deflexus | Caruru | 0,350 a 0,420 kg/ha (105 a 126 g i.a/ha) | ||
Portulaca oleracea | Beldroega | |||
Sida rhombifolia | Guanxuma | |||
175 a 350 g/ha | Aplicar em pós-emergência | |||
Conyza bonariensis | Buva | (52,5 a 105 g | da planta daninha quando | |
i.a./ha) | no estádio de até 10 cm. | |||
Borreria verticillata | Vassourinha-de-botão | 120 a 320 g/ha (36 a 96 g i.a./ha) | Aplicar em pós-emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas | |
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para estádios mais avançados das plantas daninhas ou em altas pressões de plantas daninhas. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
Para os cultivos perenes como café e citros, o BARUS 300 WG é seletivo, exclusivamente, em aplicação em jato dirigido. Portanto, deve-se evitar o contato do produto com as plantas cultivadas.
Café e Citros: Fazer 1 (uma) aplicação nas entre linhas das culturas respeitando o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas conforme tabela abaixo.
CULTURA | ALVOS CONTROLADOS | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Monocotiledôneas: | ||||
Café e Citros Jato Dirigido | Commelina benghalensis | Trapoeraba | 0,350 a 0,467 kg/ha (105 a 140 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 a 6 folhas |
Brachiaria plantaginea | Capim-marmelada | 0,350 a 0,467 kg/ha (105 a 140 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 folhas até antes do perfilhamento. | |
Brachiaria decumbens | Capim-braquiária | |||
Cenchrus echinatus | Capim-carrapicho | |||
Digitaria insularis | Capim-amargoso | 0,467 kg/ha (140 g i.a/ha) | ||
Eleusine indica | Capim-pé-de-galinha | |||
Eudicotiledôneas: | ||||
Amaranthus viridis | Caruru de mancha | 0,120 a 0,175 kg/ha (36 a 52,5 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. Para a buva aplicar quando estiverem no estádio de até 10 cm. | |
Bidens pilosa | Picão preto | |||
Euphorbia heterophylla | Leiteiro ou amendoim bravo | |||
Ipomoea grandifolia | Corda-de-viola | |||
Alternanthera tenella | Apaga-fogo | 0,175 a 0,350 kg/ha (52,5 a 105 g i.a/ha) | ||
Sida rhombifolia | Guanxuma | |||
Sinedrellopsis grisebachii | Agriãozinho | |||
Conyza bonariensis | Buva | 0,350 kg/ha (105 g i.a/ha) | ||
Galinsoga parviflora | Botão-de-ouro | |||
Richardia brasiliensis | Poaia-branca | |||
Parthenium hysterophorus | Losna-branca | 0,350 a 0,467 kg/ha (105 a 140 g i.a/ha) | ||
Portulaca oleracea | Beldroega | |||
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para estádios mais avançados das plantas daninhas ou em altas pressões de plantas daninhas. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
A aplicação do herbicida deve ser feita em jato dirigido protegido para que o produto não atinja as folhas da cultura, sendo recomendado o uso de “chapéu de napoleão” ou barras laterais protetoras específicas para jato dirigido que evitem deriva para a parte verde das culturas.
Soja e Feijão: A pulverização do produto BARUS 300 WG na dessecação pré-colheita deve ocorrer quando a cultura atingir a sua maturação fisiológica.
Algodão: A pulverização do produto BARUS 300 WG na desfolha pré-colheita deve ocorrer quando 80% das maças do algodoeiro estiverem abertas.
CULTURA | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Dessecação pré-colheita | |||
Soja | Glycine max | 0,350 kg/ha (105 g a.i/ha) | Aplicar na maturação fisiológica da cultura |
Feijão | Phaseulus vulgaris | 0,240 a 0,350 kg/ha (72 g a 105 g a.i/ha) | Aplicar na maturação fisiológica da cultura |
Algodão | Gossipium hirsutum | 0,120 a 0,175 kg/ha (36 a 52,5 g a.i/ha) | Aplicar quando 80% das maças estiverem abertas |
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para a dessecação/desfolha mais rápida da cultura ou das plantas daninhas antes da colheita. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
Permite a colheita entre 7 até 14 dias após a aplicação, dependendo da dose e condições climáticas. Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de dessecação
Aplique BARUS 300 WG conforme as recomendações da bula:
Aplique em pós-emergência das plantas daninhas na dose recomendada conforme consta na bula, sempre utilizando adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico a 0,5% v/v;
Faça a aplicação dentro das condições climáticas e do período ideal do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas;
Evite rebrotas respeitando:
Estádio de desenvolvimento das plantas daninhas conforme consta na bula;
Boa cobertura dos alvos a serem atingidos;
Aplicar quando as plantas daninhas estiverem em pleno vigor vegetativo;
Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de controle;
Evite aplicação nas horas mais quentes do dia;
Evite aplicação nas seguintes condições: Temperatura acima de 28ºC, umidade relativa do ar abaixo de 60%, ventos acima de 10km/h;
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Café | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Milho | Amaranthus deflexus | bredo (2), bredo-rasteiro, caruru (1) | Ver detalhes |
| Soja | Borreria verticillata | Ver detalhes |
Com pulverizador tratorizado ou costal manual: usar uma barra com bicos tipo leque (jato plano), aplicando-se em área total com volume de calda de 100 a 300 litros por hectare e pressão de serviço deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
É permitida a aplicação via jato dirigido de até 140 g i.a./ha por ciclo da cultura.
Para aplicação foliar é permitido o uso de até 126 g i.a./ha por ciclo da cultura, desde que adotada distância de 160 m de vegetações adjacentes não alvo.
Selecionar pontas que produzam o Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) gotas finas a médias.
Aeronaves agrícolas: Usar ponta de pulverização apropriada para este tipo de aplicação, com volume de calda de maior que 20 L/ha.
Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
É permitida a aplicação aérea de até 52,5 g i.a./ha por ciclo da cultura, desde que adotada distância de 210 m de vegetações adjacentes não alvo.
Classe de gotas: utilizar o Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) de gotas das classes média a grossa.
Altura do voo: de 3 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição.
Volume de calda maior que 20 L/ha
Condições climáticas a serem respeitadas: Velocidade do vento até 10 km/h (2,78m/s); Temperatura até 28 °C; Umidade relativa do ar acima de 60%.
Milho: 120 dias
Soja: 3 dias
Feijão: 3 dias
Algodão: 7 dias
Café: 7 dias
Citros: 7 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.
As culturas de feijão, soja, milho e algodão, apesar de sensíveis a BARUS 339SC, apresentam seletividade quando o produto é aplicado em dessecação pré-plantio dessas culturas.
Algodão, Milho, Soja e Feijão:
Fazer 1 (uma) aplicação em pós-emergência das plantas daninhas, no manejo de áreas em sistema de plantio direto, sempre antes da semeadura (dessecação pré-plantio).
As plantas daninhas devem estar no estádio de desenvolvimento conforme tabela abaixo.
O plantio deverá ser feito 15 (quinze) dias após a pulverização.
O produto, nas dosagens recomendadas, não causa fitointoxicação.
CULTURA | ALVOS CONTROLADOS | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Monocotiledôneas: | ||||
Algodão, Feijão, Milho e Soja | Zea mays | Milho voluntário | 0,175 a 0,240 L/ha (59,33 a 81,36 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência até estádio V4 |
Commelina benghalensis | Trapoeraba | 0,240 a 0,350 L/ha (81,36 a 118,65 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando no estádio de 2 a 4 folhas. | |
Cenchrus echinatus | Capim carrapicho | 0,240 a 0,350 L/ha (81,36 a 118,65 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 folhas até antes do perfilhamento. | |
Triticum aestivum | Trigo voluntário | |||
Brachiaria decumbens | Capim-braquiária | 0,350 L/ha (118,65 g i.a/ha) | ||
Brachiaria plantaginea | Capim-marmelada | |||
Digitaria insularis | Capim-amargoso | |||
Eleusine indica | Capim-pé-de- galinha | |||
Lolium multiflorum | Azevém | |||
Eudicotiledôneas: | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | ||
Amaranthus viridis | Caruru de mancha | 0,120 a 0,175 L/ha (40,68 a 59,33 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. Soja voluntária até 3 trifólios. | |
Bidens pilosa | Picão-preto | |||
Euphorbia heterophylla | Leiteiro ou amendoim bravo | |||
Glycine max | Soja voluntária | |||
Ipomoea grandifolia | Corda-de-viola | |||
Ipomoea hederifolia | Corda-de-viola | |||
Parthenium hysterophorus | Losna branca | |||
Alternanthera tenella | Apaga fogo | 0,175 a 0,240 L/ha (59,33 a 81,36 g i.a/ha) | ||
Portulaca oleracea | Beldroega | |||
Raphanus raphanistrum | Nabiça | |||
Senna obtusifolia | Fedegoso | |||
Amaranthus deflexus | Caruru | 0,240 a 0,350 L/ha (81,36 a 118,65 g i.a/ha) | ||
Richardia brasiliensis | Poaia branca | |||
Sonchus oleraceus | Serralha | |||
Spermacoce latifolia | Erva-quente | |||
Tridax procumbens | Erva-de-touro | |||
Amaranthus retroflexus | Caruru | 0,350 L/ha (118,65 g i.a/ha) | ||
Sida rhombifolia | Guanxuma | |||
Conyza bonariensis | Buva | 0,175 a 0,350 L/ha (59,33 a 118,65 g i.a./ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando no estádio de até 10 cm. | |
Borreria verticillata | Vassourinha-de- botão | 0,100 a 0,310 L/ha (33,9 a 105,09 g i.a./ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas |
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para estádios mais avançados das plantas daninhas ou em altas pressões de plantas daninhas. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
Para os cultivos perenes como café e citros, o BARUS 339 SC é seletivo, exclusivamente, em aplicação em jato dirigido. Portanto, deve-se evitar o contato do produto com as plantas cultivadas.
Café e Citros: Fazer 1 (uma) aplicação nas entre linhas das culturas respeitando o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas conforme tabela abaixo.
CULTURA | ALVOS CONTROLADOS | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Monocotiledôneas: | ||||
Café e Citros | Commelina benghalensis | Trapoeraba | 0,175 a 0,350 L/ha (59,33 a 118,65 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando no estádio de 2 a 4 folhas |
Brachiaria plantaginea | Capim- marmelada | 0,350 L/ha (118,65 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 folhas até antes do perfilhamento. | |
Brachiaria decumbens | Capim-braquiária | |||
Cenchrus echinatus | Capim- carrapicho | |||
Digitaria insularis | Capim-amargoso | |||
Eleusine indica | Capim-pé-de- galinha | |||
Eudicotiledôneas: | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | ||
Amaranthus viridis | Caruru de mancha | 0,120 a 0,175 L/ha (40,68 a 59,33 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. | |
Bidens pilosa | Picão preto | |||
Euphorbia heterophylla | Leiteiro ou amendoim bravo | |||
Ipomoea grandifolia | Corda-de-viola | |||
Richardia brasiliensis | Poaia-branca | 0,175 a 0,350 L/ha (59,33 a 118,65 g i.a/ha) | ||
Sida rhombifolia | Guanxuma | |||
Galinsoga parviflora | Botão-de-ouro | 0,350 L/ha (118,65 g i.a/ha) | ||
Parthenium hysterophorus | Losna-branca | |||
Portulaca oleracea | Beldroega | |||
Sinedrellopsis grisebachii | Agriãozinho | |||
Conyza bonariensis | Buva | 0,175 a 0,350 L/ha (59,33 a 118,65 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando no estádio de até 10 cm. |
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para estádios mais avançados das plantas daninhas ou em altas pressões de plantas daninhas. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
A aplicação do herbicida deve ser feita em jato dirigido protegido para que o produto não atinja as folhas da cultura, sendo recomendado o uso de “chapéu de napoleão” ou barras laterais protetoras específicas para jato dirigido que evitem deriva para a parte verde das culturas.
Soja e Feijão: A pulverização do produto BARUS 339 SC na dessecação pré-colheita deve ocorrer quando a cultura atingir a sua maturação fisiológica.
Algodão: A pulverização do produto BARUS 339 SC na desfolha pré-colheita deve ocorrer quando 80% das maças do algodoeiro estiverem abertas.
i.a. = ingrediente ativo
CULTURA | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Dessecação pré-colheita | |||
Algodão | Gossypium hirsutum | 0,120 a 0,175 L/ha (40,68 a 59,33 g a.i/ha) | Aplicar quando 80% das maças estiverem abertas |
Feijão | Phaseolus vulgaris | 0,240 a 0,350 L/ha (81,36 g a 118,65 g a.i/ha) | Aplicar na maturação fisiológica da cultura |
Soja | Glycine max | 0,350 L/ha (118,65 g a.i/ha) | Aplicar na maturação fisiológica da cultura |
Observações: Aplicar as doses maiores para a dessecação/desfolha mais rápida da cultura ou das plantas daninhas antes da colheita. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
Permite a colheita entre 7 até 14 dias após a aplicação, dependendo da dose e condições climáticas. Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de dessecação
Aplique BARUS 339 SC conforme as recomendações da bula:
Aplique em pós-emergência das plantas daninhas na dose recomendada conforme consta na bula, sempre utilizando adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico a 0,5% v/v;
Faça a aplicação dentro das condições climáticas e do período ideal do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas;
Evite rebrotas respeitando:
Estádio de desenvolvimento das plantas daninhas conforme consta na bula;
Boa cobertura dos alvos a serem atingidos;
Aplicar quando as plantas daninhas estiverem em pleno vigor vegetativo;
Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de controle;
Evite aplicação nas horas mais quentes do dia;
Evite aplicação nas seguintes condições: Temperatura acima de 30ºC, umidade relativa do ar abaixo de 60%, ventos acima de 10km/h;
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
| Café | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Citros | Synedrellopsis grisebachii | agrião-do-pasto, agriãozinho, poejinho | Ver detalhes |
| Feijão | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
| Milho | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
| Soja | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
Com pulverizador tratorizado ou costal manual: usar uma barra com bicos tipo leque (jato plano), aplicando-se em área total com volume de calda de 100 a 300 litros por hectare e pressão de serviço deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
É permitida a aplicação via jato dirigido de até 118,65 g i.a./ha.
Para aplicação foliar é permitido o uso de até 118,65 g i.a./ha desde que adotada distância de 160 m de vegetações adjacentes não alvo.
Selecionar pontas que produzam o Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) gotas finas a médias.
Aeronaves agrícolas: Usar ponta de pulverização apropriada para este tipo de aplicação, com volume de calda de maior que 20 L/ha.
Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
É permitida a aplicação aérea de até 52,5 g i.a./ha desde que adotada distância de 210 m de vegetações adjacentes não alvo.
Classe de gotas: utilizar o Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) de gotas das classes média a grossa.
Altura do voo: de 3 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição.
Volume de calda maior que 20 L/ha
Condições climáticas a serem respeitadas: Velocidade do vento até 10 km/h (2,78m/s); Temperatura até 28 °C; Umidade relativa do ar acima de 60%.
Milho: 120 dias Soja:3 dias Feijão: 3 dias Algodão:7 dias Café: 7 dias
Citros: 7 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.
As culturas de algodão, feijão, milho e soja, apesar de sensíveis a BARUS 700 WG, apresentam seletividade quando o produto é aplicado em dessecação pré-plantio dessas culturas.
Algodão, Feijão, Milho e Soja:
Fazer 1 (uma) aplicação em pós-emergência das plantas daninhas, no manejo de áreas em sistema de plantio direto, sempre antes da semeadura (dessecação pré-plantio).
As plantas daninhas devem estar no estádio de desenvolvimento conforme tabela abaixo.
O plantio deverá ser feito 15 (quinze) dias após a pulverização.
O produto, nas dosagens recomendadas, não causa fitointoxicação.
CULTURA | ALVOS CONTROLADOS | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Monocotiledôneas: | ||||
Algodão, Feijão, Milho e Soja | Commelina benghalensis | Trapoeraba | 0,100 a 0,150 kg/ha (70 a 105 g i.a/ha) | Aplicar em pós emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. |
Triticum aestivum | Trigo voluntário | 0,075 a 0,100 kg/ha (52.5 a 70 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 folhas até antes do perfilhamento. Milho voluntário até V4. | |
Zea mays | Milho voluntário | 0,100 a 0,150 kg/ha (70 a 105 g i.a/ha) | ||
Cenchrus echinatus | Capim-carrapicho | 0,150 a 0,180 kg/ha (105 a 126 g i.a/ha) | ||
Brachiaria decumbens | Capim-braquiária | |||
Brachiaria plantaginea | Capim-marmelada | |||
Lolium multiflorum | Azevém | |||
Eleusine indica | Capim-pé-de-galinha | 0,180 kg/ha (126 g i.a/ha) | ||
Eudicotiledôneas: | ||||
Amaranthus viridis | Caruru de mancha | 0,050 a 0,075 kg/ha (35 a 52,5 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. Soja voluntário até 3 trifólios. | |
Amaranthus deflexus | Caruru | |||
Alternanthera tenella | Apaga fogo | |||
Bidens pilosa | Picão-preto | |||
Euphorbia heterophylla | Leiteiro ou amendoim bravo | |||
Ipomoea hederifolia | Corda-de-viola | |||
Ipomoea grandifolia | Corda-de-viola | |||
Raphanus raphanistrum | Nabiça | |||
Sonchus oleraceus | Serralha | |||
Tridax procumbens | Erva-de-touro | |||
Glycine max | Soja voluntária | |||
Amaranthus hybridus | Caruru roxo | 0,075 a 0,100 kg/ha (52,5 a 70 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 6 folhas. Para a buva aplicar quando estiverem no estádio de até 10 cm. | |
Spermacoce latifolia | Erva-quente | 0,100 a 0,150 kg/ha (70 a 105 g i.a/ha) | ||
Richardia brasiliensis | Poaia branca | |||
Amaranthus retroflexus | Caruru | 0,150 a 0,180 kg/ha (105 a 126 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando | |
Portulaca oleracea | Beldroega | |||
Parthenium | Losna branca | |||
hysterophorus | estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. | |||
Sida rhombifolia | Guanxuma | |||
Conyza bonariensis | Buva | 0,075 a 0,150 kg/ha (52,5 a 105 g i.a./ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando no estádio de até 10 cm | |
Borreria verticillata | Vassourinha-de- botão | 0,050 a 0,150 kg/ha (35 a 96 g i.a./ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas |
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para estádios mais avançados das plantas daninhas ou em altas pressões de plantas daninhas. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
Para os cultivos perenes como café e citros, o BARUS 700 WG é seletivo, exclusivamente, em aplicação em jato dirigido. Portanto, deve-se evitar o contato do produto com as plantas cultivadas.
Café e Citros: Fazer 1 (uma) aplicação nas entre linhas das culturas respeitando o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas conforme tabela abaixo.
CULTURA | ALVOS CONTROLADOS | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Monocotiledôneas: | ||||
Café e Citros Jato Dirigido | Commelina benghalensis | Trapoeraba | 0,150 a 0,200 kg/ha (105 a 140 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 a 6 folhas |
Brachiaria plantaginea | Capim-marmelada | 0,150 a 0,200 kg/ha (105 a 140 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 folhas até antes do perfilhamento. | |
Brachiaria decumbens | Capim-braquiária | |||
Cenchrus echinatus | Capim-carrapicho | |||
Digitaria insularis | Capim-amargoso | 0,200 kg/ha (140 g i.a/ha) | ||
Eleusine indica | Capim-pé-de- galinha | |||
Eudicotiledôneas: | ||||
Alternanthera tenella | Apaga-fogo | 0,050 a 0,075 kg/ha (35 a 52,5 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. Para a buva aplicar quando estiverem no estádio de até 10 cm. | |
Amaranthus viridis | Caruru de mancha | |||
Bidens pilosa | Picão preto | |||
Euphorbia heterophylla | Leiteiro ou amendoim bravo | |||
Ipomoea grandifolia | Corda-de-viola | |||
Conyza bonariensis | Buva | 0,150 kg/ha (105 g i.a/ha | ||
Galinsoga parviflora | Botão-de-ouro | |||
Richardia brasiliensis | Poaia-branca | |||
Parthenium hysterophorus | Losna-branca | 0,150 a 0,200 kg/ha (105 a 140 g i.a/ha) | ||
Portulaca oleracea | Beldroega | |||
Sinedrellopsis grisebachii | Agriãozinho | |||
Sida rhombifolia | Guanxuma | |||
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para estádios mais avançados das plantas daninhas ou em altas pressões de plantas daninhas. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
A aplicação do herbicida deve ser feita em jato dirigido protegido para que o produto não atinja as folhas da cultura, sendo recomendado o uso de “chapéu de napoleão” ou barras laterais protetoras específicas para jato dirigido que evitem deriva para a parte verde das culturas.
Soja e Feijão: A pulverização do produto BARUS 700 WG na dessecação pré-colheita deve ocorrer quando a cultura atingir a sua maturação fisiológica.
Algodão: A pulverização do produto BARUS 700 WG na desfolha pré-colheita deve ocorrer quando 80% das maçãs do algodoeiro estiverem abertas.
CULTURA | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Dessecação pré-colheita | |||
Soja | Glycine max | 0,150 kg/ha (105 g a.i/ha) | Aplicar na maturação fisiológica da cultura |
Feijão | Phaseolus vulgaris | 0,100 a 0,150 kg/ha (70 g a 105 g a.i/ha) | Aplicar na maturação fisiológica da cultura |
Algodão | Gossypium hirsutum | 0,050 a 0,075 kg/ha (35 a 52,5 g a.i/ha) | Aplicar quando 80% das maças estiverem abertas |
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para a dessecação/desfolha mais rápida da cultura ou das plantas daninhas antes da colheita. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
Permite a colheita entre 7 até 14 dias após a aplicação, dependendo da dose e condições climáticas. Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de dessecação
Aplique BARUS 700 WG conforme as recomendações da bula:
Aplique em pós-emergência das plantas daninhas na dose recomendada conforme consta na bula, sempre utilizando adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico a 0,5% v/v;
Faça a aplicação dentro das condições climáticas e do período ideal do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas;
Evite rebrotas respeitando:
Estádio de desenvolvimento das plantas daninhas conforme consta na bula;
Boa cobertura dos alvos a serem atingidos;
Aplicar quando as plantas daninhas estiverem em pleno vigor vegetativo;
Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de controle;
Evite aplicação nas horas mais quentes do dia;
Evite aplicação nas seguintes condições: Temperatura acima de 30ºC, umidade relativa do ar abaixo de 60%, ventos acima de 10km/h.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Café | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Citros | Synedrellopsis grisebachii | agrião-do-pasto, agriãozinho, poejinho | Ver detalhes |
| Feijão | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Milho | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Soja | Amaranthus deflexus | bredo (2), bredo-rasteiro, caruru (1) | Ver detalhes |
Com pulverizador tratorizado ou costal manual: usar uma barra com bicos tipo leque (jato plano), aplicando-se em área total com volume de calda de 100 a 300 litros por hectare e pressão de serviço deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
É permitida a aplicação via jato dirigido de até 140 g i.a./ha por ciclo da cultura.
Para aplicação foliar é permitido o uso de até 126 g i.a./ha por ciclo da cultura, desde que adotada distância de 160 m de vegetações adjacentes não alvo.
Selecionar pontas que produzam o Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) gotas finas a médias.
Aeronaves agrícolas: Usar ponta de pulverização apropriada para este tipo de aplicação, com volume de calda de maior que 20 L/ha.
Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
É permitida a aplicação aérea de até 52,5 g i.a./ha por ciclo da cultura, desde que adotada distância de 210 m de vegetações adjacentes não alvo.
Classe de gotas: utilizar o Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) de gotas das classes média a grossa.
Altura do voo: de 3 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição.
Volume de calda maior que 20 L/ha
Condições climáticas a serem respeitadas: Velocidade do vento até 10 km/h (2,78m/s); Temperatura até 28 °C; Umidade relativa do ar acima de 60%.
Milho: 120 dias
Soja: 3 dias
Feijão: 3 dias
Algodão: 7 dias
Café: 7 dias
Citros: 7 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.
Quando a área foliar recebe cobertura suficiente do produto ocorre a paralisação na elaboração de carboidratos levando as plantas à morte, sendo a fase inicial de desenvolvimento das plantas daninhas o momento melhor indicado para ação do herbicida.
São tolerantes ao produto as gramíneas em geral, leguminosas e algumas outras espécies.
Produto comercial: Cada Litro (L) do Basagran® 600 corresponde a 600 g do ingrediente ativo Bentazona.
ARROZ, AMENDOIM, FEIJÃO, MILHO, TRIGO | |||||
PÓS-EMERGÊNCIA DOS CULTIVOS | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose (Lp.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | 2 – 6 folhas | 1,2 | Terrestre: 150 – 250 Aérea: 30 – 50 | 1** |
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Mostarda | Brassica rapa | ||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | ||||
Corda-de-viola | Ipomoea nil | ||||
Joá-de-capote | Nicandra physaloides | ||||
Nabiça | Raphanus raphanistrum | ||||
Guanxuma | Sida cordifolia | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Gorga | Spergula arvensis | ||||
Carrapichão | Xanthium strumarium | ||||
ARROZ, AMENDOIM, FEIJÃO, MILHO, TRIGO | |||||
PÓS-EMERGÊNCIA DOS CULTIVOS | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose (Lp.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Carrapicho rasteiro* | Acanthospermum australe* | 2 – 4 folhas | 1,2 | Terrestre: 150 – 250 Aérea: 30 – 50 | 1** |
Mentrasto* | Ageratum conyzoides* | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Trapoeraba | Commelina erecta | ||||
Botão azul* | Eupatorium pauciflorum* | ||||
Picão branco* | Galinsoga parviflora* | ||||
Mentruz | Lepidium virginicum | ||||
Losna-branca* | Parthenium hysterophorus* | ||||
Beldroega* | Portulaca oleracea* | ||||
Roseta* | Soliva pterosperma* | ||||
Esparguta | Stellaria media | ||||
Erva-de-touro | Tridax procumbens | ||||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: *Aplicar Basagran® 600 com adição de 1,0 L/ha de adjuvante não iônico em aplicações terrestres e de 0,3 L/ha de adjuvante em aplicações aéreas. A adição de um adjuvante não iônico nas caldas de Basagran® 600 tende a melhorar o controle de algumas espécies invasoras, bem como reduzir a velocidade de evaporação, mas não permite redução da dose do herbicida. Para a cultura do feijão, não é recomendado o acréscimo de adjuvante não iônico, devido ao risco de fitotoxicidade. Realizar aplicação em pós emergência das plantas daninhas observando-se o estádio inicial de desenvolvimento, não ultrapassando os estádios indicados. Aumentar o volume de calda em estádios de desenvolvimento maiores do cultivo e plantas daninhas, para obter melhor cobertura dos alvos desejados. **Para a cultura de arroz pode-se efetuar até duas aplicações por ciclo do cultivo, com intervalo de 3 a 4 dias entre elas. As duas aplicações devem ser realizadas quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle e outras continuam emergindo (fluxos). Na 1ª aplicação, recomenda-se a dose de 0,7 L p.c/ ha e na 2ª aplicação, 0,5 L p.c/ ha. Com esse manejo, tem-se melhor controle em áreas de arroz com alta pressão de infestação e germinação contínua de espécies de plantas daninhas como a trapoeraba, corda-de-viola e guanxuma. Em lavoura de arroz irrigado, retirar a água antes da aplicação do herbicida, para expor as folhas das plantas infestantes. Voltar a irrigar após 48 horas, se necessário. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo do arroz irrigado e para demais culturas, realizar apenas uma única aplicação por ciclo. | |||||
ARROZ IRRIGADO | |||||
PÓS-EMERGÊNCIA DO CULTIVO | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose L p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Junquinho | Cyperus difformis | Até 12 cm de altura | 1,5 a 2,0 | Terrestre: 150 – 250 Aérea: 30 – 50 | 2 |
Tiriricão | Cyperus esculentus | ||||
Junquinho | Cyperus ferax | ||||
Tiririca-do-brejo | Cyperus iria | ||||
Tiririca | Cyperus lanceolatus | 1,6 | |||
Erva-de-bicho * | Polygonum hydropiperoides* | 2 – 4 folhas | 1,2 | ||
Carrapicho rasteiro* | Acanthospermum australe* | 2 – 4 folhas | 1,2 | 1 | |
Mentrasto* | Ageratum conyzoides* | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Trapoeraba | Commelina erecta | ||||
Botão azul* | Eupatorium pauciflorum* | ||||
Picão branco* | Galinsoga parviflora* | ||||
Mentruz | Lepidium virginicum | ||||
Losna-branca* | Parthenium hysterophorus* | ||||
Beldroega* | Portulaca oleracea* | ||||
Roseta* | Soliva pterosperma* | ||||
Esparguta | Stellaria media | ||||
Erva-de-touro | Tridax procumbens | ||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | 2 – 6 folhas | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Mostarda | Brassica rapa | ||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | ||||
Corda-de-viola | Ipomoea nil | ||||
Joá-de-capote | Nicandra physaloides | ||||
Nabiça | Raphanus raphanistrum | ||||
Guanxuma | Sida cordifolia | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Gorga | Spergula arvensis | ||||
Carrapichão | Xanthium strumarium | ||||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
*Aplicar Basagran® 600 com adição de 1,0 L/ha de adjuvante não iônico em aplicações terrestres e de 0,3 L/ha de adjuvante em aplicações aéreas. A adição de um adjuvante não iônico nas caldas de Basagran® 600 tende a melhorar o controle de algumas espécies invasoras, bem como reduzir a velocidade de evaporação, mas não permite redução da dose do herbicida.
Realizar aplicação em pós emergência das plantas daninhas, não ultrapassando os estádios indicados. Utilizar o volume de calda de 250 L/ha. Estando as folhas molhadas por orvalho ou neblina, reduzir o volume de calda para 150 L/ha em aplicações terrestres.
Retirar a água antes da aplicação do herbicida, para expor as folhas das plantas infestantes. Voltar a irrigar após 48 horas, se necessário.
Efetuar até duas aplicações por ciclo do cultivo, com intervalo de 3 a 4 dias entre elas. As duas aplicações devem ser realizadas quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle e outras continuam emergindo (fluxos). Na 1ª aplicação, recomenda-se a dose de 0,7 L p.c/ha e na 2ª aplicação, 0,5 L p.c/ha.
AVEIA E CEVADA | |||||
PÓS-EMERGÊNCIA DO CULTIVO | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose (L p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Nabiça | Raphanus raphanistrum | 2 – 6 folhas | 1,2 | Terrestre: 150 – 250 Aérea: 30 – 50 | 1 |
Nabo | Raphanus sativus | ||||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar Basagran® 600 com adição de 1,0 L/ha de adjuvante não iônico em aplicações terrestres e de 0,3 L/ha de adjuvante em aplicações aéreas. A adição de um adjuvante não iônico nas caldas de Basagran® 600 tende a melhorar o controle de algumas espécies invasoras, bem como reduzir a velocidade de evaporação, mas não permite redução da dose do herbicida. Realizar aplicação em pós emergência das plantas daninhas observando-se o estádio inicial de desenvolvimento, não ultrapassando os estádios indicados. Aumentar o volume de calda em estádios de desenvolvimento maiores do cultivo e plantas daninhas, para obter melhor cobertura dos alvos desejados. | |||||
SOJA | |||||
PÓS-EMERGÊNCIA DOS CULTIVOS | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose (Lp.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Carrapicho- de-carneiro | Acanthospermum hispidum | Terrestre: 150 – 250 Aérea: 30 – 50 | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Mostarda | Brassica rapa | ||||
Corda-de- viola | Ipomoea grandifolia | ||||
Corda-de- viola | Ipomoea nil | 2 – 6 folhas | |||
Joá-de- capote | Nicandra physaloides | ||||
Nabiça | Raphanus raphanistrum | ||||
Guanxuma | Sida cordifolia | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Gorga | Spergula arvensis | ||||
Carrapichão | Xanthium strumarium | 1 | |||
Carrapicho rasteiro* | Acanthospermum australe* | 1,2 | |||
Mentrasto* | Ageratum conyzoides* | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Trapoeraba | Commelina erecta | ||||
Botão azul* | Eupatorium pauciflorum* | ||||
Picão branco* | Galinsoga parviflora* | 2 – 4 folhas | |||
Mentruz | Lepidium virginicum | ||||
Losna- branca* | Parthenium hysterophorus* | ||||
Beldroega* | Portulaca oleracea* | ||||
Roseta* | Soliva pterosperma* | ||||
Esparguta | Stellaria media | ||||
Erva-de- touro | Tridax procumbens | ||||
Buva | Conyza spp. | 2 – 6 folhas | 0,8 – 1,2 | ||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
*Aplicar Basagran® 600 com adição de 1,0 L/ha de adjuvante não iônico em aplicações terrestres e de 0,3 L/ha de adjuvante em aplicações aéreas. A adição de um adjuvante não iônico na calda de Basagran® 600 tende a melhorar o controle de algumas espécies invasoras, bem como reduzir a velocidade de evaporação, mas não permite redução da dose do herbicida.
Realizar aplicação em pós emergência das plantas daninhas observando-se o estádio inicial de desenvolvimento, não ultrapassando os estádios indicados. Aumentar o volume de calda em estádios de desenvolvimento maiores do cultivo e plantas daninhas, para obter melhor cobertura dos alvos desejados.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Amendoim | Stellaria media | centochio, erva-de-passarinho (2), esparguta (2) | Ver detalhes |
| Arroz | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Aveia | Raphanus sativus | nabiça (2), nabo (2), rabanete | Ver detalhes |
| Cevada | Raphanus sativus | nabiça (2), nabo (2), rabanete | Ver detalhes |
| Feijão | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Milho | Ipomoea nil | amarra-amarra (2), campainha (8), corda-de-viola (9) | Ver detalhes |
| Soja | Cyperus iria | junquinho (5), tiririca (5), tiririca-do-brejo (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Cyperus iria | junquinho (5), tiririca (5), tiririca-do-brejo (1) | Ver detalhes |
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. Não deixar a calda preparada no tanque de um dia para outro.
Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), ou conforme recomendação do fabricante, calibrando de forma a proporcionar a melhor cobertura do alvo, desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos ou situações não planejados pelo operador do equipamento.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas alvo. Proceda a regulagem e manutenção preventiva e periódica do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme na dose correta sobre o alvo desejado.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo. Utilizar pulverizador dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), ou conforme recomendação do fabricante, calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
Utilizar aeronaves agrícolas equipadas com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), ou conforme recomendação do fabricante, calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático. Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido e largura de faixa de deposição efetiva de 15 - 18 metros (de acordo com a aeronave utilizada), atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.
A distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.
Estabelecer distância segura entre a aplicação e o operador (10 metros), assim como áreas de bordadura.
Observe também as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. Em caso de divergência, respeitar a condição/distância mais restritiva.
Antes de iniciar a aplicação com aeronaves remotamente pilotadas (ARP/drones), certifique-se que o equipamento que será utilizado esteja regularizado e/ou habilitado, e com a devida guia de aplicação para registro dos dados de voo e garantia da segurança operacional. O tipo de cultura, alvo, pontas, espaçamento, vazão, e pressão de trabalho devem estar corretamente calibrados e proporcionem
uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura do alvo a ser atingido, conforme aspectos técnicos aplicáveis ao ARP selecionado. A aplicação deste produto pode ser realizada com auxílio de drones agrícolas de pulverização, por um profissional devidamente habilitado.
Manter uma altura de voo entre 2 e 6 metros acima do alvo a ser tratado. Evite alturas de voo muito altas ou muito baixas, pois esses procedimentos podem impactar na faixa tratada.
Evite utilizar o drone sem que haja adequada sobreposição de passadas durante a aplicação, a exemplo do que se faz em aplicações aéreas convencionais. A faixa de deposição ideal para os drones deve ser calculada com as mesmas metodologias utilizadas para a aplicação aérea convencional. Entretanto, na impossibilidade da realização desta avaliação, considere que os drones multi-rotores com até 25 kg de carga útil apresentem faixas de deposição ideal entre 4 e 6 metros e drones multi-rotores acima de 25 kg de carga útil apresentem faixa de deposição ideal de 10 metros. Consulte o fabricante do equipamento sobre o melhor ajuste desse parâmetro para cada modelo, e solicite o apoio de um agrônomo especializado. Evite utilizar o drone com velocidade de trabalho superior a 5 m/s, principalmente em terrenos de topografia mais acidentada, para garantir uma boa estabilidade da aeronave durante a pulverização, buscando evitar falhas de deposição que podem comprometer a qualidade de trabalho executado.
O drone deve ser calibrado para uma taxa de aplicação (volume de calda) de no mínimo 10 L/ha.
A seleção das pontas ou o ajuste da rotação dos bicos rotativos deve propiciar um espectro de gotas das classes de média a grossa de forma a minimizar o risco de deriva e proporcionar deposição adequada no alvo. É importante que as pontas sejam escolhidas em função do planejamento e das características operacionais da aeronave, e para que o espectro de gotas fique dentro da recomendação. No caso das pontas hidráulicas, selecione modelos com indução de ar que propiciem gotas das classes média a grossa.
Ao pulverizar com drones, utilize técnicas para otimizar o resultado e a redução da deriva. Não utilize pontas hidráulicas ou ajustes de bicos rotativos que propiciem gotas finas ou muito finas. Ao pulverizar com drones, mantenha uma faixa de segurança evitando deriva em alvos indesejados. Para a preparação da calda de pulverização, utilize o adjuvante na dose recomendada pelo fabricante. Recomendamos e é necessário realizar a aplicação de produtos com auxílio de empresas de drones que tenham realizado os cursos para aplicação com aeronaves remotamente pilotadas (drones/ARP), de acordo com a Normativa MAPA nº 298, de 22 setembro de 2021 ou qualquer outra que venha complementá-la ou substituí-la. Independentemente da capacitação realizada, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações que constam no rótulo e na bula do produto. Consulte sempre as normas vigentes (MAPA, DECEA, ANAC e ANATEL).
Volume de calda de no mínimo 10 L/ha, classe de gotas média a grossa, altura de voo de 2 a 6 metros e faixa de aplicação adequado. Fazer o ajuste de acordo com cada modelo de drone. As condições meteorológicas para pulverização devem ser as seguintes: Temperatura < 30°C, Umidade relativa do ar > 60%, Velocidade do vento entre 2 e 10 km/h.
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados, revisados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 03 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30ºC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de duas (2) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região.
O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.
Logo após a pulverização, esgote o tanque imediatamente e limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem, conforme procedimento abaixo:
Esgote ao máximo a calda presente no tanque;
Certifique-se de que o tanque do equipamento de pulverização esteja limpo (isento de resíduos) antes de iniciar uma nova preparação de calda de agroquímicos.
Atenção à limpeza em “zonas mortas” dos equipamentos, como áreas terminais de linha, filtros, válvulas, mangueiras dobradas, além do tanque de pré-diluição e lavagem de embalagem de agroquímicos.
Descarte as águas de lavagem em área adequada e de acordo com a legislação local.
Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres e aéreas poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.
CULTURA | DIAS |
Amendoim | 43 |
Arroz | 60 |
Aveia | 60 |
Cevada | 60 |
Feijão | 35 |
Milho | 110 |
Soja | 90 |
Trigo | 60 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ culturas | Dose* (p.c.L/ha) | Nº máximo de aplicações | Equipament o de aplicação | Volum e de Calda (L/ha) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||||
ALFACE | Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | 1,5 | 01 | Jato dirigido | 350 |
Picão-branco | Galinsoga parviflora | ||||||
Serralha | Sonchus oleraceus | ||||||
Erva-de-bicho | Polygonum aviculare | ||||||
Erva-de- passarinho | Stellaria media | ||||||
Soliva | Soliva anthemifolia | 2,0 | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido na pós-emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,20% v/v | |||||||
ALGODÃO | Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | Até 1 perfilho | 2,0 | 01 | Jato dirigido | 350 |
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | ||||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | ||||||
Capim- massambará | Sorghum halepense | ||||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2 a 4 folhas | |||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||||
Amendoim-bravo | Euphoria heterophylla | ||||||
Caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||||
Fedegosa | Chenopodium album | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle das plantas daninhas, aplicar em jato dirigido na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura. Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada e capim-massambará, realizar a aplicação no início do perfilhamento. Para carrapicho-de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru-rasteiro, picão-preto e fedegoso, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,20% v/v | |||||||
ALGODÃO OGM | Capim- marmelada | Bracharia plantaginea | Até 2 perfilhos | 2,0 a 2,5 | 02 | Avião Barra | Terrest re 200 – 300 Aérea 30 - 40 |
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | ||||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 2 a 4 folhas | |||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidium | ||||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | ||||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 a 4 perfilhos | 3,0 a 3,5 | 01 | |||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | ||||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 4 a 8 folhas | |||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | ||||||
Erva-quente | Borreria latifolia | ||||||
Beldroega | Potulacea oleracea | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o produto, em pós-emergência da cultura, com adição de 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação, em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 2,5 L p.c./ha. Para uma única aplicação utilizar a dosagem de 3,0 a 3,5 L p.c./ha, observando-se sempre o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas. | ||||||||
BANANA | Capim-colchão: | Digitaria horizontalis | Até 1 perfilho | 2,0 | 01 | Jato dirigido | 500 | |
Quebra-pedra | Phyllantus tenellus | |||||||
Crepis | Crepis japonica | |||||||
Capim-guaçu | Paspalum conspersum | |||||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | |||||||
Macela-branca | Gnaphalium spicatum | 4 a 6 folhas | ||||||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | |||||||
Sete-sangrias | Cuphea carthagenensis | |||||||
Erva-cará | Dioscorea batatas | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas de folha larga estiverem com 2 a 6 folhas, e as de folha estreita com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,25% v/v | ||||||||
BATATA | Caruru | Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | 2,0 | 01 | Barra Costal | 350 | |
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | |||||||
Carrapicho- rasteiro | Acanthospermum australe | |||||||
Erva-quente | Spermacoce alata | |||||||
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | Até 1 perfilho | ||||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: - Para controle das plantas daninhas: Realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas e as gramíneas com até 1 perfilho. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,2% v/v | ||||||||
BATATA | Uso para dessecação | 2,0 | 01 | Terrestre | 350 | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para dessecação de “batata consumo”: Realizar a aplicação sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba, picão-preto e guanxuma-branca com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,2% v/v | ||||||||
CAFÉ | Trapoeraba | Commelina benghalensis | Até 4 folhas | 2,0 | 01 | Jato dirigido | 350 | |
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
Buva | Conyza bonariensis | |||||||
Macela-branca | Gnaphalium spicatum | |||||||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | |||||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 2 perfilhos | 2,5 | 450 | ||||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | Até 6 folhas | 3,0 | |||||
Guanxuma- branca | Sida glaziovii | 2 a 4 folhas | 2,0 | 500 | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e guanxuma-branca, aplicar quando estas estiverem com até 4 folhas. Em capim-marmelada e capim-colchão, até a fase de início do perfilhamento. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,2% v/v para os alvos Commelina benghalensis, Bidens pilosa, Conyza bonariensis, Gnaphalium sipcatum, Ageratum conyzoides, Amaranthus viridis e Portulaca oleracea. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,4% v/v para os alvos Sida rhombifolia, Brachiaria plantaginea e Digitaria horizontalis. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,25% v/v para o alvo Sida glaziovii. | |||||||
CANA-DE- AÇÚCAR | Uso para dessecação | 4,0 | 01 | Avião | 30 - 40 | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Com o objetivo de facilitar a desfolha da cana-de-açúcar, durante a colheita realizar uma única aplicação sobre as folhas da cana - de-açúcar na pré-colheita quando a cultura se encontrar no final do estádio de desenvolvimento vegetativo e antes da emissão da inflorescência. Programar a aplicação de BASTNATE de acordo com a programação de colheita, com 21 a 28 dias antes da colheita da cana-de - açúcar. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,25% v/v | |||||||
CEVADA | Uso para dessecação | 1,75 | 01 | Terrestre | 200 | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o produto na dessecação numa única pulverização. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de cevada estiverem amarelos e fisiologicamente maduros (estagio GS 87) grãos dourados (massa dura). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,25% v/v | |||||||
CITROS | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 | 01 | Jato dirigido | 350 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis e Digitaria sanguinalis | ||||||
Capim-amargoso | Digitaria insularis | ||||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | ||||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | ||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | Até 4 folhas | |||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | ||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||||
Maria-gorda | Talinum paniculatum | ||||||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | ||||||
Malva-branca | Sida cordifolia | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta daninha estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta daninha estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta daninha estiver com até 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,2% v/v | |||||||
EUCALIPTO | Samambaia | Pteridium aquilinum | Até 20 cm | 2,0 | 01 | Jato | 350 |
Capim-gordura | Melinis minutiflora | Até 4 perfilhos | 4,0 | ||||
Erva quente | Spermacoce alata | Até 8 folhas | |||||
Cambará | Lentana camara | ||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | dirigido | ||||||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | |||||||
Serralha | Sonchus oleraceus | |||||||
Buva | Conyza bonariensis | |||||||
Unha-de-vaca | Bauhinia variegata | |||||||
Arranha-gato | Acacia plumosa | |||||||
Jurubeba | Solanum paniculatum | |||||||
Capim-colonião | Panicum maximum | |||||||
Vassourinha- botão | Spermacoce verticillata | |||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||||||
Gervão | Stachytarpheta cayennensis | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem em vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das daninhas de folha estreita quando estiverem com até 4 perfilhos; e em folhas largas, com até 8 folhas. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,2% v/v | ||||||||
FEIJÃO | Uso para dessecação para feijão de consumo | 50 % das vagens secas | 1,8 | 01 | Avião Barra Costal | Terre stre: 350 Aérea : 30 - 40 | ||
Uso para dessecação para feijão para sementes | 70 % das vagens secas | 2,0 | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,2% v/v | ||||||||
MAÇÃ | Capim- marmelada | Bracharia plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 | 01 | Jato dirigido | 350 | |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
Azevém | Lolium multiflorum | |||||||
Língua-de-vaca | Rumex obtusifolius | 2 a 4 folhas | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | |||||||
Serralha | Sonchus oleraceus | |||||||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | |||||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||||
Picão-branco | Galinsoga parviflora | |||||||
Maria-mole | Senecio brasiliensis | |||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||||
Poaia | Richardia brasiliensis | |||||||
Trevo | Oxalis oxyptera | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar em poaia, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão-branco, picão-preto e língua-de-vaca quando a planta daninha estiver de 5 a 10 cm. Em capim-colchão, azevém e capim-marmelada com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,2% v/v | ||||||||
MILHO | Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | Até 1 perfilho | 1,5 a 2,0 | 01 | Jato dirigido | 350 | |
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | |||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | ||||||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | |||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||||
Corda-de-viola | Ipomoea aristolochiaefolia | ||||||
Carrapicho- rasteiro | Acanthospermum australe | ||||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||||
Malva-branca | Sida cordifolia | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim-colchão e capim-marmelada. Para as demais daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,2% v/v | |||||||
NÉCTARINA/ PÊSSEGO | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 | 01 | Jato dirigido | 350 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||||
Picão-branco | Galinsoga parviflora | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão-branco quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Capim-colchão e capim-marmelada, quando estiver com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,2% v/v | |||||||
REPOLHO | Picão branco | Galinsoga parviflora | 2 a 4 folhas | 1,5 | 01 | Jato dirigido | 350 |
Erva-passarinho | Stellaria media | ||||||
Erva-de-bicho | Polygonum persicaria | ||||||
Serralha | Sonchus oleraceus | ||||||
Mentruz | Coronopus didymus | 2,0 | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar a aplicação quando as plantas daninhas apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,2% v/v | |||||||
SOJA | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 2 perfilhos | 2,5 | 01 | Barra Costal | 350 |
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | ||||||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | 2 a 6 folhas | |||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||||
Poaia | Richardia brasiliensis | ||||||
Caruru | Amarantus viridis | ||||||
Beldroega | Portulacea oleracea | ||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2 a 4 folhas | |||||
Trigo | Triticum aestivum | Até 2 perfilhos | 3,0 | ||||
Aveia | Avena sativa | ||||||
Cevada | Hordeum vulgare | ||||||
Azevém | Lollium multiflorum | ||||||
Centeio | Secale cereale | ||||||
Triticale | Triticum secale | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: - Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. Para o controle de capim-colchão e capim-marmelada, realizar o controle quando as plantas estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo, nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega realizar o controle quando as plantas estiverem com até 6 folhas. Para o controle de trapoeraba realizar o controle quando as plantas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda -se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,2% v/v | |||||||
SOJA | Capim-amargoso | Digitaria insularis | Até 3 perfilhos | 2,5 a 3,0 | 01 | Barra Costal | 350 |
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | ||||||
Capim-camalote | Rotboellia exaltata | ||||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthosper mum hispidium | Até 4 folhas | |||||
Erva-quente | Spermacoce latifólia | Até 8 folhas | |||||
Buva | Conyza bonariensis | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. Para buva realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 12 cm de altura. Em carrapicho- de-carneiro quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Em capim-amargoso, capim- carrapicho e capim- camalote, realizar a aplicação sobre as plantas daninhas oriundas de sementes até o estádio de desenvolvimento de 3 perfilhos. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,2% v/v. | |||||||
SOJA | Uso para dessecação | 10 dias antes da colheita | 2,0 | 01 | Terrestre aérea | 350 30-40 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,2% v/v. | |||||||
TRIGO | Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | Até 1 perfilho | 2,0 | 01 | Barra Costal | 350 |
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | ||||||
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | ||||||
Arroz | Oryza sativa | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | |||||
Guanxuma | Sida cordifolia | ||||||
Erva-quente | Spermacoce alata | ||||||
Soja | Glycine max | ||||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||||
Buva | Conyza bonariensis | 1,5 a 2,0 | 200 | ||||
Capim-amargoso | Digitaria insularis | Até 1 perfilho | 2,0 | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: - Aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Caruru e guanxuma devem ter até 4 folhas. Recomenda -se uma única aplicação por ciclo da cultura. Para o controle da buva oriunda de sementes, realizar a aplicação na dose de 1,5 a 2,0 L/ha quando as plantas daninhas estiverem com até 2 folhas. Para o controle das gramíneas como o capim-amargoso, aplicar sobre as plantas daninhas oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,2% v/v * Capim-amargoso: Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,5% v/v | |||||||
TRIGO | Uso para dessecação | Grãos de trigo amarelo/ massa mole a grãos dourados/ massa dura | 1,75 | 01 | Barra Costal | 200 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o produto na dessecação em uma única pulverização. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem amarelos e fisiologicamente maduros (estagio GS 87) grãos dourados (massa dura). *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,25% v/v | |||||||
UVA | Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 | 01 | Jato dirigido | 350 |
Picão-branco | Galinsoga parviflora | 2 a 4 folhas | |||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. Picão-preto, picão-branco e caruru devem ter até 4 folhas. Capim-marmelada deve ter até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,2% v/v | |||||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Algodão | Sorghum halepense | capim-argentino, capim-cevada, capim-massambará | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Banana | Dioscorea batatas | cará, cará-do-pará, erva-cará | Ver detalhes |
| Batata | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Café | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Cevada | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Citros | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Pteridium aquilinum | pluma-grande, samambaia, samambaia-das-taperas | Ver detalhes |
| Feijão | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Maçã | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Milho | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Nectarina | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Pessego | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Repolho | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Soja | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Trigo | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Uva | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
Aplicação terrestre:
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Para as hortaliças (alface e repolho), evitar que o produto tenha contato com a cultura, utilizar o “sistema de copinhos” cobrindo as mudinhas com copinho plástico, para protegê-las da ação herbicida do produto.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador costal, autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido à entrelinha, sobre as plantas daninhas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura das plantas daninhas, sem atingir a cultura. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Aplicação aérea – Algodão OGM, Cana-de-açúcar, Feijão e Soja (dessecação)
Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa.
Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático
Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Volume de calda | Tamanho de gotas | Cobertura mínima | Altura de vôo | Faixa de aplicação | Distribuição das pontas |
30 – 40 L/ha | Média - Grossa | 40 gotas/cm2 | 3 m | 15 – 18 m | 65% |
Temperatura: entre 100C e 300C. Umidade relativa do ar: maior que 55%. Velocidade do vento: entre 3 e 10 km/h
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
Diâmetro das gotas:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto.
A dose recomendada do BASTNATE deve ser diluída em água e aplicada na forma de pulverização foliar via terrestre ou aérea. No tanque de pulverização, colocar metade do volume indicado de água e ligar o sistema de agitação. Quando recomendado, adicionar quantidade de espalhante adesivo na dose recomendada e promover agitação até que haja sua perfeita homogeneização. Agitar bem a embalagem do produto e adicionar na quantidade recomendada, completando com água até atingir o volume estabelecido, e agitando sempre.
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d’água, nascentes ou plantas úteis.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repita o passo 3.
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (>150 a 200 μm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, infestação e condições climáticas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS.
Veja instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica.
Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura.
QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE BICOS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS DE AUMENTAR A PRESSÃO.
Tipo de bico: Use o tipo apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
Controlando o diâmetro de gotas - Aplicação aérea
Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível e que proporcione uma cobertura uniforme. Orientação dos bicos: Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar, produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de bico.
Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder ¾ (75%) da barra ou do comprimento do rotor - barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura de voo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura aumentam o potencial de deriva.
Altura da barra: Regule a altura da barra para a menor altura possível para obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, e com o mínimo de solavancos.
Ventos: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. NÃO APLICAR SE HOUVER RAJADAS DE VENTOS OU EM CONDIÇÕES SEM VENTO.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Temperatura e umidade: Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com a altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas no pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça de uma fonte no solo ou de um gerador de fumaça de avião. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto a fumaça sendo rapidamente dispersada e com movimento ascendente indicam um bom movimento vertical do ar.
Alface, cevada, maçã, nectarina, pêssego, repolho, trigo (dessecação) e uva 7 dias
Algodão 28 dias
Algodão OGM 116 dias
Banana, batata e soja 10 dias
Café 20 dias
Citros 40 dias
Eucalipto U.N.A
Feijão 5 dias
Milho e trigo (1)
U.N.A = Uso não alimentar
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Açaí | Digitaria sanguinalis | capim-colchão (2), capim-das-roças (2), milhã (1) | Ver detalhes |
| Alface | Polygonum aviculare | erva-de-bicho (6) | Ver detalhes |
| Algodão | Digitaria sanguinalis | capim-colchão (2), capim-das-roças (2), milhã (1) | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Aveia | Spermacoce alata | erva-de-lagarto (1), erva-quente (1), perpetua-do-mato (1) | Ver detalhes |
| Banana | Paspalum conspersum | capim-de-mula, capim-do-brejo, capim-guaçu | Ver detalhes |
| Batata | Ver detalhes | ||
| Café | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Ver detalhes | ||
| Castanha-do-pará | Digitaria sanguinalis | capim-colchão (2), capim-das-roças (2), milhã (1) | Ver detalhes |
| Centeio | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Cevada | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Citros | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Coco | Talinum paniculatum | bênção-de-deus, bunda-mole, lígua-de-vaca | Ver detalhes |
| Dendê | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Ervilha | Ver detalhes | ||
| Eucalipto | Bauhinia variegata | unha-de-vaca (3) | Ver detalhes |
| Feijão | Ver detalhes | ||
| Feijão-caupi | Ver detalhes | ||
| Feijão-fava | Ver detalhes | ||
| Feijão-guandu | Ver detalhes | ||
| Feijão-mungo | Ver detalhes | ||
| Feijão-vagem | Ver detalhes | ||
| Grão-de-bico | Ver detalhes | ||
| Lentilha | Ver detalhes | ||
| Maçã | Rumex obtusifolius | labaça, língua-de-vaca (2) | Ver detalhes |
| Macadâmia | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Milho | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Milho OGM | Amaranthus deflexus | bredo (2), bredo-rasteiro, caruru (1) | Ver detalhes |
| Nectarina | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Noz-pecã | Digitaria sanguinalis | capim-colchão (2), capim-das-roças (2), milhã (1) | Ver detalhes |
| Pessego | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Pinhão | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Pupunha | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Repolho | Coronopus didymus | mastruço (3), mastruz (2), mentrusto (2) | Ver detalhes |
| Soja | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Soja OGM | Rottboellia exaltata | capim-alto, capim-camalote, rabo-de-lagarto | Ver detalhes |
| Trigo | Ver detalhes | ||
| Triticale | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Uva | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
Eliminação de plantas infestantes em área cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes) em aplicação dirigida à entrelinha nas culturas alface, algodão, banana, citros, café, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pêssego, repolho e uva.
Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) – sistema de plantio direto ou cultivo mínimo para as culturas de batata, soja, trigo, na dessecação de feijão e na pós-emergência total do algodoeiro, milho e soja geneticamente modificados tolerantes ao glufosinato de amônio.
Culturas | Plantas infestantes controladas | Dose L/ha (produto comercial) | Volume de calda (L/ha) | ||
Nome comum | Nome científico | Tipo de aplicação | |||
Terrestre | Aérea | ||||
Alface | Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 1,5 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo | 350 | - |
Picão-branco | Galinsoga parviflora | ||||
Erva-de-bicho | Polygonum aviculare | ||||
Serralha | Sonchus oleraceus | ||||
Erva-de-passarinho | Stellaria media | ||||
Soliva | Soliva anthemifolia | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo | |||
Aplicar o produto em pós-emergência das plantas infestantes, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Algodão | Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo | 350 | 30-40 |
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | ||||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | ||||
Capim-massambará | Sorghum halepense | ||||
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | ||||
Caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Fedegosa | Chenopodium album | ||||
Para controle das plantas infestantes, aplicar o produto na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura. Capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada, capim-massambará: aplicar o produto no início de perfilhamento. Carrapicho-de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru-rasteiro, picão-preto e fedegosa: aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com 4 a 8 folhas. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Banana | Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 2 + 1,2 (0,25% v/v) de espalhante adesivo | 300-600 | - |
Quebra-pedra | Phyllanthus tenellus | ||||
Crepis | Crepis japonica | ||||
Capim-guaçu | Paspalum conspersum | ||||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | ||||
Macela-branca | Gnaphalium spicatum | ||||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | ||||
Sete-sangrias | Cuphea carthagenensis | ||||
Erva-cará | Dioscorea batatas | ||||
Aplicar o produto em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas infestantes estiverem com 10 a 40 cm de altura. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Batata | Caruru | Amaranthus viridis | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo | 300-600 | - |
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | ||||
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | ||||
Erva-quente | Spermacoce alata | ||||
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | ||||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | ||||
Guaxuma-branca; Malva-guaxima; Mata- pasto | Sida glaziovii | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Controle das plantas infestantes: aplicar o produto na fase de “cracking timing” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação do produto quando as plantas infestantes estiverem com 6 folhas. Dessecação de “batata consumo”: Aplicar 2 L/ha do produto + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de espalhante adesivo à base de óleo vegetal ou mineral, sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba (Commelina benghalensis), picão-preto (Bidens pilosa) e guanxuma-branca (Sida glaziovii) com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. Para dessecação de “batata semente”: aplicar 2 L/ha do produto + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de espalhante adesivo à base de óleo vegetal ou mineral, 70 dias após a emergência da batata, retirando antes, as ramas laterais e o ponteiro central. Iniciar a colheita 10 dias após a aplicação. | |||||
Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Café | Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo | 300-600 | - |
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Buva | Conyza bonariensis | ||||
Macela-branca | Gnaphalium spicatum | ||||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 2,5 + 1,8 (0,4% v/v) de espalhante adesivo | |||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 3 + 1,8 (0,4% v/v) de espalhante adesivo | |||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | ||||
Aplicar o produto em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Trapoeraba: aplicar o produto quando esta estiver com até 10 cm. Picão-preto: buva, macela- branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e guanxuma-branca: quando estas estiveram com até 20 cm. Capim-marmelada: quando estas estiverem com até 30 cm. Capim-colchão: até a fase de início do perfilhamento. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Citros | Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo | 350 | - |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis, Digitaria sanguinalis | ||||
Capim-amargoso | Digitaria insularis | ||||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | ||||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Maria-gorda | Talinum paniculatum | ||||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | ||||
Malva-branca | Sida cordifolia | ||||
Aplicar o produto no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Maria-gorda: aplicar o produto quando a planta daninha estiver com até 10 cm. Guanxuma, falsa-serralha e malva-branca: aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem de 10 a 15 cm. Capim-pé-de-galinha: quando estiver com até 15 cm. Capim-colchão, capim- amargoso, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba: quando estas estiverem entre 10 a 20 cm. Capim-carrapicho: quando esta estiver com até 20 cm. Capim- marmelada: quando esta estiver entre 20 a 30 cm. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Eucalipto | Samambaia | Pteridium aquilinum | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo | 350 | 30-40 |
Capim-gordura | Melinis minutiflora | 4 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo | |||
Erva-quente | Spermacoce alata | ||||
Cambará | Lantana camara | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | ||||
Serralha | Sonchus oleraceus | ||||
Buva | Conyza bonariensis | ||||
Unha-de-vaca | Bauhinia variegata | ||||
Arranha-gato | Acácia plumosa | ||||
Jurubeba | Solanum paniculatum | ||||
Capim-colonião | Panicum maximum | ||||
Vassourinha-botão | Spermacoce verticillata | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Gervão | Stachytarpheta cayennensis | ||||
Aplicar o produto em jato dirigido, nas entre linhas da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes quando estas estiverem com 30 a 40 cm de altura, na fase de vegetação plena. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Feijão | Uso para Dessecação | ||||
Dessecação em feijão para consumo | 1,8 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 30-40 | ||
Aplicar o produto quando a cultura apresentar aproximadamente 50% das vagens secas. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Dessecação em feijão para sementes | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 30-40 | ||
Aplicar o produto somente quando a cultura apresentar 70% das vagens secas. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Maçã | Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral | 350 | - |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||||
Azevém | Lolium multiflorum | ||||
Língua-de-vaca | Rumex obtusifolius | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | ||||
Serralha | Sonchus oleraceus | ||||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | ||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Picão-branco | Galinsoga parviflora | ||||
Maria-mole | Senecio brasiliensis | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Poaia | Richardia brasiliensis | ||||
Trevo | Oxalis oxyptera | ||||
Dirigir a aplicação do produto na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar o produto em poaia quando a planta infestante estiver entre 5 a 10 cm. Trevo e guanxuma: quando estas estiverem com até 10 cm. Maria-mole e capim-colchão: quando estas estiverem entre 10 a 20 cm. Nabo, serralha, losna-branca, beldroega e picão-branco: quando estas estiverem com até 15 cm. Picão-preto: quando esta estiver com até 25 cm. | |||||
Azevém e língua-de-vaca: quando estas estiverem entre 20 a 30 cm. Capim-marmelada: quando esta estiver com até 30 cm. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Milho | Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | 1,5 - 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo | 350 | - |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Corda-de-viola | Ipomoea aristolochiaefolia | ||||
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | ||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Malva-branca | Sida cordifolia | ||||
Aplicar o produto em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Capim-colchão e capim-marmelada: aplicar o produto no início de perfilhamento. Demais plantas infestantes: aplicar o produto quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Nectarina Pêssego | Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo | 350 | - |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Picão-branco | Galinsoga parviflora | ||||
Aplicar o produto em jato dirigido sem atingir a cultura. Capim-colchão, picão-preto e guanxuma: aplicar o produto, quando as plantas infestantes estiverem com 5 a 20 cm. Caruru e picão-branco: quando estas estiverem entre 5 a 30 cm. Capim-marmelada: quando esta estiver entre 10 a 30 cm. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Repolho | Picão-branco | Galinsoga parviflora | 1,5 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo | 350 | - |
Erva-de-passarinho | Stellaria media | ||||
Erva-de-bicho | Polygonum persicaria | ||||
Serralha | Sonchus oleraceus | ||||
Mentruz | Coronopus didymus | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo | |||
Aplicar o produto quando as plantas infestantes apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Soja | Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 - 2,5 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo | 350 | 30 a 40 |
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | 2,5 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo | |||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | ||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Poaia | Richardia brasiliensis | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Trigo | Triticum aestivum | 3 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo | 350 | ||
Aveia | Avena sativa | ||||
Cevada | Hordeum vulgare | ||||
Azevém | Lolium multiflorum | ||||
Centeio | Secale cereale | 3 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo | 350 | 30 a 40 | |
Triticale | Triticum secale | ||||
Capim-amoroso; Capim- carrapicho; Capim-roseta | Cenchrus echinatus | 2,5 a 3 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | |||
Capim-alto; Capim- camalote; Rabo-de- lagarto | Rottboellia exaltata | ||||
Carrapicho-de-carneiro; Chifre-de-veado; Espinho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||
Erva-de-lagarto; Erva- quente; Perpetua-do- mato | Spermacoce latifolia | ||||
Arranha-gato; Buva; Rabo-de-foguete | Conyza bonariensis | ||||
Uso para Dessecação | 2 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 100-200 | - | ||
Aplicação no sistema Plantio Direto: aplicar o produto na fase de pré-semeadura, em pós- emergência das plantas infestantes, em área total. Capim-colchão, amendoim-bravo, nabo, caruru, beldroega e trapoeraba: aplicar o produto, quando as plantas infestantes estiverem com até 10 cm. Picão-preto e poaia: quando estas estiverem com até 15 cm. Capim- marmelada: quando esta estiver com até 20 cm. Dessecação: utilizar a dose de 2 + 0,2% v/v de espalhante adesivo à base de óleo vegetal ou mineral, aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Trigo | Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo | 350 | - |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | ||||
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | ||||
Arroz | Oryza sativa | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Guanxuma | Sida cordifolia | ||||
Erva-quente | Spermacoce alata | ||||
Soja | Glycine max | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 2 + 0,5% v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | ||
Arranha-gato; Buva; Rabo-de-foguete | Conyza bonariensis | 1,5 - 2 + 0,5% v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | ||
Uso para Dessecação | 1,75 + 0,5 (0,25% v/v) de óleo vegetal | 200 | |||
Aplicação no sistema Plantio Direto: aplicar o produto em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Caruru e guanxuma: quando estas estiverem com até 10 cm. Demais plantas infestantes: quando estas estiverem com até 15 cm. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Uva | Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral | 350 | - |
Picão-branco | Galinsoga parviflora | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Aplicar o produto em jato dirigido na linha da cultura, atingindo no máximo a "canela" da cultura. Picão-preto: quando esta estiver com até 10 cm. Demais plantas infestantes: quando estas estiverem entre de 10 a 20 cm. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Culturas | Plantas infestantes controladas | Dose L/ha (produto comercial) | Volume de calda (L/ha) | |||
Nome comum | Nome científico | Tipo de aplicação | ||||
Terrestre | Aérea | |||||
Algodão OGM (Organismo Geneticamente Modificado resistente ao glufosinato de amônio) | Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | Estádio de 2 a 4 folhas (1) | 2 - 2,5 + 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral | 200-300 | 30-40 |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | |||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | |||||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | Estádio de 2 a 4 perfilhos (2) | 3-3,5 + 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral | |||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | Estádio de 4 a 8 folhas (2) | ||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | |||||
Erva-quente | Borreria latifolia | ||||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||||
Aplicar o produto com adição de 0,25% v/v de espalhante adesivo à base de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação, em pós-emergência da cultura e das plantas infestantes. Realizar a aplicação sequencial do produto com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2 a 2,5 L/ha. Para uma única aplicação do produto utilizar a dosagem de 3 a 3,5 L/ha, observando-se sempre o estádio de desenvolvimento das plantas infestantes. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5 L/ha por aplicação. (1) Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura no estádio de 2 a 4 folhas. (2) Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura nos demais estádios. | |||||||
Milho OGM (Organismo Geneticamente Modificado resistente ao glufosinato de amônio) Pós emergência | Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | Estágio mediano (3 perfilhos) | 2,5 a 3 | 200 | - | |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | ||||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | Estágio mediano (6 folhas) | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea purpurea | ||||||
Caruru | Amaranthus hybridus | ||||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | Estágio pós- precoce (3 folhas) | 1,5 + 1,5 (aplicação sequencial) | ||||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | ||||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | Estágio pós- precoce (2 folhas) | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea purpurea | ||||||
Caruru | Amaranthus hybridus | ||||||
Aplicação sequencial: a primeira aplicação do produto deve ser feita quando o milho estiver com 3 a 4 folhas. A segunda aplicação do produto deve ser feita quando o milho estiver com 5 a 6 folhas. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5 L/ha por aplicação. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. | |||||||
Soja OGM (Organismo Geneticamente Modificado resistente ao glufosinato de amônio) | Azevém | Lolium multiflorum | Até 1 perfilho | 2 - 3,5 + 0,7 (0,25% v/v) (0,5 L/ha) de óleo metilado de soja | 100-200 | - | |
Capim-amargoso | Digitaria insularis | ||||||
Capim-camalote | Rotboelia exaltata | ||||||
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | ||||||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | ||||||
Picão preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | 2,5-3,5 + 0,7 (0,25% v/v) (0,5 L/ha) de óleo metilado de soja | ||||
Buva | Conyza bonariensis | ||||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | ||||||
Corda-de-viola | Ipomea grandifolia | ||||||
Capim-pé-de galinha | Eulesine indica | Até 1 perfilho | |||||
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | |||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||||
Aplicar o produto em pós-emergência da cultura e das plantas infestantes observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas infestantes considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. A aplicação do produto pode ser realizada a partir da germinação da soja. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 12 a 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 3,5 L/ha, de acordo com as recomendações de uso e nas situações em que ocorram novos fluxos de germinação de plantas infestantes na área. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5 L/ha por aplicação. | |||||||
Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura.
Notas:
1 L de BIOFRESH 200 SL contém 200 g/L de glufosinato sal de amônio.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Sonchus oleraceus | chicória-brava, serralha, serralha-lisa | Ver detalhes |
| Algodão | Digitaria sanguinalis | capim-colchão (2), capim-das-roças (2), milhã (1) | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Banana | Paspalum conspersum | capim-de-mula, capim-do-brejo, capim-guaçu | Ver detalhes |
| Batata | Spermacoce alata | erva-de-lagarto (1), erva-quente (1), perpetua-do-mato (1) | Ver detalhes |
| Café | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Citros | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Lantana camara | camará, cambará (1), cambará-branco (2) | Ver detalhes |
| Feijão | Ver detalhes | ||
| Maçã | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Milho | Digitaria sanguinalis | capim-colchão (2), capim-das-roças (2), milhã (1) | Ver detalhes |
| Milho OGM | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
| Nectarina | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Pessego | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Repolho | Coronopus didymus | mastruço (3), mastruz (2), mentrusto (2) | Ver detalhes |
| Soja | Triticum secale | Triticale | Ver detalhes |
| Soja OGM | Rottboellia exaltata | capim-alto, capim-camalote, rabo-de-lagarto | Ver detalhes |
| Trigo | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Uva | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
A pulverização deve ser a volume normal, usando-se pressão do pulverizador ao redor de 40 a 60 lb/pol², o que corresponde a um volume de 200 L d’água/ha.
Efetuar a regulagem do equipamento para se obter uma densidade média de gotas acima de 40 gotas/cm².
Recomenda-se uma velocidade de trabalho do trator em torno de 6 km/h. A altura das barras dos pulverizadores em relação ao alvo deve ser 40 cm para bicos 110º e 50 cm para bicos de 80°.
Alface e repolho: quando utilizar o "sistema de copinhos", cobrir as mudinhas com copinho plástico, para protegê-la da ação herbicida do produto. Utilizando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme.
Dessecação nas culturas de soja e feijão. Volume de calda: 30 a 40 L/ha.
Barra com bicos da série D (D6 a D10) ou bicos tipo leque.
Respeitar altura de voo de 3-4 metros, faixa de deposição 13-15 metros e ventos de até 10 km/hora.
Condições climáticas favoráveis: Temperatura mínima de 10ºC a máxima de 28ºC. Umidade relativa do ar de mínimo 60%. Velocidade do vento de, no máximo, 10 km/h em aplicações terrestres e entre 2 e 10 km/h em aplicações por aeronaves.
Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Alface, maçã, nectarina, pêssego, repolho e uva: 7 dias Algodão: 28 dias
Algodão (pós emergência): (2) Banana, batata e soja: 10 dias Café: 20 dias
Citros: 40 dias Eucalipto: U.N.A. Feijão: 5 dias Milho e trigo: (1)
Milho (pós emergência): (3) Soja (dessecação): 8 dias Soja (pós emergência): (3) Trigo (dessecação): 7 dias
Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura de algodão geneticamente modificado, que expressa resistência ao glufosinato, é de 116 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência da cultura e das plantas infestantes.
O intervalo de segurança para as culturas de milho geneticamente modificado e soja geneticamente modificado, que expressam resistência ao glufosinato, é de 50 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência da cultura e das plantas infestantes.
U.N.A. – Uso Não Alimentar
Encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar BIOFRESH 200 SL. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante o seu preparo e durante a operação de sua aplicação.
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Não entre na área tratada em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados durante a aplicação.
Aplicação em jato dirigido sobre as plantas infestantes, nas culturas de ameixa, banana, cacau, café, citros, maçã, nectarina, pera, pêssego e uva.
Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) - sistema de plantio direto para as culturas de algodão, arroz, cana- de-açúcar, milho, pastagens, soja e trigo.
Aplicação em área de pousio antecedendo o plantio de algodão, arroz, cana-de-açúcar, milho, pastagens, soja e trigo.
Aplicação para erradicação de soqueira na cultura da cana-de-açúcar.
Aplicação em área total, em pós-emergência da soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato em áreas de plantio direto ou convencional.
Aplicação em capina química para erradicação de vegetação em aplicações de pré- plantio e nas entrelinhas em jato dirigido nas culturas de pinus e eucalipto.
Aplicação na rebrota do eucalipto para renovação de área de plantio.
Aplicação para eliminação de vegetação na implantação de pinus e eucalipto (pré- plantio).
FOLHA ESTREITA | |||
Nome comum | Nome científico | Dose de aplicação Produto comercial | |
Kg/ha* | g/100 L d’água** | ||
Aveia-voluntária | Avena strigosa | 1 | 500 |
Braquiarão | Brachiaria brizantha | 1,5-2,5 | 750-1.250 |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2,5 | 1.250 |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 0,5 | 250 |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1 | 500 |
Grama-seda | Cynodon dactylon | 2,5-3,5 | 1.250-1.750 |
Junquinho | Cyperus ferax | 2-2,5 | 1.000-1.250 |
Tiririca | Cyperus rotundus | 2-2,5 | 1.000-1.250 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 0,75-1 | 375-500 |
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 1,5 | 750 |
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 1-1,5 | 500-750 |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 1 | 500 |
Azevém-anual | Lolium multiflorum | 2,5 | 1.250 |
Capim-colonião | Panicum maximum | 2,25 | 1.125 |
Capim-azedo | Paspalum conjugatum | 1,5 | 750 |
Grama-batatais | Paspalum notatum | 2,5 | 1.250 |
Capim-da-guiné | Paspalum paniculatum | 1 | 500 |
Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 2,5-3 | 1.250-1.500 |
Sorgo | Sorghum bicolor | 0,5-1 | 250-500 |
FOLHA LARGA | |||
Nome comum | Nome científico | Dose de aplicação Produto comercial | |
Kg/ha* | g/100 L d’água** | ||
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 1 | 500 |
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 1 | 500 |
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 1 | 500 |
Apago-fogo | Alternanthera tenella | 1 | 500 |
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 1 | 500 |
Caruru-de-mancha ou Caruru | Amaranthus viridis | 1 | 500 |
Picão-preto | Bidens pilosa | 0,75 | 375 |
Erva-de-santa-luzia | Chamaesyce hirta | 1 | 500 |
Erva-de-santa-maria | Chenopodium ambrosioides | 1 | 500 |
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 3-3,5 (1) | 1.500-1.750 |
Buva | Conyza bonariensis | 0,5- 1,5 | 250-750 |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 1 | 500 |
Fazendeiro | Galinsoga parviflora | 0,5 | 250 |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 1,5-2 | 750- 1.000 |
Corda-de-viola | Ipomoea indivisa | 2 | 1.000 |
Corda-de-viola | Ipomoea nil | 2 | 1.000 |
Guanxuma ou vassourinha | Malvastrum coromandelianum | 1 | 500 |
Beldroega | Portulaca oleracea | 1 | 500 |
Nabo ou Nabiça | Raphanus raphanistrum | 1 | 500 |
Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | 1,5 | 750 |
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2,5 | 1.250 |
Maria-mole | Senecio brasiliensis | 1 | 500 |
Guanxuma ou matapasto | Sida rhombifolia | 1-1,5 | 500-750 |
Serralha | Sonchus oleraceus | 1 | 500 |
Erva-quente | Spermacoce latifolia | 2-3 | 1.000-1.500 |
Erva-de-touro | Tridax procumbens | 20 | 1.000 |
Ervilhaca | Vicia sativa | 2-3 | 1.000-1.500 |
Notas:
1 kg do BIOPAK 720 WG corresponde a 792,5 g do sal de amônio de glifosato ou 720 g do equivalente ácido de glifosato.
As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação.
De acordo com o estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
** As doses em g/100 L d’água referem-se a aplicações com pulverizador costal manual com vazão aproximada de 200 L/ha com bico de 110.01 (os valores foram aproximados para facilitar o preparo da calda). Em caso de dúvida, utilizar os valores em Kg/ha.
(1) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias nas doses de 2 kg p.c./ha seguido de 1 kg p.c./ha a 2 kg p.c./ha seguido de 1,5 kg p.c./ha.
PC: produto comercial
FOLHA ESTREITA | |||||
Nome comum | Nome científico | Dose de aplicação Produto comercial | Estádio de crescimento da planta infestante | Época DAE (em relação à cultura) *** | |
Kg/ha* | g/100 L d’água** | ||||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 0,5-0,75 | 250-375 | 2 perfilhos ou 10 cm | V3 25 dias |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||||
Notas:
Estádios da soja: V3 - 3º trifólio completamente expandido
De acordo com o estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para as plantas de menor porte e as maiores doses para os estádios de desenvolvimento indicados na tabela.
** As doses em g/100 L d'água referem-se a aplicações para pulverizador costal manual com vazão aproximada de 200 L/ha, bico de 110.01 (valores aproximados para facilitar o preparo da calda). Em caso de dúvida, utilizar os valores em kg/ha.
*** DAE = Dias após a emergência da cultura
O estádio de desenvolvimento pode variar de acordo com a época de plantio, condições climáticas e ciclo da variedade em questão.
As doses variam conforme a espécie da planta infestante e seu estágio de desenvolvimento. As doses menores são indicadas para plantas no estágio inicial de desenvolvimento vegetativo, e as máximas para as plantas perenizadas.
FOLHA ESTREITA | |||
Nome comum | Nome científico | Dose de aplicação Produto comercial | |
Kg/ha* | g/100 L d’água** | ||
Arroz vermelho | Oryza sativa | 2,5 | 1250 |
Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 2,5-3 | 1.250-1.500 |
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 2,5 | 1250 |
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 1-1,5 | 500-750 |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2,5 | 250 |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 0,5-1,5 | 250-750 |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 0,5-1,5 | 250-750 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 0,5-1,5 | 250-750 |
Capim-colonião | Panicum maximum | 1,5-2,5 | 750-1250 |
Capim-massambará | Sorghum halepense | 0,5 - 1,5 | 250 - 750 |
Capim-oferecido | Pennisetum setosum | 1,5 | 750 |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 0,5 - 1,5 | 250 - 750 |
Grama-seda | Cynodon dactylon | 2,5 | 1250 |
Nota:
Os valores em g/100 L da dosagem foram determinados em relação ao volume médio de aplicação de 200 L d’água/ha.
FOLHA LARGA | |||
Nome comum | Nome científico | Dose de aplicação Produto comercial | |
Kg/ha* | g/100 L d’água** | ||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 1,5-2,5 | 750 - 1250 |
Angiquinho | Aeschynomene denticulata | 1,5 - 2,5 | 750 - 1250 |
Beldroega | Portulaca oleracea | 0,5- 1,5 | 250 - 750 |
Corriola | lpomoea grandifolia | 1,5 | 750 |
Carrapichão | Xanthium strumarium | 1,5 | 750 |
Guanxuma | Sida rhombifolia | 1,5 | 750 |
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 0,5 - 1,5 | 250 - 750 |
Picão-preto | Bidens pilosa | 0,5 - 1,5 | 250 - 750 |
Nota:
Os valores em g/100 L da dosagem foram determinados em relação ao volume médio de aplicação de 200 L d’água/ha.
O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para as plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais.
Aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem em boas condições de desenvolvimento vegetativo, sem efeito de “stress’" hídrico (falta ou excesso de água).
O produto quando aplicado no período adequado e conforme a recomendação, controla as plantas infestantes com uma única aplicação. No caso específico da Trapoeraba, seguir a recomendação detalhada no Quadro I.
Soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato:
Aplicação única, seguindo doses e estádios de crescimento descritos no Quadro II.
A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é aos 25 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estádio inicial de desenvolvimento.
Eliminação da soqueira da cana-de-açúcar:
Para eliminação de soqueira de cana-de-açúcar, aplicar o produto sobre as folhas em área total.
Recomenda-se a aplicação de 2,5 a 3 kg p.c./ha. Esta aplicação deve ser feita quando a altura média das folhas estiver entre 0,6 m e 1 m medidas a partir do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Raphanus sativus | nabiça (2), nabo (2), rabanete | Ver detalhes |
| Ameixa | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Arroz | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Banana | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Cacau | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Café | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Citros | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Eucalipto | Aeschynomene denticulata | angiquinho (2), corticeirinha (1), maricazinho (2) | Ver detalhes |
| Maçã | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Milho | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Nectarina | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Pastagens | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Pera | Saccharum officinarum | cana-de-açucar | Ver detalhes |
| Pessego | Echinochloa crusgalli | capim-arroz (2), capim-canevão, capim-jaú | Ver detalhes |
| Pinus | Aeschynomene denticulata | angiquinho (2), corticeirinha (1), maricazinho (2) | Ver detalhes |
| Soja | Echinochloa crusgalli | capim-arroz (2), capim-canevão, capim-jaú | Ver detalhes |
| Soja OGM | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Trigo | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
A eficiência do produto é visualizada entre o 4º e o 10º dia após o tratamento.
Equipamentos de aplicação:
Pulverização terrestre:
A aplicação deve ser feita com pulverizadores de barra, com bicos adequados à aplicação de herbicidas.
Pressão: 20 a 40 Lb/pol2
Volume d’água: 50 a 250 L/ha.
Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura da área foliar.
Pulverizador costal manual: verificar as doses por 100 L d’água e utilizar vazão aproximada de 200 L/ha.
No caso de soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato deve ser utilizado um volume de calda de 120 L/ha.
Pulverização através de aeronave agrícola:
Barra com bicos para aeronaves de asa fixa (Ipanema de qualquer modelo). Volume de calda: 20 a 40 L/ha.
Altura de voo: 3 a 5 m acima do topo da cultura Faixa de deposição: 15 m de largura
Tamanho de gotas: 200 a 600 micras. Densidade mínima de gotas: 20 a 40 gotas/cm2.
Bicos de pulverização - bicos de jato cônico ou leque. Vazão: 20 a 40 L/ha de calda (D10-45, D7-46, 80-10, 80-15)
Tamanho de gostas: DMV (diâmetros medianos volumétricos) para as condições de aplicação e regulagem entre 200 a 600 micras
Deposição mínima de 20 gotas/cm2 sem escoamento na folha.
Aviões tipo Ipanema: usa-se de 37 a 42 bicos na asa, sendo que, normalmente para se evitar problemas de vórtices de ponta de asa, fecha-se ao redor de 3 bicos em cada raiz de asa e 2 bicos na barriga no pé direito e 1 no pé esquerdo. Dependendo da altura de voo, da aeronave, do tipo de asa e posição de barra esta configuração pode-se alterar. A angulação destes bicos na barra aplicadora vai ser determinante na configuração final do DMV da gota formada.
Maturador da cana-de-açúcar:
A aplicação deve ser realizada por avião, utilizando-se barra com bicos convencionais, e um consumo de calda na faixa de 30-40 L/ha.
Em caso de dúvidas ou mudança de aeronave, realizar testes de campo com papel sensível, ou consultar empresa aplicadora.
Condições climáticas:
Temperatura máxima: 28°C Umidade relativa mínima: 55%
Velocidade do vento máxima: 10 Km/h (3 m/s)
Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar BIOPAK 720 WG. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante o seu preparo e durante a operação de sua aplicação.
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Cultura | Intervalo de Segurança (dias) |
Algodão, arroz, cana-de-açúcar, milho, pastagem, trigo | (1) |
Soja | (2) |
Banana, cacau, citros, nectarina, pêssego | 30 |
Café, maçã, pêra | 15 |
Uva, ameixa | 17 |
Eucalipto, pinus | UNA |
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que
expressa tolerância ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e da cultura.
UNA: Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPIs recomendados para uso durante a aplicação.
BRADDOCK ULTRA é um herbicida apresentado na forma de concentrado solúvel, recomendado para o controle em pós-emergência de plantas infestantes nas seguintes situações:
Aplicação em jato dirigido sobre as plantas infestantes nas culturas de banana, café, cana-de-açúcar (cana soca), citros, coco, maçã, mamão, uva e eucalipto.
Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) - sistema de plantio direto nas culturas de algodão, arroz irrigado, cana-de-açúcar, fumo, milho, soja e trigo.
Aplicação em áreas de pousio antecedendo o plantio das culturas de algodão, arroz irrigado, cana-de-açúcar, fumo, milho, soja e trigo.
Aplicação para erradicação de soqueira na cultura da cana-de-açúcar.
Aplicação em área total na pré-colheita de azevém e aveia-preta quando plantadas como forrageiras para silagem.
Aplicação sobre a cultura de soja na pré-colheita para dessecação.
Aplicação em área total, em pós-emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional.
Culturas: Algodão, algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato, arroz irrigado, banana, café, cana-de-açúcar, citros, coco, eucalipto, fumo, maçã, mamão, milho, soja, trigo, uva e nas forrageiras azevém e aveia-preta.
FOLHA ESTREITA | DOSE | ||
Nome comum | Nome científico | L/ha | L/100 L de água (%)** |
Capim-rabo-de-burro | Andropogon bicornis | 3,0 | 1,5 |
Aveia-preta | Avena strigosa | 0,75 a 1,0 | 0,375 a 0,5 |
Braquiarão | Brachiaria brizantha | 1,5 a 2,0 | 0,75 a 1,0 |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2,0 a 4,0 | 1,0 a 2,0 |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 1,0 a 2,0 | 0,5 a 1,0 |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,0 a 2,0 | 0,5 a 1,0 |
Grama-seda | Cynodon dactylon | 3,0 a 4,0 | 1,5 a 2,0 |
Junquinho | Cyperus ferax | 2,5 a 3,5 | 1,25 a 1,75 |
Tiririca | Cyperus rotundus | 3,0 a 4,5 | 1,5 a 2,25 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1,5 a 2,0 | 0,75 a 1,0 |
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 2,0 a 4,5 | 1,0 a 2,25 |
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | 1,5 | 0,75 |
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 2,0 a 3,0 | 1,0 a 1,5 |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 1,5 a 2,5 | 0,75 a 1,25 |
Azevém | Lolium multiflorum | 1,5 a 3,0 | 0,75 a 1,5 |
Grama-boiadeira | Luziola peruviana | 4,0 a 4,5 (*) | 2,0 a 2,25 (*) |
Capim-colonião | Panicum maximun | 2,5 a 4,5 | 1,25 a 2,25 |
Grama-batatais | Paspalum notatum | 3,0 | 1,5 |
Capim-da-roça | Paspalum urvillei | 3,0 | 1,5 |
Milheto | Pennisetum americanum | 2,0 a 3,0 | 1,0 a 1,5 |
Capim-favorito | Rhynchelitrum repens | 1,5 | 0,75 |
Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 3,0 a 4,5 | 1,5 a 2,25 |
Sorgo | Sorghum bicolor | 2,0 a 3,0 | 1,0 a 1,5 |
Milho | Zea mays | 1,0 a 1,5 | 0,5 a 0,75 |
FOLHA LARGA | DOSE | ||
Nome comum | Nome científico | L/ha | L/100 L de água (%) |
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 1,5 | 0,75 |
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 1,5 a 2,0 | 0,75 a 1,0 |
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 1,5 a 2,5 | 0,75 a 1,25 |
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 a 2,0 | 0,5 a 1,0 |
Caruru | Amaranthus viridis | 1,0 a 2,0 | 0,5 a 1,0 |
Picão-Preto | Bidens pilosa | 1,5 a 2,5 | 0,75 a 1,25 |
Erva-de-santa-luzia | Chamaesyce hirta | 1,0 a 2,0 | 0,5 a 1,0 |
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 3,0 a 3,5 | 1,5 a 1,75 |
Buva | Conyza bonariensis | 1,5 | 0,75 |
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 1,5 | 0,75 |
Amendoim-bravo ou leiteiro | Euphorbia heterophylla | 2,0 a 3,0 | 1,0 a 1,5 |
Picão-branco ou fazendeiro | Galinsoga parviflora | 1,5 a 2,0 | 0,75 a 1,0 |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 1,5 a 3,0 | 0,75 a 1,5 |
Corda-de-viola | Ipomoea indivisa | 3,0 a 3,5 | 1,5 a 1,75 |
Corda-de-viola | Ipomoea nil | 3,0 a 4,5 | 1,5 a 2,25 |
Corda-de-viola | Ipomoea quamoclit | 3,0 | 1,5 |
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 2,0 | 1,0 |
Beldroega | Portulaca oleracea | 1,5 a 2,5 | 0,75 a 1,25 |
Nabiça | Raphanus raphanistrum | 1,0 a 2,0 | 0,5 a 1,0 |
Nabo | Raphanus sativus | 2,0 | 1,0 |
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2,0 a 3,0 | 1,0 a 1,5 |
Maria-mole | Senecio brasiliensis | 1,5 | 0,75 |
Fedegoso-branco | Senna obtusifolia | 2,5 a 4,5 | 1,25 a 2,25 |
Guanxuma | Sida cordifolia | 1,5 a 2,5 | 0,75 a 1,25 |
Guanxuma | Sida rhombifolia | 1,5 a 2,5 | 0,75 a 1,25 |
Erva-lanceta | Solidago chilensis | 1,5 a 2,5 | 0,75 a 1,25 |
Serralha | Sonchus oleraceus | 1,0 a 2,0 | 0,5 a 1,0 |
Erva-quente | Spermacoce latifolia | 3,0 a 4,5 | 1,5 a 2,25 |
Erva-de-touro | Tridax procumbens | 3,0 | 1,5 |
Trevo | Trifolium repens | 3,0 a 4,5 | 1,5 a 2,25 |
Ervilhaca | Vicia sativa | 3,0 a 4,5 | 1,5 a 2,25 |
NÚMERO, ÉPOCAS OU INTERVALOS DE APLICAÇÕES:
Número de aplicações: Realizar uma única aplicação por ciclo de cultura. Vide nota a respeito de “Grama-boiadeira”.
Época da aplicação: BRADDOCK ULTRA deve ser aplicado sobre as plantas infestantes a serem controladas, já germinadas, quando estas estiverem em boas condições de desenvolvimento e sem efeito de “stress” hídrico (falta ou excesso de água).
O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais. Volume de calda: Vide item: “MODO DE APLICAÇÃO”.
A variação nas doses depende do estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para a fase inicial de desenvolvimento; maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
(*) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 15 a 20 dias nas doses de 2,0 + 2,0 a 2,5 + 2,0 L/ha. (**) As doses em porcentagem referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 200 L/ha com bico de 110-01. Qualquer dúvida, utilizar os valores em litros/hectare.
Recomendação para aplicação em área total na pré-colheita de azevém e aveia-preta quando plantadas como forrageiras para silagem:
Cultura | Doses (L/ha) |
Aveia-preta (forrageira) | 0,5 |
Azevém (forrageira) | 1,0 |
Soja | 0,75 a 1,5 |
NÚMERO, ÉPOCAS OU INTERVALOS DE APLICAÇÕES: Número de aplicações: Realizar uma única aplicação por ciclo de cultura. Época da aplicação: Aplicação em pós-emergência das forrageiras azevém e aveia-preta para silagem 4 a 5 dias antes da colheita (florescimento até o enchimento dos grãos). Volume de calda: Vide item: “MODO DE APLICAÇÃO”. | |
Recomendação para aplicação em área total, em pós-emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional:
FOLHA ESTREITA | DOSE | ||
Nome Comum | Nome Científico | L/ha | L/100L de água (%) |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,0 a 1,5 | 0,5 a 0,75 |
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | 1,0 a 2,0 | 0,5 a 1,0 |
FOLHA LARGA | DOSE | ||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 a 1,5 | 0,5 a 0,75 |
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 1,0 a 1,5 | 0,5 a 0,75 |
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2,0 | 1,0 |
Corda-de-viola | Ipomoea nil | 2,0 | 1,0 |
NÚMERO, ÉPOCAS OU INTERVALOS DE APLICAÇÕES: Número de aplicações: Realizar uma única aplicação por ciclo de cultura. Época da aplicação: A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato é de 25 a 35 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. A aplicação foliar de BRADDOCK ULTRA sobre a cultura do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato deverá | |||
ser realizada até a 4ª folha.
Volume de calda: Vide item: “MODO DE APLICAÇÃO”.
(*) A variação nas doses depende do estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para a fase inicial de desenvolvimento; maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
(**) As doses em porcentagem referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 200 L/ha com bico de 110-01. Qualquer dúvida, utilizar os valores em litros/hectare.
INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES:
BRADDOCK ULTRA deve ser aplicado sobre as plantas infestantes a serem controladas, já germinadas, quando estas estiverem em boas condições de desenvolvimento e sem efeito de “stress” hídrico (falta ou excesso de água).
O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais.
A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4° e o 10° dia após a aplicação. BRADDOCK ULTRA não tem ação residual sobre sementes existentes no solo.
BRADDOCK ULTRA aplicado de acordo com as recomendações controlará as plantas infestantes com uma única aplicação.
BRADDOCK ULTRA também pode ser utilizado em aplicação sequencial em plantio direto para o controle das plantas infestantes, nunca excedendo a dose máxima recomendada em aplicação única, observando que a maior dose deverá ser utilizada na primeira aplicação, a qual deve ser realizada em torno de 30 dias antes do plantio da cultura e a segunda próxima ao dia do plantio. A aplicação sequencial antecipa o controle das plantas infestantes, favorecendo o plantio em função de uma cobertura morta mais uniforme, o que facilita o trabalho da plantadeira, principalmente quando as plantas a serem dessecadas se encontram bem desenvolvidas. Essa antecipação irá melhorar a qualidade do plantio e garantir um melhor stand da cultura.
A aplicação para a eliminação da soqueira da cana-de-açúcar deve ser feita quando a média das folhas estiver entre 0,6 m e 1,2 m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.
Aplicação sobre a cultura da soja, em pré-colheita, logo após a maturação fisiológica do grão que ocorre após o estádio R7, 7 dias antes da colheita. A partir deste período a maturação do grão já está completa e não ocorre mais translocação de seiva para o mesmo. Considerando ainda que o grão está protegido pela vagem, o produto também não entrará em contato direto com o mesmo.
Aplicação em pós-emergência das forrageiras azevém e aveia-preta para silagem 4 a 5 dias antes da colheita (florescimento até o enchimento dos grãos).
Aplicação em pós-emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato:
- A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato é de 25 a 35 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. A aplicação foliar de BRADDOCK ULTRA sobre a cultura do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato deverá ser realizada até a 4ª folha.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Ipomoea indivisa | campainha (7), corda-de-viola (8), corriola (6) | Ver detalhes |
| Aveia preta | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Azevém | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Banana | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Café | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Citros | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Coco | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Fumo | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Maçã | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Mamão | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Milho | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Soja | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Trigo | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Uva | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
MODO DE APLICAÇÃO:
O produto BRADDOCK ULTRA deve ser diluído em água limpa, de acordo com a dose indicada para cada situação, e deve ser pulverizado sobre as espécies de plantas infestantes a serem controladas, bem como em área total sobre as culturas indicadas em aplicação na pré-colheita e em pós-emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato. A aplicação poderá ser feita utilizando-se equipamentos aéreos ou terrestres.
Equipamentos Terrestres:
A aplicação deve ser feita com pulverizadores de barra, com bicos adequados à aplicação de herbicidas, seguindo as recomendações técnicas especificadas pelo fabricante para cada tipo de bico. Utilizar um volume de calda entre 50 a 250 L/ha. Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura da área foliar.
Equipamentos Aéreos:
Aplicação aérea permitida apenas para as culturas de: algodão, algodão geneticamente modificado, arroz, aveia-preta, azevém, cana-de-açúcar, fumo, milho, soja e trigo.
Barra com bicos para aeronaves de asa fixa - Ipanema de qualquer modelo.
Volume de calda: 20 a 40 L/ha;
Altura de voo: 3 a 5 m acima do topo da cultura, com faixa de deposição com 15 m de largura e tamanho de gotas entre 200 a 600 micras;
Densidade mínima de gotas: 20 a 40 gotas/cm2;
Bicos de pulverização: bicos de jato cônico ou leque que permitam uma vazão ao redor de 20 a 40 L/ha de calda (D10-45, D7-46, 80-10, 80-15) e produzam gotas com DMV (diâmetros medianos volumétricos) para as condições de aplicação e regulagem entre 200 a 600 micras com uma deposição mínima ideal de 20 gotas/cm2 sem escoamento na folha.
Em aviões tipo Ipanema, usa-se de 37 a 42 bicos na asa, sendo que normalmente para se evitar problemas de vórtices de ponta de asa, fecha-se ao redor de 3 bicos em cada raiz de asa e 2 bicos na barriga no pé direito e 1 no pé esquerdo. Dependendo da altura de voo da aeronave, do tipo de asa e posição de barra esta configuração pode se alterar. A angulação destes bicos na barra aplicadora vai ser determinante na configuração final do DMV da gota formada.
Condições climáticas:
Temperatura máxima: 28°C
Umidade relativa mínima: 55%
Velocidade do vento máx.: 10 km/h (3 m/s)
Em caso de dúvidas ou mudança de aeronave, realizar testes de campo com papel sensível, ou consultar empresa aplicadora.
Gerenciamento da deriva:
É obrigatório o uso de tecnologia de redução de deriva de pelo menos 50% para doses acima de 1.800 g/ha nas aplicações costal, estacionária/semi-estacionária e tratorizada.
É obrigatório o uso de tecnologia de redução de deriva de 50% e bordadura de cinco metros para doses acima de 3.700 g/ha nas aplicações costal, estacionária/semi-estacionária e tratorizada. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 40 metros do limite externo da plantação.
O produto, na quantidade pré-determinada, deve ser despejado diretamente no tanque do pulverizador, contendo ¼ do volume d’água e o sistema de agitação ligado. Em seguida, completar o volume do tanque com o restante de água.
Cultura | Intervalo de segurança |
Algodão | (1) |
Arroz | (2) |
Aveia-preta | 4 dias |
Azevém | 4 dias |
Banana | 30 dias |
Café | 15 dias |
Cana-de-açúcar | (2) |
Citros | 30 dias |
Coco | 15 dias |
Eucalipto | U.N.A. |
Fumo | U.N.A. |
Maçã | 15 dias |
Mamão | 3 dias |
Milho | (3) |
Soja | (4) |
Soja (dessecação) | 7 dias |
Trigo | (2) |
Uva | 17 dias |
U.N.A.: Uso não alimentar.
O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do algodão geneticamente modificado, que expressa tolerância ao glifosato, é de 130 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e da cultura.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar neste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
Fitotoxicidade:
Durante a aplicação em jato dirigido, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes das plantas úteis. BRADDOCK ULTRA não danifica as plantas com caules suberizados, caso os atinja.
A aplicação na modalidade de pré-colheita nas culturas de soja, aveia-preta e azevém, realizada em período diferente do recomendado poderá ocasionar severos danos às culturas com consequente perda de produção.
O herbicida BRADDOCK ULTRA não deve ser utilizado em área total em pós-emergência das culturas indicadas, exceto quando aplicado na modalidade de uso na pré-colheita da soja para dessecação e nas forrageiras aveia-preta e azevém para silagem e na cultura do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato.
Observar atentamente ao realizar as aplicações, para que não ocorra qualquer deriva para culturas vizinhas.
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | TIPO DE SOLO | DOSE produto comercial (g/ha) | DOSE i.a. (g/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (1) (L/ha) |
CANA-DE- AÇÚCAR | Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | Leve | 200 - 300 | 150 - 225 | 1 | TERRESTRE 200 - 600 AÉREA 30 - 40 |
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | ||||||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | ||||||
Caruru-gigante (Amaranthus retroflexus) | ||||||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | ||||||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | ||||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | Médio | 300 - 400 | 225 - 300 | |||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | ||||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | ||||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | ||||||
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | ||||||
Capim-colonião (Panicum maximum) | ||||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | Pesado | 400 - 500 | 300 - 375 | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | ||||||
Fedegoso-branco (Senna obtusifolia) | ||||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | ||||||
Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | ||||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar apenas uma aplicação. Aplicação em pré-emergência da cultura de cana-de-açúcar. Antes da emergência da cultura, a aplicação deve ser até o estádio de “esporão” (cana-planta) ou início de perfilhamento (cana soca). | ||||||
Em pré-emergência, as doses maiores devem ser utilizadas quando o solo apresentar alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas daninhas.
O produto somente deve ser aplicado quando as plantas infestantes estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de estresse hídrico.
Em pré-emergência, as doses maiores devem ser utilizadas quando o solo apresentar alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas daninhas.
i.a.: ingrediente ativo.
(1) O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação ou a critério do Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação.
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | DOSE produto comercial (g/ha) | DOSE i.a. (g/ha) | N° MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (1) (L/ha) |
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | |||||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | |||||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | |||||
Caruru-gigante (Amaranthus retroflexus) | |||||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | |||||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
CANA-DE- AÇÚCAR | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 350 - 400 | 262,5 - 337,5 | 1 | TERRESTRE 200 - 600 AÉREA 30 - 40 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | |||||
Capim-colonião (Panicum maximum) | |||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Fedegoso-branco (Senna obtusifolia) | |||||
Malva-branca (Sida cordifolia) |
Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar apenas uma aplicação. Aplicação em pós-emergência da cultura de cana-de-açúcar. Para aplicação em pós-emergência da cana-de-açúcar, recomenda-se que as plantas infestantes estejam em pleno desenvolvimento vegetativo. Em pós-emergência, a dose de 350 g/ha p.c. (262,5 g/ha i.a.) deve ser usada para gramíneas e folhas largas com 2 a 4 folhas; a dose de 450 g/ha p.c. (337,5 g/ha i.a.) deve ser usada para gramíneas antes do perfilhamento e folhas largas acima de 4 folhas até 10 cm de altura. Para aplicação em Pós–Emergência, usar espalhante adesivo de acordo com as recomendações do fabricante. | |||||
i.a.: ingrediente ativo.
(1) O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação ou a critério do Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
Aplicar o produto de maneira uniforme dando um perfeito molhamento da parte aérea das plantas infestantes que se deseja o controle.
Nas aplicações em pré-emergência o solo deve estar preparado, úmido sem a presença de torrões e restos de culturas.
Cana soca: as aplicações devem ser feitas após o enleiramento da palha e cultivo.
Cana planta: as aplicações devem ser realizadas após as primeiras chuvas, depois do plantio de tal forma a se obter maior seletividade à cultura, e uniformidade de controle nas entrelinhas. Aplicações em pós-emergência inicial em condições de solo leve (menos de 1% de matéria orgânica), deve-se determinar a tolerância à variedade. É importante que se avalie a tolerância de novas variedades antes das aplicações.
Manter a calda de pulverização sob agitação contínua e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras com o equipamento de tal forma a se evitar sobre-posição nas áreas tratadas.
Manter a calda de pulverização sob agitação contínua e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras com o equipamento de tal forma a se evitar sobre-posição nas áreas tratadas.
Equipamentos: pulverizador costal ou tratorizado de barra;
Pressão constante (15 a 50 Ib/poI2), de acordo com o tipo de pulverizador e bico utilizados;
Altura da barra: que permita boa cobertura do solo e/ou das plantas daninhas;
Tipo de bico: de acordo com as recomendações dos fabricantes;
Volume de aplicação: 200 a 600 L de calda/ha em pré e pós-emergência das plantas daninhas e da cultura. Utilizar maiores volumes de calda de acordo com a infestação, espécie de plantas daninhas e porte da cultura.
Equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de aplicação apropriada, munidas de pontas tipo cônicas, ou bicos rotativos;
Ângulo dos bicos em relação à direção de vôo: de acordo com o equipamento e aeronave utilizados, e das condições climáticas no momento da aplicação;
Altura do voo: 3 a 5 metros sobre o alvo;
Largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma cobertura uniforme;
Temperatura: inferior a 25°C;
Umidade relativa: superior a 70%;
Velocidade do vento: inferior a 10 km/h.
Encher metade do tanque do pulverizador com água e adicionar BROKER 750 WG mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
CULTURAS | INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS) |
Cana-de-açúcar | 150 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
As culturas de algodão, feijão, milho e soja, apesar de sensíveis a BURNTOP, apresentam seletividade quando o produto é aplicado em dessecação pré-plantio dessas culturas.
Algodão, Feijão, Milho e Soja:
Fazer 1 (uma) aplicação em pós-emergência das plantas daninhas, no manejo de áreas em sistema de plantio direto, sempre antes da semeadura (dessecação pré-plantio).
As plantas daninhas devem estar no estádio de desenvolvimento conforme tabela abaixo.
O plantio deverá ser feito 15 (quinze) dias após a pulverização.
O produto, nas dosagens recomendadas, não causa fitointoxicação.
CULTURA | ALVOS CONTROLADOS | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Monocotiledôneas: | ||||
Algodão, Feijão, Milho e Soja | Commelina benghalensis | Trapoeraba | 0,175 a 0,350 kg/ha (52,5 a 105 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. |
Zea mays | Milho voluntário | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 folhas até antes do perfilhamento. Milho voluntário até V4. | ||
Triticum aestivum | Trigo voluntário | 0,350 a 0,420 kg/ha (105 a 126 g i.a/ha) | ||
Cenchrus echinatus | Capim-carrapicho | |||
Brachiaria decumbens | Capim-braquiária | |||
Brachiaria plantaginea | Capim-marmelada | |||
Lolium multiflorum | Azevém | |||
Eleusine indica | Capim-pé-de-galinha | 0,420 kg/ha (126 g i.a/ha) | ||
Digitaria insularis | Capim-amargoso | |||
Eudicotiledôneas: | ||||
Amaranthus viridis | Caruru-de-mancha | 0,120 a 0,175 kg/ha (36 a 52,5 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. Soja e Feijão voluntários até 3 trifólios. | |
Amaranthus retroflexus | Caruru | |||
Bidens pilosa | Picão-preto | |||
Euphorbia heterophylla | Leiteiro ou Amendoim-bravo | |||
Ipomoea hederifolia | Corda-de-viola | |||
Ipomoea grandifolia | Corda-de-viola | |||
Raphanus raphanistrum | Nabiça | |||
Sonchus oleraceus | Serralha | |||
Phaseolus vulgaris | Feijão Voluntário | |||
Glycine max | Soja voluntária | |||
Alternanthera tenella | Apaga fogo | 0,175 a 0,240 kg/ha (52,5 a 72 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 6 folhas. Para a buva aplicar quando estiverem no estádio de até 10 cm. | |
Tridax procumbens | Erva-de-touro | |||
Amaranthus hybridus | Caruru-roxo | |||
Spermacoce latifolia | Erva-quente | 0,240 a 0,350 kg/ha (72 a 105 g i.a/ha) | ||
Richardia brasiliensis | Poaia-branca | |||
Parthenium hysterophorus | Losna-branca | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. | ||
Amaranthus deflexus | Caruru | 0,350 a 0,420 kg/ha (105 a 126 g i.a/ha) | ||
Portulaca oleracea | Beldroega | |||
Sida rhombifolia | Guanxuma | |||
Conyza bonariensis | Buva | 0,175 a 0,350 kg/ha (52,5 a 105 g i.a./ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando no estádio de até 10 cm. | |
Borreria verticillata | Vassourinha-de-botão | 0,120 a 0,320 kg/ha (36 a 96 g i.a./ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas | |
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para estádios mais avançados das plantas daninhas ou em altas pressões de plantas daninhas. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
Para os cultivos perenes como café e citros, o BURNTOP é seletivo, exclusivamente, em aplicação em jato dirigido. Portanto, deve-se evitar o contato do produto com as plantas cultivadas.
Café e Citros: Fazer 1 (uma) aplicação nas entre linhas das culturas respeitando o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas conforme tabela abaixo:
CULTURA | ALVOS CONTROLADOS | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Monocotiledôneas: | ||||
Café e Citros Jato Dirigido | Commelina benghalensis | Trapoeraba | 0,350 a 0,467 kg/ha (105 a 140 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 a 6 folhas |
Brachiaria plantaginea | Capim-marmelada | 0,350 a 0,467 kg/ha (105 a 140 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 folhas até antes do perfilhamento. | |
Brachiaria decumbens | Capim-braquiária | |||
Cenchrus echinatus | Capim-carrapicho | |||
Digitaria insularis | Capim-amargoso | 0,467 kg/ha (140 g i.a/ha) | ||
Eleusine indica | Capim-pé-de-galinha | |||
Eudicotiledôneas: | ||||
Amaranthus viridis | Caruru-de-mancha | 0,120 a 0,175 kg/ha (36 a 52,5 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. Para a buva aplicar quando estiverem no estádio de até 10 cm. | |
Bidens pilosa | Picão-preto | |||
Euphorbia heterophylla | Leiteiro ou Amendoim-bravo | |||
Ipomoea grandifolia | Corda-de-viola | |||
Alternanthera tenella | Apaga-fogo | 0,175 a 0,350 kg/ha (52,5 a 105 g i.a/ha) | ||
Sida rhombifolia | Guanxuma | |||
Sinedrellopsis grisebachii | Agriãozinho | |||
Conyza bonariensis | Buva | 0,350 kg/ha (105 g i.a/ha) | ||
Galinsoga parviflora | Botão-de-ouro | |||
Richardia brasiliensis | Poaia-branca | |||
Parthenium hysterophorus | Losna-branca | 0,350 a 0,467 kg/ha (105 a 140 g i.a/ha) | ||
Portulaca oleracea | Beldroega | |||
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para estádios mais avançados das plantas daninhas ou em altas pressões de plantas daninhas. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
A aplicação do herbicida deve ser feita em jato dirigido protegido para que o produto não atinja as folhas da cultura, sendo recomendado o uso de “chapéu de napoleão” ou barras laterais protetoras específicas para jato dirigido que evitem deriva para a parte verde das culturas.
Soja e Feijão: A pulverização do produto BURNTOP na dessecação pré-colheita deve ocorrer quando a cultura atingir a sua maturação fisiológica.
Algodão: A pulverização do produto BURNTOP na desfolha pré-colheita deve ocorrer quando 80% das maças do algodoeiro estiverem abertas.
CULTURA | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Dessecação pré-colheita | |||
Soja | Glycine max | 0,350 kg/ha (105 g a.i/ha) | Aplicar na maturação fisiológica da cultura |
Feijão | Phaseulus vulgaris | 0,240 a 0,350 kg/ha (72 g a 105 g a.i/ha) | Aplicar na maturação fisiológica da cultura |
Algodão | Gossipium hirsutum | 0,120 a 0,175 kg/ha (36 a 52,5 g a.i/ha) | Aplicar quando 80% das maças estiverem abertas |
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para a dessecação/desfolha mais rápida da cultura ou das plantas daninhas antes da colheita. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
Permite a colheita entre 7 até 14 dias após a aplicação, dependendo da dose e condições climáticas. Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de dessecação
Aplique BURNTOP conforme as recomendações da bula:
Aplique em pós-emergência das plantas daninhas na dose recomendada conforme consta na bula, sempre utilizando adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico a 0,5% v/v;
Faça a aplicação dentro das condições climáticas e do período ideal do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas;
Evite rebrotas respeitando:
Estádio de desenvolvimento das plantas daninhas conforme consta na bula;
Boa cobertura dos alvos a serem atingidos;
Aplicar quando as plantas daninhas estiverem em pleno vigor vegetativo;
Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de controle;
Evite aplicação nas horas mais quentes do dia;
Evite aplicação nas seguintes condições: Temperatura acima de 28ºC, umidade relativa do ar abaixo de 60%, ventos acima de 10km/h;
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Café | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Citros | Synedrellopsis grisebachii | agrião-do-pasto, agriãozinho, poejinho | Ver detalhes |
| Feijão | Phaseolus vulgaris | feijão | Ver detalhes |
| Milho | Triticum aestivum | trigo | Ver detalhes |
| Soja | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
Com pulverizador tratorizado ou costal manual: usar uma barra com bicos tipo leque (jato plano), aplicando-se em área total com volume de calda de 100 a 300 litros por hectare e pressão de serviço deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
É permitida a aplicação via jato dirigido de até 140 g i.a./ha por ciclo da cultura.
Para aplicação foliar é permitido o uso de até 126 g i.a./ha por ciclo da cultura, desde que adotada distância de 160 m de vegetações adjacentes não alvo.
Selecionar pontas que produzam o Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) gotas finas a médias.
Aeronaves agrícolas: Usar ponta de pulverização apropriada para este tipo de aplicação, com volume de calda de maior que 20 L/ha.
Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
É permitida a aplicação aérea de até 52,5 g i.a./ha por ciclo da cultura, desde que adotada distância de 210 m de vegetações adjacentes não alvo.
Classe de gotas: utilizar o Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) de gotas das classes média a grossa.
Altura do voo: de 3 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição.
Volume de calda maior que 20 L/ha
Condições climáticas a serem respeitadas: Velocidade do vento até 10 km/h (2,78m/s); Temperatura até 28 °C; Umidade relativa do ar acima de 60%.
Milho: 120 dias
Soja: 3 dias
Feijão: 3 dias
Algodão: 7 dias
Café: 7 dias
Citros: 7 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.
CHAPTER controla eficientemente, em pós-emergência de jato dirigido, plantas daninhas nas culturas de: alface, algodão, banana, batata, citros, café, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pêssego, repolho, soja, trigo e uva; na dessecação de feijão, batata, soja e trigo. No sistema de plantio direto, em soja e trigo; e na pós-emergência total do algodoeiro OGM.
CULTURAS | PLANTAS DANINHAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ESTÁDIO DAS PLANTAS DANINHAS | DOSE DO PRODUTO COMERCIAL E VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
Alface Em jato dirigido | Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | 02-04 folhas | 1,5+0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral Volume de calda: 350 L/ha | 01 |
Picão-branco Galinsoga parviflora | ||||
Erva-de-bicho Polygonum aviculare | ||||
Serralha Sonchus oleraceus | ||||
Erva-de-passarinho Stellaria media | ||||
Soliva Soliva anthemifolia | 2,0+0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral Volume de calda: 350 L/ha | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2-4 folhas. | ||||
Algodão Em jato dirigido | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | Até 01 perfilho | 2,0+0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral Volume de calda: 350 L/ha | 01 |
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | ||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | ||||
Capim-massambará Sorghum halepense | ||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 02-04 folhas | |||
Caruru Amaranthus viridis | ||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||
Caruru-rasteiro Amaranthus deflexus | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Fedegosa Chenopodium album | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Para controle das plantas daninhas, aplicar na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura. Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada e capim- massambará, realizar a aplicação no início do perfilhamento. Para carrapicho-de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru- rasteiro, picão-preto e fedegosa, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 2-4 folhas. | ||||
Algodão OGM Em pós- emergência da cultura | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | Até 02 perfilhos | 2,0-2,5 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral Aplicação terrestre Volume de calda: 200-300 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 30-40 L/ha | 02 |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 02-04 folhas | |||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | ||||
Apaga-fogo Alternanthera tenella | ||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 02-04 perfilhos | 3,0-3,5 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral Aplicação terrestre Volume de calda: 200-300 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 30-40 L/ha | ||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 02-04 folhas | |||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | ||||
Apaga-fogo Alternanthera tenella | ||||
Erva-quente Borreria latifolia | ||||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar o produto com adição de 0,25 % de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação, em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas. Recomenda- se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 2,5 L p.c./ha. Para uma única aplicação utilizar a dosagem de 3,0 a 3,5 L p.c./ha, observando-se sempre o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas. | ||||
Banana Em jato dirigido | Capim-colchão Digitaria horizontalis | Até 01 perfilho | 2,0+0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral Volume de calda: 500 L/ha | 01 |
Capim-guaçu Paspalum conspersum | ||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | ||||
Quebra-pedra Phyllanthus tenellus | 04-06 folhas | |||
Crepis Crepis japonica | ||||
Macela-branca Gnaphalium spicatum | ||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | ||||
Sete-sangrias Cuphea carthagenensis | ||||
Erva-cará Dioscorea batatas | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas de folha larga estiverem com 2-6 folhas, e as de folhas estreita com até 01 perfilho. | ||||
Batata Em pré- emergência da cultura | Caruru Amaranthus viridis | 02-04 folhas | 2,0+0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral Volume de calda: 350 L/ha | 01 |
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||
Nabo Raphanus raphanistrum | ||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | ||||
Erva-quente Spermacoce alata | ||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | Até 01 perfilho | |||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Para controle das plantas daninhas: realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 04 folhas e as gramíneas com até 01 perfílho. | ||||
Batata dessecação de pré- colheita | Uso para dessecação | 2,0+0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral Volume de calda: 350 L/ha | 01 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Para dessecação de “batata consumo”: Aplicar 2,0 L/ha do produto comercial + 0,7 L/ha (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral, sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita.Trapoeraba (Commelina benghalensis), picão-preto (Bidens pilosa) e guanxuma-branca (Sida glaziovii) com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. | ||||
Café Em jato dirigido | Trapoeraba Commelina benghalensis | Até 04 folhas | 2,0+0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral Volume de calda: 350 L/ha | 01 |
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Buva Conyza bonariensis | ||||
Macela-branca Gnaphalium spicatum | ||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | ||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | Até 06 folhas | 3,0 + 0,4 % v/v de óleo vegetal ou mineral Volume de calda: 450 L/ha | ||
Guanxuma-branca Sida glaziovii | 02-04 folhas | 2,0+0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral Volume de calda: 500 L/ha | ||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | Até 02 perfilhos | 2,5+0,4 % v/v de óleo vegetal ou mineral Volume de calda: 450 L/ha | ||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e guanxuma- branca, aplicar quando esta estiver com até 04 folhas. Em capim-marmelada e capim-colchão, até a fase de início do perfilhamento. | ||||
Citros Em jato dirigido | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | Até 01 perfilho | 2,0+0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral Volume de calda: 350 L/ha | 01 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis/ Digitaria sanguinalis | ||||
Capim-amargoso Digitaria insularis | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | Até 04 folhas | |||
Carrapicho-de- carneiro Acanthospermum hispidum | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Maria-gorda Talinum paniculatum | ||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | ||||
Malva-branca Sida cordifolia | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta daninha estiver com até 02 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim- carrapicho, aplicar quando a planta daninha estiver com até 01 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta daninha estiver com até 04 folhas. | ||||
Eucalipto Em jato dirigido | Samambaia Pteridium aquilinum | Até 20 cm | 2,0+0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral Volume de calda: 350 L/ha | 01 |
Capim-gordura Melinis minutiflora | Até 04 perfilhos | 4,0+0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral Volume de calda: 350 L/ha | ||
Erva-quente Spermacoce alata | Até 08 folhas | |||
Cambará Lantana camara | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | ||||
Serralha Sonchus oleraceus | ||||
Buva Conyza bonariensis | ||||
Unha-de-vaca Bauhinia variegata | ||||
Arranha-gato Acacia plumosa | ||||
Jurubeba Solanum paniculatum | ||||
Capim-colonião Panicum maximum | ||||
Vassourinha-botão Spermacoce verticillata | ||||
Trapoeraba | ||||
Commelina benghalensis | ||||
Gervão Stachytarpheta cayennensis | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem em vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das daninhas de folha estreita quando estiverem com até 04 perfilhos; e em folhas largas, com até 08 folhas. | ||||
Feijão Em dessecação de pré- colheita | Uso para dessecação para feijão de consumo | 50% das vagens secas | 1,8+0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral. Aplicação terrestre Volume de calda: 350 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 30-40 L/ha | 01 |
Uso para dessecação para feijão para sementes | 70% das vagens secas | 2,0+0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral Aplicação terrestre Volume de calda: 350 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 30-40 L/ha | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Para dessecação em feijão para consumo: Aplicar a dose de 1,8 L/ha, quando a cultura apresentar aproximadamente 50 % das vagens secas. Para dessecação em feijão para sementes: Aplicar a dose de 2,0 L/ha, somente quando a cultura apresentar 70 % das vagens secas. | ||||
Maçã Em jato dirigido | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | Até 01 perfilho | 2,0+0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral Volume de calda: 350 L/ha | 01 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Azevém Lolium multiflorum | ||||
Língua-de-vaca Rumex obtusifolius | 02-04 folhas | |||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Nabo Raphanus raphanistrum | ||||
Serralha Sonchus oleraceus | ||||
Losna-branca Parthenium hysterophorus | ||||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||
Picão-branco Galinsoga parviflora | ||||
Maria-mole Senecio brasiliensis | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Poaia Richardia brasiliensis | ||||
Trevo Oxalis oxyptera | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar em poaia, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão-branco, picão-preto e língua-de-vaca quando a planta daninha estiver de 5-10 cm. Em capim-colchão, azevém e capim-marmelada com até 01 perfilho. | ||||
Milho Em jato dirigido | Capim-colchão Digitaria sanguinalis | Até 01 perfilho | 1,5-2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral Volume de calda: 350 L/ha | 01 |
Capim- marmelada Brachiaria plantaginea | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | 02-04 folhas | |||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | ||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia | ||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | ||||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||
Malva-branca Sida cordifolia | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim-colchão e capim-marmelada. Para as demais daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 04-08 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. | ||||
Nectarina/ pêssego em jato dirigido | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | Até 01 perfilho | 2,0+0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral. Volume de calda: 350 L/ha | 01 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | 02-04 folhas | |||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||
Picão-branco Galinsoga parviflora | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão branco quando as plantas daninhas estiverem com até 04 folhas. Capim-colchão e capim-marmelada, quando estiver com até 01 perfilho. | ||||
Repolho em jato dirigido | Picão-branco Galinsoga parviflora | 02-04 folhas | 1,5+0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral Volume de calda: 350 L/ha | 01 |
Erva-de-passarinho Stellaria media | ||||
Erva-de-bicho Polygonum persicaria | ||||
Serralha Sonchus oleraceus | 2,0+0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral Volume de calda: 350 L/ha | |||
Mentruz Coronopus didymus | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Realizar a aplicação quando as plantas daninhas apresentarem de 02-04 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). | ||||
Soja Em jato dirigido ou em dessecação de pré-plantio | Capim- marmelada Brachiaria plantaginea | Até 02 perfilhos | 2,5+0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral Volume de calda: 350 L/ha | 01 |
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | ||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 02-06 folhas | |||
Nabo Raphanus raphanistrum | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Poaia Richardia brasiliensis | ||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 02-04 folhas | |||
Trigo Triticum aestivum | Até 02 perfilhos | 3,0+0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral Volume de calda: 350 L/ha | ||
Aveia Avena sativa | ||||
Cevada Hordeum vulgare | ||||
Azevém Lolium multiflorum | ||||
Centeio Secale cereale | ||||
Triticale Triticum secale | ||||
Soja | Capim-amargoso Digitaria insularis | Até 03 perfilhos | 2,5 - 3,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | |
Em dessecação de pré-plantio | Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | Volume de calda: 350 L/ha | ||
Capim-camalote Rottboellia exaltata | ||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | Até 04 folhas | |||
Buva Conyza bonariensis | Até 08 folhas | |||
Soja Em dessecação de pré colheita | Uso para dessecação | 10 dias antes da colheita | 2,0+0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral. Aplicação terrestre Volume de calda: 350 L/ha Aplicação aérea Volume de calda: 30-40 L/ha | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Para aplicação no sistema Plantio Direto: aplicar na fase de pré-semeadura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. Para o controle de capim-colchão e capim-marmelada, realizar o controle quando as plantas estiverem com até 02 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo, nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega realizar o controle quando as plantas estiverem com até 06 folhas. Para o controle de trapoeraba realizar o controle quando as plantas estiverem com 02-04 folhas. Na buva realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 12 cm de altura. Em carrapicho-de-carneiro quando as plantas daninhas estiverem com até 04 folhas. Em capim-amargoso, capim- carrapicho e capim-camalote, realizar a aplicação sobre as plantas daninhas oriundas de sementes até o estádio de desenvolvimento de 03 perfilhos. Para dessecação: utilizar a dose de 2,0 L/ha do produto + 0,7 L/ha (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral, aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||
Trigo Em dessecação de pré-plantio | Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | Até 01 perfilho | 2,0+0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral Volume de calda: 350 L/ha | 01 |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | ||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | ||||
Arroz Oryza sativa | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | 02-04 folhas | |||
Guanxuma Sida cordifolia | ||||
Erva-quente Spermacoce alata | ||||
Soja Glycine max | ||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||
Buva Conyza bonariensis | 1,5 - 2,0 + 0,5 de óleo vegetal ou mineral Volume de calda: 200 L/ha | |||
Capim-amargoso Digitaria insularis | Até 1 perfilho | 2,0+0,5 de óleo vegetal ou mineral Volume de calda: 200 L/ha | ||
Trigo Em dessecação de pré- colheita | Uso para dessecação | Grãos de trigo amarelo/ massa mole a grãos dourados/ massa dura | 1,75+0,5 de óleo vegetal (0,25% v/v) Volume de calda: 200 L/ha | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicação no sistema Plantio Direto: aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 07 dias após a aplicação do produto. Caruru e guanxuma devem ter até 04 folhas. Para o controle da buva oriunda de sementes, realizar a aplicação na dose de 1,5-2,0 L/ha quando as plantas daninhas estiverem com até 02 folhas. Para o controle das gramíneas como o capim-amargoso, aplicar o CHAPTER sobre as plantas daninhas oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha até o estádio de desenvolvimento de 01 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Para dessecação de pré-colheita: aplicar o produto na dessecação numa única pulverização, sempre com adição de 0,5 L/ha de óleo vegetal ou de óleo mineral na calda de aplicação. | ||||
Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura). | ||||
Uva Em jato dirigido | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | Até 01 perfilho | 2,0+ 0,7 (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral Volume de calda: 350 L/ha | 01 |
Picão-branco Galinsoga parviflora | 02-04 folhas | |||
Caruru Amaranthus viridis | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. Picão-preto, picão-branco e caruru devem ter até 04 folhas. Capim-marmelada deve ter até 01 perfilho. | ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Algodão | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Banana | Ageratum conyzoides | catinga-de-bode, erva-de-são-joão (1), mentrasto | Ver detalhes |
| Batata | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Café | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Citros | Talinum paniculatum | bênção-de-deus, bunda-mole, lígua-de-vaca | Ver detalhes |
| Eucalipto | Pteridium aquilinum | pluma-grande, samambaia, samambaia-das-taperas | Ver detalhes |
| Feijão | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Maçã | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Milho | Digitaria sanguinalis | capim-colchão (2), capim-das-roças (2), milhã (1) | Ver detalhes |
| Nectarina | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Pessego | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Repolho | Stellaria media | centochio, erva-de-passarinho (2), esparguta (2) | Ver detalhes |
| Soja | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Uva | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
CHAPTER pode ser aplicado com equipamento costal manual ou motorizado, bem como por equipamento tratorizado, utilizando-se bicos tipo leque SO.02, 110.02 a 110.04, com uma pressão de 40 a 60 libras/pol². O volume de calda varia de 200 a 600 L/ha. O diâmetro de gotas deve ser ajustado de acordo com o volume de aplicação (L/ha), proporcionando adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de até 10 km/hora, temperatura e umidade relativa, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva ou evaporação.
Para as hortaliças (alface e repolho) quando utilizar o “sistema de copinhos”, cobrir as mudinhas com copinho plástico, para protegê-las da ação herbicida do produto.
Na dessecação do trigo, a vazão deve ser de 200 litros de calda/ha com uma densidade média de gotas acima de 40 gotas/cm2. Aplicar o produto de modo que este atinja sempre da melhor forma toda a superfície das plantas de trigo, folhas e colmos, com uma cobertura uniforme. Recomenda- se uma velocidade de trabalho do trator em torno de 6 km/h. Utilizando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme.
Aplicação aérea:
Para efeito de dessecação nas culturas de soja e feijão. O volume de calda varia de 30 a 40 litros de calda/ha. Utiliza-se barra com bicos da série D (D6 a D10) ou bicos tipo leque. Respeitar altura de voo de 3-4 metros, faixa de deposição 13-15 metros e ventos de até 10 km/hora.
Pode ser aplicado com pulverizadores terrestres, manuais costais ou tratorizados, dotados de barra com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 200 a 300 litros de calda/ha, ou aeronaves agrícolas com volume de calda de 30 a 40 litros de calda/ha diretamente sobre as plantas daninhas. Sendo um produto de contato, é importante uma cobertura uniforme das plantas daninhas pela calda de pulverização. Condições climáticas favoráveis: Temperatura mínima de 10º C e máxima de 28º C. Umidade relativa do ar de mínimo 60%. Velocidade de vento: acima de 2 km/h até o máximo de 10
km/h. Preparo de calda: Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica) a presença destes pode reduzir a eficácia do produto.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada de CHAPTER, acrescentar o adjuvante na proporção de 0,25% v/v, misturar, após este procedimento, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação antes e durante todo o processo de pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Culturas | Intervalo de Segurança |
Alface, Maçã, Nectarina, Pêssego, Repolho, Uva e Trigo (dessecante) | 7 dias |
Algodão | 28 dias |
Algodão OGM | 116 dias |
Banana, Batata e Soja | 10 dias |
Café | 20 dias |
Citros | 40 dias |
Eucalipto | U.N.A.* |
Feijão | 5 dias |
Milho e Trigo | (1) |
*U.N.A. - Uso Não Alimentar
(1) Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego.
Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca.
Aplicação em dessecação pré-plantio da cultura:
Cultura | Alvo | Dose (g/ha) | Época de Aplicação |
Soja | Nabo, nabiça (Raphanus sativus) | 40 | Deve ser aplicado em pré-plantio da cultura da soja, visando controle das plantas daninhas em pós-emergência (dessecação pré-plantio da cultura). |
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||
Buva (Conyza bonariensis) | 80 | ||
N° máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de calda:
| |||
Aplicação em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas:
Cultura | Alvo | Dose (g/ha) | Época de Aplicação |
Café | Corda-de-viola (Ipomea grandifolia) | 50 - 80 | Aplicar nas entrelinhas da cultura através de jato dirigido nas plantas daninhas em pós- emergência na fase de 2 a 6 folhas. |
Nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Nº máximo de aplicações por ciclo de cultura: 1 Volume de calda: - Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Recomenda-se adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante. | |||
Cultura | Alvo | Dose (g/ha) | Época de Aplicação |
Citros | Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 40 - 80 | Aplicar nas entrelinhas da cultura através de jato dirigido nas plantas daninhas em pós- emergência na fase de 2 a 8 folhas. |
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Nº máximo de aplicações por ciclo de cultura: 1 Volume de calda: - Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Recomenda-se adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante. | |||
Eucalipto | Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 60 - 80 | Aplicar nas entrelinhas da cultura através de jato dirigido nas plantas daninhas em pós- emergência na fase de 4 folhas. |
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||
Corda-de-viola (Ipomea grandifolia) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Nº máximo de aplicações por ciclo de cultura: 1 Volume de calda: - Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Recomenda-se adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante. | |||
Pinus | Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 60 - 80 | Aplicar nas entrelinhas da cultura através de jato dirigido nas plantas daninhas em pós- emergência na fase de 4 folhas. |
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||
Corda-de-viola (Ipomea grandifolia) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Nº máximo de aplicações por ciclo de cultura: 1 Volume de calda: - Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha Recomenda-se adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante. | |||
Cultura | Alvo | Dose (g/ha) | Época de Aplicação |
SOJA | Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 60 - 80 | Deve ser aplicado em pós- emergência da cultura da soja e das plantas daninhas, utilizando as doses menores para baixas infestações ou plantas daninhas em estádios iniciais de desenvolvimento (2 a 4 folhas), e doses maiores para altas infestações ou plantas daninhas em estádios de 4 a 6 folhas. |
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Caruru (Amaranthus hybridus) | |||
Caruru-roxo (Amaranthus viridis) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Erva-palha (Blainvillea latifolia) | |||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Desmodio (Desmodium tortuosum) | |||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||
Fazendeiro (Hyptis lophanta) | |||
Cheirosa (Hyptis suaveolens) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia) | |||
Estrelinha (Melampodium perfoliatum) | |||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||
Feijão-miúdo (Vigna unguiculata) | |||
Fedegoso-branco (Senna obtusifolia) | 80 | Deve ser aplicado em pós- emergência da cultura da soja e das plantas daninhas no estádio de desenvolvimento de 2 a 4 folhas. | |
Calopogônio (Calopogonium mucunoides) | |||
Leiteira (Euphorbia heterophylla) | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Erva-de-touro (Tridax procumbens) | |||
N° máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de calda:
| |||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Soja | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
A boa cobertura sobre os alvos pulverizados é fundamental para o sucesso de controle das plantas daninhas, independente do equipamento utilizado. Desta forma, o tipo e calibração do equipamento utilizado, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem ser rigorosamente observados com base nas condições locais, sob a orientação de um Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Os parâmetros de aplicação através de equipamento costal, como tipo de pontas, pressão de trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas. De modo geral, recomenda-se de 100 a 300 L/ha de volume de calda, pressão de trabalho de 30 a 50 Lb/pol², tipos de ponta de pulverização leque, diâmetro de gotas de 180 a 200 µm e densidade mínima de gotas de 40 gotas/cm².
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas. De modo geral, recomenda-se de 100 a 300 L/ha de volume de calda, pressão de trabalho de 30 a 50 Lb/pol², tipos de ponta de pulverização leque, diâmetro de gotas de 180 a 200 µm e densidade mínima de gotas de 40 gotas/cm².
As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor interceptação das gotas de pulverização pelo alvo (plantas daninhas), com a menor evaporação possível das gotas do trajeto entre a ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica (deslocamento vertical). Com esse objetivo recomenda-se pulverizações sob temperatura inferior a 30ºC, umidade relativa do ar acima de 55%, vento entre 3 e 10 km/h, na ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando período de chuva de até 4 horas após a aplicação. O tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva assim como as condições climáticas do local (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
acordo com os conceitos de boas práticas para redução do risco de deriva.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) ou que tenham sido capacitadas e treinadas pela Corteva Agriscience, através do nosso programa de Boas Práticas Agrícolas, para realizar a aplicação aérea deste produto. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto.
De modo geral, recomenda-se de 20 a 40 L/ha de volume de calda. Para volume de aplicação de 20L/ha, aplicar através de aeronaves agrícolas dotadas de barra com bicos tipo cônico (D6 ou D8, core 44 a 46), ou com bicos rotativos (MICRONAIR - AU-5000-2), com altura de vôo de 3-4 m (MICRONAIR) ou 2-3 m (bicos cônicos) e largura da faixa de deposição efetiva de 13m. Para volumes de aplicação de 30 a 40 L/ha, aplicar através de aeronaves agrícolas com barra equipada com bicos tipo cônico (D8 ou D10, core 44 a 46), com altura de vôo de 2-4 m, e largura da faixa de deposição efetiva de 13-15 m. Parâmetros mínimos aceitáveis na uniformidade de aplicação: diâmetro de gotas de 200 a 400 micra e densidade de gotas mínima de 30 gotas/cm².
As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor interceptação das gotas de pulverização pelo alvo (plantas daninhas), com a menor evaporação possível das gotas do trajeto entre a ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica (deslocamento vertical). Com esse objetivo recomenda-se pulverizações sob temperatura inferior a 30ºC, umidade relativa do ar acima de 55%, vento entre 3 e 10 km/h, na ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando período de chuva de até 4 horas após a aplicação.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e a meteorologia local (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador. Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
adicionando em seguida óleo mineral emulsionável na dose de 50 mL/100 litros de água e completar o volume, mantendo a calda sob contínua agitação. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare somente a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após o seu preparo. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
de Classic® e deixar o agitador ligado até formar uma calda homogênea, completando o volume em seguida. Este procedimento também é válido em casos onde a calda é preparada em reservatório separado.
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d’água, nascentes ou plantas úteis.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repita o passo 3.
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle. A presença de culturas sensíveis nas proximidades, infestação e condições climáticas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS!
Veja instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica.
Volume: use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores. Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura. QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE BICOS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS DE AUMENTAR A
PRESSÃO. Tipo de bico: use o tipo apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
Número de bicos: use o menor número de bicos com maior vazão possível e que proporcione uma cobertura uniforme. Orientação dos bicos: direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar, produzirá gotas maiores que outras orientações. Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de bico. Comprimento da barra: o comprimento da barra não deve exceder
¾ (75%) da barra ou do comprimento do rotor - barras maiores aumentam o potencial de deriva. Altura de vôo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura aumentam o potencial de deriva.
Regule a altura da barra para a menor altura possível para obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, e com o mínimo de solavancos.
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. NÃO APLICAR SE HOUVER RAJADAS DE VENTOS OU EM CONDIÇÕES SEM VENTO.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com a altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas no pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça de uma fonte no solo ou de um gerador de fumaça de avião. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que a fumaça sendo rapidamente dispersada e com movimento ascendente indicam um bom movimento vertical do ar.
Café 65 dias Citros 65 dias
Eucalipto U.N.A
Pinus U.N.A
Soja (Pré-emergência) (1)
Soja (Pós-emergência) 65 dias
(1) Intervalo de Segurança não determinado devido à modalidade de emprego. U.N.A.: Uso Não Alimentar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas | Alvo Biológico Nome Comum (Nome científico) | Doses (Kg/ha) | Número de aplicações | Época/ Intervalo de aplicação | Volume de Calda (L/ha) |
Arroz | Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 0,8 - 1,25 | 1 | Para cultivo em áreas inundadas ou várzeas: fazer uma aplicação em pós- emergência entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, estando as plantas infestantes no estádio de até 10 folhas. | 100 - 200 |
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 0,4 - 1,25 | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Café | Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 1,8 - 3,0 | 1 | Aplicar através de jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós- emergência das plantas infestantes e quando as mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, sempre em época quente, logo após a arruação ou esparramação. | 100 - 200 |
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 0,8 - 1,25 | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Cana-de- açúcar | Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 0,8 - 1,25 | 1 | Aplicar em época quente, na pós- emergência das plantas infestantes, estando as mesmas com, no máximo, 10 folhas e quando a cana atingir 30 cm de altura. Repetir a aplicação após cada corte da cana, em pós- emergência da cultura. | 200 - 300 |
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Milho | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 1,25 - 1,70 | 1 | Plantio Direto: aplicar 01 vez, até cerca de 15 dias antes da semeadura, visando a dessecação da área, com as plantas infestantes em estádio de até 10 folhas. Pós-emergência da cultura: aplicar 01 vez, em pós-emergência das plantas infestantes e da | 100 -200 |
Picão-preto (Bidens pilosa) | 1,25 | ||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 0,4 - 1,7 | ||||
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 0,4 - 1,25 | ||||
Caruru (Amaranthus retroflexus) |
Culturas | Alvo Biológico Nome Comum (Nome científico) | Doses (Kg/ha) | Número de aplicações | Época/ Intervalo de aplicação | Volume de Calda (L/ha) |
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | cultura, em área total com o milho até 4 a 5 folhas. Nas duas modalidades, respeitar o estádio de, no máximo, 10 folhas das plantas infestantes. | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Joá-de-capote (Nicandra physaloides) | |||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||||
Soja | Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,25 - 1,70 | 1 | Aplicar 10 a 15 dias antes do plantio, visando o controle em pós- emergência das plantas infestantes de folhas largas, com altura de, no máximo, 10 cm. | 100 - 200 |
Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,8 - 1,25 | ||||
Pastagens | Buva (Conyza bonariensis) | 1,0 - 1,80 | 1 | Aplicar por cobertura total em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas com altura de, no máximo, 50 cm. | 200 - 300 |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Trigo | Nabiça (Raphanus raphanistrum) | 0,4 – 0,6 | 1 | Aplicar, em pós-emergên- cia das plantas infestantes e da cultura, em área total, no período após o início de perfilhamento e antes do emborrachamento. Respeitar o estádio de no máximo 10 folhas das plantas infestantes. | 100 - 20 |
Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,5 – 0,6 | ||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 1,2 – 2,0 | 1 | Aplicar, até cerca de 15 dias antes da semeadura, visando a dessecação da área, com as plantas infestantes em estádio de até 10 folhas. Respeitar o estádio de no máximo 10 folhas das plantas infestantes. | 100 - 200 | |
Buva (Conyza bonariensis) | 1,6 – 2,0 | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) |
Cada quilograma de CLEAN SPRAY® contém 975 g do ingrediente ativo sal de dimetilamina do ácido 2,4- diclorofenoxiacético que corresponde a 800 g de equivalente ácido. Abaixo estão demonstradas suas respectivas doses/ha em função da recomendação de dose/ha do produto comercial:
Produto Comercial (Kg/ha) | Ingrediente Ativo (Kg/ha) | Equivalente Ácido (Kg/ha) |
0,4 | 0,39 | 0,32 |
0,5 | 0,49 | 0,40 |
0,6 | 0,59 | 0,48 |
0,8 | 0,78 | 0,64 |
1,0 | 0,98 | 0,80 |
1,2 | 1,17 | 0,96 |
1,25 | 1,22 | 1,00 |
1,6 | 1,56 | 1,28 |
1,7 | 1,66 | 1,36 |
1,8 | 1,76 | 1,44 |
2,0 | 1,95 | 1,60 |
3,0 | 2,93 | 2,40 |
Pré-emergência: quando aplicado sobre o solo, afeta tanto gramíneas como dicotiledôneas, havendo, todavia, diferenças de sensibilidade. Essa forma de aplicação permite em alguns usos seletivos.
Pós-emergência: quando aplicado sobre as plantas, ocorre maior seletividade, sendo as gramíneas menos sensíveis. A ação é mais intensa contra dicotiledôneas herbáceas.
Aplicar em pós-emergência com as plantas infestantes no estádio de 3 a 5 folhas. Fazer o tratamento com pouca ou sem água de irrigação.
Aplicar após início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes.
Pré-emergência (solo médio): Aplicar antes da emergência da cana-planta, quando o solo estiver úmido.
Pós-emergência: Aplicar em época quente quando a cana-planta atingir 30-60 cm de altura e em aplicação dirigida. Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós-emergência da cultura.
Aplicar através jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes e quando as mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, sempre em época quente, logo após a arruação ou esparramação.
Pós-emergência precoce: em área total, até quando a cultura do milho estiver no estágio de 5 folhas. Pós-emergência tardia: com jato dirigido sobre as plantas infestantes evitando atingir o milho, quando a cultura atingir +/- 25 cm. Em todos os casos deverá ser contatada a empresa fornecedora do híbrido.
Aplicar por cobertura total em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas, existentes na área, com altura de, no máximo, 50 cm.
A aplicação deve ser feita de 15 a 1 dia antes da semeadura (plantio direto), visando o controle em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas existentes na área, com altura de, no máximo, 10 cm.
Pós-emergência: Aplica, em pós emergência das plantas infestantes e da cultura, em área total, no período após o início de perfilhamento e antes do emborrachamento. Respeitar o estádio de no máximo 10 folhas das plantas infestantes.
Plantio direto – dessecação: – Aplicar até cerca de 15 dias antes da semeadura, visando a dessecação da área, com as plantas infestantes em estádio de até 10 folhas.
Respeitar o estádio de no máximo 10 folhas das plantas infestantes.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Aeschynomene rudis | angiquinho (1), maricazinho (1), paquinha | Ver detalhes |
| Café | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Milho | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Pastagens | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Soja | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
Utilizar pulverizadores tratorizado terrestre com pontas de pulverização em jato plano capaz de gerar gotas grossas e muito grossas (superior a 350 micras de diâmetro volumétrico), calibrado para volume de calda de 150 a 300 L/ha capaz de propiciar uma boa cobertura foliar as plantas daninhas alvo com densidade adequada de gotas.
Em hipótese alguma é recomendada aplicação do CLEAN SPRAY® com volume de calda inferior a 80 L.ha-1.
De modo geral, na recomendação de tecnologia de aplicação do CLEAN SPRAY® os pulverizadores tratorizados devem estar equipados com pontas de gota plana com indução de ar, tal como AIXR 110.05, espaçadas de 50 cm, angulados a 90º com relação ao solo, a 0,5 metros acima do alvo, com taxa de 150 a 300 litros de calda de pulverização terrestre. A pressão de trabalho e velocidade do pulverizador deverá ser selecionada em função do volume de calda e classe das gotas.
Na pulverização com CLEAN SPRAY® utilizar técnicas que proporcionam maior cobertura do alvo. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e o catálogo do fabricante de pontas de pulverização.
Em caso de uso de outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização das plantas daninhas
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas, equipamentos de pulverização e infestação podem afetar o gerenciamento da deriva. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Para se evitar a deriva, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 µm). Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Consulte um engenheiro agrônomo.
É obrigatória a utilização de tecnologia de redução de deriva nas culturas de café e cana-de-açúcar: de pelo menos 55% para aplicação costal e de pelo menos 50% para aplicação tratorizada.
São proibidas taxas de aplicação costal superiores a 1,7 kg/ha de produtos à base de 2,4-D na cultura do café no caso da impossibilidade de utilização de tecnologia de redução de deriva de pelo menos 55%.
Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes d’água, criações e áreas de preservação ambiental.
O aplicador deve tomar alguns cuidados na hora da aplicação como:
Visando este objetivo, recomenda-se pulverização sob a temperatura inferior a 28°C, umidade relativa do ar acima de 70% e velocidade do vento entre 5 e 10 km/h, na ausência de orvalho com presença de luz solar, evitando período de chuva de até 6 horas após a aplicação.
A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados a tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais sob a orientação do engenheiro agrônomo.
Para a cultura da cana-de-açúcar e café, utilizar de tecnologia de redução de deriva de pelo menos 50% para aplicação tratorizado, sendo necessário consultar um engenheiro agrônomo e o catálogo do fabricante de pontas de pulverização.
Para as aplicações com CLEAN SPRAY® manter bordadura de, no mínimo, 10m metros livres de aplicação costal e tratorizado. A bordadura deve ter início no limite externo da plantação em direção ao seu interior sendo obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
Temperatura: Máxima de 28ºC. Umidade relativa do ar: Mínima de 70%.
Velocidade do vento: Superior a 5 e inferior a 10 km/h
Observações locais deverão ser feitas visando reduzir as perdas por derivas ou volatilização. Em aplicações com qualquer tipo de equipamento, observar as condições climáticas recomendadas, considerando que a umidade relativa do ar é o fator mais importante, já que determina uma maior ou menor evaporação
Cultura | Intervalo de Segurança |
Arroz | (1) |
Café | 30 dias |
Cana-de- açúcar | (2) |
Milho | (3) |
Soja | (5) |
Pastagem | (4) |
Trigo | (1) |
Observações:
Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento.
Intervalo de segurança não determinado por ser de uso em pré e pós-emergência até três messes após o plantio ou corte.
O intervalo de segurança para o milho convencional é não determinado por ser de uso desde a fase de pré- emergência até o milho atingir altura de 25 cm.
Intervalo de Segurança não determinado – uso não alimentar.
Uso permitido somente em pré-plantio. O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
Não entrar nas áreas tratadas antes da secagem completa da calda (mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes do período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs), vestimenta hidrorrepelente e luvas.
Observe na tabela abaixo os intervalos de reentrada específicos para as culturas e durações de atividades de reentrada.
Aplicação Tratorizado | |||
Culturas | Tempo de atividade (horas) | Medidas Necessárias(1) | Intervalo de Reentrada (dias) |
Milho e Soja | 2h | Vestimenta Simples | 24 horas |
8 h | Vestimenta Simples | 18 dias | |
Pastagem | 2 h | Vestimenta Simples | 05 dias(3) |
8 h | Vestimenta Simples | 23 dias(3) | |
Arroz | 2h | Vestimenta Simples | 24 horas |
8 h | Vestimenta Simples | 14 dias | |
Cana-de-açúcar | 2 h | Vestimenta Simples e luvas | 13 dias |
8 h | Vestimenta Simples e luvas | 31 dias(2) | |
Trigo | 2h | Vestimenta Simples | 2 dias |
8 h | Vestimenta Simples | 20 dias | |
A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada com a utilização pelos trabalhadores de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas.
Necessária a utilização pelos trabalhadores, após o intervalo de reentrada, de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e luvas como equipamento de proteção individual (EPI) para se realizar qualquer trabalho nas culturas de cana-de-açúcar após a aplicação de produtos contendo 2,4-D.
Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar.
É exigida a manutenção de bordadura de, no mínimo, 10 metros livres de aplicação tratorizada de produtos formulados contendo 2,4-D, conforme resultados da avaliação de risco da exposição de residentes. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
Cultura | Alvo Nome cientifico (Nome comum) | Doses | Número máximo de aplicações | Època e intervalo de aplicações | Volume de calda L/ha |
Produto comercial (g/ha) | |||||
Acanthospermum australe (Carrapicho-rasteiro) | Aplicar em pós- emergência das plantas infestantes de folhas largas (dicotiledôneas), quando a soja estiver a partir do 3º trifólio. Utilizar as doses menores para baixas infestações ou plantas infestantes em estágio de 2 a 4 folhas, e as doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou em altas infestações. | ||||
Acanthospermum hispidum (Carrapicho-de- carneiro) | |||||
Ageratum conyzoides (Mentrasto) | |||||
Amaranthus hybridus (Caruru) | |||||
Amaranthus viridis (Caruru-roxo) | |||||
Bidens pilosa (Picão-preto) | |||||
Blainvillea latifolia (Erva-palha) | |||||
Soja | Spermacoce latifolia (Erva-quente) | 60 a 80 (15 a 20g i.a/ha) | 01 | Aplicação terrestre: 100 a 300 L/ha | |
Commelina benghalensis (Trapoeraba) | |||||
Desmodium tortuosom (Desmódio) | |||||
Galinsoga parviflora (Picão-branco) | |||||
Hyptis lophanta (Fazendeiro) | Aplicação aérea: 20 a 40 L/ha | ||||
Hyptis suaveolens (Cheirosa) | |||||
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda-de-viola) | |||||
Ipomoea grandifolia (Corda-de-viola) | |||||
Melampodium perfoliatum (Estrelinha) | |||||
Parthenium hysterophorus (Losna-branca) | |||||
Raphanus raphanistrum (Nabo) |
Vigna unguiculata (Feijão-miúdo) | |||||
Senna obtusifolia (Fedegoso-branco) | 80 (20 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas infestantes de folhas largas (dicotiledôneas), quando a soja estiver a partir do 3º trifólio e quando as plantas infestantes estiverem no estágio de 2 a 4 folhas. | |||
Calopogonium mucunoides (Calopogônio) | |||||
Euphorbia heterophylla (Leiteira) | |||||
Emilia sonchifolia (Falsa- serralha) | |||||
Tridax procumbens (Erva-de-touro) |
Cultura | Alvo Nome cientifico (Nome comum) | Doses | Número máximo de aplicações | Època e intervalo de aplicações | Volume de calda L/ha |
Produto comercial (g/ha) | |||||
Soja | Conyza bonariensis (Buva) | 80 (20 g i.a/ha) | 01 | Utilizar para manejo da cobertura vegetal (pré- plantio) qunado as plantas infestantes indicadas, presentes na área, estiverem no estágio de 2 a 6 folhas | Aplicação terrestre: 100 a 300 L/ha Aplicação aérea: 20 a 40 L/ha |
Raphanus sativus (Nabo, nabiça) | 40 (10 g i.a/ha) | ||||
Senecio brasiliensis (Maria-mole) |
Cultura | Alvo Nome cientifico (Nome comum) | Doses | Número máximo de aplicações | Època e intervalo de aplicações | Volume de calda L/ha |
Produto comercial (g/ha) | |||||
Eucalipto e Pinus | Acanthospermum hispidum (Carrapicho-de- carneiro) | 60 a 80 (15 a 20g i.a/ha) | 01 | Aplicar em pós- emergência nas entrelinhas, através de jato dirigido, na fase de 4 folhas | Aplicação terrestre: 100 a 600 L/ha |
Alternanthera tenella (Apaga-fogo) | |||||
Bidens pilosa (Picão-preto) | |||||
Raphanus raphanistrum (Nabo, nabiça) | |||||
Ipomoea grandifolia (Corda-de-viola) | |||||
Commelina benghalensis (Trapoeraba) |
Jato dirigido em pós-emergência das plantas infestantes:
Cultura | Alvo Nome cientifico (Nome comum) | Doses | Número máximo de aplicações | Època e intervalo de aplicações | Volume de calda L/ha |
Produto comercial (g/ha) | |||||
Café | Alternanthera tenella (Apaga-fogo) | 50 a 80 (12,5 a 20g i.a/ha) | 01 | Aplicar em pós- emergência nas entrelinhas, através de jato dirigido, na fase de 4 folhas até o início do florescimento, predominando plantas entre 10 a 12 folhas. Para Trapoeraba (Commelina benghalensis), aplicar na fase de 4 folhas. Para nabiça (Raphanus raphanistrum), o estádio de aplicação é de 2 a 4 folhas. | Aplicação terrestre: 100 a 600 L/ha |
Portulaca oleracea (Beldroega) | |||||
Bidens pilosa (Picão-preto) | |||||
Ipomoea grandifolia (Corda-de-viola) | |||||
Ipomoea purpurea (Corda-de-viola) | |||||
Commelina benghalensis (Trapoeraba) | |||||
Raphanus raphanistrum (Nabo) |
Cultura | Alvo Nome cientifico (Nome comum) | Doses | Número máximo de aplicações | Època e intervalo de aplicações | Volume de calda L/ha |
Produto comercial (g/ha) | |||||
Citros | Alternanthera tenella (Apaga-fogo) | 40 a 80 (10 a 20g i.a/ha) | 01 | Aplicar em pós- emergência nas entrelinhas, através de jato dirigido. Para nabiça (Raphanus raphanistrum), aplicar na fase de 2 folhas até o floresciment. Para Csarrapicho-de- carneiro (Acanthospermim hispidium), aplicar no estádio de 6 a 10 folhas. Para Caruru- roxo (Anaranthus hybridus) e Beldroega (Portulaca oleracea), aplicar na fase de 2 a 8 folhas. Para Picão-preto (Bidens Pilosa), aplicar no estádio de até 4 folhas | Aplicação terrestre: 100 a 300 L/ha |
Portulaca oleracea (Beldroega) | |||||
Acanthospermum hispidium (Carrapicho-de-carneiro) | |||||
Amaranthus hybridus (Caruru-roxo) | |||||
Ipomoea purpurea (Corda-de-viola) | |||||
Bidens Pilosa (Picão-preto) | |||||
Raphanus raphanistrum (Nabiça, nabo) |
CLIMUR poderá ser usado uma vez em dessecação das plantas infestantes, vegetal (pré-plantio) ou uma vez no ciclo da cultura, não ultrapassando 80 g/ha de CLIMUR por ciclo da cultura.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Café | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Citros | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Soja | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
Adicionar a quantidade recomendada de CLIMUR no tanque pulverizador com ¼ (25%) de sua capacidade com água limpa, adicionando em seguida óleo mineral emulsionável na dose de 50 mL/ 100 litros de água e completar o volume, mantendo a calda sob contínua agitação.
A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare somente a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após o seu preparo.
Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
Fazer uma pré-mistura em balde adicionando a quantidade recomendada de CLIMUR e misturar até obter uma calda homogênea, adicionando nesta fase óleo mineral emulsionável na dose de 50 mL/100 litros de água. Colocar água no reservatório (Hopper) da aeronave até atingir ¾ (75%) do volume desejado. Adicionar a pré-mistura de CLIMUR e deixar o agitador ligado até formar uma calda homogênea, completando o volume em seguida. Este procedimento também é válido em casos onde a calda é preparada em reservatório separado
Volume de aplicação: 100 a 300 L/ha de calda, via tratorizada; Ou 400 a 600 L/ha de calda, via manual costal Pressão de trabalho: 30 a 50 Lb/pol² Tipos de ponta de pulverização: leque Diâmetro de gotas: 180 a 200 μm Densidade mínima de gotas: 40 gotas/cm².
Obs.: no caso de outros equipamentos, estes devem proporcionar boa cobertura de pulverização das plantas infestantes.
CLIMUR deve ser aplicado com um volume de calda de 20 a 40 litros/ha. Para um volume de aplicação de 20L/ha, aplicar através de aeronaves agrícolas dotadas de barra com bicos tipo cônico (D6 ou D8, core 44 a 46), ou com bicos rotativos (MICRONAIR - AU-5000-2), com altura de voo de 3-4 m (MICRONAIR) ou 2-3 m (bicos cônicos), e largura da faixa de deposição efetiva de 13 m.
Para volumes de aplicação entre 30 e 40 litros/ha, aplicar através de aeronaves agrícolas com barra equipada com bicos tipo cônico (D8 ou D10, core 44 a 46), com altura de voo de 2-4 m, e largura da faixa de deposição efetiva de 13-15 m.
Parâmetros mínimos aceitáveis na uniformidade de aplicação: diâmetro de gotas de 200 a 400 micra e densidade de gotas mínima de 30 gotas/cm².
Condições climáticas: devem ser respeitadas condições de velocidade do vento inferior a 10 km/h, temperatura menor que 25º C e umidade relativa maior que 70%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação. Cuidados neste sentido devem ser redobrados quando da aplicação em volumes de calda de 20 L/ha, sob pena de comprometer os resultados.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100
litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d’água, nascentes ou plantas úteis.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repita o passo 3.
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (>150 a 200 μm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, infestação e condições climáticas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS.
Veja instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica.
QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE BICOS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS DE AUMENTAR A PRESSÃO.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
O produto penetra nas plantas daninhas através de absorção por folhas e raízes. Se transloca por toda a planta através do xilema e floema. Trata-se de um inibidor de ALS (acetolactase), uma enzima responsável pela síntese dos aminoácidos essenciais valina, leucina e isoleucina. O crescimento da planta é inibido poucas horas após a aplicação, mas os sintomas de injúria demoram alguns dias para aparecer. Inicialmente ocasiona o amarelecimento e morte da gema apical e posteriormente de toda a planta interferindo na divisão celular. Em algumas plantas ocorre o encurtamento dos entrenós, em outras o espessamento na base do caule. O sistema radicular tem seu desenvolvimento prejudicado e há um encurtamento das raízes secundárias. Ocorre estagnação no desenvolvimento e a morte das plantas daninhas sensíveis em um período entre 7 e 21 dias.
Cultura | Pragas/ Plantas infestantes/ Doenças | Dose Produto Comercial (g/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número, época e intervalo de aplicação |
Pós emergência da cultura e planta daninha | A aplicação do produto deveser em pós-emergência das plantas daninhas de folhas largas (dicotiledôneas), quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (até 2 a 6 folhas) e quando a soja estiver a partir do 3º trifólio. Pode ser usado no manejo da cobertura vegetal (pré-plantio) e ou no ciclo da cultura (plantio a colheita). Aplicar no máximo 80 g/ha do produto por ciclo da cultura (do pré-plantio a colheita). Realizar no máximo 01 aplicação durante o ciclo da cultura ou 01 vez em dessecação das plantas infestantes (pré-plantio) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | ||||
Belgroega (Portulaca oleracea) | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | Terrestre (tratorizada): 100 – 400 | |||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | ||||
Soja | Mentrasto (Ageratum conyzoides) | 60 a 80 | Terrestre (costal manual): 200 –600 Aéreo: 20 - 40 | |
Carrapicho-beiço-de-boi (Desmodium tortuosum) | ||||
Fedegoso branco (senna obtusifolia) | ||||
Apaga fogo (Alternanthera tenella) | ||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | ||||
Caruru (Amaranthusviridis) | ||||
Erva-palha (Blainvillea latifolia) | ||||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | ||||
Cultura | Pragas/ Plantas infestantes/ Doenças | Dose Produto Comercial (g/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número, época e intervalo de aplicação |
Soja (continuação) | Pós emergência da cultura e planta daninha | A aplicação do produto deve ser em pós-emergência das plantas daninhas de folhas largas (dicotiledôneas), quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (até 2 a 6 folhas) e quando a soja estiver a partir do 3º trifólio. Pode ser usado no manejo da cobertura vegetal (pré-plantio) e ou no ciclo da cultura (plantio a colheita). Aplicar no máximo 80 g/ha do produto por ciclo da cultura (do pré-plantio a colheita). Realizar no máximo 01 aplicação durante o ciclo da cultura ou 01 vez em dessecação das plantas infestantes (pré-plantio) | ||
Fazendeiro (Hyptis lophanta) | 60 a 80 | Terrestre (tratorizada): 100 – 400 Terrestre (costal manual): 200 –600 Aéreo: 20 - 40 | ||
Cheirosa (Hyptis suaveolens) | ||||
Estrelinha (Melampodium perfoliatum) | ||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | ||||
Feijão-miúdo (Vigna unguiculata) | ||||
Calopogônio (Calopogonium mucunoides) | 80 | |||
Leiteira (Euphorbia heterophylla) | ||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | ||||
Erva-de-touro (Tridax procumbens) | ||||
Pré-plantio da cultura e pós emergência da planta daninha | ||||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 60 a 80 | Terrestre (tratorizada): 100 – 300 Aéreo: 20 - 40 | ||
Belgroega (Portulaca oleracea) | ||||
Dessecação plantas infestantes – pré-plantio | O produto pode ser aplicado 01 vez no ciclo da cultura ou uma vez em dessecação das plantas infestantes (pré-plantio). | |||
Nabiça (Raphanus sativus) | 40 g/ha | 200 – 600 (costal manual) 100 – 400 (pulverizador tratorizado) | ||
Maria mole (Senecio brasiliensis) | ||||
Buva (Conyza bonariensis) | 80 g/ha | |||
Cultura | Pragas/ Plantas infestantes/ Doenças | Dose Produto Comercial (g/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número, época e intervalo de aplicação |
Eucalipto e Pinus | Jato dirigido em pós emergência das plantas daninhas | Aplicar em pós-emergência nas entrelinhas através de jato dirigido, na fase de 4 folhas. | ||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 60 - 80 | 100 – 600 (recomenda-se a adição de | ||
Apaga fogo (Alternanthera tenella) | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 litros de água) ou seja de 500mL a 1500 mL/ha | |||
Nabiça (Raphanus sativus) | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | ||||
Café | Jato dirigido em pós-emergência das plantas daninhas | Aplicar em pós-emergência nas entrelinhas, através de jato dirigido, na fase de 4 folhas até o início do florescimento, predominando plantas de 4 a 6 folhas definitivas para os alvos biológicos picão-preto, Corda- de-viola. Aplicar quando as plantas daninhas estiverem desde o estádio de 4 folhas até o início do florescimento, predominando plantas entre 10 a 12 folhas. Para alvo biológico Trapoeraba aplicar na fase de 4 folhas. Para o alvo biológico Nabiça o estádio é de 2 a 4 folhas. | ||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 50 - 80 | 100 – 600 (recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 litros de água) ou seja de 500mL a 1500 mL/ha | ||
Nabiça (Raphanus sativus) | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | ||||
Apaga fogo (Alternanthera tenella) | ||||
Belgroega (Portulaca oleracea) | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea pupurea) | ||||
Citros | Jato dirigido em pós-emergência das plantas daninhas | Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido para o alvo biológico Nabiça aplicar na fase de 2 folhas até o florescimento. Para o alvo biológico Carrapicho-de- carneiro aplicar no estádio de 6 a 10 folhas. Para o alvo biológico Caruru-roxo e Beldroega aplica na fase de 2 a 8 folhas. Para o alvo biológico Picão-preto aplicar no estádio de até 4 folhas. | ||
Apaga fogo (Alternanthera tenella) | 40 - 80 | 100 – 600 (recomenda-se a adição de óleo vegetal a 0,5% v/v como adjuvante (500 mL/100 litros de água) ou seja de 500mL a 1500 mL/ha | ||
Belgroega (Portulaca oleracea) | ||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | ||||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea pupurea) | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Nabiça (Raphanus sativus) | ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Café | Ipomoea purpurea | campainha (9), corda-de-viola (10), corriola (8) | Ver detalhes |
| Citros | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Pinus | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Soja | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
Para a preparação da calda, abastecer o pulverizador com água limpa até 3/4 de sua capacidade, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. Coloque a dose indicada do CLORIMURON CCAB 250 WG em um recipiente com água à parte para se obter uma pré- diluição do produto. Após isso adicione a pré-diluição ao tanque e complete o volume restante com água, sempre sob agitação constante. Em seguida deve-se adicionar óleo mineral emulsionável na dose de 0,05% v/v (50 ml/100 litros de água), mantendo-se a contínua agitação.
Deve-se preparar apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação. A aplicação deve ser por pulverização sobre o alvo biológico, por cobertura total, imediatamente após a preparação da calda.
Ao preparar a calda, util ize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.
Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
A aplicação do produto deve ser em pós-emergência das plantas daninhas de folhas largas (dicotiledôneas), quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (até 2 a 6 folhas) e quando a soja estiver a partir do 3o trifólio. Uma única aplicação, desde que feita dentro das recomendações de uso do produto, permite o controle adequado das plantas daninhas indicadas.
CULTURA | DIAS |
SOJA | 65 |
CAFÉ | 65 |
CITROS | 65 |
EUCALIPTO | UNA |
PINUS | UNA |
UNA uso não alimentar.
Recomenda-se aguardar 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda, evitando-se sempre que possível que pessoas alheias ao tratamento com a cultura e animais domésticos circulem pela área tratada. Utilizar os EPI´s indicados no item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”, caso houver necessidade de entrar na área tratada antes da secagem total da calda aplicada.
Cultura | Alvo Nome cientifico (Nome comum) | Doses | Número máximo de aplicações | Època e intervalo de aplicações | Volume de calda L/ha |
Produto comercial (g/ha) | |||||
Acanthospermum australe (Carrapicho-rasteiro) | Aplicar em pós- emergência das plantas infestantes de folhas largas (dicotiledôneas), quando a soja estiver a partir do 3º trifólio. Utilizar as doses menores para baixas infestações ou plantas infestantes em estágio de 2 a 4 folhas, e as doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou em altas infestações. | ||||
Acanthospermum hispidum (Carrapicho-de- carneiro) | |||||
Ageratum conyzoides (Mentrasto) | |||||
Amaranthus hybridus (Caruru) | |||||
Amaranthus viridis (Caruru-roxo) | |||||
Bidens pilosa (Picão-preto) | |||||
Blainvillea latifolia (Erva-palha) | |||||
Soja | Spermacoce latifolia (Erva-quente) | 60 a 80 (15 a 20g i.a/ha) | 01 | Aplicação terrestre: 100 a 300 L/ha | |
Commelina benghalensis (Trapoeraba) | |||||
Desmodium tortuosom (Desmódio) | |||||
Galinsoga parviflora (Picão-branco) | |||||
Hyptis lophanta (Fazendeiro) | Aplicação aérea: 20 a 40 L/ha | ||||
Hyptis suaveolens (Cheirosa) | |||||
Ipomoea aristolochiaefolia (Corda-de-viola) | |||||
Ipomoea grandifolia (Corda-de-viola) | |||||
Melampodium perfoliatum (Estrelinha) | |||||
Parthenium hysterophorus (Losna-branca) | |||||
Raphanus raphanistrum (Nabo) |
Vigna unguiculata (Feijão-miúdo) | |||||
Senna obtusifolia (Fedegoso-branco) | 80 (20 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas infestantes de folhas largas (dicotiledôneas), quando a soja estiver a partir do 3º trifólio e quando as plantas infestantes estiverem no estágio de 2 a 4 folhas. | |||
Calopogonium mucunoides (Calopogônio) | |||||
Euphorbia heterophylla (Leiteira) | |||||
Emilia sonchifolia (Falsa- serralha) | |||||
Tridax procumbens (Erva-de-touro) |
Cultura | Alvo Nome cientifico (Nome comum) | Doses | Número máximo de aplicações | Època e intervalo de aplicações | Volume de calda L/ha |
Produto comercial (g/ha) | |||||
Soja | Conyza bonariensis (Buva) | 80 (20 g i.a/ha) | 01 | Utilizar para manejo da cobertura vegetal (pré- plantio) qunado as plantas infestantes indicadas, presentes na área, estiverem no estágio de 2 a 6 folhas | Aplicação terrestre: 100 a 300 L/ha Aplicação aérea: 20 a 40 L/ha |
Raphanus sativus (Nabo, nabiça) | 40 (10 g i.a/ha) | ||||
Senecio brasiliensis (Maria-mole) |
Cultura | Alvo Nome cientifico (Nome comum) | Doses | Número máximo de aplicações | Època e intervalo de aplicações | Volume de calda L/ha |
Produto comercial (g/ha) | |||||
Eucalipto e Pinus | Acanthospermum hispidum (Carrapicho-de- carneiro) | 60 a 80 (15 a 20g i.a/ha) | 01 | Aplicar em pós- emergência nas entrelinhas, através de jato dirigido, na fase de 4 folhas | Aplicação terrestre: 100 a 600 L/ha |
Alternanthera tenella (Apaga-fogo) | |||||
Bidens pilosa (Picão-preto) | |||||
Raphanus raphanistrum (Nabo, nabiça) | |||||
Ipomoea grandifolia (Corda-de-viola) | |||||
Commelina benghalensis (Trapoeraba) |
Cultura | Alvo Nome cientifico (Nome comum) | Doses | Número máximo de aplicações | Època e intervalo de aplicações | Volume de calda L/ha |
Produto comercial (g/ha) | |||||
Café | Alternanthera tenella (Apaga-fogo) | 50 a 80 (12,5 a 20g i.a/ha) | 01 | Aplicar em pós- emergência nas entrelinhas, através de jato dirigido, na fase de 4 folhas até o início do florescimento, predominando plantas entre 10 a 12 folhas. Para Trapoeraba (Commelina benghalensis), aplicar na fase de 4 folhas. Para nabiça (Raphanus raphanistrum), o estádio de aplicação é de 2 a 4 folhas. | Aplicação terrestre: 100 a 600 L/ha |
Portulaca oleracea (Beldroega) | |||||
Bidens pilosa (Picão-preto) | |||||
Ipomoea grandifolia (Corda-de-viola) | |||||
Ipomoea purpurea (Corda-de-viola) | |||||
Commelina benghalensis (Trapoeraba) | |||||
Raphanus raphanistrum (Nabo) |
Cultura | Alvo Nome cientifico (Nome comum) | Doses | Número máximo de aplicações | Època e intervalo de aplicações | Volume de calda L/ha |
Produto comercial (g/ha) | |||||
Citros | Alternanthera tenella (Apaga-fogo) | 40 a 80 (10 a 20g i.a/ha) | 01 | Aplicar em pós- emergência nas entrelinhas, através de jato dirigido. Para nabiça (Raphanus raphanistrum), aplicar na fase de 2 folhas até o floresciment. Para Csarrapicho-de- carneiro (Acanthospermim hispidium), aplicar no estádio de 6 a 10 folhas. Para Caruru- roxo (Anaranthus hybridus) e Beldroega (Portulaca oleracea), aplicar na fase de 2 a 8 folhas. Para Picão-preto (Bidens Pilosa), aplicar no estádio de até 4 folhas | Aplicação terrestre: 100 a 300 L/ha |
Portulaca oleracea (Beldroega) | |||||
Acanthospermum hispidium (Carrapicho-de-carneiro) | |||||
Amaranthus hybridus (Caruru-roxo) | |||||
Ipomoea purpurea (Corda-de-viola) | |||||
Bidens Pilosa (Picão-preto) | |||||
Raphanus raphanistrum (Nabiça, nabo) |
CLORIMURON 250 WG RAINBOW poderá ser usado uma vez em dessecação das plantas infestantes, vegetal (pré-plantio) ou uma vez no ciclo da cultura, não ultrapassando 80 g/ha de CLORIMURON 250 WG RAINBOW por ciclo da cultura.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Café | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Citros | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Soja | Calopogonium mucunoides | calopogônio, falso-oró, feijão-sagu | Ver detalhes |
Adicionar a quantidade recomendada de CLORIMURON 250 WG RAINBOW no tanque pulverizador com ¼ (25%) de sua capacidade com água limpa, adicionando em seguida óleo mineral emulsionável na dose de 50 mL/ 100 litros de água e completar o volume, mantendo a calda sob contínua agitação.
A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare somente a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após o seu preparo.
Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
Fazer uma pré-mistura em balde adicionando a quantidade recomendada de CLORIMURON 250 WG RAINBOW e misturar até obter uma calda homogênea, adicionando nesta fase óleo mineral emulsionável na dose de 50 mL/100 litros de água. Colocar água no reservatório (Hopper) da aeronave até atingir ¾ (75%) do volume desejado. Adicionar a pré-mistura de CLORIMURON 250 WG RAINBOW e deixar o agitador ligado até formar uma calda homogênea, completando o volume em seguida. Este procedimento também é válido em casos onde a calda é preparada em reservatório separado
Volume de aplicação: 100 a 300 L/ha de calda, via tratorizada; Ou 400 a 600 L/ha de calda, via manual costal Pressão de trabalho: 30 a 50 Lb/pol² Tipos de ponta de pulverização: leque Diâmetro de gotas: 180 a 200 μm Densidade mínima de gotas: 40 gotas/cm².
Obs.: no caso de outros equipamentos, estes devem proporcionar boa cobertura de pulverização das plantas infestantes.
CLORIMURON 250 WG RAINBOW deve ser aplicado com um volume de calda de 20 a 40 litros/ha. Para um volume de aplicação de 20L/ha, aplicar através de aeronaves agrícolas dotadas de barra com bicos tipo cônico (D6 ou D8, core 44 a 46), ou com bicos rotativos (MICRONAIR - AU-5000-2), com altura de voo de 3-4 m (MICRONAIR) ou 2-3 m (bicos cônicos), e largura da faixa de deposição efetiva de 13 m.
Para volumes de aplicação entre 30 e 40 litros/ha, aplicar através de aeronaves agrícolas com barra equipada com bicos tipo cônico (D8 ou D10, core 44 a 46), com altura de voo de 2-4 m, e largura da faixa de deposição efetiva de 13-15 m.
Parâmetros mínimos aceitáveis na uniformidade de aplicação: diâmetro de gotas de 200 a 400 micra e densidade de gotas mínima de 30 gotas/cm².
Condições climáticas: devem ser respeitadas condições de velocidade do vento inferior a 10 km/h, temperatura menor que 25º C e umidade relativa maior que 70%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação. Cuidados neste sentido devem ser redobrados quando da aplicação em volumes de calda de 20 L/ha, sob pena de comprometer os resultados.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa.
Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d’água, nascentes ou plantas úteis.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repita o passo 3.
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (>150 a 200 μm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, infestação e condições climáticas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS.
Veja instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica.
QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE BICOS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS DE AUMENTAR A PRESSÃO.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
O herbicida CONCEPT® pertence ao grupo químico das sulfoniluréias, seletivo para as culturas recomendadas e de ação sistêmica, sendo rapidamente absorvido através de folhas e raízes, com translocação por toda a planta. Age inibindo a enzima acetolactato sintase (ALS), responsável pela síntese dos aminoácidos valina, leucina e isoleucina. A inibição desta enzima interrompe a produção de proteínas, interferindo na divisão celular e levando a planta à morte.
O herbicida CONCEPT® é utilizado para controle em pré-emergência das plantas daninhas na cultura de cana- de-açúcar e em pós-emergência das plantas daninhas para as demais culturas, conforme recomendação a seguir:
Cultura | Planta Daninha | Dose de produto comercial | Número, Época e Intervalo de Aplicação | Intervalo de Segurança (dias) |
Arroz Irrigado | Angiquinho (Aeschinomene rudis) | 3,3 g/ha | Para o controle das plantas daninhas na cultura de arroz irrigado, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem entre os estádios de 2 a 4 folhas e quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas atéo final do perfilhamento). Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100mL/100 L (0,1%). | 30 |
Sagitária (Sagittaria montevidensis) | ||||
Aguapé (Heteranthera reniformis) | ||||
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 Aplicação. Volume de Aplicação: Aplicação terrestre: Utilizar volumes de 200 a 400 litros de calda/ha para pulverizador manual costal e 100 a 200 litros/ha para pulverizador tratorizado. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha. Aplicação aérea: Volume de aplicação: 20 a 40 litros de calda/ha. Em aplicação por "Benzedura manual", em arroz-irrigado, no sistema pré-germinado, quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento), o herbicida CONCEPT® apresenta controle das plantas daninhas Sagittaria montevidensis e Heteranthera reniformis, no estágio de 2 a 4 folhas. O volume de calda de 30 litros/há (3 mL/m²) deve ser aplicado na forma de jatos, com o auxílio de pulverizador costal sem o bico aspersor, ou de outro equipamento que permita uma distribuição uniforme. Manter continuamente uma lâmina de água, de cerca de 10 cm, até a fase de maturação da cultura. | ||||
Cultura | Planta Daninha | Dose de produto comercial | Número, Época e Intervalo de Aplicação | Intervalo de Segurança (dias) |
Arroz | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 3,3 g/ha | Para a cultura de arroz realizar a aplicação no perfilhamento da cultura para o controle das plantas daninhas no estádio de 2 a 4 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100L (0,1%). | 30 |
Carrapicho-de- carneiro (Acanthospermum hispidum) | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | 4,0 g/ha | |||
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de Aplicação: Aplicação terrestre: Utilizar volumes de 200 a 400 litros de calda/ha para pulverizador manual costal e 100 a 200 litros/ha para pulverizador tratorizado. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha Aplicação aérea: Volume de aplicação: 20 a 40 litros de calda/ha | ||||
Aveia Branca | Nabo (Raphanus raphanistrum) | 3,3 a 4,0 g/ha | Na cultura da aveia branca realizar aplicações no estádio de perfilhamento da cultura. Aplicar as doses de 3,3 a 4 g/ha de herbicida CONCEPT® para o controle de nabo, picão-branco e picão-preto, no estádio de 2 a 4 folhas. Aplicar a dose mais elevada quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento (até 4 folhas) e/ou com populações maiores de plantas daninhas. Para o controle da língua-de- vaca, no estádio de 2 a 4 folhas, utilizar a dose de 4,0 g/ha de herbicida CONCEPT®. Para língua- de-vaca aplicar somente em plântulas originárias de sementes até o estádio de 4 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 ml/100 L de calda (0,1% v/v). | 31 |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | 4,0 g/ha | |||
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de Aplicação: Aplicação terrestre: Utilizar volumes de 200 a 400 litros de calda/ha para pulverizador manual costal e 100 a 200 litros/ha para pulverizador tratorizado. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha Aplicação aérea: Volume de aplicação 20 a 40 litros de calda/ha | ||||
Cultura | Planta Daninha | Dose de produto comercial | Número, Época e Intervalo de Aplicação | Intervalo de Segurança (dias) |
Aveia Preta | Nabo (Raphanus raphanistrum) | 3,3 a 6,6 g/ha | Para o controle do nabo na cultura da aveia preta, aplicar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. O herbicida CONCEPT® pode ser aplicado quando a aveia preta estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré- perfilhamento e emborrachamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%). | 10 |
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de Aplicação: Aplicação terrestre: Utilizar volumes de 200 a 400 litros de calda/ha para pulverizador manual costal e 100 a 200 litros/ha para pulverizador tratorizado. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha Aplicação aérea: Volume de aplicação 20 a 40 litros de calda/ha | ||||
Mussambê | Para o controle das plantas daninhas mussambê, beldroega e guanxuma na | |||
(Cleome affinis) | cultura da cana-de- açúcar, aplicar 30 g/ha | |||
de herbicida CONCEPT® em pré- | ||||
Beldroega | emergência da cultura e das plantas | |||
(Portulaca oleracea) | 30,0 (1) g/ha | daninhas, em condições de solo de textura leve. Para o controle da planta daninha | ||
beldroega na cultura da cana-de- açúcar, em condições de solo médio, aplicar 30 | 90 | |||
Guanxuma | ||||
(Sida cordifolia, | g/ha de herbicida CONCEPT® em pré- | |||
Cana-de- Açúcar | Sida rhombifolia) | emergência da cultura e da planta daninha.
| ||
Beldroega (Portulaca oleracea) | 30,0 (2) g/ha | |||
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 | ||||
Volume de Aplicação: | ||||
Aplicação terrestre: Utilizar volumes de 200 a 400 litros de calda/ha para pulverizador manual | ||||
costal e 100 a 200 litros/ha para pulverizador tratorizado. Em pré-emergência, aplicar a partir de | ||||
250 litros de calda/ha | ||||
Aplicação aérea: Volume de aplicação 20 a 40 litros de calda/ha | ||||
Cultura | Planta Daninha | Dose de produto comercial | Número, Época e Intervalo de Aplicação | Intervalo de Segurança (dias) |
Cevada | Nabo (Raphanus raphanistrum) | 3,3 a 6,6 g/ha | Para o controle do nabo na cultura da cevada, aplicar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. O herbicida CONCEPT® pode ser aplicado quando a cevada estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré- perfilhamento e emborrachamento, e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%). | 15 |
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 | ||||
Volume de Aplicação: | ||||
Aplicação terrestre: Utilizar volumes de 200 a 400 litros de calda/ha para pulverizador manual | ||||
costal e 100 a 200 litros/ha para pulverizador tratorizado. Em pré-emergência, aplicar a partir de | ||||
250 litros de calda/ha | ||||
Aplicação aérea: Volume de aplicação 20 a 40 litros de calda/ha | ||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | Para o controle de plantas daninhas na cultura de trigo, aplicar as doses de 3,3 a 6,6 g/ha de herbicida CONCEPT® para alfinete-da-terra, estelária, gorga, nabo, picão-preto, picão-branco, rubim e losna- branca e 4,0 g/ha para falsa-serralha, orelha-de- urso e amendoim-bravo. Aplicar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento e/ou com populações maiores de plantas daninhas. As aplicações de herbicida CONCEPT® devem ser feitas quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%). | |||
Orelha-de-urso (Stachys arvensis) | 4,0 g/ha | |||
Amendoim- bravo (Euphorbia heterophylla) | ||||
Rubim (Leonorus sibiricus) | ||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | ||||
Trigo | Alfinete-da-terra (Silene gallica) | 30 | ||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
3,3 a 6,6 g/ha | ||||
Estelária (Stellaria media) | ||||
Gorga (Spergula arvensis) | ||||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | ||||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | ||||
Cultura | Planta Daninha | Dose de produto comercial | Número, Época e Intervalo de Aplicação | Intervalo de Segurança (dias) |
Trigo | Língua-de- vaca (Rumex obtusifolius) | 6,6 g/ha | Para o controle da língua-de-vaca utilizar a dose de 6,6 g/ha de herbicida CONCEPT®. Para língua- de-vaca aplicar somente em plântulas originárias de sementes. As aplicações de herbicida CONCEPT® devem ser feitas quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhastiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%). | 30 |
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de Aplicação: Aplicação terrestre: Utilizar volumes de 200 a 400 litros de calda/ha para pulverizador manual costal e 100 a 200 litros/ha para pulverizador tratorizado. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha Aplicação aérea: Volume de aplicação 20 a 40 litros de calda/ha | ||||
Triticale | Nabo (Raphanus raphanistrum) | 3,3 a 6,6 g/ha | Para o controle do nabo na cultura de triticale, aplicar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. O herbicida CONCEPT® pode ser aplicado quando a triticale estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré- perfilhamento e emborrachamento, e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%). | 15 |
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de Aplicação: Aplicação terrestre: Utilizar volumes de 200 a 400 litros de calda/ha para pulverizador manual costal e 100 a 200 litros/ha para pulverizador tratorizado. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha Aplicação aérea: Volume de aplicação: 20 a 40 litros de calda/ha | ||||
Cultura | Planta Daninha | Dose de produto comercial | Número, Época e Intervalo de Aplicação | Intervalo de Segurança (dias) |
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | ||||
Aplicação de manejo de inverno: em áreas de adoção do "Sistema de Plantio Direto", o controle de plantas daninhas presentes deve ser realizado antes do plantio ou pré-semeadura do trigo. O herbicida CONCEPT® possui seletividade à cultura do trigo, portanto não causará danos às plântulas em | ||||
Serralha verdadeira (Sonchus oleraceus) | ||||
Manejo de Inverno (pré- semeadura do Trigo em área de "Sistema de Plantio Direto") | Estelária (Stellaria media) | 4,0 g/ha | emergência. O herbicida CONCEPT® pode ser aplicado entre 3 e 20 dias antes do plantio. Aplicado 3 dias antes do plantio para que o efeito da sua ação possa ser observado e evite interferência causada pela plantadeira. Aplicado 20 dias antes do plantio para se evitar a reinfestação. O herbicida | Não determinado |
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | ||||
CONCEPT® deve ser aplicado com óleo mineral emulsionável na proporção de 0,3 a 0,5% v/v. | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de Aplicação: Aplicação terrestre: Utilizar volumes de 200 a 400 litros de calda/ha para pulverizador manual costal e 100 a 200 litros/ha para pulverizador tratorizado. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha. Aplicação aérea: Volume de aplicação 20 a 40 litros de calda/ha. | ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Sagittaria montevidensis | aguapé-de-flexa, flecha (2), sagitária (1) | Ver detalhes |
| Aveia | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Aveia preta | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Cevada | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Trigo | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Triticale | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
Em aplicação por "Benzedura manual", em arroz irrigado, no sistema pré-germinado, quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento), o herbicida CONCEPT® apresenta controle das plantas daninhas Sagittaria montevidensis e Heteranthera reniformis, no estágio de 2 a 4
folhas. O volume de calda de 30 litros/ha (3 mL/m²) deve ser aplicado na forma de jatos, com auxílio de
pulverizador costal sem o bico aspersor, ou de outro equipamento que permita uma distribuição uniforme. Manter
continuamente uma lâmina de água, de cerca de 10 cm, até a fase de maturação da cultura.
Preparo da calda herbicida: Iniciar colocando água no tanque do pulverizador até a ½ (metade) de sua capacidade com o agitador em movimento e adicionar o herbicida CONCEPT®. No caso de embalagens em frasco, recomenda-se uma pré-diluição em água antes da adição ao tanque do pulverizador. Após adicionar mais água até ¾ (três quartos) da capacidade do tanque, antes de adicionar adjuvantes. Se houver necessidade de interromper a pulverização por algum tempo é aconselhável manter o agitador funcionando. Se esta interrupção for mais longa, é necessário reagitar a calda herbicida antes de reutilizá-la.
Para prevenir problemas de acúmulo de resíduos no tanque do equipamento pulverizador, este deverá ser esvaziado o mais completamente possível, antes do preparo de nova calda.
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d'água, nascentes ou plantas úteis.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repita o passo 3.
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Importância do diâmetro de gota: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (>150 a 200 µm). A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado ou culturas sensíveis, condições climáticas, estágio de desenvolvimento da cultura, etc devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS! Veja
instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica.
Controlando o diâmetro de gotas - Técnicas Gerais
Controlando o diâmetro de gotas - Aplicação aérea
Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de bico.
Altura de vôo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura ou do solo (em caso de pré- emergância) aumentam o potencial de deriva.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Arroz irrigado | 30 |
Arroz | 30 |
Aveia branca | 31 |
Aveia preta | 10 |
Cana-de-açúcar | 90 |
Cevada. | 15 |
Trigo | 30 |
Triticale | 15 |
Manejo de inverno | Não determinado devido a modalidade |
Não entre na área tratada em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
As culturas de algodão, feijão, milho e soja, apesar de sensíveis a ConfianteBR, apresentam seletividade quando o produto é aplicado em dessecação pré-plantio dessas culturas.
Algodão, Feijão, Milho e Soja:
Fazer 1 (uma) aplicação em pós-emergência das plantas daninhas, no manejo de áreas em sistema de plantio direto, sempre antes da semeadura (dessecação pré-plantio).
As plantas daninhas devem estar no estádio de desenvolvimento conforme tabela abaixo.
O plantio deverá ser feito 15 (quinze) dias após a pulverização.
O produto, nas dosagens recomendadas, não causa fitointoxicação.
CULTURA | ALVOS CONTROLADOS | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Monocotiledôneas: | ||||
Aplicar em pós | ||||
emergência das | ||||
Commelina benghalensis | Trapoeraba | 0,100 a 0,150 kg/ha (70 a 105 g i.a/ha) | plantas daninhas quando estiverem no | |
estádio de 2 a 4 | ||||
folhas. | ||||
Triticum aestivum | Trigo voluntário | 0,075 a 0,100 kg/ha | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 folhas até antes do perfilhamento. Milho voluntário até V4. | |
(52.5 a 70 g i.a/ha) | ||||
Zea mays | Milho voluntário | 0,100 a 0,150 kg/ha | ||
(70 a 105 g i.a/ha) | ||||
Cenchrus echinatus | Capim-carrapicho | |||
Brachiaria decumbens | Capim-braquiária | 0,150 a 0,180 kg/ha | ||
Algodão, | (105 a 126 g i.a/ha) | |||
Brachiaria plantaginea | Capim-marmelada | |||
Feijão, | Lolium multiflorum | Azevém | ||
Milho e | Eleusine indica | Capim-pé-de-galinha | 0,180 kg/ha | |
Soja | (126 g i.a/ha) | |||
Eudicotiledôneas: | ||||
Amaranthus viridis | Caruru-de-mancha | 0,050 a 0,075 kg/ha (35 a 52,5 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. Soja voluntário até 3 trifólios. | |
Amaranthus deflexus | Caruru | |||
Alternanthera tenella | Apaga-fogo | |||
Bidens pilosa | Picão-preto | |||
Euphorbia heterophylla | Leiteiro ou | |||
amendoim-bravo | ||||
Ipomoea hederifolia | Corda-de-viola | |||
Ipomoea grandifolia | Corda-de-viola | |||
Raphanus raphanistrum | Nabiça | |||
Sonchus oleraceus | Serralha | |||
Tridax procumbens | Erva-de-touro | |||
Glycine max | Soja voluntária | |||
Amaranthus hybridus | Caruru-roxo | 0,075 a 0,100 kg/ha | Aplicar em pós- | |
(52,5 a 70 g i.a/ha) | emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 6 folhas. Para a buva aplicar quando estiverem no estádio de até 10 cm. | |||
Spermacoce latifolia | Erva-quente | |||
Richardia brasiliensis | Poaia-branca | 0,100 a 0,150 kg/ha | ||
Amaranthus retroflexus | Caruru | (70 a 105 g i.a/ha) | ||
Portulaca oleracea | Beldroega | Aplicar em pós- | ||
Parthenium hysterophorus | Losna-branca | 0,150 a 0,180 kg/ha (105 a 126 g i.a/ha) | emergência da planta daninha quando estiverem no estádio | |
Sida rhombifolia | Guanxuma | |||
de 2 a 4 folhas. | ||||
Aplicar em pós- | ||||
Conyza bonariensis | Buva | 0,075 a 0,150 kg/ha (52,5 a 105 g i.a./ha) | emergência da planta daninha quando no | |
estádio de até 10 cm | ||||
Aplicar em pós- | ||||
Borreria verticillata | Vassourinha-de- botão | 0,050 a 0,150 kg/ha (35 a 96 g i.a./ha) | emergência da planta daninha quando estiverem no estádio | |
de 2 a 4 folhas |
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para estádios mais avançados das plantas daninhas ou em altas pressões de plantas daninhas. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
Para os cultivos perenes como café e citros, o ConfianteBR é seletivo, exclusivamente, em aplicação em jato dirigido. Portanto, deve-se evitar o contato do produto com as plantas cultivadas.
Café e Citros: Fazer 1 (uma) aplicação nas entre linhas das culturas respeitando o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas conforme tabela abaixo:
CULTURA | ALVOS CONTROLADOS | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Monocotiledôneas: | ||||
Café e Citros Jato Dirigido | Commelina benghalensis | Trapoeraba | 0,150 a 0,200 kg/ha (105 a 140 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 a 6 folhas |
Brachiaria plantaginea | Capim-marmelada | 0,150 a 0,200 kg/ha (105 a 140 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 folhas até antes do perfilhamento. | |
Brachiaria decumbens | Capim-braquiária | |||
Cenchrus echinatus | Capim-carrapicho | |||
Digitaria insularis | Capim-amargoso | 0,200 kg/ha (140 g i.a/ha) | ||
Eleusine indica | Capim-pé-de- galinha | |||
Eudicotiledôneas: | ||||
Alternanthera tenella | Apaga-fogo | 0,050 a 0,075 kg/ha (35 a 52,5 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. Para a buva aplicar quando estiverem no estádio de até 10 cm. | |
Amaranthus viridis | Caruru-de-mancha | |||
Bidens pilosa | Picão-preto | |||
Euphorbia heterophylla | Leiteiro ou amendoim-bravo | |||
Ipomoea grandifolia | Corda-de-viola | |||
Conyza bonariensis | Buva | 0,150 kg/ha (105 g i.a/ha | ||
Galinsoga parviflora | Botão-de-ouro | |||
Richardia brasiliensis | Poaia-branca | |||
Parthenium hysterophorus | Losna-branca | 0,150 a 0,200 kg/ha (105 a 140 g i.a/ha) | ||
Portulaca oleracea | Beldroega | |||
Sinedrellopsis grisebachii | Agriãozinho | |||
Sida rhombifolia | Guanxuma |
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para estádios mais avançados das plantas daninhas ou em altas pressões de plantas daninhas. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil éster etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
A aplicação do herbicida deve ser feita em jato dirigido protegido para que o produto não atinja as folhas da cultura, sendo recomendado o uso de “chapéu de napoleão” ou barras laterais protetoras específicas para jato dirigido que evitem deriva para a parte verde das culturas.
Soja e Feijão: A pulverização do produto ConfianteBR na dessecação pré-colheita deve ocorrer quando a cultura atingir a sua maturação fisiológica.
Algodão: A pulverização do produto ConfianteBR na desfolha pré-colheita deve ocorrer quando 80% das maçãs do algodoeiro estiverem abertas.
CULTURA | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Dessecação pré-colheita | |||
Soja | Glycine max | 0,150 kg/ha (105 g a.i/ha) | Aplicar na maturação fisiológica da cultura |
Feijão | Phaseolus vulgaris | 0,100 a 0,150 kg/ha (70 g a 105 g a.i/ha) | Aplicar na maturação fisiológica da cultura |
Algodão | Gossypium hirsutum | 0,050 a 0,075 kg/ha (35 a 52,5 g a.i/ha) | Aplicar quando 80% das maças estiverem abertas |
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para a dessecação/desfolha mais rápida da cultura ou das plantas daninhas antes da colheita. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
Permite a colheita entre 7 até 14 dias após a aplicação, dependendo da dose e condições climáticas. Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de dessecação
Aplique ConfianteBR conforme as recomendações da bula:
Aplique em pós-emergência das plantas daninhas na dose recomendada conforme consta na bula, sempre utilizando adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico a 0,5% v/v;
Faça a aplicação dentro das condições climáticas e do período ideal do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas;
Evite rebrotas respeitando:
Estádio de desenvolvimento das plantas daninhas conforme consta na bula;
Boa cobertura dos alvos a serem atingidos;
Aplicar quando as plantas daninhas estiverem em pleno vigor vegetativo;
Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de controle;
Evite aplicação nas horas mais quentes do dia;
Evite aplicação nas seguintes condições: Temperatura acima de 30ºC, umidade relativa do ar abaixo de 60%, ventos acima de 10km/h.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Café | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Citros | Synedrellopsis grisebachii | agrião-do-pasto, agriãozinho, poejinho | Ver detalhes |
| Feijão | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Milho | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Soja | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
Com pulverizador tratorizado ou costal manual: usar uma barra com bicos tipo leque (jato plano), aplicando-se em área total com volume de calda de 100 a 300 litros por hectare e pressão de serviço deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
É permitida a aplicação via jato dirigido de até 140 g i.a./ha por ciclo da cultura.
Para aplicação foliar terrestre é permitido o uso de até 126 g i.a./ha por ciclo da cultura, desde que adotada distância de 160 m de vegetações adjacentes não alvo.
Selecionar pontas que produzam o Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) gotas finas a médias.
Aeronaves agrícolas: Usar ponta de pulverização apropriada para este tipo de aplicação, com volume de calda de maior que 20 L/ha.
Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
É permitida a aplicação aérea de até 52,5 g i.a./ha por ciclo da cultura, desde que adotada distância de 210 m de vegetações adjacentes não alvo.
Classe de gotas: utilizar o Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) de gotas das classes média a grossa.
Altura do voo: de 3 metros em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição.
Volume de calda maior que 20 L/ha
Condições climáticas a serem respeitadas: Velocidade do vento até 10 km/h (2,78m/s); Temperatura até 28 °C; Umidade relativa do ar acima de 60%.
Milho: 120 dias
Soja: 3 dias
Feijão: 3 dias
Algodão: 7 dias
Café: 7 dias
Citros: 7 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
INSTRUÇÕES DE USO:
O CONNOR é um herbicida de ação não sistêmica, pós-emergente, seletivo condicional (seletivo para algodão e milho geneticamente modificados, tolerantes ao glufosinato de amônio, e não seletivo para as demais variedades e híbridos de algodão e milho convencionais) indicado para o controle de plantas infestantes nas seguintes situações:
Aplicação em área total em pré-plantio (dessecação) das culturas de: soja e trigo.
Aplicação em pós-emergência (da planta infestante e cultura) na forma de jato dirigido para as culturas de: alface, algodão, banana, café, citros, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pêssego, repolho e uva.
Aplicação em área total para dessecação da cultura em pré-colheita de batata, feijão e soja.
Aplicação em pós-emergência em área total nas culturas de algodão geneticamente modificado e milho geneticamente modificado.
Aplicação em pós-plantio e pré-emergência da cultura da batata na fase de “crackingtiming” (rachamento do solo antes da emergência da cultura).
Cultura | Plantas infestantes | Dose | Época, número e intervalo de aplicação |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de- galinha, capim-amargoso e capim- carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa- serralha, malva-branca, carrapicho-de- carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | |||
Açaí | Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | 2,0 L/ha | |
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) |
Cultura | Plantas infestantes | Dose | Época, número e intervalo de aplicação |
Alface | Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 1,5 L/ha | Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas infestantes estiverem com 2 a 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Picão-branco ou Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | |||
Erva-de-bicho (Polygonum aviculare) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
Erva-de-passarinho (Stellaria media) | |||
Soliva (Soliva anthemifolia) | 2,0 L/ha | ||
Algodão | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,0 L/ha | Para controle das plantas infestantes, aplicar na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura. Para capim-pé-de-galinha, capim- colchão, capim-marmelada, capim- massambará realizar a aplicação no inicio de perfilhamento. Para carrapicho-de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru-rasteiro, picão-preto e fedegoso, realizar a aplicação quando as plantas infestantes estiverem com 2 a 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
Capim-marmelada ou Papuã (Brachiaria plantaginea) | |||
Capim-massambará (Sorghum halepense) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | |||
Fedegoso (Chenopodium album) | |||
Amendoim-bravo ou Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) |
Cultura | Plantas infestantes | Dose | Época, número e intervalo de aplicação |
Algodão Geneticamente Modificado | Capim-carrapicho ou Timbetê (Cenchrus echinatus) | 2,0 a 2,5 L/ha | PARA UMA ÚNICA APLICAÇÃO: Realizar a aplicação do produto em pós- emergência da cultura, utilizando a dose de 3,0 a 3,5 L/ha. Aplicar o produto com adição de 0,25% de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação. Observar sempre o estádio de desenvolvimento das plantas infestantes, conforme abaixo: Estádio de 2 a 4 perfilhos: Plantas infestantes controladas:
Adicionar 0,25% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura. |
Capim-marmelada ou Papuã (Brachiaria plantaginea) | |||
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Erva-quente (Borrieria latifolia) | 3,0 a 3,5 L/ha | ||
Beldroega (Portulaca oleracea) |
Cultura | Plantas infestantes | Dose | Época, número e intervalo de aplicação |
Aveia | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,0 L/ha | Para aplicação no sistema de Plantio Direto (dessecação pré-plantio): Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Para o caruru, guanxuma, picão-preto, erva-quente e soja, aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. No controle das gramineas, aplicar o produto sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha, até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
Soja (Glycine max) | |||
Guanxuma (Sida cordifolia) | |||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||
Arroz (Oryza sativa) | |||
Banana | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 2,0 | Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas infestantes de folha larga estiverem com 2 a 6 folhas, e as de folha estreita com até 1 perfilho. Adicionar 0,25% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Capim-guaçú (Paspalum conspersum) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Quebra-pedra (Phyllantus tenellus) | |||
Crepis (Crepis japonica) | |||
Macela-branca (Gnaphalium spicatum) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Sete-sangrias (Cuphea carthagenensis) | |||
Erva-cará (Dioscorea batatas) |
Cultura | Plantas infestantes | Dose | Época, número e intervalo de aplicação |
Batata | Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 2,0 | Para controle das plantas infestantes: realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas infestantes estiverem com 4 folhas e as gramíneas até 1 perfilho. Para dessecação de “batata consumo”: Aplicar 2,0 L/ha do produto comercial + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral, sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba (Commelina benghalensis), picão- preto (Bidens pilosa) e guanxuma- branca (Sida glaziovii) com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) | |||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | |||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Batata (Solanum tuberosum) dessecação de pré-colheita | |||
Café | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 2,0 | Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Para o controle de trapoeraba, picão- preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, aplicar o produto quando a planta infestante estiver com até 4 folhas, e adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Em guanxuma aplicar com até 6 folhas e adicionar 0,4% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Em guanxuma-branca aplicar quando a planta estiver com 2 a 4 folhas e adicionar 0,25% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Em capim-marmelada e capim-colchão aplicar quando estiverem com até 4 folhas e adicionar 0,4% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Buva (Conyza bonariensis) | |||
Macela-branca (Gnaphalium spicatum) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 3,0 | ||
Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | 2,0 | ||
Capim-marmelada ou Papuã (Brachiaria plantaginea) | 2,5 | ||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) |
Cultura | Plantas infestantes | Dose | Época, número e intervalo de aplicação |
Castanha-do- Pará | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 L/ha | Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de- galinha, capim-amargoso e capim- carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa- serralha, malva-branca, carrapicho-de- carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
Centeio | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,0 L/ha | Para aplicação no sistema de Plantio Direto (dessecação pré-plantio): Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós- emergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Para o caruru, guanxuma, picão-preto, erva-quente e soja, aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. No controle das gramíneas, aplicar o produto sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha, até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
Soja (Glycine max) | |||
Guanxuma (Sida cordifolia) | |||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||
Arroz (Oryza sativa) |
Cultura | Plantas infestantes | Dose | Época, número e intervalo de aplicação |
Cevada | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,0 L/ha | Para aplicação no sistema de Plantio Direto (dessecação pré-plantio): Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Para o caruru, guanxuma, picão-preto, erva-quente e soja, aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. No controle das gramineas, aplicar o produto sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha, até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
Soja (Glycine max) | |||
Guanxuma (Sida cordifolia) | |||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||
Arroz (Oryza sativa) | |||
Cana-de- açúcar | Capim-Colchão (Digitaria horizontalis) | 1,5 a 2,5 L/ha | Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio, sem que atinjam a cultura quando as plantas infestantes de folhas largas estiverem com 2 a 6 folhas, e as de folhas estreitas com até 1 perfilho. Adicionar 0,25% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Capim-Papuã, (Brachiaria plantaginea) | |||
Capim-Pé-de-Galinha (Eleusine indica) | |||
Citros | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 L/ha | Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim- colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa- serralha, malva-branca, carrapicho-de- carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim Amargoso (Digitaria Insularis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Amendoim-bravo ou Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
Malva-branca (Sida cordifolia) |
Cultura | Plantas infestantes | Dose | Época, número e intervalo de aplicação |
Coco | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 L/ha | Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa- serralha, malva-branca, carrapicho-de- carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
Dendê | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 L/ha | Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | Em maria-gorda, guanxuma, falsa- serralha, malva-branca, carrapicho-de- carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) |
Cultura | Plantas infestantes | Dose | Época, número e intervalo de aplicação |
Duboisia | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 L/ha | Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em guanxuma, picão-preto, nabo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||
Eucalipto | Samambaia (Pteridium aquilinum) | 2,0 L/ha | Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes, quando estas estiverem em vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das plantas infestantes de folha estreita quando estiverem com até 4 perfilhos, e em folhas largas com até 8 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Capim-gordura (Melinis minutiflora) | 4,0 L/ha | ||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||
Cambara (Lantana camara) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
Buva (Conyza bonariensis) | |||
Unha-de-vaca (Bauhinia variegata) | |||
Arranha gato (Acacia plumosa) | |||
Jurubeba (Solanum paniculatum) | |||
Capim-colonião (Panicum maximum) | |||
Vassourinha-botão (Spermacoce verticillata) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Gervão (Stachytarpheta cayennensis) |
Cultura | Plantas infestantes | Dose | Época, número e intervalo de aplicação |
Feijão | Phaseolus vulgaris Dessecação de pré-colheita | 1,8 – 2,0 L/ha | Para dessecação em feijão para consumo: Aplicar a dose de 1,8 L/ha, quando a cultura apresentar aproximadamente 50% das vagens secas. Para dessecação em feijão para sementes: Aplicar a dose de 2,0 L/ha, somente quando a cultura apresentar 70% das vagens secas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Macadâmia | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 L/ha | Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa- serralha, malva-branca, carrapicho-de- carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) |
Cultura | Plantas infestantes | Dose | Época, número e intervalo de aplicação |
Maçã | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 L/ha | Dirigir a aplicação na linha (jato dirigido) da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar em poaia-branca, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão- branco, picão-preto e língua-de-vaca quando as plantas infestantes estiverem de 5 a 10 cm. Em capim-colchão, azevém e capim- marmelada, aplicar com até 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Azevém (Lolium multiflorum) | |||
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Picão-branco ou Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | |||
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||
Trevo (Oxalis oxyptera) | |||
Milho | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 1,5 - 2,0 L/ha | Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim-colchão e capim-marmelada. Para as demais plantas infestantes, aplicar quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia | |||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Guanxuma ou malva-branca (Sida cordifolia) |
Cultura | Plantas infestantes | Dose | Época, número e intervalo de aplicação |
Milho Geneticamente Modificado | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 1,5 + 1,5 L/ha | PARA UMA ÚNICA APLICAÇÃO: Realizar a aplicação do produto em pós- emergência da cultura, utilizando a dose de 2,5 a 3,0 L/ha. Observar sempre o estádio de desenvolvimento das plantas infestantes, conforme abaixo: Estádio mediano das plantas infestantes - 3 perfilhos: Plantas infestantes controladas:
Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | |||
Caruru (Amaranthus hibridus) |
Cultura | Plantas infestantes | Dose | Época, número e intervalo de aplicação |
Nectarina/ Pêssego | Capim-marmelada ou Papuã (Brachiaria plantaginea) | 2,0 L/ha | Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão-branco quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. Para capim-colchão e capim- marmelada, fazer a aplicação do produto quando as plantas infestantes estiverem com até 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
Picão-branco ou Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | |||
Noz-Pecã | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 L/ha | Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de- galinha, capim-amargoso e capim- carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa- serralha, malva-branca, carrapicho-de- carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) |
Cultura | Plantas infestantes | Dose | Época, número e intervalo de aplicação |
Pinhão | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 L/ha | Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa- serralha, malva-branca, carrapicho-de- carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
Pupunha | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 L/ha | Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa- serralha, malva-branca, carrapicho-de- carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) |
Cultura | Plantas infestantes | Dose | Época, número e intervalo de aplicação |
Repolho | Picão-branco ou Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | 1,5 L/ha | Realizar a aplicação quando as plantas infestantes apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Erva-de-passarinho (Stellaria media) | |||
Erva-de-bicho (Polygonum persicaria) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
Mentruz (Coronopus didymus) | 2,0 L/ha | ||
Soja | Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 2,5 a 3,0 L/ha | Para aplicação no sistema de Plantio Direto (dessecação pré-plantio): Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós- emergência das plantas infestantes, em área total. Para o controle de capim-colchão e capim- marmelada, realizar o controle quando as plantas infestantes estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo, nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega, realizar a aplicação do produto quando as plantas infestantes estiverem com até 6 folhas. Para o controle de trapoeraba, realizar o realizar o controle quando a planta infestante estiver com 2 a 4 folhas. Na buva, realizar aplicação quando a planta infestante estiver com até 12 cm de altura. Em carrapicho-de-carneiro, realizar aplicação do produto quando a planta infestante estiver com até 4 folhas e para erva-quente, realizar o controle quando a planta infestante estiver com até 8 folhas. Para o capim-amargoso, capim-carrapicho e capim-camalote, realizar a aplicação sobre as plantas infestantes oriundas de sementes até o estádio de desenvolvimento de 3 perfilhos. No controle de trigo, aveia, cevada, centeio, triticale e azevém, realizar o controle quando as plantas infestantes estiverem com até 2 perfilhos. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda -se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-camalote (Rotboellia exaltata) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | |||
Buva (Conyza bonariensis) | |||
Capim-marmelada ou Papuã (Brachiaria plantaginea) | 2,5 L/ha | ||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Trigo (Triticum aestivum) | 3,0 L/ha | ||
Aveia preta (Avena sativa) | |||
Cevada (Hordeum vulgare) | |||
Azevém (Lolium multiflorum) | |||
Centeio (Secale cereale) | |||
Triticale (Triticum secale) | |||
Soja (Glycine max) dessecação de pré-colheita | 2,0 L/ha | Para dessecação da cultura em pré-colheita: Utilizar a dose de 2,0 L/ha do produto + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal, aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Cultura | Plantas infestantes | Dose | Época, número e intervalo de aplicação |
Soja Geneticamente Modificada (tolerante ao glufosinato de amônio) | Capim-Pé-de-Galinha (Eleusine indica) | 2,5 a 3,0 L/ha | PARA UMA ÚNICA APLICAÇÃO: Realizar a aplicação do produto em pós- emergência da cultura. Observar sempre o estádio de desenvolvimento das plantas infestantes, conforme abaixo: Estádio mediano das plantas infestantes - 1 perfilho: Plantas infestantes controladas:
Adicionar 0,25% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Buva (Conyza bonariensis) | 2,0 a 3,0 L/ha | ||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||
Trigo | Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 2,0 L/ha | Para aplicação no sistema de Plantio Direto (dessecação pré-plantio): Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Para o caruru, guanxuma, picão-preto, erva-quente e soja, aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. Para o controle da buva oriunda de sementes, realizar aplicação na dose de 1,5 a 2,0 L/ha quando as plantas infestantes estiverem com até 2 folhas. No controle das gramineas, como capim-amargoso, aplicar o produto sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha, até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
Arroz (Oryza sativa) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Guanxuma (Sida cordifolia) | |||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||
Soja (Glycine max) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Buva (Conyza bonariensis) | 1,5 a 2,0 + 0,5% v/v de óleo vegetal ou mineral | ||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 2,0 + 0,5% v/v de óleo vegetal ou mineral |
Cultura | Plantas infestantes | Dose | Época, número e intervalo de aplicação |
Triticale | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,0 L/ha | Para aplicação no sistema de Plantio Direto (dessecação pré-plantio): Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Para o caruru, guanxuma, picão-preto, erva-quente e soja, aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. No controle das gramineas, aplicar o produto sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha, até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
Soja (Glycine max) | |||
Guanxuma (Sida cordifolia) | |||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||
Arroz (Oryza sativa) | |||
Uva | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 | Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. No controle de picão-preto, picão- branco e caruru, aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. Para o controle de capim-marmelada, aplicar o produto quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Açaí | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Alface | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Algodão | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Aveia | Spermacoce alata | erva-de-lagarto (1), erva-quente (1), perpetua-do-mato (1) | Ver detalhes |
| Banana | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Batata | Solanum tuberosum | Ver detalhes | |
| Café | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Castanha-do-pará | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Centeio | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Cevada | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Citros | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Coco | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Dendê | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Duboisia | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Spermacoce alata | erva-de-lagarto (1), erva-quente (1), perpetua-do-mato (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Phaseolus vulgaris | feijão | Ver detalhes |
| Maçã | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Macadâmia | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Milho | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Milho OGM | Ipomoea purpurea | campainha (9), corda-de-viola (10), corriola (8) | Ver detalhes |
| Nectarina | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Noz-pecã | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Pessego | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Pinhão | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Pupunha | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Repolho | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Soja | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Soja OGM | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Triticale | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Uva | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
A aplicação do herbicida CONNOR poderá ser efetuada através de pulverização terrestre ou aérea.
Para as culturas da açaí, alface, algodão, algodão geneticamente modificado, aveia, banana, batata, café, cana-de-açúcar, castanha-do-pará, centeio, cevada, citros, coco, dendê, duboisia, eucalipto, feijão, macadâmia, maçã, milho, milho geneticamente modificado, nectarina, noz-pecã, pêssego, pinhão, pupunha, repolho, soja, soja geneticamente modificado, trigo, triticale e uva, o herbicida CONNOR pode ser aplicado com pulverizador costal manual, costal pressurizado, tratorizado ou autopropelido.
Para o uso e aplicação do produto CONNOR, observe as prescrições conforme a receita agronômica e utilize equipamentos adequados que proporcionem redução da possibilidade de deriva, tal como pontas de pulverização que possibilitem a produção de gotas grossas (G) a extremamente grossas (XC).
Pressão de trabalho: 30-70 lbf/pol². Diâmetro de gotas: acima de 350μ (micra);
Altura da barra de pulverização e espaçamento entre bicos: deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme no alvo. Não ultrapassando 50 cm, tanto para o espaçamento quanto para a altura da barra;
Volume de calda:
Para a cultura do café, considerar o volume de calda de 450 L/ha, quando for realizar o controle de guanxuma, capim-marmelada e capim-colchão. Para as demais plantas infestantes utilizar o volume de calda de 350 L/ha.
As pulverizações devem cobrir uniformemente as plantas infestantes, evitando escorrimentos, que causam perda e mau funcionamento do produto.
Deve-se sempre utilizar água limpa.
Para as hortaliças (alface e repolho) quando utilizar o "sistema de copinhos", cobrir as mudinhas com copinho plástico, para protegê-la da ação herbicida do produto.
CONNOR pode ser aplicado via aérea no caso de aplicação em área total em pré-plantio (dessecação) das culturas da aveia, centeio, cevada, soja, trigo e triticale, em pós-emergência do algodão geneticamente modificado, do milho geneticamente modificado e soja geneticamente modificada e para dessecação das culturas da batata, feijão e da soja.
A aplicação aérea deverá seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas definidos para essa modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações, uso de DGPS (Sistema de Posicionamento Global Diferencial), definição dos parâmetros técnicos operacionais e de segurança relacionados aos equipamentos de aplicação, como a altura do voo, largura da faixa de deposição efetiva, modelo, tipo e ângulo do equipamento utilizado, modelo e número de pontas de pulverização, entre outros, e condições climáticas adequadas ao uso do produto, sempre supervisionadas pelo responsável pelas operações aeroagrícolas.
Para aplicação de CONNOR, deve-se observar os parâmetros que proporcionam uma boa cobertura do alvo desejado e técnicas de redução de possibilidade de deriva, conforme abaixo:
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura. O equipamento deverá ser regulado visando assegurar uma distribuição uniforme da calda e uma boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis.
Para esta atividade, consulte sempre o Engenheiro Agrônomo e/ou o técnico agropecuário com curso de executor em aviação agrícola, os quais são os responsáveis pelas informações técnicas operacionais e de segurança referentes à aplicação do produto.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) para realizar a aplicação de CONNOR.
Para aplicação terrestre e aérea, somente aplique o produto CONNOR com equipamentos de aplicação tecnicamente adequados ao relevo do local, corretamente regulados e calibrados, conforme a recomendação do fabricante do equipamento e do responsável pela aplicação.
Siga sempre as orientações do Engenheiro Agrônomo e/ou profissional responsável pela aplicação, que poderá conciliar o tipo de bico, o tamanho da gota adequada à tecnologia de aplicação e a redução da possibilidade de deriva, a altura da barra e outras características do equipamento de aplicação terrestre,
parâmetros técnicos operacionais e de segurança para aplicação aérea, a topografia do terreno, bem como, as doses e recomendações de uso prescritas na bula do produto para os respectivos alvos e culturas.
O profissional responsável que prescrever o uso do CONNOR deverá recomendar a especificação do equipamento mais adequado para correta aplicação do produto, de modo a reduzir a possibilidade de deriva.
Observe atentamente as instruções de uso de todos os equipamentos envolvidos. Em caso de equipamentos diferentes e regulagens específicas, consulte sempre um Engenheiro Agrônomo ou profissional responsável.
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
Temperatura ambiente inferior a 30ºC;
Umidade relativa do ar superior a 55%;
Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.
Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplique o produto CONNOR, pois pode haver risco de inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia.
Se a velocidade do vento estiver acima de 10 km/h não aplique o produto CONNOR, devido ao potencial de deriva pelo movimento do ar.
Não aplique o produto CONNOR, se o vento estiver no sentido das culturas sensíveis.
Toda a pulverização com o produto CONNOR feita fora das condições operacionais e meteorológicas adequadas, pode gerar deriva de gotas e atingir cultivos vizinhos e/ou culturas sensíveis.
Encher o tanque do pulverizador com cerca de 2/3 da sua capacidade com água limpa. Em seguida, adicionar CONNOR e o adjuvante nas doses recomendadas e completar com o restante da água sempre sob agitação e aplicar em seguida. É importante que o sistema de agitação do produto no tanque se mantenha em funcionamento durante toda a aplicação.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o preparo da calda.
A limpeza do pulverizador deve ser realizada logo após o término das aplicações com CONNOR. Esta etapa é importante para que não haja resíduos remanescentes em aplicações seguintes com outros herbicidas ou outras classes de produtos. Estes resíduos também podem gerar problemas de contaminação de culturas vizinhas e/ou culturas sensíveis, caso haja deriva de gotas pelo vento.
Recomenda-se fazer um teste de fitotoxicidade em culturas sensíveis, antes de usar o equipamento para pulverização de outros produtos.
CULTURA | INTERVALO DE SEGURANÇA |
Açaí, castanha-do-pará, citros, coco, dendê, macadâmia, noz-pecã, pinhão e pupunha | 40 dias |
Alface, Maçã, Nectarina, Pêssego, Repolho e Uva | 7 dias |
Algodão | 28 dias |
Algodão Geneticamente Modificado | 116 dias |
Banana, Batata e Soja | 10 dias |
Cana-de-açúcar | 60 dias |
Café | 20 dias |
Duboisia | U.N.A. |
Eucalipto | U.N.A. |
Feijão | 5 dias |
Milho geneticamente modificado | 50 dias |
Soja geneticamente modificado | 50 dias |
Aveia, centeio, cevada, milho, trigo e triticale | (1) |
Trigo (dessecação pré-colheita | 7 dias |
(1) Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego.
U.N.A. – Uso não alimentar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
A base da seletividade do herbicida CONSCIENCE em milho, algodão e soja é a presença do gene que permite o uso deste herbicida sobre as plantas que o expressam. A aplicação de CONSCIENCE está condicionada somente às variedades ou híbridos de milho, algodão e soja tolerantes ao Glufosinato de amônio, cuja semente esteja identificada.
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
ALFACE | Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | 1,5 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | 350 | 7 |
Picão- branco | Galinsoga parviflora | |||||||
Erva-de- bicho | Polygonum aviculare | |||||||
Serralha | Sonchus oleraceus | |||||||
Erva-de- passarinho | Stellaria media | |||||||
Soliva | Soliva anthemifolia | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido na pós-emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
ALGODÃO | Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | 350 | 28 |
Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | |||||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | |||||||
Capim- Massamba rá | Sorghum halepense | |||||||
Carrapicho -de- carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2 a 4 folhas | ||||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | |||||||
Caruru- rasteiro | Amaranthus deflexus | |||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
Fedegoso | Chenopodium album | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle das plantas daninhas, aplicar em jato dirigido na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura. Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada e capim-massambará, realizar a aplicação no início do perfilhamento. Para carrapicho-de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru- rasteiro, picão-preto e fedegoso, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
ALGODÃO GENETICAMENTE MODIFICADO | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | ||||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | 2 a 4 folhas | 2,0 - 2,5 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo vegetal ou mineral | 2 | ||||
Corda-de- viola | Ipomoea grandifolia | |||||||
Carrapicho -de- carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | |||||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 a 4 perfilhos | ||||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | |||||||
Corda-de- viola | Ipomoea grandifolia | 4 a 8 folhas | 3,0 - 3,5 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo vegetal ou mineral | 1 | Costal Barra Aérea | Terrestre 100 a 200 Aérea 30 a 40 | 116 | |
Carrapicho -de- carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | |||||||
Erva- quente | Borreria latifolia | |||||||
Beldroega | Potulacea oleracea | |||||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis | Até 1 perfilho | ||||||
Buva | Conyza bonariensis | 2 a 4 folhas | 2,0 - 3,5 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo vegetal ou mineral | 2 | ||||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | |||||||
soja voluntária | Glycine max | |||||||
milho voluntário | Zea mays | |||||||
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica | Até 1 perfilho | 2,5 - 3,5 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo vegetal ou mineral | |||||
Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Pode-se aplicar CONSCIENCE a partir da germinação do algodão e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas e considerando-se o estádio máximo de 2 a 8 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 4 perfilhos para as monocotiledôneas. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 2,5 L p.c./ha. Para uma única aplicação utilizar a dose de 3,0 a 3,5 L p.c./ha. Realizar no máximo duas aplicações de CONSCIENCE por safra de algodão. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5L/ha por aplicação. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
BANANA | Capim- colchão | Digitaria horizontalis | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | 500 | 10 |
Capim- guaçu | Paspalum conspersum | |||||||
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica | |||||||
Quebra- pedra | Phyllanthus tenellus | 2 a 6 folhas | ||||||
Crepis | Crepis japonica | |||||||
Macela- branca | Gnaphalium spicatum | |||||||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | |||||||
Sete- sangrias | Cuphea carthagenensis | |||||||
Erva-cará | Dioscorea batatas | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas de folha larga estiverem com 2 a 6 folhas, e as de folha estreita com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
BATATA | Caruru | Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Barra Costal | 350 | 10 |
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | |||||||
Carrapicho -rasteiro | Acanthospermum australe | |||||||
Erva- quente | Spermacoce alata | |||||||
Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | Até 1 perfilho | ||||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle das plantas daninhas: Realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas e as gramíneas com até 1 perfilho. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
BATATA | Uso para dessecação | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Barra Costal | 350 | 10 | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para dessecação de “batata consumo”: Aplicar 2,0 L/ha do produto comercial + 0,7 L/ha (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral, sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba, picão-preto e guanxuma-branca com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
CAFÉ | Trapoeraba | Commelina benghalensis | Até 4 folhas | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | 350 | 20 |
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
Buva | Conyza bonariensis | |||||||
Macela- branca | Gnaphalium spicatum | |||||||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | |||||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 2 perfilhos | 2,5 + 0,4 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 450 | ||||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | Até 6 folhas | 3,0 + 0,4 % v/v de óleo vegetal ou mineral | |||||
Guanxuma -branca | Sida glaziovii | 2 a 4 folhas | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 500 | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e guanxuma-branca, aplicar quando estas estiverem com 2 a 8 folhas. Em capim-marmelada e capim-colchão, até 2 perfilhos. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
CANA-DE-AÇÚCAR | Uso para dessecação | 4,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Avião | 30 a 40 | 14 | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Com o objetivo de facilitar a desfolha da cana-de-açúcar, durante a colheita realizar uma única aplicação sobre as folhas da cana-de-açúcar na pré-colheita quando a cultura se encontrar no final do estádio de desenvolvimento vegetativo e antes da emissão da inflorescência. Programar a aplicação de CONSCIENCE de acordo com a programação de colheita, com 21 a 28 dias antes da colheita da cana-de-açúcar. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
CEVADA | Uso para dessecação | 1,75 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Barra Costal | 200 | 7 | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o produto na dessecação numa única pulverização, sempre com adição de 0,5 L/ha (ou 0,25% v/v) de óleo vegetal ou de óleo mineral na calda de aplicação. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de cevada estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
CITROS | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 2 perfilhos | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | 350 | 40 |
Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | |||||||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis | Até 1 perfilho | ||||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | |||||||
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica | |||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | Até 4 folhas | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | |||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||||||
Maria- gorda | Talinum paniculatum | |||||||
Falsa- serralha | Emilia sonchifolia | |||||||
Carrapicho -de- carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||||
Malva- branca | Sida cordifolia | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta daninha estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta daninha estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta daninha estiver com até 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
EUCALIPTO | Samambaia | Pteridium aquilinum | Até 20 cm | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | 350 | Uso não alimentar |
Capim- gordura | Melinis minutiflora | Até 4 perfilhos | 4,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | |||||
Erva-quente | Spermacoce alata | Até 8 folhas | ||||||
Cambará | Lantana camara | |||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||||
Falsa- seralha | Emilia sonchifolia | |||||||
Serralha | Sonchus oleraceus | |||||||
Buva | Conyza bonariensis | |||||||
Unha-de- vaca | Bauhinia variegata | |||||||
Arranha- gato | Acácia plumosa | |||||||
Jurubeba | Solanum paniculatum | |||||||
Capim- colonião | Panicum maximum | |||||||
Vassourinh a-botão | Spermacoce verticillata | |||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||||||
Gervão | Stachytarpheta cayennensis | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem em vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das daninhas de folha estreita quando estiverem com até 4 perfilhos; e em folhas largas, com até 8 folhas. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
FEIJÃO | Uso para dessecação para feijão de consumo | 50 % das vagens secas | 1,8 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Avião Barra Costal | Terrestre 350 Aéreo 30 a 40 | 5 | |
Uso para dessecação para feijão para sementes | 70 % das vagens secas | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: - Para dessecação em feijão para consumo: Aplicar a dose de 1,8 L/ha, quando a cultura apresentar aproximadamente 50 % das vagens secas. - Para dessecação em feijão para sementes: Aplicar a dose de 2,0 L/ha, somente quando a cultura apresentar 70 % das vagens secas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
MAÇÃ | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | 350 | 7 |
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
Azevém | Lolium multiflorum | |||||||
Língua-de- vaca | Rumex obtusifolius | 2 a 4 folhas | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | |||||||
Serralha | Sonchus oleraceus | |||||||
Losna- branca | Parthenium hysterophorus | |||||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||||
Picão- branco | Galinsoga parviflora | |||||||
Maria-mole | Senecio brasiliensis | |||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||||
Poaia | Richardia brasiliensis | |||||||
Trevo | Oxalis oxyptera | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar em poaia, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão-branco, picão-preto e língua-de-vaca quando a planta daninha estiverem de 2 a 4 folhas. Em capim-colchão, azevém e capim-marmelada com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
MILHO | Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | Até 1 perfilho | 1,5 a 2,0 + 0,2 % v/v de óleo | 1 | Jato dirigido | 350 | Intervalo de segurança não determinad |
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | |||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | vegetal ou mineral | o, devido à modalidade de emprego. | ||||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | |||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||||||
Carrapicho -de- carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||||
Corda-de- viola | Ipomoea aristolochiaefolia | |||||||
Carrapicho -rasteiro | Acanthospermum australe | |||||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||||
Malva- branca | Sida cordifolia | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim-colchão e capim-marmelada. Para as demais daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 2 a 4 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
MILHO GENETICAMENTE MODIFICADO | Capim-pé- de- galinha | Eleusine indica | 3 perfilhos | 2,5 a 3,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | ||||
Capim- Marmelada | Brachiaria plantaginea | |||||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | 6 folhas | ||||||
Corda-de- viola | lpomoea purpurea | |||||||
Caruru | Amaranthus hibridus | |||||||
Capim-pé- de- galinha | Eleusine indica | 3 folhas | 1,5 + 1,5 (aplicação sequencial) | 2 | Costal Barra Aérea | Terrestre 100 a 200 Aérea 30 a 40 | 50 | |
Capim- Marmelada | Brachiaria plantaginea | |||||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | 2 folhas | ||||||
Corda-de- viola | lpomoea purpurea | |||||||
Caruru | Amaranthus hibridus | |||||||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | Até 1 perfilho | ||||||
Buva | Conyza bonariensis | 2 a 4 folhas | 2,0 a 3,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | |||||
Soja voluntária tolerante ao glifosato | Glycine max | |||||||
Corda-de- viola | lpomoea grandifolia | |||||||
Caruru- rasteiro | Amaranthus deflexus | |||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2,0 a 3,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal | ||||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis | Até 1 perfilho | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o CONSCIENCE em pós-emergência da cultura do Milho Geneticamente Modificado e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas e considerando-se o estádio máximo de 2 a 6 folhas para as dicotiledôneas e de 3 folhas até 3 perfilhos para as monocotiledôneas. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. Pode-se aplicar CONSCIENCE a partir da germinação do Milho. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5L/ha por aplicação. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
NECTARINA PÊSSEGO | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | 350 | 7 |
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | ||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||||
Picão- branco | Galinsoga parviflora | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão-branco quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Capim-colchão e capim-marmelada, quando estiver com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
REPOLHO | Picão- branco | Galinsoga parviflora | 2 a 4 folhas | 1,5 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | 350 | 7 |
Erva-de- passarinho | Stellaria media | |||||||
Erva-de- bicho | Polygonum persicaria | |||||||
Serralha | Sonchus oleraceus | |||||||
Mentruz | Coronopus didymus | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar a aplicação quando as plantas daninhas apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
SOJA | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 2 perfilhos | 2,5 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Barra Costal | 350 | 10 |
Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | |||||||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | 2 a 6 folhas | ||||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | |||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
Poaia | Richardia brasiliensis | |||||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||||
Beldroega | Portulacea oleracea | |||||||
Trapoeraba | Commelina bengghalensis | 2 a 4 folhas | ||||||
Trigo | Triticum aestivum | Até 2 perfilhos | 3,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | |||||
Aveia | Avenea sativa | |||||||
Cevada | Hordeum vulgare | |||||||
Azevém | Lolium multiflorum | |||||||
Centeio | Secale cereale | |||||||
Triticale | Triticum secale | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós- emergência das plantas daninhas, em área total. Para o controle de capim-colchão e capim-marmelada, realizar o controle quando as plantas estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo, nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega realizar o controle quando as plantas estiverem com até 6 folhas. Para o controle de trapoeraba realizar o controle quando as plantas estiverem com 2 a 4 folhas. No controle de trigo, aveia, cevada, centeio, triticale e azevém, realizar o controle quando as plantas infestantes estiverem com até 2 perfilhos. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
SOJA | Buva | Conyza bonariensis | Até 12 cm | 2,5 a 3,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Barra Costal | 350 | 10 |
Erva- quente | Spermacoce latifolia | Até 8 folhas | ||||||
Carrapicho -de- carneiro | Acanthospermum hispidum | Até 4 folhas | ||||||
capim- camalote | Rottboellia exaltata | Até 3 perfilhos | ||||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | |||||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós- emergência das plantas daninhas, em área total. Para buva realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 12 cm de altura. Em carrapicho-de-carneiro quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas e para erva-quente, realizar o controle quando a planta infestante estiver com até 8 folhas. Em capim-amargoso, capim-carrapicho e capim-camalote, realizar a aplicação sobre as plantas daninhas oriundas de sementes até o estádio de desenvolvimento de 3 perfilhos. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
SOJA | Uso para dessecação | 10 dias antes da colheita | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Avião Barra Costal | Terrestre 350 Aéreo 30 a 40 | 10 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para dessecação: Utilizar a dose de 2,0 L/ha do produto + 0,7 L/ha (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral, aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
SOJA GENETICAMENTE MODIFICADA | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 - 3,5 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo metilado de soja | 2 | Barra | Terrestre 100 a 200 | 60 |
Azevém | Lolium multiflorum | |||||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis | |||||||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
Capim- camalote | Rottbolellia exaltata | |||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | ||||||
Buva | Conyza bonariensis | |||||||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | |||||||
Corda-de- viola | Ipomoea grandifolia | |||||||
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica | Até 1 perfilho | 2,5 - 3,5 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo metilado de soja | |||||
Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | ||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o CONSCIENCE em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Pode-se aplicar CONSCIENCE a partir da germinação da soja.
Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 12 a 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 3,5 L p.c./ha, de acordo com as recomendações de uso e nas situações em que ocorram novos fluxos de germinação de plantas daninhas na área. Fazer no máximo duas aplicações de CONSCIENCE por safra de soja.
Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5L/ha por aplicação.
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
TRIGO | Capim- carrapicho | Cenchrus echnatus | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Barra Costal | 350 | Intervalo de segurança não determinad o, devido a modalidade de emprego |
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica | |||||||
Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | |||||||
Arroz | Oryza sativa | |||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | ||||||
Guanxuma | Sida cordifolia | |||||||
Erva- quente | Spermacoce alata | |||||||
Soja | Glycine max | |||||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||||
Buva | Conyza bonariensis | 1,5 a 2,0 + 0,5 de óleo vegetal ou mineral | 200 | |||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,5 de óleo vegetal ou mineral | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós- emergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Caruru, tiguera de soja, erva-quente, picão-preto e guanxuma devem ter até 4 folhas. Para o controle da buva oriunda de sementes, realizar a aplicação na dose de 1,5 a 2,0 L/ha quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Para o controle das gramíneas como o capim-amargoso, capim-carrapicho, capim-pé-de-galinha e capim-colchão, aplicar sobre as plantas daninhas oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
TRIGO | Uso para dessecação | Grãos de Trigo amarelos/ Massa mole a Grãos dourados/ Massa dura | 1,75 + 0,5 de óleo vegetal (0,25% v/v) | 1 | Barra Costal | 200 | 7 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para dessecação de pré-colheita: Aplicar o produto na dessecação em uma única pulverização, sempre com adição de 0,25 % v/v de óleo vegetal ou de óleo mineral na calda de aplicação. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura). | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
UVA | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,7 (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | 350 | 7 |
Picão- branco | Galinsoga parviflora | 2 a 4 folhas | ||||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. Picão- preto, picão-branco e caruru devem ter até 4 folhas. Capim-marmelada deve ter até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Algodão | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Banana | Crepis japonica | barba-de-falcão, crepis | Ver detalhes |
| Batata | Spermacoce alata | erva-de-lagarto (1), erva-quente (1), perpetua-do-mato (1) | Ver detalhes |
| Café | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Ver detalhes | ||
| Cevada | Ver detalhes | ||
| Citros | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Pteridium aquilinum | pluma-grande, samambaia, samambaia-das-taperas | Ver detalhes |
| Feijão | Ver detalhes | ||
| Maçã | Sonchus oleraceus | chicória-brava, serralha, serralha-lisa | Ver detalhes |
| Milho | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Milho OGM | Ipomoea purpurea | campainha (9), corda-de-viola (10), corriola (8) | Ver detalhes |
| Nectarina | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Pessego | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Repolho | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Soja | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Soja OGM | Lolium multiflorum | azevém, azevém-anual, azevém-italiano | Ver detalhes |
| Trigo | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Uva | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrado de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador. Para as hortaliças (alface e repolho), evitar que o produto tenha contato com a cultura, utilizar o “sistema de copinhos” cobrindo as mudinhas com copinho plástico, para protegê-las da ação herbicida do produto.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar- se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador costal, autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido à entrelinha, sobre as plantas daninhas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura das plantas daninhas, sem atingir a cultura. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa.
Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada);
Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático;
Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Volume de calda | Tamanho de gotas | Cobertura mínima | Altura de voo | Faixa de aplicação | Distribuição de gotas |
30 – 40 L/ha | Média e Grossa | 40 gotas/cm2 | 3 m | 15 – 18 m | 65% |
Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
A melhor estratégia de gerenciamento da deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 µm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, infestação e condições climáticas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS!
Veja instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade e inversão térmica.
QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE BICOS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS DE AUMENTAR A PRESSÃO.
NÃO APLICAR SE HOUVER RAJADAS DE VENTOS OU EM CONDIÇÕES SEM VENTO.
O Eng. Agrônomo Responsável pode alterar as condições de aplicação.
A calda poderá ser preparada diretamente no tanque pulverizador, procedendo-se da seguinte forma:
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do produto;
Acrescentar óleo vegetal, mineral ou óleo metilado de soja na proporção recomendada para o cultivo/alvo, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização;
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação;
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Todas as etapas de limpeza devem ser realizadas imediatamente após a pulverização de CONSCIENCE, evitando que resíduos secos fiquem presos às paredes, filtros, tubos e instalações de condução de líquidos do tanque.
Todas as partes condutoras do líquido de pulverização devem ser limpas conforme descrito na recomendação para o processo de limpeza abaixo:
Esvazie o equipamento de pulverização por completo no campo recém-pulverizado.
Desmonte a sucção, linha de pressão e filtros do bocal e limpe bem com água.
Encha o equipamento de pulverização a 10% da capacidade do tanque e agite bem (recomenda-se um bocal de limpeza giratório).
Realize o descarte do líquido em local apropriado.
Repita as etapas 3 e 4 para o segundo enxágue.
Inspecione os filtros novamente e limpe-os se estiverem presentes depósitos visíveis.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Com relação às condições climáticas, deve-se procurar aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h (3 m/s), temperaturas entre 10 e 30°C e umidade relativa superior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas, nas culturas de café, citros e eucalipto.
Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou cultivo mínimo para as culturas de algodão, arroz irrigado, cana-de- açúcar, milho, soja e trigo.
Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas nas entrelinhas e para erradicação de soqueira na cultura da cana-de-açúcar.
Aplicação em área total, em pós-emergência da cultura da soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato em áreas de plantio direto ou de plantio convencional, podendo ser utilizado em aplicação única ou aplicação sequencial.
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||||
FOLHAS ESTREITAS | Terrestre: 100 - 150 Aérea: 20 - 40 | Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. | |||||
Braquiarão | Brachiaria brizantha | 4,5 | |||||
Capim- | Brachiaria | 3,0 - 4,5 | |||||
braquiária | decumbens | ||||||
Capim- | Brachiaria | 1,0 - 2,0 | |||||
marmelada | plantaginea | ||||||
Capim- | Cenchrus echinatus | 1,0 - 2,0 | |||||
carrapicho | |||||||
Capim- | Chloris | 3,0 - 4,5 | |||||
branco | polydactyla | ||||||
Capim- | Digitaria | 1,0 - 2,0 | |||||
colchão | sanguinalis | ||||||
Capim- | Digitaria insularis * | 3,0 - 4,5 | |||||
amargoso* | |||||||
Capim- | Digitaria | 2,0 - 4,5 | |||||
colchão | horizontalis | ||||||
Capim- | Echinochloa | 1,0 - 3,0 | |||||
arroz | colonum | ||||||
Capim- | Echinochloa | 3,0 - 4,5 | |||||
arroz | crusgalli | ||||||
Capim-pé- | Eleusine indica | 2,0 - 4,5 | |||||
de-galinha | |||||||
Arroz- | Oryza sativa | 3,0 - 4,5 | |||||
vermelho | |||||||
Capim- | Panicum | 2,0 - 4,5 | |||||
ALGODÃO | colonião | maximum | |||||
FOLHAS LARGAS | |||||||
ARROZ IRRIGADO | Caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus | 1,0 - 3,0 | 1 (uma) aplicação . | Terrestre Aéreo | ||
Caruru | Amaranthus | 2,0 - 4,5 | |||||
MILHO | hybridus | ||||||
TRIGO | Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 1,0 - 2,0 | ||||
Apaga-fogo | Alternanthera | 1,0 - 2,0 | |||||
tenella | |||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 - 4,5 | |||||
Trapoeraba | Commelina | 4,5 | |||||
benghalensis | |||||||
Erva-de- Santa- Luzia | Chamaesyce hirta | 2,0 - 3,0 | |||||
Junquinho | Cyperus ferax | 4,5 | |||||
Tiririca | Cyperus | 2,0 - 4,5 | |||||
rotundus | |||||||
Amendoim bravo ou leiteiro | Euphorbia heterophylla | 3 - 4,5 | |||||
Corda-de- | Ipomoea | 3 - 4,5 | |||||
viola | hederifolia | ||||||
Corda-de-viola | Ipomoea purpúrea | 4,5 | |||||
Guanxuma | Malvastrum | 3,0 - 4,5 | |||||
coromandelianum | |||||||
Losna- | Parthenium | 2,0 - 4,5 | |||||
branca | hysterophorus | ||||||
Beldroega | Portulaca | 3,0 - 4,5 | |||||
oleracea | |||||||
Nabo ou | Raphanus | 2,0 - 4,5 | |||||
Nabiça | sativus | ||||||
Guanxuma | Sida cordifolia | 3,0 - 4,5 | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 3,0 - 4,5 | |||||
Maria-preta | Solanum americanum | 2,0 - 3,0 | |||||
Erva-de-touro | Tridax procumbens | 4,5 | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas). Dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento (em gramíneas plantas com 4 a 6 folhas ou antes do entouceiramento e em folhas largas com 4 a 6 folhas), maiores doses para a fase adulta ou perenizada. O controle das plantas daninhas indicadas no pré-plantio das culturas anuais é importante para o seu desenvolvimento livre de mato-competição. Recomenda-se observar um intervalo de 30 dias antes do plantio se houver ocorrência de plantas daninhas que possuem efeito alelopático sobre as culturas indicadas. *No controle da Digitaria insularis (capim-amargoso), considerar a situação de que esta planta daninha já possui biótipos relatados como resistentes ao glifosato no Brasil, (fonte: www.weedscience.com), portanto caso venham a ocorrer na área a ser aplicada com glifosato, não serão controladas. As doses indicadas deverão ser utilizadas no controle das plantas daninhas relacionadas apenas nos casos em que a resistência não foi determinada. Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. Produto comercial: Cada Litro (L) do DECISIVE® corresponde a 577 g/L do sal de di-amônio de glifosato ou 480 g/L do equivalente ácido de glifosato. | |||||||
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||||
FOLHAS ESTREITAS | Para a cultura do Café e Citros realizar no máximo 3 (três) aplicações durante o ano. | ||||||
Braquiarão | Brachiaria brizantha | 4,5 | |||||
Capim- | Brachiaria | 3,0 - 4,5 | |||||
braquiária | decumbens | ||||||
Capim- | Brachiaria | 1,0 - 2,0 | |||||
marmelada | plantaginea | ||||||
Capim- | Cenchrus echinatus | 1,0 - 2,0 | |||||
carrapicho | |||||||
Capim- | Chloris | 3,0 - 4,5 | |||||
branco | polydactyla | ||||||
Capim- | Digitaria | 1,0 - 2,0 | |||||
colchão | sanguinalis | ||||||
Capim- | Digitaria insularis * | 3,0 - 4,5 | |||||
amargoso* | |||||||
Capim- | Digitaria | 2,0 - 4,5 | |||||
colchão | horizontalis | ||||||
CAFÉ | Capim- arroz | Echinochloa colonum | 1,0 - 3,0 | Café: 15 | |||
Capim- | Echinochloa | 3,0 - 4,5 | |||||
CITROS | arroz | crusgalli | Terrestre (jato-dirigido) | Terrestre: 100 - 150 | Citros: 30 | ||
Capim-pé- | Eleusine indica | 2,0 - 4,5 | |||||
EUCALIPTO | de-galinha | Eucalipto: U.N.A | |||||
Arroz- vermelho | Oryza sativa | 3,0 - 4,5 | |||||
Capim- | Panicum | 2,0 - 4,5 | |||||
colonião | maximum | ||||||
FOLHAS LARGAS | |||||||
Caruru-rasteiro | Amaranthus | 1,0 - 3,0 | |||||
deflexus | |||||||
Caruru | Amaranthus | 2,0 - 4,5 | |||||
hybridus | |||||||
Caruru-de- | Amaranthus viridis | 1,0 - 2,0 | |||||
mancha | |||||||
Apaga-fogo | Alternanthera | 1,0 - 2,0 | |||||
tenella | |||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 - 4,5 | |||||
Trapoeraba | Commelina | 4,5 | |||||
benghalensis | |||||||
Erva-de- | Chamaesyce | 2,0 - 3,0 | |||||
Santa- | hirta | ||||||
Luzia | |||||||
Junquinho | Cyperus ferax | 4,5 | |||||
Tiririca | Cyperus rotundus | 2,0 - 4,5 | |||||
Amendoim bravo ou leiteiro | Euphorbia heterophylla | 3 - 4,5 | |||||
Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | 3 - 4,5 | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea purpúrea | 4,5 | |||||
Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | 3,0 - 4,5 | |||||
Losna- branca | Parthenium hysterophorus | 2,0 - 4,5 | |||||
Beldroega | 3,0 - 4,5 | ||||||
Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | 2,0 - 4,5 | |||||
Guanxuma | Sida cordifolia | 3,0 - 4,5 | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 3,0 - 4,5 | |||||
Maria-preta | Solanum americanum | 2,0 - 3,0 | |||||
Erva-de-touro | Tridax procumbens | 4,5 | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas nas entrelinhas das culturas. Dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento (em gramíneas plantas com 4 a 6 folhas ou antes do entouceiramento e em folhas largas com 4 a 6 folhas), maiores doses para a fase adulta ou perenizada. O melhor período para controlar as espécies de plantas daninhas perenes é próximo ao início da floração. Para as plantas daninhas anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais. *No controle da Digitaria insularis (capim-amargoso), considerar a situação de que esta planta daninha já possui biótipos relatados como resistentes ao glifosato no Brasil, (fonte: www.weedscience.com), portanto caso venham a ocorrer na área a ser aplicada com glifosato, não serão controladas. As doses indicadas deverão ser utilizadas no controle das plantas daninhas relacionadas apenas nos casos em que a resistência não foi determinada. Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. Produto comercial: Cada Litro (L) do DECISIVE® corresponde a 577 g/L do sal de di-amônio de glifosato ou 480 g/L do equivalente ácido de glifosato. | |||||||
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||||
SOJA | FOLHAS ESTREITAS | 1 (uma) aplicação ou aplicação sequencial sem ultrapassar a dose máxima recomendada de 4,5 L/ha. | Terrestre Aéreo | Terrestre: 100 - 150 Aérea: 20 - 40 | Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego | ||
Braquiarão | Brachiaria brizantha | 4,5 | |||||
Capim- braquiária | Brachiaria decumbens | 3,0 - 4,5 | |||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 1,0 - 2,0 | |||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,0 - 2,0 | |||||
Capim- branco | Chloris polydactyla | 3,0 - 4,5 | |||||
Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | 1,0 - 2,0 | |||||
Capim- amargoso* | Digitaria insularis * | 3,0 - 4,5 | |||||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | 2,0 - 4,5 | |||||
Capim- arroz | Echinochloa colonum | 1,0 - 3,0 | |||||
Capim- arroz | Echinochloa crusgalli | 3,0 - 4,5 | |||||
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica | 2,0 - 4,5 | |||||
Arroz- vermelho | Oryza sativa | 3,0 - 4,5 | |||||
Capim- colonião | Panicum maximum | 2,0 - 4,5 | |||||
FOLHAS LARGAS | |||||||
Caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus | 1,0 - 3,0 | |||||
Caruru | Amaranthus hybridus | 2,0 - 4,5 | |||||
Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 1,0 - 2,0 | |||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 - 2,0 | |||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 - 4,5 | |||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 4,5 | |||||
Erva-de- Santa- Luzia | Chamaesyce hirta | 2,0 - 3,0 | |||||
Junquinho | Cyperus ferax | 4,5 | |||||
Tiririca | Cyperus rotundus | 2,0 - 4,5 | |||||
Amendoim bravo ou leiteiro | Euphorbia heterophylla | 3 - 4,5 | |||||
Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | 3 - 4,5 | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea purpúrea | 4,5 | |||||
Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | 3,0 - 4,5 | |||||
Losna- branca | Parthenium hysterophorus | 2,0 - 4,5 | |||||
Beldroega | 3,0 - 4,5 | ||||||
Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | 2,0 - 4,5 | |||||
Guanxuma | Sida cordifolia | 3,0 - 4,5 | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 3,0 - 4,5 | |||||
Maria-preta | Solanum americanum | 2,0 - 3,0 | |||||
Erva-de-touro | Tridax procumbens | 4,5 | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas). Dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento (em gramíneas plantas com 4 a 6 folhas ou antes do entouceiramento e em folhas largas com 4 a 6 folhas), maiores doses para a fase adulta ou perenizada. O controle das plantas daninhas indicadas no pré-plantio da cultura é importante para o seu desenvolvimento livre de mato-competição. Quando aplicado conforme recomendação controlará as plantas daninhas em uma única aplicação. Entretanto pode também ser utilizado em aplicações sequenciais em plantio direto para o controle de plantas daninhas sem ultrapassar a dose máxima recomendada de 4,5 L/ha, observando-se que a maior dose deverá ser utilizada na primeira aplicação e por volta de 30 dias antes do plantio e a segunda próxima ao dia do plantio Recomenda-se observar um intervalo de 30 dias antes do plantio se houver ocorrência de plantas daninhas que possuem efeito alelopático sobre a cultura. *No controle da Digitaria insularis (capim-amargoso), considerar a situação de que esta planta daninha já possui biótipos relatados como resistentes ao glifosato no Brasil, (fonte: www.weedscience.com), portanto caso venham a ocorrer na área a ser aplicada com glifosato, não serão controladas. As doses indicadas deverão ser utilizadas no controle das plantas daninhas relacionadas apenas nos casos em que a resistência não foi determinada. Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. Produto comercial: Cada Litro (L) do DECISIVE® corresponde a 577 g/L do sal de di-amônio de glifosato ou 480 g/L do equivalente ácido de glifosato. | |||||||
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||||
SOJA GENETICAMENTE MODIFICADA | FOLHAS ESTREITAS | Realizar 1 (uma) aplicação ou aplicação sequencial sem ultrapassar a dose máxima recomendada de 3,5 L/ha. | Terrestre Aéreo | Terrestre: 100 - 150 Aérea: 20 - 40 | 56 | ||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,0 (aplicação única) 1,5 / 1,0 (aplicação sequencial) | |||||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | ||||||
Capim- arroz | Echinochloa colonum | ||||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | 2,0 (aplicação única) 1,5 / 1,0 (aplicação sequencial) | |||||
FOLHAS LARGAS | |||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 3,5 (aplicação única) 1,5 / 1,5 (aplicação sequencial) | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 3,0 (aplicação única) 1,5 / 1,0 (aplicação sequencial) | |||||
Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | 2,0 (aplicação única) 1,5 / 1,0 (aplicação sequencial) | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 1,0 (aplicação única) 1,5 / 1,0 (aplicação sequencial) | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total em pós-emergência da soja geneticamente modificada e pós-emergência das plantas daninhas. A melhor época para controle das plantas daninhas é aos 25 dias após a emergência da cultura, quando as plantas invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. É fundamental nesta operação observar que as plantas daninhas estejam recebendo uma boa cobertura, sem qualquer “efeito guarda-chuva” que possa reduzir a ação do produto. Uma aplicação será suficiente para o controle de plantas daninhas, porém, em áreas com alta infestação, poderá ocorrer um segundo fluxo de germinação, sendo necessária aplicações sequenciais que deverá ser feita levando-se em conta o período de matocompetição para a cultura, bem como os intervalos de segurança para a cultura da soja. As doses separadas por “ / ” referem-se a aplicação sequencial, onde na primeira aplicação recomenda-se o uso da dose de 1,5 L e a segunda aplicação o uso de 1,0 L. Produto comercial: Cada Litro (L) do DECISIVE® corresponde a 577 g/L do sal de di-amônio de glifosato ou 480 g/L do equivalente ácido de glifosato. | |||||||
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||||
FOLHAS ESTREITAS | Realizar no máximo 2 (duas) aplicações. | Em pré- plantio: Terrestre Aéreo | Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego | ||||
Braquiarão | Brachiaria brizantha | 4,5 | |||||
Capim- | Brachiaria | 3,0 - 4,5 | |||||
braquiária | decumbens | ||||||
CANA-DE- | Capim- | Brachiaria | 1,0 - 2,0 | Terrestre: | |||
AÇÚCAR | marmelada | plantaginea | 100 - 150 | ||||
Capim- | Cenchrus echinatus | 1,0 - 2,0 | |||||
carrapicho | |||||||
Capim- | Chloris | 3,0 - 4,5 | |||||
branco | polydactyla | ||||||
Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | 1,0 - 2,0 | |||||
Capim- amargoso* | Digitaria insularis * | 3,0 - 4,5 | |||||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | 2,0 - 4,5 | |||||
Capim- arroz | Echinochloa colonum | 1,0 - 3,0 | |||||
Capim- arroz | Echinochloa crusgalli | 3,0 - 4,5 | |||||
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica | 2,0 - 4,5 | |||||
Arroz- vermelho | Oryza sativa | 3,0 - 4,5 | |||||
Capim- colonião | Panicum maximum | 2,0 - 4,5 | |||||
FOLHAS LARGAS | |||||||
Caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus | 1,0 - 3,0 | |||||
Caruru | Amaranthus hybridus | 2,0 - 4,5 | |||||
Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 1,0 - 2,0 | |||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 - 2,0 | |||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 - 4,5 | |||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 4,5 | |||||
Erva-de- Santa- Luzia | Chamaesyce hirta | 2,0 - 3,0 | |||||
Junquinho | Cyperus ferax | 4,5 | |||||
Tiririca | Cyperus rotundus | 2,0 - 4,5 | |||||
Amendoim bravo ou leiteiro | Euphorbia heterophylla | 3 - 4,5 | |||||
Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | 3 - 4,5 | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea purpúrea | 4,5 | |||||
Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | 3,0 - 4,5 | |||||
Losna- branca | Parthenium hysterophorus | 2,0 - 4,5 | |||||
Beldroega | 3,0 - 4,5 | ||||||
Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | 2,0 - 4,5 | |||||
Guanxuma | Sida cordifolia | 3,0 - 4,5 | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 3,0 - 4,5 | |||||
Maria-preta | Solanum americanum | 2,0 - 3,0 | |||||
Erva-de-touro | Tridax procumbens | 4,5 | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar 1 (uma) aplicação em pré-plantio da cana-de-açúcar e 1 (uma) aplicação em pós-emergência da cana-de-açúcar com jato dirigido sobre as plantas daninhas nas entrelinhas da cultura. Dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento (em gramíneas plantas com 4 a 6 folhas ou antes do entouceiramento e em folhas largas com 4 a 6 folhas), maiores doses para a fase adulta ou perenizada. O melhor período para controlar as espécies de plantas daninhas perenes é próximo ao início da floração. Para as plantas daninhas anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais. *No controle da Digitaria insularis (capim-amargoso), considerar a situação de que esta planta daninha já possui biótipos relatados como resistentes ao glifosato no Brasil, (fonte: www.weedscience.com), portanto caso venham a ocorrer na área a ser aplicada com glifosato, não serão controladas. As doses indicadas deverão ser utilizadas no controle das plantas daninhas relacionadas apenas nos casos em que a resistência não foi determinada. Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. | |||||||
Produto comercial: Cada Litro (L) do DECISIVE® corresponde a 577 g/L do sal de di-amônio de glifosato ou 480 g/L do equivalente ácido de glifosato.
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||||
Controle da soqueira da cana-de-açúcar | Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 3,0 - 4,5 | Realizar no máximo 1 (uma) aplicação. | Terrestre Aéreo | Terrestre: 100 - 150 Aéreo: 20 - 40 | Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Esta aplicação deverá ser realizada quando a folha bandeira (última folha totalmente estendida da soqueira) estiver com altura média entre 0,6 m e 1,0 m em relação ao solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes de se observar a formação de colmos na soqueira. | |||||||
Produto comercial: Cada Litro (L) do DECISIVE® corresponde a 577 g/L do sal de di-amônio de glifosato ou 480 g/L do equivalente ácido de glifosato. | |||||||
No caso de áreas com infestação diversificada, a dose a ser aplicada deverá ser definida em função da planta infestante de mais difícil controle presente na área e que apresente infestação significativa.
Aplicar DECISIVE® quando as plantas daninhas estiverem em boas condições de desenvolvimento vegetativo, sem efeito de “stress” hídrico (falta ou excesso de água).
DECISIVE® não tem ação residual sobre sementes existentes no solo.
O herbicida DECISIVE® é seletivo somente quando aplicado sobre as variedades de soja geneticamente modificada, tolerantes ao glifosato, conforme as instruções de uso indicadas nesta bula.
A eficiência do produto é visualizada entre o 4° e o 10° dia após o tratamento, dependendo da planta daninha (anual ou perene) e de seu estádio de desenvolvimento.
DECISIVE® é um herbicida pós-emergente, de ação total, não seletivo às culturas convencionais (não geneticamente modificadas) quando aplicado em pós-emergência sobre as mesmas.
A seletividade para as culturas convencionais é obtida através das modalidades de aplicação, ou seja, antes do plantio das culturas anuais ou perenes, no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo ou através da aplicação dirigida ou protegida, nas entrelinhas das culturas perenes.
Para a cultura da soja geneticamente modificada para tolerância ao glifosato, o DECISIVE® é seletivo, quando aplicado em pós-emergência sobre a cultura, nas doses e estádios de aplicação recomendados.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Café | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Citros | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Milho | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Soja | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Soja OGM | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Trigo | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
As recomendações a seguir relacionadas são importantes para uma correta aplicação e para se obter os efeitos desejados.
Ao aplicar o produto, siga sempre as recomendações da bula garantindo uma boa cobertura da pulverização sobre o alvo desejado, evitando a sobreposição das faixas de aplicação. Proceda a regulagem do equipamento de aplicação terrestre ou aéreo para assegurar uma distribuição uniforme na dose correta sobre o alvo desejado.
APLICAÇÃO TERRESTRE
Utilizar equipamento de pulverização tratorizado ou autopropelido provido de barras apropriadas ou pulverização costal. Seguir as recomendações e restrições gerais.
Recomenda-se o volume de calda de aplicação entre 100 a 150 L/ha.
Para a aplicação do DECISIVE®, recomendamos a utilização de pontas de pulverização do tipo com indução de ar, que possibilitem a geração de classes de gotas grossas e muito grossas, minimizando assim o risco de deriva. A seleção correta da ponta para aplicação de herbicidas é um dos parâmetros mais importantes para se obter o resultado desejado na aplicação, evitando-se as perdas por deriva.
A barra pulverizadora deverá estar posicionada a no máximo 50 cm de altura do alvo a ser atingido. Menores alturas poderão ser utilizadas no caso de espaçamento entre bicos menores que 50 cm. Quanto menor a distância entre a barra e o alvo a ser atingido, menor a exposição das gotas e menor o impacto na aplicação pelas condições ambientais, como a evaporação e transporte pelo vento (deriva). Recomenda-se o uso de controladores automáticos de altura da barra para manter a altura ideal da ponta em relação ao alvo.
Recomenda-se a aplicação do produto quando a velocidade do vento estiver entre 5 a 15 Km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação minimizando desta forma o efeito de deriva.
Selecione uma velocidade adequada às condições do terreno, equipamento e cultura, não devendo ser superior a 25 km/h, observando o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resultam em uma melhor cobertura e deposição na área alvo e menor risco de deriva.
A pressão de trabalho deverá ser selecionada considerando o volume de calda da aplicação e o tamanho de gotas desejado. Em caso de dúvida consulte a recomendação do fabricante da ponta (bico). Observar sempre a recomendação do fabricante da ponta (bico) e trabalhar dentro da faixa de pressão recomendada, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gotas. Lembre-se que maiores pressões levam a menores tamanhos de gotas, podendo favorecer a deriva.
APLICAÇÃO AÉREA
Recomenda-se para aplicação com equipamentos aéreos de pulverização, aeronaves de asa fixa, providas com barra e pontas (bicos) apropriadas. A aplicação deve ser realizada apenas por empresas especializadas, sob orientação de um engenheiro agrônomo. Seguir as recomendações e restrições gerais
Recomenda-se o volume de calda de aplicação entre 20 a 40 L/ha.
Para a aplicação do DECISIVE®, recomendamos a utilização de pontas de pulverização que possibilitem a geração das maiores gotas possíveis, no mínimo classe de gotas grossas.
Recomenda-se altura de voo de 3 a 5 m acima do topo da cultura, com faixa de deposição adequada ao tipo de aeronave empregada. O aumento da altura de voo eleva o risco potencial de deriva.
Especial atenção deve ser dada aos efeitos de vórtices que também podem causar deriva ocasionada principalmente pelo posicionamento incorreto dos bicos em relação às asas da aeronave.
Recomenda-se a aplicação do produto com a velocidade do vento entre 3 a 10 km/h.
Aplique apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco da evaporação da calda de pulverização, reduzindo o tamanho de gota e aumentando o potencial de deriva. Evite pulverizar durante condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 55 %) e altas temperaturas (maiores que 30o C). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador. Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
Especial atenção deve ser tomada em relação ao fenômeno conhecido por inversão térmica. Não proceda aplicação com inversão térmica.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após aplicação pode afetar o desempenho do produto. Este intervalo de tempo é o mínimo necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta alvo em condições adequadas de desenvolvimento. Evite aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho. Sob risco de chuva, suspenda a aplicação.
Coloque água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 de sua capacidade de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno), adicione a quantidade recomendada de DECISIVE®. Com o agitador ligado complete o volume do tanque com água. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Armazenar e manusear apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. Não armazenar a solução em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum.
Para aplicação do produto somente utilize água limpa (sem argila, limo e matéria orgânica em suspensão).
Não aplicar DECISIVE® quando as folhas das plantas daninhas estiverem cobertas de poeira, porque nestas condições pode diminuir a ação do produto (adsorção).
Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após aplicação de DECISIVE®.
Em caso de dúvidas consultar o departamento técnico da MONSANTO DO BRASIL LTDA.
Cultura | Intervalo de Segurança (dias) |
Algodão - arroz - cana-de-açúcar - milho - trigo | (1) |
Soja | (2) |
Café | 15 |
Citros | 30 |
Eucalipto | UNA |
U.N.A.= Uso Não Alimentar
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas daninhas e pré-emergência da cultura.
O intervalo de segurança para a cultura de soja geneticamente modificada, que expressa tolerância ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação).
Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para uso durante a aplicação.
Em aplicações de dessecação de pré-plantio, no sistema de plantio direto, em soja, trigo, aveia, centeio e triticale, e em aplicações de pós-emergência do algodoeiro geneticamente modificado resistente ao glufosinato de amônio, milho geneticamente modificado resistente ao glufosinato de amônio, soja geneticamente modificado resistente ao glufosinato de amônio.
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Açaí | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,5 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 500 | 200 (terrestre) | 1 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Maria-gorda (Talinum paiculatum) | |||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim- bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. | |||||
Alface | Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 1,5 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 300 | 350 (terrestre) | 1 |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
Erva-de-bicho (Polygonum aviculare) | |||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||||
Erva-de-passarinho (Stellaria media) | |||||
Soliva (Soliva anthemifolia) | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante(2) | 400 | |||
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido na pós-emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Algodão | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 400 | 350 (terrestre) | 1 |
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Capim-massambará (Sorghum halepense) | |||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | |||||
Fedegoso (Chenopodium album) | |||||
Amendoim bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Para controle das plantas daninhas, aplicar em jato dirigido na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura. Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada e capim-massambará, realizar a aplicação no início do perfilhamento. Para carrapicho-de- carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru-rasteiro, picão-preto e fedegoso, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Algodão OGM (Organismo Geneticamente Modificado) resistente ao Glufosinato de amônio | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 a 2,5 + 0,25% v/v de adjuvante (2) | 400 a 500 | 200 - 300 (terrestre) 30 – 40 (aérea) | 2 |
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | |||||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 3,0 a 3,5 + 0,25% v/v de adjuvante (2) | 600 a 700 | 200 - 300 (terrestre) 30 – 40 (aérea) | 1 | |
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | |||||
Erva-quente (Borrieria latifolia) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar o produto em pós emergência da cultura, com adição de 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas. Recomenda-se aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 2,5 L p.c/ha. Para uma única aplicação utilizar a dosagem de 3,0 a 3,5 L p.c/ha, observando-se sempre o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas. | |||||
Aveia, Centeio e Triticale | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 400 | 200 (terrestre) | 1 |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Soja (Glycine max) | |||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||||
Arroz (Oryza sativa) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Para aplicação no sistema de Plantio Direto (dessecação pré- plantio): Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Para o caruru, guanxuma, picão-preto, erva- quente e soja, aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. No controle das | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
gramíneas, aplicar o produto sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha, até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. | |||||
Banana | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 2,0 + 0,25% v/v de adjuvante (2) | 400 | 500 (terrestre) | 1 |
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||||
Quebra-pedra (Phyllanthus tenellus) | |||||
Crepis (Crepis japonica) | |||||
Capim-guaçu (Paspalum conspersum) | |||||
Macela-branca (Gnaphalium spicatum) | |||||
Sete-sangrias (Cuphea carthagenensis) | |||||
Erva-cará (Dioscorea batatas) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas de folha larga estiverem com 2 a 6 folhas, e as de folha estreita com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo de cultura. | |||||
Batata | Caruru (Amaranthus viridis) | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 400 | 350 (terrestre) | 1 |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | |||||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas e as gramíneas com até 1 perfilho. | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Batata | Uso para DESSECAÇÃO | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 400 | 350 (terrestre) | 1 |
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar 2,0 L/ha do produto comercial + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de adjuvante (óleo vegetal ou mineral), sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba, picão-preto e guanxuma-branca com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Café | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 400 | 350 (terrestre) | 1 |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Buva (Conyza bonariensis) | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 400 | 350 (terrestre) | ||
Macela-branca (Gnaphalium spicatum) | |||||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 3,0 + 0,4% v/v de adjuvante (2) | 600 | 450 (terrestre) | ||
Guanxuma- branca (Sida glaziovii) | 2,0 + 0,25% v/v de adjuvante (2) | 400 | 500 (terrestre) | 1 | |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,5 + 0,4% v/v de adjuvante (2) | 500 | 450 (terrestre) | ||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e guanxuma- branca, aplicar quando estas estiverem com até 4 folhas. Em capim-marmelada e capim-colchão, até a fase de início do perfilhamento. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cana-de-açúcar | Uso para DESSECAÇÃO | 4,0 + 0,25% v/v de adjuvante (2) | 800 | 30 – 40 (aérea) | 1 |
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar única aplicação sobre as folhas da cana-de-açúcar na pré- colheita quando a cultura se encontrar no final do estádio de desenvolvimento vegetativo e antes da emissão da inflorescência. Programar a aplicação de acordo com a programação de colheita, com 21 a 28 dias antes da colheita da cana-de-açúcar. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Castanha-do- pará | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,5 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 500 | 200 (terrestre) | 1 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Castanha-do- pará | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,5 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 500 | 200 (terrestre) | 1 |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Maria-gorda (Talinum paiculatum) | |||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. | |||||
Cevada | Uso para DESSECAÇÃO | 1,75 + 0,25 v/v de adjuvante (2) | 350 | 200 (terrestre) | 1 |
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar o produto na dessecação em uma única pulverização, sempre com adição de 0,5 L/ha (ou 0,25% v/v) de adjuvante (óleo vegetal ou óleo mineral) na calda de aplicação. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de cevada estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Citros | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 400 | 350 (terrestre) | 1 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Citros | Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 400 | 350 (terrestre) | 1 |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Amendoim bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | |||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta daninha estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta daninha estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta daninha estiver com até 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Coco | Picão-preto (Bidens pilosa) | 2,5 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 500 | 200 (terrestre) | 1 |
Capim-marmelada (Digitaria sanguinalis) | |||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em falsa-serralha, malva-branca e picão-preto, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. | |||||
Dendê | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,5 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 500 | 200 (terrestre) | 1 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Dendê | Picão-preto (Bidens pilosa) | 2,5 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 500 | 200 (terrestre) | 1 |
Maria-gorda (Talinum paiculatum) | |||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim- bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. | |||||
Duboisia | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 400 | 200 (terrestre) | 1 |
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em guanxuma, picão-preto, nabo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Eucalipto | Erva-quente (Spermacoce alata) | 4,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 800 | 350 (terrestre) | 1 |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Capim-colonião (Panicum maximum) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Capim-gordura (Melinis minutiflora) | |||||
Cambará (Lantana camara) | |||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||||
Buva (Conyza bonariensis) | |||||
Unha-de-vaca (Bauhinia variegata) | |||||
Arranha-gato (Acacia plumosa) | |||||
Jurubeba (Solanum paniculatum) | |||||
Gervão (Stachytarpheta cayennensis) | |||||
Vassourinha-botão (Spermacoce verticillata) | |||||
Samambaia (Pteridium aquilinum) | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 400 | 350 (terrestre) | 1 | |
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós- emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem em vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das daninhas de folha estreita quando estiverem com até 4 perfilhos; e em folhas largas, com até 8 folhas. | |||||
Feijão, Feijões, Ervilha, Grão- de-bico e lentilha | Uso para DESSECAÇÃO para feijão de consumo | 1,8 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 360 | 350 (terrestre) 30 – 40 (aérea) | 1 |
Uso para DESSECAÇÃO para feijão para sementes | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 400 | |||
Número, época e intervalo de aplicação: Para dessecação em feijão para consumo: Aplicar a dose de 1,8 L/ha, quando a cultura apresentar aproximadamente 50% das vagens secas. Para dessecação em feijão para sementes: Aplicar a dose de 2,0 L/ha, somente quando a cultura apresentar 70% das vagens secas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Maçã | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 400 | 350 (terrestre) | 1 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Poaia (Richardia brasiliensis) | |||||
Trevo (Oxalis oxyptera) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar em poaia, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão-branco, picão-preto e língua-de-vaca quando a planta daninha estiver de 5 a 10 cm. Em capim-colchão, azevém e capim-marmelada com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Milho | Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | 1,5 a 2,0 + 0,2 v/v de adjuvante (2) | 300 a 400 | 350 (terrestre) | 1 |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Amendoim bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Milho | Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia) | 1,5 a 2,0 + 0,2 v/v de adjuvante (2) | 300 a 400 | 350 (terrestre) | 1 |
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim-colchão e capim-marmelada. Para as demais daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Milho OGM (Organismo Geneticamente Modificado) resistente ao Glufosinato de amônio | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,5 a 3,0 (3 perfilhos) | 500 - 600 | 100 a 200 (Terrestre) 30 a 40 (Aérea) | 1 |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | 2,5 a 3,0 (6 folhas) | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | |||||
Caruru (Amaranthus hybridus) | |||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 1,5 + 1,5 (3 folhas) | 300 + 300 | 2 | ||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | 1,5 + 1,5 (2 folhas) | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | |||||
Caruru (Amaranthus hibridus) | |||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 2,0 – 3,0 + 0,25% v/v (0,5 L/ha) de óleo metilado de soja (até 1 perfilho) | 400 - 600 | 1 | ||
Buva (Conyza bonariensis) | 2,0 – 3,0 + 0,25% v/v (0,5 L/ha) de óleo metilado de soja (2 a 4 folhas) | ||||
Soja (Glycine max) | |||||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Milho OGM (Organismo Geneticamente Modificado) resistente ao Glufosinato de amônio | Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 2,0 – 3,0 + 0,25% v/v (0,5 L/ha) de óleo metilado de soja (até 1 perfilho) | 400 - 600 | 100 a 200 (Terrestre) 30 a 40 (Aérea) | 1 |
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 2,0 – 3,0 + 0,25% v/v (0,5 L/ha) de óleo metilado de soja (2 a 4 folhas) | ||||
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar o ELIMINATE em pós-emergência da cultura do Milho Resistente ao Glufosinato de amônio e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas e considerando- se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para monocotiledôneas. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. Pode-se aplicar ELIMINATE a partir da germinação do Milho. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100 L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100 L/ha. | |||||
Nectarina/ Pêssego | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 400 | 350 (terrestre) | 1 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru, picão- branco quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Capim-colchão e capim-marmelada, quando estiver com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Pinhão | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,5 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 500 | 200 (terrestre) | 1 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Maria-gorda (Talinum paiculatum) | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Pinhão | Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | 2,5 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 500 | 200 (terrestre) | 1 |
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho- de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. | |||||
Pupunha | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,5 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 500 | 200 (terrestre) | 1 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Maria-gorda (Talinum paiculatum) | |||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim- bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. | |||||
Repolho | Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 1,5 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 300 | 350 (terrestre) | 1 |
Erva-de-passarinho (Stellaria media) | |||||
Erva-de-bicho (Polygonum persicaria) | |||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||||
Mentruz (Coronopus didymus) | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 400 | |||
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar a aplicação quando as plantas daninhas apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo de cultura. | |||||
Soja | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,5 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 500 | 350 (terrestre) | 1 |
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Poaia (Richardia brasiliensis) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Trigo (Triticum aestivum) | 3,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 600 | 350 (terrestre) | 1 | |
Aveia (Avena sativa) | |||||
Cevada (Hordeum vulgare) | |||||
Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
Centeio (Secale cereale) | |||||
Triticale (Triticum secale) | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Soja | Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 2,5 a 3,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 500 a 600 | 350 (terrestre) | 1 |
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-camalote (Rottboellia exaltata) | |||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | |||||
Buva (Conyza bonariensis) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Para aplicação no sistema de Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. Para o controle de capim-colchão e capim-marmelada, realizar o controle quando as plantas estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo, nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega realizar o controle quando as plantas estiverem com até 6 folhas. Para o controle da trapoeraba realizar o controle quando as plantas estiverem com 2 a 4 folhas. Para o controle da buva realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 12 cm de altura. Em carrapicho-de- carneiro quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Em capim-amargoso, capim-carrapicho e capim-camalote, realizar a aplicação sobre as plantas daninhas oriundas de sementes até o estádio de desenvolvimento de 3 perfilhos. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Soja | Uso para DESSECAÇÃO | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 400 | Terrestre 350 Aérea: 30 – 40 | 1 |
Número, época e intervalo de aplicação: Utilizar a dose de 2,0 L/ha do produto + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de adjuvante (óleo vegetal ou mineral), aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Soja OGM (Organismo Geneticamente Modificado) resistente ao Glufosinato de amônio | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 – 3,5 + 0,25% v/v (0,5 L/ha) de óleo metilado de soja (até 1 perfilho) | 400 - 700 | 100 a 200 (terrestre) | 2 |
Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Capim-camalote (Rotboelia exaltata) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 2,0 – 3,5 + 0,25% v/v (0,5 L/ha) de óleo metilado de soja (2 a 4 folhas) | ||||
Buva (Conyza bonariensis) | |||||
Amendoim bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Soja OGM (Organismo Geneticamente Modificado) resistente ao Glufosinato de amônio | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,5 – 3,5 + 0,25% v/v (0,5 L/ha) de óleo metilado de soja (até 1 perfilho) | 500 - 700 | 100 a 200 (terrestre) | 2 |
Caruru (Amaranthus viridis) | 2,5 – 3,5 + 0,25% v/v (0,5 L/ha) de óleo metilado de soja (2 a 4 folhas) | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Pode-se aplicar o ELIMINATE a partir da germinação da soja. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 12 a 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 3,5 L p.c./ha, de acordo com as recomendações de uso e nas situações em que ocorram novos fluxos de germinação de plantas daninhas na área. Fazer no máximo duas aplicações do produto por safra de soja. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5 L/ha por aplicação. | |||||
Trigo | Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 400 | 350 (terrestre) | 1 |
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Arroz (Oryza sativa) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||||
Soja (Glycine max) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Buva (Conyza bonariensis) | 1,5 a 2,0 + 0,5 L/ha de adjuvante (2) | 300 a 400 | 200 (terrestre) | ||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 2,0 + 0,5 L/ha de adjuvante (2) | 400 | |||
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Caruru e guanxuma devem ter até 4 folhas. Para o controle da buva oriunda de sementes, realizar a aplicação na dose de 1,5 a 2,0 L/ha quando as plantas daninhas estiverem com até 2 folhas. Para o controle das gramíneas como o capim-amargoso, aplicar sobre as plantas | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
daninhas oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Trigo | Uso para DESSECAÇÃO | 1,75 + 0,5% v/v de adjuvante (2) | 350 | 200 (terrestre) | 1 |
Número, época e intervalo de aplicação: Para dessecação de pré-colheita: Aplicar o produto na dessecação em uma única pulverização, sempre com adição de 0,25 % v/v de adjuvante (óleo vegetal ou de óleo mineral) na calda de aplicação. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura). | |||||
Uva | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 400 | 350 (terrestre) | 1 |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. Picão-preto, picão-branco e caruru devem ter até 4 folhas. Capim-marmelada deve ter até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
p.c = produto comercial
Utilizar óleo vegetal ou mineral como adjuvante, conforme recomendações acima.
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto.
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do ELIMINATE deve estar limpo de resíduos de outro defensivo. Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do ELIMINATE, acrescentar óleo vegetal ou mineral na proporção recomendada para o cultivo/alvo, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Açaí | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Alface | Polygonum aviculare | erva-de-bicho (6) | Ver detalhes |
| Algodão | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Aveia | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Banana | Ageratum conyzoides | catinga-de-bode, erva-de-são-joão (1), mentrasto | Ver detalhes |
| Batata | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Café | Ageratum conyzoides | catinga-de-bode, erva-de-são-joão (1), mentrasto | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Castanha-do-pará | Digitaria sanguinalis | capim-colchão (2), capim-das-roças (2), milhã (1) | Ver detalhes |
| Cevada | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Citros | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Coco | Emilia sonchifolia | bela-emilia, falsa-serralha, pincel | Ver detalhes |
| Dendê | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Duboisia | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Ervilha | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Eucalipto | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Feijão-caupi | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Feijão-fava | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Feijão-guandu | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Feijão-mungo | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Feijão-vagem | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Grão-de-bico | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Lentilha | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Maçã | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Milho | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Milho OGM | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Nectarina | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Pessego | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Pinhão | Talinum paniculatum | bênção-de-deus, bunda-mole, lígua-de-vaca | Ver detalhes |
| Pupunha | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Repolho | Coronopus didymus | mastruço (3), mastruz (2), mentrusto (2) | Ver detalhes |
| Soja | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Soja OGM | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Uva | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador. Para as hortaliças (alface e repolho), evitar que o produto tenha contato com a cultura, utilizar o “sistema de copinhos” cobrindo as mudinhas com copinho plástico, para protegê-las da ação herbicida do produto.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo
esta altura ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador costal, autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido à entrelinha, sobre as plantas daninhas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura das plantas daninhas, sem atingir a cultura. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação;
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático;
Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Volume de calda | Tamanho de gotas | Cobertura mínima | Altura de voo | Faixa de aplicação | Distribuição das pontas |
30 – 40 L/ha | Média - Grossa | 40 gotas/cm³ | 3 m | 15 – 18 m | 65% |
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
Entre 10 e 30 °C | Maior que 55% | Entre 3 e 10 km/h |
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
Diâmetro das gotas:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
– Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
– Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
– Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
– O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Ventos:
– A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Temperatura e Umidade:
– Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30 °C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
– Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
Inversão térmica:
– O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Alface, Cevada, Maçã, Nectarina, Pêssego, Repolho, Trigo e Uva 7
Algodão 28
Algodão OGM 116
Aveia, Centeio, Milho e Triticale (1)
Banana, Batata e Soja 10
Café 20
Cana-de-açúcar 14
Açaí, Castanha-do-pará, Citros, Coco, Dendê, Pinhão e Pupunha 40
Duboisia e Eucalipto UNA
Ervilha, Feijão, Feijões, Grão-de-bico e Lentilha 5
Milho OGM e Soja OGM 50
U.N.A = Uso não alimentar
(1) Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas, nas entrelinhas das culturas de: café, cana-de-açúcar, citros e eucalipto (Ver quadro 1).
Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou cultivo mínimo para as culturas de: algodão, arroz irrigado, milho, soja, trigo e em áreas de pousio (Ver quadro 2).
Aplicação em área total, em pós-emergência das plantas daninhas e em pós-emergência da cultura da soja geneticamente tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional (Ver quadro 3).
Aplicação em área total para erradicação de soqueira da cultura da cana-de-açúcar (Ver quadro 4).
Produto comercial: EXEMPT® corresponde a 577 g/L do sal de di-amônio de glifosato ou 480 g/L do equivalente ácido de glifosato.
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamentos de Aplicação e Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||
CAFÉ CANA-DE- AÇÚCAR CITROS EUCALIPTO | FOLHAS ESTREITAS | Café e Citros: 3 (três) aplicações. Cana-de- açúcar: 1 (uma) aplicação Eucalipto: 1 (uma) aplicação. | Equipamentos: Terrestres em jato-dirigido Volume de calda: Terrestre: 100 - 200 | Café: 15 Cana-de- açúcar: Não Determinado Citros: 30 Eucalipto: U.N.A. | ||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 1,0 – 2,0 | ||||
Capim- carrapicho | Cenchrus equinatus | |||||
Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | |||||
Capim- arroz | Echinochloa colonum | 1,0 – 3,0 | ||||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | 2,0 – 4,5 | ||||
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica* | |||||
Capim- colonião | Panicum maximum | |||||
Capim- braquiária | Brachiaria decumbens | 3,0 – 4,5 | ||||
Capim- branco | Chloris polydactyla | |||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis* | |||||
Capim- arroz | Echinochloa crusgalli* | |||||
Arroz- vermelho | Oryza sativa | |||||
Braquiarão | Brachiaria brizantha | 4,5 | ||||
FOLHAS LARGAS | ||||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 – 2,0 | ||||
Caruru-de- macha | Amaranthus viridis | |||||
Carrapicho- de-carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||
Caruru- rasteiro | Amaranthus deflexus | 1,0 – 3,0 | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 - 4,5 | ||||
Erva-de- Santa- Luzia | Chamaesyce hirta | 2,0 – 3,0 | ||||
Maria-preta | Solanum americanum | |||||
Poaia- branca | Richardia brasiliensis | 3,0 | ||||
Caruru | Amaranthus hybridus* | 2,0 – 4,5 | ||||
Tiririca | Cyperus rotundus | |||||
Losna- branca | Parthenium hysterophorus | |||||
Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | |||||
Amendoim bravo ou leiteiro | Euphorbia heterophylla* | 3,0 – 4,5 | ||||
Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | |||||
Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | |||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||
Guanxuma | Sida cordifolia | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||
Trapoeraba | Commelina | 4,5 | ||||
benghalensis | ||||||
Junquinho | Cyperus ferax | |||||
Corda-de- viola | Ipomoea purpúrea | |||||
Erva-de- touro | Tridax procumbens | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas nas entrelinhas das culturas. Durante a aplicação, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes das plantas úteis. U.N.A. = Uso não alimentar * Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. | ||||||
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamentos de Aplicação e Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||
FOLHAS ESTREITAS | Algodão, arroz irrigado, milho, trigo: 1 (uma) aplicação Soja: 1 (uma) aplicação ou aplicação sequencial sem ultrapassar a dose máxima recomendada | Equipamentos: Terrestres e aéreos Volume de calda: Terrestre: 100 - 200 Aérea: 20 - 40 | Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. | |||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | |||||
Capim- carrapicho | Cenchrus equinatus | 1,0 – 2,0 | ||||
Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | |||||
Capim- arroz | Echinochloa colonum | 1,0 – 3,0 | ||||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | |||||
ALGODÃO ARROZ IRRIGADO | Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica* | 2,0 – 4,5 | |||
Capim- colonião | Panicum maximum | |||||
Capim- braquiária | Brachiaria decumbens | |||||
MILHO | Capim- branco | Chloris polydactyla | ||||
SOJA | Capim- amargoso | Digitaria insularis* | 3,0 – 4,5 | |||
TRIGO | Capim- arroz | Echinochloa crusgalli* | ||||
ÁREAS DE POUSIO | Arroz- vermelho | Oryza sativa | ||||
Braquiarão | Brachiaria brizantha | 4,5 | ||||
FOLHAS LARGAS | ||||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | |||||
Caruru-de- macha | Amaranthus viridis | 1,0 – 2,0 | ||||
Carrapicho- de-carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||
Caruru- rasteiro | Amaranthus deflexus | 1,0 – 3,0 | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 - 4,5 | ||||
Erva-de- Santa- | Chamaesyce hirta | 2,0 – 3,0 | ||||
Luzia | ||||||
Maria-preta | Solanum americanum | |||||
Caruru | Amaranthus hybridus* | 2,0 – 4,5 | ||||
Tiririca | Cyperus rotundus | |||||
Losna- branca | Parthenium hysterophorus | |||||
Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | |||||
Amendoim bravo ou leiteiro | Euphorbia heterophylla* | 3,0 – 4,5 | ||||
Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | |||||
Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | |||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||
Guanxuma | Sida cordifolia | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 4,5 | ||||
Junquinho | Cyperus ferax | |||||
Corda-de- viola | Ipomoea purpurea | |||||
Erva-de- touro | Tridax procumbens | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas. Quando aplicado conforme recomendação controlará as plantas daninhas em uma única aplicação. Entretanto, pode ser efetuada aplicação sequencial. Neste caso, utilizar a maior dose na primeira aplicação observando que o somatório das doses não ultrapasse a dose máxima recomendada. * Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. | ||||||
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||
FOLHAS ESTREITAS | Equipamentos Terrestres e aéreos Volume de calda Terrestre: 100 - 200 Aérea: 20 - 40 | |||||
Capim- | Cenchrus | |||||
carrapicho | echinatus | |||||
Capim pé- de-galinha | Eleusine indica* | 1,0 | ||||
Capim- | Echonochloa | |||||
SOJA GENETICAMENTE MODIFICADA | arroz | colonum | 1 (uma) aplicação | 56 | ||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | 2,0 | ||||
FOLHAS LARGAS | ||||||
Trapoeraba | Commelina | 4,5 | ||||
benghalensis | ||||||
Corda-de- | Ipomoea | 3,0 | ||||
viola | grandifolia | |||||
Nabo ou | Raphanus | 1,0 | ||||
Nabiça | sativus | |||||
Guanxuma | Sida | 2,0 | ||||
rhombifolia | ||||||
FOLHAS ESTREITAS | ||||||
Capim- | Cenchrus | |||||
carrapicho | echinatus | |||||
Capim- | Digitaria | |||||
colchão | horizontalis | 1,5 / 1,0 | ||||
Capim- | Echinochloa | |||||
arroz | colonum | Aplicação | ||||
Capim-pé- | Eleusine | sequencial | ||||
de-galinha | indica* | sem | ||||
FOLHAS LARGAS | ultrapassar a | |||||
dose máxima recomendada. | ||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 1,5 / 1,5 | ||||
Corda-de- | Ipomoea | |||||
viola | grandifolia | |||||
Nabo ou | Raphanus | 1,5 / 1,0 | ||||
Nabiça | sativus | |||||
Guanxuma | Sida | |||||
rhombifolia | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total em pós-emergência da soja geneticamente modificada e das plantas daninhas. A melhor época para controle das plantas daninhas é quando se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. No caso de aplicação única o momento ideal é em torno dos 25 dias após o plantio ou em duas aplicações sendo a 1ª aos 15 - 20 dias após o plantio e a 2ª aos 15 - 20 dias após a primeira aplicação, e não aplicar no estágio reprodutivo da cultura. É fundamental nessa operação observar que as plantas daninhas estejam recebendo uma boa cobertura da calda, e que não haja qualquer “efeito guarda-chuva” que possa reduzir a ação do produto. As doses separadas por “/” referem-se à aplicação sequencial ou duas aplicações. *Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. | ||||||
Cultura | Finalidade de Uso | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) |
CANA-DE- AÇÚCAR | Controle da Soqueira | 3,0 – 4,5 | 1 (uma) aplicação | Equipamentos Terrestres e aéreos Volume de calda Terrestre: 100 - 200 Aérea: 20 - 40 | Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total para erradicação da soqueira da cultura da cana-de-açúcar. Esta aplicação deverá ser realizada quando a folha bandeira (última folha totalmente estendida da soqueira) estiver com altura média entre 0,6 m e 1,0 m em relação ao solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes de se observar a formação de colmos na soqueira. | |||||
No caso de áreas com infestação diversificada, a dose a ser aplicada deverá ser definida em função da planta infestante de mais difícil controle presente na área e que apresente infestação significativa.
Dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento e maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
O melhor período para controlar as espécies de plantas daninhas perenes é próximo ao início da floração. Para as plantas daninhas anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais.
Aplicar EXEMPT® quando as plantas daninhas estiverem em boas condições de desenvolvimento vegetativo, sem efeito de “stress” hídrico (falta ou excesso de água).
O herbicida EXEMPT® é seletivo somente quando aplicado sobre a variedade de soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato, conforme as instruções de uso indicadas nesta bula.
A eficiência do produto pode ser visualizada entre o 7º e 14° dia após a aplicação, dependendo da planta daninha (anual ou perene) e de seu estádio de desenvolvimento.
A seletividade para as culturas convencionais é obtida através das modalidades de aplicação, ou seja, antes do plantio das culturas anuais ou perenes, no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo ou através da aplicação dirigida ou protegida, nas entrelinhas das culturas perenes.
Para a cultura de soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato, o EXEMPT® é seletivo, quando aplicado em pós-emergência sobre a cultura, nas doses e estádios de aplicação recomendados.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Echinochloa colona | capim-arroz (1), capim-coloninho (2), capim-jaú (1) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Café | Brachiaria brizantha | braquiarão, braquiária-brizanta, braquiária-do-alto | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Citros | Brachiaria brizantha | braquiarão, braquiária-brizanta, braquiária-do-alto | Ver detalhes |
| Eucalipto | Richardia brasiliensis | poaia, poaia-branca, poaia-do-campo (2) | Ver detalhes |
| Milho | Brachiaria brizantha | braquiarão, braquiária-brizanta, braquiária-do-alto | Ver detalhes |
| Soja | Saccharum officinarum | cana-de-açucar | Ver detalhes |
| Soja OGM | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Trigo | Brachiaria brizantha | braquiarão, braquiária-brizanta, braquiária-do-alto | Ver detalhes |
As recomendações a seguir relacionadas são importantes para uma correta aplicação e para se obter os efeitos desejados.
Ao aplicar o produto, siga sempre as recomendações da bula garantindo uma boa cobertura da pulverização sobre o alvo desejado, evitando a sobreposição das faixas de aplicação. Proceda a regulagem do equipamento de aplicação terrestre ou aéreo para assegurar uma distribuição uniforme na dose correta sobre o alvo desejado.
Certifique-se de que o tanque do equipamento de pulverização esteja limpo (isento de resíduos) antes de iniciar a operação.
Coloque água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 de sua capacidade de forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) adicione a quantidade recomendada de EXEMPT®.
No caso de pulverizador tratorizado ligue o sistema de agitação do tanque e adicione a quantidade recomendada de produto. Ou, no caso de pulverizador costal, agite a água manualmente.
Com o agitador ligado, complete o volume do tanque com água mantendo a mangueira, assim como o sistema de retorno, submersos no líquido.
Mantenha a calda sob constante agitação durante a pulverização.
Não deixe a calda de agroquímicos preparada de um dia para outro, a aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
APLICAÇÃO TERRESTRE
Utilizar equipamento de pulverização tratorizado provido de barras apropriadas ou pulverização costal. Seguir as recomendações e restrições gerais.
Recomenda-se o volume de calda de aplicação entre 100 a 200 L/ha.
Para a aplicação do EXEMPT®, recomendamos a utilização de pontas de pulverização com indução de ar, que possibilitem a geração de gotas da classe grossa e muito grossa, minimizando assim o risco de deriva. A seleção correta da ponta para aplicação de herbicidas é um dos parâmetros mais importantes para se obter o resultado desejado na aplicação, evitando-se as perdas por deriva.
A barra pulverizadora deverá estar posicionada a 50 cm de altura do alvo a ser atingido. Menores alturas poderão ser utilizadas no caso de espaçamento entre bicos menores que 50,0 cm. Quanto menor a distância entre a altura da barra e o alvo a ser atingido, menor a exposição das gotas e menor o impacto na aplicação pelas condições ambientais, como a evaporação e transporte pelo vento (deriva). Recomenda-se o uso de controladores automáticos de altura da barra para manter a altura ideal da ponta em relação ao alvo.
Recomenda-se a aplicação do produto quando a velocidade do vento não ultrapassar 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação minimizando desta forma o efeito de deriva.
Selecione uma velocidade adequada às condições do terreno, equipamento e cultura, observando o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. As aplicações efetuadas em velocidades mais baixas, geralmente resultam em uma melhor cobertura e deposição do produto na área alvo e menor risco de deriva. Não aplique com velocidades superiores a 25 km/h.
A pressão de trabalho deverá ser selecionada considerando o volume de calda da aplicação e o tamanho de gotas desejado. Em caso de dúvida consulte a recomendação do fabricante da ponta (bico). Observar sempre a recomendação do fabricante da ponta (bico) e trabalhar dentro da faixa de pressão recomendada, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gotas. Lembre-se que maiores pressões levam a menores tamanhos de gotas, podendo favorecer a deriva.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota grossa a muito grossa, direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
APLICAÇÃO AÉREA
Recomenda-se para aplicação com equipamentos aéreos de pulverização, aeronaves providas com barra e pontas (bicos) apropriadas. A aplicação deve ser realizada apenas por empresas especializadas, sob orientação de um engenheiro agrônomo. Seguir as recomendações e restrições gerais.
Recomenda-se o volume de calda de aplicação entre 20 a 40 L/ha.
Para a aplicação do EXEMPT®, recomendamos a utilização de pontas de pulverização que possibilitem a geração das maiores gotas possíveis, no mínimo classe de gotas grossas.
Recomenda-se altura de voo de 3 a 5 m acima do topo da cultura, com faixa de deposição adequada ao tipo de aeronave empregada. O aumento da altura de voo eleva o risco potencial de deriva.
Especial atenção deve ser dada aos efeitos de vórtices que também podem causar deriva ocasionada principalmente pelo posicionamento incorreto dos bicos em relação às asas da aeronave.
Recomenda-se a aplicação do produto quando a velocidade do vento não ultrapassar 10 km/h.
Para o efeito de segurança operacional, a aplicação aérea fica restrita à área a ser tratada, observando as seguintes regras:
Nas aplicações realizadas próximas às culturas susceptíveis, os danos serão de inteira responsabilidade da empresa aplicadora;
Aplique apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco da evaporação da calda de pulverização, reduzindo o tamanho de gota e aumentando o potencial de deriva. Evite pulverizar durante condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 55 %) e altas temperaturas (maiores que 30o C). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e às condições climáticas (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador. Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
Especial atenção deve ser tomada em relação ao fenômeno conhecido por inversão térmica. Não proceda aplicação com inversão térmica.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após aplicação pode afetar o desempenho do produto. Este intervalo de tempo é o mínimo necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta alvo em condições adequadas de desenvolvimento. Evite aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho. Sob risco de chuva, suspenda a aplicação.
Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação).
Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPIs recomendados para uso durante a aplicação.
Cultura | Alvo biológico | Estádio das plantas daninhas | Doses (L p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Nome comum/ científico | |||||
Caruru-de-mancha | |||||
Amaranthus viridis | |||||
Picão-branco | |||||
ALFACE aplicação em jato dirigido, no sistema de copinhos, na pós- emergência das plantas daninhas | Galinsoga parviflora | 2 - 4 folhas | 1,5 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/v | Terrestre: 350 | 1 |
Erva-de-bicho Polygonum aviculare | |||||
Serralha Sonchus oleraceus | |||||
Erva-de-passarinho | |||||
Stellaria media | |||||
Soliva Soliva anthemifolia | 2,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/v | ||||
Utilizar a maior dose em situações em que haja maior infestação e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas. As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. | |||||
Cultura | Alvo biológico Nome comum/ científico | Estádio das plantas daninhas | Doses (L p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Capim-pé-de-galinha | |||||
Eleusine indica | |||||
Capim-colchão | |||||
Digitaria sanguinalis | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | ||||
Capim-massambará | |||||
Sorghum halepense | |||||
ALGODÃO aplicação em jato dirigido, na entrelinha da cultura, quando essa atingir 40 cm ou mais de altura | Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | 2,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/v | Terrestre: 350 | 1 | |
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Amendoim-bravo | |||||
Euphorbia heterophylla | 2 - 4 folhas | ||||
Caruru-rasteiro | |||||
Amaranthus deflexus | |||||
Picão-preto | |||||
Bidens pilosa | |||||
Fedegosa | |||||
Chenopodium album | |||||
Utilizar a maior dose em situações em que haja maior infestação e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas. As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. | |||||
Cultura | Alvo biológico | Estádio das plantas daninhas | Doses | Volume de calda | Número Máximo de Aplicações |
Nome comum/ científico | (L p.c./ha) | (L/ha) | |||
Capim-marmelada | |||||
Brachiaria plantaginea | Até 2 perfilhos | ||||
Capim-carrapicho | |||||
ALGODÃO Liberty Link® aplicação em pós- emergência da cultura | Cenchrus echinatus | 2,0 - 2,5 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,25% v/v | Terrestre: 200 - 300 Aérea: 30 - 40 | 2 (1) | |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 2 - 4 folhas | ||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Apaga-fogo | |||||
Alternanthera tenella |
Cultura | Alvo biológico Nome comum/ científico | Estádio das plantas daninhas | Doses (L p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Capim-marmelada | |||||
Brachiaria plantaginea | 2 - 4 perfilhos | ||||
Capim-carrapicho | |||||
Cenchrus echinatus | |||||
Corda-de-viola | |||||
ALGODÃO Liberty Link® - aplicação em pós- emergência da cultura | Ipomoea grandifolia | 4 - 8 folhas | 3,0 - 3,5 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,25% v/v | Terrestre: 200 - 300 Aérea: 30 - 40 | 1 |
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Apaga-fogo Alternanthera tenella | |||||
Erva-quente | |||||
Spermacoce latifolia | |||||
Beldroega | |||||
Portulaca oleracea | |||||
Utilizar a maior dose em situações em que haja maior infestação e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas. (1) Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias. As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. | |||||
Cultura | Alvo biológico Nome comum/ científico | Estádio das plantas daninhas | Doses (L p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Capim-colchão | |||||
Digitaria horizontalis | |||||
Capim-guaçu Paspalum conspersum | Até 1 perfilho | ||||
Capim-pé-de-galinha | |||||
Eleusine indica | |||||
Quebra-pedra | |||||
BANANA aplicação em jato dirigido ou nas entrelinhas de plantio | Phyllanthus tenellus | 2,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,25% v/v | Terrestre: 500 | 1 | |
Crepis Crepis japonica | |||||
Macela-branca | |||||
Gnaphalium spicatum | 4 - 6 folhas | ||||
Mentrasto | |||||
Ageratum conyzoides | |||||
Sete-sangrias | |||||
Cuphea carthagenensis | |||||
Erva-cará | |||||
Dioscorea batatas | |||||
As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. | |||||
Cultura | Alvo biológico Nome comum/ científico | Estádio das plantas daninhas | Doses (L p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Caruru | |||||
Amaranthus viridis | |||||
Picão-preto | |||||
Bidens pilosa | |||||
Guanxuma | |||||
BATATA aplicação em pré-emergência da cultura na fase de "crackingtiming" (fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura) | Sida rhombifolia | 2 - 4 folhas | 2,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/v | Terrestre: 350 | 1 |
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Nabiça Raphanus raphanistrum | |||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | |||||
Erva-quente | |||||
Spermacoce alata | |||||
Capim-colchão | |||||
Digitaria sanguinalis | Até 1 perfilho | ||||
Capim-carrapicho | |||||
Cenchrus echinatus | |||||
As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. | |||||
Cultura | Alvo biológico | Doses (L p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
BATATA dessecação de "batata consumo" sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita | Dessecação das ramas da batata | 2,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral 0,2% v/v (0,7 L/ha) | Terrestre: 350 | 1 |
Trapoeraba, picão-preto e guanxuma-branca com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. | ||||
Cultura | Alvo biológico Nome comum/ científico | Estádio das plantas daninhas | Doses (L p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Trapoeraba | |||||
Commelina benghalensis | |||||
Picão-preto | |||||
Bidens pilosa | |||||
Buva | |||||
Conyza bonariensis | |||||
Macela-branca Gnaphalium spicatum | Até 4 folhas | 2,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral 0,2% v/v | Terrestre: 350 | ||
Mentrasto | |||||
Ageratum conyzoides | |||||
CAFÉ aplicação em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período vegetativo de novembro a abril | Caruru Amaranthus viridis | 3 | |||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | Até 6 folhas | 3,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,4% v/v | Terrestre: 450 | ||
2,0 | |||||
Guanxuma-branca Sida glaziovii | 2 - 4 folhas | Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,25% v/v | Terrestre: 500 | ||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | Até 2 perfilhos | 2,5 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,4% v/v | Terrestre: 450 | ||
Capim-colchão | |||||
Digitaria horizontalis | |||||
Utilizar a maior dose em situações em que haja maior infestação e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas. As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. Para mais de uma aplicação, recomenda-se utilizar doses de até o máximo de 2,25 L/ha, com intervalo de 25 dias. | |||||
Cultura | Alvo biológico | Doses (L p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
CANA-DE-AÇÚCAR dessecação pré-colheita, no final do estádio de desenvolvimento vegetativo da cultura e antes da emissão da inflorescência | Dessecação da cultura | 4,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,25% v/v | Aérea: 30 - 40 | 1 |
Programar a aplicação de Finale® de acordo com a programação de colheita, com 21 a 28 dias antes da colheita da cana- de-açúcar. | ||||
Cultura | Alvo biológico | Doses (L p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
CEVADA dessecação pré-colheita | Dessecação da cultura | 1,75 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,25% v/v | Terrestre: 200 | 1 |
Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de cevada estiverem amarelos e fisiologicamente maduros (estágio GS 87) grãos dourados (massa dura). | ||||
Cultura | Alvo biológico Nome comum/ científico | Estádio das plantas daninhas | Doses (L p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Capim-marmelada | |||||
Brachiaria plantaginea | |||||
Capim-colchão | |||||
Digitaria horizontalis | |||||
Digitaria sanguinalis | |||||
Capim-amargoso | Até 1 perfilho | ||||
Digitaria insularis | |||||
Capim-carrapicho | |||||
Cenchrus echinatus | |||||
Capim-pé-de-galinha | |||||
CITROS aplicação no sistema de coroamento e em jato dirigido na linha de plantio sem atingir a cultura | Eleusine indica | 2,0 Adicionar óleo vegetal a 0,2% v/v | Terrestre: 350 | 1 | |
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Amendoim-bravo | |||||
Euphorbia heterophylla | Até 4 folhas | ||||
Trapoeraba | |||||
Commelina benghalensis | |||||
Maria-gorda | |||||
Talinum paniculatum | |||||
Falsa-serralha | |||||
Emilia sonchifolia | |||||
Malva-branca | |||||
Sida cordifolia | |||||
As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. | |||||
Cultura | Alvo biológico Nome comum/ científico | Estádio das plantas daninhas | Doses (L p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
COCO, AÇAÍ, CASTANHA- DO- PARÁ, DENDÊ, PINHÃO, PUPUNHA aplicação em jato dirigido ou nas entrelinhas de plantio na pós- emergência das plantas daninhas, sem atingir a cultura | Caruru-branco Amaranthus hybridus | 4 a 8 folhas | 2,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/v | Terrestre: 350 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Buva Conyza bonariensis | |||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | Até 2 perfilhos | ||||
Capim-amargoso Digitaria insularis | |||||
As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. | |||||
Cultura | Alvo biológico | Estádio das plantas daninhas | Doses (L p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Nome comum/ científico | |||||
Samambaia Pteridium aquilinum | 2,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/v | ||||
Capim-gordura Melinis minutiflora | |||||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Cambará Lantana camara | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Falsa-serralha | |||||
Emilia sonchifolia | |||||
EUCALIPTO aplicação em jato dirigido nas entrelinhas da cultura | Serralha Sonchus oleraceus | Até 8 folhas | 4,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/v | Terrestre: 350 | 1 |
Buva Conyza bonariensis | |||||
Unha-de-vaca | |||||
Bauhinia variegata | |||||
Arranha-gato | |||||
Acacia plumosa | |||||
Jurubeba Solanum paniculatum | |||||
Capim-colonião Panicum maximum | |||||
Vassourinha-botão Spermacoce verticillata | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Gervão | |||||
Stachytarpheta cayennensis | |||||
As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. | |||||
Cultura | Alvo biológico | Estádio das plantas daninhas | Doses (L p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
EUCALIPTO aplicação em jato dirigido nas entrelinhas da cultura | Controle do Broto ladrão | 1,5 a 2,0 m de altura | 2,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/v | Terrestre: 350 | 1 |
Cultura | Alvo biológico Nome comum/ científico | Estádio da cultura | Doses (L p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
1,8 | |||||
FEIJÃO dessecação em pré-colheita da cultura | Dessecação em feijão para consumo | 50% das vagens secas | Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/v | Terrestre: 350 Aérea: 30 - 40 | 1 |
Dessecação em feijão para sementes | 70% das vagens secas | 2,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/v |
Cultura | Alvo biológico Nome comum/ científico | Estádio das plantas daninhas | Doses (L p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Capim-marmelada | |||||
Brachiaria plantaginea | |||||
Capim-amargoso | |||||
Digitaria insularis | 1 a 4 perfilhos | ||||
Capim-carrapicho | |||||
Cenchrus echinatus | |||||
FEIJÃO aplicação na dessecação pré- semeadura do cultivo do feijão em área total | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 2,0 - 3,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/v | Terrestre: 100 - 150 Aérea: 30 - 40 | 1 | |
Leiteiro Euphorbia heterophylla | |||||
Picão-preto | |||||
Bidens pilosa | |||||
Corda-de-viola Ipomoea triloba | 2 - 4 folhas | ||||
Caruru-roxo Amaranthus hybridus | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas; | |||||
Cultura | Alvo biológico Nome comum/ científico | Estádio das plantas daninhas | Doses (L p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | Até 1 perfilho | ||||
Azevém Lolium multiflorum | |||||
Língua-de-vaca | |||||
Rumex obtusifolius | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
MAÇÃ aplicação em jato dirigido na linha da cultura adulta, sem atingi-la | Nabo Raphanus raphanistrum | 2 - 4 folhas | 2,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/v | Terrestre: 350 | 1 |
Serralha Sonchus oleraceus | |||||
Losna-branca Parthenium hysterophorus | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
Maria-mole Senecio brasiliensis | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Poaia Richardia brasiliensis | |||||
Trevo Oxalis oxyptera | |||||
As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. | |||||
Cultura | Alvo biológico Nome comum/ científico | Estádio das plantas daninhas | Doses (L p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
MILHO aplicação em jato dirigido nas entrelinhas da cultura | Capim-colchão Digitaria sanguinalis | Até 1 perfilho | 1,5 - 2,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/v | Terrestre: 350 | 1 |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | 2 - 4 folhas | ||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia | |||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Malva-branca Sida cordifolia | |||||
Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. | |||||
Cultura | Alvo biológico Nome comum/ científico | Estádio das plantas daninhas | Doses (L p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
MILHO aplicação na dessecação pré- semeadura da cultura em área total | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 1 a 4 perfilhos | 2,0 - 3,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/v | Terrestre: 100 - 150 Aérea: 30 - 40 | 1 |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-amargoso Digitaria insularis | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Caruru-roxo Amaranthus hybridus | 2 - 4 folhas | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Leiteiro Euphorbia heterophylla | |||||
Buva Conyza sp. | |||||
Corda-de-viola Ipomoea triloba | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Soja Glycine max | |||||
Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. | |||||
Cultura | Alvo biológico Nome comum/ científico | Estádio das plantas daninhas | Doses (L p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
NECTARINA, NÊSPERA, PERA, PÊSSEGO, AMEIXA aplicação em jato dirigido, sem atingir a cultura | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/v | Terrestre: 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | 2 - 4 folhas | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. | |||||
Cultura | Alvo biológico Nome comum/ científico | Estádio das plantas daninhas | Doses (L p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
PASTAGEM dessecação em pré-semeadura da forrageira, em área total | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 1 - 4 folhas | 2,5 - 3,5 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,25% v/v | Terrestre: 150 | 1 |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Capim-amargoso Digitaria insularis | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 2 - 4 folhas | 3,0 - 3,5 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,25% v/v | |||
Caruru-roxo Amaranthus hybridus | |||||
Corda-de-viola Ipomoea triloba |
Cultura | Alvo biológico Nome comum/ científico | Estádio das plantas daninhas | Doses (L p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
PASTAGEM dessecação em pré-semeadura da forrageira, em área total | Picão-preto Bidens pilosa | 2 - 4 folhas | 3,0 - 3,5 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,25% v/v | Terrestre: 150 | 1 |
Leiteiro Euphorbia heterophylla | |||||
As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. | |||||
Cultura | Alvo biológico Nome comum/ científico | Estádio das plantas daninhas | Doses (L p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
REPOLHO aplicação em jato dirigido | Erva-de-passarinho Stellaria media | 2 - 4 folhas | 1,5 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/v | Terrestre: 350 | 1 |
Erva-de-bicho Polygonum persicaria | |||||
Serralha Sonchus oleraceus | |||||
2,0 | |||||
Mentruz Coronopus didymus | Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/v | ||||
Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. | |||||
Cultura | Alvo biológico | Estádio das plantas daninhas | Doses (L p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Nome comum/ científico | |||||
Capim-marmelada | |||||
Brachiaria plantaginea | Até 2 perfilhos | ||||
Capim-colchão | |||||
Digitaria sanguinalis | |||||
Amendoim-bravo | |||||
Euphorbia heterophylla | |||||
Nabo | |||||
SOJA dessecação em pré-semeadura da cultura, em área total | Raphanus raphanistrum | 2 - 6 folhas | 2,5 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/v | Terrestre: 350 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Poaia | |||||
Richardia brasiliensis | |||||
Caruru | |||||
Amaranthus viridis | |||||
Beldroega | |||||
Portulaca oleracea | |||||
Trapoeraba | 2 - 4 folhas | ||||
Commelina benghalensis | |||||
As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. | |||||
Cultura | Alvo biológico Nome comum/ científico | Estádio das plantas daninhas | Doses (L p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Trigo | |||||
Triticum aestivum | |||||
Aveia | |||||
Avena sativa | |||||
Cevada Hordeum vulgare | Até 2 perfilhos | 3,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/v | |||
Azevém Lolium multiflorum | |||||
Centeio | |||||
Secale cereale | |||||
SOJA dessecação em pré-semeadura da cultura, em área total | Triticale Triticum secale | Terrestre: 350 | 1 | ||
Capim-amargoso Digitaria insularis | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | Até 3 perfilhos | ||||
Capim-camalote Rotboellia exaltata | 2,5 - 3,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/v | ||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | Até 4 folhas | ||||
Erva-quente | |||||
Spermacoce latifolia | Até 8 folhas | ||||
Buva | |||||
Conyza bonariensis | |||||
As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. | |||||
Cultura | Alvo biológico | Estádio da cultura | Doses | Volume de calda | Número Máximo de Aplicações |
Nome comum/ científico | (L p.c./ha) | (L/ha) | |||
SOJA dessecação em pré-colheita da cultura | Dessecação pré-colheita | 8 dias antes da colheita | 1,5 a 2,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral 0,5% v/v, não ultrapassando essa dose de adjuvante por aplicação. | Terrestre: 100 - 150 Aérea: 30 - 40 | 1 |
Dessecação de soja destinada à grãos: realizar aplicação quando as plantas estivem no estágio fenológico 7.2 (plantas apresentando 50 a 75% de folhas e vagens amarelas). Sempre observar a uniformidade do estádio das plantas, ramos secos e maduros. Para confirmar estádio fenológico, retirar as plantas do solo e observar se no sistema radicular, os nódulos fixadores de nitrogênio se apresentam escuros e com cheiro forte, indicando o final do ciclo. Respeitar o intervalo de 8 dias antes da colheita. Dessecação de soja destinada à sementes: realizar aplicação quando as plantas estivem no estágio fenológico 7.3 (quando as plantas apresentarem 75% ou mais de folhas e vagens amarelas), quando o cultivo se apresentar c o m as sementes fisiologicamente maduras e com umidade das sementes em torno de 50%. Também deve ser observado a uniformidade da área e a maturação dos ramos. Se houver desuniformidade com presença de ramos verdes, deve-se aguardar até que pelo menos 95% das plantas se apresentem no estádio descrito. Para confirmar estádio fenológico, retirar as plantas do solo e observar se no sistema radicular, os nódulos fixadores de nitrogênio se apresentam escuros e com cheiro forte, indicando o final do ciclo. ara confirmar estádio fenológico, retirar as plantas do solo e observar se no sistema radicular, os nódulos fixadores de nitrogênio se apresentam escuros e com cheiro forte, indicando o final do ciclo. o, retirar as plantas do solo e observar se no sistema radicular, os nódulos fixadores de nitrogênio se apresentam escuros e com cheiro forte, indicando o final do ciclo. Respeitar o intervalo de 8 dias antes da colheita. | |||||
Cultura | Alvo biológico | Estádio das plantas daninhas | Doses | Volume de calda | Número Máximo de Aplicações |
Nome comum/ científico | (L p.c./ha) | (L/ha) | |||
TRIGO aplicação na dessecação pré- semeadura da cultura em área total. | Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | Até 1 perfilho | 2,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/v | Terrestre: 350 | 1 |
Capim-pé-de- galinha Eleusine indica | |||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | |||||
Arroz Oryza sativa | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | ||||
Guanxuma Sida cordifolia | |||||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Soja Glycine max | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Buva Conyza bonariensis | 1,5 - 2,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,5% v/v | Terrestre: 200 | |||
Capim-amargoso Digitaria insularis | Até 1 perfilho | 2,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,5% v/v | |||
A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. | |||||
Cultura | Alvo biológico Nome comum/ científico | Estádio da cultura | Doses (L p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
TRIGO dessecação em pré-colheita da cultura | Dessecação pré-colheita | Grãos de trigo amarelos/ massa mole a grãos dourados/ massa dura | 1,75 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,25% v/v | Terrestre: 200 | 1 |
Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem amarelos e fisiologicamente maduros (estágio GS 87) grãos dourados (massa dura). | |||||
Cultura | Alvo biológico Nome comum/ científico | Estádio da cultura | Doses (L p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
TRITICALE dessecação em pré-colheita da cultura | Dessecação pré-colheita | Grãos de triticale amarelos/ massa mole a grãos dourados/ massa dura | 1,75 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,25% v/v | Terrestre: 200 Aérea: 30 - 40 | 1 |
Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de triticale estiverem amarelos e fisiologicamente maduros (estágio GS 87) grãos dourados (massa dura). | |||||
Cultura | Alvo biológico Nome comum/ científico | Estádio das plantas daninhas | Doses (L p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Capim-marmelada | Até 1 perfilho | ||||
Brachiaria plantaginea | |||||
UVA aplicação em jato dirigido | Picão-branco Galinsoga parviflora | 2 - 4 folhas | 2,0 Adicionar óleo vegetal ou mineral a 0,2% v/v | Terrestre: 350 | 1 |
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Picão-preto | |||||
Bidens pilosa | |||||
Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. | |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes | |
| Açaí | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Alface | Stellaria media | centochio, erva-de-passarinho (2), esparguta (2) | Ver detalhes |
| Algodão | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Ameixa | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Banana | Dioscorea batatas | cará, cará-do-pará, erva-cará | Ver detalhes |
| Batata | Spermacoce alata | erva-de-lagarto (1), erva-quente (1), perpetua-do-mato (1) | Ver detalhes |
| Café | Ageratum conyzoides | catinga-de-bode, erva-de-são-joão (1), mentrasto | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Castanha-do-pará | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Cevada | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Citros | Talinum paniculatum | bênção-de-deus, bunda-mole, lígua-de-vaca | Ver detalhes |
| Coco | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Dendê | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Eucalipto | Pteridium aquilinum | pluma-grande, samambaia, samambaia-das-taperas | Ver detalhes |
| Feijão | Ipomoea triloba | Corda de viola, Corriola | Ver detalhes |
| Maçã | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Milheto | Glycine max | soja | Ver detalhes |
| Milho | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Nectarina | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Nêspera | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Pastagens | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Pera | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Pessego | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Pinhão | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Pupunha | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Repolho | Coronopus didymus | mastruço (3), mastruz (2), mentrusto (2) | Ver detalhes |
| Soja | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Trigo | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Triticale | Dessecação pré-colheita | Dessecação pré-colheita | Ver detalhes |
| Uva | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Para as hortaliças (alface e repolho), evitar que o produto tenha contato com a cultura, utilizar o “sistema de copinhos” cobrindo as mudinhas com copinho plástico, para protegê-las da ação herbicida do produto.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador costal, autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido à entrelinha, sobre as plantas daninhas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura das plantas daninhas, sem atingir a cultura. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Aplicação Aérea:
Utilizar aeronaves agrícolas equipadas com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação;
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático;
Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Volume de calda | Tamanho de gotas | Cobertura mínima | Altura de voo | Faixa de aplicação | Distribuição das pontas |
30 - 40 L/ha | Média - Grossa | 40 gotas/cm² | 3 m | 15 - 18 m | 65% |
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
Entre 10 e 30°C | maior que 55% | entre 3 e 10km/h |
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
CULTURA | DIAS |
Açaí | 40 |
Alface | 7 |
Algodão (jato dirigido) | 28 |
Algodão LibertyLink® | 116 |
Ameixa | 07 |
Banana | 10 |
Batata | 10 |
Café | 20 |
Cana-de-açúcar | 14 |
Castanha-do-pará | 40 |
Cevada | 7 |
Citros | 40 |
Coco | 40 |
Dendê | 40 |
Eucalipto | U.N.A. |
Feijão (dessecante) | 5 |
Feijão (pré-plantio) | (1) |
Maçã | 7 |
Milho (jato dirigido) | (1) |
Nectarina | 7 |
Nêspera | 7 |
Pera | 7 |
Pastagem | U.N.A. |
Pêssego | 7 |
Pinhão | 40 |
Pupunha | 40 |
Repolho | 7 |
Soja (dessecante) | 8 |
Soja (pós-emergência) | 10 |
Trigo (dessecante) | 7 |
Trigo (pós-emergência) | (1) |
Triticale (dessecante) | 7 |
Uva | 7 |
U.N.A: Uso Não Alimentar
: Não determinado devido à modalidade de emprego
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
AUBA é um agente microbiológico de controle (AMC) que pode ser usado em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico de nematoide-das-galhas (Meloidogyne incognita).
AUBA tem como seu ingrediente ativo a bactéria Bacillus amyloliquefaciens cepa CN-307. Essa bactéria protege a planta através de um biofilme formado a partir da colonização do sistema radicular, impedindo ou reduzindo a infecção pelo patógeno.
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO Nome comum (Nome científico) | DOSE | VOLUME DE CALDA | NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÕES |
Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico. Eficiência agronômica comprovada para a cultura da soja. | Nematoide-das-galhas (Meloidogyne incognita) | 0,400 a 0,800 L/ha | 60 L/ha | 1 (uma) única aplicação no momento da semeadura ou plantio. |
Utilize a dose mais alta em regiões com histórico de nematoides e/ou em condições mais favoráveis ao desenvolvimento deste alvo (histórico de alta pressão, temperaturas e precipitações altas). As menores doses devem ser utilizadas em locais de menor pressão e/ou em condições climáticas menos favoráveis ao desenvolvimento da praga.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Café | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Citros | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Pinus | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Soja | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
A aplicação deverá ser feita por pulverização dirigida no sulco de plantio.
Preparar a calda pouco antes da aplicação. Recomenda-se a adição do produto em água limpa, sob agitação lenta, até formar calda homogênea. O volume recomendado de calda é de 60 L/ha.
Aplicar usando pulverizador costal (manual ou motorizado) ou tratorizado, equipado com sistema de agitação constante da calda. Usar bico que proporcione gotas finas. Regular a pressão conforme recomendação do fabricante do pulverizador.
O Engenheiro Agrônomo pode recomendar os equipamentos utilizados para aplicação, desde que sejam tomados os cuidados para evitar a deriva e perdas do produto por evaporação.
Observar as recomendações constantes na seção LIMITAÇÕES DE USO.
Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.
Não entre na área em que o produto foi aplicado, aguardar pelo menos 4 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso necessite entrar na área tratada antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para a aplicação do produto.
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto comercial (L/ha) | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
ARROZ | Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla)¹ | 1,5 – 2,0 | 01 | TERRESTRE 200 |
Angiquinho (Aeschynomene rudis)¹ | ||||
Capim-de-botão (Cyperus luzulae) | TERRESTRE 200 – 400 | |||
Capim-colchão/Capim-milhã (Digitaria horizontalis) | ||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | ||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | ||||
Capim-penacho (Eragrostis ciliaris) | ||||
Capim-milhã/Milhã-vermelha (Panicum fasciculatum) | ||||
Erva-lombrigueira/Lombrigueira (Spigelia anthelmia) | ||||
Falso-alecrim-da-praia (Fimbristylis dichotoma) | ||||
Fedegoso-branco (Senna obtusifolia) | ||||
Flor-de-ouro/Estrelinha (Melampodium divaricatum) | ||||
Guanxuma (Sida cordifolia)¹ | TERRESTRE 200 | |||
Guanxuma (Sida glaziovii)¹ | ||||
Guanxuma/Mata-pasto (Sida rhombifolia) | TERRESTRE 200 – 400 | |||
Joá-de-capote (Physalis angulata) | ||||
Junquinho/Chufa (Cyperus ferax) | ||||
Picão-preto (Bidens Pilosa)¹ | TERRESTRE 200 |
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto comercial (L/ha) | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
ARROZ | Poaia-botão/Vassourinha-de- botão (Spermacoce verticillata) | 1,5 – 2,0 | 01 | TERRESTRE 200 – 400 |
Vassourinha-curraleira (Sida acuta) | ||||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis)¹ | 1,8 – 2,0 | TERRESTRE 200 | ||
Beldroega (Portulaca oleracea)¹ | 2,0 | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar no período após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, na pós- emergência das plantas daninhas que devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas. (1) Aplicar entre o perfilhamento e a fase de emborrachamento da cultura, estando as plantas daninhas no estádio de até 4 folhas. Para controlar gramíneas invasoras, complementar com uma aplicação de graminicidas específicos nas doses e recomendações registradas. Realizar 1 aplicação durante a safra da cultura. Não utilizar adjuvante adicionado à calda. | ||||
CANA-DE- AÇÚCAR | Corda-de-viola (Ipomoea purpúrea) | 0,75 – 2,0 | 01 | TERRESTRE 200 – 300 AÉREA 50 |
Corda-de-viola/Campainha (Merremia cissoides) | ||||
Mamona (Ricinus communis) | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar na pós-emergência da cultura e das plantas daninhas. No caso da cultura da cana-de- açúcar (cana planta) aplicar com a cultura no estádio de 6 folhas e os alvos biológicos Corda-de- viola com até 6 folhas e Mamona com até 4 folhas. Utilizar as maiores doses em áreas de alta infestação ou período seco. Realizar 1 aplicação durante a safra da cultura. Não utilizar adjuvante adicionado à calda. | ||||
EUCALIPTO | Erradicação de touças/tocos | Dose máxima 6 L/ha (Aplicar de 3 a 7 mL de produto comercial por touça/toco*) | 01 | 200 – 250 mL/ touça ou toco (logo após o corte) |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em qualquer época do ano para erradicação de touças (tocos de eucalipto na reforma de áreas florestais). Terrestre no toco: Aplicar após o corte, proporcionando um bom molhamento dos tocos, de modo que o volume de produto por área não exceda a 6,0 L/ha (se for usada a dose máxima de 7 mL de produto comercial por touça ou toco e o volume máximo de calda por touça ou toco de 250 mL, não tratar mais do que 345 plantas em um hectare). Realizar 1 aplicação durante a safra da cultura. Não utilizar adjuvante adicionado à calda. *Equivalente a misturar de 3,0 a 7,0 L do produto comercial em 97,0 a 93,0 L de água. | ||||
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto comercial (L/ha) | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
APLICAÇÃO FOLIAR TRATORIZADA E APLICAÇÃO AÉREA | ||||
PASTAGEM | Caruru (Amaranthus viridis) | 1,0 | 01 | TERRESTRE 200 – 400 (trator com barra) |
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | ||||
Losna-branca/ Erva-de-santiago (Ambrosia elatior) | TERRESTRE 150 – 300 AÉREA 20 – 40 | |||
Erva-quente/Poaia-do-campo (Spermacoce alata) | 2,0 | TERRESTRE 200 – 400 (trator com barra) | ||
Fedegoso/Mata-pasto (Senna occidentalis) | 3,0 | |||
Malva-preta/Malvisco (Sidastrum micranthum) | ||||
Malva-roxa (Sidastrum paniculatum) | ||||
Malva-veludo (Waltheria indica) | ||||
Arranha-gato (Acacia plumosa) | 3,0 – 4,0 | TERRESTRE 200 AÉREA 20 – 40 | ||
Beldroega (Portulaca oleracea) | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea purpúrea) | 3,0 – 4,0 | TERRESTRE 200 AÉREA 20 – 40 | ||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Agriãozinho (Synedrellopsis grisebachii) | 3,0 – 5,0 | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | ||||
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | ||||
Assa-peixe/Assa-peixe-branco (Vernonia polyanthes) | ||||
Cheirosa (Hyptis suaveolens) | ||||
Gervão-branco (Croton glandulosus) | ||||
Guanxuma/Malva-branca (Sida cordifolia) | ||||
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto comercial (L/ha) | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
PASTAGEM | Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | 3,0 – 5,0 | 01 | TERRESTRE 200 AÉREA 20 – 40 |
Guanxuma/Mata-pasto (Sida rhombifolia) | ||||
Guanxuma (Sida santaremnensis) | ||||
Joá-bravo (Solanum sisymbriifolium) | ||||
Mata-pasto (Senna obtusifolia) | ||||
Mata-pasto (Eupatorium maximilianii) | TERRESTRE 200 – 300 AÉREA 50 | |||
Aguapé/Murere (Eichhornia crassipes) | 3,5 | TERRESTRE 200 – 600 AÉREA 20 – 50 | ||
Amor-de-cunhã (Solanum rugosum) | ||||
Assa-peixe/Língua-de-vaca (Vernonia tweediana) | ||||
Buva (Conyza bonariensis) | ||||
Carqueja/Carqueja-amarga (Baccharis trimera) | ||||
Capixingui (Croton floribundus) | ||||
Erva-de-bicho (Polygonum punctatum) | ||||
Erva-lanceta/Espiga-de-ouro (Solidago chilensis) | ||||
Falso-cambará (Eupatorium laevigatum) | ||||
Flor-das-almas/Flor-de-finados (Senecio brasiliensis) | ||||
Jurubeba/Jurubeba-verdadeira (Solanum paniculatum) | ||||
Leiteiro (Peschiera fuchsiaefolia) | ||||
Lobeira/Fruta-de-lobo (Solanum lycocarpum) | ||||
Mio-mio/Vassourinha (Baccharis coridifolia) | ||||
Samambaia/Samambaia-do- campo (Pteridium aquilinum) |
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto comercial (L/ha) | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
PASTAGEM | Tanchagem (Plantago major) | 3,5 | 01 | TERRESTRE 200 – 600 AÉREA 20 – 50 |
Tojo (Ulex europaeus) | ||||
Joá-bravo (Solanum aculeatissimum) | 4,0 | TERRESTRE 200 – 400 (trator com barra) | ||
Assa-peixe-roxo (Vernonia westiniana) | 5,0 (terrestre) 6,0 (aérea) | TERRESTRE 200 – 400 (trator com barra) AÉREA 30 – 50(¹) | ||
Vassourinha-botão (Spermacoce verticillata) | 6,0 (aérea) | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para pulverização foliar (de qualquer tipo): aplicar em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo (normalmente de outubro a março) e antes do florescimento. No norte do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, tornando a época mais favorável a aplicações aéreas. ATENÇÃO: Para repasse por via foliar, esperar que a rebrota alcance uma superfície foliar equilibrada o suficiente para absorver uma quantidade de produto que atinja todo o seu sistema radicular. No caso de pastagens tratadas, deve-se permitir que o capim se recupere, antes do pasto ser aberto ao gado. Assim, a partir do início da aplicação o pasto deve ser vedado ao gado pelo tempo necessário até sua recuperação. Esta é uma medida que visa evitar o consumo de plantas tóxicas pelos animais, que possivelmente existe no pasto e em função do tratamento tornam-se mais atrativas aos animais.
Utilizar as doses mais elevadas para plantas daninhas mais desenvolvidas. (1) Volumes totais inferiores a 50 L/ha exigem calibração e equipamentos do avião que possam produzir gotas de grande diâmetro. Realizar 1 aplicação durante a safra da cultura. Não utilizar adjuvante adicionado à calda. | ||||
PULVERIZAÇÃO TRATORIZADA DE TOCOS | ||||
PASTAGEM | Assa-peixe-roxo (Vernonia westiniana) | 6 – 16 (Misturar de 3,0 - 4,0 L do produto comercial em 97,0 a 96,0 L de água) | 01 | TERRESTRE 200 – 400 |
Unha-de-boi (Bauhinia divaricata) | ||||
Unha-de-vaca (Bauhinia variegata) | ||||
Jacarandá-de-espinho (Machaerium aculeatum) | ||||
PASTAGEM | Roseta (Randia armata) | 6 – 16 (Misturar de 3,0 - 4,0 L do produto comercial em 97,0 a 96,0 L de água) | 01 | TERRESTRE 200 – 400 |
Aroerinha (Schinus terebinthifolius) | 8 – 16 (Misturar 4,0 L do produto comercial em 96,0 L de água) | |||
Arranha-gato (Acacia plumosa) | ||||
Espinho-agulha (Barnadesia rosea) | 8 – 16 (Misturar 4,0 L do produto comercial em 96,0 L de água) | TERRESTRE 200 – 400 | ||
Leiteira (Peschiera fuchsiaefolia) | ||||
Unha-de-gato (Acacia paniculata) | ||||
Assa-peixe-branco/Assa-peixe (Vernonia polyanthes) | 3,5 | TERRESTRE 200 – 600 AÉREA 20 – 50 | ||
Assa-peixe/Lingua-de-vaca (Vernonia tweediana) | ||||
Capixingui/Capexingui (Croton floribundus) | ||||
Jurubeba/Jurubeba-verdadeira (Solanum paniculatum) | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em qualquer época do ano, até ponto de escorrimento da calda no toco cortado, podendo-se molhar o solo próximo ao toco recém cortado. Realizar um tratamento e, posteriormente, um repasse em caso de rebrota. Para o repasse, respeitar a época indicada anteriormente. ATENÇÃO: Para rebrota de tocos é preferível refazer o corte e reaplicar o produto, deixando de aplicar nas poucas folhas de rebrota. Isso porque a área foliar de rebrota é insuficiente para absorver a quantidade de herbicida necessário.
Realizar 1 aplicação durante a safra da cultura. Não utilizar adjuvante adicionado à calda. | ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Aeschynomene rudis | angiquinho (1), maricazinho (1), paquinha | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Merremia cissoides | amarra-amarra (3), campainha (11), corda-de-viola (13) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Ver detalhes | ||
| Pastagens | Solidago chilensis | arnica-do-brasil, erva-lanceta, espiga-de-ouro | Ver detalhes |
O volume de calda pode variar em função da área efetivamente tratada, do porte e da densidade das invasoras. Deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do mesmo.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Para preparar melhor a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Verifique também se não há a necessidade de ajustes em pH e dureza da água que irá utilizar para diluir o produto.
Coloque a dose indicada de GALOPEIRO no pulverizador com água até ¾ de sua capacidade e em seguida complete o volume agitando constantemente, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento, quando faltar de 3-5 minutos para o início da pulverização. A agitação deve ser constante durante a preparação da calda e aplicação do produto. Acionar e manter o agitador em funcionamento e adicionar o produto, completando por fim o volume do tanque com água. Aplique de imediato sobre os alvos biológicos.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização, tipo leque (jato plano) calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa, acima de 300 micra e com densidade mínima de 20 gotas/cm² direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram
sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação, seguindo as boas práticas agrícolas.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora (caso o vento esteja a menos de 2km/h, não aplique, pois poderá ocorrer inversão térmica).
Caso haja a presença de orvalho na cultura de pastagem, não há restrições nas aplicações com aviões, porém deve- se evitar aplicações com máquinas terrestres.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
Para aplicação aérea do GALOPEIRO em área total, o tratamento deve ser feito com avião para grandes áreas de pastagens com altos índices de infestação e com plantas daninhas de pequeno, médio e grande porte, assim como na cultura da cana-de-açúcar. Aplicar o GALOPEIRO de forma bem uniforme para atingir toda a folhagem das plantas daninhas.
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação Municipal, Estadual e Federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
Para a obtenção de uma boa aplicação aérea, sempre observar os limites meteorológicos acima especificados, além de:
Efetuar levantamento das espécies sensíveis ao produto nas áreas adjacentes.
Nunca realizar aplicação aérea a menos de 2 km de plantas ou culturas sensíveis.
Evitar aplicação quando o vento estiver soprando em direção a alguma cultura sensível.
Interromper a aplicação quando houver alterações das condições climáticas especificadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação.
Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. Quando a ponta usada não é específica para o uso de herbicidas sistêmicos hormonais, ou a regulagem e calibração não estão corretas, o produto aplicado fica sujeito à deriva na forma de gotas finas. Culturas como abacate, mandioca, pimentão, tomate, uva, frutíferas, hortaliças e demais culturas sensíveis que recebem deriva de gotas contendo herbicidas hormonais, podem ter perdas de produtividade, gerando prejuízos econômicos importantes.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições meteorológicas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros, devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Nunca fazer aplicação terrestre a menos de 500 metros de plantas e culturas sensíveis.
Nunca fazer aplicação aérea a menos de 2.000 metros de plantas e culturas sensíveis.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos. Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral.
Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina, as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica, enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Caso utilizar o mesmo equipamento em culturas sensíveis, proceda lavagem com solução a 3% de amoníaco ou soda cáustica, deixando-a no tanque por 24 horas. Substituí-la depois, por solução de carvão ativado a 3 g/L de água e deixar em repouso por 1 a 2 dias, lavando em seguida com água e detergente. Descartar a água remanescente da lavagem por pulverização nas bordaduras da lavoura, em local onde não atinja culturas sensíveis ao 2,4 D.
Recomenda-se fazer um teste de fitotoxicidade em culturas sensíveis ao 2,4 D, tais como: pepino, tomate ou algodão antes de usar o equipamento para aplicações posteriores.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos/ culturas.
Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque.
Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada.
Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante.
Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
CULTURAS | INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS) |
Arroz | 90 |
Cana-de-açúcar | (1) |
Eucalipto | UNA |
Pastagem | UNA |
(1) Intervalo de segurança não determinado por ser de uso em pós-emergência até três meses após o plantio ou corte.
UNA – Uso Não Alimentar
CULTURA | INTERVALO DE REENTRADA* | |
2H DE ATIVIDADES | 8H DE ATIVIDADES | |
Arroz | 24 horas | 14 dias |
Cana-de-açúcar | 13 dias (2) | 31 dias (2) |
Eucalipto | 24 horas (1) | 24 horas (1) |
Pastagem | 5 dias (4) | 23 dias (4) |
(1) Mantido em 24 horas pela ausência relevante de contato na reentrada. (2) Necessária a utilização pelos trabalhadores, após o intervalo de reentrada, de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e luvas como equipamento de proteção individual (EPI) para realizar qualquer trabalho na cultura de cana-de-açúcar após a aplicação de produtos formulados contendo 2,4-D. (4) Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar. | ||
A entrada na cultura em período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada com a utilização pelos trabalhadores de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas.
Os intervalos de reentrada são resultantes da avaliação do risco ocupacional realizada durante a reavaliação do ingrediente ativo. Outros intervalos de reentrada poderão ser indicados, se a avaliação do risco ocupacional do produto formulado, realizada pela Anvisa, assim determinar (Parágrafo Único do Art. 2º da RDC nº 284, de 19 de maio de 2019).
As medidas de mitigação do risco são resultantes da avaliação do risco para residentes e transeuntes realizada durante a reavaliação do ingrediente ativo. Medidas de mitigação do risco diferentes poderão ser indicadas, se a avaliação do risco do produto formulado, para residentes e transeuntes, realizada pela Anvisa, assim determinar (Parágrafo Único do Art. 2º da RDC nº 284, de 19 de maio de 2019).
É exigida a manutenção de bordadura de, no mínimo, 10 metros livres de aplicação costal e tratorizada de produtos formulados contendo 2,4-D, conforme resultados da avaliação do risco da exposição de residentes. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver
povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
É exigida a utilização de tecnologia de redução de deriva nas culturas de café e cana-de-açúcar de pelo menos 55% para aplicação costal.
É exigida a utilização de tecnologia de redução de deriva nas culturas de café e cana-de-açúcar de pelo menos 50% para aplicação tratorizada.
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
AÇAÍ | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal | 350 | 14 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Maria-gorda Talinum paniculatum | ||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | ||||
Malva-branca Sida cordifolia | ||||
Capim-amargoso Digitaria insularis | ||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | ||||
ALFACE | Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | 1,5 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 |
Picão-branco Galinsoga parviflora | ||||
Erva-de-bicho Polygonum aviculare |
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Serralha Sonchus oleraceus | ||||
Erva-de-passarinho Stellaria media | ||||
Soliva Soliva anthemifolia | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | |||
ALGODÃO | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | ||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | ||||
Capim-massambará Sorghum halepense | ||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||
Caruru-rasteiro Amaranthus deflexus | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Fedegoso Chenopodium album | ||||
ALGODÃO OGM (Organismo Geneticamente Modificado OGM**) resistente ao Glufosinato de amônio (pós emergência) | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 a 2,5 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 200 - 300 Aérea: 30 - 40 | 2 |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | ||||
Apaga-fogo Alternanthera tenella | ||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 3,0 a 3,5 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | ||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus |
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | ||||
Apaga-fogo Alternanthera tenella | ||||
Erva-quente Borrieria latifolia | ||||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||
AVEIA | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal | 350 20 a 40 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | ||||
Soja Glycine max | ||||
Guanxuma Sida cordifolia | ||||
Erva-quente Spermacoce alata | ||||
Arroz Oryza sativa | ||||
BANANA | Capim-colchão Digitaria horizontalis | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 500 | 1 |
Capim-guaçu Paspalum conspersum | ||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | ||||
Quebra-pedra Phyllanthus tenellus | ||||
Crepis Crepis japonica | ||||
Macela-branca Gnaphalium spicatum | ||||
Mentrasto Ageratum conyzoides |
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Sete-sangrias Cuphea carthagenensis | ||||
BATATA | Caruru Amaranthus viridis | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||
Nabo Raphanus raphanistrum | ||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | ||||
Erva-quente Spermacoce alata | ||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
BATATA | Uso para dessecação em pré- colheita | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 |
CAFÉ | Trapoeraba Commelina benghalensis | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Buva Conyza bonariensis | ||||
Macela-branca Gnaphalium spicatum | ||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | ||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | 3,0 + 0,4 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 450 | ||
Guanxuma-branca Sida glaziovii | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 500 | ||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,5 + 0,4 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 450 | ||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
CANA-DE- AÇÚCAR | Uso para dessecação em pré- colheita | 4,0 + 0,5% v/v de adjuvante | 20 a 50 | 1 |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis |
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
CASTANHA-DO- PARÁ | Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal | 350 | 1 |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Maria-gorda Talinum paniculatum | ||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | ||||
Malva-branca Sida cordifolia | ||||
Capim-amargoso Digitaria insularis | ||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | ||||
CENTEIO | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal | 350 20 a 40 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | ||||
Soja Glycine max | ||||
Guanxuma Sida cordifolia | ||||
Erva-quente Spermacoce alata | ||||
Arroz Oryza sativa | ||||
CEVADA | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal | 350 20 a 40 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus |
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | ||||
Soja Glycine max | ||||
Guanxuma Sida cordifolia | ||||
Erva-quente Spermacoce alata | ||||
Arroz Oryza sativa | ||||
CEVADA | Uso para dessecação na pré- colheita | 1,75 + 0,5% v/v de adjuvante | 100 a 300 | 1 |
CITROS | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis e Digitaria sanguinalis | ||||
Capim-amargoso Digitaria insularis | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Maria-gorda Talinum paniculatum | ||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | ||||
Malva-branca Sida cordifolia | ||||
COCO | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Maria-gorda Talinum paniculatum | ||||
Falsa-serralha |
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Emilia sonchifolia | ||||
Malva-branca Sida cordifolia | ||||
Capim-amargoso Digitaria insularis | ||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | ||||
DENDE | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Maria-gorda Talinum paniculatum | ||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | ||||
Malva-branca Sida cordifolia | ||||
Capim-amargoso Digitaria insularis | ||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | ||||
DUBOISIA | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 |
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Nabo Raphanus raphanistrum | ||||
EUCALIPTO | Samambaia Pteridium aquilinum | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 |
Capim-gordura Melinis minutiflora | 4,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | |||
Erva-quente |
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Spermacoce alata | ||||
Cambará Lantana camara | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | ||||
Serralha Sonchus oleraceus | ||||
Buva Conyza bonariensis | ||||
Unha-de-vaca Bauhinia variegata | ||||
Arranha-gato Acacia plumosa | ||||
Jurubeba Solanum paniculatum | ||||
Capim-colonião Panicum maximum | ||||
Vassourinha-botão Spermacoce verticillata | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Cervão Stachytarpheta cayennensis | ||||
FEIJÃO ERVILHA* FEIJÃO-CAUPI* FEIJÃO-FAVA* FEIJÃO-GUANDU* FEIJÃO-MUNGO* FEIJÃO-VAGEM* GRÃO-DE-BICO* LENTILHA | Uso para dessecação de feijão, grão de bico, lentilha de consumo em pré-colheita | 1,8 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 100 a 350 20 a 50 | 1 |
Uso para dessecação de feijão, grão de bico e lentilha para sementes em pré-colheita | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | |||
MACADÂMIA | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Maria-gorda Talinum paniculatum | ||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | ||||
Malva-branca Sida cordifolia | ||||
Capim-amargoso Digitaria insularis | ||||
Amendoim-bravo |
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Euphorbia heterophylla | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | ||||
MAÇÃ | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Azevém Lolium multiflorum | ||||
Língua-de-vaca Rumex obtusifolius | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Nabo Raphanus raphanistrum | ||||
Serralha Sonchus oleraceus | ||||
Losna-branca Parthenium hysterophorus | ||||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||
Picão-branco Galinsoga parviflora | ||||
Maria-mole Senecio brasiliensis | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Poaia Richardia brasiliensis | ||||
Trevo Oxalis oxyptera | ||||
MILHO | Capim-colchão Digitaria sanguinalis | 1,5 a 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | ||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia | ||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | ||||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||
Malva-branca Sida cordifolia |
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações | |
MILHO GENETICAMENTE MODIFICADO (RESISTENTE AO GLUFOSINATO DE AMONIO) | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 3 perfilhos | Estádio mediando das plantas daninhas 2,5 a 3,0 | 100 a 300 20 a 50 | 2 |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Leiteiro Euphorbia heterophylla | 6 folhas | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 3 folhas | Estádio pré- precoce das plantas daninhas 1,5 + 1,5 (aplicação sequencial) | |||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Leiteiro Euphorbia heterophylla | 2 folhas | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | Até 1 perfilho | 2,0 a 3,0 | |||
Buva Conyza bonariensis | 2 a 4 folhas | ||||
Soja Glycine max | |||||
Caruru-rasteiro Amaranthis deflexus | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Capim-amargoso Digitaria insularis | Até 1 perfilho | ||||
Trapoeraba Commelina benhalensis | 2 a 4 folhas | ||||
NECTARINA / PÊSSEGO | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 | |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,2 % v/v | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
NOZ-PECÃ | Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Maria-gorda Talinum paniculatum | ||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | ||||
Malva-branca Sida cordifolia | ||||
Capim-amargoso Digitaria insularis | ||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | ||||
PINHÃO | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Maria-gorda Talinum paniculatum | ||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | ||||
Malva-branca Sida cordifolia | ||||
Capim-amargoso Digitaria insularis | ||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | ||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | ||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus |
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
PUPUNHA | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 |
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Maria-gorda Talinum paniculatum | ||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | ||||
Malva-branca Sida cordifolia | ||||
Capim-amargoso Digitaria insularis | ||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | ||||
REPOLHO | Picão-branco Galinsoga parviflora | 1,5 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 |
Erva-de-passarinho Stellaria media | ||||
Erva-de-bicho Polygonum persicaria | ||||
Serralha Sonchus oleraceus | ||||
Mentruz Coronopus didymus | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | |||
SOJA | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,5 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 100 a 300 20 a 50 | 1 |
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | ||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||
Nabo Raphanus raphanistrum | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Poaia Richardia brasiliensis | ||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Trigo Triticum aestivum | 3,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou |
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações | |
Aveia Avena sativa | mineral | ||||
Cevada Hordeum vulgare | |||||
Azevém Lolium multiflorum | |||||
Centeio Secale cereale | |||||
Triticale Triticum secale | |||||
Soja Glycine max | 2,0 + 0,5% v/v de adjuvante | ||||
Capim-amargoso Digitaria insularis | 2,5 a 3,0 + 0,5 % v/v de adjuvante | 1 | |||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-camalote Rotboellia exaltata | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Erva-quente Spermacoce latifolia | |||||
Buva Conyza bonariensis | |||||
SOJA | Uso para dessecação em pré- colheita | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 Aérea: 30 - 40 | 1 | |
SOJA GENETICAMENTE MODIFICADA (RESISTENTE AO GLUFOSINATO DE AMONIO) | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 a 3,5 | 100 a 300 | Aplicação sequencial com intervalo de 12 a 14 dias |
Azevém Lolium multiflorum | |||||
Capim-amargoso Digitaria insularis | |||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Capim-camalote Rotboellia exaltata | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | 2,0 a 3,5 | |||
Buva Conyza bonariensis | |||||
Leiteiro Euphorbia heterophylla | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | Até 1 perfilho | 2,5 a 3,5 | |||
Caruru-da-mancha Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | 2,5 a 3,5 | |||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
TRIGO | Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou | 350 | 1 | |
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | mineral | |||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | ||||
Arroz Oryza sativa | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Guanxuma Sida cordifolia | ||||
Erva-quente Spermacoce alata | ||||
Soja Glycine max | ||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||
Buva Conyza bonariensis | 1,5 a 2,0 + 0,5 de óleo vegetal ou mineral | 100 a 300 | ||
Capim-amargoso Digitaria insularis | 2,0 + 0,5 de óleo vegetal ou mineral | |||
TRIGO | Uso para dessecação de pré- colheita | 1,75 + 0,5 de óleo vegetal (0,25% v/v) | 200 | 1 |
TRITICALE | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 20 a 40 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | ||||
Soja Glycine max | ||||
Guanxuma Sida cordifolia | ||||
Erva-quente Spermacoce alata | ||||
Arroz Oryza sativa | ||||
UVA | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,7 (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 |
Picão-branco Galinsoga parviflora | ||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||
Picão-preto Bidens pilosa |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Açaí | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Alface | Stellaria media | centochio, erva-de-passarinho (2), esparguta (2) | Ver detalhes |
| Algodão | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Aveia | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Banana | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Batata | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Café | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Castanha-do-pará | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Centeio | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Cevada | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Citros | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Coco | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Dendê | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Duboisia | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Ervilha | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Eucalipto | Spermacoce alata | erva-de-lagarto (1), erva-quente (1), perpetua-do-mato (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Feijão-caupi | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Feijão-fava | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Feijão-guandu | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Feijão-mungo | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Feijão-vagem | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Grão-de-bico | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Lentilha | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Maçã | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Macadâmia | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Milho | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Milho OGM | Amaranthus deflexus | bredo (2), bredo-rasteiro, caruru (1) | Ver detalhes |
| Nectarina | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Noz-pecã | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Pessego | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Pinhão | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Pupunha | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Repolho | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Soja | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Soja OGM | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Trigo | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Triticale | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Uva | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, braquiária, quicuio e capimcolchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capimamargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva- branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura
Aplicar em jato dirigido na pós-emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas.
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em área total.
Para controle das plantas daninhas em pós-emergência, aplicar na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura.
Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada, capim-massambará realizar a aplicação no inicio de perfilhamento. Para carrapicho-de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru-rasteiro, picão-preto e fedegosa, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 4 a 8 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Aplicar o produto, em pós-emergência da cultura, com adição de 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação, em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 2,5 L p.c./ha. Para uma única aplicação utilizar a dosagem de 3,0 a 3,5 L p.c./ha, observando-se sempre o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas.
Para aplicação no sistema de Plantio Direto (dessecação pré-plantio): Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pósemergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Para o caruru, guanxuma, picão-preto, erva- quente e soja, aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. No controle das gramineas, aplicar o produto sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha, até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 6 folhas, e as de folha estreita com até um perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Para controle das plantas daninhas: realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 6 folhas.
Para dessecação de “batata consumo”: Aplicar 2,0 L/ha do produto comercial + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de espalhante adesivo à base de lauril éter sulfato de sódio a 28%, sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba (Commelina benghalensis), picão-preto (Bidens pilosa) e guanxuma-branca (Sida glaziovii) com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área.
Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e guanxuma-branca, aplicar quando estas estiverem com até 4 folhas. Em capim-marmelada e capim-colchão, até a fase de início do perfilhamento. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Com o objetivo de facilitar a desfolha da cana-de-açúcar, durante a colheita realizar uma única aplicação sobre as folhas da cana-de-açúcar na pré-colheita quando a cultura se encontrar no final do estádio de desenvolvimento vegetativo e antes da emissão da inflorescência. Programar a aplicação do produto de acordo com a programação de colheita, com 21 a 28 dias antes da colheita da cana-de-açúcar. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, braquiária, quicuio e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capimpé-de-galinha, capim- amargoso e capimcarrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Para aplicação no sistema de Plantio Direto (dessecação pré-plantio): Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pósemergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Para o caruru, guanxuma, picão-preto, erva- quente e soja, aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. No controle das gramineas, aplicar o produto sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha, até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Para aplicação no sistema de Plantio Direto (dessecação pré-plantio): Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pósemergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Para o caruru, guanxuma, picão-preto, erva- quente e soja, aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. No
controle das gramineas, aplicar o produto sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha, até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo.
Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta daninha estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta daninha estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta daninha estiver com até 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, braquiária, quicuio e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capimpé-de-galinha, capim- amargoso e capimcarrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, braquiária, quicuio, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capimamargoso e capim- carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em guanxuma, picão-preto, nabo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas quando estas estiverem em fase de vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das daninhas de folha estreita quando estiverem com até 4 perfilhos; e em folhas largas, com até 8 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Para dessecação em feijão para consumo: Aplicar a dose de 1,8 L/ha quando a cultura apresentar aproximadamente 50% das vagens secas.
Para dessecação em feijão para sementes: Aplicar a dose de 2,0 L/ha, somente quando a cultura apresentar 70% das vagens secas.
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, braquiária, quicuio e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim- amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la.
Aplicar em poaia, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão- branco, picão-preto e língua-de-vaca quando a planta daninha estiver de 5 a 10 cm. Em capim- colchão, azevém e capim-marmelada com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em área total.
Para controle das plantas daninhas em pós-emergência, aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início de perfilhamento do capim-colchão e capim-marmelada. Para as demais plantas daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas.
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
PARA UMA ÚNICA APLICAÇÃO: Realizar a aplicação do produto em pósemergência da cultura, utilizando a dose de 2,5 a 3,0 L/ha. Observar sempre o estádio de desenvolvimento das plantas infestantes, conforme abaixo: Estádio mediano das plantas infestantes - 3 perfilhos: Plantas infestantes controladas: • Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) • Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) Estádio mediano das plantas infestantes - 6 folhas: Plantas infestantes controladas:
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) • Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) • Caruru (Amaranthus hybridus) APLICAÇÃO SEQUENCIAL: Fazer a aplicação sequencial do produto em pós- emergência da cultura, utilizando a dose de 1,5 + 1,5 L/ha. Realizar a primeira aplicação quando o milho estiver com 3 a 4 folhas. A segunda aplicação deve ser realizada quando o milho estiver com 5 a 6 folhas. Observar o estádio de desenvolvimento das plantas infestantes, conforme abaixo: Estádio pós-precoce das plantas infestantes - 2 folhas: Plantas infestantes controladas: • Leiteiro (Euphorbia heterophylla) • Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) • Caruru (Amaranthus hybridus) Estádio pós-precoce das plantas infestantes - 3 folhas: Plantas infestantes controladas:
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) • Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea
Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura.
Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão branco quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Capim-colchão e capim-marmelada, quando estiver com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, braquiária, quicuio e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capimpé-de-galinha, capim- amargoso e capimcarrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, braquiária, quicuio e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capimpé-de-galinha, capim- amargoso e capimcarrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, braquiária, quicuio e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capimpé-de-galinha, capim- amargoso e capimcarrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Realizar a aplicação quando as plantas daninhas apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
- Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pósemergência das plantas infestantes, em área total. Para o controle de capim-colchão e capimmarmelada, realizar o controle quando as plantas infestantes estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo, nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega, realizar a aplicação do produto quando as plantas infestantes estiverem com até 6 folhas. Para o controle de trapoeraba, realizar o controle quando a planta infestante estiver com 2 a 4 folhas. No controle de trigo, aveia, cevada, centeio, triticale e azevém, realizar o controle quando as plantas infestantes estiverem com até 2
perfilho. Na buva, realizar aplicação quando a planta infestante estiver com até 12 cm de altura. Em carrapicho-de-carneiro, realizar aplicação do produto quando a planta infestante estiver com até 4 folhas e para erva-quente, realizar o controle quando a planta infestante estiver com até 8 folhas. Para o capim-amargoso, capimcarrapicho e capim-camalote, realizar a aplicação sobre as plantas infestantes oriundas de sementes até o estádio de desenvolvimento de 3 perfilhos. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Aplicar o produto em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Pode-se aplicar o produto a partir da germinação da soja. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 12 a 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 3,5 L p.c./ha, de acordo com as recomendações de uso e nas situações em que ocorram novos fluxos de germinação de plantas daninhas na área. Fazer no máximo duas aplicações do produto por safra de soja. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5L/ha por aplicação.
Aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Caruru e guanxuma devem ter até 4 folhas. Para o controle da buva oriunda de sementes, realizar a aplicação na dose de 1,5 a 2,0 L/ha quando as plantas daninhas estiverem com até 2 folhas. Para o controle das gramíneas como o capim-amargoso, aplicar sobre as plantas daninhas oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Para dessecação de pré-colheita: Aplicar o produto na dessecação em uma única pulverização, sempre com adição de 0,25 % v/v de óleo vegetal ou de óleo mineral na calda de aplicação. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura).
Para aplicação no sistema de Plantio Direto (dessecação pré-plantio): Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pósemergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Para o caruru, guanxuma, picão-preto, erva- quente e soja, aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. No controle das gramineas, aplicar o produto sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha, até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, atingindo no máximo a "canela" da cultura. Picão- preto deve ter até 10 cm e as demais plantas daninhas, de 10 a 20 cm.
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Para as culturas da açaí, alface, algodão, algodão geneticamente modificado, aveia, banana, batata, café, castanha-do-pará, centeio, cevada, citros, coco, dendê, duboisia, eucalipto, feijão, macadâmia, maçã, milho, milho geneticamente modificado, nectarina, noz-pecã, pêssego, pinhão, pupunha, repolho, soja, trigo, triticale e uva, o herbicida GAMONIUM pode ser aplicado com pulverizador costal manual, costal pressurizado, tratorizado ou autopropelido.
Utilizar bicos do tipo leque, que proporcionem uma vazão adequada. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem a ocorrência de deriva:
Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ (micra) VMD;
Densidade de gotas: 20 gotas/cm2
Volume de calda:
Açai, alface, algodão, aveia, batata, castanha-do-pará, centeio, cevada, citros, coco, dendê, duboisia, eucalipto, feijão, macadâmia, maçã, milho, nectarina, noz-pecã, pêssego, pinhão, pupunha, repolho, soja, triticale e uva: 350 L/ha;
Algodão geneticamente modificado e milho geneticamente modificado: 200 a 300 L/ha;
Banana: 500 L/ha.
Soja OGM: 100 a 300 L/ha.
Para a cultura do café, considerar o volume de calda de 450 L/ha, quando for realizar o controle de guanxuma, capim-marmelada e capim-colchão. Para as demais plantas infestantes utilizar o volume de calda de 350 L/ha.
As pulverizações devem cobrir uniformemente as plantas infestantes, evitando escorrimentos, que causam perda e mau funcionamento do produto.
Deve-se sempre utilizar água limpa. - Para as hortaliças (alface e repolho) quando utilizar o "sistema de copinhos", cobrir as mudinhas com copinho plástico, para protegê-la da ação herbicida do produto.
GAMONIUM pode ser aplicado via aérea no caso de aplicação em área total em pré-plantio das culturas da aveia, centeio, cevada, soja, trigo e triticale, em pós-emergência do algodão geneticamente modificado, do milho geneticamente modificado e dessecação na pré-colheita das culturas da batata, do feijão e da soja, através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos hidráulicos Spraying Systems D8, core 46 ou atomizadores rotativos (Micronair AU 5000 ou semelhante) apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média a grossa. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos. Altura de vôo: A altura do vôo depende das características da aeronave, das condições da área-alvo, em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao vôo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de vôo situa-se entre 2 a 4 metros acima da vegetação a controlar, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.
Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. Deve ser determinada mediante testes de deposição com as aeronaves e equipamentos que serão empregados na aplicação. Varia principalmente com a altura de vôo, porte da aeronave e diâmetro das gotas.
Diâmetro de gotas: Gotas média a grossa, com no mínimo de 300 µ (micra) DMV, evitando condições mais críticas de evaporação e/ou deriva.
Densidade de gotas: mínimo de 20 gotas/cm² variando com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.
Volume de aplicação: Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas. Como orientação geral, aplicar de 20 a 40 litros/hectare de calda.
Pode ser aplicado com pulverizadores terrestres, manuais costais ou tratorizados, dotados de barra com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 200 a 300 litros de calda/ha, ou aeronaves agrícolas com volume de calda de 30 a 40 litros de calda/ha, diretamente sobre as plantas daninhas. Sendo um produto de contato, é importante uma cobertura uniforme das plantas daninhas pela calda de pulverização.
Condições climáticas favoráveis: Temperatura mínima e 10ºC a máxima de 28ºC. Umidade relativa do ar de mínimo 60%.
CULTURAS | DIAS |
Açaí, castanha-do-pará, citros, coco, dendê, macadâmia, noz-pecã, pinhão e pupunha | 40 |
Alface, maçã, nectarina, pêssego, repolho e uva | 7 |
Algodão | 28 |
Algodão OGM | 116 |
Banana, batata e soja | 10 |
Café | 20 |
Duboisia e eucalipto | U.N.A |
Feijão, ervilha, faijão-caupi, feijão- fava, feijão-guando, feijão-mungo, feijão-vagem, grão-de-bico e lentilha | 5 |
Milho OGM | 50 |
Aveia, centeio, cevada, milho, trigo e triticale | (1) |
Soja OGM | 60 |
(1) Uso não alimentar |
(2) Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.
Aplicação em pós-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes nas culturas de ameixa, banana, cacau, café, citros, coco, maçã, mamão, nectarina, pera, pêssego e uva.
Aplicação em pré-emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes nas culturas de algodão, arroz, cana-de-açúcar, feijão, milho, trigo e soja.
Aplicação em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes no preparo da área para posterior plantio ou semeadura para todas as culturas.
Aplicação em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes, em área total, na implantação de espécies florestais de eucalipto, pinus e da cultura da seringueira.
Aplicação em pós-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes nas entrelinhas para manutenção de áreas implantadas com espécies florestais de eucalipto, pinus e da cultura da seringueira.
Aplicação em área total, na modalidade pós-emergência das plantas daninhas e da cultura da soja geneticamente modificada, tanto no sistema de plantio direto como convencional desta cultura.
Aplicação em área total, no pré-plantio da cultura e na pós-emergência das plantas daninhas, antes do transplante do fumo.
Aplicação na renovação e manutenção de pastagens para eliminação das reboleiras.
Observar os estádios de desenvolvimento das plantas infestantes para aplicação do produto. Plantas infestantes perenes: Aplicar preferencialmente no início da floração. Plantas infestantes anuais: Aplicar preferencialmente na fase de desenvolvimento vegetativo antes da formação de flores/sementes das plantas infestantes.
ALVO ÉPOCA DE
Nome científico | Nome comum | (g i.a./ha) | Terrestre | Aérea | |
Brachiaria | Capim-marmelada, | 1,0 - 1,5 | |||
plantaginea | Capim-papuã | (360 - 540) |
Portulaca oleracea Beldroega, Bredo-do-porco
Cenchrus echinatus
Eleusine indica
Capim-carrapicho, Capim-amoroso
Capim-pé-de- galinha,
1,0 - 2,0
(360 - 720)
Capim-de-pomar
Amaranthus viridis Caruru-de-mancha,
Caruru-verde
Bidens pilosa Picão-preto, Picão
Digitaria insularis Capim-amargoso,
Capim-flexa
Ipomoea purpurea Corda-de-viola,
Campainha
3,0 - 5,0
(1080 - 1800)
3,0 L/ha
(1080)
área total.
150-400 40-50
Oryza sativa Arroz-vermelho 2,0 (720)
Avena sativa Aveia 1,0 – 2,0
(360 – 720)
Lolium multiflorum Azevém 2,0 (720)
Digitaria insularis Capim-amargoso
Echinochloa crusgalli
Echinochloa
Capim-arroz
2,0 – 4,0
(720 – 1440)
cruspavonis Capim-arroz
plantio da cultura e pós- emergência das plantas
Brachiaria decumbens
Cenchrus echinatus
Capim-braquiária
Capim-carrapicho 1,0 – 2,0
(360 – 720)
2,0
infestantes de forma dirigida somente às plantas infestantes, protegendo a cultura do contato com a calda do produto.
150-400 --
Chloris pycnothrix Capim-cebola
(720)
Digitaria horizontalis
Digitaria sanguinalis
Capim-colchão 1,0 – 2,0
(360 – 720)
Capim-colchão 2,0
(720)
01 aplicação por safra da cultura.
Panicum maximum Capim-colonião 3,0 - 5,0
(1080 - 1800)
Chloris retusa Capim-coqueirinho 1,0 (360)
Rhynchelitrum repens
Paspalum conjugatum
Capim-favorito 1,0 – 2,0
(360 – 720)
Capim-forquilha 1,0 – 4,0
(360 – 1440)
ALVO
| DOSE | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO | ||||||
CULTURAS | p.c L/ha | |||||
Nome científico | Nome comum | (g i.a./ha) | Terrestre | Aérea | ||
Melinis minutiflura | Capim-gordura | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
Brachiaria plantaginea | Capim-marmelada | 1,0 – 2,0 (360 – 720) | ||||
Sorghum halepense | Capim-massambará | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
Paspalum consperssum | Capim-do-brejo | 2,0 – 3,0 (720 – 1080) | ||||
Pennisetum- setosum | Capim-oferecido | 4,0 – 5,0 (1440 – 1800) | ||||
Eragrotis pilosa | Capim-mimoso | 2,0 (720) | ||||
AMEIXA BANANA CACAU COCO MAÇÃ MAMÃO NECTARINA PERA PÊSSEGO UVA | Eleusine indica | Capim-pé-de-galinha | 1,0 – 4,0 (360 – 1440) | |||
Pennisetum clandestinum | Capim-kikuio | |||||
4,0 – 5,0 (1440 – 1800) | ||||||
Andropogon bicornis | ||||||
Capim-rabo-de-burro | ||||||
Paspalum urvillei | Capim-da-roça | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
Paspalum paniculatum | Grama-touceira | 4,0 (1440) | ||||
Zea mays | Milho | 1,0 (360) | ||||
Imperata brasiliensis | Sapé | 4,0 – 5,0 (1440 – 1800) | ||||
Saccharum officinarum | Cana-de-açúcar | 4,0 (1440) | ||||
Cyperus flavus | Tiririca | 5,0 (1800) | ||||
Cyperus sesquiflorus | Tiririca | 3,0 (1080) | ||||
Alternanthera tenella | Apaga-fogo | 1,0 -2,0 (360 – 720) | ||||
Euphorbia heterophylla | Amendoim-bravo | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
Portulaca oleracea | Beldroega | 2,0 (720) | ||||
Conyza bonariensis | Buva | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
Ipomoea aristolochiaefolia | Campainha | 1,0 – 3,0 (360 – 1080) | ||||
Amaranthus hybridus | Caruru-roxo | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
Amaranthus spinosus | Caruru-de-espinho | 2,0 (720) | ||||
Amaranthus viridis | Caruru-de-mancha | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
ALVO
| DOSE | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO | ||||||
CULTURAS | p.c L/ha | |||||
Nome científico | Nome comum | (g i.a./ha) | Terrestre | Aérea | ||
Amaranthus deflexus | Caruru-rasteiro | |||||
Acanthospermum australe | Carrapichinho | 3,0 (1080) | ||||
Acanthospermum hispidum | Carrapicho-de- carneiro | 1,0 -2,0 (360 – 720) | ||||
Mikania cordifolia | Cipó-cabeludo | 5,0 (1800) | ||||
Ipomoea nil | Corda-de-viola | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
Ipomoea quamoclit | Corda-de-viola | 4,0 (1440) | ||||
Chamaesyce hirta | Erva-de-Santa-Luzia | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
AMEIXA BANANA CACAU COCO MAÇÃ MAMÃO NECTARINA PERA PÊSSEGO UVA | ||||||
Chenopodium ambrosioides | Erva-de-Santa-Maria | 3,0 (1080) | ||||
Galinsoga parviflora | Fazendeiro | 1,0 – 2,0 (360 – 720) | ||||
Emilia sonchifolia | Falsa-serralha | 2,0 (720) | ||||
Sida cordifolia | Guanxuma | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
Sida rhombifolia | Guanxuma | 2,0 (720) | ||||
Sida glaziovii | Guanxuma-branca | 2,0 – 5,0 (720 – 1800) | ||||
Nicandra physaloides | Joá-de-capote | 2,0 (720) | ||||
Solanum paniculatum | Jurubeba | 4,0 (1440) | ||||
Parthenium hysterophorus | Losna-branca | 3,0 (1080) | ||||
Solanum americanum | Maria-pretinha | 2,0 (720) | ||||
Senecio brasiliensis | Maria-mole | 2,0 – 3,0 (720 – 1080) | ||||
Ageratum conyzoides | Mentrasto | |||||
2,0 (720) | ||||||
Lepidium virginicum | ||||||
Mentruz | ||||||
Brassica rapa | Mostarda | 2,0 – 3,0 (720 – 1080) | ||||
Raphanus raphanistrum | Nabiça | 1,0 – 2,0 (360 – 720) | ||||
Desmodium tortuosum | Pega-pega | 2,0 (720) | ||||
Bidens pilosa | Picão-preto | 1,0 – 2,0 (360 – 720) | ||||
ALVO
| DOSE | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO | ||||||
CULTURAS | p.c L/ha | |||||
Nome científico | Nome comum | (g i.a./ha) | Terrestre | Aérea | ||
Richardia brasiliensis | Poaia-branca | 4,0 (1440) | ||||
Diodia ocimifolia | Poaia-do-campo | |||||
Phyllanthus tenellus | 2,0 (720) | |||||
Quebra-pedra | ||||||
Phyllanthus niruri | Quebra-pedra | 1,0 (360) | ||||
Chamaesyce prostata | Quebra-pedra- rasteira | 2,0 (720) | ||||
Leonorus sibiricus | Rubim | 5,0 (1800) | ||||
Sonchus oleraceus | Serralha | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
Oxalis oxyptera | Trevo | 1,0 – 2,0 (360 – 720) | ||||
Pteridium aquilinum | Samambaia | 4,0 (1440) | ||||
Bidens pilosa | Picão-preto, Picão | 1,0 - 1,5 (360 - 540) | ||||
Malvastrum coromandelianum | Ganxuma, Vassourinha | 1,0 - 2,0 (360 - 720) | ||||
Capim-rabo-de- raposa, Capim-rabo- de-gato | ||||||
Setaria geniculata | ||||||
Alternanthera tenella | Apaga-fogo, Periquito | 1,0 (360) | ||||
Galinsoga parviflora | Picão-branco, Fazendeiro | |||||
Digitaria horizontalis | Capim-colchão, Capim-milhã | 1,5 - 2,0 (540 - 720) | ||||
Rhynchelitrum repens | Capim-favorito, Capim-natal | Época: Aplicar em pré- emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes em área total. Número de aplicações: 01 aplicação por ciclo da cultura. | ||||
ARROZ | ||||||
Cyperus ferax | Junquinho, Chufa | 1,5 - 3,0 (540 - 1080) | ||||
Capim-colonião, Capim-coloninho | 1,5 - 5,0 (540 - 1800) | 150-400 | 40-50 | |||
Panicum maximum | ||||||
Acanthospermum australe | Carrapicho-rasteiro, Carrapichinho | |||||
Acanthospermum hispidum | Carrapicho-de- carneiro, Espinho- de-carneiro | 1,5 (540) | ||||
Cenchrus echinatus | Capim-carrapicho, Capim-amoroso | |||||
Lolium multiflorum | Azevém, Azeém- anual | 2,0 - 3,0 (720 - 1080) | ||||
Aeschynomene rudis | Angiquinho, Maricazinho | |||||
Ageratum conyzoides | Mentrasto, Picão- roxo | 2,0 (720) | ||||
Amaranthus hybridus | Caruru-roxo, Caruru- branco | |||||
ALVO ÉPOCA DE
Amaranthus viridis Caruru-de-mancha,
Caruru-verde
Conyza bonariensis Rabo-de-fogueta,
Buva
Capim-pé-de-
Eleusine indica
galinha, Capim-de-
pomar
Emilia sonchifolia Falsa-serralha, Bela-
emilia
Cordão-de-frade,
Leonotis nepetifolia
Cordão-de-são- francisco
Portulaca oleracea Beldroega, Bredo-
de-porco
Raphanus raphanistrum
Solanum americanum
Nabo-bravo, Nabiça
Erva-moura, Maria- pretinha
Sonchus oleraceus Serralha, Serralha-
lisa
Brachiaria decumbens
Euphorbia
Capim-braquiária, Braquiária
Amendoim-bravo,
2,5 - 4,0
(900 - 1440)
heterophylla
Leiteira 3,0 - 4,0
Paspalum maritimum
Ipomoea aristolochiaefolia
Rumex crispus
Sida cordifolia
Capim-gengibre, Capim-pernambuco
Corda-de-viola, Campainha
Lingua-de-vaca, Lingua-de-vaca- crespa
Malva-branca, Guanxuma
(1080 - 1440)
3,0 L/ha
(1080)
Sida glaziovii Guanxuma-branca,
Malva-guaxima
Sida rhombifolia Guanxuma, Mata-
pasto
Richardia brasiliensis
Sorghum halepense
Poaia-branca- Poaia
Capim-massambará, Capim-argentino
4,0
(1440)
Cyperus difformis Junquinho, Três-
quinas 5,0
obtusifol Senna ia Fedegoso-branco,
Mata-pasto
(1800)
Bidens pilosa Picão-preto, Picão 1,0 - 1,5
(360 - 540)
Malvastrum
coromandelianum
Ganxuma,
Vassourinha 1,0 - 2,0
infestantes de forma dirigida somente às
Setaria geniculata
Capim-rabo-de- raposa, Capim-rabo-
(360 - 720)
plantas infestantes, protegendo a cultura do
150-400 -
de-gato contato com a calda do
Alternanthera tenella
Apaga-fogo,
Periquito 1,0
produto.
Galinsoga parviflora
Picão-branco, Fazendeiro
(360)
01 aplicação por safra da cultura.
ALVO ÉPOCA DE
Digitaria horizontalis
Capim-colchão,
Capim-milhã 1,5 - 2,0
Rhynchelitrum repens
Capim-favorito, Capim-natal
(540 - 720)
Panicum maximum Capim-colonião,
Capim-coloninho
1,5 - 5,0
(540 - 1800)
Acanthospermum australe
Acanthospermum hispidum
Cenchrus echinatus
Eupatorium
Carrapicho-rasteiro, Carrapichinho
Carrapicho-de- carneiro, Espinho- de-carneiro
Capim-carrapicho, Capim-amoroso
Mata-pasto
1,5
(540)
maximilianii
Lolium multiflorum Azevém, Azeém-
anual
2,0 - 3,0
(720 - 1080)
Aeschynomene rudis
Ageratum conyzoides
Amaranthus hybridus
Angiquinho, Maricazinho
Mentrasto, Picão- roxo
Caruru-roxo, Caruru- branco
Amaranthus viridis Caruru-de-mancha,
Caruru-verde
Conyza bonariensis Rabo-de-fogueta,
Buva
Capim-pé-de-
Eleusine indica
galinha, Capim-de- pomar
2,0
Emilia sonchifolia Falsa-serralha, Bela-
emilia
Cordão-de-frade,
(720)
Leonotis nepetifolia
Phyllanthus tenellus
Cordão-de-são- francisco
Quebra-pedra, Erva- pombinha
Portulaca oleracea Beldroega, Bredo-
de-porco
Solanum americanum
Erva-moura, Maria- pretinha
Sonchus oleraceus Serralha, Serralha-
lisa
Brachiaria decumbens
Euphorbia
Capim-braquiária, Braquiária
Amendoim-bravo,
2,5 - 4,0
(900 - 1440)
heterophylla
Leiteira 3,0 - 4,0
Paspalum maritimum
Ipomoea aristolochiaefolia
Rumex crispus
Capim-gengibre, Capim-pernambuco
Corda-de-viola, Campainha
Lingua-de-vaca, Lingua-de-vaca- crespa
(1080 - 1440)
3,0
(1080)
Sida cordifolia Malva-branca, Guanxuma
ALVO ÉPOCA DE
Sida glaziovii Guanxuma-branca,
Malva-guaxima
Sida rhombifolia Guanxuma, Mata-
pasto
Echinochloa crusgalii
Richardia brasiliensis
Sorghum halepense
Fimbristylis miliacea
Capim-arroz, Jervão
Poaia-branca- Poaia
Capim-massambará, Capim-argentino
Falso-cominho, Cabelo-de-negro
4,0
(1440)
Plantago major Tanchagem, Plantagem
Senna obtusifolia Fedegoso-branco,
Mata-pasto
5,0
(1800)
Bidens pilosa Picão-preto, Picão 1,0 - 1,5
(360 - 540)
Malvastrum coromandelianum
Ganxuma,
Vassourinha 1,0 - 2,0
Setaria geniculata
Capim-rabo-de- raposa, Capim-rabo-
(360 - 720)
de-gato
Alternanthera tenella
Apaga-fogo,
Periquito 1,0
Galinsoga parviflora
Digitaria
Picão-branco, Fazendeiro
Capim-colchão,
(360)
horizontalis
Capim-milhã 1,5 - 2,0
Rhynchelitrum repens
Capim-favorito, Capim-natal
(540 - 720)
Panicum maximum Capim-colonião,
Capim-coloninho
1,5 - 5,0
(540 - 1800)
Acanthospermum australe
Acanthospermum hispidum
Cenchrus echinatus
Carrapicho-rasteiro, Carrapichinho
Carrapicho-de- carneiro, Espinho- de-carneiro
Capim-carrapicho, Capim-amoroso
1,5
(540)
pós-emergência das plantas infestantes em área total.
150-400 40-50
Lolium multiflorum Azevém, Azeém-
anual
2,0 - 3,0
(720 - 1080)
Aeschynomene rudis
Ageratum conyzoides
Angiquinho, Maricazinho
Mentrasto, Picão- roxo
Amaranthus viridis Caruru-de-mancha,
Caruru-verde
Conyza bonariensis Rabo-de-fogueta,
Buva
Capim-pé-de-
2,0
(720)
Eleusine indica
galinha, Capim-de- pomar
Emilia sonchifolia Falsa-serralha, Bela-
emilia
ALVO
| DOSE | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO | ||||||
CULTURAS | p.c L/ha | |||||
Nome científico | Nome comum | (g i.a./ha) | Terrestre | Aérea | ||
Leonotis nepetifolia | Cordão-de-frade, Cordão-de-são- francisco | |||||
Phyllanthus tenellus | Quebra-pedra, Erva- pombinha | |||||
Portulaca oleracea | Beldroega, Bredo- de-porco | |||||
Raphanus raphanistrum | Nabo-bravo, Nabiça | |||||
CANA-DE-AÇÚCAR | ||||||
Solanum americanum | Erva-moura, Maria- pretinha | |||||
Sonchus oleraceus | Serralha, Serralha- lisa | |||||
Brachiaria decumbens | Capim-braquiária, Braquiária | 2,5 - 4,0 (900 - 1440) | ||||
Euphorbia heterophylla | Amendoim-bravo, Leiteira | |||||
Paspalum maritimum | Capim-gengibre, Capim-pernambuco | 3,0 - 4,0 (1080 - 1440) | ||||
Ipomoea aristolochiaefolia | Corda-de-viola, Campainha | |||||
Rumex crispus | Lingua-de-vaca, Lingua-de-vaca- crespa | |||||
Sida cordifolia | Malva-branca, Guanxuma | 3,0 (1080) | ||||
Sida glaziovii | Guanxuma-branca, Malva-guaxima | |||||
Sida rhombifolia | Guanxuma, Mata- pasto | |||||
Paspalum paniculatum | Capim-de-guiné, Capim-de-burro | 4,0 - 5,0 (1440 - 1800) | ||||
Pennisetum clandestinum | Capim-de-kikuio, Quicuio | |||||
Paspalum urvileii | Capim-da roça, Capim-das-estradas | |||||
Richardia brasiliensis | Poaia-branca- Poaia | 4,0 (1440) | ||||
Sorghum halepense | Capim-massambará, Capim-argentino | |||||
Cyperus difformis | Junquinho, Três- quinas | |||||
Fedegoso-branco, Mata-pasto | 5,0 (1800) | |||||
Senna obtusifolia | ||||||
Bidens pilosa | Picão-preto, Picão | 1,0 - 1,5 (360 - 540) | Época: Aplicar em pós- plantio da cultura e pós- emergência das plantas infestantes de forma dirigida somente às plantas infestantes, protegendo a cultura do | |||
Malvastrum coromandelianum | Ganxuma, Vassourinha | 150-400 | - | |||
1,0 - 2,0 (360 - 720) | ||||||
Capim-rabo-de- raposa, Capim-rabo- de-gato | ||||||
Setaria geniculata | ||||||
ALVO ÉPOCA DE
Alternanthera tenella
Apaga-fogo,
Periquito 1,0
contato com a calda do produto.
Galinsoga parviflora
Digitaria
Picão-branco, Fazendeiro
Capim-colchão,
(360)
horizontalis
Capim-milhã 1,5 - 2,0
Rhynchelitrum repens
Capim-favorito, Capim-natal
(540 - 720)
Panicum maximum Capim-colonião,
Capim-coloninho
1,5 - 5,0
(540 - 1800)
Acanthospermum australe
Acanthospermum hispidum
Cenchrus echinatus
Ageratum conyzoides
Amaranthus hybridus
Carrapicho-rasteiro, Carrapichinho
Carrapicho-de- carneiro, Espinho- de-carneiro
Capim-carrapicho, Capim-amoroso
Mentrasto, Picão- roxo
Caruru-roxo, Caruru- branco
1,5
(540)
Amaranthus viridis Caruru-de-mancha,
Caruru-verde
Conyza bonariensis Rabo-de-fogueta,
Buva
Capim-pé-de-
Eleusine indica
galinha, Capim-de- pomar
Emilia sonchifolia Falsa-serralha, Bela-
emilia
Cordão-de-frade,
2,0
(720)
Leonotis nepetifolia
Phyllanthus tenellus
Cordão-de-são- francisco
Quebra-pedra, Erva- pombinha
Portulaca oleracea Beldroega, Bredo-
de-porco
Raphanus raphanistrum
Solanum americanum
Nabo-bravo, Nabiça
Erva-moura, Maria- pretinha
Sonchus oleraceus | Serralha, Serralha- lisa | |
Brachiaria | Capim-braquiária, | 2,5 - 4,0 |
decumbens | Braquiária | (900 - 1440) |
Euphorbia | Amendoim-bravo, | |
heterophylla | Leiteira | 3,0 - 4,0 |
Paspalum maritimum | Capim-gengibre, Capim-pernambuco | (1080 - 1440) |
Ipomoea | Corda-de-viola, |
aristolochiaefolia
Campainha 3,0
Rumex crispus
Lingua-de-vaca, Lingua-de-vaca-
(1080)
crespa
ALVO
| DOSE | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO | ||||||
CULTURAS | p.c L/ha | |||||
Nome científico | Nome comum | (g i.a./ha) | Terrestre | Aérea | ||
Sida cordifolia | Malva-branca, Guanxuma | |||||
Sida glaziovii | Guanxuma-branca, Malva-guaxima | |||||
Sida rhombifolia | Guanxuma, Mata- pasto | |||||
CITROS | Paspalum paniculatum | Capim-de-guiné, Capim-de-burro | 4,0 - 5,0 (1440 - 1800) | |||
Pennisetum clandestinum | Capim-de-kikuio, Quicuio | 4,0 - 5,0 (1440 - 1800) | ||||
Paspalum urvillei | Capim-da-roça, Capim-das-estradas | |||||
Richardia brasiliensis | Poaia-branca- Poaia | |||||
4,0 (1440) | ||||||
Sorghum halepense | Capim-massambará, Capim-argentino | |||||
Fimbristylis miliacea | Falso-cominho, Cabelo-de-negro | |||||
Senna obtusifolia | Fedegoso-branco, Mata-pasto | 5,0 (1800) | ||||
Bidens pilosa | Picão-preto, Picão | 1,0 - 1,5 (360 - 540) | Época: Para aplicação em área total: Esta forma de aplicação deve ser realizada em áreas em que o controle de todas as plantas infestantes é necessário e não há plantas úteis a serem protegidas. Não aplicar logo após a roçagem, sendo necessário aguardar até o aparecimento de área foliar suficiente para absorver o produto. Para aplicação em jato dirigido: Esta forma de aplicação deve ser utilizada em áreas em que o controle de plantas infestantes é necessário e há plantas úteis implantadas. A aplicação deve ser dirigida às plantas infestantes, nas doses recomendadas e com equipamentos que evitem o contato do produto com as folhas, ramos ou caules jovens das plantas úteis. Número de aplicações: 01 aplicação por ciclo da cultura. | |||
Setaria geniculata | Capim-rabo-de- raposa | 1,0 – 2,0 (360 – 720) | ||||
Alternanthera tenella | Apaga-fogo, Periquito | 1,0 (360) | ||||
Digitaria horizontalis | Capim-colchão, Capim-milhã | 1,5 - 2,0 (540 - 720) | ||||
Rhynchelitrum repens | Capim-favorito, Capim-natal | |||||
Cyperus ferax | Junquinho | 1,5 – 3,0 (540 – 1080) | ||||
Malvastrum coromandelianum | Guanxuma | |||||
1,5 – 5,0 (540 – 1800) | ||||||
Capim-colonião, Capim-coloninho | ||||||
Panicum maximum | ||||||
EUCALIPTO | ||||||
Aeschynomene rudis | Angiquinho, Maricazinho | 150-400 | 40-50 | |||
Ageratum conyzoides | Mentrasto, Picão- roxo | |||||
Amaranthus hybridus | Caruru-roxo, Caruru- branco | |||||
Amaranthus viridis | Caruru-de-mancha, Caruru-verde | |||||
Eleusine indica | Capim-pé-de- galinha, Capim-de- pomar | 2,0 (720) | ||||
Emilia sonchifolia | Falsa-serralha, Bela- emilia | |||||
Leonotis nepetifolia | Cordão-de-frade, Cordão-de-são- francisco | |||||
Raphanus raphanistrum | Nabo-bravo, Nabiça | |||||
ALVO ÉPOCA DE
Sonchus oleraceus Serralha, Serralha-
lisa Na cultura do eucalipto, a
Brachiaria decumbens
Paspalum maritimum
Ipomoea
Capim-braquiária, Braquiária
Capim-gengibre, Capim-pernambuco
Corda-de-viola,
2,5 - 4,0
(900 - 1440)
3,0 - 4,0
(1080 - 1440)
aplicação aérea só é recomendada na implantação em pré- plantio.
aristolochiaefolia
Campainha 3,0
Rumex crispus
Lingua-de-vaca, Lingua-de-vaca- crespa
(1080)
Paspalum notatum Grama-batatais,
Capim-batatais
Paspalum paniculatum
Pennisetum clandestinum
Echinochloa crusgalli
Capim-de-guiné, Capim-de-burro
Capim-kikuio, Quicuio
Capim-arroz, Jervão
4,0 - 5,0
(1440 - 1800)
Paspalum urvillei Capim-da-roça,
Capim-das-estradas
4,0
Richardia brasiliensis
Sorghum halepense
Poaia-branca- Poaia
Capim-massambará, Capim-argentino
(1440)
Senna obtusifolia Fedegoso-branco,
Mata-pasto
5,0
(1800)
Oryza sativa Arroz-vermelho 2,0 (720)
Avena sativa Aveia 1,0 – 2,0
(360 – 720)
Lolium multiflorum Azevém 2,0 (720)
Digitaria insularis Capim-amargoso
Echinochloa crusgalli
Echinochloa cruspavonis
Brachiaria decumbens
Capim-arroz Capim-arroz
Capim-braquiária
2,0 – 4,0
(720 – 1440)
150-400 --
Cenchrus echinatus
Capim-carrapicho 1,0 – 2,0
(360 – 720)
01 aplicação por ciclo da
Chloris pycnothrix Capim-cebola 2,0 (720)
cultura.
Digitaria horizontalis
Digitaria sanguinalis
Capim-colchão 1,0 – 2,0
(360 – 720)
Capim-colchão 2,0
(720)
Panicum maximum Capim-colonião 3,0 - 5,0
(1080 - 1800)
Chloris retusa Capim-coqueirinho 1,0 (360)
ALVO
| DOSE | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO | ||||||
CULTURAS | p.c L/ha | |||||
Nome científico | Nome comum | (g i.a./ha) | Terrestre | Aérea | ||
Rhynchelitrum repens | Capim-favorito | 1,0 – 2,0 (360 – 720) | ||||
Paspalum conjugatum | Capim-forquilha | 1,0 – 4,0 (360 – 1440) | ||||
Melinis minutiflura | Capim-gordura | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
Brachiaria plantaginea | Capim-marmelada | 1,0 – 2,0 (360 – 720) | ||||
Sorghum halepense | Capim-massambará | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
Paspalum consperssum | Capim-do-brejo | 2,0 – 3,0 (720 – 1080) | ||||
Pennisetum- setosum | Capim-oferecido | 4,0 – 5,0 (1440 – 1800) | ||||
FUMO | Eragrotis pilosa | Capim-mimoso | 2,0 (720) | |||
Eleusine indica | Capim-pé-de-galinha | 1,0 – 4,0 (360 – 1440) | ||||
Pennisetum clandestinum | Capim-kikuio | |||||
4,0 – 5,0 (1440 – 1800) | ||||||
Andropogon bicornis | ||||||
Capim-rabo-de-burro | ||||||
Paspalum urvillei | Capim-da-roça | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
Paspalum paniculatum | Grama-touceira | 4,0 (1440) | ||||
Zea mays | Milho | 1,0 (360) | ||||
Imperata brasiliensis | Sapé | 4,0 – 5,0 (1440 – 1800) | ||||
Saccharum officinarum | Cana-de-açúcar | 4,0 (1440) | ||||
Cyperus flavus | Tiririca | 5,0 (1800) | ||||
Cyperus sesquiflorus | Tiririca | 3,0 (1080) | ||||
Alternanthera tenella | Apaga-fogo | 1,0 -2,0 (360 – 720) | ||||
Euphorbia heterophylla | Amendoim-bravo | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
Portulaca oleracea | Beldroega | 2,0 (720) | ||||
Conyza bonariensis | Buva | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
Ipomoea aristolochiaefolia | Campainha | 1,0 – 3,0 (360 – 1080) | ||||
Amaranthus hybridus | Caruru-roxo | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
ALVO
| DOSE | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO | ||||||
CULTURAS | p.c L/ha | |||||
Nome científico | Nome comum | (g i.a./ha) | Terrestre | Aérea | ||
Amaranthus spinosus | Caruru-de-espinho | 2,0 (720) | ||||
Amaranthus viridis | Caruru-de-mancha | |||||
Amaranthus deflexus | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | |||||
Caruru-rasteiro | ||||||
Acanthospermum australe | Carrapichinho | 3,0 (1080) | ||||
Acanthospermum hispidum | Carrapicho-de- carneiro | 1,0 -2,0 (360 – 720) | ||||
FUMO FUMO | Mikania cordifolia | Cipó-cabeludo | 5,0 (1800) | |||
Ipomoea nil | Corda-de-viola | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
Ipomoea quamoclit | Corda-de-viola | 4,0 (1440) | ||||
Chamaesyce hirta | Erva-de-Santa-Luzia | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
Chenopodium ambrosioides | Erva-de-Santa-Maria | 3,0 (1080) | ||||
Galinsoga parviflora | Fazendeiro | 1,0 – 2,0 (360 – 720) | ||||
Emilia sonchifolia | Falsa-serralha | 2,0 (720) | ||||
Sida cordifolia | Guanxuma | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
Sida rhombifolia | Guanxuma | 2,0 (720) | ||||
Sida glaziovii | Guanxuma-branca | 2,0 – 5,0 (720 – 1800) | ||||
Nicandra physaloides | Joá-de-capote | 2,0 (720) | ||||
Solanum paniculatum | Jurubeba | 4,0 (1440) | ||||
Parthenium hysterophorus | Losna-branca | 3,0 (1080) | ||||
Solanum americanum | Maria-pretinha | 2,0 (720) | ||||
Senecio brasiliensis | Maria-mole | 2,0 – 3,0 (720 – 1080) | ||||
Ageratum conyzoides | Mentrasto | |||||
2,0 (720) | ||||||
Lepidium virginicum | ||||||
Mentruz | ||||||
Brassica rapa | Mostarda | 2,0 – 3,0 (720 – 1080) | ||||
Raphanus raphanistrum | Nabiça | 1,0 – 2,0 (360 – 720) | ||||
ALVO ÉPOCA DE
Desmodium tortuosum
Pega-pega 2,0
(720)
Bidens pilosa Picão-preto 1,0 – 2,0
(360 – 720)
Richardia brasiliensis
Poaia-branca 4,0
(1440)
Diodia ocimifolia Poaia-do-campo
2,0
Phyllanthus tenellus
Quebra-pedra
(720)
Phyllanthus niruri Quebra-pedra 1,0 (360)
Chamaesyce prostata
Quebra-pedra- rasteira
2,0
(720)
Leonorus sibiricus Rubim 5,0 (1800)
Sonchus oleraceus Serralha 2,0 – 4,0
(720 – 1440)
Oxalis oxyptera Trevo 1,0 – 2,0
(360 – 720)
Pteridium aquilinum Samambaia 4,0 (1440)
Oryza sativa Arroz-vermelho 2,0 (720)
Avena sativa Aveia 1,0 – 2,0
(360 – 720)
Lolium multiflorum Azevém 2,0 (720)
Digitaria insularis Capim-amargoso
Echinochloa crusgalli
Echinochloa cruspavonis
Brachiaria decumbens
Capim-arroz Capim-arroz
Capim-braquiária
2,0 – 4,0
(720 – 1440)
150-400 --
Cenchrus echinatus
Capim-carrapicho 1,0 – 2,0
(360 – 720)
01 aplicação por ciclo da
Chloris pycnothrix Capim-cebola 2,0 (720)
cultura.
Digitaria horizontalis
Digitaria sanguinalis
Capim-colchão 1,0 – 2,0
(360 – 720)
Capim-colchão 2,0
(720)
Panicum maximum Capim-colonião 3,0 - 5,0
(1080 - 1800)
Chloris retusa Capim-coqueirinho 1,0 (360)
ALVO ÉPOCA DE
Rhynchelitrum repens
Paspalum conjugatum
Capim-favorito 1,0 – 2,0
(360 – 720)
Capim-forquilha 1,0 – 4,0
(360 – 1440)
Melinis minutiflura Capim-gordura 2,0 – 4,0
(720 – 1440)
Brachiaria plantaginea
Sorghum halepense
Paspalum consperssum
Pennisetum- setosum
Capim-marmelada 1,0 – 2,0
(360 – 720)
Capim-massambará 2,0 – 4,0
(720 – 1440)
Capim-do-brejo 2,0 – 3,0
(720 – 1080)
Capim-oferecido 4,0 – 5,0
(1440 – 1800)
Eragrotis pilosa Capim-mimoso 2,0 (720)
Eleusine indica Capim-pé-de-galinha 1,0 – 4,0
(360 – 1440)
Pennisetum clandestinum
Andropogon bicornis
Capim-kikuio
Capim-rabo-de-burro
4,0 – 5,0
(1440 – 1800)
Paspalum urvillei Capim-da-roça 2,0 – 4,0
(720 – 1440)
Paspalum paniculatum
Grama-touceira 4,0
(1440)
Zea mays Milho 1,0 (360)
Imperata brasiliensis
Saccharum officinarum
Sapé 4,0 – 5,0
(1440 – 1800)
Cana-de-açúcar 4,0
(1440)
Cyperus flavus Tiririca 5,0 (1800)
Cyperus sesquiflorus
Alternanthera tenella
Euphorbia heterophylla
Tiririca 3,0
(1080)
Apaga-fogo 1,0 -2,0
(360 – 720)
Amendoim-bravo 2,0 – 4,0
(720 – 1440)
Portulaca oleracea Beldroega 2,0 (720)
Conyza bonariensis Buva 2,0 – 4,0
(720 – 1440)
Ipomoea aristolochiaefolia
Amaranthus hybridus
Campainha 1,0 – 3,0
(360 – 1080)
Caruru-roxo 2,0 – 4,0
(720 – 1440)
ALVO
| DOSE | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO | ||||||
CULTURAS | p.c L/ha | |||||
Nome científico | Nome comum | (g i.a./ha) | Terrestre | Aérea | ||
Amaranthus spinosus | Caruru-de-espinho | 2,0 (720) | ||||
Amaranthus viridis | Caruru-de-mancha | |||||
Amaranthus deflexus | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | |||||
Caruru-rasteiro | ||||||
Acanthospermum australe | Carrapichinho | 3,0 (1080) | ||||
Acanthospermum hispidum | Carrapicho-de- carneiro | 1,0 -2,0 (360 – 720) | ||||
Mikania cordifolia | Cipó-cabeludo | 5,0 (1800) | ||||
Ipomoea nil | Corda-de-viola | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
PASTAGEM | Ipomoea quamoclit | Corda-de-viola | 4,0 (1440) | |||
Chamaesyce hirta | Erva-de-Santa-Luzia | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
Chenopodium ambrosioides | Erva-de-Santa-Maria | 3,0 (1080) | ||||
Galinsoga parviflora | Fazendeiro | 1,0 – 2,0 (360 – 720) | ||||
Emilia sonchifolia | Falsa-serralha | 2,0 (720) | ||||
Sida cordifolia | Guanxuma | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
Sida rhombifolia | Guanxuma | 2,0 (720) | ||||
Sida glaziovii | Guanxuma-branca | 2,0 – 5,0 (720 – 1800) | ||||
Nicandra physaloides | Joá-de-capote | 2,0 (720) | ||||
Solanum paniculatum | Jurubeba | 4,0 (1440) | ||||
Parthenium hysterophorus | Losna-branca | 3,0 (1080) | ||||
Solanum americanum | Maria-pretinha | 2,0 (720) | ||||
Senecio brasiliensis | Maria-mole | 2,0 – 3,0 (720 – 1080) | ||||
Ageratum conyzoides | Mentrasto | |||||
2,0 (720) | ||||||
Lepidium virginicum | ||||||
Mentruz | ||||||
Brassica rapa | Mostarda | 2,0 – 3,0 (720 – 1080) | ||||
Raphanus raphanistrum | Nabiça | 1,0 – 2,0 (360 – 720) | ||||
ALVO ÉPOCA DE
Desmodium tortuosum
Pega-pega 2,0
(720)
Bidens pilosa Picão-preto 1,0 – 2,0
(360 – 720)
Richardia brasiliensis
Poaia-branca 4,0
(1440)
Diodia ocimifolia Poaia-do-campo
2,0
Phyllanthus tenellus
Quebra-pedra
(720)
Phyllanthus niruri Quebra-pedra 1,0 (360)
Chamaesyce prostata
Quebra-pedra- rasteira
2,0
(720)
Leonorus sibiricus Rubim 5,0 (1800)
Sonchus oleraceus Serralha 2,0 – 4,0
(720 – 1440)
Oxalis oxyptera Trevo 1,0 – 2,0
(360 – 720)
Pteridium aquilinum Samambaia 4,0 (1440)
Bidens pilosa Picão-preto, Picão
Alternanthera tenella
Digitaria horizontalis
Rhynchelitrum repens
Panicum maximum
Aeschynomene rudis
Ageratum conyzoides
Amaranthus hybridus
Apaga-fogo, Periquito
Capim-colchão, Capim-milhã
Capim-favorito, Capim-natal
Capim-colonião, Capim-coloninho
Angiquinho, Maricazinho
Mentrasto, Picão- roxo
Caruru-roxo, Caruru- branco
1,0 - 2,0
(360 - 720)
3,0 – 5,0
(1080 – 1800)
Esta forma de aplicação deve ser realizada em áreas em que o controle de todas as plantas infestantes é necessário e não há plantas úteis a serem protegidas. Não aplicar logo após a roçagem, sendo necessário aguardar até o aparecimento de área foliar
suficiente para absorver o produto.
Para aplicação em jato dirigido:
150-400 40-50
Amaranthus viridis Caruru-de-mancha,
Caruru-verde
Capim-pé-de-
2,0
Esta forma de aplicação deve ser utilizada em áreas em que o
Eleusine indica
galinha, Capim-de- pomar
(720)
controle de plantas infestantes é necessário e há plantas úteis
Emilia sonchifolia Falsa-serralha, Bela-
emilia
Cordão-de-frade,
Leonotis nepetifolia Cordão-de-são-
francisco
Sonchus oleraceus Serralha, Serralha-
lisa
implantadas. A aplicação deve ser dirigida às plantas infestantes,
nas doses recomendadas e com equipamentos que evitem o
contato do produto com
Raphanus raphanistrum
Nabo-bravo, Nabiça 1,0 -2,0
(360 - 720)
as folhas, ramos ou
ALVO
| DOSE | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO | ||||||
CULTURAS | p.c L/ha | |||||
Nome científico | Nome comum | (g i.a./ha) | Terrestre | Aérea | ||
PINUS SERINGUEIRA | Brachiaria decumbens | Capim-braquiária, Braquiária | 2,0 - 4,0 (720 - 1440) | caules jovens das plantas úteis. Número de aplicações: 01 aplicação por ciclo da cultura. Na cultura do eucalipto, a aplicação aérea só é recomendada na implantação em pré- plantio. | ||
Paspalum maritimum | Capim-gengibre, Capim-pernambuco | 3,0 - 4,0 (1080 - 1440) | ||||
Ipomoea aristolochiaefolia | Corda-de-viola, Campainha | 1,0 -3,0 (360 - 1080) | ||||
Paspalum notatum | Grama-batatais, Capim-batatais | |||||
Paspalum paniculatum | Capim-de-guiné, Capim-de-burro | 4,0 - 5,0 (1440 - 1800) | ||||
Pennisetum clandestinum | Capim-kikuio, Quicuio | |||||
Echinochloa crusgalli | Capim-arroz, Jervão | |||||
Paspalum urvillei | Capim-da-roça, Capim-das-estradas | 2,0 – 4,0 (720 - 1440) | ||||
Sorghum halepense | Capim-massambará, Capim-argentino | |||||
Richardia brasiliensis | Poaia-branca- Poaia | 4,0 (1440) | ||||
Oryza sativa | Arroz-vermelho | 2,0 (720) | ||||
Avena sativa | Aveia | 1,0 – 2,0 (360 – 720) | ||||
Lolium multiflorum | Azevém | 2,0 (720) | ||||
Digitaria insularis | Capim-amargoso | |||||
Echinochloa crusgalli | Capim-arroz | |||||
2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||||
FEIJÃO TRIGO | Echinochloa cruspavonis | |||||
Capim-arroz | ||||||
Brachiaria decumbens | Capim-braquiária | Época: Aplicar em pré- emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes em área total. Número de aplicações: 01 aplicação por ciclo da cultura. | ||||
Cenchrus echinatus | Capim-carrapicho | 1,0 – 2,0 (360 – 720) | 150-400 | 40-50 | ||
Chloris pycnothrix | Capim-cebola | 2,0 (720) | ||||
Digitaria horizontalis | Capim-colchão | 1,0 – 2,0 (360 – 720) | ||||
Digitaria sanguinalis | Capim-colchão | 2,0 (720) | ||||
Panicum maximum | Capim-colonião | 3,0 - 5,0 (1080 - 1800) | ||||
Chloris retusa | Capim-coqueirinho | 1,0 (360) | ||||
Rhynchelitrum repens | Capim-favorito | 1,0 – 2,0 (360 – 720) | ||||
Paspalum conjugatum | Capim-forquilha | 1,0 – 4,0 (360 – 1440) | ||||
ALVO
| DOSE | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO | ||||||
CULTURAS | p.c L/ha | |||||
Nome científico | Nome comum | (g i.a./ha) | Terrestre | Aérea | ||
FEIJÃO TRIGO | Melinis minutiflura | Capim-gordura | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | |||
Brachiaria plantaginea | Capim-marmelada | 1,0 – 2,0 (360 – 720) | ||||
Sorghum halepense | Capim-massambará | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
Paspalum consperssum | Capim-do-brejo | 2,0 – 3,0 (720 – 1080) | ||||
Pennisetum- setosum | Capim-oferecido | 4,0 – 5,0 (1440 – 1800) | ||||
Eragrotis pilosa | Capim-mimoso | 2,0 (720) | ||||
Eleusine indica | Capim-pé-de-galinha | 1,0 – 4,0 (360 – 1440) | ||||
Pennisetum clandestinum | Capim-kikuio | |||||
4,0 – 5,0 (1440 – 1800) | ||||||
Andropogon bicornis | ||||||
Capim-rabo-de-burro | ||||||
Paspalum urvillei | Capim-da-roça | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
Paspalum paniculatum | Grama-touceira | 4,0 (1440) | ||||
Zea mays | Milho | 1,0 (360) | ||||
Imperata brasiliensis | Sapé | 4,0 – 5,0 (1440 – 1800) | ||||
Saccharum officinarum | Cana-de-açúcar | 4,0 (1440) | ||||
Cyperus flavus | Tiririca | 5,0 (1800) | ||||
Cyperus sesquiflorus | Tiririca | 3,0 (1080) | ||||
Alternanthera tenella | Apaga-fogo | 1,0 -2,0 (360 – 720) | ||||
Euphorbia heterophylla | Amendoim-bravo | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
Portulaca oleracea | Beldroega | 2,0 (720) | ||||
Conyza bonariensis | Buva | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
Ipomoea aristolochiaefolia | Campainha | 1,0 – 3,0 (360 – 1080) | ||||
Amaranthus hybridus | Caruru-roxo | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
Amaranthus spinosus | Caruru-de-espinho | 2,0 (720) | ||||
Amaranthus viridis | Caruru-de-mancha | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
ALVO
| DOSE | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO | ||||||
CULTURAS | p.c L/ha | |||||
Nome científico | Nome comum | (g i.a./ha) | Terrestre | Aérea | ||
Amaranthus deflexus | Caruru-rasteiro | |||||
Acanthospermum australe | Carrapichinho | 3,0 (1080) | ||||
FEIJÃO TRIGO | Acanthospermum hispidum | Carrapicho-de- carneiro | 1,0 -2,0 (360 – 720) | |||
5,0 (1800) | ||||||
Mikania cordifolia | Cipó-cabeludo | |||||
Ipomoea nil | Corda-de-viola | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
Ipomoea quamoclit | Corda-de-viola | 4,0 (1440) | ||||
Chamaesyce hirta | Erva-de-Santa-Luzia | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
Chenopodium ambrosioides | Erva-de-Santa-Maria | 3,0 (1080) | ||||
Galinsoga parviflora | Fazendeiro | 1,0 – 2,0 (360 – 720) | ||||
Emilia sonchifolia | Falsa-serralha | 2,0 (720) | ||||
Sida cordifolia | Guanxuma | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
Sida rhombifolia | Guanxuma | 2,0 (720) | ||||
Sida glaziovii | Guanxuma-branca | 2,0 – 5,0 (720 – 1800) | ||||
Nicandra physaloides | Joá-de-capote | 2,0 (720) | ||||
Solanum paniculatum | Jurubeba | 4,0 (1440) | ||||
Parthenium hysterophorus | Losna-branca | 3,0 (1080) | ||||
Solanum americanum | Maria-pretinha | 2,0 (720) | ||||
Senecio brasiliensis | Maria-mole | 2,0 – 3,0 (720 – 1080) | ||||
Ageratum conyzoides | Mentrasto | |||||
2,0 (720) | ||||||
Lepidium virginicum | ||||||
Mentruz | ||||||
Brassica rapa | Mostarda | 2,0 – 3,0 (720 – 1080) | ||||
Raphanus raphanistrum | Nabiça | 1,0 – 2,0 (360 – 720) | ||||
Desmodium tortuosum | Pega-pega | 2,0 (720) | ||||
Bidens pilosa | Picão-preto | 1,0 – 2,0 (360 – 720) | ||||
ALVO
| DOSE | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO | ||||||
CULTURAS | p.c L/ha | |||||
Nome científico | Nome comum | (g i.a./ha) | Terrestre | Aérea | ||
FEIJÃO TRIGO | Richardia brasiliensis | Poaia-branca | 4,0 (1440) | |||
Diodia ocimifolia | Poaia-do-campo | |||||
Phyllanthus tenellus | 2,0 (720) | |||||
Quebra-pedra | ||||||
Phyllanthus niruri | Quebra-pedra | 1,0 (360) | ||||
Chamaesyce prostata | Quebra-pedra- rasteira | 2,0 (720) | ||||
Leonorus sibiricus | Rubim | 5,0 (1800) | ||||
Sonchus oleraceus | Serralha | 2,0 – 4,0 (720 – 1440) | ||||
Oxalis oxyptera | Trevo | 1,0 – 2,0 (360 – 720) | ||||
Pteridium aquilinum | Samambaia | 4,0 (1440) | ||||
Setaria geniculata | Capim-rabo-de- raposa, Capim-rabo- de-gato | 1,0 - 2,0 (360 - 720) | ||||
Alternanthera tenella | Apaga-fogo, Periquito | 1,0 (360) | ||||
Galinsoga parviflora | Picão-branco, Fazendeiro | |||||
Rhynchelitrum repens | Capim-favorito, Capim-natal | 1,5 - 2,0 (540 - 720) | ||||
Panicum maximum | Capim-colonião, Capim-coloninho | 1,5 - 5,0 (540 - 1800) | ||||
Acanthospermum australe | Carrapicho-rasteiro, Carrapichinho | |||||
Acanthospermum hispidum | Carrapicho-de- carneiro, Espinho- de-carneiro | 1,5 (540) | Época: Aplicar em pré- emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes em área total. Número de aplicações: 01 aplicação por ciclo da cultura. | |||
MILHO | ||||||
Aeschynomene rudis | Angiquinho, Maricazinho | 150-400 | 40-50 | |||
Ageratum conyzoides | Mentrasto, Picão- roxo | |||||
Amaranthus hybridus | Caruru-roxo, Caruru- branco | |||||
Amaranthus viridis | Caruru-de-mancha, Caruru-verde | |||||
Leonotis nepetifolia | Cordão-de-frade, Cordão-de-são- francisco | 2,0 (720) | ||||
Phyllanthus tenellus | Quebra-pedra, Erva- pombinha | |||||
Portulaca oleracea | Beldroega, Bredo- de-porco | |||||
Raphanus raphanistrum | Nabo-bravo, Nabiça | |||||
Solanum americanum | Erva-moura, Maria- pretinha | |||||
ALVO
| DOSE | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO | ||||||
CULTURAS | p.c L/ha | |||||
Nome científico | Nome comum | (g i.a./ha) | Terrestre | Aérea | ||
Sonchus oleraceus | Serralha, Serralha- lisa | |||||
MILHO | Euphorbia heterophylla | Amendoim-bravo, Leiteira | 3,0 - 4,0 (1080 - 1440) | |||
Paspalum maritimum | Capim-gengibre, Capim-pernambuco | |||||
Ipomoea aristolochiaefolia | Corda-de-viola, Campainha | |||||
Rumex crispus | Lingua-de-vaca, Lingua-de-vaca- crespa | |||||
Sida cordifolia | Malva-branca, Guanxuma | 3,0 (1080) | ||||
Sida glaziovii | Guanxuma-branca, Malva-guaxima | |||||
Sida rhombifolia | Guanxuma, Mata- pasto | |||||
Paspalum paniculatum | Capim-de-guiné, Capim-de-burro | 4,0 - 5,0 (1440 - 1800) | ||||
Pennisetum clandestinum | Capim-de-kikuio, Quicuio | |||||
Paspalum urvileii | Capim-da-roça, Capim-das-estradas | |||||
Richardia brasiliensis | Poaia-branca- Poaia | 4,0 (1440) | ||||
Sorghum halepense | Capim-massambará, Capim-argentino | |||||
Senna obtusifolia | Fedegoso-branco, Mata-pasto | 5,0 (1800) | ||||
Bidens pilosa | Picão-preto, Picão | 1,0 - 1,5 (360 - 540) | ||||
Malvastrum coromandelianum | Ganxuma, Vassourinha | 1,0 - 2,0 (360 - 720) | ||||
Capim-rabo-de- raposa, Capim-rabo- de-gato | ||||||
SOJA | Setaria geniculata | |||||
Alternanthera tenella | Apaga-fogo, Periquito | 1,0 (360) | ||||
Galinsoga parviflora | Picão-branco, Fazendeiro | Época : Aplicar em pré- emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes em área total. Número de aplicações: 01 aplicação por ciclo da cultura. | ||||
Digitaria horizontalis | Capim-colchão, Capim-milhã | 1,5 - 2,0 (540 - 720) | ||||
Rhynchelitrum repens | Capim-favorito, Capim-natal | 150-400 | 40-50 | |||
Cyperus ferax | Junquinho, Chufa | 1,5 - 3,0 (540 - 1080) | ||||
Panicum maximum | Capim-colonião, Capim-coloninho | 1,5 - 5,0 (540 - 1800) | ||||
Acanthospermum australe | Carrapicho-rasteiro, Carrapichinho | |||||
Acanthospermum hispidum | Carrapicho-de- carneiro, Espinho- de-carneiro | 1,5 (540) | ||||
Cenchrus echinatus | Capim-carrapicho, Capim-amoroso | |||||
ALVO ÉPOCA DE
Ageratum conyzoides
Amaranthus hybridus
Mentrasto, Picão- roxo
Caruru-roxo, Caruru- branco
Amaranthus viridis Caruru-de-mancha,
Caruru-verde
Rabo-de-fogueta,
Conyza bonariensis Eleusine indica
Buva Capim-pé-de-
galinha, Capim-de-
pomar
Emilia sonchifolia Falsa-serralha, Bela-
emilia
Cordão-de-frade,
2,0
(720)
Leonotis nepetifolia
Phyllanthus tenellus
Cordão-de-são- francisco
Quebra-pedra, Erva- pombinha
Portulaca oleracea Beldroega, Bredo-
de-porco
Raphanus raphanistrum
Solanum americanum
Nabo-bravo, Nabiça
Erva-moura, Maria- pretinha
Sonchus oleraceus Serralha, Serralha-
lisa
Brachiaria decumbens
Euphorbia
Capim-braquiária, Braquiária
Amendoim-bravo,
2,5 - 4,0
(900 - 1440)
heterophylla
Leiteira 3,0 - 4,0
Paspalum maritimum
Ipomoea aristolochiaefolia
Rumex crispus
Sida cordifolia
Capim-gengibre, Capim-pernambuco
Corda-de-viola, Campainha
Lingua-de-vaca, Lingua-de-vaca- crespa
Malva-branca, Guanxuma
(1080 - 1440)
3,0
(1080)
Sida glaziovii Guanxuma-branca,
Malva-guaxima
Sida rhombifolia Guanxuma, Mata-
pasto
Paspalum notatum Grama-batatais,
Capim-batatais
Paspalum paniculatum
Pennisetum clandestinum
Echinochloa crusgalii
Capim-de-guiné, Capim-de-burro
Capim-de-kikuio, Quicuio
Capim-arroz, Jervão
4,0 - 5,0
(1080 - 1800)
Paspalum urvillei Capim-da-roça,
Capim-das-estradas
4,0
(1440)
Richardia
Poaia-branca- Poaia
brasiliensis
ALVO ÉPOCA DE
Sorghum halepense
Capim-massambará, Capim-argentino
Cyperus difformis Junquinho, Três-
quinas 5,0
Senna obtusifolia Fedegoso-branco,
Mata-pasto
(1800)
Brachiaria plantaginea
Cenchrus echinatus
Brachiaria decumbens
Capim-marmelada, Capim-papuã
Capim-carrapicho Capim-braquiária
Digitaria ciliaris Capim-colchão
Amaranthus viridis Caruru-de-mancha
2,0 - 3,0
(720 - 1080)
Amaranthus hybridus
Caruru-roxo
Emilia sonchifolia Falsa-serralha
Acanthospermum hispidum
Carrapicho-rasteiro
Bidens pilosa Picão-preto
das plantas infestantes
em área total.
150-400 40-50
Alternanthera tenella
Apaga-fogo
01 aplicação por ciclo da
Sida rhobifolia Guanxuma
Sida glaziovii Guanxuma-branca
2,0- 3,5
(720 – 1260)
cultura.
Richardia brasiliensis
Poaia-branca
Ipomoea grandifolia Corda-de-viola
Raphanus raphanistrum
Commelina benghalensis
Euphorbia heterophylla
Nabo-bravo Trapoeraba Amendoim-bravo
3,0 – 3,5
(1080 – 1260)
Ipomoea nil Corda-de-viola
p.c.: produto comercial. i.a = ingrediente ativo.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Ameixa | Pennisetum setosum | capim-avião, capim-custódio, capim-mandante | Ver detalhes |
| Banana | Paspalum paniculatum | capim-da-guiné, capim-de-burro (2), grama-da-guiné | Ver detalhes |
| Cacau | Pennisetum setosum | capim-avião, capim-custódio, capim-mandante | Ver detalhes |
| Coco | Pennisetum clandestinum | capim-kikuio, kikuyo, quicuio | Ver detalhes |
| Feijão | Ipomoea quamoclit | cardeal, corda-de-viola (16), esqueleto | Ver detalhes |
| Fumo | Paspalum conjugatum | capim-azedo, capim-forquilha, capim-marreca | Ver detalhes |
| Maçã | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Mamão | Phyllanthus niruri | arrebenta-pedra (2), erva-pombinha (2), fura-parede | Ver detalhes |
| Nectarina | Phyllanthus tenellus | arrebenta-pedra (1), erva-pombinha (1), quebra-pedra (1) | Ver detalhes |
| Pastagens | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Pera | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
| Pessego | Oxalis oxyptera | azedinha (4), trevo (2) | Ver detalhes |
| Pinus | Ipomoea aristolochiaefolia | campainha (1), corda-de-viola (1), corriola (1) | Ver detalhes |
| Seringueira | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Soja OGM | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Richardia brasiliensis | poaia, poaia-branca, poaia-do-campo (2) | Ver detalhes |
| Uva | Chamaesyce prostrata | beldroega-pequena, erva-de-santa-luzia (3), quebra-pedra (3) | Ver detalhes |
A aplicação deve ser conduzida de modo a obter cobertura uniforme. Equipamento costal dotado de bicos tipo leque em ângulo/ defletor ou bico tipo leque/jato plano (equivalentes às séries 80º e 110º). Utilizar uma pressão de trabalho de 17 a 20 lb/pol2 para equipamentos com bicos tipo leque em ângulo/defletor e uma pressão de trabalho de 20 a 30 lb/pol2 para equipamentos com bicos tipo leque/jato plano. Utilizar um volume de calda de 150 a 250L/ha. Equipamento tratorizado dotado de barra com bicos tipo leque/jato plano (equivalentes às séries 80º e 110º). Utilizar uma pressão de trabalho de 20 a 50 lb/pol2 e um volume de calda de 150 a 400L/ha.
Utilizar aeronave com barra fixa equipada com bicos de jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em um cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto, obtendo uma deposição mínima de 20 gotas/cm2 com DMV de 420 a 450 micras à pressão de 15 a 30 psi. Utilizar um volume de aplicação de 40 a 50L/ha.
ATENÇÃO: A aplicação aérea somente deve ser realizada quando não existe o risco de ocorrer contato da pulverização com culturas sensíveis ao produto. Portanto a indicação desta modalidade de aplicação deve ser previamente avaliada pelo Engenheiro Agrônomo ou Técnico Responsável.
- Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
A melhor estratégia de gerenciamento da deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 µm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, infestação e condições climáticas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS!
Veja instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade e inversão térmica.
QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE BICOS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS DE AUMENTAR A PRESSÃO.
NÃO APLICAR SE HOUVER RAJADAS DE VENTOS OU EM CONDIÇÕES SEM VENTO.
O Eng. Agrônomo Responsável pode alterar as condições de aplicação.
A calda poderá ser preparada diretamente no tanque pulverizador, procedendo-se da seguinte forma:
Preencher o tanque do pulverizador abastecendo até ¼ da sua capacidade;
Adicionar o produto na quantidade requerida;
Completar o volume do tanque com o sistema de agitação em funcionamento.
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco de formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxague completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante dessa operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule essa solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d´água, nascentes ou plantas úteis.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores com um balde com a solução de limpeza.
Repita o passo 3.
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Com relação às condições climáticas, deve-se procurar aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h (3 m/s), temperaturas superiores a 28°C e umidade relativa inferior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Algodão, arroz, feijão, cana-de-açúcar, milho, pastagem, trigo e soja (2) | Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego (1) |
Mamão | 3 dias |
Ameixa e uva | 17 dias |
Café, coco, maçã e pera | 15 dias |
Banana, cacau, citros, nectarina e pêssego | 30 dias |
Eucalipto, fumo, pinus e seringueira | Uso não alimentar (UNA) |
Soja geneticamente modificada | 56 dias |
U.N.A. = Uso Não Alimentar
Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura de soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
ALGODÃO, AMEIXA, ARROZ, ARROZ IRRIGADO, BANANA, CAFÉ, CANA-DE-AÇÚCAR, CITROS, COCO, EUCALIPTO, FEIJÃO, FUMO, MAÇÃ, MAMÃO, MILHO, NECTARINA, PASTAGENS, PERA, PÊSSEGO, PINUS, SERINGUEIRA, SOJA CONVENCIONAL, TRIGO E UVA | ||||
Nome Comum | Nome Científico | Dose Produto Comercial (L/ha) | Nº Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
MONOCOTILEDÔNEAS | 1 | 150 a 450 | ||
Arroz-vermelho | Oryza sativa | 4 | ||
Aveia | Avena sativa | 2 - 4 | ||
Azevém | Lolium multiflorum | 2 | ||
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 2 - 4 | ||
Capim-angola | Brachiaria mutica | 5 - 6 | ||
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 2 - 4 | ||
Capim-arroz | Echinochloa cruspavonis | |||
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | |||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | |||
Capim-cebola | Chloris pycnothrix | 2 | ||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 2 - 4 | ||
Capim-colchão | Digitaria ciliaris | |||
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | 2 | ||
Capim-colonião | Panicum maximum | 6 | ||
Capim-coqueirinho | Chloris retusa | 1 | ||
Capim-elefante | Pennisetum purpureum | 5 - 6 | ||
Capim-favorito | Rhynchelitrum repens | 1 - 2 | ||
Capim-forquilha | Paspalum conjugatum | 1 - 4 | ||
Capim-gordura | Melinis minutiflora | 2 - 4 | ||
Capim-jaraguá | Hyparrhenia rufa | 4 - 6 | ||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 - 4 | ||
Capim-massambará | Sorghum halepense | |||
Capim-do-brejo | Paspalum conspersum | 2 - 3 | ||
Capim-oferecido | Pennisetum setosum | 4 - 5 | ||
Milhã | Digitaria decumbens | 5 - 6 | ||
Capim-mimoso | Eragrostis pilosa | 2 | ||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 2 - 4 | ||
Capim-kikuio | Pennisetum clandestinum | 4 - 5 | ||
Capim-rabo-de-burro | Andropogon bicornis | 4 - 5 | ||
Capim-rabo-de- raposa | Setaria geniculata | 2 - 4 | ||
Capim-da-roça | Paspalum urvillei | |||
Grama-batatais | Paspalum notatum | 4 - 6 | ||
Grama-seda | Cynodon dactylon | |||
Grama-touceira | Paspalum paniculatum | 4 | ||
Milho | Zea mays | 1 | ||
Sapé | Imperata brasiliensis | 4 - 5 | ||
Número, época e intervalo de aplicação:
Pós-emergência da cultura e das ervas daninha, para capina química nas culturas de: ameixa, banana, café, cana-de-açúcar, citros, coco, maçã, mamão, nectarina, pera, pêssego, seringueira e uva;
Área total para o controle de ervas daninha, no pré-plantio da cultura e pós-emergência das ervas, para o plantio direto de: algodão, arroz, arroz irrigado, cana-de-açúcar, feijão, milho, soja convencional e trigo;
Área total para o controle de ervas daninha, no pré-plantio da cultura e pós-emergência das ervas antes do transplante do fumo e para cultivo mínimo de: arroz e cana-de-açúcar (eliminação das soqueiras);
Renovação e manutenção de pastagens para eliminação das reboleiras de ervas daninha indesejáveis, relacionadas nas instruções de uso
Pré-plantio na erradicação de vegetação para as culturas de: pinus e eucalipto.
ALGODÃO, AMEIXA, ARROZ, ARROZ IRRIGADO, BANANA, CAFÉ, CANA-DE-AÇÚCAR, CITROS, COCO, EUCALIPTO, FEIJÃO, FUMO, MAÇÃ, MAMÃO, MILHO, NECTARINA, PASTAGENS, PERA, PÊSSEGO, PINUS, SERINGUEIRA, SOJA CONVENCIONAL, TRIGO E UVA | ||||
Nome Comum | Nome Científico | Dose Produto Comercial (kg/ha) | Nº Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
DICOTILEDÔNEAS | 1 | 150 a 450 | ||
Apaga- fogo | Alternanthera tenella | 2 - 4 | ||
Amendoim-bravo | Euphorbía heterophylla | |||
Beldroega | Portulaca oleracea | 2 | ||
Buva | Conyza bonariensis | 4 - 6 | ||
Campainha | Ipomoea aristolochiaefolia | 1 - 3 | ||
Caruru ou caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus | 2 - 4 | ||
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | |||
Caruru-de-espinho | Amaranthus spinosus | 2 | ||
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 2 - 4 | ||
Carrapichinho | Acanthospermum australe | 3 | ||
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 2 - 4 | ||
Cipó-cabeludo | Mikania cordifolia | 5 | ||
Corriola | Dichondra microcalyx | 6 | ||
Corda-de-viola | Ipomoea nil | 4 | ||
Corda-de viola | Ipomoea quamoclit | |||
Corda-de viola | Ipomoea grandifolia | |||
Erva-quente | Spermacoce latifolia | 4 - 6 | ||
Erva-de-santa-luzia | Chamaesyce hirta | 2 - 4 | ||
Erva-de-santa-maria | Chenopodium ambrosioides | 3 | ||
Quebra-pedra-rasteira | Chamaesyce prostrata | 2 - 6 | ||
Erva-de-touro | Tridax procumbens | 6 | ||
Fazendeiro | Galinsoga parviflora | 1 - 2 | ||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 2 | ||
Guanxuma | Sida cordifolia | 2 - 4 | ||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | 2 - 5 | ||
Joá-de-capote | Nicandra physaloides | 2 | ||
Jurubeba | Solanum paniculatum | 4 | ||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 2 - 4 | ||
Macela-branca | Gnaphalium spicatum | 1 | ||
Maria-pretinha | Solanum americanum | 2 | ||
Maria-mole | Senecio brasiliensis | 2 - 3 | ||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 2 | ||
Mentruz | Lepidium virginicum | 2 | ||
Quebra-pedra-rasteira | Chamaesyce prostrata | 2 - 6 | ||
Mostarda | Brassica rapa | 2 - 3 | ||
Nabiça | Raphanus raphanistrum | 2 - 4 | ||
Pega-pega | Desmodium tortuosum | 2 | ||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 - 4 | ||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 4 | ||
Poaia-do-campo | Diodia ocimifolia | 2 | ||
Quebra-pedra | Phyllanthus tenellus | |||
Quebra-pedra | Phyllanthus niruri | 1 | ||
Rubim | Leonurus sibiricus | 5 | ||
Serralha | Sonchus oleraceus | 2 - 4 | ||
Trevo | Oxalis oxyptera | 1 - 2 | ||
Samambaia | Pteridium aquilinum | 4 | ||
Número, época e intervalo de aplicação: Pós-emergência da cultura e das ervas daninha, para capina química nas culturas de: ameixa, banana, café, cana-de-açúcar, citros, coco, maçã, mamão, nectarina, pera, pêssego, seringueira e uva; Área total para o controle de ervas daninha, no pré-plantio da cultura e pós-emergência das ervas, para o plantio direto de: algodão, arroz, arroz irrigado, cana-de-açúcar, feijão, milho, soja convencional e trigo; Área total para o controle de ervas daninha, no pré-plantio da cultura e pós-emergência das ervas antes do transplante do fumo e para cultivo mínimo de: arroz e cana-de-açúcar (eliminação das soqueiras); Renovação e manutenção de pastagens para eliminação das reboleiras de ervas daninha indesejáveis, relacionadas nas instruções de uso Pré-plantio na erradicação de vegetação para as culturas de: pinus e eucalipto. | ||||
SOJA GENETICAMENTE MODIFICADA | ||||
Nome Comum | Nome Científico | Dose Produto Comercial (L/ha) | Nº Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 3 | 1 | 100 a 200 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 2 | ||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 | ||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 2 | ||
Número, época e intervalo de aplicação: pós-emergência da cultura quando a soja estiver no estágio a partir do 3° trifólio e das ervas daninha, para capina química na cultura da soja geneticamente modificada. Área total para o controle de ervas daninha, no pré-plantio da cultura e pós-emergência das ervas, para o plantio direto da soja geneticamente modificada | ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Amaranthus deflexus | bredo (2), bredo-rasteiro, caruru (1) | Ver detalhes |
| Ameixa | Sonchus oleraceus | chicória-brava, serralha, serralha-lisa | Ver detalhes |
| Arroz | Desmodium tortuosum | carrapicho (4), carrapicho-beiço-de-boi (2), desmodio | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Banana | Pennisetum clandestinum | capim-kikuio, kikuyo, quicuio | Ver detalhes |
| Café | Pennisetum clandestinum | capim-kikuio, kikuyo, quicuio | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Richardia brasiliensis | poaia, poaia-branca, poaia-do-campo (2) | Ver detalhes |
| Citros | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Coco | Desmodium tortuosum | carrapicho (4), carrapicho-beiço-de-boi (2), desmodio | Ver detalhes |
| Eucalipto | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Feijão | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Fumo | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Maçã | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Mamão | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Milho | Pennisetum clandestinum | capim-kikuio, kikuyo, quicuio | Ver detalhes |
| Nectarina | Pennisetum clandestinum | capim-kikuio, kikuyo, quicuio | Ver detalhes |
| Pera | Pennisetum clandestinum | capim-kikuio, kikuyo, quicuio | Ver detalhes |
| Pessego | Pennisetum clandestinum | capim-kikuio, kikuyo, quicuio | Ver detalhes |
| Pinus | Pennisetum clandestinum | capim-kikuio, kikuyo, quicuio | Ver detalhes |
| Seringueira | Pennisetum clandestinum | capim-kikuio, kikuyo, quicuio | Ver detalhes |
| Soja | Avena sativa | aveia | Ver detalhes |
| Trigo | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Uva | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
O produto deve ser pulverizado em jato dirigido, aplicado em volume variável de 150 a 450 litros de água por hectare, de acordo com as condições de desenvolvimento das ervas. Tratando-se de plantas infestantes com grande densidade vegetativa, recomenda-se o volume maior.
Pode ser aplicado através dos equipamentos costais manuais ou tracionados e acionados por tratores. Recomenda-se o uso de bicos de jato em leque, de 80 a 110 graus, ou defletor do tipo TK. A pressão de trabalho deve variar entre 20 a 60 libras por polegada quadrada, obtendo-se tamanho de gotas com VMD entre 360 a 650 micron, sendo que gotas menores são indicadas para plantas infestantes de maior densidade vegetativa e para locais onde não haja risco de deriva, atingindo outras plantas de interesse econômico.
Na soja geneticamente modificada, utilizar a quantidade de 100 a 200 L de calda/ha, utilizando bico em jato leque do tipo Teejet VB 80.02 ou XR 110.02, distanciado 50cm entre si, trabalhando a uma altura de 50 cm do solo, pressão de 30 lb/in².
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, equipamentos diferentes e regulagens específicas, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
Cultura | Modalidade de Emprego | Intervalo de Segurança |
Algodão | Pós-emergência | (1) |
Ameixa | Pós-emergência | 17 dias |
Arroz | Pós-emergência | (2) |
Banana | Pós-emergência | 30 dias |
Café | Pós-emergência | 15 dias |
Cana-de-açúcar | Pós-emergência | (2) |
Citros | Pós-emergência | 30 dias |
Coco | Pós-emergência | 15 dias |
Eucalipto | Pós-emergência | UNA |
Feijão | Pós-emergência | (2) |
Fumo | Pós-emergência | UNA |
Maça | Pós-emergência | 15 dias |
Mamão | Pós-emergência | 3 dias |
Milho | Pós-emergência | (3) |
Nectarina | Pós-emergência | 30 dias |
Pastagem | Pós-emergência | (2) |
Pera | Pós-emergência | 15 dias |
Pêssego | Pós-emergência | 30 dias |
Pinus | Pós-emergência | UNA |
Seringueira | Pós-emergência | UNA |
Soja | Pós-emergência | (4) |
Trigo | Pós-emergência | (2) |
Uva | Pós-emergência | 17 dias |
U.N.A = Uso Não Alimentar
Intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura..
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto Comercial (L/ha) |
Algodão Café Cana-de-açúcar Milho Soja | Capim papuã (Brachiaria plantaginea) | 1,0 a 2,0 |
Capim carrapicho (Cenchrus echinatus) | 1,5 | |
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,5 | |
Capim colchão (Digitaria horizontalis) | 1,5 - 2,0 | |
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2 | |
Azevém (Lolium multiflorum) | 2,0 - 3,0 | |
Arroz vermelho (Oryza sativa) | 3 | |
Picão-preto (Bidens pilosa) | 1,0 - 1,5 | |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 1 | |
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,5 | |
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 2 | |
Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 3 | |
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | 2 | |
Caruru (Amaranthus viridis) | 2 | |
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | 2 | |
Beldroega (Portulaca oleracea) | 2 | |
Nabiça (Raphanus raphanistrum) | 2 | |
Serralha (Sonchus oleraceus) | 2 |
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 3 | |
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 1,5 – 3,0 | |
Corda-de-viola (Ipomoea quamoclit) | 4 | |
Trevo (Trifolium repens) | 4 | |
Junquinho (Cyperus ferax) | 2,5 – 3,5 | |
Grama-comprida (Paspalum dilatatum) | 2 | |
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 2,5 - 4,0 | |
Capim-rabo-de-burro (Andropogon bicornis) | 4 | |
Grama-seda (Cynodon dactylon) | 4,0 - 5,0 | |
Tiririca (Cyperus rotundus) | 4,0 - 5,0 | |
Grama-batatais (Paspalum notatum) | 4,0 - 5,0 | |
Capim-da-roça (Paspalum urvillei) | 4 | |
Capim-massambara (Sorghum halepense) | 4 | |
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 1 | |
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | 1,5 | |
Erva-lanceta (Solidago chilensis) | 2 | |
Guanxuma (Sida cordifolia) | 3 | |
Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | 3 | |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 3 | |
VOLUME DE CALDA TERRESTRE: 150-400 L/ha NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A época de aplicação mais indicada para o controle das espécies perenes é próxima e/ou durante a floração. No caso das plantas infestantes anuais, o melhor período é entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento. Realizar somente uma aplicação por safra da cultura. | ||
CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto Comercial (L/ha) |
Arroz Citros Maçã Pastagem Trigo Uva Soja transgênica | Arroz vermelho (Oryza sativa) | 3 |
Capim arroz (Echinochloa colona) | 2 | |
Capim carrapicho (Cenchrus echinatus) | 1,5 | |
Capim colchão (Digitaria horizontalis) | 2 | |
Capim colchão (Digitaria sanguinalis) | 2 | |
Capim favorito (Rhynchelitrum repens) | 3 | |
Capim gordura (Melinis minutiflora) | 6 | |
Capim marmelada (Brachiaria plantaginea) | 1 | |
Capim pé de galinha (Eleusine indica) | 2 | |
Capim rabo de raposa (Setaria geniculata) | 2 |
Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 3 | |
Beldroega (Portulaca oleracea) | 2 | |
Carrapicho de carneiro (Acanthospermum hispidum) | 2 | |
Caruru roxo (Amaranthus hybridus) | 2 | |
Cravo de defunto (Tagetes minuta) | 2 | |
Dente de leão (Taraxacum officinale) | 2 | |
Lanceta (Eclipta alba) | 4 | |
Falsa serralha (Emilia sonchifolia) | 2 | |
Losna branca (Parthenium hysterophorus) | 2 | |
Maria pretinha (Solanum americanum) | 1 | |
Nabiça (Raphanus raphanistrum) | 2 | |
Picão branco (Galinsonga parviflora) | 1 | |
Picão preto (Bidens pilosa) | 1 | |
Poaia branca (Richardia brasiliensis) | 3 | |
Serralha (Sonchus oleraceus) | 2 | |
Tanchagem (Plantago tomentosa) | 3 | |
Vassourinha (Malvastrum coromandelianum) | 2 | |
Buva (Conyza bonariensis ) | 4,0-6,0 | |
Capim amargoso (Digitaria insularis) | 2,0-4,0 | |
Capim angola (Brachiaria mutica) | 6 | |
Capim braquiária (Brachiaria decumbens) | 4 | |
Capim colchão (Panicum maximum) | 2,0-5,0 | |
Capim gengibre (Paspalum maritimum) | 2,0-4,0 | |
Capim kikuio (Pennisetum clandestinum) | 3,0-5,0 | |
Grama batatais (Paspalum notatum) | 5 | |
Grama seda (Cynodom dactylon) | 5 | |
Junquinho (Cyperus ferax) | 3 | |
Tiririca (Cyperus rotundus) | 5 | |
Tiriricao (Cyperus esculentus) | 5 | |
Almeirão do campo (Hypochoeris radicata) | 2 | |
Assa peixe (Vernonia ferruginea) | 4 | |
Vassourinha (Baccharis dracuncufolia) | 6 | |
Falsa dormideira (Chamaecrista nictitans) | 4 | |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 3 | |
Língua de vaca (Rumex obtusifolius) | 3 | |
Maria mole (Senecio brasiliensis) | 2 | |
VOLUME DE CALDA TERRESTRE: 150-400 L/ha | ||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Maçã, Uva e Citros: aplicar o produto Glif-All sobre as plantas infestantes em área total da rua e carreadores, em faixas ou coroamentos ou então, somente onde houver manchas de mato; evitando-se atingir as folhas das culturas. Pastagens: aplicar dirigido às manchas de mato, ou em pré-plantio, no caso de pastagem artificial. Arroz e Trigo: aplicar em área total no pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas. Soja geneticamente modificada resistente ao glifosato: aplicar apenas para as plantas infestantes que requerem até 3,0 L/ha de Glif-All. A aplicação é feita em pós – emergência quando a soja estiver no estágio a partir do 3º trifólio. Realizar somente uma aplicação por safra da cultura.
ELIMINAÇÃO DE SOQUEIRA DE CANA-DE-AÇÚCAR | ||
Dose de aplicação PC L/ha | IA/ha (gramas) | Volume de calda L/ha |
5,0 – 6,0 | 2.400 - 2.880 | 150 - 400 |
INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES: A aplicação do produto deve ser realizada quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do solo, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira. | ||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Arroz | Baccharis dracunculifolia | alecrim-de-vassoura, vassoura (1), vassoureira | Ver detalhes |
| Café | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Citros | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
| Maçã | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Milho | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Pastagens | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Soja | Andropogon bicornis | capim-de-bezerra, capim-peba, capim-rabo-de-burro | Ver detalhes |
| Soja OGM | Panicum maximum | capim-colonião, capim-coloninho (1), capim-guiné | Ver detalhes |
| Trigo | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Uva | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
Aplicar o produto em jato dirigido ou protegido, tomando-se o devido cuidado de tal forma a não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem).
No sistema de plantio direto, aplicar o produto antes do plantio da cultura. Aplicar em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas das plantas infestantes que se deseja o controle.
Para eliminação de soqueira de cana-de-açúcar, aplicar o produto sobre as folhas em área total.
Equipamentos de aplicação:
Tratorizado convencional: vazão: 80-400 L/ha; pressão: 30-40 Lb/pol²; tamanho de gotas: 300-600 µm; densidade: 30-40 gotas/cm²
Bentley BT-3: vazão: 80-120 L/ha; pressão: 40-60 Lb/pol²; tamanho de gotas: 200-300 µm; densidade: 50-100 gotas/cm²
Costal manual:
Vazão: 150-200 L/ha; pressão: 20-30 Lb/pol²; tamanho de gotas: 200-400 µm; densidade: 20-30 gotas/cm²
Vazão: 300-400 L/ha; pressão: 20-30 Lb/pol²; tamanho de gotas: 200-600 µm; densidade: 20- 30gotas/cm².
Pulverização aérea: barra com bicos para aeronaves de asa fixa:
Volume de aplicação 40-50 L/ha; altura de vôo - 4-5 m do topo da cultura; largura da faixa de deposição: 15 m; tamanho de gotas: 110-120 µm; densidade de gotas: mínimo 20 gotas/cm² (DMV-
420-450 m); bicos de pulverização: jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20 gotas/cm2 com DMV 420-450 m à pressão de 15-30 psi.
Condições climáticas: temperatura máxima: 28ºC; umidade relativa (mínimo): 55%; velocidade do vento (máximo): 10 km/h. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar GLIF-ALL. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante o seu preparo e durante a operação de sua aplicação.
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Cultura | Intervalo (dias) | |
Café | ........................ | 15 |
Citros | ........................ | 30 |
Algodão, cana-de-açúcar (pré-plantio), milho Soja | ........................ ........................ ........................ | (1) (2) (1) |
Soja Transgênica | ........................ | 56 |
Uva | ........................ | 17 |
Maçã | ........................ | 15 |
Arroz e Trigo | ........................ | (1) |
Pastagem | ........................ | (1) |
não determinado, devido à modalidade de emprego;
não determinado quando o produto for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e em pré-emergência da cultura.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Eliminação de plantas infestantes em área cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes) em aplicação dirigida à entrelinha nas culturas de: ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, maçã, nectarina, pera, pêssego, uva, pastagem, eucalipto, pínus e seringueira.
Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) – sistema de plantio direto ou cultivo mínimo para as culturas de algodão, arroz, arroz-irrigado, feijão, soja, milho, trigo e na eliminação do arroz vermelho.
Eliminação da soqueira de cana-de-açúcar e como maturador da cana-de-açúcar.
PLANTAS INFESTANTES ANUAIS
FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 0,5-1 | 240-480 | 300-400 |
Aveia | Avena sativa | 1 | 480 | |
Cevadinha | Bromus catharticus | 1 | 480 | |
Capim-rabo-de-raposa | Setaria geniculata | 1-2 | 480-960 | |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,5 | 720 | |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1,5-2 | 720-960 | |
Capim-favorito | Rhynchelitrum repens | 1,5-2 | 720-960 | |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 2 | 960 | |
Azevém | Lolium multiflorum | 2-3 | 960-1440 | |
Capim-Arroz | Echinochloa crusgalli | 4 | 1920 | |
Cuminho ou Falso cominho | Fimbristylis miliacea | 5 | 2400 | |
FOLHA LARGA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1-1,5 | 480-720 | 300-400 |
Picão-branco ou Fazendeiro | Galinsoga parviflora | 1 | 480 | |
Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | 1-2 | 480-960 | |
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 1,5 | 720 | |
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 1,5 | 720 | |
Angiquinho | Aeschynomene rudis | 2 | 960 | |
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 2 | 960 | |
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 2 | 960 | |
Caruru | Amaranthus viridis | 2 | 960 | |
Boca-de-leão-selvagem | Antirrhinum orontium | 2 | 960 | |
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 2 | 960 | |
Buva | Conyza bonariensis | 2 | 960 | |
Cordão-de-frade | Leonotis nepetifolia | 2 | 960 | |
Quebra-pedra | Phyllantus tenellus | 2 | 960 | |
Beldroega | Portulaca oleracea | 2 | 960 | |
Nabiça | Raphanus raphanistrum | 2 | 960 | |
Maria-pretinha | Solanum americanum | 2 | 960 | |
Serralha | Sonchus oleraceus | 2 | 960 | |
Maria-gorda | Talinum paniculatum | 2-3 | 960-1440 | |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 3-4 | 1440-1920 | |
Corda-de-viola | Ipomoea aristolochiaefolia | 3 | 1440 | |
Alfafa | Medicago sativa | 3,5 | 1680 | |
Anileira | Indigofera hirsuta | 4 | 1920 | |
Corda-de-viola | Ipomoea quamoclit | 4 | 1920 | |
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 4 | 1920 | |
Espérgula | Spergula arvensis | 4 | 1920 | |
Trevo | Trifolium repens | 4 | 1920 | |
Barbasco | Pterocaulon virgatum | 4,5-5 | 2160-2400 | |
Erva-quente | Spermacoce alata | 5-6 | 2400-2880 | |
Ervilhaca | Vicia sativa | 5 | 2400 | |
PLANTAS INFESTANTES PERENES
FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Capim-azedo | Paspalum conjugatum | 1 | 480 | 300-400 |
Junquinho | Cyperus ferax | 1,5-3 | 720-1440 | |
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 1,5-4 | 720-1920 | |
Capim-colonião | Panicum maximum | 1,5-5 | 720-2400 | |
Grama-comprida | Paspalum dilatatum | 2 | 960 | |
Capim-braquiária | Brachiaria decubens | 2,5-4 | 1200-1920 | |
Tiririca | Cyperus flavus | 3 | 1440 | |
Capim-gordurar | Melinis minutiflora | 3-4 | 1440-1920 | |
Capim-gengibre | Paspalum maritimum | 3-4 | 1440-1920 | |
Capim-canoão | Setaria poiretiana | 3,5 | 1680 | |
Capim-rabo-de-burro | Andropogon bicornis | 4 | 1920 | |
Capim-membeca | Andropogon leucostachyus | 4 | 1920 | |
Grama-seda | Cynodon dactylon | 4-5 | 1920-2400 | |
Tiririca | Cyperus rotundus | 4-5 | 1920-2400 | |
Capim-jaraguá | Hyparrhenia rufa | 4 | 1920 | |
Capim-caiana | Panicum cayennense | 4 | 1920 | |
Grama-batatais | Paspalum notatum | 4-5 | 1920-2400 | |
Grama-touceira | Paspalum paniculatum | 4-5 | 1920-2400 | |
Capim-da-roça | Paspalum urvillei | 4 | 1920 | |
Capim-kikuio | Pennisetum clandestinum | 4-5 | 1920-2400 | |
Capim-massambará | Sorghum halepense | 4 | 1920 | |
Grama-missioneira ou capitinga | Axonopus compressus | 5 | 2400 | |
Tiririca | Cyperus difformis | 5 | 2400 | |
Cana-de-açúcar (roughing) | Saccharum officinarum | 6 | 2880 | |
Taboca | Guadua angustifolia | 12 | 5760 | |
FOLHA LARGA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1 | 480 | 300-400 |
Mata-pasto | Eupatorium maximilianii | 1,5 | 720 | |
Maria-mole | Senecio brasiliensis | 2-3 | 960-1440 | |
Erva-lanceta | Solidago chilensis | 2 | 960 | |
Língua-de-vaca | Rumex crispus | 3 | 1440 | |
Guanxuma | Sida cordifolia | 3 | 1440 | |
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | 3 | 1440 | |
Guanxuma | Sida rhombifolia | 3 | 1440 | |
Grandiúva | Trema micrantha | 4 | 1920 | |
Fedegoso-branco | Senna obtusifolia | 5 | 2400 | |
Tanchagem | Plantago major | 5 | 2400 | |
Agriãozinho | Synedrellopsis grisebachii | 5 | 2400 | |
PLANTAS INFESTANTES ANUAIS
FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Arroz vermelho, arroz daninho | Oryza sativa | 3-4 | 1440-1920 | 300-400 |
Capim arroz | Echinochloa crusgali | 2 | 960 | |
Capim pé de galinha | Eleusine indica | 1-2 | 480-960 | |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 1 | 480 | |
Capim colchão | Digitaria horizontalis | 2 | 960 | |
FOLHA LARGA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 3-4 | 1440-1920 | 300-400 |
Angiquinho | Aeschynomene rudis | 3-4 | 1440-1920 | |
Caruru verde | Amaranthus viridis | 3-4 | 1440-1920 | |
Corda de viola | Ipomoea grandifolia | 3-4 | 1440-1920 | |
Falsa serralha | Emilia sonchifolia | 2 | 960 | |
Macela | Gnaphalium pensylvanicum | 1-2 | 480-960 | |
Picão preto | Bidens pilosa | 1-2 | 480-960 | |
Picão branco | Galinsonga parviflora | 1 | 480 | |
PLANTAS INFESTANTES PERENES
FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Tiririca | Cyperus rotundus | 4-5 | 1920-2400 | 300-400 |
Grama-seda | Cynodon dactylon | 3-5 | 1440-2400 | |
FOLHA LARGA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 2-3 | 960-1440 | 300-400 |
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | 2-3 | 960-1440 | |
PLANTAS INFESTANTES ANUAIS
FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,5 | 720 | 150-400 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 2 | 960 | |
Capim-favorito | Rhynchelitrum repens | 2 | 960 | |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 2 | 960 | |
Capim-rabo-deraposa | Setaria geniculata | 2 | 960 | |
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 2 | 960 | |
FOLHA LARGA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Trapoeraba | Murdannia nudiflora | 4 | 1920 | 150-400 |
Centela | Centella asiatica | 4 | 1920 | |
Picão-preto | Bidens pilosa | 1 | 480 | |
Carrapicho-decarneiro | Acanthospermum hispidum | 1 | 480 | |
Caruru | Amaranthus hybridus | 1,5 | 720 | |
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 2 | 980 | |
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2 | 980 | |
Malvastro | Malvastrum coromandelianum | 2 | 980 | |
Assa-peixe | Vernonia ferruginea | 4 | 1920 | |
Caeté | Thalia geniculata | 4 | 1920 | |
PLANTAS INFESTANTES PERENES
FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Capim-gengibre | Paspalum maritimum | 2 | 980 | 150-400 |
Capim-colonião | Panicum maximum | 2 | 980 | |
Capim-dandá | Cyperus rotundus | 4 | 1920 | |
Grama-bermuda | Cynodon dactylon | 4 | 1920 | |
Grama-batatais | Paspalum notatum | 4 | 1920 | |
Junquinho | Cyperus ferax | 3 | 1440 | |
Soqueira de cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 4 | 1920 | |
FOLHA LARGA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Lanceta | Eclipta alba | 2 | 960 | 150-400 |
Erva-quente | Spermacoce alata | 4 | 1920 | |
Guanxuma | Sida rhombifolia | 3 | 1440 | |
Guanxuma | Sida cordifolia | 3 | 1440 | |
A dosagem indicada varia de acordo com o cultivar e está em função dos equipamentos empregados:
CULTIVAR | Equipamento convencional Produto comercial (L/ha) | Ingrediente ativo | Equipamento CDA/BENTLEY Produto comercial (L/ha) | Ingrediente ativo |
IAC | 5,0 | 2400 | 4,0 | 1920 |
NA | 5,0 | 2400 | 4,0 | 1920 |
CB | 4,0 | 1920 | 3,0 | 1440 |
SP | 5,0 | 2400 | 3,0 | 1440 |
CO/CP | 5,0 | 2400 | 4,0 | 1920 |
A aplicação do produto deve ser realizada quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.
Notas:
As doses indicadas dependem do estádio de desenvolvimento da planta infestante: doses menores para a fase inicial de desenvolvimento; doses maiores para a fase adulta ou perenizada.
Ingrediente ativo expresso em concentração de sal de isopropilamina de glifosato.
A época de aplicação mais indicada para o controle das espécies perenes é próxima e/ou durante a floração. No caso das plantas infestantes anuais, o melhor período é entre a fase jovem até a formação dos botões florais.
A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento.
Eliminação da soqueira da cana-de-açúcar: a aplicação do produto deve ser realizada quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do solo, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.
Maturador da cana-de-açúcar: o produto pode ser utilizado como maturador em cana-de- açúcar em qualquer época de safra de acordo com as seguintes recomendações:
Início da safra: visando antecipar a maturação, devido a condições pouco favoráveis de maturação natural, onde nem mesmo as variedades mais precoces estão no seu potencial máximo de acúmulo de sacarose.
Meio da safra: Com o objetivo de maximizar a qualidade da matéria-prima e antecipar a liberação de área de reforma para o preparo do solo e plantio de cana de ano ou cereais. Final de safra: Com o objetivo mínimo de manter um bom nível de maturação, evitando a queda natural que ocorre com o início das chuvas, podendo ainda elevar o potencial natural de maturação daquelas variedades plantadas com cana de ano ou cortadas no final da safra anterior.
Áreas com excesso de vinhaça: com o objetivo de elevar o nível de maturação, normalmente baixo nestas áreas, devido ao alto vigor vegetativo apresentado pela cultura. Período entre aplicação e colheita/dose: O período entre aplicação e colheita pode ser manejado em função de doses, massa verde e época de aplicação que possibilita uma adequada flexibilidade de safra. No geral está entre 42 a 56 dias (6 a 8 semanas) para a dose recomendada do produto de 0,6 L/ha.
Idade da cultura: A área a ser aplicada deve estar com um rendimento agrícola estabilizado. Lembrar sempre que o único objetivo da aplicação é melhorar a qualidade de matéria-prima, ou seja, elevar o teor de sacarose.
Variedades floríferas: A aplicação do produto como maturador é viável mesmo após a diferenciação floral até o estádio de pavio de vela. Em cana pronta para florescer, essa aplicação é recomendada estrategicamente, para manter e melhorar a qualidade dessa matéria-prima. Não se deve realizar aplicação quando o processo de florescimento estiver em fase adiantada (cartucho).
Notas:
A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4º e o 10º dia após a aplicação.
A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é de 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estádio inicial de desenvolvimento.
Em áreas de alta infestação de plantas infestantes, recomenda-se realizar a aplicação sequencial, observando-se sempre os menores intervalos recomendados.
O produto não tem ação sobre sementes existentes no solo.
O produto aplicado de acordo com as recomendações no período adequado, controlará as plantas infestantes, com uma única aplicação ou aplicação sequencial.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Ameixa | Plantago major | plantagem (1), tanchagem (2), tanchagem-maior | Ver detalhes |
| Arroz | Cyperus ferax | capim-de-cheiro (2), chufa, junquinho (1) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Rhynchelytrum repens | capim-favorito, capim-gafanhoto, capim-molambo | Ver detalhes |
| Banana | Ipomoea aristolochiaefolia | campainha (1), corda-de-viola (1), corriola (1) | Ver detalhes |
| Cacau | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Café | Paspalum conjugatum | capim-azedo, capim-forquilha, capim-marreca | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Bromus catharticus | aveia-louca, cevadilha, falsa-cevada | Ver detalhes |
| Citros | Plantago major | plantagem (1), tanchagem (2), tanchagem-maior | Ver detalhes |
| Eucalipto | Rhynchelytrum repens | capim-favorito, capim-gafanhoto, capim-molambo | Ver detalhes |
| Feijão | Aeschynomene rudis | angiquinho (1), maricazinho (1), paquinha | Ver detalhes |
| Maçã | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Milho | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Nectarina | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Pastagens | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Pera | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Pessego | Andropogon leucostachyus | capim-colchão (5), capim-membeca, capim-rabo-de-raposa (1) | Ver detalhes |
| Pinus | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Seringueira | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Soja | Leonotis nepetifolia | carda-de-leão, cordão-de-frade, cordão-de-são-francisco (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Uva | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
Aplicar o produto em jato dirigido ou protegido, tomando-se o devido cuidado de tal forma a não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem).
No sistema de plantio direto, aplicar o produto antes do plantio da cultura. Aplicar em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas das plantas infestantes que se deseja o controle.
Para eliminação de soqueira de cana-de-açúcar, aplicar o produto sobre as folhas em área total.
Equipamentos de aplicação:
Tipos de equipamentos:
Tratorizado convencional: vazão: 150-400 L/ha; pressão: 30-40 Lb/pol²; tamanho de gotas: 300-600 µm; densidade: 30-40 gotas/cm²
Bentley BT-3: vazão: 80-120 L/ha; pressão: 40-60 Lb/pol²; tamanho de gotas: 200-300 µm; densidade: 50-100 gotas/cm²
Costal manual:
vazão: 150-200 L/ha; pressão: 20-30 Lb/pol²; tamanho de gotas: 200-400 µm; densidade: 20-30 gotas/cm²
vazão: 300-400 L/ha; pressão: 20-30 Lb/pol²; tamanho de gotas: 200-600 µm; densidade: 20-30 gotas/cm²
Pulverização aérea: barra com bicos para aeronaves de asa fixa
volume de aplicação 40-50 L/ha; altura de vôo - 4-5 m do topo da cultura; largura da faixa de deposição: 15 m; tamanho de gotas: 110-120 µm; densidade de gotas: mínimo 20 gotas/cm² (DMV-420-450 m); bicos de pulverização: jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20 gotas/cm2 com DMV 420-450 m à pressão de 15-30 psi.
Maturador da cana-de-açúcar:
A aplicação deve ser realizada por avião, utilizando-se barra com bicos convencionais, e um consumo de calda na faixa de 30-40 L/ha. (ver item: Aplicação Aérea)
Condições climáticas: Temperatura máxima: 28ºC; umidade relativa (mínimo): 55%; velocidade do vento (máximo): 10 km/h. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar GLIFOSATO FARMWAY 480. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante o seu preparo e durante a operação de sua aplicação.
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Algodão (1); Ameixa, Uva: 17 dias; Arroz, Cana-de-açúcar (pós-emergência), Feijão, Pastagem, Trigo: (2); Banana, Cacau, Citros, Nectarina, Pêssego, cana-de-açúcar (como maturador): 30 dias; Café, Maçã, Pera: 15 dias; 30 dias; Milho (3); Soja (4); Pínus, Eucalipto, Seringueira: UNA.
O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
U.N.A = Uso Não Alimentar
A reentrada de pessoas nas culturas poderá ocorrer após a completa secagem da calda aplicada (cerca de 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO:
GLIFOSATO G 480 HELM é indicado para as seguintes culturas: arroz, arroz irrigado, café, cana-de- açúcar, citros, eucalipto, seringueira, e no plantio direto de: milho, pastagem, pinus, soja e trigo. Também é indicado para eliminação da soqueira de cana-de-açúcar.
Antes da implantação das culturas, a aplicação é feita em área total, para completa eliminação das plantas daninhas. Após a implantação das culturas a aplicação deverá ser feita apenas nas entrelinhas, evitando contato direto com a cultura implantada.
Nome comum | Nome científico | Doses | Época de Aplicação | |
Produto comercial (L/ha) | Ingrediente Ativo (g/ha) | |||
Lanceta | Eclipta alba | 2,0 | 960 | O controle das plantas infestantes é feito com uma única aplicação, se o GLIFOSATO G 480 HELM for aplicado no período inicial de floração para plantas infestantes perenes ou na fase de desenvolvimento antes da formação das flores e sementes para plantas infestantes anuais. GLIFOSATO G 480 HELM não tem ação sobre sementes existentes no solo. |
Erva quente | Spermacoce alata | 4,0 | 1920 | |
Guanxuma | Sida rhombifolia | 3,0 | 1440 | |
Guanxuma | Sida cordifolia | 3,0 | 1440 | |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 Intervalo de aplicação: aplicação única Volume de calda:
| ||||
Nome comum | Nome cientifico | Doses | Época de Aplicação | |
Produto comercial (L/ha) | Ingrediente Ativo (g/ha) | |||
Capim-gengibre | Paspalum maritimum | 2,0 | 960 | O controle das plantas infestantes é feito com uma única aplicação, se o GLIFOSATO G 480 HELM for aplicado no período inicial de floração para plantas infestantes perenes ou na fase de desenvolvimento antes da formação das flores e sementes para plantas infestantes anuais. GLIFOSATO G 480 HELM não tem ação sobre sementes existentes no solo. |
Capim-colonião | Panicum maximum | 2,0 | 960 | |
Capim-dandá | Cyperus rotundus | 4,0 | 1920 | |
Grama-bermuda | Cynodon dactylon | 4,0 | 1920 | |
Grama-batatais | Paspalum notatum | 4,0 | 1920 | |
Junquinho | Cyperus ferax | 3,0 | 1440 | |
Soqueira de Cana-de-Açúcar | Saccharum officinarum | 4,0 | 1920 | |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 Intervalo de aplicação: aplicação única Volume de calda:
| ||||
Nome comum | Nome cientifico | Doses | Época de Aplicação | |
Produto comercial (L/ha) | Ingrediente Ativo (g/ha) | |||
Trapoeraba | Murdannia | 4,0 | 1920 | O controle das plantas infestantes é feito com uma única aplicação, se o GLIFOSATO G 480 HELM for aplicado no período inicial de floração para plantas infestantes perenes ou na fase de desenvolvimento antes da formação das flores e sementes para plantas infestantes anuais. GLIFOSATO G 480 HELM não tem ação sobre sementes existentes no solo. |
nudiflora | ||||
Centela | Centella asiatica | 4,0 | 1920 | |
Picão preto | Bidens pilosa | 1,0 | 480 | |
Carrapicho-de- | Acanthospermu | 1,0 | 480 | |
carneiro | m hispidum | |||
Caruru-branco | Amaranthus | 1,5 | 720 | |
hybridus | ||||
Losna-branca | Parthenium | 2,0 | 960 | |
hysterophorus | ||||
Poaia-branca | Richardia | 2,0 | 960 | |
brasiliensis | ||||
Malvastro | Malvastrum | 2,0 | 960 | |
coromandelianun | ||||
Assa-peixe | Vernonia | 4,0 | 1920 | |
ferruginea | ||||
Caeté | Thalia geniculata | 4,0 | 1920 | |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1
Intervalo de aplicação: aplicação única
Volume de calda:
Aplicação terrestre: 150 a 400 L/ha
Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha
Nome comum | Nome cientifico | Doses | Época de Aplicação | |
Produto comercial (L/ha) | Ingrediente Ativo (g/ha) | |||
Capim- | Cenchrus | 1,5 | 720 | O controle das plantas |
carrapicho | echinatus | infestantes é feito com uma | ||
Capim-colchão | Digitaria | 2,0 | 960 | única aplicação, se o |
horizontalis | GLIFOSATO G 480 HELM for | |||
Capim-favorito | Rynchelytrum | 2,0 | 960 | aplicado no período inicial de |
repens | floração para plantas | |||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | 2,0 | 960 | infestantes perenes ou na fase de desenvolvimento antes da formação das flores e sementes para plantas infestantes anuais. GLIFOSATO G 480 HELM não |
Capim-rabo-de- raposa | Setaria geniculata | 2,0 | 960 | |
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 2,0 | 960 | |
tem ação sobre sementes | ||||
existentes no solo. | ||||
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 Intervalo de aplicação: aplicação única Volume de calda:
| ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Café | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Milho | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Pastagens | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Pinus | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Seringueira | Thalia geniculata | arumarana, caeté, paquiviri | Ver detalhes |
| Soja | Vernonia ferruginea | assa-peixe (1), assa-peixe-de-santana, assa-peixe-do-pará | Ver detalhes |
| Trigo | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
GLIFOSATO G 480 HELM deve ser aplicado em jato dirigido ou protegido, para evitar atingir as partes úteis da cultura (folhas, caules ou caules jovens) sempre em pós-emergência das plantas infestantes. Quando aplicado em área total o produto deve atingir por completo as partes aéreas das plantas infestantes, porém antes da implantação da cultura.
Aplicação Terrestre: Iniciar colocando água no tanque do pulverizador até a ½ (metade) de sua capacidade com o agitador em movimento e adicionar o produto. Em seguida, complete com água até a capacidade do tanque. Se houver necessidade de interromper a pulverização, mesmo por curto período de tempo, é aconselhável manter o agitador funcionando. Se esta interrupção for mais longa, é necessário re-agitar a calda por alguns minutos antes de reutilizá-la. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Aplicação Aérea: No tanque de pré-mistura preparar uma calda homogênea utilizando a dose recomendada para a cultura/alvo. Fazer a transferência desta pré-mistura para o tanque da aeronave, completando o volume do tanque com água. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
É aplicado em diferentes volumes de calda, que variam de 150 a 400 litros/ha em aplicações terrestres, de acordo com as condições de desenvolvimento das plantas.
Pulverizador costal manual ou pressurizado: Utilizar as dosagens recomendadas por área. Usar, preferencialmente, bicos leque de 80.02 a 80.06 ou 110.02 a 110.06 ou similares.
Pulverizador tratorizado com barra: Na aplicação despender um volume de 150 a 400 litros de calda/ha trabalhando-se a uma pressão de 30 a 60 lb/pol2 com bicos tipo leque observando-se uma boa cobertura.
OBS: A altura da barra ao solo deverá ser de 50 cm. Usando-se outros tipos de equipamentos, observar uma cobertura uniforme da parte aérea das plantas infestantes.
GLIFOSATO G 480 HELM poderá ser aplicado via aérea, em plantio direto (manejo) das culturas de arroz, arroz irrigado, milho, pastagem, soja e trigo, e também na cultura de cana-de-açúcar na eliminação de soqueiras.
A aeronave deve estar equipada com uma barra com bicos do tipo D-20, core 46 ou semelhante, sendo a largura da faixa de deposição de 15 a 20 m, pressão de 15 a 30 psi, proporcionando um volume de calda de 30 a 50 L/ha e altura de voo com 4 a 5 metros acima do alvo. As aplicações deverão ser realizadas nos primeiros horários da manhã, evitando as horas mais quentes do dia e retornando nos finais da tarde. É aconselhável aplicar quando a umidade relativa for superior a 55% e a temperatura de 15 a 28ºC.
Cultura | Dias |
Arroz | (1) |
Café | 15 dias |
Citros | 30 dias |
Cana-de-açúcar | (1) |
Eucalipto | UNA |
Milho | (2) |
Pastagem | (1) |
Pinus | UNA |
Seringueira | UNA |
Soja | (3) |
Trigo | (1) |
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
UNA – Uso não alimentar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Eliminação de plantas infestantes em áreas cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes), nas culturas de: ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, maçã, nectarina, pera, pêssego, uva, pastagens, pinus, eucalipto, coco, mamão, seringueira.
Aplicação em área total no pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes, para sistema de plantio direto para as culturas de algodão, arroz, feijão, soja, milho, trigo e na eliminação do arroz-vermelho.
Aplicação em área total, no pré-plantio da cultura e na pós-emergência das plantas daninhas, antes do transplante do fumo.
Eliminação da soqueira de cana-de-açúcar e como maturador da cana-de-açúcar.
Aplicação em área total, na modalidade pós-emergência das plantas daninhas e da cultura da soja geneticamente modificada, tanto no sistema de plantio direto como convencional desta cultura. O produto GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING é seletivo para uso exclusivo de soja geneticamente modificada.
Para milho e algodão geneticamente modificados resistente ao glifosato a aplicação deve ser feita em área total, em pós emergência das culturas, em áreas de plantio direto e convencional.
Aplicação em plantas infestantes nas culturas de arroz irrigado.
Culturas: ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, maçã, nectarina, pera, pêssego, pastagem, pinus, eucalipto, uva, arroz, soja, milho e trigo. | ||||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. Importante: aplicar GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING quando o mato estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). | ||||||
FOLHA ESTREITA | DOSE | NÚMERO DE | ||||
APLICAÇÕES e INTERVALO ENTRE | VOLUME DE CALDA | |||||
Nome comum | Nome científico | L/ha | g ia/ha(1) | % (L/100 L de água)** | ||
APLICAÇÕES | ||||||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 0,5 | 0,5-1,0 | 240-480 | Para aplicação com pulverizador costal manual: 150 – 200 L/ha Para aplicação terrestre com pulverizador de barra convencional: 200 – 400 L/ha Para aplicação aérea: 40 – 50 L/ha **As dosagens em porcentagem referem-se a aplicações com pulverizador costal manual: | |
Aveia | Avena sativa | 0,5 | 1,0 | 480 | ||
Cevadilha | Bromus catharticus | 0,5 | 1,0 | 480 | ||
Capim-rabo-de-raposa | Setaria geniculata | 1,0 | 1,0-2,0 | 480-960 | ||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 0,5 | 1,5 | 720 | ||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1,0 | 1,5-2,0 | 720-960 | ||
Capim-favorito | Rhynchelitrum repens | 1,0 | 1,5 -2,0 | 720-960 | 1 Aplicação | |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 1,0 | 2,0 | 960 | ||
Azevém | Lolium multiflorum | 1,0 | 2,0-3,0 | 960-1440 | ||
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 1,5 | 4,0 | 1920 | ||
2,0 | 5,0 | 2400 | ||||
Cuminha ou falso cominho | Fimbristylis milacea | |||||
300 – 400 L/ha |
Culturas: Coco, Mamão e Seringueira | ||||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar em pós-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes de forma dirigida somente às plantas infestantes, protegendo a cultura do contato com a calda do produto. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. Seringueira: Para aplicação em área total: Esta forma de aplicação deve ser realizada em áreas em que o controle de todas as plantas infestantes é necessário e não há plantas úteis a serem protegidas. Não aplicar logo após a roçagem, sendo necessário aguardar até o aparecimento de área foliar suficiente para absorver o produto. Para aplicação em jato dirigido: Esta forma de aplicação deve ser utilizada em áreas em que o controle de plantas infestantes é necessário e há plantas úteis implantadas. A aplicação deve ser dirigida às plantas infestantes, nas doses recomendadas e com equipamentos que evitem o contato do produto com as folhas, ramos ou caules jovens das plantas úteis. Importante: aplicar GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING quando o mato estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). | ||||||
FOLHA ESTREITA | DOSE | NÚMERO DE | ||||
APLICAÇÕES e INTERVALO ENTRE | VOLUME DE CALDA | |||||
Nome comum | Nome científico | L/ha | kg ia/ha(1) | L/100 L de água** | ||
APLICAÇÕES | ||||||
Arroz-vermelho | Oryza sativa | 2,0 | 0,96 | 0,7 | Aplicação terrestre: 150 – 450 L/ha Para aplicação aérea: 40 – 50 L/ha **As dosagens em porcentagem referem-se a aplicações com pulverizador costal manual: 300 L/ha | |
Aveia | Avena sativa | 1,0 – 2,0 | 0,48 – 0,96 | 0,3 – 0,7 | ||
Azevém | Loluim multiflorim | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Capim-angola | Bracharia mutica | 5,0 – 6,0 | 2,40 – 2,88 | 1,7 – 2,0 | ||
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Capim-arroz | Echinochloa cruspavonis | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Capim-brachiaria | Brachiaria decumbens | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,0 – 2,0 | 0,48- 0,96 | 0,3 – 0,7 | ||
Capim-cebola | Chloris pycnothrix | 2,0 | 0,96 | 0,7 | 1 Aplicação | |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1,0 – 2,0 | 0,48- 0,96 | 0,3 – 0,7 | ||
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Capim-colonião | Panicum maximum | 3,0 – 5,0 | 1,44 – 2,40 | 1,0 – 1,7 | ||
Capim-coqueirinho | Chloris retusa | 1,0 | 0,48 | 0,3 | ||
Capim-elefante | Pennisetum purpureum | 5,0 – 6,0 | 2,40 – 2,88 | 1,7 – 2,0 | ||
Capim-favorito | Rhynchelitrum repens | 1,0 – 2,0 | 0,48 – 0,96 | 0,3 – 0,7 | ||
Capim-forquilha | Paspalum conjugatum | 1,0 – 4,0 | 0,48 – 1,92 | 0,3 – 1,3 | ||
Capim-gordura | Melinis minutiflora | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Capim-jaguará | Hypharrhenia rufa | 4,0 – 6,0 | 1,92 – 2,88 | 1,3 – 2,0 | ||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 1,0 – 2,0 | 0,48 – 0,9 | 0,3 – 0,7 | ||
Capim-massambará | Sorghum halepense | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Capim-do-brejo | Paspalum conspersum | 2,0 – 3,0 | 0,96 – 1,44 | 0,7 – 1,0 | ||
Capim-oferecido | Pennisetum setosum | 4,0 – 5,0 | 1,92 – 2,40 | 1,3 – 1,7 | ||
Capim-colchão | Digitaria decumbens | 5,0 – 6,0 | 2,40 – 2,88 | 1,7 -2,0 | ||
Capim-mimoso | Eragrostis pilosa | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 1,0 – 4,0 | 0,48 – 1,92 | 0,3 – 1,3 | ||
Capim-kikuio | Pennisetum clandestinum | 4,0 – 5,0 | 1,92 – 2,40 | 1,3 – 1,7 | ||
Capim-rabo-de-burro | Adropogon bicornis | 4,0 – 5,0 | 1,92 – 2,40 | 1,3 – 1,7 | ||
Capim-da-roça | Paspalum urvillei | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Grama-batatais | Paspalum notatum | 4,0 – 6,0 | 1,92 – 2,88 | 1,3 – 2,0 | ||
Grama-seda | Cynodon dactylon | 4,0 – 6,0 | 1,92 – 2,88 | 1,3 – 2,0 | ||
Grama-touceira | Paspalum paniculatum | 4,0 | 1,92 | 1,3 | ||
Milho | Zea mays | 1,0 | 0,48 | 0,3 | ||
Sapé | Imperata brasiliensis | 4,0 – 5,0 | 1,92 – 2,40 | 1,3 – 1,7 | ||
Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 4,0 – 6,0 | 1,92 – 2,88 | 1,3 – 2,0 | ||
Tanner grass | Brachiaria subquadripara | 4,0 – 6,0 | 1,92 – 2,88 | 1,3 – 2,0 | ||
Tiririca | Cyperus flavus | 5,0 | 2,40 | 1,7 | ||
Tiririca | Cyperus rotundus | 4,0 – 6,0 | 1,92 – 2,88 | 1,3 – 2,0 | ||
Tiririca | Cyperus sesquiflorus | 3,0 | 1,44 | 1,0 |
Culturas: Feijão e Algodão | ||||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar de 8 a 10 dias antes da semeadura. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. Importante: aplicar GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING quando o mato estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). | ||||||
FOLHA ESTREITA | DOSE | NÚMERO DE | ||||
APLICAÇÕES e INTERVALO ENTRE | VOLUME DE CALDA | |||||
Nome comum | Nome científico | L/ha | kg ia/ha(1) | L/100 L de água** | ||
APLICAÇÕES | ||||||
Arroz-vermelho | Oryza sativa | 2,0 | 0,96 | 0,7 | Aplicação terrestre: 150 – 450 L/ha Para aplicação aérea: 40 – 50 L/ha **As dosagens em porcentagem referem-se a aplicações com pulverizador costal manual: 300 L/ha | |
Aveia | Avena sativa | 1,0 – 2,0 | 0,48 – 0,96 | 0,3 – 0,7 | ||
Azevém | Loluim multiflorim | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Capim-angola | Bracharia mutica | 5,0 – 6,0 | 2,40 – 2,88 | 1,7 – 2,0 | ||
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Capim-arroz | Echinochloa cruspavonis | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | 1 Aplicação | |
Capim-brachiaria | Brachiaria decumbens | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,0 – 2,0 | 0,48- 0,96 | 0,3 – 0,7 | ||
Capim-cebola | Chloris pycnothrix | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1,0 – 2,0 | 0,48- 0,96 | 0,3 – 0,7 | ||
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Capim-colonião | Panicum maximum | 3,0 – 5,0 | 1,44 – 2,40 | 1,0 – 1,7 | ||
Capim-coqueirinho | Chloris retusa | 1,0 | 0,48 | 0,3 | ||
Capim-elefante | Pennisetum purpureum | 5,0 – 6,0 | 2,40 – 2,88 | 1,7 – 2,0 | ||
Capim-favorito | Rhynchelitrum repens | 1,0 – 2,0 | 0,48 – 0,96 | 0,3 – 0,7 | ||
Capim-forquilha | Paspalum conjugatum | 1,0 – 4,0 | 0,48 – 1,92 | 0,3 – 1,3 | ||
Capim-gordura | Melinis minutiflora | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Capim-jaguará | Hypharrhenia rufa | 4,0 – 6,0 | 1,92 – 2,88 | 1,3 – 2,0 | ||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 1,0 – 2,0 | 0,48 – 0,9 | 0,3 – 0,7 | ||
Capim-massambará | Sorghum halepense | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Capim-do-brejo | Paspalum conspersum | 2,0 – 3,0 | 0,96 – 1,44 | 0,7 – 1,0 | ||
Capim-oferecido | Pennisetum setosum | 4,0 – 5,0 | 1,92 – 2,40 | 1,3 – 1,7 | ||
Capim-colchão | Digitaria decumbens | 5,0 – 6,0 | 2,40 – 2,88 | 1,7 -2,0 | ||
Capim-mimoso | Eragrostis pilosa | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 1,0 – 4,0 | 0,48 – 1,92 | 0,3 – 1,3 | ||
Capim-kikuio | Pennisetum clandestinum | 4,0 – 5,0 | 1,92 – 2,40 | 1,3 – 1,7 | ||
Capim-rabo-de-burro | Adropogon bicornis | 4,0 – 5,0 | 1,92 – 2,40 | 1,3 – 1,7 | ||
Capim-da-roça | Paspalum urvillei | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Grama-batatais | Paspalum notatum | 4,0 – 6,0 | 1,92 – 2,88 | 1,3 – 2,0 | ||
Grama-seda | Cynodon dactylon | 4,0 – 6,0 | 1,92 – 2,88 | 1,3 – 2,0 | ||
Grama-touceira | Paspalum paniculatum | 4,0 | 1,92 | 1,3 | ||
Milho | Zea mays | 1,0 | 0,48 | 0,3 | ||
Sapé | Imperata brasiliensis | 4,0 – 5,0 | 1,92 – 2,40 | 1,3 – 1,7 | ||
Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 4,0 – 6,0 | 1,92 – 2,88 | 1,3 – 2,0 | ||
Tanner grass | Brachiaria subquadripara | 4,0 – 6,0 | 1,92 – 2,88 | 1,3 – 2,0 | ||
Tiririca | Cyperus flavus | 5,0 | 2,40 | 1,7 | ||
Tiririca | Cyperus rotundus | 4,0 – 6,0 | 1,92 – 2,88 | 1,3 – 2,0 | ||
Tiririca | Cyperus sesquiflorus | 3,0 | 1,44 | 1,0 |
Cultura: Fumo | ||||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes em área total, antes do transplante. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. Importante: aplicar GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING quando o mato estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). | ||||||
FOLHA ESTREITA | DOSE | NÚMERO DE APLICAÇÕES e INTERVALO ENTRE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | |||
Nome comum | Nome científico | L/ha | kg ia/ha(1) | L/100 L de água** | ||
Arroz-vermelho | Oryza sativa | 2,0 | 0,96 | 0,7 | 1 Aplicação | Aplicação terrestre: 150 – 450 L/ha **As dosagens em porcentagem referem-se a aplicações com |
Aveia | Avena sativa | 1,0 – 2,0 | 0,48 – 0,96 | 0,3 – 0,7 | ||
Azevém | Loluim multiflorim | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Capim-angola | Bracharia mutica | 5,0 – 6,0 | 2,40 – 2,88 | 1,7 – 2,0 | ||
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Capim-arroz | Echinochloa cruspavonis | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | pulverizador costal manual: 300 L/ha | |
Capim-brachiaria | Brachiaria decumbens | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,0 – 2,0 | 0,48- 0,96 | 0,3 – 0,7 | ||
Capim-cebola | Chloris pycnothrix | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1,0 – 2,0 | 0,48- 0,96 | 0,3 – 0,7 | ||
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Capim-colonião | Panicum maximum | 3,0 – 5,0 | 1,44 – 2,40 | 1,0 – 1,7 | ||
Capim-coqueirinho | Chloris retusa | 1,0 | 0,48 | 0,3 | ||
Capim-elefante | Pennisetum purpureum | 5,0 – 6,0 | 2,40 – 2,88 | 1,7 – 2,0 | ||
Capim-favorito | Rhynchelitrum repens | 1,0 – 2,0 | 0,48 – 0,96 | 0,3 – 0,7 | ||
Capim-forquilha | Paspalum conjugatum | 1,0 – 4,0 | 0,48 – 1,92 | 0,3 – 1,3 | ||
Capim-gordura | Melinis minutiflora | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Capim-jaguará | Hypharrhenia rufa | 4,0 – 6,0 | 1,92 – 2,88 | 1,3 – 2,0 | ||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 1,0 – 2,0 | 0,48 – 0,9 | 0,3 – 0,7 | ||
Capim-massambará | Sorghum halepense | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Capim-do-brejo | Paspalum conspersum | 2,0 – 3,0 | 0,96 – 1,44 | 0,7 – 1,0 | ||
Capim-oferecido | Pennisetum setosum | 4,0 – 5,0 | 1,92 – 2,40 | 1,3 – 1,7 | ||
Capim-colchão | Digitaria decumbens | 5,0 – 6,0 | 2,40 – 2,88 | 1,7 -2,0 | ||
Capim-mimoso | Eragrostis pilosa | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 1,0 – 4,0 | 0,48 – 1,92 | 0,3 – 1,3 | ||
Capim-kikuio | Pennisetum clandestinum | 4,0 – 5,0 | 1,92 – 2,40 | 1,3 – 1,7 | ||
Capim-rabo-de-burro | Adropogon bicornis | 4,0 – 5,0 | 1,92 – 2,40 | 1,3 – 1,7 | ||
Capim-da-roça | Paspalum urvillei | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Grama-batatais | Paspalum notatum | 4,0 – 6,0 | 1,92 – 2,88 | 1,3 – 2,0 | ||
Grama-seda | Cynodon dactylon | 4,0 – 6,0 | 1,92 – 2,88 | 1,3 – 2,0 | ||
Grama-touceira | Paspalum paniculatum | 4,0 | 1,92 | 1,3 | ||
Milho | Zea mays | 1,0 | 0,48 | 0,3 | ||
Sapé | Imperata brasiliensis | 4,0 – 5,0 | 1,92 – 2,40 | 1,3 – 1,7 | ||
Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 4,0 – 6,0 | 1,92 – 2,88 | 1,3 – 2,0 | ||
Tanner grass | Brachiaria subquadripara | 4,0 – 6,0 | 1,92 – 2,88 | 1,3 – 2,0 | ||
Tiririca | Cyperus flavus | 5,0 | 2,40 | 1,7 | ||
Tiririca | Cyperus rotundus | 4,0 – 6,0 | 1,92 – 2,88 | 1,3 – 2,0 | ||
Tiririca | Cyperus sesquiflorus | 3,0 | 1,44 | 1,0 |
Culturas: ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, maçã, nectarina, pera, pêssego, pastagem, pinus e eucalipto, uva, arroz, soja, milho e trigo. | ||||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. Importante: aplicar GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING quando o mato estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). | ||||||
FOLHA LARGA | DOSE | NÚMERO DE APLICAÇÕES e INTERVALO ENTRE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | |||
Nome comum | Nome científico | L/ha | g ia/ha(1) | % (L/100 L de água)** | ||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0-1,5 | 480-720 | 0,5 | 1 Aplicação | Para aplicação com pulverizador costal manual: 150 – 200 L/ha Para aplicação terrestre com pulverizador de barra convencional: 200 – 400 L/ha Para aplicação aérea: 40 – 50 L/ha **As dosagens em porcentagem referem-se a aplicações com pulverizador costal manual: 300 – 400 L/ha |
Picão-branco ou Fazendeiro | Galinsoga parviflora | 1,0 | 480 | 0,5 | ||
Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | 1,0-2,0 | 480-960 | 1,0 | ||
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 1,5 | 720 | 0,5 | ||
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 1,5 | 720 | 0,5 | ||
Angiquinho | Aeschynomene rudis | 2,0 | 960 | 1,0 | ||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 2,0 | 960 | 1,0 | ||
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 2,0 | 960 | 1,0 | ||
Caruru | Amaranthus viridis | 2,0 | 960 | 1,0 | ||
Boca-de-leão-selvagem | Antirrhinum orontium | 2,0 | 960 | 1,0 | ||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 2,0 | 960 | 1,0 | ||
Buva | Conyza bonariensis | 2,0 | 960 | 1,0 | ||
Cordão-de-frade | Leonotis nepetifolia | 2,0 | 960 | 1,0 | ||
Quebra-pedra | Phyllantus tenellus | 2,0 | 960 | 1,0 | ||
Beldroega | Portulaca oleracea | 2,0 | 960 | 1,0 | ||
Nabiça | Raphanus raphanistrum | 2,0 | 960 | 1,0 | ||
Maria-pretinha | Solanum americanum | 2,0 | 960 | 1,0 | ||
Serralha | Sonchus oleraceus | 2,0 | 960 | 1,0 | ||
Maria-gorda | Talinum paniculatum | 2,0-3,0 | 960-1440 | 1,0 | ||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 3,0-4,0 | 1440-1920 | 1,5 | ||
Corda-de-viola | Ipomoea aristolochiaefolia | 3,0 | 1440 | 1,0 | ||
Alfafa | Medicago sativa | 3,5 | 1680 | 1,0 | ||
Anileira | Indigofera hirsuta | 4,0 | 1920 | 1,5 | ||
Corda-de-viola | Ipomoea quamoclit | 4,0 | 1920 | 1,5 | ||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 4,0 | 1920 | 1,5 | ||
Espérgula | Spergula arvensis | 4,0 | 1920 | 1,5 | ||
Trevo | Trifolium repens | 4,0 | 1920 | 1,5 | ||
Barbasco | Pterocaulon virgatum | 4,5-5,0 | 2160-2400 | 2,0 | ||
Culturas: ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, maçã, nectarina, pera, pêssego, pastagem, pinus e eucalipto, uva, arroz, soja, milho e trigo. | ||||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. Importante: aplicar GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING quando o mato estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). | ||||||
FOLHA LARGA | DOSE | NÚMERO DE APLICAÇÕES e INTERVALO ENTRE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | |||
Nome comum | Nome científico | L/ha | g ia/ha(1) | % (L/100 L de água)** | ||
Erva-quente | Spermacoce alata | 5,0-6,0 | 2400-2880 | 2,0 | ||
Ervilhaca | Vicia sativa | 5,0 | 2400 | 2,0 | ||
Culturas: ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, maçã, nectarina, pera, pêssego, pastagem, pinus e eucalipto, uva, arroz, soja, milho e trigo. | ||||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. Importante: aplicar GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING quando o mato estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). “Roughing”: A eliminação da cana-de-açúcar doente ou indesejável pode ser feita aplicando-se GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING diretamente no cartucho da planta através de pulverizador tipo “trombone” na base de 6% de concentração. | ||||||
FOLHA ESTREITA | DOSE | NÚMERO DE | ||||
APLICAÇÕES e INTERVALO ENTRE | VOLUME DE CALDA | |||||
Nome comum | Nome científico | L/ha | g ia/ha(1) | % (L/100 L de água)** | ||
APLICAÇÕES | ||||||
Capim-azedo | Paspalum conjugatum | 1,0 | 480 | 0,5 | Para aplicação com pulverizador costal manual: 150 – 200 L/ha Para aplicação terrestre com pulverizador de barra convencional: 200 – 400 L/ha Para aplicação aérea: 40 – 50 L/ha **As dosagens em porcentagem referem-se a aplicações com pulverizador costal manual: 300 – 400 L/ha | |
Junquinho | Cyperus ferax | 1,5-3,0 | 720-1440 | 1,0 | ||
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 1,5-4,0 | 720-1920 | 1,5 | ||
Capim-colonião | Panicum maximum | 1,5-5,0 | 720-2400 | 2,0 | ||
Grama-comprida | Paspalum dilatatum | 2,0 | 960 | 1,0 | ||
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2,5-4,0 | 1200-1920 | 1,5 | ||
Capim-gordura | Melinis minutiflora | 3,0-4,0 | 1440-1920 | 1,5 | ||
Capim-gengibre | Paspalum maritimum | 3,0-4,0 | 1440-1920 | 1,5 | ||
Capim-canoão | Setaria poiretiana | 3,5 | 1680 | 1,0 | ||
Capim-rabo-de-burro | Andropogon bicornis | 4,0 | 1920 | 1,5 | ||
Capim-membeca | Andropogon leucostachyus | 4,0 | 1920 | 1,5 | 1 Aplicação | |
Grama-seda | Cynodon dactylon | 4,0-5,0 | 1920-2400 | 2,0 | ||
Capim-jaraguá | Hyparrhenia rufa | 4,0 | 1920 | 1,5 | ||
Capim-caiana | Panicum cayennense | 4,0 | 1920 | 1,5 | ||
Grama-batatais | Paspalum notatum | 4,0-5,0 | 1920-2400 | 2,0 | ||
Grama-touceira | Paspalum paniculatum | 4,0-5,0 | 1920-2400 | 2,0 | ||
Capim-da-roça | Paspalum urvillei | 4,0 | 1920 | 1,5 | ||
Capim-kikuio | Pennisetum | 4,0-5,0 | 1920-2400 | 2,0 | ||
clandestinum | ||||||
Capim-massambará | Sorghum halepense | 4,0 | 1920 | 1,5 | ||
Grama-missioneira | Axonopus compressus | 5,0 | 2400 | 2,0 | ||
ou capitinga | ||||||
Cana-de-açúcar (roughing) | Saccharum officinarum | 6,0 | 2880 | 2,0 | ||
Tiririca | Cyperus flavus | 3,0 | 1440 | 1,0 | 3 - 4 aplicações com intervalos de 20 - 40 dias | |
Tiririca | Cyperus difformis | 5,0 | 2400 | 2,0 | ||
Tiririca | Cyperus rotundus | 4,0-5,0 | 1920-2400 | 2,0 |
Culturas: ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, maçã, nectarina, pera, pêssego, pastagem, pinus e eucalipto, uva, arroz, soja, milho e trigo. | ||||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. Importante: aplicar GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING quando o mato estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). | ||||||
FOLHA LARGA | DOSE | NÚMERO DE | ||||
APLICAÇÕES e INTERVALO ENTRE | VOLUME DE CALDA | |||||
Nome comum | Nome científico | L/ha | g ia/ha(1) | % (L/100 L de água)** | ||
APLICAÇÕES | ||||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 | 480 | 0,5 | 1 Aplicação | Para aplicação com pulverizador costal manual: 150 – 200 L/ha Para aplicação terrestre com pulverizador de barra convencional: 200 – 400 L/ha Para aplicação aérea: 40 – 50 L/ha **As dosagens em porcentagem referem-se a aplicações com pulverizador costal manual: 300 – 400 L/ha |
Mata-pasto | Eupatorium maximilianii | 1,5 | 720 | 0,5 | ||
Maria-mole | Senecio brasiliensis | 2,0-3,0 | 960-1440 | 1,0 | ||
Erva-lanceta | Solidago chilensis | 2,0 | 960 | 1,0 | ||
Língua-de-vaca | Rumex crispus | 3,0 | 1440 | 1,0 | ||
Guanxuma | Sida cordifolia | 3,0 | 1440 | 1,0 | ||
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | 3,0 | 1440 | 1,0 | ||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 3,0 | 1440 | 1,0 | ||
Grandiúva | Trema micrantha | 4,0 | 1920 | 1,5 | ||
Fedegoso-branco | Senna obtusifolia | 5,0 | 2400 | 2,0 | ||
Tanchagem | Plantago major | 5,0 | 2400 | 2,0 | ||
Agriãozinho | Synedrellopsis grisebachii | 5,0 | 2400 | 2,0 | ||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar em pós-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes de forma dirigida somente às plantas infestantes, protegendo a cultura do contato com a calda do produto. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. Seringueira: Para aplicação em área total: Esta forma de aplicação deve ser realizada em áreas em que o controle de todas as plantas infestantes é necessário e não há plantas úteis a serem protegidas. Não aplicar logo após a roçagem, sendo necessário aguardar até o aparecimento de área foliar suficiente para absorver o produto. Para aplicação em jato dirigido: Esta forma de aplicação deve ser utilizada em áreas em que o controle de plantas infestantes é necessário e há plantas úteis implantadas. A aplicação deve ser dirigida às plantas infestantes, nas doses recomendadas e com equipamentos que evitem o contato do produto com as folhas, ramos ou caules jovens das plantas úteis. Importante: aplicar GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING quando o mato estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). | ||||||
FOLHA LARGA | DOSE | NÚMERO DE | ||||
APLICAÇÕES e INTERVALO ENTRE | VOLUME DE CALDA | |||||
Nome comum | Nome científico | L/ha | kg ia/ha(1) | L/100 L de água** | ||
APLICAÇÕES | ||||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 - 2,0 | 0,48 – 0,96 | 0,3 - 0,7 | Aplicação terrestre: 150 – 450 L/há Para aplicação aérea: 40 – 50 L/ha **As dosagens em porcentagem referem-se a aplicações com pulverizador costal manual: 300 L/ha | |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Beldroega | Portulaca oleracea | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Buva | Conyza bonariensis | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Campainha | Ipomoea aristolochiaefolia | 1,0 - 3,0 | 0,48 – 1,44 | 0,3 – 1,0 | ||
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Caruru-de-espinho | Amaranthus spinosus | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Caruru-de-macha | Amaranthus viridis | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Carrapichinho | Acanthospermum australe | 3,0 | 1,44 | 1,0 | 1 Aplicação | |
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidium | 1,0 - 2,0 | 0,48 – 0,96 | 0,3 - 0,7 | ||
Cipó-cabeludo | Mikania cordifolia | 5,0 | 2,40 | 1,7 | ||
Corriola | Dichondra microcalyx | 6,0 | 2,88 | 2,0 | ||
Corda-de-viola | Ipomoea nil | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Corda-de-viola | Ipomoea quamoclit | 4,0 | 1,92 | 1,3 | ||
Erva-quente | Spermacoce latifolia | 4,0 – 6,0 | 1,92 – 2,88 | 1,3 – 2,0 | ||
Erva-de-santa-luzia | Chamaesyce hirta | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Erva-de-santa-maria | Chenopodium ambrosioides | 3,0 | 1,44 | 1,0 | ||
Erva-andorinha | Chamaesy hyssoptifolia | 2,0 – 6,0 | 0,96 – 2,88 | 0,7 – 2,0 | ||
Fazendeiro | Galinsoga parviflora | 1,0 - 2,0 | 0,48 – 0,96 | 0,3 - 0,7 | ||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Guanxuma | Sida cordifolia | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Guanxuma | Sida glaziovii | 2,0 – 5,0 | 0,96 – 2,40 | 0,7 – 1,7 | ||
Joá-de-capote | Nicandra physaloides | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Jurubeba | Solanum paniculatum | 4,0 | 1,92 | 1,3 | ||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 3,0 | 1,44 | 1,0 | ||
Maria-Pretinha | Solanum americanum | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Maria-mole | Senecio brasiliensis | 2,0 – 3,0 | 0,96 – 1,44 | 0,7 – 1,0 | ||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Mentruz | Lepidium virginicum | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Mostrada | Brassica rapa | 2,0 – 3,0 | 0,96 – 1,44 | 0,7 – 1,0 | ||
Nabiça | Raphanus raphanistrum | 1,0 - 2,0 | 0,48 – 0,96 | 0,3 - 0,7 | ||
Pega-pega | Desmodium tortuosum | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 - 2,0 | 0,48 – 0,96 | 0,3 - 0,7 | ||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 4,0 | 1,92 | 1,3 | ||
Poaia-do-campo | Diodia ocimifolia | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Quebra-pedra | Phyllanthus tenellus | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Quebra-pedra | Phyllanthus niruri | 1,0 | 0,48 | 0,3 | ||
Quebra-pedra-rasteira | Chamaesyce prostata | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Rubim | Leonurus sibiricus | 5,0 | 2,40 | 1,7 | ||
Serralha | Sonchus oleraceus | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Trevo | Oxalis oxyptera | 1,0 - 2,0 | 0,48 – 0,96 | 0,3 - 0,7 |
Cultura: Fumo | ||||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes em área total, antes do transplante. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. Importante: aplicar GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING quando o mato estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). | ||||||
FOLHA LARGA | DOSE | NÚMERO DE | ||||
APLICAÇÕES e INTERVALO ENTRE | VOLUME DE CALDA | |||||
Nome comum | Nome científico | L/ha | kg ia/ha(1) | L/100 L de água** | ||
APLICAÇÕES | ||||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 - 2,0 | 0,48 – 0,96 | 0,3 - 0,7 | Aplicação terrestre: 150 – 450 L/ha **As dosagens em porcentagem referem-se a aplicações com pulverizador costal manual: 300 L/ha | |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Beldroega | Portulaca oleracea | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Buva | Conyza bonariensis | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Campainha | Ipomoea aristolochiaefolia | 1,0 - 3,0 | 0,48 – 1,44 | 0,3 – 1,0 | 1 Aplicação | |
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Caruru-de-espinho | Amaranthus spinosus | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Caruru-de-macha | Amaranthus viridis | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Carrapichinho | Acanthospermum australe | 3,0 | 1,44 | 1,0 | ||
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidium | 1,0 - 2,0 | 0,48 – 0,96 | 0,3 - 0,7 | ||
Cipó-cabeludo | Mikania cordifolia | 5,0 | 2,40 | 1,7 | ||
Corriola | Dichondra microcalyx | 6,0 | 2,88 | 2,0 | ||
Corda-de-viola | Ipomoea nil | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Corda-de-viola | Ipomoea quamoclit | 4,0 | 1,92 | 1,3 | ||
Erva-quente | Spermacoce latifolia | 4,0 – 6,0 | 1,92 – 2,88 | 1,3 – 2,0 | ||
Erva-de-santa-luzia | Chamaesyce hirta | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Erva-de-santa-maria | Chenopodium ambrosioides | 3,0 | 1,44 | 1,0 | ||
Erva-andorinha | Chamaesy hyssoptifolia | 2,0 – 6,0 | 0,96 – 2,88 | 0,7 – 2,0 | ||
Fazendeiro | Galinsoga parviflora | 1,0 - 2,0 | 0,48 – 0,96 | 0,3 - 0,7 | ||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Guanxuma | Sida cordifolia | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Guanxuma | Sida glaziovii | 2,0 – 5,0 | 0,96 – 2,40 | 0,7 – 1,7 | ||
Joá-de-capote | Nicandra physaloides | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Jurubeba | Solanum paniculatum | 4,0 | 1,92 | 1,3 | ||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 3,0 | 1,44 | 1,0 | ||
Maria-Pretinha | Solanum americanum | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Maria-mole | Senecio brasiliensis | 2,0 – 3,0 | 0,96 – 1,44 | 0,7 – 1,0 | ||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Mentruz | Lepidium virginicum | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Mostrada | Brassica rapa | 2,0 – 3,0 | 0,96 – 1,44 | 0,7 – 1,0 | ||
Nabiça | Raphanus raphanistrum | 1,0 - 2,0 | 0,48 – 0,96 | 0,3 - 0,7 | ||
Pega-pega | Desmodium tortuosum | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 - 2,0 | 0,48 – 0,96 | 0,3 - 0,7 | ||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 4,0 | 1,92 | 1,3 | ||
Poaia-do-campo | Diodia ocimifolia | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Quebra-pedra | Phyllanthus tenellus | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Quebra-pedra | Phyllanthus niruri | 1,0 | 0,48 | 0,3 | ||
Quebra-pedra-rasteira | Chamaesyce prostata | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Rubim | Leonurus sibiricus | 5,0 | 2,40 | 1,7 | ||
Serralha | Sonchus oleraceus | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Trevo | Oxalis oxyptera | 1,0 - 2,0 | 0,48 – 0,96 | 0,3 - 0,7 |
Culturas: Feijão e Algodão | ||||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar de 8 a 10 dias antes da semeadura. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. Importante: aplicar GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING quando o mato estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). | ||||||
FOLHA LARGA | DOSE | NÚMERO DE APLICAÇÕES e INTERVALO | VOLUME DE CALDA | |||
Nome comum | Nome científico | L/ha | kg ia/ha(1) | L/100 L de água** | ||
ENTRE APLICAÇÕES | ||||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 - 2,0 | 0,48 – 0,96 | 0,3 - 0,7 | 1 Aplicação | Aplicação terrestre: 150 – 450 L/ha Para aplicação aérea: 40 – 50 L/ha **As dosagens em porcentagem referem-se a aplicações com pulverizador costal manual: 300 L/ha |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Beldroega | Portulaca oleracea | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Buva | Conyza bonariensis | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Campainha | Ipomoea aristolochiaefolia | 1,0 - 3,0 | 0,48 – 1,44 | 0,3 – 1,0 | ||
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Caruru-de-espinho | Amaranthus spinosus | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Caruru-de-macha | Amaranthus viridis | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Carrapichinho | Acanthospermum australe | 3,0 | 1,44 | 1,0 | ||
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidium | 1,0 - 2,0 | 0,48 – 0,96 | 0,3 - 0,7 | ||
Cipó-cabeludo | Mikania cordifolia | 5,0 | 2,40 | 1,7 | ||
Corriola | Dichondra microcalyx | 6,0 | 2,88 | 2,0 | ||
Corda-de-viola | Ipomoea nil | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Corda-de-viola | Ipomoea quamoclit | 4,0 | 1,92 | 1,3 | ||
Erva-quente | Spermacoce latifolia | 4,0 – 6,0 | 1,92 – 2,88 | 1,3 – 2,0 | ||
Erva-de-santa-luzia | Chamaesyce hirta | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Erva-de-santa-maria | Chenopodium ambrosioides | 3,0 | 1,44 | 1,0 | ||
Erva-andorinha | Chamaesy hyssoptifolia | 2,0 – 6,0 | 0,96 – 2,88 | 0,7 – 2,0 | ||
Fazendeiro | Galinsoga parviflora | 1,0 - 2,0 | 0,48 – 0,96 | 0,3 - 0,7 | ||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Guanxuma | Sida cordifolia | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Guanxuma | Sida glaziovii | 2,0 – 5,0 | 0,96 – 2,40 | 0,7 – 1,7 | ||
Joá-de-capote | Nicandra physaloides | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Jurubeba | Solanum paniculatum | 4,0 | 1,92 | 1,3 | ||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 3,0 | 1,44 | 1,0 | ||
Maria-Pretinha | Solanum americanum | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Maria-mole | Senecio brasiliensis | 2,0 – 3,0 | 0,96 – 1,44 | 0,7 – 1,0 | ||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Mentruz | Lepidium virginicum | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Mostrada | Brassica rapa | 2,0 – 3,0 | 0,96 – 1,44 | 0,7 – 1,0 | ||
Nabiça | Raphanus raphanistrum | 1,0 - 2,0 | 0,48 – 0,96 | 0,3 - 0,7 | ||
Pega-pega | Desmodium tortuosum | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 - 2,0 | 0,48 – 0,96 | 0,3 - 0,7 | ||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 4,0 | 1,92 | 1,3 | ||
Poaia-do-campo | Diodia ocimifolia | 2,0 | 0,96 | 0,7 |
Quebra-pedra | Phyllanthus tenellus | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Quebra-pedra | Phyllanthus niruri | 1,0 | 0,48 | 0,3 | ||
Quebra-pedra-rasteira | Chamaesyce prostata | 2,0 | 0,96 | 0,7 | ||
Rubim | Leonurus sibiricus | 5,0 | 2,40 | 1,7 | ||
Serralha | Sonchus oleraceus | 2,0 – 4,0 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 | ||
Trevo | Oxalis oxyptera | 1,0 - 2,0 | 0,48 – 0,96 | 0,3 - 0,7 |
Cultura: Soja geneticamente modificada | |||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar em área total sobre a cultura e as plantas infestantes aos 20 a 30 dias após a emergência da soja geneticamente modificada, quando a cultura se encontrar com 2 a 3 trifólios. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. Importante: aplicar GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING quando o mato estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). | |||||
NOME COMUM | NOME CIENTÍFICO | ESTÁDIO DE CRESCIMENTO | ÉPOCA – DIAS APÓS A EMERGENCIA DA CULTURA | DOSES (L p.c/ha) | VOLUME DE CALDA |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 – 4 perfilhos | De 20 – 30 dias | 2,0 -3,0 | Aplicação terrestre: 100 – 200 L/ha Para aplicação aérea: 40 – 50 L/ha |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 2 – 3 perfilhos | Até 20 dias | 2,0 -3,0 | |
Capim-colchão | Digitaria ciliaris | 2 – 4 perfilhos | De 20 – 30 dias | 2,0 -3,0 | |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 3- 4 perfilhos | Até 20 dias | 2,0 -3,0 | |
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 4 – 8 folhas | Até 20 – 30 dias | 2,0 – 3,5 | |
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 6 – 8 folhas | De 20 – 30 dias | 2,0 – 3,0 | |
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 6 – 10 folhas | De 20 – 30 dias | 2,0 – 3,0 | |
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 6 – 10 folhas | De 20 – 30 dias | 2,0 – 3,0 | |
Guanxuma | Sida rhombifolia | 6 – 10 folhas | De 20 – 30 dias | 2,0 – 3,5 | |
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | 4 – 8 folhas | De 20 – 30 dias | 2,0 – 3,5 | |
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 6 – 8 folhas | De 20 – 30 dias | 2,0 – 3,5 | |
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum hispidium | 6 – 8 folhas | De 20 – 30 dias | 2,0 – 3,0 | |
Picão-preto | Bidens pilosa | 4 – 6 folhas | De 20 – 30 dias | 2,0 – 3,0 | |
Nabo-bravo | Raphanus raphanistrum | 6 – 8 folhas | De 20 – 30 dias | 3,0 – 3,5 | |
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 4 – 6 folhas | De 20 – 30 dias | 3,0 – 3,5 | |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 4 – 6 folhas | De 20 – 30 dias | 3,0 – 3,5 | |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 2 - 4 folhas | De 20 – 30 dias | 2,0 – 3,5 | |
Corda-de-viola | Ipomoea nil | 4 – 6 folhas | De 20 – 30 dias | 3,0 – 3,5 | |
(1) Concentração do Sal de Isopropilamina de Glifosato.
Dependente do estádio de desenvolvimento da planta infestante - menores doses para a fase inicial de desenvolvimento; maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
** As dosagens em porcentagem referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 300-400 L/ha com bico de 110.01 (os valores foram aproximados para facilitar o preparo da calda). Qualquer dúvida, utilizar os valores em Litros/hectare.
Plantas infestantes perenes controladas:
CULTURA | Planta infestante Nome comum (Nome científico) | Dose de aplicação Produto comercial (L/ha) | Volume da calda (1) (L/ha) |
FOLHA ESTREITA | |||
Junquinho | 1,5 | ||
ARROZ | (Cyperus ferax) | 180 a 500 (aplicação terrestre) | |
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 1,5 a 4,0 | ||
Capim-colonião | 1,5 a 5,0 | ||
IRRIGADO | (Panicum maximum) | 40 a 50 (aplicação aérea) | |
Grama-seda (Cynodon dactylon) | 4,0 a 5,0 | ||
Tiririca | 4,0 a 5,0 | ||
(Cyperus rotundus) | |||
FOLHA LARGA | |||
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 1,0 | 180 a 500 (aplicação terrestre) 40 a 50 (aplicação aérea) | |
ARROZ IRRIGADO | Guanxuma (Sida rhombifolia) | 3,0 | |
Fedegoso-branco (Senna obtusifolia) | |||
5,0 | |||
Número, Época e Intervalo de Aplicação: O herbicida GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW BUENA, COSECHA, GLYKING deve ser aplicado sobre as plantas infestantes a serem controladas, já germinadas, quando estas estiverem em boas condições de desenvolvimento e sem efeito de "stress" hídrico (falta ou excesso de água). O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. A eficiência do produto começa a ser visualizada entre 4º a 10º dia após a aplicação. O herbicida GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW BUENA, COSECHA, GLYKING não tem ação residual sobre sementes existentes no solo. Quando aplicado no período adequado conforme recomendações controlará as plantas infestantes com uma única aplicação | |||
Plantas infestantes anuais controladas:
CULTURA | Planta infestante Nome comum (Nome científico) | Dose de aplicação Produto comercial (L/ha) | Volume da calda (1) (L/ha) |
FOLHA ESTREITA | |||
Capim-papuã | 1,0 a 1,5 | ||
ARROZ | (Brachiaria plantaginea) | 180 a 500 (aplicação terrestre) | |
Aveia (Avena sativa) | 1,5 | ||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 1,0 a 2,0 | ||
IRRIGADO | 40 a 50 (aplicação aérea) | ||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 1,5 a 2,0 | ||
Capim-arroz | 3,5 | ||
(Echinochloa crusgalli) | |||
FOLHA LARGA | |||
Picão-preto | 1,0 a 2,0 | ||
(Bidens pilosa) | |||
Picão-branco | 1,0 | ||
(Galinsoga parviflora) | 180 a 500 | ||
Guanxuma | 1,0 a 2,0 | (aplicação | |
ARROZ IRRIGADO | (Malvastrum coromandellum) | terrestre) 40 a 50 | |
Carrapicho-rasteiro (Acanthospremum australe) | 1,0 a 2,0 | ||
Caruru-roxo | 2,0 | ||
(Amaranthus hybridus) | (aplicação | ||
Buva | 2,0 | aérea) | |
(Conyza bonariensis) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 3,0 a 3,5 | ||
Corda-de-viola | 3,0 | ||
(Ipomoea aristolochiafolia) | |||
Número, Época e Intervalo de Aplicação: O herbicida GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW BUENA, COSECHA, GLYKING deve ser aplicado sobre as plantas infestantes a serem controladas, já germinadas, quando estas estiverem em boas condições de desenvolvimento e sem efeito de "stress" hídrico (falta ou excesso de água). O melhor período para controlar plantas infestantes anuais situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais. A eficiência do produto começa a ser visualizada entre 4° a 10° dia após a aplicação. O herbicida GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW BUENA, COSECHA, GLYKING não tem ação residual sobre sementes existentes no solo. Quando aplicado no período adequado conforme recomendações controlará as plantas infestantes com uma única aplicação. | |||
CULTURA | Planta infestante Nome comum (Nome científico) | Dose de aplicação Produto comercial (L/ha) |
FOLHA ESTREITA | ||
Capim-carrapicho | 1,33 ‐ 2,0 | |
(Cenchrus echinatus) | ||
Capim‐pé‐de-galinha | 1,33 – 2,67 | |
(Eleusine indica) | ||
Algodão | FOLHA LARGA | |
geneticamente | ||
modificado tolerante ao glifosato | Apaga‐fogo (Alternanthera Tenella) | 1,33 ‐ 2,0 |
Caruru‐de-mancha (Amaranthus | 1,33 ‐ 2,0 | |
viridis) | ||
Trapoeraba | 2,67 | |
(Commelina Benghalensis) | ||
Corda‐de‐viola | 2,67 | |
(Ipomoea nil) | ||
Aplicação em pós‐emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato:
A melhor época para controle das plantas infestantes em pós‐emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato é de 25 a 35 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento.
A aplicação foliar de GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING sobre a cultura do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato, deverá ser realizada até a 4ª folha.
A variação nas doses depende do estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para a fase inicial de desenvolvimento e maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
CULTURA | FOLHA ESTREITA | |
Planta infestante Nome comum (Nome científico) | Dose de aplicação Produto comercial (L/ha) | |
Milho geneticamente modificado tolerante ao glifosato | Braquiarão (Brachiaria brizantha) Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 1,62 Até 2 perfilhos Até 10 cm (Até 15 dias após a emergência da cultura) |
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) Capim-colchão (Digitaria horizontalis) Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 1,62 – 2,70 De 3 a 6 perfilhos Maior que 10 cm e menor que 20 cm (De 25 a 30 dias após a emergência da cultura) | |
FOLHA LARGA | ||
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) Trapoeraba * (Commelina benghalensis) | 2,03 – 2,70 Até 6 folhas Até 10 cm (Até 15 dias após a emergência da cultura) | |
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) Picão-branco (Galinsoga parviflora) Beldroega (Portulaca oleracea) Nabiça (Raphanus raphanistrum) Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2,70 – 3,04 De 6 a 10 folhas Maior que 10 cm e menor que 20 cm (de 25 a 30 dias após a emergência da cultura) | |
Indicações de uso para aplicação Sequencial:
Realizar no máximo duas aplicações do produto durante o ciclo/safra da cultura.
Em área de alta infestação e/ou germinação não uniforme das plantas infestantes recomenda-se realizar a aplicação sequencial (duas aplicações):
A primeira na dose de 2,03 L/ha, até aos 15 dias após a emergência da cultura, seguida de uma segunda dose de 2,7 L/ha, com intervalo de cerca de 15 dias entre as duas aplicações.
* Em casos específicos de infestação de Commelina benghalensis, recomenda-se a aplicação sequencial nas doses de 2,7 L/ha na primeira aplicação, seguida de 2,03 L/ha, observando-se as demais recomendações da aplicação sequencial.
A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é de 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento.
O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais.
Importante: aplicar GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING quando o mato estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água).
GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING não tem ação sobre as sementes existentes no solo.
GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING , aplicado no período adequado, conforme recomendação, controlará as plantas infestantes, com uma única aplicação.
Exceção feita para a tiririca que, em função de sua fisiologia, exigirá 3-4 aplicações com intervalos de 20-40 dias.
Maturador da cana-de-açúcar:
O GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING pode ser utilizado como maturador em cana- de-açúcar, em qualquer época de safra com os seguintes direcionamentos:
Início da safra: visando antecipar a maturação, devido a condições pouco favoráveis de maturação natural, onde nem mesmo as variedades mais precoces estão no seu potencial máximo de acúmulo de sacarose.
Meio da safra: com o objetivo de maximizar a qualidade da matéria-prima e antecipar a liberação de área de reforma para o preparo do solo e plantio de cana de ano ou cereais.
Final da safra: com o objetivo mínimo de manter um bom nível de maturação, evitando a queda natural que ocorre com o início das chuvas, podendo ainda elevar o potencial natural de maturação daquelas variedades plantadas como cana de ano ou cortadas no final da safra anterior.
Áreas com excesso de vinhaça: com o objetivo de elevar o nível de maturação, normalmente baixo nestas áreas, devido ao alto vigor vegetativo apresentado pela cultura.
Período entre aplicação e colheita/dose
O período entre aplicação e colheita pode ser manejado em função de doses, massa verde e época de aplicação que possibilita uma adequada flexibilidade de safra. No geral está entre 42 a 56 dias (6 a 8 semanas) para a dose recomendada de 0,6 L/ha do produto.
Idade da cultura
A área a ser aplicada deve estar com um rendimento agrícola estabilizado, devendo-se lembrar sempre que o único objetivo da aplicação é melhorar a qualidade de matéria-prima, ou seja, elevar o teor de sacarose.
Variedades floríferas
A aplicação de GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING como maturador é viável mesmo após a diferenciação floral até o estágio de pavio de vela.
Em cana pronta para florescer, essa aplicação é recomendada estrategicamente, para manter e melhorar a qualidade dessa matéria-prima.
Não se deve realizar aplicação quando o processo de florescimento estiver em fase adiantada (cartucho). Aplicação
A aplicação deve ser realizada por avião, utilizando-se barra com bicos convencionais, e um consumo de calda na faixa de 30-40 L/ha. (Ver item: Aplicação Aérea)
Observação Geral:
As dosagens indicadas (ver tabela), aplicadas de acordo com as instruções desta bula, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Chloris retusa | capim-coqueirinho | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Ameixa | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Arroz | Pterocaulon virgatum | barbasco, branqueja, calça-de-velho | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Cyperus ferax | capim-de-cheiro (2), chufa, junquinho (1) | Ver detalhes |
| Banana | Sida glaziovii | guanxuma-branca, malva-guaxima, mata-pasto (3) | Ver detalhes |
| Cacau | Indigofera hirsuta | anil (1), anileira (1), anileira-do-pasto | Ver detalhes |
| Café | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Cyperus ferax | capim-de-cheiro (2), chufa, junquinho (1) | Ver detalhes |
| Citros | Spergula arvensis | esparguta (1), espérgula, gorga (2) | Ver detalhes |
| Coco | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Eucalipto | Sida glaziovii | guanxuma-branca, malva-guaxima, mata-pasto (3) | Ver detalhes |
| Feijão | Solanum paniculatum | gerobeba, jupeba, jurubeba (2) | Ver detalhes |
| Fumo | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
| Maçã | Lolium multiflorum | azevém, azevém-anual, azevém-italiano | Ver detalhes |
| Mamão | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Milho | Andropogon leucostachyus | capim-colchão (5), capim-membeca, capim-rabo-de-raposa (1) | Ver detalhes |
| Milho OGM | Brachiaria brizantha | braquiarão, braquiária-brizanta, braquiária-do-alto | Ver detalhes |
| Nectarina | Sida glaziovii | guanxuma-branca, malva-guaxima, mata-pasto (3) | Ver detalhes |
| Pastagens | Sida glaziovii | guanxuma-branca, malva-guaxima, mata-pasto (3) | Ver detalhes |
| Pera | Saccharum officinarum | cana-de-açucar | Ver detalhes |
| Pessego | Solidago chilensis | arnica-do-brasil, erva-lanceta, espiga-de-ouro | Ver detalhes |
| Pinus | Solidago chilensis | arnica-do-brasil, erva-lanceta, espiga-de-ouro | Ver detalhes |
| Seringueira | Andropogon bicornis | capim-de-bezerra, capim-peba, capim-rabo-de-burro | Ver detalhes |
| Soja | Cyperus difformis | junça (5), junquinho (6), tiririca (10) | Ver detalhes |
| Soja OGM | Emilia sonchifolia | bela-emilia, falsa-serralha, pincel | Ver detalhes |
| Trigo | Ipomoea quamoclit | cardeal, corda-de-viola (16), esqueleto | Ver detalhes |
| Uva | Setaria poiretiana | capim-canoão, capim-jiriva, capim-leque | Ver detalhes |
O GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING deve ser diluído em água limpa e pode ser aplicado através de equipamentos terrestres e aéreos, observando-se as recomendações que se seguem: Equipamentos:
Tratorizado convencional:
Tipos de bico: 80.03/80.04/110.03/110.04;
Vazão: 100-450 L/ha;
Pressão: 30-40 Lb/pol²;
Tamanho de gotas: 300-600 µm; e)Densidade: 30-40 gotas/cm².
Bentley BT-3 (Marca registrada de Equipamentos Bentley):
Tipos de bico: X-2;
Vazão: 80-120 L/ha;
Pressão: 40-60 Lb/pol²;
Tamanho de gotas: 200-300 µm;
Densidade: 50-100 gotas/cm².
Costal manual:
Tipos de bico: 110.01/TK-05;
Vazão: 100 - 450 L/ha;
Pressão: 20-30 Lb/pol²;
Tamanho de gotas: 200-400 µm;
Densidade: 20-30 gotas/cm².
Costal manual:
Tipos de bico: 80.02/110.02;
Vazão: 100 - 450 L/ha;
Pressão: 20-30 Lb/pol²;
Tamanho de gotas: 200-600 µm;
Densidade: 20-30 gotas/cm².
Aplicação Aérea:
Barra com bicos para aeronaves de asa fixa - Ipanema (qualquer modelo).
Volume de aplicação: 40-50 L/ha.
Altura de voo: 4-5 m do topo da cultura.
Largura da faixa de deposição: 15 m.
Tamanho de gotas: 110-120 µm.
Densidade de gotas: mínimo 20 gotas/cm² (DMV: 420-450 µ).
Bicos de pulverização: Utilizar bicos de jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20 gotas/cm2 com DMV 420-450 µ à pressão de 15-30 psi.
Com aviões do tipo Ipanema (qualquer modelo) poderão ser utilizados barra de pulverização, com um total de 40-42 bicos. Os bicos da extremidade da asa em número de 4-5 em cada uma delas deverão ser fechados a fim de evitar a influência e arraste das gotas de pulverização pelos vórtices da ponta da asa. Os bicos da barriga em número de 8, deverão permanecer abertos e no mesmo ângulo dos bicos utilizados nas asas.
Condições climáticas: Temp. Máx.: 28ºC; U.R.Mín. : 55%; Vel. Vento Máx: 10 km/h (3 m/s).
Para as culturas indicadas, aplica-se GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING em jato dirigido ou protegido, tomando-se o necessário cuidado para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem).
Em plantio direto, aplicar antes do plantio da cultura.
Aplica-se GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas de mato.
No caso de eliminação de soqueira, aplicar sobre as folhas em área total.
A eliminação da cana-de-açúcar doente ou indesejável pode ser feita aplicando-se GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING diretamente no cartucho da planta através de pulverizador tipo “trombone” na base de 6% de concentração.
ATENÇÃO: A aplicação aérea somente deve ser realizada quando não existe o risco de ocorrer contato da pulverização com culturas sensíveis ao produto. Portanto a indicação desta modalidade de aplicação deve ser previamente avaliada pelo Engenheiro Agrônomo ou Técnico Responsável.
Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Sigas as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos esses fatores quando da decisão de aplicar.
Para doses superiores a 1800 g/ha, utilizar de tecnologia de redução de deriva de 50% nas aplicações costal, e tratorizada, sendo necessário consultar um engenheiro agrônomo e o catálogo do fabricante de pontas de pulverização.
Para doses superiores a 3700 g/ha, utilizar de tecnologia de redução de deriva de 50% e manter bordadura de cinco metros nas aplicações costal e tratorizada, sendo necessário consultar um engenheiro agrônomo e o catálogo do fabricante de pontas de pulverização. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 40 metros do limite externo da plantação.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
A melhor estratégia de gerenciamento da deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (0,15 a 0,20 mm). A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade, e inversão térmica.
Deve-se procurar aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h, temperaturas superiores a 30°C e umidade relativa inferior a 50%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Em aplicações com qualquer tipo de equipamento, observar as condições climáticas recomendadas, considerando que a umidade relativa do ar é o fator mais importante, já que determina uma maior ou menor evaporação.
Algodão: Intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o produto for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura
Café, Coco, Maçã e Pera: 15 dias Ameixa e Uva: 17 dias
Banana, Cacau, Citros, Nectarina, Pêssego e Cana-de-açúcar (Maturador): 30 dias
Arroz, Feijão, Pastagem,Trigo e Cana-de-açúcar (Aplicação em Pós-emergência): Não determinado devido a modalidade de emprego
Mamão: 3 dias
Milho: Intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o produto for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura
Eucalipto, Fumo, Pinus e Seringueira: Uso não alimentar
Soja: Intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o produto for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o produto for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
Arroz irrigado, Arroz, Milho, Pastagem, Soja, Trigo e Cana-de-açúcar (Aplicação em Pós-emergência): Não determinado devido a modalidade de emprego
Milho geneticamente modificado: 90 dias Algodão geneticamente modificado: 130 dias
O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do milho geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 90 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
O intervalo de segurança para algodão OGM, que expressa tolerância ao glifosato, é de 130 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período mínimo de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso haja necessidade de reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes desse período, usar os EPIs recomendados.
Fitotoxicidade:
Durante a aplicação, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes das plantas úteis. GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING não danifica as plantas com caules suberizados, caso os atinja. Outras restrições:
Armazenar e manusear apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. Não armazenar a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum.
Sob ameaça de chuva, suspenda a aplicação. Caso ocorra chuva nas primeiras 4 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode diminuir. Este intervalo de tempo é necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta.
A eficiência do produto é visualizada entre o 4º e o 10º dia após o tratamento.
Para garantia final de eficiência é essencial que se utilize água limpa (sem argilas em suspensão).
Não aplicar GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING com as folhas das plantas infestantes cobertas de poeira, porque nestas condições pode diminuir a ação do produto (adsorção).
Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após aplicação de GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING .
Evitar o pastoreio ou ingestão de plantas daninhas por animais logo após a aplicação de GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING .
Para doses superiores a 1800 g/ha, utilizar de tecnologia de redução de deriva de 50% nas aplicações costal, e tratorizada, sendo necessário consultar um engenheiro agrônomo e o catálogo do fabricante de pontas de pulverização.
Para doses superiores a 3700 g/ha, utilizar de tecnologia de redução de deriva de 50% e manter bordadura de cinco metros nas aplicações costal e tratorizada, sendo necessário consultar um engenheiro agrônomo e o catálogo do fabricante de pontas de pulverização. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 40 metros do limite externo da plantação.
Não aplicar o produto após a prática da roçada.
A aplicação foliar do GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING em algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato deve ser realizada até a 4ª folha da cultura.
O herbicida GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING é seletivo somente quando aplicado sobre as variedades de algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato, conforme as instruções de uso indicadas nesta bula.
O herbicida GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING não deve ser utilizado em pós- emergência de variedades de algodão convencional (que não seja geneticamente modificado, tolerante ao glifosato) ou sobre outras espécies úteis sensíveis.
Para o algodão convencional, o herbicida GLIFOSATO IPA 480 RAINBOW, BUENA, COSECHA, GLYKING apresenta indicação estrita de utilização em aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós- emergência das plantas infestantes, em sistema de plantio direto.
Cor da Faixa: Azul PMS Blue 293 C
É indicado seu uso em aplicação na pós-emergência da cultura e das plantas daninhas para capina química das culturas de ameixa, banana, café, coco, cacau, citros, cana-de-açúcar, uva, pera, maçã, mamão, pêssego, nectarina e seringueira. Tem indicação também no controle de plantas daninhas em aplicação de área total no pré-plantio da cultura e na pós emergência das plantas daninhas, antes do transplante do fumo, para o plantio direto do algodão, arroz, feijão, milho, soja e trigo, e para o cultivo mínimo de arroz e da cana-de-açúcar (eliminação das soqueiras). É recomendado ainda na renovação e na manutenção de pastagens para eliminação das reboleiras de plantas daninhas indesejáveis relacionadas nas instruções de uso.
Tem recomendação para uso em área total, na modalidade de pós-emergência das plantas infestantes e da cultura da soja geneticamente modificada, tanto no sistema de plantio direto como no convencional desta cultura.
É recomendado ainda seu uso nas capinas químicas para erradicação de vegetação em aplicações de pré-plantio e nas entrelinhas em jato dirigido das cultuas de pinus e eucalipto. Tem recomendação também na rebrota do eucalipto para renovação de área de plantio.
As doses variam conforme a espécie da planta daninha e seu estágio de desenvolvimento. As doses menores são indicadas para plantas no estágio inicial da atividade vegetativa, e as máximas para as ervas perenizadas
VER 04 – 22.07.2024
MONOCOTILEDÔNEAS | ||||
NOME COMUM | NOME CIENTÍFICO | L p.c./ha | kg a.i./ha | L/100 L d’água |
Arroz-vermelho | Oryza sativa | 2 | 0,96 | 0,7 |
Aveia | Avena sativa | 1 – 2 | 0,48 – 0,96 | 0,3 – 0,7 |
Azevém | Lolium multiflorum | 2 | 0,96 | 0,7 |
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 2 – 4 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 |
Capim-angola | Brachiaria mutica | 5 – 6 | 2,40 – 2,88 | 1,7 – 2,0 |
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 2 – 4 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 |
Capim-arroz | Echinochloa cruspavonis | 2 – 4 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2 – 4 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1 – 2 | 0,48 – 0,96 | 0,3 – 0,7 |
Capim-cebola | Chloris pycnothrix | 2 | 0,96 | 0,7 |
MONOCOTILEDÔNEAS | ||||
NOME COMUM | NOME CIENTÍFICO | L p.c./ha | kg a.i./ha | L/100 L d’água |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1 – 2 | 0,48 – 0,96 | 0,3 – 0,7 |
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | 2 | 0,96 | 0,7 |
Capim-colonião | Panicum maximum | 3 – 5 | 1,44 – 2,40 | 1,0 – 1,7 |
Capim-coqueirinho | Chloris retusa | 1 | 0,48 | 0,3 |
Capim-elefante | Pennisetum purpureum | 5 – 6 | 2,40 – 2,88 | 1,7 – 2,0 |
Capim-favorito | Rhynchelitrum repens | 1 – 2 | 0,48 – 0,96 | 0,3 – 0,7 |
Capim-forquilha | Paspalum conjugatum | 1 – 4 | 0,48 – 1,92 | 0,3 – 1,3 |
Capim-gordura | Melinis minutiflora | 2 – 4 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 |
Capim-jaraguá | Hyparrhenia rufa | 4 – 6 | 1,92 – 2,88 | 1,3 – 2,0 |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 1 – 2 | 0,48 – 0,96 | 0,3 – 0,7 |
Capim-massambará | Sorghum halepense | 2 – 4 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 |
Capim-do-brejo | Paspalum conspersum | 2 – 3 | 0,96 – 1,44 | 0,7 – 1,0 |
Capim-oferecido | Pennisetum setosum | 4 – 5 | 1,92 – 2,40 | 1,3 – 1,7 |
Capim-colchão | Digitaria decumbens | 5 – 6 | 2,40 – 2,88 | 1,7 – 2,0 |
Capim-mimoso | Eragrostis pilosa | 2 | 0,96 | 0,7 |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 1 – 4 | 0,48 – 1,92 | 0,3 – 1,3 |
Capim-kikuio | Pennisetum clandestinum | 4 – 5 | 1,92 – 2,40 | 1,3 – 1,7 |
Capim-rabo-de-burro | Adropogon bicornis | 4 – 5 | 1,92 – 2,40 | 1,3 – 1,7 |
Capim-da-roça | Paspalum urvillei | 2 – 4 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 |
Grama-batatais | Paspalum notatum | 4 - 6 | 1,92 – 2,88 | 1,3 – 2,0 |
Grama-seda | Cynodon dactylon | 4 - 6 | 1,92 – 2,88 | 1,3 – 2,0 |
Grama-touceira | Paspalum paniculatum | 4 | 1,92 | 1,3 |
Milho | Zea mays | 1 | 0,48 | 0,3 |
Sapé | Imperata brasiliensis | 4 - 5 | 1,92 – 2,40 | 1,3 – 1,7 |
Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 4 - 6 | 1,92 – 2,88 | 1,3 -, 2,0 |
Tanner grass | Brachiaria subquadripara | 4 - 6 | 1,92 – 2,88 | 1,3 – 2,0 |
Tiririca | Cyperus flavus | 5 | 2,40 | 1,7 |
Tiririca | Cyperus rotundus | 4 - 6 | 1,92 – 2,88 | 1,3 – 2,0 |
Tiririca | Cyperus sesquiflorus | 3 | 1,44 | 1,0 |
VER 04 – 22.07.2024
Obs: Os valores percentuais da dosagem foram determinados em relação ao volume médio de aplicação de 300 litros de água por hectare.
DICOTILEDÔNEAS | ||||
NOME COMUM | NOME CIENTÍFICO | L p.c./ha | kg a.i./ha | L/100 L d’água |
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1 - 2 | 0,48 – 0,96 | 0,3 – 0,7 |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 2 - 4 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 |
Beldroega | Portulaca oleracea | 2 | 0,96 | 0,7 |
DICOTILEDÔNEAS | ||||
NOME COMUM | NOME CIENTÍFICO | L p.c./ha | kg a.i./ha | L/100 L d’água |
Buva | Conyza bonariensis | 2 - 4 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 |
Campainha | Ipomoea aristolochiaefolia | 1 - 3 | 0,48 – 1,44 | 0,3 – 1,0 |
Carúru-roxo | Amaranthus hybridus | 2 - 4 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 |
Carúru-de-espinho | Aamaranthus spinosus | 2 | 0,96 | 0,7 |
Carúru-de-mancha | Amaranthus viridis | 2 - 4 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,93 |
Carúru-rasteiro | Amaranthus deflexus | 2 - 4 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 |
Carrapichinho | Acanthospermum australe | 3 | 1,44 | 1,0 |
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 1 - 2 | 0,48 – 0,96 | 0,3 – 0,7 |
Cipó-cabeludo | Mikania cordifolia | 5 | 2,40 | 1,7 |
Corriola | Dichondra microcalyx | 6 | 2,88 | 2,0 |
Corda-de-viola | Ipomoea nil | 2 - 4 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 |
Corda-de-viola | Ipomoea quamoclit | 4 | 1,92 | 1,3 |
Erva-quente | Spermacoce latifolia | 4 - 6 | 1,92 – 2,88 | 1,3 – 2,0 |
Erva-de-santa-luzia | Chamaesyce hirta | 2 - 4 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 |
Erva-de-santa-maria | Chenopodium ambrosioides | 3 | 1,44 | 1,0 |
Erva-andorinha | Chamaesy hyssopifolia | 2 - 6 | 0,96 – 2,88 | 0,7 – 2,0 |
Fazendeiro | Galinsoga parviflora | 1 - 2 | 0,48 – 0,96 | 0,3 – 0,7 |
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 2 | 0,96 | 0,7 |
Guanxuma | Sida cordifolia | 2 - 4 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 |
Guanxuma | Sida rhombifolia | 2 | 0,96 | 0,7 |
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | 2 - 5 | 0,96 – 2,40 | 0,7 – 1,7 |
Joá-de-capote | Nicandra physaloides | 2 | 0,96 | 0,7 |
Jurubeba | Solanum paniculatum | 4 | 1,92 | 1,3 |
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 3 | 1,44 | 1,0 |
Maria-pretinha | Solanum americanum | 2 | 0,96 | 0,7 |
Maria-mole | Senecio brasiliensis | 2 - 3 | 0,96 – 1,44 | 0,7 – 1,0 |
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 2 | 0,96 | 0,7 |
Mentruz | Lepidium virginicum | 2 | 0,96 | 0,7 |
Mostarda | Brassica rapa | 2 - 3 | 0,96 – 1,44 | 0,7 – 1,0 |
Nabiça | Raphanus raphanistrum | 1 - 2 | 0,48 – 0,96 | 0,3 – 0,7 |
Pega-pega | Desmodium tortuosum | 2 | 0,96 | 0,7 |
Picão-preto | Bidens pilosa | 1 - 2 | 0,48 – 0,96 | 0,3 – 0,7 |
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 4 | 1,92 | 1,3 |
Poaia-do-campo | Diodia ocimifolia | 2 | 0,96 | 0,7 |
Quebra-pedra | Phyllanthus tenellus | 2 | 0,96 | 0,7 |
Quebra-pedra | Phyllanthus niruri | 1 | 0,48 | 0,3 |
VER 04 – 22.07.2024
DICOTILEDÔNEAS | ||||
NOME COMUM | NOME CIENTÍFICO | L p.c./ha | kg a.i./ha | L/100 L d’água |
Quebra-pedra-rasteira | Chamaesyce prostata | 2 | 0,96 | 0,7 |
Rubim | Leonurus sibiricus | 5 | 2,40 | 1,7 |
Serralha | Sonchus oleraceus | 2 - 4 | 0,96 – 1,92 | 0,7 – 1,3 |
Trevo | Oxalis oxyptera | 1 - 2 | 0,48 – 0,96 | 0,3 – 0,7 |
Outras | ||||
Samambaia | Pteridium aquilinum | 4 | 1,92 | 1,3 |
Obs: Os valores percentuais da dosagem foram determinados em relação ao volume médio de aplicação de 300 litros de água por hectare.
NOME COMUM | NOME CIENTÍFICO | Estádio de Crescimento | ÉPOCA DAE* | Doses (L p.c./ha) |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 – 4 perfilhos | De 20 – 30 dias | 2,0 – 3,0 |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 2 – 3 perfilhos | Até 20 dias | 2,0 – 3,0 |
Capim-colchão | Digitaria ciliaris | 2 – 4 perfilhos | De 20 – 30 dias | 2,0 – 3,0 |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 3 – 4 perfilhos | Até 20 dias | 2,0 – 3,0 |
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 4 – 8 folhas | Até 20 a 30 dias | 2,0 – 3,5 |
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 6 – 8 folhas | De 20 a 30 dias | 2,0 – 3,0 |
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 6 – 10 folhas | De 20 a 30 dias | 2,0 – 3,0 |
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 6 – 10 folhas | De 20 a 30 dias | 2,0 – 3,0 |
Guanxuma | Sida rhombifolia | 6 – 10 folhas | De 20 a 30 dias | 2,0 – 3,5 |
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | 4 – 8 folhas | De 20 a 30 dias | 2,0 – 3,5 |
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 6 – 8 folhas | De 20 a 30 dias | 2,0 – 3,5 |
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum hispidum | 6 – 8 folhas | De 20 a 30 dias | 2,0 – 3,0 |
Picão-preto | Bidens pilosa | 4 – 6 folhas | De 20 a 30 dias | 2,0 – 3,0 |
Nabo-bravo | Raphanus raphanistrum | 6 – 8 folhas | De 20 a 30 dias | 3,0 – 3,5 |
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 4 – 6 folhas | De 20 a 30 dias | 3,0 – 3,5 |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 4 – 6 folhas | De 20 a 30 dias | 3,0 – 3,5 |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 2 – 4 folhas | De 20 a 30 dias | 2,0 – 3,5 |
Corda-de-viola | Ipomoea nil | 4 – 6 folhas | De 20 a 30 dias | 3,0 – 3,5 |
*DAE (dias após emergência da cultura)
VER 04 – 22.07.2024
Nota: 1 Litro do produto contém 360 gramas do ingrediente ativo (a.i) de Glifosato ou 480 gramas de Sal de Isopropilamina de Glifosato.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Ameixa | Avena sativa | aveia | Ver detalhes |
| Arroz | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Banana | Pennisetum setosum | capim-avião, capim-custódio, capim-mandante | Ver detalhes |
| Cacau | Echinochloa crusgalli | capim-arroz (2), capim-canevão, capim-jaú | Ver detalhes |
| Café | Amaranthus spinosus | bredo-branco, bredo-de-espinho, caruru-de-espinho | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Citros | Emilia sonchifolia | bela-emilia, falsa-serralha, pincel | Ver detalhes |
| Eucalipto | Ageratum conyzoides | catinga-de-bode, erva-de-são-joão (1), mentrasto | Ver detalhes |
| Feijão | Avena sativa | aveia | Ver detalhes |
| Maçã | Avena sativa | aveia | Ver detalhes |
| Milho | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Nectarina | Pennisetum setosum | capim-avião, capim-custódio, capim-mandante | Ver detalhes |
| Pera | Paspalum paniculatum | capim-da-guiné, capim-de-burro (2), grama-da-guiné | Ver detalhes |
| Pessego | Paspalum urvillei | capim-da-roça (1), capim-das-estradas, milhã-grande | Ver detalhes |
| Pinus | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Seringueira | Phyllanthus tenellus | arrebenta-pedra (1), erva-pombinha (1), quebra-pedra (1) | Ver detalhes |
| Soja | Avena sativa | aveia | Ver detalhes |
| Soja OGM | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Trigo | Eragrostis pilosa | capim-barbicha-de-alemão, capim-mimoso (2), capim-orvalho | Ver detalhes |
| Uva | Pennisetum setosum | capim-avião, capim-custódio, capim-mandante | Ver detalhes |
com as condições de desenvolvimento das ervas. Tratando-se de ervas daninhas com grande densidade vegetativa recomenda-se o volume maior.
360 a 650 mícron, sendo que gotas menores são indicadas para ervas de maior densidade vegetativa e para locais onde não haja risco de atingir plantas econômicas por deriva.
Para a soja geneticamente modificada: Utilizar a quantidade de 100 – 200 litros de calda por hectare, utilizando bico em jato leque do tipo Teejet VB 80.02 ou XR110.02, distanciados 50 cm entre si, trabalhando a uma altura de 50 cm do solo, pressão de 30 lb/pol². Aplicar o Glifosato Nortox, em pulverização em área total sobre a cultura e as plantas daninhas indicadas em uma única aplicação aos 20 a 30 dias após emergência da soja quando esta se encontra com 2 a 3 trifólios.
CULTURAS | DIAS |
Algodão | (1) |
Ameixa | 17 |
Arroz | (2) |
Banana | 30 |
Cacau | 30 |
Café | 15 |
Cana-de-açúcar | 30 |
Citros | 30 |
Coco | 15 |
Eucalipto | UNA |
Feijão | (2) |
Fumo | U.N.A. |
Maça | 15 |
Mamão | 3 |
Milho | (3) |
Nectarina | 30 |
Pastagem | (2) |
Pera | 15 |
Pêssego | 30 |
Pinus | U.N.A. |
Seringueira | U.N.A. |
Soja | (4) |
Trigo | (2) |
Uva | 17 |
U.N.A.: Uso Não Alimentar
VER 04 – 22.07.2024
Intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a
cultura da soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
VER 17 – 15.01.2024
Monocotiledôneas | |||||
Alvo biológico | Doses | Alvo biológico | Doses | ||
Nome comum Nome científico | L p.c./ha | L/100L água | Nome comum Nome científico | L p.c./ha | L/100L água |
Arroz-vermelho Oryza sativa | 2 | 0,7 | Capim-massambará Sorghum halepense | 2 - 4 | 0,7 - 1,3 |
Aveia Avena sativa | 1 - 2 | 0,3 - 0,7 | Capim-do-brejo Paspalum conspersum | 2 - 3 | 0,7 - 1,0 |
Azevém Lolium multiflorum | 2 | 0,7 | Capim-oferecido Pennisetum setosum | 4 - 5 | 1,3 - 1,7 |
Capim-amargoso Digitaria insularis | 2 - 4 | 0,7 - 1,3 | Capim-das-roças Digitaria decumbens | 5 - 6 | 1,7 - 2,0 |
Capim-angola Brachiaria mutica | 5 - 6 | 1,7 - 2,0 | Capim-mimoso Eragrostis pilosa | 2 | 0,7 |
Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 2 - 4 | 0,7 - 1,3 | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 1 - 4 | 0,3 - 1,3 |
Capim-arroz Echinochloa cruspavonis | 2 - 4 | 0,7 - 1,3 | Capim-kikuio Pennisetum clandestinum | 4 - 5 | 1,3 - 1,7 |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 2 - 4 | 0,7 - 1,30 | Capim-rabo-de-burro Andropogon bicornis | 4 - 5 | 1,3 - 1,7 |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 1 - 2 | 3 - 0,7 | Capim-da-roça Paspalum urvillei | 2 - 4 | 0,7 - 1,3 |
Capim-cebola Chloris pycnothrix | 2 | 0,7 | Grama-batatais Paspalum notatum | 4 - 6 | 1,3 - 2,0 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | 1 - 2 | 0,3 - 0,7 | Grama-seda Cynodon dactylon | 4 - 6 | 1,3 - 2,0 |
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | 2 | 0,7 | Grama-touceira Paspalum paniculatum | 4 | 1,3 |
Capim-colonião Panicum maximum | 3 - 5 | 1,0 - 1,7 | Milho Zea mays | 1 | 0,3 |
Capim-coqueirinho Chloris retusa | 1 | 0,3 | Sapé Imperata brasiliensis | 4 - 5 | 1,3 - 1,7 |
Capim-elefante Pennisetum purpureum | 5 - 6 | 1,7 - 2,0 | Cana-de-açúcar Saccharum officinarum | 4 - 6 | 1,3 - 2,0 |
Capim-favorito Rhynchelitrum repens | 1 - 2 | 0,3 - 0,7 | Tanner grass Brachiaria subquadripara | 4 - 6 | 1,3 - 2,0 |
Capim-forquilha Paspalum conjugatum | 1 - 4 | 0,3 - 1,3 | Tiririca Cyperus flavus | 5 | 1,7 |
Capim-gordura Melinis minutiflora | 2 - 4 | 0,7 - 1,3 | Tiririca Cyperus rotundus | 4 - 6 | 1,3 - 2,0 |
Capim-jaraguá Hyparrhenia rufa | 4 - 6 | 1,3 - 2,0 | Tiririca Cyperus sesquiflorus | 3 | 1,0 |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 1 - 2 | 0,3 - 0,7 | |||
Abacate, Abacaxi, Açaí, Ameixa, Anonáceas, Banana, Cacau, Café, Caju, Cana-de-açúcar, Caqui, Carambola, Castanha-do-pará, Citros, Coco, Cupuaçu, Dendê, Figo, Goiaba, Guaraná, Kiwi, Maçã, Macadâmia, Mamão, Manga, Mangaba, Maracujá, Marmelo, Nectarina, Nêspera, Noz-pecã, Pera, Pêssego, Pinhão, Pupunha, Romã, Seringueira e Uva: aplicar em jato dirigido na pós-emergência da cultura e das plantas daninhas, quando o alvo biológico estiver em pleno desenvolvimento vegetativo e antes que ocorra o período inicial de florescimento. Algodão, Amendoim, Arroz, Aveia, Centeio, Cevada, Ervilha, Feijão, Feijões, Grão-de-bico, Lentilha, Milheto, Milho, Soja, Sorgo, Trigo e Triticale: aplicar em área total no pré-plantio da cultura e na pós-emergência das plantas daninhas para o plantio direto. É ainda recomendando para o cultivo mínimo de arroz e da cana-de-açúcar (eliminação das soqueiras). Fumo: aplicar em área total antes do transplante de fumo. | |||||
VER 17 – 15.01.2024
Monocotiledôneas | |||||
Alvo biológico | Doses | Alvo biológico | Doses | ||
Nome comum Nome científico | L p.c./ha | L/100L água | Nome comum Nome científico | L p.c./ha | L/100L água |
Pastagens: aplicar em área total no pré-plantio da cultura e na pós-emergência das plantas daninhas. É recomendado ainda na renovação e na manutenção de pastagens para eliminação das reboleiras de plantas daninhas. Eucalipto e Pinus: aplicar em pré-plantio e nas entrelinhas em jato dirigido das culturas. Tem recomendação também na rebrota do eucalipto para renovação de área de plantio. | |||||
1 Litro do produto (p.c) contém 360 gramas do ingrediente ativo (a.i) Glifosato ou 480 gramas de Sal de Isopropilamina de Glifosato.
VER 17 – 15.01.2024
Obs: Quando utilizar doses indicadas em /100 L água o volume de calda/ha para não deverá ultrapassar 300 L/ha.
Dicotiledôneas | |||||
Alvo biológico | Doses | Alvo biológico | Doses | ||
Nome comum Nome científico | L p.c./ha | L/100L água | Nome comum Nome científico | L p.c./ha | L/100L água |
Apaga- fogo Alternanthera tenella | 1 - 2 | 0,3 - 0,7 | Guanxuma-branca Sida glaziovii | 2 - 5 | 0,7 - 1,7 |
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 2 - 4 | 0,7 - 1,3 | Joá-de-capote Nicandra physaloides | 2 | 0,7 |
Beldroega Portulaca oleracea | 2 | 0,7 | Jurubeba Solanum paniculatum | 4 | 1,3 |
Buva Conyza bonariensis | 2 - 4 | 0,7 - 1,3 | Losna-branca Parthenium hysterophorus | 3 | 1,0 |
Campainha Ipomoea aristolochiaefolia | 1 - 3 | 0,3 - 1,0 | Macela-branca Gnaphalium spicatum | 1 | 0,3 |
Carurú-roxo Amaranthus hybridus | 2 - 4 | 0,7 - 1,3 | Maria-pretinha Solanum americanum | 2 | 0,7 |
Carurú-de-espinho Amaranthus spinosus | 2 | 0,7 | Maria-mole Senecio brasiliensis | 2 - 3 | 0,7 - 1,0 |
Carurú-de-mancha Amaranthus viridis | 2 - 4 | 0,7 - 1,3 | Mentrasto Ageratum conyzoides | 2 | 0,7 |
Carurú-rasteiro Amaranthus deflexus | 2 - 4 | 0,7 - 1,3 | Mentruz Lepidium virginicum | 2 | 0,7 |
Carrapichinho Acanthospermum australe | 3 | 1,0 | Mostarda Brassica rapa | 2 - 3 | 0,7 - 1,0 |
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | 1 - 2 | 0,3 - 0,7 | Nabiça Raphanus raphanistrum | 1 - 2 | 0,3 - 0,7 |
Cipó-cabeludo Mikania cordifolia | 5 | 1,7 | Pega-pega Desmodium tortuosum | 2 | 0,7 |
Corriola Dichondra microcalyx | 6 | 2,0 | Picão-preto Bidens pilosa | 1 - 2 | 0,3 - 0,7 |
Corda-de-viola Ipomoea nil | 2 - 4 | 0,7 - 1,3 | Poaia-branca Richardia brasiliensis | 4 | 1,3 |
Corda-de-viola Ipomoea quamoclit | 4 | 1,3 | Poaia-do-campo Diodia ocimifolia | 2 | 0,7 |
Erva-quente Spermacoce latifolia | 4 - 6 | 1,3 - 2,0 | Quebra-pedra Phyllanthus tenellus | 2 | 0,7 |
Erva-de-santa-luzia Chamaesyce hirta | 2 - 4 | 0,7 - 1,3 | Quebra-pedra Phyllanthus niruri | 1 | 0,3 |
Dicotiledôneas | |||||
Alvo biológico | Doses | Alvo biológico | Doses | ||
Nome comum Nome científico | L p.c./ha | L/100L água | Nome comum Nome científico | L p.c./ha | L/100L água |
Erva-de-santa-maria Chenopodium ambrosioides | 3 | 1,0 | Quebra-pedra-rasteira Chamaesyce prostrata | 2 | 0,7 |
Erva-andorinha Chamaesyce hyssopifolia | 2 - 6 | 0,7 - 2,0 | Rubim Leonurus sibiricus | 5 | 1,7 |
Fazendeiro Galinsoga parviflora | 1 - 2 | 0,3 - 0,7 | Serralha Sonchus oleraceus | 2 - 4 | 0,7 - 1,3 |
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | 2 | 0,7 | Trevo Oxalis oxyptera | 1 - 2 | 0,3 - 0,7 |
Guanxuma Sida cordifolia | 2 - 4 | 0,7 - 1,3 | Samambaia Pteridium aquilinum | 4 | 1,3 |
Guanxuma Sida rhombifolia | 2 | 0,7 | |||
Abacate, Abacaxi, Açaí, Ameixa, Anonáceas, Banana, Cacau, Café, Caju, Cana-de-açúcar, Caqui, Carambola, Castanha-do-pará, Citros, Coco, Cupuaçu, Dendê, Figo, Goiaba, Guaraná, Kiwi, Maçã, Macadâmia, Mamão, Manga, Mangaba, Maracujá, Marmelo, Nectarina, Nêspera, Noz-pecã, Pera, Pêssego, Pinhão, Pupunha, Romã, Seringueira e Uva: aplicar em jato dirigido na pós-emergência da cultura e das plantas daninhas, quando o alvo biológico estiver em pleno desenvolvimento vegetativo e antes que ocorra o período inicial de florescimento. Algodão, Amendoim, Arroz, Aveia, Centeio, Cevada, Ervilha, Feijão, Feijões, Grão-de-bico, Lentilha, Milheto, Milho, Soja, Sorgo, Trigo e Triticale: aplicar em área total no pré-plantio da cultura e na pós-emergência das plantas daninhas para o plantio direto. É ainda recomendando para o cultivo mínimo de arroz e da cana-de-açúcar (eliminação das soqueiras). Fumo: aplicar em área total antes do transplante de fumo. Pastagens: aplicar em área total no pré-plantio da cultura e na pós-emergência das plantas daninhas. É recomendado ainda na renovação e na manutenção de pastagens para eliminação das reboleiras de plantas daninhas. Eucalipto e Pinus: aplicar em pré-plantio e nas entrelinhas em jato dirigido das culturas. Tem recomendação também na rebrota do eucalipto para renovação de área de plantio. | |||||
Litro do produto (p.c) contém 360 gramas do ingrediente ativo (a.i) Glifosato ou 480 gramas de Sal de Isopropilamina de Glifosato.
Obs: Quando utilizar doses indicadas em /100 L água o volume de calda/ha para não deverá ultrapassar 300 L/ha.
VER 17 – 15.01.2024
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSES |
Nome comum Nome científico | L p.c./ha | |
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 2,5 | |
Capim-marmelada | ||
Brachiaria plantaginea | ||
SOJA OGM | Capim-colchão Digitaria ciliaris | |
1,5 | ||
Picão-preto | ||
Bidens pilosa | ||
Apaga-fogo | ||
Alternanthera tenella |
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSES |
Nome comum Nome científico | L p.c./ha | |
Apaga fogo | ||
ALGODÃO OGM | Alternanthera tenella | 1,5 - 2,0 |
Capim carrapicho | ||
Cenchrus echinatus | ||
MILHO OGM | Caruru | 2,0 – 2,7 |
Amaranthus viridis | ||
Algodão Geneticamente Modificado: Aplicação em área total, em pós-emergência do algodão geneticamente modificado resistente ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional. A melhor época para controle das plantas infestantes é quando as invasoras se encontram em estádio inicial de desenvolvimento (2 perfilhos ou 6 folhas). A aplicação foliar deverá ser realizada até a 4ª folha da cultura. Milho Geneticamente Modificado: Aplicação única em área total no estádio de crescimento das plantas infestantes até 6 folhas ou 10 cm (dicotiledôneas) e 2 perfilhos ou 10 cm (monocotiledôneas). A aplicação foliar deverá ser realizada até o estádio V3 – V4 da cultura. Soja Geneticamente Modificada: aplicar em área total, na pós-emergência das plantas daninhas) e da soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato (a partir o 3º trifólio), nos sistemas de plantio direto e plantio convencional da cultura. | ||
Litro do produto (p.c) contém 360 gramas do ingrediente ativo (a.i) Glifosato ou 480 gramas de Sal de Isopropilamina de Glifosato.
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Em áreas de plantio direto, para manejo de plantas daninhas, antes do plantio ou semeadura da cultura, as doses variam conforme a espécie da planta daninha e seu estágio de desenvolvimento. As doses menores são indicadas para plantas daninhas no estágio inicial da atividade vegetativa e as maiores para as plantas daninhas perenizadas.
Para preparar melhor a calda, coloque a dose indicada de GLIFOSATO NORTOX SL no pulverizador com água até ¾ de sua capacidade e em seguida complete o volume agitando constantemente, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. A agitação deve ser constante durante a preparação da calda e aplicação do produto.
APLICAÇÃO TERRESTRE
VER 17 – 15.01.2024
Para a aplicação do produto utilize uma tecnologia de aplicação que ofereça boa cobertura dos alvos biológicos. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno. A pressão de trabalho deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
Utilizar a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva.
Deve-se realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (bicos, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
| Abacaxi | Echinochloa cruspavonis | canevão, capim-arroz (3), capim-jaú (2) | Ver detalhes |
| Açaí | Amaranthus deflexus | bredo (2), bredo-rasteiro, caruru (1) | Ver detalhes |
| Algodão | Diodia ocimifolia | diodia, poaia-do-campo (3) | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Ameixa | Melinis minutiflora | capim-catingueiro, capim-gordo, capim-gordura | Ver detalhes |
| Amendoim | Parthenium hysterophorus | coentro-do-mato, fazendeiro (1), losna-branca | Ver detalhes |
| Anonáceas | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Arroz | Sorghum halepense | capim-argentino, capim-cevada, capim-massambará | Ver detalhes |
| Aveia | Digitaria decumbens | capim-colchão (4), capim-das-hortas, capim-das-roças (1) | Ver detalhes |
| Banana | Pennisetum purpureum | capim-cameroon, capim-elefante, capim-napier | Ver detalhes |
| Cacau | Solanum paniculatum | gerobeba, jupeba, jurubeba (2) | Ver detalhes |
| Café | Ipomoea aristolochiaefolia | campainha (1), corda-de-viola (1), corriola (1) | Ver detalhes |
| Caju | Brachiaria subquadripara | tanner-grass, tenner-grass | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Lepidium virginicum | mastruço (2), mastruz (1), mentrusto (1) | Ver detalhes |
| Caqui | Andropogon bicornis | capim-de-bezerra, capim-peba, capim-rabo-de-burro | Ver detalhes |
| Carambola | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
| Castanha-do-pará | Melinis minutiflora | capim-catingueiro, capim-gordo, capim-gordura | Ver detalhes |
| Centeio | Chamaesyce hirta | erva-andorinha (2), erva-de-cobre, erva-de-sangue | Ver detalhes |
| Cevada | Pennisetum clandestinum | capim-kikuio, kikuyo, quicuio | Ver detalhes |
| Citros | Cyperus flavus | junça (4), junquinho (4), tiririca (4) | Ver detalhes |
| Coco | Lepidium virginicum | mastruço (2), mastruz (1), mentrusto (1) | Ver detalhes |
| Cupuaçu | Avena sativa | aveia | Ver detalhes |
| Dendê | Pennisetum purpureum | capim-cameroon, capim-elefante, capim-napier | Ver detalhes |
| Ervilha | Cynodon dactylon | capim-da-cidade, capim-de-burro (1), grama-bermuda | Ver detalhes |
| Eucalipto | Pennisetum purpureum | capim-cameroon, capim-elefante, capim-napier | Ver detalhes |
| Feijão | Pennisetum purpureum | capim-cameroon, capim-elefante, capim-napier | Ver detalhes |
| Feijão-caupi | Cynodon dactylon | capim-da-cidade, capim-de-burro (1), grama-bermuda | Ver detalhes |
| Feijão-fava | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Feijão-guandu | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Feijão-mungo | Chloris pycnothrix | capim-cebola, capim-fino (2), capim-pé-de-galinha (2) | Ver detalhes |
| Feijão-vagem | Lolium multiflorum | azevém, azevém-anual, azevém-italiano | Ver detalhes |
| Figo | Diodia ocimifolia | diodia, poaia-do-campo (3) | Ver detalhes |
| Fumo | Lepidium virginicum | mastruço (2), mastruz (1), mentrusto (1) | Ver detalhes |
| Goiaba | Avena sativa | aveia | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Chamaesyce prostrata | beldroega-pequena, erva-de-santa-luzia (3), quebra-pedra (3) | Ver detalhes |
| Guaraná | Pennisetum purpureum | capim-cameroon, capim-elefante, capim-napier | Ver detalhes |
| Kiwi | Pennisetum setosum | capim-avião, capim-custódio, capim-mandante | Ver detalhes |
| Lentilha | Pennisetum purpureum | capim-cameroon, capim-elefante, capim-napier | Ver detalhes |
| Maçã | Gnaphalium spicatum | erva-branca, erva-macia, macela-branca | Ver detalhes |
| Macadâmia | Chamaesyce hirta | erva-andorinha (2), erva-de-cobre, erva-de-sangue | Ver detalhes |
| Mamão | Spermacoce latifolia | erva-de-lagarto (2), erva-quente (2), perpetua-do-mato (2) | Ver detalhes |
| Manga | Oxalis oxyptera | azedinha (4), trevo (2) | Ver detalhes |
| Mangaba | Panicum maximum | capim-colonião, capim-coloninho (1), capim-guiné | Ver detalhes |
| Maracujá | Mikania cordifolia | cipó-cabeludo, erva-de-cobra, erva-de-sapo | Ver detalhes |
| Marmelo | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Milheto | Sorghum halepense | capim-argentino, capim-cevada, capim-massambará | Ver detalhes |
| Milho | Ageratum conyzoides | catinga-de-bode, erva-de-são-joão (1), mentrasto | Ver detalhes |
| Milho OGM | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Nectarina | Cyperus flavus | junça (4), junquinho (4), tiririca (4) | Ver detalhes |
| Nêspera | Cynodon dactylon | capim-da-cidade, capim-de-burro (1), grama-bermuda | Ver detalhes |
| Noz-pecã | Amaranthus deflexus | bredo (2), bredo-rasteiro, caruru (1) | Ver detalhes |
| Pastagens | Pennisetum purpureum | capim-cameroon, capim-elefante, capim-napier | Ver detalhes |
| Pera | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Pessego | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Pinhão | Dichondra microcalyx | cobre-verde, corriola (13), dinheiro-em-penca | Ver detalhes |
| Pinus | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Pupunha | Avena sativa | aveia | Ver detalhes |
| Romã | Pennisetum purpureum | capim-cameroon, capim-elefante, capim-napier | Ver detalhes |
| Seringueira | Cyperus flavus | junça (4), junquinho (4), tiririca (4) | Ver detalhes |
| Soja | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Soja OGM | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Sorgo | Ipomoea quamoclit | cardeal, corda-de-viola (16), esqueleto | Ver detalhes |
| Trigo | Zea mays | milho | Ver detalhes |
| Triticale | Pteridium aquilinum | pluma-grande, samambaia, samambaia-das-taperas | Ver detalhes |
| Uva | Pennisetum setosum | capim-avião, capim-custódio, capim-mandante | Ver detalhes |
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Volume de calda: 150 a 450 L/ha.
Tratando-se de plantas daninhas com grande densidade vegetativa recomenda-se o volume maior.
APLICAÇÃO ÁEREA
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aeroagrícolas pela ANAC. A altura de voo não deve ultrapassar 4,0 m, para evitar problemas com deriva, a altura ideal é de 2 a 3 m acima do alvo, desde que garanta a segurança do voo. Utilizar menor número de bicos com maior vazão proporcionando cobertura uniforme e orientar de maneira que o jato esteja dirigido para trás, no sentido paralelo a corrente de ar. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Volume de calda: 10 a 20 L/ha para Micronair e de 20 a 40 L/ha quando se emprega barra com largura da faixa de disposição de 15 a 18 m.
As condições climáticas mais favoráveis para a realização de uma pulverização, utilizando-se os equipamentos adequados de pulverização, são:
Umidade relativa do ar: mínimo 60%; máximo 95%.
Velocidade do vento: mínimo - 2 km/hora; máximo – 10 km/hora.
Temperatura: entre 20 a 30ºC ideal.
Caso haja a presença de orvalho, não há restrições nas aplicações com aviões, porém deve-se evitar aplicações com máquinas terrestres nestas condições.
Evitar as condições de inversão térmica.
Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores, porém independentemente do equipamento utilizado para a pulverização, o tamanho de gostas é um dos fatores mais importantes para se evitar a deriva. O tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência.
Fatores como tamanho de gotas, pressão de trabalho, velocidade do vento, umidade e temperatura devem ser avaliados pelo aplicador, quando da decisão de aplicar.
VER 17 – 15.01.2024
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque.
Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante.
Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
CULTURA | DIAS |
Algodão e Algodão Geneticamente Modificado | (1) |
Algodão, Amendoim, Arroz, Aveia, Centeio, Cevada, Ervilha, Feijão, Feijões, Grão-de-bico, Lentilha, Milheto, Pastagem, Sorgo, Trigo e Triticale. | (2) |
Milho e Milho Geneticamente Modificado. | (3) |
Abacate, Abacaxi, Anonáceas, Cupuaçu, Guaraná, Kiwi, Mamão, Manga, Maracujá e Romã | 3 |
Ameixa, Caju, Caqui, Carambola, Figo, Goiaba, Mangaba, Marmelo, Nêspera e Uva | 17 |
Banana, Cacau, Cana-de-Açúcar, Citros, Nectarina e Pêssego | 30 |
Açaí, Café, Castanha-do-pará, Coco, Dendê, Maçã, Macadâmia, Noz- pecã, Pera, Pinhão e Pupunha | 15 |
Eucalipto, Fumo, Pinus e Seringueira | U.N.A. |
Soja e Soja geneticamente modificada | (4) |
U.N.A.: Uso Não Alimentar.
O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do algodão geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 130 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
VER 17 – 15.01.2024
O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do milho geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 90 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
VER 04 – 12.01.2024
Monocotiledôneas | |||||
Alvo biológico | Doses | Alvo biológico | Doses | ||
Nome comum Nome científico | L p.c./ha | L/100L água | Nome comum Nome científico | L p.c./ha | L/100L água |
Arroz-vermelho Oryza sativa | 1,35 | 0,45 | Capim-massambará Sorghum halepense | 1,35 – 2,65 | 0,45 – 0,90 |
Monocotiledôneas | |||||
Alvo biológico | Doses | Alvo biológico | Doses | ||
Nome comum Nome científico | L p.c./ha | L/100L água | Nome comum Nome científico | L p.c./ha | L/100L água |
Aveia Avena sativa | 0,65 – 1,35 | 0,20 – 0,45 | Capim-do-brejo Paspalum conspersum | 1,35 – 2,0 | 0,45 – 0,65 |
Azevém Lolium multiflorum | 1,35 | 0,45 | Capim-oferecido Pennisetum setosum | 2,65 – 3,30 | 0,90 – 1,10 |
Capim-amargoso Digitaria insularis | 1,35 – 2,65 | 0,45 – 0,90 | Capim-das-roças Digitaria decumbens | 3,30 – 4,0 | 1,10 – 1,35 |
Capim-angola Brachiaria mutica | 3,30 – 4,0 | 1,10 – 1,35 | Capim-mimoso Eragrostis pilosa | 1,35 | 0,45 |
Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 1,35 – 2,65 | 0,45 – 0,90 | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 0,65 – 2,65 | 0,20 – 0,90 |
Capim-arroz Echinochloa cruspavonis | 1,35 – 2,65 | 0,45 – 0,90 | Capim-kikuio Pennisetum clandestinum | 2,65 – 3,30 | 0,90 – 1,10 |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,35 – 2,65 | 0,45 – 0,90 | Capim-rabo-de-burro Andropogon bicornis | 2,65 – 3,30 | 0,90 – 1,10 |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 0,65 – 1,35 | 0,20 – 0,45 | Capim-da-roça Paspalum urvillei | 1,35 – 2,65 | 0,45 – 0,90 |
Capim-cebola Chloris pycnothrix | 1,35 | 0,45 | Grama-batatais Paspalum notatum | 2,65 – 4,0 | 0,90 – 1,35 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | 0,65 – 1,35 | 0,20 – 0,45 | Grama-seda Cynodon dactylon | 2,65 – 4,0 | 0,90 – 1,35 |
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | 1,35 | 0,45 | Grama-touceira Paspalum paniculatum | 2,65 | 0,90 |
Capim-colonião Panicum maximum | 2,00 – 3,30 | 0,65 – 1,10 | Milho Zea mays | 0,65 | 0,2 |
Capim-coqueirinho Chloris retusa | 0,65 | 0,20 | Sapé Imperata brasiliensis | 2,65 – 3,30 | 0,90 – 1,10 |
Capim-elefante Pennisetum purpureum | 3,30 – 4,0 | 1,10 – 1,35 | Cana-de-açúcar Saccharum officinarum | 2,65 – 4,0 | 0,90 – 1,35 |
Capim-favorito Rhynchelitrum repens | 0,65 – 1,35 | 0,20 – 0,45 | Tanner grass Brachiaria subquadripara | 2,65 – 4,0 | 0,90 – 1,35 |
Capim-forquilha Paspalum conjugatum | 0,65 – 2,65 | 0,20 – 0,90 | Tiririca Cyperus flavus | 3,30 | 1,10 |
Capim-gordura Melinis minutiflora | 1,35 – 2,65 | 0,45 – 0,90 | Tiririca Cyperus rotundus | 2,65 – 4,0 | 0,90 – 1,35 |
Capim-jaraguá Hyparrhenia rufa | 2,65 – 4,0 | 0,90 – 1,35 | Tiririca Cyperus sesquiflorus | 2,0 | 0,65 |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 0,65 – 1,35 | 0,20 – 0,45 | |||
VER 04 – 12.01.2024
Monocotiledôneas | |||||
Alvo biológico | Doses | Alvo biológico | Doses | ||
Nome comum Nome científico | L p.c./ha | L/100L água | Nome comum Nome científico | L p.c./ha | L/100L água |
Abacate, Abacaxi, Açaí, Ameixa, Anonáceas, Azeitona, Banana, Cacau, Café, Caju, Cana-de-açúcar, Caqui, Carambola, Castanha-do-pará, Citros, Coco, Cupuaçu, Dendê, Figo, Goiaba, Guaraná, Kiwi, Lichia, Maçã, Macadâmia, Mamão, Manga, Mangaba, Maracujá, Marmelo, Nectarina, Nêspera, Noz- pecã, Pera, Pêssego, Pinhão, Pupunha, Romã, Seringueira e Uva: aplicar em jato dirigido na pós- emergência da cultura e das plantas daninhas, quando o alvo biológico estiver em pleno desenvolvimento vegetativo e antes que ocorra o período inicial de florescimento. Algodão, Amendoim, Arroz, Aveia, Centeio, Cevada, Ervilha, Feijão, Feijões, Grão-de-bico, Lentilha, Milheto, Milho, Soja, Sorgo, Trigo e Triticale: aplicar em área total no pré-plantio da cultura e na pós- emergência das plantas daninhas para o plantio direto. É ainda recomendando para o cultivo mínimo de arroz e da cana-de-açúcar (eliminação das soqueiras). Fumo: aplicar em área total antes do transplante de fumo. Pastagens: aplicar em área total no pré-plantio da cultura e na pós-emergência das plantas daninhas. É recomendado ainda na renovação e na manutenção de pastagens para eliminação das reboleiras de plantas daninhas. Eucalipto e Pinus: aplicar em pré-plantio e nas entrelinhas em jato dirigido das culturas. Tem recomendação também na rebrota do eucalipto para renovação de área de plantio. | |||||
VER 04 – 12.01.2024
1 Litro do produto (p.c) contém 720 gramas do ingrediente ativo (a.i) Glifosato - Sal de Isopropilamina (533,53 g de Equivalente Ácido de Glifosato). Obs: Os valores percentuais da dosagem foram determinados em relação ao volume médio de aplicação de 300 L de água por hectare.
Dicotiledôneas | |||||
Alvo biológico | Doses | Alvo biológico | Doses | ||
Nome comum Nome científico | L p.c./ha | L/100L água | Nome comum Nome científico | L p.c./ha | L/100L água |
Apaga- fogo Alternanthera tenella | 0,65 – 1,35 | 0,20 – 0,45 | Guanxuma-branca Sida glaziovii | 1,35 – 3,30 | 0,45 – 1,10 |
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 1,35 – 2,65 | 0,45 – 0,90 | Joá-de-capote Nicandra physaloides | 1,35 | 0,45 |
Beldroega Portulaca oleracea | 1,35 | 0,45 | Jurubeba Solanum paniculatum | 2,65 | 0,90 |
Buva Conyza bonariensis | 1,35 – 2,65 | 0,45 – 0,90 | Losna-branca Parthenium hysterophorus | 2,00 | 0,65 |
Campainha Ipomoea aristolochiaefolia | 0,65 – 2,0 | 0,2 – 0,65 | Macela-branca Gnaphalium spicatum | 0,65 | 0,20 |
Carurú-roxo Amaranthus hybridus | 1,35 – 2,65 | 0,45 – 0,90 | Maria-pretinha Solanum americanum | 1,35 | 0,45 |
Carurú-de-espinho Amaranthus spinosus | 1,35 | 0,45 | Maria-mole Senecio brasiliensis | 1,35 – 2,0 | 0,45 – 0,65 |
Carurú-de-mancha Amaranthus viridis | 1,35 – 2,65 | 0,45 – 0,90 | Mentrasto Ageratum conyzoides | 1,35 | 0,45 |
Carurú-rasteiro Amaranthus deflexus | 1,35 – 2,65 | 0,45 – 0,90 | Mentruz Lepidium virginicum | 1,35 | 0,45 |
Carrapichinho Acanthospermum australe | 2,00 | 0,65 | Mostarda Brassica rapa | 1,35 – 2,0 | 0,45 – 0,65 |
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | 0,65 – 1,35 | 0,20 – 0,45 | Nabiça Raphanus raphanistrum | 0,65 – 1,35 | 0,20 – 0,45 |
Dicotiledôneas | |||||
Alvo biológico | Doses | Alvo biológico | Doses | ||
Nome comum Nome científico | L p.c./ha | L/100L água | Nome comum Nome científico | L p.c./ha | L/100L água |
Cipó-cabeludo Mikania cordifolia | 3,30 | 1,10 | Pega-pega Desmodium tortuosum | 1,35 | 0,45 |
Corriola Dichondra microcalyx | 4,00 | 1,35 | Picão-preto Bidens pilosa | 0,65 – 1,35 | 0,20 – 0,45 |
Corda-de-viola Ipomoea nil | 1,35 – 2,65 | 0,45 – 0,90 | Poaia-branca Richardia brasiliensis | 2,65 | 0,90 |
Corda-de-viola Ipomoea quamoclit | 2,65 | 0,90 | Poaia-do-campo Diodia ocimifolia | 1,35 | 0,45 |
Erva-quente Spermacoce latifolia | 2,65 – 4,0 | 0,90 – 1,35 | Quebra-pedra Phyllanthus tenellus | 1,35 | 0,45 |
Erva-de-santa-luzia Chamaesyce hirta | 1,35 – 2,65 | 0,45 – 0,90 | Quebra-pedra Phyllanthus niruri | 0,65 | 0,20 |
Erva-de-santa-maria Chenopodium ambrosioides | 2,00 | 0,65 | Quebra-pedra-rasteira Chamaesyce prostrata | 1,35 | 0,45 |
Erva-andorinha Chamaesyce hyssopifolia | 1,35 – 4,0 | 0,45 – 1,35 | Rubim Leonurus sibiricus | 3,30 | 1,10 |
Fazendeiro Galinsoga parviflora | 0,65 – 1,35 | 0,20 – 0,45 | Serralha Sonchus oleraceus | 1,35 – 2,65 | 0,45 – 0,90 |
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | 1,35 | 0,45 | Trevo Oxalis oxyptera | 0,65 – 1,35 | 0,20 – 0,45 |
Guanxuma Sida cordifolia | 1,35 – 2,65 | 0,45 – 0,90 | Samambaia Pteridium aquilinum | 2,65 | 0,90 |
Guanxuma Sida rhombifolia | 1,35 | 0,45 | |||
Abacate, Abacaxi, Açaí, Ameixa, Anonáceas, Azeitona, Banana, Cacau, Café, Caju, Cana-de-açúcar, Caqui, Carambola, Castanha-do-pará, Citros, Coco, Cupuaçu, Dendê, Figo, Goiaba, Guaraná, Kiwi, Lichia, Maçã, Macadâmia, Mamão, Manga, Mangaba, Maracujá, Marmelo, Nectarina, Nêspera, Noz- pecã, Pera, Pêssego, Pinhão, Pupunha, Romã, Seringueira e Uva: aplicar em jato dirigido na pós- emergência da cultura e das plantas daninhas, quando o alvo biológico estiver em pleno desenvolvimento vegetativo e antes que ocorra o período inicial de florescimento. Algodão, Amendoim, Arroz, Aveia, Centeio, Cevada, Ervilha, Feijão, Feijões, Grão-de-bico, Lentilha, Milheto, Milho, Soja, Sorgo, Trigo e Triticale: aplicar em área total no pré-plantio da cultura e na pós- emergência das plantas daninhas para o plantio direto. É ainda recomendando para o cultivo mínimo de arroz e da cana-de-açúcar (eliminação das soqueiras). Fumo: aplicar em área total antes do transplante de fumo. Pastagens: aplicar em área total no pré-plantio da cultura e na pós-emergência das plantas daninhas. É recomendado ainda na renovação e na manutenção de pastagens para eliminação das reboleiras de plantas daninhas. Eucalipto e Pinus: aplicar em pré-plantio e nas entrelinhas em jato dirigido das culturas. Tem recomendação também na rebrota do eucalipto para renovação de área de plantio. | |||||
VER 04 – 12.01.2024
1 Litro do produto (p.c) contém 720 gramas do ingrediente ativo (a.i) Glifosato - Sal de Isopropilamina (533,53 g de Equivalente Ácido de Glifosato).
Obs: Os valores percentuais da dosagem foram determinados em relação ao volume médio de aplicação de 300 L de água por hectare.
VER 04 – 12.01.2024
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSES | ESTÁDIO DE CRESCIMENTO |
Nome comum Nome científico | L p.c./ha | ||
SOJA OGM | Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 2,0 – 2,35 | 4 – 6 folhas |
Apaga-fogo Alternanthera tenella | 1,35 – 2,35 | 4 – 8 folhas | |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,35 – 2,0 | 3 – 4 perfilhos | |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 1,35 – 2,0 | 2 – 3 perfilhos | |
Capim-colchão Digitaria ciliaris | 1,35 – 2,0 | 2 – 4 perfilhos | |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 1,35 – 2,0 | 2 – 4 perfilhos | |
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum hispidum | 1,35 – 2,0 | 6 – 8 folhas | |
Caruru-da-mancha Amaranthus viridis | 1,35 – 2,35 | 6 – 8 folhas | |
Caruru-roxo Amaranthus hybridus | 1,35 – 2,0 | 6 – 10 folhas | |
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 1,35 – 2,35 | 2 – 4 folhas | |
Corda-de-viola Ipomoea nill | 2,0 – 2,35 | 4 – 6 folhas | |
Falsa serralha Emilia sonchifolia | 1,35 – 2,0 | 6 – 10 folhas | |
Guanxuma Sida rhombifolia | 1,35 – 2,35 | 6 – 10 folhas | |
Guanxuma-branca Sida glaziovii | 1,35 – 2,35 | 4 – 8 folhas | |
Nabo-bravo Raphanus raphanistrum | 2,0 – 2,35 | 6 – 8 folhas | |
Picão-preto Bidens pilosa | 1,35 – 2,0 | 4 – 6 folhas | |
Poia-branca Richardia brasiliensis | 1,35 – 2,35 | 6 – 8 folhas | |
Trapoeraba Commelina benghalensis | 2,0 – 2,35 | 4 – 6 folhas | |
Apaga fogo | |||
ALGODÃO OGM | Alternanthera tenella | 1,33 – 1,66 | 2 perfilhos ou 6 folhas |
Capim carrapicho | |||
Cenchrus echinatus | |||
MILHO OGM | Caruru | 1,66 – 2,0 | 2 perfilhos ou 6 folhas |
Amaranthus viridis | |||
Algodão Geneticamente Modificado: Aplicação em área total, em pós-emergência do algodão geneticamente modificado resistente ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional. A melhor época para controle das plantas infestantes é quando as invasoras se encontram em estádio inicial de desenvolvimento (2 perfilhos ou 6 folhas). A aplicação foliar deverá ser realizada até a 4ª folha da cultura. Milho Geneticamente Modificado: Aplicação única em área total no estádio de crescimento das plantas infestantes até 6 folhas ou 10 cm (dicotiledôneas) e 2 perfilhos ou 10 cm (monocotiledôneas). A aplicação foliar deverá ser realizada até o estádio V3 – V4 da cultura. | |||
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSES | ESTÁDIO DE CRESCIMENTO |
Nome comum Nome científico | L p.c./ha | ||
Soja Geneticamente Modificada: aplicar em área total, na pós-emergência das plantas daninhas e da soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato (a partir o 3º trifólio), nos sistemas de plantio direto e plantio convencional da cultura. | |||
Litro do produto (p.c) contém 720 gramas do ingrediente ativo (a.i) Glifosato - Sal de Isopropilamina (533,53 g de Equivalente Ácido de Glifosato).
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Em áreas de plantio direto, para manejo de plantas daninhas, antes do plantio ou semeadura da cultura, as doses variam conforme a espécie da planta daninha e seu estágio de desenvolvimento. As doses menores são indicadas para plantas daninhas no estágio inicial da atividade vegetativa e as maiores para as plantas daninhas perenizadas.
Para preparar melhor a calda, coloque a dose indicada de GLIFOSATO NORTOX ULTRA no pulverizador com água até ¾ de sua capacidade e em seguida complete o volume agitando constantemente, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. A agitação deve ser constante durante a preparação da calda e aplicação do produto.
Culturas recomendadas: Abacate, Abacaxi, Açaí, Algodão, Algodão OGM, Ameixa, Amendoim, Anonáceas, Arroz, Aveia, Azeitona, Banana, Cacau, Café, Caju, Cana-de-açúcar, Caqui, Carambola, Castanha-do-pará, Centeio, Cevada, Citros, Coco, Cupuaçu, Dendê, Ervilha, Eucalipto, Feijão, Feijões, Figo, Fumo, Goiaba, Grão-de-bico, Guaraná, Kiwi, Lentilha, Lichia, Maçã, Macadâmia, Mamão, Manga, Mangaba, Maracujá, Marmelo, Milheto, Milho, Milho OGM, Nectarina, Nêspera, Noz-pecã, Pastagens, Pera, Pêssego, Pinhão, Pinus, Pupunha, Romã, Seringueira, Soja, Soja OGM, Sorgo, Trigo, Triticale e Uva.
Para a aplicação do produto utilize uma tecnologia de aplicação que ofereça boa cobertura dos alvos biológicos. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno. A pressão de trabalho deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
Utilizar a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva.
Deve-se realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (bicos, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo.
VER 04 – 12.01.2024
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Echinochloa crusgalli | capim-arroz (2), capim-canevão, capim-jaú | Ver detalhes | |
| Abacate | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Abacaxi | Panicum maximum | capim-colonião, capim-coloninho (1), capim-guiné | Ver detalhes |
| Algodão | Imperata brasiliensis | capim-agreste (2), capim-massapé, capim-sapé | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Ameixa | Imperata brasiliensis | capim-agreste (2), capim-massapé, capim-sapé | Ver detalhes |
| Amendoim | Echinochloa cruspavonis | canevão, capim-arroz (3), capim-jaú (2) | Ver detalhes |
| Arroz | Chloris retusa | capim-coqueirinho | Ver detalhes |
| Aveia | Echinochloa cruspavonis | canevão, capim-arroz (3), capim-jaú (2) | Ver detalhes |
| Azeitona | Chloris pycnothrix | capim-cebola, capim-fino (2), capim-pé-de-galinha (2) | Ver detalhes |
| Banana | Ipomoea nil | amarra-amarra (2), campainha (8), corda-de-viola (9) | Ver detalhes |
| Cacau | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Café | Ageratum conyzoides | catinga-de-bode, erva-de-são-joão (1), mentrasto | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Caqui | Chloris pycnothrix | capim-cebola, capim-fino (2), capim-pé-de-galinha (2) | Ver detalhes |
| Carambola | Brachiaria mutica | capim-angola, capim-branco (1), capim-de-planta | Ver detalhes |
| Centeio | Chloris pycnothrix | capim-cebola, capim-fino (2), capim-pé-de-galinha (2) | Ver detalhes |
| Cevada | Brachiaria mutica | capim-angola, capim-branco (1), capim-de-planta | Ver detalhes |
| Citros | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
| Coco | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Cupuaçu | Echinochloa cruspavonis | canevão, capim-arroz (3), capim-jaú (2) | Ver detalhes |
| Ervilha | Echinochloa cruspavonis | canevão, capim-arroz (3), capim-jaú (2) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Diodia ocimifolia | diodia, poaia-do-campo (3) | Ver detalhes |
| Feijão | Phyllanthus tenellus | arrebenta-pedra (1), erva-pombinha (1), quebra-pedra (1) | Ver detalhes |
| Feijões | Saccharum officinarum | cana-de-açucar | Ver detalhes |
| Figo | Echinochloa cruspavonis | canevão, capim-arroz (3), capim-jaú (2) | Ver detalhes |
| Fumo | Chamaesyce hyssopifolia | burra-leiteira, erva-andorinha (1), erva-de-santa luzia (1) | Ver detalhes |
| Goiaba | Zea mays | milho | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Guaraná | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Kiwi | Echinochloa cruspavonis | canevão, capim-arroz (3), capim-jaú (2) | Ver detalhes |
| Lentilha | Echinochloa cruspavonis | canevão, capim-arroz (3), capim-jaú (2) | Ver detalhes |
| Lichia | Brachiaria mutica | capim-angola, capim-branco (1), capim-de-planta | Ver detalhes |
| Maçã | Paspalum notatum | capim-bahia, capim-batatais, grama-batatais | Ver detalhes |
| Macadâmia | Echinochloa cruspavonis | canevão, capim-arroz (3), capim-jaú (2) | Ver detalhes |
| Mamão | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Manga | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Mangaba | Echinochloa cruspavonis | canevão, capim-arroz (3), capim-jaú (2) | Ver detalhes |
| Maracujá | Avena sativa | aveia | Ver detalhes |
| Marmelo | Lolium multiflorum | azevém, azevém-anual, azevém-italiano | Ver detalhes |
| Milheto | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Milho | Saccharum officinarum | cana-de-açucar | Ver detalhes |
| Milho OGM | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Nectarina | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Nêspera | Echinochloa cruspavonis | canevão, capim-arroz (3), capim-jaú (2) | Ver detalhes |
| Noz-pecã | Zea mays | milho | Ver detalhes |
| Pastagens | Pennisetum clandestinum | capim-kikuio, kikuyo, quicuio | Ver detalhes |
| Pera | Ipomoea aristolochiaefolia | campainha (1), corda-de-viola (1), corriola (1) | Ver detalhes |
| Pessego | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Pinus | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Romã | Echinochloa cruspavonis | canevão, capim-arroz (3), capim-jaú (2) | Ver detalhes |
| Seringueira | Digitaria decumbens | capim-colchão (4), capim-das-hortas, capim-das-roças (1) | Ver detalhes |
| Soja | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Soja OGM | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Sorgo | Avena sativa | aveia | Ver detalhes |
| Trigo | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Triticale | Saccharum officinarum | cana-de-açucar | Ver detalhes |
| Uva | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Volume de calda: 150 a 450 L/ha, exceto para as culturas ALGODÃO E MILHO GENETICAMENTE MODIFICADOS pois o volume de calda indicado é: 200 L/ha.
Tratando-se de plantas daninhas com grande densidade vegetativa recomenda-se o volume maior.
Culturas recomendadas: Abacate, Abacaxi, Açaí, Algodão, Algodão OGM, Ameixa, Amendoim, Anonáceas, Arroz, Aveia, Azeitona, Banana, Cacau, Café, Caju, Cana-de-açúcar, Caqui, Carambola, Castanha-do-pará, Centeio, Cevada, Citros, Coco, Cupuaçu, Dendê, Ervilha, Eucalipto, Feijão, Feijões, Figo, Fumo, Goiaba, Grão-de-bico, Guaraná, Kiwi, Lentilha, Lichia, Maçã, Macadâmia, Mamão, Manga, Mangaba, Maracujá, Marmelo, Milheto, Milho, Milho OGM, Nectarina, Nêspera, Noz-pecã, Pastagens, Pera, Pêssego, Pinhão, Pinus, Pupunha, Romã, Seringueira, Soja, Soja OGM, Sorgo, Trigo, Triticale e Uva.
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aeroagrícolas pela ANAC. A altura de voo não deve ultrapassar 4,0 m, para evitar problemas com deriva, a altura ideal é de 2 a 3 m acima do alvo, desde que garanta a segurança do voo. Utilizar menor número de bicos com maior vazão proporcionando cobertura uniforme e orientar de maneira que o jato esteja dirigido para trás, no sentido paralelo a corrente de ar. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Volume de calda: 10 a 20 L/ha para Micronair e de 20 a 40 L/ha quando se emprega barra com largura da faixa de disposição de 15 a 18 m.
As condições climáticas mais favoráveis para a realização de uma pulverização, utilizando-se os equipamentos adequados de pulverização, são:
Umidade relativa do ar: mínimo 60%; máximo 95%.
Velocidade do vento: mínimo - 2 km/hora; máximo – 10 km/hora.
Temperatura: entre 20 a 30ºC ideal.
Caso haja a presença de orvalho, não há restrições nas aplicações com aviões, porém deve-se evitar aplicações com máquinas terrestres nestas condições.
Evitar as condições de inversão térmica.
Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores, porém independentemente do equipamento utilizado para a pulverização, o tamanho de gostas é um dos fatores mais importantes para se evitar a deriva. O tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência.
Fatores como tamanho de gotas, pressão de trabalho, velocidade do vento, umidade e temperatura devem ser avaliados pelo aplicador, quando da decisão de aplicar.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
VER 04 – 12.01.2024
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a
mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque.
Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante.
Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
CULTURA | DIAS |
Algodão e Algodão Geneticamente Modificado | (1) |
Amendoim, Arroz, Aveia, Centeio, Cevada, Ervilha, Feijão, Feijões, Grão-de-bico, Lentilha, Pastagem, Trigo e Triticale. | (2) |
Milheto, Milho e Milho Geneticamente Modificado e Sorgo. | (3) |
Abacate, Abacaxi, Anonáceas, Azeitona, Cupuaçu, Guaraná, Kiwi, Lichia, Mamão, Manga, Maracujá, e Romã | 3 |
Ameixa, Caqui, Carambola, Figo, Goiaba, Mangaba, Marmelo, Nêspera e Uva | 17 |
Caju | 7 |
Banana, Cacau, Cana-de-Açúcar, Citros, Nectarina e Pêssego | 30 |
Açaí, Café, Castanha-do-pará, Coco, Dendê, Maçã, Macadâmia, Noz-pecã, Pera, Pinhão e Pupunha | 15 |
Eucalipto, Fumo, Pinus e Seringueira | U.N.A. |
Soja e Soja geneticamente modificada | (4) |
U.N.A.: Uso Não Alimentar.
O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do algodão geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 130 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
VER 04 – 12.01.2024
O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do milho geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 90 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
É indicado seu uso em aplicação na pós-emergência da cultura e das plantas daninhas para capina química das culturas de café, citros e cana-de-açúcar. Tem indicação também no controle de plantas daninhas em aplicação de área total no pré-plantio da cultura e na pós-emergência das plantas daninhas para o plantio direto de algodão, arroz, milho e soja.
É recomendado ainda o seu uso nas capinas químicas para erradicação de vegetação em aplicações de pré-plantio e nas entrelinhas em jato dirigido das culturas de pinus e eucalipto. Tem recomendação também na rebrota do eucalipto para renovação de área de plantio.
As doses variam conforme a espécie da planta daninha e seu estágio de desenvolvimento. As doses menores são indicadas para plantas no estágio inicial de desenvolvimento vegetativo, e as máximas para as plantas perenizadas.
Monocotiledôneas | ||||
Nome comum | Nome científico | Doses | ||
Kg p.c./ha | kg a.i./ha | g/100 L d’água | ||
Arroz vermelho | Oryza sativa | 2,5 | 1,80 | 1250 |
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 2,5 | 1,80 | 1250 |
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 1,5 | 1,08 | 750 |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 1,5 – 2,5 | 1,08 - 1,80 | 750 - 1250 |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 0,5 – 1,5 | 0,36 - 1,08 | 250 - 750 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 0,5 – 1,5 | 0,36 - 1,08 | 250 - 750 |
Capim-colonião | Panicum maximum | 1,5 – 2,5 | 1,08 - 1,80 | 750 - 1250 |
Capim-oferecido | Pennisetum setosum | 1,5 | 1,08 | 750 |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 0,5 - 1,5 | 0,36 - 1,08 | 250 - 750 |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 0,5 - 1,5 | 0,36 - 1,08 | 250 - 750 |
Capim-massambará | Sorghum halepense | 0,5 - 1,5 | 0,36 - 1,08 | 250 - 750 |
Grama-seda | Cynodon dactylon | 2,5 | 1,80 | 1250 |
p.c.: produto comercial; a.i.: ingrediente ativo.
VER 06 – 23.07.2024
Nota: Um quilo do produto contém 720 gramas do ingrediente ativo de Glifosato.
Nota: Os valores g/100 Litros da dosagem foram determinados em relação ao volume médio de aplicação de 200 litros de água por hectare.
Dicotiledôneas | ||||
Nome comum | Nome científico | Doses | ||
Kg p.c./ha | kg a.i./ha | g/100 L d’água | ||
Angiquinho | Aeschynomene denticulata | 1,5 - 2,5 | 1,08 - 1,80 | 750 - 1250 |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 1,5-2,5 | 1,08 - 1,80 | 750 - 1250 |
Beldroega | Portulaca oleracea | 0,5- 1,5 | 0,36 -1,08 | 250 - 750 |
Dicotiledôneas | ||||
Nome comum | Nome científico | Doses | ||
Kg p.c./ha | kg a.i./ha | g/100 L d’água | ||
Carrapichão | Xanthium strumarium | 1,5 | 1,08 | 750 |
Corriola | lpomoea grandifolia | 1,5 | 1,08 | 750 |
Guanxuma | Sida rhombifolia | 1,5 | 1,08 | 750 |
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 0,5 - 1,5 | 0,36 - 1,08 | 250 - 750 |
Picão-preto | Bidens pilosa | 0,5 - 1,5 | 0,36 - 1,08 | 250 - 750 |
p.c.: produto comercial; a.i.: ingrediente ativo.
Nota: Um quilo do produto contém 720 gramas do ingrediente ativo de Glifosato.
Nota: Os valores g/100 Litros da dosagem foram determinados em relação ao volume médio de aplicação de 200 litros de água por hectare.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aeschynomene denticulata | angiquinho (2), corticeirinha (1), maricazinho (2) | Ver detalhes |
| Arroz | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Café | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Pennisetum setosum | capim-avião, capim-custódio, capim-mandante | Ver detalhes |
| Citros | Parthenium hysterophorus | coentro-do-mato, fazendeiro (1), losna-branca | Ver detalhes |
| Eucalipto | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Milho | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Pinus | Sorghum halepense | capim-argentino, capim-cevada, capim-massambará | Ver detalhes |
| Soja | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
GLIFOSATO NORTOX WG é aplicado em pós-emergência das plantas daninhas através dos equipamentos costais manuais ou tracionados e acionados por tratores. Recomenda-se o uso de bicos de jato em leque, de 80 a 110 graus, ou defletor do tipo TK. A pressão de trabalho deve variar entre 20 a 60 libras por polegada quadrada obtendo-se tamanho de gotas com VMD entre 360 a 650 mícron e densidade de gotas de 20 - 40 cm2 sendo que as gotas menores são indicadas para plantas daninhas de maior densidade vegetativa e para locais onde não haja risco de atingir plantas econômicas por deriva.
VER 06 – 23.07.2024
CULTURA | DIAS |
Citros | 30 |
Café | 15 |
Algodão, Arroz, Cana-de-açúcar, Milho e Soja | N.D. |
Eucalipto e Pinus | U.N.A. |
N.D.: Intervalo de Segurança não é determinado devido à modalidade de emprego; U.N.A.: Uso Não Alimentar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cor da Faixa: Azul PMS Blue 293 C
VER 11 – 15.01.2024
As doses variam conforme a espécie da planta daninha e seu estágio de desenvolvimento. As doses menores são indicadas para plantas no estágio inicial da atividade vegetativa, e as máximas para as ervas perenizadas.
MONOCOTILEDÔNEAS | |||
NOME COMUM | NOME CIENTÍFICO | DOSE | |
L p.c./ha | Kg i.a/ha | ||
Arroz-vermelho | Oryza sativa | 4 | 1,92 |
Aveia | Avena sativa | 2 - 4 | 0,96 – 1,92 |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2 - 4 | 0,96 – 1,92 |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 2 - 4 | 0,96 – 1,92 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 2 - 4 | 0,96 – 1,92 |
Capim-colchão | Digitaria ciliaris | 2 - 4 | 0,96 – 1,92 |
Capim-colonião | Panicum maximum | 6 | 2,88 |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 - 4 | 0,96 – 1,92 |
Capim-massambará | Sorghum halepense | 2 - 4 | 0,96 – 1,92 |
MONOCOTILEDÔNEAS | |||
NOME COMUM | NOME CIENTÍFICO | DOSE | |
L p.c./ha | Kg i.a/ha | ||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 2 - 4 | 0,96 – 1,92 |
Capim-rabo-de-raposa | Setaria geniculata | 2 - 4 | 0,96 – 1,92 |
Grama-seda | Cynodon dactylon | 2 - 4 | 0,96 – 1,92 |
DICOTILEDÔNEAS | |||
NOME COMUM | NOME CIENTÍFICO | DOSE | |
L p.c./ha | Kg i.a/ha | ||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 2 - 4 | 0,96 – 1,92 |
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 2 – 4 | 0,96 – 1,92 |
Buva | Conyza bonariensis | 4 - 6 | 1,92 – 2,88 |
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 2 – 4 | 0,96 – 1,92 |
Caruru | Amaranthus deflexus | 2 – 4 | 0,96 – 1,92 |
Carrapicho-de-carneiro | Acathospermum hispidum | 2 – 4 | 0,96 – 1,92 |
Corda-de-viola | Ipomoea nil | 4 | 1,92 |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 4 | 1,92 |
Erva-de-touro | Tridax procumbens | 6 | 2,88 |
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 2 | 0,96 |
Guanxuma | Sida rhombifolia | 2 – 4 | 0,96 – 1,92 |
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | 2 – 4 | 0,96 – 1,92 |
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 2 – 4 | 0,96 – 1,92 |
Nabiça | Raphanus raphanistrum | 2 – 4 | 0,96 – 1,92 |
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 – 4 | 0,96 – 1,92 |
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2 - 4 | 0,96 – 1,92 |
VER 11 – 15.01.2024
NOME COMUM | NOME CIENTÍFICO | DOSE (L p.c./ha) |
Capim-marmelada Capim-colchão Corda-de-viola | Brachiaria plantaginea Digitaria horizontalis Ipomoea grandifolia | 2,0 |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 3,0 |
Pós-emergência da cultura e das plantas daninhas para capina química através de jato dirigido nas entrelinhas das culturas de café, cana-de-açúcar, citros e soja geneticamente modificada, quando as plantas daninhas estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo e antes que ocorra o período inicial de florescimento.
Para a cultura da pastagem, aplica-se o GLIFOSATO NORTOX 480 SL em jato dirigido ou protegido, somente onde houver manchas de mato, tomando-se o necessário cuidado para não atingir a cultura (folhas, ramos ou caule jovem).
Aplicação em área total para o controle de ervas daninhas no pré-plantio da cultura e pós- emergência das ervas para o plantio direto de algodão, arroz irrigado, cana-de-açúcar, feijão, milho, soja, soja geneticamente modificada e trigo.
Deve-se fazer apenas uma aplicação ao ano.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Avena sativa | aveia | Ver detalhes |
| Arroz | Amaranthus deflexus | bredo (2), bredo-rasteiro, caruru (1) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Café | Sorghum halepense | capim-argentino, capim-cevada, capim-massambará | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Citros | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Feijão | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Milho | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Pastagens | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Soja | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Soja OGM | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Trigo | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Preencher o tanque do pulverizador com água até 3/4 de sua capacidade, colocar a dose recomendada de GLIFOSATO NORTOX 480 SL e manter o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado. Aplique de imediato sobre as plantas daninhas.
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
VER 11 – 15.01.2024
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece
perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Para a aplicação do produto utilize uma tecnologia de aplicação que ofereça boa cobertura dos alvos. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno. A pressão de trabalho deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
Utilizar a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva.
Deve-se realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (bicos, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
O produto é aplicado em volume variável de 150 a 200 litros de água por hectare, de acordo com as condições de desenvolvimento das plantas; tratando-se de plantas infestantes com grande densidade vegetativa recomenda-se o volume maior
As condições climáticas mais favoráveis para pulverização utilizando equipamentos adequados são:
Umidade relativa do ar: mínimo 55%; máximo 95%;
Velocidade do vento: mínimo - 3 km/hora; máximo – 10 km/hora;
Temperatura: entre 20 a 30ºC ideal.
Caso haja a presença de orvalho, deve-se evitar aplicações com máquinas terrestres.
Evitar as condições de inversão térmica.
Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave.
Ajustar o tamanho de gotas às condições ambientais, alterando o ângulo relativo dos bicos hidráulicos ou o ângulo das pás do “micronair”.
Os volumes de aplicação e tamanho de gotas maiores são indicados quando as condições ambientais estão próximas dos limites recomendados. Já para lavouras com densa massa foliar, recomendam-se gotas menores e volumes maiores.
VER 11 – 15.01.2024
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura), para tanto o tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas.
Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos / aspersores internos do tanque.
Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
CULTURAS | DIAS |
Algodão, Arroz, Cana-de-açúcar, Feijão, Milho, Soja geneticamente modificada, Pastagem e Trigo | (1) |
Café | 15 |
Citros | 30 |
Soja | (2) |
Soja geneticamente modificada | 56 |
Não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas daninhas e pré-emergência da cultura.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Nome Comum (Nome Científico) | DOSES - Comercial) | Produto | Época de Aplicação | N° de Aplicações /Intervalo entre as aplicações |
Kg/ha | g/100 L d’água (*) | |||
Folha Estreita | ||||
Capim-amargoso | 1,5 | 750 | 01 | |
(Digitaria insularis) | ||||
Capim-arroz | 2,5 | 1250 | Durante o estádio | |
(Echinochloa crusgalli) | vegetativo das plantas | |||
Capim-brachiaria | 1,5 | 750 | daninhas (até a | |
(Brachiaria decumbens) | formação de | |||
Capim-carrapicho | 0,5 | 250 | estruturas florais), e | |
(Cenchrus echinatus) | em momentos de | |||
Capim-colchão | 0,5 – 1,5 | 250 – 750 | grande atividade | |
(Digitaria horizontalis) | vegetativa, o que é | |||
Capim-marmelada | 0,5 | 250 | proporcionado pela | |
(Brachiaria plantaginea) | disponibilidade hídrica | |||
Grama-seda | 2,5 | 1250 | no solo. | |
(Cynodon dactylon) | ||||
Milheto | 1,5 | 750 | ||
(Pennisetum americanum) | ||||
Folha Larga | ||||
Amendoim-bravo | 1,5 | 750 | Durante o estádio vegetativo das plantas daninhas (até a formação de estruturas florais), e em momentos de grande atividade vegetativa, o que é proporcionado pela disponibilidade hídrica no solo. | |
(Euphorbia heterophylla) | ||||
Caruru | 1,5 | 750 | ||
(Amaranthus hybridus) | ||||
Caruru-de-mancha | 1,5 | 750 | ||
(Amaranthus viridis) | 01 | |||
Falsa-serralha | 0,5 | 250 | ||
(Emilia sonchifolia) | ||||
Losna-branca | 1,5 – 2,5 | 750 – 1250 | ||
(Parthenium hysterophorus) | ||||
Picão-preto | 0,5 – 1,5 | 250 – 750 | ||
(Bidens pilosa) | ||||
(*) As doses em g/100 L d’água referem-se as aplicações através de pulverizadores costais manuais ou motorizados, utilizando vazão de 100 - 200 L/ha.
Produto Comercial (Kg/ha) | Ingrediente Ativo (Kg/ha) | Equivalente Ácido (Kg/ha) |
0,250 | 0,198 | 0,180 |
0,500 | 0,396 | 0,360 |
0,750 | 0,594 | 0,540 |
1,250 | 0,991 | 0,900 |
1,500 | 1,189 | 1,080 |
2,500 | 1,981 | 1,800 |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Café | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Citros | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Milho | Echinochloa crusgalli | capim-arroz (2), capim-canevão, capim-jaú | Ver detalhes |
| Soja | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Trigo | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
Em pomares de CITROS ou plantações de CAFÉ, o GLIFOSATO SUMITOMO 720 WG deve ser aplicado sob a copa e / ou nas entrelinhas da cultura, evitando o contato com as folhas, ramos ou caules jovens das culturas de interesse econômico.
Para as culturas de MILHO, SOJA e TRIGO, somente em plantio direto, o produto deve ser aplicado em área total visando a dessecação das plantas daninhas (pós-emergência), antes do plantio das culturas de interesse (pré-plantio).
O volume de calda pode variar em função da área efetivamente tratada, do porte e da densidade das invasoras, bem como do equipamento e tecnologia utilizada, conforme descrito abaixo:
Cultura | Modo de aplicação | Equipamento de aplicação | Volume de calda (L/ha) |
Milho Soja Trigo | Terrestre | Tratorizado | 50 - 200 |
Café Citros | Terrestre | Tratorizado | 100 - 200 |
Costal | 100 - 200 |
A aplicação pode ser feita com pulverizadores de barra, com bicos adequados à aplicação de herbicidas.
Bicos: Utilize bicos que gerem gotas médias, grossa ou muito grossas de forma a minimizar os riscos com deriva;
Vazão: 50 – 200 (L/ha). Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura da área foliar;
Pressão: Deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas;
Tamanho de gotas: médias (M), grossas (G) ou muito grossas (MG).
Para aplicação com pulverizadores costais manuais, verificar as doses por 100 L de água. Qualquer dúvida, utilizar os valores em litros/hectare;
Bicos: Utilize bicos que gerem gotas médias, grossa ou muito grossas de forma a minimizar os riscos com deriva;
Vazão: 100 – 200 (L/ha);
Pressão: Deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas;
Tamanho de gotas: médias (M), grossas (G) ou muito grossas (MG).
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. Consulte um engenheiro agrônomo.
Os valores devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
Temperatura máxima.: 28 oC
Umidade Relativa Mínima.: 55%
Velocidade máxima do vento.: 10 km/h (3 m/s)
Clima: observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes d'água, criações e áreas de preservação ambiental.
As condições de aplicação poderão ser alteradas de acordo com as instruções do Engenheiro Agrônomo ou técnico responsável, mediante uso de tecnologia adequada.
Em caso de dúvidas consultar o departamento técnico da Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química
Culturas | Intervalo de Segurança |
Café | 15 dias |
Citros | 30 dias |
Milho | (1) |
Soja | (2) |
Trigo | (1) |
Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
Para algodão, arroz, arroz irrigado, cevada, feijão, soja, milho, trigo: aplicar em área total em pré-plantio (pré- plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas) – sistema de plantio direto ou mínimo.
Para ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, maçã, nectarina, pêra, pêssego, uva, pastagem, eucalipto e pinus: aplicar para eliminação de plantas infestantes em áreas cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas daninhas)
Para pinus e eucalipto: aplicar em pré-plantio e nas entrelinhas em jato dirigido. Recomendado também na rebrota do eucalipto para renovação de área de plantio.
Para pastagem: aplicar na renovação e na manutenção de pastagens para eliminação das reboleiras de plantas infestantes.
Para cana-de-açúcar: aplicar na eliminação da soqueira e como maturador.
Para fumo: aplicar em área total antes do transplante.
Para seringueira: aplicar na implantação (aplicação de pré-plantio), nas entrelinhas, após a implantação (aplicação de pós-plantio) e quando ocorrerem reinfestações de plantas infestantes na cultura que venha a requerer aplicação.
Para soja (não geneticamente modificada para resistência ao glifosato): aplicar na pré-colheita para dessecação.
Para soja geneticamente modificada resistente ao glifosato: aplicar em área total, em pós-emergência da soja, em áreas de plantio direto e convencional, podendo ser utilizado em aplicação única ou aplicação sequencial.
Para algodão geneticamente modificado resistente ao glifosato: aplicar em área total, em pós-emergência da cultura, em áreas de plantio direto e convencional.
Para milho geneticamente modificado resistente ao glifosato: aplicar em área total, em pós-emergência da cultura, em áreas de plantio direto e convencional, podendo ser utilizado em aplicação única ou sequencial.
CULTURAS: AMEIXA, BANANA, CACAU, CAFÉ, CANA-DE-AÇÚCAR, CITROS, MAÇÃ, NECTARINA, PERA, PÊSSEGO, PASTAGEM, PINUS, EUCALIPTO, UVA, ARROZ, SOJA, MILHO E TRIGO. | |
PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto Comercial (L/ha) |
Monocotiledôneas - Folha Estreita (Anual) | |
Aveia (Avena sativa) | 1 |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,5 - 1,0* |
Cevadinha (Bromus catharticus) | 1 |
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 1,5 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 1,5 – 2,0* |
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 4 |
Capim pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2 |
Falso-cominho (Fimbristylis miliacea) | 5 |
Azevém (Lolium multiflorum) | 2,0 – 3,0* |
Arroz-vermelho (Oryza sativa) | 3,0 – 5,0* |
Capim-favorito (Rhynchelitrum repens) | 1,5 – 2,0* |
Capim-rabo-de-raposa (Setaria geniculata) | 1,0 – 2,0* |
VOLUME DE CALDA (L/ha): Vide tabela “Volume da calda” no item “MODO DE APLICAÇÃO”. NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: O GLIFOSATO 480 SL ALAMOS não tem ação sobre sementes existentes no solo, controla as plantas daninhas com uma única aplicação se aplicado no período adequado. O melhor período para controlar plantas daninhas anuais, situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. Importante: aplicar o herbicida quando a planta daninha estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). (*) Dependendo do estádio de desenvolvimento da planta daninha, utilizar as menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, e as maiores doses para a fase adulta. | |
CULTURAS: AMEIXA, BANANA, CACAU, CAFÉ, CANA-DE-AÇÚCAR, CITROS, MAÇÃ, NECTARINA, PERA, PÊSSEGO, PASTAGEM, PINUS, EUCALIPTO, UVA, ARROZ, SOJA, MILHO E TRIGO. | |
PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto Comercial (L/ha) |
Dicotiledôneas - Folha Larga (Anual) | |
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,5 |
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 1,5 |
Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 2 |
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | 2 |
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 2 |
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 2 |
Boca-de-leão-selvagem (Antirrhinum orontium) | 2 |
Picão-preto (Bidens pilosa) | 1,0 – 1,5* |
Buva (Conyza bonariensis) | 2 |
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | 2 |
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 3,0 – 4,0* |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 1 |
Anileira (Indigofera hirsuta) | 4 |
Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia) | 3 |
Corda-de-viola (Ipomoea quamoclit) | 4 |
Cordão-de-frade (Leonotis nepetifolia) | 2 |
Guanxuma (Malvastrum coromandelianum) | 1,0 – 2,0* |
Alfafa (Medicago sativa) | 3,5 |
Quebra-pedra (Phyllantus tenellus) | 2 |
Beldroega (Portulaca oleracea) | 2 |
Barbasco (Pterocaulon virgatum) | 4,5 – 5,0* |
Nabiça (Raphanus raphanistrum) | 2 |
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 4 |
Maria-pretinha (Solanum americanum) | 2 |
Serralha (Sonchus oleraceus) | 2 |
Espérgula (Spergula arvensis) | 4 |
Erva-quente (Spermacoce alata) | 5,0 – 6,0* |
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | 2,0 - 3,0* |
Trevo (Trifolium repens) | 4 |
Ervilhaca (Vicia sativa) | 5 |
VOLUME DE CALDA (L/ha): Vide tabela “Volume da calda” no item “MODO DE APLICAÇÃO”. NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: O GLIFOSATO 480 SL ALAMOS não tem ação sobre sementes existentes no solo, controla as plantas daninhas com uma única aplicação se aplicado no período adequado. O melhor período para controlar as espécies anuais, situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. Importante: aplicar o herbicida quando a planta daninha estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). | |
(*) Dependendo do estádio de desenvolvimento da planta daninha, utilizar as menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, e as maiores doses para a fase adulta.
CULTURAS: AMEIXA, BANANA, CACAU, CAFÉ, CANA-DE-AÇÚCAR, CITROS, MAÇÃ, NECTARINA, PERA, PÊSSEGO, PASTAGEM, PINUS, EUCALIPTO, UVA, ARROZ, SOJA, MILHO E TRIGO. | |
PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto Comercial (L/ha) |
Monocotiledôneas - Folha Estreita (Perenes) | |
Capim-rabo-de-burro (Andropogon bicornis) | 4 |
Capim-membeca (Andropogon leucostachyus) | 4 |
Grama-missioneira (Axonopus compressus) | 5 |
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 2,5 – 4,0* |
Grama-seda (Cynodon dactylon) | 4,0 – 5,0* |
Tiririca (Cyperus difformis) | 5 |
Junquinho (Cyperus ferax) | 1,5 – 3,0* |
Tiririca (Cyperus flavus) | 3 |
Capim-dandá (Cyperus rotundus) | 4,0 – 5,0* |
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 1,5– 4,0* |
Capim-jaraguá (Hyparrhenia rufa) | 4 |
Capim-gordura (Melinis minutiflora) | 3,0 - 4,0* |
Capim-caiana (Panicum cayennense) | 4 |
Capim-colonião (Panicum maximum) | 1,5 – 5,0* |
Capim azedo (Paspalum conjugatum) | 1 |
Grama comprida (Paspalum dilatatum) | 2 |
Capim-gengibre (Paspalum maritimum) | 3,0 - 4,0* |
Grama-batatais (Paspalum notatum) | 4,0 – 5,0* |
Grama-touceira (Paspalum paniculatum) | 4,0 – 5,0* |
Capim-da-roça (Paspalum urvillei) | 4 |
Capim-kikuio (Pennisetum clandestinum) | 4,0 – 5,0* |
Cana-de-açúcar (Saccharum officinarum) (Roughing) | 6 |
Capim-canoão (Setaria poiretiana) | 3,5 |
Capim-massambará (Sorghum halepense) | 4 |
VOLUME DE CALDA (L/ha): Vide tabela “Volume da calda” no item “MODO DE APLICAÇÃO”. NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: O GLIFOSATO 480 SL ALAMOS não tem ação sobre sementes existentes no solo, controla as plantas daninhas com uma única aplicação se aplicado no período adequado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Importante: aplicar o herbicida quando a planta daninha estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). (*) Dependendo do estádio de desenvolvimento da planta daninha, utilizar as menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, e as maiores doses para a fase adulta. | |
CULTURAS: AMEIXA, BANANA, CACAU, CAFÉ, CANA-DE-AÇÚCAR, CITROS, MAÇÃ, NECTARINA, PERA, PÊSSEGO, PASTAGEM, PINUS, EUCALIPTO, UVA, ARROZ, SOJA, MILHO E TRIGO. | |
PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto Comercial (L/ha) |
Dicotiledôneas - Folha Larga (Perenes) | |
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 1 |
Mata-pasto (Eupatorium maximilianii) | 1,5 |
Tanchagem (Plantago major) | 5 |
Lingua-de-vaca (Rumex crispus) | 3 |
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | 2,0 – 3,0* |
Fedegoso-branco (Senna obtusifolia) | 5 |
Guanxuma (Sida cordifolia) | 3 |
Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | 3 |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 3 |
Erva-lanceta (Solidago chilensis) | 2 |
Agriãozinho (Synedrellopsis grisebachii) | 5 |
Grandiúva (Trema micrantha) | 4 |
VOLUME DE CALDA (L/ha): Vide tabela “Volume da calda” no item “MODO DE APLICAÇÃO”. NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: O GLIFOSATO 480 SL ALAMOS não tem ação sobre sementes existentes no solo, controla as plantas daninhas com uma única aplicação se aplicado no período adequado. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo e/ou durante a floração. Importante: aplicar o herbicida quando a planta daninha estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). (*) Dependendo do estádio de desenvolvimento da planta daninha, utilizar as menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, e as maiores doses para a fase adulta. | |
Recomendação para a cultura da cana-de-açúcar:
Folha estreita | Dose (L/ha) | Número de aplicações | |
Nome comum | Nome científico | ||
Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 6,0 | 1 |
Aplicar sobre as folhas em área total, devendo ser feita quando a média das folhas estiver entre 0,6m a 1,2m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo.
Não aplicar logo após a roçagem, sendo necessário aguardar até o aparecimento de área foliar suficiente para absorver a dose letal.
É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.
A dosagem indicada varia de acordo com o cultivar e está em função dos equipamentos empregados:
Cultivar | Equipamento convencional | Equipamento CDA/Bentley |
Dose (L p.c./ha) | Dose (L p.c./ha) | |
IAC | 5,0 | 4,0 |
NA | ||
CO/CP | ||
CB | 4,0 | 3,0 |
SP | 5,0 | 3,0 |
A eliminação da cana-de-açúcar doente ou indesejável pode ser feita aplicando-se de GLIFOSATO 480 SL ALAMOS diretamente no cartucho da planta através de pulverizador tipo "trombone" na base de 6% de concentração, limitando- se à dose máxima de GLIFOSATO 480 SL ALAMOS de 6L/ha.
Consulte sempre um engenheiro agrônomo ou representante da empresa.
O GLIFOSATO 480 SL ALAMOS pode ser utilizado como maturador em cana-de-açúcar, em qualquer época de safra com os seguintes direcionamentos:
Início da safra: visando antecipar a maturação, devido a condições pouco favoráveis de maturação natural, onde nem mesmo as variedades mais precoces estão no seu potencial máximo de acúmulo de sacarose.
Meio da safra: com o objetivo de maximizar a qualidade da matéria-prima e antecipar a liberação de área de reforma para o preparo do solo e plantio de cana de ano ou cereais.
Final da safra: com o objetivo mínimo de manter um bom nível de maturação, evitando a queda natural que ocorre com o início das chuvas, podendo ainda elevar o potencial natural de maturação daquelas variedades plantadas como cana de ano ou cortadas no final da safra anterior.
Áreas com excesso de vinhaça: com o objetivo de elevar o nível de maturação, normalmente baixo nestas áreas, devido ao alto vigor vegetativo apresentado pela cultura.
Período entre aplicação e colheita/dose: o período entre aplicação e colheita pode ser manejado em função de doses, massa verde e época de aplicação que possibilita uma adequada flexibilidade de safra. No geral está entre 42 a 56 dias (6 a 8 semanas) para a dose recomendada de 0,6 L/ha do produto.
Idade da cultura: a área a ser aplicada deve estar com um rendimento agrícola estabilizado, devendo-se lembrar sempre que o único objetivo da aplicação é melhorar a qualidade de matéria-prima, ou seja, elevar o teor de sacarose.
Variedades floríferas: a aplicação de GLIFOSATO 480 SL ALAMOS como maturador é viável mesmo após a diferenciação floral até o estágio de pavio de vela.
Em cana pronta para florescer, essa aplicação é recomendada estrategicamente, para manter e melhorar a qualidade dessa matéria-prima.
Não se deve realizar aplicação quando o processo de florescimento estiver em fase adiantada (cartucho).
Aplicação: a aplicação deve ser realizada por avião, utilizando-se barra com bicos convencionais, e um consumo de calda na faixa de 30-40 L/ha.
Recomendação para as culturas cevada, feijão, fumo e seringueira:
CULTURAS: CEVADA, FEIJÃO, FUMO E SERINGUEIRA | |
Nome Plantas Infestantes comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (L/ha) |
Apaga- fogo (Alternanthera tenella) | 1,0 - 2,0 |
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 2,0 - 4,0 |
Beldroega (Portulaca oleracea) | 2,0 |
Buva (Conyza bonariensis) | 2,0 - 4,0 |
Campainha (Ipomoea aristolochiaefolia) | 1,0 - 3,0 |
Carurú-roxo (Amaranthus hybridus) | 2,0 - 4,0 |
Carurú-de-espinho (Amaranthus spinosus) | 2,0 |
Carurú-de-mancha (Amaranthus viridis) | 2,0 - 4,0 |
Carurú-rasteiro (Amaranthus deflexus) | 2,0 - 4,0 |
Carrapichinho (Acanthospermum australe) | 3,0 |
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 1,0 - 2,0 |
Cipó-cabeludo (Mikania cordifolia) | 5,0 |
Corriola (Dichondra microcalyx) | 6,0 |
Corda-de-viola (Ipomoea nil) | 2,0 - 4,0 |
Corda-de-viola (Ipomoea quamoclit) | 4,0 |
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | 4,0 - 6,0 |
Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) | 2,0 - 4,0 |
Erva-de-santa-maria (Chenopodium ambrosioides) | 3,0 |
Erva-andorinha (Chamaesyce hyssopifolia) | 2,0 - 6,0 |
Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | 1,0 - 2,0 |
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | 2 |
Guanxuma (Sida cordifolia) | 2,0 - 4,0 |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 2,0 |
Guanxuma-branca(Sida glaziovii) | 2,0 - 5,0 |
Joá-de-capote (Nicandra physaloides) | 2,0 |
Jurubeba (Solanum paniculatum) | 4,0 |
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | 3,0 |
Macela-branca (Gnaphalium spicatum) | 1,0 |
Maria-pretinha (Solanum americanum) | 2,0 |
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | 2,0 - 3,0 |
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | 2,0 |
Mentruz (Lepidium virginicum) | 2,0 |
Mostarda (Brassica rapa) | 2,0 -3,0 |
Nabiça (Raphanus raphanistrum) | 1,0 - 2,0 |
Pega-pega (Desmodium tortuosum) | 2,0 |
Picão-preto (Bidens pilosa) | 1,0 - 2,0 |
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 4,0 |
Poaia-do-campo (Diodia ocimifolia) | 2,0 |
Quebra-pedra (Phyllanthus tenellus) | 2,0 |
Quebra-pedra (Phyllanthus niruri) | 1,0 |
Quebra-pedra-rasteira (Chamaesyce prostrata) | 2,0 |
Rubim (Leonurus sibiricus) | 5,0 |
Serralha (Sonchus oleraceus) | 2,0 - 4,0 |
Trevo (Oxalis oxyptera) | 1,0 - 2,0 |
Samambaia (Pteridium aquilinum) | 4,0 |
VOLUME DE CALDA (L/ha): Vide tabela “Volume da calda” no item “MODO DE APLICAÇÃO”. Número de Aplicações: Uma única aplicação por ciclo da cultura. Época de aplicação: Cevada e Feijão: Aplicar em área total no pré-plantio da cultura e na pós-emergência das plantas daninhas para o plantio direto. Seringueira: Aplicar em jato dirigido na pós-emergência da cultura e das plantas daninhas, quando o alvo biológico estiver em pleno desenvolvimento vegetativo e antes que ocorra o período inicial de florescimento. Fumo: Aplicar em área total antes do transplante de fumo. | |
Recomendação para a cultura do arroz-irrigado:
CULTURA: ARROZ - IRRIGADO | |
Nome Plantas Infestantes comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (L/ha) |
FOLHAS ESTREITAS ANUAIS | |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 1,0 - 1,5 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 1,5 - 2,0 |
Aveia-preta (Avena strigosa) | 1,0 - 2,0 |
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |
Trigo (Triticum aestivum) | |
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) (*) | 4,0 -6,0 |
Arroz-vermelho (Oryza sativa) (*) | |
FOLHAS LARGAS ANUAIS | |
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 1,0 – 2,0 |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | |
Angiquinho (Aeschynomene rudis) | |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 1,5 – 2,0 |
Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) | |
Cheirosa (Hyptis suaveolens) | |
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |
Corda-de-viola (Ipomoea grandiofolia) | 3,0 |
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | |
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 2,0 – 3,0 |
VOLUME DE CALDA (L/ha): Vide tabela “Volume da calda” no item “MODO DE APLICAÇÃO”. Número de Aplicações: Uma única aplicação por ciclo da cultura. Início e época de aplicação: O herbicida GLIFOSATO 480 SL ALAMOS deve ser aplicado sobre as plantas infestantes anuais quando as mesmas estiverem nos estádios mais ativos de vegetação, entre a fase jovem até a formação dos botões florais. Para as espécies anuais, a aplicação de doses maiores ou menores irá depender da fase de desenvolvimento das plantas infestantes. No sistema de plantio direto ou cultivo mínimo na cultura do arroz irrigado, o controle das plantas infestantes é feito uma única vez, antes da semeadura ou plantio das culturas. (*) Para as espécies de Oryza sativa (Arroz vermelho) e Echinochloa crusgalli (Capim-arroz), por serem espécies mais tolerantes:
| |
- Aplicar 6,0 L/ha a partir do estádio de 40 cm.
CULTURA: ARROZ-IRRIGADO | |
Nome Plantas Infestantes comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (L/ha) |
FOLHAS ESTREITAS PERENE | |
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) (*) | 2,0 -5,0 |
Capim-colonião (Panicum maximum) (*) | |
Capim-massambará (Sorghum halepense) (*) | |
Capim-rabo-de-burro (Andropogon bicornis) (*) | 3,0 - 5,0 |
Grama-seda (Cynodon dactylon) (*) | |
Capim-custódio (Pennisetum setosum) | 1,5 - 2,0 |
FOLHAS LARGAS PERENE | |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 2,0 - 4,0 |
Malva-branca (Sida cordifolia) | 2,0 - 3,0 |
Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | |
Assa-peixe (Vernonia ferruginea) | 4,0 |
Vassourinha (Baccharis dracunculifolia) | 6,0 |
Tiririca (Cyperus rotundus) (*) | 3,0 - 5,0 |
VOLUME DE CALDA (L/ha): Vide tabela “Volume da calda” no item “MODO DE APLICAÇÃO”. Número de Aplicações: Uma única aplicação por ciclo da cultura. Época de aplicação: Para as espécies perenes, é melhor aplicar o produto GLIFOSATO 480 SL ALAMOS próximo e/ou durante a floração. Sendo aplicado nestes estádios, uma só aplicação pode ser suficiente para o controle. Para as espécies perenes, as doses menores são recomendadas para as plantas infestantes que estiverem na fase inicial de desenvolvimento e as doses maiores quando as plantas infestantes estiverem na fase adulta ou perenizada. (*) Para as espécies Brachiaria decumbens (Capim-braquiária), Panicum maximum (Capim-colonião) e Sorghum halepense (Capim-massambará), que são consideradas espécies tolerantes, recomenda-se: - Aplicar 2,0 L/ha até o estádio de 20 cm;
Para a espécie Cyperus rotundus (Tiririca), a dose de 3,0 L/ha somente deve ser utilizada quando a infestação for de baixa densidade populacional, no estádio máximo de 4 folhas, sendo a invasão recente na área ou oriunda da fonte de inócuo de outra localidade, em primeiro surgimento, e que não possua sistema radicular profundo. As doses maiores que 4,0 L/ha até a dose máxima de 5,0 L/ha devem ser utilizadas quando as infestações já se encontram instaladas em densidade média a alta e em vários estádios vegetativos. | |
Recomendação para cultura do algodão:
CULTURA: ALGODÃO | |
Nome Plantas Infestantes comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (L/ha) |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 1,0 - 1,5 |
Beldroega (Portulaca oleracea) | 1,0 - 2,0 |
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 3,0 - 5,0 |
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | 3,0 |
VOLUME DE CALDA (L/ha): Vide tabela “Volume da calda” no item “MODO DE APLICAÇÃO”. Número de Aplicações: Uma única aplicação por ciclo da cultura. | |
Época de aplicação: Aplicar em pré-emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes em área total.
Recomendação para aplicação em área total, em pós-emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional:
CULTURA: ALGODÃO GENETICAMENTE MODIFICADO TOLERANTE AO GLIFOSATO | |
Nome Plantas Infestantes comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (L/ha) |
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 1,33 - 2,0 |
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 1,33 - 2,67 |
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 1,33 - 2,0 |
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 1,33 - 2,0 |
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 2,67 |
Corda-de-viola (Ipomoea nil) | 2,67 |
VOLUME DE CALDA (L/ha): Vide tabela “Volume da calda” no item “MODO DE APLICAÇÃO”. Número de Aplicações: Uma única aplicação por ciclo da cultura. Início e época de aplicação: Aplicação em pós-emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato: A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato é de 25 a 35 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. A aplicação foliar sobre a cultura do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato, deverá ser realizada até a 4ª folha. A variação nas doses depende do estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para a fase inicial de desenvolvimento e maiores doses para a fase adulta ou perenizada. | |
Recomendação para dessecação pré-colheita em soja não geneticamente modificada para resistência ao glifosato:
Cultura | Doses Produto comercial (L/ha) | Volume da calda (L/ha) | Nº de Aplicações |
Soja | 1,0 - 2,0 | 50 - 250 | 1 |
Número, Época e Intervalo de Aplicação: A aplicação única deve ser realizada logo após a maturação fisiológica do grão, que ocorre após o estádio R7, aos 7 dias antes da colheita. A partir deste período, a maturação do grão já está completa e não ocorre mais translocação de seiva para o mesmo. Considerando ainda que o grão está protegido pela vagem, o produto também não entrará em contato direto com o mesmo. | |||
Recomendação para aplicação em área total, em pós-emergência da soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional, podendo ser utilizado em aplicação única ou aplicação sequencial.
CULTURA: SOJA GENETICAMENTE MODIFICADA TOLERANTE AO GLIFOSATO | ||
Nome Plantas Infestantes comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (L/ha) | Início e época de aplicação: |
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 2,0 -2,7 | Aplicação Única (*): estágio de crescimento: até 6 folhas /10 cm, em até 20 dias após a emergência da cultura. |
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | ||
Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) | 2,7 - 3,0 | Aplicação Única (*): estágio de crescimento: de 6 a 10 folhas/10 -20 cm, de 20-30 dias após a emergência da cultura. |
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | ||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | ||
Beldroega (Portulaca oleracea) | 3,0 - 3,3 | Aplicação Única (*): estágio de crescimento: mais que 10 folhas, mais que 20 cm, de 30-45 dias após a emergência da cultura. Não recomendável aplicação na floração. |
Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) | ||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | ||
Braquiarão (Brachiaria brizantha) | 1,6 | |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Aplicação Única (*): estágio de crescimento: até 2 perfilho/ 10cm, em até 20 dias após a emergência da cultura. | |
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 1,6 - 2,7 | Aplicação Única (*): estágio de crescimento: de 3 a 6 perfilhos/ maior que 10 cm e menor 20 cm, de 20 dias a 30 dias após a emergência da cultura. |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | ||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,7 - 3,3 | Aplicação Única (*): estágio de crescimento: mais 6 perfilhos/ maior que 20cm, de 30 a 45 dias após a emergência da cultura. Não recomendável aplicação na floração. |
VOLUME DE CALDA (L/ha): Vide tabela “Volume da calda” no item “MODO DE APLICAÇÃO”. Número de Aplicação / Intervalo de aplicação: (*) Aplicação Sequencial: Em áreas de alta infestação e/ou germinação desuniforme das plantas infestantes recomenda-se: 1ª aplicação: 2,0 L/ha, em até 20 dias após emergência da cultura. 2ª aplicação: 1,35 L/ha com intervalo de 15 a 20 dias após a primeira aplicação. | ||
Recomendação para aplicação em área total, em pós-emergência do milho geneticamente modificado tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional, podendo ser utilizado em aplicação única ou aplicação sequencial.
CULTURA: MILHO GENETICAMENTE MODIFICADO TOLERANTE AO GLIFOSATO | |||
Nome Plantas Infestantes comum (Nome científico) | Estágio de crescimento | Época (DAE - número de dias após a emergência da cultura) | Doses Produto comercial (L/ha) |
Braquiarão (Brachiaria brizantha) | Até 2 perfilhos até 10 cm | Até 15 dias | 1,6 |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | De 3 a 6 perfilhos; maior que 10 cm e menor que 20 cm | de 25 a 30 dias | 1,60 - 2,67 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | Até 6 folhas;até 10 cm | Até 15 dias | 2,0 - 2,67 |
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) (*) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | De 6 a 10 folhas; maior que 10 cm e menor que 20 cm | de 25 a 30 dias | 2,67 - 3,0 |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||
VOLUME DE CALDA (L/ha): Vide tabela “Volume da calda” no item “MODO DE APLICAÇÃO”. Nº Máximo de Aplicações: 2 Início e época de aplicação: GLIFOSATO 480 SL ALAMOS deve ser aplicado sobre as plantas infestantes a serem controladas, já germinadas, em boas condições de desenvolvimento e sem efeito de “stress hídrico” (falta ou excesso de água). A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4° e o 10° dia após a aplicação. No caso de aplicação única seguir os estágios de crescimento e épocas descritas no quadro. As doses em pós-emergência são indicadas para infestação normal de plantas infestantes provenientes de sementes, emergidas após o plantio da cultura. A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é de 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. Em áreas de alta infestação de plantas infestantes, recomenda-se realizar a aplicação sequencial, observando-se sempre os menores intervalos recomendados. GLIFOSATO 480 SL ALAMOS não tem ação sobre sementes existentes no solo. GLIFOSATO 480 SL ALAMOS, aplicado de acordo com as recomendações no período adequado, controlará as plantas infestantes, com uma única aplicação ou aplicação sequencial. Aplicação sequencial: Realizar no máximo duas aplicações do produto durante o ciclo/safra da cultura. Em áreas de alta infestação e/ou germinação não uniforme das plantas infestantes recomenda-se realizar a aplicação sequencial (duas aplicações): A primeira na dose de 2,0 L/ha, até aos 15 dias após | |||
a emergência da cultura, seguida de uma segunda na dose de 2,67 L/ha, com intervalo de cerca de 15 dias entre as duas aplicações.
(*) Em casos específicos de infestação de trapoeraba (Commelina benghalensis), recomenda-se a aplicação sequencial nas doses de 2,67 L/ha na primeira aplicação, seguida de 2,0 L/ha, observando-se as demais recomendações da aplicação sequencial.
Abaixo a relação de dose do produto comercial/ha em equivalente sal e ácido:
Produto Comercial (L/ha) | Ingrediente Ativo (kg/ha) (glifosato na forma de sal de isopropilamina) | Equivalente ácido de glifosato (kg/ha) |
0,5 | 0,240 | 0,180 |
1,00 | 0,480 | 0,360 |
1,33 | 0,638 | 0,479 |
1,50 | 0,720 | 0,540 |
1,60 | 0,768 | 0,576 |
2,00 | 0,960 | 0,720 |
2,50 | 1,200 | 0,900 |
2,67 | 1,282 | 0,961 |
2,70 | 1,296 | 0,972 |
3,00 | 1,440 | 1,080 |
3,30 | 1,584 | 1,188 |
3,50 | 1,680 | 1,260 |
4,00 | 1,920 | 1,440 |
4,50 | 2,160 | 1,620 |
5,00 | 2,400 | 1,800 |
6,00(*) | 2,880 | 2,160 |
Obrigação de utilização de tecnologia de redução da deriva de 50% para doses acima de 1.800 g/ha (formulações SL/SC e WG/SG) nas aplicações costal, estacionária/semi-estacionária e tratorizada;
-Obrigação de utilização de tecnologia de redução da deriva de 50% e bordadura de cinco metros para doses acima de 3.700 ha (formulação SL/SC) nas aplicações costal, estacionária/semi-estacionária e tratorizada. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 40 metros do limite externo da plantação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Ameixa | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Arroz | Pennisetum clandestinum | capim-kikuio, kikuyo, quicuio | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Aeschynomene rudis | angiquinho (1), maricazinho (1), paquinha | Ver detalhes |
| Banana | Pennisetum clandestinum | capim-kikuio, kikuyo, quicuio | Ver detalhes |
| Cacau | Richardia brasiliensis | poaia, poaia-branca, poaia-do-campo (2) | Ver detalhes |
| Café | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Leonotis nepetifolia | carda-de-leão, cordão-de-frade, cordão-de-são-francisco (1) | Ver detalhes |
| Cevada | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Citros | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Fumo | Chamaesyce hyssopifolia | burra-leiteira, erva-andorinha (1), erva-de-santa luzia (1) | Ver detalhes |
| Maçã | Leonotis nepetifolia | carda-de-leão, cordão-de-frade, cordão-de-são-francisco (1) | Ver detalhes |
| Milho | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Milho OGM | Brachiaria brizantha | braquiarão, braquiária-brizanta, braquiária-do-alto | Ver detalhes |
| Nectarina | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Pastagens | Sorghum halepense | capim-argentino, capim-cevada, capim-massambará | Ver detalhes |
| Pera | Avena sativa | aveia | Ver detalhes |
| Pessego | Senecio brasiliensis | flor-das-almas, flor-de-finados, maria-mole (2) | Ver detalhes |
| Pinus | Panicum maximum | capim-colonião, capim-coloninho (1), capim-guiné | Ver detalhes |
| Soja | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Soja OGM | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Trigo | Sorghum halepense | capim-argentino, capim-cevada, capim-massambará | Ver detalhes |
| Uva | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
O GLIFOSATO 480 SL ALAMOS deve ser diluído em volume de água suficiente para uma distribuição uniforme e pulverização por meio de equipamento terrestres (tratorizado, autopropelido e costal) e aéreos. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
O volume de calda pode variar em função da área efetivamente tratada, do porte e da densidade das invasoras, bem como do equipamento e tecnologia utilizada, conforme descrito abaixo:
Cultura | Modo de Aplicação | Equipamento de Aplicação | Volume da Calda (L/ha) |
Arroz; Arroz irrigado; Milho; Soja; Trigo | Terrestre | Tratorizado | 50 - 200 |
Aéreo | Aeronaves agrícolas | 15 - 40 | |
Soja, Milho e Algodão geneticamente modificados | Terrestre | Tratorizado | 50 - 200 |
Aéreo | Aeronaves agrícolas | 15 - 40 | |
Cana-de-açúcar | Terrestre | Equipamento Bentley (Eliminação de soqueira) | 80 - 120 |
Tratorizado convencional (Eliminação de soqueira) | 200 - 400 | ||
Costal (Capina/Catação química) | 100 - 200 | ||
Costal (Roughing) | 100 - 200 | ||
Aéreo | Aeronaves agrícolas | 15 - 40 | |
Pastagens | Terrestre | Tratorizado | 200 - 300 |
Costal | 300 - 400 | ||
Aéreo | Aeronaves agrícolas | 50 | |
Ameixa; Banana; Cacau; Café; Citros; Eucalipto; Fumo; Maçã; Nectarina; Pêra, Pêssego; Pinus; Seringueira; Uva | Terrestre | Tratorizado | 100 - 200 |
Costal | 100 - 400 | ||
Algodão ; Cevada; feijão | Terrestre | Tratorizado | 150 - 400 |
Costal | 150 - 400 | ||
Aéreo | Aeronaves agrícolas (Micronair) | 10 - 20 | |
Aeronaves agrícolas (Barra) | 20 - 40 |
GLIFOSATO 480 SL ALAMOS deve ser diluído em volume de água suficiente para uma distribuição uniforme e pulverização por meio de equipamento terrestre manual e/ou tratorizado com barra, autopropelidos ou por meio de equipamentos aéreos, conforme recomendação para cada cultura.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto GLIFOSATO 480 SL ALAMOS de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
Aplicação Tratorizada:
Bicos: Utilize bicos que gerem gotas médias, grossa ou muito grossas de forma a minimizar os riscos com Deriva.
- Vazão: 50 – 400 (L/ha)
Pressão: Deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
Tamanho de gotas: médias (M), grossas (G) ou muito grossas (MG).
Aplicação com Equipamento Bentley (eliminação de soqueira em cana-de-açúcar):
Bicos: Utilize bicos que gerem gotas médias, grossa ou muito grossas de forma a minimizar os riscos com deriva;
- Vazão: 80-120 (L/ha);
Pressão: Deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas;
Tamanho de gotas: médias (M), grossas (G) ou muito grossas (MG).
Aplicação com Costal Manual:
Bicos: Utilize bicos que gerem gotas médias, grossa ou muito grossas de forma a minimizar os riscos com deriva
- Vazão: 100-400 (L/ha)
Pressão: Deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
Tamanho de gotas: médias (M), grossas (G) ou muito grossas (MG).
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Cultura | Intervalo de Segurança (dias) |
Algodão | (1) |
Algodão geneticamente modificado | (1) |
Ameixa | 17 |
arroz | (2) |
Arroz irrigado | (2) |
Banana | 30 |
Cacau | 30 |
Café | 15 |
Cana-de-açúcar (pré-plantio) | (2) |
Cana-de-açúcar (maturador) | 30 |
Cevada | (2) |
Citros | 30 |
Eucalipto | U.N.A |
Feijão | (2) |
Fumo (pré-plantio) | U.N.A |
Maçã | 15 |
Milho | (3) |
Milho geneticamente modificado | (3) |
Nectarina | 30 |
Pastagem | 2 |
Pêra | 15 |
Pêssego | 30 |
Pinus | U.N.A |
Seringueira | U.N.A |
Soja | (4) |
Soja (dessecação) | 7 |
Soja geneticamente modificada | (4) |
Trigo | (2) |
Uva | 17 |
U.N.A. = Uso Não Alimentar
O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para algodão OGM, que expressa tolerância ao glifosato, é de 130 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do milho geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 90 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura, e de 60 dias quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência da cultura para controle da produção de pólen em campos de produção de grãos para sementes geneticamente modificadas que expressem a resistência ao glifosato.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPIs recomendados para uso durante a aplicação.
Uso exclusivamente agrícola.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Utilizar o GLIFOSATO 480 SL ALAMOS somente para as culturas e recomendações indicadas, respeitando o intervalo de segurança de cada cultura.
Cabe ao usuário seguir as orientações do receituário e as instruções contidas na bula do produto a fim de evitar deriva.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
Não misturar com produtos altamente alcalinos.
Para assegurar a eficiência é necessário utilizar água limpa, sem argilas em suspensão.
Não aplicar o produto quando as folhas das plantas infestantes estiverem cobertas de poeira. Nesta situação a ação do produto pode ser prejudicada pela adsorção.
Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após a aplicação.
Manusear o produto utilizando apenas recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. Não armazenar a calda herbicida em recipientes de ferro comum ou galvanizado ou aço comum.
A aplicação foliar do GLIFOSATO 480 SL ALAMOS em algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato deve ser realizada até a 4ª folha da cultura.
O herbicida GLIFOSATO 480 SL ALAMOS é seletivo somente quando aplicado sobre as variedades de algodão geneticamente modificado, tolerante ao glifosato, conforme as instruções de uso indicadas nesta bula.
O herbicida GLIFOSATO 480 SL ALAMOS não deve ser utilizado em pós-emergência de variedades de algodão convencional (que não seja geneticamente modificado, tolerante ao glifosato) ou sobre outras espécies úteis sensíveis.
Eliminação de plantas infestantes em áreas cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes) nas culturas de: ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, maçã, nectarina, pera, pêssego, uva, pastagem, pinus e eucalipto.
Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes)
- sistema de plantio direto para as culturas de algodão, arroz, feijão, soja, milho, trigo e na eliminação do arroz vermelho.
Eliminação da soqueira de cana-de-açúcar e como maturador de cana-de-açúcar (na cultura do arroz, algodão, feijão, milho, maçã e uva, utilizar no controle das plantas daninhas no máximo até 4,0 L p.c./ha.).
Plantas Infestantes Anuais Controladas:
Folha Estreita | Dose | % (L/100 L d’água) ** | ||
Nome Comum | Nome Científico | L/ha | g i.a./ha (1) | |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 0,5 -1,0 * | 240 - 480 | 0,5 |
Aveia | Avena sativa | 1,0 | 480 | 0,5 |
Cevadilha | Bromus catharticus | 1,0 | 480 | 0,5 |
Capim-rabo-de- raposa | Setaria geniculata | 1,0 - 2,0* | 480 - 960 | 1,0 |
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,5 | 720 | 0,5 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1,5 - 2,0* | 720 - 960 | 1,0 |
Capim-favorito | Rhynchelitrum repens | 1,5 - 2,0* | 720 - 960 | 1,0 |
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | 2,0 | 960 | 1,0 |
Azevém | Lolium multiflorum | 2,0 - 3,0* | 960 -1440 | 1,0 |
Capim-Arroz | Echinochloa crusgalli | 4,0 | 1920 | 1,5 |
Capim-Arroz | Echinochloa cruspavonis | 2,0 – 3,0 | 960 | - |
Arroz- vermelho, Arroz preto | Oryza sativa | 3,0 - 5,0* | 1440 - 2400 | 1,0 |
Cuminho ou falso cominho | Fimbristylis miliacea | 5,0 | 2400 | 2,0 |
Concentração de Sal de Isopropilamina de Glifosato
Folha Larga | Dose | % (L/100 L d’água) ** | ||
Nome Comum | Nome Científico | L/ha | g i.a./ha (1) | |
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 - 1,5* | 480 - 720 | 0,5 |
Picão-branco ou Fazendeiro | Galinsoga parviflora | 1,0 | 480 | 0,5 |
Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | 1,0 - 2,0* | 480 - 960 | 1,0 |
Carrapicho- rasteiro | Acanthospermum australe | 1,5 | 720 | 0,5 |
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | 1,5 | 720 | 0,5 |
Angiquinho | Aeschynomene rudis | 2,0 | 960 | 1,0 |
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 2,0 | 960 | 1,0 |
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 2,0 | 960 | 1,0 |
Caruru | Amaranthus viridis | 2,0 | 960 | 1,0 |
Boca-de-leão- selvagem | Antirrhinum orontium | 2,0 | 960 | 1,0 |
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 2,0 | 960 | 1,0 |
Buva | Conyza bonariensis | 2,0 | 960 | 1,0 |
Cordão-de-frade | Leonotis nepetifolia | 2,0 | 960 | 1,0 |
Quebra-pedra | Phyllantus tenellus | 2,0 | 960 | 1,0 |
Beldroega | Portulaca oleracea | 2,0 | 960 | 1,0 |
Nabiça | Raphanus raphanistrum | 2,0 | 960 | 1,0 |
Maria-pretinha | Solanum americanum | 2,0 | 960 | 1,0 |
Serralha | Sonchus oleraceus | 2,0 | 960 | 1,0 |
Maria-gorda | Talinum paniculatum | 2,0 - 3,0* | 960 - 1440 | 1,0 |
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | 3,0 - 4,0* | 1440 - 1920 | 1,5 |
Corda-de-viola | Ipomoea aristolochiaefolia | 3,0 | 1440 | 1,0 |
Alfafa | Medicago sativa | 3,5 | 1680 | 1,0 |
Anileira | Indigofera hirsuta | 4,0 | 1920 | 1,5 |
Corda-de-viola | Ipomoea quamoclit | 4,0 | 1920 | 1,5 |
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 4,0 | 1920 | 1,5 |
Espérgula | Spergula arvensis | 4,0 | 1920 | 1,5 |
Trevo | Trifolium repens | 4,0 | 1920 | 1,5 |
Barbasco | Pterocaulon virgatum | 4,5 - 5,0* | 2160 - 2400 | 2,0 |
Erva-quente | Spermacoce alata | 5,0 - 6,0* | 2400 - 2880 | 2,0 |
Ervilhaca | Vicia sativa | 5,0 | 2400 | 2,0 |
Erva-de-bicho | Polygonum persicaria | 1,0 – 2,0 | 480 - 960 | - |
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 2,0 | 960 | - |
Macela | Gnaphalium pensylvanicum | 1,0 – 2,0 | 480 - 960 | - |
Concentração de Sal de Isopropilamina de Glifosato
Plantas Infestantes Perenes Controladas:
Folha Estreita | Dose | % (L/100 L d’água) ** | ||
Nome Comum | Nome Científico | L/ha | g i.a./ha (1) | |
Capim-azedo | Paspalum conjugatum | 1,0 | 480 | 0,5 |
Junquinho | Cyperus ferax | 1,5 - 3,0* | 720 - 1440 | 1,0 |
Capim- amargoso | Digitaria insularis | 1,5 - 4,0* | 720 - 1920 | 1,5 |
Capim-colonião | Panicum maximum | 1,5 - 5,0* | 720 - 2400 | 2,0 |
Grama- comprida | Paspalum dilatatum | 2,0 | 960 | 1,0 |
Capim- braquiária | Brachiaria decumbens | 2,5 - 4,0* | 1200 - 1920 | 1,5 |
Tiririca | Cyperus flavus | 3,0 | 1440 | 1,0 |
Capim-gordura | Melinis minutiflora | 3,0 - 4,0* | 1440 - 1920 | 1,5 |
Capim-gengibre | Paspalum maritimum | 3,0 - 4,0* | 1440 - 1920 | 1,5 |
Capim-canoão | Setaria poiretiana | 3,5 | 1680 | 1,0 |
Capim-rabo-de-burro | Andropogon bicornis | 4,0 | 1920 | 1,5 |
Capim- membeca | Andropogon leucostachyus | 4,0 | 1920 | 1,5 |
Grama-seda | Cynodon dactylon | 4,0 - 5,0* | 1920 - 2400 | 2,0 |
Tiririca | Cyperus rotundus | 4,0 - 5,0* | 1920 - 2400 | 2,0 |
Capim-jaraguá | Hyparrhenia rufa | 4,0 | 1920 | 1,5 |
Capim-caiana | Panicum cayennense | 4,0 | 1920 | 1,5 |
Grama-batatais | Paspalum notatum | 4,0 - 5,0* | 1920 - 2400 | 2,0 |
Grama-touceira | Paspalum paniculatum | 4,0 - 5,0* | 1920 - 2400 | 2,0 |
Capim-da-roça | Paspalum urvillei | 4,0 | 1920 | 1,5 |
Capim-kikuio | Pennisetum clandestinum | 4,0 - 5,0* | 1920 - 2400 | 2,0 |
Capim- massambará | Sorghum halepense | 4,0 | 1920 | 1,5 |
Grama- missioneira ou capitinga | Axonopus compressus | 5,0 | 2400 | 2,0 |
Tiririca | Cyperus difformis | 5,0 | 2400 | 2,0 |
Cana-de-açúcar(roughing) | Saccharum officinarum | 6,0 | 2880 | 2,0 |
Concentração de Sal de Isopropilamina de Glifosato
Folha Larga | Dose | % (L/100 L d’água) ** | ||
Nome Comum | Nome Científico | L/ha | g i.a./ha (1) | |
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 | 480 | 0,5 |
Mata-pasto | Eupatorium maximilianii | 1,5 | 720 | 0,5 |
Maria-mole | Senecio brasiliensis | 2,0-3,0* | 960-1440 | 1,0 |
Erva-lanceta | Solidago chilensis | 2,0 | 960 | 1,0 |
Língua-de-vaca | Rumex crispus | 3,0 | 1440 | 1,0 |
Guanxuma- branca | Sida glaziovii | 3,0 | 1440 | 1,0 |
Guanxuma | Sida rhombifolia | 3,0 | 1440 | 1,0 |
Grandiúva | Trema micrantha | 4,0 | 1920 | 1,5 |
Fedegoso- branco | Senna obtusifolia | 5,0 | 2400 | 2,0 |
Tanchagem | Plantago major | 5,0 | 2400 | 2,0 |
Agriãozinho | Synedrellopsis grisebachii | 5,0 | 2400 | 2,0 |
Concentração de Sal de Isopropilamina de Glifosato
* Dependente do estádio de desenvolvimento da planta infestante - menores doses para a fase inicial de desenvolvimento; maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
** As dosagens em porcentagem referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 300-400 L/ha com bico de 110.01 (os valores foram aproximados para facilitar o preparo da calda). Qualquer dúvida, utilizar os valores em Litros/hectare.
A dosagem indicada varia de acordo com o cultivar e está em função dos equipamentos empregados:
Cultivar | Eq. Conv. (L/ha) | Eq.CDA/Bentley (L/ha) |
IAC | 5.0 | 4.0 |
NA | 5.0 | 4.0 |
CB | 4.0 | 3.0 |
SP | 5.0 | 3.0 |
CO/CP | 5.0 | 4.0 |
A aplicação deve ser feita quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.
O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo à/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais.
- Culturas de café, citros, cana-de-açúcar, maçã e uva: aplicar quando as plantas daninhas estiverem na fase ideal de controle, observando-se os intervalos de segurança e outras recomendações descritas na bula.
Importante: aplicar GLIFOSATO 480 SL CCAB quando o mato estiver em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). GLIFOSATO 480 SL CCAB não tem ação sobre as sementes existentes no solo. GLIFOSATO 480 SL CCAB, aplicado no período adequado, conforme recomendação, controlará as plantas infestantes, com uma única aplicação.
GLIFOSATO 480 SL CCAB pode ser utilizado como maturador em cana-de-açúcar, em qualquer época de safra com os seguintes direcionamentos:
Início da safra: visando antecipar a maturação, devido a condições pouco favoráveis de maturação natural, onde nem mesmo as variedades mais precoces estão no seu potencial máximo de acúmulo de sacarose.
Meio da safra: com o objetivo de maximizar a qualidade da matéria-prima e antecipar a liberação de área de reforma para o preparo do solo e plantio de cana de ano ou cereais.
Final da safra: com o objetivo mínimo de manter um bom nível de maturação, evitando a queda natural que ocorre com o início das chuvas, podendo ainda elevar o potencial natural de maturação daquelas variedades plantadas como cana de ano ou cortadas no final da safra anterior.
Áreas com excesso de vinhaça: com o objetivo de elevar o nível de maturação, normalmente baixo nestas áreas, devido ao alto vigor vegetativo apresentado pela cultura.
Período entre aplicação e colheita/dose: o período entre aplicação e colheita pode ser manejado em função de doses, massa verde e época de aplicação que possibilita uma adequada flexibilidade de safra. No geral está entre 42 a 56 dias (6 a 8 semanas) para a dose recomendada de 0,6 L/ha do produto.
Idade da cultura: a área a ser aplicada deve estar com um rendimento agrícola estabilizado, devendo-se lembrar sempre que o único objetivo da aplicação é melhorar a qualidade de matéria-prima, ou seja, elevar o teor de sacarose.
Variedades floríferas: a aplicação de GLIFOSATO 480 SL CCAB como maturador é viável mesmo após adiferenciação floral até o estágio de pavio de vela.
Em cana pronta para florescer, essa aplicação é recomendada estrategicamente, para manter e melhorar a qualidade dessa matéria-prima.
Não se deve realizar aplicação quando o processo de florescimento estiver em fase adiantada (cartucho).
Aplicação: a aplicação deve ser realizada por avião, utilizando-se barra com bicos convencionais, e um consumo de calda na faixa de 30-40 L/ha. (Ver item: Aplicação Aérea).
Observação Geral: as dosagens indicadas (ver tabela), aplicadas de acordo com as instruções desta bula, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Echinochloa cruspavonis | canevão, capim-arroz (3), capim-jaú (2) | Ver detalhes |
| Ameixa | Fimbristylis miliacea | cabelo-de-negro, cuminho, falso-cominho | Ver detalhes |
| Arroz | Sida glaziovii | guanxuma-branca, malva-guaxima, mata-pasto (3) | Ver detalhes |
| Banana | Sida glaziovii | guanxuma-branca, malva-guaxima, mata-pasto (3) | Ver detalhes |
| Cacau | Andropogon leucostachyus | capim-colchão (5), capim-membeca, capim-rabo-de-raposa (1) | Ver detalhes |
| Café | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Rhynchelytrum repens | capim-favorito, capim-gafanhoto, capim-molambo | Ver detalhes |
| Citros | Panicum maximum | capim-colonião, capim-coloninho (1), capim-guiné | Ver detalhes |
| Eucalipto | Sida glaziovii | guanxuma-branca, malva-guaxima, mata-pasto (3) | Ver detalhes |
| Feijão | Echinochloa cruspavonis | canevão, capim-arroz (3), capim-jaú (2) | Ver detalhes |
| Maçã | Echinochloa cruspavonis | canevão, capim-arroz (3), capim-jaú (2) | Ver detalhes |
| Milho | Sida glaziovii | guanxuma-branca, malva-guaxima, mata-pasto (3) | Ver detalhes |
| Nectarina | Sida glaziovii | guanxuma-branca, malva-guaxima, mata-pasto (3) | Ver detalhes |
| Pastagens | Cyperus ferax | capim-de-cheiro (2), chufa, junquinho (1) | Ver detalhes |
| Pera | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Pessego | Cyperus ferax | capim-de-cheiro (2), chufa, junquinho (1) | Ver detalhes |
| Pinus | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Soja | Senecio brasiliensis | flor-das-almas, flor-de-finados, maria-mole (2) | Ver detalhes |
| Trigo | Sida glaziovii | guanxuma-branca, malva-guaxima, mata-pasto (3) | Ver detalhes |
| Uva | Ipomoea quamoclit | cardeal, corda-de-viola (16), esqueleto | Ver detalhes |
GLIFOSATO 480 SL CCAB pode ser aplicado através de equipamentos terrestres e aéreos, observando-se as recomendações que se seguem:
Equipamento | Tipos de Bicos | Vazão L/ha | Pressão (LB/POL2) | Tamanho de Gotas (µm) | Densidade |
- Tratorizado Convencional | 80.03/80.04/ 110.03/110.04 | 200-400 | 30-40 | 300-600 | 30-40 |
- Bentley BT- 3* | X-2 | 80-120 | 40-60 | 200-300 | 50-100 |
- Costal Manual | 110.01/TK-05 | 150-200 | 20-30 | 200-400 | 20-30 |
- Costal Manual | 80.02/110.02 | 300-400 | 20-30 | 200-600 | 20-30 |
* Marca registrada de Equipamentos Bentley.
Aplicação Aérea: Barra com bicos para aeronaves de asa fixa - Ipanema (qualquer modelo).
Volume de aplicação: 40-50 L/ha.
Altura de voo: 4-5 m. do topo da cultura.
Largura da faixa de deposição: 15m.
Tamanho de gotas: 110-120 μm.
Densidade de gotas: mínimo 20 gotas/cm2 (DMV: 420-450 μ).
Bicos de pulverização: Utilizar bicos de jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20 gotas/cm2 com DMV 420- 450 μ à pressão de 15-30 psi.
Com aviões do tipo Ipanema (qualquer modelo) poderão ser utilizados barra de pulverização, com um total de 40-42 bicos. Os bicos da extremidade da asa em número de 4-5 em cada uma delas deverão ser fechados a fim de evitar a influência e arraste das gotas de pulverização pelos vórtices da ponta da asa. Os bicos da barriga em número de 8, deverão permanecer abertos e no mesmo ângulo dos bicos utilizados nas asas.
Condições climáticas: Temp. Max.: 28°C
U.R. Min.: 55%
Vel. Vento Max: 10 km/h (3 m/s)
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possíveis para dar uma boa cobertura e controle. A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas e infestação podem afetar o gerenciamento da deriva e a cobertura das plantas. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz- se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura, umidade relativa do ar e inversão térmica.
Volume: use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura. Quanto maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
Número de bicos: use o menor número de bicos com maior vazão possível que proporcione uma cobertura uniforme.
Orientação dos bicos: direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás produzem gotas maiores que outros tipos de bico.
Comprimento da barra: o comprimento da barra não deve exceder ¾ da asa ou do comprimento do motor. Barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura da barra: regule a altura da barra para a menor possível para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos.
Ventos: o potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 2 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de vento ou em condições sem vento.
Aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores e reduzir o efeito da evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formada ao pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo.
Formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica, enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersada com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Antes da aplicação verifique e inicie a pulverização somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, fazer uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento mesmo por poucas horas torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Tríplice Lavagem;
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador;
Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
Faça esta operação 3 vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Cultura | Intervalo de Segurança (dias) |
Algodão | (1) |
Ameixa | 17 |
Arroz | (1) |
Banana | 30 |
Cacau | 30 |
Café | 15 |
Cana-de-açúcar (como maturador) | 30 |
Cana-de-açúcar (pré-plantio) | (1) |
Citros | 30 |
Eucalipto | (U.N.A.) |
Feijão | (1) |
Maçã | 15 |
Milho | (1) |
Nectarina | 30 |
Pera | 15 |
Pêssego | 30 |
Pinus | (U.N.A.) |
Soja | (2) |
Trigo | (1) |
Uva | 17 |
U.N.A. = Uso Não Alimentar
Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego (Plantio direto).
O intervalo de segurança para a cultura de soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L/ha) | Dose (kg i.a. equivalente ácido/ha) | Número, Épocas e Intervalo de Aplicação |
Apaga-fogo** | Para o controle das plantas infestantes, recomenda-se uma aplicação de GLIFOSATO 480 SL TECNOMYL se aplicado no período adequado. O melhor período para controlar as espécies perenes é na fase inicial de floração e para as espécies anuais, na fase de desenvolvimento antes da formação das flores. O produto não tem ação sobre sementes presentes no solo. Aplicação Única. Volume de calda (L/ha): Pulverizador costal manual: 400 Pulverizador tratorizado com barra: 100 a 500 | |||
(Alternanthera tenella) | ||||
Aveia | ||||
(Avena sativa) | 1,0 | 0,360 | ||
Picão-branco | ||||
(Galinsoga parviflora) | ||||
Capim-azedo** | ||||
(Paspalum conjugatum) | ||||
Carrapicho-rasteiro | ||||
(Acanthospermum australe) | ||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 1,5 | 0,540 | ||
Mata-pasto** | ||||
(Eupatorium maximilianii) | ||||
Ameixa Arroz*** Banana Cacau Café Citros Eucalipto Milho*** Nectarina Pastagem Pera Pêssego Pinus Soja*** Trigo*** | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 1,5 a 2,0 | 0,540 a 0,720 | |
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | ||||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | ||||
Boca-de-leão-selvagem (Antirrhinum orontium) | ||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | ||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | ||||
Cordão-de-frade | ||||
(Leonotis nepetifolia) | ||||
Grama-comprida** (Paspalum dilatatum) | 2,0 | 0,720 | ||
Quebra-pedra | ||||
(Phyllanthus tenellus) | ||||
Nabiça | ||||
(Raphanus raphanistrum) | ||||
Boldroega | ||||
(Portulaca oleracea) | ||||
Maria-pretinha | ||||
(Solanum americanum) | ||||
Erva-lanceta** | ||||
(Solidago chilensis) | ||||
Serralha | ||||
(Sonchus oleraceus) |
Obs - Utilizar doses menores para plantas infestantes em início de desenvolvimento e a maior dose sobre plantas na fase adulta ou perenizada.
**Espécie perene.
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L/ha) | Dose (kg i.a. equivalente ácido/ha) | Número, Épocas e Intervalo de Aplicação |
Flor-das-almas** (Senecio brasiliensis) | 2,0 a 3,0 | 0,720 a 1,080 | Para o controle das plantas infestantes, recomenda-se uma aplicação de GLIFOSATO 480 SL TECNOMYL se aplicado no período adequado. | |
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | ||||
Capim-braquiária** (Brachiaria decumbens) | ||||
2,5 a 4,0 | 0,900 a 1,440 | O melhor período para controlar as espécies perenes é na fase inicial de floração e para as espécies anuais, na fase de desenvolvimento antes da formação das flores. | ||
Junquinho** (Cyperus flavus) | ||||
Corda-de-viola | ||||
Ameixa Arroz*** Banana Cacau Café Citros Eucalipto Milho*** Nectarina Pastagem Pêra Pêssego Pinus Soja*** Trigo*** | (Ipomoea aristolochiaefolia) | 3,0 | 1,080 | O produto não tem ação sobre sementes presentes no solo. Aplicação Única. Volume de calda (L/ha): Pulverizador costal manual: 400 Pulverizador tratorizado com barra: 100 a 500 |
Lingua-de-vaca** (Rumex crispus) | ||||
Guanxuma** (Sida rhombifolia) | ||||
Alfafa (Medicago sativa) | 3,5 | 1,260 | ||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 3,0 a 4,0 | 1,080 a 1,440 | ||
Capim-gordura** (Melinis minutiflora) | ||||
Capim-gengibre** | ||||
(Paspalum maritimum) | ||||
Capim-rabo-de-burro** | ||||
(Andropogon bicornis) | ||||
Capim-rabo-de-raposa** (Andropogon leucostachyus) | ||||
Capim-arroz | ||||
(Echinochloa crusgalli) | ||||
Capim-jaraguá** | ||||
(Hyparrhenia rufa) | 4,0 | 1,440 | ||
Amnileira | ||||
(Indigofera hirsuta) | ||||
Corda-de-viola | ||||
(Ipomoea quamoclit) | ||||
Capim-caiana** | ||||
(Panicum cayennense) | ||||
Capim-da-roça** | ||||
(Paspalum urvillei) | ||||
Poaia-branca | ||||
(Richardia brasiliensis) | ||||
Capim-massambará | ||||
(Sorghum halepense) | ||||
Gorga (Spergula arvensis) | 4,0 | 1,440 | ||
Grandiúva** | ||||
(Trema micrantha) | ||||
Trevo | ||||
(Trifolium repens) |
Obs - Utilizar doses menores para plantas infestantes em início de desenvolvimento e a maior dose sobre plantas na fase adulta ou perenizada.
**Espécie perene.
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L/ha) | Dose (kg i.a. equivalente ácido/ha) | Número, Épocas e Intervalo de Aplicação |
Ameixa Arroz*** Banana Cacau Café Citros Eucalipto Milho*** Nectarina Pastagem Pêra Pêssego Pinus Soja*** Trigo*** | Tiririca** (Cyperus rotundus) | 4,0 a 5,0 | 1,440 a 1,800 | Para o controle das plantas infestantes, recomenda-se uma aplicação de GLIFOSATO 480 SL TECNOMYL se aplicado no período adequado. O melhor período para controlar as espécies perenes é na fase inicial de floração e para as espécies anuais, na fase de desenvolvimento antes da formação das flores. O produto não tem ação sobre sementes presentes no solo. Aplicação Única. Volume de calda (L/ha): Pulverizador costal manual: 400 Pulverizador tratorizado com barra: 100 a 500 |
Capim-da-guiné** (Paspalum paniculatum) | ||||
Barbasco (Pterocaulon virgatum) | ||||
Capitinga** (Axonopus compressus) | 5,0 | 1,8000 | ||
Junquinho** (Cyperus difformis) | ||||
Falso-cominho (Fimbristylis miliacea) | ||||
Tranchagem** (Plantago major) | ||||
Fedegoso-branco** (Senna obtusifolia) | ||||
Agrião-do-pasto** (Synedrellopsis grisebachii) | ||||
Ervilhaca (Vicia sativa) | ||||
Erva-quente (Spermacoce alata) | 5,0 a 6,0 | 1,800 a 2,160 | ||
Cana-de-açucar** (Saccharum officinarum) | 6,0 | 2,160 |
Obs - Utilizar doses menores para plantas infestantes em início de desenvolvimento e a maior dose sobre plantas na fase adulta ou perenizada.
**Espécie perene.
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L/ha) | Dose (kg i.a. equivalente ácido/ha) | Número, Épocas e Intervalo de Aplicação |
Algodão*** Feijão*** Maçã Uva | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 1,0 | 0,360 | Para o controle das plantas infestantes, recomenda- se uma aplicação de GLIFOSATO 480 SL TECNOMYL se aplicado no período adequado. O melhor período para controlar as espécies perenes é na fase inicial de floração e para as espécies anuais, na fase de desenvolvimento antes da formação das flores. O produto não tem ação sobre sementes presentes no solo. Aplicação Única. Volume de calda (L/ha): Pulverizador costal manual: 400 Pulverizador tratorizado com barra: 100 a 500 |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | ||||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 1,0 a 2,0 | 0,360 a 0,720 | ||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | ||||
Macela (Gnaphalium pensylvanicum) | ||||
Erva-de-bicho (Polygonum persicaria) | ||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,0 | 0,720 | ||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | ||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | ||||
Guanxuma-branca** (Sida glaziovii) | 2,0 a 3,0 | 0,720 a 1,080 | ||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 3,0 a 4,0 | 1,080 a 1,440 | ||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | ||||
Guanxuma** (Sida cordifolia) | ||||
Tiririca** (Cyperus rotundus) | 4,0 a 5,0 | 1,440 a 1,800 |
Obs - Utilizar doses menores para plantas infestantes em início de desenvolvimento e a maior dose sobre plantas na fase adulta ou perenizada.
**Espécie perene.
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L/ha) | Dose (kg i.a. equivalente ácido/ha) | Número, Épocas e Intervalo de Aplicação |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 1,0 | 0,360 | Para o controle das plantas infestantes, recomenda-se uma aplicação de GLIFOSATO 480 SL TECNOMYL se aplicado no período adequado. O melhor período para controlar as espécies perenes é na fase inicial de floração e para as espécies anuais, na fase de desenvolvimento antes da formação das flores. | |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | ||||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | ||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | ||||
Capim-arroz (Echinochloa colona) | ||||
Arroz-irrigado*** Cana de açúcar*** | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | O produto não tem ação sobre sementes presentes no solo. Aplicação Única. | ||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | ||||
Guanxuma (Malvastrum coromandelianum) | Volume de calda (L/ha): | |||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | 2,0 | 0,720 | Pulverizador costal manual: 400 | |
Beldroega (Portulaca oleracea) | Pulverizador tratorizado com barra: | |||
Nabiça (Raphanus raphanistrum) | 100 a 500 | |||
Capim-rabo-de-raposa (Setaria geniculata) | ||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | ||||
Vara-de-rojão (Tagetes minuta) | ||||
Dente-de-leão (Taraxacum officinale) | ||||
Anqiquinho (Aeschynomene rudis) | 3,0 | 1,080 | ||
Junquinho** (Cyperus ferax) | ||||
Arroz-vermelho (Oryza sativa) | ||||
Capim-favorito (Rhynchelitrum repens) | ||||
Lingua-de-vaca** (Rumex obtusifolius) | ||||
Guanxuma** (Sida rhombifolia) | ||||
Falsa-dormideira** (Chamaecrista nictitans) | 4,0 | 1,440 | ||
Erva-de-botão (Eclipta alba) | ||||
Assa-peixe** (Vernonia ferruginea) |
Obs - Utilizar doses menores para plantas infestantes em início de desenvolvimento e a maior dose sobre plantas na fase adulta ou perenizada.
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L/ha) | Dose (kg i.a. equivalente ácido/ha) | NÚMERO, ÉPOCAS E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Arroz-irrigado*** Cana de açúcar*** | Capim-colonião** (Panicum maximum) | 2,0 a 5,0 | 0,720 a 1,800 | Para o controle das plantas infestantes, recomenda-se uma aplicação de GLIFOSATO 480 SL TECNOMYL se aplicado no período adequado. |
Capim-kikuio** (Pennisetum clandestinum) | 3,0 a 5,0 | 1,080 a 1,800 | ||
Grama-seda** (Cynodon dactylon) | 5,0 | 1,800 | O melhor período para controlar as espécies perenes é na fase inicial de floração e para as espécies anuais, na fase de desenvolvimento antes da formação das flores. O produto não tem ação sobre sementes presentes no solo. | |
Tiriricão** (Cyperus esculentus) | ||||
Grama-batatais** (Paspalum notatum) | ||||
Capim-angola** (Brachiaria mutica) | 6,0 | 2,160 | ||
Aplicação Única. | ||||
Volume de calda (L/ha): | ||||
Pulverizador costal manual: 400 | ||||
Pulverizador tratorizado com barra: 100 a 500 |
Obs - Utilizar doses menores para plantas infestantes em início de desenvolvimento e a maior dose sobre plantas na fase adulta ou perenizada.
**Espécie perene.
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L/ha) | Dose (kg i.a. equivalente ácido/ha) | Número, Épocas e Intervalo de Aplicação |
Algodão*** | Apaga-fogo** (Alternanthera tenella) | 2,0 a 2,7 | 0,720 a 0,972 | Para o controle das plantas infestantes, recomenda-se uma aplicação de GLIFOSATO 480 SL TECNOMYL se aplicado no período adequado. O melhor período para controlar as espécies perenes é na fase inicial de floração e para as espécies anuais, na fase de desenvolvimento antes da formação das flores. O produto não tem ação sobre sementes presentes no solo. Aplicação Única. Volume de calda (L/ha): Pulverizador costal manual: 400 Pulverizador tratorizado com barra: 100 a 500 |
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | ||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | ||||
Milho*** | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 1,6 a 2,7 | 0,576 a 0,972 | |
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | ||||
Soja*** | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 1,0 | 0,360 | |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | ||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 1,5 | 0,540 | ||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 2,0 | 0,720 | ||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | ||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | ||||
Capim-arroz (Echinochloa colona) | ||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | ||||
Salsa-serralha (Emilia sonchifolia) | ||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | ||||
Nabiça (Raphanus raphanistrum) | ||||
Capim-rabo-de-saia (Setaria geniculata) | ||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | ||||
Anqiquinho (Aeschynomene rudis) | 3,0 | 1,080 | ||
Arroz-vermelho (Oryza sativa) | ||||
Capim-favorito (Rhynchelitrum repens) | ||||
Guanxuma** (Sida rhombifolia) |
Obs - Utilizar doses menores para plantas infestantes em início de desenvolvimento e a maior dose sobre plantas na fase adulta ou perenizada.
**Espécie perene.
Cultura | Forma de uso | Dose (L/ha) | Dose (kg i.a. equivalente ácido/ha) |
Cana de açúcar*** | Eliminação de soqueiras | 5,0 a 6,0 | 1,800 a 2,160 |
Número, Épocas e Intervalo de Aplicação. Eliminação de soqueiras – realizar a pulverização quando a altura das plantas estiver entre 0,5 a 1,0m. É fundamental aplicar antes da formação dos colmos na soqueira. Aplicação Única. | |||
Maturador | 0,3 a 0,6 | 0,108 a 0,216 | |
Número, Épocas e Intervalo de Aplicação. Maturador – pode ser aplicado nas seguintes condições: Início da safra – visa antecipar a maturação, devido às condições pouco favoráveis para a maturação natural, onde nem mesmo as variedades mais precoces estão no seu potencial máximo de acúmulo de sacarose. Meio da safra – tem como objetivo maximizar a qualidade da matéria-prima e antecipar a liberação de área de reforma para o preparo do solo e plantio de cana de ano ou cereais. Final de safra – visa manter um bom nível de maturação, evitando a queda natural que ocorre com o início das chuvas, podendo ainda elevar o potencial natural de maturação das variedades plantadas como cana de ano ou cortadas no final da safra anterior. Áreas com excesso de vinhaça – com o objetivo de elevar o nível de maturação, normalmente baixo nestas áreas, devido ao alto-vigor vegetativo apresentado pela cultura. Dosagem Quanto maior a dose, mais rápida será a resposta e menor será a flexibilidade para a colheita, portanto as doses de 0,5 e 0,6 L/ha somente deverão ser aplicadas em áreas com alta produção de massa verde, solos de boa fertilidade e disponibilidade de água, sendo a colheita realizada aos 40 dias após a aplicação. A dose de 0,6 L/ha deve ser utilizada em soqueiras de último corte. As doses de 0,3 e 0,4 L/ha podem ser utilizadas nas demais áreas, realizando- se a colheita entre os 40 aos 50 dias após a aplicação. Depois do corte, realizar as operações de aplicação de vinhaça, cultivo e adubação. Idade da cultura A área deve estar com um rendimento agrícola estabilizado, lembrando que o único objetivo é melhorar a qualidade da matéria-prima, ou seja, elevar o teor de sacarose. OBS: Aplicar quando as plantas infestantes estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). Variedades floríferas A aplicação como maturador é viável mesmo após a diferenciação floral (até o estágio de pavio de vela). Em cana pronta para florescer, a aplicação é recomendada para manter ou melhorar a qualidade da matéria-prima. Não se deve realizar pulverização quando o processo de florescimento estiver em fase adiantada (de cartucho). Aplicação Única. | |||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Ameixa | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Arroz | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Aeschynomene rudis | angiquinho (1), maricazinho (1), paquinha | Ver detalhes |
| Banana | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Cacau | Solidago chilensis | arnica-do-brasil, erva-lanceta, espiga-de-ouro | Ver detalhes |
| Café | Paspalum paniculatum | capim-da-guiné, capim-de-burro (2), grama-da-guiné | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Ver detalhes | ||
| Citros | Richardia brasiliensis | poaia, poaia-branca, poaia-do-campo (2) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Feijão | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Maçã | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Milho | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Milho OGM | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Nectarina | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Pastagens | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Pera | Antirrhinum orontium | boca-de-leão-selvagem | Ver detalhes |
| Pessego | Echinochloa crusgalli | capim-arroz (2), capim-canevão, capim-jaú | Ver detalhes |
| Pinus | Hyparrhenia rufa | capim-jaraguá, capim-provisório, capim-vermelho | Ver detalhes |
| Soja | Solanum americanum | erva-de-bicho (1), erva-moura, maria-pretinha | Ver detalhes |
| Soja OGM | Aeschynomene rudis | angiquinho (1), maricazinho (1), paquinha | Ver detalhes |
| Trigo | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Uva | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
2701205_BL_GLIFOSATO 480 SL_AN
O GLIFOSATO 480 SL TECNOMYL deve ser aplicado através de equipamentos terrestres (costal ou tratorizado) ou aérea.
Nas culturas de ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, eucalipto, nectarina, maçã, pastagem, pera, pêssego, pinus e uva, realizar a pulverização nas ruas ou carreadores, em faixas ou coroamento, sobre as plantas infestantes. Evitar o contato do produto com as folhas ou partes verdes das culturas.
IMPORTANTE:
I - obrigação de utilização de tecnologia de redução da deriva de 50% para doses acima de 1.800 g/ha (Formulações SL/SC e WG/SG) nas aplicações costal, estacionária/semi-estacionária e tratorizada.
As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas, com a menor evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica (deslocamento vertical).
Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações:
sob temperatura inferior a 30ºC,
umidade relativa do ar acima de 55%,
velocidade do vento entre 3 e 10 km/h,
Bicos tipo jato leque, que proporcionem distribuição uniforme da calda de aplicação sobre as folhas das plantas infestantes.
Pressão: 20-40 lb/pol2
Diâmetro de gota: 200-600 µm
0 SL_AN
Cultura (Modalidade de Uso) | Equipamento de Aplicação | Volume de Calda (L/ha) |
Ameixa Banana Cacau Café Cana-de-açúcar Citros Maçã Nectarina Pera Pêssego Uva Pastagem Pinus Eucalipto | Costal1 | 400 |
Estacicionária1 | 400 | |
Tratorizada (baixo)2 | 100-500 | |
Algodão Feijão Arroz Milho Soja Trigo | Costal1 | 300-400 |
Estacicionária1 | 300-400 | |
Tratorizada (baixo)2 | 100-500 | |
Aérea3 | 30-50 | |
Algodão OGM Milho OGM Soja OGM | Costal1 | 150-400 |
Estacicionária1 | 150-400 | |
Tratorizada (baixo)2 | 150-400 | |
Aérea3 | 30-50 | |
Cana-de-açúcar (eliminação de soqueira) | Costal1 | 21708102-0550_0BL_GLIFOSATO 48 |
Estacicionária1 | 180-500 | |
Tratorizada (baixo)2 | 180-500 | |
Aérea3 | 30-50 | |
Cana-de-açúcar (maturador) | Aérea3 | 30-50 |
1 EPI nível 1 + luvas nas atividades de manipulação/abastecimento e aplicação;
2 EPI nível 1 + luvas nas atividades de manipulação/abastecimento e aplicação em atividades fora do trator;
3 EPI nível 1 + luvas nas atividades de manipulação/abastecimento;
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Os parâmetros de aplicação através de equipamento costal, como tipo de pontas, pressão de trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação Ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um engenheiro agrônomo.
Utilize tecnologia (s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas para dar uma boa cobertura e controle.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, etc devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura, e inversão térmica.
práticas.
Evitar aplicações em condições de inversão térmica, nas quais as gotas permanecerão mais tempo no ar, contaminando o avião durante a pulverização e o meio ambiente e reduzindo o efeito do produto sobre o alvo desejado. Não aplicar em condições de temperaturas muito altas e umidade baixa, pois ocorrerão correntes de convecção (térmicas) causando uma dissipação vertical muito rápida das gotas, redução ou perda de seu efeito sobre o alvo desejado e ocasionando efeitos danosos ao ambiente.
Esse tratamento deve ser feito por avião quando as áreas forem extensas, aplicar o produto molhando bem e uniformemente toda a folhagem da planta.
evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas. Empregar equipamentos que produzam espectro de gotas estreito, de forma a minimizar a formação de muitas gotas pequenas, afastadas do diâmetro médio.
Largura da faixa de deposição: a faixa de deposição será sempre limitada às características técnicas operacionais comprovadas do modelo/tipo do avião, diâmetro de gotas requeridas e recomendadas sobre o alvo desejado. Aeronave Ipanema = 15 m;
Para evitar efeitos indesejáveis, observar os limites meteorológicos definidos acima;
Efetuar levantamento prévio de espécies sensíveis ao produto nas áreas próximas;
Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal.
Antes da aplicação verifique e inicie a pulverização somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, fazer uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento mesmo por poucas horas torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Culturas | Intervalo de Segurança (dias) |
Algodão | (1) |
Ameixa | 17 |
Arroz | (2) |
Banana | 30 |
Cacau | 30 |
Café | 15 |
Cana-de-açúcar (maturador) | 30 |
Cana-de-açúcar (pós emergência) e (eliminação de soqueiras) | (2) |
Citros | 30 |
Eucalipto | U.N.A |
Feijão | (2) |
Maçã | 15 |
Milho | (3) |
Nectarina | 30 |
Pastagem | (2) |
Pera | 15 |
Pêssego | 30 |
Pinus | U.N.A |
Soja | (4) |
Trigo | (2) |
Uva | 17 |
O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do algodão geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 130 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e da cultura.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do milho geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 90 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
U.N.A. – Uso não alimentar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
Não entre na área em que o produto foi aplicado nos intervalos de reentrada específicos para as seguintes culturas e durações de atividades de reentrada, conforme tabela com os intervalos de reentrada de trabalhadores
nas áreas com aplicação do GLIFOSATO, para as culturas algodão, ameixa, arroz, arroz irrigado, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, eucalipto, feijão, maçã, milho, nectarina, pastagens, pera, pêssego, pinus, soja, uva e trigo, e o tempo de atividades:
Cultura (Modalidade de Uso) | Equipamento de Aplicação | Intervalo de Reentrada | |
horas de atividades | dias | ||
Ameixa Banana Cacau Café Cana-de-açúcar** Citros Maçã Nectarina Pera Pêssego Uva Pastagem Pinus Eucalipto | Costal Estacicionária Tratorizada (baixo) | 8 horas | 12 dias1 |
8 horas | 24h2 | ||
Algodão Feijão Arroz Milho Soja Trigo | Costal Estacicionária Tratorizada (baixo) | 8 horas | 12 dias1 |
8 horas | 24h2 | ||
Aérea | - | 24h3 | |
Cana-de-açúcar (eliminação de soqueira) | Costal Estacicionária Tratorizada (baixo) | 8 horas | 12 dias1 |
8 horas | 24h2 | ||
Aérea | - | 24h3 | |
1 Vestimentas simples
2 EPI nível 1 + luvas
3 EPI nível 1 + luvas nas atividades de manipulação/abastecimento;
INSTRUÇÕES DE USO:
Culturas | Plantas Infestantes Nome Comum/ Nome Científico | Doses | Época de Aplicação (Vide informações específicas abaixo da tabela) | Número de aplicações |
Produto comercial (L/ha) | ||||
Arroz irrigado, cana-de- açúcar, café, citros, eucalipto, maçã, milho, pastagens, pinus, seringueira, soja (plantio direto ou não), trigo (plantio direto) e uva | PERENES | |||
Folha Larga | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 3,0-4,0 | Plantas infestantes perenes: Aplicação no período inicial de floração. | 01 | |
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 2,0 | |||
Trapoeraba (Murdannia nudiflora) | 4,0-6,0 | |||
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | 1,0-3,0 | |||
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | 2,0-3,0 | |||
Falsa-dormideira (Chamaecrista nictitans) | 4,0-6,0 | |||
Assa-peixe (Vernonia ferruginea) | 2,0-6,0 | |||
Almeirão-do-campo (Hypochoeris radicata) | 1,0-3,0 | |||
Alecrim-de-vassoura (Baccharis dracunculifolia) | 6,0 | |||
Folha Estreita | ||||
Capim-gengibre (Paspalum maritimum) | 2,0-4,0 | Plantas infestantes perenes: Aplicação no período inicial de floração. | 01 | |
Capim-colonião (Panicum maximum) | 4,0-5,0 | |||
Capim-kikuio (Pennisetum clandestinum) | 3,0-5,0 | |||
Tiriricão (Cyperus esculentus) | 3,0-5,0 | |||
Tiririca (Cyperus rotundus) | 5,0-6,0 | |||
Grama-seda (Cynodon dactylon) | 5,0-6,0 | |||
Capim-angola (Brachiaria mutica) | 6,0 | |||
Grama-batatais (Paspalum notatum) | 5,0-6,0 | |||
Junquinho (Cyperus ferax) | 3,0-4,0 | |||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 6,0 | |||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 2,0-6,0 | |||
ANUAIS | ||||
Folha Estreita | ||||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 1,0 | Plantas infestantes anuais: Aplicação na fase de desenvolvimento antes da formação das flores e sementes. | 01 | |
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 1,5 | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | 3,0-6,0 | |||
Capim-favorito (Rynchelitrum repens) | 3,0-6,0 | |||
Capim-pé-galinha (Eleusine indica) | 2,0 | |||
Arroz-vermelho (Oryza sativa) | 3,0-6,0 | |||
Capim-arroz (Echinocloa colona) | 1,0-2,0 | |||
Capim-rabo-de-raposa (Setaria geniculata) | 2,0 | |||
Capim-gordura (Melinis minutiflora) | 6,0 | |||
Folha Larga | ||||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 1,0 | Plantas infestantes anuais: Aplicação na fase de desenvolvimento antes da formação das flores e sementes. | 01 | |
Picão-preto (Bidens pilosa) | 1,0 | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | 2,0 | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 1,5-2,0 | |||
Caruru-branco (Amaranthus hybridus) | 1,5-3,0 | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 1,0-2,0 | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | 2,0 | |||
Nabiça (Raphanus raphanistrum) | 2,0 | |||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | 1,5-2,0 | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 3,0-4,0 | |||
Tranchagem (Plantago tomentosa) | 2,0-3,0 | |||
Poaia-branca | 1,0-3,0 | |||
(Richardia brasiliensis) | ||||
Cravo-de-defunto (Tagetes minuta) | 1,0-3,0 | |||
Dente-de-leão (Taraxacum officinale) | 1,0-3,0 | |||
Azevém (Lolium multiflorum) | 1,0-3,0 | |||
Vassourinha (Malvastrum coromandelianum) | 2,0-6,0 | |||
Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 3,0-4,0 | |||
Lanceta (Eclipta alba) | 2,0-4,0 | |||
Maria-pretinha (Solanum americanum) | 1,0-6,0 | |||
Cana-de-açúcar | Eliminação de soqueira | 5,0-6,0 | Eliminação de soqueira: A aplicação deve ser feita quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira. | 01 |
Produto Comercial (L/ha) | Ingrediente Ativo (Kg/ha) | Equivalente Ácido (Kg/ha) |
1,0 | 0,480 | 0,360 |
1,5 | 0,720 | 0,540 |
2,0 | 0,960 | 0,720 |
3,0 | 1,440 | 1,080 |
4,0 | 1,920 | 1,440 |
5,0 | 2,400 | 1,800 |
6,0(*) | 2,880 | 2,160 |
O controle das plantas infestantes é feito com uma única aplicação, se o GLIFOSATO 480 SUMITOMO for aplicado no período inicial de floração para plantas infestantes perenes ou na fase de desenvolvimento, antes da formação das flores e sementes, para plantas infestantes anuais. O controle de Digitaria
sanguinalis é efetuado com aplicações de GLIFOSATO 480 SUMITOMO em plantas recém germinadas até plantas adultas.
Em plantações de maçã, uva e citros, aplicar GLIFOSATO 480 SUMITOMO em área total ou coroamento ou então somente onde houver manchas com plantas infestantes. Na cultura do café, aplicar em faixas ou em área total da rua e carreadores, evitando-se atingir as folhas da cultura.
Em cana-de-açúcar, aplicar nas entrelinhas, nas manchas de plantas infestantes. No caso de eliminação de soqueira, aplicar sobre as folhas, em área total, usando-se a dose de 5,0-6,0 L/ha.
Para as culturas de arroz, soja (em plantio direto ou não) e trigo (em plantio direto), aplicar antes do plantio da cultura. Pode ser aplicado em jato dirigido protegido nas entrelinhas de soja e milho. Na soja, promover o controle somente para plantas infestantes que requerem até 5,0 L/ha de GLIFOSATO 480 SUMITOMO. No trigo, promover o controle somente para as plantas infestantes que requerem até 4,0 L/ha de GLIFOSATO 480 SUMITOMO.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz irrigado | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Café | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Citros | Paspalum maritimum | capim-gengibrão, capim-gengibre, capim-jacaré | Ver detalhes |
| Eucalipto | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Maçã | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Milho | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Pastagens | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Pinus | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Poinsétia | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Seringueira | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Soja | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Uva | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
O volume de calda pode variar em função da área efetivamente tratada, do porte e da densidade das invasoras, bem como do equipamento e tecnologia utilizada, conforme descrito abaixo:
Cultura | Modo de aplicação | Equipamento de aplicação | Volume de calda (L/ha) |
Arroz irrigado Milho Soja Trigo | Terrestre | Tratorizado | 50 - 200 |
Cana-de-açúcar Cana-de-açúcar | Terrestre | Tratotizado convencional (Eliminação de soqueira) | 200 - 400 |
Costal (Capina/Catação química) | 100 - 200 | ||
Pastagens | Terrestre | Tratorizado | 200 - 300 |
Costal | 300 - 400 | ||
Café Citros Eucalipto Maçã Pinus Seringueira Uva | Terrestre | Tratorizado | 100 - 200 |
Costal | 100 - 200 |
Bicos: Utilize bicos que gerem gotas médias, grossa ou muito grossas de forma a minimizar os riscos com deriva;
Vazão: 50 – 400 (L/ha)
Pressão: Deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
Tamanho de gotas: médias (M), grossas (G) ou muito grossas (MG).
A calibração deve ser individualmente, a uma velocidade ao redor de 1 metro/segundo.
Bicos: Utilize bicos que gerem gotas médias, grossa ou muito grossas de forma a minimizar os riscos com deriva;
Vazão: 100-400 (L/ha). O volume de calda a ser aplicado depende da pessoa que executa a operação, uma vez que este equipamento não possui regulador de pressão;
Pressão: Deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas. A pressão de trabalho varia conforme o ritmo da bomba, combinando com a vazão do bico;
Tamanho de gotas: médias (M), grossas (G) ou muito grossas (MG).
Os valores devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
Temperatura máxima.: 28oC;
Umidade Relativa Mínima.: 55%;
Velocidade máxima do vento.: 10km/h (3m/s);
Clima: observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Cabe ao usuário seguir as orientações do receituário e as instruções contidas na bula do produto a fim de evitar deriva. Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. Consulte um engenheiro agrônomo.
Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes d'água, criações e áreas de preservação ambiental.
As condições de aplicação poderão ser alteradas de acordo com as instruções do Engenheiro Agrônomo ou técnico responsável, mediante uso de tecnologia adequada.
Culturas | Intervalo de segurança |
Arroz | (1) |
Café | 15 dias |
Cana-de-açúcar | (1) |
Citros | 30 dias |
Eucalipto | UNA |
Maçã | 15 dias |
Milho | (1) |
Pastagens | (1) |
Pinus | UNA |
Seringueira | UNA |
Soja | (2) |
Trigo | (1) |
Uva | 17 dias |
(UNA) = Uso Não Alimentar
Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cor da Faixa: Azul PMS Blue 293 C
MONOCOTILEDÔNEAS | |||
Culturas | Alvo biológico | Doses | |
Nome comum Nome científico | kg p.c./ha | g/100 L d’água | |
ALGODÃO ARROZ CAFÉ CANA-DE-AÇÚCAR CITROS DUBOISIA EUCALIPTO MILHETO MILHO PINUS SOJA SORGO | Arroz-vermelho Oryza sativa | 2,5 | 1250 |
Capim-amargoso Digitaria insularis | 2,5 | 1250 | |
Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 1,5 | 750 | |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 1,5 – 2,5 | 750 – 1250 | |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 0,5 – 1,5 | 250 – 750 | |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | 0,5 – 1,5 | 250 – 750 | |
Capim-colonião Panicum maximum | 1,5 – 2,5 | 750 – 1250 | |
Capim-oferecido Pennisetum setosum | 1,5 | 750 | |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 0,5 – 1,5 | 250 – 750 | |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 0,5 – 1,5 | 250 – 750 | |
Capim-massambará Sorghum halepense | 0,5 – 1,5 | 250 – 750 | |
Grama-seda Cynodon dactylon | 2,5 | 1250 | |
ALGODÃO, ARROZ, MILHETO, MILHO, SOJA e SORGO: Realizar 1 (uma) de área total no pré-plantio da cultura e na pós-emergência das plantas daninhas para o plantio direto. CAFÉ, CITROS, CANA-DE-AÇÚCAR e DUBOISIA: Realizar 1 (uma) aplicação na pós-emergência da cultura e das plantas daninhas para capina química. EUCALIPTO e PINUS: Realizar 1 (uma) aplicação para a erradicação de vegetação em aplicações de pré- plantio e nas entrelinhas em jato dirigido. É ainda indicado na rebrota do Eucalipto para renovação de área de plantio. | |||
VER 21 – 15.01.2024
p.c.: produto comercial; a.i.: ingrediente ativo.
Nota: 1 kg do produto contém 720 g de Glifosato ou 792,5 g de Sal de Amônio de Glifosato.
DICOTILEDÔNEAS | |||
Culturas | Alvo biológico | Dose | |
Nome comum Nome científico | kg p.c./ha | g/100 L d’água | |
ALGODÃO | Angiquinho Aeschynomene denticulata | 1,5 – 2,5 | 750 – 1250 |
ARROZ CAFÉ | Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 1,5 – 2,5 | 750 – 1250 |
CANA-DE-AÇÚCAR | Beldroega Portulaca oleracea | 0,5 – 1,5 | 250 – 750 |
CITROS DUBOISIA | |||
Carrapichão Xanthium strumarium | 1,5 | 750 | |
EUCALIPTO MILHETO | Corriola Ipomoea grandifolia | 1,5 | 750 |
MILHO | Guanxuma Sida rhombifolia | 1,5 | 750 |
PINUS SOJA | Losna-branca Parthenium hysterophorus | 0,5 – 1,5 | 250 – 750 |
SORGO | Picão-preto Bidens pilosa | 0,5 – 1,5 | 250 – 750 |
ALGODÃO, ARROZ, MILHETO, MILHO, SOJA e SORGO: Realizar 1 (uma) de área total no pré-plantio da cultura e na pós-emergência das plantas daninhas para o plantio direto. CAFÉ, CITROS, CANA-DE-AÇÚCAR e DUBOISIA: Realizar 1 (uma) aplicação na pós-emergência da cultura e das plantas daninhas para capina química. EUCALIPTO e PINUS: Realizar 1 (uma) aplicação para a erradicação de vegetação em aplicações de pré- plantio e nas entrelinhas em jato dirigido. É ainda indicado na rebrota do Eucalipto para renovação de área de plantio. | |||
p.c.: produto comercial; a.i.: ingrediente ativo.
VER 21 – 15.01.2024
Nota: 1 kg do produto contém 720 g de Glifosato ou 792,5 g de Sal de Amônio de Glifosato.
MONOCOTILEDÔNEAS | |||
Culturas | Alvo biológico | Dose | |
Nome comum Nome científico | kg p.c./ha | g/100 L d’água | |
AMEIXA AVEIA BANANA CACAU | Aveia-voluntária Avena strigosa | 1,0 | 500 |
Braquiarão Brachiaria brizantha | 1,5 – 2,5 | 750 – 1250 | |
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 2,5 | 1250 | |
MONOCOTILEDÔNEAS | |||
Culturas | Alvo biológico | Dose | |
Nome comum Nome científico | kg p.c./ha | g/100 L d’água | |
CAJU CAQUI CARAMBOLA CENTEIO CEVADA FIGO GOIABA MAÇÃ MANGABA MARMELO NECTARINA NÊSPERA PASTAGENS PERA PÊSSEGO TRIGO TRITICALE UVA | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 0,50 | 250 |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 1,0 | 500 | |
Grama-seda Cynodon dactylon | 2,5 – 3,5 | 1250 – 1750 | |
Junquinho Cyperus ferax | 2,0 – 2,5 | 1000 – 1250 | |
Tiririca Cyperus rotundus | 2,0 – 2,5 | 1000 – 1250 | |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | 0,75 – 1,0 | 375 – 500 | |
Capim-amargoso Digitaria insularis | 1,5 | 750 | |
Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 1,0 – 1,5 | 500 – 750 | |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 1,0 | 500 | |
Azevém anual Lolium multiflorum | 2,5 | 1250 | |
Capim-colonião Panicum maximum | 2,25 | 1125 | |
Capim-azedo Paspalum conjugatum | 1,5 | 750 | |
Grama-batatais Paspalum notatum | 2,5 | 1250 | |
Capim-da-guiné Paspalum paniculatum | 1,0 | 500 | |
AVEIA, CENTEIO, CEVADA, PASTAGENS, TRIGO, TRITICALE: Realizar 1 (uma) de área total no pré- plantio da cultura e na pós-emergência das plantas daninhas para o plantio direto. Indicado ainda para aplicação em área de pousio antecedendo o plantio de aveia, centeio, cevada, pastagem, trigo e triticale. AMEIXA, BANANA, CACAU, CAJU, CAQUI, CARAMBOLA, FIGO, GOIABA, MAÇÃ, MANGABA, MARMELO, NECTARINA, NÊSPERA, PERA, PÊSSEGO E UVA: Realizar 1 (uma) aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas. | |||
p.c.: produto comercial; a.i.: ingrediente ativo.
VER 21 – 15.01.2024
Nota: 1 kg do produto contém 720 g de Glifosato ou 792,5 g de Sal de Amônio de Glifosato.
DICOTILEDÔNEAS | |||
Culturas | Alvo biológico | Dose | |
Nome comum Nome científico | kg p.c./ha | g/100 L d’água | |
Capim-rasteiro | 1,0 | 500 | |
Acanthospermum australe | |||
Carrapicho-de-carneiro | 1,0 | 500 | |
Acanthospermum hispisum | |||
Mentrasto | 1,0 | 500 | |
Ageratum conyzoides | |||
AMEIXA | Apaga-fogo Alternanthera tenella | 1,0 | 500 |
AVEIA | Caruru-roxo Amaranthus hybridus | 1,0 | 500 |
BANANA | Caruru | 1,0 | 500 |
CACAU | Amaranthus viridis | ||
Picão-preto | 0,75 | 375 | |
CAJU | Bidens pilosa | ||
Erva-de-santa-luzia | 1,0 | 500 | |
CAQUI | Chamaesyce hirta | ||
Erva-de-santa-maria | 1,0 | 500 | |
CARAMBOLA | Chenopodium ambrosioides | ||
Trapoeraba | 3,0 – 3,5 | 1500 – 1750 | |
CENTEIO | Commelina benghalensis | ||
Buva | 0,50 – 1,5 | 250 – 750 | |
CEVADA | Conyza bonariensis | ||
Amendoim-bravo | 1,0 | 500 | |
FIGO | Euphorbia heterophylla | ||
Fazendeiro | 0,50 | 250 | |
GOIABA | Galinsoga parviflora | ||
Corda-de-viola | 1,5 – 2,0 | 750 – 1000 | |
MAÇÃ | Ipomoea grandifolia | ||
Corda-de-viola | 2,0 | 1000 | |
MANGABA | Ipomoea indivisa | ||
Corda-de-viola | 2,0 | 1000 | |
MARMELO | Ipomoea nil | ||
Guanxuma | 1,0 | 500 | |
NECTARINA | Malvastrum coromandelianum | ||
Beldroega | 1,0 | 500 | |
NÊSPERA | Portulaca oleracea | ||
Nabo ou Nabiça | 1,0 | 500 | |
PASTAGENS | Raphanus raphanistrum | ||
Nabo ou Nabiça | 1,5 | 750 | |
PERA | Raphanus sativus | ||
Poaia-branca | 2,5 | 1250 | |
PÊSSEGO | Richardia brasiliensis | ||
Maria-mole | 1,0 | 500 | |
TRIGO | Senecio brasiliensis | ||
Guanxuma | 1,0 – 1,5 | 500 – 750 | |
TRITICALE | Sida rhombifolia | ||
UVA | 1,0 | 500 | |
2,0 – 3,0 | 1000 – 1500 | ||
Erva-quente | |||
Spermacoce latifolia | |||
Erva-de-touro | 2,0 | 1000 | |
Tridax procumbens | |||
Ervilhaca | 2,0 – 3,0 | 1000 - 1500 | |
Vicia sativa | |||
VER 21 – 15.01.2024
DICOTILEDÔNEAS | |||
Culturas | Alvo biológico | Dose | |
Nome comum Nome científico | kg p.c./ha | g/100 L d’água | |
AVEIA, CENTEIO, CEVADA, PASTAGENS, TRIGO, TRITICALE: Realizar 1 (uma) de área total no pré-plantio da cultura e na pós-emergência das plantas daninhas para o plantio direto. Indicado ainda para aplicação em área de pousio antecedendo o plantio de aveia, centeio, cevada, pastagem, trigo e triticale. AMEIXA, BANANA, CACAU, CAJU, CAQUI, CARAMBOLA, FIGO, GOIABA, MAÇÃ, MANGABA, MARMELO, NECTARINA, NÊSPERA, PERA, PÊSSEGO E UVA: Realizar 1 (uma) aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas. | |||
p.c.: produto comercial; a.i.: ingrediente ativo.
Nota: 1 kg do produto contém 720 g de Glifosato ou 792,5 g de Sal de Amônio de Glifosato.
MONOCOTILEDÔNEAS | |||
Cultura | Alvo biológico | Dose | |
Nome comum Nome científico | kg p.c./ha | g/100 L d’água | |
ALGODÃO OGM | Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 0,5 – 1,0 | 250 – 500 |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 0,5 – 1,5 | 250 - 750 | |
Estádio de crescimento da planta daninha: Aplicar até 2 perfilhos ou até 10 cm. Época dias após a emergência da cultura: Até 4 folhas (15 dias). | |||
p.c.: produto comercial; a.i.: ingrediente ativo.
Nota: 1 kg do produto contém 720 g de Glifosato ou 792,5 g de Sal de Amônio de Glifosato.
DICOTILEDÔNEAS | |||
Cultura | Alvo biológico | Dose | |
Nome comum Nome científico | kg p.c./ha | g/100 L d’água | |
ALGODÃO OGM | Apaga-fogo Alternanthera tenella | 0,5 – 1,0 | 250 – 500 |
Caruru Amaranthus viridis | 0,5 – 1,0 | 250 – 500 | |
Trapoeraba Commelina benghalensis | 1,0 – 1,5 | 500 – 750 | |
Corda-de-viola Ipomoea nil | 1,0 – 1,5 | 500 - 750 | |
Estádio de crescimento da planta daninha: Aplicar até 6 folhas ou até 10 cm. Época dias após a emergência da cultura: Até 4 folhas (15 dias). | |||
VER 21 – 15.01.2024
p.c.: produto comercial; a.i.: ingrediente ativo.
Nota: 1 kg do produto contém 720 g de Glifosato ou 792,5 g de Sal de Amônio de Glifosato.
Aplicar as menores doses nas plantas daninhas em pós-emergência precoce e as maiores doses em plantas daninhas em maior estádio de crescimento.
As doses em g/100 L d’água referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 200 L/ha.
No caso de ocorrer reinfestação, uma pulverização de GLIFOSATO 720 WG NORTOX deverá ser realizada em jato dirigido na entrelinha da cultura, obedecendo às doses e estádios das plantas daninhas indicadas nas tabelas do item 1.1.1.
MONOCOTILEDÔNEAS | |||
Cultura | Alvo biológico | Dose | |
Nome comum Nome científico | kg p.c./ha | g/100 L d’água | |
MILHO OGM | Aveia voluntária Avena strigosa | 0,5 – 1,0 | 250 – 500 |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 1,0 – 1,5 | 500 – 750 | |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 0,5 – 1,5 | 250 - 750 | |
Estádio de crescimento da planta daninha: Aplicar até 2 perfilhos ou até 10 cm. Época dias após a emergência da cultura: V3 – V4 (20 dias). | |||
p.c.: produto comercial; a.i.: ingrediente ativo.
VER 21 – 15.01.2024
Nota: 1 kg do produto contém 720 g de Glifosato ou 792,5 g de Sal de Amônio de Glifosato.
DICOTILEDÔNEAS | |||
Cultura | Alvo biológico | Dose | |
Nome comum Nome científico | kg p.c./ha | g/100 L d’água | |
MILHO OGM | Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | 0,5 – 1,5 | 250 - 700 |
Apaga-fogo Alternanthera tenella | 0,5 – 1,0 | 250 – 500 | |
Caruru Amaranthus viridis | 0,5 – 1,0 | 250 – 500 | |
Picão-preto Bidens pilosa | 0,5 – 1,0 | 250 – 500 | |
Trapoeraba Commelina benghalensis | 0,5 – 1,5 | 250 – 750 | |
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 0,5 – 1,5 | 250 – 750 | |
Corda-de-viola Ipomoea acuminata | 0,5 – 1,0 | 250 – 500 | |
Corda-de-viola Ipomoea purpurea | 0,5 – 1,5 | 250 – 750 | |
Beldroega Portulaca oleracea | 0,5 – 1,0 | 250 – 500 | |
DICOTILEDÔNEAS | |||
Cultura | Alvo biológico | Dose | |
Nome comum Nome científico | kg p.c./ha | g/100 L d’água | |
MILHO OGM | Guanxuma Sida rhombifolia | 0,5 – 1,0 | 250 – 500 |
Nabo Raphanus raphanistrum | 0,5 – 1,5 | 250 - 750 | |
Estádio de crescimento da planta daninha: Aplicar até 6 folhas ou 10 cm de altura. Época dias após a emergência da cultura: V3 (20 dias). | |||
p.c.: produto comercial; a.i.: ingrediente ativo.
Nota: 1 kg do produto contém 720 g de Glifosato ou 792,5 g de Sal de Amônio de Glifosato.
Aplicar as menores doses nas plantas daninhas em pós-emergência precoce e as maiores doses em plantas daninhas em maior estádio de crescimento.
As doses em g/100 L d’água referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 200 L/ha.
Em áreas de alta infestação e/ou germinação desuniforme das plantas daninhas Acanthospermum hispidum, Alternanthera tenella, Amaranthus viridis, Cenchrus echinatus, Commelina benghalensis, Eleusine indica, Euphorbia heterophylla, Ipomoea acuminata e Ipomoea purpurea recomenda-se realizar a primeira aplicação na dose recomendada nas tabelas do item 4.1.2 e a segunda aplicação utilizar dose de 1,0 kg p.c./ha, com intervalo de aproximadamente 15 a 20 dias após a primeira aplicação.
Cultura | Alvo biológico | Dose | |
Nome comum Nome científico | kg p.c./ha | g/100 L d’água | |
SOJA OGM | Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 0,5 – 0,75 | 360 – 250 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | 0,5 – 0,75 | 360 - 250 | |
Estádio de crescimento da planta daninha: Aplicar aos 25 DAE, até 2 perfilhos ou 10 cm. Época dias após a emergência da cultura: V3 com 3º trifólio completamente expandido. | |||
p.c.: produto comercial; a.i.: ingrediente ativo.
Nota: 1 kg do produto contém 720 g de Glifosato ou 792,5 g de Sal de Amônio de Glifosato.
VER 21 – 15.01.2024
A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergências é aos 25 dias após a emergência da cultura, quando as plantas daninhas se encontram em estágio inicial de desenvolvimento.
Nome comum | Nome científico | Dose | |
Kg p.c./ha | Kg a.i./ha | ||
Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 2,5 – 3,0 | 1,8 – 2,16 |
Aplicação para erradicação de soqueira na cultura da cana-de-açúcar. Realizar uma única aplicação. Esta aplicação deve ser feita quando a altura média das folhas estiver entre 0,6 m e 1,0 m medidas a partir do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira. Aplicação: Terrestre e Aérea. | |||
p.c.: produto comercial; a.i.: ingrediente ativo.
Nota: 1 kg do produto contém 720 g de Glifosato ou 792,5 g de Sal de Amônio de Glifosato.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Panicum maximum | capim-colonião, capim-coloninho (1), capim-guiné | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Ipomoea nil | amarra-amarra (2), campainha (8), corda-de-viola (9) | Ver detalhes |
| Ameixa | Echinochloa crusgalli | capim-arroz (2), capim-canevão, capim-jaú | Ver detalhes |
| Arroz | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Aveia | Sonchus oleraceus | chicória-brava, serralha, serralha-lisa | Ver detalhes |
| Banana | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Cacau | Richardia brasiliensis | poaia, poaia-branca, poaia-do-campo (2) | Ver detalhes |
| Café | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Caju | Brachiaria brizantha | braquiarão, braquiária-brizanta, braquiária-do-alto | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Caqui | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
| Carambola | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Centeio | Avena strigosa | aveia-brasileira, aveia-preta, aveia-voluntária | Ver detalhes |
| Cevada | Brachiaria brizantha | braquiarão, braquiária-brizanta, braquiária-do-alto | Ver detalhes |
| Citros | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Duboisia | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Eucalipto | Aeschynomene denticulata | angiquinho (2), corticeirinha (1), maricazinho (2) | Ver detalhes |
| Figo | Avena strigosa | aveia-brasileira, aveia-preta, aveia-voluntária | Ver detalhes |
| Goiaba | Avena strigosa | aveia-brasileira, aveia-preta, aveia-voluntária | Ver detalhes |
| Maçã | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Mangaba | Avena strigosa | aveia-brasileira, aveia-preta, aveia-voluntária | Ver detalhes |
| Marmelo | Chamaesyce hirta | erva-andorinha (2), erva-de-cobre, erva-de-sangue | Ver detalhes |
| Milheto | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Milho | Aeschynomene denticulata | angiquinho (2), corticeirinha (1), maricazinho (2) | Ver detalhes |
| Milho OGM | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Nectarina | Senecio brasiliensis | flor-das-almas, flor-de-finados, maria-mole (2) | Ver detalhes |
| Nêspera | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
| Pastagens | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Pera | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Pessego | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Pinus | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Soja | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Sorgo | Panicum maximum | capim-colonião, capim-coloninho (1), capim-guiné | Ver detalhes |
| Trigo | Avena strigosa | aveia-brasileira, aveia-preta, aveia-voluntária | Ver detalhes |
| Triticale | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Uva | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
Para preparação da calda, abasteça o pulverizador até 3/4 de sua capacidade mantendo agitador ou retorno acionado. Coloque a dose indicada do herbicida GLIFOSATO 720 WG NORTOX em um recipiente com água a parte para se obter uma pré-diluição do produto e adicione ao tanque do pulverizador, após isso complete o volume restante do pulverizador com água. Acionar e manter o agitador em funcionamento e adicionar o produto, completando por fim o volume do tanque com água.
Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação. Aplique de imediato sobre os alvos biológicos.
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Para a aplicação do produto utilize uma tecnologia de aplicação que ofereça uma boa cobertura dos alvos biológicos. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno. A pressão de trabalho deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas. As gotas menores são indicadas para plantas daninhas de maior densidade vegetativa e para locais onde não haja risco de atingir plantas econômicas por deriva.
Utilizar a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva. Para determinadas culturas que
utilizarem equipamentos específicos o tamanho das gotas pode ser ajustado e adequado de acordo com cada situação.
Deve-se realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (bicos, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo.
Volume de calda recomendado: 150 - 200 L/ha. Tratando-se de plantas com grande densidade vegetativa recomenda-se o volume maior.
Na pulverização utilize técnicas que proporcionem maior cobertura. Consulte um Engenheiro Agrônomo.
APLICAÇÃO ÁEREA
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aero agrícolas pela ANAC. A altura de voo não deve ultrapassar 4,0 m, para evitar problemas com deriva, a altura ideal é de 2 a 3 m acima do alvo, desde que garanta a segurança do voo. Utilizar menor número de bicos com maior vazão proporcionando cobertura uniforme e orientar de maneira que o jato esteja dirigido para trás, no sentido paralelo a corrente de ar.
Na pulverização utilize técnicas que proporcionem maior cobertura. Consulte um Engenheiro Agrônomo.
Volume de calda recomendado: 20 a 40 L/ha. A faixa de disposição deve ser de 18 a 20 m.
Nota: Sempre verificar o risco de atingir culturas econômicas sensíveis a herbicidas por deriva.
As condições climáticas mais favoráveis para pulverização utilizando equipamentos adequados são:
Umidade relativa do ar: mínimo 50%; máximo 95%;
Velocidade do vento: mínimo - 2 km/hora; máximo – 10 km/hora;
Temperatura: entre 20 a 30ºC ideal;
Caso haja a presença de orvalho na cultura, não há restrições nas aplicações com aviões; porém, deve-se evitar aplicações com máquinas terrestres.
Evitar as condições de inversão térmica.
Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave.
Ajustar o tamanho de gotas às condições ambientais, alterando o ângulo relativo dos bicos hidráulicos ou o ângulo das pás do “micronair”.
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Os volumes de aplicação e tamanho de gotas maiores são indicados quando as condições ambientais estão próximas dos limites recomendados. Já para lavouras com densa massa foliar, recomendam-se gotas menores e volumes maiores.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura), para tanto o tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque.
Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante.
Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Culturas | Dias |
Algodão | (1) |
Arroz, Aveia, Cana-de-açúcar, Centeio, Cevada, Pastagem, Trigo e Triticale | (2) |
Milheto, Milho e Sorgo | (3) |
Soja | (4) |
Banana, Cacau, Citros, Nectarina e Pêssego | 30 |
Café, Maçã e Pêra | 15 |
Ameixa, Caju, Caqui, Carambola, Figo, Goiaba, Mangaba, Marmelo, Nêspera e Uva | 17 |
Duboisia, Eucalipto e Pinus | U.N.A. |
U.N.A.: Uso Não Alimentar.
O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas daninhas e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do Algodão OGM, que expressa tolerância ao glifosato, é de 130 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e da cultura.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
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O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do milho geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 60 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas daninhas e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura de soja OGM, que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.
Aplicação em jato dirigido sobre as plantas infestantes, nas culturas de: banana, cacau, café, citros, maçã, pêssego e uva.
Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) – sistema de plantio direto para as culturas de algodão, arroz, cana-de-açúcar, milho, pastagens, soja e trigo.
Aplicação em área de pousio antecedendo o plantio de algodão, arroz, cana-de-açúcar, milho, pastagens, soja e trigo.
Aplicação para erradicação de soqueira na cultura da cana-de-açúcar.
Aplicação em área total, em pós-emergência da soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato em áreas de plantio direto ou convencional.
Eliminação de vegetação para implantação das espécies florestais (pré-plantio) e para limpeza de entrelinhas após sua implantação (pós-emergência) para as culturas de pinus e eucalipto.
Algodão, Arroz, Banana, Cacau, Café, Cana-de-açúcar, Citros, Eucalipto, Maçã, Milho, Pastagens, Pêssego, Pinus, Soja, Soja Geneticamente Modificada, Trigo e Uva.
CULTURAS: Algodão, Arroz, Banana, Cacau, Café, Cana-de-açúcar, Citros, Maçã, Milho, Pastagens, Pêssego, Soja, Trigo e Uva. | |||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para as plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais. Aplicar GLIFOSATO 720 WG PERTERRA quando as plantas infestantes estiverem em boas condições de desenvolvimento vegetativo, sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). | |||||
PLANTAS INFESTANTES FOLHA ESTREITA | DOSE (Produto comercial) | Número de Aplicações e Intervalo entre Aplicações | Volume de Calda | ||
Nome Comum | Nome Científico | kg/ha* | g/100 L d’água** | 01 aplicação | Para aplicação com pulverizador costal manual: 200 L/ha Para aplicação terrestre com pulverizador de barra: 50 - 250 L/ha Para aplicação aérea: |
Aveia-voluntária | Avena strigosa | 1,00 | 500 | ||
Braquiarão | Brachiaria brizantha | 1,50 - 2,50 | 750 - 1250 | ||
Capim- braquiária | Brachiaria decumbens | 2,50 | 1250 | ||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 0,50 | 250 | ||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,00 | 500 | ||
Grama-seda | Cynodon dactylon | 2,50 – 3,50 | 1250 - 1750 | ||
Junquinho | Cyperus ferax | 2,00 - 2,50 | 1000 - 1250 | ||
Tiririca | Cyperus rotundus | 2,00 - 2,50 | 1000 - 1250 | ||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 0,75 - 1,00 | 375 - 500 | ||
Capim- amargoso | Digitaria insularis | 1,50 | 750 | ||
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 1,00 - 1,50 | 500 - 750 | 20 - 40 L/ha | |
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | 1,00 | 500 | ||
Azevém-anual | Lolium multiflorum | 2,50 | 1250 | ||
Capim-colonião | Panicum maximum | 2,25 | 1125 | ||
Capim-azedo | Paspalum conjugatum | 1,50 | 750 | ||
Grama-batatais | Paspalum notatum | 2,50 | 1250 | ||
Capim-da-guiné | Paspalum paniculatum | 1,00 | 500 | ||
Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 2,50 – 3,00 | 1250 - 1750 | ||
Sorgo | Sorghum bicolor | 0,50 – 1,00 | 250 - 500 |
PLANTAS INFESTANTES FOLHA LARGA | DOSE (Produto comercial | Número de Aplicações e Intervalo entre Aplicações | Volume de Calda | ||
Nome Comum | Nome Científico | kg/ha* | g/100 L d’água** | ||
Carrapicho- | Acanthospermum | 1,00 | 500 | Para aplicação com pulverizador costal manual: 200 L/ha Para aplicação terrestre com pulverizador de barra: 50 - 250 L/ha Para aplicação aérea: 20 - 40 L/ha | |
rasteiro | australe | ||||
Carrapicho- de- | Acanthospermum | 1,00 | 500 | ||
carneiro | hispidum | ||||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 1,00 | 500 | ||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,00 | 500 | ||
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 1,00 | 500 | ||
Caruru-de- | |||||
mancha ou | Amaranthus viridis | 1,00 | 500 | ||
Caruru | |||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 0,75 | 375 | ||
Erva-de- santa- | Chamaesyce hirta | 1,00 | 500 | ||
luzia | |||||
Erva-de- santa- | Chenopodium | 1,00 | 500 | ||
maria | ambrosioides | ||||
Buva | Conyza bonariensis | 0,50 – 1,50 | 250 - 750 | ||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | 1,00 | 500 | 01 aplicação | |
Fazendeiro | Galinsoga parviflora | 0,50 | 250 | ||
Corda-de- viola | Ipomoea grandifolia | 1,50 - 2,00 | 750 - 1000 | ||
Corda-de- viola | Ipomoea indivisa | 2,00 | 1000 | ||
Corda-de- viola | Ipomoea nil | ||||
Guanxuma | Malvastrum | 1,00 | 500 | ||
coromandelianum | |||||
Beldroega | Portulaca oleracea | 1,00 | 500 | ||
Nabo ou Nabiça | Raphanus raphanistrum | 1,00 | 500 | ||
Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | 1,50 | 750 | ||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2,50 | 1250 | ||
Maria-mole | Senecio brasiliensis | 1,00 | 500 | ||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 1,00 - 1,50 | 500 - 750 | ||
Serralha | Sonchus oleraceus | 1,00 | 500 | ||
Erva-quente | Spermacoce latifolia | 2,00 – 3,00 | 1000 - | ||
1500 | |||||
Erva-de- touro | Tridax procumbens | 2,00 | 1000 | ||
Ervilhaca | Vicia sativa | 2,00 – 3,00 | 1000 - 1500 | ||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 3,0 – 3,5 (1) | 1500 - 1750 | Recomenda-se 2 aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias nas doses de 2,0 kg p.c./ha seguido de 1,0 kg p.c./ha a 2,0 kg p.c./ha seguido de 1,5 kg p.c./ha. | |
CULTURAS: Soja geneticamente modificada tolerante ao Glifosato. | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é aos 25 dias após emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. Estádio da soja: V3 - 3º trifólio completamente expandido. Plantas infestantes com até 2 perfilhos ou 10 cm. Obs: O estádio de desenvolvimento pode variar de acordo com a época de plantio, condições climáticas e ciclo da variedade em questão. | ||||
PLANTAS INFESTANTES FOLHA ESTREITA | DOSE (Produto comercial) | Número de Aplicações e Intervalo entre Aplicações | Volume de Calda | |
Nome Comum | Nome Científico | kg/ha* | 01 aplicação | Para aplicação terrestre com pulverizador de barra: 50 - 250 L/ha Para aplicação aérea: 20 - 40 L/ha |
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | 0,50 – 0,75 | ||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 0,50 – 0,75 | ||
CULTURAS: Pinus e Eucalipto | |||
PRINCIPAIS PLANTAS INFESTANTES ANUAIS CONTROLADAS | |||
PLANTAS INFESTANTES FOLHA ESTREITA | DOSE (Produto comercial) | ||
Nome Comum | Nome Científico | kg/ha* | g/100 L d’água** |
Capim-oferecido | Pennisetum setosum | 1,50 | 750 |
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | ||
Capim-azedo | Paspalum conjugatum | ||
Capim-massambará | Sorghum halepense | 0,50 – 1,50 | 250 – 750 |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 1,50 – 2,50 | 750 – 1250 |
Capim-colonião | Panicum maximum | ||
Arroz Vermelho | Oryza sativa | 2,50 | 1250 |
Capim-amargoso | Digitaria insularis | ||
Grama-batatais | Paspalum notatum | ||
Grama-seda | Cynodon dactylon | 2,50 – 3,50 | 1250 – 1750 |
Cevadilha | Bromus catharticus | 0,50 | 250 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 0,75 - 1,00 | 375 - 500 |
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | 1,00 | 500 |
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,00 | 500 |
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 0,50 | 250 |
PLANTAS INFESTANTES FOLHA LARGA | DOSE (Produto comercial | ||
Nome Comum | Nome Científico | kg/ha* | g/100 L d’água** |
Quebra-pedra | Phyllantus tenellu | 0,50 | 250 |
Mata-pasto | Eupatorium maximilianii | 0,75 | 375 |
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 1,00 | 500 |
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 0,50 – 1,50 | 250 – 750 |
Buva | Conyza bonariensis | ||
Carrapichão | Xanthium strumarium | 1,50 | 750 |
Carrapicho- rasteiro | Acanthospermum australe | 1,00 | 500 |
Picão-preto | Bidens pilosa | 0,75 | 375 |
Fazendeiro | Galinsoga parviflora | 0,50 | 250 |
Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | 1,00 | 500 |
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2,50 | 1250 |
Serralha | Sonchus oleraceus | 1,00 | 500 |
Trevo | Trifolium repens | 2,50 | 1250 |
PRINCIPAIS PLANTAS INFESTANTES PERENES CONTROLADAS | |||
PLANTAS INFESTANTES FOLHA ESTREITA | DOSE (Produto comercial) | ||
Nome Comum | Nome Científico | kg/ha* | g/100 L d’água** |
Capim-da-guiné | Paspalum paniculatum | 1,00 | 500 |
PLANTAS INFESTANTES FOLHA LARGA | DOSE (Produto comercial | ||
Nome Comum | Nome Científico | kg/ha* | g/100 L d’água** |
Guanxuma | Sida rhombifolia | 1,00 - 1,50 | 500 - 750 |
Erva-lanceta | Solidago chilensis | 1,50 | 750 |
CULTURA: Eucalipto | |||
PLANTAS INFESTANTES FOLHA ESTREITA | DOSE (Produto comercial) | ||
Nome Comum | Nome Científico | kg/ha* | g/100 L d’água** |
Milheto | Pennisetum americanum | 0,55 – 1,60 | 275 - 800 |
Aveia-preta | Avena strigosa | 1,10 | 550 |
Junquinho | Cyperus ferax | 1,10 – 3,30 | 550 – 1650 |
Braquiarão | Brachiaria brizantha | 2,70 – 3,50 | 1350 – 1750 |
Azevém | Lolium multiflorum | 3,30 – 3,50 | 1650 – 1750 |
PLANTAS INFESTANTES FOLHA LARGA | DOSE (Produto comercial) | ||
Nome Comum | Nome Científico | kg/ha* | g/100 L d’água** |
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 0,55 – 1,10 | 275 – 550 |
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | 0,55 – 2,20 | 275 – 1100 |
Corda-de-viola | Ipomoea purpúrea | 1,10 – 2,20 | 550 – 1100 |
Beldroega | Portulaca oleracea | 1,10 – 2,20 | 550 – 1100 |
Carqueja | Baccharis trimera | 1,60 – 2,70 | 800 – 1350 |
Nabo ou Nabiça | Raphanus raphanistrum | 2,20 – 3,30 | 1100 – 1650 |
Cada quilo (kg) do GLIFOSATO 720 WG PERTERRA corresponde a 792,5 g/kg do sal de amônio de glifosato ou 720 g/kg do equivalente ácido de glifosato.
* Dependente do estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para a fase inicial de desenvolvimento,
maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
** As doses em g/100 L d’água referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 200 L/ha com bico de 110.01 (os valores foram aproximados para facilitar o preparo da calda). Qualquer dúvida, utilizar os valores em litros/hectare.
(1) Para controle da Trapoeraba recomenda-se 2 aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias nas doses de 2,0 kg p.c./ha seguido de 1,0 kg p.c./ha a 2,0 kg p.c./ha seguido de 1,5 kg p.c./ha.
Observação Geral: As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação.
O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para as plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais. Aplicar GLIFOSATO 720 WG PERTERRA quando as plantas infestantes estiverem em boas condições de desenvolvimento vegetativo, sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água).
No caso específico da Trapoeraba, seguir a recomendação detalhada no Quadro I.
Para a eliminação da soqueira da cana-de-açúcar recomenda-se a aplicação de 2,5 a 3,0 kg p.c./ha. Esta aplicação deve ser feita quando a altura média das folhas estiver entre 0,6 m e 1,0 m medidas a partir do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.
Aplicação em pós-emergência da soja geneticamente modificada tolerante ao Glifosato:
Aplicação única, seguindo os estágios de crescimento e épocas descritas no Quadro II.
A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é aos 25 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Arroz | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Banana | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Cacau | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Café | Raphanus sativus | nabiça (2), nabo (2), rabanete | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Citros | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Maçã | Paspalum conjugatum | capim-azedo, capim-forquilha, capim-marreca | Ver detalhes |
| Pastagens | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Pessego | Senecio brasiliensis | flor-das-almas, flor-de-finados, maria-mole (2) | Ver detalhes |
| Pinus | Pennisetum setosum | capim-avião, capim-custódio, capim-mandante | Ver detalhes |
| Soja | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Soja OGM | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Trigo | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Uva | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
Diluir a dose de GLIFOSATO 720 WG PERTERRA indicada para cada situação em água e pulverizar sobre as espécies a serem controladas. A aplicação poderá ser feita utilizando-se equipamentos aéreos ou terrestres. Armazenar e manusear apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável.
Não armazenar a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum.
Aplica-se GLIFOSATO 720 WG PERTERRA em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas de mato, tomando-se o necessário cuidado para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folha, ramos ou caule jovem).
No caso de soja geneticamente modificada tolerante ao Glifosato seguir as recomendações de aplicação indicadas.
A eficiência do produto é visualizada entre o 4º e o 10º dia após o tratamento.
A aplicação pode ser feita com pulverizadores de barra, com bicos adequados à aplicação de herbicidas, com pressão entre 20 a 40 lb/pol2, utilizando-se um volume de água entre 50 a 250 L/ha. Observar que esteja
ocorrendo uma boa cobertura da área foliar. Para aplicação com pulverizadores costais manuais, verificar as doses por 100 L de água e utilizar vazão aproximada de 200 L/ha.
No caso de soja geneticamente modificada tolerante ao Glifosato deve ser utilizado um volume de calda de 120 L/ha.
Barras com bicos para aeronaves de asa fixa - Ipanema de qualquer modelo.
Volume de calda de 20 a 40 L/ha, altura de voo de 3 a 5 m acima do topo da cultura, com faixa de deposição com 15 m de largura e tamanho de gotas entre 200 a 600 micras.
Densidade mínima de gotas de 20 a 40 gotas/cm2.
Bicos de pulverização - bicos de jato cônico ou leque que permitam uma vazão ao redor de 20 a 40 L/ha de calda.
(D10-45, D7-46, 80-10, 80-15) e produzam gotas com DMV para as condições de aplicação e regulagem entre 200 a 600 micras, com uma deposição mínima de 20 gotas/cm2 sem escoamento na folha.
Em aviões tipo Ipanema, usa-se de 37 a 42 bicos na asa, sendo que normalmente para se evitar problemas de vórtices de ponta de asa, fecha-se ao redor de 3 bicos em cada raiz de asa e 2 bicos na barriga no pé direito e 1 no pé esquerdo.
Dependendo da altura de voo, da aeronave, do tipo de asa e posição de barra esta configuração pode-se alterar.
A angulação destes bicos na barra aplicadora vai ser determinante na configuração final do DMV da gota formada.
Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Sigas as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos esses fatores quando da decisão de aplicar.
Para doses superiores a 1800 g/ha, utilizar de tecnologia de redução de deriva de 50% nas aplicações costal, e tratorizada, sendo necessário consultar um engenheiro agrônomo e o catálogo do fabricante de pontas de pulverização.
Para doses superiores a 3700 g/ha, utilizar de tecnologia de redução de deriva de 50% e manter bordadura de cinco metros nas aplicações costal e tratorizada, sendo necessário consultar um engenheiro agrônomo e o catálogo do fabricante de pontas de pulverização. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 40 metros do limite externo da plantação.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
A melhor estratégia de gerenciamento da deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (0,15 a 0,20 mm). A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais
desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade, e inversão térmica.
indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. No entanto, se não houver neblina, as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento de fumaça originária de uma fonte do solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há
indicação de um bom movimento vertical do ar.
Deve-se procurar aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h, temperaturas superiores a 30°C e umidade relativa inferior a 50%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Em aplicações com qualquer tipo de equipamento, observar as condições climáticas recomendadas, considerando que a umidade relativa do ar é o fator mais importante, já que determina uma maior ou menor evaporação.
CULTURAS | DIAS |
Algodão, arroz, cana-de-açúcar, milho, pastagem, trigo | (1) |
Soja | (2) |
Banana, cacau, citros, pêssego | 30 |
Café, maçã | 15 |
Uva | 17 |
Pinus e eucalipto | U.N.A. |
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
U.N.A. – Uso não alimentar
Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual (EPI) por um período mínimo de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso haja necessidade de reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes desse período, usar os EPIs recomendados.
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
GLIFOXIN® é indicado para as seguintes culturas: pinus, eucalipto, citros, café, seringueira, cana-de- açúcar e no plantio direto de: pastagem, arroz, arroz irrigado, trigo, soja e milho. Também é indicado para eliminação da soqueira de cana-de-açúcar.
Antes da implantação das culturas, a aplicação é feita em área total, para completa eliminação das plantas daninhas. Após a implantação das culturas a aplicação deverá ser feita apenas nas entrelinhas, evitando contato direto com a cultura implantada.
Nome comum | Nome científico | Doses | Época de Aplicação | |
Produto comercial (L/ha) | Ingrediente Ativo (g/ha) | |||
Lanceta | Eclipta alba | 2,0 | 960 | O controle das plantas infestantes é feito com uma única aplicação, se o GLIFOXIN® for aplicado no período inicial de floração para plantas infestantes perenes ou na fase de desenvolvimento antes da formação das flores e sementes para plantas infestantes anuais. GLIFOXIN® não tem ação sobre sementes existentes no solo. |
Erva quente | Spermacoce alata | 4,0 | 1920 | |
Guanxuma | Sida rhombifolia | 3,0 | 1440 | |
Guanxuma | Sida cordifolia | 3,0 | 1440 | |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 Intervalo de aplicação: aplicação única Volume de calda:
| ||||
Nome comum | Nome científico | Doses | Época de Aplicação | |
Produto comercial (L/ha) | Ingrediente Ativo (g/ha) | |||
Capim-gengibre | Paspalum maritimum | 2,0 | 960 | O controle das plantas infestantes é feito com uma única aplicação, se o GLIFOXIN® for aplicado no período inicial de floração para plantas infestantes perenes ou na fase de desenvolvimento antes da formação das flores e sementes para plantas infestantes anuais. GLIFOXIN® não tem ação sobre sementes existentes no solo. |
Capim-colonião | Panicum maximum | 2,0 | 960 | |
Capim-dandá | Cyperus rotundus | 4,0 | 1920 | |
Grama-bermuda | Cynodon dactylon | 4,0 | 1920 | |
Grama-batatais | Paspalum notatum | 4,0 | 1920 | |
Junquinho | Cyperus ferax | 3,0 | 1440 | |
Soqueira de Cana- de-Açúcar | Saccharum officinarum | 4,0 | 1920 | |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 Intervalo de aplicação: aplicação única Volume de calda:
| ||||
Nome comum | Nome científico | Doses | Época de Aplicação | |
Produto comercial (L/ha) | Ingrediente Ativo (g/ha) | |||
Trapoeraba | Murdannia | 4,0 | 1920 | O controle das plantas infestantes é feito com uma única aplicação, se o GLIFOXIN® for aplicado no período inicial de floração para plantas infestantes perenes ou na fase de desenvolvimento antes da formação das flores e sementes para plantas infestantes anuais. GLIFOXIN® não tem ação sobre sementes existentes no solo. |
nudiflora | ||||
Centela | Centella asiatica | 4,0 | 1920 | |
Picão preto | Bidens pilosa | 1,0 | 480 | |
Carrapicho-de- | Acanthospermum | 1,0 | 480 | |
carneiro | hispidum | |||
Caruru-branco | Amaranthus | 1,5 | 720 | |
hybridus | ||||
Losna-branca | Parthenium | 2,0 | 960 | |
hysterophorus | ||||
Poaia-branca | Richardia | 2,0 | 960 | |
brasiliensis | ||||
Malvastro | Malvastrum | 2,0 | 960 | |
coromandelianun | ||||
Assa-peixe | Vernonia | 4,0 | 1920 | |
ferruginea | ||||
Caeté | Thalia geniculata | 4,0 | 1920 | |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 Intervalo de aplicação: aplicação única Volume de calda:
| ||||
Nome comum | Nome científico | Doses | Época de Aplicação | |
Produto comercial (L/ha) | Ingrediente Ativo (g/ha) | |||
Capim-carrapicho | Cenchrus | 1,5 | 720 | O controle das plantas infestantes é feito com uma única aplicação, se o GLIFOXIN® for aplicado no período inicial de floração para plantas infestantes perenes ou na fase de desenvolvimento antes da formação das flores e sementes para plantas infestantes anuais. GLIFOXIN® não tem ação sobre sementes existentes no solo. |
echinatus | ||||
Capim-colchão | Digitaria | 2,0 | 960 | |
horizontalis | ||||
Capim-favorito | Rynchelytrum | 2,0 | 960 | |
repens | ||||
Capim-pé-de- | Eleusine indica | 2,0 | 960 | |
galinha | ||||
Capim-rabo-de- | Setaria geniculata | 2,0 | 960 | |
raposa | ||||
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 2,0 | 960 | |
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 Intervalo de aplicação: aplicação única Volume de calda:
| ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Eclipta alba | agrião-do-brejo, erva-de-botão (1), lanceta | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Eclipta alba | agrião-do-brejo, erva-de-botão (1), lanceta | Ver detalhes |
| Café | Spermacoce alata | erva-de-lagarto (1), erva-quente (1), perpetua-do-mato (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Citros | Eclipta alba | agrião-do-brejo, erva-de-botão (1), lanceta | Ver detalhes |
| Eucalipto | Eclipta alba | agrião-do-brejo, erva-de-botão (1), lanceta | Ver detalhes |
| Milho | Eclipta alba | agrião-do-brejo, erva-de-botão (1), lanceta | Ver detalhes |
| Pastagens | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Pinus | Panicum maximum | capim-colonião, capim-coloninho (1), capim-guiné | Ver detalhes |
| Seringueira | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Soja | Setaria geniculata | bambuzinho, capim-rabo-de-gato (1), capim-rabo-de-raposa (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Eclipta alba | agrião-do-brejo, erva-de-botão (1), lanceta | Ver detalhes |
GLIFOXIN® deve ser aplicado em jato dirigido ou protegido, para evitar atingir as partes úteis da cultura (folhas, caules ou caules jovens) sempre em pós-emergência das plantas infestantes.
Quando aplicado em área total o produto deve atingir por completo as partes aéreas das plantas infestantes, porém antes da implantação da cultura.
É aplicado em diferentes volumes de calda, que variam de 150 a 400 litros/ha em aplicações terrestres, de acordo com as condições de desenvolvimento das plantas.
Pulverizador costal manual ou pressurizado: Utilizar as dosagens recomendadas por área. Usar, preferencialmente, bicos leque de 80.02 a 80.06 ou 110.02 a 110.06 ou similares.
Pulverizador tratorizado com barra: Na aplicação despender um volume de 150 a 400 litros de calda/ha trabalhando-se a uma pressão de 30 a 60 lb/pol2 com bicos tipo leque observando-se uma boa cobertura.
OBS: A altura da barra ao solo deverá ser de 50 cm. Usando-se outros tipos de equipamentos, observar uma cobertura uniforme da parte aérea das plantas infestantes.
GLIFOXIN® poderá ser aplicado via aérea, em plantio direto (manejo) das culturas de pastagem, arroz, arroz irrigado, trigo, soja e milho e também na cultura de cana-de-açúcar na eliminação de soqueiras.
A aeronave deve estar equipada com uma barra com bicos do tipo D-20, core 46 ou semelhante, sendo a largura da faixa de deposição de 15 a 20 m, pressão de 15 a 30 psi, proporcionando um volume de calda de 30 a 50 L/ha e altura de voo com 4 a 5 metros acima do alvo. As aplicações deverão ser realizadas nos primeiros horários da manhã, evitando as horas mais quentes do dia e retornando nos finais da tarde. E aconselhável aplicar quando a umidade relativa for superior a 55% e a temperatura de 15 a 28°C.
Deve-se adotar práticas e tecnologias de aplicação que proporcionem uma redução da deriva em, no mínimo, 50%, para doses acima de 1.800 g/ha nas aplicações costal, estacionária/semi-estacionária e tratorizada.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independentemente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e às condições climáticas (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador. Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
Especial atenção deve ser tomada em relação ao fenômeno conhecido por inversão térmica. Não proceda aplicação com inversão térmica.
Cultura | Dias |
Arroz | (1) |
Café | 15 |
Cana-de-açúcar | (1) |
Citros | 30 |
Eucalipto | UNA |
Milho | (1) |
Pastagem | (1) |
Pinus | UNA |
Seringueira | UNA |
Soja | (2) |
Trigo | (1) |
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura da soja não é determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
UNA – Uso não alimentar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
O GLISTER é um herbicida pós-emergente, de ação sistêmica, de ação total, não seletivo, indicado para o controle pós-emergente de plantas infestantes de folhas estreitas e folhas largas, anuais e perenes. Após a aplicação nas folhas, o glifosato é rapidamente absorvido e translocado às raízes e regiões meristemáticas, afetando o metabolismo e crescimento das plantas. A morte das plantas pode ocorrer em alguns dias ou semanas depois da aplicação.
O uso do GLISTER é indicado para aplicação nas seguintes culturas e situações:
Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes para capina química das culturas de Ameixa, Banana, Cacau, Café, Cana-de-açúcar, Citros, Coco, Eucalipto (florestas implantadas), Feijão, Fumo, Maçã, Mamão, Milho, Nectarina, Pastagens, Pêra, Pêssego, Pinus, Seringueira e Uva.
Controle de plantas infestantes em aplicação de área total no pré-plantio da cultura e pós emergência das plantas infestantes para o plantio direto de Algodão, Arroz, Arroz irrigado, Milho, Soja e Trigo e na eliminação do arroz vermelho.
Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes para capina química através de jato dirigido na cultura da Pastagem.
Eliminação da soqueira no cultivo de Arroz, Arroz irrigado e Cana-de-açúcar e como maturador da Cana-de-açúcar.
Aplicação para o controle da rebrota do Eucalipto para renovação de área de plantio.
Aplicação no pré-plantio e nas entrelinhas em jato dirigido das culturas de Pinus e Eucalipto.
Aplicação como dessecante nas culturas de Aveia preta, Azevém e Soja.
As doses variam conforme a espécie da planta infestante e seu estádio de desenvolvimento. As doses menores são indicadas para plantas no estádio inicial da atividade vegetativa, e as máximas para as plantas infestantes em fase adultas ou perenizadas.
Culturas | Pragas | Dose | Volume de Calda | |
Nome Comum | Nome Científico | L p.c./ha | L/ha | |
Plantas Infestantes Anuais | ||||
Capim-marmelada | Brachiaria | 0,5 – 2,0 | ||
plantaginea | ||||
Aveia | Avena sativa | 1,0 – 2,0 | ||
Aveia-preta | Avena strigosa | 1,0 – 2,0 | ||
Cevadilha | Bromus | 1,0 | ||
catharticus | ||||
Ameixa, Banana, Cacau, Café, Cana-de- açúcar, Citros, Coco, Eucalipto (florestas implantadas), Feijão, Fumo, Maçã, Mamão, | Capim-rabo-de- raposa | Setaria geniculata | 1,0 – 2,0 | Aplicação Terrestre: Pulverizador costal manual: 150 a 400 L/ha |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,0 – 2,0 | ||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1,0 – 2,0 | ||
Capim-colchão | Digitaria | 2,0 | ||
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Milho(1), Nectarina, | sanguinalis | Equipamento CDA/Bentley BT-3: 80 a 120 L/ha Equipamento tratorizado convencional, com barras: 100 a 400 L/ha Para (1): Aplicação Aérea: 40-50 L/ha Número máximo de aplicações: 1 aplicação. VIDE MODO DE APLICAÇÃO PARA MAIORES DETALHES E RESTRIÇÕES. | ||
Pastagens, Pêra, | Capim-favorito | Rhynchelitrum | 1,5 – 2,0 | |
Pêssego, Pinus, | repens | |||
Seringueira e Uva. | Capim-pé-de- | Eleusine indica | 1,5 – 4,0 | |
(Pós-emergência da | galinha | |||
cultura e das plantas | Azevém | Lolium multiflorum | 2,0 – 3,0 | |
infestantes para capina química) | ||||
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 1,5 – 4,0 | ||
Capim-arroz | Echinochloa cruspavonis | 2,0 – 4,0 | ||
Algodão, Arroz, Arroz | Capim-cebola | Chloris pycnothrix | 2,0 | |
Capim-mimoso | Eragrostis pilosa | 2,0 | ||
irrigado, Milho, Soja e | ||||
Trigo | Triticum aestivum | 1,0 – 2,0 | ||
Trigo e na eliminação do arroz vermelho. (1) (Controle de plantas infestantes em aplicação de área total no pré- plantio da cultura e pós emergência das plantas | ||||
Falso- massambará | Sorghum arundinaceum | 1,5 – 2,0 | ||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 1,5 – 2,0 | ||
Falso-cominho | Fimbristylis miliacea | 4,0 – 6,0 | ||
Sorgo | Sorghum bicolor | 2,7 – 4,05 | ||
infestantes para o plantio | ||||
Milho | Zea mays | 1,35 – 2,02 | ||
direto) | ||||
Soja | Glycine max | 1,01 – 2,02 | ||
Plantas Infestantes Perenes | ||||
Pastagem | Capim-azedo | Paspalum conjugatum | 1,0 | Aplicação Terrestre: Pulverizador costal manual: 150 a 400 L/ha Equipamento CDA/Bentley BT-3: 80 a 120 L/ha Equipamento tratorizado convencional, com barras: 100 a 400 L/ha Para (1): Aplicação Aérea: 40-50 L/há Número máximo de aplicações: 1 aplicação. VIDE MODO DE APLICAÇÃO PARA MAIORES DETALHES E RESTRIÇÕES. |
Capim-coqueirinho | Chloris retusa | 1,0 | ||
(Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes para capina química através de jato dirigido) | ||||
Braquiarão | Brachiaria brizantha | 1,2 | ||
Capim- massambará | Sorghum halepense | 1,0 – 4,0 | ||
Junquinho | Cyperus ferax | 1,5 – 4,0 | ||
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 1,5 – 4,0 | ||
Capim-colonião | Panicum maximum | 1,5 – 5,0 | ||
Grama-comprida | Paspalum | 2,0 | ||
dilatatum | ||||
Capim-brachiária | Brachiaria | 2,0 – 4,0 | ||
decumbens | ||||
Tiririca | Cyperus flavus | 3,0 – 5,0 | ||
Tiririca | Cyperus | 3,0 | ||
sesquiflorus | ||||
Capim-gordura | Melinis minutiflora | 3,0 – 4,0 | ||
Capim-gengibre | Paspalum | 3,0 – 4,0 | ||
maritimum | ||||
Capim-canoão | Setaria poiretiana | 3,5 | ||
Capim-rabo-de- | Andropogon | 4,0 | ||
burro | bicornis | |||
Capim-rabo-de- | Andropogon | 4,0 | ||
raposa | leucostachyus | |||
Grama-seda | Cynodon dactylon | 3,0 – 5,0 | ||
Capim-jaraguá | Hyparrhenia rufa | 4,0 | ||
Capim-calana | Panicum | 4,0 | ||
cayennense | ||||
Grama-batatais | Paspalum notatum | 3,0 – 5,0 | ||
Capim-da-guiné | Paspalum | 4,0 – 5,0 | ||
paniculatum | ||||
Capim-da-roça | Paspalum urvillei | 4,0 – 5,0 | ||
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Capim-kikuio | Pennisetum clandestinum | 4,0 – 5,0 | ||
Capitinga | Axonopus compressus | 5,0 | ||
Junquinho | Cyperus difformis | 5,0 | ||
Capim-angola | Brachiaria mutica | 5,0 – 6,0 | ||
Capim-elefante | Pennisetum purpureum | 5,0 – 6,0 | ||
Capim-do-brejo | Paspalum conspersum | 2,0 – 3,0 | ||
Capim-oferecido | Pennisetum setosum | 4,0 – 5,0 | ||
Milhã | Digitaria decumbens | 5,0 – 6,0 | ||
Capim-sapé | Imperata brasiliensis | 4,0 – 5,0 | ||
Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 4,0 – 6,0 | ||
Tanner grass | Brachiaria subquadripara | 4,0 – 6,0 | ||
Tiririca | Cyperus rotundus | 4,0 – 6,0 | ||
Arroz-vermelho | Oryza sativa | 2,0 – 6,0 | ||
Taboca | Guadua angustifolia | 12,0 | ||
Grama boiadeira | Luziola peruviana | 2,97 – 5,4 |
Culturas | Pragas | Dose | Volume de Calda | |
Nome Comum | Nome Comum | L p.c./ha | L/ha | |
Plantas Infestantes Anuais | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 – 1,5 | ||
Picão-branco | Galinsoga | 1,0 | ||
Ameixa, Banana, | parviflora | |||
Cacau, Café, Cana-de- açúcar, Citros, Coco, Eucalipto (florestas implantadas), Feijão, Fumo, Maçã, Mamão, Milho(1), Nectarina, Pastagens, Pêra, Pêssego, Pinus, Seringueira e Uva. (Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes para capina química) | Guanxuma | Malvastrum coromandelian um | 1,0 – 2,0 | Aplicação Terrestre: Pulverizador costal manual: 150 a 400 L/ha |
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermu m australe | 1,0 – 2,0 | ||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermu m hispidum | 1,5 – 2,0 | ||
Picão-preto | Bidens subalternans | 2,02 – 3,37 | ||
Angiquinho | Aeschynomene rudis | 2,0 – 3,0 | ||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 2,0 | ||
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 2,0 | ||
Algodão, Arroz, Arroz irrigado, Milho, Soja e Trigo e na eliminação do arroz vermelho. (1) (Controle de plantas infestantes em | Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 1,5 – 2,0 | Equipamento CDA/Bentley BT-3: 80 a 120 L/ha Equipamento tratorizado convencional, com barras: 100 a 400 L/ha |
Caruru-de-espinho | Amaranthus spinosus | 2,0 | ||
Caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus | 2,0 – 4,0 | ||
Boca-de-leão- | Antirrhinum | 2,0 | ||
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aplicação de área total | selvagem | orontium | Para (1): Aplicação Aérea: 40-50 L/há Número máximo de aplicações: 1 aplicação. VIDE MODO DE APLICAÇÃO PARA MAIORES DETALHES E RESTRIÇÕES. | |
no pré-plantio da | Falsa-serralha | Emilia | 2,0 | |
cultura e pós | sonchifolia | |||
emergência das plantas | Buva | Conyza | 2,0 | |
infestantes para o | bonariensis | |||
plantio direto) | Cordão-de-frade | Leonotis nepetifolia | 2,0 | |
Pastagem (Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes para capina química através de jato dirigido) | Quebra-pedra | Phyllanthus tenellus | 2,0 | |
Beldroega | Portulaca oleracea | 2,0 | ||
Nabiça | Raphanus raphanistrum | 2,0 | ||
Maria-pretinha | Solanum americanum | 2,0 | ||
Serralha | Sonchus | 2,0 | ||
oleraceus | ||||
Maria-gorda | Talinum | 2,0 – 3,0 | ||
paniculatum | ||||
Amendoim-bravo | Euphorbia | 1,5 – 4,0 | ||
heterophylla | ||||
Corda-de-viola | Ipomoea | 2,0 – 3,0 | ||
grandifolia | ||||
Campainha | Ipomoea | 1,0 – 3,0 | ||
aristolochiaefoli | ||||
a | ||||
Corda-de-viola | Ipomoea nil | 2,0 – 4,0 | ||
Corda-de-viola | Ipomoea | 3,0 | ||
purpurea | ||||
Alfafa | Medicago | 3,5 | ||
sativa | ||||
Anileira | Indigofera | 4,0 | ||
hirsuta | ||||
Corda-de-viola | Ipomoea | 4,0 | ||
quamoclit | ||||
Poaia-branca | Richardia | 2,5 - 4,0 | ||
brasiliensis | ||||
Espérgula | Spergula | 4,0 | ||
arvensis | ||||
Trevo | Trifolium | 4,0 | ||
repens | ||||
Barbasco | Pterocaulon | 4,5 – 5,0 | ||
virgatum | ||||
Erva-quente | Spermacoce | 5,0 – 6,0 | ||
alata | ||||
Ervilhaca | Vicia sativa | 5,0 | ||
Nabiça | Raphanus | 1,0 – 2,0 | ||
raphanistrum | ||||
Joá-de-capote | Nicandra | 2,0 | ||
physaloides | ||||
Cipó-cabeludo | Mikania | 5,0 | ||
cordifolia | ||||
Corriola | Dichondra | 6,0 | ||
microcalyx | ||||
Erva-quente | Spermacoce | 4,0 – 6,0 | ||
latifolia | ||||
Erva-de-santa- | Chenopodium | 3,0 |
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maria | ambrosioides | |||
Erva-andorinha | Chamaesyce | 2,0 – 6,0 | ||
prostata | ||||
Erva-de-cobre | Chamaesyce | 1,5 – 2,0 | ||
hirta | ||||
Losna-branca | Parthenium | 3,0 | ||
hysterophorus | ||||
Macela-branca | Gnaphalium | 1,0 | ||
spicatum | ||||
Mentruz | Lepidium | 2,0 | ||
virginicum | ||||
Mostarda | Brassica rapa | 2,0 – 3,0 | ||
Carrapicho-beiço- | Desmodium | 2,0 | ||
de-boi | tortuosum | |||
Quebra-pedra | Phyllanthus | 2,0 | ||
tenellus | ||||
Arrebenta-pedra | Phyllanthus | 1,0 | ||
niruri | ||||
Rubim | Leonurus | 5,0 | ||
sibiricus | ||||
Cheirosa | Hyptis | 1,5 – 2,0 | ||
suaveolens | ||||
Trapoerabinha | Murdannia | 4,0 | ||
nudiflora | ||||
Centela | Centella | 4,0 | ||
asiatica | ||||
Assa-peixe | Vernonia | 4,0 | ||
ferrugínea | ||||
Caeté | Thalia | 4,0 | ||
geniculata | ||||
Carrapichão | Xanthium | 2,53 – 4,43 | ||
strumarium | ||||
Plantas Infestantes Perenes | ||||
Apaga-fogo | Alternanthera | 1,0 | Aplicação Terrestre: Pulverizador costal manual: 150 a 400 L/ha Equipamento CDA/Bentley BT-3: 80 a 120 L/ha Equipamento tratorizado convencional, com barras: 100 a 400 L/ha Para (1): Aplicação Aérea: 40-50 L/ha Número máximo de aplicações: 1 aplicação. VIDE MODO DE APLICAÇÃO PARA | |
tenella | ||||
Mata-pasto | Eupatorium | 1,5 | ||
maximilianii | ||||
Maria-mole | Senecio | 1,5 – 3,0 | ||
brasiliensis | ||||
Erva-lanceta | Solidago | 2,0 | ||
chilensis | ||||
Língua-de-vaca | Rumex crispus | 3,0 | ||
Guanxuma | Sida cordifolia | 3,0 | ||
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | 3,0 | ||
Guanxuma | Sida | 3,0 | ||
rhombifolia | ||||
Grandiúva | Trema | 4,0 | ||
micrantha | ||||
Fedegoso-branco | Senna | 5,0 | ||
obtusifolia | ||||
Fedegoso | Senna | 3,16 – 5,7 | ||
obtusifolia | ||||
Tanchagem | Plantago major | 5,0 | ||
Agriãozinho | Synedrellopsis | 5,0 | ||
grisebachii | ||||
Jurubeba | Solanum | 4,0 | ||
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paniculatum | MAIORES DETALHES E RESTRIÇÕES. | |||
Poaia-do-campo | Diodia ocimifolia | 2,0 | ||
Trevo | Oxalis oxyptera | 1,0 – 2,0 | ||
Lanceta | Eclipta alba | 2,0 |
Culturas | Informações | |
Eucalipto | Controle da rebrota do Eucalipto para renovação de área de plantio. | Aplicação Terrestre: |
Pulverizador costal manual: 150 a 400 L/ha | ||
Aveia preta, Azevém e Soja (1) | Aplicação como dessecante | |
Pinus e Eucalipto | Aplicação no pré-plantio e nas entrelinhas em jato dirigido | Equipamento CDA/Bentley BT-3: 80 a 120 L/ha |
Eliminação da soqueira no cultivo | Equipamento tratorizado convencional, com barras: 100 a 400 L/ha | |
Arroz, Arroz Irrigado, Cana-de-açúcar (1) | Maturação da cana-de-açúcar. | Número máximo de aplicações: 1 aplicação. |
Para (1): Aplicação Aérea: 40-50 L/ha | ||
VIDE MODO DE APLICAÇÃO PARA MAIORES DETALHES E RESTRIÇÕES. | ||
-Doses: Utilize a dose de acordo com o cultivar e o equipamento empregado na aplicação.
Cultivar | Equipamento Convencional (L p.c./ha) | Equipamento CDA/Bentley (L p.c./ha) |
IAC | 5,0 | 4,0 |
NA | 5,0 | 4,0 |
CB | 4,0 | 3,0 |
SP | 5,0 | 3,0 |
CO / CP | 5,0 | 4,0 |
- Época de aplicação: Aplique quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura, medida a partir do chão, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos da soqueira.
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No caso de eliminação de plantas infestantes perenes, o melhor período é próximo e/ou durante a floração, enquanto que para as plantas infestantes anuais o ideal é no período entre a fase jovem até a formação dos botões florais.
Aplicação nas entrelinhas: De modo geral esta aplicação é realizada quando ocorre a presença de plantas infestantes. Se utilizado no período adequado e conforme as recomendações, o produto controlará as plantas infestantes em uma única aplicação, exceto para a tiririca, que em função da sua fisiologia, poderá requerer mais de uma aplicação para o seu controle. No entanto, pelo fato de não possuir efeito residual no solo, poderão ocorrer reinfestações.
GLISTER pode ser utilizado como maturador da cana-de-açúcar, em qualquer época durante a safra, com os seguintes direcionamentos:
Início da safra: visando antecipar a maturação, devido a condições pouco favoráveis de maturação natural onde nem mesmo as variedades mais precoces estão no seu potencial máximo de acúmulo de sacarose.
Meio da safra: visando maximizar a qualidade da matéria-prima e antecipar a liberação de área de reforma para o preparo do solo e plantio de cana de ano e cereais.
Final da safra: visando manter um bom nível de maturação, evitando a queda natural que ocorre com o início das chuvas, podendo ainda elevar o potencial natural de maturação daquelas variedades plantadas como cana de ano ou cortadas no final da safra anterior.
Áreas com excesso de vinhaça: visando elevar o nível de maturação, normalmente baixo nestas áreas, devido ao alto vigor vegetativo apresentado pela cultura.
Dose: 0,6 L de GLISTER por hectare.
Época de aplicação (Idade da cultura): A área a ser aplicada deve estar com um rendimento agrícola estabilizado, devendo-se lembrar sempre que o único objetivo da aplicação é melhorar a qualidade de matéria-prima, ou seja, elevar o teor de sacarose. Obs.: Variedades floríferas: A aplicação de GLISTER como maturador é viável mesmo após a diferenciação floral até o estágio de pavio de vela. Em cana pronta para florescer, essa aplicação é recomendada estrategicamente, para manter e melhorar a qualidade dessa matéria-prima. Não se deve realizar aplicação quando o processo de florescimento estiver em fase adiantada (Cartucho).
Equipamento: A aplicação deve ser realizada via aérea, com aeronaves dotadas de barra com bicos convencionais, e um consumo de calda na faixa de 30-40L/ha. (Ver aplicação aérea).
Período entre aplicação e colheita: O período entre a aplicação e colheita pode ser manejado em função de doses, massa verde e época de aplicação que possibilita uma adequada flexibilidade de safra. No geral está entre 42 a 56 dias (6 a 8 semanas) para a dose recomendada de 0,6 L/ha do produto.
O controle das plantas infestantes com o GLISTER na cultura do Milho geneticamente modificado resistente ao glifosato, deverá ser feita em área total, em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura, em áreas de plantio direto ou convencional, podendo ser utilizado em aplicação única ou aplicação sequencial.
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FOLHA ESTREITA (Monocotiledôneas) | ESTÁGIO DE CRESCIMENTO | ÉPOCA (DAE)(1) | DOSE L/ha(2) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
Braquiarão Capim-carrapicho Capim-colchão Capim-marmelada Capim-pé-de-galinha | Brachiaria brizantha Cenchrus echinatus Digitaria horizontalis Brachiaria plantaginea Eleusine indica | Até 2 perfilhos / até 10 cm | até 15 dias | 1,62 |
De 3 a 6 perfilhos maior que 10 cm e menor que 20 cm | De 25 a 30 dias | 1,62 - 2,7 | ||
FOLHA LARGA (Dicotiledôneas) | ESTÁGIO DE CRESCIMENTO | ÉPOCA (DAE)(1) | DOSE L/ha(2) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
Amendoim-bravo Apaga-fogo Beldroega Caruru Trapoeraba* Erva-de-santa-luzia Nabo Picão-branco Poia-branca | Euphorbia heterophylla Alternanthera tenella Portulaca oleracea Amaranthus viridis Commelina benghalensis Chamaesyce hirta Raphanus raphanistrum Galinsoga parviflora Richardia brasiliensis | Até 2 perfilhos / até 10 cm | Até 15 dias | 2,03 a 2,7 |
De 3 a 6 perfilhos maior que 10 cm e menor que 20 cm | De 25 a 30 dias | 2,7 a 3,04 | ||
* Em casos específicos de infestação de Trapoeraba (Commelina benghalensis) recomenda-se a aplicação sequencial.
DAE – número de dias após a emergência da cultura.
As doses em pós-emergência são indicadas para infestação normal de plantas infestantes provenientes de sementes, emergidas após o plantio da cultura.
Realizar no máximo duas aplicações do produto GLISTER durante o ciclo/safra da cultura.
Em áreas de alta infestação e/ou germinação desuniforme das plantas infestantes recomenda-se realizar a aplicação sequencial (duas aplicações):
A primeira na dose de 2,0 L/ha, até os 15 dias após a emergência da cultura;
A segunda na dose de 2,7 L/ha, com intervalo de 15 dias entre as duas aplicações.
Em casos específicos de infestação de Trapoeraba (Commelina benghalensis), recomenda- se a aplicação sequencial nas doses de 2,7 L/ha na primeira aplicação, seguida de 2,0 L/ha, observando-se as demais recomendações da aplicação sequencial.
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O controle das plantas infestantes com o GLISTER na cultura da soja geneticamente modificada resistente ao glifosato, deverá ser feita em área total, em pós-emergência da cultura, em áreas de plantio direto ou convencional, podendo ser utilizado em aplicação única ou aplicação sequencial.
- Plantas infestantes e doses (Produto Comercial) - Aplicação Única:
FOLHA ESTREITA (Monocotiledôneas) | ESTÁGIO DE CRESCIMENTO | ÉPOCA (DAE)(1) | DOSE L/ha(2) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
Braquiarão Capim-carrapicho Capim-colchão Capim-marmelada Capim-pé-de-galinha | Brachiaria brizantha Cenchrus echinatus Digitaria horizontalis Brachiaria plantaginea Eleusine indica | Até 2 perfilhos / até 10 cm | até 20 dias | 1,62 |
De 3 a 6 perfilhos maior que 10 cm e menor que 20 cm | De 20 a 30 dias | 1,62 a 2,7 | ||
Mais que 6 perfilhos maior que 20 cm | De 30 a 45 dias(3) | 2,7 a 3,38 | ||
FOLHA LARGA (Dicotiledôneas) | ESTÁGIO DE CRESCIMENTO | ÉPOCA (DAE)(1) | DOSE L/ha(2) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
Amendoim-bravo Apaga-fogo Beldroega Caruru Erva-de-santa-luzia Nabo Picão-branco Poia-branca | Euphorbia heterophylla Alternanthera tenella Portulaca oleracea Amaranthus viridis Chamaesyce hirta Raphanus raphanistrum Galinsoga parviflora Richardia brasiliensis | Até 6 folhas / até 10 cm | Até 20 dias | 2,03 a 2,7 |
De 6 a 10 folhas // maior que 10 cm e menor que 20 cm | De 20 a 30 dias | 2,7 a 3,04 | ||
Mais que 10 folhas // Acima de 20 cm | De 30 a 45 dias(3) | 3,04 a 3,38 | ||
DAE – número de dias após a emergência da cultura.
As doses em pós-emergência são indicadas para infestação normal de plantas infestantes provenientes de sementes, emergidas após o plantio da cultura.
Neste período de aplicação, é possível uma correta cobertura da planta infestante.
A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é de 20 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento.
Excepcionalmente pode-se aplicar o herbicida até a floração da soja, porém não é tecnicamente recomendada devido ao possível fechamento da cultura, reduzindo a sua eficácia.
Em áreas de alta infestação e/ou germinação desuniforme das plantas infestantes recomenda-se realizar a aplicação sequencial (duas aplicações):
A primeira na dose de 2,03 L/ha, até os 20 dias após a emergência da cultura.
A segunda na dose de 1,35 L/ha, com intervalo de 15 a 20 dias após a primeira aplicação (35 a 40 dias após a emergência da cultura, respectivamente). Dar preferência aos menores intervalos recomendados.
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Em casos específicos de infestação de trapoeraba (Commelina benghalensis), recomenda-se a aplicação sequencial nas doses de 2,7 L/ha na primeira aplicação, seguida de 2,03 L/ha, observando-se as demais recomendações da aplicação sequencial.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Cyperus difformis | junça (5), junquinho (6), tiririca (10) | Ver detalhes |
| Ameixa | Imperata brasiliensis | capim-agreste (2), capim-massapé, capim-sapé | Ver detalhes |
| Arroz | Phyllanthus niruri | arrebenta-pedra (2), erva-pombinha (2), fura-parede | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Axonopus compressus | capitinga, grama-argentina, grama-missioneira | Ver detalhes |
| Aveia preta | Spergula arvensis | esparguta (1), espérgula, gorga (2) | Ver detalhes |
| Azevém | Gnaphalium spicatum | erva-branca, erva-macia, macela-branca | Ver detalhes |
| Banana | Vicia sativa | avica, ervilhaca | Ver detalhes |
| Cacau | Imperata brasiliensis | capim-agreste (2), capim-massapé, capim-sapé | Ver detalhes |
| Café | Spermacoce alata | erva-de-lagarto (1), erva-quente (1), perpetua-do-mato (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Brachiaria mutica | capim-angola, capim-branco (1), capim-de-planta | Ver detalhes |
| Citros | Brassica rapa | colza, mostarda (3), mostarda-selvagem | Ver detalhes |
| Coco | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Eucalipto | Vicia sativa | avica, ervilhaca | Ver detalhes |
| Feijão | Trifolium repens | flor-de-primavera, trevo (3), trevo-branco | Ver detalhes |
| Fumo | Melinis minutiflora | capim-catingueiro, capim-gordo, capim-gordura | Ver detalhes |
| Maçã | Luziola peruviana | arrozinho, grama-boiadeira, pastinho-d´água | Ver detalhes |
| Mamão | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Milho | Echinochloa cruspavonis | canevão, capim-arroz (3), capim-jaú (2) | Ver detalhes |
| Milho OGM | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Nectarina | Xanthium strumarium | carrapichão (2), carrapicho-bravo (2), carrapicho-de-carneiro (2) | Ver detalhes |
| Pastagens | Ipomoea aristolochiaefolia | campainha (1), corda-de-viola (1), corriola (1) | Ver detalhes |
| Pera | Fimbristylis miliacea | cabelo-de-negro, cuminho, falso-cominho | Ver detalhes |
| Pessego | Lolium multiflorum | azevém, azevém-anual, azevém-italiano | Ver detalhes |
| Pinus | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Seringueira | Imperata brasiliensis | capim-agreste (2), capim-massapé, capim-sapé | Ver detalhes |
| Soja | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Soja OGM | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Trigo | Vicia sativa | avica, ervilhaca | Ver detalhes |
| Uva | Vicia sativa | avica, ervilhaca | Ver detalhes |
Preparo da Calda: Encher metade do tanque do pulverizador com água e adicionar GLISTER, mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.
O GLISTER deve ser diluído em água limpa e aplicado na forma de pulverização sobre as espécies a serem controladas, podendo ser realizada com equipamentos terrestres ou aéreos.
Para as culturas de Ameixa, Banana, Cacau, Café, Cana-de-açúcar, Citros, Maçã, Nectarina, Pera, Pêssego, Uva, Pastagem, Pinus e Eucalipto, aplicar GLISTER via terrestre, em jato dirigido ou protegido, tomando-se o necessário cuidado para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem).
Em Plantio Direto de Algodão, Arroz, Arroz irrigado, Soja, Milho, Trigo, e na eliminação do arroz vermelho, aplique em área total, via terrestre ou aérea, antes do plantio da cultura (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes).
Pode-se utilizar GLISTER em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou em aplicações dirigidas às reboleiras com plantas infestantes.
No caso de eliminação de soqueira de cana-de-açúcar, aplique sobre as folhas em área total, em aplicação terrestre ou aérea.
“Roughing”: A eliminação da cana-de-açúcar doente ou indesejável pode ser feita aplicando-se GLISTER diretamente no cartucho da planta através de pulverizador tipo “trombone” na base de 6% de concentração.
Pulverizador costal manual: utilize bicos de jato plano (leque) tipo 110.01, TK-05, 80.02, 110.02 ou similares; pressão de trabalho de 20 a 30 lb/pol², volume de calda de 150 a 400 L/ha, tamanho de gotas de 200 a 600µm, densidade de 20 a 30 gotas/cm². Use o produto na dose recomendada em % (porcentagem) ou em litros/ha.
Equipamento CDA/Bentley BT-3*: utilize bicos tipo X-2; pressão de trabalho de 40 a 60 lb/pol²; volume de calda de 80 a 120 L/ha, tamanho de gotas de 200 a 300 µm, densidade de 50 a 100 gotas/cm². * Marca registrada de Equipamentos Bentley.
Equipamento tratorizado convencional, com barras: utilize bicos de jato plano (leque), tipo 80.03; 80.04; 110.03; 110.04 ou similares; pressão de trabalho de 20 a 40 lb/pol²; volume de calda de
100 a 400 L/ha, tamanho de gotas de 300 a 600 µm, densidade de 30 a 40 gotas/cm². A velocidade do trator deverá estar entre 6 e 8 km/hora, e a velocidade do vento não superior a 8 Km/h.
É recomendada para as seguintes modalidades e culturas: 1) aplicação em área total em pré- plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) no sistema de plantio direto para as culturas de Algodão, Arroz, Arroz irrigado, Soja, Milho, Trigo e na eliminação do arroz-vermelho; 2) eliminação da soqueira de cana-de-açúcar e como maturação de cana-de- açúcar;
Barra com bicos para aeronaves de asa fixa – Ipanema (qualquer modelo) Volume de aplicação: 40-50 L/ha.
Altura de vôo: 4 a 5 m do topo da cultura.
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Largura da faixa de deposição: 15 m. Tamanho de gotas: 110 - 120 µm.
Densidade de gotas: mínimo de 20 gotas/cm² (DMV: 420-450µ).
Bicos de pulverização: Utilizar bicos de jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20 gotas/cm² com DVM 420-450 µ à pressão de 15-30 psi.
Com aviões do tipo Ipanema (qualquer modelo) poderão ser utilizados barra de pulverização, com um total de 40-42 bicos. Os bicos da extremidade da asa em número de 4-5 em cada uma delas, deverão ser fechados a fim de evitar a influência e arraste das gotas de pulverização pelos vórtices da ponta da asa. Os bicos da barriga em número de 8, deverão permanecer abertos e no mesmo ângulo dos bicos utilizados nas asas. Para outros tipos de aeronave realize os testes de campo com papel hidrosensível, sob orientação do departamento técnico da empresa aplicadora. Condições climáticas:
Temperatura máxima: 28 ºC.
Umidade relativa do ar (U.R.) Mínima: 55%
Velocidade do Vento Máxima: 10 Km/h (3 m/s).
Culturas | Intervalo de Segurança (dias) |
Algodão | (1) |
Ameixa | 17 dias |
Arroz | (2) |
Arroz Irrigado | (2) |
Aveia Preta | 4 dias |
Azevém | 4 dias |
Banana | 30 dias |
Cacau | 30 dias |
Café | 15 dias |
Cana-de-açúcar (Maturador) | 30 dias |
Cana-de-açúcar (Pós-emergência) | (2) |
Citros | 30 dias |
Coco | 15 dias |
Eucalipto | UNA |
Feijão | (2) |
Fumo | UNA |
Maçã | 15 dias |
Mamão | 3 dias |
Milho | (3) |
Nectarina | 30 dias |
Pastagem | (2) |
Pêra | 15 dias |
Pêssego | 30 dias |
Pinus | UNA |
Seringueira | UNA |
Soja (Dessecante) | 7 dias |
Soja (Pós-emergência) | (4) |
Trigo | (2) |
Uva | 17 dias |
U.N.A = Uso não alimentar.
O intervalo de segurança é não determinado para a cultura do algodão quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
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O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Ipomoea nil | amarra-amarra (2), campainha (8), corda-de-viola (9) | Ver detalhes |
| Ameixa | Panicum cayennense | capim-branco (3), capim-caiana, penacho | Ver detalhes |
| Arroz | Euphorbia heterophylla | Leiteiro | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Sorghum bicolor | sorgo | Ver detalhes |
| Aveia preta | Cyperus ferax | capim-de-cheiro (2), chufa, junquinho (1) | Ver detalhes |
| Azevém | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Banana | Phyllanthus tenellus | arrebenta-pedra (1), erva-pombinha (1), quebra-pedra (1) | Ver detalhes |
| Cacau | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Café | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Rumex crispus | azeda-crespa, lígua-de-vaca-crespa, língua-de-vaca (1) | Ver detalhes |
| Citros | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Coco | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Eucalipto | Sorghum halepense | capim-argentino, capim-cevada, capim-massambará | Ver detalhes |
| Feijão | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Fumo | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Maçã | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Mamão | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Milho | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Milho OGM | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Pastagens | Saccharum officinarum | cana-de-açucar | Ver detalhes |
| Pera | Synedrellopsis grisebachii | agrião-do-pasto, agriãozinho, poejinho | Ver detalhes |
| Pessego | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Pinus | Setaria poiretiana | capim-canoão, capim-jiriva, capim-leque | Ver detalhes |
| Seringueira | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Soja | Paspalum maritimum | capim-gengibrão, capim-gengibre, capim-jacaré | Ver detalhes |
| Soja OGM | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Sorghum halepense | capim-argentino, capim-cevada, capim-massambará | Ver detalhes |
| Uva | Saccharum officinarum | cana-de-açucar | Ver detalhes |
O GLI-UP 480 SL é um herbicida pós-emergente, sistêmico, de ação total, não seletivo.
O produto é absorvido pelas folhas das plantas. Atua sobre a atividade enzimática, inibindo a fotossíntese, a síntese dos ácidos nucléicos e estimulando a produção de etileno. Os sintomas característicos são o amarelecimento e a consequente morte das folhas e talos, normalmente observado entre 4 a 10 dias após a aplicação do produto.
O uso do GLI-UP 480 SL é indicado para uma única aplicação por ciclo de cultura nas seguintes culturas e situações:
Pós-emergência da cultura e das plantas daninhas para capina química através de jato dirigido nas entrelinhas das culturas de ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, eucalipto, maçã, nectarina, pastagem, pêra, pêssego, pinus e uva.
Controle de plantas daninhas em aplicação de área total no pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas para o plantio direto de algodão, arroz, arroz irrigado, cana-de-açúcar, feijão, milho, soja, soja geneticamente modificada, trigo e na eliminação do arroz vermelho.
Controle de plantas daninhas em pós-emergência da cultura de soja geneticamente modificada.
Eliminação da soqueira de cana-de-açúcar e como maturador de cana-de-açúcar.
PÓS-EMERGÊNCIA DA CULTURA E DAS PLANTAS DANINHAS – JATO DIRIGIDO NAS ENTRELINHAS: CULTURAS: ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, eucalipto, maçã, nectarina, pastagem, pêra, pêssego, pinus e uva. ÉPOCA DE APLICAÇÃO: De modo geral esta aplicação é realizada quando ocorre a presença de plantas daninhas. No caso de eliminação de plantas daninhas perenes, o melhor período é próximo e/ou durante a floração, enquanto para plantas daninhas anuais o ideal é no período entre a fase jovem até a formação dos botões florais. APLICAÇÃO EM ÁREA TOTAL NO PRÉ-PLANTIO DA CULTURA E PÓS-EMERGÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS: CULTURAS: algodão, arroz, arroz irrigado, cana-de-açúcar, feijão, milho, soja, soja geneticamente modificada, trigo e eliminação do arroz vermelho. ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar 8 a 10 dias antes da semeadura. No caso de eliminação de plantas daninhas perenes, o melhor período é próximo e/ou durante a floração, enquanto para plantas daninhas anuais o ideal é no período entre a fase jovem até a formação dos botões florais. NÚMERO DE APLICAÇÕES: 1 VOLUME DE CALDA: Vide item “MODO DE APLICAÇÃO”. | ||||
PLANTAS INFESTANTES | ||||
MONOCOTILEDÔNEAS (FOLHA ESTREITA) | DOSE | % (L/100 L d’água) ** | ||
Nome Comum | Nome científico | L/ha | g i.a./ha (1) | |
Arroz vermelho | Oryza sativa | 2,5 – 5,0 * | 1200 - 2400 | 2,0 |
Aveia | Avena sativa | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
Azevém | Lolium multiflorum | 2,0 – 3,0 * | 960 - 1440 | 1,0 |
Cana-de-açúcar (roughing) | Saccharum officinarum | 6,0 | 2880 | 2,0 |
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 1,5 – 4,0 * | 720 - 1920 | 1,5 |
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 2,5 – 5,0 * | 1200 - 2400 | 2,0 |
Capim-azedo | Paspalum conjugatum | 1,0 | 480 | 0,5 |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
Capim-caiana | Panicum cayennense | 4,0 | 1920 | 1,5 |
Capim-canoão | Setaria poiretiana | 3,5 | 1680 | 1,0 |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
Capim-colchão | Digitaria ciliaris | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
Capim-colonião | Panicum maximum | 6,0 | 2880 | 2,0 |
Capim-da-roça | Paspalum urvillei | 4,0 | 1920 | 1,5 |
Capim-favorito | Rhynchelitrum repens | 1,5 – 2,5 * | 720 - 960 | 1,0 |
Capim-gengibre | Paspalum maritimum | 3,0 – 4,0 * | 1440 - 1920 | 1,5 |
Capim-gordura | Melinis minutiflora | 3,0 - 4,0 * | 1440 - 1920 | 1,5 |
Capim-jaraguá | Hyparrhenia rufa | 4,0 | 1920 | 1,5 |
Capim-kikuio | Pennisetum clandestinum | 4,0 – 5,0 * | 1920 - 2400 | 2,0 |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
Capim-massambará | Sorghum halepense | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
Capim-membeca | Andropogon leucostachyus | 4,0 | 1920 | 1,5 |
Capim pé-de-galinha | Eleusine indica | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
Capim-rabo-de-burro | Andropogon bicornis | 4,0 | 1920 | 1,5 |
Capim-rabo-de-raposa | Setaria geniculata | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
Capim-sapé | Imperata brasiliensis | 3,0 – 5,0 * | 1440 - 2400 | 2,0 |
Cevadilha | Bromus catharticus | 1,0 | 480 | 0,5 |
Cuminho ou falso cominho | Fimbristylis miliacea | 5,0 | 2400 | 2,0 |
Grama-batatais | Paspalum notatum | 4,0 – 5,0 * | 1920 - 2400 | 2,0 |
Grama-comprida | Paspalum dilatatum | 2,0 | 960 | 1,0 |
Grama-missioneira ou capitinga | Axonopus compressus | 5,0 | 2400 | 2,0 |
Grama-seda | Cynodon dactylon | 3,0 – 4,0 * | 1440 - 1920 | 1,5 |
Grama-touceira | Paspalum paniculatum | 4,0 - 5,0 * | 1920 - 2400 | 2,0 |
Junquinho | Cyperus ferax | 1,5 – 3,0 * | 720 - 1440 | 1,0 |
Tiririca | Cyperus difformis | 5,0 | 2400 | 2,0 |
Tiririca | Cyperus flavus | 3,0 | 1440 | 1,0 |
Tiririca | Cyperus rotundus | 4,0 - 5,0 * | 1920 - 2400 | 2,0 |
DICOTILEDÔNEAS (FOLHA LARGA) | DOSE | % (L/100 L d’água) | ||
Nome Comum | Nome científico | L/ha | g i.a./ha (1) | |
Agriãozinho | Synedrellopsis grisebachii | 5,0 | 2400 | 2,0 |
Alfafa | Medicago sativa | 3,5 | 1680 | 1,0 |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
Angiquinho | Aeschynomene rudis | 2,0 | 960 | 1,0 |
Anileira | Indigofera hirsuta | 4,0 | 1920 | 1,5 |
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
Barbasco | Pterocaulon virgatum | 4,0 – 5,0 * | 1920 - 2400 | 2,0 |
Beldroega | Portulaca oleracea | 2,0 | 960 | 1,0 |
Boca-de-leão-selvagem | Antirrhinum orontium | 2,0 | 960 | 1,0 |
Buva | Conyza bonariensis | 4,0 – 6,0 * | 1920 - 2880 | 2,0 |
Caruru | Amaranthus deflexus | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
Caruru | Amaranthus viridis | 2,0 | 960 | 1,0 |
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 1,5 | 720 | 0,5 |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 4,0 | 1920 | 1,5 |
Corda-de-viola | Ipomoea aristolochiaefolia | 3,0 | 1440 | 1,0 |
Corda-de-viola | Ipomoea nil | 4,0 | 1920 | 1,5 |
Corda-de-viola | Opomoea quamoclit | 4,0 | 1920 | 1,5 |
Cordão-de-frade | Leonotis nepetifolia | 2,0 | 960 | 1,0 |
Erva-de-touro | Tridax procumbens | 6,0 | 2880 | 2,0 |
Erva-lanceta | Solidago chilensis | 2,0 | 960 | 1,0 |
Erva-quente | Spermacoce alata | 5,0 – 6,0 * | 2400 - 2880 | 2,0 |
Ervilhaca | Vicia sativa | 5,0 | 2400 | 2,0 |
Espérgula | Spergula arvensis | 4,0 | 1920 | 1,5 |
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 2,0 | 960 | 1,0 |
Fedegoso-branco | Senna obtusifolia | 5,0 | 2400 | 2,0 |
Grandiúva | Trema micrantha | 4,0 | 1920 | 1,5 |
Guanxuma | Malvastrum coromamdelianum | 1,0 – 2,0 * | 480 - 960 | 1,0 |
Guanxuma | Sida cordifolia | 3,0 | 1440 | 1,0 |
Guanxuma | Sida rhombifolia | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
Língua-de-vaca | Rumex crispus | 3,0 | 1440 | 1,0 |
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
Maria-gorda | Talinum paniculatum | 2,0 – 3,0 * | 960 - 1440 | 1,0 |
Maria-mole | Senecio brasiliensis | 2,0 – 3,0 * | 960 - 1440 | 1,0 |
Maria-pretinha | Solanum americanum | 2,0 | 960 | 1,0 |
Mata-pasto | Eupatorium maximilianii | 1,5 | 720 | 0,5 |
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 1,5 – 5,0 * | 720 - 2400 | 2,0 |
Nabiça | Raphanus raphanistrum | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
Picão-branco ou Fazendeiro | Galinsoga parviflora | 1,0 | 480 | 0,5 |
Picão-preto | Bidens pilosa | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2,0 – 4,0 * | 960 - 1920 | 1,5 |
Quebra-pedra | Phyllantus tenellus | 2,0 | 960 | 1,0 |
Serralha | Sonchus oleraceus | 2,0 | 960 | 1,0 |
Tanchagem | Plantago major | 5,0 | 2400 | 2,0 |
Trevo | Trifolium repens | 4,0 | 1920 | 1,5 |
PÓS-EMERGÊNCIA DA SOJA GENETICAMENTE MODIFICADA: ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar 8 a 10 dias antes da semeadura. No caso de eliminação de plantas daninhas perenes, o melhor período é próximo e/ou durante a floração, enquanto para plantas daninhas anuais o ideal é no período entre a fase jovem até a formação dos botões florais. NÚMERO DE APLICAÇÕES: 1 VOLUME DE CALDA: Vide item “MODO DE APLICAÇÃO”. | |||
PLANTAS INFESTANTES | DOSES | ||
Nome Comum | Nome científico | L/ha | g i.a./ha (1) |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 3,0 | 1440 |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 2,0 | 960 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 2,0 | 960 |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 2,0 | 960 |
Concentração de sal de isopropilamina de Glifosato
* Dependente do estádio de desenvolvimento da planta infestante – menores doses para a fase inicial de desenvolvimento; maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
** As dosagens em percentagem referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 300 – 400 L/ha com bico de 110.01 (os valores aproximados para facilitar o preparo da calda). Qualquer dúvida, utilizar os valores em Litros/hectare.
A dosagem indicada varia de acordo com o cultivar e está em função dos equipamentos empregados:
CULTIVAR | EQ. CONV. (L/ha) | Eq. CDA/BENTLEY (L/ha) |
IAC | 5.0 | 4.0 |
NA | 5.0 | 4.0 |
CB | 4.0 | 3.0 |
SP | 5.0 | 3.0 |
CO/CP | 5.0 | 4.0 |
A aplicação deve ser feita quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.
GLI-UP 480 SL pode ser utilizado como maturador em cana-de-açúcar, em qualquer época da safra, com os seguintes direcionamentos:
Início da safra: visando antecipar a maturação, devido a condições pouco favoráveis de maturação natural, onde nem mesmo as variedades mais precoces estão no seu potencial máximo de acúmulo de sacarose.
Meio da safra: com o objetivo de maximizar a quantidade da matéria-prima e antecipar a liberação de área de reforma para o preparo do solo e plantio de cana de ano ou cereais.
Final da safra: com o objetivo mínimo de manter um bom nível de maturação, evitando a queda natural que ocorre com o início das chuvas, podendo ainda elevar o potencial natural de maturação daquelas variedades plantadas como cana de ano ou cortadas no final da safra anterior.
Áreas com excesso de vinhaça: com o objetivo de elevar o nível de maturação, normalmente baixo nestas áreas devido ao alto vigor vegetativo apresentado pela cultura.
Período entre a aplicação e a colheita/dose:
O período entre a aplicação e colheita pode ser manejado em função de doses, massa verde e época de aplicação que possibilita uma adequada flexibilidade de safra. No geral está entre 42 a 56 dias (6 a 8 semanas) para a dose recomendada de 0,6 L/ha do produto.
Idade da cultura:
A área a ser aplicada deve estar com um rendimento agrícola estabilizado, devendo-se lembrar sempre que o único objetivo da aplicação é melhorar a qualidade de matéria-prima, ou seja, elevar o teor de sacarose.
Variedades floríferas:
A aplicação de GLI-UP 480 SL como maturador é viável mesmo após a diferenciação floral até o estágio de pavio de vela.
Em cana pronta para florescer, essa aplicação é recomendada estrategicamente, para manter e melhorar a qualidade dessa matéria-prima.
Não se deve realizar aplicação quando o processo de florescimento estiver em fase adiantada (cartucho).
Aplicação:
A aplicação deve ser realizada por avião, utilizando-se barra com bicos convencionais, e um consumo de calda na faixa de 30-40 L/ha. (Ver item: aplicação aérea).
Observação Geral:
As dosagens indicadas (ver tabela), aplicadas de acordo com as instruções desta bula, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Digitaria ciliaris | capim-colchão (3), capim-da-roça (2), capim-tinga | Ver detalhes |
| Ameixa | Andropogon leucostachyus | capim-colchão (5), capim-membeca, capim-rabo-de-raposa (1) | Ver detalhes |
| Arroz | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Ipomoea nil | amarra-amarra (2), campainha (8), corda-de-viola (9) | Ver detalhes |
| Café | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Citros | Ipomoea nil | amarra-amarra (2), campainha (8), corda-de-viola (9) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Feijão | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Milho | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Pinus | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Soja | Richardia brasiliensis | poaia, poaia-branca, poaia-do-campo (2) | Ver detalhes |
| Soja OGM | Sorghum halepense | capim-argentino, capim-cevada, capim-massambará | Ver detalhes |
| Trigo | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
O produto deve ser aplicado na forma de pulverização com equipamentos terrestres e aéreos, conforme as recomendações a seguir.
EQUIPAMENTO | TIPOS DE BICOS | VAZÃO L/HA | PRESSÃO (LB/POL²) | TAMANHO DE GOTAS (µm) | DENSIDADE (GOTAS/CM²) |
- Tratorizado Convencional | 80.03/80.04/ 110.03/110.04 | 200 - 400 | 30 - 40 | 300 - 600 | 30 - 40 |
- Bentley BT-3* | X-2 | 80 - 120 | 40 - 60 | 200 - 300 | 50 - 100 |
- Costal Manual | 110.01/TK-05 | 150 - 200 | 20 - 30 | 200 - 400 | 20 - 30 |
- Costal Manual | 80.02/110.02 | 300 - 400 | 20 - 30 | 200 - 600 | 20 - 30 |
* Marca registrada de Equipamentos Bentley
Barra com bicos para aeronaves de asa fixa – Ipanema (qualquer modelo).
Volume de aplicação: 40-50 L/ha.
Altura de voo: 4-5 m do topo da cultura.
Largura da faixa de deposição: 15 metros.
Tamanho de gotas: 110 a 120 micrômetros.
Densidade de gotas: mínimo de 20 gotas/cm², com DMV 420-450 µ
Bicos de pulverização: Utilizar bicos de jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20 gotas/cm² com DMV 420-450 µ à pressão de 15-30 psi.
Com aviões do tipo Ipanema (qualquer modelo) poderão ser utilizados barra de pulverização, com um total de 40-42 bicos. Os bicos da extremidade da asa em número de 4 – 5 em cada uma delas deverão ser fechados a fim de evitar a influência e arraste das gotas de pulverização pelos vórtices da ponta da asa. Bicos da barriga, em número de 8, deverão permanecer abertos e no mesmo ângulo dos bicos utilizados nas asas.
Para outros tipos de aeronave, consultar um engenheiro agrônomo ou técnico responsável.
Condições climáticas: Temperatura máxima: 28ºC; umidade relativa: 55%; velocidade máxima do vento: 10 km/hora (3 metros/segundo).
Para as culturas indicadas em pós-emergência (com exceção de soja geneticamente modificada), aplica-se GLI-UP 480 SL em jato dirigido ou protegido, tomando-se o necessário cuidado para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos, caule jovem).
Em plantio direto (aplicação de área total no pré-plantio da cultura), aplicar antes do plantio da cultura.
Aplica-se GLI-UP 480 SL em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas de mato.
No caso de eliminação de soqueira, aplicar sobre as folhas em área total.
A eliminação da cana-de-açúcar doente ou indesejável pode ser feita aplicando-se GLI-UP 480 SL diretamente no cartucho da planta através de pulverizador tipo “trombone” na base de 6% de concentração.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água,criações e áreas de preservação ambiental. Sigas as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos esses fatores quando da decisão de aplicar. Para doses superiores a 1800 g/ha, utilizar de tecnologia de redução de deriva de 50% nas aplicações costal, e tratorizada, sendo necessário consultar um engenheiro agrônomo e o catálogo do fabricante de pontas de pulverização.
Para doses superiores a 3700 g/ha, utilizar de tecnologia de redução de deriva de 50% e manter bordadura de cinco metros nas aplicações costal e tratorizada, sendo necessário consultar um engenheiro agrônomo e o catálogo do fabricante de pontas de pulverização. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 40 metros do limite externo da
plantação.
A melhor estratégia de gerenciamento da deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (0,15 a 0,20 mm). A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais
desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade, e inversão térmica.
velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
fumaça originária de uma fonte no solo. No entanto, se não houver neblina, as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento de fumaça originária de uma fonte do solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquantoque, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Deve-se procurar aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h, temperaturas superiores a 30°C e umidade relativa inferior a 50%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Em aplicações com qualquer tipo de equipamento, observar as condições climáticas recomendadas, considerando que a umidade relativa do ar é o fator mais importante, já que determina uma maior ou menor evaporação.
Algodão, milho e soja: Não determinado por ser aplicado em pós-emergência das plantas daninhas e pré-emergência da cultura.
Arroz, Cana-de-açúcar (pré-plantio), Feijão, Soja Geneticamente Modificada e Trigo: Não determinado devido à modalidade de emprego (Manejo das plantas daninhas).
Ameixa, uva: 17 dias
Banana, cacau, citros, nectarina, pêssego: 30 dias
Cana-de-açúcar (como maturador): 30 dias
Maçã, café e pera: 15 dias
Soja geneticamente modificada: 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
Pinus e eucalipto: Uso não alimentar UNA).
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
GLI-UP 720 WG é um herbicida pós-emergente, sistêmico, de ação total, não seletivo na forma de granulado dispersível utilizado no controle de plantas daninhas, mono e dicotiledôneas.
Seu uso é recomendado nas seguintes situações:
Aplicação em jato dirigido sobre as plantas infestantes, nas culturas de: ameixa, banana, cacau, caju, café, caqui, carambola, citros, duboisia, figo, goiaba, maçã, mangaba, marmelo, nectarina, nêspera, pêra, pêssego e uva.
Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) – sistema de plantio direto para as culturas de algodão, arroz, aveia, cana-de-açúcar, centeio, cevada, milheto, milho, pastagens, soja, sorgo e trigo.
Aplicação em área de pousio antecedendo o plantio de algodão, arroz, cana-de-açúcar, milho, pastagens, soja e trigo.
Aplicação para erradicação de soqueira na cultura da cana-de-açúcar.
Aplicação em pós-emergência das plantas daninhas, nas culturas de eucalipto e pinus, visando a eliminação de vegetação para implantação de espécies florestais (pré-plantio) e para limpeza de entrelinhas após sua implantação (pós-emergência).
Aplicação em área total, em pós-emergência da soja, milho e algodão geneticamente modificados tolerante ao glifosato em áreas de plantio direto ou convencional.
Algodão, Ameixa, Arroz, Aveia, Banana, Cacau, Café, Caju, Caqui, Cana-de-açúcar, Carambola, Centeio, Cevada, Citros, Duboisia, Figo, Goiaba, Eucalipto, Maçã, Mangaba, Marmelo, Milheto, Milho, Nectarina, Nêspera, Pastagens, Pêra, Pêssego, Pinus, Soja, Sorgo, Trigo e Uva.
O produto é absorvido pelas folhas das plantas. Atua sobre a atividade enzimática, inibindo a fotossíntese, a síntese dos ácidos nucléicos e estimulando a produção de etileno. Os sintomas característicos são o amarelecimento e a consequente morte das folhas e talos.
CULTURAS: Algodão, Ameixa, Arroz, Aveia, Banana, Cacau, Café, Caju, Cana-de-açúcar, Caqui, Carambola, Centeio, Cevada, Citros, Duboisia, Figo, Goiaba, Maçã, Mangaba, Marmelo, Milheto, Milho, Nectarina, Nêspera, Pastagens, Pera, Pêssego, Soja (pré-emergência da cultura), Sorgo, Trigo e Uva NÚMERO DE APLICAÇÕES: 1 | ||||
FOLHA ESTREITA | DOSE (Produto comercial) | VOLUME DE CALDA | ||
Nome Comum | Nome Científico | Kg/ha | g/100 L d´água ** | |
Aveia-voluntária | Avena strigosa | 1,00 | 500 | Terrestre 50 a 250 L/ha Aéreo (Para as culturas de Algodão, Arroz, Cana-de- açúcar, Milho, Pastagens, Soja e Trigo) 20 a 40 L/ha |
Braquiarão | Brachiaria brizantha | 1,50 – 2,50 | 750 - 1250 | |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2,50 | 1.250 | |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 0,50 | 250 | |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,00 | 500 | |
Grama-seda | Cynodon dactylon | 2,50 – 3,50 | 1.250 – 1.750 | |
Junquinho | Cyperus ferax | 2,00 – 2,50 | 1.000 - 1.250 | |
Tiririca | Cyperus rotundus | 2,00 – 2,50 | 1.000 – 1.250 | |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 0,75 – 1,00 | 375 - 500 | |
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 1,50 | 750 | |
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 1,00 – 1,50 | 500 - 750 | |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 1,00 | 500 | |
Azevém-anual | Lolium multiflorum | 2,50 | 1.250 | |
Arroz Vermelho | Oryza Sativa | 2,5 | 1.250 | |
Capim-colonião | Panicum maximum | 2,25 | 1.125 | |
Capim-azedo | Paspalum conjugatum | 1,50 | 750 | |
Grama-batatais | Paspalum notatum | 2,50 | 1.250 | |
Capim-da-guiné | Paspalum paniculatum | 1,00 | 500 | |
Capim custódio | Pennisetum setosum | 1,50 | 750 | |
Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum * | 2,5 – 3,0 | 1.250 – 1.500 | |
Sorgo | Sorghum bicolor * | 0,5 – 1,0 | 250 - 500 | |
Capim massambará | Sorghum halepense | 0,5 – 1,5 | 250 - 750 |
FOLHA LARGA | DOSE (Produto comercial) | VOLUME DE CALDA | ||
Nome Comum | Nome Científico | Kg/ha | g/100 L d´água ** | |
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 1,00 | 500 | Terrestre 50 a 250 L/ha Aéreo (Para as culturas de Algodão, Arroz, Cana- de-açúcar, Milho, Pastagens, Soja e Trigo) 20 a 40 L/ha |
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 1,00 | 500 | |
Angiquinho | Aeschynomene denticulata | 1,50 – 2,50 | 750 – 1.250 | |
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 1,00 | 500 | |
Apaga-fogo | Althernanthera tenella | 1,00 | 500 | |
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 1,00 | 500 | |
Caruru-de-mancha ou Caruru | Amaranthus viridis | 1,00 | 500 | |
Picão-preto | Bidens pilosa | 0,75 | 375 | |
Erva-de-santa-luzia | Chamaesyce hirta | 1,00 | 500 | |
Erva-de-santa-maria | Chenopodium ambrosioides * | 1,00 | 500 | |
Trapoeraba | Commelina benghalensis * | 3,0 - 3,5(1) | 1.500 – 1.750 | |
Buva | Conyza bonariensis | 0,50 – 1,50 | 250 - 750 | |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 1,00 | 500 | |
Fazendeiro | Galinsoga parviflora | 0,50 | 250 | |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia * | 1,5 – 2,0 | 750 – 1.000 | |
Corda-de-viola | Ipomoea indivisa * | 2,00 | 1.000 | |
Corda-de-viola | Ipomoea nil * | 2,00 | 1.000 | |
Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | 1,00 | 500 | |
Losna branca | Parthenium hysterophorus | 0,50 – 1,50 | 250 - 750 | |
Beldroega | Portulaca oleracea | 1,00 | 500 | |
Nabo ou Nabiça | Raphanus raphanistrum | 1,00 | 500 | |
Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus * | 1,50 | 750 | |
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2,50 | 1.250 | |
Maria-mole | Senecio brasiliensis * | 1,00 | 500 | |
Guanxuma | Sida rhombifolia | 1,00 – 1,50 | 500 - 750 | |
Serralha | Sonchus oleraceus | 1,00 | 500 | |
Erva-quente | Spermacoce latifolia * | 2,00 – 3,00 | 1.000 – 1.500 | |
Erva-de-touro | Tridax procumbens * | 2,00 | 1.000 | |
Ervilhaca | Vicia sativa * | 2,00 – 3,00 | 1.000 – 1.500 | |
Carrapicho de carneiro | Xanthium strumarium | 1,5 | 750 | |
NÚMERO, ÉPOCAS OU INTERVALOS DE APLICAÇÕES: O GLI-UP 720 WG, aplicado no período adequado, e conforme a recomendação, controlará as plantas infestantes com uma única aplicação. No caso da trapoeraba seguir as recomendações. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para as plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais. Aplicar GLI-UP 720 WG quando as plantas infestantes estiverem em boas condições de Desenvolvimento vegetativo, sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). A aplicação para a eliminação da soqueira da cana- de-açúcar recomenda - se a aplicação de 2,5 a 3,0 kg p.c/ha. Esta aplicação deve ser feita quando a média das folhas estiver entre 0,6m e 1,0 m medidas a partir do chão, ou quando a última lígula estiver a 40 cm do solo. è fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira. A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é aos 25 dias após a emergência da cultura, quanto as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. | ||||
* Dependente do estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
** As doses em g/100 L d’água referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 200 L/ha com bico de 110.01 (os valores foram aproximados para facilitar o preparo da calda). Qualquer dúvida, utilizar os valores em kg/hectare.
(1) Recomenda-se que, no caso da Trapoeraba, a dose seja dividida em duas aplicações sequenciais de 2,0 kg p.c./ha, seguido de 1,0 kg p.c./ha ou 2,0 kg p.c./ha, seguido de 1,5 kg p.c./ha, com intervalo de 28 a 30 dias.
Observação Geral: As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação.
CULTURA: Soja geneticamente modificada tolerante ao Glifosato NÚMERO DE APLICAÇÕES: 1 | |||
FOLHA ESTREITA | DOSE (Produto comercial) | ||
Nome Comum | Nome Científico | Kg/ha * | g/100 L d´água ** |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 0,50 - 0,75 | 250 - 375 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 0,50 - 0,75 | 250 - 375 |
NÚMERO, VOLUME, ÉPOCAS OU INTERVALOS DE APLICAÇÕES: Aplicação única aos 25 DAE ***, estádio da soja: V3 (3º trifólio completamente expandido). Obs: O estádio de desenvolvimento pode variar de acordo com a época de plantio, condições climáticas e ciclo da variedade em questão. Estádio de crescimento da planta infestante: até 2 perfilhos ou 10 cm. Volume de aplicação: Aéreo 20 a 40 L/ha, Terrestre: 50 a 250 L/ha. | |||
* Dependente do estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para as plantas em pós-emergência precoce e as maiores doses para o maior estádio de crescimento indicado na tabela.
** As doses em g/100 L d’água referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 120 L/ha com bico de 110.01 (os valores foram aproximados para facilitar o preparo da calda). Qualquer dúvida, utilizar os valores em kg/hectare.
*** DAE = Dias após a emergência da cultura.
CULTURA: Algodão OGM (geneticamente modificado) Tolerante ao Glifosato NÚMERO DE APLICAÇÕES: 1 | |||
FOLHA ESTREITA | DOSE (Produto comercial) | ||
Nome Comum | Nome Científico | Kg/ha | g/100 L d´água |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 0,5 – 1,0 | 250 – 500 |
NÚMERO, VOLUME, ÉPOCAS OU INTERVALOS DE APLICAÇÕES: Aplicar quando as plantas daninhas estiverem com até 2 perfilhos ou até 10 cm de altura e quando a cultura tiver até 4 folhas ou 15 dias após a emergência. Volume de aplicação: Aéreo 20 a 40 L/ha, Terrestre: 50 a 250 L/ha. | |||
FOLHA LARGA | DOSE (Produto comercial) | ||
Nome Comum | Nome Científico | Kg/ha * | g/100 L d’água ** |
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 0,5 – 1,0 | 250 – 500 |
Caruru | Amaranthus viridis | 0,5 – 1,0 | 250 – 500 |
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 1,0 – 1,5 | 500 – 750 |
Corda-de-viola | Ipomoea nil | 1,0 – 1,5 | 500 – 750 |
NÚMERO, VOLUME, ÉPOCAS OU INTERVALOS DE APLICAÇÕES: Aplicar até 15 dias após a emergência ou quando a cultura tiver até 4 folhas e a planta daninha tiver até 6 folhas ou 10 cm de altura. Volume de aplicação: Aéreo 20 a 40 L/ha, Terrestre: 50 a 250 L/ha. | |||
CULTURA: Milho OGM (geneticamente modificado) Tolerante ao Glifosato NÚMERO DE APLICAÇÕES: 1 | |||
FOLHA ESTREITA | DOSE (Produto comercial) | ||
Nome Comum | Nome Científico | Kg/ha | g/100 L d´água |
Aveia voluntária | Avena strigosa | 0,5 – 1,0 | 250 – 500 |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus (*) | 1,0 – 1,5 | 500 – 750 |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica (*) | 0,5 – 1,5 | 250 – 750 |
NÚMERO, VOLUME, ÉPOCAS OU INTERVALOS DE APLICAÇÕES: Aplicar quando as plantas daninhas estiverem com até 2 perfilhos ou até 10 cm de altura e quando a cultura estiver no estádio V3 – V4 (20 dias). (*) Realizar aplicação sequencial, se necessário, em áreas de alta infestação e/ou germinação desuniforme das plantas infestantes. Recomenda-se realizar a primeira aplicação na dose e época recomendada na tabela e a segunda aplicação na dose de 1,0 kg/ha, com intervalo de aproximadamente 15 a 20 dias após a primeira aplicação. Volume de aplicação: Aéreo 20 a 40 L/ha, Terrestre: 50 a 250 L/ha. | |||
FOLHA LARGA | DOSE (Produto comercial) | ||
Nome Comum | Nome Científico | Kg/ha | g/100 L d’água |
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum (*) | 0,5 – 1,5 | 250 - 700 |
Apaga-fogo | Alternanthera tenella (*) | 0,5 – 1,0 | 250 – 500 |
Caruru | Amaranthus viridis (*) | 0,5 – 1,0 | 250 – 500 |
Picão-preto | Bidens pilosa | 0,5 – 1,0 | 250 – 500 |
Trapoeraba | Commelina benghalensis (*) | 0,5 – 1,5 | 250 – 750 |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla (*) | 0,5 – 1,5 | 250 – 750 |
Corda-de-viola | Ipomoea acuminata (*) | 0,5 – 1,0 | 250 – 500 |
Corda-de-viola | Ipomoea purpurea (*) | 0,5 – 1,5 | 250 – 750 |
Beldroega | Portulaca oleracea | 0,5 – 1,0 | 250 – 500 |
Nabo | Raphanus raphanistrum | 0,5 – 1,5 | 250 – 750 |
Guanxuma | Sida rhombifolia | 0,5 – 1,0 | 250 – 500 |
NÚMERO, VOLUME, ÉPOCAS OU INTERVALOS DE APLICAÇÕES: Aplicar quando a cultura no estádio V3 (20 dias) e a planta daninha tiver até 6 folhas ou 10 cm de altura. (*) Realizar aplicação sequencial, se necessário, em áreas de alta infestação e/ou germinação desuniforme das plantas infestantes. Recomenda-se realizar a primeira aplicação na dose e época recomendada na tabela e a segunda aplicação na dose de 1,0 kg/ha, com intervalo de aproximadamente 15 a 20 dias após a primeira aplicação. Volume de aplicação: Aéreo 20 a 40 L/ha, Terrestre: 50 a 250 L/ha. | |||
CULTURAS: Eucalipto e pinus NÚMERO DE APLICAÇÕES: 1 | |||||
PLANTAS INFESTANTES ANUAIS | |||||
FOLHA ESTREITA | DOSE (Produto comercial) | VOLUME DE CALDA Terrestre (L/ha) | |||
Nome Comum | Nome Científico | Kg/ha * | g/100 L d´água ** | ||
Cevadilha * | Bromus catharticus * | 0,50 | 250 | 50 - 250 L/ha | |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 0,75 - 1,00 | 375 - 500 | ||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 1,00 | 500 | ||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,00 | 500 | ||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 0,50 | 250 | ||
FOLHA LARGA | DOSE (Produto comercial) | VOLUME DE CALDA Terrestre (L/ha) | |||
Nome Comum | Nome Científico | Kg/ha * | g/100 L d´água ** | ||
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 1,00 | 500 | 50 - 250 L/ha | |
Picão-preto | Bidens pilosa | 0,75 | 375 | ||
Fazendeiro | Galinsoga parviflora | 0,50 | 250 | ||
Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | 1,00 | 500 | ||
Serralha | Sonchus oleraceus | 1,00 | 500 | ||
Trevo | Tribolium repens | 2,50 | 1.250 | ||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2,50 | 1.250 | ||
PLANTAS INFESTANTES PERENES | |||||
FOLHA ESTREITA | DOSE (Produto comercial) | VOLUME DE CALDA Terrestre (L/ha) | |||
Nome Comum | Nome Científico | Kg/ha | g/100 L d´água ** | ||
Capim-da-guiné | Paspalum paniculatum | 1,00 | 500 | 50 - 250 L/ha | |
FOLHA LARGA | DOSE (Produto comercial) | VOLUME DE CALDA Terrestre (L/ha) | |||
Nome Comum | Nome Científico | Kg/ha | g/100 L d´água ** | ||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 1,00 - 1,50 | 500 - 750 | 50 - 250 L/ha | |
Erva-lanceta | Solidago chilensis | 1,50 | 750 | ||
NÚMERO, ÉPOCAS OU INTERVALOS DE APLICAÇÕES: O GLI-UP 720 WG, aplicado no período adequado, e conforme a recomendação, controlará as plantas infestantes com uma única aplicação. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para as plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais. Aplicar GLI-UP 720 WG quando as plantas infestantes estiverem em boas condições de desenvolvimento vegetativo, sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). | |||||
(*) Depende do estádio de desenvolvimento da planta infestante - menores doses da fase inicial de desenvolvimento; maiores doses para fase adulta ou perenizada.
(**) As dosagens em g/100 L de água referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 300-400 L/ha com bico de 110.01 (os valores foram aproximados para facilitar o preparo da calda). Quaisquer dúvidas, utilizar os valores em kg/hectare.
As dosagens indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Aeschynomene denticulata | angiquinho (2), corticeirinha (1), maricazinho (2) | Ver detalhes | |
| Algodão | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Ameixa | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Arroz | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Aveia | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Banana | Avena strigosa | aveia-brasileira, aveia-preta, aveia-voluntária | Ver detalhes |
| Cacau | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Café | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Caju | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Caqui | Avena strigosa | aveia-brasileira, aveia-preta, aveia-voluntária | Ver detalhes |
| Carambola | Paspalum notatum | capim-bahia, capim-batatais, grama-batatais | Ver detalhes |
| Centeio | Avena strigosa | aveia-brasileira, aveia-preta, aveia-voluntária | Ver detalhes |
| Cevada | Panicum maximum | capim-colonião, capim-coloninho (1), capim-guiné | Ver detalhes |
| Citros | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Duboisia | Avena strigosa | aveia-brasileira, aveia-preta, aveia-voluntária | Ver detalhes |
| Eucalipto | Bromus catharticus | aveia-louca, cevadilha, falsa-cevada | Ver detalhes |
| Figo | Avena strigosa | aveia-brasileira, aveia-preta, aveia-voluntária | Ver detalhes |
| Goiaba | Paspalum notatum | capim-bahia, capim-batatais, grama-batatais | Ver detalhes |
| Maçã | Ipomoea indivisa | campainha (7), corda-de-viola (8), corriola (6) | Ver detalhes |
| Mangaba | Avena strigosa | aveia-brasileira, aveia-preta, aveia-voluntária | Ver detalhes |
| Marmelo | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Milheto | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Milho | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Nectarina | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Nêspera | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Pastagens | Brachiaria brizantha | braquiarão, braquiária-brizanta, braquiária-do-alto | Ver detalhes |
| Pera | Avena strigosa | aveia-brasileira, aveia-preta, aveia-voluntária | Ver detalhes |
| Pessego | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Pinus | Bromus catharticus | aveia-louca, cevadilha, falsa-cevada | Ver detalhes |
| Soja | Vicia sativa | avica, ervilhaca | Ver detalhes |
| Soja OGM | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Sorgo | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Trigo | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Uva | Xanthium strumarium | carrapichão (2), carrapicho-bravo (2), carrapicho-de-carneiro (2) | Ver detalhes |
Diluir a dose de GLI-UP 720 WG indicada para cada situação em água e pulverizar sobre as espécies a serem controladas. A aplicação poderá ser feita utilizando-se equipamentos aéreos ou terrestres.
Armazenar e manusear apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. Não armazenar a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum.
Recomendação Geral:
Aplicar GLI-UP 720 WG em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas de mato, tomando-se o necessário cuidado para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folha, ramos ou caule jovem).
No caso de soja geneticamente modificada tolerante ao Glifosato seguir as recomendações de aplicação indicadas.
A eficiência do produto é visualizada entre o 4º e o 10º dia após o tratamento.
Equipamentos Terrestres:
A aplicação pode ser feita com pulverizadores de barra, com bicos adequados à aplicação de herbicidas, com pressão entre 20 a 40 Lb/pol2, utilizando-se um volume de água entre 50 a 250 L/ha.
Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura da área foliar. Para aplicação com pulverizadores costais manuais, verificar as doses por 100 L de água e utilizar vazão aproximada de 200 L/ha.
No caso de soja geneticamente modificada tolerante ao Glifosato deve ser utilizado um volume de calda de 120 L/ha.
Equipamentos Aéreos:
Barras com bicos para aeronaves de asa fixa - Ipanema de qualquer modelo.
Volume de calda de 20 a 40 L/ha, altura de voo de 3 a 5 m acima do topo da cultura, com faixa de deposição com 15 m de largura e tamanho de gotas entre 200 a 600 micras.
Densidade mínima de gotas de 20 a 40 gotas/cm2.
Bicos de pulverização - bicos de jato cônico ou leque que permitam uma vazão ao redor de 20 a 40 L/ha de calda (D10-45, D7-46, 80-10, 80-15) e produzam gotas com DMV para as condições de aplicação e regulagem entre 200 a 600 micras, com uma deposição mínima de 20 gotas/cm2 sem escoamento na folha.
Em aviões tipo Ipanema, usa-se de 37 a 42 bicos na asa, sendo que normalmente para se evitar problemas de vórtices de ponta de asa, fecha-se ao redor de 3 bicos em cada raiz de asa e 2 bicos na barriga no pé direito e 1 no pé esquerdo.
Dependendo da altura de voo, da aeronave, do tipo de asa e posição de barra esta configuração pode-se alterar. A angulação destes bicos na barra aplicadora vai ser determinante na configuração final do DMV da gota formada.
Condições climáticas: Temperatura máxima: 28ºC; Umidade relativa mínima: 55%;
Velocidade do vento máx.: 10 km/h (3m/s).
Utilizar apenas equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar a lavagem completa do equipamento.
- Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Sigas as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos esses fatores quando da decisão de aplicar.
Para doses superiores a 1800 g/ha, utilizar de tecnologia de redução de deriva de 50% nas aplicações costal, e tratorizada, sendo necessário consultar um engenheiro agrônomo e o catálogo do fabricante de pontas de pulverização.
Para doses superiores a 3700 g/ha, utilizar de tecnologia de redução de deriva de 50% e manter bordadura de cinco metros nas aplicações costal e tratorizada, sendo necessário consultar um engenheiro agrônomo e o catálogo do fabricante de pontas de pulverização. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 40 metros do limite externo da
plantação.
A melhor estratégia de gerenciamento da deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (0,15 a 0,20 mm). A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais
desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade, e inversão térmica.
velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Deve-se procurar aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h, temperaturas superiores a 30°C e umidade relativa inferior a 50%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Em aplicações com qualquer tipo de equipamento, observar as condições climáticas recomendadas, considerando que a umidade relativa do ar é o fator mais importante, já que determina uma maior ou menor evaporação
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Milho | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Soja | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Brachiaria brizantha | braquiarão, braquiária-brizanta, braquiária-do-alto | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Brachiaria brizantha | braquiarão, braquiária-brizanta, braquiária-do-alto | Ver detalhes |
| Café | Brachiaria brizantha | braquiarão, braquiária-brizanta, braquiária-do-alto | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Citros | Brachiaria brizantha | braquiarão, braquiária-brizanta, braquiária-do-alto | Ver detalhes |
| Eucalipto | Brachiaria brizantha | braquiarão, braquiária-brizanta, braquiária-do-alto | Ver detalhes |
| Feijão | Brachiaria brizantha | braquiarão, braquiária-brizanta, braquiária-do-alto | Ver detalhes |
| Maçã | Brachiaria brizantha | braquiarão, braquiária-brizanta, braquiária-do-alto | Ver detalhes |
| Milho | Brachiaria brizantha | braquiarão, braquiária-brizanta, braquiária-do-alto | Ver detalhes |
| Pastagens | Cynodon dactylon | capim-da-cidade, capim-de-burro (1), grama-bermuda | Ver detalhes |
| Pessego | Brachiaria brizantha | braquiarão, braquiária-brizanta, braquiária-do-alto | Ver detalhes |
| Pinus | Senna occidentalis | fedegoso, mamangá, manjerioba | Ver detalhes |
| Seringueira | Brachiaria brizantha | braquiarão, braquiária-brizanta, braquiária-do-alto | Ver detalhes |
| Soja | Brachiaria brizantha | braquiarão, braquiária-brizanta, braquiária-do-alto | Ver detalhes |
| Trigo | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Uva | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
Culturas | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ culturas | Dose* (p.c.L/ha) | Nº máximo de aplicações | Equipamento de aplicação | Volume de Calda (L/ha) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||||
ALFACE | Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | 1,5 | 01 | Jato dirigido | 350 |
Picão-branco | Galinsoga parviflora | ||||||
Erva-de-bicho | Polygonum aviculare | ||||||
Serralha | Sonchus oleraceus | ||||||
Erva-de- passarinho | Stellaria media | ||||||
Soliva | Soliva anthemifolia | 2,0 | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido na pós-emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Utilizar adjuvante na dose de 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100 L/há ou a dose de 0,5 L/há para volumes de aplicação inferiores a 100 L/há. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||||
ALGODÃO | Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | Até 1 perfilho | 2,0 | 01 | Jato dirigido | 350 |
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | ||||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | ||||||
Capim- massambará | Sorghum halepense | ||||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2 a 4 folhas | |||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||||
Amendoim-bravo | Euphoria heterophylla | ||||||
Caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||||
Fedegosa | Chenopodium album | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle das plantas daninhas, aplicar em jato dirigido na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura. Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada e capim-massambará, realizar a aplicação no início do perfilhamento. Para carra-picho-de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru-rasteiro, picão-preto e fedegoso, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||||
ALGODÃO OGM | Capim- marmelada | Bracharia plantaginea | Até 2 perfilhos | 2,0 a 2,5 | 02 | Avião Barra | Terrestre 200 – 300 Aérea 30 - 40 |
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | ||||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 2 a 4 folhas | |||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidium | ||||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | ||||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 a 4 perfilhos | 3,0 a 3,5 | 01 | |||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | ||||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 4 a 8 folhas | |||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | |||||||
Erva-quente | Borreria latifolia | |||||||
Beldroega | Potulacea oleracea | |||||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis | Até 1 perfilho | 2,0 - 3,5 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo vegetal ou mineral | 02 | Costal Barra Aérea | |||
Buva | Conyza bonariensis | 2 a 4 folhas | ||||||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | |||||||
soja voluntária | Glycine max | |||||||
milho voluntário | Zea mays | |||||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | Até 1 perfilho | 2,5 - 3,5 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo vegetal ou mineral | |||||
Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o produto, em pós-emergência da cultura, com adição de 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação, em pós- emergência da cultura e das plantas daninhas. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 2,5 L p.c./ha. Para uma única aplicação utilizar a dosagem de 3,0 a 3,5 L p.c./ha, observando-se sempre o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas. | ||||||||
BANANA | Capim-colchão: | Digitaria horizontalis | Até 1 perfilho | 2,0 | 01 | Jato dirigido | 500 | |
Quebra-pedra | Phyllantus tenellus | |||||||
Crepis | Crepis japonica | |||||||
Capim-guaçu | Paspalum conspersum | |||||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | |||||||
Macela-branca | Gnaphalium spicatum | 4 a 6 folhas | ||||||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | |||||||
Sete-sangrias | Cuphea carthagenensis | |||||||
Erva-cará | Dioscorea batatas | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas de folha larga estiverem com 2 a 6 folhas, e as de folha estreita com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
BATATA | Caruru | Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | 2,0 | 01 | Barra Costal | 350 | |
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | |||||||
Carrapicho- rasteiro | Acanthospermum australe | |||||||
Erva-quente | Spermacoce alata | |||||||
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | Até 1 perfilho | ||||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: - Para controle das plantas daninhas: Realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas e as gramíneas com até 1 perfilho. | ||||||||
BATATA | Uso para dessecação | 2,0 | 01 | Barra Costal | 350 | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: 10 - Para dessecação de “batata consumo”: Aplicar 2,0 L/ha do produto comercial + 0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral, sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba, picão-preto e guanxuma-branca com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Para dessecação de “batata semente”: Aplicar 2,0 L/ha do produto comercial + 0,2% v/v) de espalhante adesivo, 70 dias após a emergência da batata, retirando antes, as ramas laterais e o ponteiro central. Iniciar a colheita 10 dias após a aplicação. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo de cultura. | |||||||
CAFÉ | Trapoeraba | Commelina benghalensis | Até 4 folhas | 2,0 | 01 | Jato dirigido | 350 |
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||||
Buva | Conyza bonariensis | ||||||
Macela-branca | Gnaphalium spicatum | ||||||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | ||||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 2 perfilhos | 2,5 | 450 | |||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | Até 6 folhas | 3,0 | ||||
Guanxuma- branca | Sida glaziovii | 2 a 4 folhas | 2,0 | 500 | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e guanxuma-branca, aplicar quando estas estiverem com até 4 folhas. Em capim-marmelada e capim-colchão, até a fase de início do perfilhamento. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||||
CANA-DE- AÇÚCAR | USO PARA DESSECAÇÃO | 4,0 | 01 | Aplicação Aérea | 20 a 50 | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Com o objetivo de facilitar a desfolha da cana-de-açúcar, durante a colheita realizar uma única aplicação sobre as folhas da cana- de-açúcar na pré-colheita quando a cultura se encontrar no final do estádio de desenvolvimento vegetativo e antes da emissão da inflorescência. Programar a aplicação de acordo com a programação de colheita, com 21 a 28 dias antes da colheita da cana- de-açúcar. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100 L/há ou a dose de 0,5 L/há para volumes de aplicação inferiores a 100 L/há. | |||||||
CEVADA | USO PARA DESSECAÇÃO | 1,75 | 01 | Aplicação terrestre | 100 a 300 | ||
CITROS | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 | 01 | Jato dirigido | 350 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis e Digitaria sanguinalis | ||||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis | ||||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | ||||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | ||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | Até 4 folhas | |||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | ||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||||
Maria-gorda | Talinum paniculatum | ||||||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | ||||||
Malva-branca | Sida cordifolia | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta daninha estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim- amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta daninha estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta daninha estiver com até 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||||
Coco / Açaí / Castanha-do- Pará / Dendê / Pinhão / Pupunha | Capim- amargoso | Digitaria insularis | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 01 | Jato dirigido | 350 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||||||
Buva | Conyza bonariensis | Até 4 folhas | |||||
Caruru-branco | Amaranthus viridis | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Pode ser aplicado no sistema de coroamento, na entrelinha e linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo (fotossinteticamente ativas). | |||||||
EUCALIPTO | Samambaia | Pteridium aquilinum | Até 20 cm | 2,0 | 01 | Jato dirigido | 350 |
Capim-gordura | Melinis minutiflora | Até 4 perfilhos | 4,0 | ||||
Erva quente | Spermacoce alata | Até 8 folhas | |||||
Cambará | Lentana camara | ||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | ||||||
Serralha | Sonchus oleraceus | ||||||
Buva | Conyza bonariensis | ||||||
Unha-de-vaca | Bauhinia variegata | ||||||
Arranha-gato | Acacia plumosa | ||||||
Jurubeba | Solanum paniculatum | ||||||
Capim-colonião | Panicum maximum | ||||||
Vassourinha- botão | Spermacoce verticillata | ||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||||
Gervão | Stachytarpheta cayennensis | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem em vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das daninhas de folha estreita quando estiverem com até 4 perfilhos; e em folhas largas, com até 8 folhas. | |||||||
FEIJÃO ERVILHA FEIJÃO- CAUPI FEIJÃO-FAVA FEIJÃO- GUANDU FEIJÃO- MUNGO FEIJÃO- VAGEM GRÃO-DE- BICO -LENTILHA | Uso para dessecação para feijão de consumo | 50 % das vagens secas | 1,8 | 01 | Avião Barra Costal | Terrestr e: 350 Aérea: 30 - 40 |
Uso para dessecação para feijão para sementes | 70 % das vagens secas | 2,0 | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
| ||||||
MAÇÃ | Capim- marmelada | Bracharia plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 | 01 | Jato dirigido | 350 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||||||
Azevém | Lolium multiflorum | ||||||
Língua-de-vaca | Rumex obtusifolius | 2 a 4 folhas | |||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | ||||||
Serralha | Sonchus oleraceus | ||||||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | ||||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||||
Picão-branco | Galinsoga parviflora | ||||||
Maria-mole | Senecio brasiliensis | ||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||||
Poaia | Richardia brasiliensis | ||||||
Trevo | Oxalis oxyptera | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar em poaia, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão-branco, picão-preto e língua-de- vaca quando a planta daninha estiver de 5 a 10 cm. Em capim-colchão, azevém e capim-marmelada com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||||
MILHO | Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | Até 1 perfilho | 1,5 a 2,0 | 01 | Jato dirigido | 350 |
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | |||||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | ||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||||
Corda-de-viola | Ipomoea aristolochiaefolia | ||||||
Carrapicho- rasteiro | Acanthospermum australe | ||||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||||
Malva-branca | Sida cordifolia | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim-colchão e capim-marmelada. Para as demais daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||||
MILHO OGM (Resistente ao Glufosinato de Amonio) | Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | 3 perfilhos | 2,5 a 3,0 | 01 | Terrestre e aérea | Terrestre : 100 a 300 Aérea: 20-50 |
Campim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 6 folhas Estádio mediano das plantas daninhas | |||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | ||||||
Corda-de-viola | Ipomoea purpurea | ||||||
Caruru- roxo | Amaranthus hibridus | ||||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | 3 Folhas | 1,5 + 1,5 (aplicação | 02 | |||
Campim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Estádio pré- precoce das plantas daninhas | sequencial) | |||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | 2 Folhas Estádio pré- precoce das plantas daninhas | ||||||
Corda-de-viola | Ipomoea purpurea | |||||||
Caruru-roxo | Amaranthus hibridus | |||||||
Caruru | Amaranthus viridis | Até 1 perfilho | 2,0 a 3,0 | 02 | ||||
Capim-colchão | Digitária sanguinalis | |||||||
Buva | Conyza bonariensis | 2 a 4 folhas | ||||||
Soja | Glycine max | |||||||
Caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus | |||||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | |||||||
Capim-amargoso | Digitaria insularis | Até 1 perfilho | ||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2 a 4 folhas | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em pós-emergência da cultura do Milho Resistente ao Glufosinato de amônio e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas e considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com o intervalo de 10 dias. Pode-se aplicar o produto a partir da germinação do Milho. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v pra volumes de aplicação iguais ou superiores a 100 L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100 L/ha. | ||||||||
Ameixa / Nectarina / Nêspera / Pera / Pêssego | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 | 01 | Jato dirigido | 350 | |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | ||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||||
Picão-branco | Galinsoga parviflora | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão-branco quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Capim- colchão e capim-marmelada, quando estiver com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
REPOLHO | Picão branco | Galinsoga parviflora | 2 a 4 folhas | 1,5 | 01 | Jato dirigido | 350 | |
Erva-passarinho | Stellaria media | |||||||
Erva-de-bicho | Polygonum persicaria | |||||||
Serralha | Sonchus oleraceus | |||||||
Mentruz | Coronopus didymus | 2,0 | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar a aplicação quando as plantas daninhas apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
SOJA | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 2 perfilhos | 2,5 | 01 | Barra Costal | 350 |
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | ||||||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | 2 a 6 folhas | |||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||||
Poaia | Richardia brasiliensis | ||||||
Caruru | Amarantus viridis | ||||||
Beldroega | Portulacea oleracea | ||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2 a 4 folhas | |||||
Trigo | Triticum aestivum | Até 2 perfilhos | 3,0 | ||||
Aveia | Avena sativa | ||||||
Cevada | Hordeum vulgare | ||||||
Azevém | Lollium multiflorum | ||||||
Centeio | Secale cereale | ||||||
Triticale | Triticum secale | ||||||
Soja | Glycine max | 2 a 4 folhas | 2,0 | ||||
Buva | Conyza bonariensis | Até 8 folhas | 1,5 – 2,5 | ||||
2,5 - 3,0 | |||||||
Erva-quente | Spermacoce latifolia | ||||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | Até 4 folhas | |||||
Capim-camalote | Rottboellia exaltata | Até 3 perfilhos | |||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | ||||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: - Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. Para o controle de capim-colchão e capim-marmelada, realizar o controle quando as plantas estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo, nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega realizar o controle quando as plantas estiverem com até 6 folhas. Para o controle de trapoeraba realizar o controle quando as plantas estiverem com 2 a 4 folhas. Para buva realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 12 cm de altura. Em carrapicho-de-carneiro quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas e para erva-quente, realizar o controle quando a planta infestante estiver com até 8 folhas. Em capim-amargoso, capim-carrapicho e capim-camalote, realizar a aplicação sobre as plantas daninhas oriundas de sementes até o estádio de desenvolvimento de 3 perfilhos. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||||
SOJA | Uso para dessecação | 10 dias antes da colheita | 2,0 | 01 | Avião Barra Costal | Terrestre: 350 Aérea 30 - 40 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: - Para dessecação: Utilizar a dose de 2,0 L/ha do produto + 0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral, aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||||
SOJA GENETICAME NTE MODIFICADA (Resistente ao glufosinato de amônio) | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 a 3,5 | 02 | Barra Costal | Terrestre 100 a 300 |
Azevém | Lolium multiflorum | ||||||
Capim-amargoso | Digitaria insularis | ||||||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||||||
Capim-camalote | Rottboellia exaltata | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 a 4 Folhas | |||||
Buva | Conyza bonariensis | ||||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | ||||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | ||||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | Até 1 perfilho | 2,5 a 3,5 | ||||
Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 2 a 4 Folhas | |||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||||
Aplicar na pós-emergência da cultura e das plantas infestantes observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas infestantes considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Aplicar a partir da germinação da soja. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 12 a 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 3,5 L p.c./ha, de acordo com as recomendações de uso e nas situações em que ocorram novos fluxos de germinação de plantas infestantes na área. Fazer no máximo duas aplicações por safra de soja. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | |||||||
Soja ENLIST | Capim-amargoso | Digitaria insularis | 1 a 2 perfilhos | 2,5 a 3,0 | Barra Costal | Terrestre 100 a 300 | |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||||||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | ||||||
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | ||||||
Buva | Conyza bonariensis | 2 a 4 folhas | |||||
Aplicar na pós emergência da cultura e das plantas infestantes, observando-se o estádio precoce de desenvolvimento destas. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | |||||||
TRIGO | Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | Até 1 perfilho | 2,0 | 01 | Barra Costal | 350 |
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | ||||||
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | ||||||
Arroz | Oryza sativa | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | |||||
Guanxuma | Sida cordifolia | ||||||
Erva-quente | Spermacoce alata | ||||||
Soja | Glycine max | ||||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||||
Buva | Conyza bonariensis | 1,5 a 2,0 + 0,5 de óleo vegetal ou mineral | 200 | ||||
Capim-amargoso | Digitaria insularis | Até 1 Perfilho | 2,0 + | ||||
0,5 de óleo vegetal ou mineral | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: - Aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Caruru e guanxuma devem ter até 4 folhas. Para o controle da buva oriunda de sementes, realizar a aplicação na dose de 1,5 a 2,0 L/ha quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Para o controle das gramíneas como o capim-amargoso, aplicar sobre as plantas daninhas oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||||
TRIGO | Terrestre | ||||||
E TRITICALE | : 100 a | ||||||
Dessecação | Uso para dessecação | 1,75 | 01 | Terrestre e Aérea | 300 | ||
de pré- | Aérea: | ||||||
colheita | 20-50 | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para dessecação de pré-colheita: Aplicar o produto na dessecação numa única pulverização. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura). Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100 L/há ou a dose de 0,5 L/há para volumes de aplicação inferiores a 100 L/ha. | |||||||
UVA | Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 | 01 | Jato dirigido | 350 |
Picão-branco | Galinsoga parviflora | 2 a 4 folhas | |||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. Picão-preto, picão-branco e caruru devem ter até 4 folhas. Capim-marmelada deve ter até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||||
*Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,5% v/v
MANEJO OUTONAL NA CULTURA DO MILHO | |||
PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA terrestre (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
Capim-amargos (Digitaria insularis) | 2,5 a 3,5* | 100-200 | Realizar 1 aplicação pós emergência das plantas daninhas, observando-se o estádio precoce, com estas até 2 perfilhos, em pós-colheita, no manejo outonal das áreas a serem semeadas posteriormente. Utilizar espalhante adesivo, óleo vegetal ou mineral, na dose recomendada pelo fabricante. Aplicação em pós emergência das plantas daninhas (aplicação única), com intervalo de 30 dias, antes da semeadura. |
Azevem (Lolium multiflorum) | |||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Açaí | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Alface | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Algodão | Sorghum halepense | capim-argentino, capim-cevada, capim-massambará | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Ameixa | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Banana | Gnaphalium spicatum | erva-branca, erva-macia, macela-branca | Ver detalhes |
| Batata | Spermacoce alata | erva-de-lagarto (1), erva-quente (1), perpetua-do-mato (1) | Ver detalhes |
| Café | Sida glaziovii | guanxuma-branca, malva-guaxima, mata-pasto (3) | Ver detalhes |
| Castanha-do-pará | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Citros | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Coco | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Dendê | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acacia plumosa | acacia-de-espinho, arranha-gato (2), unha-de-gato (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Maçã | Richardia brasiliensis | poaia, poaia-branca, poaia-do-campo (2) | Ver detalhes |
| Milho | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Milho OGM | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Nectarina | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Nêspera | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Pera | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Pessego | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Pinhão | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Pupunha | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Repolho | Coronopus didymus | mastruço (3), mastruz (2), mentrusto (2) | Ver detalhes |
| Soja | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Soja OGM | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Trigo | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Uva | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
Aplicação terrestre:
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Para as hortaliças (alface e repolho), evitar que o produto tenha contato com a cultura, utilizar o “sistema de copinhos” cobrindo as mudinhas com copinho plástico, para protegê-las da ação herbicida do produto.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador costal, autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido à entrelinha, sobre as plantas daninhas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura das plantas daninhas, sem atingir a cultura. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Aplicação aérea
Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa.
Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático
Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Volume de calda | Tamanho de gotas | Cobertura mínima | Altura de vôo | Faixa de aplicação | Distribuição das pontas |
30 – 40 L/ha | Média - Grossa | 40 gotas/cm2 | 3 m | 15 – 18 m | 65% |
Temperatura: entre 100C e 300C. Umidade relativa do ar: maior que 55%. Velocidade do vento: entre 3 e 10 km/h
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
Diâmetro das gotas:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto.
A dose recomendada do GLUCARE, ALUZIA, BOWBAST, GLUCAREM, GLUFOREVER, ULTITEM deve ser diluída em água e aplicada na forma de pulverização foliar via terrestre ou aérea. No tanque de pulverização, colocar metade do volume indicado de água e ligar o sistema de agitação. Quando recomendado, adicionar quantidade de espalhante adesivo na dose recomendada e promover agitação até que haja sua perfeita homogeneização. Agitar bem a embalagem do produto e adicionar na quantidade recomendada, completando com água até atingir o volume estabelecido, e agitando sempre.
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos
que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d’água, nascentes ou plantas úteis.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repita o passo 3.
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Alface, ameixa, maçã, nectarina, nêspera, pêssego, pera, repolho e uva 7 dias
Algodão 28 dias
Algodão OGM. 116 dias
Banana, batata e soja. 10 dias
Café 20 dias
Cevada (dessecação) 10 dias
Citros 40 dias
Eucalipto. U.N.A
Milho OGM 50 dias
Milho, triticale e trigo. (1)
Trigo (dessecação). 10 dias
U.N.A = Uso não alimentar
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ culturas | Dose* (p.c.L/ha) | Nº máximo de aplicações | Equipamento de aplicação | Volume de Calda (L/ha) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||||
ALFACE | Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | 1,5 | 01 | Jato dirigido | 350 |
Picão-branco | Galinsoga parviflora | ||||||
Serralha | Sonchus oleraceus | ||||||
Erva-de-bicho | Polygonum aviculare | ||||||
Erva-de- passarinho | Stellaria media | ||||||
Soliva | Soliva anthemifolia | 2,0 | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido na pós-emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,20% v/v | |||||||
ALGODÃO | Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | Até 1 perfilho | 2,0 | 01 | Jato dirigido | 350 |
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | ||||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | ||||||
Capim- massambará | Sorghum halepense | ||||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2 a 4 folhas | |||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||||
Amendoim-bravo | Euphoria heterophylla | ||||||
Caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||||
Fedegosa | Chenopodium album | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle das plantas daninhas, aplicar em jato dirigido na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura. Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada e capim-massambará, realizar a aplicação no início do perfilhamento. Para carrapicho-de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru-rasteiro, picão-preto e fedegoso, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,20% v/v | |||||||
ALGODÃO OGM | Capim- marmelada | Bracharia plantaginea | Até 2 perfilho s | 2,0 a 2,5 | 02 | Avião / Barra | |
Capim- | Cenchrus echinatus | ||||||
carrapicho | Barra 200 – 300 Aérea 30 - 40 | |||||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 2 a 4 folhas | ||||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidium | |||||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | |||||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 a 4 perfilhos | 3,0 a 3,5 | 01 | ||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | |||||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 4 a 8 folhas | ||||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | |||||||
Erva-quente | Borreria latifolia | |||||||
Beldroega | Potulacea oleracea | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o produto, em pós-emergência da cultura, com adição de 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação, em pós- emergência da cultura e das plantas daninhas. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 2,5 L p.c./ha. Para uma única aplicação utilizar a dosagem de 3,0 a 3,5 L p.c./ha, observando-se sempre o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,25% v/v | ||||||||
BANANA | Capim-colchão: | Digitaria horizontalis | Até 1 perfilho | 2,0 | 01 | Jato dirigido | 500 | |
Capim-guaçu | Paspalum conspersum | |||||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | |||||||
Macela-branca | Gnaphalium spicatum | 4 a 6 folhas | ||||||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | |||||||
Quebra-pedra | Phyllantus tenellus | |||||||
Crepis | Crepis japonica | |||||||
Sete-sangrias | Cuphea carthagenensis | |||||||
Erva-cará | Dioscorea batatas | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas de folha larga estiverem com 2 a 6 folhas, e as de folha estreita com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,25% v/v | ||||||||
BATATA | Caruru | Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | 2,0 | 01 | Barra Costal | 350 | |
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | |||||||
Carrapicho- rasteiro | Acanthospermum australe | |||||||
Erva-quente | Spermacoce alata | |||||||
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | Até 1 perfilho | ||||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: - Para controle das plantas daninhas: Realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas e as gramíneas com até 1 perfilho. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,2% v/v | ||||||||
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo de cultura. | |||||||
Batata | Uso para dessecação | 2,0 | 01 | Terrestre | 350 | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para dessecação de “batata consumo”: Realizar a aplicação sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba, picão-preto e guanxuma-branca com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,2% v/v | |||||||
CAFÉ | Trapoeraba | Commelina benghalensis | Até 4 folhas | 2,0 | 01 | Jato dirigido | 350 |
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||||
Buva | Conyza bonariensis | ||||||
Macela-branca | Gnaphalium spicatum | ||||||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | ||||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 2 perfilhos | 2,5 | 450 | |||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | Até 6 folhas | 3,0 | ||||
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | 2 a 4 folhas | 2,0 | 500 | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e guanxuma-branca, aplicar quando estas estiverem com até 4 folhas. Em capim-marmelada e capim-colchão, até a fase de início do perfilhamento. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,2% v/v para os alvos Commelina benghalensis, Bidens pilosa, Conyza bonariensis, Gnaphalium sipcatum, Ageratum conyzoides, Amaranthus viridis e Portulaca oleracea. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,4% v/v para os alvos Sida rhombifolia, Brachiaria plantaginea e Digitaria horizontalis. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,25% v/v para o alvo Sida glaziovii. | |||||||
CANA-DE- AÇÚCAR | Uso para dessecação | 4,0 | 01 | Avião | 30 - 40 | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Com o objetivo de facilitar a desfolha da cana-de-açúcar, durante a colheita realizar uma única aplicação sobre as folhas da cana - de-açúcar na pré-colheita quando a cultura se encontrar no final do estádio de desenvolvimento vegetativo e antes da emissão da inflorescência. Programar a aplicação de GLUFAIR de acordo com a programação de colheita, com 21 a 28 dias antes da colheita da cana-de - açúcar. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,25% v/v | |||||||
CEVADA | Uso para dessecação | 1,75 | 01 | Terrestre | 200 | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o produto na dessecação numa única pulverização. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de cevada estiverem amarelos e fisiologicamente maduros (estagio GS 87) grãos dourados (massa dura). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,25% v/v | |||||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | |||||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis e Digitaria sanguinalis | ||||||
Capim-amargoso | Digitaria insularis | ||||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | ||||||
CITROS | Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | 2,0 | 01 | Jato dirigido | 350 | |
Guanxuma | Sida rhombifolia | Até 4 folhas | |||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | ||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||||
Maria-gorda | Talinum paniculatum | ||||||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | ||||||
Malva-branca | Sida cordifolia | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta daninha estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim- amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta daninha estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta daninha estiver com até 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,2% v/v | |||||||
Samambaia | Pteridium aquilinum | Até 20 cm | 4,0 | ||||
Capim-gordura | Melinis minutiflora | Até 4 perfilhos | |||||
EUCALIPTO | Erva quente | Spermacoce alata | Até 8 folhas | 01 | Jato dirigido | 350 | ||
Cambará | Lentana camara | |||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | |||||||
Serralha | Sonchus oleraceus | |||||||
Buva | Conyza bonariensis | |||||||
Unha-de-vaca | Bauhinia variegata | |||||||
Arranha-gato | Acacia plumosa | |||||||
Jurubeba | Solanum paniculatum | |||||||
Capim-colonião | Panicum maximum | |||||||
Vassourinha- botão | Spermacoce verticillata | |||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||||||
Gervão | Stachytarpheta cayennensis | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem em vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das daninhas de folha estreita quando estiverem com até 4 perfilhos; e em folhas largas, com até 8 folhas. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,2% v/v | ||||||||
FEIJÃO | Uso para dessecação para feijão de consumo | 50 % das vagens secas | 1,8 | 01 | Avião Barra Costal | Terrestr e: 350 Aérea: 30 - 40 | ||
Uso para dessecação para feijão para sementes | 70 % das vagens secas | 2,0 | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
*Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,2% v/v | ||||||||
MAÇÃ | Capim- marmelada | Bracharia plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 | 01 | Jato dirigido | 350 | |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
Azevém | Lolium multiflorum | |||||||
Língua-de-vaca | Rumex obtusifolius | 2 a 4 folhas | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | |||||||
Serralha | Sonchus oleraceus | |||||||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | |||||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||||
Picão-branco | Galinsoga parviflora | |||||||
Maria-mole | Senecio brasiliensis | |||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||||
Poaia | Richardia brasiliensis | |||||||
Trevo | Oxalis oxyptera | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar em poaia, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão-branco, picão-preto e língua-de- vaca quando a planta daninha estiver de 5 a 10 cm. Em capim-colchão, azevém e capim-marmelada com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,2% v/v | ||||||||
MILHO | Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | Até 1 perfilho | 1,5 a 2,0 | 01 | Jato dirigido | 350 | |
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | |||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | ||||||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | |||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||||
Corda-de-viola | Ipomoea aristolochiaefolia | ||||||
Carrapicho- rasteiro | Acanthospermum australe | ||||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||||
Malva-branca | Sida cordifolia | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim-colchão e capim-marmelada. Para as demais daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,2% v/v | |||||||
NÉCTARINA/ PÊSSEGO | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 | 01 | Jato dirigido | 350 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 2 a 4 folhas | |||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||||
Picão-branco | Galinsoga parviflora | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão-branco quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Capim- colchão e capim-marmelada, quando estiver com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,2% v/v | |||||||
REPOLHO | Picão branco | Galinsoga parviflora | 2 a 4 folhas | 1,5 | 01 | Jato dirigido | 350 |
Erva-passarinho | Stellaria media | ||||||
Erva-de-bicho | Polygonum persicaria | ||||||
Serralha | Sonchus oleraceus | ||||||
Mentruz | Coronopus didymus | 2,0 | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar a aplicação quando as plantas daninhas apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,2% v/v | |||||||
SOJA | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 2 perfilhos | 2,5 | 01 | Barra | 350 |
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | ||||||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | 2 a 6 folhas | |||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||||
Poaia | Richardia brasiliensis | ||||||
Caruru | Amarantus viridis | ||||||
Beldroega | Portulacea oleracea | ||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2 a 4 folhas | |||||
Trigo | Triticum aestivum | Até 2 perfilhos | 3,0 | ||||
Aveia | Avena sativa | ||||||
Cevada | Hordeum vulgare | ||||||
Azevém | Lollium multiflorum | ||||||
Centeio | Secale cereale | ||||||
Triticale | Triticum secale | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: - Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. Para o controle de capim-colchão e capim-marmelada, realizar o controle quando as plantas estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo, nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega realizar o controle quando as plantas estiverem com até 6 folhas. Para o controle de trapoeraba realizar o controle quando as plantas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,2% v/v | |||||||
SOJA | Capim-amargoso | Digitaria insularis | Até 3 perfilhos | 2,5 a 3,0 | 01 | Barra | 350 |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | ||||||
Capim-camalote | Rotboellia exaltata | ||||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidium | Até 4 folhas | |||||
Erva-quente | Spermacoce latifólia | Até 8 folhas | |||||
Buva | Conyza bonariensis | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área | |||||||
total. Para buva realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 12 cm de altura. Em carrapicho-de-carneiro quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Em capim-amargoso, capim- carrapicho e capim-camalote, realizar a aplicação sobre as plantas daninhas oriundas de sementes até o estádio de desenvolvimento de 3 perfilhos. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,2% v/v. | |||||||
SOJA | Uso para dessecação | 10 dias antes da colheita | 2,0 | 01 | Barra Aérea | 350 30 - 40 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,2% v/v. | |||||||
TRIGO | Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | Até 1 perfilho | 2,0 | 01 | Barra Costal | 350 |
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | ||||||
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | ||||||
Arroz | Oryza sativa | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | |||||
Guanxuma | Sida cordifolia | ||||||
Erva-quente | Spermacoce alata | ||||||
Soja | Glycine max | ||||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||||
Buva | Conyza bonariensis | 1,5 a 2,0 | 200 | ||||
Capim-amargoso | Digitaria insularis | Até 1 perfilho | 2,0 | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: - Aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Caruru e guanxuma devem ter até 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Para o controle da buva oriunda de sementes, realizar a aplicação na dose de 1,5 a 2,0 L/ha quando as plantas daninhas estiverem com até 2 folhas. Para o controle das gramíneas como o capim-amargoso, aplicar sobre as plantas daninhas oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,2% v/v * Capim-amargoso: Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,5% v/v | |||||||
TRIGO | Uso para dessecação | Grãos de trigo amarelo/ massa mole a grãos dourados/ massa dura | 1,75 | 01 | Barra Costal | 200 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o produto na dessecação em uma única pulverização. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem amarelos e fisiologicamente maduros (estagio GS 87) grãos dourados (massa dura). *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,25% v/v | |||||||
UVA | Capim-marmela da | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilh o | 2,0 | 01 | Jato dirigido | 350 |
Picão-branco | Galinsoga parviflora | 2 a 4 folhas | |||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. Picão-preto, picão-branco e caruru devem ter até 4 folhas. Capim-marmelada deve ter até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. *Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,2% v/v | |||||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Soliva anthemifolia | Soliva | Ver detalhes |
| Algodão | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Banana | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Batata | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Café | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Citros | Emilia sonchifolia | bela-emilia, falsa-serralha, pincel | Ver detalhes |
| Eucalipto | Pteridium aquilinum | pluma-grande, samambaia, samambaia-das-taperas | Ver detalhes |
| Feijão | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Maçã | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Milho | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Nectarina | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Pessego | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Repolho | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Soja | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Trigo | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Uva | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
Aplicação terrestre:
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Para as hortaliças (alface e repolho), evitar que o produto tenha contato com a cultura, utilizar o “sistema de copinhos” cobrindo as mudinhas com copinho plástico, para protegê-las da ação herbicida do produto.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador costal, autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido à entrelinha, sobre as plantas daninhas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura das plantas daninhas, sem atingir a cultura. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Aplicação aérea – Algodão OGM, Cana-de-açúcar, Feijão e Soja (dessecação)
Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa.
Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático
Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
- Em pulverizações com aeronaves agrícolas, sempre observar as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e no Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, bem como as disposições constantes na legislação estadual e municipal.
Volume de calda | Tamanho de gotas | Cobertura mínima | Altura de vôo | Faixa de aplicação | Distribuição das pontas |
30 – 40 L/ha | Média - Grossa | 40 gotas/cm2 | 3 m | 15 – 18 m | 65% |
Condições climáticas favoráveis: Temperatura: entre 100C e 300C. Umidade relativa do ar: maior que 55%. Velocidade do vento: entre 3 e 10 km/h
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto.
A dose recomendada do GLUFAIR deve ser diluída em água e aplicada na forma de pulverização foliar via terrestre ou aérea. No tanque de pulverização, colocar metade do volume indicado de água e ligar o sistema de agitação. Quando recomendado, adicionar quantidade de espalhante adesivo na dose recomendada e promover agitação até que haja sua perfeita homogeneização. Agitar bem a embalagem do produto e adicionar na quantidade recomendada, completando com água até atingir o volume estabelecido, e agitando sempre.
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação
de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d’água, nascentes ou plantas úteis.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repita o passo 3.
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (>150 a 200 μm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, infestação e condições climáticas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS.
Veja instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica.
Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura.
QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE BICOS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS DE AUMENTAR A PRESSÃO.
Tipo de bico: Use o tipo apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
Controlando o diâmetro de gotas - Aplicação aérea
Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível e que proporcione uma cobertura uniforme. Orientação dos bicos: Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar, produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de bico.
Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder ¾ (75%) da barra ou do comprimento do rotor - barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura de voo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura aumentam o potencial de deriva.
Altura da barra: Regule a altura da barra para a menor altura possível para obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, e com o mínimo de solavancos.
Ventos: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. NÃO APLICAR SE HOUVER RAJADAS DE VENTOS OU EM CONDIÇÕES SEM VENTO.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Temperatura e umidade: Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com a altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas no pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça de uma fonte no solo ou de um gerador de fumaça de avião. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto a fumaça sendo rapidamente dispersada e com movimento ascendente indicam um bom movimento vertical do ar.
Alface, cevada, maçã, nectarina, pêssego, repolho, trigo (dessecação) e uva 7 dias
Algodão 28 dias
Algodão OGM 116 dias
Banana, batata e soja. 10 dias
Café 20 dias
Citros 40 dias
Eucalipto U.N.A
Feijão 5 dias
Milho e trigo (1)
U.N.A = Uso não alimentar
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Sonchus oleraceus | chicória-brava, serralha, serralha-lisa | Ver detalhes |
| Algodão | Digitaria sanguinalis | capim-colchão (2), capim-das-roças (2), milhã (1) | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Banana | Paspalum conspersum | capim-de-mula, capim-do-brejo, capim-guaçu | Ver detalhes |
| Batata | Spermacoce alata | erva-de-lagarto (1), erva-quente (1), perpetua-do-mato (1) | Ver detalhes |
| Café | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Citros | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acacia plumosa | acacia-de-espinho, arranha-gato (2), unha-de-gato (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Ver detalhes | ||
| Maçã | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Milho | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Milho OGM | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
| Nectarina | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Pessego | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Repolho | Stellaria media | centochio, erva-de-passarinho (2), esparguta (2) | Ver detalhes |
| Soja | Triticum secale | Triticale | Ver detalhes |
| Trigo | Spermacoce alata | erva-de-lagarto (1), erva-quente (1), perpetua-do-mato (1) | Ver detalhes |
| Uva | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Sonchus oleraceus | chicória-brava, serralha, serralha-lisa | Ver detalhes |
| Algodão | Digitaria sanguinalis | capim-colchão (2), capim-das-roças (2), milhã (1) | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Banana | Ageratum conyzoides | catinga-de-bode, erva-de-são-joão (1), mentrasto | Ver detalhes |
| Batata | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Café | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Citros | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acacia plumosa | acacia-de-espinho, arranha-gato (2), unha-de-gato (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Ver detalhes | ||
| Maçã | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Milho | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Milho OGM | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Nectarina | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Pessego | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Repolho | Coronopus didymus | mastruço (3), mastruz (2), mentrusto (2) | Ver detalhes |
| Soja | Ver detalhes | ||
| Trigo | Ver detalhes | ||
| Uva | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
ALFACE | Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | 1,5 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 |
Picão-branco Galinsoga parviflora | ||||
Erva-de-bicho Polygonum aviculare | ||||
Serralha Sonchus oleraceus | ||||
Erva-de-passarinho Stellaria media | ||||
Soliva Soliva anthemifolia | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | |||
ALGODÃO | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | ||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | ||||
Capim-massambará Sorghum halepense | ||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||
Caruru-rasteiro Amaranthus deflexus | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Fedegoso Chenopodium album |
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
ALGODÃO OGM (Organismo Geneticamente Modificado OGM**) resistente ao Glufosinato de amônio (pós emergência) | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 a 2,5 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 200 - 300 Aérea: 30 - 40 | 2 |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | ||||
Apaga-fogo Alternanthera tenella | ||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 3,0 a 3,5 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | ||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | ||||
Apaga-fogo Alternanthera tenella | ||||
Erva-quente Borrieria latifolia | ||||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||
AVEIA | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal | 350 20 a 40 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | ||||
Soja Glycine max | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Erva-quente Spermacoce alata | ||||
Arroz Oryza sativa |
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
BANANA | Capim-colchão Digitaria horizontalis | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 500 | 1 |
Capim-guaçu Paspalum conspersum | ||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | ||||
Quebra-pedra Phyllanthus tenellus | ||||
Crepis Crepis japonica | ||||
Macela-branca Gnaphalium spicatum | ||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | ||||
Sete-sangrias Cuphea carthagenensis | ||||
Erva-cará Dioscorea batatas | ||||
BATATA | Caruru Amaranthus viridis | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||
Nabo Raphanus raphanistrum | ||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | ||||
Erva-quente Spermacoce alata | ||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
BATATA | Uso para dessecação em pré- colheita | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 |
CAFÉ | Trapoeraba Commelina benghalensis | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Buva Conyza bonariensis | ||||
Macela-branca Gnaphalium spicatum | ||||
Mentrasto Ageratum conyzoides |
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Caruru Amaranthus viridis | ||||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | 3,0 + 0,4 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 450 | ||
Guanxuma-branca Sida glaziovii | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 500 | ||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,5 + 0,4 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 450 | ||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
CENTEIO | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal | 350 20 a 40 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | ||||
Soja Glycine max | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Erva-quente Spermacoce alata | ||||
Arroz Oryza sativa | ||||
CANA-DE- AÇÚCAR | Uso para dessecação em pré- colheita | 4,0 + 0,5% v/v de adjuvante | 20 a 50 | 1 |
CEVADA | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal | 350 20 a 40 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | ||||
Soja Glycine max | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Erva-quente Spermacoce alata | ||||
Arroz Oryza sativa |
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
CEVADA | Uso para dessecação na pré- colheita | 1,75 + 0,5% v/v de adjuvante | 100 a 300 | 1 |
CITROS | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis e Digitaria sanguinalis | ||||
Capim-amargoso Digitaria insularis | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Maria-gorda Talinum paniculatum | ||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | ||||
Malva-branca Sida cordifolia | ||||
DUBOISIA | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 |
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Nabo Raphanus raphanistrum | ||||
EUCALIPTO | Samambaia Pteridium aquilinum | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 |
Capim-gordura Melinis minutiflora | 4,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | |||
Erva-quente Spermacoce alata | ||||
Cambará Lantana camara | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | ||||
Serralha Sonchus oleraceus | ||||
Buva |
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Conyza bonariensis | ||||
Unha-de-vaca Bauhinia variegata | ||||
Arranha-gato Acacia plumosa | ||||
Jurubeba Solanum paniculatum | ||||
Capim-colonião Panicum maximum | ||||
Vassourinha-botão Spermacoce verticillata | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Gervão Stachytarpheta cayennensis | ||||
FEIJÃO ERVILHA* FEIJÃO-CAUPI* FEIJÃO-FAVA* FEIJÃO-GUANDU* FEIJÃO-MUNGO* FEIJÃO-VAGEM* GRÃO-DE-BICO* LENTILHA | Uso para dessecação de feijão, grão de bico, lentilha de consumo em pré-colheita | 1,8 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 100 a 350 20 a 50 | 1 |
Uso para dessecação de feijão, grão de bico e lentilha para sementes em pré-colheita | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | |||
MAÇÃ | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||
Azevém Lolium multiflorum | ||||
Língua-de-vaca Rumex obtusifolius | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Nabo Raphanus raphanistrum | ||||
Serralha Sonchus oleraceus | ||||
Losna-branca Parthenium hysterophorus | ||||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||
Picão-branco Galinsoga parviflora | ||||
Maria-mole Senecio brasiliensis | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Poaia Richardia brasiliensis | ||||
Trevo Oxalis oxyptera | ||||
MILHO | Capim-colchão Digitaria sanguinalis | 1,5 a 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | ||||
Picão-preto |
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações | |
Bidens pilosa | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia | |||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Malva-branca Sida cordifolia | |||||
MILHO GENETICAMENTE MODIFICADO (RESISTENTE AO GLUFOSINATO DE AMONIO) | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 3 perfilhos | Estádio mediando das plantas daninhas 2,5 a 3,0 | 100 a 300 20 a 50 | 2 |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Leiteiro Euphorbia heterophylla | 6 folhas | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 3 folhas | Estádio pré- precoce das plantas daninhas 1,5 + 1,5 (aplicação sequencial) | |||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Leiteiro Euphorbia heterophylla | 2 folhas | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | Até 1 perfilho | 2,0 a 3,0 | |||
Buva Conyza bonariensis | 2 a 4 folhas | ||||
Soja Glycine max | |||||
Caruru-rasteiro Amaranthis deflexus | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Capim-amargoso Digitaria insularis | Até 1 perfilho | ||||
Trapoeraba Commelina benhalensis | 2 a 4 folhas | ||||
NECTARINA / PÊSSEGO | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 | |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||
Picão-branco Galinsoga parviflora | ||||
REPOLHO | Picão-branco Galinsoga parviflora | 1,5 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 |
Erva-de-passarinho Stellaria media | ||||
Erva-de-bicho Polygonum persicaria | ||||
Serralha Sonchus oleraceus | ||||
Mentruz Coronopus didymus | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | |||
SOJA | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,5 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 100 a 300 20 a 50 | 1 |
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | ||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||
Nabo Raphanus raphanistrum | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Poaia Richardia brasiliensis | ||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Trigo Triticum aestivum | 3,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | |||
Aveia Avena sativa | ||||
Cevada Hordeum vulgare | ||||
Azevém Lolium multiflorum | ||||
Centeio Secale cereale | ||||
Triticale Triticum secale | ||||
Capim-amargoso Digitaria insularis | 2,5 a 3,0 + 0,5 % v/v de adjuvante | 1 | ||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus |
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações | |
Capim-camalote Rotboellia exaltata | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Erva-quente Spermacoce latifolia | |||||
Buva Conyza bonariensis | |||||
SOJA | Uso para dessecação em pré- colheita | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 Aérea: 30 - 40 | 1 | |
SOJA GENETICAMENTE MODIFICADA (RESISTENTE AO GLUFOSINATO DE AMONIO) | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 a 3,5 | 100 a 300 | Aplicação sequencial com intervalo de 12 a 14 dias |
Azevém Lolium multiflorum | |||||
Capim-amargoso Digitaria insularis | |||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Capim-camalote Rotboellia exaltata | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | 2,0 a 3,5 | |||
Buva Conyza bonariensis | |||||
Leiteiro Euphorbia heterophylla | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | Até 1 perfilho | ||||
Caruru-da-mancha Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
TRIGO | Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 | |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | |||||
Arroz Oryza sativa | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Guanxuma Sida cordifolia | |||||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Soja Glycine max | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Buva Conyza bonariensis | 1,5 a 2,0 + 0,5 de óleo vegetal ou mineral | 100 a 300 | ||
Capim-amargoso Digitaria insularis | 2,0 + 0,5 de óleo vegetal ou mineral | |||
TRIGO | Uso para dessecação de pré- colheita | 1,75 + 0,5 de óleo vegetal (0,25% v/v) | 200 | 1 |
TRITICALE | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 20 a 40 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | ||||
Soja Glycine max | ||||
Guanxuma Sida cordifolia | ||||
Erva-quente Spermacoce alata | ||||
Arroz Oryza sativa | ||||
UVA | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,7 (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral | 350 | 1 |
Picão-branco Galinsoga parviflora | ||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||
Picão-preto Bidens pilosa |
Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, braquiária, quicuio e capimcolchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capimamargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva- branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura
Aplicar em jato dirigido na pós-emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas.
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em área total.
Para controle das plantas daninhas em pós-emergência, aplicar na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura.
Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada, capim-massambará realizar a aplicação no inicio de perfilhamento. Para carrapicho-de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru-rasteiro, picão-preto e fedegosa, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 4 a 8 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Aplicar o produto, em pós-emergência da cultura, com adição de 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação, em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 2,5 L p.c./ha. Para uma única aplicação utilizar a dosagem de 3,0 a 3,5 L p.c./ha, observando-se sempre o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas.
Para aplicação no sistema de Plantio Direto (dessecação pré-plantio): Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pósemergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Para o caruru, guanxuma, picão-preto, erva- quente e soja, aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. No controle das gramineas, aplicar o produto sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha, até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 6 folhas, e as de folha estreita com até um perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Para controle das plantas daninhas: realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 6 folhas.
Para dessecação de “batata consumo”: Aplicar 2,0 L/ha do produto comercial + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de espalhante adesivo à base de lauril éter sulfato de sódio a 28%, sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba (Commelina benghalensis), picão-preto (Bidens pilosa) e guanxuma-branca (Sida glaziovii) com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área.
Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e guanxuma-branca, aplicar quando estas estiverem com até 4 folhas. Em capim-marmelada e capim-colchão, até a fase de início do perfilhamento. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, braquiária, quicuio e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capimpé-de-galinha, capim- amargoso e capimcarrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Para aplicação no sistema de Plantio Direto (dessecação pré-plantio): Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pósemergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Para o caruru, guanxuma, picão-preto, erva- quente e soja, aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. No controle das gramineas, aplicar o produto sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha, até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Para aplicação no sistema de Plantio Direto (dessecação pré-plantio): Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pósemergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Para o caruru, guanxuma, picão-preto, erva- quente e soja, aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. No controle das gramineas, aplicar o produto sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha, até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Com o objetivo de facilitar a desfolha da cana-de-açúcar, durante a colheita realizar uma única aplicação sobre as folhas da cana-de-açúcar na pré-colheita quando a cultura se encontrar no final do estádio de desenvolvimento vegetativo e antes da emissão da inflorescência. Programar a aplicação do produto de acordo com a programação de colheita, com 21 a 28 dias antes da colheita da cana-de-açúcar. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo.
Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta daninha estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta daninha estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta daninha estiver com até 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, braquiária, quicuio e capim-colchão,
aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capimpé-de-galinha, capim- amargoso e capimcarrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, braquiária, quicuio, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capimamargoso e capim- carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em guanxuma, picão-preto, nabo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas quando estas estiverem em fase de vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das daninhas de folha estreita quando estiverem com até 4 perfilhos; e em folhas largas, com até 8 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Para dessecação em feijão para consumo: Aplicar a dose de 1,8 L/ha quando a cultura apresentar aproximadamente 50% das vagens secas.
Para dessecação em feijão para sementes: Aplicar a dose de 2,0 L/ha, somente quando a cultura apresentar 70% das vagens secas.
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, braquiária, quicuio e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim- amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la.
Aplicar em poaia, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão- branco, picão-preto e língua-de-vaca quando a planta daninha estiver de 5 a 10 cm. Em capim- colchão, azevém e capim-marmelada com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em área total.
Para controle das plantas daninhas em pós-emergência, aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início de perfilhamento do capim-colchão e capim-marmelada. Para as demais plantas daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas.
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
PARA UMA ÚNICA APLICAÇÃO: Realizar a aplicação do produto em pósemergência da cultura, utilizando a dose de 2,5 a 3,0 L/ha. Observar sempre o estádio de desenvolvimento das plantas infestantes, conforme abaixo: Estádio mediano das plantas infestantes - 3 perfilhos: Plantas infestantes controladas: • Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) • Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) Estádio mediano das plantas infestantes - 6 folhas: Plantas infestantes controladas:
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) • Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) • Caruru (Amaranthus hybridus) APLICAÇÃO SEQUENCIAL: Fazer a aplicação sequencial do produto em pós- emergência da cultura, utilizando a dose de 1,5 + 1,5 L/ha. Realizar a primeira aplicação quando o milho estiver com 3 a 4 folhas. A segunda aplicação deve ser realizada quando o milho estiver com 5 a 6 folhas. Observar o estádio de desenvolvimento das plantas infestantes, conforme abaixo: Estádio pós-precoce das plantas infestantes - 2 folhas: Plantas infestantes controladas: • Leiteiro (Euphorbia heterophylla) • Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) • Caruru (Amaranthus hybridus) Estádio pós-precoce das plantas infestantes - 3 folhas: Plantas infestantes controladas:
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) • Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea
Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura.
Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão branco quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Capim-colchão e capim-marmelada, quando estiver com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, braquiária, quicuio e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capimpé-de-galinha, capim- amargoso e capimcarrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, braquiária, quicuio e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capimpé-de-galinha, capim- amargoso e capimcarrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, braquiária, quicuio e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capimpé-de-galinha, capim- amargoso e capimcarrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Realizar a aplicação quando as plantas daninhas apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
- Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pósemergência das plantas infestantes, em área total. Para o controle de capim-colchão e capimmarmelada, realizar o controle quando as plantas infestantes estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo, nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega, realizar a aplicação do produto quando as plantas infestantes estiverem com até 6 folhas. Para o controle de trapoeraba, realizar o controle quando a planta infestante estiver com 2 a 4 folhas. No controle de trigo, aveia, cevada, centeio, triticale e azevém, realizar o controle quando as plantas infestantes estiverem com até 2 perfilho. Na buva, realizar aplicação quando a planta infestante estiver com até 12 cm de altura. Em carrapicho-de-carneiro, realizar aplicação do produto quando a planta infestante estiver com até 4 folhas e para erva-quente, realizar o controle quando a planta infestante estiver com até 8 folhas. Para o capim-amargoso, capimcarrapicho e capim-camalote, realizar a aplicação sobre as plantas infestantes oriundas de sementes até o estádio de desenvolvimento de 3 perfilhos. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Aplicar o produto em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Pode-se aplicar o produto a partir da germinação da soja. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 12 a 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 3,5 L p.c./ha, de acordo com as recomendações de uso e nas situações em que ocorram novos fluxos de germinação de plantas daninhas na área. Fazer no máximo duas aplicações do produto por safra de soja. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5L/ha por aplicação.
Aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Caruru e guanxuma devem ter até 4 folhas. Para o controle da buva oriunda de sementes, realizar a aplicação na dose de 1,5 a 2,0 L/ha quando as plantas daninhas estiverem com até 2 folhas. Para o controle das gramíneas como o capim-amargoso, aplicar sobre as plantas daninhas oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Para dessecação de pré-colheita: Aplicar o produto na dessecação em uma única pulverização, sempre com adição de 0,25 % v/v de óleo vegetal ou de óleo mineral na calda de aplicação. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura).
Para aplicação no sistema de Plantio Direto (dessecação pré-plantio): Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pósemergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Para o caruru, guanxuma, picão-preto, erva- quente e soja, aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. No controle das gramineas, aplicar o produto sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha, até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, atingindo no máximo a "canela" da cultura. Picão- preto deve ter até 10 cm e as demais plantas daninhas, de 10 a 20 cm.
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Stellaria media | centochio, erva-de-passarinho (2), esparguta (2) | Ver detalhes |
| Algodão | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Aveia | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Banana | Ageratum conyzoides | catinga-de-bode, erva-de-são-joão (1), mentrasto | Ver detalhes |
| Batata | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Café | Sida glaziovii | guanxuma-branca, malva-guaxima, mata-pasto (3) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Centeio | Spermacoce alata | erva-de-lagarto (1), erva-quente (1), perpetua-do-mato (1) | Ver detalhes |
| Cevada | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Citros | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Duboisia | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Ervilha | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Eucalipto | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Feijão-caupi | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Feijão-fava | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Feijão-guandu | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Feijão-mungo | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Feijão-vagem | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Grão-de-bico | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Lentilha | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Maçã | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Milho | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Milho OGM | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Nectarina | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Pessego | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Repolho | Coronopus didymus | mastruço (3), mastruz (2), mentrusto (2) | Ver detalhes |
| Soja | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Soja OGM | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Trigo | Digitaria sanguinalis | capim-colchão (2), capim-das-roças (2), milhã (1) | Ver detalhes |
| Triticale | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Uva | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
Para as culturas da açaí, alface, algodão, algodão geneticamente modificado, aveia, banana, batata, café, castanha-do-pará, centeio, cevada, citros, coco, dendê, duboisia, eucalipto, feijão, macadâmia, maçã, milho, milho geneticamente modificado, nectarina, noz-pecã, pêssego, pinhão, pupunha, repolho, soja, trigo, triticale e uva, o herbicida Glufonium pode ser aplicado com pulverizador costal manual, costal pressurizado, tratorizado ou autopropelido.
Utilizar bicos do tipo leque, que proporcionem uma vazão adequada. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem a ocorrência de deriva:
Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ (micra) VMD;
Densidade de gotas: 20 gotas/cm2
Volume de calda:
Açai, alface, algodão, aveia, batata, castanha-do-pará, centeio, cevada, citros, coco, dendê, duboisia, eucalipto, feijão, macadâmia, maçã, milho, nectarina, noz-pecã, pêssego, pinhão, pupunha, repolho, soja, triticale e uva: 350 L/ha;
Algodão geneticamente modificado e milho geneticamente modificado: 200 a 300 L/ha;
Banana: 500 L/ha.
Soja OGM: 100 a 300 L/ha.
Para a cultura do café, considerar o volume de calda de 450 L/ha, quando for realizar o controle de guanxuma, capim-marmelada e capim-colchão. Para as demais plantas infestantes utilizar o volume de calda de 350 L/ha.
As pulverizações devem cobrir uniformemente as plantas infestantes, evitando escorrimentos, que causam perda e mau funcionamento do produto.
Deve-se sempre utilizar água limpa. - Para as hortaliças (alface e repolho) quando utilizar o "sistema de copinhos", cobrir as mudinhas com copinho plástico, para protegê-la da ação herbicida do produto.
Glufonium pode ser aplicado via aérea no caso de aplicação em área total em pré-plantio das culturas da aveia, centeio, cevada, soja, trigo e triticale, em pós-emergência do algodão geneticamente modificado, do milho geneticamente modificado e dessecação na pré-colheita das culturas da batata, do feijão e da soja, através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos hidráulicos Spraying Systems D8, core 46 ou atomizadores rotativos (Micronair AU 5000 ou semelhante) apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média a grossa. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos. Altura de vôo: A altura do vôo depende das características da aeronave, das condições da área-alvo, em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao vôo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de vôo situa-se entre 2 a 4 metros acima da vegetação a controlar, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.
Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. Deve ser determinada mediante testes de deposição com as aeronaves e equipamentos que serão empregados na aplicação. Varia principalmente com a altura de vôo, porte da aeronave e diâmetro das gotas.
Diâmetro de gotas: Gotas média a grossa, com no mínimo de 300 µ (micra) DMV, evitando condições mais críticas de evaporação e/ou deriva.
Densidade de gotas: mínimo de 20 gotas/cm² variando com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.
Volume de aplicação: Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas. Como orientação geral, aplicar de 20 a 40 litros/hectare de calda.
Pode ser aplicado com pulverizadores terrestres, manuais costais ou tratorizados, dotados de barra com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 200 a 300 litros de calda/ha, ou aeronaves agrícolas com volume de calda de 30 a 40 litros de calda/ha, diretamente sobre as plantas daninhas. Sendo um produto de contato, é importante uma cobertura uniforme das plantas daninhas pela calda de pulverização.
Condições climáticas favoráveis: Temperatura mínima e 10ºC a máxima de 28ºC. Umidade relativa do ar de mínimo 60%.
CULTURAS | DIAS |
Açaí, castanha-do-pará, citros, coco, dendê, macadâmia, noz-pecã, pinhão e pupunha | 40 |
Alface, maçã, nectarina, pêssego, repolho e uva | 7 |
Algodão | 28 |
Algodão OGM | 116 |
Banana, batata e soja | 10 |
Café | 20 |
Duboisia e eucalipto | U.N.A |
Feijão, ervilha, faijão-caupi, feijão- fava, feijão-guando, feijão-mungo, feijão-vagem, grão-de-bico e lentilha | 5 |
Milho OGM | 50 |
Aveia, centeio, cevada, milho, trigo e triticale | (1) |
Soja OGM | 60 |
(1) Uso não alimentar |
(2) Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.
Eliminação de plantas infestantes em área cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes) em aplicação dirigida à entrelinha nas culturas de: alface, algodão, banana, citros, café, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pêssego, repolho e uva.
Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) – sistema de plantio direto ou cultivo mínimo para as culturas de batata, soja, trigo, na dessecação de feijão e na pós-emergência total do algodoeiro, milho e soja geneticamente modificados tolerantes ao ingrediente ativo glufosinato de amônio, cuja semente seja identificada como LibertyLink®.
CULTURA | PLANTAS INFESTANTES CONTROLADAS | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Volume de calda L/ha | ||
Nome comum | Nome científico | Tipo de Aplicação | |||
Terrestre | Aérea | ||||
Alface | Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 1,5 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo* | 300-600 | - |
Picão-branco | Gallinsoga parviflora | ||||
Erva-de-bicho | Polygonum avículare | ||||
Serralha | Sonchus oleraceus | ||||
Erva-de-passarinho | Stellaria media | ||||
Soliva | Soliva anthemifolia | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo* | |||
Algodão | Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo* | 300-600 | 30-40 |
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | ||||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaqinea | ||||
Capim-massambará | Sorghum halepense | ||||
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | ||||
Caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Fedegosa | Chenopodium album | ||||
Banana | Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | 2 + 1,2 (0,25% v/v) de espalhante adesivo* | 300-600 | - |
Quebra-pedra | Phyllanthus tenellus | ||||
Crepis | Crepis japonica | ||||
Capim-guaçu | Paspalum conspersum | ||||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | ||||
Macela-branca | Gnaphalium spicatum | ||||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | ||||
Sete-sangrias | Cuphea carthagenensis | ||||
Erva-cará | Dioscorea batatas | ||||
Batata | Caruru | Amaranthus viridis | 2 + O,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo* | 300-600 | - |
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | ||||
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | ||||
Erva-quente | Spermacoce alata | ||||
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | ||||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | ||||
Guaxuma-branca; Malva-guaxima; Mata-pasto | Sida glaziovii | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Café | Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2 + O,7 {0,2% v/v) de espalhante adesivo* | 300-600 | - |
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Buva | Conyza bonariensis | ||||
Macela-branca | Gnaphalium spicatum | ||||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 2,5 + 1,8 (0,4% v/v) de espalhante adesivo* | |||
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 3 + 1,8 Uha (0,4% v/v) de espalhante adesivo* | |||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | ||||
Citros | Capim-colchão | Digitaria horizontalis, Digitaria sanguinalis | 2 + O, 7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo* | 300-600 | - |
Capim-amargoso | Digitaria insularis | ||||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | ||||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Maria-gorda | Talinum paniculatum | ||||
Falsa-serralha | Emitia sonchifolia | ||||
Malva-branca | Sida cordifolia | ||||
Eucalipto | Samambaia | Pferidium aquilinum | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo* | 300-600 | 30-40 |
Capim-gordura | Melinis minutiflora | 4 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo* | |||
Erva-quente | Spermacoce alata | ||||
Cambará | Lantana camara | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Falsa-seralha | Emilia sonchifolia | ||||
Serralha | Sonchus oleraceus | ||||
Buva | Conyza bonariensis | ||||
Unha-de-vaca | Bauhinia variegata | ||||
Arranha-gato | Acácia plumosa | ||||
Jurubeba | Solanum paniculatum | ||||
Capim-colonião | Panicum maximum | ||||
Vassourinha-botão | Spermacoce verticillata | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Gervão | Stachytarpheta cayennensis | ||||
Feijão | Uso para dessecação | 1,8 a 2 | 300-600 | 30-40 | |
Maçã | Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo* | 300-600 | - |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||||
Azevém | Lolium multiflorum | ||||
Língua-de-vaca | Rumex obtusifolius | ||||
Picão-preto | Bidens_pjlosa | ||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | ||||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | ||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Picão-branco | Galinsoga parviflora | ||||
Maria-mole | Senecio brasiliensis | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Poaia | Richardia brasiliensis | ||||
Trevo | Oxalis oxyptera | ||||
Milho | Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1,5-2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo* | 300-600 | - |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | ||||
Picão-preto | Bidens_pjlosa | ||||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Corda-de-viola | lpomoea aristolochiaefolia | ||||
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | ||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Malva-branca | Sida cordifolia | ||||
Nectarina Pêssego | Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 + 0,7 {0,2% v/v) de espalhante adesivo* | 300-600 | - |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||||
Picão-preto | Bidens_pjlosa | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Picão-branco | Galinsoga parviflora | ||||
Repolho | Picão-branco | Galinsoga parviflora | 1,5 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo* | 300-600 | - |
Erva-de-passarinho | Stellaria media | ||||
Erva-de-bicho | Po/ygonum persicaria | ||||
Serralha | Sonchus oleraceus | ||||
Mentruz | Coronopus didymus | ||||
Soja | Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 2-2,5 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo* | 300-600 | 30 - 40 |
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | 2,5 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo* | |||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | ||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | ||||
Picão-preto | Bidens_pjlosa | ||||
Poaia | Richardia brasiliensis | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Trigo | Triticum aestivum | 3 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo* | 350 | ||
Aveia | Avena sativa | ||||
Cevada | Hordeum vulgare | ||||
Azevém | Lolium multiflorum | ||||
Centeio | Secale cereale | 3 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo* | 200-600 | 30-40 | |
Triticale | Triticum seca/e | ||||
Capim-amoroso; Capim- carrapicho; Capim- roseta | Cenchrus echinatus | 2,5 a 3 | |||
Capim-alto; Capim- camalote; Rabo-de- lagarto | Rottboellia exaltata | ||||
Carrapicho-de-carneiro; Chifre-de-veado; Espinho-de-carmeiro | Acanthospermum hispidum | ||||
Erva-de-lagarto; Ervaquente; Perpetua-do- mato | Spermacoce latifolia | ||||
Arranha-gato; Buva; Rabo-de-foguete | Conyza bonariensis |
Uso para Dessecação | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo* | 300-600 | - | ||
Trigo | Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 2 + 0, 7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo.* | 300-600 | - |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | ||||
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | ||||
Arroz | Oryza sativa | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Guanxuma | Sida cordifo/ia | ||||
Erva-quente | Spermacoce a/ata | ||||
Soja | Glycinemax | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Capim-açu; Capim- amargoso; Capim-flexa | Digitaria insularis | 200-600 | |||
Arranha-gato; Buva; Rabo-de-foguete | Conyza bonariensis | 1,5-2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo* | |||
Uso para Dessecação | 1,75 L/ha | ||||
Uva | Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo* | 300-600 | - |
Picão-branco | Galinsoga parviflora | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
CULTURA | PLANTAS INFESTANTES CONTROLADAS | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Volume de calda L/ha | |||
Nome comum | Nome científico | Tipo de Aplicação | ||||
Terrestre | Aérea | |||||
Algodão LibertyLink® Pós Emergência | Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | Estádio de 2 a 4 folhas | 2- 2,5+0,25% v/v de espalhante adesivo* | 200-300 | 30-40 |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | |||||
Corda-de-viola | lpomoea grandifolia | |||||
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||
Apaga-fogo | Altemanthera tenella | |||||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | Estádio de 2 a 4 perfilhos | 3-3,5 + 0,25 v/v de espalhante adesivo* | |||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | |||||
Corda-de-viola | lpomoea grandifo/ia | Estádio de 4 a 8 folhas | ||||
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||
Apaga-fogo | Altemanthera tenella | |||||
Erva-quente | Borreria latifolia | |||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||
Milho LibertyLink® | Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | Estágio mediano (3 perfilhos) | 2,5 a 3 | 200 | - |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | |||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | Estágio mediano (6 folhas) | ||||
Corda-de-viola | lpomoea grandifo/ia | |||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | Estágio pós- precoce (3 folhas) | 1,5 + 1,5 (aplicação sequencial) | |||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | |||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | Estágio pós- precoce (2 folhas) | ||||
Corda-de-viola | lpomoea grandifolia | |||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||
Soja LibertyLink® | Azevém | Lolium multiflorum | Até 1 perfilho | 2-3,5 + 0,7 (0,25% v/v) | 100-200 | - |
Capim-amargoso | Digitaria insularis | |||||
Capim-camalote | Rotboelia exaltata | |||||
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | |||||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | (0,5 L/ha) de óleo metilado de soja | ||||
Picão preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | 2,5-3,5 + 0,7 (0,25% v/v) (0,5 L/ha) de óleo metilado de soja | |||
Buva | Conyza bonariensis | |||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | |||||
Corda-de-viola | lpomoea grandifolia | |||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | Até 1 perfilho | ||||
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis |
Notas:
1 L de GLUFORCE contém 200 g/L de glufosinato sal de amônio.
Libertylink® (também LL): envolve e identifica variedades ou híbridos geneticamente modificados, passíveis de uso do produto de forma seletiva em pós-emergência, sendo que o uso do produto nessa modalidade somente deve ser indicado para lavouras formadas com sementes que tenham a identificação LibertyLink®.
* à base de lauril éter sulfato de sódio a 28%
Alface | Aplicar o produto em pós-emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Algodão | Para controle das plantas daninhas, aplicar o produto na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 em de altura. Capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada, capim- massambará: aplicar o produto no início de perfilhamento. Carrapicho-de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru-rasteiro, picão-preto e fedegosa: aplicar o produto quando as plantas daninhas estiverem com 4 a 8 folhas. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Banana | Aplicar o produto em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas estiverem com 10 a 40 cm de altura. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Batata | Controle das plantas daninhas: aplicar o produto na fase de "cracking timing" (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação do produto quando as plantas daninhas estiverem com 6 folhas. Dessecacão de "batata consumo": Aplicar 2 L/ha do produto + 0, 7 L/ha (0,2% v/v) de espalhante adesivo à base de lauril éter sulfato de sódio a 28%, sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba (Commelina benghalensis), picão-preto (Bidens pilosa) e guanxuma-branca (Sida glaziovii ) com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. |
Para dessecação de "batata semente": aplicar 2 L/ha do produto + 0,7 L/h a (0,2% v/v) de espalhante adesivo à base de lauril éter sulfato de sódio a 28%, 70 dias após a emergência da batata, retirando antes, as ramas laterais e o ponteiro central. Iniciar a colheita 10 dias após a aplicação. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | |
Café | Aplicar o produto em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Trapoeraba: aplicar o produto quando esta estiver com até 10 cm. Picão-preto: buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e guanxuma-branca: quando estas estiveram com até 20 cm. Capim-marmelada: quando estas estiverem com até 30 cm. Capim-colchão: até a fase de início do perfilhamento. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Citros | Aplicar o produto no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo. Maria-gorda: aplicar o produto quando a planta daninha estiver com até 10 cm. Guanxuma, falsa-serralha e malva-branca: aplicar o produto quando as plantas daninhas estiverem de 10 a 15 cm. Capim-pé-de-galinha: quando estiver com até 15 cm. Capim-colchão, capim-amargoso, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba: quando estas estiverem entre 10 a 20 cm. Capim-carrapicho: quando esta estiver com até 20 cm. Capim-marmelada: quando esta estiver entre 20 a 30 cm. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Eucalipto | Aplicar o produto em jato dirigido, nas entre linhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas quando estas estiverem com 30 a 40 cm de altura, na fase de vegetação plena. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Feijão | Dessecação em feijão para consumo: aplicar o produto a dose de 1,8 L/ha quando a cultura apresentar aproximadamente 50% das vagens secas. Dessecação em feijão para sementes: aplicar o produto a dose de 2 L/ha, somente quando a cultura apresentar 70% das vagens secas. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura |
Maçã | Dirigir a aplicação do produto na linha da cultura adulta, sem atingi- la. Aplicar o produto em poaia quando a planta daninha estiver entre 5 a 10 cm. Trevo e guanxuma: quando estas estiverem com até 10 cm. Maria-mole e capim-colchão: quando estas estiverem entre 10 a 20 cm. Nabo, serralha, losna-branca, beldroega e picão- branco: quando estas estiverem com até 15 cm. Picão-preto: quando esta estiver com até 25 cm. Azevém e língua-de-vaca: quando estas estiverem entre 20 a 30 cm. Capim-marmelada: quando esta estiver com até 30 cm. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Milho | Aplicar o produto em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Capim- colchão e capim-marmelada: aplicar o produto no início de perfilhamento do. Demais plantas daninhas: aplicar o produto quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. |
Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | |
Nectarina, Pêssego | Aplicar o produto em jato dirigido sem atingir a cultura. Capim- colchão, picão-preto e guanxuma: aplicar o produto, quando as plantas daninhas estiverem com 5 a 20 cm. Caruru e picão-branco: quando estas estiverem entre 5 a 30 cm. Capim-marmelada: quando esta estiver entre 10 a 30 cm. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Repolho | Aplicar o produto quando as plantas daninhas apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Soja | Aplicação no sistema Plantio Direto: aplicar o produto na fase de pré-semeadura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. Capim-colchão, amendoim-bravo, nabo, caruru, beldroega e trapoeraba: aplicar o produto, quando as plantas daninhas estiverem com até 10 cm. Picão-preto e poaia: quando estas estiverem com até 15 cm. Capim-marmelada: quando esta estiver com até 20 cm. Dessecação: utilizar a dose de 2 L/ha do produto + 0, 7 L/ha (0,2% v/v) de espalhante adesivo à base de lauril éter sulfato de sódio a 28%, aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Trigo | Aplicação no sistema Plantio Direto: aplicar o produto em pré- semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Caruru e guanxuma: quando estas estiverem com até 10 cm. Demais plantas daninhas: quando estas estiverem com até 15 cm. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Uva | Aplicar o produto em jato dirigido na linha da cultura, atingindo no máximo a "canela" da cultura. Picão-preto: quando esta estiver com até 10 cm. Demais plantas daninhas: quando estas estiverem entre de 10 a 20 cm. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Algodão, milho e soja geneticamente modificados:
Algodão LibertyLink® | Aplicar o produto com adição de 0,25% de espalhante adesivo Lauril éter sulfato de sódio na calda de aplicação, em pós- emergência da cultura e das plantas daninhas. Realizar a aplicação sequencial do produto com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2 a 2,5 L/ha. Para uma única aplicação do produto utilizar a dosagem de 3 a 3,5 L/ha, observando-se sempre o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5 L/ha por aplicação. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. |
Milho LibertyLink® | Aplicação sequencial: a primeira aplicação do produto deve ser feita quando o milho estiver com 3 a 4 folhas. A segunda aplicação do produto deve ser feita quando o milho estiver com 5 a 6 folhas. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5 L/ha por aplicação. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. |
Soja LibertyLink® | Aplicar o produto em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as |
monocotiledôneas. A aplicação do produto pode ser realizada a partir da germinação da soja. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 12 a 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 3,5 L/ha, de acordo com as recomendações de uso e nas situações em que ocorram novos fluxos de germinação de plantas daninhas na área. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5 L/ha por aplicação. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Sonchus oleraceus | chicória-brava, serralha, serralha-lisa | Ver detalhes |
| Algodão | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Cenchrus echinatus | Ver detalhes | |
| Banana | Phyllanthus tenellus | arrebenta-pedra (1), erva-pombinha (1), quebra-pedra (1) | Ver detalhes |
| Batata | Sida glaziovii | guanxuma-branca, malva-guaxima, mata-pasto (3) | Ver detalhes |
| Café | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Citros | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acacia plumosa | acacia-de-espinho, arranha-gato (2), unha-de-gato (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Ver detalhes | ||
| Maçã | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Milho | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Milho OGM | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
| Nectarina | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Pessego | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Repolho | Coronopus didymus | mastruço (3), mastruz (2), mentrusto (2) | Ver detalhes |
| Soja | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Soja OGM | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Trigo | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Uva | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
A pulverização deve ser a volume normal, usando-se pressão do pulverizador ao redor de 40 a 60 lb/pol2, o que corresponde a um volume de 200 L d'água/ha. Efetuar a regulagem do equipamento para se obter uma densidade média de gotas acima de 40 gotas/cm2. Recomenda-se uma velocidade de trabalho do trator em torno de 6 km/h. A altura das barras dos pulverizadores em relação ao alvo deve ser 40 cm para bicos 11 0° e 50 cm para bicos de 80°. Alface e repolho: quando utilizar o "sistema de copinhos", cobrir as mudinhas com copinho plástico, para protegê-la da ação herbicida do produto. Utilizando- se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme.
Dessecação nas culturas de soja e feijão. Volume de calda: 30 a 40 L/ha.
Barra com bicos da série D (D6 a D10) ou bicos tipo leque.
Respeitar altura de voo de 3-4 metros, faixa de deposição 13-15 metros e ventos de até 10 km/hora.
Condições climáticas favoráveis: Temperatura mínima de 10°C a máxima de 28°C. Umidade relativa do ar de mínimo 60%. Velocidade do vento de, no máximo, 10 km/h em aplicações terrestres e entre 2 e 10 km/h em aplicações por aeronaves. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Alface | 7 dias |
Algodão | 28 dias |
Algodão LibertyLink® | 116 dias |
Banana | 10 dias |
Batata | 10 dias |
Café | 20 dias |
Citros | 40 dias |
Eucalipto | U.N.A. |
Feijão | 5 dias |
Maçã | 7 dias |
Milho | (1) |
Milho LibertyLink® | 50 dias |
Nectarina | 7 dias |
Pêssego | 7 dias |
Repolho | 7 dias |
Soja | 10 dias |
Soja LibertyLink® | 60 dias |
Trigo | (1) |
Uva | 7 dias |
(1) O intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego.
U.N.A - Uso Não Alimentar
Encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar GLUFORCE. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante o seu preparo e durante a operação de sua aplicação.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos/culturas.
Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as seguintes recomendações: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante. Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda a (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Sonchus oleraceus | chicória-brava, serralha, serralha-lisa | Ver detalhes |
| Algodão | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Banana | Ageratum conyzoides | catinga-de-bode, erva-de-são-joão (1), mentrasto | Ver detalhes |
| Batata | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Café | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Citros | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acacia plumosa | acacia-de-espinho, arranha-gato (2), unha-de-gato (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Ver detalhes | ||
| Maçã | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Milho | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Milho OGM | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Nectarina | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Pessego | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Repolho | Coronopus didymus | mastruço (3), mastruz (2), mentrusto (2) | Ver detalhes |
| Soja | Ver detalhes | ||
| Trigo | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Uva | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
ALFACE | Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | 1,5 + 0,2 % de óleo vegetal ou mineral | 300 | 350 | 1 |
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
Erva-de-bicho Polygonum aviculare | |||||
Serralha Sonchus oleraceus | |||||
Erva-de-passarinho Stellaria media | |||||
Soliva Soliva anthemifolia | 2,0 + 0,2 % de óleo vegetal ou mineral | 400 | |||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido na pós-emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
ALGODÃO | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 2,0 + 0,2 % de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Capim-massambará Sorghum halepense | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Caruru-rasteiro Amaranthus deflexus | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Fedegoso Chenopodium album | |||||
Época e intervalo de aplicação: Para controle das plantas daninhas, aplicar em jato dirigido na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura. Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada e capim-massambará, realizar a aplicação no início do perfilhamento. Para carra-picho-de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru-rasteiro, picão-preto e fedegoso, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
ALGODÃO OGM (Organismo Geneticamente Modificado OGM**) resistente ao Glufosinato de amônio (pós emergência) | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 a 2,5 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 a 500 | 200 - 300 | 2 |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Apaga-fogo Alternanthera tenella | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 3,0 a 3,5 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 600 a 700 | 1 | ||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Apaga-fogo Alternanthera tenella | |||||
Erva-quente Borrieria latifolia | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar o produto, em pós-emergência da cultura, com adição de 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação, em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas. Recomenda- se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 2,5 L p.c./ha. Para uma única aplicação utilizar a dosagem de 3,0 a 3,5 L p.c./ha, observando-se sempre o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas. Realizar no máximo duas aplicações do produto por safra de algodão. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5 L/ha por aplicação. | |||||
BANANA | Capim-colchão Digitaria horizontalis | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 500 | 1 |
Capim-guaçu Paspalum conspersum | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Quebra-pedra Phyllanthus tenellus | |||||
Crepis Crepis japonica | |||||
Macela-branca Gnaphalium spicatum | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Mentrasto Ageratum conyzoides | |||||
Sete-sangrias Cuphea carthagenensis | |||||
Erva-cará Dioscorea batatas | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas de folha larga estiverem com 2 a 6 folhas, e as de folha estreita com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
BATATA | Caruru Amaranthus viridis | 2,0 + 0,2 % de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Nabo Raphanus raphanistrum | |||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | |||||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Época e intervalo de aplicação: Realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas e as gramíneas com até 1 perfilho. | |||||
BATATA | Uso para dessecação | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Época e intervalo de aplicação: Aplicar 2,0 L/ha do produto comercial + 0,25 % v/v) de óleo vegetal ou mineral, sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba, picão-preto e guanxuma-branca com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
CAFÉ | Trapoeraba Commelina benghalensis | 2,0 + 0,2 % de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Buva Conyza bonariensis | |||||
Macela-branca Gnaphalium spicatum | |||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Guanxuma Sida rhombifolia | 3,0 + 0,4 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 600 | 450 | ||
Guanxuma-branca Sida glaziovii | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 500 | ||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,5 + 0,4 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 500 | 450 | ||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e guanxuma-branca, aplicar quando estas estiverem com até 4 folhas. Em capim-marmelada e capim-colchão, até a fase de início do perfilhamento. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
CITROS | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,2 % de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis e Digitaria sanguinalis | |||||
Capim-amargoso Digitaria insularis | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Maria-gorda Talinum paniculatum | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | |||||
Malva-branca Sida cordifolia | |||||
Época e intervalo de aplicação: Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta daninha estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta daninha estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva- branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta daninha estiver com até 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
EUCALIPTO | Samambaia Pteridium aquilinum | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Capim-gordura Melinis minutiflora | 4,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 800 | |||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Cambará Lantana camara | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | |||||
Serralha Sonchus oleraceus | |||||
Buva Conyza bonariensis | |||||
Unha-de-vaca Bauhinia variegata | |||||
Arranha-gato Acacia plumosa | |||||
Jurubeba Solanum paniculatum | |||||
Capim-colonião Panicum maximum | |||||
Vassourinha-botão Spermacoce verticillata | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Gervão Stachytarpheta cayennensis | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem em vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das daninhas de folha estreita quando estiverem com até 4 perfilhos; e em folhas largas, com até 8 folhas. | |||||
FEIJÃO | Uso para dessecação para feijão de consumo | 1,8 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 360 | Terrestre: 350 Aérea: 30 - 40 | 1 |
Uso para dessecação para feijão para sementes | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | |||
Época e intervalo de aplicação:
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
MAÇÃ | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Azevém Lolium multiflorum | |||||
Língua-de-vaca Rumex obtusifolius | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Nabo Raphanus raphanistrum | |||||
Serralha Sonchus oleraceus | |||||
Losna-branca Parthenium hysterophorus | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
Maria-mole Senecio brasiliensis | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Poaia Richardia brasiliensis | |||||
Trevo Oxalis oxyptera | |||||
Época e intervalo de aplicação: Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar em poaia, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão-branco, picão-preto e língua-de-vaca quando a planta daninha estiver de 5 a 10 cm. Em capim-colchão, azevém e capim-marmelada com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
MILHO | Capim-colchão Digitaria sanguinalis | 1,5 a 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 300 a 400 | 350 | 1 |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia | |||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Malva-branca Sida cordifolia | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim- colchão e capim-marmelada. Para as demais daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
NECTARINA / PÊSSEGO | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão branco quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Capim-colchão e capim-marmelada, quando estiver com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
REPOLHO | Picão-branco Galinsoga parviflora | 1,5 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 300 | 350 | 1 |
Erva-de-passarinho Stellaria media | |||||
Erva-de-bicho Polygonum persicaria | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Serralha Sonchus oleraceus | |||||
Mentruz Coronopus didymus | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | |||
Época e intervalo de aplicação: Realizar a aplicação quando as plantas daninhas apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
SOJA | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,5 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 500 | 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Nabo Raphanus raphanistrum | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Poaia Richardia brasiliensis | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Trigo Triticum aestivum | 3,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 600 | |||
Aveia Avena sativa | |||||
Cevada Hordeum vulgare | |||||
Azevém Lolium multiflorum | |||||
Centeio Secale cereale | |||||
Triticale Triticum secale | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Época e intervalo de aplicação: - Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. Para o controle de capim-colchão e capim-marmelada, realizar o controle quando as plantas estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de amendoim- bravo, nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega realizar o controle quando as plantas estiverem com até 6 folhas. Para o controle de trapoeraba realizar o controle quando as plantas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
SOJA | Capim-amargoso Digitaria insularis | 2,5 a 3,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 500 - 600 | Terrestre: 350 | 1 |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-camalote Rotboellia exaltata | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Erva-quente Spermacoce latifolia | |||||
Buva Conyza bonariensis | |||||
Época e intervalo de aplicação: Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. Para buva realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 12 cm de altura. Em carrapicho-de-carneiro quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Em capim-amargoso, capim- carrapicho e capim-camalote, realizar a aplicação sobre as plantas daninhas oriundas de sementes até o estádio de desenvolvimento de 3 perfilhos. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
SOJA | Uso para dessecação | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Época e intervalo de aplicação: Utilizar a dose de 2,0 L/ha do produto + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral, aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
TRIGO | Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | |||||
Arroz Oryza sativa | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Guanxuma Sida cordifolia | |||||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Soja Glycine max | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Buva Conyza bonariensis | 1,5 a 2,0 + 0,5% v/v de óleo vegetal ou mineral | 300 a 400 | 200 | ||
Capim-amargoso Digitaria insularis | de óleo vegetal ou mineral | 400 | |||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Caruru e guanxuma devem ter até 4 folhas. Para o controle da buva oriunda de sementes, realizar a aplicação na dose de 1,5 a 2,0 L/ha quando as plantas daninhas estiverem com até 2 folhas. Para o controle das gramíneas como o capim-amargoso, aplicar sobre as plantas daninhas oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
UVA | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,7 (0,25 % v/v) de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. Picão-preto, picão- branco e caruru devem ter até 4 folhas. Capim-marmelada deve ter até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Preparo de Calda:
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do GLUFOSINATE YONON deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do GLUFOSINATE YONON, acrescentar óleo vegetal ou mineral na proporção recomendada para o cultivo/alvo, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicaç ão, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de
reiniciar a aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Algodão | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Spermacoce latifolia | erva-de-lagarto (2), erva-quente (2), perpetua-do-mato (2) | Ver detalhes |
| Banana | Phyllanthus tenellus | arrebenta-pedra (1), erva-pombinha (1), quebra-pedra (1) | Ver detalhes |
| Batata | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Café | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Ver detalhes | ||
| Cevada | Ver detalhes | ||
| Citros | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acacia plumosa | acacia-de-espinho, arranha-gato (2), unha-de-gato (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Ver detalhes | ||
| Maçã | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Milho | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Nectarina | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Pessego | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Repolho | Coronopus didymus | mastruço (3), mastruz (2), mentrusto (2) | Ver detalhes |
| Soja | Hordeum vulgare | cevada | Ver detalhes |
| Trigo | Spermacoce alata | erva-de-lagarto (1), erva-quente (1), perpetua-do-mato (1) | Ver detalhes |
| Uva | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Para as hortaliças (alface e repolho), evitar que o produto tenha contato com a cultura, utilizar o “sistema de copinhos” cobrindo as mudinhas com copinho plástico, para protegê-las da ação herbicida do produto.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador costal, autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido à entrelinha, sobre as plantas daninhas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura das plantas daninhas, sem atingir a cultura. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático
Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Volume de calda | Tamanho de gotas | Cobertura mínima | Altura de voo | Faixa de aplicação | Distribuição das pontas |
30 - 40 L/ha | Média - Grossa | 40 gotas/cm² | 3 m | 15 - 18 m | 65% |
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
Entre 10 e 30°C | maior que 55% | entre 3 e 10km/h |
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
Diâmetro das gotas:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Ventos:
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Temperatura e Umidade:
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
Inversão térmica
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Culturas | Dias |
Alface | 7 |
Algodão | 28 |
Algodão OGM | 116 |
Banana | 10 |
Batata | 10 |
Café | 20 |
Citros | 40 |
Eucalipto | UNA (1) |
Feijão | 5 |
Culturas | Dias |
Maçã | 7 |
Milho | ND (2) |
Nectarina | 7 |
Pêssego | 7 |
Repolho | 7 |
Soja | 10 |
Trigo | ND (2) |
Uva | 7 |
(1) Uso não alimentar
(2) Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Controla eficientemente, em pós-emergência de jato dirigido, plantas daninhas nas culturas de: alface, algodão, banana, batata, citros, café, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pêssego, repolho, soja, trigo e uva; na dessecação de feijão, batata, soja e trigo. No sistema de plantio direto, em soja e trigo; e na pós-emergência total do algodoeiro geneticamente modificado.
Alface, algodão, banana, batata, citros, café, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pêssego, repolho, soja, trigo e uva; na dessecação de feijão, batata, soja e trigo.
Culturas | Plantas daninhas controladas | Estádio das plantas daninhas | Dose do produto comercial L/ha | Volume de calda L/ha | Número máximo de aplicações | Modalidade de aplicação |
ALFACE | Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | 1,5 (1) | 350 L/ha (Terrestre) | 1 | Jato dirigido |
Picão-branco Galinsoga parviflora |
Erva-de-bicho Polygonum aviculare | ||||||
Serralha Sonchus oleraceus | ||||||
Erva-de-passarinho Stellaria media | ||||||
Soliva Soliva anthemifolia | 2,0 (1) | |||||
ALGODÃO | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | Até 1 perfilho | 2,0 (1) | 350 L/ha (Terrestre) | 1 | Jato dirigido |
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | ||||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | ||||||
Capim-massambará Sorghum halepense | ||||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidium | ||||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 2 a 4 folhas | |||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||||
Caruru-rasteiro – Amaranthus deflexus | ||||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||||
Fedegoso Chenopodium album | ||||||
ALGODÃO (OGM) | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | Até 2 perfilhos | 2,0-2,5 (1) | 200 a 300 L/ha (Terrestre) 30 a 40 L/ha (Aérea) | 2 | Pós-emergência da cultura |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 2 a 4 folhas | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidium | ||||||
Apaga-fogo Altemanthera tenella | ||||||
Capim-marmelada – Brachiaria plantaginea | 2 a 4 perfilhos | 3,0-3,5 (1) | 1 | |||
Capim-carrapicho Cenchrus equinatus | ||||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 4 a 8 folhas | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidium | ||||||
Apaga-fogo Altemanthera tenella | ||||||
Erva-quente Borrieria latifolia | ||||||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||||
BANANA | Capim-colchão Digitaria horizontalis | Até 1 perfilho | 2,0 (1) | 500 L/ha (Terrestre) | 1 | Jato dirigido |
Capim-guaçu Paspalum conspersum | ||||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | ||||||
Quebra-pedra - Phyllanthus tenellus | 4 a 6 folhas | |||||
Crepis |
Crepis japonica | ||||||
Macela-branca Gnaphalium spicatum | ||||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | ||||||
Sete-sangrias Cuphea carthagenensis | ||||||
Erva-cará Dioscorea batatas |
BATATA | Caruru Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | 2,0 (1) | 350 L/ha (Terrestre) | 1 | Pré-emergência da cultura |
Picão-preto Bidens pilosa | ||||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||||
Nabo Raphanus raphanistrum | ||||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | ||||||
Erva-quente Spermacoce alata | ||||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | Até 1 perfilho | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | ||||||
BATATA | Uso para dessecação | 2,0 (1) | 350 L/ha (Terrestre) | 1 | Dessecação de pré-colheita | |
CAFÉ | Trapoeraba Commelina benghalensis | Até 4 folhas | 2,0 (1) | 350 L/ha (Terrestre) | 1 | Jato dirigido |
Picão-preto Bidens pilosa | ||||||
Buva Conyza bonariensis | ||||||
Macela-branca Gnaphalium spicatum | ||||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | ||||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||||
Guanxuma Sida rhombifolia | Até 6 folhas | 3,0 (1) | 450 L/ha (Terrestre) | |||
Guanxuma-branca Sida glaziovii | 2 a 4 folhas | 2,0 (1) | 500 L/ha (Terrestre) | |||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | Até 2 perfilhos | 2,5 (1) | 450 L/ha (Terrestre) | |||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||||
CITROS | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 (1) | 350 L/ha (Terrestre) | 1 | Jato dirigido |
Capim-colchão Digitaria horizontalis e Digitaria sanguinalis | ||||||
Capim-amargoso Digitaria insularis | ||||||
Capim-carrapicho Cenchrus equinatus | ||||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | ||||||
Guanxuma Sida rhombifolia | Até 4 folhas | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidium | ||||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||||
Maria-gorda Talinum paniculatum | ||||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | ||||||
Malva-branca Sida cordifolia | ||||||
EUCALIPTO | Samambaia Pteridium aquilinum | Até 20 cm | 2,0 (1) | 350 L/ha (Terrestre) | 1 | Jato dirigido |
Capim-gordura Melinis minutiflora | Até 4 perfilhos | 4,0 (1) | ||||
Erva-quente Spermacoce alata | Até 8 folhas | |||||
Cambará Lantana camara | ||||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | ||||||
Serralha Sonchus oleraceus | ||||||
Buva Conyza bonariensis | ||||||
Unha-de-vaca Bauhinia variegata | ||||||
Arranha-gato Acacia plumosa | ||||||
Jurubeba Solanum paniculatum | ||||||
Capim-colonião Panicum maximum | ||||||
Vassourinha-botão Spermacoce verticillata | ||||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||||
Gervão Stachytarpheta cayennensis | ||||||
FEIJÃO | Uso para dessecação para feijão de consumo | 50 % das vagens secas | 1,8 (1) | 350 L/ha (Terrestre) 30 a 40 L/ha (Aérea) | 1 | Dessecação de pré-colheita |
Uso para dessecação para feijão para sementes | 70 % das vagens secas | 2,0 (1) | ||||
MAÇÃ | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 (1) | 350 L/ha (Terrestre) | 1 | Jato dirigido |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||||
Azevém Lolium multiflorum | ||||||
Língua-de-vaca Rumex obtusifolius | 2 a 4 folhas | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||||
Nabo Raphanus raphanistrum | ||||||
Serralha Sonchus oleraceus | ||||||
Losna-branca - Parthenium hysterophorus | ||||||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||||
Picão-branco Galinsoga parviflora | ||||||
Maria-mole Senecio brasiliensis | ||||||
Guanxuma Sida rhombifolia |
Poaia Richardia brasiliensis | ||||||
Trevo Oxalis oxyptera | ||||||
MILHO | Capim-colchão Digitaria sanguinalis | Até 1 perfilho | 1,5 - 2,0 (1) | 350 L/ha (Terrestre) | 1 | Jato dirigido |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | ||||||
Picão-preto Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | ||||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||||
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia | ||||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | ||||||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||||
Malva-branca Sida cordifolia | ||||||
NECTARINA / PÊSSEGO | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 (1) | 350 L/ha (terrestre) | 1 | Jato dirigido |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||||
Picão-preto Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||||
Picão-branco Galinsoga parviflora | ||||||
REPOLHO | Picão-branco Galinsoga parviflora | 2 a 4 folhas | 1,5 (1) | 350 L/ha (Terrestre) | 1 | Jato dirigido |
Erva-de-passarinho Stellaria media | ||||||
Erva-de-bicho Polygonum persicaria | ||||||
Serralha Sonchus oleraceus | ||||||
Mentruz Coronopus didymus | 2,0 (1) | |||||
SOJA | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | Até 2 perfilhos | 2,5 (1) | 350 L/ha (Terrestre) | 1 | Plantio Direto: Aplicar na fase de pré- semeadura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. |
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | ||||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 2 a 6 folhas | |||||
Nabo Raphanus raphanistrum | ||||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||||
Poaia Richardia brasiliensis | ||||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||||
Beldroega Portulaca oleracea | ||||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 2 a 4 folhas | |||||
Trigo | 3,0 (1) |
Triticum aestivum | Até 2 perfilhos | |||||
Aveia Avena sativa | ||||||
Cevada Hordeum vulgare | ||||||
Azevém Lolium multiflorum | ||||||
Centeio Secale cereale | ||||||
Triticale Triticum secale | ||||||
SOJA | Uso para dessecação | 10 dias antes da colheita | 2,0 (1) | 350 L/ha (Terrestre) 30 a 40 L/ha (Aérea) | 1 | Dessecação de pré colheita |
TRIGO | Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | Até 1 perfilho | 2,0 (1) | 350 L/ha (Terrestre) | 1 | Plantio Direto: Aplicar em pré- semeadura da cultura, em pós- emergência das plantas daninhas, em área total. |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | ||||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | ||||||
Arroz Oryza sativa | ||||||
Picão-preto Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | |||||
Guanxuma Sida cordifolia | ||||||
Erva-quente Spermacoce alata | ||||||
Soja Glycine max | ||||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||||
TRIGO | Uso para dessecação | Grãos de trigo amarelos/ massa mole a grãos dourados/ massa dura | 1,75 (1) | 200 L/ha (Terrestre) | 1 | Dessecação de pré-colheita |
UVA | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 (1) | 350 L/ha (Terrestre) | 1 | Jato dirigido |
Picão-branco Galinsoga parviflora | 2 a 4 folhas | |||||
Caruru Amaranthus viridis | ||||||
Picão-preto Bidens pilosa |
(1) Adicionar surfactante (óleo vegetal ou mineral) à calda na proporção de 0,25% v/v
Para uma única aplicação utilizar a dosagem de 3,0 a 3,5 L p.c./ha, observando-se sempre o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas. Recomenda-se no máximo duas aplicações por ciclo da cultura.
- Para dessecação de “batata consumo”: Aplicar 2,0 L/ha do produto comercial com adição de 0,25
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Sonchus oleraceus | chicória-brava, serralha, serralha-lisa | Ver detalhes |
| Algodão | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Borrieria latifolia | Erva-quente | Ver detalhes |
| Banana | Gnaphalium spicatum | erva-branca, erva-macia, macela-branca | Ver detalhes |
| Batata | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Café | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Citros | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acacia plumosa | acacia-de-espinho, arranha-gato (2), unha-de-gato (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Maçã | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Milho | Digitaria sanguinalis | capim-colchão (2), capim-das-roças (2), milhã (1) | Ver detalhes |
| Nectarina | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Pessego | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Repolho | Coronopus didymus | mastruço (3), mastruz (2), mentrusto (2) | Ver detalhes |
| Soja | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Trigo | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Uva | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Para as hortaliças (alface e repolho), evitar que o produto tenha contato com a cultura, utilizar o “sistema de copinhos” cobrindo as mudinhas com copinho plástico, para protegê-las da ação herbicida do produto.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador costal, autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido à entrelinha, sobre as plantas daninhas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura das plantas daninhas, sem atingir a cultura. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar aeronaves agrícolas equipadas com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação;
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático;
Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura
Parametros para aplicação:
Volume de calda: 30-40 L/ha Tamanho de gota: media – grossa Cobertura mínima: 40 gotas/cm² Altura de voo: 3 m
Faixa de aplicação: 15 – 18 m Distribuição das pontas: 65%
Condições climáticas para pulverização:
Temperatura: Entre 10 e 30°C Umidade do ar: maior que 55% Velocidade do vento: entre 3 e 10km/h
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Alface, maçã, nectarina, pêssego, repolho e uva. 7 dias
Algodão 28 dias
Algodão (OGM(1) – pós emergência) 116 dias(2)
Algodão (pós-emergencia-dessecação) 28 dias
Banana, batata e soja. 10 dias
Café 20 dias
Citros 40 dias
Eucalipto. U.N.A(3)
Feijão 5 dias
Milho e Trigo. (1)(4)
Trigo (dessecação). 15 dias
Organismo geneticamente modificado
O intervalo de segurança para a cultura de algodão geneticamente modificado, que expressa resistência ao glufosinato, é de 116 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergencia da cultura e das plantas infestantes.
Uso Não Alimentar
(1) Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSE III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cultura | Plantas Daninhas | Estádio das plantas daninhas | Dose (L p.c/ha) | Volume de Calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
ALFACE | Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 2 a 4 folhas | 1,5 + 0,2 % de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 | 1 |
Erva-de-bicho (Polygonum aviculare) | |||||
Erva-de-passarinho (Stellaria media) | |||||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||||
Soliva (Soliva anthemifolia) | 2,0 + 0,2 % de óleo vegetal ou mineral | ||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido na pós-emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos). As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Daninhas | Estádio das plantas daninhas | Dose (L p.c/ha) | Volume de Calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
ALGODÃO | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2 % de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 | 1 |
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Capim-massambará (Sorghum halepense) | |||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 2 a 4 folhas | ||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | |||||
Fedegoso (Chenopodium álbum) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Época e intervalo de aplicação: Para controle das plantas daninhas, aplicar em jato dirigido na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura ou mais de altura. As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Daninhas | Estádio das plantas daninhas | Dose (L p.c/ha) | Volume de Calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
ALGODÃO OGM (Organismo Geneticamente Modificado OGM**) resistente ao Glufosinato de amônio (pós emergência) | Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 2 a 4 folhas | 2,0 a 2,5 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 100 - 200 Aérea: 30 - 40 | 2 |
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | Até 2 perfilho | ||||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 4 a 8 folhas | 3,0 a 3,5 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | ||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Erva-quente (Borrieria latifólia) | |||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 2 a 4 perfilhos | ||||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Capim amargoso (Digitaria insularis) | Até 1 perfilho | 2,0 - 3,5 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo metilado de soja | 2 | ||
Capim colchão (Digitaria horizontalis) | 2 a 4 folhas | ||||
Buva (Conyza bonariensis) | |||||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | |||||
Soja voluntária tolerante ao Glifosato (Glycine max) | |||||
Milho voluntário tolerante ao Glifosato (Zea mays) | |||||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 2 a 4 folhas | 2,5 - 3,5 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo vegetal | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | Até 1 perfilho | ||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar o produto, em pós-emergência da cultura, com adição de 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação, em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 2,5 L p.c./ha. Para uma única aplicação utilizar a dosagem de 3,0 a 3,5 L p.c./ha, observando-se sempre o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas. Realizar no máximo duas aplicações do produto por safra de algodão. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5 L/ha por aplicação. As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. | |||||
Cultura | Plantas Daninhas | Estádio das plantas daninhas | Dose (L p.c/ha) | Volume de Calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
BANANA | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 500 | 1 |
Capim-guaçu (Paspalum conspersum) | |||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
Crepis (Crepis japônica) | 4 a 6 folhas | ||||
Erva-cará (Dioscorea batatas) | |||||
Macela-branca (Gnaphalium spicatum) | |||||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||||
Quebra-pedra (Phyllanthus tenellus) | |||||
Sete-sangrias (Cuphea carthagenensis) | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido ou nas linhas de plantio. As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
BATATA | Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2 % de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 | 1 |
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | 2 a 4 folhas | ||||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Época e intervalo de aplicação: Realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura). As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Uso para dessecação | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 | 1 | ||
Época e intervalo de aplicação: Para dessecação de “batata consumo” sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba, picão-preto e guanxuma-branca com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Daninhas | Estádio das plantas daninhas | Dose (L p.c/ha) | Volume de Calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
CAFÉ | Beldroega (Portulaca oleracea) | Até 4 folhas | 2,0 + 0,2 % de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 | 1 |
Buva (Conyza bonariensis) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Macela-branca (Gnaphalium spicatum) | |||||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | Até 6 folhas | 3,0 + 0,4 % v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 450 | ||
Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | 2 a 4 folhas | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 500 | ||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | Até 2 perfilhos | 2,5 + 0,4 % v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 450 | ||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
CANA-DE- AÇÚCAR | Uso para dessecação | 4,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal | Aérea: 30-40 | 1 | |
Época e intervalo de aplicação: Com o objetivo de facilitar a desfolha da cana-de-açúcar, durante a colheita realizar uma única aplicação sobre as folhas da cana-de-açúcar na pré-colheita quando a cultura se encontrar no final do estádio de desenvolvimento vegetativo e antes da emissão da inflorescência. Programar a aplicação de GLUFOSINATE-AMMONIUM 200 SL YONON de acordo com a programação de colheita, com 21 a 28 dias antes da colheita da cana-de-açúcar. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
CEVADA | Uso para dessecação | 1,75 + 0,25 % (v/v) de óleo vegetal ou de óleo mineral | Terrestre: 200 | 1 | |
Época e intervalo de aplicação: Aplicar o produto na dessecação numa única pulverização, sempre com adição de 0,5 L/ha (ou 0,25% v/v) de óleo vegetal ou de óleo mineral na calda de aplicação. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de cevada estiverem amarelos e fisiologicamente maduros (estágio GS 87) grãos dourados (massa dura). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Daninhas | Estádio das plantas daninhas | Dose (L p.c/ha) | Volume de Calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
CITROS | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2 % de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 | 1 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis e Digitaria sanguinalis) | |||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | Até 4 folhas | ||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Época e intervalo de aplicação: Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo. As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Daninhas | Estádio das plantas daninhas | Dose (L p.c/ha) | Volume de Calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
EUCALIPTO | Arranha-gato (Acacia plumosa) | Até 8 folhas | 4,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 | 1 |
Buva (Conyza bonariensis) | |||||
Cambará (Lantana câmara) | |||||
Capim-gordura (Melinis minutiflora) | |||||
Capim-colonião (Panicum maximum) | |||||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||
Gervão (Stachytarpheta cayennensis) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Jurubeba (Solanum paniculatum) | |||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Unha-de-vaca (Bauhinia variegata) | |||||
Vassourinha-botão (Spermacoce verticillata) | |||||
Samambaia (Pteridium aquilinum) | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | ||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem em vegetação plena. As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
FEIJÃO | Uso para dessecação para feijão de consumo | 1,8 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 Aérea: 30 - 40 | 1 | |
Uso para dessecação para feijão para sementes | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | ||||
Época e intervalo de aplicação: Para dessecação em feijão para consumo: Aplicar a dose de 1,8 L/ha, quando a cultura apresentar aproximadamente 50 % das vagens secas. Para dessecação em feijão para sementes: Aplicar a dose de 2,0 L/ha, somente quando a cultura apresentar 70 % das vagens secas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Daninhas | Estádio das plantas daninhas | Dose (L p.c/ha) | Volume de Calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
MAÇÃ | Azevém (Lolium multiflorum) | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 | 1 |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | 2 a 4 folhas | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | |||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||||
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Poaia (Richardia brasiliensis) | |||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||||
Trevo (Oxalis oxyptera) | |||||
Época e intervalo de aplicação: Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la. As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Daninhas | Estádio das plantas daninhas | Dose (L p.c/ha) | Volume de Calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
MILHO | Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | Até 1 perfilho | 1,5 a 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 | 1 |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 2 a 4 folhas | ||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Malva-branca Sida cordifolia | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Daninhas | Estádio das plantas daninhas | Dose (L p.c/ha) | Volume de Calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
MILHO OGM (ORGANISMO GENETICAMENTE MODIFICADO) | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 3 perfilhos | 2,5 - 3,0 | Terrestre: 100 – 200 Aérea: 30 - 40 | 2 |
Capim Marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Caruru (Amaranthus hibridus) | 6 folhas | ||||
Corda-de viola (Ipomoea purpúrea) | |||||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | |||||
Capim-pé- de-galinha (Eleusine indica) | 3 folhas | 1,5 + 1,5 (aplicação sequencial) | |||
Capim marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Corda-de- viola (Ipomoea purpúrea) | 2 folhas | ||||
Caruru (Amaranthus hibridus) | |||||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | |||||
Capim colchão (Digitaria horizontalis) | Até 1 perfilho | 2,0 - 3,0 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo vegetal ou mineral | |||
Buva (Conyza bonariensis) | 2 a 4 folhas | ||||
Caruru- rasteiro (Amaranthus deflexus) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Soja voluntária tolerante ao Glifosato (Glycine max) | |||||
Capim amargoso (Digitaria insularis) | Até 1 perfilho | 2,0 - 3,0 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo vegetal | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 2 a 4 folhas | ||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar o produto em pós-emergência da cultura do Milho geneticamente modificado e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas e considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. Pode-se aplicar o GLUFOSINATE-AMMONIUM 200 SL YONON / GLUFOSINATO 200 AGROIMPORT / GLUFOSINATO YNN 200 SL PERTERRA / LOYER SL / CLAVENGO / GLUFOSINATO AMONIO TIDE / FORTOP GLUFOSINATO 200 SL / JUBAILI HERBIFORCE a partir da germinação do Milho. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5L/ha por aplicação. Realizar 1 aplicação no pré-plantio ou no máximo 2 aplicações em pós-emergência com intervalo de 10 dias. | |||||
Cultura | Plantas Daninhas | Estádio das plantas daninhas | Dose (L p.c/ha) | Volume de Calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
NECTARINA | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 | 1 |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | 2 a 4 folhas | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
PÊSSEGO | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 | 1 |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | 2 a 4 folhas | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
REPOLHO | Erva-de-passarinho (Stellaria media) | 2 a 4 folhas | 1,5 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 | 1 |
Erva-de-bicho (Polygonum persicaria) | |||||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||||
Mentruz (Coronopus didymus) | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | ||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido, no sistema de copinhos, protegendo as plantas de repolho com copinhos plásticos. As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Daninhas | Estádio das plantas daninhas | Dose (L p.c/ha) | Volume de Calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
SOJA | Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | Até 2 perfilhos | 2,5 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 | 1 |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 2 a 6 folhas | ||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Poaia (Richardia brasiliensis) | |||||
Trigo (Triticum aestivum) | Até 2 perfilhos | 3,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | |||
Aveia (Avena sativa) | |||||
Cevada (Hordeum vulgare) | |||||
Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
Centeio (Secale cereale) | |||||
Triticale (Triticum secale) | |||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | Até 3 perfilhos | 2,5 a 3,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-camalote (Rottboellia exaltata) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 2 a 4 folhas | 2,5 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | Até 4 folhas | 2,5 a 3,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | |||
Buva (Conyza bonariensis) | Até 8 folhas | ||||
Erva-quente (Spermacoce latifólia) | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Daninhas | Estádio das plantas daninhas | Dose (L p.c/ha) | Volume de Calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
SOJA | Uso para dessecação | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 Aérea: 30 – 40 | 1 | |
Época e intervalo de aplicação: Utilizar a dose de 2,0 L/ha do produto + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral, aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
SOJA OGM (ORGANISMO GENETICAMENTE MODIFICADO) | Azevém (Lolium multiflorum) | Até 1 perfilho | 2,0 - 3,5 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo metilado de soja | Terrestre: 100 - 200 | 2 |
Capim amargoso (Digitaria insularis) | |||||
Capim camalote (Rottboelia exaltata) | |||||
Capim colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Capim marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Buva (Conyza bonariensis) | 2 a 4 folhas | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | |||||
Picão preto (Bidens pilosa) | |||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | Até 1 perfilho | 2,5 - 3,5 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo metilado de soja | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 2 a 4 folhas | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar o produto em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Pode- se aplicar GLUFOSINATE-AMMONIUM 200 SL YONON a partir da germinação da soja. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 12 a 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 3,5 L p.c./ha, de acordo com as recomendações de uso e nas situações em que ocorram novos fluxos de germinação de plantas daninhas na área. Fazer no máximo duas aplicações do produto por safra de soja. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5 L/ha por aplicação. | |||||
Cultura | Plantas Daninhas | Estádio das plantas daninhas | Dose (L p.c/ha) | Volume de Calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
TRIGO | Arroz (Oryza sativa) | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 | 1 |
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
Buva (Conyza bonariensis) | 2 a 4 folhas | 1,5 a 2,0 + 0,5% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 200 | ||
Caruru (Amaranthus viridis) | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 | |||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||||
Guanxuma (Sida cordifolia) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Soja (Glycine max) | |||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,5% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 200 | ||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Uso para dessecação | 1,75 + 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 200 | 1 | ||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar o produto na dessecação em uma única pulverização, sempre com adição de 0,25% v/v de óleo vegetal ou de óleo mineral na calda de aplicação. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem amarelos e fisiologicamente maduros (estágio GS 87) grãos dourados (massa dura). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
UVA | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 | 1 |
Caruru (Amaranthus viridis) | 2 a 4 folhas | ||||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Stellaria media | centochio, erva-de-passarinho (2), esparguta (2) | Ver detalhes |
| Algodão | Digitaria sanguinalis | capim-colchão (2), capim-das-roças (2), milhã (1) | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Banana | Crepis japonica | barba-de-falcão, crepis | Ver detalhes |
| Batata | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Café | Ageratum conyzoides | catinga-de-bode, erva-de-são-joão (1), mentrasto | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Cevada | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Citros | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Melinis minutiflora | capim-catingueiro, capim-gordo, capim-gordura | Ver detalhes |
| Feijão | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Maçã | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Milho | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Milho OGM | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Nectarina | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Pessego | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Repolho | Coronopus didymus | mastruço (3), mastruz (2), mentrusto (2) | Ver detalhes |
| Soja | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Soja OGM | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Uva | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto. O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do GLUFOSINATE- AMMONIUM 200 SL YONON / GLUFOSINATO 200 AGROIMPORT / GLUFOSINATO YNN 200 SL PERTERRA / LOYER SL / CLAVENGO / GLUFOSINATO AMONIO TIDE / FORTOP
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do GLUFOSINATE-AMMONIUM 200 SL YONON / GLUFOSINATO 200 AGROIMPORT / GLUFOSINATO YNN 200 SL PERTERRA / LOYER SL / CLAVENGO / GLUFOSINATO AMONIO TIDE / FORTOP GLUFOSINATO 200 SL / JUBAILI HERBIFORCE,
acrescentar óleo vegetal ou mineral na proporção recomendada para o cultivo/alvo, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Para as hortaliças (alface e repolho), evitar que o produto tenha contato com a cultura, utilizar o “sistema de copinhos” cobrindo as mudinhas com copinho plástico, para protegê- las da ação herbicida do produto.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador costal, autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido à entrelinha, sobre as plantas daninhas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura das plantas daninhas, sem atingir a cultura. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Aplicação Aérea:
Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático
Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Volume de calda | Tamanho de gotas | Cobertura mínima | Altura de voo | Faixa de aplicação | Distribuição das pontas |
30 - 40 L/ha | Média - Grossa | 40 gotas/cm² | 3 m | 15 - 18 m | 65% |
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
Entre 10 e 30°C | maior que 55% | entre 3 e 10km/h |
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma
inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Cultura | Dias |
Alface | 7 |
Algodão | 28 |
Algodão OGM | 116 |
Banana | 10 |
Batata | 10 |
Dessecação em batata | 10 |
Café | 20 |
Dessecação em cana-de-açúcar | 14 |
Citros | 40 |
Dessecação em cevada | 7 |
Eucalipto | UNA (1) |
Feijão | 5 |
Dessecação feijão | 5 |
Maçã | 7 |
Milho | ND (2) |
Milho OGM | 50 |
Nectarina | 7 |
Pêssego | 7 |
Repolho | 7 |
Soja | 10 |
Dessecação em soja | 10 |
Soja OGM | 60 |
Trigo | ND (2) |
Dessecação em trigo | 7 |
Uva | 7 |
(1) Uso não alimentar
(2) Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
ALFACE | Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | 1,5 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 300 | 350 | 1 |
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
Erva-de-bicho Polygonum aviculare | |||||
Serralha Sonchus oleraceus | |||||
Erva-de-passarinho Stellaria media | |||||
Soliva Soliva anthemifolia | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | |||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido na pós-emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
ALGODÃO | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Capim-massambará Sorghum halepense | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Caruru-rasteiro Amaranthus deflexus | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Fedegoso Chenopodium album | |||||
Época e intervalo de aplicação: Para controle das plantas daninhas, aplicar em jato dirigido na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura. Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada e capim-massambará, realizar a aplicação no início do perfilhamento. Para carrapicho-de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru- rasteiro, picão-preto e fedegoso, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
ALGODÃO OGM (Organismo Geneticamente Modificado OGM*) resistente ao Glufosinato de amônio (pós emergência) | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 a 2,5 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 a 500 | 200 - 300 | 2 |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Apaga-fogo Alternanthera tenella | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 3,0 a 3,5 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 600 a 700 | 1 | ||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Apaga-fogo Alternanthera tenella | |||||
Erva-quente Borrieria latifolia | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar o produto com adição de 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação, em pós- emergência da cultura e das plantas daninhas. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 2,5 L p.c./ha. | |||||
BANANA | Capim-colchão Digitaria horizontalis | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 500 | 1 |
Capim-guaçu Paspalum conspersum | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Quebra-pedra Phyllanthus tenellus | |||||
Crepis Crepis japonica | |||||
Macela-branca Gnaphalium spicatum | |||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | |||||
Sete-sangrias Cuphea carthagenensis | |||||
Erva-cará Dioscorea batatas | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas de folha larga estiverem com 2 a 6 folhas, e as de folha estreita com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
BATATA | Caruru Amaranthus viridis | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Nabo Raphanus raphanistrum | |||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | |||||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Época e intervalo de aplicação: Realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas e as gramíneas com até 1 perfilho. | |||||
CAFÉ | Trapoeraba Commelina benghalensis | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Buva Conyza bonariensis | |||||
Macela-branca Gnaphalium spicatum | |||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Guanxuma-branca Sida glaziovii | 500 | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | 3,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 600 | 450 | ||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,5 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 500 | 450 | ||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e guanxuma- branca, aplicar quando estas estiverem com até 4 folhas. Em capim-marmelada e capim-colchão, até a fase de início do perfilhamento. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
CITROS | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis Digitaria sanguinalis | |||||
Capim-amargoso Digitaria insularis | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Maria-gorda Talinum paniculatum | |||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | |||||
Malva-branca Sida cordifolia | |||||
Época e intervalo de aplicação: Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta daninha estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta daninha estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva- branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta daninha estiver com até 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
EUCALIPTO | Samambaia Pteridium aquilinum | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Capim-gordura Melinis minutiflora | 4,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 800 | |||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Cambará Lantana camara | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | |||||
Serralha Sonchus oleraceus | |||||
Buva Conyza bonariensis | |||||
Unha-de-vaca Bauhinia variegata | |||||
Arranha-gato Acacia plumosa | |||||
Jurubeba Solanum paniculatum | |||||
Capim-colonião Panicum maximum | |||||
Vassourinha-botão Spermacoce verticillata | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Gervão Stachytarpheta cayennensis | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem em vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das daninhas de folha estreita quando estiverem com até 4 perfilhos; e em folhas largas, com até 8 folhas. | |||||
FEIJÃO | Uso para dessecação para feijão de consumo | 1,8 + 0,25 % v/v óleo vegetal ou mineral | 360 | Terrestre: 350 Aérea: 30 - 40 | 1 |
Uso para dessecação para feijão para sementes | 2,0 + 0,25 % v/v óleo vegetal ou mineral | 400 | |||
Época e intervalo de aplicação:
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
MAÇÃ | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Azevém Lolium multiflorum | |||||
Língua-de-vaca Rumex obtusifolius | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Nabo Raphanus raphanistrum | |||||
Serralha Sonchus oleraceus | |||||
Losna-branca Parthenium hysterophorus | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
Maria-mole Senecio brasiliensis | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Poaia Richardia brasiliensis | |||||
Trevo Oxalis oxyptera | |||||
Época e intervalo de aplicação: Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar em poaia, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão-branco, picão-preto e língua-de-vaca quando a planta daninha estiver de 5 a 10 cm. Em capim-colchão, azevém e capim-marmelada com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
MILHO | Capim-colchão Digitaria sanguinalis | 1,5 a 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 300 a 400 | 350 | 1 |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia | |||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Malva-branca Sida cordifolia | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim- colchão e capim-marmelada. Para as demais daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
NECTARINA / PÊSSEGO | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão branco quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Capim-colchão e capim-marmelada, quando estiver com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
REPOLHO | Picão-branco Galinsoga parviflora | 1,5 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 300 | 350 | 1 |
Erva-de-passarinho Stellaria media | |||||
Erva-de-bicho Polygonum persicaria | |||||
Serralha Sonchus oleraceus | |||||
Mentruz Coronopus didymus | |||||
Época e intervalo de aplicação: Realizar a aplicação quando as plantas daninhas apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
SOJA | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,5 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 500 | 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Nabo Raphanus raphanistrum | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Poaia Richardia brasiliensis | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Trigo Triticum aestivum | 3,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 600 | |||
Aveia Avena sativa | |||||
Cevada Hordeum vulgare | |||||
Azevém Lolium multiflorum | |||||
Centeio Secale cereale | |||||
Triticale Triticum secale | |||||
Uso para dessecação | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | Terrestre: 350 Aérea: 30 - 40 | 1 | |
Época e intervalo de aplicação:
sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
TRIGO | Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | |||||
Arroz Oryza sativa | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Guanxuma Sida cordifolia | |||||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Soja Glycine max | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Caruru e guanxuma devem ter até 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
UVA | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,7 (0,25 % v/v) de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. Picão-preto, picão- branco e caruru devem ter até 4 folhas. Capim-marmelada deve ter até 1 perfilho. Recomenda- se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
*Algodão OGM, sendo que o uso do produto nesta modalidade somente deve ser indicado para lavouras com sementes que apresentem resistência ao glufosinato de amônio.
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 2,5 L p.c./ha. Recomenda-se no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura.
Batata: Para controle das plantas daninhas, realizar a aplicação na fase de “cracking timing” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas e as gramíneas com até 1 perfilho.
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Para dessecação em feijão para consumo: Aplicar a dose de 1,8 L/ha quando a cultura apresentar aproximadamente 50% das vagens secas.
Para dessecação em feijão para sementes: Aplicar a dose de 2,0 L/ha, somente quando a cultura apresentar 70% das vagens secas.
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós- emergência das plantas daninhas, em área total. Para o controle de capim-colchão e capim- marmelada, realizar o controle quando as plantas estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo, nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega realizar o controle quando as plantas estiverem com até 6 folhas. Para o controle de trapoeraba realizar o controle quando as plantas estiverem com 2 a 4 folhas.
Para dessecação: Utilizar a dose de 2,0 L/ha do produto + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral, aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Algodão | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Banana | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Batata | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Café | Sida glaziovii | guanxuma-branca, malva-guaxima, mata-pasto (3) | Ver detalhes |
| Citros | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Pteridium aquilinum | pluma-grande, samambaia, samambaia-das-taperas | Ver detalhes |
| Feijão | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Maçã | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Milho | Digitaria sanguinalis | capim-colchão (2), capim-das-roças (2), milhã (1) | Ver detalhes |
| Nectarina | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Pessego | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Repolho | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Soja | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Trigo | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Uva | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
GLUFOSINATO CCAB 200 SL pode ser aplicado com equipamento costal manual ou motorizado, bem como por equipamento tratorizado, utilizando-se bicos tipo leque 110.02 a 110.04, com uma pressão de 40 a 60 libras/pol². O volume de calda varia de 300 a 600 L/ha.
O diâmetro de gotas deve se ajustado de acordo com o volume de aplicação (L/ha), proporcionando adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de até 10 km/hora, temperatura e umidade relativa, visando reduzir ao máximo perdas por deriva ou evaporação. Para as hortaliças (alface e repolho) quando utilizar o "sistema de copinhos", cobrir as mudinhas com copinho plástico, para protegê-la da ação herbicida do produto. Utilizando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme.
Para efeito de dessecação nas culturas de soja e feijão. O volume de calda varia de 30 a 40 litros de calda/ha. Utiliza-se barra com bicos da série D (D6 a D10) ou bicos tipo leque.
Respeitar altura de voo de 3-4 metros, faixa de deposição 13-15 metros e ventos de até 10 km/hora.
Pode ser aplicado com pulverizadores terrestres, manuais costais ou tratorizados, dotados de barra com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 200 a 300 litros de calda/ha, ou aeronaves agrícolas com volume de calda de 30 a 40 litros de calda/ha, diretamente sobre as plantas daninhas. Sendo um produto de contato, é importante uma cobertura uniforme das plantas daninhas pela calda de pulverização.
Condições climáticas favoráveis: Temperatura mínima de 10ºC a máxima de 28ºC. Umidade relativa do ar de mínimo 60%.
Culturas | Dias |
Alface | 7 |
Algodão | 28 |
Algodão OGM | 116 |
Banana | 10 |
Batata | 10 |
Café | 20 |
Citros | 40 |
Eucalipto | (1) UNA |
Feijão | 5 |
Maçã | 7 |
Milho | (1) |
Nectarina | 7 |
Pêssego | 7 |
Repolho | 7 |
Soja | 10 |
Trigo | (1) |
Uva | 7 |
(1) Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego. UNA – Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
maçã, milho, nectarina, pêssego, ameixa, marmelo, nectarina, nêspera, pêra, repolho, brócolis, couve, couve-flor, couve chinesa, couve-de-bruxelas, trigo, aveia, centeio, cevada, triticale, uva, caju, caqui, goiaba, figo, carambola, mangaba, kiwi e uva de mesa.
VER 07 – 12.09.2024
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | Estádio das plantas daninhas | Nº máximo de aplicações | Dose L p.c./ha | Volume de Calda L/ha |
Nome comum Nome científico | |||||
ACELGA AGRIÃO ALFACE ALMEIRÃO CHICÓRIA ESPINAFRE ESTÉVIA MOSTARDA RÚCULA | Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | 1 | 1,5 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 |
Erva-de-bicho Polygonum aviculare | |||||
Erva-de-passarinho Stellaria media | |||||
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
Serralha Sonchus oleraceus | |||||
Soliva Soliva anthemifolia | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | ||||
Aplicar em jato dirigido em pós-emergência das plantas daninhas, protegendo totalmente a planta de alface com copos plásticos (sistema de copinhos). | |||||
ALGODÃO | Capim-colchão Digitaria sanguinalis | Até 1 perfilho | 1 | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Capim-massambará Sorghum halepense | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidium | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 2 a 4 folhas | ||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Caruru-rasteiro Amaranthus deflexus | |||||
Fedegosa Chenopodium album | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | Estádio das plantas daninhas | Nº máximo de aplicações | Dose L p.c./ha | Volume de Calda L/ha |
Nome comum Nome científico | |||||
Para controle das plantas daninhas, aplicar em jato dirigido na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm ou mais de altura. | |||||
BANANA | Capim-colchão Digitaria horizontalis | Até 1 perfilho | 1 | 2,0 + 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 500 |
Capim-guaçu Paspalum conspersum | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Crepis Crepis japonica | 4 a 6 folhas | ||||
Erva-cará Dioscorea batatas | |||||
Macela-branca Gnaphalium spicatum | |||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | |||||
Quebra-pedra Phyllanthus tenellus | |||||
Sete-sangrias Cuphea carthagenensis | |||||
Aplicar em jato dirigido ou nas entre linhas de plantio. | |||||
BATATA | Beldroega Portulaca oleracea | 2 a 4 folhas | 1 | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 |
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Nabo Raphanus raphanistrum | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | Até 1 perfilho | ||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | |||||
Realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência das plantas de batata). | |||||
VER 07 – 12.09.2024
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | Estádio das plantas daninhas | Nº máximo de aplicações | Dose L p.c./ha | Volume de Calda L/ha |
Nome comum Nome científico | |||||
CAFÉ | Beldroega Portulaca oleracea | Até 4 folhas | 1 | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 |
Buva Conyza bonariensis | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Macela-branca Gnaphalium spicatum | |||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | Até 6 folhas | 3,0 + 0,4% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 450 | ||
Guanxuma-branca Sida glaziovii | 2 a 4 folhas | 2,0 + 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 500 | ||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | Até 2 perfilhos | 2,5 + 0,4% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 450 | ||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período vegetativo de novembro a abril. Em capim-marmelada e capim-colchão, até a fase de início do perfilhamento. | |||||
CITROS | Capim-amargoso Digitaria insularis | Até 1 perfilho | 1 | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis Digitaria sanguinalis | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
VER 07 – 12.09.2024
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | Estádio das plantas daninhas | Nº máximo de aplicações | Dose L p.c./ha | Volume de Calda L/ha |
Nome comum Nome científico | |||||
CITROS | Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | Até 4 folhas | 1 | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 |
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Malva-branca Sida cordifolia | |||||
Maria-gorda Talinum paniculatum | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. | |||||
EUCALIPTO | Samambaia Pteridium aquilinum | Até 20 cm | 1 | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre 350 |
Capim-gordura Melinis minutiflora | Até 4 perfilhos | 4,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | |||
Arranha-gato Acacia plumosa | Até 8 folhas | ||||
Buva Conyza bonariensis | |||||
Cambará Lantana camara | |||||
Capim-colonião Panicum maximum | |||||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | |||||
Gervão Stachytarpheta cayennensis | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Jurubeba Solanum paniculatum | |||||
Serralha Sonchus oleraceus | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
VER 07 – 12.09.2024
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | Estádio das plantas daninhas | Nº máximo de aplicações | Dose L p.c./ha | Volume de Calda L/ha |
Nome comum Nome científico | |||||
Unha-de-vaca Bauhinia variegata | |||||
Vassourinha-botão Spermacoce verticillata | |||||
Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem em vegetação plena. | |||||
MAÇÃ | Azevém Lolium multiflorum | Até 1 perfilho | 1 | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | 2 a 4 folhas | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Língua-de-vaca Rumex obtusifolius | |||||
Losna-branca Parthenium hysterophorus | |||||
Maria-mole Senecio brasiliensis | |||||
Nabo Raphanus raphanistrum | |||||
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Poaia Richardia brasiliensis | |||||
Serralha Sonchus oleraceus | |||||
Trevo Oxalis oxyptera | |||||
Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Realizar a aplicação em poaia, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão branco, picão- preto e língua-de-vaca quando a planta daninha estiver de 5 a 10 cm. | |||||
MILHO | Capim-colchão Digitaria sanguinalis | Até 1 perfilho | 1 | 1,5 - 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 2 a 4 folhas | ||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | |||||
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CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | Estádio das plantas daninhas | Nº máximo de aplicações | Dose L p.c./ha | Volume de Calda L/ha |
Nome comum Nome científico | |||||
MILHO | Caruru Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | 1 | 1,5 - 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 |
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Malva-branca Sida cordifolia | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. | |||||
AMEIXA MARMELO NECTARINA NÊSPERA PÊRA PÊSSEGO | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 1 | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Caruru Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. | |||||
BROCÓLIS COUVE COUVE CHINESA COUVE-DE- BRUCHELAS COUVE- FLOR REPOLHO | Erva-de-bicho Polygonum persicaria | 2 a 4 folhas | 1 | 1,5 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 |
Erva-de-passarinho Stellaria media | |||||
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
Serralha Sonchus oleraceus | |||||
Mentruz Coronopus didymus | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | ||||
Realizar a aplicação em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). | |||||
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CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | Estádio das plantas daninhas | Nº máximo de aplicações | Dose L p.c./ha | Volume de Calda L/ha |
Nome comum Nome científico | |||||
CAJU CAQUI CARAMBOLA FIGO GOIABA KIWI MANGABA UVA UVA DE MESA | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 1 | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 |
Caruru Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | ||||
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. | |||||
VER 07 – 12.09.2024
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | Estádio das plantas daninhas | Nº máximo de aplicações | Dose L p.c./ha | Volume de Calda L/ha |
Nome comum Nome científico | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | Até 2 perfilhos | ||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Apaga-fogo Alternanthera tenella | 2 | 2,0 – 2,5 + 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 200-300 | ||
ALGODÃO OGM | Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | 2 a 4 folhas | Aérea: 30-40 | ||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 2 a 4 perfilhos | 1 | 3,0 – 3,5 + 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral | ||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea |
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | Estádio das plantas daninhas | Nº máximo de aplicações | Dose L p.c./ha | Volume de Calda L/ha |
Nome comum Nome científico | |||||
Apaga-fogo Alternanthera tenella | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
4 a 8 folhas | 3,0 – 3,5 + 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral | ||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Erva-quente Borreria latifolia | |||||
ALGODÃO OGM | Capim-amargoso Digitaria insularis | Até 1 perfilho | 1 | Terrestre: 200-300 Aérea: 30-40 | |
Buva Conyza bonariensis | |||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | 2 a 4 folhas | 2,0 – 3,5 + 0,25% v/v de óleo metilado de soja | |||
Leiteiro Euphorbia heterophylla | |||||
Milho voluntário tolerante ao glifosato Zea mays | |||||
Soja voluntária tolerante ao glifosato Glycine max | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusina indica | Até 1 perfilho | 2,5 – 3,5 + 0,25% v/v de óleo metilado de soja | |||
Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | ||||
Aplicar o produto a partir da germinação do algodão tolerante ao ingrediente ativo glufosinato – sal de amônio e das plantas daninhas. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 2,5 L p.c./ha. Para uma única aplicação utilizar a dosagem de 3,0 a 3,5 L p.c./ha, observando-se sempre o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas. | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 3 perfilhos | Terrestre: 100 – 200 | |||
Capim-pé-de-galinha Eleusina indica | |||||
MILHO OGM | 2 | 2,5 - 3,0 | Aérea: 30 - 40 | ||
Caruru Amaranthus hibridus | |||||
6 folhas | |||||
VER 07 – 12.09.2024
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | Estádio das plantas daninhas | Nº máximo de aplicações | Dose L p.c./ha | Volume de Calda L/ha |
Nome comum Nome científico | |||||
MILHO OGM | Corda de Viola Ipomoea purpurea | 6 folhas | 2 | 2,5 - 3,0 | Terrestre: 100 – 200 Aérea: 30 - 40 |
Leiteiro Euphorbia heterophylla | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 3 folhas | 1,5 + 1,5 (aplicação sequencial) | |||
Capim-pé-de-galinha Eleusina indica | |||||
Caruru Amaranthus hibridus | 2 folhas | ||||
Corda de Viola Ipomoea purpurea | |||||
Leiteiro Euphorbia heterophylla | |||||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | Até 1 perfilho | 2,0 - 3,0 + 0,25 % v/v de óleo metilado de soja | |||
Buva Conyza bonariensis | 2 a 4 folhas | ||||
Caruru Rasteiro Amaranthus deflexus | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Soja voluntária tolerante ao Glifosato Glycine max | |||||
Capim amargoso Digitaria insularis | Até 1 perfilho | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 2 a 4 folhas | ||||
Aplicar o produto com adição de 0,5 L/ha de óleo metilado de soja na calda de aplicação, em pós-emergência da cultura do milho em cultivares ou híbridos tolerantes ao ingrediente ativo glufosinato de amônio e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas e considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. Pode-se aplicar o produto a partir da germinação do milho. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5 L/ha por aplicação. Equipamentos de aplicação: costal; barra; aérea. | |||||
VER 07 – 12.09.2024
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | Estádio das plantas daninhas | Nº máximo de aplicações | Dose L p.c./ha | Volume de Calda L/ha |
Nome comum Nome científico | |||||
SOJA OGM | Azevém Lolium multiflorum | Até 1 perfilho | 2 | 2,0 - 3,5 + 0,25 % v/v de óleo metilado de soja | Terrestre: 100 - 200 |
Capim Amargoso Digitaria insularis | |||||
Capim Camalote Rotboelia exaltata | |||||
Capim Colchão Digitaria horizontalis | |||||
Capim Marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Buva Conyza bonariensis | 2 a 4 folhas | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Leiteiro Euphorbia heterophylla | |||||
Picão preto Bidens pilosa | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusina indica | Até 1 perfilho | 2,5 - 3,5 + 0,25 % v/v de óleo metilado de soja | |||
Caruru de mancha Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Aplicar o produto em pós-emergência da soja tolerante ao ingrediente ativo glufosinato de amônio e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas, considerando- se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Pode-se aplicar o produto a partir da germinação da soja. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 12 a 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 3,5 L p.c./ha, de acordo com as recomendações de uso e nas situações em que ocorram novos fluxos de germinação de plantas daninhas na área. Fazer no máximo duas aplicações do produto por safra de soja. | |||||
VER 07 – 12.09.2024
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | Estádio das plantas daninhas | Nº máximo de aplicações | Dose L p.c./ha | Volume de Calda L/ha |
Nome comum Nome científico | |||||
BATATA | Batata Solanum tuberosum | Uso para dessecação | 1 | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 |
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | Estádio das plantas daninhas | Nº máximo de aplicações | Dose L p.c./ha | Volume de Calda L/ha |
Nome comum Nome científico | |||||
Para dessecação de “batata consumo”: Aplicar 2,0 L/ha do produto comercial + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral, sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba, picão-preto e guanxuma-branca com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. | |||||
CANA-DE- AÇUCAR | Cana-de-açúcar Saccharum officinarum | Uso para dessecação | 1 | 4,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal | Aérea: 30 - 40 |
Com o objetivo de facilitar a desfolha da cana-de-açúcar, durante a colheita realizar uma única aplicação sobre as folhas da cana-de-açúcar na pré-colheita quando a cultura se encontrar no final do estádio de desenvolvimento vegetativo e antes da emissão da inflorescência. Programar a aplicação do produto de acordo com a programação de colheita, com 21 a 28 dias antes da colheita da cana-de-açúcar. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
FEIJÃO (Phaseolus vulgaris L.) FEIJÕES ERVILHA GRÃO-DE-BICO LENTILHA AMENDOIM | Uso para dessecação para consumo | 50% das vagens secas | 1 | 1,8 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 |
Uso para dessecação para sementes | 70% das vagens secas | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | |||
Dessecação para consumo: Aplicar a dose de 1,8 L/ha, quando a cultura apresentar aproximadamente 50% das vagens secas. Dessecação para sementes: Aplicar a dose de 2,0 L/ha, somente quando a cultura apresentar 70% das vagens secas. | |||||
SOJA | Uso para dessecação | 10 dias antes da colheita | 1 | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 |
Utilizar a dose de 2,0 L/ha do produto + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral, aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. | |||||
AVEIA CENTEIO CEVADA TRIGO TRITICALE | Uso para dessecação | Grãos amarelos/massa mole a grãos dourados/massa dura | 1 | 1,75 + 0,25% v/v de óleo vegetal | Terrestre: 200 |
Aplicar o produto na dessecação em uma única pulverização, sempre com adição de 0,25% v/v de óleo vegetal ou de óleo mineral na calda de aplicação. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem amarelos e fisiologicamente maduros (estágio GS 87) grãos dourados (massa dura). | |||||
VER 07 – 12.09.2024
VER 07 – 12.09.2024
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | Estádio das plantas daninhas | Nº máximo de aplicações | Dose L p.c./ha | Volume de Calda L/ha |
Nome comum Nome científico | |||||
SOJA | Capim-colchão Digitaria sanguinalis | Até 2 perfilhos | 1 | 2,5 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 2 a 6 folhas | ||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Nabo Raphanus raphanistrum | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Poaia Richardia brasiliensis | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 2 a 4 folhas | ||||
Aveia Avena sativa | Até 2 perfilhos | 3,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | |||
Azevém Lolium multiflorum | |||||
Centeio Secale cereale | |||||
Cevada Hordeum vulgare | |||||
Trigo Triticum aestivum | |||||
Triticale Triticum secale | |||||
Capim-amargoso Digitaria insularis | Até 3 perfilhos | 2,5 a 3,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | |||
Capim-camalote Rottboellia exaltata | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | Até 4 folhas | ||||
Buva Conyza bonariensis | Até 8 folhas | ||||
Erva-quente Spermacoce latifolia | |||||
Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Para o controle da buva oriunda de sementes, realizar a aplicação na dose de 1,5 a 2,0 L/ha quando as plantas daninhas estiverem com até 2 folhas. Para o controle das gramíneas como o capim-amargoso, aplicar sobre as plantas daninhas oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. | |||||
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | Estádio das plantas daninhas | Nº máximo de aplicações | Dose L p.c./ha | Volume de Calda L/ha |
Nome comum Nome científico | |||||
AVEIA CENTEIO CEVADA TRIGO TRITICALE | Arroz Oryza sativa | Até 1 perfilho | 1 | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Caruru Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | ||||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Guanxuma Sida cordifolia | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Soja Glycine max | |||||
Buva Conyza bonariensis | 1,5 a 2,0 + 0,5 de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 200 | |||
Capim amargoso Digitaria insularis | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,5 de óleo vegetal ou mineral | |||
Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. | |||||
Nota: 1 Litro do produto comercial (p.c) contém 200 gramas de ingrediente ativo Glufosinato – sal de amônio.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Algodão | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Banana | Dioscorea batatas | cará, cará-do-pará, erva-cará | Ver detalhes |
| Batata | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Café | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Citros | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Pteridium aquilinum | pluma-grande, samambaia, samambaia-das-taperas | Ver detalhes |
| Feijão | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Maçã | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Milho | Digitaria sanguinalis | capim-colchão (2), capim-das-roças (2), milhã (1) | Ver detalhes |
| Nectarina | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Pessego | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Repolho | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Soja | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Trigo | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Uva | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de colóides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica) a presença destes, pode reduzir a eficácia do produto.
VER 07 – 12.09.2024
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade inserir a dose recomendada de GLUFOSINATO NORTOX, acrescentar adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal na proporção indicados na tabela e em seguida misturar. Após este procedimento, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação antes e durante todo o processo de pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Adjuvante à base de óleo mineral ou vegetal.
Função: quebra de lipídios componentes da cutícula e membrana celular, que são uma barreira que diminuem a absorção do produto, maior fixação do produto na folha, diminuição da perda do produto por evaporação ou lavagem da chuva. Sendo assim, o uso de adjuvantes pode aumentar a eficiência da absorção do herbicida pela planta.
Concentração do adjuvante na calda: 0,20% v/v; 0,25% v/v e 0,40% v/v no volume de calda indicado.
Para a aplicação do produto utilize uma tecnologia de aplicação que ofereça boa cobertura dos alvos. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno. A pressão de trabalho deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
Utilizar a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva.
Deve-se realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (bicos, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo biológico.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
L.) e Soja (Dessecação).
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aero agrícolas pela ANAC.
A altura de voo não deve ultrapassar 4,0 m, para evitar problemas com deriva, a altura ideal é de 2 a 3 m acima do alvo, desde que garanta a segurança do voo.
O número de bicos utilizados deve ser o menor número de bicos com maior vazão possível que proporcione uma cobertura uniforme, os mesmos devem ser escolhidos de acordo com a classe de gotas recomendada acima, sendo que devem orientados de maneira que o jato esteja dirigido para trás, no sentido paralelo a corrente de ar. Na pulverização utilize técnicas que proporcionem maior cobertura. Consulte um Engenheiro Agrônomo.
A faixa de disposição deve ser de 15 a 18 m.
As condições climáticas mais favoráveis para pulverização utilizando equipamentos adequados são:
Umidade relativa do ar: mínimo 55%; máximo 95%;
Velocidade do vento: mínimo - 3 km/hora; máximo – 10 km/hora;
Temperatura: entre 20 a 30ºC ideal.
VER 07 – 12.09.2024
Caso haja a presença de orvalho, não há restrições nas aplicações com aviões, porém deve-se evitar aplicações com máquinas terrestres.
Evitar as condições de inversão térmica.
Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave.
Ajustar o tamanho de gotas às condições ambientais, alterando o ângulo relativo dos bicos hidráulicos ou o ângulo das pás do “micronair”.
Os volumes de aplicação e tamanho de gotas maiores são indicados quando as condições ambientais estão próximas dos limites recomendados. Já para lavouras com densa massa foliar, recomendam-se gotas menores e volumes maiores.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura), para tanto o tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos / aspersores internos do tanque.
Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante.
Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
VER 07 – 12.09.2024
Culturas | Dias |
Acelga, Agrião, Alface, Almeirão, Ameixa, Brócolis, Caju, Caqui, Carambola, Chicória, Couve, Couve-flor, Couve chinesa, Couve- de-bruxelas, Espinafre, Estévia, Figo, Goiaba, Kiwi, Maçã, Mangaba, Marmelo, Mostarda, Nectarina, Nêspera, Pêra, Pêssego, Repolho, Rúcula, Uva e Uva de mesa. Aveia, Centeio, Cevada, Trigo e Triticale (dessecante). | 7 |
Cana-de-açucar (dessecante) | 14 |
Algodão | 28 |
Algodão OGM | 116 |
Milho OGM e Soja OGM | (2) |
Culturas | Dias |
Banana, Batata e Soja | 10 |
Café | 20 |
Citros | 40 |
Eucalipto | U.N.A. |
Amendoim, Ervilha, Feijão, Feijões, Grão-de-bico e Lentilha. | 5 |
Aveia, Centeio, Cevada, Milho, Trigo e Triticale. | (1) |
U.N.A.: Uso Não Alimentar.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para as culturas da soja geneticamente modificada e milho geneticamente modificado que expressa resistência ao glufosinato, é de 50 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência da cultura e das plantas infestantes.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ culturas | Dose* (p.c.L/ha) | Nº máximo de aplicações | Equipamento de aplicação | Volume de Calda (L/ha) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||||
ALFACE | Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | 1,5 | 01 | Jato dirigido | 350 |
Picão-branco | Galinsoga parviflora | ||||||
Serralha | Sonchus oleraceus | ||||||
Erva-de- passarinho | Stellaria media | ||||||
Soliva | Soliva anthemifolia | 2,0 | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido na pós-emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||||
ALGODÃO | Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | Até 1 perfilho | 2,0 | 01 | Jato dirigido | 350 |
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | ||||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | ||||||
Capim- massambará | Sorghum halepense | ||||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2 a 4 folhas | |||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||||
Amendoim- bravo | Euphoria heterophylla | ||||||
Caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||||
Fedegosa | Chenopodium album | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle das plantas daninhas, aplicar em jato dirigido na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura. Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada e capim-massambará, realizar a aplicação no início do perfilhamento. Para carrapicho-de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru-rasteiro, picão-preto e fedegoso, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||||
ALGODÃO OGM Resistente ao Glufosinato de Amônio. Em pós- emergência dacultura | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 2 perfilhos | 2,0 a 2,5 | 02 | Avião Barra | Terrestre 200 – 300 Aérea 30 - 40 |
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | ||||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 2 a 4 folhas | |||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidium | ||||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | ||||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 a 4 perfilhos | 3,0 a 3,5 | 01 | |||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | ||||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 4 a 8 folhas | |||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | ||||||
Erva-quente | Borreria latifolia | ||||||
Beldroega | Potulacea oleracea | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o produto, em pós-emergência da cultura, com adição de 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação, em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 2,5 L p.c./ha. Para uma única aplicação utilizar a dosagem de 3,0 a 3,5 L p.c./ha, observando-se sempre o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas. | |||||||
BANANA | Capim-colchão: | Digitaria horizontalis | Até 1 perfilho | 2,0 | 01 | Jato dirigido | 500 |
Quebra-pedra | Phyllantus tenellus | ||||||
Crepis | Crepis japonica | ||||||
Capim-guaçu | Paspalum conspersum | ||||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | ||||||
Macela-branca | Gnaphalium spicatum | 4 a 6 folhas | |||||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | ||||||
Sete-sangrias | Cuphea carthagenensis | ||||||
Erva-cará | Dioscorea batatas | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas de folha larga estiverem com 2 a 6 folhas, e as de folha estreita com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||||
BATATA Em pré- emergência da cultura | Caruru | Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | 2,0 | 01 | Barra Costal | 350 | |
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | |||||||
Carrapicho- rasteiro | Acanthospermum australe | |||||||
Erva-quente | Spermacoce alata | |||||||
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | Até 1 perfilho | ||||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: - Para controle das plantas daninhas: Realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas e as gramíneas com até 1 perfilho. | ||||||||
BATATA | Uso para dessecação | 2,0 | 01 | Barra Costal | 350 | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: 10 - Para dessecação de “batata consumo”: Aplicar 2,0 L/ha do produto comercial + 0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral, sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba, picão-preto e guanxuma-branca com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Para dessecação de “batata semente”: Aplicar 2,0 L/ha do produto comercial + 0,2% v/v) de espalhante adesivo, 70 dias após a emergência da batata, retirando antes, as ramas laterais e o ponteiro central. Iniciar a colheita 10 dias após a aplicação. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo de cultura. | ||||||||
CAFÉ | Trapoeraba | Commelina benghalensis | Até 4 folhas | 2,0 | 01 | Jato dirigido Jato dirigido | 350 | |
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
Buva | Conyza bonariensis | |||||||
Macela-branca | Gnaphalium spicatum | |||||||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | |||||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 2 perfilhos | 2,5 | 450 | ||||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | Até 6 folhas | 3,0 | |||||
Guanxuma- branca | Sida glaziovii | 2 a 4 folhas | 2,0 | 500 | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. | ||||||||
Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e guanxuma-branca, aplicar quando estas estiverem com até 4 folhas. Em capim-marmelada e capim-colchão, até a fase de início do perfilhamento. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||||
CITROS | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 | 01 | Jato dirigido | 350 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis e Digitaria sanguinalis | ||||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis | ||||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | ||||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | ||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | Até 4 folhas | |||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | ||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||||
Maria-gorda | Talinum paniculatum | ||||||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | ||||||
Malva-branca | Sida cordifolia | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta daninha estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de- galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta daninha estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta daninha estiver com até 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||||
EUCALIPTO | Samambaia | Pteridium aquilinum | Até 20 cm | 2,0 | 01 01 | Jato dirigido Jato dirigido | 350 350 |
Capim-gordura | Melinis minutiflora | Até 4 perfilhos | 4,0 | ||||
Erva quente | Spermacoce alata | Até 8 folhas Até 8 folhas | |||||
Cambará | Lantana camara | ||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | ||||||
Serralha | Sonchus oleraceus | ||||||
Buva | Conyza bonariensis | ||||||
Unha-de-vaca | Bauhinia variegata | ||||||
Arranha-gato | Acacia plumosa | ||||||
Jurubeba | Solanum paniculatum | ||||||
Capim-colonião | Panicum maximum | ||||||
Vassourinha- botão | Spermacoce verticillata | |||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||||||
Gervão | Stachytarpheta cayennensis | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem em vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das daninhas de folha estreita quando estiverem com até 4 perfilhos; e em folhas largas, com até 8 folhas. | ||||||||
FEIJÃO | Uso para dessecação para feijão de Consumo | 50 % das vagens secas | 1,8 | 01 | Avião Barra Costal | Terrestre : 350 Aérea: 30 - 40 | ||
Uso para dessecação para feijão para sementes | 70 % das vagens secas | 2,0 | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
MAÇÃ | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 | 01 | Jato dirigido | 350 | |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
Azevém | Lolium multiflorum | |||||||
Língua-de-vaca | Rumex obtusifolius | 2 a 4 folhas | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | |||||||
Serralha | Sonchus oleraceus | |||||||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | |||||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||||
Picão-branco | Galinsoga parviflora | |||||||
Maria-mole | Senecio brasiliensis | |||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||||
Poaia | Richardia brasiliensis | |||||||
Trevo | Oxalis oxyptera | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar em poaia, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão-branco, picão-preto e língua-de-vaca quando a planta daninha estiver de 5 a 10 cm. Em capim-colchão, azevém e capim-marmelada com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
MILHO | Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | Até 1 perfilho | |||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | |||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | 2 a 4 folhas 2 a 4 folhas | 1,5 a 2,0 1,5 a 2,0 | 01 01 | Jato dirigido Jato dirigido | 350 350 | |
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||||
Corda-de-viola | Ipomoea aristolochiaefolia | ||||||
Carrapicho- rasteiro | Acanthospermum australe | ||||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||||
Malva-branca | Sida cordifolia | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim-colchão e capim-marmelada. Para as demais daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||||
NÉCTARIN A/ PÊSSEGO | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 | 01 | Jato dirigido | 350 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||||
Picão-branco | Galinsoga parviflora | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão-branco quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Capim-colchão e capim-marmelada, quando estiver com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||||
REPOLHO | Picão-branco | Galinsoga parviflora | 2 a 4 folhas | 1,5 | 01 | Jato dirigido | 350 |
Erva- passarinho | Stellaria media | ||||||
Erva-de-bicho | Polygonum persicaria | ||||||
Serralha | Sonchus oleraceus | ||||||
Mentruz | Coronopus didymus | 2,0 | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar a aplicação quando as plantas daninhas apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||||
SOJA | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 2 perfilhos | 2,5 | 01 | Barra Costal | 350 |
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | ||||||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | 2 a 6 folhas | |||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | 2,5 | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
Poaia | Richardia brasiliensis | |||||||
Caruru | Amarantus viridis | |||||||
Beldroega | Portulacea oleracea | |||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2 a 4 folhas | ||||||
Trigo | Triticum aestivum | Até 2 perfilhos | 3,0 | |||||
Aveia | Avena sativa | |||||||
Cevada | Hordeum vulgare | |||||||
Azevém | Lolium multiflorum | |||||||
Centeio | Secale cereale | |||||||
Triticale | Triticum secale | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: - Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. Para o controle de capim-colchão e capim-marmelada, realizar o controle quando as plantas estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo, nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega realizar o controle quando as plantas estiverem com até 6 folhas. Para o controle de trapoeraba realizar o controle quando as plantas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
SOJA | Uso para dessecação | 10 dias antes da colheita | 2,0 | 01 | Avião Barra Costal | Terrestre: 350 Aérea 30 - 40 | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: - Para dessecação: Utilizar a dose de 2,0 L/ha do produto + 0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral, aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
TRIGO Em dessecação pré-plantio | Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | Até 1 perfilho | 2,0 | 01 | Barra Costal | 350 | |
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | |||||||
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | |||||||
Arroz | Oryza sativa | |||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | ||||||
Guanxuma | Sida cordifolia | |||||||
Erva-quente | Spermacoce alata | |||||||
Soja | Glycine max | |||||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: - Aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Caruru e guanxuma devem ter até 4 folhas. Recomenda- se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
UVA | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 | 01 | Jato dirigido | 350 | |
Picão-branco | Galinsoga parviflora | 2 a 4 folhas | ||||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. Picão-preto, picão-branco e caruru devem ter até 4 folhas. Capim-marmelada deve ter até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||||
*Adicionar surfactante (óleo mineral ou vegetal) à calda na proporção de 0,25% v/v.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Sonchus oleraceus | chicória-brava, serralha, serralha-lisa | Ver detalhes |
| Algodão | Amaranthus deflexus | bredo (2), bredo-rasteiro, caruru (1) | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Banana | Crepis japonica | barba-de-falcão, crepis | Ver detalhes |
| Batata | Ver detalhes | ||
| Café | Ageratum conyzoides | catinga-de-bode, erva-de-são-joão (1), mentrasto | Ver detalhes |
| Citros | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acacia plumosa | acacia-de-espinho, arranha-gato (2), unha-de-gato (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Ver detalhes | ||
| Maçã | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Milho | Ipomoea aristolochiaefolia | campainha (1), corda-de-viola (1), corriola (1) | Ver detalhes |
| Nectarina | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Pessego | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Repolho | Coronopus didymus | mastruço (3), mastruz (2), mentrusto (2) | Ver detalhes |
| Soja | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Trigo | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Uva | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
Aplicação Terrestre:
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador. Para as hortaliças (alface e repolho), evitar que o produto tenha contato com a cultura, utilizar o “sistema de copinhos” cobrindo as mudinhas com copinho plástico, para protegê-las da ação herbicida do produto.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador costal, autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido à entrelinha, sobre as plantas daninhas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura das plantas daninhas, sem atingir a cultura. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Aplicação Aérea:
Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa.
Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação;
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático;
Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Volume de calda | Tamanho de gotas | Cobertura mínima | Altura de vôo | Faixa de aplicação | Distribuição de pontas |
30 – 40 L/ha | Média - Grossa | 40 gotas/cm2 | 3 m | 15 – 18 m | 65% |
Velocidade do vento: entre 3 e 10 km/h.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental;
Siga as restrições existentes na legislação pertinente;
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura);
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
Diâmetro das gotas:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto.
A dose recomendada do GLUFOSINATO R 200 SL PERTERRA deve ser diluída em água e aplicada na forma de pulverização foliar via terrestre ou aérea. No tanque de pulverização, colocar metade do volume indicado de água e ligar o sistema de agitação. Quando recomendado, adicionar quantidade de espalhante adesivo na dose recomendada e promover agitação até que haja sua perfeita homogeneização. Agitar bem a embalagem do produto e adicionar na quantidade recomendada, completando com água até atingir o volume estabelecido, e agitando sempre.
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d’água, nascentes ou plantas úteis.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repita o passo 3.
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
CULTURA | DIAS |
Alface, maçã, nectarina, pêssego, repolho e uva | 7 dias |
Algodão | 28 dias |
Algodão OGM | 116 dias |
Banana, batata e soja | 10 dias |
Café | 20 dias |
Citros | 40 dias |
Eucalipto | U.N.A |
Feijão | 5 dias |
Milho e trigo | (1) |
U.N.A = Uso não alimentar.
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Algodão | Digitaria sanguinalis | capim-colchão (2), capim-das-roças (2), milhã (1) | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Spermacoce latifolia | erva-de-lagarto (2), erva-quente (2), perpetua-do-mato (2) | Ver detalhes |
| Banana | Ageratum conyzoides | catinga-de-bode, erva-de-são-joão (1), mentrasto | Ver detalhes |
| Batata | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Café | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Citros | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acacia plumosa | acacia-de-espinho, arranha-gato (2), unha-de-gato (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Ver detalhes | ||
| Maçã | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Milho | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Milho OGM | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Nectarina | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Pessego | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Repolho | Coronopus didymus | mastruço (3), mastruz (2), mentrusto (2) | Ver detalhes |
| Soja | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Uva | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
CULTURA | Planta Infestante Nome Comum (Nome Científico) | Dose | Volume de Calda |
Alface | Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 1,5 L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350 L/ha |
Picão Branco (Galinsoga parviflora) |
Erva-de-bicho (Polygonum aviculare) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
Erva-de-passarinho (Stellaria media) | |||
Soliva (Soliva anthemifolia) | 2,0 L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | ||
Modo, Número e Época de aplicação: Pós-emergência das plantas infestantes, quando estas possuírem de 2 a 4 folhas. Aplicar em jato dirigido protegendo totalmente a cultura com copinhos plásticos por exemplo (sistema de copinhos). Fazer uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||
Cultura | Planta Infestante Nome Comum (nome Científico) | Dose | Volume de Calda |
Algodão | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,0L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350L/ha |
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||
Capim-massambará (Sorghum halepense) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Trapoeiraba (Commelina benghalensis) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Fedegoso (Chenopodium album) | |||
Modo, Número e Época de aplicação: Aplicar em jato dirigido na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm ou mais de altura. Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada e capim-massambará, realizar a aplicação no início do perfilhamento. Para carrapicho-de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru-rasteiro, picão-preto e fedegoso, realizar a aplicação quando as plantas infestantes estiverem com 2 a 4 folhas. Fazer uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||
Cultura | Planta Infestante Nome Comum (nome Científico) | Dose | Volume de Calda |
Algodão geneticamente modificado | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 a 2,5L/ha + 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 200-300L/ha Aérea: 30-40L/ha |
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | |||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 3,0 a 3,5L/ha + 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral | ||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | |||
Erva-quente (Borreria latifolia) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Modo, Número e Época de aplicação: Pós-emergência e das plantas infestantes. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 2,5 L p.c./ha. Para uma única aplicação utilizar a dosagem de 3,0 a 3,5 L p.c./ha, observando-se sempre o estádio de desenvolvimento das plantas infestantes. Fazer 2 aplicações em plantas infestantes de Capim-marmelada e Capim-carrapicho quando estas possuírem até dois perfilhos; em Corda-de-viola, Carrapicho-de-carneiro e Apaga-fogo aplicar quando estas possuírem de 2 a 4 folhas. Fazer 1 aplicação em Capim-marmelada e Capim-carrapicho, quando estas possuírem de 2 a 4 perfilhos e, em Corda-de-viola, Carrapicho-de-carneiro, Apaga-fogo, Erva-quente e Beldroega, quando apresentarem de 4 a 8 folhas. | |||
Cultura | Planta Infestante Nome Comum (nome Científico) | Dose | Volume de Calda |
Banana | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 2,0L/ha + 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 500L/ha |
Capim-guaçu (Paspalum conspersum) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Quebra-pedra (Phyllanthus tenellus) | |||
Crepis (Crepis japonica) | |||
Macela-branca (Gnaphalium spicatum) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Sete-sangrias (Cuphea carthagenensis) | |||
Erva-cará (Dioscorea batatas) | |||
Modo, Número e Época de aplicação: Aplicar em jato dirigido ou nas entre linhas de plantio quando as plantas infestantes de folha larga estiverem com 2 a 6 folhas, e as de folha estreita com até 1 perfilho. Fazer uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||
Cultura | Planta Infestante Nome Comum (nome Científico) | Dose | Volume de Calda |
Batata | Caruru (Amaranthus viridis) | 2,0L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350L/ha |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||
Carrapicho rasteiro (Acanthospermum australe) | |||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Modo, Número e Época de aplicação: Realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência das plantas de batata), realizar a aplicação quando as plantas infestantes (Caruru, Picão-preto, Gunaxuma, Beldroega, Nabo, Carrapicho-rasteiro e Erva-quente) estiverem com até 4 folhas e as gramíneas (Capim-colchão e Capim-carrapicho) com até 1 perfilho. Fazer uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||
Cultura | Dose | Volume de Calda |
Batata | 2,0L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350L/ha |
Modo, Número e Época de aplicação: Uso para dessecação de “batata consumo”: Aplicar 2,0 L/ha do produto comercial + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral, sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba, picão-preto e guanxuma-branca com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. Fazer uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||
Cultura | Planta Infestante Nome Comum (nome Científico) | Dose | Volume de Calda |
Café | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 2,0L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350L/ha |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Buva (Conyza bonariensis) | |||
Macela-branca (Gnaphalium spicatum) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 3,0L/ha + 0,4% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 450L/ha | |
Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | 2,0L/ha + 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 500L/ha | |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,5L/ha + 0,4% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 450L/ha | |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Modo, Número e Época de aplicação: Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período vegetativo de novembro a abril. Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e guanxuma-branca, aplicar quando estas estiverem com até 4 folhas. Em capim-marmelada e capim-colchão, até a fase de início do perfilhamento. Fazer uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||
Cultura | Dose | Volume de Calda |
Cana-de-açúcar | 4,0L/ha + 0,25 % v/v de óleo vegetal | Aérea: 30-40L/ha |
Modo, Número e Época de aplicação: Uso para dessecação. Com o objetivo de facilitar a desfolha da cana-de-açúcar, durante a colheita realizar uma única aplicação sobre as folhas da cana-de-açúcar na pré-colheita quando a cultura se encontrar no final do estádio de desenvolvimento vegetativo e antes da emissão da inflorescência. Programar a aplicação de acordo com a programação de colheita, com 21 a 28 dias antes da colheita da cana-de-açúcar. Fazer uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||
Cultura | Dose | Volume de Calda |
Cevada | 1,75L/ha + 0,25 % (v/v) de óleo vegetal ou de óleo mineral | Terrestre: 200L/ha |
Modo, Número e Época de aplicação: Uso para dessecação. Aplicar o produto na dessecação em uma única pulverização, sempre com adição de 0,5 L/ha (ou 0,25% v/v) de óleo vegetal ou de óleo mineral na calda de aplicação. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de cevada estiverem amarelos e fisiologicamente maduros (estagio GS 87) grãos dourados (massa dura). Fazer uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||
Cultura | Planta Infestante Nome Comum (nome Científico) | Dose | Volume de Calda |
Citros | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350L/ha |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis e Digitaria sanguinalis) | |||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Maria gorda (Talinum paniculatum) | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||
Modo, Número e Época de aplicação: Aplicar em jato dirigido. Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta daninha estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de- galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta daninha estiver com até 1 perfilho. Em maria- gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta daninha estiver com até 4 folhas. Fazer uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||
Cultura | Planta infestante Nome Comum (nome Científico) | Dose | Volume de Calda |
Eucalipto | Samambaia (Pteridium aquilinum) | 2,0L/ha +0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350L/ha |
Capim-gordura (Melinis minutiflora) | 4,0L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | ||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||
Cambará (Lantana camara) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Falsa Serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
Buva (Conyza bonariensis) | |||
Unha-de-vaca (Bauhinia variegata) | |||
Arranha-gato (Acacia plumosa) | |||
Jurubeba (Solanum paniculatum) | |||
Capim-colonião (Panicum maximum) | |||
Vassourinha-botão (Spermacoce verticillata) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Gervão (Stachytarpheta cayennensis) |
Cultura | Dose | Volume de Calda |
Feijão | 1,8L/ha + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350L/ha Aérea: 30-40L/ha |
2,0L/ha + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | ||
Modo, Número e Época de aplicação: Para dessecação em feijão para consumo: aplicar a dose de 1,8 L/ha, quando a cultura apresentar aproximadamente 50% das vagens secas. Para dessecação em feijão para sementes: Aplicar a dose de 2,0 L/ha, somente quando a cultura apresentar 70% das vagens secas. Fazer uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||
Cultura | Planta Infestante Nome Comum (nome Científico) | Dose | Volume de Calda |
Maçã | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0L/ha + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350L/ha |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Azevém (Lolium multiflorum ) | |||
Lingua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Poaia (Richardia brasiliensis) | |||
Trevo (Oxalis oxyptera) | |||
Modo, Número e Época de aplicação: Aplicar em jato dirigido. Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar em poaia, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão-branco, picão-preto e língua-de-vaca quando a planta daninha estiver de 5 a 10 cm. Em capim-colchão, azevém e capim-marmelada com até 1 perfilho. Fazer uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||
Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes, quando estas estiverem em vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das infestantes em Samambaia quando estiverem com até 20cm; em Capim-gordura quando estiverem com até 4 perfilhos; e em folhas largas, com até 8 folhas. Fazer uma única
Cultura | Planta Infestante Nome Comum (nome Científico) | Dose | Volume de Calda |
Milho | Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | 1,5L/ha a 2,0L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350L/ha |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Caruru (Amaranthus viridis ) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia) | |||
Carrapicho rasteiro (Acanthospermum australe) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||
Modo, Número e Época de aplicação: Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim-colchão e capim- marmelada. Para as demais infestantes, aplicar quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Fazer uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||
Cultura | Planta Infestante Nome Comum (nome Científico) | Dose | Volume de Calda |
Nectarina/Pêssego | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350L/ha |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Caruru (Amaranthus viridis ) | |||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||
Modo, Número e Época de aplicação: Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão branco quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. Capim-colchão e capim-marmelada, quando estiver com até 1 perfilho. Fazer uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||
Cultura | Planta Infestante Nome Comum (nome Científico) | Dose | Volume de Calda |
Repolho | Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 1,5L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350L/ha |
Erva-de-passarinho (Stellaria media) | |||
Erva-de-bicho (Polygonum aviculare) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
Mentruz (Coronopus didymus) | 2,0L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral |
Cultura | Planta Infestante Nome Comum (nome Científico) | Dose | Volume de Calda |
Soja | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,5L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350L/ha |
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Poaia (Richardia brasiliensis) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Trigo (Triticum aestivum) | 3,0L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | ||
Aveia (Avena sativa) | |||
Cevada (Hordeum vulgare) | |||
Azevém (Lolium multiflorum) | |||
Centeio (Secale cereale) | |||
Triticale (Triticum secale) | |||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 2,5L/ha a 3,0L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | ||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim camalote (Rottboellia exaltata) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | |||
Buva (Conyza bonariensis) | |||
Modo, Número e Época de aplicação: Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós-emergência das plantas infestantes, em área total. Para o controle de capim-colchão e capim-marmelada, realizar o controle quando as plantas estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo, nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega realizar o controle quando as plantas estiverem com até 6 folhas. Para o controle de trapoeraba realizar o controle quando as plantas estiverem com 2 a 4 folhas. Para buva realizar a aplicação quando as plantas infestantes estiverem com até 12 cm de altura. Em carrapicho-de-carneiro quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. Em capim-amargoso, capim-carrapicho e capim-camalote, realizar a aplicação sobre as plantas infestantes oriundas de sementes até o estádio de desenvolvimento de 3 perfilhos. Fazer uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||
Cultura | Dose | Volume de Calda |
Soja | 2,0L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350L/ha Aérea: 30 – 40L/ha |
Modo, Número e Época de aplicação: Para dessecação: Utilizar a dose de 2,0 L/ha do produto + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral, aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||
Cultura | Planta Infestante Nome Comum (nome Científico) | Dose | Volume de Calda |
Trigo | Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 2,0L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350L/ha |
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
Arroz (Oryza sativa) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Guanxuma (Sida cordifolia) | |||
Erva quente (Spermacoce alata) | |||
Soja (Glycine max) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Buva (Conyza bonariensis) | 1,5L/ha a 2,0L/ha + 0,5% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 200L/ha | |
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 2,0L/ha + 0,5% v/v de óleo vegetal ou mineral | ||
Modo, Número e Época de aplicação: Aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Caruru e guanxuma devem ter até 4 folhas. Para o controle da buva oriunda de sementes, realizar a aplicação na dose de 1,5 a 2,0 L/ha quando as plantas infestantes estiverem com até 2 folhas. Para o controle das gramíneas como o capim-amargoso, aplicar sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Fazer uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||
Cultura | Dose | Volume de Calda |
Trigo | 1,75L/ha + 0,5 de óleo vegetal (0,25% v/v) | Terrestre: 200L/ha |
Modo, Número e Época de aplicação: Para dessecação de pré-colheita: Aplicar o produto na dessecação em uma única pulverização, sempre com adição de 0,25% v/v de óleo vegetal ou de óleo mineral na calda de aplicação. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem amarelos e fisiologicamente maduros (estagio GS 87) grãos dourados (massa dura). | ||
Cultura | Planta Infestante Nome Comum (nome Científico) | Dose | Volume de Calda |
Uva | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0L/ha + 0,7 (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 350L/ha |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Modo, Número e Época de aplicação: Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. Picão-preto, picão-branco e caruru devem ter até 4 folhas. Capim-marmelada deve ter até 1 perfilho. Fazer uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Stellaria media | centochio, erva-de-passarinho (2), esparguta (2) | Ver detalhes |
| Algodão | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Banana | Paspalum conspersum | capim-de-mula, capim-do-brejo, capim-guaçu | Ver detalhes |
| Batata | Ver detalhes | ||
| Café | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Ver detalhes | ||
| Cevada | Ver detalhes | ||
| Citros | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acacia plumosa | acacia-de-espinho, arranha-gato (2), unha-de-gato (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Ver detalhes | ||
| Maçã | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Milho | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Nectarina | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Pessego | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Repolho | Coronopus didymus | mastruço (3), mastruz (2), mentrusto (2) | Ver detalhes |
| Soja | Ver detalhes | ||
| Trigo | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Uva | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador. Para as hortaliças (alface e repolho), evitar que o produto tenha contato com a cultura, utilizar o “sistema de copinhos” cobrindo as mudinhas com copinho plástico, para protegê-las da ação herbicida do produto.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador costal, autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido à entrelinha, sobre as plantas infestantes, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura das plantas infestantes, sem atingir a cultura. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar aeronaves agrícolas equipadas com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação;
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático;
Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Volume de calda | Tamanho de gotas | Cobertura mínima | Altura de voo | Faixa de aplicação | Distribuição das pontas |
30 - 40 L/ha | Média - Grossa | 40 gotas/cm² | 3 m | 15 - 18 m | 65% |
Temperatura: Entre 10 e 30°C Umidade do ar: maior que 55% Velocidade do vento: entre 3 e 10km/h
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita.
Cultura | Dose máxima (g i.a./ha) | Intervalo de Segurança (dias) |
Alface (jato dirigido) | 400 | 7 |
Algodão (jato dirigido) | 400 | 28 |
Algodão OGM (foliar) | 500 | (2) |
Banana (jato dirigido) | 400 | 10 |
Batata (jato dirigido) | 400 | 10 |
Batata (dessecação) | 400 | 10 |
Café (jato dirigido) | 600 | 20 |
Cana-de-açúcar (dessecação) | 800 | 14 |
Cevada (dessecação) | 350 | 7 |
Citros (jato dirigido) | 2,0 | 40 |
Eucalipto (jato dirigido) | 800 | UNA |
Feijão (dessecação consumo) | 360 | 5 |
Feijão (dessecação sementes) | 400 | 5 |
Maçã (jato dirigido) | 400 | 7 |
Milho (jato dirigido) | 400 | (1) |
Nectarina (jato dirigido) | 400 | 7 |
Pêssego (jato dirigido) | 400 | 7 |
Repolho (jato dirigido) | 400 | 7 |
Soja (pré-plantio) | 600 | 10 |
Soja (dessecação) | 400 | 10 |
Trigo (pré-plantio) | 400 | (1) |
Trigo (dessecação) | 350 | 7 |
Uva (jato dirigido) | 400 | 7 |
Obs: OGM – Organismo Geneticamente Modificado;
Não determinado devido à modalidade de emprego;
O intervalo de segurança para a cultura de algodão geneticamente modificado, que expressa resistência ao glufosinato, é de 116 dias;
UNA = Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
A base da seletividade do herbicida GLUFOSINATO 200 SL OF em milho, algodão e soja é a presença do gene que permite o uso deste herbicida sobre as plantas que o expressam. A aplicação de GLUFOSINATO 200 SL OF está condicionada somente às variedades ou híbridos de milho, algodão e soja tolerantes ao Glufosinato de amônio, cuja semente esteja identificada.
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
ALFACE | Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | 1,5 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | 350 | 7 |
Picão- branco | Galinsoga parviflora | |||||||
Erva-de- bicho | Polygonum aviculare | |||||||
Serralha | Sonchus oleraceus | |||||||
Erva-de- passarinho | Stellaria media | |||||||
Soliva | Soliva anthemifolia | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido na pós-emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
ALGODÃO | Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | 350 | 28 |
Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | |||||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | |||||||
Capim- Massamba rá | Sorghum halepense | |||||||
Carrapicho -de- carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2 a 4 folhas | ||||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | |||||||
Caruru- rasteiro | Amaranthus deflexus | |||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
Fedegoso | Chenopodium album | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle das plantas daninhas, aplicar em jato dirigido na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura. Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada e capim-massambará, realizar a aplicação no início do perfilhamento. Para carrapicho-de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru- rasteiro, picão-preto e fedegoso, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
ALGODÃO GENETICAMENTE MODIFICADO | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | ||||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | 2 a 4 folhas | 2,0 - 2,5 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo vegetal ou mineral | 2 | ||||
Corda-de- viola | Ipomoea grandifolia | |||||||
Carrapicho -de- carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | |||||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 a 4 perfilhos | ||||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | |||||||
Corda-de- viola | Ipomoea grandifolia | 4 a 8 folhas | 3,0 - 3,5 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo vegetal ou mineral | 1 | Costal Barra Aérea | Terrestre 100 a 200 Aérea 30 a 40 | 116 | |
Carrapicho -de- carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | |||||||
Erva- quente | Borreria latifolia | |||||||
Beldroega | Potulacea oleracea | |||||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis | Até 1 perfilho | ||||||
Buva | Conyza bonariensis | 2 a 4 folhas | 2,0 - 3,5 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo vegetal ou mineral | 2 | ||||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | |||||||
soja voluntária | Glycine max | |||||||
milho voluntário | Zea mays | |||||||
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica | Até 1 perfilho | 2,5 - 3,5 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo vegetal ou mineral | |||||
Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Pode-se aplicar GLUFOSINATO 200 SL OF a partir da germinação do algodão e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas e considerando-se o estádio máximo de 2 a 8 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 4 perfilhos para as monocotiledôneas. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 2,5 L p.c./ha. Para uma única aplicação utilizar a dose de 3,0 a 3,5 L p.c./ha. Realizar no máximo duas aplicações de GLUFOSINATO 200 SL OF por safra de algodão. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5L/ha por aplicação. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
BANANA | Capim- colchão | Digitaria horizontalis | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | 500 | 10 |
Capim- guaçu | Paspalum conspersum | |||||||
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica | |||||||
Quebra- pedra | Phyllanthus tenellus | 2 a 6 folhas | ||||||
Crepis | Crepis japonica | |||||||
Macela- branca | Gnaphalium spicatum | |||||||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | |||||||
Sete- sangrias | Cuphea carthagenensis | |||||||
Erva-cará | Dioscorea batatas | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas de folha larga estiverem com 2 a 6 folhas, e as de folha estreita com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
BATATA | Caruru | Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Barra Costal | 350 | 10 |
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | |||||||
Carrapicho -rasteiro | Acanthospermum australe | |||||||
Erva- quente | Spermacoce alata | |||||||
Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | Até 1 perfilho | ||||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle das plantas daninhas: Realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas e as gramíneas com até 1 perfilho. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
BATATA | Uso para dessecação | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Barra Costal | 350 | 10 | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para dessecação de “batata consumo”: Aplicar 2,0 L/ha do produto comercial + 0,7 L/ha (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral, sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba, picão-preto e guanxuma-branca com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
CAFÉ | Trapoeraba | Commelina benghalensis | Até 4 folhas | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | 350 | 20 |
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
Buva | Conyza bonariensis | |||||||
Macela- branca | Gnaphalium spicatum | |||||||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | |||||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 2 perfilhos | 2,5 + 0,4 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 450 | ||||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | Até 6 folhas | 3,0 + 0,4 % v/v de óleo vegetal ou mineral | |||||
Guanxuma -branca | Sida glaziovii | 2 a 4 folhas | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 500 | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e guanxuma-branca, aplicar quando estas estiverem com 2 a 8 folhas. Em capim-marmelada e capim-colchão, até 2 perfilhos. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
CANA-DE-AÇÚCAR | Uso para dessecação | 4,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Avião | 30 a 40 | 14 | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Com o objetivo de facilitar a desfolha da cana-de-açúcar, durante a colheita realizar uma única aplicação sobre as folhas da cana-de-açúcar na pré-colheita quando a cultura se encontrar no final do estádio de desenvolvimento vegetativo e antes da emissão da inflorescência. Programar a aplicação de GLUFOSINATO 200 SL OF de acordo com a programação de colheita, com 21 a 28 dias antes da colheita da cana-de-açúcar. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
CEVADA | Uso para dessecação | 1,75 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Barra Costal | 200 | 7 | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o produto na dessecação numa única pulverização, sempre com adição de 0,5 L/ha (ou 0,25% v/v) de óleo vegetal ou de óleo mineral na calda de aplicação. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de cevada estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
CITROS | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 2 perfilhos | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | 350 | 40 |
Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | |||||||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis | Até 1 perfilho | ||||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | |||||||
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica | |||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | Até 4 folhas | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | |||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||||||
Maria- gorda | Talinum paniculatum | |||||||
Falsa- serralha | Emilia sonchifolia | |||||||
Carrapicho -de- carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||||
Malva- branca | Sida cordifolia | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta daninha estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta daninha estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta daninha estiver com até 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
EUCALIPTO | Samambai a | Pteridium aquilinum | Até 20 cm | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | 350 | Uso não alimentar |
Capim- gordura | Melinis minutiflora | Até 4 perfilhos | 4,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | |||||
Erva- quente | Spermacoce alata | Até 8 folhas | ||||||
Cambará | Lantana camara | |||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||||
Falsa- seralha | Emilia sonchifolia | |||||||
Serralha | Sonchus oleraceus | |||||||
Buva | Conyza bonariensis | |||||||
Unha-de- vaca | Bauhinia variegata | |||||||
Arranha- gato | Acácia plumosa | |||||||
Jurubeba | Solanum paniculatum | |||||||
Capim- colonião | Panicum maximum | |||||||
Vassourinh a-botão | Spermacoce verticillata | |||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||||||
Gervão | Stachytarpheta cayennensis | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem em vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das daninhas de folha estreita quando estiverem com até 4 perfilhos; e em folhas largas, com até 8 folhas. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
FEIJÃO | Uso para dessecação para feijão de consumo | 50 % das vagens secas | 1,8 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Avião Barra Costal | Terrestre 350 Aéreo 30 a 40 | 5 | |
Uso para dessecação para feijão para sementes | 70 % das vagens secas | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: - Para dessecação em feijão para consumo: Aplicar a dose de 1,8 L/ha, quando a cultura apresentar aproximadamente 50 % das vagens secas. - Para dessecação em feijão para sementes: Aplicar a dose de 2,0 L/ha, somente quando a cultura apresentar 70 % das vagens secas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
MAÇÃ | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | 350 | 7 |
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
Azevém | Lolium multiflorum | |||||||
Língua-de- vaca | Rumex obtusifolius | 2 a 4 folhas | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | |||||||
Serralha | Sonchus oleraceus | |||||||
Losna- branca | Parthenium hysterophorus | |||||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||||
Picão- branco | Galinsoga parviflora | |||||||
Maria-mole | Senecio brasiliensis | |||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||||
Poaia | Richardia brasiliensis | |||||||
Trevo | Oxalis oxyptera | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar em poaia, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão-branco, picão-preto e língua-de-vaca quando a planta daninha estiverem de 2 a 4 folhas. Em capim-colchão, azevém e capim-marmelada com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
MILHO | Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | Até 1 perfilho | 1,5 a 2,0 + 0,2 % v/v de óleo | 1 | Jato dirigido | 350 | Intervalo de segurança não determinad |
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | |||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | vegetal ou mineral | o, devido à modalidade de emprego. | ||||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | |||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||||||
Carrapicho -de- carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||||
Corda-de- viola | Ipomoea aristolochiaefolia | |||||||
Carrapicho -rasteiro | Acanthospermum australe | |||||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||||
Malva- branca | Sida cordifolia | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim-colchão e capim-marmelada. Para as demais daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 2 a 4 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
MILHO GENETICAMENTE MODIFICADO | Capim-pé- de- galinha | Eleusine indica | 3 perfilhos | 2,5 a 3,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | ||||
Capim- Marmelada | Brachiaria plantaginea | |||||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | 6 folhas | ||||||
Corda-de- viola | lpomoea purpurea | |||||||
Caruru | Amaranthus hibridus | |||||||
Capim-pé- de- galinha | Eleusine indica | 3 folhas | 1,5 + 1,5 (aplicação sequencial) | 2 | Costal Barra Aérea | Terrestre 100 a 200 Aérea 30 a 40 | 50 | |
Capim- Marmelada | Brachiaria plantaginea | |||||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | 2 folhas | ||||||
Corda-de- viola | lpomoea purpurea | |||||||
Caruru | Amaranthus hibridus | |||||||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | Até 1 perfilho | ||||||
Buva | Conyza bonariensis | 2 a 4 folhas | 2,0 a 3,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | |||||
Soja voluntária tolerante ao glifosato | Glycine max | |||||||
Corda-de- viola | lpomoea grandifolia | |||||||
Caruru- rasteiro | Amaranthus deflexus | |||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2,0 a 3,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal | ||||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis | Até 1 perfilho | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o GLUFOSINATO 200 SL OF em pós-emergência da cultura do Milho Geneticamente Modificado e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas e considerando-se o estádio máximo de 2 a 6 folhas para as dicotiledôneas e de 3 folhas até 3 perfilhos para as monocotiledôneas. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. Pode-se aplicar GLUFOSINATO 200 SL OF a partir da germinação do Milho. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5L/ha por aplicação. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
NECTARINA PÊSSEGO | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | 350 | 7 |
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | ||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||||
Picão- branco | Galinsoga parviflora | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão-branco quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Capim-colchão e capim-marmelada, quando estiver com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
REPOLHO | Picão- branco | Galinsoga parviflora | 2 a 4 folhas | 1,5 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | 350 | 7 |
Erva-de- passarinho | Stellaria media | |||||||
Erva-de- bicho | Polygonum persicaria | |||||||
Serralha | Sonchus oleraceus | |||||||
Mentruz | Coronopus didymus | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar a aplicação quando as plantas daninhas apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
SOJA | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 2 perfilhos | 2,5 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Barra Costal | 350 | 10 |
Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | |||||||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | 2 a 6 folhas | ||||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | |||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
Poaia | Richardia brasiliensis | |||||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||||
Beldroega | Portulacea oleracea | |||||||
Trapoeraba | Commelina bengghalensis | 2 a 4 folhas | ||||||
Trigo | Triticum aestivum | Até 2 perfilhos | 3,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | |||||
Aveia | Avenea sativa | |||||||
Cevada | Hordeum vulgare | |||||||
Azevém | Lolium multiflorum | |||||||
Centeio | Secale cereale | |||||||
Triticale | Triticum secale | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós- emergência das plantas daninhas, em área total. Para o controle de capim-colchão e capim-marmelada, realizar o controle quando as plantas estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo, nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega realizar o controle quando as plantas estiverem com até 6 folhas. Para o controle de trapoeraba realizar o controle quando as plantas estiverem com 2 a 4 folhas. No controle de trigo, aveia, cevada, centeio, triticale e azevém, realizar o controle quando as plantas infestantes estiverem com até 2 perfilhos. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
SOJA | Buva | Conyza bonariensis | Até 12 cm | 2,5 a 3,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Barra Costal | 350 | 10 |
Erva- quente | Spermacoce latifolia | Até 8 folhas | ||||||
Carrapicho -de- carneiro | Acanthospermum hispidum | Até 4 folhas | ||||||
capim- camalote | Rottboellia exaltata | Até 3 perfilhos | ||||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | |||||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós- emergência das plantas daninhas, em área total. Para buva realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 12 cm de altura. Em carrapicho-de-carneiro quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas e para erva-quente, realizar o controle quando a planta infestante estiver com até 8 folhas. Em capim-amargoso, capim-carrapicho e capim-camalote, realizar a aplicação sobre as plantas daninhas oriundas de sementes até o estádio de desenvolvimento de 3 perfilhos. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
SOJA | Uso para dessecação | 10 dias antes da colheita | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Avião Barra Costal | Terrestre 350 Aéreo 30 a 40 | 10 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para dessecação: Utilizar a dose de 2,0 L/ha do produto + 0,7 L/ha (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral, aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
SOJA GENETICAMENTE MODIFICADA | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 - 3,5 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo metilado de soja | 2 | Barra | Terrestre 100 a 200 | 60 |
Azevém | Lolium multiflorum | |||||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis | |||||||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
Capim- camalote | Rottbolellia exaltata | |||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | ||||||
Buva | Conyza bonariensis | |||||||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | |||||||
Corda-de- viola | Ipomoea grandifolia | |||||||
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica | Até 1 perfilho | 2,5 - 3,5 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo metilado de soja | |||||
Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | ||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o GLUFOSINATO 200 SL OF em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Pode-se aplicar GLUFOSINATO 200 SL OF a partir da germinação da soja.
Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 12 a 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 3,5 L p.c./ha, de acordo com as recomendações de uso e nas situações em que ocorram novos fluxos de germinação de plantas daninhas na área. Fazer no máximo duas aplicações de GLUFOSINATO 200 SL OF por safra de soja.
Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5L/ha por aplicação.
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
TRIGO | Capim- carrapicho | Cenchrus echnatus | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Barra Costal | 350 | Intervalo de segurança não determinad o, devido a modalidade de emprego |
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica | |||||||
Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | |||||||
Arroz | Oryza sativa | |||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | ||||||
Guanxuma | Sida cordifolia | |||||||
Erva- quente | Spermacoce alata | |||||||
Soja | Glycine max | |||||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||||
Buva | Conyza bonariensis | 1,5 a 2,0 + 0,5 de óleo vegetal ou mineral | 200 | |||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,5 de óleo vegetal ou mineral | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós- emergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Caruru, tiguera de soja, erva-quente, picão-preto e guanxuma devem ter até 4 folhas. Para o controle da buva oriunda de sementes, realizar a aplicação na dose de 1,5 a 2,0 L/ha quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Para o controle das gramíneas como o capim-amargoso, capim-carrapicho, capim-pé-de-galinha e capim-colchão, aplicar sobre as plantas daninhas oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
TRIGO | Uso para dessecação | Grãos de Trigo amarelos/ Massa mole a Grãos dourados/ Massa dura | 1,75 + 0,5 de óleo vegetal (0,25% v/v) | 1 | Barra Costal | 200 | 7 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para dessecação de pré-colheita: Aplicar o produto na dessecação em uma única pulverização, sempre com adição de 0,25 % v/v de óleo vegetal ou de óleo mineral na calda de aplicação. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura). | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
UVA | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,7 (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | 350 | 7 |
Picão- branco | Galinsoga parviflora | 2 a 4 folhas | ||||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. Picão- preto, picão-branco e caruru devem ter até 4 folhas. Capim-marmelada deve ter até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Algodão | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Banana | Paspalum conspersum | capim-de-mula, capim-do-brejo, capim-guaçu | Ver detalhes |
| Batata | Spermacoce alata | erva-de-lagarto (1), erva-quente (1), perpetua-do-mato (1) | Ver detalhes |
| Café | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Cevada | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Citros | Talinum paniculatum | bênção-de-deus, bunda-mole, lígua-de-vaca | Ver detalhes |
| Eucalipto | Pteridium aquilinum | pluma-grande, samambaia, samambaia-das-taperas | Ver detalhes |
| Feijão | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Maçã | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Milho | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Milho OGM | Amaranthus deflexus | bredo (2), bredo-rasteiro, caruru (1) | Ver detalhes |
| Nectarina | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Pessego | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Repolho | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Soja | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Soja OGM | Rottboellia exaltata | capim-alto, capim-camalote, rabo-de-lagarto | Ver detalhes |
| Trigo | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Uva | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrado de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador. Para as hortaliças (alface e repolho), evitar que o produto tenha contato com a cultura, utilizar o “sistema de copinhos” cobrindo as mudinhas com copinho plástico, para protegê-las da ação herbicida do produto.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador costal, autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido à entrelinha, sobre as plantas daninhas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura das plantas daninhas, sem atingir a cultura. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa.
Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada);
Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático;
Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Volume de calda | Tamanho de gotas | Cobertura mínima | Altura de voo | Faixa de aplicação | Distribuição de gotas |
30 – 40 L/ha | Média e Grossa | 40 gotas/cm2 | 3 m | 15 – 18 m | 65% |
Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
A melhor estratégia de gerenciamento da deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 µm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, infestação e condições climáticas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS!
Veja instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade e inversão térmica.
QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE BICOS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS DE AUMENTAR A PRESSÃO.
NÃO APLICAR SE HOUVER RAJADAS DE VENTOS OU EM CONDIÇÕES SEM VENTO.
O Eng. Agrônomo Responsável pode alterar as condições de aplicação.
A calda poderá ser preparada diretamente no tanque pulverizador, procedendo-se da seguinte forma:
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do produto;
Acrescentar óleo vegetal, mineral ou óleo metilado de soja na proporção recomendada para o cultivo/alvo, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização;
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação;
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Todas as etapas de limpeza devem ser realizadas imediatamente após a pulverização de GLUFOSINATO 200 SL OF, evitando que resíduos secos fiquem presos às paredes, filtros, tubos e instalações de condução de líquidos do tanque.
Todas as partes condutoras do líquido de pulverização devem ser limpas conforme descrito na recomendação para o processo de limpeza abaixo:
Esvazie o equipamento de pulverização por completo no campo recém-pulverizado.
Desmonte a sucção, linha de pressão e filtros do bocal e limpe bem com água.
Encha o equipamento de pulverização a 10% da capacidade do tanque e agite bem (recomenda-se um bocal de limpeza giratório).
Realize o descarte do líquido em local apropriado.
Repita as etapas 3 e 4 para o segundo enxágue.
Inspecione os filtros novamente e limpe-os se estiverem presentes depósitos visíveis.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Com relação às condições climáticas, deve-se procurar aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h (3 m/s), temperaturas entre 10 e 30°C e umidade relativa superior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
ALFACE | Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | 1,5 + 0,25 % de óleo vegetal ou mineral | 300 | Terrestre: 350 | 1 |
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
Erva-de-bicho Polygonum aviculare | |||||
Serralha Sonchus oleraceus | |||||
Erva-de-passarinho Stellaria media | |||||
Soliva Soliva anthemifolia | 2,0 + 0,25 % de óleo vegetal ou mineral | 400 | |||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido na pós-emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
ALGODÃO | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 2,0 + 0,25 % de óleo vegetal ou mineral | 400 | Terrestre: 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Capim-massambará Sorghum halepense | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Caruru-rasteiro Amaranthus deflexus | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Fedegoso Chenopodium album | |||||
Época e intervalo de aplicação: Para controle das plantas daninhas, aplicar em jato dirigido na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura. Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada e capim-massambará, realizar a aplicação no início do perfilhamento. Para carra-picho-de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru-rasteiro, picão-preto e fedegoso, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
ALGODÃO OGM (Organismo Geneticamente Modificado OGM**) resistente ao Glufosinato de amônio (pós emergência) | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 a 2,5 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 a 500 | Terrestre: 200 a 300 Aérea: 30 - 40 | 2 |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Apaga-fogo Alternanthera tenella | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 3,0 a 3,5 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 600 a 700 | 1 | ||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Apaga-fogo Alternanthera tenella | |||||
Erva-quente Borrieria latifolia | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar o produto, em pós-emergência da cultura, com adição de 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação, em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas. Aplicar a partir da germinação do algodão e das plantas daninhas observando -se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas e considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 2,5 L p.c./ha. Para uma única aplicação utilizar a dosagem de 3,0 a 3,5 L p.c./ha, observando-se sempre o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas. Realizar no máximo duas aplicações do produto por safra de algodão. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5 L/ha por aplicação. | |||||
BANANA | Capim-colchão Digitaria horizontalis | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | Terrestre: 500 | 1 |
Capim-guaçu Paspalum conspersum | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Quebra-pedra Phyllanthus tenellus | |||||
Crepis Crepis japonica | |||||
Macela-branca Gnaphalium spicatum | |||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | |||||
Sete-sangrias Cuphea carthagenensis | |||||
Erva-cará Dioscorea batatas | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas de folha larga estiverem com 2 a 6 folhas, e as de folha estreita com até 1 perfilho. | |||||
cultura. Para aplicação no sistema de plantio direto: aplicar em área total na pr-esemeadura da cultura, em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas.
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
BATATA | Caruru Amaranthus viridis | 2,0 + 0,2% de óleo vegetal ou mineral | 400 | Terrestre: 350 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Nabo Raphanus raphanistrum | |||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | |||||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Época e intervalo de aplicação: Realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas e as gramíneas com até 1 perfilho. | |||||
BATATA | Uso para dessecação | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | Terrestre: 350 | 1 |
Época e intervalo de aplicação: Aplicar 2,0 L/ha do produto comercial + 0,25 % v/v) de óleo vegetal ou mineral, sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba, picão-preto e guanxuma-branca com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
CAFÉ | Trapoeraba Commelina benghalensis | 2,0 + 0,2 % de óleo vegetal ou mineral | 400 | Terrestre: 350 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Buva Conyza bonariensis | |||||
Macela-branca Gnaphalium spicatum | |||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | 3,0 + 0,4 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 600 | Terrestre: 450 | ||
Guanxuma-branca Sida glaziovii | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | Terrestre: 500 | ||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,5 + 0,4 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 500 | Terrestre: 450 | ||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
CANA-DE- AÇÚCAR | Uso para dessecação | 4,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 800 | Área: 30 a 40 | 1 |
Época e intervalo de aplicação: Com o objetivo de facilitar a desfolha da cana-de-açúcar, durante a colheita realizar uma única aplicação sobre as folhas da cana-de-açúcar na pré-colheita quando a cultura se encontrar no final do estádio de desenvolvimento vegetativo e antes da emissão da inflorescência. Programar a aplicação de acordo com a programação de colheita, com 21 a 28 dias antes da colheita da cana-de-açúcar. | |||||
CEVADA | Uso para dessecação | 1,75 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | Terrestre: 200 | 1 |
Época e intervalo de aplicação: Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de cevada estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura). | |||||
CITROS | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,2 % de óleo vegetal ou mineral | 400 | Terrestre: 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis e Digitaria sanguinalis | |||||
Capim-amargoso Digitaria insularis | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Maria-gorda Talinum paniculatum | |||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | |||||
Malva-branca Sida cordifolia | |||||
Época e intervalo de aplicação: Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta daninha estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta daninha estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva- branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta daninha estiver com até 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
EUCALIPTO | Samambaia Pteridium aquilinum | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | Terrestre: 350 | 1 |
guanxuma-branca, aplicar quando estas estiverem com até 4 folhas. Em capim-marmelada e capim-colchão, até a fase de início do perfilhamento. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Capim-gordura Melinis minutiflora | 4,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 800 | |||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Cambará Lantana camara | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | |||||
Serralha Sonchus oleraceus | |||||
Buva Conyza bonariensis | |||||
Unha-de-vaca Bauhinia variegata | |||||
Arranha-gato Acacia plumosa | |||||
Jurubeba Solanum paniculatum | |||||
Capim-colonião Panicum maximum | |||||
Vassourinha-botão Spermacoce verticillata | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Gervão Stachytarpheta cayennensis | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós- emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem em vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das daninhas de folha estreita quando estiverem com até 4 perfilhos; e em folhas largas, com até 8 folhas. | |||||
FEIJÃO | Uso para dessecação para feijão de consumo. | 1,8 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 360 | Terrestre: 350 Aérea: 30 - 40 | 1 |
Uso para dessecação para feijão para sementes. | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | |||
Época e intervalo de aplicação: Para dessecação para consumo: Aplicar a dose de 1,8 L/ha, quando a cultura apresentar aproximadamente 50 % das vagens secas. - Para dessecação para sementes: Aplicar a dose de 2,0 L/ha, somente quando a cultura apresentar 70 % das vagens secas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
MAÇÃ | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | Terrestre: 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Azevém Lolium multiflorum | |||||
Língua-de-vaca Rumex obtusifolius | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Nabo Raphanus raphanistrum | |||||
Serralha Sonchus oleraceus | |||||
Losna-branca Parthenium hysterophorus | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
Maria-mole Senecio brasiliensis | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Poaia Richardia brasiliensis | |||||
Trevo Oxalis oxyptera | |||||
Época e intervalo de aplicação: Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar em poaia, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão-branco, picão-preto e língua-de-vaca quando a planta daninha estiver de 5 a 10 cm. Em capim-colchão, azevém e capim-marmelada com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
MILHO | Capim-colchão Digitaria sanguinalis | 1,5 a 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 300 a 400 | Terrestre: 350 | 1 |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia | |||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Malva-branca Sida cordifolia | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim-colchão e capim-marmelada. Para as demais daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações | |
NECTARINA / PÊSSEGO | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | Terrestre: 350 | 1 | |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | ||||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão branco quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Capim-colchão e capim-marmelada, quando estiver com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
REPOLHO | Picão-branco Galinsoga parviflora | 1,5 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 300 | Terrestre: 350 | 1 |
Erva-de-passarinho Stellaria media | |||||
Erva-de-bicho Polygonum persicaria | |||||
Serralha Sonchus oleraceus | |||||
Mentruz Coronopus didymus | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | |||
Época e intervalo de aplicação: Realizar a aplicação quando as plantas daninhas apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
SOJA | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,5 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 500 | Terrestre: 350 Aérea: 30 - 40 | 1 |
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Nabo Raphanus raphanistrum | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Poaia Richardia brasiliensis | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Trigo Triticum aestivum | 3,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 600 | |||
Aveia Avena sativa | |||||
Cevada Hordeum vulgare | |||||
Azevém Lolium multiflorum | |||||
Centeio Secale cereale | |||||
Triticale Triticum secale | |||||
Uso para dessecação | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou | 400 | |||
mineral | |||||
Capim amargoso | 2,5 a 3,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | ||||
Digitaria insularis | |||||
Capim carrapicho | |||||
Cenchrus echinatus | |||||
Capim camalote | |||||
Rotboellia exaltata | |||||
Carrapicho-de- carneiro | 500 a 600 | ||||
Acanthospermum | |||||
hispidum | |||||
Erva-quente | |||||
Spermacoce latifólia | |||||
Buva | |||||
Conyza bonariensis | |||||
Época e intervalo de aplicação: Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de | |||||
pré-semeadura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. Para o controle de | |||||
capim-colchão, e capim-marmelada, trigo, aveia, cevada, azevém, centeio e triticale | |||||
realizar o controle quando as plantas estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de capim | |||||
amargoso, capim carrapicho e capim camalote realizar o controle quando as plantas | |||||
estiverem com até 3 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo, nabo, picão-preto, poaia, | |||||
caruru, beldroega, trapoeraba e soja realizar o controle quando as plantas estiverem com 2 a | |||||
4 folhas. Para o controle de carrapicho decarneiro, realizar o controle quando as plantas | |||||
estiverem com até 4 folhas e Erva-quente e buva até 8 folhas. Recomenda-se uma única | |||||
aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
TRIGO | Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | Terrestre: 350 | 1 |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | |||||
Arroz Oryza sativa | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Guanxuma Sida cordifolia | |||||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Soja Glycine max | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Buva Conyza bonariensis | 1,5 a 2,0 + 0,5 de óleo vegetal ou mineral | 300 | Terrestre: 200 | ||
Capim amargoso Digitaria insularis | 2,0 + 0,5 de óleo vegetal ou mineral | 400 | |||
Uso para dessecação | 1,75 + 0,5 de óleo vegetal (0,25% v/v) | 350 | |||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Caruru e guanxuma devem ter até 4 folhas. Para o controle da buva, ourinda de sementes devem ter até 2 folhas Já para o controle das gramíneas como capim-amargoso, até o desenvolvimento de 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
UVA | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,7 (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral | 400 | Terrestre: 350 | 1 |
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. Picão-preto, picão- branco e caruru devem ter até 4 folhas. Capim-marmelada deve ter até 1 perfilho. Recomenda- se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Para dessecação de pré-colheita: Aplicar o produto na dessecação em uma única pulverização, sempre com adição de 0,25% v/v de óleo vegetal ou de óleo mineral na calda de aplicação. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem amarelos e fisiologicamente maduros (estagio GS 87) grãos dourados (massa dura).
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Stellaria media | centochio, erva-de-passarinho (2), esparguta (2) | Ver detalhes |
| Algodão | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Banana | Ageratum conyzoides | catinga-de-bode, erva-de-são-joão (1), mentrasto | Ver detalhes |
| Batata | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Café | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Ver detalhes | ||
| Cevada | Ver detalhes | ||
| Citros | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acacia plumosa | acacia-de-espinho, arranha-gato (2), unha-de-gato (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Ver detalhes | ||
| Maçã | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Milho | Ipomoea aristolochiaefolia | campainha (1), corda-de-viola (1), corriola (1) | Ver detalhes |
| Nectarina | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Pessego | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Repolho | Coronopus didymus | mastruço (3), mastruz (2), mentrusto (2) | Ver detalhes |
| Soja | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Uva | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até metade de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Após despejar todo o conteúdo do produto no preparo da calda, deve-se fazer a adição de água dentro de cada embalagem para garantir que todo produto seja usado na pulverização e facilite a etapa seguinte de tríplice lavagem. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por litro de produto a ser adicionado no pré- misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificaro bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmoque por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções,
em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para acorreta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.
Condições climáticas:
Realizar as pulverizações quando as condições climáticas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo:
CULTURAS | DIAS |
Alface | 7 |
Algodão | 28 |
Algodão geneticamente modificado | 116 |
Banana | 10 |
Batata | 10 |
Café | 20 |
Cana-de-açúcar (dessecante) | 14 |
Cevada (dessecante) | 7 |
Citros | 40 |
Eucalipto | UNA |
Feijão | 5 |
Maçã | 7 |
Milho | (1) |
Nectarina | 7 |
Pêssego | 7 |
Repolho | 7 |
Soja | 10 |
Trigo | (1) |
Trigo (dessecante) | 15 |
Uva | 7 |
UNA – Uso não alimentar
(1) – Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego.
Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual (EPI) por um período mínimo de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso haja necessidade de reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes desse período, usar os EPIs recomendados.
Eliminação de plantas infestantes em área cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes) em aplicação dirigida à entrelinha nas culturas alface, algodão, banana, citros, café, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pêssego, repolho e uva.
Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) – sistema de plantio direto ou cultivo mínimo para as culturas de batata, soja, trigo, na dessecação de feijão e na pós-emergência total do algodoeiro LibertyLink.
Culturas | Plantas infestantes controladas | Dose L/ha (produto comercial/ha) | Volume de calda (L/ha) | ||
Nome comum | Nome científico | Tipo de aplicação | |||
Terrestre | Aérea | ||||
Alface | Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 1,5 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. * | 300-600 | - |
Picão-branco | Galinsoga parviflora | ||||
Erva-de-bicho | Polygonum aviculare | ||||
Serralha | Sonchus oleraceus | ||||
Erva-de- passarinho | Stellaria media | ||||
Soliva | Soliva anthemifolia | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo*. |
Algodão | Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo*. | 300-600 | 30-40 |
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | ||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | ||||
Capim- massambará | Sorghum halepense | ||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | ||||
Caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Fedegosa | Chenopodium album |
Banana | Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 2 + 1,2 (0,25% v/v) de espalhante adesivo. * | 300-600 | - |
Quebra-pedra | Phyllanthus tenellus | ||||
Crepis | Crepis japonica | ||||
Capim-guaçu | Paspalum conspersum | ||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica |
Macela-branca | Gnaphalium spicatum | ||||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | ||||
Sete-sangrias | Cuphea carthagenensis | ||||
Erva-cará | Dioscorea batatas |
Batata | Caruru | Amaranthus viridis | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. * | 300-600 | - |
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | ||||
Carrapicho- rasteiro | Acanthospermum australe | ||||
Erva-quente | Spermacoce alata | ||||
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | ||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | ||||
Guaxuma- branca; Malva- guaxima; Mata- pasto | Sida glaziovii | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis |
Café | Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2 + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de espalhante adesivo. * | 300-600 | - |
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Buva | Conyza bonariensis | ||||
Macela-branca | Gnaphalium spicatum | ||||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 2,5 + 1,8 L/ha (0,4% v/v) de espalhante adesivo. * | |||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 3 + 1,8 L/ha (0,4% v/v) de espalhante adesivo. * | |||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus |
Citros | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo*. | 300-600 | ‐ |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis e Digitaria sanguinalis | ||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis | ||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | ||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Maria-gorda | Talinum paniculatum | ||||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | ||||
Malva-branca | Sida cordifolia |
Eucalipto | Samambaia | Pteridium aquilinum | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. * | 300-600 | 30-40 |
Capim-gordura | Melinis minutiflora | 4 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. * | |||
Erva-quente | Spermacoce alata | ||||
Cambará | Lantana camara | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Falsa-seralha | Emilia sonchifolia | ||||
Serralha | Sonchus oleraceus | ||||
Buva | Conyza bonariensis | ||||
Unha-de-vaca | Bauhinia variegata | ||||
Arranha-gato | Acacia plumosa | ||||
Jurubeba | Solanum paniculatum | ||||
Capim-colonião | Panicum maximum | ||||
Vassourinha- botão | Spermacoce verticillata | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Gervão | Stachytarpheta |
cayennensis |
Feijão | Uso para dessecação | 1,8 a 2 L/ha. | 300-600 | 30-40 |
Maçã | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. * | 300-600 | - |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||||
Azevém | Lolium multiflorum | ||||
Língua-de-vaca | Rumex obtusifolius | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | ||||
Serralha | Sonchus oleraceus | ||||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | ||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Picão-branco | Galinsoga parviflora | ||||
Maria-mole | Senecio brasiliensis | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Poaia | Richardia brasiliensis | ||||
Trevo | Oxalis oxyptera |
Milho | Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | 1,5-2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. * | 300-600 | - |
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Corda-de-viola | Ipomoea aristolochiaefolia | ||||
Carrapicho- rasteiro | Acanthospermum australe | ||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Malva-branca | Sida cordifolia | ||||
Nectarina/ Pêssego | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. * | 300-600 | - |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Picão-branco | Galinsoga parviflora | ||||
Repolho | Picão-branco | Galinsoga parviflora | 1,5 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. * | 300-600 | - |
Erva-de- passarinho | Stellaria media | ||||
Erva-de-bicho | Polygonum persicaria | ||||
Serralha | Sonchus oleraceus | ||||
Mentruz | Coronopus didymus | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. * | |||
Soja | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 2-2,5 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. * | 300-600 | 30 a 40 |
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | 2,5 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. * | |||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | ||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Poaia | Richardia brasiliensis | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Trigo | Triticum aestivum | 3 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. * | 350 | ||
Aveia | Avena sativa | ||||
Cevada | Hordeum vulgare | ||||
Azevém | Lolium multiflorum | ||||
Centeio | Secale cereale | 3 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. * | 200-600 | 30 a 40 | |
Triticale | Triticum secale | ||||
Capim-amoroso; Capim- carrapicho; Capim-roseta | Cenchrus echinatus | 2,5 a 3 L/ha | |||
Capim-alto; Capim- camalote; Rabo- de-lagarto | Rottboellia exaltata | ||||
Carrapicho-de- carneiro; Chifre- de-veado; Espinho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||
Erva-de-lagarto; Erva-quente; Perpétua-do- | Spermacoce latifolia |
mato | |||||
Arranha-gato; Buva; Rabo-de- foguete | Conyza bonariensis | ||||
Uso para Dessecação | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. * | 300-600 | - | ||
Trigo | Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. * | 300-600 | - |
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | ||||
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | ||||
Arroz | Oryza sativa | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Guanxuma | Sida cordifolia | - | |||
Erva-quente | Spermacoce alata | ||||
Soja | Glycine max | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
capim-açu; capim- amargoso; capim-flexa | Digitaria insularis | 200-600 | |||
Arranha-gato; Buva; Rabo-de- foguete | Conyza bonariensis | 1,5-2,0+ 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. * | |||
Uso para Dessecação | 1,75 L/ha. | ||||
Uva | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo. * | 300-600 | - |
Picão-branco | Galinsoga parviflora | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa |
ALGODÃO LibertyLink® Pós Emergência | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Estádio de 2 a 4 folhas | 2-2,5 + 0,25% v/v de espalhante adesivo* | 200-300 | 30-40 |
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | |||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | |||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Estádio de 2 a 4 perfilhos | 3-3,5 + 0,25% v/v de espalhante adesivo* | |||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | Estádio de 4 |
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | a 8 folhas | ||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | |||||
Erva-quente | Borreria latifolia | |||||
Beldroega | Portulaca oleracea |
Milho LibertyLink® | Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | Estádiomediano (3 perfilhos) | 2,5 a 3 L/ha | 200 | - |
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | |||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | Estágio mediano (6 folhas) | ||||
Corda-de-viola | Ipomoea purpurea | |||||
Caruru | Amaranthus hybridus | |||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | Estágio pós- precoce (3 folhas) | 1,5 + 1,5 L/ha (Aplicação sequencial) | |||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | |||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | Estágio pós- precoce (2 folhas) | ||||
Corda-de-viola | Ipomoea purpurea | |||||
Caruru | Amaranthus hybridus |
1 L do produto contém 200 g/L de glufosinato.
* à base de Lauril éter sulfato de sódio a 28%.
Alface | Aplicar o produto em pós-emergência das plantas infestantes, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas infestantes estiverem com 2 a 4 folhas. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Algodão | Para controle das plantas infestantes, aplicar o produto na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura. Capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada, capim-massambará: aplicar o produto no início de perfilhamento. Carrapicho-de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru-rasteiro, picão-preto e fedegosa: aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com 4 a 8 folhas. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Banana | Aplicar o produto em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas infestantes estiverem com 10 a 40 cm de altura. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Batata | Controle das plantas infestantes: aplicar o produto na fase de “cracking timing” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação do produto quando as plantas infestantes estiverem com 6 folhas. Dessecação de “batata consumo”: Aplicar 2 L/ha do produto + 0,7 L/há (0,2% v/v) de espalhante adesivo à base de lauril éter sulfato de sódio a 28%, sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba (Commelina benghalensis), picão-preto (Bidens pilosa) e guanxuma-branca (Sida glaziovii) |
com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. Para dessecação de “batata sem ent e”: aplicar 2 L/ha do produto + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de espalhante adesivo à base de lauril éter sulfato de sódio a 28%, 70 dias após a emergência da batata, retirando antes, as ramas laterais e o ponteiro central.Iniciar a colheita 10 dias após a aplicação. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Café | Aplicar o produto em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Trapoeraba: aplicar o produto quando esta estiver com até 10 cm. Picão-preto: buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e guanxuma- branca: quando estas estiveram com até 20 cm. Capim-marmelada: quando estas estiverem com até 30 cm. Capim-colchão: até a fase de início do perfilhamento. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Citros | Aplicar o produto no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Maria-gorda: aplicar o produto quando a planta daninha estiver com até 10 cm. Guanxuma, falsa-serralha e malva-branca: aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem de 10 a 15 cm. Capim-pé-de-galinha: quando estiver com até 15 cm. Capim-colchão, capim-amargoso, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba: quando estas estiverem entre 10 a 20 cm. Capim- carrapicho: quando esta estiver com até 20 cm. Capim-marmelada: quando esta estiver entre 20 a 30 cm. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Eucalipto | Aplicar o produto em jato dirigido, nas entre linhas da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes quando estas estiverem com 30 a 40 cm de altura, na fase de vegetação plena. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Feijão | Dessecação em feijão para consumo: aplicar o produto a dose de 1,8 L/ha quando a cultura apresentar aproximadamente 50% das vagens secas. Dessecação em feijão para sementes: aplicar o produto a dose de 2 L/ha, somente quando a cultura apresentar 70% das vagens secas. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Maçã | Dirigir a aplicação do produto na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar o produto em poaia quando a planta daninha estiver entre 5 a 10 cm. Trevo e guanxuma: quando estas estiverem com até 10 cm. Maria-mole e capim- colchão: quando estas estiverem entre 10 a 20 cm. Nabo, serralha, losna-branca, beldroega e picão-branco: quando estas estiverem com até 15 cm. Picão-preto: quando esta estiver com até 25 cm. Azevém e língua-de-vaca: quando estas estiverem entre 20 a 30 cm. Capim-marmelada: quando esta estiver com até 30 cm. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Milho | Aplicar o produto em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Capim-colchão e capim-marmelada: aplicar o produto no início de perfilhamento do. Demais plantas infestantes: aplicar o produto quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Nectarina, Pêssego | Aplicar o produto em jato dirigido sem atingir a cultura. Capim-colchão, picão-preto e guanxuma: aplicar o produto, quando as plantas infestantes estiverem com 5 a 20 cm. Caruru e picão-branco: quando estas estiverem entre 5 a 30 cm. Capim-marmelada: quando esta estiver entre 10 a 30 cm. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Repolho | Aplicar o produto quando as plantas infestantes apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Soja | Aplicação no sistema Plantio Direto: aplicar o produto na fase de pré-semeadura, |
em pós-emergência das plantas infestantes, em área total. Capim-colchão, amendoim-bravo, nabo, caruru, beldroega e trapoeraba: aplicar o produto, quando as plantas infestantes estiverem com até 10 cm. Picão-preto e poaia: quando estas estiverem com até 15 cm. Capim-marmelada: quando esta estiver com até 20 cm. Dessecação: utilizar a dose de 2 L/ha do produto + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de espalhante adesivo à base de lauril éter sulfato de sódio a 28%, aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | |
Trigo | Aplicação no sistema Plantio Direto: aplicar o produto em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Caruru e guanxuma: quando estas estiverem com até 10 cm. Demais plantas infestantes: quando estas estiverem com até 15 cm. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Uva | Aplicar o produto em jato dirigido na linha da cultura, atingindo no máximo a "canela" da cultura. Picão-preto: quando esta estiver com até 10 cm. Demais plantas infestantes: quando estas estiverem entre de 10 a 20 cm. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. |
Algodão LibertyLink® | Aplicar o produto com adição de 0,25% de espalhante adesivo Lauril éter sulfato de sódio na calda de aplicação, em pós-emergência da cultura e das plantas infestantes. Realizar a aplicação sequencial do produto com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2 a 2,5 L p.c./ha. Para uma única aplicação do produto utilizar a dosagem de 3 a 3,5 L/ha, observando-se sempre o estádio de desenvolvimento das plantas infestantes. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. |
Milho LibertyLink® | Aplicação sequencial: a primeira aplicação do produto deve ser feita quando o milho estiver com 3 a 4 folhas. A segunda aplicação do produto deve ser feita quando o milho estiver com 5 a 6 folhas. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Algodão | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Spermacoce latifolia | erva-de-lagarto (2), erva-quente (2), perpetua-do-mato (2) | Ver detalhes |
| Banana | Ageratum conyzoides | catinga-de-bode, erva-de-são-joão (1), mentrasto | Ver detalhes |
| Batata | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Café | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Citros | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acacia plumosa | acacia-de-espinho, arranha-gato (2), unha-de-gato (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Ver detalhes | ||
| Maçã | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Milho | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Milho OGM | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Nectarina | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Pessego | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Repolho | Stellaria media | centochio, erva-de-passarinho (2), esparguta (2) | Ver detalhes |
| Soja | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Trigo | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Uva | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
GLUFOS-WYN 200 SL; SILVER SL pode ser aplicado com equipamento costal manual ou motorizado, bem como por equipamento tratorizado, utilizando-se bicos tipo leque 110.02 a 110.04, com uma pressão de 40 a 60 libras/pol2. O volume de calda varia de 300 a 600 L/ha.
O diâmetro de gotas deve ser ajustado de acordo com o volume de aplicação (L/ha), proporcionando adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de até 10 km/hora, temperatura e umidade relativa, visando reduzir ao máximo perdas por deriva ou evaporação.
Alface e repolho: quando utilizar o "sistema de copinhos", cobrir as mudinhas com copinho plástico, para protegê-la da ação herbicida do produto. Utilizando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme.
Dessecação nas culturas de soja e feijão.
O volume de calda varia de 30 a 40 L de calda/ha. Utiliza-se barra com bicos da série D (D6 a D10) ou bicos tipo leque.
Respeitar altura de voo de 3-4 metros, faixa de deposição 13-15 metros e ventos de até 10 km/hora.
300 L de calda/ha, ou aeronaves agrícolas com volume de calda de 30 a 40 L de calda/ha, diretamente sobre as plantas infestantes. Sendo um produto de contato, e importante uma cobertura uniforme das plantas infestantes pela calda de pulverização.
A pulverização deve ser a volume normal, usando-se pressão do pulverizador ao redor de 40 a 60 lb/pol², o que corresponde a um volume de 200 L d’água/ha.
Efetuar a regulagem do equipamento para se obter uma densidade média de gotas acima de 40 gotas/cm².
Recomenda-se uma velocidade de trabalho do trator em torno de 6 km/h. A altura das barras dos pulverizadores em relação ao alvo deve ser 40 cm para bicos 110º e 50 cm para bicos de 80°.
Condições climáticas favoráveis: Temperatura mínima de 10ºC a máxima de 28ºC. Umidade relativa do ar de mínimo 60%. Velocidade do vento de, no máximo, 10 km/h em aplicações terrestres e entre 2 e 10 km/h em aplicações por aeronaves.
Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Alface, maçã, nectarina, pêssego, repolho e uva 7 dias; algodão 28 dias; algodão LibertyLink 116 dias; banana, batata e soja 10 dias; café 20 dias; citros 40 dias; eucalipto
U.N.A.; feijão 5 dias; milho e trigo (1); milho LibertyLink 50 dias.
(1) Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego.
U.N.A. – Uso Não Alimentar
De acordo com o aprovado pela ANVISA/MS.
Aplicação em pós-emergência das plantas daninhas, em jato dirigido, nas culturas de café, citros, eucalipto, maçã, pêssego, pinus, seringueira e uva.
Aplicação em área total, em pré-semeadura/pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas, no sistema de plantio direto, para o manejo de dessecação para cultivo de algodão, arroz irrigado, feijão, milho, pastagem, soja e trigo.
Aplicação em pós-emergência da cultura da cana-de-açúcar para erradicação de soqueira, visando renovação, em jato dirigido na pós-emergência das plantas daninhas ou em pré- colheita como maturador desta cultura.
Aplicação em área total, em pré-colheita sobre a cultura da soja em dessecação.
Aplicação na pós-emergência das culturas e plantas daninhas (em área total) nas culturas de soja e milho, ambos geneticamente modificados com resistência ao glifosato, em aplicação única ou sequencial.
Culturas | Alvos Nome comum (Nome científico) | Doses L/ha p.c. | Época de Aplicação |
Braquiarão | Plantas infestantes controladas em pós- emergência e doses para aplicação em jato dirigido ou pré-plantio das culturas. A variação de doses de recomendação depende do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas e de condições ambientais. Menores doses são recomendadas para plantas daninhas em estádios iniciais de desenvolvimento ou em condições ambientais favoráveis | ||
(Brachiaria brizantha) | 1,50 – 2,00 | ||
Capim-braquiária | |||
Algodão | (Brachiaria decumbens) | 2,00 – 4,00 | |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 1,00 – 2,50 | ||
Arroz irrigado | Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 1,00 – 2,00 | |
Café | Grama-seda (Cynodon dactylon) | 3,00 – 4,00 | |
Capim-caolchão | |||
(Digitaria horizontalis) | 1,50 – 3,00 |
Cana-de-açúcar Citros Eucalipto Feijão Maçã Milho Milho geneticamente modificado Pastagem Pêssego Pinus Seringueira Soja Soja Geneticamente Modificada | Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 2,50 – 4,50 | e maiores doses para plantas daninhas em estádios avançados de desenvolvimento, perenizadas ou em condições ambientais desfavoráveis. O número de aplicações vai depender da modalidade de uso, sendo, em geral, necessária uma aplicação para eliminação das plantas daninhas. Para aplicações realizadas em pré-plantio, recomenda-se aplicar em área total sobre as espécies infestantes e antes da emergência das culturas. Para culturas perenes, recomenda-se aplicar em jato dirigido, na pós-emergência das plantas daninhas. GLYSATE 608 DMA; VINDIC deve ser aplicado em pós- emergência das plantas daninhas quando em pleno desenvolvimento vegetativo e sem estresse hídrico. Os melhores níveis de controle são atingidos quando aplicado entre o início do desenvolvimento e a frutificação para espécies anuais. Para espécies perenes, o melhor momento é próximo à floração. |
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,50 – 4,00 | ||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 1,50 – 2,50 | ||
Azevém (Lolium multiflorum) | 1,50 – 3,00 | ||
Arroz-vermelho (Oryza sativa) | 1,50 – 4,00 | ||
Capim-colonião (Panicum maximum) | 2,50 – 4,50 | ||
Milho (Zea mays) | 1,00 – 2,00 | ||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 0,75 – 2,50 | ||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,50 – 2,50 | ||
Angiquinho (Aeschynome rudis) | 1,50 – 3,50 | ||
Caruru (Amaranthus retroflexus) | 0,75 – 1,50 | ||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 1,50 – 2,50 | ||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 3,00 – 3,50 | ||
Leiteira (Euphorbia heterophylla) | 2,00 – 3,00 | ||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 1,50 – 2,00 | ||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,50 – 3,00 | ||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | 0,75 – 2,50 | ||
Beldroega (Portulaca oleracea) | 1,50 – 3,00 | ||
Nabiça (Raphanus raphanistrum) | 1,00 – 2,00 | ||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2,00 – 3,00 | ||
Fedegoso (Senna obtusifolia) | 2,50 – 4,50 |
Trigo Uva | Fedegoso (Senna occidentalis) | 1,50 – 3,50 | |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,50 – 2,50 | ||
Carrapichão (Xanthium strumarium) | 2,00 – 3,50 | ||
Cana-de-açúcar (Eliminação de soqueira) | 3,00 – 4,50 | Recomenda-se a aplicação de GLYSATE 608 DMA; VINDIC na renovação do canavial, para eliminação de soqueira de cana- de-açúcar com 0,7 à 0,9 metros de altura. | |
Cana-de-açúcar (Maturador) | 0,20 – 0,45 | Para aplicação na cultura da cana-de-açúcar, recomenda-se aplicar GLYSATE 608 DMA; VINDIC, em uma única aplicação para antecipação da colheita, como maturador, e colher a cultura em torno de 30 dias após a aplicação. | |
Soja (dessecação – pré-colheita) | 2,5 | -- | |
Número máximo de aplicações por ciclo de cultura:
Para aplicação nas culturas de algodão, arroz irrigado, feijão, milho, trigo, café, cana-de-açucar, citros, maçã, pêssego e uva, realizar no máximo uma aplicação durante a safra da cultura.
Para aplicação na cultura de soja, realizar no máximo 3 (três) aplicações durante a safra da cultura, sendo duas aplicações em pré-semeadura/ pré-plantio, de forma sequencial, e a outra aplicação em pré-colheita da soja para dessecação.
Para aplicação nas culturas de eucalipto, pastagem, pinus e seringueira, realizar no máximo uma aplicação por ano.
Volume de calda:
Aplicação terrestre (Pulverizador costal manual): 400 L/ha
Aplicação terrestre (Equipamento tratorizado com barra): 100 – 200 L/ha
Aplicação aérea: 30 – 40 L/ha
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Xanthium strumarium | carrapichão (2), carrapicho-bravo (2), carrapicho-de-carneiro (2) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Zea mays | milho | Ver detalhes |
| Café | Senna obtusifolia | fedegoso-branco, mata-pasto (5), mata-pasto-liso | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Citros | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Eucalipto | Brachiaria brizantha | braquiarão, braquiária-brizanta, braquiária-do-alto | Ver detalhes |
| Feijão | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Maçã | Xanthium strumarium | carrapichão (2), carrapicho-bravo (2), carrapicho-de-carneiro (2) | Ver detalhes |
| Milho | Zea mays | milho | Ver detalhes |
| Milho OGM | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Pastagens | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Pessego | Xanthium strumarium | carrapichão (2), carrapicho-bravo (2), carrapicho-de-carneiro (2) | Ver detalhes |
| Pinus | Zea mays | milho | Ver detalhes |
| Seringueira | Xanthium strumarium | carrapichão (2), carrapicho-bravo (2), carrapicho-de-carneiro (2) | Ver detalhes |
| Soja | Senna occidentalis | fedegoso, mamangá, manjerioba | Ver detalhes |
| Soja OGM | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Uva | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
Aplicação: Diluir a dose de GLYSATE 608 DMA; VINDIC indicada para cada situação em água, e pulverizar sobre as espécies de plantas daninhas a serem controladas, bem como em área total sobre
as culturas indicadas em aplicação na pré-colheita. A aplicação poderá ser feita utilizando- se equipamentos aéreos ou terrestres.
Recomenda-se a aplicação de GLYSATE 608 DMA; VINDIC na dessecação das plantas daninhas para o plantio direto da soja geneticamente modificada resistente ao glifosato ou convencional e entre a segunda e a quinta semana após a emergência da soja geneticamente modificada resistente a glifosato. Caso o fluxo de emergência de plantas daninhas seja grande e constante, podem- se fazer duas aplicações sequenciais, na segunda e na terceira semana e/ou na terceira e quinta semana após a emergência da soja geneticamente modificada resistente a glifosato. Havendo alta infestação ou estádio avançado ou florescimento das plantas daninhas, deve-se usar as maiores doses da faixa de recomendação.
Ainda para a cultura da soja pode-se realizar uma aplicação em pré-colheita (dessecação da soja), logo após a maturação fisiológica (estádio R7) até 7 dias antes da colheita, visando antecipar esta operação.
Recomenda-se a aplicação de GLYSATE 608 DMA; VINDIC na dessecação das plantas daninhas para o plantio direto do milho geneticamente modificado resistente ao glifosato ou convencional e entre a segunda e a terceira semana após a emergência do milho geneticamente modificado resistente a glifosato. Caso o fluxo de emergência de plantas daninhas seja grande e constante, pode-se fazer aplicações sequenciais, na segunda e na terceira semana após a emergência do milho geneticamente modificado resistente a glifosato.
Havendo alta infestação ou estádio avançado ou florescimento das plantas daninhas, deve-se usar as maiores doses da faixa de recomendação.
Recomenda-se a aplicação de GLYSATE 608 DMA; VINDIC na renovação do canavial, para eliminação de soqueira de cana-de-açúcar com 0,7 a 0,9 m de altura.
O volume de calda a ser aplicado depende da pessoa que executa a operação, uma vez que este equipamento não possui regulador de pressão; a calibração deve ser feita individualmente, a uma velocidade ao redor de 1 metro/segundo; a pressão de trabalho varia conforme o ritmo da bomba, combinado com a vazão do bico. Pode-se usar, por exemplo, bicos com pontas tipo leque 80.02,
110.02 ou similares.
Recomenda-se utilizar bicos de ponta leque, com tamanho médio de gotas entre 200 e 400 micra. A altura dos bicos deverá ser aquela que proporcione o cruzamento dos jatos, para que a superfície tratada receba uma quantidade uniforme de produto, evitando falhas ou acúmulo de produto nas faixas. A velocidade do trator deverá estar entre 6-8 km/h e a velocidade do vento não superior a 8 km/h.
Parâmetros a serem seguidos:
Fazer estudo do local e demarcar as áreas para aplicação ou utilizar equipamento de precisão (GPS).
Deixar entre as faixas efetivas de aplicação uma faixa de aproximadamente 2 metros, como margem de segurança, pois a deriva cobrirá esta área.
Fechar 3 a 4 bicos em cada extremidade das asas do avião para evitar efeito de vórtice.
Utilizar bicos que proporcionem gotas com D.M.V entre 250-400 µm.
Aplicar somente com condições climáticas favoráveis: temperatura máxima de 25°C; vento de 3-10 km/h e U.R. mínima do ar de 60%.
Mantenha bordaduras, principalmente em áreas próximas de cana nova e outras culturas.
Deixar uma área sem aplicação do produto, para acompanhar os resultados.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
GLYSATE 608 DMA; VINDIC é um herbicida seletivo condicional, não-seletivo à maioria das culturas quando aplicado em pós-emergência sobre as mesmas, e seletivo às culturas de milho e soja geneticamente modificadas para resistência ao glifosato quando aplicado em pós-emergência. A seletividade é obtida através das modalidades de aplicação:
Antes do plantio das culturas anuais ou perenes, no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo.
Através da aplicação dirigida nas entrelinhas de culturas perenes (jato dirigido), evitando-se atingir a cultura ou usando equipamentos de aplicação que a protejam.
Para as culturas de soja e milho geneticamente modificadas para resistência ao glifosato, o GLYSATE 608 DMA; VINDIC é seletivo, quando aplicado em pós-emergência sobre as folhas das culturas e das plantas daninhas, nas doses e estádios de aplicação indicados.
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco de formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxague completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante dessa operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule essa solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d´água, nascentes ou plantas úteis.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores com um balde com a solução de limpeza.
Repita o passo 3.
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Culturas | Intervalo de Segurança |
Algodão | (1) |
Arroz irrigado | (2) |
Café | 15 dias |
Cana-de-açúcar (pós-emergência) | (2) |
Cana-de-açúcar (maturador) | 30 dias |
Citros | 30 dias |
Eucalipto | UNA |
Feijão | (2) |
Maçã | 15 dias |
Milho | (3) |
Pastagem | (2) |
Pêssego | 30 dias |
Pinus | UNA |
Seringueira | UNA |
Soja (pós-emergência) | (4) |
Soja (dessecante) | 7 dias |
Trigo | (2) |
Uva | 17 dias |
O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego;
O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do milho geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 90 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
UNA: Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
GLYSATE 608 PRO é um herbicida sistêmico, seletivo condicional (seletivo para soja e milho geneticamente modificados com resistência a glifosato, e não seletivo para as demais variedades e híbridos de soja e milho convencionais), para aplicação em pós-emergência das espécies daninhas, em área total, nas seguintes modalidades:
Aplicação em pós-emergência das plantas daninhas, em jato dirigido, nas culturas de café, citros, eucalipto, maçã, pêssego, pinus, seringueira e uva.
Aplicação em área total, em pré-semeadura/pré-plantio da cultura e pós-emergência das
plantas daninhas, no sistema de plantio direto, para o manejo de dessecação para cultivo de algodão, arroz irrigado, feijão, milho, pastagem, soja e trigo.
Aplicação em pós-emergência da cultura da cana-de-açúcar para erradicação de soqueira,
visando renovação, em jato dirigido na pós-emergência das plantas daninhas ou em pré- colheita como maturador desta cultura.
Aplicação em área total, em pré-colheita sobre a cultura da soja em dessecação.
Aplicação na pós-emergência das culturas e plantas daninhas (em área total) nas culturas de soja e milho, ambos geneticamente modificados com resistência ao glifosato, em aplicação
única ou sequencial.
GLYSATE 608 PRO atua na inibição da biossíntese de aminoácidos aromáticos (fenilalanina, tirosina e triptofano), através da inibição da enzima EPSPs (5-enolpiruvinil shikimate-3-fosfato-
sintase) na via do shiquimato, o primeiro sintoma observado após tratamento com glifosato é a inibição de crescimento, seguido por clorose dos tecidos tratados e consequentemente morte
das plantas daninhas. A eficiência do glifosato começa a ser notada entre o 4º e 10º dia após a aplicação, atingindo o controle total entre o 14º ao 21º dia após a aplicação.
Culturas | Alvos Nome comum (Nome científico) | Doses L/ha p.c. | Época de Aplicação |
Algodão Arroz irrigado Café Cana-de-açúcar | Braquiarão (Brachiaria brizantha) | 1,50 – 2,00 | Plantas infestantes controladas em pós-emergência e doses para aplicação em jato dirigido ou pré-plantio das culturas. A variação de doses de recomendação depende do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas e de condições ambientais. Menores doses são recomendadas para plantas daninhas em estádios iniciais de desenvolvimento ou em condições ambientais favoráveis e maiores doses para plantas |
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 2,00 – 4,00 | ||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 1,00 – 2,50 | ||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 1,00 – 2,00 | ||
Grama-seda (Cynodon dactylon) | 3,00 – 4,00 | ||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 1,50 – 3,00 | ||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 2,50 – 4,50 | ||
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,50 – 4,00 |
Citros Eucalipto Feijão Maçã Milho Milho geneticamente modificado Pastagem Pêssego Pinus Seringueira Soja Soja geneticamente modificada Trigo Uva | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 1,50 – 2,50 | daninhas em estádios avançados de desenvolvimento, perenizadas ou em condições ambientais desfavoráveis. O número de aplicações vai depender da modalidade de uso, sendo, em geral, necessária uma aplicação para eliminação das plantas daninhas. Para aplicações realizadas em pré-plantio, recomenda-se aplicar em área total sobre as espécies infestantes e antes da emergência das culturas. Para culturas perenes, recomenda-se aplicar em jato dirigido, na pós-emergência das plantas daninhas. GLYSATE 608 PRO deve ser aplicado em pós-emergência das plantas daninhas quando em pleno desenvolvimento vegetativo e sem estresse hídrico. Os melhores níveis de controle são atingidos quando aplicado entre o início do desenvolvimento e a frutificação para espécies anuais. Para espécies perenes, o melhor momento é próximo à floração. |
Azevém (Lolium multiflorum) | 1,50 – 3,00 | ||
Arroz-vermelho (Oryza sativa) | 1,50 – 4,00 | ||
Capim-colonião (Panicum maximum) | 2,50 – 4,50 | ||
Milho (Zea mays) | 1,00 – 2,00 | ||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermumhispidum) | 0,75 – 2,50 | ||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermumaustrale) | 1,50 – 2,50 | ||
Angiquinho (Aeschynome rudis) | 1,50 – 3,50 | ||
Caruru (Amaranthus retroflexus) | 0,75 – 1,50 | ||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 1,50 – 2,50 | ||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 3,00 – 3,50 | ||
Leiteira (Euphorbia heterophylla) | 2,00 – 3,00 | ||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 1,50 – 2,00 | ||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,50 – 3,00 | ||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | 0,75 – 2,50 | ||
Beldroega (Portulaca oleracea) | 1,50 – 3,00 | ||
Nabiça (Raphanus raphanistrum) | 1,00 – 2,00 | ||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2,00 – 3,00 | ||
Fedegoso (Senna obtusifolia) | 2,50 – 4,50 | ||
Fedegoso (Senna occidentalis) | 1,50 – 3,50 | ||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,50 – 2,50 | ||
Carrapichão (Xanthium strumarium) | 2,00 – 3,50 | ||
Cana-de-açúcar (Eliminação de soqueira) | 3,00 – 4,50 | Recomenda-se a aplicação de GLYSATE 608 PRO na renovação do canavial, para eliminação de soqueira de cana-de-açúcar com 0,7 a 0,9 metros de altura. | |
Cana-de-açúcar (Maturador) | 0,20 – 0,45 | Para aplicação na cultura da cana-de-açúcar, recomenda-se aplicar GLYSATE 608 PRO, em uma única aplicação para antecipação da colheita, como maturador, e colher a cultura em torno de 30 dias após a aplicação. |
Soja (dessecação – pré-colheita) | 2,5 | -- |
Número máximo de aplicações por ciclo de cultura:
Volume de calda: Aplicação terrestre (Pulverizador costal manual): 400 L/ha Aplicação terrestre (Equipamento tratorizado com barra): 100 – 200 L/ha Aplicação aérea: 30 – 40 L/ha | ||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Café | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Xanthium strumarium | carrapichão (2), carrapicho-bravo (2), carrapicho-de-carneiro (2) | Ver detalhes |
| Citros | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Feijão | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Maçã | Senna obtusifolia | fedegoso-branco, mata-pasto (5), mata-pasto-liso | Ver detalhes |
| Milho | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Milho OGM | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Pastagens | Xanthium strumarium | carrapichão (2), carrapicho-bravo (2), carrapicho-de-carneiro (2) | Ver detalhes |
| Pessego | Zea mays | milho | Ver detalhes |
| Pinus | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Seringueira | Zea mays | milho | Ver detalhes |
| Soja | Zea mays | milho | Ver detalhes |
| Soja OGM | Amaranthus retroflexus | bredo (5), caruru (4), caruru-áspero | Ver detalhes |
| Trigo | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Uva | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
despejado diretamente no tanque do pulverizador parcialmente cheio (1/4 do volume cheio), com
o sistema de agitação em funcionamento. Em seguida completar o volume do tanque com água. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação
de depósitos no fundo do tanque pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação. Preparar apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando logo após a sua preparação.
sobre as culturas indicadas em aplicação na pré-colheita. A aplicação poderá ser feita utilizando- se equipamentos aéreos ou terrestres.
Recomenda-se a aplicação de GLYSATE 608 PRO na dessecação das plantas daninhas para o plantio direto da soja geneticamente modificada resistente ao glifosato ou convencional e entre
a segunda e a quinta semana após a emergência da soja geneticamente modificada resistente a glifosato. Caso o fluxo de emergência de plantas daninhas seja grande e constante, podem-
se fazer duas aplicações sequenciais, na segunda e na terceira semana e/ou na terceira e quinta semana após a emergência da soja geneticamente modificada resistente a glifosato. Havendo alta infestação ou estádio avançado ou florescimento das plantas daninhas, deve-se usar as
maiores doses da faixa de recomendação.
Ainda para a cultura da soja pode-se realizar uma aplicação em pré-colheita (dessecação da soja), logo após a maturação fisiológica (estádio R7) até 7 dias antes da colheita, visando
antecipar esta operação.
Recomenda-se a aplicação de GLYSATE 608 PRO na dessecação das plantas daninhas para o plantio direto do milho geneticamente modificado resistente ao glifosato ou convencional e entre
a segunda e a terceira semana após a emergência do milho geneticamente modificado resistente
a glifosato. Caso o fluxo de emergência de plantas daninhas seja grande e constante, pode-se fazer aplicações sequenciais, na segunda e na terceira semana após a emergência do milho
geneticamente modificado resistente a glifosato.
Havendo alta infestação ou estádio avançado ou florescimento das plantas daninhas, deve-se usar as maiores doses da faixa de recomendação.
Recomenda-se a aplicação de GLYSATE 608 PRO na renovação do canavial, para eliminação de soqueira de cana-de-açúcar com 0,7 a 0,9 m de altura.
Equipamentos de Aplicação:
O volume de calda a ser aplicado depende da pessoa que executa a operação, uma vez que este equipamento não possui regulador de pressão; a calibração deve ser feita individualmente, a uma velocidade ao redor de 1 metro/segundo; a pressão de trabalho varia conforme o ritmo da bomba, combinado com a vazão do bico. Pode-se usar, por exemplo, bicos com pontas tipo
leque 80.02, 110.02 ou similares.
Recomenda-se utilizar bicos de ponta leque, com tamanho médio de gotas entre 200 e 400 micra. A altura dos bicos deverá ser aquela que proporcione o cruzamento dos jatos, para que a superfície tratada receba uma quantidade uniforme de produto, evitando falhas ou acúmulo de produto nas faixas. A velocidade do trator deverá estar entre 6-8 km/h e a velocidade do vento não superior a 8 km/h.
Fazer estudo do local e demarcar as áreas para aplicação ou utilizar equipamento de precisão (GPS).
Deixar entre as faixas efetivas de aplicação uma faixa de aproximadamente 2 metros, como margem de segurança, pois a deriva cobrirá esta área.
Fechar 3 a 4 bicos em cada extremidade das asas do avião para evitar efeito de vórtice.
Utilizar bicos que proporcionem gotas com D.M.V entre 250-400 µm.
Aplicar somente com condições climáticas favoráveis: temperatura máxima de 25°C; vento de 3-10 km/h e U.R. mínima do ar de 60%.
Mantenha bordaduras, principalmente em áreas próximas de cana nova e outras culturas.
Deixar uma área sem aplicação do produto, para acompanhar os resultados.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
Segurança operacional na aplicação aérea:
Para o efeito de segurança operacional, a aplicação aeroagrícola fica restrita à área a ser tratada, observando as seguintes regras:
Não é permitida a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância mínima de quinhentos metros de povoações, cidades, vilas, bairros, de mananciais de captação de água para abastecimento de população; duzentos e cinquenta metros de mananciais de água, moradias isoladas e agrupamentos de animais;
Nas aplicações realizadas próximas às culturas suscetíveis, os danos serão de inteira responsabilidade da empresa aplicadora;
As aeronaves agrícolas, que contenham produtos químicos, ficam proibidas de sobrevoar as áreas povoadas, moradias e os agrupamentos humanos, ressalvados os casos de controle de vetores, observadas as normas legais pertinentes;
No local da operação aeroagrícola será mantido, de forma legível, o endereço e os números de
telefones de hospitais e centros de informações toxicológicas;
No local da operação aeroagrícola, onde é feita a manipulação de produtos químicos, deverá ser mantido fácil acesso a extintor de incêndio, sabão, água para higiene pessoal e caixa contendo material de primeiros socorros;
É obrigatório ao piloto o uso de capacete, cinto de segurança e vestuário de proteção;
A equipe de campo que trabalha em contato direto com agrotóxicos deverá obrigatoriamente usar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) necessários, fornecidos pelo empregador.
Seletividade às culturas:
GLYSATE 608 PRO é um herbicida seletivo condicional, não-seletivo à maioria das culturas quando aplicado em pós-emergência sobre as mesmas, e seletivo às culturas de milho e soja
geneticamente modificadas para resistência ao glifosato quando aplicado em pós-emergência. A seletividade é obtida através das modalidades de aplicação:
Antes do plantio das culturas anuais ou perenes, no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo.
Através da aplicação dirigida nas entrelinhas de culturas perenes (jato dirigido), evitando-se atingir a cultura ou usando equipamentos de aplicação que a protejam.
Para as culturas de soja e milho geneticamente modificadas para resistência ao glifosato, o GLYSATE 608 PRO é seletivo, quando aplicado em pós-emergência sobre as folhas das culturas e das plantas daninhas, nas doses e estádios de aplicação indicados.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Sigas as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos esses fatores quando da decisão
de aplicar.
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco de formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxague completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se
necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante dessa operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule essa solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de
pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na
proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros
e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras filtros, bicos e difusores.
Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d´água, nascentes ou plantas úteis.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores com um balde com a solução de limpeza.
Repita o passo 3.
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o
equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Culturas | Intervalo de Segurança |
Algodão | (1) |
Arroz irrigado | (2) |
Café | 15 dias |
Cana-de-açúcar (pós-emergência) | (2) |
Cana-de-açúcar (maturador) | 30 dias |
Citros | 30 dias |
Eucalipto | UNA |
Feijão | (2) |
Maçã | 15 dias |
Milho | (3) |
Pastagem | (2) |
Pêssego | 30 dias |
Pinus | UNA |
Seringueira | UNA |
Soja (pós-emergência) | (4) |
Soja (dessecante) | 7 dias |
Trigo | (2) |
Uva | 17 dias |
O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego;
O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do milho geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 90 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
UNA: Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Para as culturas de café, citros, pinus e eucalipto, respeitar o intervalo de reentrada de 23 dias com EPI nível 1 e luvas, para atividades de 8h. No caso de atividades de 2 horas nas culturas de café, citrus, pinus e eucalipto respeitar o intervalo de 1 dia, sem necessidade de uso de EPI.
INSTRUÇÕES DE USO:
Cultura | Planta infestante | Dose (kg/ha) | Época, número e intervalo de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
BETERRABA | Picão - branco Beldroega | Galinsoga parviflora Portulaca oleracea | 4 a 5 | Realizar uma aplicação de GOLTIX em pré-emergência das plantas infestantes. Usar as menores doses em solos de textura arenosa e média e, doses maiores em solos de textura argilosa. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo/safra da cultura. |
Caruru-verde Losna-branca | Amaranthus viridis Parthenium hysterophorus | 5 a 6 | ||
Beldroega | Portulaca oleracea | 4 a 5 | Realizar uma aplicação de GOLTIX em pós-emergência precoce das plantas infestantes. Usar as menores doses em solos de textura arenosa e média e, doses maiores em solos de textura argilosa. Adicionar adjuvante nas aplicações em pós-emergência. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo/safra da cultura. | |
Caruru-verde Caruru-rasteiro | Amaranthus viridis Amaranthus deflexus | 5 a 6 | ||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Beterraba | Amaranthus deflexus | bredo (2), bredo-rasteiro, caruru (1) | Ver detalhes |
A aplicação do herbicida GOLTIX deve ser efetuada através de pulverização terrestre.
Para a cultura da beterraba, o GOLTIX pode ser aplicado com pulverizador costal manual, costal pressurizado, tratorizado ou autopropelido. Utilizar bicos do tipo leque, que proporcionem uma vazão adequada. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem a ocorrência de deriva:
Diâmetro de gotas: 200 - 400 µ (micra);
Densidade de gotas: densidade mínima de 20 gotas/cm²
Volume de calda: 300 a 400 L/ha
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
Temperatura ambiente inferior a 30ºC;
Umidade relativa do ar superior a 55%;
Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.
Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplique o produto GOLTIX , pois pode haver risco de inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia.
Se a velocidade do vento estiver acima de 10 km/h não aplique o produto GOLTIX, devido ao potencial de deriva pelo movimento do ar.
Não aplique o produto GOLTIX, se o vento estiver no sentido das culturas sensíveis.
Toda a pulverização com o produto GOLTIX feita fora das condições operacionais e meteorológicas adequadas, pode gerar deriva de gotas e atingir cultivos vizinhos e/ou culturas sensíveis.
Colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de pulverização. Em seguida, adicio nar GOLTIX e o adjuvante nas doses recomendadas, completando o tanque com água e mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida, mantendo o sistema de agitação do tanque em funcionamento durante a aplicação.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o processo de preparo da calda.
A limpeza do pulverizador deve ser realizada logo após o término das aplicações com GOLTIX. Esta etapa é importante para que não haja resíduos remanescentes em aplicações seguintes com outros herbicidas ou outras classes de produtos. Estes resíduos também podem gerar problemas de contaminação de culturas vizinhas e/ou culturas sensíveis, caso haja deriva de gotas pelo vento.
Recomenda-se fazer um teste de fitotoxicidade em culturas sensíveis, antes de usar o equipamento para pulverização de outros produtos.
Beterraba 78 dias.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
ARROZ | ||||
Nome Comum | Nome Científico | Dose p.c. (kg/ha) | Nº Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
Beldroega, bredo-de- porco, ora-pro-nóbis, verdolaga | Portulaca oleracea | 0,8 a 1,25 | 1 | 100 a 200 |
Falsa-serralha, pincel, bela-emilia | Emilia sonchifolia | |||
Angiquinho | Aeschynomene rudis | |||
Corda-de-viola | lpomoea grandifolia | 0,4 a 1,25 | ||
Bredo, caruru, caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | |||
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 1 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura. Cultivo em áreas inundadas ou várzeas: fazer uma aplicação em pós-emergência entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, estando as plantas daninhas no estádio de até 10 folhas. | ||||
CAFÉ | ||||
Nome Comum | Nome Científico | Dose p.c. (kg/ha) | Nº Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
Bredo, caruru, caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 1,8 a 3,0 | 1 | 100 a 200 |
Poaia, poaia-branca, poaia-do- campo | Richardia brasiliensis | |||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 0,8 a 1,25 | ||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 1 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura. Aplicar através de jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas e quando as mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, sempre em época quente, logo após a arruação ou esparramação. Aplicar de modo a não permitir o contato do produto com as folhas da cultura, utilizando equipamentos apropriados para aplicação na entrelinha. | ||||
CANA-DE-AÇÚCAR | ||||
Nome Comum | Nome Científico | Dose p.c.(kg/ha) | Nº Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
Bredo, caruru, caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 0,8 a 1,25 | 1 | 200 a 300 |
Fura-capa, picão, picão- preto | Bidens pilosa | |||
Trapoeraba, marianinha, mata-brasil | Commelina benghalensis | |||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||
Corda-de-viola | lpomoea grandifolia | |||
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 1 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura. Aplicar em época quente, na pós-emergência das plantas daninhas, estando as mesmas com, no máximo 10 folhas, e quando a cana atingir 30 cm de altura. Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós-emergência da cultura. | ||||
MILHO | ||||
Nome Comum | Nome Científico | Dose p.c.(kg/ha) | Nº Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
Apaga-fogo, corrente, periquito | Alternanthera tenella | 0,4 a 1,25 | 1 | 100 a 200 |
Bredo, caruru | Amaranthus retroflexus | |||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | |||
Corriola, corda-de-viola, campainha | lpomoea grandifolia | |||
Joá-de-capote | Nicandra physaloides | |||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | |||
Fura-capa, picão, picão- preto | Bidens pilosa | 1,25 | ||
Amendoim-bravo, café-do- diabo, leiteira | Euphorbia heterophylla | 0,4 a 1,7 | ||
Trapoeraba, marianinha, mata-brasil | Commelina benghalensis | 1,25 a 1,7 | ||
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 1 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura. Plantio direto: Aplicar uma vez, até cerca de 15 dias antes da semeadura do milho, visando a dessecação da área, com as plantas daninhas em estádio de até 10 folhas. Pós-emergência da cultura: Aplicar uma vez, em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura, em área total, com o milho até 4 a 5 folhas. Tanto para o tratamento de dessecação, como para pós-emergência da cultura, respeitar o estádio de no máximo 10 folhas das plantas daninhas. Verificar junto às empresas produtoras de sementes a existência de cultivares sensíveis ao 2,4-D. | ||||
PASTAGENS | ||||
Nome Comum | Nome Científico | Dose p.c.(kg/ha) | Nº Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
Buva | Conyza bonariensis | 1,0 a 1,8 | 1 | 200 a 300 |
Guanxuma, mata-pasto, relógio | Sida rhombifolia | |||
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 1 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura. Aplicar por cobertura total em pós-emergência das plantas daninhas de folhas largas, existentes na área, com altura de, no máximo, 50 cm. | ||||
TRIGO | ||||
Nome Comum | Nome Científico | Dose p.c.(kg/ha) | Nº Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
PÓS-EMERGÊNCIA DA CULTURA | ||||
Amendoim-bravo, café-do- diabo, leiteira | Euphorbia heterophylla | 0,5 a 0,6 | 1 | 100 a 200 |
Fura-capa, picão, picão- preto | Bidens pilosa | |||
Nabiça, nabo, nabo-bravo, rabanete-de-cavalo | Raphanus raphanistrum | 0,4 a 0,6 | ||
PLANTIO DIRETO DESSECAÇÃO | ||||
Fura-capa, picão, picão- preto | Bidens pilosa | 1,2 a 2,0 | 1 | |
Buva | Conyza bonariensis | 1,6 a 2,0 | ||
Corriola, corda-de-viola, campainha | lpomoea grandifolia | |||
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 1 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura. Aplicar no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Pós-emergência da cultura Amendoim-bravo, café-do-diabo, leiteira, fura-capa, picão, picão-preto, nabiça, nabo, nabo-bravo, rabanete-de-cavalo: aplicar uma vez, em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura, em área total, no período após o início de perfilhamento e antes do emborrachamento. Plantio direto dessecação: Fura-capa, picão, picão-preto, buva, corriola, corda-de-viola, campainha: aplicar uma vez, até cerca de 15 dias antes da semeadura, visando a dessecação da área, com as plantas infestantes em estádio de 10 folhas. Nas duas modalidades, respeitar o estádio de no máximo 10 folhas das plantas infestantes. | ||||
SOJA | ||||
Nome Comum | Nome Científico | Dose p.c.(kg/ha) | Nº Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
Fura-capa, picão, picão- preto | Bidens pilosa | 0,8 a 1,25 | 1 | 100 a 200 |
Corriola, corda-de- viola, campainha | lpomoea grandifolia | 1,25 a 1,7 | ||
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar no máximo 1 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura. A aplicação deve ser feita 10 a 15 dias antes do plantio, visando o controle em pós-emergência das plantas daninhas de folhas largas existentes na área, com altura de, no máximo, 10 cm. Uso permitido somente em pré-plantio. | ||||
Nota: Dose p.c. – Dose de produto comercial
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Aeschynomene rudis | angiquinho (1), maricazinho (1), paquinha | Ver detalhes |
| Café | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Milho | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Pastagens | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
| Soja | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Trigo | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
No preparo da calda, encher o tanque do pulverizador até metade da capacidade do tanque. Fazer uma pré- diluição ou adicionar o produto no tanque, mantendo a agitação da calda. Completar a capacidade do tanque, sob agitação constante, para perfeita dissolução do produto.
O produto deve ser aplicado exclusivamente com equipamento tratorizado com barra, de modo a providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas daninhas.
Bicos: tipo leque que gerem gotas médias ou grossas de forma a minimizar os riscos com a deriva Vazão: 100 - 300 L/ha
Pressão: deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas. Tamanho de gotas: médias (M) ou grossas (G)
O potencial de deriva e determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores antes da aplicação. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador. Para se evitar a deriva, aplicar com o maior tamanho de gotas possível, sem prejudicar a cobertura e a eficiência. Consulte um Engenheiro Agrônomo.
Os valores devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação e não os valores instantâneos.
Temperatura máxima: 25°C;
Umidade relativa: 55%;
Velocidade máxima do vento: 10 km/h (3m/s)
Clima: observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
As condições de aplicação poderão ser alteradas de acordo com as instruções do Engenheiro Agrônomo ou Técnico responsável, mediante uso de tecnologia adequada.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Arroz | (1) |
Café | 30 dias |
Cana-de-açúcar | (2) |
Milho | (3) |
Soja | (4) |
Pastagens | UNA |
Trigo | (1) |
UNA = Uso Não Alimentar
Intervalo de Segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento.
Intervalo de Segurança não determinado por ser de uso em pré e pós-emergência até três meses após o plantio ou corte.
O Intervalo de Segurança para a cultura do milho/milheto convencional é não determinado por ser de uso desde a fase pré-emergência até o milho/milheto atingir a altura de 25 cm. Para o milho geneticamente modificado que expressa resistência ao 2,4-D, o intervalo de segurança é de 70 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
O Intervalo de Segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificado que expressa resistência ao 2,4-D, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
ALFACE | Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | 1,5 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 300 | 350 | 1 |
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
Erva-de-bicho Polygonum aviculare | |||||
Serralha Sonchus oleraceus | |||||
Erva-de-passarinho Stellaria media | |||||
Soliva Soliva anthemifolia | 2,0 + 0,2 % de óleo vegetal ou mineral | 400 | |||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido na pós-emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
ALGODÃO | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 2,0 + 0,2 % de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Capim-massambará Sorghum halepense | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Caruru-rasteiro Amaranthus deflexus | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Fedegoso Chenopodium album | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Época e intervalo de aplicação: Para controle das plantas daninhas, aplicar em jato dirigido na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura. Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada e capim-massambará, realizar a aplicação no início do perfilhamento. Para carra-picho-de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru-rasteiro, picão-preto e fedegoso, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
BANANA | Capim-colchão Digitaria horizontalis | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 500 | 1 |
Capim-guaçu Paspalum conspersum | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Quebra-pedra Phyllanthus tenellus | |||||
Crepis Crepis japonica | |||||
Macela-branca Gnaphalium spicatum | |||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | |||||
Sete-sangrias Cuphea carthagenensis | |||||
Erva-cará Dioscorea batatas | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas de folha larga estiverem com 2 a 6 folhas, e as de folha estreita com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
BATATA | Caruru Amaranthus viridis | 2,0 + 0,2 % de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Nabo Raphanus raphanistrum | |||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | |||||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Época e intervalo de aplicação: Realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas e as gramíneas com até 1 perfilho. | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
CAFÉ | Trapoeraba Commelina benghalensis | 2,0 + 0,2 % de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Buva Conyza bonariensis | |||||
Macela-branca Gnaphalium spicatum | |||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | 3,0 + 0,4 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 600 | 450 | ||
Guanxuma-branca Sida glaziovii | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 500 | ||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,5 + 0,4 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 500 | 450 | ||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e guanxuma-branca, aplicar quando estas estiverem com até 4 folhas. Em capim-marmelada e capim- colchão, até a fase de início do perfilhamento. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
CITROS | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,2 % de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis e Digitaria sanguinalis | |||||
Capim-amargoso Digitaria insularis | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Maria-gorda Talinum paniculatum | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | |||||
Malva-branca Sida cordifolia | |||||
Época e intervalo de aplicação: Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta daninha estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta daninha estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta daninha estiver com até 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
EUCALIPTO | Samambaia Pteridium aquilinum | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Capim-gordura Melinis minutiflora | 4,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 800 | |||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Cambará Lantana camara | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | |||||
Serralha Sonchus oleraceus | |||||
Buva Conyza bonariensis | |||||
Unha-de-vaca Bauhinia variegata | |||||
Arranha-gato Acacia plumosa | |||||
Jurubeba Solanum paniculatum | |||||
Capim-colonião Panicum maximum | |||||
Vassourinha-botão Spermacoce verticillata | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Gervão Stachytarpheta cayennensis | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem em vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das daninhas de folha estreita quando estiverem com até 4 perfilhos; e em folhas largas, com até 8 folhas. | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
MAÇÃ | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Azevém Lolium multiflorum | |||||
Língua-de-vaca Rumex obtusifolius | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Nabo Raphanus raphanistrum | |||||
Serralha Sonchus oleraceus | |||||
Losna-branca Parthenium hysterophorus | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
Maria-mole Senecio brasiliensis | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Poaia Richardia brasiliensis | |||||
Trevo Oxalis oxyptera | |||||
Época e intervalo de aplicação: Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar em poaia, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão- branco, picão-preto e língua-de-vaca quando a planta daninha estiver de 5 a 10 cm. Em capim- colchão, azevém e capim-marmelada com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
MILHO | Capim-colchão Digitaria sanguinalis | 1,5 a 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 300 a 400 | 350 | 1 |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia | |||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Malva-branca Sida cordifolia | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim- colchão e capim-marmelada. Para as demais daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
NECTARINA / PÊSSEGO | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 1,5 a 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 300 a 400 | 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão branco quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Capim-colchão e capim-marmelada, quando estiver com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
REPOLHO | Picão-branco Galinsoga parviflora | 1,5 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 300 | 350 | 1 |
Erva-de-passarinho Stellaria media | |||||
Erva-de-bicho Polygonum persicaria | |||||
Serralha Sonchus oleraceus | |||||
Mentruz Coronopus didymus | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | |||
Época e intervalo de aplicação: Realizar a aplicação quando as plantas daninhas apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
SOJA | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,5 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 500 | 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Nabo Raphanus raphanistrum | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Poaia Richardia brasiliensis | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Trigo Triticum aestivum | 3,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 600 | |||
Aveia Avena sativa | |||||
Cevada Hordeum vulgare | |||||
Azevém Lolium multiflorum | |||||
Centeio Secale cereale | |||||
Triticale Triticum secale | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. Para o controle de capim-colchão e capim-marmelada, realizar o controle quando as plantas estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo, nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega realizar o controle quando as plantas estiverem com até 6 folhas. Para o controle de trapoeraba realizar o controle quando as plantas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
SOJA | Capim-amargoso Digitaria insularis | 2,5 a 3,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 500 a 600 | 350 | 1 |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-camalote Rotboellia exaltata | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Erva-quente Spermacoce latifolia | |||||
Buva Conyza bonariensis | |||||
Capim-amargoso Digitaria insularis | 2,1 - 3,5 + 0,5 % v/v ou 0,5 L/ha de adjuvante | 420-700 | Terrestre: 100 a 200 Aérea: 20-50 | 1 | |
Recomenda-se até 2 aplicações por ciclo da cultura | |||||
TRIGO | Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | |||||
Arroz Oryza sativa | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Guanxuma Sida cordifolia | |||||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Soja Glycine max | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Buva Conyza bonariensis | 1,5 a 2,0 + 0,5 de óleo vegetal ou mineral | 300 a 400 | 200 | ||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Capim-amargoso Digitaria insularis | 2,0 + 0,5 de óleo vegetal ou mineral | 400 | |||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Caruru e guanxuma devem ter até 4 folhas. Para o controle da buva oriunda de sementes, realizar a aplicação na dose de 1,5 a 2,0 L/ha quando as plantas daninhas estiverem com até 2 folhas. Para o controle das gramíneas como o capim-amargoso, aplicar sobre as plantas daninhas oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
UVA | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,7 (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. Picão-preto, picão- branco e caruru devem ter até 4 folhas. Capim-marmelada deve ter até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Aplicação em dessecação de pré-colheita:
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
BATATA | Uso para dessecação | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Época e intervalo de aplicação: Aplicar 2,0 L/ha do produto comercial + 0,7 L/ha (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral, sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba, picão-preto e guanxuma-branca com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
CANA-DE- AÇÚCAR | Uso para dessecação | 4,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal | 800 | 30 – 40 | 1 |
Época e intervalo de aplicação: Aplicar única aplicação sobre as folhas da cana-de-açúcar na pré-colheita quando a cultura se encontrar no final do estádio de desenvolvimento vegetativo e antes da emissão da inflorescência. Programar a aplicação de acordo com a programação de colheita, com 21 a 28 dias antes da colheita da cana-de-açúcar. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
CEVADA | Uso para dessecação | 1,75 + 0,25 % (v/v) de óleo vegetal ou de óleo mineral | 350 | 200 | 1 |
Época e intervalo de aplicação: Aplicar o produto na dessecação numa única pulverização, sempre com adição de 0,5 L/ha (ou 0,25% v/v) de óleo vegetal ou de óleo mineral na calda de aplicação. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de cevada estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
FEIJÃO | Uso para dessecação para feijão de consumo | 1,8 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 360 | Terrestre: 350 Aérea: 30 - 40 | 1 |
Uso para dessecação para feijão para sementes | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | |||
Época e intervalo de aplicação:
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
SOJA | Uso para dessecação | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | Terrestre: 350 Aérea: 30 - 40 | 1 |
Época e intervalo de aplicação: Utilizar a dose de 2,0 L/ha do produto + 0,7 L/ha (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral, aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
TRIGO | Uso para dessecação | 1,75 + 0,5 de óleo vegetal (0,25% v/v) | 350 | 200 | 1 |
Época e intervalo de aplicação: Para dessecação de pré-colheita: Aplicar o produto na dessecação em uma única pulverização, sempre com adição de 0,25 % v/v de óleo vegetal ou de óleo mineral na calda de aplicação. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura). | |||||
Aplicação em pós-emergência de culturas OGM (Organismo Geneticamente Modificado):
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 2,0 a 2,5 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 a 500 | 2 | ||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
ALGODÃO OGM (Organismo Geneticamente Modificado OGM**) resistente ao Glufosinato de amônio (pós emergência) | Apaga-fogo Alternanthera tenella | Terrestre: 200 – 300 Aérea: 30 - 40 | |||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 3,0 a 3,5 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 600 a 700 | 1 | ||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Apaga-fogo Alternanthera tenella | |||||
Erva-quente Borrieria latifolia | |||||
Beldroega Portulaca oleracea |
Capim amargoso Digitaria insularis | 2,0 - 3,5 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo metilado de soja | 400-700 | Terrestre: 100 – 200 Aérea: 30 - 40 | 2 | ||||
Capim colchão Digitaria horizontalis | ||||||||
Buva Conyza bonariensis | ||||||||
Leiteiro Euphorbia heterophylla | ||||||||
Soja voluntária tolerante ao Glifosato Glycine max | ||||||||
Milho voluntário tolerante ao Glifosato Zea mays | ||||||||
Capim-pé-de- galinha Eleusine indica | 2,5 - 3,5 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo vegeta | 500-700 | ||||||
Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | ||||||||
Época e intervalo de aplicação: Pode-se aplicar GUMI a partir da germinação do algodão e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas e considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 2,5 L p.c./ha. Para uma única aplicação utilizar a dose de 3,0 a 3,5 L p.c./ha. Realizar no máximo duas aplicações do produto por safra de algodão. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5 L/ha por aplicação. | ||||||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Estádio da Planta Daninha | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações | ||
MILHO OGM (ORGANISMO GENETICAMENTE MODIFICADO) | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 2,5 - 3,0 | Estádio mediano das plantas daninhas | 3 perfilhos | 500-600 | Terrestre: 100 - 200 Aérea: 30 - 40 | 2 | |
Capim Marmelada Brachiaria plantaginea | ||||||||
Leiteiro Euphorbia heterophylla | 6 folhas | |||||||
Corda-de viola Ipomoea purpurea | ||||||||
Caruru Amaranthus hibridus | ||||||||
Capim-pé- de-galinha Eleusine indica | 1,5 + 1,5 (aplicação sequencial) | Estádio pré-precoce das plantas daninhas | 3 folhas | 300 + 300 | ||||
Capim marmelada Brachiaria plantaginea | ||||||||
Leiteiro Euphorbia heterophylla | 2 folhas | |||||||
Corda-de-viola Ipomoea purpurea | ||||||||
Caruru Amaranthus hibridus | ||||||||
Capim colchão Digitaria horizontalis | 2,0 - 3,0 + 0,25% v/v | até 1 perfilho | 400-600 | |||||
Buva Conyza bonariensis | (0,5L/ha) de óleo vegetal ou mineral | 2 a 4 folhas | ||||
Soja voluntária tolerante ao Glifosato Glycine max | ||||||
Caruru- rasteiro Amaranthus deflexus | ||||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||||
Capim amargoso Digitaria insularis | 2,0 - 3,0 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo vegetal | até 1 perfilho | 400-600 | |||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 2 a 4 folhas | |||||
Época e intervalo de aplicação: | ||||||
Aplicar o produto em pós-emergência da cultura do Milho geneticamente modificado e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas e considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. | ||||||
Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. Pode-se aplicar o GUMI a partir da germinação do Milho. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5L/ha por aplicação. | ||||||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Capim marmelada Brachiaria plantaginea | Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 12 a 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 3,5 L p.c./ha, de acordo com as recomendações de uso e nas situações em que ocorram novos fluxos de germinação de plantas daninhas na área. Fazer no máximo duas aplicações do produto por safra de soja. | ||||
Azevém Lolium multiflorum | |||||
Capim amargoso Digitaria insularis | |||||
Capim colchão Digitaria horizontalis | 2,0 - 3,5 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo metilado de soja | 400 - 700 | Terrestre: 100 - 200 | ||
Capim camalote Rotboelia exaltata | |||||
Picão preto Bidens pilosa | |||||
Buva Conyza bonariensis | |||||
SOJA OGM (ORGANISMO GENETICAMENTE MODIFICADO) | Leiteiro Euphorbia heterophylla | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Capim-pé-de- galinha Eleusine indica | 2,5 - 3,5 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo metilado de soja | 500 - 700 | |||
Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Época e intervalo de aplicação: | |||||
Aplicar o produto em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Pode-se aplicar GLUFOSINATE-AMMONIUM 200 SL YONON a partir da germinação da soja. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 12 a 14 dias uma da outra, na dose de | |||||
2,0 a 3,5 L p.c./ha, de acordo com as recomendações de uso e nas situações em que ocorram novos fluxos de germinação de plantas daninhas na área. Fazer no máximo duas aplicações do produto por safra de soja. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5 L/ha por aplicação.
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do GUMI deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do GUMI, acrescentar óleo vegetal ou mineral na proporção recomendada para o cultivo/alvo, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Algodão | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Banana | Phyllanthus tenellus | arrebenta-pedra (1), erva-pombinha (1), quebra-pedra (1) | Ver detalhes |
| Batata | Solanum tuberosum | Ver detalhes | |
| Café | Ageratum conyzoides | catinga-de-bode, erva-de-são-joão (1), mentrasto | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Ver detalhes | ||
| Cevada | Ver detalhes | ||
| Citros | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acacia plumosa | acacia-de-espinho, arranha-gato (2), unha-de-gato (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Ver detalhes | ||
| Maçã | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Milho | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Milho OGM | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Nectarina | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Pessego | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Repolho | Coronopus didymus | mastruço (3), mastruz (2), mentrusto (2) | Ver detalhes |
| Soja | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Soja OGM | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Trigo | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Uva | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Para as hortaliças (alface e repolho), evitar que o produto tenha contato com a cultura, utilizar o “sistema de copinhos” cobrindo as mudinhas com copinho plástico, para protegê-las da ação herbicida do produto.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador costal, autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido à entrelinha, sobre as plantas daninhas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura das plantas daninhas, sem atingir a cultura. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com
tamanhos de gotas de média a grossa;
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático
Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Volume de calda | Tamanho de gotas | Cobertura mínima | Altura de voo | Faixa de aplicação | Distribuição das pontas |
30 - 40 L/ha | Média - Grossa | 40 gotas/cm² | 3 m | 15 - 18 m | 65% |
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
Entre 10 e 30°C | maior que 55% | entre 3 e 10km/h |
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos
de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é
responsabilidade do aplicador.
Diâmetro das gotas:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível
para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando
suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de
desgaste e vazamentos.
Ventos:
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não
ultrapassar 10 km/h.
Temperatura e Umidade:
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade
relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de
evitar a evaporação.
Inversão térmica
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Culturas | Dias |
Alface | 7 |
Algodão | 28 |
Algodão OGM | 116 |
Banana | 10 |
Batata | 10 |
Dessecação em batata | 10 |
Café | 20 |
Dessecação em cana- de-açúcar | 14 |
Citros | 40 |
Dessecação em cevada | 7 |
Eucalipto | UNA (1) |
Dessecação feijão | 5 |
Culturas | Dias |
Maçã | 7 |
Milho | ND (2) |
Milho OGM | 50 |
Nectarina | 7 |
Pêssego | 7 |
Repolho | 7 |
Soja | 10 |
Dessecação em soja | 10 |
Soja OGM | 50 |
Trigo | ND (2) |
Dessecação em trigo | 7 |
Uva | 7 |
(1) Uso não alimentar
(2) Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas: algodão, arroz, banana, batata, café, cana-de-açúcar, citros, feijão, girassol, maçã, mamona, manga, milho, pastagem, soja e trigo.
ALGODÃO | |||||
Dessecação da Cultura do Algodão, para antecipação da colheita e uniformização da colheita (2) | |||||
Estádio do Algodão | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações | ||
Maturação fisiológica do Algodão | 70-140 (1) | 150-400 | 1 (5) | ||
Dessecação de plantas daninhas na pré-colheita do Algodão (2) | |||||
Planta daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | Pré-florescimento | 50-140 (1) | 150-400 | 1 (5) |
Manejo na dessecação de plantas daninhas de folhas largas em plantio direto em pré-plantio da cultura do Algodão (3) | |||||
Amendoim-bravo, Leiteiro | Euphorbia heterophylla | 6-8 folhas | 35-50 (1) | 150-400 | 1 (5) |
Corda-de-viola, Corriola | Ipomoea grandifolia | Pré-florescimento | |||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 4-6 folhas | |||
Manejo na dessecação de plantas daninhas de folhas largas em jato dirigido na cultura do Algodão (4) | |||||
Erva-quente | Spermacoce latifolia | 4-6 folhas | 35-50 (1) | 150-400 | 1 (5) |
Erva-de-santa-luzia | Chamaesyce hirta | 4-6 folhas | |||
Joá-de-capote | Nicandra physaloides | 4-6 folhas | |||
Vassourinha-do-botão | Borreria verticilata | 4-6 folhas | |||
(1) dose maior é indicada para dessecação mais rápida da cultura ou das plantas daninhas antes da colheita ou para controlar as plantas daninhas em estádios mais avançados. Usar adjuvante não iônico a 0,5% a 1,0% v/v, sendo a dose maior utilizada para potencializar o controle. Algumas espécies como a Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) também são controladas no momento da dessecação do algodão facilitando a colheita. (2) permite a colheita a partir dos 10 dias após aplicação, dependendo da dose e condições climáticas. Realizar 1 aplicação em pré-colheita da cultura. (3) Aplicar no mínimo aos 20 dias antes do plantio do algodão e aplicar somente em solos argilosos com mais de 30% de argila. Para manejo em dessecação antes do plantio e complementação no controle de infestações de gramíneas, recomendam-se herbicidas a base de glifosato ou outros herbicidas graminicidas registrados, conforme dose e recomendações de uso descrito na bula. (4) Evitar o contato do produto Heat® com as partes verdes da cultura. | |||||
(5) Número, época e intervalo de aplicação na cultura do algodão: realizar no máximo 3 aplicações por ciclo do cultivo e nas épocas e intervalos acima recomendados. Intervalo entre as aplicações: O intervalo entre aplicações é conforme a modalidade de aplicação em pré-plantio, respeitando-se o intervalo mínimo de 20 dias antes do plantio e 60 dias após o plantio para aplicação em jato-dirigido. | |||||
ARROZ (2) | |||||
Manejo na dessecação de Plantas daninhas de folhas largas(3) em pré-plantio da cultura do Arroz de semeadura direta | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 6-8 folhas | 35-70 (1) | 100-200 | 1 (4) |
Corda-de-viola | Ipomoea triloba | Pré-florescimento | 35-70 (1) | ||
Cruz-de-Malta | Ludwigia octovalvis | 4-6 folhas | 100-140 (1) | ||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Erva-de-Bicho | Polygonum persicaria | 6-8 folhas | 100-140 (1) | 100-200 | 1 (4) |
Picão-preto | Bidens pilosa | 6-8 folhas | 35-70 (1) | ||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 4-6 folhas | 70-140 (1) | ||
(1) doses maiores para estádios mais avançados das plantas daninhas. Doses acima de 70 g/ha pode proporcionar controle na pré-emergência. Usar adjuvante não iônico a 0,5% a 1,0% v/v, sendo a maior dose indicada para potencializar o controle. (3) para manejo e complementação no controle de infestações de gramíneas recomendam-se herbicidas a base de glifosato ou outros herbicidas graminicidas registrados conforme dose e recomendações de uso descrito na bula. | |||||
Aplicação em pré-emergência do Arroz Irrigado de Semeadura Direta | |||||
Beldroega | Portulaca oleracea | Pré-emergência | 70-140 (1) | 100-200 | 1 (4) |
Trapoeraba | Commelina benghalensis | Pré-emergência | |||
(1) dose maior para áreas com maior pressão de infestação de plantas daninhas. (2) a cultura do arroz é tolerante ao Heat® em pré-emergência da cultura. (3) para manejo de infestações de gramíneas recomenda-se o uso de herbicidas graminicidas registrados. | |||||
Aplicação em pós-emergência do Arroz Irrigado de Semeadura Direta | |||||
Angiquinho | Aeschynomene rudis | 2-4 folhas | 26-30 (1) | 100-200 | 1 (4) |
Cruz-de-malta | Ludwigia octovalvis | 4-6 folhas | 20-30 (1) | ||
(1) dose maior é indicada para estádios mais avançados das plantas daninhas ou áreas com maior pressão de infestação. Usar adjuvante não iônico a 0,5% v/v. (2) a cultura do arroz é tolerante ao Heat® em pós-emergência da cultura seguindo-se as recomendações desta bula. Sintomas de fitotoxicidade podem ocorrer nas folhas expostas na aplicação, contudo desaparecem, não se manifestando em folhas novas. (3) para manejo de infestações de gramíneas, recomendam-se herbicidas graminicidas registrados. | |||||
Manejo de plantas daninhas no sistema de aplicação em benzedura em cultivo de Arroz irrigado pré-germinado | |||||
Cruz-de-malta | Ludwigia octovalvis | 4-6 folhas | 100-140 (1) | 100-200 | 1 (4) |
Junquinho | Fimbristylis dichotoma | 4-6 folhas | 70-140 (1) | ||
Sagitária | Sagittaria montevidensis | 4-6 folhas | 100-140 (1) | ||
(1) dose maior é indicada para estádios mais avançados das plantas daninhas ou em altas pressões de plantas daninhas. Doses entre 140 g/ha e 210 g/ha podem ser necessárias em caso de alta pressão de plantas daninhas resistentes. (2) a cultura do arroz é tolerante ao Heat® quando utilizado em pós-emergência ou “benzedura” seguindo-se as recomendações desta bula. Sintomas de fitotoxicidade podem ocorrer nas folhas expostas na aplicação, contudo desaparecem, não se manifestando em folhas novas. É recomendado principalmente para o manejo de Sagitária resistente a alguns herbicidas. (3) para manejo de infestações de gramíneas recomenda-se aplicações complementares de herbicidas graminicidas registrados. | |||||
(4) Número, época e intervalo de aplicação na cultura do arroz: realizar no máximo 2 aplicações por ciclo do cultivo nas épocas e intervalos acima recomendados. Intervalo entre as aplicações: O intervalo entre aplicações no sistema de cultivo de arroz de semeadura direta é conforme a modalidade de aplicação em pré-plantio ou pré-emergência da cultura e intervalo de 30 a 40 dias para aplicação em pós- emergência. | |||||
BATATA | |||||
Dessecação da Cultura da Batata, para antecipação da colheita (2) | |||||
Estádio da Batata | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações | ||
Maturação fisiológica da Batata | 70-140 (1) | 200-400 | 1 | ||
Dessecação de plantas daninhas na pré-colheita da Batata | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | Pré-florescimento | 50-140 (1) | 200-400 | 1 |
(1) dose maior é indicada para dessecação mais rápida das ramas da batata ou para dessecação mais rápida das plantas daninhas antes da colheita. Usar adjuvante não iônico a 0,5% a 1,0% v/v, sendo a maior dose para potencializar o controle. Algumas espécies como a corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) também são controladas no momento da dessecação da Batata facilitando a colheita. (2) permite antecipar a colheita desde os 10 até 14 dias após aplicação, dependendo da dose e condições climáticas. | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: em antecipação ou pré-colheita, 1 aplicação no ciclo da cultura. | |||||
CANA-DE-AÇÚCAR | |||||
Manejo na dessecação de plantas daninhas de folhas largas (3) na cultura da Cana-de-açúcar | |||||
Operação de “Catação” em jato dirigido | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Beldroega | Portulaca oleracea | 6-8 folhas | 40-120 (1) (2) | 100-400 | 1 |
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 6-8 folhas | |||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 4-6 folhas | |||
(1) dose maior é indicada para estádios mais avançados das plantas daninhas. No manejo na operação de catação usar adjuvante não iônico a 0,5% v/v a 1,0% v/v, sendo a maior dose indicada para potencializar o controle. (2) 0,01% a 0,03% v/v de calda de aplicação, corresponde a 40 a 120 gramas de Heat® por hectare em volume de calda de 400 litros por hectare ou 10 a 30 gramas de Heat® por 100 litros de calda, correspondendo a 28 a 84 gramas de ingrediente por hectare. | |||||
Aplicação em pré-emergência na Cultura da Cana-de-açúcar | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | Pré- emergência | 100-200 (1) | 200-400 | 1 |
Corda-de-viola | Ipomoea nil | Pré- emergência | 160-200 (1) | ||
Corda-de-viola | Ipomoea triloba | Pré- emergência | |||
Caruru-de-mancha | Amaranthus hybridus | Pré- emergência | |||
Mamona | Ricinus communis | Pré- emergência | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | Pré- emergência | |||
(1) dose maior é indicada para áreas com maior pressão de infestação. Aplicar em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas, antes do plantio da cana-planta ou logo após a colheita e antes da germinação da cana- soca. (3) para manejo de infestações de gramíneas recomenda-se o uso de herbicidas graminicidas registrados. | |||||
Jato dirigido na entrelinha - Cana-de-açúcar com 4 a 6 folhas | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia Ipomoea quamoclit | Pré- florescimento | 35-70 (1) | 200-400 | 1 |
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 6-8 folhas | 35-140 (1) | ||
Serralha | Sonchus oleraceous | 6-8 folhas | |||
Pós-emergência Total - Cana-de-açúcar com mais de 90 dias | |||||
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 6-8 folhas | 70-200 (1) | 200-400 | 1 |
Corda-de-viola | Ipomoea quamoclit e Ipomoea grandifolia | Pré- florescimento | 35-200 (1) | ||
Picão-preto | Bidens pilosa | 6-8 folhas | |||
(1) dose maior é indicada para estádios mais avançados das plantas daninhas, altas pressões de infestações e/ou controle por períodos maiores. Nas aplicações de jato dirigido na entrelinha em cana com 4 a 6 folhas utilizar adjuvante não iônico a 0,05% v/v a 0,25 % v/v. Caso atinjam a planta, podem ocorrer sintomas somente nas folhas atingidas sem nenhum impacto nas novas folhas que saem após aplicação, devido à rápida metabolização do produto pela cana. (3) para manejo na dessecação das plantas daninhas antes do plantio e no manejo na dessecação de catação, na complementação no controle de infestações de gramíneas recomendam-se herbicidas a base de glifosato ou outros herbicidas graminicidas registrados, conforme dose e recomendações de uso descrito na bula. | |||||
Dessecação de plantas daninhas pré-colheita, para evitar problemas com o equipamento na colheita mecanizada da Cana-de-açúcar | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | Pré-florescimento | 50-200 (1) | 200-400 | 1 |
Mamona | Ricinus communis | Pré- florescimento | 160-200 (1) | ||
(1) dose maior é indicada para dessecação mais rápida das plantas daninhas antes da colheita. Usar adjuvante não iônico a 0,5% a 1,0% v/v, dose maior é recomendada para potencializar o controle. | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: em pré-colheita 1 aplicação no ciclo da cultura. | |||||
FEIJÃO | |||||
Dessecação da Cultura do Feijão para antecipação da colheita(2) | |||||
Estádio do Feijão | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações | ||
Maturação fisiológica do Feijão | 70-140 (1) | 150-400 | 1 | ||
Dessecação de plantas daninhas na pré-colheita do feijão | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | Pré-florescimento | 50-140 (1) | 150-400 | 1 |
(1) dose maior é indicada para dessecação mais rápida da cultura ou das plantas daninhas antes da colheita. Usar adjuvante não iônico a 0,5% a 1,0% v/v, dose maior é indicada para potencializar o controle. Algumas espécies como a Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) também são controladas no momento da dessecação do feijão facilitando a colheita. (2) permite a colheita a partir dos 7 dias após aplicação, dependendo da dose e condições climáticas. | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: em antecipação ou pré-colheita 1 aplicação no ciclo da cultura. | |||||
GIRASSOL | |||||
Dessecação da Cultura do Girassol, para antecipação da colheita (1) | |||||
Estádio do Girassol | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações | ||
Maturação fisiológica do Girassol | 70-140 (2) | 200-400 | 1 | ||
Dessecação de plantas daninhas na pré-colheita do girassol | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | Pré-florescimento | 50-140 (2) | 200-400 | 1 |
(1) dose maior é recomendada para dessecação mais rápida da cultura ou das plantas daninhas antes da colheita. Usar adjuvante não iônico a 0,5% a 1,0% v/v, dose maior é indicada para potencializar o controle. Algumas espécies como a Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) também são controladas no momento da dessecação do girassol facilitando a colheita. (2) permite a colheita desde os 7 até 14 dias após aplicação, dependendo da dose e condições climáticas. | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: em antecipação ou pré-colheita, 1 aplicação no ciclo da cultura. | |||||
MILHO | |||||
Manejo na dessecação de plantas daninhas de folhas largas (2) em plantio direto em pré-plantio da cultura de Milho | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Buva, voadeira | Conyza canadensis | 6-8 folhas | 35-70 (1) | 100-200 | 1 (3) |
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | 4-6 folhas | |||
Guanxuma | Sida cordifolia | 6-8 folhas | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | 6-8 folhas | |||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 4-6 folhas | |||
Manejo de plantas daninhas de folhas largas (2) em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas de folhas largas na cultura do Milho | |||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | Pré-emergência | 70-140 (1) | 100-200 | 1 (3) |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | Pré-emergência | 100-140 (1) | ||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | Pré-emergência | 70-140 (1) | ||
(1) dose maior é indicada para estádios mais avançados das plantas daninhas. Nas aplicações dessecação em pré-plantio, utilizar adjuvante não iônico a 0,5% a 1,0% v/v, dose maior é indicada para potencializar o controle. (2) para manejo e complementação no controle de infestações de gramíneas, recomenda-se herbicidas a base de glifosato ou outros herbicidas graminicidas registrados, conforme dose e recomendações de uso descrito na bula. | |||||
(3) Número, época e intervalo de aplicação: em pré-plantio ou na pré-emergência, 1 aplicação no ciclo da cultura. | |||||
SOJA | ||||||
Manejo na dessecação de plantas daninhas de folhas largas (2) em plantio direto em pré-plantio da cultura da Soja | ||||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações | |
Buva,Voadeira, Rabo- de-foguete | Conyza bonariensis, Conyza canadensis | 6-8 folhas | 35-50 (1) | 100-200 | 1 (3) | |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia, Ipomoea purpurea, Ipomoea quamoclit, Ipomoea acuminata | Pré-florescimento | ||||
Erva-de-Touro | Tridax procumbens | 6-8 folhas | ||||
Leiteiro, amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | 6-8 folhas | ||||
Losna | Artemisia verlotorum | 4-6 folhas | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 6-8 folhas | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis, Commelina diffusa | 4-6 folhas | ||||
Manejo na dessecação de plantas daninhas de folhas largas (2) em plantio direto em pré-plantio da cultura da Soja | ||||||
Vassourinha de botão | Borreria verticillata | 2-4 folhas | 50 | 100 | 1 | |
(1) dose maior é indicada para estádios mais avançados das plantas daninhas. Áreas com maior infestação de plantas daninhas de folha larga de difícil controle como Trapoeraba (Commelina benghalensis), Erva-de-Touro (Tridax procumbens) e Leiteiro, Amendoim-Bravo (Euphorbia heterophylla), Losna (Artemisia verlotorum) e Vassourinha-de-botão (Borreria verticillata) pode ser utilizada dose maior de até 70 gramas de Heat®/ha (49 gramas de ingrediente ativo/ha). Usar adjuvante não iônico a 0,5% a 1,0% v/v, dose maior é indicada para potencializar o controle. (2) para manejo e complementação no controle de infestações de gramíneas, recomendam-se herbicidas a base de glifosato ou outros herbicidas graminicidas registrados, conforme dose e recomendações de uso descrito na bula. Para manejo em solos arenosos com menos de 30% de argila e menos de 2% de matéria orgânica, é necessário um intervalo mínimo de 10 dias entre a aplicação e o plantio da soja. Não ultrapassar a dose máxima de 50 g/ha. | ||||||
Dessecação de plantas daninhas na pré-colheita da Soja | ||||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações | |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | Pré-florescimento | 50-140 (1) | 200-400 | 1 (3) | |
(1) dose maior é indicada para dessecação mais rápida da cultura ou das plantas daninhas antes da colheita. Usar adjuvante não iônico a 0,5% a 1,0% v/v, dose maior é indicada para potencializar o controle. | ||||||
Manejo da Soja Guaxa ou Tiguera após a colheita da soja, visando o vazio sanitário- evitar a ponte verde da ferrugem-da-soja de uma safra para outra | ||||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações | |
Soja Guaxa ou Tiguera | Glycine Max | 4-8 folhas | 70-140 (1) | 100-200 | 1 (3) | |
(1) dose maior é indicada para estádios mais avançados da soja Tiguera. Podem ocorrer rebrotas se aplicado em estádios mais avançados que o recomendado. Usar adjuvante não iônico a 0,5% a 1,0% v/v, dose maior é indicada para potencializar o controle. Realizar 1 aplicação durante o período de vazio sanitário. Deve-se observar o manejo outonal com outros herbicidas, conforme a situação das plantas daninhas onde haja ocorrência da soja Guaxa. | ||||||
(3) Número, época e intervalo de aplicação: realizar no máximo 2 aplicações por ciclo do cultivo e nas épocas e intervalos acima recomendados. | ||||||
Manejo outonal | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Soja Guaxa ou Tiguera | Glycine max | 4 a 8 folhas | 70-140 (1) | 100-200 | 1 |
Buva,Voadeira, Rabo- de-foguete | Conyza bonariensis, Conyza canadensis | 6-8 folhas | 35-70 (1) | ||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Usar adjuvante não iônico a 0,5% a 1,0% v/v, a dose maior é indicada para potencializar o controle. O controle de plantas daninhas durante o período de outono-inverno (manejo outonal) visa controle efetivo de plantas daninhas ainda em estádios iniciais de desenvolvimento. Evita-se assim o crescimento das plantas daninhas antes e/ou junto com a cultura subsequente a ser plantada na área. Desta forma, consegue-se o melhor controle das plantas daninhas e realiza o adequado manejo da resistência das plantas daninhas presentes na área, redução do banco de sementes e também o controle de soja guaxa ou tiguera presente na área, o que colabora com a manutenção do vazio sanitário. Desta forma evita-se a presença de plantas voluntárias de soja na área, não permitindo a sobrevivência do fungo da ferrugem-da-soja de uma safra para outra. Recomenda-se a aplicação de 10 a 20 dias após a colheita da soja ou milho, utilizando as doses recomendadas. As doses maiores são indicadas para estádios mais avançados das plantas daninhas e/ou para obter maior período residual de controle. Realizar no máximo 1 aplicação por modalidade de uso, não ultrapassando o número máximo 2 aplicações por ciclo do cultivo por ano. Seguir a época e intervalos acima recomendados. | |||||
TRIGO | |||||
Manejo na dessecação de plantas daninhas de folhas largas (3) em plantio direto em pré-plantio da cultura do Trigo | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 6-8 folhas | 35-70 (1) | 100-200 | 1 |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 6-8 folhas | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | 6-8 folhas | |||
Manejo na dessecação de plantas daninhas (3) em pós-emergência inicial da cultura do Trigo | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Buva | Conyza spp. | 2-4 folhas | 35-50 (2) | 100-200 | 1 |
Cipó de veado | Polygonum convolvulus | 2-4 folhas | |||
Nabiça | Raphanus raphanistrum | 2-4 folhas | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2-4 folhas | |||
Soja voluntária | Glycine max | 2-4 folhas | |||
(1) dose maior é indicada para estádios mais avançados das plantas daninhas. Usar adjuvante não iônico a 0,5% a 1,0% v/v, dose maior é indicada para potencializar o controle. (2) dose maior é indicada para estádios mais avançados das plantas daninhas. Usar adjuvante não iônico a 0,5% v/v. (3) para manejo e complementação no controle de infestações de gramíneas recomenda-se aplicação de herbicidas registrados para cultura conforme dose e recomendações de uso descrito na bula. | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: realizar no máximo 1 aplicação por ciclo do cultivo. | |||||
CULTURAS PERENES: BANANA, CAFÉ, CITROS, MAÇÃ, MANGA, MAMONA | |||||
Manejo na dessecação de plantas daninhas de folhas largas (2) em jato dirigido em culturas perenes | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
BANANA | |||||
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 2-8 folhas | 35-100 (1) | 100-200 | 5 |
Caruru | Amaranthus deflexus | ||||
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Buva | Conyza bonariensis | 2-8 folhas | 35-100 (1) | 100-200 | 5 |
Macela | Gnaphalium spicatum | ||||
Cheirosa | Hyptis suaveolens | ||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | ||||
Rubim | Leonurus sibiricus | ||||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | ||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Nabiça | Raphanus raphanistrum | ||||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | ||||
Fedegoso | Senna obtusifolia | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Agriãozinho | Synedrellopsis grisebachii | ||||
Erva-de-touro | Tridax procumbens | ||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
CAFÉ | |||||
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 2-8 folhas | 50-100 (1) | 100-200 | 4 |
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 2-8 folhas | 35-100 (1) | ||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2-8 folhas | |||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2-8 folhas | 35-100 (1) | ||
Buva | Conyza bonariensis | 2-8 folhas | |||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 2-8 folhas | |||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 2-8 folhas | |||
Fazendeiro | Galinsoga parviflora | 2-8 folhas | 50-100 (1) | ||
Macela | Gnaphalium spicatum | 2-8 folhas | 35-100 (1) | ||
Cheirosa | Hyptis suaveolens | 2-8 folhas | |||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 2-8 folhas | 50-100 (1) | ||
Corda-de-viola | Ipomoea triloba | 2-8 folhas | 35-100 (1) | ||
Rubim | Leonurus sibiricus | 2-8 folhas | |||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 2-8 folhas | |||
Beldroega | Portulaca oleracea | 2-8 folhas | 35-100 (1) | ||
Nabiça | Raphanus raphanistrum | 2-8 folhas | |||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2-8 folhas | |||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 2-8 folhas | |||
Agriãozinho | Synedrellopsis grisebachii | 2-8 folhas | |||
CULTURAS PERENES: BANANA, CAFÉ, CITROS, MAÇÃ, MANGA, MAMONA | |||||
Manejo na dessecação de plantas daninhas de folhas largas (2) em jato dirigido em culturas perenes | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
CITROS | |||||
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 2-8 folhas | 35-70 (1) | 100-200 | 3 |
Picão-preto | Bidens pilosa | 2-8 folhas | |||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2-8 folhas | |||
Buva | Conyza bonariensis | 2-8 folhas | |||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 2-8 folhas | |||
Macela | Gnaphalium spicatum | 2-8 folhas | |||
Cheirosa | Hyptis suaveolens | 2-8 folhas | |||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 2-8 folhas | |||
Rubim | Leonurus sibiricus | 2-8 folhas | |||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 2-8 folhas | |||
Beldroega | Portulaca oleracea | 2-8 folhas | |||
Nabo-bravo | Raphanus raphanistrum | 2-8 folhas | |||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2-8 folhas | |||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 2-8 folhas | |||
Agriãozinho | Synedrellopsis grisebachii | 2-8 folhas | |||
Erva-de-touro | Tridax procumbens | 2-8 folhas | |||
MAÇÃ | |||||
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 2-8 folhas | 35-70 (1) | 100-200 | 3 |
Picão-preto | Bidens pilosa | 2-8 folhas | |||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2-8 folhas | |||
Cheirosa | Hyptis suaveolens | 2-8 folhas | |||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 2-8 folhas | |||
Corda-de-viola | Ipomoea triloba | 2-8 folhas | 50-70 (1) | ||
Rubim | Leonurus sibiricus | 2-8 folhas | 35-70 (1) | 100-200 | 3 |
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 2-8 folhas | |||
Beldroega | Portulaca oleracea | 2-8 folhas | |||
Nabo-bravo | Raphanus raphanistrum | 2-8 folhas | |||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2-8 folhas | |||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 2-8 folhas | |||
Agriãozinho | Synedrellopsis grisebachii | 2-8 folhas | |||
MAMONA | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea hederifolia | Pré- florescimento | 35-70 (1) | 100-200 | 3 |
Erva-de-Touro | Tridax procumbens | 6-8 folhas | |||
MANGA | |||||
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 2-8 folhas | 35-70 (1) | 100-200 | 3 |
Caruru | Amaranthus deflexus | 2-8 folhas | 25-70 (1) | ||
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 2-8 folhas | 35-70 (1) | ||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2-8 folhas | |||
Erva-de-santa-luzia | Chamaesyce hyssopifolia | 2-8 folhas | 25-70 (1) | ||
CULTURAS PERENES: BANANA, CAFÉ, CITROS, MAÇÃ, MANGA, MAMONA | |||||
Manejo na dessecação de plantas daninhas de folhas largas (2) em jato dirigido em culturas perenes | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2-8 folhas | 35-70 (1) | ||
Buva | Conyza bonariensis | 2-8 folhas | |||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 2-8 folhas | |||
Cambará | Eupatorium pauciflorum | 2-8 folhas | 25-70 (1) | ||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 2-8 folhas | |||
Cheirosa | Hyptis suaveolens | 2-8 folhas | 35-70 (1) | ||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 2-8 folhas | |||
Corda-de-viola | Ipomoea triloba | 2-8 folhas | 50-70 (1) | ||
Rubim | Leonurus sibiricus | 2-8 folhas | 35-70 (1) | ||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 2-8 folhas | |||
Beldroega | Portulaca oleracea | 2-8 folhas | |||
Nabiça | Raphanus raphanistrum | 2-8 folhas | |||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2-8 folhas | |||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 2-8 folhas | |||
Agriãozinho | Synedrelopsis grisebachii | 2-8 folhas | |||
Erva-de-touro | Tridax procumbens | 2-8 folhas | |||
(1) dose maior é indicada para estádios mais avançados das plantas daninhas e/ou controle por períodos maiores. Para banana, café, citros, maçã, manga: usar adjuvante não iônico a 0,5% v/v. Para mamona: usar adjuvante não iônico a 0,5% a 1,0% v/v, dose maior é indicada para potencializar controle. (2) para manejo e complementação no controle de infestações de gramíneas, recomenda-se herbicidas graminicidas registrados, conforme dose e recomendações de uso descrito na bula. Aplicar somente em solos argilosos com mais de 2% de matéria orgânica e mínimo de 30% de argila. | |||||
Número, época e intervalo de aplicação:
| |||||
PASTAGEM | |||||
Operação de controle de plantas daninhas em pós-emergência nas pastagens de Brachiaria brizantha, Brachiaria decumbens e Panicum maximum cv. Tobiatã. | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose g p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Guanxuma | Sida rhombifolia | 2-8 folhas | 70-100 (1) | 100-200 | 1 |
Buva | Conyza bonariensis | 2-8 folhas | 70-100 (1) | ||
(1) dose maior é indicada para estádios mais avançados das plantas daninhas. Usar adjuvante não iônico a 0,5% a 1,0% v/v, sendo a dose maior indicada para potencializar o controle. | |||||
Aplicação em pós-emergência na dose recomendada adicione sempre adjuvante não iônico conforme descrito em cada cultura.
Faça a aplicação dentro das condições climáticas e do período ideal do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas de folhas largas evitando que haja rebrotas de algumas espécies, incluir no manejo de plantas daninhas de folhas estreitas outros herbicidas devidamente recomendados e registrados.
Assegure o controle com:
Uma boa cobertura dos alvos a serem atingidos;
Uso de dose mais alta de adjuvante em condições mais críticas;
Aplicação em plantas daninhas em pleno desenvolvimento vegetativo;
Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de controle;
Condições de alta umidade relativa e temperatura entre 20 e 30°C.
Evite aplicações nas horas mais quentes do dia, temperaturas acima de 30°C, e com baixa umidade relativa do ar, umidade relativa abaixo de 55%, ou com ventos acima de 10 km/hora, principalmente quando essas condições causem estresse hídrico nas plantas e favoreçam a deriva da pulverização.
Aplique todo volume preparado no mesmo dia, não deixe o produto dentro do tanque de um dia para outro.
Logo após o uso limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra e os bicos) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-los com outros produtos.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Arroz | Ludwigia octovalvis | cruz-de-malta (1), ludwigia (5) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Ludwigia octovalvis | cruz-de-malta (1), ludwigia (5) | Ver detalhes |
| Banana | Leonurus sibiricus | chá-de-frade, cordão-de-são-francisco (2), erva-macaé | Ver detalhes |
| Batata | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Café | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Citros | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Feijão | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Girassol | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Maçã | Hyptis suaveolens | bamburral, betônica-brava (2), cheirosa (2) | Ver detalhes |
| Mamona | Ipomoea hederifolia | amarra-amarra (1), corda-de-viola (7), corriola (5) | Ver detalhes |
| Manga | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Milho | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Pastagens | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
| Soja | Artemisia verlotorum | absinto, artemija, losna | Ver detalhes |
| Trigo | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
Por se tratar de uma formulação do tipo WG (Grânulos Dispersíveis em Água) o produto deve ser adicionado lentamente no tanque do pulverizador sob agitação constante ou pré dissolvido em recipientes adequados.
Adicionar o adjuvante à calda após o produto, conforme recomendação para cada cultura descrita no item CULTURA / PLANTAS DANINHAS / DOSES / NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO.
Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada. Nas aplicações de jato dirigido, evitar que o produto atinja as folhas da cultura, sendo recomendado o uso de “Chapéu de Napoleão” ou barras laterais protetoras específicas para jato dirigido que evitem deriva de calda sobre as partes verdes das culturas.
Recomenda-se o volume de calda entre 150 e 400 L/ha, dependendo do cultivo e manejo a ser adotado. Seguir as recomendações do item CULTURA / PLANTAS DANINHAS / DOSES / NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de grossas (C),
conforme norma ASABE S572.1. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.
Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
Recomenda-se o volume de calda entre 30 e 50 L/ha.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de grossas (C), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.
Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.
Estabelecer distância segura entre a aplicação e o operador (10 metros), assim como áreas de bordadura.
Observe também as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. Em caso de divergência, respeitar a condição/distância mais restritiva.
Antes de iniciar a aplicação com aeronaves remotamente pilotadas (ARP/drones), certifique-se que o equipamento que será utilizado esteja regularizado e/ou habilitado, e com a devida guia de aplicação para registro dos dados de voo e garantia da segurança operacional. O tipo de cultura, alvo, pontas, espaçamento, vazão, e pressão de trabalho devem estar corretamente calibrados e proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura do alvo a ser atingido, conforme aspectos técnicos aplicáveis ao ARP selecionado. A aplicação deste produto pode ser realizada com auxílio de drones agrícolas de pulverização, por um profissional devidamente habilitado.
Manter uma altura de voo em torno de 2 m, não ultrapassando 5 metros acima do alvo a ser tratado. Evite alturas de voo muito altas ou muito baixas, pois esses procedimentos podem impactar na faixa tratada.
Evite utilizar o drone sem que haja adequada sobreposição de passadas durante a aplicação, a exemplo do que se faz em aplicações aéreas convencionais. A faixa de deposição ideal para os drones deve ser calculada com as mesmas metodologias utilizadas para a aplicação aérea convencional. Entretanto, na impossibilidade da realização desta avaliação, considere que os drones multi-rotores acima de 25 kg de carga útil apresentem faixa de deposição de 5 a 7 metros. Consulte o fabricante do equipamento sobre o melhor ajuste desse parâmetro para cada modelo, e solicite o apoio de um agrônomo especializado. Evite utilizar o drone com velocidade de trabalho superior a 5 m/s, principalmente em terrenos de topografia mais acidentada, para garantir uma boa estabilidade da aeronave durante a pulverização, buscando evitar falhas de deposição que podem comprometer a qualidade de trabalho executado.
O drone deve ser calibrado para uma taxa de aplicação (volume de calda) em torno de 30 L, mínimo de 20 L/ha.
A seleção das pontas ou o ajuste da rotação dos bicos rotativos deve propiciar um espectro de gotas das classes de média a grossa de forma a minimizar o risco de deriva e proporcionar deposição adequada no alvo. É importante que as pontas sejam escolhidas em função do planejamento e das características operacionais da aeronave, e para que o espectro de gotas fique dentro da recomendação. No caso das pontas hidráulicas, selecione modelos com indução de ar que propiciem gotas das classes média a grossa.
Ao pulverizar com drones, utilize técnicas para otimizar o resultado e a redução da deriva. Não utilize pontas hidráulicas ou ajustes de bicos rotativos que propiciem gotas finas ou muito finas. Ao pulverizar com drones, mantenha uma faixa de segurança evitando deriva em alvos indesejados. Para a preparação da calda de pulverização, utilize o adjuvante na dose recomendada pelo fabricante. Recomendamos e é necessário realizar a aplicação de produtos com auxílio de empresas de drones que tenham realizado os cursos para aplicação com aeronaves remotamente pilotadas (drones/ARP), de acordo com a Normativa MAPA nº 298, de 22 setembro de 2021 ou qualquer outra que venha complementá-la ou substituí-la. Independentemente da capacitação realizada, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações que constam no rótulo e na bula do produto. Consulte sempre as normas vigentes (MAPA, DECEA, ANAC e ANATEL).
Volume de calda em torno de 30 litros/ha, mínimo de 20 L/ha, classe de gotas média a grossa, altura de voo de 2 a 5 metros e faixa de aplicação adequado. Fazer o ajuste de acordo com cada modelo de drone. As condições meteorológicas para pulverização devem ser as seguintes: Temperatura < 30°C, Umidade relativa do ar > 60%, Velocidade do vento entre 2 e 10 km/h.
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 03 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva. Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 55%) e altas temperaturas (maiores que 30oC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região. O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.
Não deixe a calda de agroquímicos preparada de um dia para outro dentro do tanque de pulverização.
Certifique-se de que o tanque do equipamento de pulverização esteja limpo (isento de resíduos) antes de iniciar a operação.
Logo após a pulverização com Heat®, limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem, conforme procedimento abaixo:
Esgote ao máximo a calda presente no tanque;
1ª Lavagem: Enxague as paredes internas do tanque vazio e lave com água limpa, circulando a água em todo o sistema (tanque, barra, pontas e filtros) por no mínimo 15 minutos, esgotando o conteúdo do tanque pelas pontas de pulverização. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retorno do tanque. O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes. As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região. O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima
(velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador. Lavar com no mínimo de 20% da capacidade do tanque, garantindo uma boa agitação que auxilie na limpeza das paredes internas do tanque.
2ª Lavagem: Complete o tanque com água limpa e adicione solução comercial de limpeza de tanque, conforme recomendação do fabricante. Acione o sistema de agitação e mantenha ligado por no mínimo 15 minutos. Com o equipamento ligado, esgote o conteúdo do tanque pelas pontas de pulverização.
3ª Lavagem: Remova as capas, pontas de pulverização e filtros, e coloque-as em recipiente contendo água limpa e solução comercial de limpeza de tanque. Após removê-los, repita a lavagem com água limpa, visando retirar os resíduos no sistema, esgotando o conteúdo do tanque pelos porta bicos. Reinstale as pontas de pulverização, filtros e capas limpos na barra de pulverização.
Atenção à limpeza em “zonas mortas” dos equipamentos, como áreas terminais de linha, filtros, válvulas, mangueiras dobradas, além do tanque de pré-diluição e lavagem de embalagem de agroquímicos.
Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres e aéreas poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.
CULTURA | DIAS |
Arroz | 60 |
Banana, Café | 1 |
Algodão, Batata, Cana-de-açúcar, Citros, Feijão, Girassol, Soja | 7 |
Maçã | 15 |
Mamona | U.N.A. (uso não alimentar) |
Manga | 14 |
Milho | Não estabelecido devido à modalidade de aplicação |
Pastagem | Não determinado devido à modalidade de emprego |
Trigo – pré-emergência | Não estabelecido devido à modalidade de aplicação |
Trigo – pós-emergência | 95 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
Cultura | Alvos | Dose | Época de aplicação |
Eucalipto* | Acanthospermum hispidum Carrapicho-de-carneiro | 60 a 80 g/ha | HIGON R® deve ser usado nas entrelinhas da plantação, em pós emergência, com as ervas daninhas em estádio de 4 folhas. |
Alternanthera tenella Apaga-fogo | |||
Bidens pilosa Picão-preto | |||
Commelina benghalensis Trapoeraba | |||
Ipomoea grandifolia Corda-de-viola | |||
Raphanus raphanistrum Nabo-bravo | |||
Número máximo de aplicações por ciclo de cultura: 1 Intervalo de aplicação: aplicação única Volume de calda: Aplicação terrestre: 100 a 300 L/ha (equipamentos tratorizados) 400 a 600 L/ha (equipamentos costais manuais) | |||
Pinus* | Acanthospermum hispidum Carrapicho-de-carneiro | 60 a 80 g/ha | HIGON R® deve ser usado nas entrelinhas da plantação, em pós emergência, com as ervas daninhas em estádio de 4 folhas. |
Alternanthera tenella Apaga-fogo | |||
Bidens pilosa Picão-preto | |||
Commelina benghalensis Trapoeraba | |||
Ipomoea grandifolia Corda-de-viola | |||
Raphanus raphanistrum Nabo-bravo | |||
Número máximo de aplicações por ciclo de cultura: 1 Intervalo de aplicação: aplicação única Volume de calda: Aplicação terrestre: 100 a 300 L/ha (equipamentos tratorizados) 400 a 600 L/ha (equipamentos costais manuais) | |||
Soja** | Raphanus sativus Rábano | 40 g/ha | HIGON R® poderá ser usado uma vez no manejo da cobertura vegetal no sistema de plantio direto (pré-plantio e plantio) ou uma vez em pós-plantio, após o estádio |
Senecio brasiliensis Flor-das-almas | |||
Acanthospermum australe Carrapicho-rasteiro | 60 a 80 g/ha | ||
Acanthospermum hispidum Carrapicho-de-carneiro | de 3º trifólio da soja e pós- emergência das ervas, em estádio de 4 a 6 folhas. | ||
Ageratum conyzoides Mentrasto | |||
Alternanthera tenella Apaga-fogo | |||
Amaranthus hybridus Caruru-roxo | |||
Amaranthus viridis Caruru-de-mancha | |||
Bidens pilosa Picão-preto | |||
Blainvillea latifolia Picão-grande | |||
Commelina benghalensis Trapoeraba | |||
Desmodium tortuosum Carrapicho-beiço-de-boi | |||
Galinsoga parviflora Picão-branco | |||
Hyptis lophanta Catirina | |||
Hyptis suaveolens Bamburral | |||
Ipomoea aristolochiaefolia Corda-de-viola | |||
Ipomoea grandifolia Corda-de-viola | |||
Melampodium perfoliatum Flor-amarela | |||
Parthenium hysterophorus Losna-branca | |||
Portulaca oleracea Beldroega | |||
Raphanus raphanistrum Nabo-bravo | |||
Vigna unguiculata Feijão-miúdo | |||
Calopogonium mucunoides Calopogônio | 80 g/ha | ||
Conyza bonariensis Rabo-de-foguete | |||
Emilia sonchifolia Falsa-serralha | |||
Euphorbia heterophylla Amendoim-bravo | |||
Senna obtusifolia Fedegoso-branco | |||
Tridax procumbens Erva-de-touro | |||
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 Intervalo de aplicação: aplicação única Volume de calda: Aplicação terrestre: 100 a 300 L/ha (equipamentos tratorizados) 400 a 600 L/ha (equipamentos costais manuais) Aplicação aérea: 20 a 40 L de calda/ha | |||
** Na cultura da soja adicionar adjuvante a base de óleo mineral emulsionável na dose de 0,05% v/v.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Eucalipto | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Pinus | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Soja | Emilia sonchifolia | bela-emilia, falsa-serralha, pincel | Ver detalhes |
Aplicação terrestre: abastecer o pulverizador com água limpa até ¾ de sua capacidade, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. Coloque a dose indicada de HIGON R® em um recipiente com água a parte para se obter uma pré-diluição do produto. Após isso adicione a pré-diluição ao tanque e complete o volume restante com água, sempre sob agitação constante. Em seguida adicionar adjuvante (óleo emulsionável) na dose de 0,05% v/v (50 mL/100 litros de água), mantendo-se a contínua agitação.
Deve-se preparar apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação. A aplicação deve ser por pulverização sobre o alvo biológico, por cobertura total, imediatamente após a preparação da calda.
Na cultura da soja, o produto pode ser pulverizado com equipamentos para aplicação terrestre tratorizada ou costal e por aplicação aérea.
Para se obter uma distribuição uniforme de HIGON R®, recomenda- se volume de aplicação: 100 a 300 L/ha de calda, via tratorizada; ou 400 a 600 L/ha de calda, via manual costal. Utilizar bicos de jato em leque, com ângulo de 80° ou 100° e pressão de trabalho de 30 a 50 Lb/pol2. Escolha os bicos e ajuste a pressão para gerar densidade de 20 a 40 gotas/cm2 e diâmetro de gotas de 180 a 200 µm.
Em aplicação aérea, na cultura da soja, obedecer a vazões entre 20 a 40 L/ha de calda e velocidade do vento inferior a 10 km/h. Aplicar através de aeronaves agrícolas, dotadas de barra com bicos tipo cônicos (06 ou 08. core 44 a 46), ou com bicos rotativos (MICRONAIR - AU-5000-2), obedecendo à altura de vôo de 3-4 m (MICRONAIR) ou 2.3 m (bicos cônicos) e à largura da faixa de deposição efetiva de 13 m. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.
Nas culturas de eucalipto e pinus, HIGON R® deve ser aplicado com pulverizador tratorizado, empregando volume de calda de 100 a 300 L/ha. Realizar aplicação com o jato dirigido somente nas entrelinhas do plantio, sendo os bicos montados com proteção de chapéu-de-napoleão, para evitar o contato do produto com a cultura.
Cultura | Dias |
Eucalipto | UNA |
Pinus | UNA |
Soja | 65 |
UNA: Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI).
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
KROST 970 WG é um herbicida hormonal seletivo do grupo ariloxialcanóico, granulado dispersível, que contém 970 g/kg do ingrediente ativo sal de dimetilamina do ácido 2,4-diclorofenoxiacético, utilizado na pós-emergência das plantas daninhas.
KROST 970 WG é indicado para o controle de plantas daninhas nas culturas de arroz e arroz irrigado (pós- emergência da cultura e plantas infestantes), aveia, café (jato dirigido nas entrelinhas), cana-de-açúcar (pós-emergência da cultura e plantas infestantes), centeio, cevada, duboisia (jato dirigido nas entrelinhas), milheto e milho (plantio direto e pós-emergência da cultura e plantas infestantes), pastagem, soja (plantio direto), sorgo, trigo e triticale.
Culturas | Alvo biológico | Doses P.C.* (L/ha) | Época e número aplicações | |
Nome comum | Nome científico | |||
Angiquinho | Aeschynomene rudis | 1,25 | Arroz: Aplicar em pós-emergência entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, com as plantas daninhas em estádio de até 4 folhas. Cana-de-açúcar: Aplicar com a cana maior de 30 cm de altura até a formação do colmo e quando a planta daninha estiver em pleno crescimento vegetativo, evitando épocas em que estiver sob estresse hídrico. Milho/Milheto:
Apenas 1 aplicação. | |
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 0,83 – 1,25 | ||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | 0,66 – 1,25 | ||
Caruru-de- | Amaranthus viridis | |||
mancha | ||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 0,50 – 1,25 | ||
Arroz Cana-de- | Corda-de-viola | Ipomoea purpurea | 0,66 – 1,25 | |
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | |||
açúcar | ||||
Milheto | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||
Milho | ||||
0,83 – 1,25 | ||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | |||
Nabo-bravo | Raphanus raphanistrum | 0,66 – 1,25 | ||
Picão-branco | Galinsoga parviflora | 0,83 – 1,25 | ||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 0,66 – 1,25 | ||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 0,83 – 1,25 | ||
Angiquinho | Aeschynomene rudis | 1,25 | Fazer uma aplicação em pós- | |
emergência entre o perfilhamento e | ||||
0,66 – 1,25 | ||||
Carrapicho-de- | Acanthospermum | o emborrachamento da cultura, | ||
Arroz | carneiro | hispidum | estando as plantas daninhas no | |
Irrigado | Mamona | Ricinus communis | 0,66 – 1,25 | estádio de até 4 folhas, antes da |
entrada de água. | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 0,66 – 1,25 | Apenas 1 aplicação. | |
Culturas | Alvo biológico | Doses P.C.* (L/ha) | Época e número aplicações | |
Nome comum | Nome científico | |||
Aveia Centeio Cevada Sorgo Triticale | Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 0,41 – 0,56 | Fazer uma aplicação em pós- emergência da cultura e das plantas infestantes, após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento da cultura, estando as plantas daninhas no estádio de 3 a 5 folhas. Sorgo: Aplicação deve ser feita na pós-emergência da cultura até o estádio de 4 folhas e na pós- emergência das plantas daninhas. Aplicações mais tardias podem ser feitas com jato dirigido sobre as plantas infestantes, evitando atingir o sorgo quando este estiver com mais de 4 folhas. Utilizar doses maiores para invasoras mais desenvolvidas. Apenas 1 aplicação |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 0,33 – 0,56 | ||
Corda-de-viola | Ipomoea purpurea | 0,33 – 0,56 | ||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 0,41 – 0,56 | ||
Nabo-bravo | Raphanus raphanistrum | 0,33 – 0,56 | ||
Picão-branco | Galinsoga parviflora | 0,33 – 0,56 | ||
Picão-preto | Bidens pilosa | 0,33 – 0,56 | ||
Serralha | Sonchus oleraceus | 0,33 – 0,56 | ||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 0,41 – 0,56 | ||
Café Duboisia | Beldroega | Portulaca oleracea | 1,66 – 2,90 | Aplicar através jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós- emergência das plantas daninhas e quando elas atingirem de 5 a 10 cm de altura, sempre em época quente, logo após a arruação ou esparramação. Apenas 1 aplicação. |
Caruru | Amaranthus viridis | 1,66 – 2,90 | ||
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 1,66 – 2,90 | ||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | 1,66 – 2,90 | ||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,66 – 2,90 | ||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 1,25 – 2,90 | ||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 1,66 – 2,90 | ||
Pastagem | Beldroega | Portulaca oleracea | 0,83 – 1,66 | Aplicar no mínimo 7 dias antes da semeadura, usar doses menores para plantas daninhas em estádio inicial de desenvolvimento e doses maiores para plantas mais desenvolvidas. Apenas 1 aplicação. |
Buva | Conyza bonariensis | 0,83 – 1,66 | ||
Caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus | 0,83 – 1,66 | ||
Gervão-branco | Croton glandulosus | 0,83 – 1,66 | ||
Juá | Solanum palinacanthum | 0,83 – 1,66 | ||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 1,25 – 1,66 | ||
Guanxuma- branca | Sida glaziovii | 1,66 | ||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | 0,83 – 1,66 | ||
Malva-branca | Sida cordifolia | 0,83 – 1,66 | ||
Maria-pretinha | Solanum americanum | 0,83 – 1,66 | ||
Maria-mole | Senecio brasiliensis | 1,66 | ||
Melão-de-são- caetano | Momordica charantia | 1,25 – 1,66 | ||
Picão-preto | Bidens pilosa | 0,83 – 1,66 | ||
Soja (plantio direto) | Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 1,03 – 1,25 | Aplicar no mínimo 7 dias antes da semeadura, usar doses menores para plantas daninhas em estádio inicial de desenvolvimento e doses maiores para plantas mais desenvolvidas. Apenas 1 aplicação. |
Erva-quente | Spermacoce latifolia | 1,25 | ||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 1,25 | ||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | 1,25 | ||
Nabo-bravo | Raphanus raphanistrum | 0,83 – 1,25 | ||
Picão-branco | Galinsoga parviflora | 0,83 – 1,25 | ||
Picão-preto | Bidens pilosa | 0,83 – 1,25 | ||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 1,03 – 1,25 | ||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 1,03 – 1,25 | ||
Culturas | Alvo biológico | Doses P.C.* (L/ha) | Época e número aplicações | |
Nome comum | Nome científico | |||
Trigo | Picão-Preto | Bidens pilosa | 0,83 – 1,25 | Época de aplicação: Na pós-emergência das plantas daninhas – Até 4 folhas, pares de folhas ou trifólios, e antes ao florescimento de plantas daninhas dicotiledôneas, anuais ou perenes. Na pós-emergência da cultura do Trigo – Antes do perfilhamento ou após o emborrachamento da cultura. Apenas 1 aplicação em pós- emergência. |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 0,83 – 1,25 | ||
Picão-branco | Galinsoga parviflora | 0,83 – 1,25 | ||
Soja voluntária | Glycine max | 0,83 – 1,25 | ||
Nabo, nabiça | Raphanus raphanistrum | 0,83 – 1,25 | ||
Algodão voluntário | Gossypium hirsutum | 1,03 – 1,25 | ||
Buva | Conyza sumatrensis | 1,25 | ||
Buva | Conyza bonariensis | 1,25 | ||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Arroz | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Aveia | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Café | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Centeio | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Cevada | Sonchus oleraceus | chicória-brava, serralha, serralha-lisa | Ver detalhes |
| Duboisia | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Milheto | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Milho | Ipomoea purpurea | campainha (9), corda-de-viola (10), corriola (8) | Ver detalhes |
| Pastagens | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
| Soja | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Sorgo | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Conyza sumatrensis | Ver detalhes | |
| Triticale | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
Se embalagens hidrossolúveis: devem ser adicionadas diretamente no tanque de pulverização, obedecendo as doses recomendadas. Encher o tanque do pulverizador até um nível aproximadamente de 20% do total. Adicionar as embalagens hidrossolúveis do produto. Permitir que os sacos hidrossolúveis fiquem de molho durante 3 minutos, enquanto se adiciona água até metade da capacidade do tanque. Ao atingir a metade do pulverizador, iniciar a agitação da calda. Então, completar a capacidade do tanque, sob agitação constante, para a perfeita dissolução das embalagens hidrossolúveis e do produto.
Após a dissolução, o KROST 970 WG deve ser aplicado por pulverização em equipamento tratorizado. O volume de calda pode variar em função da modalidade do tratamento, da área efetivamente tratada, do porte e da densidade das invasoras. O produto deve ser aplicado exclusivamente com equipamento tratorizado com barra, de modo a providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas daninhas. Volume de calda: 100 a 300 L/ha.
Bicos: tipo leque da série 80 ou 110 cm2. Pressão: 2,15 a 4,3 kg/cm2 (30 a 60 lb/pol2) Tamanho de gotas: 200 a 300 micrômetros. Densidade de gotas: mínimo de 30 gotas/cm2.
Os valores abaixo devem ser as médias durante os tiros de aplicação e não instantâneos. Temperatura máxima: 25ºC
Umidade relativa mínima: 55%
Velocidade máxima do vento: 10 km/h (3 m/s)
Observações locais durante a aplicação deverão ser realizadas visando ao máximo as perdas por volatilização ou deriva, não aplicar com vento zero.
Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes d’água, criações e áreas de preservação ambiental.
Proceda à lavagem com solução a 3% de amoníaco ou soda cáustica, deixando-a no tanque por 24 horas. Substituí-la depois por solução de carvão ativado a 3 g/L de água e deixar em repouso por 1 ou 2 dias, lavando em seguida com água e detergente. Descartar a água remanescente da lavagem por pulverização nas bordaduras das lavouras, em local onde não atinja culturas sensíveis ao 2,4-D. Recomenda-se fazer um teste de fitotoxicidade em culturas sensíveis ao 2,4-D, tais como: curcubitáceas, tomate ou algodão; antes de usar o equipamento para pulverização de outros produtos. Preferencialmente utilizá-lo unicamente para aplicação de 2,4-D ou formulações que o contenham. As condições de aplicação poderão ser alteradas de acordo com as instruções do Engenheiro Agrônomo ou técnico responsável.
Culturas | Dias |
Arroz, Arroz Irrigado, Aveia, Centeio, Cevada, Sorgo, Trigo e Triticale | (1) |
Milho e Milheto | (2) |
Cana-de-açúcar | (3) |
Soja | (4) |
Duboisia e Pastagem | U.N.A. |
Café | 30 |
Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento.
O intervalo de segurança para a cultura do milho/milheto convencional é não determinado por ser de uso desde a fase pré- emergência até o milho/milheto atingir a altura de 25 cm. Para o milho geneticamente modificado que expressa resistência ao 2,4-D, o intervalo de segurança é de 70 dias, quando o produto for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
Intervalo de segurança não determinado por ser de uso em pré e pós-emergência até 3 meses após o plantio ou corte.
Uso permitido somente em pré-plantio.
U.N.A – Uso não alimentar.
Culturas | Intervalo de Reentrada* | |
2h de atividades | 8h de atividades | |
Arroz | 24 horas | 14 dias |
Arroz Irrigado | 24 horas | 14 dias |
Aveia | 24 horas | 4 dias |
Café | 24 horas(1) | 24 horas(1) |
Cana-de-açúcar | 13 dias | 31 dias(2) |
Centeio | 2 dias | 20 dias |
Cevada | 2 dias | 20 dias |
Duboisia | 24 horas(2) | 24 horas(2) |
Milheto | 24 horas | 18 dias |
Milho | 24 horas | 18 dias |
Pastagem | 5 dias(3) | 23 dias(3) |
Soja | 24 horas | 18 dias |
Sorgo | 24 horas | 4 dias |
Trigo | 2 dias | 20 dias |
Triticale | 2 dias | 20 dias |
A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada com a utilização pelos trabalhadores de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas.
Os intervalos de reentrada são resultantes da avaliação do risco ocupacional realizada durante a reavaliação do ingrediente ativo. Outros intervalos de reentrada poderão ser indicados, se a avaliação do risco ocupacional do produto formulado, realizada pela Anvisa, assim determinar (Parágrafo Único do Art. 2º da RDC nº 284, de 19 de maio de 2019).
Mantido em 24 horas pela ausência relevante de contato na reentrada.
Necessária a utilização pelos trabalhadores, após o intervalo de reentrada, de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e luvas como equipamento de proteção individual (EPI) para se realizar qualquer trabalho nas culturas de cana-de-açúcar após a aplicação de produtos contendo 2,4-D.
Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar
APLICAÇÃO FOLIAR TRATORIZADA | ||||||
Cultura | Plantas daninhas controladas | Doses (L/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação | Época de aplicação | |
Nome comum | Nome científico | |||||
Beldroega | Portulaca oleracea | 1 (uma) aplicação | Aplicar em época quente (acima de 20ºC), com boa pluviosidade, onde as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo. Isto ocorre normalmente de outubro a março. No norte do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época favorável às aplicações aéreas. | |||
Caruru | Amaranthus viridis | 1,0 | ||||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | |||||
Cheirosa | Hyptis suaveolens | |||||
Erva-quente; Poaia-do-campo | Spermacoce alata | 2,0 | ||||
Pastagens | Malva-veludo | Sida cordifolia | 3,0 | 200 a 400 | ||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||
Maria-mole | Senecio brasiliensis | (trator com barra) | ||||
Malva-preta; Malvisco | Sidastrum micranthum | |||||
Malva-roxa | Sidastrum paniculatum | |||||
Assa-peixe-branco | Vernonia polyanthes | |||||
Fedegoso; Mata-pasto | Senna occidentalis | |||||
Malva-veludo | Waltheria indica | |||||
Canela-de-perdiz; Gervão-branco | Croton glandulosus | |||||
APLICAÇÃO FOLIAR TRATORIZADA | ||||||
Cultura | Plantas daninhas controladas | Doses (L/ha) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação | Época de aplicação | |
Nome comum | Nome científico | |||||
Pastagens | Lobeira | Solanum lycocarpum | 4,0 | 200 a 400 (trator com barra) | 1 (uma) aplicação | Aplicar em época quente, com boa pluviosidade, onde as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo. Isto ocorre normalmente de outubro a março. No norte do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época favorável às aplicações aéreas. |
Joá-bravo | Solanum aculeatissimum | |||||
Assa-peixe-roxo | Vernonia westiniana | 5,0 | ||||
Cana-de- açúcar | Corda-de-viola | Merremia aegyptia | 2,0 | 200 | 1 (uma) aplicação | Aplicação pós-emergência da cultura e das plantas daninhas. |
Corda-de-viola | Merremia cissoides | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea purpurea | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | |||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||
Mamona | Ricinus communis | |||||
PULVERIZAÇÃO TRATORIZADA DE TOCOS | ||||||
Cultura | Plantas daninhas controladas | Doses (1) | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicações | Época de aplicação (2) | |
Pastagens | Nome comum | Nome científico | ||||
Assa-peixe-roxo | Vernonia westiniana | 3,0-4,0% (misturar 3,0 a 4,0 L do produto em 97,0 a 96,0 L de água) | 200 a 400 | 1 (uma) aplicação | Aplicar em qualquer época do ano, aplicando-se até ponto de escorrimento da calda no toco cortado, podendo-se molhar o solo próximo ao toco recém cortado. Deve-se fazer um tratamento e fazer um repasse em caso de rebrota. Para o repasse respeitar a época indicada anteriormente. | |
Unha-de-vaca | Bauhinia variegata | |||||
Unha-de-boi | Bauhinia divaricata | |||||
Jacarandá-de-espinho; Jacarandá-de-bico-de-pato | Machaerium aculeatum | |||||
Lobeira | Solanum lycocarpum | |||||
Roseta; Espinho-de-agulha | Randia armata | |||||
Leiteira | Peschiera fuchsiaefolia | 4,0% (misturar 4,0 L do produto em 96,0 L de água) | ||||
Aroerinha | Schinus terebinthifolius | |||||
Arranha-gato | Acacia plumosa | |||||
Unha-de-gato | Acacia paniculata | |||||
Espinho-agulha | Barnadesia rósea | |||||
(1) Utilizar as doses mais altas para plantas com roçadas anteriores, que são mais resistentes ao produto.
(2) Para repasse por via foliar, esperar que a rebrota atinja uma superfície foliar equilibrada o suficiente para absorver uma quantidade de produto que atinja todo o seu sistema radicular. Para rebrota de tocos é preferível refazer o corte e reaplicar o produto, em lugar de aplicar nas poucas folhas de rebrota. Isso porque essa área foliar de rebrota é insuficiente para absorver a quantidade de herbicida necessário.
APLICAÇÃO AÉREA | ||||||
Cultura | Plantas daninhas controladas | Doses (L/ha) | Volume de calda (L/ha) (1) | Número de aplicação | Época de aplicação | |
Nome comum | Nome científico | |||||
Pastagens | Assa-peixe-branco | Vernonia polyanthes | 6,0 | 8 a 50 | 1 (uma) aplicação | Aplicar em época quente, com boa pluviosidade, onde as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo. Isto ocorre normalmente de outubro a março. No norte do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época favorável às aplicações aéreas. |
Assa-peixe-roxo | Vernonia westiniana | |||||
Vassourinha-botão | Spermacoce verticillata | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||
Amor-de-cunhã; Cajuçara | Solanum rugosum | |||||
Lobeira | Solanum lycocarpum | |||||
Cana-de- açúcar | Corda-de-viola | Merremia aegyptia | 2,0 | 8 a 50 | 1 (uma) aplicação | Aplicação pós-emergência da cultura e das plantas daninhas. |
Corda-de-viola | Merremia cissoides | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea purpurea | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | |||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||
Mamona | Ricinus communis | |||||
(1) Volumes totais inferiores a 50 L/ha exigem calibração e equipamentos do avião que possam produzir gotas de grande diâmetro.
ERRADICAÇÃO DO EUCALIPTO | |||
Dose | Volume de calda | Época de aplicação | Número de aplicação |
3,0 a 7,0% (misturar de 3,0 a 7,0 L do produto em 97,0 a 93,0 L de água), | 200 a 250 ml/touça | Aplicar em qualquer época do ano o produto no toco, logo após o corte das árvores ou no máximo até 24 horas após essa operação. Utilizar pulverizador tratorizado. Aplicar na superfície do corte até o ponto de escorrimento. | 1 (uma) aplicação em qualquer época do ano |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Pastagens | Machaerium aculeatum | jacarandá-de-bico-de-pato, jacarandá-de-espinho, pau-de-angu | Ver detalhes |
Pastagens e Cana-de-açúcar:
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Somente aplique o produto com equipamentos de aplicação tecnicamente adequados ao relevo do local, corretamente regulados e calibrados, conforme a recomendação do fabricante do pulverizador e do responsável técnico.
Utilize pontas de pulverização com indução de ar de jato leque para a produção de gotas grossas a extremamente grossas.
Pressão de trabalho: 30-70 lbf/pol².
Diâmetro de gotas: acima de 350 micra
Densidade de gotas: 30 gotas/cm²
Para aplicação foliar em área total, quando as áreas forem extensas e as pastagens infestadas densamente por plantas daninhas de pequeno, médio e grande porte, deve-se aplicar o produto molhando bem e uniformemente toda a folhagem da planta.
AERONAVES AGRÍCOLAS e AERONAVES REMOTAMENTE PILOTADAS ARP.
A aplicação aérea (AERONAVES AGRÍCOLAS e AERONAVES REMOTAMENTE PILOTADAS ARP -
DRONES) deverá seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas definidos para essa modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações, uso de DGPS (Sistema de Posicionamento Global Diferencial), definição dos parâmetros técnicos operacionais e de segurança relacionados aos equipamentos de aplicação, como a altura do voo, largura da faixa de deposição efetiva, modelo, tipo e ângulo do equipamento utilizado, modelo e número de pontas de pulverização, entre outros, e condições climáticas adequadas ao uso do produto, sempre supervisionadas pelo responsável pelas operações aeroagrícolas.
Para aplicação de LAVRA, deve-se observar os parâmetros que proporcionam uma boa cobertura do alvo desejado e técnicas de redução de deriva, conforme abaixo:
boa cobertura. O equipamento deverá ser regulado visando assegurar uma distribuição uniforme da calda e uma boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Não é permitida a aplicação aérea de agrotóxicos e afins, adjuvantes, fertilizantes, inoculantes, corretivos e sementes com ARP em áreas situadas a uma distância mínima de vinte metros de povoações, cidades, vilas, bairros, moradias isoladas, agrupamentos de animais, de mananciais de captação de água para abastecimento de população, inclusive reservas legais e áreas de preservação permanente, além de outras áreas ambientais com larguras mínimas de proteção estabelecidas em legislação específica, caso não sejam áreas alvos da aplicação, devendo ser respeitadas ainda, quando couber, as restrições de distância constantes na recomendação do produto a ser aplicado.
Para esta atividade, consulte sempre o Engenheiro Agrônomo e/ou o técnico agropecuário com curso de executor em aviação agrícola, os quais são os responsáveis pelas informações técnicas operacionais e de segurança referentes à aplicação do produto.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) para realizar a aplicação do produto.
As empresas que utilizarem drones na aplicação precisam ter realizado os cursos para aplicação através de aeronaves remotamente pilotadas (drones/ARP), de acordo com a Normativa MAPA nº 298, de 22 setembro de 2021, ou qualquer outra que venha complementá-la ou substitui-la, e com equipamentos registrados nos órgãos competentes para operacionalizar. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto. Sempre consulte as normas vigentes (MAPA, DECEA, ANAC e ANATEL).
Para aplicação terrestre e aérea, somente aplique o produto LAVRA com equipamentos de aplicação tecnicamente adequados ao relevo do local, corretamente regulados e calibrados, conforme a recomendação do fabricante do equipamento e do responsável pela aplicação.
Siga sempre as orientações do Engenheiro Agrônomo e/ou profissional responsável pela aplicação, que poderá conciliar o tipo de bico (por exemplo: bicos com pontas tipo leque com indução de ar), o tamanho da gota adequada à tecnologia de aplicação e a redução da possibilidade de deriva, a altura da barra e outras características do equipamento de aplicação terrestre, parâmetros técnicos operacionais e de segurança para aplicação aérea, a topografia do terreno, bem como, as doses e recomendações de uso prescritas na bula do produto para os respectivos alvos e culturas.
O profissional responsável que prescrever o uso do LAVRA deverá recomendar a especificação do equipamento mais adequado para correta aplicação do produto, de modo a reduzir a possibilidade de deriva.
Observe atentamente as instruções de uso de todos os equipamentos envolvidos. Em caso de equipamentos diferentes e regulagens específicas, consulte sempre um Engenheiro Agrônomo ou profissional responsável.
Para evitar os prejuízos causados pela deriva, é importante seguir rigorosamente as recomendações quanto as condições climáticas e equipamento de aplicação. O produto somente deve ser aplicado sob as seguintes condições meteorológicas:
Temperatura ambiente inferior a 30ºC;
Umidade relativa do ar superior a 55%;
Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.
Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplique o produto, pois pode haver risco de inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia.
Se a velocidade do vento estiver acima de 10 km/h não aplique o produto, devido ao potencial de deriva pelo movimento do ar.
Toda a pulverização com o produto LAVRA feita fora das condições operacionais e meteorológicas adequadas, pode gerar deriva de gotas e atingir cultivos vizinhos e/ou culturas sensíveis.
Prevenção de deriva e contaminação de culturas sensíveis:
Para evitar efeitos indesejáveis, observar os limites meteorológicos definidos acima, e mais:
Efetuar levantamento prévio de culturas sensíveis ao produto nas áreas próximas;
Nunca fazer a aplicação aérea a menos de 2000 metros de plantas ou culturas sensíveis;
Controlar permanentemente o sentido do vento: deverá soprar da cultura sensível para a área da aplicação. Interromper o serviço se houver mudança nessa direção.
CULTURA | INTERVALO DE SEGURANÇA: |
Pastagens | Não determinado devido a modalidade de emprego |
Erradicação de eucalipto | Não determinado devido a modalidade de emprego |
Cana-de-açúcar | Não determinado por ser de uso em pré/pós-emergência até 3 meses após o plantio ou corte |
CULTURA | Modalidade de Emprego (Aplicação) | INTERVALO DE REENTRADA* | |
2h de atividades | 8h de atividades | ||
Pastagens | Pré/Pós-emergência | 5 dias (1) | 23 dias (1) |
Cana-de-açúcar | Pré/Pós-emergência | 13 dias | 31 dias (2) |
- | Erradicação do eucalipto (tocos) | 24 horas (3) | 24 horas (3) |
*A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada com a utilização, pelos trabalhadores, de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas.
(1) Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar.
(2) Necessária a utilização pelos trabalhadores, após o intervalo de reentrada, de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e luvas, como equipamento de proteção individual (EPI), para se realizar qualquer trabalho nas culturas de cana-de-açúcar após a aplicação de produtos contendo 2,4-D.
(3) Mantido em 24 horas pela ausência relevante de contato na reentrada.
É exigida a manutenção de bordadura de, no mínimo, 10 metros livres de aplicação tratorizada de produtos à base de 2,4-D. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu
interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
Para aplicação através de aeronaves agrícolas, fica proibido o sobrevoo com o produto em áreas povoadas, moradias e agrupamentos humanos. Não execute aplicação aérea em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoações e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas e agrupamentos de animais.
Inclusão de medidas que dificultem a entrada em área tratada de transeuntes e residentes (ex. uso de placas de advertência com avisos sobre aplicação de produtos à base de 2,4-D).
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Polygonum aviculare | erva-de-bicho (6) | Ver detalhes |
| Algodão | Sorghum halepense | capim-argentino, capim-cevada, capim-massambará | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Banana | Gnaphalium spicatum | erva-branca, erva-macia, macela-branca | Ver detalhes |
| Batata | Ver detalhes | ||
| Café | Ageratum conyzoides | catinga-de-bode, erva-de-são-joão (1), mentrasto | Ver detalhes |
| Citros | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acacia plumosa | acacia-de-espinho, arranha-gato (2), unha-de-gato (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Ver detalhes | ||
| Maçã | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Milho | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Milho OGM | Ipomoea purpurea | campainha (9), corda-de-viola (10), corriola (8) | Ver detalhes |
| Nectarina | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Pessego | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Repolho | Coronopus didymus | mastruço (3), mastruz (2), mentrusto (2) | Ver detalhes |
| Soja | Ver detalhes | ||
| Trigo | Ver detalhes | ||
| Uva | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
O LOYER 200 TM é um herbicida de ação não sistêmica, pós-emergente, seletivo condicional (seletivo para algodão, milho e soja geneticamente modificados, tolerantes ao glufosinato de amônio, e não seletivo para as demais variedades e híbridos de algodão, milho e soja convencionais) indicado para o controle de plantas infestantes nas seguintes situações:
Aplicação em pós-emergência (da planta infestante e cultura) na forma de jato dirigido para as culturas de: alface, algodão, banana, café, citros, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pêssego, repolho e uva.
Aplicação em área total para dessecação da cultura em pré-colheita nas culturas de cana-de-açúcar, cevada, feijão, soja e trigo.
Aplicação em pós-emergência em área total nas culturas de algodão geneticamente modificado, milho geneticamente modificado e soja geneticamente modificado.
Aplicação em pré-emergência da cultura da batata na fase de “cracking timing” (rachamento do solo antes da emergência da cultura) e pós-emergência da planta daninha.
Aplicação em área total em pré-semeadura (dessecação) das culturas de: soja e trigo.
Cultura | Plantas Infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (Lp.c/ha)* | Número, Época e Intervalo de Aplicação: |
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 1,5 | Aplicar em jato dirigido na pós- emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. | |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||
Erva-de-bicho (Polygonum aviculare) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
ALFACE | Esparguta (Stellaria media) | *Observação: é necessário a adição de 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação. | |
Roseta (Soliva anthemifolia) | 2,0 | Número máximo de aplicação: Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |
Volume de Calda Aplicação Terrestre: 350 L/ha |
Cultura | Plantas Infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c/ha)* | Número, Época e Intervalo de Aplicação: |
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | Para controle das plantas daninhas, aplicar em jato dirigido na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura. Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim- marmelada e capim- massambará, realizar a aplicação no início do perfilhamento. Para carrapicho- de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim- bravo, caruru-rasteiro, picão- preto e fedegoso, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. *Observação: é necessário a adição de 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação. Número máximo de aplicação: Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Volume de Calda Aplicação Terrestre: 350 L/ha | ||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||
Capim-massambará (Sorghum halepense) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 2,0 | ||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
ALGODÃO | Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | ||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Fedegoso (Chenopodium album) | |||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas de folha larga estiverem com 2 a 6 folhas, e as de folha estreita com até 1 perfilho. | ||
Capim-guaçu (Paspalum conspersum) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
BANANA | Quebra-pedra (Phyllanthus tenellus) | 2,0 | *Observação: é necessário a adição de 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação. |
Crepis (Crepis japônica) | |||
Macela-branca (Gnaphalium spicatum) | Número máximo de aplicação: Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Sete-sangrias (Cuphea carthagenensis) | Volume de Calda |
Erva-cará (Dioscorea batatas) | Aplicação Terrestre: 500 L/ha | ||
Cultura | Plantas Infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c/ha) | Número, Época e Intervalo de Aplicação: |
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e guanxuma-branca, aplicar quando estas estiverem com até 4 folhas. Número máximo de aplicação: Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Volume de Calda Aplicação Terrestre: 350 L/ha para os alvos trapoeraba, picão- preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru e beldroega. Aplicação Terrestre: 450 L/ha para o alvo guanxuma. Aplicação Terrestre: 500 L/ha para o alvo guanxuma-branca. | ||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Buva (Conyza bonariensis) | 2,0 + 0,25 % de óleo vegetal ou mineral | ||
Macela-branca (Gnaphalium spicatum) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 3,0 + 0,4 % v/v de óleo vegetal ou mineral | ||
CAFÉ | Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Em capim-marmelada e capim- colchão, até a fase de início do perfilhamento. | ||
Número máximo de aplicação: Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 2,5 + 0,4 % v/v de óleo vegetal ou mineral | Volume de Calda Aplicação Terrestre: 450 L/ha |
Cultura | Plantas Infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c/ha)* | Número, Época e Intervalo de Aplicação: |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo. | ||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) e (Digitaria sanguinalis) | |||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||
Em capim-marmelada e capim- colchão, aplicar quando a planta daninha estiver com até 2 perfilhos. | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | Em capim-pé-de-galinha, capim- amargoso e capim- carrapicho, aplicar quando a planta daninha estiver com até 1 perfilho. | ||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
CITROS | Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 2,0 | Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta daninha estiver com até 4 folhas. |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | *Observação: é necessário a adição de 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação. | ||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | Número máximo de aplicação: Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||
Volume de Calda Aplicação Terrestre: 350 L/ha |
Cultura | Plantas Infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c/ha)* | Número, Época e Intervalo de Aplicação: |
Samambaia (Pteridium aquilinum) | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós- emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem em vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das daninhas de folha estreita quando estiverem com até 4 perfilhos e em folhas largas, com até 8 folhas. *Observação: é necessário a adição de 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação. Número máximo de aplicação: Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Volume de Calda Aplicação Terrestre: 350 L/ha | |
Capim-gordura (Melinis minutiflora) | |||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||
Cambará (Lantana camara) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
Buva (Conyza bonariensis) | |||
Unha-de-vaca (Bauhinia variegata) | |||
EUCALIPTO | Arranha-gato (Acacia plumosa) | ||
4,0 | |||
Jurubeba (Solanum paniculatum) | |||
Capim-colonião (Panicum maximum) | |||
Vassourinha-botão (Spermacoce verticillata) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Gervão (Stachytarpheta cayennensis) |
Cultura | Plantas Infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c/ha)* | Número, Época e Intervalo de Aplicação: |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar em poaia, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão-branco, picão- preto e língua-de-vaca quando a planta daninha estiver de 5 a 10 cm. Em capim-colchão, azevém e capim-marmelada com até 1 perfilho. *Observação: é necessário a adição de 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação. Número máximo de aplicação: Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Volume de Calda Aplicação Terrestre: 350 L/ha | ||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Azevém (Lolium multiflorum) | |||
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||
MAÇÃ | Maria-mole (Senecio brasiliensis) | 2,0 | |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Poaia (Richardia brasiliensis) | |||
Trevo (Oxalis oxyptera) |
Cultura | Plantas Infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c/ha)* | Número, Época e Intervalo de Aplicação: |
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis | Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim-colchão e capim- marmelada. Para as demais daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. *Observação: é necessário a adição de 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação. Número máximo de aplicação: Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Volume de Calda Aplicação Terrestre: 350 L/ha | ||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia) | |||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | |||
MILHO | Beldroega (Portulaca oleracea) | 2,0 | |
Malva-branca (Sida cordifolia) |
Cultura | Plantas Infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c/ha)* | Número, Época e Intervalo de Aplicação: |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. Realizar o controle do picão- preto, guanxuma, caruru e picão branco quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Capim-colchão e capim-marmelada, quando estiver com até 1 perfilho. | ||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
NECTARINA PÊSSEGO | 2,0 | *Observação: é necessário a adição de 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação. | |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||
Número máximo de aplicação: Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||
Volume de Calda Aplicação Terrestre: 350 L/ha | |||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 1,5 | Realizar a aplicação quando as plantas daninhas apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). | |
Erva-de-passarinho (Stellaria media) | |||
Erva-de-bicho (Polygonum persicaria) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | *Observação: é necessário a adição de 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação. | ||
Mentruz (Coronopus didymus) | |||
REPOLHO | Número máximo de aplicação: Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||
2,0 | Volume de Calda Aplicação Terrestre: 350 L/ha |
Cultura | Plantas Infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c/ha)* | Número, Época e Intervalo de Aplicação: |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. Picão-preto, picão-branco e caruru devem ter até 4 folhas. | ||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | Capim-marmelada deve ter até 1 perfilho. | ||
UVA | 2,0 | *Observação: é necessário a adição de 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação. | |
Número máximo de aplicação: Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||
Volume de Calda Aplicação Terrestre: 350 L/ha |
Aplicação em área total para dessecação da cultura em pré-colheita nas culturas de cana- de-açúcar, cevada, feijão, soja e trigo.
Cultura | Finalidade | Dose (L p.c/ha)* | Número, Época e Intervalo de Aplicação: |
CANA-DE- AÇÚCAR | Uso para dessecação | 4,0 | Com o objetivo de facilitar a desfolha da cana-de-açúcar, durante a colheita realizar uma única aplicação sobre as folhas da cana-de-açúcar na pré-colheita quando a cultura se encontrar no final do estádio de desenvolvimento vegetativo e antes da emissão da inflorescência. Programar a aplicação de acordo com a programação de colheita, com 21 a 28 dias antes da colheita da cana-de-açúcar. *Observação: Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100 L/ha. Número máximo de aplicação: Aplicação única. Volume de Calda: Aplicação Aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15L/ha |
CEVADA | Uso para dessecação | 1,75 | Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de cevada estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura). *Observação: Utilizar adjuvante na dose de 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100 L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. Número máximo de aplicação: Aplicação única. Volume de Calda: Aplicação Terrestre: 100 a 300 L/ha |
FEIJÃO | Uso para dessecação para feijão de consumo | 1,8 | Para dessecação em feijão para consumo: Aplicar a dose de 1,8 L/ha, quando a cultura apresentar aproximadamente 50 % das vagens secas. Para dessecação em feijão para sementes: Aplicar a dose de 2,0 L/ha, somente quando a cultura apresentar 70 % das vagens secas. *Observação: para as duas recomendações é necessário a adição de 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação. Número máximo de aplicação: Aplicação única. Volume de Calda: Aplicação Terrestre: 350 L/ha Aplicação Aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha |
Uso para dessecação para feijão para sementes | 2,0 | ||
SOJA | Uso para dessecação | 2,0 | Pré-colheita: Aplicar 10 dias antes da colheita. Número máximo de aplicação: Aplicação única. Volume de Calda: Aplicação Terrestre: 100 a 300 L/ha Aplicação Aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha *Observação: Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100 L/ha ou a dose de 0,5L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. |
TRIGO | Uso para dessecação | 1,75 | Pré-colheita: Realizar a aplicação a partir do estádio do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura). Número máximo de aplicação: Aplicação única. Volume de Calda: Aplicação Terrestre: 350 L/ha *Observação: Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100 L/ha ou a dose de 0,5L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. |
Aplicação em pós-emergência em área total nas culturas de algodão geneticamente modificado, milho geneticamente modificado e soja geneticamente modificado.
Cultura | Plantas Infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c/ha)* | Número, Época e Intervalo de Aplicação: |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Aplicar o produto, em pós- emergência da cultura e das plantas daninhas, observando-se o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas. | ||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
2,0 a 2,5 | *Observação: é necessário a adição de 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação. | ||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | Número máximo de aplicação: Realizar no máximo 2 aplicações sequenciais por ciclo da cultura | ||
ALGODÃO GENETICAMENTE MODIFICADO (Resistente ao Glufosinato de Amônio) | Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | Intervalo de aplicação: 14 dias. Volume de Calda Aplicação Terrestre: 200 a 300 L/ha | |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Aplicar o produto, em pós- emergência da cultura e das plantas daninhas, observando-se o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas. | ||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 3,0 a 3,5 | *Observação: é necessário a adição de 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação. | |
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | |||
Erva-quente (Borrieria latifolia) | Número máximo de aplicação: Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Volume de Calda Aplicação Terrestre: 200 a 300 L/ha | ||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 2,0 a 3,5 | Aplicar o produto, em pós- emergência da cultura e das plantas daninhas, observando-se o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas. | |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Buva (Conyza bonariensis) |
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | *Observação: é necessário a adição de 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação. Número máximo de aplicação: Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Volume de Calda Aplicação Terrestre: 100 a 300 L/ha Aplicação Aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | ||
Soja (Glycine max) | |||
Milho (Zea mays) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,5 a 3,5 | ||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Cultura | Plantas Infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c/ha)* | Número, Época e Intervalo de Aplicação: |
MILHO GENETICAMENTE MODIFICADO (Resistente ao Glufosinato de Amônio) | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,5 a 3,0 | Aplicar em pós emergência da cultura do Milho resistente ao glufosinato de amônio e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas e considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Nota: Pode se aplicar a partir da germinação do Milho. Número máximo de aplicação: Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura Intervalo de aplicação: 10 dias. Volume de Calda Aplicação Terrestre: 100 a 300 L/ha Aplicação Aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 1,5 + 1,5 | ||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Capim-colchão (Digitária sanguinalis) | 2,0 a 3,0 | ||
Buva (Conyza bonariensis) | |||
Soja (Glycine max) | |||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) |
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | *Observação: Utilizar adjuvante na dose de 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100 L/ha. | ||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Cultura | Plantas Infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c/ha)* | Número, Época e Intervalo de Aplicação: |
SOJA GENETICAMENTE MODIFICADO (Resistente ao Glufosinato de Amônio) | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,3 | Aplicar em pós emergência da cultura e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Nota: Pode aplicar a partir da germinação da soja. Recomenda-se a aplicação sequencial, de acordo em que ocorram novos fluxos de germinação de plantas daninhas na área. Número máximo de aplicação: Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de aplicação: 12 a 14 dias. Volume de Calda Aplicação Terrestre: 100 a 300 L/ha *Observação: Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100 L/ha. |
Azevém (Lolium multiflorum) | |||
Capim amargoso (Digitaria insularis) | |||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-camalote (Rottboellia exaltata) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Buva (Conyza bonariensis) | |||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,5 a 3,5 | ||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) |
Aplicação em pré-emergência da cultura da batata na fase de “cracking timing” (rachamento do solo antes da emergência da cultura) e pós-emergência da planta daninha.
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (Lp.c/ha)* | Número, Época e Intervalo de Aplicação: |
Caruru (Amaranthus viridis) | Realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas e as gramíneas com até 1 perfilho. *Observação: é necessário a adição de 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação. Número máximo de aplicação: Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Volume de Calda Aplicação Terrestre: 350 L/ha | ||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
BATATA | Beldroega (Portulaca oleracea) | 2,0 | |
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | |||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) |
Aplicação em área total em pré-semeadura (dessecação) das culturas de: soja e trigo.
Cultura | Plantas Infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c/ha)* | Número, Época e Intervalo de Aplicação: |
SOJA | Capim-camalote (Rottboellia exaltata) | 2,5 a 3,0 | Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós- emergência das plantas daninhas, em área total. Para buva realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 12 cm de altura. Em carrapicho-de-carneiro quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Em capim- amargoso, capim-carrapicho e capim-camalote, realizar a aplicação sobre as plantas daninhas oriundas de sementes até o estádio de desenvolvimento de 3 perfilhos. Para o controle de capim- colchão e capim- marmelada, realizar o controle quando as plantas estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo, nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega realizar o controle quando as plantas estiverem com até 6 folhas. Para o controle de trapoeraba realizar o controle quando as plantas estiverem com 2 a 4 folhas. *Observação: é necessário a adição de 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação. Número máximo de aplicação: Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Volume de Calda Aplicação Terrestre: 350 L/ha |
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Buva (Conyza bonariensis) | |||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||
Erva-quente (Spermacoce latofolia) | 2,5 | ||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Poaia (Richardia brasiliensis) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Trigo (Triticum aestivum) | 3,0 | ||
Aveia (Avena sativa) | |||
Cevada (Hordeum vulgare) | |||
Azevém (Lolium multiflorum) |
Centeio (Secale cereale) | |||
Triticale (Triticum secale) | |||
TRIGO | Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 2,0 | Pré-semeadura: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Caruru e guanxuma devem ter até 4 folhas. Para o controle da buva oriunda de sementes, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 2 folhas. Para o controle das gramíneas como o capim-amargoso, aplicar sobre as plantas daninhas oriundas de sementes até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. *Observação: é necessário a adição de 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação. Número máximo de aplicação: Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Volume de Calda Aplicação Terrestre: 350 L/ha |
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
Arroz (Oryza sativa) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Guanxuma (Sida cordifolia) | |||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||
Soja (Glycine max) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Buva (Conyza bonariensis) | |||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) |
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto; O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do LOYER 200 TM deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do LOYER 200 TM acrescentar óleo vegetal ou mineral na proporção recomendada para o cultivo/alvo, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Stellaria media | centochio, erva-de-passarinho (2), esparguta (2) | Ver detalhes |
| Algodão | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Borrieria latifolia | Erva-quente | Ver detalhes |
| Banana | Phyllanthus tenellus | arrebenta-pedra (1), erva-pombinha (1), quebra-pedra (1) | Ver detalhes |
| Batata | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Café | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Ver detalhes | ||
| Cevada | Ver detalhes | ||
| Citros | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acacia plumosa | acacia-de-espinho, arranha-gato (2), unha-de-gato (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Ver detalhes | ||
| Maçã | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Milho | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Milho OGM | Glycine max | soja | Ver detalhes |
| Nectarina | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Pessego | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Repolho | Coronopus didymus | mastruço (3), mastruz (2), mentrusto (2) | Ver detalhes |
| Soja | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Soja OGM | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Uva | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Para as hortaliças (alface e repolho), evitar que o produto tenha contato com a cultura, utilizar o “sistema de copinhos” cobrindo as mudinhas com copinho plástico, para protegê-las da ação herbicida do produto.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador costal, autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido à entrelinha, sobre as plantas daninhas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura das plantas daninhas, sem atingir a cultura. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade
mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático
Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
30 - 40 L/ha Média - Grossa
40 gotas/cm² 3 m 15 - 18 m 65%
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
Entre 10 e 30°C | maior que 55% | entre 3 e 10km/h |
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetr o de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possíve l considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando mai ores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a
fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Culturas | Dias |
Alface Maçã Nectarina Pêssego Repolho Trigo (dessecação) Uva | 7 |
Algodão | 28 |
Algodão OGM | 116 |
Banana Batata Cevada (dessecante) Soja | 10 |
Café | 20 |
Cana de açúcar (dessecante) | 14 |
Citros | 40 |
Eucalipto | UNA (1) |
Feijão | 5 |
Milho | N.D. (2) |
Milho geneticamente modificado | 50 |
Soja (dessecação) | 8 |
Soja geneticamente modificada | 50 |
Trigo | N.D. (2) |
(1) Uso não alimentar
(2) Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Recomendado para o controle pós-emergente não seletivo de plantas daninhas nas seguintes situações:
Aplicação dirigida em áreas cultivadas (pós-emergência das plantas daninhas e das culturas), nos cultivos de café, citros, cana-de-açúcar, maçã, uva e eucalipto (florestas implantadas).
Aplicação em área total para eliminação de plantas daninhas emergidas, antes do plantio dos cultivos de algodão, arroz, feijão, milho, eucalipto e soja, no sistema de plantio direto.
Eliminação da soqueira de cana-de-açúcar.
Observação: na cultura do arroz, algodão, feijão, milho, maçã e uva, utilizar no controle das plantas daninhas no máximo até 4,0 L p.c./ha.
Nome comum | Nome científico | Dose (litros/ha) | Dose (g i.a./ha) |
Arroz-vermelho, Arroz-preto | Oryza sativa | 3 a 4 | 1440 a 1920 |
Azevém | Lolium multiflorum | 2 a 3 | 960 a 1440 |
Capim-arroz | Echinochloa cruspavonis | 2 a 3 | 960 a 1440 |
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 2 | 960 |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1 a 2 | 480 a 960 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1 a 2 | 480 a 960 |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 1 | 480 |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 2 | 960 |
Nome comum | Nome científico | Dose (litros/ha) | Dose (g i.a./ha) |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 3 a 4 | 1440 a 1920 |
Angiquinho | Aeschynomene rudis | 2 a 3 | 960 a 1440 |
Caruru-verde | Amaranthus viridis | 1 a 2 | 480 a 960 |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 3 a 4 | 1440 a 1920 |
Erva-de-bicho | Polygonum persicaria | 1 a 2 | 480 a 960 |
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 2 | 960 |
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 2 | 960 |
Macela | Gnaphalium pensylvanicum | 1 a 2 | 480 a 960 |
Picão-branco | Galinsoga parviflora | 1 | 480 |
Picão-preto | Bidens pilosa | 1 a 2 | 480 a 960 |
Nome comum | Nome científico | Dose (litros/ha) | Dose (g i.a./ha) |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2 a 4 | 960 a 1920 |
Grama-seda | Cynodon dactylon | 3 a 5 | 1440 a 2400 |
Tiririca | Cyperus rotundus | 4 a 5 | 1920 a 2400 |
Capim-colonião | Panicum maximum | 3 a 4 | 1440 a 1920 |
Nome comum | Nome científico | Dose (litros/ha) | Dose (g i.a./ha) |
Guanxuma | Sida rhombifolia | 2 a 3 | 960 a 1440 |
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | 2 a 3 | 960 a 1440 |
Dose: 3 a 4 litros/ha (1440 a 1920 g i. a./ha).
Aplicar sobre as folhas em área total quando a soqueira estiver no mínimo 50 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.
As doses indicadas (ver tabela), aplicadas de acordo com as instruções desta bula, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta.
As doses em g i.a./ha referem-se à concentração de Sal de isopropilamina de N- (phosphonomethyl)glycine.
Para plantas daninhas com indicação de intervalo de doses, utilizar as doses menores na fase inicial de desenvolvimento, e as doses maiores para plantas mais desenvolvidas, adultas ou perenizadas.
O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo à/ou durante a floração. Para plantas daninhas anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais.
Em plantio direto, aplicar em área total antes do plantio das culturas indicadas, para eliminação das plantas daninhas emergidas.
Culturas de café, citros, cana-de-açúcar, maçã e uva: aplicar quando as plantas daninhas estiverem na fase ideal de controle, observando-se os intervalos de segurança e outras recomendações descritas na bula.
Na eliminação de soqueira de cana-de-açúcar, aplicar em área total sobre as folhas quando estas estiverem no mínimo 50 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.
Aplicar MADEMATO quando as plantas daninhas estiverem em pleno desenvolvimento e sem “stress” hídrico (condições de seca ou excesso de água). MADEMATO não atua sobre as sementes existentes no solo.
Uma única aplicação de MADEMATO, aplicado conforme recomendado, controla as plantas daninhas.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Sida glaziovii | guanxuma-branca, malva-guaxima, mata-pasto (3) | Ver detalhes |
| Arroz | Sida glaziovii | guanxuma-branca, malva-guaxima, mata-pasto (3) | Ver detalhes |
| Café | Panicum maximum | capim-colonião, capim-coloninho (1), capim-guiné | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Panicum maximum | capim-colonião, capim-coloninho (1), capim-guiné | Ver detalhes |
| Citros | Panicum maximum | capim-colonião, capim-coloninho (1), capim-guiné | Ver detalhes |
| Eucalipto | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Feijão | Panicum maximum | capim-colonião, capim-coloninho (1), capim-guiné | Ver detalhes |
| Maçã | Echinochloa cruspavonis | canevão, capim-arroz (3), capim-jaú (2) | Ver detalhes |
| Milho | Sida glaziovii | guanxuma-branca, malva-guaxima, mata-pasto (3) | Ver detalhes |
| Soja | Panicum maximum | capim-colonião, capim-coloninho (1), capim-guiné | Ver detalhes |
| Uva | Panicum maximum | capim-colonião, capim-coloninho (1), capim-guiné | Ver detalhes |
Via terrestre - tratorizado: Em equipamentos tratorizados convencionais utilizar bicos 80.03/80.04/110.04.
Não aplique com ventos superiores a 10 Km/h.
Via terrestre - costal: Em equipamentos tipo costal manual utilizar bicos 80.02/110.01/TK-05/110.02. Não aplique com ventos superiores a 10 Km/h.
Via aérea: Aplicar p or via aérea em áreas livres de culturas; antes do plantio das culturas no sistema de plantio direto; ou na eliminação de soqueiras de cana-de-açúcar. Aplicar o produto utilizando-se aeronave dotada de barra de pulverização com bicos, e seguindo os seguintes parâmetros:
Os equipamentos devem ser calibrados para que o produto tenha uma boa distribuição e cobertura da folhagem das plantas daninhas.
Utilize bicos que gerem gotas médias (M), grossa (G) ou muito grossas (MG) de forma a minimizar os riscos com deriva.
Devem ser respeitadas condições de velocidade do vento inferior a 10 km/hora, temperatura menor que 25°C e umidade relativa maior que 70%, visando reduzir o máximo às perdas por deriva e evaporação.
movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Cultura | Intervalo de Segurança (dias) |
Citros e Cana-de-açúcar | 30 |
Café e Maçã | 15 |
Uva | 17 |
Algodão, Arroz, Feijão, Milho | (1) |
Soja | (2) |
Eucalipto | (U.N.A.) |
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego (Plantio direto).
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas daninhas e pré-emergência da cultura.
(U.N.A.) Uso não alimentar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
Algodão, Algodão geneticamente modificado, Ameixa, Arroz, Banana, Cacau, Café, Cana-de-açúcar, Citros, Eucalipto, Maçã, Milho, Milho geneticamente modificado, Nectarina, Pastagens, Pêra, Pêssego, Pinus, Seringueira, Soja, Soja geneticamente modificada, Trigo e Uva.
Aplicação em jato dirigido sobre as plantas infestantes, nas culturas de ameixa, banana, cacau, café, citros, maçã, nectarina, pêra, pêssego, seringueira e uva.
Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e na pós-emergência das plantas infestantes – sistema de plantio direto para as culturas de algodão, arroz, cana-de-açúcar, milho, pastagens, soja e trigo.
Aplicação em área de pousio antecedendo o plantio de algodão, arroz, cana-de-açúcar, milho, pastagens, soja e trigo.
Aplicação em área total para erradicação de soqueira na cultura da cana-de-açúcar.
Para a erradicação de vegetação aplicar em pré-plantio e nas entrelinhas em jato dirigido das culturas de pinus e eucalipto. Tem recomendação também na rebrota do eucalipto para renovação de área de plantio.
Aplicação em área total, pós-emergência das plantas daninhas e pós-emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato, podendo ser utilizado em aplicação única ou sequencial.
Aplicação em área total, pós-emergência das plantas daninhas e pós-emergência de milho geneticamente modificado tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional.
Aplicação em área total, em pós-emergência da soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato em áreas de plantio direto ou convencional.
CULTURA | PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (Kg/ha*) | Nº Máximo de Aplicações | Equipamentos de Aplicação e Volume de Calda (L/ha) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
FOLHAS ESTREITAS | Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Terrestre: 50 a 250 L/ha | ||||
Aveia-voluntária | Avena strigosa | 1,00 | |||
Braquiarão | Brachiaria brizantha | 1,50 – 2,50 | |||
AMEIXA, | Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2,50 | ||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 0,50 | |||
BANANA, | Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,00 | ||
CACAU, | Grama-seda | Cynodon dactylon | 2,50 – 3,50 | ||
CAFÉ, | Junquinho | Cyperus ferax | 2,00 – 2,50 | ||
Tiririca | Cyperus rotundus | ||||
CITROS, | 1 (uma) | ||||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 0,75 – 1,00 | |||
MAÇÃ, | aplicação | ||||
Capim-amargoso | Digitaria insularis(*) | 1,50 | |||
NECTARINA, | Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 1,00 – 1,50 | ||
PÊRA, | Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica(*) | 1,00 | ||
Azevém-anual | Lolium multiflorum(*) | 2,50 | |||
PÊSSEGO, | |||||
Capim-colonião | Panicum maximum | 2,25 | |||
SERINGUEIRA, | |||||
Capim-azedo | Paspalum conjugatum | 1,50 | |||
UVA | Grama-batatais | Paspalum notatum | 2,50 | ||
Capim-da-guiné | Paspalum paniculatum | 1,00 | |||
Sorgo | Sorghum bicolor | 0,5 – 1,00 | |||
FOLHAS LARGAS | 1 (uma) | Equipamentos: | |||
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum | 1,00 | aplicação | Terrestres em | |
australe | jato dirigido | ||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | Volume de | |||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | calda: | |||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | Terrestre: | |||
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus(*) | 50 a 250 L/ha | |||
Caruru-de-mancha ou | Amaranthus viridis | ||||
Caruru | |||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 0,75 | |||
Erva-de-santa-luzia | Chamaesyce hirta | 1,00 | |||
Erva-de-santa- maria | Chenopodium | ||||
ambrosioides | |||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 3,00 – 3,50 (1) | |||
Buva | Conyza bonariensis(*) | 0,50 – 1,50 | |||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 1,00 | |||
Fazendeiro | Galinsoga parviflora | 0,50 | |||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 1,50 – 2,00 | |||
Corda-de-viola | Ipomoea indivisa | 2,00 | |||
Corda-de-viola | Ipomoea nil | ||||
Guanxuma | Malvastrum | ||||
coromandelianum | 1,00 | ||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Nabo ou Nabiça | Raphanus raphanistrum | ||||
Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | 1,50 | |||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2,50 | |||
Maria-mole | Senecio brasiliensis | 1,00 | |||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 1,00 – 1,50 | |||
Serralha | Sonchus oleraceus | 1,00 | |||
Erva-quente | Spermacoce latifolia | 2,00 – 3,00 | |||
Erva-de-touro | Tridax procumbens | 2,00 | |||
Ervilhaca | Vicia sativa | 2,00 – 3,00 | |||
Cada quilo (Kg) do MAXIZATO corresponde a 792,5 g/Kg do sal de amônio de glifosato ou 720 g/Kg do equivalente ácido de glifosato. Aplicação em jato dirigido sobre as plantas infestantes nas entrelinhas das culturas. * Dependente do estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. (1) São indicadas duas aplicações sequenciais recomenda-se intervalo de 28 a 30 dias, sendo a 1ª dose de 2,0 Kg p.c./ha seguido de 1,0 Kg p.c./ha ou 1ª dose de 2,0 Kg p.c./ha seguido de 1,5 Kg p.c./ha. (*) Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS” Observação Geral: As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. | |||||
QUADRO II
CULTURA | PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (Kg/ha*) | Nº Máximo de Aplicações | Equipamentos de Aplicação e Volume de Calda (L/ha) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
ÁREAS DE POUSIO, ALGODÃO, ARROZ, CANA-DE- AÇÚCAR, MILHO, PASTAGENS, SOJA, TRIGO | FOLHAS ESTREITAS | 1 (uma) aplicação | Equipamentos: Terrestres e Aéreos Volume de calda: Terrestre: 50 a 250 L/ha Aéreo: 20 a 40 L/ha | ||
Aveia-voluntária | Avena strigosa | 1,00 | |||
Braquiarão | Brachiaria brizantha | 1,50 – 2,50 | |||
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2,50 | |||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 0,50 | |||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,00 | |||
Grama-seda | Cynodon dactylon | 2,50 – 3,50 | |||
Junquinho | Cyperus ferax | 2,00 – 2,50 | |||
Tiririca | Cyperus rotundus | ||||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 0,75 – 1,00 | |||
Capim-amargoso | Digitaria insularis(*) | 1,50 | |||
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 1,00 – 1,50 | |||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica(*) | 1,00 | |||
Azevém-anual | Lolium multiflorum(*) | 2,50 | |||
Capim-colonião | Panicum maximum | 2,25 | |||
Capim-azedo | Paspalum conjugatum | 1,50 | |||
Grama-batatais | Paspalum notatum | 2,50 | |||
Capim-da-guiné | Paspalum paniculatum | 1,00 | |||
Sorgo | Sorghum bicolor | 0,5 – 1,00 | |||
FOLHAS LARGAS | 1 (uma) aplicação | Equipamentos: Terrestres e Aéreos Volume de calda: Terrestre: 50 a 250 L/ha Aéreo: 20 a 40 L/ha | |||
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 1,00 | |||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | ||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | ||||
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus(*) | ||||
Caruru-de-mancha ou Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 0,75 | |||
Erva-de-santa-luzia | Chamaesyce hirta | 1,00 | |||
Erva-de-santa- maria | Chenopodium ambrosioides | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 3,00 – 3,50 (1) | |||
Buva | Conyza bonariensis(*) | 0,50 – 1,50 | |||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 1,00 | |||
Fazendeiro | Galinsoga parviflora | 0,50 | |||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 1,50 – 2,00 | |||
Corda-de-viola | Ipomoea indivisa | 2,00 | |||
Corda-de-viola | Ipomoea nil | ||||
Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | 1,00 | |||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Nabo ou Nabiça | Raphanus raphanistrum | ||||
Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | 1,50 | |||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2,50 | |||
Maria-mole | Senecio brasiliensis | 1,00 | |||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 1,00 – 1,50 | |||
Serralha | Sonchus oleraceus | 1,00 | |||
Erva-quente | Spermacoce latifolia | 2,00 – 3,00 | |||
Erva-de-touro | Tridax procumbens | 2,00 | |||
Ervilhaca | Vicia sativa | 2,00 – 3,00 | |||
ALGODÃO, ARROZ, CAFÉ, CANA-DE- AÇÚCAR, CITROS, MILHO, SOJA | FOLHAS ESTREITAS | 1 (uma) aplicação | Equipamentos: Terrestres Volume de calda: Terrestre: 200 L/ha | ||
Arroz vermelho | Oryza sativa | 2,50 | |||
Capim-oferecido | Pennisetum setosum | 1,50 | |||
Capim massambará | Sorghum halepense | 0,50 – 1,50 | |||
FOLHAS LARGAS | |||||
Anjiquinho | Aeschynomene denticulata | 1,50 – 2,50 | |||
Carrapichão | Xanthium strumarium | 1,50 | |||
Losna branca | Parthenium hysterophorus | 0,50 – 1,50 | |||
Cada quilo (Kg) do MAXIZATO corresponde a 792,5 g/Kg do sal de amônio de glifosato ou 720 g/Kg do equivalente ácido de glifosato. Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes. * Dependente do estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. (1) São indicadas duas aplicações sequenciais recomenda-se intervalo de 28 a 30 dias, sendo a 1ª dose de 2,0 Kg p.c./ha seguido de 1,0 Kg p.c./ha ou 1ª dose de 2,0 Kg p.c./ha seguido de 1,5 Kg p.c./ha. (*) Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS” Observação Geral: As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. | |||||
QUADRO III
CULTURA | PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (Kg/ha) | Nº Máximo de Aplicações | Equipamentos de Aplicação e Volume de Calda (L/ha) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
ALGODÃO GENETICAMENTE MODIFICADO | FOLHAS ESTREITAS | 1 (uma) aplicação | Equipamentos: Terrestres e Aéreos | ||
Capim-carrapicho | Canchrus echinatus | 0,50 – 1,00 | |||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica(*) | 0,50 – 1,50 | |||
FOLHAS LARGAS | Volume de calda: Terrestre: 100 - 200 L/ha Aérea: 20 – 40 L/ha | ||||
Caruru-comum | Amaranthus viridis | 0,50 – 1,00 | |||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 1,00 – 1,50 | |||
Corda-de-viola | Ipomoea nil | ||||
Cada quilo (Kg) do MAXIZATO corresponde a 792,5 g/Kg do sal de amônio de glifosato ou 720 g/Kg do equivalente ácido de glifosato. Aplicação em área total em pós-emergência do algodão geneticamente modificado e das plantas infestantes. A melhor época para o controle das plantas infestantes é quando se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. Estádio de crescimento da planta infestante: Aplicar até 2 perfilhos ou até 10 cm (Folhas Estreitas); Aplicar até 6 perfilhos ou até 10 cm (Folhas Largas) Época (dias) após a emergência da cultura: Até 4 folhas (15 dias) É fundamental nessa operação observar que as plantas infestantes estejam recebendo uma boa cobertura da calda, e que não haja qualquer “efeito guarda chuva” que possa reduzir a ação do produto (*) Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS” | |||||
QUADRO IV
CULTURA | PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (Kg/ha) | Nº Máximo de Aplicações | Equipamentos de Aplicação e Volume de Calda (L/ha) | ||
Nome Comum | Nome Científico | |||||
FOLHAS ESTREITAS | ||||||
MILHO GENETICAMENTE MODIFICADO | Aveia-voluntária | Avena strigosa | 0,50 – 1,00 | 1 (uma) aplicação OU aplicação sequencial | Equipamentos: Terrestres e Aéreos Volume de calda: Terrestre: 100 - 200 L/ha Aérea: 20 – 40 L/ha | |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus (1) | 1,00 – 1,50 | ||||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine-indica (1) | 0,50 – 1,50 | ||||
FOLHAS LARGAS | ||||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella (1) | 0,50 – 1,00 | ||||
Caruru | Amaranthus viridis (1) | |||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea acuminata (1) | |||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis (1) | 0,50 – 1,50 | ||||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla (1) | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea purpurea (1) | |||||
Nabiça | Raphanus raphanistrum | |||||
Cada quilo (Kg) do MAXIZATO corresponde a 792,5 g/Kg do sal de amônio de glifosato ou 720 g/Kg do equivalente ácido de glifosato. Aplicação em área total em pós-emergência do milho geneticamente modificado e das plantas infestantes. A melhor época para o controle das plantas infestantes é quando se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. Estádio de crescimento da planta infestante: Aplicar até 2 perfilhos ou até 10 cm (Folhas Estreitas); Aplicar até 6 perfilhos ou até 10 cm de altura (Folhas Largas) Época (dias) após a emergência da cultura: V3 – V4 (20 dias) – Folhas Estreitas; V3 (20 dias) – Folhas Largas É fundamental nessa operação observar que as plantas infestantes estejam recebendo uma boa cobertura da calda, e que não haja qualquer “efeito guarda chuva” que possa reduzir a ação do produto (1) Em áreas de alta infestação e/ou germinação desuniforme das plantas infestantes, recomenda-se realizar a segunda aplicação na dose de 1,0 Kg/ha, com intervalo de aproximadamente 15 a 20 dias após a primeira aplicação. | ||||||
QUADRO V
CULTURA | PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (Kg/ha) | Nº Máximo de Aplicações | Equipamentos de Aplicação e Volume de Calda (L/ha) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
SOJA GENETICAMENTE MODIFICADO | FOLHAS ESTREITAS | 1 (uma) aplicação | Equipamentos: Terrestres e Aéreos Volume de calda: Terrestre: 100 - 200 L/ha Aérea: 20 – 40 L/ha | ||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 0,50 – 0,75 | |||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||||
Cada quilo (Kg) do MAXIZATO corresponde a 792,5 g/Kg do sal de amônio de glifosato ou 720 g/Kg do equivalente ácido de glifosato. Aplicação em área total em pós-emergência da soja geneticamente modificada e das plantas infestantes. | |||||
A melhor época para o controle das plantas infestantes é quando se encontram em estágio inicial de desenvolvimento.
No caso de aplicação única, o momento ideal é em torno dos 30 dias após o plantio ou em duas aplicações sendo a 1ª aos 15 – 20 dias após o plantio e a 2ª aos 15 – 20 dias após a primeira aplicação, e não aplicar no estágio reprodutivo da cultura.
Época (dias) após a emergência da cultura: V3 com 3º trifólio completamente expandido
É fundamental nessa operação observar que as plantas infestantes estejam recebendo uma boa cobertura da calda, e que não haja qualquer “efeito guarda chuva” que possa reduzir a ação do produto
QUADRO VI
CULTURA | PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (Kg/ha) | Nº Máximo de Aplicações | Equipamentos de Aplicação e Volume de Calda (L/ha) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
CONTROLE DA SOQUEIRA DA CANA-DE-AÇÚCAR | FOLHAS ESTREITAS | 1 (uma) aplicação | Equipamentos: Terrestres e Aéreos Volume de calda: Terrestre: 100 - 200 L/ha Aérea: 20 – 40 L/ha | ||
Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 2,00 – 3,00 | |||
Cada quilo (Kg) do MAXIZATO corresponde a 792,5 g/Kg do sal de amônio de glifosato ou 720 g/Kg do equivalente ácido de glifosato. Aplicação em área total para erradicação da soqueira da cultura da cana-de-açúcar. Esta aplicação deverá ser realizada quando a folha bandeira (última folha totalmente estendida da soqueira) estiver com altura média entre 0,6 m e 1,0 m em relação ao solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes de se observar a formação de colmos na soqueira. | |||||
QUADRO VII
CULTURA | PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (Kg/ha) | Nº Máximo de Aplicações | Equipamentos de Aplicação e Volume de Calda (L/ha) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
EUCALIPTO, PINUS | FOLHAS ESTREITAS | 1 (uma) aplicação | Equipamentos: Terrestres e Aéreos Volume de calda: Terrestre: 100 - 150 L/ha Aérea: 20 – 40 L/ha | ||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 0,50 | |||
Cevadilha | Bromus catharticus | ||||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 0,75 – 1,00 | |||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,00 | |||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica(*) | ||||
Capim-da-guiné | Paspalum paniculatum | ||||
Capim-amargoso | Digitaria insularis(*) | 1,50 | |||
Capim-azedo | Paspalum conjugatum | ||||
Capim-colonião | Panicum maximum | 2,25 | |||
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2,50 | |||
Grama-batatais | Paspalum notatum | ||||
Grama-seda | Cynodon dactylon | 2,50 – 3,50 | |||
Arroz vermelho | Oryza sativa | 2,50 | Equipamentos: Terrestres Volume de calda: Terrestre: 200 L/ha | ||
Capim-oferecido | Pennisetum setosum | 1,50 | |||
Capim-massambará | Sorghum halepense | 0,50 – 1,50 | |||
FOLHAS LARGAS | Equipamentos: Terrestres e Aéreos Volume de calda: Terrestre: 100 - 150 L/ha Aérea: 20 – 40 L/ha | ||||
Fazendeiro | Galinsoga parviflora | 0,50 | |||
Quebra-pedra | Phyllantus tenellus | ||||
Buva | Conyza bonariensis(*) | 0,50 – 1,50 | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | 0,75 | |||
Mata-pasto | Eupatorium maximilianii | ||||
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 1,00 | |||
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus(*) | ||||
Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | ||||
Serralha | Sonchus oleraceus | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 1,00 – 1,50 | |||
Erva-lanceta | Solidago chilensis | 1,50 | |||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2,50 | |||
Trevo | Trifolium repens | ||||
Anjiquinho | Aeschynomene denticulata | 1,50 – 2,50 | Equipamentos: Terrestres Volume de calda: Terrestre: 200 L/ha | ||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 1,50 – 2,50 | |||
Beldroega | Portulaca oleracea | 0,50 – 1,50 | |||
Carrapichão | Xanthium strumarium | 1,50 | |||
Corriola | Ipomoea grandifolia | ||||
Losna-branca | Partenium hysterophorus | 0,50 – 1,50 | |||
Cada quilo (Kg) do MAXIZATO corresponde a 792,5 g/Kg do sal de amônio de glifosato ou 720 g/Kg do equivalente ácido de glifosato. Aplicação Terrestre - Realizar a aplicação em jato dirigido sobre as plantas infestantes. OU Aplicação Terrestre e Aérea – Realizar a aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes). Dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas infestantes, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. O controle das plantas infestantes indicadas no pré-plantio das culturas anuais é importante para o adequado controle das plantas infestantes após o plantio das culturas, de forma que estas se desenvolvam livres de matocompetição. (*) Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS” | |||||
No caso de áreas com infestação diversificada, a dose a ser aplicada deverá ser definida em função da planta infestante de mais difícil controle, presente na área, e que apresente infestação significativa.
Dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas infestantes, usar doses menores para a fase inicial de desenvolvimento e maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para as plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais.
Aplicar MAXIZATO quando as plantas infestantes estiverem em boas condições de desenvolvimento vegetativo, sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água).
O herbicida MAXIZATO é seletivo somente quando aplicado sobre as variedades de algodão e milho geneticamente modificados tolerantes ao glifosato, conforme as instruções de uso indicadas nesta bula.
A eficiência do produto pode ser visualizada entre o 7º e o 14º dia após a aplicação, dependendo da planta infestante (anual ou perene) e de seu estádio de desenvolvimento.
Aplica-se MAXIZATO em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas de mato, tomando-se o necessário cuidado para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folha, ramos ou caule jovem).
Seletividade às culturas:
MAXIZATO é um herbicida pós-emergente, não seletivo às culturas convencionais (não geneticamente modificadas) quando aplicado em pós-emergência sobre as mesmas.
A seletividade para as culturas convencionais é obtida através das modalidades de aplicação, ou seja, antes do plantio das culturas anuais ou perenes, no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo ou através da aplicação dirigida ou protegida, nas entrelinhas das culturas perenes.
Para as culturas do algodão, milho e soja geneticamente modificados tolerantes ao glifosato, o MAXIZATO é seletivo, quando aplicado em pós-emergência sobre a cultura, nas doses e estádios de aplicação recomendados.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Ipomoea nil | amarra-amarra (2), campainha (8), corda-de-viola (9) | Ver detalhes |
| Ameixa | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Arroz | Raphanus sativus | nabiça (2), nabo (2), rabanete | Ver detalhes |
| Banana | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Cacau | Sorghum bicolor | sorgo | Ver detalhes |
| Café | Aeschynomene denticulata | angiquinho (2), corticeirinha (1), maricazinho (2) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Citros | Aeschynomene denticulata | angiquinho (2), corticeirinha (1), maricazinho (2) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Maçã | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Milho | Vicia sativa | avica, ervilhaca | Ver detalhes |
| Milho OGM | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Nectarina | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Pastagens | Raphanus sativus | nabiça (2), nabo (2), rabanete | Ver detalhes |
| Pera | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Pessego | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Pinus | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Seriguela | Echinochloa crusgalli | capim-arroz (2), capim-canevão, capim-jaú | Ver detalhes |
| Seringueira | Tridax procumbens | erva-de-touro | Ver detalhes |
| Soja | Paspalum conjugatum | capim-azedo, capim-forquilha, capim-marreca | Ver detalhes |
| Soja OGM | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Trigo | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Uva | Ipomoea nil | amarra-amarra (2), campainha (8), corda-de-viola (9) | Ver detalhes |
As recomendações a seguir relacionadas são importantes para uma correta aplicação e para que sejam obtidos os efeitos desejados.
Ao aplicar o produto, siga sempre as recomendações presentes em bula, garantindo uma boa cobertura da pulverização sobre o alvo desejado, evitando a sobreposição das faixas de aplicação. Proceda a regulagem do equipamento de aplicação terrestre ou aéreo para assegurar uma distribuição uniforme na dose correta sobre o alvo desejado.
Colocar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar MAXIZATO na dose previamente calculada. Acionar o agitador e completar com
água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto não se faz necessário usar o agitador. Diluir a dose de MAXIZATO indicada para cada situação em água e pulverizar sobre as espécies a serem controladas. A aplicação poderá ser feita utilizando-se equipamentos aéreos ou terrestres. Armazenar e manusear apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. Não armazenar a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
Utilizar equipamento de pulverização tratorizado provido de barras apropriadas ou pulverização costal (manual ou motorizado).
Para a aplicação do produto, é recomendado utilizar uma tecnologia de aplicação que ofereça uma boa cobertura dos alvos biológicos. Recomenda-se a utilização de pulverizadores costais dotados de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrado de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota grossa a muito grossa, direcionando para o alvo desejado. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno. A pressão de trabalho deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas. Gotas menores são indicadas para plantas daninhas de maior densidade vegetativa e para locais onde não haja risco de atingir plantas econômicas por deriva. Utilizar a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva. Recomenda-se que a barra pulverizadora deva estar posicionada a uma altura de 50 cm do alvo a ser atingido. Menores alturas poderão ser utilizadas em caso de espaçamentos entre bicos menores que 50 cm. Quanto menor a distância entre a altura da barra e o alvo a ser atingido, menor a exposição das gotas e menor o impacto na aplicação pelas condições ambientais, como a evaporação e transporte pelo vento (deriva). Recomenda-se o uso de controladores automáticos de altura da barra para manter a altura ideal da ponta em relação ao alvo. Para determinadas culturas que utilizarem equipamentos específicos, o tamanho das gotas pode ser ajustado e adequado de acordo com cada situação. Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura da área foliar. Observar para que não ocorram sobreposições nem derivas por movimentos não planejados pelo operador. Para aplicação com pulverizadores costais manuais, verificar as doses por 100 L de água e utilizar vazão aproximada de 200 L/ha.
Deve-se realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (bicos, barras, medidores
de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo.
Volume de calda: 50 a 250 L/ha
Tratando-se de plantas com grande densidade vegetativa recomenda-se o volume maior.
Na pulverização, utilize técnicas que proporcionem maior cobertura. Consulte um Engenheiro Agrônomo.
APLICAÇÃO AÉREA:
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aero agrícolas pela ANAC, que sejam providas com barras e pontas (bicos) apropriadas para a operação. A aplicação deve ser realizada apenas por empresas especializadas, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. A altura de voo não deve ultrapassar 4,0 m para evitar problemas com deriva; a altura ideal é de 2 a 3 m acima do alvo, desde que garanta a segurança do vôo. O aumento da altura de vôo eleva o risco potencial de deriva. Especial atenção deve ser dada aos efeitos de vórtices que também podem causar deriva ocasionada principalmente pelo posicionamento incorreto dos bicos em relação às asas da aeronave. Utilizar o menor número de bicos com maior vazão possível que proporcione uma cobertura uniforme, sendo que devem ser orientados de maneira que o jato esteja dirigido para trás, no sentido paralelo a corrente de ar. Na pulverização, é recomendado utilizar técnicas que proporcionem maior cobertura. Consulte um Engenheiro Agrônomo.
Volume de calda recomendado: 20 a 40 L/ha Faixa de deposição com 15 m de largura Tamanho de gotas entre 200 a 600 micras. Densidade mínima de gotas de 20 a 40 gotas/cm2.
Nota: Sempre verificar o risco de atingir culturas econômicas sensíveis a herbicidas por deriva.
As condições climáticas mais favoráveis para a pulverização utilizando equipamentos adequados são:
Temperatura ideal: entre 20 a 30ºC;
Umidade relativa do ar: Mínima 55%; Máximo 95%;
Velocidade do vento: Mínima 2 Km/h; Máxima 10 km/h;
Caso haja presença de orvalho na cultura, não há restrições nas aplicações com aviões; porém deve-se evitar aplicações com máquinas terrestres.
Em caso de dúvidas ou mudança de aeronave, realizar testes de campo com papel sensível, ou consultar empresa aplicadora ou o departamento técnico da AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA.
Evitar as condições de inversão térmica.
Deve-se evitar a aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave.
Ajustar o tamanho de gotas às condições ambientais, alterando o ângulo relativo dos bicos hidráulicos ou o ângulo das pás do “micronair”.
Os volumes de aplicação e tamanho de gotas maiores são indicados quando as condições ambientais estão próximas dos limites recomendados. Já para lavouras com densa massa foliar, recomendam-se gotas menores e volumes maiores.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura), para tanto o tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos/culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque.
Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante. Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e coloca-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Culturas | Intervalo de Segurança (dias) |
Algodão | (1) |
Arroz, cana-de-açúcar, pastagem, trigo (área de pousio) | (2) |
Milho | (3) |
Soja | (4) |
Banana, cacau, citros, nectarina, pêssego | 30 |
Café, maçã, pêra | 15 |
Uva, ameixa | 17 |
Eucalipto, pinus, seringueira | U.N.A. |
U.N.A. = Uso Não Alimentar
O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para algodão OGM, que expressa tolerância ao glifosato, é de 130 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do milho OGM, que expressa tolerância ao glifosato, é de 60 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja OGM, que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período mínimo de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso haja necessidade de reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes desse período, usar os EPIs recomendados.
VER 05 – 18.11.2024
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE g p.c./ha | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Nome comum Nome científico | ||||
ARROZ IRRIGADO | Angiquinho Aeschynomene rudis | 3,3 | 1 | Aplicar quando as plantas daninhas estiverem entre os estádios de 2 a 4 folhas e quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento). Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100mL/100 L (0,1%). |
Sagitária Sagittaria montevidensis | ||||
Aguapé Heteranthera reniformis | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Losna-branca Parthenium hysterophorus | ||||
Nabo Raphanus raphanistrum | ||||
Rubim Leonurus sibiricus | ||||
Picão-branco Galinsoga parviflora |
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE g p.c./ha | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Nome comum Nome científico | ||||
Volume de Aplicação: continuamente uma lâmina de água, de cerca de 10 cm, até a fase de maturação da cultura. | ||||
ARROZ | Trapoeraba Commelina benghalensis | 3,3 | 1 | Realizar a aplicação no perfilhamento da cultura para o controle das plantas daninhas no estádio de 2 a 4 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100L (0,1%). |
Carrapicho-de- carneiro Acanthospermum hispidum | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Angiquinho Aeschynomene rudis | ||||
Corda de viola Ipomoea heredifolia Ipomoea purpurea | ||||
Leiteiro Euphorbia heterophylla | 4,0 | |||
Volume de Aplicação: | ||||
AVEIA BRANCA | Nabo Raphanus raphanistrum | 3,3 - 4,0 | 1 | Realizar as aplicações no estádio de perfilhamento da cultura. Para o controle de Nabo, Picão-branco, Picão-preto e Língua-de-vaca, aplicar no estádio de 2 a 4 folhas. A dose mais elevada quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento (até 4 folhas) e/ou com populações maiores de plantas daninhas. Para Língua-de-vaca aplicar somente em plântulas originárias de sementes até o estádio de 4 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 ml/100 L de calda (0,1% v/v). |
Picão-branco Galinsoga parviflora | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Língua-de-vaca Rumex obtusifolius | 4,0 | |||
Aplicação terrestre: Utilizar volumes de 200 a 400 litros de calda/ha para pulverizador manual costal e 100 a 200 litros/ha para pulverizador tratorizado. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha
Aplicação aérea: volume de aplicação: 20 a 40 litros de calda/ha
Em aplicação por "Benzedura manual", em arroz irrigado, no sistema pré-germinado, quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento), o herbicida METSULFURON NORTOX apresenta controle das plantas daninhas Sagittaria montevidensis e Heteranthera reniformis, no estágio de 2 a 4 folhas. O volume de calda de 30 litros/ha (3 mL/m²) deve ser aplicado na forma de jatos, com o auxílio de pulverizador costal sem o bico aspersor, ou de outro equipamento que permita uma distribuição uniforme. Manter
Aplicação terrestre: Utilizar volumes de 200 a 400 litros de calda/ha para pulverizador manual costal e 100 a 200 litros/ha para pulverizador tratorizado. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha.
Aplicação aérea: volume de aplicação: 20 a 40 litros de calda/ha.
VER 05 – 18.11.2024
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE g p.c./ha | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Nome comum Nome científico | ||||
Volume de Aplicação: | ||||
CAFÉ | Picão-preto Bidens pilosa | 6,0 – 10,0 | 1 | Recomenda-se aplicar em pós- emergência da planta daninha, em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. METSULFURON NORTOX deve ser aplicado com óleo mineral emulsionável na proporção de 0,3 a 0,5% v/v. |
Volume de Aplicação: - Aplicação terrestre: Utilizar volumes de 200 a 400 litros de calda/ha para pulverizador manual costal e 100 a 200 litros/ha para pulverizador tratorizado. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha. | ||||
CANA-DE- AÇÚCAR (Pré- emergência em solo leve) | Mussambê Cleome affinis | 30,0 | 1 | Para o controle de plantas infestantes na cultura da cana-de- açúcar, pode-se realizar a aplicação em área total em cana-planta ou soca, em pré-emergência da cultura e das plantas infestantes na dose de 30 g p.c./ha, ou, em pós-emergência inicial da cana (4 folhas ou 20 cm) e das plantas daninhas infestantes com 2 a 4 folhas. Utilizar as maiores doses quando as plantas infestantes estiverem em estádios mais avançados de desenvolvimento e/ou com altas populações na área. Realizar uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Beldroega Portulaca oleracea | ||||
Guanxuma Sida cordifolia Sida rhombifolia | ||||
CANA-DE- AÇÚCAR (Pré- emergência em solo médio) | Beldroega Portulaca oleracea | |||
CANA-DE- AÇÚCAR (Pós- emergência) | Beldroega Portulaca oleracea | 8,0 – 15,0 | ||
Guanxuma Sida rhombifolia | 10,0 – 15,0 | |||
Aplicação terrestre: Utilizar volumes de 200 a 400 litros de calda/ha para pulverizador manual costal e 100 a 200 litros/ha para pulverizador tratorizado. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha.
Aplicação aérea: volume de aplicação: 20 a 40 litros de calda/ha.
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CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE g p.c./ha | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Nome comum Nome científico | ||||
Volume de Aplicação: | ||||
CITROS COCO* DENDÊ* | Picão-preto Bidens pilosa | 6,0 – 10,0 | 1 | Aplicar quando as plantas infestantes estiverem em pós- emergência no estadio de 2 a 4 folhas, em aplicação dirigida na entrelinha da cultura até a projeção da copa desta. Utilizar a dose mais elevada quando as plantas infestantes apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com altas populações das palntas daninhas a serem controladas. Realizar uma única aplicação por ano. |
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Volume de Aplicação: - Aplicação terrestre: 100 a 300 litros de calda/ha. *Coco e Dendê: A aplicação deve ser realizada em conjunto com adjuvante a base de óleo mineral emulsionável, na dose de 0,3 a 0,5%. | ||||
AVEIA PRETA | Nabo Raphanus raphanistrum | 3,3 – 6,6 | 1 | Aplicar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. METSULFURON NORTOX pode ser aplicado quando as culturas estiverem entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e emborrachamento, e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%). |
CEVADA | ||||
TRITICALE | ||||
TRIGO | Falsa-serralha Emilia sonchifolia | 4,0 | 1 | Aplicar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. METSULFURON NORTOX pode ser aplicado quando as culturas estiverem entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e emborrachamento, e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%). |
Orelha-de-urso Stachys arvensis | ||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | ||||
Rubim Leonurus sibiricus | 3,3 – 6,6 | |||
Losna-branca Parthenium hysterophorus | ||||
Alfinete-da-terra Silene gallica | ||||
Aplicação terrestre: Utilizar volumes de 200 a 400 litros de calda/ha para pulverizador manual costal e 100 a 200 litros/ha para pulverizador tratorizado. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha
Aplicação aérea: volume de aplicação: 20 a 40 litros de calda/ha.
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CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE g p.c./ha | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Nome comum Nome científico | ||||
TRIGO | Picão-preto Bidens pilosa | 3,3 – 6,6 | 1 | Aplicar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. METSULFURON NORTOX pode ser aplicado quando as culturas estiverem entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e emborrachamento, e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%). |
Estelária Stellaria media | ||||
Gorga Spergula arvensis | ||||
Nabo Raphanus raphanistrum | ||||
Picão-branco Galinsoga parviflora | ||||
Almeirão-do-campo Hypochoeris brasiliensis | ||||
Botão-de-ouro Galinsoga quadriradiata | ||||
Caruru-rasteiro Amaranthus deflexus | ||||
Cravo-de-defunto Tagetes minuta | ||||
Erva-andorinha Chamaesyce hyssopifolia | ||||
Erva-de-santa-luzia Chamaesyce hirta | ||||
Ervilhaca Vicia sativa | ||||
Estrelinha Melampodium perfoliatum | ||||
Linguinha-de-vaca Rumex acetosella | ||||
Macela Gnaphalium spicatum | ||||
Poaia Richardia brasiliensis | ||||
Roseta Soliva pterosperma | ||||
Losna-do-campo Ambrosia elatior | 4,6 – 6,6 | |||
Língua-de-vaca* Rumex obtusifolius | 6,6 | |||
Volume de Aplicação: * Para Língua-de-vaca aplicar somente em plântulas originárias de sementes. | ||||
Aplicação terrestre: Utilizar volumes de 200 a 400 litros de calda/ha para pulverizador manual costal e 100 a 200 litros/ha para pulverizador tratorizado. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha
Aplicação aérea: volume de aplicação: 20 a 40 litros de calda/ha.
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CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE g p.c./ha | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Nome comum Nome científico | ||||
Manejo de Inverno (pré- semeadura do Trigo em área de "Sistema de Plantio Direto") | Língua-de-vaca Rumex obtusifolius | 4,0 | 1 | O controle de plantas daninhas presentes deve ser realizado antes do plantio ou pré-semeadura do trigo. METSULFURON NORTOX possui seletividade à cultura do trigo, portanto não causará danos às plântulas em emergência. METSULFURON NORTOX pode ser aplicado entre 3 e 20 dias antes do plantio. Aplicado 3 dias antes do plantio para que o efeito da sua ação possa ser observado e evite interferência causada pela plantadeira. Aplicado 20 dias antes do plantio para se evitar a reinfestação. METSULFURON NORTOX deve ser aplicado com óleo mineral emulsionável na proporção de 0,3 a 0,5% v/v. |
Serralha verdadeira Sonchus oleraceus | ||||
Estelária Stellaria media | ||||
Losna-branca Parthenium hysterophorus | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Volume de Aplicação: | ||||
PASTAGENS (Brachiaria decumbens, Brachiaria humidicola, Brachiaria brizantha) | Gervão-branco Croton glandulosus | 6,6 | 1 | Para altas infestações das plantas daninhas: aplicar em área total. Para infestações desuniformes em reboleiras ou manchas: aplicar em jato dirigido sobre as plantas infestantes. METSULFURON NORTOX deve ser aplicado com óleo mineral emusionável na proporção de 0,5% v/v, quando as plantas infestantes estiverem em ativo crescimento vegetativo. |
Guanxuma Sida rhombifolia | 10,0 – 13,3 | |||
Volume de Aplicação: | ||||
Aplicação terrestre: Utilizar volumes de 200 a 400 litros de calda/ha para pulverizador manual costal e 100 a 200 litros/há para pulverizador tratorizado. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha
Aplicação aérea: volume de aplicação: 20 a 40 litros de calda/ha
Aplicação terrestre: Utilizar volumes de 200 a 400 litros de calda/ha para pulverizador manual costal e 100 a 200 litros/ha para pulverizador tratorizado. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha
Aplicação aérea: volume de aplicação: 20 a 40 litros de calda/ha
quilo do produto comercial (p.c.) contém 600 gramas do ingrediente ativo (a.i.) Metsulfurom-metílico.
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| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Sagittaria montevidensis | aguapé-de-flexa, flecha (2), sagitária (1) | Ver detalhes |
| Aveia Branca | Rumex obtusifolius | labaça, língua-de-vaca (2) | Ver detalhes |
| Aveia preta | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Café | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Cevada | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Pastagens | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Trigo | Leonurus sibiricus | chá-de-frade, cordão-de-são-francisco (2), erva-macaé | Ver detalhes |
| Triticale | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
Para preparação da calda, abasteça o pulverizador até 3/4 de sua capacidade mantendo agitador ou retorno acionado. Fazer uma pré-mistura, adicionando a quantidade recomendada de METSULFURON NORTOX, em um recipiente com água a parte para se obter uma pré-diluição do produto, e adicione ao tanque do pulverizador, após complete o volume restante do pulverizador com
água mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. O volume de água utilizado por hectare é o que consta no item “VOLUME DE APLICAÇÃO” para cada cultura recomendada.
Cultura indicada: Arroz irrigado, Arroz, Aveia branca, Aveia preta, Café, Cana-de-açúcar, Cevada, Citros, Coco, Dendê, Pastagens, Trigo, Triticale e Manejo de inverno (trigo).
Para a aplicação do produto utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque com indução de ar, visando à produção de gotas grossas a extremamente grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta alvo, conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Para aplicação em jato dirigido, utilizar bicos com indução de ar, ou cônico cheio, visando a produção de gotas grossas a extremamente grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na área, conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo
Cultura indicada: Arroz irrigado, Arroz, Aveia branca, Aveia preta, Cana-de-açúcar, Cevada, Pastagens, Trigo, Triticale e Manejo de inverno (trigo).
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aeroagrícolas pela ANAC. A altura de voo não deve ultrapassar 4,0 m, para evitar problemas com deriva, a altura ideal é de 2 a 4 m acima do alvo, desde que garanta a segurança do voo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
As condições climáticas mais favoráveis para a realização de uma pulverização, utilizando-se os equipamentos adequados de pulverização, são:
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Umidade relativa do ar: superior a 55%
Velocidade média do vento: entre 3 e 7 km/h.
Temperatura: entre 20 e 30 ºC.
Direção do vento: Não aplicar em locais e momentos do dia em que o vento esteja na direção de culturas sensíveis. Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplicar, pois pode haver inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia. Não aplicar quando a velocidade do vento estiver acima de 10 km/h, devido ao potencial de deriva pelo movimento de ar.
Não realizar aplicações em condições de inversão térmica.
Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores, porém independentemente do equipamento utilizado para a pulverização, o tamanho de gostas é um dos fatores mais importantes para se evitar a deriva. O tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência.
Fatores como tamanho de gotas, pressão de trabalho, velocidade do vento, umidade e temperatura devem ser avaliados pelo aplicador, quando da decisão de aplicar.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas.
Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque.
Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante.
Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
CULTURA | DIAS |
Arroz, Arroz Irrigado, Café, Citros, Coco, Dendê e Trigo | 30 |
Aveia branca | 31 |
Aveia preta | 10 |
Cana-de-açúcar | 90 |
Cevada e Triticale | 15 |
Pastagem | 28 |
Manejo de inverno | (1) |
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(1) Não determinado devido a modalidade de emprego.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
PASTAGEM (Brachiaria decumbens) | ||||
Nome Comum | Nome Científico | Dose p.c. (g/ha) | N° Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
Gervão-branco | Croton glandulosus | 6,6 | 1 | Terrestre: 200 a 400 (pulverizador manual costal); 100 a 200 (pulverizador tratorizado) A partir 250 pré- emergência Aérea: 20 a 40 |
Número, época e intervalo de aplicação: Para o controle em alta infestação, aplicar em área total, caso a infestação seja desuniforme em reboleiras ou manchas, aplicar em jato dirigido sobre as plantas daninhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 50 mL/100L (0,5%), quando as plantas infestantes estiverem em ativo crescimento vegetativo. Realizar no máximo 1 (uma) aplicação durante o ciclo das culturas recomendadas. | ||||
PASTAGEM (Brachiaria humidicola; Brachiaria brizantha) | ||||
Nome Comum | Nome Científico | Dose p.c. (g/ha) | N° Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
Guanxuma | Sida rhombifolia | 10 a 13,3 | 1 | Terrestre: 200 a 400 (pulverizador manual costal); 100 a 200 (pulverizador tratorizado) A partir 250 pré- emergência Aérea: 20 a 40 |
Número, época e intervalo de aplicação: Para o controle em alta infestação, aplicar em área total, caso a infestação seja desuniforme em reboleiras ou manchas, aplicar em jato dirigido sobre as plantas daninhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 50 mL/100L (0,5%), quando as plantas infestantes estiverem em ativo crescimento vegetativo. Realizar no máximo 1 (uma) aplicação durante o ciclo das culturas recomendadas. | ||||
ARROZ IRRIGADO | ||||
Nome Comum | Nome Científico | Dose p.c. (g/ha) | N° Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
Angiquinho; maricazinho; paquinha; pinheirinho | Aeschynomene rudis | 3,3 | 1 | Terrestre: 200 a 400 (pulverizador manual costal); 100 a 200 (pulverizador tratorizado) A partir 250 pré- emergência Aérea: 20 a 40 |
Sagitaria | Sagittaria montevidensis | |||
Aguapé-mirim | Heteranthera reniformis | |||
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem entre os estádios de 2 a 4 folhas e quando a cultura estiver entre 10 a 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento). Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100L (1%). Realizar no máximo 1 (uma) aplicação durante o ciclo das culturas recomendadas. | ||||
ARROZ | ||||
Nome Comum | Nome Científico | Dose p.c. (g/ha) | N° Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 3,3 | 1 | Terrestre: 200 a 400 (pulverizador manual costal); 100 a 200 (pulverizador tratorizado) A partir 250 pré- emergência |
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||
Leiteira | Euphorbia heterophylla | 4,0 | ||
Aérea: 20 a 40 | ||||
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar a aplicação no perfilhamento da cultura para o controle das plantas daninhas no estádio de 2 a 4 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100L (1%). Realizar no máximo 1 (uma) aplicação durante o ciclo das culturas recomendadas. | ||||
AVEIA BRANCA | ||||
Nome Comum | Nome Científico | Dose p.c. (g/ha) | N° Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
Nabo | Raphanus raphanistrum | 3,3 a 4,0 | 1 | Terrestre: 200 a 400 (pulverizador manual costal); 100 a 200 (pulverizador tratorizado) A partir 250 pré- emergência Aérea: 20 a 40 |
Picão-branco | Galinsoga parviflora | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||
Língua-de-vaca | Rumex obtusifolius | 4,0 | ||
Número, época e intervalo de aplicação: Para o nabo, picão-preto, picão-branco: Realizar aplicações no estádio de perfilhamento da cultura. Aplicar de 3,3 a 4 g/ha para controle de nabo, picão branco e picão no estádio de 2 a 4 folhas. Aplicar a dose mais elevada quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento (até 4 folhas) e/ou com populações maiores de plantas daninhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100L (1%). Para língua-de-vaca: Aplicar somente em plantas originárias de sementes até o estádio de 4 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100L (1%). Realizar no máximo 1 (uma) aplicação durante o ciclo das culturas recomendadas. | ||||
CAFÉ | ||||
Nome Comum | Nome Científico | Dose p.c. (g/ha) | N° Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
Picão-preto | Bidens pilosa | 6,0 a 10 | 1 | Terrestre: 200 a 400 (pulverizador manual costal); 100 a 200 (pulverizador tratorizado) A partir 250 pré- emergência Aérea: 20 a 40 |
Número, época e intervalo de aplicação:
Recomenda-se aplicar em pós-emergência da planta daninha, em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 30 a 50 mL/100L (0,3 a 0,5 %).
Realizar no máximo 1 (uma) aplicação durante o ciclo das culturas recomendadas.
CANA-DE-AÇÚCAR | ||||
Nome Comum | Nome Científico | Dose p.c (g/ha) | N° Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
Mussambê | Cleome affinis | 30 | 1 | Terrestre: 200 a 400 (pulverizador manual costal); 100 a 200 (pulverizador tratorizado) A partir 250 pré- emergência Aérea: 20 a 40 |
Beldroega | Portulaca oleracea | |||
Guanxuma | Sida cordifolia | |||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||
Número, época e intervalo de aplicação: Para beldroega: aplicar em pré-emergência da cultura e da planta daninha em condições de solo de textura leve e textura média. Para mussambê e guanxuma: aplicar em pré-emergência da cultura e da planta daninha em condições de solo de textura leve. Realizar no máximo 1 (uma) aplicação durante o ciclo das culturas recomendadas. | ||||
AVEIA PRETA; CEVADA; TRITICALE | ||||
Nome Comum | Nome Científico | Dose p.c. (g/ha) | N° Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
Nabo | Raphanus raphanistrum | 3,3 a 6,6 | 1 | Terrestre: 200 a 400 (pulverizador manual costal); 100 a 200 (pulverizador tratorizado) A partir 250 pré- emergência Aérea: 20 a 40 |
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. O produto pode ser aplicado quando as culturas estiverem entre os estádios de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. O produto pode ser aplicado quando as culturas estiverem entre os estádios de desenvolvimento de pre-perfilhamento e emborrachamento, e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100L (1%). Realizar no máximo 1 (uma) aplicação durante o ciclo das culturas recomendadas. | ||||
TRIGO | ||||
Nome Comum | Nome Científico | Dose p.c. (g/ha) | N° Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | |||
Orelha-de-urso | Stachys arvensis | 4,0 | ||
Amendoim-bravo | Euphorbia | |||
heterophylla | Terrestre: 200 a 400 | |||
Rubim | Leonurus sibiricus | 3,3 a 6,6 | ||
(pulverizador manual | ||||
Losna-branca | Parthenium | costal); 100 a 200 | ||
hysterophorus | 1 | (pulverizador tratorizado) | ||
Alfinetes-da-terra | Silene gallica | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | A partir 250 pré- | ||
Erva-de-passarinho | Stellaria media | emergência | ||
Gorga | Spergula arvensis | Aérea: 20 a 40 | ||
Nabo | Raphanus | |||
raphanistrum | ||||
Picão-branco | Galinsoga parviflora | |||
Língua-de-vaca | Rumex obtusifolius | 6,6 | ||
Número, época e intervalo de aplicação: | ||||
Para falsa serralha, orelha de urso, amendoim bravo: Quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento e/ou com populações maiores de plantas daninhas. As aplicações devem ser feitas quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100L (1%).
Para rubim, losna-branca, alfinete-da-terra, picão-preto, estelária, gorga, nabo, picão-branco: Quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento e/ou com populações maiores de plantas daninha. As aplicações devem ser feitas quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré- perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100L (1%).
Para língua-de-vaca: Aplicar somente em plântulas originárias de sementes. As aplicações devem ser feitas quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100L (1%).
Realizar no máximo 1 (uma) aplicação durante o ciclo das culturas recomendadas.
TRIGO (Manejo de inverno) | ||||
Nome Comum | Nome Científico | Dose p.c. (g/ha) | N° Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
Língua-de-vaca | Rumex obtusifolius | 4,0 | 1 | Terrestre: 200 a 400 (pulverizador manual costal); 100 a 200 (pulverizador tratorizado) A partir 250 pré- emergência Aérea: 20 a 40 |
Serralha | Sonchus oleraceus | |||
Erva-de-passarinho | Stellaria media | |||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||
Número, época e intervalo de aplicação: Em áreas de adoção de Sistema de Plantio Direto, o controle de plantas daninhas presentes deve ser realizado antes do plantio ou pré-semeadura do trigo. O produto possui seletividade à cultura do trigo, portanto não causará danos às plântulas em emergência. O produto pode ser aplicado entre 3 e 20 dias antes do plantio. Aplicado 3 dias antes do plantio para que o efeito interferência causada pela plantadeira. Aplicado 20 dias antes do plantio para se evitar a reinfestação. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 30 a 50 mL/100L (0,3 a 0,5%). Realizar no máximo 1 (uma) aplicação durante o ciclo das culturas recomendadas. | ||||
Nota: Dose p.c.- Dose de produto comercial
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Sagittaria montevidensis | aguapé-de-flexa, flecha (2), sagitária (1) | Ver detalhes |
| Aveia Branca | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Aveia preta | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Café | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Cevada | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Pastagens | Croton glandulosus | gervão (3), gervão-branco (1), malva-vermelha | Ver detalhes |
| Trigo | Emilia sonchifolia | bela-emilia, falsa-serralha, pincel | Ver detalhes |
| Triticale | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
Utilizar volumes de 200 a 400 litros de calda/ha para pulverizador manual costal e 100 a 200 L/ha para pulverizador tratorizado. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha.
Tipos de bico: leque (ex. Teejet, XR Teejet, DG Teejet, Twinjet, TK ou TF) ou cone (ex. Fulljet); utilizar de acordo com a recomendação do fabricante.
Obs.: Ao utilizar outros equipamentos pulverizadores, estes devem proporcionar boa cobertura das plantas daninhas, ou do solo no caso de aplicação em pré-emergência.
Em aplicação por “Benzedura manual”, em arroz irrigado, no sistema pré-germinado, quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento), o produto apresenta controle das plantas daninhas Sagittaria montevidensis e Heteranthera reniformis, no estágio de 2 a 4 folhas. O volume de calda de 30 L/ha (3 ml/m2 deve ser aplicado na forma de jatos, com auxílio de pulverizador costal sem o bico aspersor, ou de outro equipamento que permita uma distribuição uniforme. Manter continuamente uma lâmina de água, cerca de 10 cm, até a fase de maturação da cultura.
Aplicar através de aeronaves agrícolas equipadas com barra e dotadas de bico tipo cônico (D9 ou D10, core 44 a 46) ou atomizadores de tela rotativa (Micronair), altura de voo de 3 a 4 m sobre a cultura, largura
da faixa de deposição efetiva: 15 m; diâmetro e densidade de gotas: 200 a 400 micra, 10 a 30 gotas/cm3, volume de aplicação: 20 a 40 litros de calda/ha.
Obs.: A critério do Engenheiro Agrônomo, as condições podem ser alteradas.
Devem ser respeitadas condições de velocidade do vento a 10 Km/hora, temperatura menor que 25ºC e umidade relativa maior que 70%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Iniciar o preparo da calda colocando água no tanque até a metade de sua capacidade com o agitador em movimento e adicionar o produto. No caso de embalagens em frasco, recomenda-se uma pré-diluição em água antes da adição ao tanque do pulverizador. Após, adicionar mais água até ¾ da capacidade do tanque, antes de adicionar adjuvantes.
Se houver necessidade de interromper a aplicação por algum tempo, recomenda-se manter o agitador funcionando. Se esta interrupção for mais longa, é necessário reagitar a calda herbicida antes de reutilizá- la.
Para prevenir o acúmulo de resíduos do produto no tanque do equipamento pulverizador, recomenda-se esvaziá-lo completamente antes do preparo da nova calda herbicida.
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pela mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pela mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque, evitando que este líquido atinja corpos d'água, nascentes ou plantas úteis.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repita o passo 3.
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva durante a aplicação é de responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (>150 a 200 μm). A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado ou culturas sensíveis, condições climáticas, estágio de desenvolvimento da cultura, etc devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetros maiores reduz o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Veja instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica.
Volume: Use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível, considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores, de acordo com a pressão de trabalho adotada (ex.: XR Teejet).
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura. Quando volumes maiores forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada.
Para a maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível e que proporcione uma cobertura uniforme.
Orientação dos bicos: Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar, produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de bico. Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder ¾ (75%) da asa ou do comprimento do motor - barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura de voo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura aumentam o potencial de deriva.
Regule a altura da barra para a menor altura possível para obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver ventos fortes ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à
altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
CULTURA | INTERVALO DE SEGURANÇA |
Pastagem | Uso não alimentar - UNA |
Arroz irrigado | 30 dias |
Arroz | |
Aveia branca | 31 dias |
Aveia preta | 10 dias |
Café | 30 dias |
Cana-de-açúcar | 90 dias |
Cevada | 15 dias |
Trigo | 30 dias |
Triticale | 15 dias |
Não entre na área tratada em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO: MOL 2,4D 806 SL é um herbicida seletivo de ação sistêmica aplicado em pós-emergência no controle de plantas infestantes nas culturas de arroz, arroz irrigado, aveia, café, cana-de-açúcar, milho, trigo e pastagens de Brachiaria, bem como, no manejo em dessecação em pré-plantio de arroz, café, cana-de-açúcar, milho, soja e trigo, conforme especificado abaixo:
Cultura | Plantas infestantes | Dose (mL p.c./ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de Calda (L/Ha) | Número / Época / Intervalo de Aplicações |
Arroz | Angiguinho (Aeschynomene rudis) | 1500 | 1005 | 200 | Aplicar em pós- emergência no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Realizar apenas 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura. |
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | 200 | ||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | 150 a 300 | ||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | 500 a 1500 | 335 a1005 | |||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | 500 a 1500 | 335 a1005 | |||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 500 a 1500 | 335 a1005 | |||
Caruru-de-espinho (Amaranthus spinosus) | 500 a 1500 | 335 a1005 | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 500 a 1500 | 335 a1005 | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 500 a 1500 | 335 a1005 | |||
Mostarda (Brassica rapa) | 500 a 1500 | 335 a1005 | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 500 a 1500 | 335 a1005 | |||
Picão (Bidens alba) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | 200 | ||
Rabo-de-foguete (Conyza bonariensis) | 1500 | 1005 | 150 a 300 | ||
Buva (Conyza sumatrensis) | 1500 | 1005 | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | 800 a 1500 | 536 a 1005 | 200 | ||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | 150 a 300 | ||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Soja (Glycine max) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | 150 a 300 | ||
Algodão (Gossypium hirsutum) | 1250 a 1500 | 837,5 a 1005 | 150 a 300 | ||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 600 a 1500 | 402 a 1005 | 200 | ||
Arroz | Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | 150 a 300 | Aplicar em pós- emergência no |
Cultura | Plantas infestantes | Dose (mL p.c./ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de Calda (L/Ha) | Número / Época / Intervalo de Aplicações |
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Realizar apenas 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura. | ||
Rubim (Leonurus sibiricus) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Mastruz (Lepidium virginicum) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Arroz irrigado | Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 800 a 1500 | 536 a 1005 | 200 | Aplicar em pós- emergência com as plantas infestantes no estágio de 3 a 5 folhas. O produto deve ser aplicado com pouca ou sem água de irrigação. Realizar apenas 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura. |
Angiguinho (Aeschynomene rudis) | 300 | 201 | 200 a 400 | ||
Angiguinho (Aeschynomene denticulata) | 300 | 201 | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | 200 a 400 | ||
Anagalis (Anagallis arvensis) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | 200 a 400 | ||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 800 a 1500 | 536 a 1005 | 200 | ||
Beldroega (Portulaca oleracea) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | 200 a 400 | ||
Mamona (Ricinus Communis) | 800 a 1500 | 536 a 1005 | 200 | ||
Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia) | 300 | 201 | 150 a 300 | ||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 300 | 201 | 200 a 400 | ||
Aveia | Picão-preto (Bidens pilosa) | 400 a 700 | 268 a 469 | 200 | Aplicar em área total em pós- emergência das plantas daninhas. |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 400 a 700 | 268 a 469 |
Cultura | Plantas infestantes | Dose (mL p.c./ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de Calda (L/Ha) | Número / Época / Intervalo de Aplicações |
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 400 a 700 | 268 a 469 | Aplicar no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Realizar apenas 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura. | ||
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | 400 a 700 | 268 a 469 | |||
Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) | 400 a 700 | 268 a 469 | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | 400 a 700 | 268 a 469 | 200 | ||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 500 a 700 | 335 a 469 | 200 | ||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 500 a 700 | 335 a 469 | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 500 a 700 | 335 a 469 | |||
Café | Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | 150 a 300 | Aplicar através de jato dirigido nas entrelinhas, evitando o contato do produto com a cultura, em pós- emergência das plantas daninhas e quando as mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, logo após a arruação ou esparramação. Realizar apenas 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura. |
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Caruru-de-espinho (Amaranthus spinosus) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Mostarda (Brassica rapa) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Rubim (Leonurus sibiricus) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Mastruz (Lepidium virginicum) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Café | Beldroega (Portulaca oleracea) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | Aplicar através de jato dirigido nas entrelinhas, evitando o contato do produto com a cultura, em pós- | |
Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 |
Cultura | Plantas infestantes | Dose (mL p.c./ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de Calda (L/Ha) | Número / Época / Intervalo de Aplicações |
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | emergência das plantas daninhas e quando as mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, logo após a arruação ou esparramação. Realizar apenas 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura. | ||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Cana-de- açúcar | Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | 150 a 300 | Aplicar em pós- emergência quando a planta estiver em pleno crescimento vegetativo, evitando-se períodos de estresse hídrico, antes da formação de colmos da cana-de-açúcar. Usar a maior dose para plantas infestantes mais desenvolvidas. Realizar apenas 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura. |
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Caruru-de-espinho (Amaranthus spinosus) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Mostarda (Brassica rapa) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Rubim (Leonurus sibiricus) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Mastruz (Lepidium virginicum) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Cana-de- açúcar | Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 1000 a 3500 | 670 a 2345 | 200 a 400 | Pré-emergência: Aplicar antes da germinação das plantas infestantes, quando o solo estiver úmido. Pós-emergência: Aplicar quando a |
Cultura | Plantas infestantes | Dose (mL p.c./ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de Calda (L/Ha) | Número / Época / Intervalo de Aplicações |
Picão-preto (Bidens pilosa) | 1000 a 3500 | 670 a 2345 | planta estiver em pleno crescimento vegetativo, evitando-se períodos de estresse hídrico, antes da formação de colmos da cana-de-açúcar. Usar a maior dose para plantas infestantes mais desenvolvidas. Realizar apenas 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura. | ||
Beldroega (Portulaca oleracea) | 1000 a 3500 | 670 a 2345 | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | 1500 a 3500 | 1005 a 2345 | 200 a 400 | ||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 1500 a 3500 | 1005 a 2345 | |||
Cana-de- açúcar | Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | 200 | Aplicar em pós- emergência quando a planta estiver em pleno crescimento vegetativo, evitando-se períodos de estresse hídrico, antes da formação de colmos da cana-de-açúcar. Usar a maior dose para plantas infestantes mais desenvolvidas. Realizar apenas 1 |
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | 200 a 400 | ||
Guanxuma (Sida cordifolia) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | 200 a 300 |
Cultura | Plantas infestantes | Dose (mL p.c./ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de Calda (L/Ha) | Número / Época / Intervalo de Aplicações |
Angiguinho (Aeschynomene rudis) | 1500 | 1005 | 200 | (uma) aplicação por ciclo da cultura. | |
Tiririca (Cyperus rotundus) | 1500 | 1005 | 150 | Pós-emergência em jato dirigido: aplicar o produto em pós- emergência dirigida sobre as plantas infestantes, quando as mesmas estiverem no estágio de pré- florescimento. Utilizar espalhante adesivo a 0,3% v/v a um volume mínimo de 150L/ha. Se houver rebrote, realizar nova aplicação, seguindo as recomendações mencionadas anteriormente. | |
Milho | Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | 150 a 300 | Aplicar em pós- emergência em área total até o milho atingir no máximo 4 folhas. As aplicações mais tardias deverão ser feitas em jato dirigido, sobre as plantas infestantes, evitando atingir o milho quando este estiver com mais de 4 folhas. Obs.: Para maiores informações sobre a seletividade do produto aos |
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Caruru-de-espinho (Amaranthus spinosus) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Mostarda (Brassica rapa) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 500 a 1500 | 335 a 1005 |
Cultura | Plantas infestantes | Dose (mL p.c./ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de Calda (L/Ha) | Número / Época / Intervalo de Aplicações |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | diferentes milhos híbridos disponíveis no mercado, a empresa fornecedora do híbrido deverá ser contatada. Realizar apenas 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura. | ||
Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Rubim (Leonurus sibiricus) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Mastruz (Lepidium virginicum) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | |||
Caruru (Amaranthus retroflexus) | 500 a 1500 | 335 a 1005 | 200 a 400 | ||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | 800 a 1500 | 536 a 1005 | 200 | ||
Angiguinho (Aeschynomene rudis) | 1500 | 1005 | 200 | ||
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 1500 | 1005 | 200 a 400 | ||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1500 | 1005 | |||
Milho | Rabo-de-foguete (Conyza bonariensis) | 1500 | 1005 | 150 a 300 | Aplicar em pós- emergência em área total até o milho atingir no máximo 4 folhas. As aplicações mais tardias deverão ser feitas em jato dirigido, sobre as plantas infestantes, evitando atingir o milho quando este estiver com mais de 4 folhas. Obs.: Para maiores informações sobre a seletividade do produto aos |
Buva (Conyza sumatrensis) | 1500 | 1005 | |||
Soja (Glycine max) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Algodão (Gossypium hirsutum) | 1250 a 1500 | 837,5 a 1005 |
Cultura | Plantas infestantes | Dose (mL p.c./ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de Calda (L/Ha) | Número / Época / Intervalo de Aplicações |
Joá-de-capote (Physalis angulata) | 1500 | 1005 | 200 a 300 | diferentes milhos híbridos disponíveis no mercado, a empresa fornecedora do híbrido deverá ser contatada. Realizar apenas 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura. | |
Flor-das-almas (Senecio brasiliensis) | 1500 | 1005 | |||
Fedegoso (Senna occidentalis) | 1500 | 1005 | |||
Fedegoso-branco (Senna obtusifolia) | 1500 | 1005 | |||
Joá-bravo (Solanum sisymbriifolium) | 1500 | 1005 | |||
Malva-branca (Sida cordifolia) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Pastagens | Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | 1000 a 2000 | 670 a 1340 | 200 a 400 | Aplicar em pós- emergência em área total quando as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo e antes do florescimento. Realizar apenas 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura. |
Beldroega (Portulaca oleracea) | 1000 a 2000 | 670 a 1340 | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1000 a 2000 | 670 a 1340 | |||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 1000 a 2000 | 670 a 1340 | |||
Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia) | 1000 | 670 | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1000 | 670 | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 1000 a 2000 | 670 a 1340 | 200 | ||
Gervão-branco (Croton glandulosus) | 1000 a 2000 | 670 a 1340 | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 1000 a 2000 | 670 a 1340 | |||
Rabo-de-foguete (Conyza bonariensis) | 1000 a 2000 | 670 a 1340 |
Cultura | Plantas infestantes | Dose (mL p.c./ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de Calda (L/Ha) | Número / Época / Intervalo de Aplicações |
Joá-bagudo (Solanum palinacanthum) | 1000 a 2000 | 670 a 1340 | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | 200 a 400 | ||
Melão-de-são-caetano (Momordica charantia) | 1500 a 2000 | 1005 a 1340 | 200 | ||
Maria-pretinha (Solanum americanum) | 1500 a 2000 | 1005 a 1340 | |||
Joá-de-capote (Physalis angulata) | 1500 a 2000 | 1005 a 1340 | 200 a 400 | ||
Fedegoso (Senna occidentalis) | 1500 a 2000 | 1005 a 1340 | |||
Joá-bravo (Solanum sisymbriifolium) | 1500 a 2000 | 1005 a 1340 | |||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | 1000 a 3000 | 670 a 2010 | |||
Fedegoso-branco (Senna obtusifolia) | 1000 a 3000 | 670 a 2010 | |||
Flor-das-almas (Senecio brasiliensis) | 2000 | 1340 | 200 | ||
Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | 2000 | 1340 | |||
Malva-branca (Sida cordifolia) | 1000 a 2000 | 670 a 1340 | 200 a 400 | ||
Soja | Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | 150 a 300 | Aplicar em pós- emergência de 7 a 15 dias antes da semeadura (plantio direto). Obs.: Usar menores doses para plantas infestantes menos desenvolvidas e as maiores para as mais desenvolvidas. Realizar apenas 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura. |
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Caruru-de-espinho (Amaranthus spinosus) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Mostarda (Brassica rapa) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 |
Cultura | Plantas infestantes | Dose (mL p.c./ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de Calda (L/Ha) | Número / Época / Intervalo de Aplicações |
Soja (Glycine max) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Rubim (Leonurus sibiricus) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Mastruz (Lepidium virginicum) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Rabo-de-foguete (Conyza bonariensis) | 1500 | 1005 | 150 a 300 | ||
Buva (Conyza sumatrensis) | 1500 | 1005 | |||
Soja | Picão-preto (Bidens pilosa) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | 200 a 400 | Pré/Pós- emergência: Aplicar de 7 a 15 dias antes da semeadura (plantio direto). Obs.: Usar menores doses para plantas infestantes menos desenvolvidas e as maiores para as mais desenvolvidas. Realizar apenas 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura. |
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Algodão (Gossypium hirsutum) | 1250 a 1500 | 837,5 a 1005 | 150 a 300 | Aplicar em pós- emergência de 7 a 15 dias antes da semeadura (plantio direto). Obs.: Usar menores doses para plantas infestantes menos desenvolvidas e as | |
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1250 a 1500 | 837,5 a 1005 | 200 | ||
Joá-de-capote (Physalis angulata) | 1500 | 1005 | 200 a 300 |
Cultura | Plantas infestantes | Dose (mL p.c./ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de Calda (L/Ha) | Número / Época / Intervalo de Aplicações |
Flor-das-almas (Senecio brasiliensis) | 1500 | 1005 | maiores para as mais desenvolvidas. Realizar apenas 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura. | ||
Fedegoso-branco (Senna obtusifolia) | 1500 | 1005 | |||
Fedegoso (Senna occidentalis) | 1500 | 1005 | |||
Joá-bravo (Solanum sisymbriifolium) | 1500 | 1005 | |||
Malva-branca (Sida cordifolia) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | 200 a 300 | ||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | 1500 | 1005 | 200 | ||
Sorgo | Picão-preto (Bidens pilosa) | 400 a 700 | 268 a 469 | 200 | Aplicar em pós- emergência, com o sorgo até o estádio de 4 folhas. As aplicações mais tardias deverão ser feitas em jato dirigido, sobre as plantas infestantes, evitando atingir o sorgo quando este estiver com mais de 4 folhas. Realizar apenas 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura. |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 400 a 700 | 268 a 469 | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 400 a 700 | 268 a 469 | |||
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | 400 a 700 | 268 a 469 | |||
Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) | 400 a 700 | 268 a 469 | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | 400 a 700 | 268 a 469 | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 500 a 700 | 335 a 469 | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 500 a 700 | 335 a 469 | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 500 a 700 | 335 a 469 | |||
Trigo | Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 500 a 750 | 335 a 502,5 | 150 a 300 | Aplicar no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Uso em pós- emergência das plantas infestantes. Realizar apenas 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura. |
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | 500 a 750 | 335 a 502,5 | |||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | 500 a 750 | 335 a 502,5 | |||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 500 a 750 | 335 a 502,5 | |||
Caruru-de-espinho (Amaranthus spinosus) | 500 a 750 | 335 a 502,5 | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 500 a 750 | 335 a 502,5 |
Cultura | Plantas infestantes | Dose (mL p.c./ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de Calda (L/Ha) | Número / Época / Intervalo de Aplicações |
Picão-preto (Bidens pilosa) | 500 a 750 | 335 a 502,5 | |||
Mostarda (Brassica rapa) | 500 a 750 | 335 a 502,5 | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 500 a 750 | 335 a 502,5 | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 500 a 750 | 335 a 502,5 | |||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 500 a 750 | 335 a 502,5 | |||
Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia) | 500 a 750 | 335 a 502,5 | |||
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | 500 a 750 | 335 a 502,5 | |||
Rubim (Leonurus sibiricus) | 500 a 750 | 335 a 502,5 | |||
Trigo | Mastruz (Lepidium virginicum) | 500 a 750 | 335 a 502,5 | 150 a 300 | Aplicar no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Uso em pós- emergência das plantas infestantes. Realizar apenas 1 (uma) aplicação por ciclo da cultura. |
Beldroega (Portulaca oleracea) | 500 a 750 | 335 a 502,5 | |||
Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) | 500 a 750 | 335 a 502,5 | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 500 a 750 | 335 a 502,5 | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 500 a 750 | 335 a 502,5 | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | 500 a 750 | 335 a 502,5 | |||
Rabo-de-foguete (Conyza bonariensis) | 1500 | 1005 | |||
Buva (Conyza sumatrensis) | 1500 | 1005 | |||
Soja (Glycine max) | 1000 a 1500 | 670 a 1005 | |||
Algodão (Gossypium hirsutum) | 1250 a 1500 | 837,5 a 1005 | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 400 a 700 | 268 a 469 | 200 | ||
Malva-branca (Sida cordifolia) | 1000 | 670 |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Aeschynomene denticulata | angiquinho (2), corticeirinha (1), maricazinho (2) | Ver detalhes |
| Aveia | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Café | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Milho | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Pastagens | Amaranthus deflexus | bredo (2), bredo-rasteiro, caruru (1) | Ver detalhes |
| Soja | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Sorgo | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
MOL 2,4D 806 SL deve ser aplicado com as plantas infestantes no estágio de até 10 folhas. Utilizar as maiores doses quando as plantas infestantes estiverem em estágios mais avançados. Para as culturas onde é indicado aplicação em pré-plantio, não ultrapassar a dose máxima indicada durante todo o período de controle das plantas infestantes.
Pós-emergência: Aplicar no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento.
Aplicar em pós-emergência com as plantas infestantes no estágio de 3 a 5 folhas. O produto deve ser aplicado com pouca ou sem água de irrigação.
Aplicar em área total em pós-emergência das plantas daninhas. A aplicação deve ser feita no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento.
Aplicar através de jato dirigido nas entrelinhas, evitando o contato do produto com a cultura, em pós-emergência das plantas daninhas e quando as mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, logo após a arruação ou esparramação.
Bidens pilosa, Galinsoga parviflora, Amaranthus viridis, Portulaca oleracea, Emilia sonchifolia: Pré-emergência: Aplicar antes da germinação das plantas infestantes, quando o solo estiver úmido.
Bidens pilosa, Sida rhombifolia, Euphorbia heterophylla, Ipomoea grandifolia, Commelina benghalensis, Amaranthus viridis, Portulaca oleracea, Emilia sonchifolia, Richardia brasiliensis, Galinsoga parviflora:
Pós-emergência: Aplicar quando a planta estiver em pleno crescimento vegetativo, evitando-se períodos de estress hídrico, antes da formação de colmos da cana-de-açúcar. Usar a maior dose para plantas infestantes mais desenvolvidas.
Cyperus rotundus (Tiririca):
Dose 1% v/v.
Pós-emergência em jato dirigido: Para controle da tiririca, aplicar o produto em pós-emergência dirigida, com o produto diluído a 1% v/v, sobre plantas infestantes em estádio de pré- florescimento. Utilizar espalhante adesivo a 0,3% v/v a um volume mínimo de 150 L/ha. Se houver rebrota, fazer nova aplicação, nas mesmas condições mencionadas anteriormente.
Pós-emergência: aplicar em área total até o milho atingir no máximo 4 folhas. As aplicações mais tardias deverão ser feitas em jato dirigido, sobre as plantas infestantes, evitando atingir o milho quando este estiver com mais de 4 folhas.
Obs.: Para maiores informações sobre a seletividade do produto aos diferentes milhos híbridos disponíveis no mercado, a empresa fornecedora do híbrido deverá ser contatada.
Pós-emergência: Aplicar em área total quando as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo e antes do florescimento.
Aplicar de 7 a 15 dias antes da semeadura (plantio direto).
Obs.: Usar menores doses para plantas infestantes menos desenvolvidas e as maiores para as mais desenvolvidas.
A aplicação deve ser feita em pós-emergência, com o sorgo até o estádio de 4 folhas. As aplicações mais tardias deverão ser feitas em jato dirigido, sobre as plantas infestantes, evitando atingir o sorgo quando este estiver com mais de 4 folhas.
Aplicar no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Uso em pós- emergência das plantas infestantes.
Abasteça o reservatório do pulverizador até ¾ de sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. Adicionar a quantidade correta de produto, previamente medido em recipiente graduado no reservatório do pulverizador, e então, completar o volume com água. A agitação deverá ser constante durante todo o processo de preparo e pulverização da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo em seguida. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
O MOL 2,4D 806 SL deve ser diluído em água e aplicado exclusivamente via pulverização tratorizada.
O produto deverá ser aplicado com equipamento tratorizado com barra, de modo a proporcionar uma boa cobertura de pulverização nas plantas infestantes. Utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que apresentem pouca deriva:
Bicos leque: série 80 ou 110. Aconselhável utilizar bicos que promovam gotas médias, evitando problemas de deriva.
Pressão de trabalho: 30-60 lbf/pol².
Diâmetro de gotas: acima de 200 µ (micra).
Densidade de gotas: 30 gotas/cm².
Volume de calda: 150 a 300 L/ha.
Obs.: Em caso de uso de outros equipamentos, providenciar para que haja uma boa cobertura de pulverização nas plantas infestantes. Quanto às condições de aplicação, consultar sempre um Engenheiro Agrônomo ou Técnico Responsável.
Observações locais deverão ser feitas visando reduzir ao máximo as perdas por deriva ou volatilização.
Umidade relativa do ar: parar a pulverização quando atingir o mínimo de 60% na área de aplicação.
Velocidade do vento: acima de 2 até o máximo de 10 km/hora.
Evitar aplicações nas horas mais quentes do dia (altas temperaturas).
Boa umidade do solo melhora a eficiência do produto.
Solo seco, estiagens prolongadas e baixa umidade relativa do ar podem comprometer a eficiência do produto.
Evitar aplicações com temperatura abaixo de 15 °C.
Proceda lavagem com solução a 3% de amoníaco ou soda cáustica, deixando-a no tanque por 24 horas. Substituí-la depois, por solução de carvão ativado a 3 g/L de água e deixar em repouso por 1 a 2 dias, lavando em seguida com água e detergente.
Descartar a água remanescente da lavagem por pulverização nas bordaduras da lavoura, em local onde não atinja culturas sensíveis ao 2,4-D. Recomenda-se fazer um teste de fitotoxicidade
em culturas sensíveis ao 2,4-D, tais como: cucurbitáceas, tomate ou algodão antes de usar o equipamento para pulverização de outros produtos. Preferencialmente utilizá-lo unicamente para aplicação de 2,4-D ou formulações que o contenham.
Culturas | Dias |
Arroz | (1) |
Arroz irrigado | (1) |
Aveia | (1) |
Café | 30 |
Culturas | Dias |
Cana-de-açúcar | (3) |
Milho | (2) |
Pastagens | (5) |
Soja | (4) |
Sorgo | (1) |
Trigo | (1) |
(1) Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento.
(2) Intervalo de segurança não determinado por ser de uso desde a fase de pré-emergência até o milho atingir a altura de 25 cm.
(3) Intervalo de segurança não determinado por ser de uso em pré e pós-emergência até 3 meses após o plantio ou corte.
(4) Uso permitido somente em pré-plantio.
(5) Intervalo de segurança não determinado.
Tabela com os intervalos de reentrada de trabalhadores nas áreas com aplicação do agrotóxico 2,4- D, segundo a cultura e o tempo de atividades.
Culturas | Modalidade de Emprego (Aplicação) | INTERVALO DE REENTRADA* | |
2h de atividades | 8h de atividades | ||
Arroz | Pré/Pós-emergência | 24 horas | 14 dias |
Cana-de-açúcar | Pré/Pós-emergência | 13 dias | (1) 31 dias |
Milho | Pré/Pós-emergência | - | 18 dias |
Pastagens | Pré/Pós-emergência | (2) 5 dias | (2) 23 dias |
Soja | Pré/Pós-emergência | - | 18 dias |
Trigo | Pré/Pós-emergência | 2 dias | 20 dias |
* A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada com a utilização pelos trabalhadores de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI): vestimenta hidrorrepelente e luvas.
(1) Necessária a utilização pelos trabalhadores, após o intervalo de reentrada, de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e luvas como equipamento de proteção individual (EPI)
para se realizar qualquer trabalho nas culturas de cana-de-açúcar após a aplicação de produtos contendo 2,4-D.
(2) Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar.
É exigida a manutenção de bordadura mínima de 20 metros livres de aplicação costal e tratorizada de produtos formulados contendo 2,4-D, conforme resultados da avaliação de risco da exposição de residentes. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
É exigida a utilização de tecnologia de redução de deriva nas culturas de cana-de-açúcar de pelo menos 55% para aplicação costal e de pelo menos 50% para aplicação tratorizada.
Eliminação de plantas infestantes em área cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes) em aplicação dirigida à entrelinha nas culturas de: ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, maçã, nectarina, pera, pêssego, uva, pastagem, eucalipto, pínus e seringueira.
Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) – sistema de plantio direto ou cultivo mínimo para as culturas de algodão, arroz, arroz-irrigado, feijão, soja, milho, trigo e na eliminação do arroz vermelho.
Eliminação da soqueira de cana-de-açúcar e como maturador da cana-de-açúcar.
PLANTAS INFESTANTES ANUAIS
FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Número máximo de aplicações | Volume de calda (L/há) | |
Nome comum | Nome científico | ||||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 0,5-1 | 240-480 | 1 (uma) | 300-400 |
Aveia | Avena sativa | 1 | 480 | ||
Cevadinha | Bromus catharticus | 1 | 480 | ||
Capim-rabo-de-raposa | Setaria geniculata | 1-2 | 480-960 | ||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,5 | 720 | ||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1,5-2 | 720-960 | ||
Capim-favorito | Rhynchelitrum repens | 1,5-2 | 720-960 | ||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 2 | 960 | ||
Azevém | Lolium multiflorum | 2-3 | 960-1440 | ||
Capim-Arroz | Echinochloa crusgalli | 4 | 1920 | ||
Cuminho ou Falso cominho | Fimbristylis miliacea | 5 | 2400 | ||
FOLHA LARGA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Número máximo de aplicações | Volume de calda (L/há) | |
Nome comum | Nome científico | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1-1,5 | 480-720 | 1 (uma) | 300-400 |
Picão-branco ou Fazendeiro | Galinsoga parviflora | 1 | 480 | ||
Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | 1-2 | 480-960 | ||
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 1,5 | 720 | ||
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 1,5 | 720 | ||
Angiquinho | Aeschynomene rudis | 2 | 960 | ||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 2 | 960 | ||
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 2 | 960 | ||
Caruru | Amaranthus viridis | 2 | 960 | ||
Boca-de-leão-selvagem | Antirrhinum orontium | 2 | 960 | ||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 2 | 960 | ||
Buva | Conyza bonariensis | 2 | 960 | ||
Cordão-de-frade | Leonotis nepetifolia | 2 | 960 | ||
Quebra-pedra | Phyllantus tenellus | 2 | 960 | ||
Beldroega | Portulaca oleracea | 2 | 960 | ||
Nabiça | Raphanus raphanistrum | 2 | 960 | ||
Maria-pretinha | Solanum americanum | 2 | 960 | ||
Serralha | Sonchus oleraceus | 2 | 960 | ||
Maria-gorda | Talinum paniculatum | 2-3 | 960-1440 | ||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 3-4 | 1440-1920 | ||
Corda-de-viola | Ipomoea aristolochiaefolia | 3 | 1440 | ||
Alfafa | Medicago sativa | 3,5 | 1680 | ||
Anileira | Indigofera hirsuta | 4 | 1920 | ||
Corda-de-viola | Ipomoea quamoclit | 4 | 1920 | ||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 4 | 1920 | ||
Espérgula | Spergula arvensis | 4 | 1920 | ||
Trevo | Trifolium repens | 4 | 1920 | ||
Barbasco | Pterocaulon virgatum | 4,5-5 | 2160-2400 | ||
Erva-quente | Spermacoce alata | 5-6 | 2400-2880 | ||
Ervilhaca | Vicia sativa | 5 | 2400 | ||
PLANTAS INFESTANTES PERENES
FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Número máximo de aplicações | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | ||||
Capim-azedo | Paspalum conjugatum | 1 | 480 | 1 (uma) | 300-400 |
Junquinho | Cyperus ferax | 1,5-3 | 720-1440 | ||
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 1,5-4 | 720-1920 | ||
Capim-colonião | Panicum maximum | 1,5-5 | 720-2400 | ||
Grama-comprida | Paspalum dilatatum | 2 | 960 | ||
Capim-braquiária | Brachiaria decubens | 2,5-4 | 1200-1920 | ||
Tiririca | Cyperus flavus | 3 | 1440 | 3 - 4 aplicações com intervalos de 20-40 dias | |
Capim-gordurar | Melinis minutiflora | 3-4 | 1440-1920 | 1 (uma) | |
Capim-gengibre | Paspalum maritimum | 3-4 | 1440-1920 | ||
Capim-canoão | Setaria poiretiana | 3,5 | 1680 | ||
Capim-rabo-de-burro | Andropogon bicornis | 4 | 1920 | ||
Capim-membeca | Andropogon leucostachyus | 4 | 1920 | ||
Grama-seda | Cynodon dactylon | 4-5 | 1920-2400 | ||
Tiririca | Cyperus rotundus | 4-5 | 1920-2400 | 3 - 4 aplicações com intervalos de 20-40 dias | |
Capim-jaraguá | Hyparrhenia rufa | 4 | 1920 | ||
Capim-caiana | Panicum cayennense | 4 | 1920 | ||
Grama-batatais | Paspalum notatum | 4-5 | 1920-2400 | ||
Grama-touceira | Paspalum paniculatum | 4-5 | 1920-2400 | ||
Capim-da-roça | Paspalum urvillei | 4 | 1920 | ||
Capim-kikuio | Pennisetum clandestinum | 4-5 | 1920-2400 | ||
Capim-massambará | Sorghum halepense | 4 | 1920 | ||
Grama-missioneira ou capitinga | Axonopus compressus | 5 | 2400 | ||
Tiririca | Cyperus difformis | 5 | 2400 | 3 - 4 aplicações com intervalos de 20-40 dias | |
Cana-de-açúcar (roughing) | Saccharum officinarum | 6 | 2880 | 1 (uma) | |
Taboca | Guadua angustifolia | 12 | 5760 | ||
FOLHA LARGA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Número máximo de aplicações | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | ||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1 | 480 | 1 (uma) | 300-400 |
Mata-pasto | Eupatorium maximilianii | 1,5 | 720 | ||
Maria-mole | Senecio brasiliensis | 2-3 | 960-1440 | ||
Erva-lanceta | Solidago chilensis | 2 | 960 | ||
Língua-de-vaca | Rumex crispus | 3 | 1440 | ||
Guanxuma | Sida cordifolia | 3 | 1440 | ||
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | 3 | 1440 | ||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 3 | 1440 | ||
Grandiúva | Trema micrantha | 4 | 1920 | ||
Fedegoso-branco | Senna obtusifolia | 5 | 2400 | ||
Tanchagem | Plantago major | 5 | 2400 | ||
Agriãozinho | Synedrellopsis grisebachii | 5 | 2400 | ||
PLANTAS INFESTANTES ANUAIS
FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Número máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | |
Nome comum | Nome científico | ||||
Arroz vermelho, arroz daninho | Oryza sativa | 3-4 | 1440-1920 | 1 (uma) | 300-400 |
Capim arroz | Echinochloa crusgali | 2 | 960 | ||
Capim pé de galinha | Eleusine indica | 1-2 | 480-960 | ||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 1 | 480 | ||
Capim colchão | Digitaria horizontalis | 2 | 960 | ||
FOLHA LARGA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Número máximo de aplicações | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | ||||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 3-4 | 1440-1920 | 1 (uma) | 300-400 |
Angiquinho | Aeschynomene rudis | 3-4 | 1440-1920 | ||
Caruru verde | Amaranthus viridis | 3-4 | 1440-1920 | ||
Corda de viola | Ipomoea grandifolia | 3-4 | 1440-1920 | ||
Falsa serralha | Emilia sonchifolia | 2 | 960 | ||
Macela | Gnaphalium pensylvanicum | 1-2 | 480-960 | ||
Picão preto | Bidens pilosa | 1-2 | 480-960 | ||
Picão branco | Galinsonga parviflora | 1 | 480 | ||
PLANTAS INFESTANTES PERENES
FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Número máximo de aplicações | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | ||||
Tiririca | Cyperus rotundus | 4-5 | 1920-2400 | 3 - 4 aplicações com intervalos de 20 - 40 dias | 300-400 |
Grama-seda | Cynodon dactylon | 3-5 | 1440-2400 | 1 (uma) | |
FOLHA LARGA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Número máximo de aplicações | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 2-3 | 960-1440 | 1 (uma) | 300-400 |
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | 2-3 | 960-1440 | ||
PLANTAS INFESTANTES ANUAIS
FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Número máximo de aplicações | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | ||||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,5 | 720 | 1 (uma) | 150-400 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 2 | 960 | ||
Capim-favorito | Rhynchelitrum repens | 2 | 960 | ||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | 2 | 960 | ||
Capim-rabo- deraposa | Setaria geniculata | 2 | 960 | ||
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 2 | 960 | ||
FOLHA LARGA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Número máximo de aplicações | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | ||||
Trapoeraba | Murdannia nudiflora | 4 | 1920 | 1 (uma) | 150-400 |
Centela | Centella asiatica | 4 | 1920 | ||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1 | 480 | ||
Carrapicho- decarneiro | Acanthospermum hispidum | 1 | 480 | ||
Caruru | Amaranthus hybridus | 1,5 | 720 | ||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 2 | 980 | ||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2 | 980 | ||
Malvastro | Malvastrum coromandelianum | 2 | 980 | ||
Assa-peixe | Vernonia ferruginea | 4 | 1920 | ||
Caeté | Thalia geniculata | 4 | 1920 | ||
PLANTAS INFESTANTES PERENES
FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Número máximo de aplicações | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | ||||
Capim-gengibre | Paspalum maritimum | 2 | 980 | 1 (uma) | 150-400 |
Capim-colonião | Panicum maximum | 2 | 980 | ||
Capim-dandá | Cyperus rotundus | 4 | 1920 | 3 - 4 aplicações com intervalos de 20 - 40 dias | |
Grama-bermuda | Cynodon dactylon | 4 | 1920 | 1 (uma) | |
Grama-batatais | Paspalum notatum | 4 | 1920 | ||
Junquinho | Cyperus ferax | 3 | 1440 | ||
Soqueira de cana- de-açúcar | Saccharum officinarum | 4 | 1920 | ||
FOLHA LARGA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Número máximo de aplicações | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | ||||
Lanceta | Eclipta alba | 2 | 960 | 1 (uma) | 150-400 |
Erva-quente | Spermacoce alata | 4 | 1920 | ||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 3 | 1440 | ||
Guanxuma | Sida cordifolia | 3 | 1440 | ||
Notas:
1 L de MPOWER GLIFOSATO 480 SL contém 480 g de sal de isopropilamina de glifosato, equivalente a 360 g de glifosato ácido.
As doses indicadas dependem do estádio de desenvolvimento da planta infestante: doses menores para a fase inicial de desenvolvimento; doses maiores para a fase adulta ou perenizada.
Número de aplicação: até uma por ciclo da cultura.
A dosagem indicada varia de acordo com o cultivar e está em função dos equipamentos empregados:
CULTIVAR | Equipamento convencional Produto comercial (L/ha) | Ingrediente ativo | Equipamento CDA/BENTLEY Produto comercial (L/ha) | Ingrediente ativo |
IAC | 5 | 2400 | 4,0 | 1920 |
NA | 5 | 2400 | 4,0 | 1920 |
CB | 4 | 1920 | 3,0 | 1440 |
SP | 5 | 2400 | 3,0 | 1440 |
CO/CP | 5 | 2400 | 4,0 | 1920 |
A aplicação do produto deve ser realizada quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.
Maturador da cana-de-açúcar:
Maturador da cana-de-açúcar | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Número de aplicação | Volume de calda L/ha |
Início da safra: Visando antecipar a maturação devido as condições pouco favoráveis de maturação natural, onde nem mesmo as variedades mais precoces estão no seu potencial máximo de acúmulo de sacarose. | ||||
Meio da safra: Com o objetivo de maximizar a qualidade de matéria-prima e antecipar a liberação de área de reforma para o preparo do solo e plantio de cana de ano ou cereais. | 3-6 | 1440 a 2880 | 1 (uma) | Pulverização terrestre 180 a 500 Pulverização aérea 40 a 50 |
Final da safra: Com o objetivo mínimo de manter um bom nível de maturação evitando a queda natural que ocorre com o início das chuvas podendo ainda elevar o potencial natural de maturação daquelas variedades plantadas como cana de ano ou cortadas no final da safra anterior. |
Notas:
Áreas com excesso de vinhaça: com o objetivo de elevar o nível de maturação, normalmente baixo nestas áreas, devido ao alto vigor vegetativo apresentado pela cultura.
Período entre aplicação e colheita/dose: Pode ser manejado em função de doses, massa verde e época de aplicação que possibilita uma adequada flexibilidade de safra. No geral está entre 42 a 56 dias (6 a 8 semanas) para a dose recomendada do produto de 0,6 L/ha.
Idade da cultura: A área a ser aplicada deve estar com um rendimento agrícola estabilizado. Lembrar sempre que o único objetivo da aplicação é melhorar a qualidade de matéria-prima, ou seja, elevar o teor de sacarose.
Variedades floríferas: A aplicação do produto como maturador é viável mesmo após a diferenciação floral até o estádio de pavio de vela. Em cana pronta para florescer, essa aplicação é recomendada estrategicamente, para manter e melhorar a qualidade dessa matéria-prima. Não se deve realizar aplicação quando o processo de florescimento estiver em fase adiantada (cartucho).
A época de aplicação mais indicada para o controle das espécies perenes é próxima e/ou durante a floração. No caso das plantas infestantes anuais, o melhor período é entre a fase jovem até a formação dos botões florais.
A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento.
Eliminação da soqueira da cana-de-açúcar: a aplicação do produto deve ser realizada quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do solo, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.
Notas:
A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4º e o 10º dia após a aplicação. A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é de 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estádio inicial de desenvolvimento.
Em áreas de alta infestação de plantas infestantes, recomenda-se realizar a aplicação sequencial, observando-se sempre os menores intervalos recomendados.
O produto não tem ação sobre sementes existentes no solo.
O produto aplicado de acordo com as recomendações no período adequado, controlará as plantas infestantes, com uma única aplicação ou aplicação sequencial.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aeschynomene rudis | angiquinho (1), maricazinho (1), paquinha | Ver detalhes |
| Ameixa | Cyperus flavus | junça (4), junquinho (4), tiririca (4) | Ver detalhes |
| Arroz | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
| Banana | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Cacau | Andropogon leucostachyus | capim-colchão (5), capim-membeca, capim-rabo-de-raposa (1) | Ver detalhes |
| Café | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Rumex crispus | azeda-crespa, lígua-de-vaca-crespa, língua-de-vaca (1) | Ver detalhes |
| Citros | Rumex crispus | azeda-crespa, lígua-de-vaca-crespa, língua-de-vaca (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Aeschynomene rudis | angiquinho (1), maricazinho (1), paquinha | Ver detalhes |
| Maçã | Ipomoea quamoclit | cardeal, corda-de-viola (16), esqueleto | Ver detalhes |
| Milho | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Nectarina | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Pastagens | Paspalum conjugatum | capim-azedo, capim-forquilha, capim-marreca | Ver detalhes |
| Pera | Talinum paniculatum | bênção-de-deus, bunda-mole, lígua-de-vaca | Ver detalhes |
| Pessego | Setaria geniculata | bambuzinho, capim-rabo-de-gato (1), capim-rabo-de-raposa (1) | Ver detalhes |
| Pinus | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Seringueira | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Soja | Synedrellopsis grisebachii | agrião-do-pasto, agriãozinho, poejinho | Ver detalhes |
| Trigo | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Uva | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
Aplicar o produto em jato dirigido ou protegido, tomando-se o devido cuidado de tal forma a não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem).
No sistema de plantio direto, aplicar o produto antes do plantio da cultura. Aplicar em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas das plantas infestantes que se deseja o controle.
Para eliminação de soqueira de cana-de-açúcar, aplicar o produto sobre as folhas em área total.
Equipamentos de aplicação:
Tipos de equipamentos:
Tratorizado convencional: vazão: 150-400 L/ha; pressão: 30-40 Lb/pol²; tamanho de gotas: 300-600 µm; densidade: 30-40 gotas/cm²
Bentley BT-3: vazão: 80-120 L/ha; pressão: 40-60 Lb/pol²; tamanho de gotas: 200-300 µm; densidade: 50-100 gotas/cm²
Costal manual:
vazão: 150-200 L/ha; pressão: 20-30 Lb/pol²; tamanho de gotas: 200-400 µm; densidade: 20-30 gotas/cm²
vazão: 300-400 L/ha; pressão: 20-30 Lb/pol²; tamanho de gotas: 200-600 µm; densidade: 20-30 gotas/cm²
Pulverização aérea: barra com bicos para aeronaves de asa fixa
volume de aplicação 40-50 L/ha; altura de vôo - 4-5 m do topo da cultura; largura da faixa de deposição: 15 m; tamanho de gotas: 110-120 µm; densidade de gotas: mínimo 20 gotas/cm² (DMV-420-450 m); bicos de pulverização: jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20 gotas/cm2 com DMV 420-450 m à pressão de 15-30 psi.
Maturador da cana-de-açúcar:
A aplicação deve ser realizada por avião, utilizando-se barra com bicos convencionais, e um consumo de calda na faixa de 30-40 L/ha. (ver item: Aplicação Aérea)
Condições climáticas: Temperatura máxima: 28ºC; umidade relativa (mínimo): 55%; velocidade do vento (máximo): 10 km/h. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar MPOWER GLIFOSATO 480 SL. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante o seu preparo e durante a operação de sua aplicação.
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Algodão (1); Ameixa, Uva: 17 dias; Arroz, Cana-de-açúcar (pós-emergência), Feijão, Pastagem, Trigo: (2); Banana, Cacau, Citros, Nectarina, Pêssego, cana-de-açúcar (como maturador): 30 dias; Café, Maçã, Pera: 15 dias; Milho (3); Soja: 4; Pínus, Eucalipto, Seringueira: UNA.
O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
U.N.A = Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPIs recomendados para uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO:
Culturas | Plantas Infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose produto comercial (Kg/ha) | Volume de calda (L/ha) | N° máximo de aplicações |
Arroz | Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 0,400 – 1,25 | Tratorizado: 100 – 200 | 01 |
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | ||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | 0,800 – 1,25 | |||
Angiquinho (Aeschynomene rudis) | ||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Para cultivos em áreas inundadas ou várzeas, fazer uma aplicação em pós-emergência entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, estando as plantas infestantes no estádio de até 10 folhas. | ||||
Café | Guanxuma (Sida rhombifolia) | 0,800 – 1,25 | Tratorizado: 100 – 200 | 01 |
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | ||||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 1,80 – 3,00 | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar através de jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes e quando as mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, sempre em época quente, logo após a arruação ou esparramação. | ||||
Cana-de- açúcar | Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 0,800 – 1,25 | Tratorizado: 200 – 300 | 01 |
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | ||||
Culturas | Plantas Infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose produto comercial (Kg/ha) | Volume de calda (L/ha) | N° máximo de aplicações |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar em época quente, na pós-emergência das plantas infestantes, estando as mesmas com, no máximo 10 folhas, e quando a cana atingir 30cm de altura. Repetir a aplicação após cada corte da cana, em pós-emergência da cultura. | ||||
Milho | Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 0,400 – 1,25 | Tratorizado: 100 – 200 | 01 |
Caruru (Amaranthus retroflexus) | ||||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||
Joá-de-capote (Nicandra physaloides) | ||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | ||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 0,400 – 1,70 | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 1,25 | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 1,25 – 1,70 | |||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Plantio Direto – Aplicar 01 vez, até cerca de 15 dias antes da semeadura, visando a dessecação da área, com as plantas infestantes em estádio de até 10 folhas. Pós-emergência da cultura – Aplicar 01 vez, em pós emergência das plantas infestantes e da cultura, em área total, com o milho até 4 a 5 folhas. Nas duas modalidades, respeitar o estádio de no máximo 10 folhas das plantas infestantes. | ||||
Pastagem | Buva (Conyza bonariensis) | 1,00 – 1,80 | Tratorizado: 200 – 300 | 01 |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar por cobertura total em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas com altura de, no máximo, 50 cm. | ||||
Soja | Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,800 – 1,25 | Tratorizado: 100 – 200 | 01 |
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,25 – 1,70 | |||
Culturas | Plantas Infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose produto comercial (Kg/ha) | Volume de calda (L/ha) | N° máximo de aplicações |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar 10 a 15 dias antes do plantio, visando o controle em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas, com altura de, no máximo, 10 cm. | ||||
Trigo | Nabiça (Raphanus raphanistrum) | 0,400 – 0,600 | Tratorizado: 100 – 200 | 01 |
Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,500 – 0,600 | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Pós-emergência da cultura – Aplicar 01 vez, em pós emergência das plantas infestantes e da cultura, em área total, no período após o início de perfilhamento e antes do emborrachamento. Respeitar o estádio de no máximo 10 folhas das plantas infestantes. | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 1,20 – 2,00 | Tratorizado: 100 – 200 | 01 | |
Buva (Conyza bonariensis) | 1,60 – 2,00 | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Plantio Direto Dessecação – Aplicar 01 vez, até cerca de 15 dias antes da semeadura, visando a dessecação da área, com as plantas infestantes em estádio de até 10 folhas. Respeitar o estádio de no máximo 10 folhas das plantas infestantes. | ||||
Cada quilograma de NAVAJO contém 970g do ingrediente ativo sal de dimetilamina do ácido 2,4- diclorofenoxiacético que corresponde a 800g de equivalente ácido. Abaixo estão demonstradas suas respectivas doses/ha em função da recomendação de dose/ha do produto comercial:
Abaixo a relação de dose do produto comercial/ha em equivalente sal e ácido:
Doses do Produto Comercial (Kg/ha) | Ingrediente Ativo | |
Equivalente em sal de dimetilamina (Kg/ha) | Equivalente Ácido (Kg/ha) | |
0,400 | 0,388 | 0,320 |
0,500 | 0,485 | 0,400 |
0,600 | 0,582 | 0,480 |
0,800 | 0,776 | 0,640 |
Doses do Produto Comercial (Kg/ha) | Ingrediente Ativo | |
Equivalente em sal de dimetilamina (Kg/ha) | Equivalente Ácido (Kg/ha) | |
1,000 | 0,970 | 0,800 |
1,200 | 1,164 | 0,960 |
1,250 | 1,212 | 1,000 |
1,600 | 1,552 | 1,280 |
1,700 | 1,649 | 1,360 |
1,800 | 1,746 | 1,440 |
2,000 | 1,940 | 1,600 |
3,000 | 2,910 | 2,400 |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Café | Richardia brasiliensis | poaia, poaia-branca, poaia-do-campo (2) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Milho | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Pastagens | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Soja | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Trigo | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
Realizar a aplicação com volume de calda suficiente para distribuição uniforme em toda a área.
O volume de calda pode variar em função da área efetivamente tratada, do porte e da densidade das invasoras. Deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas e baixo potencial de deriva.
Verifique a regulamentação local do órgão de agricultura, saúde e meio ambiente, quanto a especificações locais de aquisição e aplicação do produto, em complemento às instruções de uso constantes na bula e rótulo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto NAVAJO de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.
Antes de qualquer aplicação, verifique se o equipamento está limpo, bem conservado, regulado / calibrado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Equipamento Tratorizado
Pulverizadores de barra ou autopropelidos
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Deve-se observar as condições meteorológicas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e condições meteorológicas (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independentemente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle. A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições meteorológicas e grau de infestação das plantas infestantes podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições meteorológicas desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de Vento, Temperatura e Umidade e Inversão Térmica.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo a nascentes, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de Segurança (dias) |
Arroz | (1) Não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento. |
Café | 30 dias. |
Cana-de-açúcar | (2) Não determinado por ser de uso em pré e pós-emergência de até 03 meses após o plantio ou corte. |
Milho | (3) O intervalo de segurança para a cultura do milho convencional é não determinado por ser de uso desde a fase pré-emergência até o milho atingir a altura de 25 cm, conforme recomendações aprovadas no quadro de recomendações. |
Pastagem | Uso não alimentar. |
Soja | (4) O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré- emergência da cultura, conforme recomendações aprovadas no quadro de recomendações. |
Trigo | (1) Não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento. |
Tabela com os intervalos de reentrada de trabalhadores nas áreas com aplicação do agrotóxico contendo 2,4-D, segundo a cultura e a duração da atividade que será realizada.
Culturas | Duração da atividade que será realizada | Intervalo de reentrada na área aplicada com NAVAJO (*) |
Arroz | 2 horas | 24 horas |
Arroz | 8 horas | 14 dias |
Café | 2 horas | 24 horas (1) |
Café | 8 horas | 24 horas (1) |
Cana-de-açúcar | 2 horas | 13 dias (2) |
Cana-de-açúcar | 8 horas | 31 dias (2) |
Milho e Soja | 2 horas | 24 horas |
Milho e Soja | 8 horas | 18 dias |
Pastagem | 2 horas | 5 dias (3) |
Pastagem | 8 horas | 23 dias (3) |
Pastagem | Situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar | 24 horas (3) |
Trigo | 2 horas | 2 dias |
Trigo | 8 horas | 20 dias |
(*) Caso seja necessário a reentrada na área tratada com o NAVAJO anterior aos intervalos definidos, o trabalhador deverá utilizar vestimenta simples (calça e blusa de manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI – vestimenta hidrorrepelente e luvas). (1) Mantido em 24 horas pela ausência relevante de contato na reentrada. | ||
(2) Para a cultura da cana-de-açúcar, após o intervalo de reentrada, o trabalhador deverá utilizar vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e luva como equipamento de proteção individual.
(3) Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar.
MEDIDAS DE MITIGAÇÃO DE RISCO PARA OS RESIDENTES E TRANSEUNTES DE ÁREAS PRÓXIMAS DAS CULTURAS COM APLICAÇÃO DO AGROTÓXICO (2,4-D).
É exigida a manutenção de bordadura de, no mínimo, 10 metros livres de aplicação tratorizada de produtos formulados contendo 2,4-D, conforme resultados da avaliação de risco da exposição de residentes. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
INSTRUÇÕES DE USO:
Culturas | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (g/ha) | Volume de calda (L/ha) | Época de aplicação | Número máximo de aplicação |
Arroz Irrigado | Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 3,3 + 0,1% v/v de óleo mineral | Costal: 200 - 400 Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pós- emergência | 1 |
Sagitária (Sagittaria montevidensis) | |||||
Aguapé (Heteranthera reniformis) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando as plantas daninhas estiverem no estádio de 2 a 4 folhas e quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento). Em aplicação por "Benzedura manual", em arroz irrigado, no sistema pré-germinado, quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento), NUFURON/TICRUS apresenta controle das plantas daninhas Sagittaria montevidensis e Heteranthera reniformis, no estágio de 2 a 4 folhas. O volume de calda de 30 litros/ha (3 mL/m²) deve ser aplicado na forma de jatos, com o auxílio de pulverizador costal sem o bico aspersor, ou de outro equipamento que permita uma distribuição uniforme. Manter continuamente uma lâmina de água, de cerca de 10 cm, até a fase de maturação da cultura. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 litros (0,1%). | |||||
Arroz | Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 3,3 + 0,1% v/v de óleo mineral | Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pós- emergência | 01 |
Campanhia (Ipomoea heredifolia) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando as plantas daninhas estiverem no estádio de 2 a 4 folhas e quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (70% das plantas emergidas). Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 litros (0,1%). | |||||
Culturas | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (g/ha) | Volume de calda (L/ha) | Época de aplicação | Número máximo de aplicação |
Aveia Branca | Nabo (Raphanus raphanistrum) | 3,3 a 4,0 + 0,1% v/v de óleo mineral | Costal: 200 - 400 Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pré- emergencia e pós- emergencia | 01 |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | 4,0 + 0,1% v/v de óleo mineral | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar no estádio de perfilhamento da cultura. Nabo, Picão-branco e Picão-preto: aplicar no estádio de 2 a 4 folhas. Usar maior dose quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento (até 4 folhas) e/ou com populações maiores de plantas daninhas. Língua-de-vaca: aplicar no estádio de 2 a 4 folhas. Aplicar somente em plântulas originárias de sementes até o estádio de 4 folhas. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 litros (0,1%). | |||||
Aveia Preta | Nabo (Raphanus raphanistrum) | 3,3 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | Costal: 200 - 400 Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pré- emergencia e pós- emergencia | 01 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando a cultura estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e emborrachamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar maior dose quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento (até 4 folhas) e/ou com populações maiores de plantas daninhas. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 litros (0,1%). | |||||
Café | Picão-preto (Bidens pilosa) | 6,0 a 10,0 + 0,5% v/v de óleo mineral | Costal: 100 - 200 Tratorizado: 100 - 200 | Pós- emergência | 01 |
Culturas | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (g/ha) | Volume de calda (L/ha) | Época de aplicação | Número máximo de aplicação |
Café | INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar em pós-emergência da planta daninha (2 a 6 folhas) em jato dirigido nas entrelinhas da cultura utilizando sistema de proteção para a calda não atingir as folhas do cafeeiro. Usar óleo mineral emulsionável na proporção de 0,5% v/v. | ||||
Cana-de-Açúcar | Mussambê (Cleome affinis) | 30 | Costal: 100 - 200 Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pré- emergência | 01 |
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Guanxuma (Sida cordifolia) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Mussambê, Beldroega e Guanxuma: aplicar em condições de solo de textura leve, na pré- emergência da cultura e das plantas daninhas. Beldroega: aplicar em condições de solo médio, na pré-emergência da cultura e da planta daninha. | |||||
Cevada | Nabo (Raphanus raphanistrum) | 3,3 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | Costal: 200 - 400 Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pré emergência e pós- emergência | 01 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando a cevada estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e emborrachamento, e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 litros (0,1%). | |||||
Citros | Picão-preto (Bidens pilosa) | 6,0 a 10,0 | Costal: 100 - 200 Tratorizado: 100 - 200 | Pós- emergência | 01 |
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando as plantas daninhas estiverem em pós-emergência no estádio de 2 a 4 folhas, em aplicação dirigida na entrelinha da cultura. Usar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. | |||||
Culturas | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (g/ha) | Volume de calda (L/ha) | Época de aplicação | Número máximo de aplicação |
Pastagem | Gervão-branco (Croton glandulosus) | 6,6 + 0,5% v/v de óleo mineral | Costal: 300 - 400 Tratorizado: 200 - 300 Aérea: 50 | Pós- emergência | 01 |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 10,0 a 13,3 + 0,5% v/v de óleo mineral | ||||
Vassourinha-de-botão (Spermacoce verticillata) | 50 a 150 + 0,5% v/v de óleo mineral | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando as plantas infestantes estiverem em ativo crescimento vegetativo e sob condições fisiológicas favoráveis, como ausência de estresse hídrico e por temperatura, e antes do florescimento. Em alta infestação, aplicar em área total. Em infestação desuniforme em reboleiras ou manchas, aplicar em jato dirigido sobre as plantas infestantes. Usar óleo mineral emusionável na proporção de 0,5% v/v. | |||||
Trigo | Alfinetes-da-terra (Silene gallica) | 3,3 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pós- emergência | 01 |
Almeirão-do-campo (Hypochoeris brasiliensis) | |||||
Amendoim-bravo, Leiteira (Euphorbia heterophylla) | 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | ||||
Botão-de-ouro (Galinsoga quadriradiata) | 3,3 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | ||||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | |||||
Cravo-de-defunto (Tagetes minuta) | |||||
Erva-andorinha (Chamaesyce hyssopifolia) | |||||
Erva-de-passarinho (Stellaria media) | |||||
Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) | |||||
Ervilhaca (Vicia sativa) | |||||
Estrelinha | |||||
Culturas | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (g/ha) | Volume de calda (L/ha) | Época de aplicação | Número máximo de aplicação |
Trigo | (Melampodium perfoliatum) | Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pós- emergência | 01 | |
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||
Gorga (Spergula arvensis) | |||||
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | 4,6 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | ||||
Linguinha-de-vaca (Rumex acetosella) | 3,3 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | ||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||||
Losna-do-campo (Ambrosia elatior) | 4,6 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | ||||
Macela (Gnaphalium spicatum) | 3,3 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | ||||
Nabo, nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||||
Orelha-de-urso (Stachys arvensis) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Picão-branco,fazendeiro (Galinsoga parviflora) | |||||
Poaia (Richardia brasiliensis) | |||||
Roseta (Soliva pterosperma) | |||||
Rubim (Leonurus sibiricus) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando a cultura estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento, estando as plantas daninhas com 2 a 4 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 litros (0,1%). | |||||
Culturas | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (g/ha) | Volume de calda (L/ha) | Época de aplicação | Número máximo de aplicação |
Triticale | Nabo (Raphanus raphanistrum) | 3,3 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | Costal: 200 - 400 Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pré emergência e Pós- emergência | 01 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando a triticale estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e emborrachamento, e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%). | |||||
Cada quilograma (kg) de NUFURON/TICRUS contém 600 g de Metsulfurom-metílico, demonstradas abaixo suas respectivas doses/ha em função da recomendação de dose/ha do produto comercial:
Produto Comercial (g/ha) | Ingrediente Ativo (g/ha) |
3,3 | 1,98 |
4,0 | 2,40 |
4,6 | 2,76 |
6,0 | 3,60 |
6,6 | 3,96 |
10,0 | 6,00 |
13,3 | 7,98 |
30,0 | 18,00 |
50,0 | 30,00 |
150,0 | 90,00 |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Aeschynomene rudis | angiquinho (1), maricazinho (1), paquinha | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Sagittaria montevidensis | aguapé-de-flexa, flecha (2), sagitária (1) | Ver detalhes |
| Aveia | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Aveia Branca | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Aveia preta | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Café | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Cleome affinis | mussambê, sojinha | Ver detalhes |
| Cevada | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Citros | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Pastagens | Spermacoce verticillata | poaia-botão, poaia-preta, poaia-rosário | Ver detalhes |
| Trigo | Parthenium hysterophorus | coentro-do-mato, fazendeiro (1), losna-branca | Ver detalhes |
| Triticale | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do mesmo.
Usar maior dose quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador adicionar o produto de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, e adicionar o adjuvante (quanto for o caso), agitar e completar o volume de água do pulverizador. Aplicar imediatamente na cultura.
Aplicação Terrestre:
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
Aplicação aérea:
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: usar gotas médias e grossas. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo.
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem
de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Arroz Irrigado | 30 |
Arroz | 30 |
Aveia Branca | 31 |
Aveia Preta | 10 |
Café | 30 |
Cana-de-açúcar | 90 |
Cevada | 15 |
Citros | 30 |
Pastagem | 28 |
Trigo | 30 |
Triticale | 15 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
A base da seletividade do herbicida OFF ROAD em milho, algodão e soja é a presença do gene que permite o uso deste herbicida sobre as plantas que o expressam. A aplicação de OFF ROAD está condicionada somente às variedades ou híbridos de milho, algodão e soja tolerantes ao Glufosinato de amônio, cuja semente esteja identificada.
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
ALFACE | Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | 1,5 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | 350 | 7 |
Picão- branco | Galinsoga parviflora | |||||||
Erva-de- bicho | Polygonum aviculare | |||||||
Serralha | Sonchus oleraceus | |||||||
Erva-de- passarinho | Stellaria media | |||||||
Soliva | Soliva anthemifolia | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido na pós-emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
ALGODÃO | Capim-pé-de- | Eleusine indica | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | |||||
galinha | ||||||||
Capim- | Digitaria | |||||||
colchão | sanguinalis | |||||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | ||||||
Capim- | Sorghum | |||||||
Massambará | halepense | |||||||
Carrapicho- de-carneiro | Acanthosperm um hispidum | 1 | Jato dirigido | 350 | 28 | |||
Trapoeraba | Commelina | |||||||
benghalensis | ||||||||
Caruru | Amaranthus | |||||||
viridis | 2 a 4 folhas | |||||||
Amendoim- | Euphorbia | |||||||
bravo | heterophylla | |||||||
Caruru- | Amaranthus | |||||||
rasteiro | deflexus | |||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
Fedegoso | Chenopodium album | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle das plantas daninhas, aplicar em jato dirigido na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura. Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada e capim-massambará, realizar a aplicação no início do perfilhamento. Para carrapicho-de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru- rasteiro, picão-preto e fedegoso, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
ALGODÃO GENETICAMENTE MODIFICADO | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | ||||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | 2 a 4 folhas | 2,0 - 2,5 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo vegetal ou mineral | 2 | ||||
Corda-de- viola | Ipomoea grandifolia | |||||||
Carrapicho -de- carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | |||||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 a 4 perfilhos | ||||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | |||||||
Corda-de- viola | Ipomoea grandifolia | 4 a 8 folhas | 3,0 - 3,5 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo vegetal ou mineral | 1 | Costal Barra Aérea | Terrestre 100 a 200 Aérea 30 a 40 | 116 | |
Carrapicho -de- carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | |||||||
Erva- quente | Borreria latifolia | |||||||
Beldroega | Potulacea oleracea | |||||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis | Até 1 perfilho | ||||||
Buva | Conyza bonariensis | 2 a 4 folhas | 2,0 - 3,5 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo vegetal ou mineral | 2 | ||||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | |||||||
soja voluntária | Glycine max | |||||||
milho voluntário | Zea mays | |||||||
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica | Até 1 perfilho | 2,5 - 3,5 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo vegetal ou mineral | |||||
Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Pode-se aplicar OFF ROAD a partir da germinação do algodão e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas e considerando-se o estádio máximo de 2 a 8 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 4 perfilhos para as monocotiledôneas. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 2,5 L p.c./ha. Para uma única aplicação utilizar a dose de 3,0 a 3,5 L p.c./ha. Realizar no máximo duas aplicações de OFF ROAD por safra de algodão. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5L/ha por aplicação. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
BANANA | Capim- colchão | Digitaria horizontalis | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | 500 | 10 |
Capim- guaçu | Paspalum conspersum | |||||||
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica | |||||||
Quebra- pedra | Phyllanthus tenellus | 2 a 6 folhas | ||||||
Crepis | Crepis japonica | |||||||
Macela- branca | Gnaphalium spicatum | |||||||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | |||||||
Sete- sangrias | Cuphea carthagenensis | |||||||
Erva-cará | Dioscorea batatas | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas de folha larga estiverem com 2 a 6 folhas, e as de folha estreita com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
BATATA | Caruru | Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Barra Costal | 350 | 10 |
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | |||||||
Carrapicho -rasteiro | Acanthospermum australe | |||||||
Erva- quente | Spermacoce alata | |||||||
Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | Até 1 perfilho | ||||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle das plantas daninhas: Realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas e as gramíneas com até 1 perfilho. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
BATATA | Uso para dessecação | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Barra Costal | 350 | 10 | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para dessecação de “batata consumo”: Aplicar 2,0 L/ha do produto comercial + 0,7 L/ha (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral, sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba, picão-preto e guanxuma-branca com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
CAFÉ | Trapoeraba | Commelina benghalensis | Até 4 folhas | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | 350 | 20 |
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
Buva | Conyza bonariensis | |||||||
Macela- branca | Gnaphalium spicatum | |||||||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | |||||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 2 perfilhos | 2,5 + 0,4 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 450 | ||||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | Até 6 folhas | 3,0 + 0,4 % v/v de óleo vegetal ou mineral | |||||
Guanxuma -branca | Sida glaziovii | 2 a 4 folhas | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 500 | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e guanxuma-branca, aplicar quando estas estiverem com 2 a 8 folhas. Em capim-marmelada e capim-colchão, até 2 perfilhos. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
CANA-DE-AÇÚCAR | Uso para dessecação | 4,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Avião | 30 a 40 | 14 | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Com o objetivo de facilitar a desfolha da cana-de-açúcar, durante a colheita realizar uma única aplicação sobre as folhas da cana-de-açúcar na pré-colheita quando a cultura se encontrar no final do estádio de desenvolvimento vegetativo e antes da emissão da inflorescência. Programar a aplicação de OFF ROAD de acordo com a programação de colheita, com 21 a 28 dias antes da colheita da cana-de-açúcar. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
CEVADA | Uso para dessecação | 1,75 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Barra Costal | 200 | 7 | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o produto na dessecação numa única pulverização, sempre com adição de 0,5 L/ha (ou 0,25% v/v) de óleo vegetal ou de óleo mineral na calda de aplicação. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de cevada estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
CITROS | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 2 perfilhos | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | 350 | 40 |
Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | |||||||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis | Até 1 perfilho | ||||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | |||||||
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica | |||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | Até 4 folhas | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | |||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||||||
Maria- gorda | Talinum paniculatum | |||||||
Falsa- serralha | Emilia sonchifolia | |||||||
Carrapicho -de- carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||||
Malva- branca | Sida cordifolia | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta daninha estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta daninha estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta daninha estiver com até 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
EUCALIPTO | Samambaia | Pteridium aquilinum | Até 20 cm | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | 350 | Uso não alimentar |
Capim- gordura | Melinis minutiflora | Até 4 perfilhos | 4,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | |||||
Erva-quente | Spermacoce alata | Até 8 folhas | ||||||
Cambará | Lantana camara | |||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||||
Falsa-seralha | Emilia sonchifolia | |||||||
Serralha | Sonchus oleraceus | |||||||
Buva | Conyza bonariensis | |||||||
Unha-de-vaca | Bauhinia variegata | |||||||
Arranha-gato | Acácia plumosa | |||||||
Jurubeba | Solanum paniculatum | |||||||
Capim- colonião | Panicum maximum | |||||||
Vassourinha- botão | Spermacoce verticillata | |||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||||||
Gervão | Stachytarpheta cayennensis | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem em vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das daninhas de folha estreita quando estiverem com até 4 perfilhos; e em folhas largas, com até 8 folhas. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
FEIJÃO | Uso para dessecação para feijão de consumo | 50 % das vagens secas | 1,8 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Avião Barra Costal | Terrestre 350 Aéreo 30 a 40 | 5 | |
Uso para dessecação para feijão para sementes | 70 % das vagens secas | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: - Para dessecação em feijão para consumo: Aplicar a dose de 1,8 L/ha, quando a cultura apresentar aproximadamente 50 % das vagens secas. - Para dessecação em feijão para sementes: Aplicar a dose de 2,0 L/ha, somente quando a cultura apresentar 70 % das vagens secas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipament o de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
MAÇÃ | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | 350 | 7 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
Azevém | Lolium multiflorum | |||||||
Língua-de-vaca | Rumex obtusifolius | 2 a 4 folhas | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | |||||||
Serralha | Sonchus oleraceus | |||||||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | |||||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||||
Picão-branco | Galinsoga parviflora | |||||||
Maria-mole | Senecio brasiliensis | |||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||||
Poaia | Richardia brasiliensis | |||||||
Trevo | Oxalis oxyptera | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar em poaia, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão-branco, picão-preto e língua-de-vaca quando a planta daninha estiver de 2 a 4 folhas. Em capim-colchão, azevém e capim-marmelada com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
MILHO | Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | Até 1 perfilho | 1,5 a 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | 350 | Intervalo de segurança não determinad o, devido à modalidade de emprego. |
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | |||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | ||||||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | |||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||||||
Carrapicho -de- carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||||
Corda-de- viola | Ipomoea aristolochiaefolia | |||||||
Carrapicho -rasteiro | Acanthospermum australe | |||||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||||
Malva- branca | Sida cordifolia | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim- colchão e capim-marmelada. Para as demais daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 2 a 4 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicaçã o | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
MILHO GENETICAMENTE MODIFICADO | Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | 3 perfilhos | 2,5 a 3,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | ||||
Capim- Marmelada | Brachiaria plantaginea | |||||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | 6 folhas | ||||||
Corda-de-viola | lpomoea purpurea | |||||||
Caruru | Amaranthus hibridus | |||||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | 3 folhas | 1,5 + 1,5 (aplicação sequencial) | 2 | Costal Barra Aérea | Terrestre 100 a 200 Aérea 30 a 40 | 50 | |
Capim- Marmelada | Brachiaria plantaginea | |||||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | 2 folhas | ||||||
Corda-de-viola | lpomoea purpurea | |||||||
Caruru | Amaranthus hibridus | |||||||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | Até 1 perfilho | ||||||
Buva | Conyza bonariensis | 2 a 4 folhas | 2,0 a 3,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | |||||
Soja voluntária tolerante ao glifosato | Glycine max | |||||||
Corda-de-viola | lpomoea grandifolia | |||||||
Caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus | |||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2,0 a 3,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal | ||||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis | Até 1 perfilho | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o OFF ROAD em pós-emergência da cultura do Milho Geneticamente Modificado e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas e considerando-se o estádio máximo de 2 a 6 folhas para as dicotiledôneas e de 3 folhas até 3 perfilho para as monocotiledôneas. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. Pode-se aplicar OFF ROAD a partir da germinação do Milho. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5L/ha por aplicação. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
NECTARINA PÊSSEGO | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | 350 | 7 |
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | ||||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||||
Picão- branco | Galinsoga parviflora | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão-branco quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Capim-colchão e capim-marmelada, quando estiver com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
REPOLHO | Picão- branco | Galinsoga parviflora | 2 a 4 folhas | 1,5 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | 350 | 7 |
Erva-de- passarinho | Stellaria media | |||||||
Erva-de- bicho | Polygonum persicaria | |||||||
Serralha | Sonchus oleraceus | |||||||
Mentruz | Coronopus didymus | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar a aplicação quando as plantas daninhas apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
SOJA | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 2 perfilhos | 2,5 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Barra Costal | 350 | 10 |
Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | |||||||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | 2 a 6 folhas | ||||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | |||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
Poaia | Richardia brasiliensis | |||||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||||
Beldroega | Portulacea oleracea | |||||||
Trapoeraba | Commelina bengghalensis | 2 a 4 folhas | ||||||
Trigo | Triticum aestivum | Até 2 perfilhos | 3,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | |||||
Aveia | Avenea sativa | |||||||
Cevada | Hordeum vulgare | |||||||
Azevém | Lolium multiflorum | |||||||
Centeio | Secale cereale | |||||||
Triticale | Triticum secale | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. Para o controle de capim-colchão e capim-marmelada, realizar o controle quando as plantas estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo, nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega realizar o controle quando as plantas estiverem com até 6 folhas. Para o controle de trapoeraba realizar o controle quando as plantas estiverem com 2 a 4 folhas. No controle de trigo, aveia, cevada, centeio, triticale e azevém, realizar o controle quando as plantas infestantes estiverem com até 2 perfilhos. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
SOJA | Buva | Conyza bonariensis | Até 12 cm | 2,5 a 3,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Barra Costal | 350 | 10 |
Erva- quente | Spermacoce latifolia | Até 8 folhas | ||||||
Carrapicho -de- carneiro | Acanthospermum hispidum | Até 4 folhas | ||||||
capim- camalote | Rottboellia exaltata | Até 3 perfilhos | ||||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | |||||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós- emergência das plantas daninhas, em área total. Para buva realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 12 cm de altura. Em carrapicho-de-carneiro quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas “e para erva-quente, realizar o controle quando a planta infestante estiver com até 8 folhas”. Em capim-amargoso, capim-carrapicho e capim-camalote, realizar a aplicação sobre as plantas daninhas oriundas de sementes até o estádio de desenvolvimento de 3 perfilhos. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
SOJA | Uso para dessecação | 10 dias antes da colheita | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Avião Barra Costal | Terrestre 350 Aéreo 30 a 40 | 10 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para dessecação: Utilizar a dose de 2,0 L/ha do produto + 0,7 L/ha (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral, aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
SOJA GENETICAMENTE MODIFICADA | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 - 3,5 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo metilado de soja | 2 | Barra | Terrestre 100 a 200 | 60 |
Azevém | Lolium multiflorum | |||||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis | |||||||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
Capim- camalote | Rottbolellia exaltata | |||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | ||||||
Buva | Conyza bonariensis | |||||||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | |||||||
Corda-de- viola | Ipomoea grandifolia | |||||||
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica | Até 1 perfilho | 2,5 - 3,5 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo metilado de soja | |||||
Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | ||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o OFF ROAD em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Pode-se aplicar OFF ROAD a partir da germinação da soja. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 12 a 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 3,5 L p.c./ha, de acordo com as recomendações de uso e nas situações em que ocorram novos fluxos de germinação de plantas daninhas na área. Fazer no máximo duas aplicações de OFF ROAD por safra de soja. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5L/ha por aplicação. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
TRIGO | Capim- carrapicho | Cenchrus echnatus | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Barra Costal | 350 | Intervalo de segurança não determinad o, devido a modalidad e de emprego |
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica | |||||||
Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | |||||||
Arroz | Oryza sativa | |||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | ||||||
Guanxuma | Sida cordifolia | |||||||
Erva- quente | Spermacoce alata | |||||||
Soja | Glycine max | |||||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||||
Buva | Conyza bonariensis | 1,5 a 2,0 + 0,5 de óleo vegetal ou mineral | 200 | |||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,5 de óleo vegetal ou mineral | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós- emergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Caruru, tiguera de soja, erva-quente, picão-preto e guanxuma devem ter até 4 folhas. Para o controle da buva oriunda de sementes, realizar a aplicação na dose de 1,5 a 2,0 L/ha quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Para o controle das gramíneas como o capim-amargoso, capim-carrapicho, capim-pé-de-galinha e capim-colchão, aplicar sobre as plantas daninhas oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
TRIGO | Uso para dessecação | Grãos de Trigo amarelos/ Massa mole a Grãos dourados/ Massa dura | 1,75 + 0,5 de óleo vegetal (0,25% v/v) | 1 | Barra Costal | 200 | 7 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para dessecação de pré-colheita: Aplicar o produto na dessecação em uma única pulverização, sempre com adição de 0,25 % v/v de óleo vegetal ou de óleo mineral na calda de aplicação. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura). | ||||||||
Cultura | Plantas daninhas | Estádio das plantas daninhas/ Culturas | Dose produto comercial (L/ha) | N0 máximo de aplicação | Equipamen to de aplicação | Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome comum | Nome científico | |||||||
UVA | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,7 (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral | 1 | Jato dirigido | 350 | 7 |
Picão- branco | Galinsoga parviflora | 2 a 4 folhas | ||||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. Picão-preto, picão-branco e caruru devem ter até 4 folhas. Capim-marmelada deve ter até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Sonchus oleraceus | chicória-brava, serralha, serralha-lisa | Ver detalhes |
| Algodão | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Banana | Paspalum conspersum | capim-de-mula, capim-do-brejo, capim-guaçu | Ver detalhes |
| Batata | Digitaria sanguinalis | capim-colchão (2), capim-das-roças (2), milhã (1) | Ver detalhes |
| Café | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Cevada | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Citros | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Eucalipto | Melinis minutiflora | capim-catingueiro, capim-gordo, capim-gordura | Ver detalhes |
| Feijão | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Maçã | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Milho | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Milho OGM | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Nectarina | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Nêspera | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Pessego | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Repolho | Sonchus oleraceus | chicória-brava, serralha, serralha-lisa | Ver detalhes |
| Soja | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Soja OGM | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Trigo | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Uva | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrado de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador. Para as hortaliças (alface e repolho), evitar que o produto tenha contato com a cultura, utilizar o “sistema de copinhos” cobrindo as mudinhas com copinho plástico, para protegê-las da ação herbicida do produto.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar- se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador costal, autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido à entrelinha, sobre as plantas daninhas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura das plantas daninhas, sem atingir a cultura. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa.
Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada);
Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático;
Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Volume de calda | Tamanho de gotas | Cobertura mínima | Altura de voo | Faixa de aplicação | Distribuição de gotas |
30 – 40 L/ha | Média e Grossa | 40 gotas/cm2 | 3 m | 15 – 18 m | 65% |
Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
A melhor estratégia de gerenciamento da deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 µm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, infestação e condições climáticas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS!
Veja instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade e inversão térmica.
QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE BICOS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS DE AUMENTAR A PRESSÃO.
NÃO APLICAR SE HOUVER RAJADAS DE VENTOS OU EM CONDIÇÕES SEM VENTO.
O Eng. Agrônomo Responsável pode alterar as condições de aplicação.
A calda poderá ser preparada diretamente no tanque pulverizador, procedendo-se da seguinte forma:
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do produto;
Acrescentar óleo vegetal, mineral ou óleo metilado de soja na proporção recomendada para o cultivo/alvo, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização;
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação;
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Todas as etapas de limpeza devem ser realizadas imediatamente após a pulverização de OFF ROAD, evitando que resíduos secos fiquem presos às paredes, filtros, tubos e instalações de condução de líquidos do tanque.
Todas as partes condutoras do líquido de pulverização devem ser limpas conforme descrito na recomendação para o processo de limpeza abaixo:
Esvazie o equipamento de pulverização por completo no campo recém-pulverizado.
Desmonte a sucção, linha de pressão e filtros do bocal e limpe bem com água.
Encha o equipamento de pulverização a 10% da capacidade do tanque e agite bem (recomenda-se um bocal de limpeza giratório).
Realize o descarte do líquido em local apropriado.
Repita as etapas 3 e 4 para o segundo enxágue.
Inspecione os filtros novamente e limpe-os se estiverem presentes depósitos visíveis.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Com relação às condições climáticas, deve-se procurar aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h (3 m/s), temperaturas entre 10 e 30°C e umidade relativa superior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
SOJA | ||||
Dessecação pré-plantio ou em manejo outonal | ||||
Plantas daninhas | Nome científico | Estádio das plantas daninhas | Doses (g pc./ha) | Volume de calda (L/ha) |
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 4-8 folhas | 100 - 200 | Terrestre: 100 - 200 Aérea: 30 - 50 |
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 4-8 folhas | ||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 2-6 folhas | ||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 4-8 folhas | ||
Caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus | 4-6 folhas | ||
Caruru | Amaranthus palmeri | 4-6 folhas | ||
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 4-8 folhas | ||
Caruru-gigante | Amaranthus retroflexus | 4-8 folhas | ||
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 4-8 folhas | ||
Losna | Artemisia verlotorum | 4-6 folhas | ||
Picão-preto | Bidens pilosa | 4-8 folhas | ||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 1-4 folhas | ||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1-4 folhas | ||
Erva-de-santa Luzia | Chamaesyce hirta | 4-8 folhas | ||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 4-8 folhas | ||
Trapoeraba | Commelina erecta | 3-5 folhas | ||
Buva | Conyza bonariensis | 4-6 folhas | ||
SOJA | ||||
Dessecação pré-plantio ou em manejo outonal | ||||
Plantas daninhas | Nome científico | Estádio das plantas daninhas | Doses (g pc./ha) | Volume de calda (L/ha) |
Buva | Conyza canadensis | 4-6 folhas | 100 - 200 | Terrestre: 100 - 200 Aérea: 30 - 50 |
Xique-xique | Crotalaria incana | 4-6 folhas | ||
Trombeteira | Datura stramonium | 2-4 folhas | ||
Desmodio | Desmodium tortuosum | 4-6 folhas | ||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 4-8 folhas | ||
Capim-arroz | Echinochloa colona | 4-8 folhas | ||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 6-8 folhas | ||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | 4-8 folhas | ||
Picão-branco | Galinsoga parviflora | 4-8 folhas | ||
Cheirosa | Hyptis suaveolens | 4-8 folhas | ||
Corda-de-viola | Ipomoea aristolochiaefolia | 4-8 folhas | ||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 4-8 folhas | ||
Corda-de-viola | Ipomoea nil | 4-8 folhas | ||
Corda-de-viola | Ipomoea quamoclit | 4-8 folhas | ||
Rubim (erva-macaé) | Leonurus sibiricus | 4-8 folhas | ||
Vassourinha | Malvastrum coromandelianum | 2-6 folhas | ||
Alfavaca-de-cheiro | Marsypianthes chamaedrys | 2-6 folhas | ||
Joá-de-capote | Nicandra physaloides | 2-6 folhas | ||
Azedinha ou trevo | Oxalis latifolia | 2-6 folhas | ||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 4-6 folhas | ||
Erva-de-bicho | Polygonum persicaria | 2-6 folhas | ||
Beldroega | Portulaca oleracea | 4-8 folhas | ||
Nabo | Raphanus raphanistrum | 4-8 folhas | ||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 4-8 folhas | ||
Maria-mole | Senecio brasiliensis | 4-6 folhas | ||
Guanxuma | Sida cordifolia | 2-6 folhas | ||
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | 2-6 folhas | ||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 4-8 folhas | ||
Maria-pretinha | Solanum americanum | 4-8 folhas | ||
Joá | Solanum sisymbriifolium | 4-8 folhas | ||
Serralha | Sonchus oleraceus | 2-6 folhas | ||
Erva-quente | Spermacoce latifolia | 4-6 folhas | ||
Orelha-de-urso | Stachys arvensis | 6-8 folhas | ||
Erva-de-touro | Tridax procumbens | 4-8 folhas | ||
Adicionar adjuvante não iônico na dose de 0,5% v/v.
Utilizar a dose maior sob condições de maior infestação e/ou estádio mais avançado das plantas daninhas.
Para a aplicação em manejo outonal, recomenda-se aplicação única, entre 10 a 20 dias após a colheita do cultivo anterior, para controle efetivo de plantas daninhas ainda em estádios iniciais de desenvolvimento, evitando o crescimento antes e/ou no meio da cultura subsequente, e, ainda auxilia na redução do banco de sementes.
Para manejo e complementação no controle de infestações de gramíneas recomendam-se herbicidas a base de glifosato ou outros herbicidas registrados conforme dose e recomendações de uso descritos na bula.
Realizar no máximo 01 aplicação por ciclo do cultivo.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Soja | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação na mesma área onde sera aplicado o produto para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas médias a grossas, conforme norma ASABE S572.1. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar pela sibstituição das pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.
Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de grossas (C), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.
Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade. Por se tratar de uma formulação do tipo WG (Grânulos dispersíveis em água) o produto deve ser adicionado lentamente no tanque do pulverizador sob agitação constante ou pré dissolvido em recipientes adequados na dose recomendada do Optill®. Acrescentar o adjuvante não iônico na proporção recomendada para o cultivo/alvo, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. Não deixar a calda preparada no tanque de um dia para outro.
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 03 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva. Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 55%) e altas temperaturas (maior que 30ºC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas, com orvalho, ou com previsão de geadas.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de até quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do engenheiro agrônomo da região. O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.
Logo após a pulverização, esgote o tanque imediatamente e limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem, conforme procedimento abaixo:
Esgote ao máximo a calda presente no tanque;
1ª Lavagem: Coloque água limpa no tanque até no mínimo 50% de sua capacidade, enxaguando as paredes internas do tanque durante o enchimento. Acione o sistema de agitação e recirculação para manter circulando a água em todo o sistema (tanque, barra, pontas e filtros) e mantenha ligado por, no mínimo, 15 minutos. Com o equipamento ainda ligado, esgote ao máximo o conteúdo do tanque pelas pontas de pulverização.
2ª Lavagem: Remova as capas, pontas de pulverização e telas/cestos de filtros, e coloque-as em recipiente contendo água limpa e solução comercial de limpeza de tanque. Coloque água limpa no tanque até no mínimo 50% de sua capacidade, enxaguando as paredes internas do tanque durante o enchimento. Adicione solução comercial de limpeza de tanque, conforme recomendação do fabricante. Acione o sistema de agitação e recirculação para manter circulando a água em todo o sistema (tanque, barra, pontas e filtros) e mantenha ligado por, no mínimo, 15 minutos. Com o equipamento ainda ligado, esgote ao máximo o conteúdo do tanque pelas barras de pulverização. Reinstale as telas/cestos dos filtros, capas e pontas de pulverização, limpas na barra de pulverização.
3ª Lavagem: Coloque água limpa no tanque até no mínimo 50% de sua capacidade, enxaguando as paredes internas do tanque durante o enchimento. Acione o sistema de agitação e recirculação para manter circulando a água em todo o sistema (tanque, barra, pontas e filtros) e mantenha ligado por, no mínimo, 15 minutos. Com o equipamento ainda ligado, esgote ao máximo o conteúdo do tanque pelas pontas de pulverização.
Certifique-se de que o tanque do equipamento de pulverização esteja limpo (isento de resíduos) antes de iniciar uma nova preparação de calda de agroquímicos.
FATORES IMPORTANTES PARA O SUCESSO DO SISTEMA DE MANEJO DE PLANTAS DANINHAS COM O HERBICIDA OPTILL®:
Faça a aplicação dentro das condições climáticas e do período ideal do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas mono e dicotiledôneas evitando que haja rebrotas de algumas espécies.
Potencialize o controle com:
com uma boa cobertura dos alvos a serem atingidos;
aplicação em plantas daninhas em pleno desenvolvimento vegetativo;
presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de controle;
condições de alta umidade relativa e temperatura entre 20 a 30oC.
Evite aplicações nas horas mais quentes do dia, temperaturas acima de 30oC, e com baixa umidade relativa do ar, umidade relativa abaixo de 55%, ou com ventos acima de 10 km/hora, principalmente quando essas condições causem estresse hídrico nas plantas e favoreçam a deriva da pulverização.
Aplique todo volume preparado no mesmo dia, não deixe o produto dentro do tanque de um dia para outro
Logo após o uso, limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra e os bicos) antes de utilizá-los com outros produtos ou em outros cultivos.
Cultura | Dias |
Soja | (1) |
(1) Não determinado devido a modalidade de emprego
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
PANZER 250 WDG é um herbicida pós-emergente, sistêmico, seletivo na formulação granulado dispersível em água para controle de plantas daninhas na cultura da soja, no sistema de plantio convencional e direto e nas entrelinhas das culturas de café, citros, eucalipto e pinus.
O produto penetra nas plantas daninhas através de absorção por folhas e raízes. Se transloca por toda a planta através do xilema e floema. Trata-se de um inibidor de ALS (acetolactase), uma enzima responsável pela síntese dos aminoácidos essenciais valina, leucina e isoleucina. O crescimento da planta é inibido poucas horas após a aplicação, mas os sintomas de injúria demoram alguns dias para aparecer. Inicialmente ocasiona o amarelecimento e morte da gema apical e posteriormente de toda a planta interferindo na divisão celular. Em algumas plantas ocorre o encurtamento dos entrenós, em outras o espessamento na base do caule. O sistema radicular tem seu desenvolvimento prejudicado e há um encurtamento das raízes secundárias. Ocorre estagnação no desenvolvimento e a morte das plantas daninhas sensíveis em um período entre 7 e 21 dias.
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO Nome comum/ Nome científico | DOSE (gramas/ha) | ÉPOCA / INTERVALO DE APLICAÇÃO |
SOJA Pós-emergência da cultura e das plantas daninhas | Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 60-80 | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas de folhas largas (dicotiledôneas), quando a soja estiver a partir do 3º trifólio. Utilizar as doses menores para baixas infestações ou plantas infestantes em estágios de 2 a 4 folhas, e as doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou em altas infestações. Uma única aplicação, desde que feita dentro das recomendações de uso, permite o controle adequado das plantas daninhas indicadas. Volume de calda Aplicação Terrestre – 100 – 600 L/Ha Aplicação Aérea – 20 – 40 L/Ha |
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Picão-preto (Bidens-pilosa) | |||
Erva-pallha (Blainvillea latifolia) | |||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Desmódio (Desmodium tortuosum) | |||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||
Fazendeiro (Hyptis lophanta) | |||
Cheirosa (Hyptis suaveolens) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||
Estrelinha (Melampodium perfoliatum) | |||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||
Nabiça, Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||
Feijão-miúdo (Vigna unguiculata) | |||
Fedegoso-branco (Senna obtusifolia) | 80 | Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas de folhas largas (dicotiledôneas) indicadas, quando a soja estiver a partir do 3º trifólio e quando as plantas daninhas infestantes estiverem no estágio de 2 a 4 folhas. | |
Calopogônio (Calopogonium mucunoides) | |||
Leiteira (Euphorbia heterophylla) |
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO Nome comum/ Nome científico | DOSE (gramas/ha) | ÉPOCA / INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | Aplicação única Volume de calda Aplicação Terrestre – 100 – 600 L/Ha Aplicação Aérea – 20 – 40 L/Ha | ||
Erva-de-touro (Tridax procumbens) | |||
SOJA Manejo das plantas daninhas | Buva (Conyza bonariensis) | 80 | Utilizar para manejo da cobertura vegetal (pré-plantio) quando as plantas infestantes indicadas, presentes na área, estiverem no estágio de 2 a 6 folhas. Aplicação única Volume de calda Aplicação Terrestre – 100 – 600 L/Ha Aplicação Aérea – 20 – 40 L/Ha |
Nabo, Nabiça (Raphanus sativus) | 40 | ||
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||
EUCALIPTO E PINUS Jato dirigido em pós-emergência das plantas daninhas | Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 60 – 80 | Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido, na fase de 4 folhas. Aplicação única Volume de calda Aplicação Terrestre – 100 – 600 L/Ha |
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | |||
Nabiça, Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 300 – 600 | ||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 200 – 600 | ||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Assa-peixe (Vernonia polyanthes) | |||
CAFÉ Jato dirigido em pós-emergência das plantas daninhas | Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 50-80 | Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido, na fase de 4 folhas até o início do florescimento, predominando plantas de 4 a 6 folhas definitivas para Picão-preto (Bidens pilosa). Para Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) aplicar quando as plantas daninhas estiverem desde o estádio de 4 folhas até o início do florescimento, predominando plantas entre 10 a 12 folhas. Para Trapoeraba (Commelina benghalensis), aplicar na fase de 4 folhas. Para Nabiça (Raphanus raphanistrum) o estádio de aplicação é de 2 a 4 folhas. Aplicação única Volume de calda Aplicação Terrestre – 100 – 600 L/Ha |
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea pupurea) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Nabiça, Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||
CITROS Jato dirigido em pós-emergência das plantas daninhas | Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 40-80 | Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido. Para Nabiça, (Raphanus raphanistrum) aplicar na fase de 2 folhas até o florescimento. Para Carrapicho-de- carneiro (Acanthospermum hispidum) aplicar no estádio de 6 a 10 folhas. Para Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) e Beldroega (Portulaca oleracea) aplicar na fase de 2 a 8 folhas. Para Picão-preto (Bidens pilosa) aplicar no estádio de até 4 folhas. |
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | |||
Picão-preto (Bidens-pilosa) | |||
Nabiça, Nabo (Raphanus raphanistrum) |
Nota:
Utilizar as doses mais elevadas para plantas daninhas mais desenvolvidas.
A dose de 1 quilograma do produto comercial equivale a 250 gramas de ingrediente ativo.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Café | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Citros | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Soja | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
Para a preparação da calda, abastecer o pulverizador com água limpa até 3/4 de sua capacidade, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. Coloque a dose indicada do PANZER 250 WDG em um recipiente com água a parte para se obter uma pré-diluição do produto. Após isso adicione a pré-diluição ao tanque e complete o volume restante com água, sempre sob agitação constante. Em seguida deve-se adicionar óleo mineral emulsionável na dose de 0,05% v/v (50 ml/100 litros de água), mantendo-se a contínua agitação.
Deve-se preparar apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação. A aplicação deve ser por pulverização sobre o alvo biológico, por cobertura total, imediatamente após a preparação da calda. O produto deve ser aplicado na forma de pulverização com equipamentos para aplicação terrestre e aérea.
Bicos de jato em leque.
Volume de calda: 100 a 300 L/ha para via tratorizada ou 400 a 600 L/ha de calda, via manual costal. Pressão de trabalho: 30 a 50 lb/pol².
Tamanho de gotas: 180 a 200 micrômetros. Densidade de gotas: 40 gotas/cm².
Realizar aplicação aérea apenas para a cultura de soja. Volume de calda: 20 a 40 L/ha.
Para volumes de aplicação até 20 L/ha: Aeronaves agrícolas dotadas de barra com bicos tipo cônico (D6 ou D8, core 44 a 46) ou bicos rotativos (MICRONAIR-AU-5000-2), com altura de vôo de 3-4 metros (MICRONAIR) ou 2-3 metros (bicos cônicos), e largura de faixa de deposição efetiva de 13 metros. Para volumes de aplicação de 30 a 40 L/ha, utilizar aeronaves com barra de bicos tipo cônico (D8 ou D1, core 44 a 46), com altura de vôo de 2 a 4 metros e largura de faixa de deposição efetiva de 13 a 15 metros. Tamanho de gotas: 200 a 400 micrômetros. Densidade de gotas: 30 gotas/cm².
Evitar a aplicação na presença de ventos fortes (acima de 10 km/h), temperaturas maiores que 25oC e umidade relativa menor que 70%, com finalidade de evitar perdas por evaporação e deriva. Redobrar os cuidados em caso de aplicações com volume de calda maior que 20 L/ha.
Consultar sempre o Engenheiro Agrônomo ou representante da empresa.
Esvaziar o equipamento de pulverização. Enxaguar completamente o pulverizador e fazer circular água limpa pelas mangueiras, barras e bicos. No caso da existência de depósitos do produto, os mesmos devem ser soltos e removidos.
Completar o pulverizador com água limpa e adicionar amoníaco de uso doméstico na proporção de 1% (1 litro para cada 100 litros de água). Circular a solução pelas mangueiras, barras e bicos. Desligar a barra e encher o tanque com água limpa. Circular pelo Sistema de pulverização por 15 minutos. Circular então pelas mangueiras, barra e bicos. Esvaziar o tanque.
Remover e limpar os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repetir o passo 2.
Enxaguar completamente o pulverizador, mangueiras, barra e bicos com água limpa diversas vezes.
Descartar a água remanescente da lavagem em um fosso seco, longe de mananciais de água e de culturas sensíveis ao ingrediente ativo Clorimurom etílico.
Café, Citros e Soja: 65 dias.
Eucalipto e Pinus: Uso não alimentar (UNA).
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
05032025_BL_PASTOR//ZAPAR_B
Cultura | Alvo | Dose (L p.c/ha) | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
PASTAGEM (Aplicação Foliar) | Beldroega (Portulaca oleracea) | 1,0 | Aplicar na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20ºC, quando as Plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo. Quando houver indicação de faixa de doses, utilizar a dose mais alta para plantas mais desenvolvidas ou provenientes de sucessivas roçadas (perenizadas). Para pulverização foliar de qualquer tipo: Uma só aplicação, em época quente, com boa pluviosidade, onde as plantas a serem controladas estejam em intenso processo vegetativo. Para uma maior eficiência do produto, devem-se adotar os seguintes parâmetros na aplicação: Temperatura inferior a 30ºC e Umidade relativa do ar acima que 55%. Observação: Para repasse por via foliar, esperar que a rebrota atinja uma superfície foliar equilibrada o suficiente, para absorver uma quantidade de produto que atinja todo o seu sistema radicular. |
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Cheirosa (Hyptis suaveolens) | |||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||
Erva-quente; Poaia-do-campo (Spermacoce alata) | 2,0 | ||
Assa-peixe-branco (Vernonia polyanthes) | 3,0 | ||
Canela-de-perdiz; Gervão-branco (Croton glandulosus) | |||
Fedegoso; Mata-pasto (Senna occidentalis) | |||
Malva-veludo (Sida cordifolia) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Malva-preta; Malvisco (Sidastrum micranthum) | |||
Malva-roxa (Sidastrum paniculatum) | |||
Malva-veludo (Waltheria indica) | |||
Maria-mole (Senecio brasilienses) | |||
Joá-bravo (Solanum aculeatissimum) | 4,0 | ||
Lobeira (Solanum lycocarpum) | |||
Assa-peixe-roxo (Vernonia westiniana) | 5,0 | ||
Nº máximo de aplicações por ciclo de cultura: 1/ano Volume de calda em aplicação Terrestre: 200 – 300 L/ha | |||
Cultura | Alvos | Dose | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
PASTAGEM (Aplicação em Tocos) | Assa-peixe-roxo (Vernonia westiniana) | 3,0 a 4,0% (misturar 3,0 L do produto em 97,0 L de água Ou 4,0 L de produto em 96,0 L de água) | Aplicação no toco pode ser feita em qualquer época do ano, aplicando-se até ponto de escorrimento da calda no toco cortado, podendo-se molhar o solo próximo ao toco recém cortado. Para tratamento de tocos e anéis: Aplicar uma única vez em qualquer época do ano. Deve-se fazer um tratamento e fazer um repasse em caso de rebrota. Para o repasse respeitar a época indicada anteriormente. Observação: Para a redobra de tocos é preferível refazer o corte e reaplicar o produto, em lugar de aplicar nas poucas folhas de redobra. Isso porque essa área foliar de redobra é insuficiente para absorver a quantidade de herbicida necessário. |
Unha-de-vaca (Bauhunia variegata) | |||
Unha-de-boi (Bauhinia divaricata) | |||
Jacarandá-de-espinho Jacarandá-de-bico-preto (Machaerium aculeatum) | |||
Lobeira (Solanum lycocarpum) | |||
Roseta; Espinho-de-agulha (Randia armata) | |||
Leiteira (Peschiera fuchsiaefolia) | 4,0% (misturar 4,0 L do produto em 96,0 L de água) | ||
Aroeirinha (Schinus terebinthifolius) | |||
Arranha-gato (Acacia plumosa) | |||
Unha-de-gato (Acacia paniculada) | |||
Espinho-agulha (Barnadesia rosea) | |||
Nº máximo de aplicações por ciclo de cultura: 1/ano Volume de calda em aplicação terrestre no toco: Aplicar imediatamente após ao corte proporcionando um bom molhamento dos tocos, de modo que o volume de produto por área não exceda a 6,0 L/ha. | |||
Cultura | Alvos | Dose (L p.c/ha) | Época de Aplicação |
Assa-peixe-branco | |||
(Vernonia polyanthes) | |||
Assa-peixe-roxo | |||
(Vernonia westiniana) | Aplicar na época de maior | ||
PASTAGEM (Aplicação Aérea) | Vassourinha-botão (Spermacoce verticillata) | 6,0 | pluviosidade e temperatura média acima de 20ºC, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo. |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Amor-de-cunhã; Cajuçara (Solanum rugosum) | |||
Lobeira | |||
(Solanum lycocarpum) | |||
Nº máximo de aplicações por ciclo de cultura: 1/ano | |||
Volume de calda em aplicação aérea: 50 L/ha | |||
Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | |||
Cultura | Alvo | Dose (L p.c /ha) | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
EUCALIPTO | Touças (tocos) de Eucalipto | Aplicar de 3 a 7% (misturar de 3 a 7 L do produto em 97 a 93 L de água), aplicando-se 200 a 250 mL por toco logo após o corte. | Aplicar em qualquer época do ano para erradicação de touças (tocos de eucalipto na reforma de áreas florestais). |
Nº máximo de aplicações por ciclo de cultura: 1/ano Volume de calda em aplicação terrestre no toco: Aplicar imediatamente após ao corte proporcionando um bom molhamento dos tocos, de modo que o volume de produto por área não exceda a 6,0 L/ha. | |||
Cultura | Alvo | Dose (L p.c /ha) | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
PASTAGEM (Foliar e tratamento de tocos e anéis) | Arranha-gato (Acacia plumosa) | 1,5 – 2,0 | Para pulverização foliar de qualquer tipo: Deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo. Para tratamento de tocos e anéis: Deve-se fazer um tratamento e fazer um repasse em caso de rebrota em qualquer época do ano. Observação: Para repasse por via foliar, esperar que a rebrota atinja uma superfície foliar equilibrada o suficiente, para absorver uma quantidade de produto que atinja todo o seu sistema radicular. Para a redobra de tocos é preferível refazer o corte e reaplicar o produto, em lugar de aplicar nas poucas folhas de redobra. Isso porque essa área foliar de redobra é insuficiente para absorver a quantidade de herbicida necessário. Para uma maior, eficiência do produto, deve se adotar o seguinte parâmetro na aplicação: Temperatura máxima 30ºC Umidade relativa do ar: maior que 55% Nº máximo de aplicações por ciclo de cultura: 1 Volume de Calda: Aplicação Terrestre: 400 - 700 L/ha Aplicação Aérea: 30 - 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha |
Vassourinha-botão (Baccharis coridifolia) | 3,5 | ||
Carqueja (Baccharis trimera) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Buva (Conyza bonariensis) | |||
Capixingui (Croton floribundus) | |||
Cambarazinho, Mata-pasta (Eupatorium laevigatum) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Leiteiro (Peschiera fuchsiaefolia) | |||
Trançagem (Plantago major) | |||
Erva-de-bicho (Polygonum punctatum) | |||
Samanbaia (Pteridium aquilinum) | |||
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Amor-de-cunhã (Solanum rugosum) | |||
Erva-lanceta (Solidago chilensis) | |||
Tojo (Ulex europaeus) | |||
Assa-peixe (Vernonia polyanthes) | |||
Malva-veludo (Waltheria indica) | 3,0 – 4,0 | ||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 3,5 – 5,0 | ||
Aguapé (Eichornia crassipes) | 3,0 – 5,0 | ||
Lobeira (Solanum lycocarpum) | |||
Jurubeba (Solanum paniculatum) | |||
Joá-bravo (Solanum sisymbrifolium) |
Cultura | Alvo | Dose (L p.c /ha) | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 1,0 – 1,5 | Fazer uma única aplicação no período após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágios de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas. Nº máximo de aplicações por ciclo de cultura: 1 Volume de Calda: Aplicação Terrestre: 200 - 400 L/ha | |
Junquinho (Cyperus ferax) | |||
Tiriricão (Cyperus luzulae) | |||
Capim-colchão ou milhã (Digitaria sanguinalis) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Capim-mimoso (Eragrostis ciliaris) | |||
Falso-alegria-da-praia (Fimbristylis dichotoma) | |||
Arroz | Flor-amarela (Melampodium divaricatum) | 1,5 – 2,0 | |
Capim-mihã (Panicum fasciculatum) | |||
Joá-de-capote Papo-de-rã (Physalis angulata) | |||
Vassourinha (Sida acuta) | |||
Guanxuma, malva ou vassourinha (Sida rhombifolia) | |||
Lombrigueira (Spigelia anthelmia) |
Cultura | Alvo | Dose (L p.c /ha) | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
Cana-de-açúcar | Guanxuma (Sida rhombifolia) | 3,0 – 4,0 | Para pulverização foliar de qualquer tipo: Deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, após o plantio ou corte, em pós emergência das plantas daninhas com boa pluviosidade em que plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo. A aplicação deve ser feita quando as plantas estiverem no estágio inicial de desenvolvimento (4 a 6 folhas) e em pleno crescimento vegetativo. Observação: Para uma maior, eficiência do produto, deve se adotar o seguinte parâmetro na aplicação: Temperatura máxima 30ºC Umidade relativa do ar: maior que 55% Estes parâmetros (medidos através de um termohigrômetro) normalmente são obtidos realizando-se as aplicações no período de 6:00 às 10:00 horas da manhã e recomeçando às 16:00 horas. Nº máximo de aplicações por ciclo de cultura: 1 Volume de Calda: Aplicação Terrestre: 100 - 300 L/ha Aplicação Aérea: 30 - 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Buva (Conyza bonariensis) | |||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||
Macela (Gnaphalium spicatum) | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 4,0 | ||
Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia) |
RISCOS DA DERIVA
Toda a pulverização de produtos feita fora das condições operacionais e meteorológicas adequadas pode gerar deriva de gotas e atingir cultivos vizinhos. Isto se torna um problema ainda maior quando estas culturas são sensíveis ao produto aplicado. Quando a ponta usada não é específica para o uso de herbicidas sistêmicos hormonais, ou a regulagem e calibração não estão corretas, o produto aplicado fica sujeito à deriva na forma de gotas finas. Estas podem ser levadas para fora do local da aplicação devido à ação do vento. Culturas de abacate, mandioca, pimentão, pimenta, frutíferas, hortaliças, batata, café, cítricos, crucíferas, feijão, flores ornamentais, girassol, leguminosas, maçã, pepino, tabaco, tomate, uva, além de algodão e soja e demais culturas sensíveis que recebem deriva de gotas contendo herbicidas hormonais podem ter perdas de produtividade, gerando prejuízos econômicos importantes.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Cyperus luzulae | capim-de-botão, junça-de-botão, tiririca (2) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Eucalyptus spp | Ver detalhes | |
| Pastagens | Acacia paniculata | barbadinho (2), serra-goela, sessenta-feridas | Ver detalhes |
O PASTOR; ZAPAR deve ser aplicado através de equipamentos terrestres (tratorizado) ou aérea (avião ou ARP (Drones)).
As condições climáticas no momento da aplicação deverão estar adequadas para permitir a melhor interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas daninhas alvo, com a menor evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica (deslocamento vertical).
Visando este objetivo, a aplicação deve ser feita nas seguintes condições:
sob temperatura inferior a 30ºC,
umidade relativa do ar acima de 55%,
velocidade do vento entre 3 e 10 km/h,
na ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando período de chuva de até 6 horas após a aplicação.
Aplicação Terrestre – Trator com barra:
Barra de 18 bicos – separação de 50 cm entre bicos.
Bicos tipo jato leque com indução de ar.
Pressão: 30-70 psi (Ibf/pol²).
Velocidade do trator: 6 a 8 km/h.
Tamanho da gota (grande): acima de 350 µm
O volume de aplicação para:
Observando que esteja ocorrendo uma boa cobertura sobre as plantas daninhas.
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação Ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com gotas acima de 350 µm, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um engenheiro agrônomo.
Utilize tecnologia (s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com gotas acima de 350 µm, para dar uma boa cobertura e controle.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, etc devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura, e inversão térmica.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Culturas | Intervalo de segurança |
Eucalipto e Pastagens | U.N.A. |
Arroz | 90 dias |
Cana-de-açúcar | (1) |
U.N.A.: Uso Não Alimentar
(1) Intervalo de segurança não determinado por ser de uso em pré e pós-emergência até três meses após o plantio ou corte.
Não entre na área em que o produto foi aplicado nos intervalos de reentrada específicos para as seguintes culturas e durações de atividades de reentrada, conforme tabela com os intervalos de reentrada de trabalhadores nas áreas com aplicação do 2,4-D, segundo a cultura e o tempo de atividades:
Cultura | Modalidade de emprego (Aplicação) | Intervalo de reentrada* | |
2h de atividade | 8h de atividade | ||
Arroz | Pré/Pós-emergência | 24 horas | 14 dias (4) |
Cana-de-açúcar | Pré/Pós-emergência | 13 dias(3) | 31 dias(3) |
Eucalipto | Erradicação da cultura | 24 horas (1) | 24 horas(1) |
Pastagem | Pré/Pós-emergência | 5 dias (2) | 23 dias (2) (4) |
(1) Mantido em 24 horas pela ausência relevante de contato na reentrada.
(2) Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar.
(3) Necessária a utilização pelos trabalhadores, após o intervalo de reentrada, de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e luvas como equipamento de proteção individual (EPI) para realizar qualquer trabalho na cultura de cana-de-açúcar após a aplicação de produtos formulados contendo 2,4-D.
(4) Após o intervalo de reentrada, o trabalhador deve usar vestimenta simples (calças e camisa de mangas longas) para realizar as atividades na cultura.
*É necessária a utilização pelos trabalhadores de vestimentas simples de trabalho (calça e blusa de mangas longas) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas no caso de reentrada anterior aos intervalos definidos.
É exigida a manutenção de bordadura mínima de 10 metros livres na aplicação tratorizada de 2,4-D, conforme resultados da avaliação de risco de residentes. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
Obrigatória utilização de tecnologia de redução de deriva na cultura de cana-de-açúcar de pelo menos 50% para aplicação tratorizada.
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
O PATROL SL é um herbicida de ação não sistêmica, pós-emergente, seletivo condicional (seletivo para algodão e milho geneticamente modificados, tolerantes ao glufosinato de amônio, e não seletivo para as demais variedades e híbridos de algodão e milho convencionais) indicado para o controle de plantas infestantes nas seguintes situações:
Aplicação em área total em pré-plantio (dessecação) das culturas de: aveia, centeio, cevada, soja, trigo e triticale.
Aplicação em pós-emergência (da planta infestante e cultura) na forma de jato dirigido para as culturas de: açaí, alface, agrião, almeirão, algodão, banana, café, cana-de-açúcar, citros, coco, castanha-do-pará, dendê, duboisia, eucalipto, macadâmia, maçã, milho, mostarda, nectarina, noz-pecã, pêssego, pinhão, pupunha, repolho, rúcula e uva.
Aplicação em área total para dessecação da cultura em pré-colheita nas culturas de batata, feijão, soja e trigo.
Aplicação em pós-emergência em área total nas culturas de algodão geneticamente modificado, milho geneticamente modificado e soja geneticamente modificado.
Aplicação em pós-plantio e pré-emergência da cultura da batata na fase de “cracking timing” (rachamento do solo antes da emergência da cultura).
Cultura | Plantas infestantes | Dose | Época, número e intervalo de aplicação |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
AÇAÍ | Maria-gorda (Talinum paniculatum) | 2,0 L/ha | |
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) |
Cultura | Plantas infestantes | Dose | Época, número e intervalo de aplicação |
AGRIÃO | Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 1,5 L/ha | Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes, protegendo a planta de agrião com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas infestantes estiverem com 2 a 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Picão branco (Galinsoga parviflora) | |||
Erva-de-bicho (Polygonum aviculare) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
Erva-de-passarinho (Stellaria media) | |||
Soliva (Soliva anthemifolia) | 2,0 L/ha | ||
ALFACE | Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 1,5 L/ha | Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas infestantes estiverem com 2 a 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Picão branco (Galinsoga parviflora) | |||
Erva-de-bicho (Polygonum aviculare) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
Erva-de-passarinho (Stellaria media) | |||
Soliva (Soliva anthemifolia) | 2,0 L/ha | ||
ALGODÃO | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,0 L/ha | Para controle das plantas infestantes, aplicar na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura. Realizar a aplicação no início de perfilhamento das plantas infestantes. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||
Capim-massambará (Sorghum halepense) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | 2,0 L/ha | Para controle das plantas infestantes, aplicar na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura. Realizar a aplicação quando as plantas infestantes estiverem com 2 a 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | |||
Fedegosa (Chenopodium album) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) |
Cultura | Plantas infestantes | Dose | Época, número e intervalo de aplicação |
ALGODÃO GENETICAMENTE MODIFICADO (tolerante ao glufosinato de amônio) | Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 2,0 a 2,5 L/ha | PARA UMA ÚNICA APLICAÇÃO: Realizar a aplicação do produto em pós- emergência da cultura, utilizando a dose de 3,0 a 3,5 L/ha. Observar sempre o estádio de desenvolvimento das plantas infestantes, conforme abaixo: Estádio de 2 a 4 perfilhos: Plantas infestantes controladas:
|
Capim marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | 3,0 a 3,5 L/ha | ||
Beldroega (Portulacea oleracea) | |||
ALMEIRÃO | Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 1,5 L/ha | Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes, protegendo a planta de almeirão com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas infestantes estiverem com 2 a 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Picão branco (Galinsoga parviflora) | |||
Erva-de-bicho (Polygonum aviculare) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
Erva-de-passarinho (Stellaria media) | |||
Soliva (Soliva anthemifolia) | 2,0 L/ha |
Cultura | Plantas infestantes | Dose | Época, número e intervalo de aplicação |
AVEIA | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,0 L/ha | Para aplicação no sistema de Plantio Direto (dessecação pré-plantio): Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós- emergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Para o caruru, guanxuma, picão-preto, erva- quente e soja, aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. No controle das gramineas, aplicar o produto sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha, até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
Soja (Glycine max) | |||
Guanxuma (Sida cordifolia) | |||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||
Arroz (Oryza sativa) | |||
BANANA | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 2,0 L/ha | Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas infestantes de folhas largas estiverem com 2 a 6 folhas, e as de folha estreita com até 1 perfilho. Adicionar 0,25% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Quebra-pedra (Phyllanthus tenellus) | |||
Crepis (Crepis japonica) | |||
Capim-guaçú (Paspalum conspersum) | |||
Macela-branca (Gnaphalium spicatum) | |||
Sete-sangrias (Cuphea carthagenensis) | |||
Erva-cará (Dioscorea batatas) |
Cultura | Plantas infestantes | Dose | Época, número e intervalo de aplicação |
BATATA | Caruru (Amaranthus viridis) | 2,0 L/ha | Para controle das plantas infestantes: Realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas infestantes estiverem com 4 folhas e as gramíneas até 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | |||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Batata (Solanum tuberosum) dessecação de pré-colheita | Para dessecação de “batata consumo”: Aplicar 2,0 L/ha do produto comercial + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal, sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba (Commelina benghalensis), picão- preto (Bidens pilosa) e guanxuma-branca (Sida glaziovii) com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||
CAFÉ | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 2,0 L/ha | Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril, quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Buva (Conyza bonariensis) | |||
Macela-branca (Gnaphalium spicatum) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | 2,0 L/ha | Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril, quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,25% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 3,0 L/ha | Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril, quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,4% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 2,5 L/ha | Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril, até a fase de início do perfilhamento da planta infestante. Adicionar 0,4% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||
CASTANHA-DO- PARÁ | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 L/ha | Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) |
CENTEIO | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,0 L/ha | Para aplicação no sistema de Plantio Direto |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
(dessecação pré-plantio): Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós- emergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Para o caruru, guanxuma, picão-preto, erva- quente e soja, aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. No controle das gramineas, aplicar o produto sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha, até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
Soja (Glycine max) | |||
Guanxuma (Sida cordifolia) | |||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||
Arroz (Oryza sativa) | |||
CEVADA | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,0 L/ha | Para aplicação no sistema de Plantio Direto (dessecação pré-plantio): Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós- emergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Para o caruru, guanxuma, picão-preto, erva- quente e soja, aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. No controle das gramineas, aplicar o produto sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha, até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
Soja (Glycine max) | |||
Guanxuma (Sida cordifolia) | |||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||
Arroz (Oryza sativa) | |||
CANA-DE- AÇÚCAR | Capim-Colchão (Digitaria horizontalis) | 1,5 a 2,5 L/ha | Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio, sem que atinjam a cultura quando as plantas infestantes de folhas largas estiverem com 2 a 6 folhas, e as de folhas estreitas com até 1 perfilho. Adicionar 0,25% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Capim-Papuã, (Brachiaria plantaginea) | |||
Capim-Pé-de-Galinha (Eleusine indica) |
CITROS | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 L/ha | Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim- amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
COCO | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 L/ha | Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim- amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Trapoeraba |
(Commelina benghalensis) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
DENDE | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 L/ha | Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
DUBOISIA | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 L/ha | Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em guanxuma, picão-preto, nabo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Nabo (Raphanus raphanistrum) |
EUCALIPTO | Erva-quente (Spermacoce alata) | 4,0 L/ha | Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes, quando estas estiverem em vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das plantas infestantes de folha estreita quando estiverem com até 4 perfilhos, e em folhas largas com até 8 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Capim-colonião (Panicum maximum) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Capim-gordura (Melinis minutiflora) | |||
Cambara (Lantana camara) | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
Buva (Conyza bonariensis) | |||
Unha-de-vaca (Bauhinia variegata) | |||
Arranha-gato (Acacia plumosa) | |||
Jurubeba (Solanum paniculatum) | |||
Gervão (Stachytarpheta cayennensis) | |||
Vassourinha-botão (Spermacoce verticillata) | |||
Samambaia (Pteridium aquilinum) | 2,0 L/ha | ||
FEIJÃO | Feijão (Phaseolus vulgaris) dessecação de pré-colheita | 1,8 a 2,0 L/ha | Para dessecação em feijão para consumo: Aplicar a dose de 1,8 L/ha quando a cultura apresentar aproximadamente 50% das vagens secas. Para dessecação em feijão para sementes: Aplicar a dose de 2,0 L/ha, somente quando a cultura apresentar 70% das vagens secas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
MACADÂMIA | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 L/ha | Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim- amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Picão-preto |
(Bidens pilosa) | quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
MAÇÃ | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 2,0 L/ha | Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar em poaia, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão- branco, picão-preto e língua-de-vaca quando as plantas infestantes estiverem de 5 a 10 cm. Em capim-colchão, azevém e capim- marmelada, aplicar com até 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||
Azevém (Lolium multiflorum) | |||
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | |||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Trevo (Oxalis oxyptera) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Poaia (Richardia brasiliensis) | |||
MILHO | Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | 1,5 a 2,0 L/ha | Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim- colchão e capim-marmelada. Para as demais plantas infestantes, aplicar quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||
Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia) | |||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||
MILHO GENETICAMENTE MODIFICADO (tolerante ao glufosinato de amônio) | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 1,5 a 3,0 L/ha | PARA UMA ÚNICA APLICAÇÃO: Realizar a aplicação do produto em pós- emergência da cultura, utilizando a dose de 2,5 a 3,0 L/ha. Observar sempre o estádio de desenvolvimento das plantas infestantes, conforme abaixo: Estádio mediano das plantas infestantes - 3 perfilhos: Plantas infestantes controladas:
|
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea purpúrea) | |||
Caruru (Amaranthus hybridus) | |||
Cultura | Plantas infestantes | Dose | Época, número e intervalo de aplicação |
MOSTARDA | Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 1,5 L/ha | Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes, protegendo a planta de mostarda com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas infestantes estiverem com 2 a 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Picão branco (Galinsoga parviflora) | |||
Erva-de-bicho (Polygonum aviculare) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
Erva-de-passarinho (Stellaria media) | |||
Soliva (Soliva anthemifolia) | 2,0 L/ha |
NECTARINA / PÊSSEGO | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 2,0 L/ha | Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão-branco quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. Para capim-colchão e capim-marmelada, fazer a aplicação do produto quando as plantas infestantes estiverem com até 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||
NOZ-PECÃ | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 L/ha | Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim- amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
PINHÃO | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 L/ha | Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim- amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) |
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
PUPUNHA | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 L/ha | Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim- amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
REPOLHO | Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 1,5 L/ha | Realizar a aplicação quando as plantas infestantes apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Erva-de-passarinho (Stellaria media) | |||
Erva-de-bicho (Polygonum persicaria) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
Mentruz (Coronopus didymus) | 2,0 L/ha |
RÚCULA | Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 1,5 L/ha | Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes, protegendo a planta de rúcula com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas infestantes estiverem com 2 a 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Picão branco (Galinsoga parviflora) | |||
Erva-de-bicho (Polygonum aviculare) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
Erva-de-passarinho (Stellaria media) | |||
Soliva (Soliva anthemifolia) | 2,0 L/ha | ||
SOJA | Capim-camalote (Rotboellia exaltata) | 2,5 a 3,0 L/ha | Para aplicação no sistema de Plantio Direto (dessecação pré-plantio): Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós- emergência das plantas infestantes, em área total. Para o controle de capim-colchão e capim- marmelada, realizar o controle quando as plantas infestantes estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo, nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega, realizar a aplicação do produto quando as plantas infestantes estiverem com até 6 folhas. Para o controle de trapoeraba, realizar o controle quando a planta infestante estiver com 2 a 4 folhas. No controle de trigo, aveia, cevada, centeio, triticale e azevém, realizar o controle quando as plantas infestantes estiverem com até 2 perfilhos. Na buva, realizar aplicação quando a planta infestante estiver com até 12 cm de altura. Em carrapicho-de-carneiro, realizar aplicação do produto quando a planta infestante estiver com até 4 folhas e para erva-quente, realizar o controle quando a planta infestante estiver com até 8 folhas. Para o capim-amargoso, capim-carrapicho e capim-camalote, realizar a aplicação sobre as plantas infestantes oriundas de sementes até o estádio de desenvolvimento de 3 perfilhos. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Buva (Conyza bonariensis) | |||
Capim-amargoso (Digitária insularis) | |||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | |||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,5 L/ha | ||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Poaia (Richardia brasiliensis) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Trigo (Triticum aestivum) | 3,0 L/ha | ||
Aveia (Avena sativa) | |||
Cevada (Hordeum vulgare) | |||
Centeio (Secale cereale) | |||
Triticale (Triticum secale) | |||
Azevém (Lolium multiflorum) | |||
Soja | 2,0 L/ha | Para dessecação da cultura em pré-colheita: |
(Glycine max) dessecação de pré-colheita | Utilizar a dose de 2,0 L/ha do produto + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal, aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||
SOJA GENETICAMENTE MODIFICADA (tolerante ao glufosinato de amônio) | Capim-Pé-de-Galinha (Eleusine indica) | 2,5 – 3,0 L/ha | PARA UMA ÚNICA APLICAÇÃO: Realizar a aplicação do produto em pós- emergência da cultura. Observar sempre o estádio de desenvolvimento das plantas infestantes, conforme abaixo: Estádio mediano das plantas infestantes - 1 perfilho: Plantas infestantes controladas:
Adicionar 0,25% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Buva (Conyza bonariensis) | 2,0 – 3,0 L/ha | ||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||
TRIGO | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,0 L/ha | Para aplicação no sistema de Plantio Direto (dessecação pré-plantio): Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós- emergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Para o caruru, guanxuma, picão-preto, erva- quente e soja, aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. No controle das gramíneas, aplicar o produto sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha, até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
Soja (Glycine max) | |||
Guanxuma (Sida cordifolia) | |||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||
Arroz (Oryza sativa) | |||
Buva (Conyza bonariensis) | |||
Capim-amargososo (Digitaria insularis) |
Dessecação pré-colheita Trigo (Triticum aestivum) | 1,75 L/ha | Para aplicação na dessecação de pré-colheita, realizar uma aplicação quando os grãos estiverem no estádio de grãos mole para grãos duros ou coloração amarela para coloração dourada. Adicionar 0,25% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. | |
TRITICALE | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,0 L/ha | Para aplicação no sistema de Plantio Direto (dessecação pré-plantio): Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós- emergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Para o caruru, guanxuma, picão-preto, erva- quente e soja, aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. No controle das gramineas, aplicar o produto sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha, até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||
Soja (Glycine max) | |||
Guanxuma (Sida cordifolia) | |||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||
Arroz (Oryza sativa) | |||
UVA | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 L/ha | Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. No controle de picão-preto, picão-branco e caruru, aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. Para o controle de capim-marmelada, aplicar o produto quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Açaí | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Agrião | Soliva anthemifolia | cuspe-de-caipira, cuspe-de-tropeiro (2), roseta (2) | Ver detalhes |
| Alface | Soliva anthemifolia | cuspe-de-caipira, cuspe-de-tropeiro (2), roseta (2) | Ver detalhes |
| Algodão | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Almeirão | Stellaria media | centochio, erva-de-passarinho (2), esparguta (2) | Ver detalhes |
| Aveia | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Banana | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Batata | Solanum tuberosum | Ver detalhes | |
| Café | Sida glaziovii | guanxuma-branca, malva-guaxima, mata-pasto (3) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Castanha-do-pará | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Centeio | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Cevada | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Citros | Emilia sonchifolia | bela-emilia, falsa-serralha, pincel | Ver detalhes |
| Coco | Talinum paniculatum | bênção-de-deus, bunda-mole, lígua-de-vaca | Ver detalhes |
| Dendê | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Duboisia | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Spermacoce alata | erva-de-lagarto (1), erva-quente (1), perpetua-do-mato (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Maçã | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Macadâmia | Digitaria sanguinalis | capim-colchão (2), capim-das-roças (2), milhã (1) | Ver detalhes |
| Milho | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Milho OGM | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Mostarda | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Nectarina | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Noz-pecã | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Pessego | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Pinhão | Talinum paniculatum | bênção-de-deus, bunda-mole, lígua-de-vaca | Ver detalhes |
| Pupunha | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Repolho | Coronopus didymus | mastruço (3), mastruz (2), mentrusto (2) | Ver detalhes |
| Rúcula | Stellaria media | centochio, erva-de-passarinho (2), esparguta (2) | Ver detalhes |
| Soja | Rottboellia exaltata | capim-alto, capim-camalote, rabo-de-lagarto | Ver detalhes |
| Soja OGM | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Trigo | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
| Triticale | Digitaria sanguinalis | capim-colchão (2), capim-das-roças (2), milhã (1) | Ver detalhes |
A aplicação do herbicida PATROL SL poderá ser efetuada através de pulverização terrestre ou aérea.
Para as culturas açaí, alface, algodão, algodão geneticamente modificado, aveia, banana, batata, café, cana-de-açúcar, castanha-do-pará, centeio, cevada, citros, coco, dendê, duboisia, eucalipto, feijão, macadâmia, maçã, milho, milho geneticamente modificado, nectarina, noz-pecã, pêssego, pinhão, pupunha, repolho, soja, soja geneticamente modificado, trigo, triticale e uva, o herbicida PATROL SL pode ser aplicado com pulverizador costal manual, costal pressurizado, tratorizado ou autopropelido.
Para o uso e aplicação do produto PATROL SL, observe as prescrições conforme a receita agronômica e utilize equipamentos adequados que proporcionem redução da possibilidade de deriva, tal como pontas de pulverização que possibilitem a produção de gotas grossas (G) a extremamente grossas (XC).
Pressão de trabalho: 30-70 lbf/pol².
Diâmetro de gotas: acima de 350μ (micra);
Altura da barra de pulverização e espaçamento entre bicos: deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme no alvo. Não ultrapassando 50 cm, tanto para o espaçamento quanto para a altura da barra;
Volume de calda:
Açaí, agrião, alface, algodão, almeirão, aveia, batata, castanha-do-pará, centeio, cevada, citros, coco, dendê, duboisia, eucalipto, feijão, macadâmia, maçã, milho, mostarda, nectarina, noz-pecã, pêssego, pinhão, pupunha, repolho, rúcula, soja, triticale e uva: 350 L/ha;
Cana-de-açúcar: 200 L/ha.
Algodão geneticamente modificado, milho geneticamente modificado e soja geneticamente
modificado: 200 a 300 L/ha;
Banana: 500 L/ha.
Para a cultura do café, considerar o volume de calda de 450 L/ha, quando for realizar o controle de guanxuma, capim-marmelada e capim-colchão. Para as demais plantas infestantes utilizar o volume de calda de 350 L/ha.
As pulverizações devem cobrir uniformemente as plantas infestantes, evitando escorrimentos, que causam perda e mau funcionamento do produto.
Deve-se sempre utilizar água limpa.
Para as hortaliças (alface, agrião, almeirão, mostarda, rúcula e repolho) quando utilizar o "sistema de copinhos", cobrir as mudinhas com copinho plástico, para protegê-la da ação herbicida do produto.
A aplicação aérea deverá seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas definidos para essa modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações, uso de DGPS (Sistema de Posicionamento Global Diferencial), definição dos parâmetros técnicos operacionais e de segurança relacionados aos equipamentos de aplicação, como a altura do voo, largura da faixa de deposição efetiva, modelo, tipo e ângulo do equipamento utilizado, modelo e número de pontas de pulverização, entre outros, e condições climáticas adequadas ao uso do produto, sempre supervisionadas pelo responsável pelas operações aeroagrícolas.
Para aplicação de PATROL SL, deve-se observar os parâmetros que proporcionam uma boa cobertura do alvo desejado e técnicas de redução de possibilidade de deriva, conforme abaixo:
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura. O equipamento deverá ser regulado visando assegurar uma distribuição uniforme da calda e uma boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis.
Para esta atividade, consulte sempre o Engenheiro Agrônomo e/ou o técnico agropecuário com curso de executor em aviação agrícola, os quais são os responsáveis pelas informações técnicas operacionais e de segurança referentes à aplicação do produto.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) para realizar a aplicação de PATROL SL.
Para aplicação terrestre e aérea, somente aplique o produto PATROL SL com equipamentos de aplicação tecnicamente adequados ao relevo do local, corretamente regulados e calibrados, conforme a recomendação do fabricante do equipamento e do responsável pela aplicação.
Siga sempre as orientações do Engenheiro Agrônomo e/ou profissional responsável pela aplicação, que poderá conciliar o tipo de bico, o tamanho da gota adequada à tecnologia de aplicação e a redução da possibilidade de deriva, a altura da barra e outras características do equipamento de aplicação terrestre, parâmetros técnicos operacionais e de segurança para aplicação aérea, a topografia do terreno, bem como, as doses e recomendações de uso prescritas na bula do produto para os respectivos alvos e culturas.
O profissional responsável que prescrever o uso do PATROL SL deverá recomendar a especificação do equipamento mais adequado para correta aplicação do produto, de modo a reduzir a possibilidade de deriva.
Observe atentamente as instruções de uso de todos os equipamentos envolvidos. Em caso de equipamentos diferentes e regulagens específicas, consulte sempre um Engenheiro Agrônomo ou profissional responsável.
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
Temperatura ambiente inferior a 30ºC;
Umidade relativa do ar superior a 55%;
Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.
Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplique o produto PATROL SL, pois pode haver risco de inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia.
Se a velocidade do vento estiver acima de 10 km/h não aplique o produto PATROL SL, devido ao potencial de deriva pelo movimento do ar.
Não aplique o produto PATROL SL, se o vento estiver no sentido das culturas sensíveis.
Toda a pulverização com o produto PATROL SL feita fora das condições operacionais e meteorológicas adequadas, pode gerar deriva de gotas e atingir cultivos vizinhos e/ou culturas sensíveis.
Encher o tanque do pulverizador com cerca de 2/3 da sua capacidade com água limpa. Em seguida, adicionar PATROL SL e o adjuvante nas doses recomendadas e completar com o restante da água sempre sob agitação e aplicar em seguida. É importante que o sistema de agitação do produto no tanque se mantenha em funcionamento durante toda a aplicação.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o preparo da calda.
A limpeza do pulverizador deve ser realizada logo após o término das aplicações com PATROL SL. Esta etapa é importante para que não haja resíduos remanescentes em aplicações seguintes com outros herbicidas ou outras classes de produtos. Estes resíduos também podem gerar problemas de contaminação de culturas vizinhas e/ou culturas sensíveis, caso haja deriva de gotas pelo vento.
Recomenda-se fazer um teste de fitotoxicidade em culturas sensíveis, antes de usar o equipamento para pulverização de outros produtos.
CULTURA | DIAS |
Açaí, Castanha-Do-Pará, Coco, Dendê, Macadâmia, Noz-Pecã, Pinhão e Pupunha | 30 |
Alface, agrião, almeirã, maçã, mostarda, nectarina, pêssego, repolho, rúcula e uva | 7 |
Algodão | 28 |
Algodão Geneticamente Modificado | 116 |
Banana, Batata e Soja | 10 |
Cana-de-açúcar | 60 |
Café | 20 |
Citros | 40 |
Duboisia | U.N.A. |
Eucalipto | U.N.A. |
Feijão | 5 |
Milho Geneticamente modificado | 50 |
Soja geneticamente modificada | 50 |
Aveia, centeio, cevada, milho, trigo e triticale | (1) |
Trigo (Dessecação pré-colheita) | 7 |
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego
U.N.A. Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Recomendado para o controle não seletivo de plantas daninhas nas seguintes situações:
Controle de plantas infestantes em áreas cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes), nos cultivos de ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, eucalipto e pinus (florestas implantadas), maçã, mamão, nectarina, pêra, pêssego, pastagem, seringueira, e uva.
Aplicação em área total para eliminação de plantas infestantes emergidas, em pré-plantio das culturas de algodão, arroz, feijão, milho, eucalipto, seringueira, trigo e soja no sistema de Plantio Direto.
Eliminação de soqueira e maturador de cana-de-açúcar.
Aplicação em área total, no pré-plantio da cultura e na pós-emergência das plantas daninhas, antes do transplante do fumo.
Aplicação em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes no preparo da área para posterior plantio ou semeadura para todas as culturas.
Para soja geneticamente modificada a aplicação deve ser feita em área total, em pós-emergência da soja, em áreas de plantio direto e convencional, podendo ser utilizado em aplicação única ou aplicação sequencial.
Para milho e algodão geneticamente modificados a aplicação deve ser feita em área total, em pós- emergência das culturas, em áreas de plantio direto e convencional.
Culturas | Plantas Infestantes | Dose Produto Comercial (L/ha) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||
ALGODÃO AMEIXA ARROZ BANANA CACAU CAFÉ CANA-DE-AÇÚCAR CITROS EUCALIPTO FEIJÃO MAÇÃ MAMÃO MILHO NECTARINA PASTAGEM PINUS PÊRA PÊSSEGO SOJA TRIGO UVA | Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 1,5 |
Carrapicho-decarneiro | Acanthospermum hispidum | 1,5 | |
Angiquinho | Aeschynomene rudis | 2,0 | |
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 2,0 | |
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 | |
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 2,0 | |
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 2,0 | |
Capim-rabo-de-burro | Andropogon bicornis | 4,0 | |
Capim-rabo-de-raposa | Andropogon leucostachyus | 4,0 | |
Boca-de-leão selvagem | Antirrhinum orontium | 2,0 | |
Aveia | Avena sativa | 1,0 | |
Capitinga | Axonopus compressus | 5,0 | |
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 - 1,5 | |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2,5 - 4,0 | |
Capim-marmelada | Brachiaria plantagine | 0,5 - 1,0 | |
Cevadilha | Bromus catharticus | 1,0 | |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,5 | |
Rabo-de-foguete | Conyza bonariensis | 2,0 | |
Grama-seda | Cynodon dactylon | 4,0 - 5,0 | |
Junquinho | Cyperus difformis | 5,0 | |
Chufa | Cyperus ferax | 1,5 - 3,0 | |
Tiririca | Cyperus flavus | 3,0 | |
Tiririca | Cyperus rotundus | 4,0 - 5,0 | |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1,5 - 2,0 | |
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 1,5 - 4,0 | |
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 4,0 | |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 2,0 | |
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 2,0 | |
Mata-pasto | Eupatorium maximilianii | 1,5 | |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 3,0 - 4,0 | |
Falso-cominho | Fimbristylis miliace | 5,0 | |
Picão-branco | Galinsoga parviflora | 1,0 | |
Capim-jaraguá | Hyparrhenia rufa | 4,0 | |
Anileira | Indigofera hirsuta | 4,0 | |
Corda-de-viola | Ipomoea aristolochiaefolia | 3,0 | |
Esqueleto | Ipomoea quamoclit | 4,0 | |
Cordão-de-frade | Leonotis nepetifolia | 2,0 | |
Azevém | Lolium multiflorum | 2,0 - 3,0 | |
Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | 1,0 - 2,0 | |
Alfafa | Medicago sativa | 3,5 | |
Capim-gordura | Melinis minutiflora | 3,0 - 4,0 | |
Arroz-vermelho | Oryza sativa | 3,0 - 4,0 | |
Capim-caiana | Panicum cayennense | 4,0 | |
Capim-colonião | Panicum maximum | 1,5 - 5,0 | |
Capim-azedo | Paspalum conjugatum | 1,0 | |
Grama-comprida | Paspalum dilatatum | 2,0 | |
Capim-gengibre | Paspalum maritimum | 3,0 - 4,0 | |
Grama-batatai | Paspalum notatum | 4,0 - 5,0 | |
Capim-da-guiné | Paspalum paniculatum | 4,0 - 5,0 | |
Capim-da-roça | Paspalum urvillei | 4,0 | |
Capim-kikuio | Pennisetum clandestinum | 4,0 - 5,0 | |
Quebra-pedra | Phyllanthus tenellus | 2,0 | |
Tanchagem | Plantago major | 5,0 | |
Beldroega | Portulaca oleracea | 2,0 | |
Barbasco | Pterocaulon virgatum | 4,5 - 5,0 | |
Nabo-bravo | Raphanus raphanistrum | 2,0 | |
Capim-favorito | Rhynchelitrum repens | 1,5 - 2,0 | |
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 4,0 | |
Língua-de-vaca | Rumex crispus | 3,0 | |
Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 6,0 | |
Flor-das-almas | Senecio brasiliensis | 2,0 - 3,0 | |
Fedegoso-branco | Senna obtusifolia | 5,0 | |
Capim-rabo-deraposa | Setaria geniculata | 1,0 - 2,0 | |
Capim-canoão | Setaria poiretiana | 3,5 | |
Malva-branca | Sida cordifolia | 3,0 | |
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | 3,0 | |
Guanxuma | Sida rhombifolia | 3,0 | |
Erva-moura | Solanum americanum | 2,0 | |
Erva-lanceta | Solidago chilensis | 2,0 | |
Serralha | Sonchus oleraceus | 2,0 | |
Capim-massambará | Sorghum halepense | 4,0 | |
Pega-pingo | Spergula arvensis | 4,0 | |
Poaia-do-campo | Spermacoce alata | 5,0 - 6,0 | |
Agrião-do-pasto | Synedrellopsis grisebachii | 5,0 | |
Maria-gorda | Talinum paniculatum | 2,0 - 3,0 | |
Grandiúva | Trema micrantha | 4,0 |
Trevo | Trifolium repens | 4,0 | |
Ervilhaca | Vicia sativa | 5,0 | |
Início e época de aplicação: Plantas Infestantes Perenes: O melhor período para o controle é próximo a/ou durante a floração. Plantas Infestantes anuais: O melhor período para o controle situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. As dosagens indicadas de acordo com as instruções desta bula, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Importante: Aplicar PILARSATO quando as plantas infestantes estiverem em boas condições de desenvolvimento sem efeito de stress hídrico (condições de seca ou excesso de água). PILARSATO não tem ação sobre as sementes existentes no solo. Número de aplicações: Uma única aplicação de PILARSATO, aplicado conforme recomendado, controla as plantas infestantes.
Variedade floríferas: A aplicação de PILARSATO como maturador é viável mesmo após a diferenciação floral até o estádio de pavio de vela. Em cana pronta para florescer, essa aplicação é | |||
recomendada estrategicamente, para manter e melhorar a qualidade dessa matéria-prima. Não se deve realizar aplicação quando o processo de florescimento estiver em fase adiantada (cartucho).
Cultura | Plantas Infestantes | Dose Produto comercial (L/ha) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||
FUMO | Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 3,0 |
Carrapicho-decarneiro | Acanthospermum hispidum | 1,0 - 2,0 | |
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 2,0 | |
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 - 2,0 | |
Caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus | 2,0 - 4,0 | |
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 2,0 - 4,0 | |
Caruru-de-espinho | Amaranthus spinosus | 2,0 | |
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 2,0 - 4,0 | |
Capim-rabo-de-burro | Andropogon bicornis | 4,0 - 5,0 | |
Aveia | Avena sativa | 1,0 - 2,0 | |
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 - 2,0 | |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2,0 - 4,0 | |
Capim-marmelada | Brachiaria plantagine | 1,0 - 2,0 | |
Mostarda | Brassica rapa | 2,0 - 3,0 | |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,0 - 2,0 | |
Erva-de-Santa-Luzia | Chamaesyce hirta | 2,0 - 4,0 | |
Quebra-pedra-rasteira | Chamaesyce prostata | 2,0 | |
Erva-de-Santa-Maria | Chenopodium ambrosioides | 3,0 | |
Capim-cebola | Chloris pycnothrix | 2,0 | |
Capim-coqueirinho | Chloris retusa | 1,0 | |
Rabo-de-foguete | Conyza bonariensis | 2,0 - 4,0 | |
Tiririca | Cyperus flavus | 5,0 | |
Tiririca | Cyperus sesquiflorus | 3,0 | |
Pega-pega | Desmodium tortuosum | 2,0 | |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1,0 - 2,0 | |
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 2,0 - 4,0 | |
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | 2,0 | |
Poaia-do-campo | Diodia ocimifolia | 2,0 | |
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 2,0 - 4,0 | |
Capim-arroz | Echinochloa cruspavonis | 2,0 - 4,0 | |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 1,0 - 4,0 | |
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 2,0 | |
Capim-mimoso | Eragrotis pilosa | 2,0 | |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 2,0 - 4,0 | |
Picão-branco | Galinsoga parviflora | 1,0 - 2,0 | |
Sapé | Imperata brasiliensis | 4,0 - 5,0 | |
Corda-de-viola | Ipomoea aristolochiaefolia | 1,0 - 3,0 | |
Corda-de-viola | Ipomoea nil | 2,0 - 4,0 | |
Esqueleto | Ipomoea quamoclit | 4,0 | |
Rubim | Leonorus sibiricus | 5,0 | |
Mentruz | Lepidium virginicum | 2,0 | |
Azevém | Lolium multiflorum | 2,0 | |
Capim-gordura | Melinis minutiflora | 2,0 - 4,0 | |
Cipó-cabeludo | Mikania cordifolia | 5,0 | |
Joá-de-capote | Nicandra physaloides | 2,0 | |
Arroz-vermelho | Oryza sativa | 2,0 | |
Trevo | Oxalis oxyptera | 1,0 - 2,0 | |
Capim-colonião | Panicum maximum | 3,0 - 5,0 | |
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 3,0 | |
Capim-azedo | Paspalum conjugatum | 1,0 - 4,0 | |
Capim-do-brejo | Paspalum consperssum | 2,0 - 3,0 | |
Capim-da-guiné | Paspalum paniculatum | 4,0 | |
Capim-da-roça | Paspalum urvillei | 2,0 - 4,0 | |
Capim-oferecido | Pennisetum-setosum | 4,0 - 5,0 | |
Capim-kikuio | Pennisetum clandestinum | 4,0 - 5,0 | |
Quebra-pedra | Phyllanthus niruri | 1,0 | |
Quebra-pedra | Phyllanthus tenellus | 2,0 | |
Beldroega | Portulaca oleracea | 2,0 | |
Samambaia | Pteridium aquilinum | 4,0 | |
Nabo-bravo | Raphanus raphanistrum | 1,0 - 2,0 | |
Capim-favorito | Rhynchelitrum repens | 1,0 - 2,0 | |
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 1,0 - 2,0 | |
Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 4,0 | |
Flor-das-almas | Senecio brasiliensis | 2,0 - 3,0 | |
Malva-branca | Sida cordifolia | 2,0 - 4,0 | |
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | 2,0 - 5,0 | |
Guanxuma | Sida rhombifolia | 2,0 | |
Erva-moura | Solanum americanum | 2,0 | |
Jurubeba | Solanum paniculatum | 4,0 | |
Serralha | Sonchus oleraceus | 2,0 - 4,0 | |
Capim-massambará | Sorghum halepense | 2,0 - 4,0 | |
Milho | Zea mays | 1,0 | |
Início e época de aplicação: Aplicar em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes em área total, antes do transplante do fumo. Número de aplicações: Uma única aplicação de PILARSATO, aplicado conforme recomendado, controla as plantas infestantes. | |||
Cultura | Plantas Infestantes | Dose Produto comercial (L/ha) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||
SERINGUEIRA | Angiquinho | Aeschynomene rudis | 2,0 |
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 2,0 | |
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 - 2,0 | |
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 2,0 | |
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 2,0 | |
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 - 2,0 | |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2,0 - 4,0 | |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1,0 - 2,0 | |
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 2,0 - 4,0 | |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 2,0 | |
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 2,0 | |
Corda-de-viola | Ipomoea aristolochiaefolia | 1,0 - 3,0 | |
Cordão-de-frade | Leonotis nepetifolia | 2,0 | |
Capim-colonião | Panicum maximum | 3,0 - 5,0 | |
Capim-gengibre | Paspalum maritimum | 3,0 - 4,0 | |
Grama-batatai | Paspalum notatum | 4,0 - 5,0 | |
Capim-da-guiné | Paspalum paniculatum | 4,0 - 5,0 | |
Capim-da-roça | Paspalum urvillei | 2,0 - 4,0 | |
Capim-kikuio | Pennisetum clandestinum | 4,0 - 5,0 | |
Nabo-bravo | Raphanus raphanistrum | 1,0 - 2,0 | |
Capim-favorito | Rhynchelitrum repens | 1,0 - 2,0 | |
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 4,0 | |
Serralha | Sonchus oleraceus | 2,0 | |
Capim-massambará | Sorghum halepense | 2,0 - 4,0 | |
Início e época de aplicação: Para aplicação em área total: Esta forma de aplicação deve ser realizada em áreas em que o controle de todas as plantas infestantes é necessário e não há plantas úteis a serem protegidas. Não aplicar logo após a roçagem, sendo necessário aguardar até o aparecimento de área foliar suficiente para absorver o produto. Para aplicação em jato dirigido: Esta forma de aplicação deve ser utilizada em áreas em que o controle de plantas infestantes é necessário e há plantas úteis implantadas. A aplicação deve ser dirigida às plantas infestantes, nas doses recomendadas e com equipamentos que evitem o contato do produto com as folhas, ramos ou caules jovens das plantas úteis. Número de aplicações: Uma única aplicação de PILARSATO, aplicado conforme recomendado, controla as plantas infestantes. | |||
Recomendação para aplicação em área total, em pós-emergência da soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional, podendo ser utilizado em aplicação única ou aplicação sequencial.
Cultura | Plantas Infestantes | Dose Produto comercial (L/ha) | Início e época de aplicação |
Nome Comum (Nome Científico) | |||
SOJA geneticamente modificada tolerante ao glifosato | Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 2,0 – 2,7 | Aplicação Única: estágio de crescimento: até 6 folhas /10 cm, em até 20 dias após a emergência da cultura. |
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) |
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 2,7 – 3,0 | Aplicação Única: estágio de crescimento: de 6 a 10 folhas/10 -20 cm, de 20-30 dias após a emergência da cultura. | |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | 3,0 – 3,3 | Aplicação Única: estágio de crescimento: mais que 10 folhas, mais que 20 cm, de 30- 45 dias após a emergência da cultura. Não recomendável aplicação na floração. | |
Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||
Número de Aplicação / Intervalo de aplicação: Aplicação Sequencial: Em áreas de alta infestação e/ou germinação desuniforme das plantas infestantes recomenda-se: 1ª aplicação: 2,0 L/ha, em até 20 dias após emergência da cultura. 2ª aplicação: 1,35 L/ha com intervalo de 15 a 20 dias após a primeira aplicação. | |||
Braquiarão (Brachiaria brizantha) | 1,6 | Aplicação Única: estágio de crescimento: até 2 perfilho/10cm, em até 20 dias após a emergência da cultura. | |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 1,6 - 2,7 | Aplicação Única: estágio de crescimento: de 3 a 6 perfilhos/maior que 10 cm e menor 20 cm, de 20 dias a 30 dias após a emergência da cultura. | |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 2,7- 3,3 | Aplicação Única: estágio de crescimento: mais 6 perfilhos/maior que 20cm, de 30 a 45 dias após a emergência da cultura. Não recomendável aplicação na floração. | |
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||
Número de Aplicação / Intervalo de aplicação: Aplicação Sequencial: Em áreas de alta infestação e/ou germinação desuniforme das plantas infestantes recomenda-se: 1ª aplicação: 2,0 L/ha, em até 20 dias após emergência da cultura. 2ª aplicação: 1,35 L/ha com intervalo de 15 a 20 dias após a primeira aplicação. | |||
Recomendação para aplicação em área total, em pós-emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional:
Cultura | Plantas Infestantes | Dose Produto comercial (L/ha) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||
ALGODÃO geneticamente modificada tolerante ao glifosato | Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,33 - 2,0 |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 1,33 – 2,67 | |
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,33 - 2,0 | |
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 1,33 - 2,0 | |
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2,67 | |
Corda-de-viola | Ipomoea nil | 2,67 | |
Início e época de aplicação: Aplicação em pós-emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato: | |||
A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato é de 25 a 35 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. A aplicação foliar de PILARSATO sobre a cultura do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato, deverá ser realizada até a 4ª folha.
A variação nas doses depende do estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para a fase inicial de desenvolvimento e maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
Número de aplicações: Uma única aplicação de PILARSATO, aplicado conforme recomendado, controla as plantas infestantes.
Recomendação para aplicação em área total, em pós-emergência do milho geneticamente modificado tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional, podendo ser utilizado em aplicação única ou aplicação sequencial.
Cultura | Plantas Infestantes | Estágio de crescimento | Época (DAE - número de dias após a emergência da cultura) | Dose Produto comercial (L/ha) | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
MILHO geneticamente modificada tolerante ao glifosato | Braquiarão | Brachiaria brizantha | até 2 perfilhos até 10 cm | Até 15 dias | 1,6 |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | ||||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | de 3 a 6 perfilhos maior que 10 cm e menor que 20 cm | de 25 a 30 dias | 1,60 - 2,67 | |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | ||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | até 6 folhas até 10 cm | até 15 dias | 2,0 – 2,67 | |
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | ||||
Erva-de-santa- luzia | Chamaesyce hirta | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | de 6 a 10 folhas maior que 10 cm menor que 20 cm | de 25 a 30 dias | 2,67 - 3,0 | |
Picão-branco | Galinsoga parviflora | ||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Nabo-bravo | Raphanus raphanistrum | ||||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | ||||
Início e época de aplicação: PILARSATO deve ser aplicado sobre as plantas infestantes a serem controladas, já germinadas, em boas condições de desenvolvimento e sem efeito de “stress hídrico” (falta ou excesso de água). A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4° e o 10° dia após a aplicação. No caso de aplicação única seguir os estágios de crescimento e épocas descritas no quadro. As doses em pós-emergência são indicadas para infestação normal de plantas infestantes provenientes de sementes, emergidas após o plantio da cultura. A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é de 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. Em áreas de alta infestação de plantas infestantes, recomenda-se realizar a aplicação sequencial, observando-se sempre os menores intervalos recomendados. PILARSATO não tem ação sobre sementes existentes no solo. PILARSATO, aplicado de acordo com as recomendações no período adequado, controlará as plantas infestantes, com uma única aplicação ou aplicação sequencial. APLICAÇÃO SEQUENCIAL: Realizar no máximo duas aplicações do produto durante o ciclo/safra da cultura. Em áreas de alta infestação e/ou germinação não uniforme das plantas infestantes recomenda-se realizar a aplicação sequencial (duas aplicações): A primeira na dose de 2,0 L/ha, até aos 15 dias após a emergência da cultura, seguida de uma segunda na dose de 2,67 L/ha, com intervalo de cerca de 15 dias entre as duas aplicações. | |||||
* Em casos específicos de infestação de trapoeraba (Commelina benghalensis), recomenda-se a aplicação sequencial nas doses de 2,67 L/ha na primeira aplicação, seguida de 2,0 L/ha, observando-se as demais recomendações da aplicação sequencial.
Número de aplicações: Até duas aplicações de PILARSATO, aplicado conforme recomendado, controla as plantas infestantes.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão OGM | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Ameixa | Medicago sativa | alfafa, alfafa-verdadeira | Ver detalhes |
| Arroz | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Banana | Sonchus oleraceus | chicória-brava, serralha, serralha-lisa | Ver detalhes |
| Cacau | Vicia sativa | avica, ervilhaca | Ver detalhes |
| Café | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Echinochloa crusgalli | capim-arroz (2), capim-canevão, capim-jaú | Ver detalhes |
| Citros | Emilia sonchifolia | bela-emilia, falsa-serralha, pincel | Ver detalhes |
| Eucalipto | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Feijão | Sida glaziovii | guanxuma-branca, malva-guaxima, mata-pasto (3) | Ver detalhes |
| Fumo | Paspalum conjugatum | capim-azedo, capim-forquilha, capim-marreca | Ver detalhes |
| Maçã | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Mamão | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Milho | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Milho OGM | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Nectarina | Sida glaziovii | guanxuma-branca, malva-guaxima, mata-pasto (3) | Ver detalhes |
| Pastagens | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Pera | Paspalum notatum | capim-bahia, capim-batatais, grama-batatais | Ver detalhes |
| Pessego | Paspalum urvillei | capim-da-roça (1), capim-das-estradas, milhã-grande | Ver detalhes |
| Pinus | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Seringueira | Sorghum halepense | capim-argentino, capim-cevada, capim-massambará | Ver detalhes |
| Soja | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Soja OGM | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Uva | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
Culturas | Modo de aplicação | Equipamento de aplicação | Volume de calda (L/ha) |
Arroz, Milho, Soja e Algodão convencionais, Trigo Soja, Milho e Algodão geneticamente modificados | Terrestre | Tratorizado | 50 - 200 |
Aéreo | Aeronaves agrícolas | 15 - 40 | |
Cana-de-açúcar | Terrestre | Equipamento Bentley (Eliminação de soqueira) | 80 - 120 |
Tratorizado convencional (Eliminação de soqueira) | 200 - 400 | ||
Costal (Capina/Catação química) | 100 - 200 | ||
Costal (Roughing) | 100 - 200 | ||
Aéreo (como maturador) | Aeronaves agrícolas | 15 - 40 | |
Pastagem | Terrestre | Tratorizado | 200 - 300 |
Costal | 300 - 400 | ||
Aéreo | Aeronaves agrícolas | 50 | |
Ameixa Banana Cacau Café Citros Eucalipto Maçã Nectarina Pêra Pêssego Pinus Uva | Terrestre | Tratorizado | 100 - 200 |
Costal | 100 - 200 |
Aplicação Terrestre:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
Aplicação aérea
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
Devem ser respeitadas condições de velocidade do vento inferior a 10 km/hora, temperatura menor que 25°C e umidade relativa maior que 70%, visando reduzir o máximo às perdas por deriva e evaporação.
Cultivos | Intervalo de Segurança (dias) |
Mamão | 3 |
Soja (como dessecante) | 7 |
Café, Maçã e Pêra | 15 |
Ameixa e Uva | 17 |
Banana, Cacau, Citros e Cana-de-açúcar (como maturador), Nectarina e Pêssego | 30 |
Algodão | (1) |
Arroz, Feijão, Cana-de-acúcar (pré-plantio), Pastagem e Trigo | (2) |
Milho | (3) |
Soja | (4) |
Eucalipto, Pinus, Fumo e Seringueira | (U.N.A.) |
O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do algodão geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 130 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do milho geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 60 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
(U.N.A.) Uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para uso durante a aplicação.
Evite que a solução herbicida atinja as partes verdes das plantas úteis durante a aplicação.
Suspenda a aplicação quando houver prenúncio de chuva. Caso ocorram chuvas nas primeiras 4 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode ser diminuída. Este é o intervalo de tempo necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta.
Use somente água limpa na aplicação do produto (sem argila em suspensão).
Não aplique PILARSATO quando as folhas das plantas daninhas estiverem cobertas de poeira.
Não capine ou roce as plantas daninhas antes da aplicação, e até 14 dias após a aplicação de PILARSATO.
Não permita o pastoreio ou ingestão de plantas daninhas por animais após a aplicação de PILARSATO.
É obrigatória a utilização de tecnologias de redução de deriva de 50% para doses acima de 1.800 g/ha (formulações SL/SC e WG/SG) nas aplicações costal, estacionária/semi-estacionária e tratorizada.
Cabe ao usuário seguir as orientações do receituário e as instruções contidas na bula do produto a fim de evitar a deriva.
Limitações de uso exclusivamente relativas ao algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato:
A aplicação foliar do PILARSATO em algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato deve ser realizada até a 4ª folha da cultura.
O herbicida PILARSATO é seletivo somente quando aplicado sobre as variedades de algodão geneticamente modificado, tolerante ao glifosato, conforme as instruções de uso indicadas nesta bula.
O herbicida PILARSATO não deve ser utilizado em pós-emergência de variedades de algodão convencional (que não seja geneticamente modificado, tolerante ao glifosato) ou sobre outras espécies úteis sensíveis.
POCCO 480 SL é um herbicida pós-emergente para o controle não seletivo das partes aéreas e radiculares das plantas infestantes anuais e perenes, sejam monocotiledôneas ou dicotiledôneas.
Cultura | Alvo | Dose | Época de Aplicação |
Ameixa, Banana, Cacau, Café, Cana- de-açúcar, Citros, Eucalipto, Maçã, Nectarina, Pastagem, Pera, Pêssego, Pinus, Soja resistente a glifosato e Uva Arroz irrigado, Arroz, Milho, Trigo e Soja Pinus e Eucaliptos | Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,5 L/ha |
|
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | 2,0 L/ha | ||
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 1,0 L/ha | ||
Caruru-roxo (Amarathus viridis) | 2,0 L/ha | ||
Capim-rabo-de-burro (Andropogon bicornis) | 4,0 L/ha | ||
Capim-rabo-de-raposa (Andropogon leucostachyus) | 4,0 L/ha | ||
Boca-de-leão-selvagem (Antirrhinum orontium) | 2,0 L/ha | ||
Aveia (Avena sativa) | 1,0 L/ha | ||
Capitinga (Axonopus compressus) | 5,0 L/ha | ||
Cevadilha (Bromus catharticus) | 1,0 L/ha | ||
Rabo-de-foguete (Conyza bonariensis) | 2,0 L/ha | ||
Junquinho (Cyperus difformis) | 5,0 L/ha | ||
Junquinho (Cyperus flavus) | 1,5 a 3 L/ha | ||
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 4,0 L/ha | ||
Mata-pasto (Eupatorium maximilianii) | 1,5 L/ha | ||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 3 a 4 L/ha | ||
Falso-cominho (Fimbristylis miliacea) | 5,0 L/ha | ||
Taboca (Guadua angustifolia) | 12,0 L/ha | ||
Ervilhaca (Vicia sativa) | 5,0 L/ha | ||
Capim-jaraguá (Hyparrhenia rufa) | 4,0 L/ha | ||
Anileira (Indigofera hirsuta) | 4,0 L/ha | ||
Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia) | 3,0 L/ha | ||
Esqueleto (Ipomoea quamoclit) | 4,0 L/ha | ||
Cordão-de-frade (Leonotis nepetifolia) | 2,0 L/ha | ||
Azevém (Lolium multiflorum) | 2 a 3,0 L/ha | ||
Alfafa (Medicago sativa) | 3,5 L/ha | ||
Capim-caiana (Panicum cayennense) | 4,0 L/ha |
Cultura | Alvo | Dose | Época de Aplicação |
Capim-azedo (Paspalum conjugatum) | 1,0 L/ha | ||
Grama-comprida (Paspalum dilatatum) | 2,0 L/ha | ||
Capim-da-guiné (Paspalum paniculatum) | 4 a 5,0 L/ha | ||
Capim-da-roça (Paspalum urvillei) | 4,0 L/ha | ||
Quebra-pedra (Phyllanthus tenellus) | 2,0 L/ha | ||
Tanchagem (Plantago major) | 5,0 L/ha | ||
Barbasco (Pterocaulon virgatum) | 4,5 a 5,0 L/ha | ||
Língua-de-vaca (Rumex crispus) | 3,0 L/ha | ||
Cana-de-açúcar (Saccharum officinarum) | 6,0 L/ha | ||
Fedegoso-branco (Senna obtusifolia) | 5,0 L/ha | ||
Capim-canoão (Setaria poiretiana) | 3,5 L/ha | ||
Malva-branca (Sida cordifolia) | 3,0 L/ha | ||
Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | 3,0 L/ha | ||
Erva-lanceta (Solidago chilensis) | 2,0 L/ha | ||
Capim-massambará (Sorghum halepense) | 4,0 L/ha | ||
Pega-pingo (Spergula arvensis) | 4,0 L/ha | ||
Poaia-do-campo (Spermacoce alata) | 5 a 6,0 L/ha | ||
Agrião-do-pasto (Synedrellopsis grisebacchi) | 5,0 L/ha | ||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | 2 a 3,0 L/ha | ||
Grandiúva (Trema micrantha) | 4,0 L/ha | ||
Trevo (Trifolium repens) | 4,0 L/ha | ||
Arroz-vermelho (Oryza sativa) | 3,0 L/ha | ||
Capim-arroz (Echinocloa colona) | 2,0 L/ha | ||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 1,5 L/ha | ||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 2,0 L/ha | ||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | 2,0 L/ha | ||
Capim-favorito (Rhynchelitrum repens) | 3,0 L/ha | ||
Capim-gordura (Melinis minutiflora) | 6,0 L/ha | ||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 1,0 L/ha | ||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,0 L/ha |
Cultura | Alvo | Dose | Época de Aplicação |
Capim-rabo-de-raposa (Setaria geniculata) | 2,0 L/ha | ||
Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 3,0 L/ha | ||
Beldroega (Portulaca oleracea) | 2,0 L/ha | ||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 2,0 L/ha | ||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 2,0 L/ha | ||
Cravo-de-defunto (Tagetes minuta) | 2,0 L/ha | ||
Dente-de-leão (Taraxacum officinale) | 2,0 L/ha | ||
Lanceta (Eclipta alba) | 4,0 L/ha | ||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | 2,0 L/ha | ||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | 2,0 L/ha | ||
Maria-pretinha (Solanum americanum) | 1,0 L/ha | ||
Nabiça (Raphanus raphanistrum) | 2,0 L/ha | ||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 1,0 L/ha | ||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 1,0 L/ha | ||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 3,0 L/ha | ||
Serralha (Sonchus oleraceus) | 2,0 L/ha | ||
Tanchagem (Plantago tomentosa) | 3,0 L/ha | ||
Vassourinha (Malvastrum coromandelianum) | 2,0 L/ha | ||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 2,0-4,0(1) L/ha | ||
Capim-angola (Brachiaria mutica) | 6,0 L/ha | ||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 4,0 L/ha | ||
Capim-colonião (Panicum maximum) | 2,0-5,0(1) L/ha | ||
Capim-gengibre (Paspalum maritimum) | 2,0-4,0(1) L/ha | ||
Capim-kikuio (Pennisetum clandestinum) | 3,0-5,0(1) L/ha | ||
Grama-batatais (Paspalum notatum) | 5,0 L/ha | ||
Grama-seda (Cynodon dactylon) | 5,0 L/ha | ||
Junquinho (Cyperus ferax) | 3,0 L/ha | ||
Tiririca (Cyperus rotundus) | 5,0 L/ha | ||
Tiriricão (Cyperus esculentus) | 5,0 L/ha | ||
Almeirão-do-campo (Hypochoeris radicata) | 2,0 L/ha |
Cultura | Alvo | Dose | Época de Aplicação |
Assa-peixe (Vernonia ferrugínea) | 4,0 L/ha | ||
Vassourinha (Baccharis dracunculifolia) | 6,0 L/ha | ||
Falsa-dormideira (Chamaecrista nictitans) | 4,0 L/ha | ||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 3,0 L/ha | ||
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | 3,0 L/ha | ||
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | 2,0 L/ha | ||
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de calda:
| |||
(1) Utilizar as maiores doses para plantas infestantes na fase adulta ou perenizadas.
Cultura | Dose | Época de Aplicação |
Cana-de-açúcar (Eliminação de soqueira) | 5,00 – 6,00 L/ha | Aplicar sobre as folhas em área total, quando a soqueira estiver entre 0,5 e 1,0 m e antes da formação dos colmos. |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de calda:
| ||
Cana-de-açúcar (Maturador) | 0,3 - 0,6 L/ha | No caso de maturação de cana-de-açúcar, o produto deve ser aplicado de 40 a 50 dias antes da colheita. O POCCO 480 SL pode ser aplicado em qualquer época da safra, visando a melhoria da qualidade da matéria-prima, ou seja, elevar ou manter o teor de sacarose. Início de safra: Visa antecipar a maturação de cana-de-açúcar, visto que a maturação natural, mesmo das variedades precoces, não é atingida devido a condições desfavoráveis. Meio de safra: Visa antecipar a maturação para liberação das áreas de renovação para o preparo do solo, plantio de cana de ano ou plantio das culturas de rotação, bem como maximizar o teor de sacarose.
|
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de calda:
| ||
A dosagem indicada varia de acordo com o cultivar e está em função dos equipamentos empregados:
CULTIVAR | EQ.CONV. (L/ha) | EQ.CDA/BENTLEY (L/ha) |
IAC | 5.0 | 4.0 |
NA | 5.0 | 4.0 |
CB | 4.0 | 3.0 |
SP | 5.0 | 3.0 |
CO/CP | 5.0 | 4.0 |
A aplicação deve ser feita quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.
POCCO 480 SL não tem ação sobre sementes existentes no solo.
Aplicar quando as plantas infestantes estiverem em boas condições de desenvolvimento, sem efeito de stress hídrico (seco).
- Sistema de plantio direto para as culturas de arroz, soja, milho, trigo e na eliminação do arroz vermelho.
Em plantações de café, citros, maçã e uva aplicar POCCO 480 SL sobre as plantas infestantes em área total da rua e carreadores, em faixas ou coroamento ou então, somente onde houver manchas de mato, evitando-se atingir as folhas das culturas.
Para pastagens, aplicar dirigido às machas de mato, ou em pré-plantio, no caso de formação de pastagem artificial.
Para as culturas de arroz irrigado, milho e soja, em plantio direto, aplicar antes do plantio da cultura.
No caso de soja transgênica resistente a glifosato aplicar apenas para plantas infestantes que requerem até 3,0 L/ha de POCCO 480 SL.
No caso de reflorestamento POCCO 480 SL deve ser aplicado de forma dirigida a fim de não prejudicar as espécies florestais (Pinus e Eucaliptos). Aplicar no pré-plantio na implantação ou limpeza das entrelinhas após sua implantação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Ameixa | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Arroz | Solidago chilensis | arnica-do-brasil, erva-lanceta, espiga-de-ouro | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Tagetes minuta | cravo-de-defunto (2), cravo-do-mato, rabo-de-foguete (2) | Ver detalhes |
| Banana | Guadua angustifolia | bambu-taquara, taboca, taquara | Ver detalhes |
| Cacau | Guadua angustifolia | bambu-taquara, taboca, taquara | Ver detalhes |
| Café | Paspalum urvillei | capim-da-roça (1), capim-das-estradas, milhã-grande | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Sorghum halepense | capim-argentino, capim-cevada, capim-massambará | Ver detalhes |
| Citros | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Guadua angustifolia | bambu-taquara, taboca, taquara | Ver detalhes |
| Maçã | Cynodon dactylon | capim-da-cidade, capim-de-burro (1), grama-bermuda | Ver detalhes |
| Milho | Paspalum conjugatum | capim-azedo, capim-forquilha, capim-marreca | Ver detalhes |
| Nectarina | Guadua angustifolia | bambu-taquara, taboca, taquara | Ver detalhes |
| Pastagens | Sonchus oleraceus | chicória-brava, serralha, serralha-lisa | Ver detalhes |
| Pera | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Pessego | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Pinus | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Soja | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Soja OGM | Parthenium hysterophorus | coentro-do-mato, fazendeiro (1), losna-branca | Ver detalhes |
| Trigo | Synedrellopsis grisebachii | agrião-do-pasto, agriãozinho, poejinho | Ver detalhes |
| Uva | Antirrhinum orontium | boca-de-leão-selvagem | Ver detalhes |
Pulverizador costal manual: O volume de calda a ser aplicado depende da pessoa que executa a operação, uma vez que este equipamento não possui regulador de pressão; a calibração deve ser feita individualmente, a uma velocidade ao redor de 1 metro/segundo; a pressão de trabalho varia conforme o ritmo da bomba, combinado com a vazão do bico. Pode-se usar, por exemplo, bicos leques 80.02-110.02 ou similares.
Equipamento tratorizado com barra: Na aplicação com equipamento tratorizado com barra, trabalhar com uma pressão de 30 a 60 lb/pol2 com bicos tipo leque observando-se uma boa cobertura das plantas infestantes.
Aplicação Aérea: Barra com bicos para aeronaves de asa fixa - Ipanema (qualquer modelo).
Volume de aplicação: 40-50 L/ha.
Altura de voo: 4-5 m. do topo da cultura.
Largura da faixa de deposição: 15m.
Tamanho de gotas: 110-120 μm.
Densidade de gotas: mínimo 20 gotas/cm2 (DMV: 420-450 μ).
Bicos de pulverização: Utilizar bicos de jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20 gotas/cm2 com DMV 420- 450 μ à pressão de 15-30 psi.
Com aviões do tipo Ipanema (qualquer modelo) poderá ser utilizado barra de pulverização, com um total de 40-42 bicos. Os bicos da extremidade da asa em número de 4-5 em cada uma delas deverão ser fechados a fim de evitar a influência e arraste das gotas de pulverização pelos vórtices da ponta da asa. Os bicos da barriga em número de 8, deverão permanecer abertos e no mesmo ângulo dos bicos utilizados nas asas.
Para outros tipos de aeronave consultar o departamento de Desenvolvimento de Produtos da PRENTISS QUÍMICA LTDA.
Condições climáticas: Temp. Max.: 28°C
U.R. Min.: 55%
Vel. Vento Max: 10 km/h (3 m/s)
EQUIPAMENTO | TIPOS DE BICOS | VAZÃO L/HA | PRESSÃO (LB/POL²) | TAMANHO DE GOTAS (μm) | DENSIDADE (GOTAS/cm²) |
- Tratorizado Convencional | 80.02/80.03/80.04/ 110.02/110.03/110.04 | 200-400 | 30-60 | 300-600 | 30-40 |
- Bentley BT-3* | X-2 | 80-120 | 40-60 | 200-300 | 50-100 |
- Costal Manual | 110.01/TK-05 | 150-200 | 20-30 | 200-400 | 20-30 |
- Costal Manual | 80.02/110.02 | 300-400 | 20-30 | 200-600 | 20-30 |
* Marca registrada de Equipamentos Bentley.
POCCO 480 SL poderá ser aplicado via aérea, no caso de aplicação em pré-plantio (dessecação), soja resistente a glifosato, eliminação de soqueira e maturador de cana-de-açúcar, seguindo-se os seguintes parâmetros:
Fazer estudo do local e demarcar as áreas para aplicação.
Deixar, entre as faixas efetivas de aplicação, uma faixa de aproximadamente 2 metros, como margem de segurança, pois a deriva cobrirá esta área.
Fechar 3 a 4 bicos em cada extremidade das asas do avião para evitar sobreposição.
Utilizar bicos que proporcionem gotas com D.M.V entre 250-400 μm.
Aplicar somente com condições climáticas favoráveis: temperatura máxima de 25ºC; vento de 3-10 km/h e
U.R. mínima do ar de 60%.
Mantenha bordaduras, principalmente em áreas próximas de cana nova e outras culturas.
Para as culturas indicadas, aplica-se POCCO 480 SL em jato dirigido ou protegido, tomando-se o necessário cuidado para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem).
Em plantio direto, aplicar antes do plantio da cultura.
Aplica-se POCCO 480 SL em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas de mato.
No caso de eliminação de soqueira, aplicar sobre as folhas em área total.
A eliminação da cana-de-açúcar doente ou indesejável pode ser feita aplicando-se POCCO 480 SL diretamente.
Banana, cacau, citros, nectarina e pêssego....................... | 30 dias |
Ameixa e uva...................................................................... | 17 dias |
Cana-de-açúcar (como maturador).................................... | 30 dias |
Maçã, café e pera............................................................... | 15 dias |
Arroz, cana-de-açúcar (pré-plantio), milho e trigo.............. | (1) |
Soja e Pastagem................................................................ | (2) |
Pinus e eucalipto................................................................ | UNA |
U.N.A. = Uso Não Alimentar.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura de soja não é determinado quando agrotóxicos for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré- emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glifosato é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS)
INSTRUÇÕES DE USO:
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | Estádio das plantas daninhas | DOSE produto comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
ALFACE Em jato dirigido | Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 2 a 4 perfilhos | 1,5 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 01 | TERRESTRE 350 |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
Erva-de-bicho (Polygonum aviculare) | |||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||||
Erva-de- passarinho (Stellaria media) | |||||
Soliva (Soliva anthemifolia) | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | Estádio das plantas daninhas | DOSE produto comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
ALGODÃO Em jato dirigido | Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica) | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 01 | TERRESTRE 350 |
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Capim- massambará (Sorghum halepense) | |||||
Carrapicho-de- carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 2 a 4 folhas | ||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Fedegosa (Chenopodium album) | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle das plantas daninhas, aplicar na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura. Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada e capim- massambará, realizar a aplicação no início do perfilhamento. Para carrapicho-de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru-rasteiro, picão-preto e fedegosa, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
ALGODÃO Geneticamente Modificado (Tolerante ao Glufosinato - sal de Amônio em pós-emergência da cultura) | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Até 2 perfilhos | 2,0 - 2,5 + 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral | 02 | TERRESTRE 200 - 300 AÉREA 30 - 40 |
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 2 a 4 folhas | ||||
Carrapicho-de- carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | |||||
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | Estádio das plantas daninhas | DOSE produto comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
ALGODÃO Geneticamente Modificado (Tolerante ao Glufosinato - sal de Amônio em pós-emergência da cultura) | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2 a 4 perfilhos | 3,0 - 3,5 + 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral | 01 | TERRESTRE 200 - 300 AÉREA 30 - 40 |
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 4 a 8 folhas | ||||
Carrapicho-de- carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | |||||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o produto com adição de 0,25 % de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação, em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 2,5 L p.c./ha. Para uma única aplicação utilizar a dosagem de 3,0 a 3,5 L p.c./ha, observando-se sempre o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas. | |||||
BANANA Em jato dirigido | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral | 01 | TERRESTRE 500 |
Capim-guaçu (Paspalum conspersum) | |||||
Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica) | |||||
Quebra-pedra (Phyllanthus tenellus) | 4 a 6 folhas | ||||
Crepis (Crepis japonica) | |||||
Macela-branca (Gnaphalium spicatum) | |||||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||||
Sete-sangrias (Cuphea carthagenensis) | |||||
Erva-cará (Dioscorea batatas) | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas de folha larga estiverem com 2 a 6 folhas, e as de folhas estreita com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
BATATA Em pré-emergência da cultura | Caruru (Amaranthus viridis) | 2 a 4 folhas | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 01 | TERRESTRE 350 |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | Estádio das plantas daninhas | DOSE produto comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
BATATA Em pré-emergência da cultura | Guanxuma (Sida rhombifolia) | 2 a 4 folhas | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 01 | TERRESTRE 350 |
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | |||||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | Até 1 perfilho | ||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle das plantas daninhas: Realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas e as gramíneas com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
BATATA Dessecação de pré-colheita | Uso para dessecação | - | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 01 | TERRESTRE 350 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para dessecação de “batata consumo”: Aplicar 2,0 L/ha do produto comercial + 0,7 L/ha (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral, sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba (Commelina benghalensis), picão-preto (Bidens pilosa) e guanxuma-branca (Sida glaziovii) com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. Recomenda- se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
CAFÉ Em jato dirigido | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | Até 4 folhas | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 01 | TERRESTRE 350 |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Buva (Conyza bonariensis) | |||||
Macela-branca (Gnaphalium spicatum) | |||||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | Até 6 folhas | 3,0 + 0,4% v/v de óleo vegetal ou mineral | TERRESTRE 450 | ||
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | Estádio das plantas daninhas | DOSE produto comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
CAFÉ Em jato dirigido | Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | 2 a 4 folhas | 2,0 + 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral | 01 | TERRESTRE 500 |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Capim- colchão (Digitaria horizontalis) | Até 2 perfilhos | 2,5 + 0,4% v/v de óleo vegetal ou mineral | TERRESTRE 450 | ||
Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e guanxuma-branca, aplicar quando esta estiver com até 4 folhas. Em capim-marmelada e capim-colchão, até a fase de início do perfilhamento. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
CITROS Em jato dirigido | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 01 | TERRESTRE 350 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis Digitaria sanguinalis) | |||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | Até 4 folhas | ||||
Carrapicho-de- carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | |||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim- colchão, aplicar quando a planta daninha estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta daninha estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, | |||||
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | Estádio das plantas daninhas | DOSE produto comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
CITROS Em jato dirigido | picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta daninha estiver com até 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||
EUCALIPTO Em jato dirigido | Samambaia (Pteridium aquilinum) | Até 20 cm | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 01 | TERRESTRE 350 |
Capim-gordura (Melinis minutiflora) | Até 4 perfilhos | 4,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | |||
Erva-quente (Spermacoce alata) | Até 8 folhas | ||||
Cambará (Lantana camara) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||||
Buva (Conyza bonariensis) | |||||
Unha-de-vaca (Bauhinia variegata) | |||||
Arranha-gato (Acacia plumosa) | |||||
Jurubeba (Solanum paniculatum) | |||||
Capim-colonião (Panicum maximum) | |||||
Vassourinha-botão (Spermacoce verticillata) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Gervão (Stachytarpheta cayennensis) | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem em vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das daninhas de folha estreita quando estiverem com até 4 perfilhos; e em folhas largas, com até 8 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
FEIJÃO Em dessecação de pré-colheita | Uso para dessecação para feijão de consumo | 50% das vagens secas | 1,8 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 01 | TERRESTRE 350 AÉREA 40 – 50 |
Uso para dessecação para feijão para sementes | 70% das vagens secas | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | |||
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | Estádio das plantas daninhas | DOSE produto comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
FEIJÃO Em dessecação de pré-colheita | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para dessecação em feijão para consumo: Aplicar a dose de 1,8 L/ha, quando a cultura apresentar aproximadamente 50% das vagens secas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Para dessecação em feijão para sementes: Aplicar a dose de 2,0 L/ha, somente quando a cultura apresentar 70% das vagens secas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||
MAÇÃ Em jato dirigido | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 01 | TERRESTRE 350 |
Capim-colchão] (Digitaria horizontalis) | |||||
Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | 2 a 4 folhas | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Poaia (Richardia brasiliensis) | |||||
Trevo (Oxalis oxyptera) | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar em poaia, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão-branco, picão-preto e língua-de- vaca quando a planta daninha estiver de 5 a 10 cm. Em capim-colchão, azevém e capim- marmelada com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
MILHO Em jato dirigido | Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | Até 1 perfilho | 1,5 - 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 01 | TERRESTRE 350 |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 2 a 4 folhas | ||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | Estádio das plantas daninhas | DOSE produto comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
MILHO Em jato dirigido | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 2 a 4 folhas | 1,5 - 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 01 | TERRESTRE 350 |
Carrapicho-de- carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia) | |||||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim- colchão e capim-marmelada. Para as demais daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
MILHO Geneticamente Modificado (Tolerante ao Glufosinato - sal de amônio em pós- emergência da cultura) | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 3 perfilhos | 2,5 - 3,0 | 02 | TERRESTRE 100 - 200 AÉREA 30 - 40 |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | 6 folhas | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | |||||
Caruru (Amaranthus hybridus) | |||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 3 folhas | 1,5 + 1,5 (aplicação sequencial) | |||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | 2 folhas | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | |||||
Caruru (Amaranthus hybridus) | |||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | Até 1 perfilho | 2,0 - 3,0 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo metilado de soja | |||
Buva (Conyza bonariensis) | 2 a 4 folhas | ||||
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | Estádio das plantas daninhas | DOSE produto comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
MILHO Geneticamente Modificado (Tolerante ao Glufosinato - sal de amônio em pós- emergência da cultura) | Soja voluntária tolerante ao Glifosato (Glycine max) | 2 a 4 folhas | 2,0 - 3,0 + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo metilado de soja | 02 | TERRESTRE 100 - 200 AÉREA 30 - 40 |
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | Até 1 perfilho | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 2 a 4 folhas | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em pós-emergência da cultura do milho em cultivares ou híbridos tolerantes ao ingrediente ativo Glufosinato de amônio e das plantas daninhas, observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas e considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Pode-se aplicar PREFER a partir da germinação do milho. Realizar no máximo 2 aplicações em pós- emergência da cultura com intervalo de 10 dias. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5 L/ha por aplicação. | |||||
NECTARINA / PÊSSEGO Em jato dirigido | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 01 | TERRESTRE 350 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 2 a 4 folhas | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão branco quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Capim-colchão e capim-marmelada, quando estiver com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
REPOLHO Em jato dirigido | Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 2 a 4 folhas | 1,5 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 01 | TERRESTRE 350 |
Erva-de- passarinho (Stellaria media) | |||||
Erva-de-bicho (Polygonum persicaria) | |||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||||
Mentruz (Coronopus didymus) | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | ||||
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | Estádio das plantas daninhas | DOSE produto comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
REPOLHO Em jato dirigido | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar a aplicação quando as plantas daninhas apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||
SOJA Em jato dirigido ou em dessecação de pré-plantio | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Até 2 perfilhos | 2,5 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 01 | TERRESTRE 350 |
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 2 a 6 folhas | ||||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Poaia (Richardia brasiliensis) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 2 a 4 folhas | ||||
Trigo (Triticum aestivum) | Até 2 perfilhos | 3,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | |||
Aveia (Avena sativa) | |||||
Cevada (Hordeum vulgare) | |||||
Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
Centeio (Secale cereale) | |||||
Triticale (Triticum secale) | |||||
SOJA Em dessecação de pré-plantio | Capim-amargoso (Digitaria insularis) | Até 3 perfilhos | 2,5 - 3,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | ||
Capim- carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-camalote (Rottboellia exaltata) | |||||
Carrapicho-de- carneiro (Acanthospermum hispidum) | Até 4 folhas | ||||
Buva (Conyza bonariensis) | Até 8 folhas | ||||
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | Estádio das plantas daninhas | DOSE produto comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
SOJA Em dessecação de pré-colheita | Uso para dessecação | 10 dias antes da colheita | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 01 | TERRESTRE 350 AÉREA 30 - 40 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. Para o controle de capim-colchão e capim-marmelada, realizar o controle quando as plantas estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo, nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega realizar o controle quando as plantas estiverem com até 6 folhas. Para o controle de trapoeraba realizar o controle quando as plantas estiverem com 2 a 4 folhas. Na buva realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 12 cm de altura. Em carrapicho-de-carneiro quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Em capim-amargoso, capim-carrapicho e capim-camalote, realizar a aplicação sobre as plantas daninhas oriundas de sementes até o estádio de desenvolvimento de 3 perfilhos. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Para dessecação: Utilizar a dose de 2,0 L/ha do produto + 0,7 L/ha (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral, aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
SOJA Geneticamente Modificada (Tolerante ao Glufosinato - sal de Amônio em pós-emergência da cultura) | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Até 1 perfilho | 2,0 - 3,5 + 0,25% v/v (0,5 L/ha) de óleo metilado de soja | 02 | TERRESTRE 100 - 200 AÉREA 30 - 40 |
Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Capim-camalote (Rottboellia exaltata) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 2 a 4 folhas | ||||
Buva (Conyza bonariensis) | |||||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | Até 1 perfilho | 2,5 - 3,5 + 0,25% v/v (0,5 L/ha) de óleo metilado de soja | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 2 a 4 folhas | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em pós-emergência da soja tolerante ao ingrediente ativo Glufosinato de amônio e das | |||||
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | Estádio das plantas daninhas | DOSE produto comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
SOJA Geneticamente Modificada (Tolerante ao Glufosinato - sal de Amônio em pós-emergência da cultura) | plantas daninhas, observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas, considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Pode-se aplicar PREFER a partir da germinação da soja. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 12 a 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 3,5 L p.c./ha, de acordo com as recomendações de uso e nas situações em que ocorram novos fluxos de germinação de plantas daninhas na área. Realizar no máximo 2 aplicações em pós-emergência da cultura. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5 L/ha por aplicação. Não se recomenda a aplicação do PREFER a partir do início do florescimento da soja. | ||||
TRIGO Em dessecação de pré-plantio | Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 01 | TERRESTRE 350 |
Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica) | |||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Arroz (Oryza sativa) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 2 a 4 folhas | ||||
Guanxuma (Sida cordifolia) | |||||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||||
Soja (Glycine max) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Buva (Conyza bonariensis) | 1,5 - 2,0 + 0,5% v/v de óleo vegetal ou mineral | TERRESTRE 200 | |||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,5% v/v de óleo vegetal ou mineral | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Para controle de caruru e guanxuma devem ter até 4 folhas. Para o controle da buva oriunda de sementes, realizar a aplicação na dose de 1,5 a 2,0 L/ha quando as plantas daninhas estiverem com até 2 folhas. Para o controle das gramíneas como o capim-amargoso, aplicar o PREFER sobre as plantas daninhas oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
CULTURAS | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | Estádio das plantas daninhas | DOSE produto comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
TRIGO Em dessecação de pré-colheita | Uso para dessecação | Grãos de trigo amarelos/ massa mole a grãos dourados/ massa dura | 1,75 + 0,5 de óleo vegetal (0,25% v/v) | 01 | TERRESTRE 200 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar o produto na dessecação numa única pulverização, sempre com adição de 0,5 L/ha de óleo vegetal ou de óleo mineral na calda de aplicação. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura). | |||||
UVA Em jato dirigido | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,7 (0,2 % v/v) de óleo vegetalou mineral | 01 | TERRESTRE 350 |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 2 a 4 folhas | ||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. Picão-preto, picão-branco e caruru devem ter até 4 folhas. Capim-marmelada deve ter até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Sonchus oleraceus | chicória-brava, serralha, serralha-lisa | Ver detalhes |
| Algodão | Digitaria sanguinalis | capim-colchão (2), capim-das-roças (2), milhã (1) | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Spermacoce latifolia | erva-de-lagarto (2), erva-quente (2), perpetua-do-mato (2) | Ver detalhes |
| Banana | Paspalum conspersum | capim-de-mula, capim-do-brejo, capim-guaçu | Ver detalhes |
| Batata | Ver detalhes | ||
| Café | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Citros | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Eucalipto | Pteridium aquilinum | pluma-grande, samambaia, samambaia-das-taperas | Ver detalhes |
| Feijão | Ver detalhes | ||
| Maçã | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Milho | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Milho OGM | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Nectarina | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Pessego | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Repolho | Stellaria media | centochio, erva-de-passarinho (2), esparguta (2) | Ver detalhes |
| Soja | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Soja OGM | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Trigo | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Uva | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Para preparar melhor a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, livre de resíduos de outro defensivo, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Verifique também se não há a necessidade de ajustes em pH e dureza da água que irá utilizar para diluir o produto. Deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do PREFER, acrescentar óleo vegetal ou mineral na proporção recomendada para o cultivo/alvo, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Precauções gerais com o equipamento aplicador:
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem riscos ao aplicador, ao meio ambiente e à cultura. Proibido utilizar equipamentos com vazamentos ou danificados.
Cuidados durante a aplicação:
Independente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador para evitar a sobreposição durante a aplicação.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador. Para as hortaliças (alface e repolho), evitar que o produto tenha contato com a cultura, utilizar o “sistema de copinhos” cobrindo as mudinhas com copinho plástico, para protegê-las da ação herbicida do produto.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador costal, autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido à entrelinha, sobre as plantas daninhas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura das plantas daninhas, sem atingir a cultura. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Classe de gotas: A escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, como médias à grossas.
Ponta de pulverização: A seleção da ponta de pulverização deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, neste caso utilizar bicos ou pontas que produzam gotas médias à grossas, conforme norma ASABE S572.1. Para gotas deste calibre utilize pontas com indução de ar, com indução de ar defletora ou com indução de ar e pré-orifício. Em caso de dúvida quanto a pressão de trabalho correta e o tamanho das gotas consulte a recomendação do fabricante da ponta (bico). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ajuste da barra: Ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição, posicionada a 50 cm de altura do alvo a ser atingido. Quanto menor a distância entre a altura da barra e o alvo a ser atingido (desde que não comprometa a qualidade da aplicação), menor a exposição das gotas e menor o impacto na aplicação pelas condições ambientais, como a evaporação e transporte pelo vento.
Faixa de deposição: Utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança: Durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Pressão de trabalho: Deverá ser selecionada em função do volume de calda e classe de gotas.
Volume de calda: 100 – 500 L/ha de calda. Consulte o quadro de recomendações para saber a quantidade adequada para cada cultura.
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura de pulverização de no mínimo de 50 cm, adequadas ao equipamento em uso).
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva.
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes.
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
APLICAÇÃO AÉREA:
Utilizar aeronaves agrícolas equipadas com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos. Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático. Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Classe de gotas: A escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, como médias à grossas.
Ponta de pulverização: A seleção da ponta de pulverização deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, neste caso utilizar bicos ou pontas que produzam gotas médias à grossas, conforme norma ASABE S572.1. Para gotas deste calibre utilize pontas com indução de ar, com indução de ar defletora ou com indução de ar e pré-orifício. Em caso de dúvida quanto a pressão de trabalho correta e o tamanho das gotas consulte a recomendação do fabricante da ponta (bico). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm²
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ajuste da barra: Ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição, posicionada a 50 cm de altura do alvo a ser atingido. Quanto menor a distância entre a altura da barra e o alvo a ser atingido (desde que não comprometa a qualidade da aplicação), menor a exposição das gotas e menor o impacto na aplicação pelas condições ambientais, como a evaporação e transporte pelo vento. Recomenda-se a adoção de uma altura mínima de 3 metros e máxima de 6 metros.
Faixa de deposição: Utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Recomenda-se uma faixa efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
Faixa de segurança: Durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Pressão de trabalho: Deverá ser selecionada em função do volume de calda e classe de gotas.
Volume de calda: 30 – 40 L/ha, de acordo com o quadro de recomendações. Consulte o quadro de recomendações para saber a quantidade adequada para cada cultura.
Volume de calda | Tamanho de gotas | Cobertura mínima | Altura de voo | Faixa de aplicação | Distribuição de pontas |
30 – 40 L/ha | Média - Grossa | 40 gotas/cm³ | 3 - 6 m | 15 – 18m | 65% |
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura do ar: abaixo de 30°C;
Umidade relativa do ar: acima de 55%;
Velocidade do vento: mínima de 3 km/h até 10 km/h (caso o vento esteja a menos de 3km/h, não aplique, pois poderá ocorrer inversão térmica);
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas;
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas, respeitando os parâmetros de temperatura, vento e umidade do ar.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Pode ser aplicado com pulverizadores terrestres, manuais costais ou tratorizados, dotados de barra com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 100 a 200 litros de calda/ha, ou aeronaves agrícolas com volume de calda de 30 a 40 litros de calda/ha diretamente sobre as plantas daninhas. Sendo um produto de contato, é importante uma cobertura uniforme das plantas daninhas pela calda de pulverização. Condições climáticas favoráveis: Temperatura mínima de 10º C e máxima de 28º C. Umidade relativa do ar de mínimo 60 %. Velocidade de vento: acima de 2 km/h até o máximo de 10 km/h.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica, enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Todas as etapas de limpeza devem ser realizadas imediatamente após a pulverização de PREFER, evitando que resíduos secos fiquem presos às paredes, filtros, tubos e instalações de condução de líquidos do tanque. Todas as partes condutoras do líquido de pulverização devem ser limpas conforme descrito na recomendação para o processo de limpeza abaixo:
Esvazie o equipamento de pulverização por completo no campo recém-pulverizado.
Desmonte a sucção, linha de pressão e filtros do bocal e limpe bem com água.
Encha o equipamento de pulverização a 10% da capacidade do tanque e agite bem (recomenda-se um bocal de limpeza giratório).
Realize o descarte do líquido em local apropriado.
Repita as etapas 3 e 4 para o segundo enxágue.
Inspecione os filtros novamente e limpe-os se estiverem presentes depósitos visíveis.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
CULTURAS | INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS) |
Alface, Maçã, Nectarina, Pêssego, Repolho e Uva | 7 |
Algodão | 28 |
Algodão tolerante ao Glufosinato (pós- emergência) | 116 |
Banana, Batata e Soja | 10 |
Café | 20 |
Citros | 40 |
Eucalipto | UNA |
Feijão | 5 |
Milho e Trigo | (1) |
Milho tolerante ao Glufosinato (pós- emergência) | 50 dias |
Soja tolerante ao Glufosinato (pós-emergência) | 60 dias |
Trigo dessecante | 7 |
UNA = Uso Não Alimentar
Intervalo de Segurança não determinado, devido à modalidade de emprego
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Aplicação em jato dirigido sobre as plantas infestantes, nas culturas de ameixa, banana, cacau, café, citros, maçã, nectarina, pera, pêssego e uva.
Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) - sistema de plantio direto para as culturas de algodão, arroz, cana- de-açúcar, milho, pastagens, soja e trigo.
Aplicação em área de pousio antecedendo o plantio de algodão, arroz, cana-de-açúcar, milho, pastagens, soja e trigo.
Aplicação para erradicação de soqueira na cultura da cana-de-açúcar.
Aplicação em área total, em pós-emergência da soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato em áreas de plantio direto ou convencional.
Aplicação em capina química para erradicação de vegetação em aplicações de pré- plantio e nas entrelinhas em jato dirigido nas culturas de pinus e eucalipto.
Aplicação na rebrota do eucalipto para renovação de área de plantio.
Aplicação para eliminação de vegetação na implantação de pinus e eucalipto (pré- plantio).
FOLHA ESTREITA | |||
Nome comum | Nome científico | Dose de aplicação Produto comercial | |
Kg/ha* | g/100 L d’água** | ||
Aveia-voluntária | Avena strigosa | 1 | 500 |
Braquiarão | Brachiaria brizantha | 1,5-2,5 | 750-1.250 |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2,5 | 1.250 |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 0,5 | 250 |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1 | 500 |
Grama-seda | Cynodon dactylon | 2,5-3,5 | 1.250-1.750 |
Junquinho | Cyperus ferax | 2-2,5 | 1.000-1.250 |
Tiririca | Cyperus rotundus | 2-2,5 | 1.000-1.250 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 0,75-1 | 375-500 |
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 1,5 | 750 |
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 1-1,5 | 500-750 |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 1 | 500 |
Azevém-anual | Lolium multiflorum | 2,5 | 1.250 |
Capim-colonião | Panicum maximum | 2,25 | 1.125 |
Capim-azedo | Paspalum conjugatum | 1,5 | 750 |
Grama-batatais | Paspalum notatum | 2,5 | 1.250 |
Capim-da-guiné | Paspalum paniculatum | 1 | 500 |
Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 2,5-3 | 1.250-1.500 |
Sorgo | Sorghum bicolor | 0,5-1 | 250-500 |
FOLHA LARGA | |||
Nome comum | Nome científico | Dose de aplicação Produto comercial | |
Kg/ha* | g/100 L d’água** | ||
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 1 | 500 |
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 1 | 500 |
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 1 | 500 |
Apago-fogo | Alternanthera tenella | 1 | 500 |
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 1 | 500 |
Caruru-de-mancha ou Caruru | Amaranthus viridis | 1 | 500 |
Picão-preto | Bidens pilosa | 0,75 | 375 |
Erva-de-santa-luzia | Chamaesyce hirta | 1 | 500 |
Erva-de-santa-maria | Chenopodium ambrosioides | 1 | 500 |
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 3-3,5 (1) | 1.500-1.750 |
Buva | Conyza bonariensis | 0,5- 1,5 | 250-750 |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 1 | 500 |
Fazendeiro | Galinsoga parviflora | 0,5 | 250 |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 1,5-2 | 750- 1.000 |
Corda-de-viola | Ipomoea indivisa | 2 | 1.000 |
Corda-de-viola | Ipomoea nil | 2 | 1.000 |
Guanxuma ou vassourinha | Malvastrum coromandelianum | 1 | 500 |
Beldroega | Portulaca oleracea | 1 | 500 |
Nabo ou Nabiça | Raphanus raphanistrum | 1 | 500 |
Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | 1,5 | 750 |
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2,5 | 1.250 |
Maria-mole | Senecio brasiliensis | 1 | 500 |
Guanxuma ou matapasto | Sida rhombifolia | 1-1,5 | 500-750 |
Serralha | Sonchus oleraceus | 1 | 500 |
Erva-quente | Spermacoce latifolia | 2-3 | 1.000-1.500 |
Erva-de-touro | Tridax procumbens | 20 | 1.000 |
Ervilhaca | Vicia sativa | 2-3 | 1.000-1.500 |
Notas:
1 kg do PRO-PIC 720 WG corresponde a 792,5 g do sal de amônio de glifosato ou 720 g do equivalente ácido de glifosato.
As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação.
De acordo com o estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
** As doses em g/100 L d’água referem-se a aplicações com pulverizador costal manual com vazão aproximada de 200 L/ha com bico de 110.01 (os valores foram aproximados para facilitar o preparo da calda). Em caso de dúvida, utilizar os valores em Kg/ha.
(1) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias nas doses de 2 kg p.c./ha seguido de 1 kg p.c./ha a 2 kg p.c./ha seguido de 1,5 kg p.c./ha.
PC: produto comercial
FOLHA ESTREITA | |||||
Nome comum | Nome científico | Dose de aplicação Produto comercial | Estádio de crescimento da planta infestante | Época DAE (em relação à cultura) *** | |
Kg/ha* | g/100 L d’água** | ||||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 0,5-0,75 | 250-375 | 2 perfilhos ou 10 cm | V3 25 dias |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||||
Notas:
Estádios da soja: V3 - 3º trifólio completamente expandido
De acordo com o estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para as plantas de menor porte e as maiores doses para os estádios de desenvolvimento indicados na tabela.
** As doses em g/100 L d'água referem-se a aplicações para pulverizador costal manual com vazão aproximada de 200 L/ha, bico de 110.01 (valores aproximados para facilitar o preparo da calda). Em caso de dúvida, utilizar os valores em kg/ha.
*** DAE = Dias após a emergência da cultura
O estádio de desenvolvimento pode variar de acordo com a época de plantio, condições climáticas e ciclo da variedade em questão.
As doses variam conforme a espécie da planta infestante e seu estágio de desenvolvimento. As doses menores são indicadas para plantas no estágio inicial de desenvolvimento vegetativo, e as máximas para as plantas perenizadas.
FOLHA ESTREITA | |||
Nome comum | Nome científico | Dose de aplicação Produto comercial | |
Kg/ha* | g/100 L d’água** | ||
Arroz vermelho | Oryza sativa | 2,5 | 1250 |
Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 2,5-3 | 1.250-1.500 |
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 2,5 | 1250 |
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 1-1,5 | 500-750 |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2,5 | 250 |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 0,5-1,5 | 250-750 |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 0,5-1,5 | 250-750 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 0,5-1,5 | 250-750 |
Capim-colonião | Panicum maximum | 1,5-2,5 | 750-1250 |
Capim-massambará | Sorghum halepense | 0,5 - 1,5 | 250 - 750 |
Capim-oferecido | Pennisetum setosum | 1,5 | 750 |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 0,5 - 1,5 | 250 - 750 |
Grama-seda | Cynodon dactylon | 2,5 | 1250 |
Nota:
Os valores em g/100 L da dosagem foram determinados em relação ao volume médio de aplicação de 200 L d’água/ha.
FOLHA LARGA | |||
Nome comum | Nome científico | Dose de aplicação Produto comercial | |
Kg/ha* | g/100 L d’água** | ||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 1,5-2,5 | 750 - 1250 |
Angiquinho | Aeschynomene denticulata | 1,5 - 2,5 | 750 - 1250 |
Beldroega | Portulaca oleracea | 0,5- 1,5 | 250 - 750 |
Corriola | lpomoea grandifolia | 1,5 | 750 |
Carrapichão | Xanthium strumarium | 1,5 | 750 |
Guanxuma | Sida rhombifolia | 1,5 | 750 |
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 0,5 - 1,5 | 250 - 750 |
Picão-preto | Bidens pilosa | 0,5 - 1,5 | 250 - 750 |
Nota:
Os valores em g/100 L da dosagem foram determinados em relação ao volume médio de aplicação de 200 L d’água/ha.
O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para as plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais.
Aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem em boas condições de desenvolvimento vegetativo, sem efeito de “stress’" hídrico (falta ou excesso de água).
O produto quando aplicado no período adequado e conforme a recomendação, controla as plantas infestantes com uma única aplicação. No caso específico da Trapoeraba, seguir a recomendação detalhada no Quadro I.
Soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato:
Aplicação única, seguindo doses e estádios de crescimento descritos no Quadro II.
A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é aos 25 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estádio inicial de desenvolvimento.
Eliminação da soqueira da cana-de-açúcar:
Para eliminação de soqueira de cana-de-açúcar, aplicar o produto sobre as folhas em área total.
Recomenda-se a aplicação de 2,5 a 3 kg p.c./ha. Esta aplicação deve ser feita quando a altura média das folhas estiver entre 0,6 m e 1 m medidas a partir do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Ameixa | Richardia brasiliensis | poaia, poaia-branca, poaia-do-campo (2) | Ver detalhes |
| Arroz | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Banana | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Cacau | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Café | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Citros | Raphanus sativus | nabiça (2), nabo (2), rabanete | Ver detalhes |
| Eucalipto | Aeschynomene denticulata | angiquinho (2), corticeirinha (1), maricazinho (2) | Ver detalhes |
| Maçã | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Milho | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Nectarina | Ipomoea indivisa | campainha (7), corda-de-viola (8), corriola (6) | Ver detalhes |
| Pastagens | Cyperus ferax | capim-de-cheiro (2), chufa, junquinho (1) | Ver detalhes |
| Pera | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Pessego | Vicia sativa | avica, ervilhaca | Ver detalhes |
| Pinus | Aeschynomene denticulata | angiquinho (2), corticeirinha (1), maricazinho (2) | Ver detalhes |
| Soja | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Soja OGM | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Trigo | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Uva | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
A eficiência do produto é visualizada entre o 4º e o 10º dia após o tratamento.
Equipamentos de aplicação:
Pulverização terrestre:
A aplicação deve ser feita com pulverizadores de barra, com bicos adequados à aplicação de herbicidas.
Pressão: 20 a 40 Lb/pol2
Volume d’água: 50 a 250 L/ha.
Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura da área foliar.
Pulverizador costal manual: verificar as doses por 100 L d’água e utilizar vazão aproximada de 200 L/ha.
No caso de soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato deve ser utilizado um volume de calda de 120 L/ha.
Pulverização através de aeronave agrícola:
Barra com bicos para aeronaves de asa fixa (Ipanema de qualquer modelo). Volume de calda: 20 a 40 L/ha.
Altura de voo: 3 a 5 m acima do topo da cultura Faixa de deposição: 15 m de largura
Tamanho de gotas: 200 a 600 micras. Densidade mínima de gotas: 20 a 40 gotas/cm2.
Bicos de pulverização - bicos de jato cônico ou leque. Vazão: 20 a 40 L/ha de calda (D10-45, D7-46, 80-10, 80-15)
Tamanho de gostas: DMV (diâmetros medianos volumétricos) para as condições de aplicação e regulagem entre 200 a 600 micras
Deposição mínima de 20 gotas/cm2 sem escoamento na folha.
Aviões tipo Ipanema: usa-se de 37 a 42 bicos na asa, sendo que, normalmente para se evitar problemas de vórtices de ponta de asa, fecha-se ao redor de 3 bicos em cada raiz de asa e 2 bicos na barriga no pé direito e 1 no pé esquerdo. Dependendo da altura de voo, da aeronave, do tipo de asa e posição de barra esta configuração pode-se alterar. A angulação destes bicos na barra aplicadora vai ser determinante na configuração final do DMV da gota formada.
Maturador da cana-de-açúcar:
A aplicação deve ser realizada por avião, utilizando-se barra com bicos convencionais, e um consumo de calda na faixa de 30-40 L/ha.
Em caso de dúvidas ou mudança de aeronave, realizar testes de campo com papel sensível, ou consultar empresa aplicadora.
Condições climáticas:
Temperatura máxima: 28°C Umidade relativa mínima: 55%
Velocidade do vento máxima: 10 Km/h (3 m/s)
Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar PRO- PIC 720 WG. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante o seu preparo e durante a operação de sua aplicação.
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Cultura | Intervalo de Segurança (dias) |
Algodão, arroz, cana-de-açúcar, milho, pastagem, trigo | (1) |
Soja | (2) |
Banana, cacau, citros, nectarina, pêssego | 30 |
Café, maçã, pêra | 15 |
Uva, ameixa | 17 |
Eucalipto, pinus | UNA |
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que
expressa tolerância ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e da cultura.
UNA: Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPIs recomendados para uso durante a aplicação.
Eliminação de plantas infestantes em área cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes) em aplicação dirigida à entrelinha nas culturas alface, algodão, banana, citros, café, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pêssego, repolho e uva.
Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) – sistema de plantio direto ou cultivo mínimo para as culturas de batata, soja, trigo, na dessecação de feijão e na pós-emergência total do algodoeiro e milho geneticamente modificados tolerantes ao glufosinato de amônio.
Culturas | Plantas infestantes controladas | Dose L/ha (produto comercial) | Volume de calda (L/ha) | ||
Nome comum | Nome científico | Tipo de aplicação | |||
Terrestre | Aérea | ||||
Alface | Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 1,5 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo* | 350 | - |
Picão-branco | Galinsoga parviflora | ||||
Erva-de-bicho | Polygonum aviculare | ||||
Serralha | Sonchus oleraceus | ||||
Erva-de-passarinho | Stellaria media | ||||
Soliva | Soliva anthemifolia | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo* | |||
Aplicar o produto em pós-emergência das plantas infestantes, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas infestantes estiverem com 2 a 4 folhas. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Algodão | Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo* | 350 | 30-40 |
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | ||||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | ||||
Capim-massambará | Sorghum halepense | ||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | ||||
Caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Fedegosa | Chenopodium album | ||||
Para controle das plantas infestantes, aplicar o produto na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura. Capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada, capim-massambará: aplicar o produto no início de perfilhamento. Carrapicho-de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru-rasteiro, picão-preto e fedegosa: aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com 4 a 8 folhas. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Banana | Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 2 + 1,2 (0,25% v/v) de espalhante adesivo* | 300-600 | - |
Quebra-pedra | Phyllanthus tenellus | ||||
Crepis | Crepis japonica | ||||
Capim-guaçu | Paspalum conspersum | ||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | ||||
Macela-branca | Gnaphalium spicatum | ||||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | ||||
Sete-sangrias | Cuphea carthagenensis | ||||
Erva-cará | Dioscorea batatas | ||||
Aplicar o produto em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas infestantes estiverem com 10 a 40 cm de altura. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Batata | Caruru | Amaranthus viridis | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo* | 300-600 | - |
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | ||||
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | ||||
Erva-quente | Spermacoce alata | ||||
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | ||||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | ||||
Guanxuma-branca; Malva-guanxuma; Mata-pasto | Sida glaziovii | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Controle das plantas infestantes: aplicar o produto na fase de “cracking timing” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação do produto quando as plantas infestantes estiverem com 6 folhas. Dessecação de “batata consumo”: Aplicar 2 L/ha do produto + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de espalhante adesivo à base óleo vegetal ou mineral, sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba (Commelina benghalensis), picão-preto (Bidens pilosa) e guanxuma- branca (Sida glaziovii) com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. Para dessecação de “batata semente”: aplicar 2 L/ha do produto + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de | |||||
espalhante adesivo à base de óleo vegetal ou mineral, 70 dias após a emergência da batata, retirando antes, as ramas laterais e o ponteiro central. Iniciar a colheita 10 dias após a aplicação. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Café | Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo* | 300-600 | - |
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Buva | Conyza bonariensis | ||||
Macela-branca | Gnaphalium spicatum | ||||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 2,5 + 1,8 (0,4% v/v) de espalhante adesivo* | |||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 3 + 1,8 (0,4% v/v) de espalhante adesivo* | |||
Aplicar o produto em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Trapoeraba: aplicar o produto quando esta estiver com até 10 cm. Picão-preto: buva, macela- branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e guanxuma-branca: quando estas estiveram com até 20 cm. Capim-marmelada: quando estas estiverem com até 30 cm. Capim-colchão: até a fase de início do perfilhamento. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Citros | Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo* | 350 | - |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis, Digitaria sanguinalis | ||||
Capim-amargoso | Digitaria insularis | ||||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | ||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Maria-gorda | Talinum paniculatum | ||||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | ||||
Malva-branca | Sida cordifolia | ||||
Aplicar o produto no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Maria-gorda: aplicar o produto quando a planta infestante estiver com até 10 cm. Guanxuma, falsa-serralha e malva-branca: aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem de 10 a 15 cm. Capim-pé-de-galinha: quando estiver com até 15 cm. Capim-colchão, capim- amargoso, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba: quando estas | |||||
estiverem entre 10 a 20 cm. Capim-carrapicho: quando esta estiver com até 20 cm. Capim- marmelada: quando esta estiver entre 20 a 30 cm.
Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura.
Eucalipto | Samambaia | Pteridium aquilinum | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo | 350 | 30-40 | |
Capim- gordura | Melinis minutiflora | 4 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo* | ||||
Erva-quente | Spermacoce alata | |||||
Cambará | Lantana camara | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||
Falsa-seralha | Emilia sonchifolia | |||||
Serralha | Sonchus oleraceus | |||||
Buva | Conyza bonariensis | |||||
Unha-de-vaca | Bauhinia variegata | |||||
Arranha-gato | Acácia plumosa | |||||
Jurubeba | Solanum paniculatum | |||||
Capim- colonião | Panicum maximum | |||||
Vassourinha- botão | Spermacoce verticillata | |||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||||
Gervão | Stachytarpheta cayennensis | |||||
Aplicar o produto em jato dirigido, nas entre linhas da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes quando estas estiverem com 30 a 40 cm de altura, na fase de vegetação plena. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
Feijão | Uso para Dessecação | |||||
Dessecação em feijão para consumo | 1,8 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | - | |||
Aplicar o produto quando a cultura apresentar aproximadamente 50% das vagens secas. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
Uso para Dessecação | ||||||
Dessecação em feijão para sementes | 1,5 + 0,5 % v/v de adjuvante | 100-200 | 30-40 | |||
Aplicar o produto somente quando a cultura apresentar 70% das vagens secas. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
Maçã | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral | 350 | - | |
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | |||||
Azevém | Lolium multiflorum | |||||
Língua-de- vaca | Rumex obtusifolius | |||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | |||||
Serralha | Sonchus oleraceus | |||||
Losna-branca | Parthenium | |||||
hysterophorus | |||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Picão-branco | Galinsoga parviflora | ||||
Maria-mole | Senecio brasiliensis | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Poaia | Richardia brasiliensis | ||||
Trevo | Oxalis oxyptera | ||||
Dirigir a aplicação do produto na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar o produto em poaia quando a planta infestante estiver entre 5 a 10 cm. Trevo e guanxuma: quando estas estiverem com até 10 cm. Maria-mole e capim-colchão: quando estas estiverem entre 10 a 20 cm. Nabo, serralha, losna-branca, beldroega e picão-branco: quando estas estiverem com até 15 cm. Picão-preto: quando esta estiver com até 25 cm. Azevém e língua-de-vaca: quando estas estiverem entre 20 a 30 cm. Capim-marmelada: quando esta estiver com até 30 cm. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Milho | Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | 1,5-2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo* | 350 | - |
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Corda-de-viola | Ipomoea aristolochiaefolia | ||||
Carrapicho- rasteiro | Acanthospermum australe | ||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Malva-branca | Sida cordifolia | ||||
Aplicar o produto em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Capim-colchão e capim-marmelada: aplicar o produto no início de perfilhamento. Demais plantas infestantes: aplicar o produto quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Nectarina Pêssego | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo* | 350 | - |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Picão-branco | Galinsoga parviflora | ||||
Aplicar o produto em jato dirigido sem atingir a cultura. Capim-colchão, picão-preto e guanxuma: aplicar o produto, quando as plantas infestantes | |||||
estiverem com 5 a 20 cm. Caruru e picão-branco: quando estas estiverem entre 5 a 30 cm. Capim-marmelada: quando esta estiver entre 10 a 30 cm. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
Repolho | Picão-branco | Galinsoga parviflora | 1,5 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo* | 350 | - | |
Erva-de- passarinho | Stellaria media | |||||
Erva-de-bicho | Polygonum persicaria | |||||
Serralha | Sonchus oleraceus | |||||
Mentruz | Coronopus didymus | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo* | ||||
Aplicar o produto quando as plantas infestantes apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | ||||||
Soja | Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 2,5 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo | 350 | 30 a 40 | |
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | |||||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | |||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | |||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||
Poaia | Richardia brasiliensis | |||||
Caruru | Amaranthus viridis | |||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||||
Trigo | Triticum aestivum | 3 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo* | 350 | |||
Aveia | Avena sativa | |||||
Cevada | Hordeum vulgare | |||||
Azevém | Lolium multiflorum | |||||
Centeio | Secale cereale | 3 + 0,7 (0,2% v/v) de espalhante adesivo* | 350 | 30 a 40 | ||
Triticale | Triticum secale | |||||
Capim-amoroso; Capim-carrapicho; Capim-roseta | Cenchrus echinatus | 2,5 a 3 + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | ||||
Capim-alto; Capim- camalote; Rabo-de- lagarto | Rottboellia exaltata | |||||
Carrapicho-de- carneiro; Chifre-de- veado; Espinho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||
Erva-de-lagarto; Erva-quente; Perpetua-do-mato | Spermacoce latifolia | |||||
Arranha-gato; Buva; Rabo-de-foguete | Conyza bonariensis | |||||
Uso para Dessecação | 2 + 0,2% v/v de | 100-200 | - | |||
óleo vegetal ou mineral | ||||
Aplicação no sistema Plantio Direto: aplicar o produto na fase de pré-semeadura, em pós- emergência das plantas infestantes, em área total. Capim-colchão, amendoim-bravo, nabo, caruru, beldroega e trapoeraba: aplicar o produto, quando as plantas infestantes estiverem com até 10 cm. Picão-preto e poaia: quando estas estiverem com até 15 cm. Capim- marmelada: quando esta estiver com até 20 cm. Dessecação: utilizar a dose de 2 L/ha do produto + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de espalhante adesivo à base óleo mineral ou vegetal, aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | ||||
Trigo | Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral | 350 | - |
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | ||||
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | ||||
Arroz | Oryza sativa | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Guanxuma | Sida cordifolia | ||||
Erva-quente | Spermacoce alata | ||||
Soja | Glycine max | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Arranha-gato; Buva; Rabo-de- foguete | Conyza bonariensis | 1,5 a 2,0 + 0,5% v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | ||
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 2,0 + 0,5% v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 | ||
Uso para Dessecação | 1,75 + 0,5 (0,25% v/v) de óleo vegetal | 200 | |||
Aplicação no sistema Plantio Direto: aplicar o produto em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Caruru e guanxuma: quando estas estiverem com até 10 cm. Demais plantas infestantes: quando estas estiverem com até 15 cm. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Uva | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 + 0,7 (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral | 350 | - |
Picão-branco | Galinsoga parviflora | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Aplicar o produto em jato dirigido na linha da cultura, atingindo no máximo a "canela" da cultura. Picão-preto: quando esta estiver com até 10 cm. Demais plantas infestantes: quando estas estiverem entre 10 a 20 cm. Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Culturas | Plantas infestantes controladas | Dose L/ha (produto comercial) | Volume de calda (L/ha) | |
Nome comum | Nome científico | Tipo de | ||
aplicação | ||||||
Terrestre | Aérea | |||||
Algodão OGM (Organismo Geneticamente Modificado resistente ao glufosinato de amônio) | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Estádio de 2 a 4 folhas (1) | 2-2,5 + 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral | 200-300 | 30-40 |
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | |||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | |||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Estádio de 2 a 4 perfilhos (2) | 3-3,5 + 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral | |||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | Estádio de 4 a 8 folhas (2) | ||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | |||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | |||||
Erva-quente | Borreria latifolia | |||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||
Aplicar o produto com adição de 0,25% de espalhante adesivo à base de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação, em pós-emergência da cultura e das plantas infestantes. Realizar a aplicação sequencial do produto com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2 a 2,5 L/ha. Para uma única aplicação do produto utilizar a dosagem de 3 a 3,5 L/ha, observando-se sempre o estádio de desenvolvimento das plantas infestantes. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5L/ha por aplicação. (1) Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura no estádio de 2 a 4 folhas. (2) Realizar até 1 aplicação por ciclo da cultura nos demais estádios. | ||||||
Milho OGM (Organismo Geneticamente Modificado resistente ao glufosinato de amônio) Pós emergência | Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | Estágio mediano (3 perfilhos) | 2,5 a 3 | 200 | - |
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | |||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | Estágio mediano (6 folhas) | ||||
Corda-de-viola | Ipomoea purpurea | |||||
Caruru | Amaranthus hybridus | |||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | Estágio pós- precoce (3 folhas) | 1,5 + 1,5 (aplicação sequencial) | |||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | |||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | Estágio pós- precoce (2 folhas) | ||||
Corda-de-viola | Ipomoea purpurea | |||||
Caruru | Amaranthus hybridus | |||||
Aplicação sequencial: a primeira aplicação do produto deve ser realizada quando o milho estiver com 3 a 4 folhas. A segunda aplicação do produto deve ser realizada quando o | ||||||
milho estiver com 5 a 6 folhas. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5 L/ha por aplicação. Realizar até 2 aplicações por ciclo da cultura. | ||||||
Soja OGM (Organismo Geneticamente Modificado resistente ao glufosinato de amônia) Pós emergência | Azevém | Lolium multiflorum | Até 1 perfilho | 2-3,5 + 0,7 (0,25% v/v) (0,5 L/há) de óleo mentilado de soja | 100-200 | - |
Capim- amargoso | Digitaria insularis | |||||
Capim- camalote | Rotboelia exaltata | |||||
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | |||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | |||||
Picão preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | 2-3,5 + 0,7 (0,25% v/v) (0,5 L/há) de óleo mentilado de soja | |||
Buva | Conyza bonariensis | |||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | |||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | |||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | Até 1 perfilho | ||||
Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | ||||
Trapoerada | Commelina benghalensis | |||||
Aplicar o produto em pós-emergência da cultura e das plantas infestantes observando- se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas infestantes considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de duas folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. A aplicação do produto pode ser realizada a partir da germinação da soja. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 12 a 14 dias uma da outra, na dose de 2 a 3,5 L/ha, de acordo com as recomendações de uso e nas situações em que ocorram novos fluxos de germinação de plantas infestantes na área. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5 L/ha por aplicação. Realizar até 2 aplicações por ciclo da culturas. | ||||||
Nota:
1 litro de PROTERRA 200 SL contém 200 g de glufosinato sal de amônio.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Stellaria media | centochio, erva-de-passarinho (2), esparguta (2) | Ver detalhes |
| Algodão | Sorghum halepense | capim-argentino, capim-cevada, capim-massambará | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Banana | Paspalum conspersum | capim-de-mula, capim-do-brejo, capim-guaçu | Ver detalhes |
| Batata | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Café | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Citros | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Lantana camara | camará, cambará (1), cambará-branco (2) | Ver detalhes |
| Feijão | Ver detalhes | ||
| Maçã | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Milho | Digitaria sanguinalis | capim-colchão (2), capim-das-roças (2), milhã (1) | Ver detalhes |
| Milho OGM | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Nectarina | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Pessego | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Repolho | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Soja | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Soja OGM | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Uva | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
A pulverização deve ser a volume normal, usando-se pressão do pulverizador ao redor de 40 a 60 lb/pol², o que corresponde a um volume de 200 L d’água/ha.
Efetuar a regulagem do equipamento para se obter uma densidade média de gotas acima de 40 gotas/cm².
Recomenda-se uma velocidade de trabalho do trator em torno de 6 km/h. A altura das barras dos pulverizadores em relação ao alvo deve ser 40 cm para bicos 110º e 50 cm para bicos de 80°.
Alface e repolho: quando utilizar o "sistema de copinhos", cobrir as mudinhas com copinho plástico, para protegê-la da ação herbicida do produto. Utilizando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme.
Dessecação nas culturas de soja e feijão. Volume de calda: 30 a 40 L/ha.
Barra com bicos da série D (D6 a D10) ou bicos tipo leque.
Respeitar altura de vôo de 3-4 metros, faixa de deposição 13-15 metros e ventos de até 10 km/hora.
Condições climáticas favoráveis: Temperatura mínima de 10ºC a máxima de 28ºC. Umidade relativa do ar de mínimo 60%. Velocidade do vento de, no máximo, 10 km/h em aplicações terrestres e entre 2 e 10 km/h em aplicações por aeronaves.
Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Alface, maçã, nectarina, pêssego, repolho e uva 7 dias Algodão 28 dias
Algodão (pós emergência): (2) Banana, batata e soja 10 dias Café 20 dias
Citros 40 dias Eucalipto U.N.A. Feijão 5 dias Milho e trigo: (1)
Milho (pós emergência): (3) Soja (dessecação): 8 dias Trigo (dessecação): 7 dias
Intervalo de segurança não determinado, devido a modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura de algodão geneticamente modificado, que expressa resistência ao glufosinato, é de 116 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência da cultura e das plantas infestantes.
O intervalo de segurança para a cultura de milho geneticamente modificado, que expressa resistência ao glufosinato, é de 50 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência da cultura e das plantas infestantes.
U.N.A. – Uso Não Alimentar
Encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar PROTERRA 200 SL. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante o seu preparo e durante a operação de sua aplicação.
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
APLICAÇÃO FOLIAR TRATORIZADA: | |||
Cultura | Plantas Infestantes Nome Comum (Nome Científico) | Doses p.c L/ha (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) |
PASTAGEM | Beldroega (Portulaca oleraceae) | 1,0 (240 + 64) | 250 |
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||
Cheirosa (Hyptis suaveolens) | |||
Erva-quante (Spermacoce alata) | 2,0 (480+128) | ||
Malva-veludo (Sida cordifolia) | 3,0L/ha (720+192) | ||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||
Malva-preta (Sidastrum micrathum) | |||
Malva-roxa (Sidastrum paniculatum) | |||
Assa-peixe-branco (Vernonia polyanthes) | |||
Fedegoso (Senna occidentalis) | |||
Malva-veludo (Waltheria indica) | |||
Gervão-branco (Croton glandulosos) | |||
Lobeira (Solanum lycocarpum) | 4,0L (960 +256) | ||
Joá-bravo (Solanum aculoetissimum) | |||
Assa-peixe-roxo (Vernonia westiniana) | 5,0 (1200+320) | ||
ÉPOCA E NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES: Época: Realizar a aplicação, em época quente, com boa pluviosidade, onde as plantas a serem controladas estejam em intenso processo vegetativo. Isto ocorre normalmente de outubro a março. No norte do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna | |||
essa época mais favorável às aplicações aéreas.
Para repasse por via foliar esperar que a rebrota atinja uma superfície foliar equilibrada, o suficiente, para absorver uma quantidade de produto que atinja todo o sistema radicular.
N° de Aplicações: Efetuar apenas 01 aplicação.
*i.a.= Ingrediente ativo expresso em equivalente ácido de 2,4-D e Picloram.
PULVERIZAÇÃO TRATORIZADA DE TOCOS: | |||
Cultura | Plantas Infestantes Nome Comum (Nome Científico) | Doses | Volume de calda (L/ha) |
PASTAGEM | Assa-peixe-roxo (Vernonia westiniana) | 3,0 - 4,0% (Misturar 3,0 a 4,0L do produto em 100L de água) | 100 |
Unha-de-vaca (Bauhinia variegata) | |||
Unha-de-boi (Bauhinia divaricata) | |||
Jacarandá-de-espinho (Machaerium aculeatum) | |||
Lobeira (Solanum lycocarpum) | |||
Roseta; Espinho-de-agulha (Randia armata) | |||
Leiteira (Peschiera fuchsiaefolia) | 4,0% (misturar 4,0L do produto em 100L de água) | ||
Aroeirinha (Schinus terebinthifolius) | |||
Arranha-gato (Acacia plumosa) | |||
Unha-de-gato (Acacia paniculata) | |||
Espinho agulha (Barnadesia rosea) | |||
ÉPOCA E NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES: Época: realizar a aplicação em qualquer época do ano. Deve-se fazer um tratamento e fazer um repasse em caso de rebrota. Para repasse respeitar a época indicada anteriormente. Para rebrota de tocos é preferível refazer o corte e reaplicar o produto, em lugar de aplicar nas poucas folhas de rebrota. Isso porque a área foliar de rebrota é insuficiente para absorver a quantidade de herbicidas necessária. Número de Aplicações: Efetuar apenas 01 aplicação. | |||
APLICAÇÃO AÉREA: | |||
Cultura | Plantas Infestantes Nome Comum (Nome Científico) | Doses p.c L/ha (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) |
PASTAGEM | Assa-peixe-roxo (Vernonia polyanthes) | 3,0 - 5,0 (720 + 192 – 1200+320) | 30 – 50 |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Fedegoso (Senna obtusifolia) | |||
Mata-Pasto (Eupatorium maximilianii) | |||
Malva-Branca (Sida cordifolia) | |||
Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | |||
Cheirosa (Hyptis suaveolens) | |||
Gervão-branco (Croton glandulosus) | |||
ÉPOCA E NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES: Época: aplicação foliar aérea em área total feito por avião quando as áreas forem muito extensas e as pastagens infestadas densamente por plantas infestantes de pequeno, médio e grande porte. Pulverizar o produto de maneira uniforme e garantir um bom molhamento de toda a planta N° de Aplicações: Efetuar apenas 01 aplicação. * i.a.= Ingrediente ativo expresso em equivalente ácido de 2,4-D e Picloram. | |||
Cultura | Plantas Infestantes Nome Comum (Nome Científico) | Doses p.c L/ha (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) |
Cana-de-açúcar | Corda-de-viola (Ipomea purpurea) | 0,75 – 2,0 (180+48 – 480+128) | Terrestre 200 Aéreo 50 |
Corda-de-viola (Merremia cissoides) | |||
Mamona (Ricinus communis) | 1,0 – 2,0 (240+64 – 480+128) | ||
ÉPOCA E NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES: Época: Para a cultura da cana-de-açúcar aplicar com a cultura no estádio de 6 folhas e os alvos biológicos Corda-de-viola com até 6 folhas e Mamona com até 4 folhas. Utilizar a maior dose para as plantas infestantes mais desenvolvidas N° de Aplicações: Efetuar apenas 01 aplicação. * i.a.= Ingrediente ativo expresso em equivalente ácido de 2,4-D e Picloram. | |||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar | Merremia cissoides | amarra-amarra (3), campainha (11), corda-de-viola (13) | Ver detalhes |
| Pastagens | Bauhinia Divaricata | Unha-de-boi | Ver detalhes |
Utilizar as maiores doses em plantas infestantes adultas que tenham sofrido várias roçadas ou quando tenham finalizado seu processo de desenvolvimento vegetativo. Utilizar óleo vegetal a 0,3% v/v, ou seja, 300mL por 100L água.
As aplicações deverão ser realizadas de acordo com as recomendações desta bula. As aplicações deverão ser com calda suficiente para melhor cobertura da planta. O produto pode ser aplicado com pulverizadores tratorizados e via aérea.
Aplicar QUALLIS com equipamento de pulverização tratorizado com barra, pulverizando a calda sobre a folhagem das plantas infestantes de maneira uniforme em toda a área.
Espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e altura da barra de 50 cm ao nível do alvo. DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 450 a 650
Tanto na aplicação foliar dirigida quanto para aplicação em área total, deve-se pulverizar somente quando a umidade relativa do ar estiver acima de 50%, a temperatura do ar abaixo de 30°C e a velocidade do vento até 6km/h.
Os melhores controles são obtidos quando há umidade no solo e quando as plantas infestantes a serem controladas apresentarem pleno vigor vegetativo para pastagem e nos estádios recomendados para os alvos biológicos para cultura da cana-de-açúcar.
Esse tratamento deve ser feito por avião quando as áreas forem muito extensas e as pastagens infestadas densamente por plantas infestantes de pequeno, médio e grande porte, assim como na cultura da cana-de-açúcar. Pulverizar o produto de maneira uniforme e garantir um bom molhamento de toda a planta.
Tipo do equipamento: Aéreo com barras, com bicos, com angulação de 45° para trás com referência à corda asa.
Tipos de bicos: cônicos com orifícios de D8 a D12 sem core Pressão: 20 psi na barra.
Volume de aplicação: 30 – 50 L/ha.
Tamanho e densidade de gotas na deposição sobre a vegetação: 200 – 400 µm com 6-18 gotas/cm² variando com o tamanho da gota.
Altura do voo: Para áreas sem obstáculos: “paliteiros” (remanescente da derrubada, árvores secas, etc.) cerca de 15 m sobre a vegetação a controlar. Para áreas com obstáculos: “paliteiros” impedindo o voo uniforme a baixa altura, cerca de 40 m sobre a vegetação a controlar.
Largura da faixa de deposição: Para aviões: 18 a 20 m dependendo da altura do voo. No caso de 40 m de altura do voo, a faixa total poderá atingir 20 m, porém considera-se 18 m de faixa útil. Para helicópteros: seguir as recomendações anteriores, porém as com larguras de faixa de 15 a 18 m.
Agitação do produto: na preparação da calda é realizada com moto bomba e no avião através de retorno.
- Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal.
Condições Climáticas: vento de 0 a 6 km/h Umidade relativa: > 50%
Temperatura: < 30°C
Para a obtenção de uma boa aplicação aérea, sempre observar os limites meteorológicos acima especificados, além de:
Efetuar levantamento das espécies sensíveis ao produto nas áreas adjacentes;
Nunca realizar aplicação aérea a menos de 2 Km de plantas ou culturas sensíveis;
Evitar a aplicação quando o vento estiver soprando em direção a alguma cultura sensível;
Interromper a aplicação quando houver alterações das condições climáticas especificadas. O Eng. Agrônomo Responsável pode alterar as condições de aplicação.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos a equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Volume: use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível, considerando necessidades práticas, bicos com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhora a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva. Altura da barra: para equipamento de solo, regule a altura da barra para menor possível, de forma a obter uma nivelada com a cultura, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
Ventos: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro das gotas e o tipo de equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento, inferior a 5 km/h (devido ao potencial de equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento). Não aplicar se houver vento forte, acima de 10 km/h, ou em condições de vento inferiores a 5 km/h.
Observações: Condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Temperatura e umidade: Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento de aplicação para produzir gotas maiores a fim de reduzir o efeito da evaporação.
Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina, as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que; se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxague completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante dessa operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto;
Complete o pulverizador com água limpa. Circule essa solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto;
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d’água, nascentes ou plantas úteis;
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores com um balde com a solução de limpeza;
Repita o passo 3;
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes;
Limpe tudo o que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Toma todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Abasteça o reservatório do pulverizador até ¼ de sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. Adicionar a quantidade correta de produto, previamente medido em recipiente graduado no reservatório do pulverizador, e então, completar o volume com água. A agitação deverá ser constante durante todo o processo de preparo e pulverização da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo em seguida. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Temperatura do ar abaixo de 27 °C;
Umidade relativa do ar acima de 55%;
Velocidade do vento entre 5 e 10 km/h.
Pastagem: Intervalo de segurança não determinado.
Cana-de-açúcar: Intervalo de segurança não determinado por ser de uso em pré e pós- emergência até três meses após o plantio ou corte.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Aplicação tratorizada | |||
Cultura Modalidade de emprego (aplicação) | Tempo de atividade | Medidas necessárias(1) | Intervalo de reentrada |
Pastagem Pré/Pós-emergencia | 2h | Vestimenta simples | 5 dias(2) |
8h | Vestimenta simples | 23 dias(2) | |
Cana-de-açúcar | 2h | Vestimenta simples e luvas | 13 dias(3) |
Cana-de-açúcar | 8h | Vestimenta simples e luvas | 31 dias(3) |
A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada com a utilização pelos trabalhadores de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas.
Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar.
Para a cultura da cana-de-açúcar, após o intervalo de reentrada, o trabalhador deverá utilizar vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e luva como equipamento de proteção individual.
É exigida a manutenção de bordadura de, no mínimo, 10 metros livres de aplicação tratorizada de produtos formulados contendo 2,4-D, conforme resultados da avaliação de risco da exposição de residentes. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
É exigida a utilização de tecnologia de redução de deriva na cultura de cana-de-açúcar de pelo menos 50% para aplicação tratorizada.
RAJER 250 WG é um herbicida pós-emergente, sistêmico, seletivo na formulação de grânulos dispersíveis em água para o controle de plantas daninhas na cultura da soja, no sistema de plantio convencional e direto e nas entrelinhas das culturas de café, citros, eucalipto e pinus.
O produto penetra nas plantas daninhas através de absorção por folhas e raízes. Se transloca por toda a planta através do xilema e floema. Trata-se de um inibidor de ALS (acetolactase), uma enzima responsável pela síntese dos aminoácidos essenciais valina, leucina e isoleucina. O crescimento da planta é inibido poucas horas após a aplicação, mas os sintomas de injúria demoram alguns dias para aparecer. Inicialmente ocasiona o amarelecimento e morte da gema apical e posteriormente de toda a planta interferindo na divisão celular. Em algumas plantas ocorre o encurtamento dos entrenós, em outras o espessamento na base do caule. O sistema radicular tem seu desenvolvimento prejudicado e há um encurtamento das raízes secundárias. Ocorre estagnação no desenvolvimento e a morte das plantas daninhas sensíveis em um período entre 7 e 21 dias.
SOJA | ||||
Nome Comum | Nome Científico | Dose p.c. | Nº Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
PÓS-EMERGÊNCIA | ||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 60 - 80 g/ha | 1 | 100 a 300 (aplicação terrestre tratorizada) 400 a 600 (aplicação terrestre manual costal) 20 a 40 (aplicação aérea) |
Picão-preto | Bidens pilosa | |||
Trapoerada | Commelina benghalensis | |||
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | |||
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | |||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | |||
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | |||
Caruru | Amaranthus viridis | |||
Erva-palha | Blainvillea latifolia | |||
Erva-quente | Spermacoce latifolia | |||
Desmódio | Desmodium tortuosum | |||
Picão-branco | Galinsoga parviflora | |||
Fazendeiro | Hyptis lophanta | |||
Cheirosa | Hyptis suaveolens | |||
Corda-de-viola | Ipomoea aristolochiaefolia | |||
Estrelinha | Melampodium perfoliatum | |||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | |||
Nabiça, Nabo | Raphanus raphanistrum | |||
Feijão-miúdo | Vigna unguiculata | |||
Fedegoso-branco | Senna obtusifolia | 80 g/ha | ||
Calopogônio | Calopogonium mucunoides | |||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | |||
Erva-de-touro | Tridax procumbens | |||
Leiteira | Euphorbia heterophylla | |||
MANEJO DAS PLANTAS DANINHAS | ||||
Buva | Conyza bonariensis | 80 g/ha | ||
Nabo, Nabiça | Raphanus sativus | 40 g/ha | ||
Maria-mole | Senecio brasiliensis | |||
Número, época e intervalo de aplicação: Pós-emergência da cultura e das plantas daninhas: aplicar em pós-emergência das plantas daninhas de folhas largas (dicotiledôneas) quando a soja estiver a partir do 3° trifólio. Utilizar as doses menores para baixas infestações ou plantas daninhas em estágios de 2 a 4 folhas, e as doses maiores para estágios de 4 a 6 folhas ou em altas infestações.Uma única aplicação, desde que feita dentro das recomendações de uso, permite o controle adequado das plantas daninhas indicadas. Para Fedegoso-branco, Calopogônio, Falsa-serralha, Erva-de-touro e Leiteira: Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas de folhas largas (dicotiledôneas) indicadas, quando a soja estiver a partir do 3° trifólio e quando as plantas daninhas estiverem em estágios de 2 a 4 folhas. Nas aplicações para o controle de Senna obtusifolia e Hyptis suaveolens, observar o estágio máximo de 2ª folha composta e 4 folhas, respectivamente. O controle de Euphorbia heterophylla, Spermacoce latifolia e Calopogonium mucunoides é verificado por uma paralisação do seu crescimento, complementado pelo fechamento da cultura. Manejo das plantas daninhas: utilizar para manejo da cobertura vegetal (pré-plantio) quando as plantas daninhas indicadas, presentes na área, estiverem no estágio de 2 a 6 folhas. | ||||
EUCALIPTO, PINUS | ||||
Nome Comum | Nome Científico | Dose p.c. | Nº Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 60 - 80 g/ha | 1 | 100 a 300 (aplicação terrestre tratorizada) 400 a 600 (aplicação terrestre manual costal) |
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||
Nabiça, Nabo | Raphanus raphanistrum | |||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | |||
Trapoerada | Commelina benghalensis | |||
Número, época e intervalo de aplicação: aplicar em pós-emergência das plantas daninhas, nas entrelinhas, através de jato dirigido, na fase de 4 folhas. | ||||
CAFÉ | ||||
Nome Comum | Nome Científico | Dose p.c. | Nº Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 50 - 80 g/ha | 1 | 100 a 300 (aplicação terrestre tratorizada) 400 a 600 (aplicação terrestre manual costal) |
Beldroega | Portulaca oleracea | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | |||
Corda-de-viola | Ipomoea purpurea | |||
Trapoerada | Commelina benghalensis | |||
Nabiça, Nabo | Raphanus raphanistrum | |||
Número, época e intervalo de aplicação: aplicar em pós-emergência das plantas daninhas, nas entrelinhas, através de jato dirigido, na fase de 4 folhas até o início do florescimento, predominando plantas de 4 a 6 folhas definitivas para Picão-preto (Bidens pilosa). Para Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) aplicar quando as plantas daninhas estiverem desde o estádio de 4 folhas até o início do florescimento, predominando plantas entre 10 e 12 folhas. Para Trapoeraba (Commelina benghalensis), aplicar na fase de 4 folhas. Para Nabiça (Raphanus raphanistrum) o estádio de aplicação é de 2 a 4 folhas. | ||||
CITROS | ||||
Nome Comum | Nome Científico | Dose p.c. | Nº Máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) |
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 40 - 80 g/ha | 1 | 100 a 300 (aplicação terrestre tratorizada) 400 a 600 (aplicação terrestre manual costal) |
Beldroega | Portulaca oleracea | |||
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | |||
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | |||
Corda-de-viola | Ipomoea purpurea | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||
Nabiça, Nabo | Raphanus raphanistrum | |||
Número, época e intervalo de aplicação: aplicar em pós-emergência das plantas daninhas, nas entrelinhas, através de jato dirigido. Para Nabiça, (Raphanus raphanistrum) aplicar na fase de 2 folhas até o florescimento. Para Carrapicho- de-carneiro (Acanthospermum hispidum) aplicar no estádio de 6 a 10 folhas. Para Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) e Beldroega (Portulaca oleracea) aplicar na fase de 2 a 8 folhas. Para Picão-preto (Bidens pilosa) aplicar no estádio de até 4 folhas. | ||||
Notas: Utilizar as doses mais elevadas para as plantas daninhas mais desenvolvidas. A dose de 1 quilograma de produto comercial equivale a 250 gramas de ingrediente ativo.
Dose p.c.: Dose de produto comercial
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Café | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Citros | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Pinus | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Soja | Senecio brasiliensis | flor-das-almas, flor-de-finados, maria-mole (2) | Ver detalhes |
Para a preparação da calda, abastecer o pulverizador com água limpa até 3/4 de sua capacidade, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. Coloque a dose indicada do RAJER 250 WG em um recipiente com água a parte para se obter uma pré-diluição do produto. Após isso adicione a pré- diluição ao tanque e complete o volume restante com água, sempre sob agitação constante. Em seguida deve-se adicionar óleo mineral emulsionável na dose de 0,05% v/v (50 ml/100 litros de água), mantendo- se a contínua agitação.
Deve-se preparar apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação. A aplicação deve ser por pulverização sobre o alvo biológico, por cobertura total, imediatamente após a preparação da calda.
O produto deve ser aplicado na forma de pulverização com equipamentos para aplicação terrestre e aérea.
Bicos de jato leque.
Volume de calda: 100 a 300 L/ha para via tratorizada ou 400 a 600 L/ha, via manual costal. Pressão de trabalho: 30 a 50 lb/pol2.
Tamanho de gotas: 180 a 200 micrômetros. Densidade de gotas: 40 gotas/cm2.
Realizar aplicação área apenas para a cultura de soja. Volume de calda: 20 a 40 L/ha.
Para volumes de aplicação de 20 L/ha: Aeronaves agrícolas dotadas de barra com bicos tipo cônico (D6 ou D8, core 44 a 46) ou bicos rotativos (MICRONAIR-AU-5000-2), com altura de voo de 3-4 metros (MICRONAIR) ou 2-3 metros (bicos cônicos), e largura de faixa de deposição efetiva de 13 metros. Para volumes de aplicação de 30 a 40 L/ha, utilizar aeronaves com barra de bicos tipo cônico (D8 ou D1, core 44 a 46), com altura de voo de 2 a 4 metros e largura de faixa de deposição efetiva de 13 a 15 metros. Tamanho de gotas:200 a 400 micrômetros. Densidade de gotas: 30 gotas/cm2.
Evitar a aplicação na presença de ventos fortes (acima de 10 km/h), temperaturas maiores que 25°C e umidade relativa menor que 70%, com finalidade de evitar perdas por evaporação e deriva. Redobrar os cuidados em caso de aplicações com volume de calda maior que 20 L/ha.
Consultar sempre o Engenheiro Agrônomo ou representante da empresa.
Esvaziar o equipamento de pulverização. Enxaguar completamente o pulverizador e fazer circular água limpa pelas mangueiras, barras e bicos. No caso da existência de depósitos do produto, os mesmos devem ser soltos e removidos.
Completar o pulverizador com água limpa e adicionar amoníaco de uso doméstico na proporção 1% (1 litro para cada 100 litros de água). Circular a solução pelas mangueiras, barras e bicos. Desligar a barra e encher o tanque com água limpa. Circular pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circular então pelas mangueiras, barra e bicos. Esvaziar o tanque.
Remover e limpar os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repetir o passo 2.
Enxaguar completamente o pulverizador, mangueiras, barra e bicos com água limpa diversas vezes.
Descartar a água remanescente da lavagem em um fosso seco, longe de mananciais de água e de culturas sensíveis ao ingrediente ativo Clorimurom etílico.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Café | 20 dias |
Citros | 20 dias |
Eucalipto | UNA |
Pinus | UNA |
Soja | 65 dias |
UNA = Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
RANDELL 648 SL é um herbicida apresentado na forma de concentrado solúvel, recomendado para o controle em pós- emergência de plantas infestantes nas seguintes situações:
Aplicação em jato dirigido sobre as plantas infestantes nas culturas de banana, café, cana-de-açúcar (cana soca), citros, coco, maçã, mamão, uva e eucalipto.
Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) - sistema de plantio direto nas culturas de algodão, arroz irrigado, cana-de-açúcar, fumo, milho, soja e trigo.
Aplicação em áreas de pousio antecedendo o plantio das culturas de algodão, arroz irrigado, cana-de-açúcar, fumo, milho, soja e trigo.
Aplicação para erradicação de soqueira na cultura da cana-de-açúcar.
Aplicação em área total na pré-colheita de azevém e aveia-preta quando plantadas como forrageiras para silagem.
Aplicação sobre a cultura de soja na pré-colheita para dessecação.
Aplicação em área total, em pós-emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional.
Culturas: Algodão, algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato, arroz irrigado, banana, café, cana-de- açúcar, citros, coco, eucalipto, fumo, maçã, mamão, milho, soja, trigo, uva e nas forrageiras azevém e aveia-preta.
PLANTAS INFESTANTES E DOSES:
QUADRO I
FOLHA ESTREITA | DOSE | ||
Nome Comum | Nome Científico | L/ha | L/100L de água (%)** |
Capim-rabo-de-burro | Andropogon bicornis | 3,0 | 1,5 |
Aveia-preta | Avena strigosa | 0,75 a 1,0 | 0,375 a 0,5 |
Braquiarão | Brachiaria brizantha | 1,5 a 2,0 | 0,75 a 1,0 |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2,0 a 4,0 | 1,0 a 2,0 |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 1,0 a 2,0 | 0,5 a 1,0 |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,0 a 2,0 | 0,5 a 1,0 |
Grama-seda | Cynodon dactylon | 3,0 a 4,0 | 1,5 a 2,0 |
Junquinho | Cyperus ferax | 2,5 a 3,5 | 1,25 a 1,75 |
Tiririca | Cyperus rotundus | 3,0 a 4,5 | 1,5 a 2,25 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1,5 a 2,0 | 0,75 a 1,0 |
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 2,0 a 4,5 | 1,0 a 2,25 |
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | 1,5 | 0,75 |
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 2,0 a 3,0 | 1,0 a 1,5 |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 1,5 a 2,5 | 0,75 a 1,25 |
Azevém | Lolium multiflorum | 1,5 a 3,0 | 0,75 a 1,5 |
Grama-boiadeira | Luziola peruviana | 4,0 a 4,5 (*) | 2,0 a 2,25 (*) |
Capim-colonião | Panicum maximun | 2,5 a 4,5 | 1,25 a 2,25 |
Grama-batatais | Paspalum notatum | 3,0 | 1,5 |
Capim-da-roça | Paspalum urvillei | 3,0 | 1,5 |
Milheto | Pennisetum americanum | 2,0 a 3,0 | 1,0 a 1,5 |
Capim-favorito | Rhynchelitrum repens | 1,5 | 0,75 |
Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 3,0 a 4,5 | 1,5 a 2,25 |
Sorgo | Sorghum bicolor | 2,0 a 3,0 | 1,0 a 1,5 |
Milho | Zea mays | 1,0 a 1,5 | 0,5 a 0,75 |
FOLHA LARGA | DOSE | ||
Nome Comum | Nome Científico | L/ha | L/100L de água (%)** |
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 1,5 | 0,75 |
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 1,5 a 2,0 | 0,75 a 1,0 | ||
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 1,5 a 2,5 | 0,75 a 1,25 | ||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 a 2,0 | 0,5 a 1,0 | ||
Caruru | Amaranthus viridis | 1,0 a 2,0 | 0,5 a 1,0 | ||
Picão-Preto | Bidens pilosa | 1,5 a 2,5 | 0,75 a 1,25 | ||
Erva-de-santa-luzia | Chamaesyce hirta | 1,0 a 2,0 | 0,5 a 1,0 | ||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 3,0 a 3,5 | 1,5 a 1,75 | ||
Buva | Conyza bonariensis | 1,5 | 0,75 | ||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 1,5 | 0,75 | ||
Amendoim-bravo ou leiteiro | Euphorbia heterophylla | 2,0 a 3,0 | 1,0 a 1,5 | ||
Picão-branco ou fazendeiro | Galinsoga parviflora | 1,5 a 2,0 | 0,75 a 1,0 | ||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 1,5 a 3,0 | 0,75 a 1,5 | ||
Corda-de-viola | Ipomoea indivisa | 3,0 a 3,5 | 1,5 a 1,75 | ||
Corda-de-viola | Ipomoea nil | 3,0 a 4,5 | 1,5 a 2,25 | ||
Corda-de-viola | Ipomoea quamoclit | 3,0 | 1,5 | ||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 2,0 | 1,0 | ||
Beldroega | Portulaca oleracea | 1,5 a 2,5 | 0,75 a 1,25 | ||
Nabiça | Raphanus raphanistrum | 1,0 a 2,0 | 0,5 a 1,0 | ||
Nabo | Raphanus sativus | 2,0 | 1,0 | ||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2,0 a 3,0 | 1,0 a 1,5 | ||
Maria-mole | Senecio brasiliensis | 1,5 | 0,75 | ||
Fedegoso-branco | Senna obtusifolia | 2,5 a 4,5 | 1,25 a 2,25 | ||
Guanxuma | Sida cordifolia | 1,5 a 2,5 | 0,75 a 1,25 | ||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 1,5 a 2,5 | 0,75 a 1,25 | ||
Erva-lanceta | Solidago chilensis | 1,5 a 2,5 | 0,75 a 1,25 | ||
Serralha | Sonchus oleraceus | 1,0 a 2,0 | 0,5 a 1,0 | ||
Erva-quente | Spermacoce latifolia | 3,0 a 4,5 | 1,5 a 2,25 | ||
Erva-de-touro | Tridax procumbens | 3,0 | 1,5 | ||
Trevo | Trifolium repens | 3,0 a 4,5 | 1,5 a 2,25 | ||
Ervilhaca | Vicia sativa | 3,0 a 4,5 | 1,5 a 2,25 | ||
NÚMERO, ÉPOCAS OU INTERVALOS DE APLICAÇÕES: Número de aplicações: Realizar uma única aplicação por ciclo de cultura. Vide nota a respeito de “Grama-boiadeira”. Época da aplicação: RANDELL 648 SL deve ser aplicado sobre as plantas infestantes a serem controladas, já germinadas, quando estas estiverem em boas condições de desenvolvimento e sem efeito de “stress” hídrico (falta ou excesso de água). O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais. Volume de calda: Vide item: “MODO DE APLICAÇÃO”. | |||||
A variação nas doses depende do estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para a fase inicial de desenvolvimento; maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
(*) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 15 a 20 dias nas doses de 2,0 + 2,0 a 2,5 + 2,0 L/ha.
(**) As doses em porcentagem referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 200 L/ha com bico de 110-01. Qualquer dúvida, utilizar os valores em litros/hectare.
Recomendação para aplicação em área total na pré-colheita de azevém e aveia-preta quando plantadas como forrageiras para silagem:
Cultura | Doses (L/ha) |
Aveia-preta (forrageira) | 0,5 |
Azevém (forrageira) | 1,0 |
Soja | 0,75 a 1,5 |
NÚMERO, ÉPOCAS OU INTERVALOS DE APLICAÇÕES: | |
Número de aplicações: Realizar uma única aplicação por ciclo de cultura.
Época da aplicação: Aplicação em pós-emergência das forrageiras azevém e aveia-preta para silagem 4 a 5 dias antes da colheita (florescimento até o enchimento dos grãos).
Volume de calda: Vide item: “MODO DE APLICAÇÃO”.
Recomendação para aplicação em área total, em pós-emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional:
FOLHA ESTREITA | DOSE | |||
Nome Comum | Nome Científico | L/ha | L/100L de água (%) | |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,0 a 1,5 | 0,5 a 0,75 | |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 1,0 a 2,0 | 0,5 a 1,0 | |
FOLHA LARGA | DOSE | |||
Nome Comum | Nome Científico | L/ha | L/100L de água (%) | |
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 a 1,5 | 0,5 a 0,75 | |
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 1,0 a 1,5 | 0,5 a 0,75 | |
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2,0 | 1,0 | |
Corda-de-viola | Ipomoea nil | 2,0 | 1,0 | |
NÚMERO, ÉPOCAS OU INTERVALOS DE APLICAÇÕES: Número de aplicações: Realizar uma única aplicação por ciclo de cultura. Época da aplicação: A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato é de 25 a 35 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. A aplicação foliar de RANDELL 648 SL sobre a cultura do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato deverá ser realizada até a 4ª folha. Volume de calda: Vide item: “MODO DE APLICAÇÃO”. | ||||
(*) A variação nas doses depende do estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para a fase inicial de desenvolvimento; maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
(**) As doses em porcentagem referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 200 L/ha com bico de 110-01. Qualquer dúvida, utilizar os valores em litros/hectare.
RANDELL 648 SL deve ser aplicado sobre as plantas infestantes a serem controladas, já germinadas, quando estas estiverem em boas condições de desenvolvimento e sem efeito de “stress” hídrico (falta ou excesso de água).
O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais.
A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4° e o 10° dia após a aplicação. RANDELL 648 SL não tem ação residual sobre sementes existentes no solo.
RANDELL 648 SL, aplicado de acordo com as recomendações controlará as plantas infestantes com uma única aplicação.
RANDELL 648 SL também pode ser utilizado em aplicação sequencial em plantio direto para o controle das plantas infestantes, nunca excedendo a dose máxima recomendada em aplicação única, observando que a maior dose deverá ser utilizada na primeira aplicação, a qual deve ser realizada em torno de 30 dias antes do plantio da cultura e a segunda próxima ao dia do plantio. A aplicação sequencial antecipa o controle das plantas infestantes, favorecendo o plantio em função de uma cobertura morta mais uniforme, o que facilita o trabalho da plantadeira, principalmente quando as plantas a serem dessecadas se encontram bem desenvolvidas. Essa antecipação irá melhorar a qualidade do plantio e garantir um melhor stand da cultura.
A aplicação para a eliminação da soqueira da cana-de-açúcar deve ser feita quando a média das folhas estiver entre 0,6 m e 1,2 m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.
Aplicação sobre a cultura da soja, em pré-colheita, logo após a maturação fisiológica do grão que ocorre após o estádio R7, 7 dias antes da colheita. A partir deste período a maturação do grão já está completa e não ocorre mais translocação de seiva para o mesmo. Considerando ainda que o grão está protegido pela vagem, o produto também não entrará em contato direto com o mesmo.
Aplicação em pós-emergência das forrageiras azevém e aveia-preta para silagem 4 a 5 dias antes da colheita (florescimento até o enchimento dos grãos).
Aplicação em pós-emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato:
- A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato é de 25 a 35 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. A aplicação foliar de RANDELL 648 SL sobre a cultura do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato deverá ser realizada até a 4ª folha.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Banana | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Café | Echinochloa crusgalli | capim-arroz (2), capim-canevão, capim-jaú | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Citros | Luziola peruviana | arrozinho, grama-boiadeira, pastinho-d´água | Ver detalhes |
| Coco | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Fumo | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Maçã | Echinochloa crusgalli | capim-arroz (2), capim-canevão, capim-jaú | Ver detalhes |
| Mamão | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Milho | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Soja | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Trigo | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Uva | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
O produto RANDELL 648 SL deve ser diluído em água limpa, de acordo com a dose indicada para cada situação, e deve ser pulverizado sobre as espécies de plantas infestantes a serem controladas, bem como em área total sobre as culturas indicadas em aplicação na pré-colheita e em pós-emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato. A aplicação poderá ser feita utilizando-se equipamentos aéreos ou terrestres.
Equipamentos Terrestres:
A aplicação deve ser feita com pulverizadores de barra, com bicos adequados à aplicação de herbicidas, seguindo as recomendações técnicas especificadas pelo fabricante para cada tipo de bico. Utilizar um volume de calda entre 50 a 250 L/ha. Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura da área foliar.
Equipamentos Aéreos:
Aplicação aérea permitida apenas para as culturas de: algodão, algodão geneticamente modificado, arroz irrigado, aveia-preta, azevém, cana-de-açúcar, fumo, milho, soja e trigo.
Barra com bicos para aeronaves de asa fixa - Ipanema de qualquer modelo.
Volume de calda: 20 a 40 L/ha;
Altura de voo: 3 a 5 m acima do topo da cultura, com faixa de deposição com 15 m de largura e tamanho de gotas entre 200 a 600 micras;
Densidade mínima de gotas: 20 a 40 gotas/cm2;
Bicos de pulverização: bicos de jato cônico ou leque que permitam uma vazão ao redor de 20 a 40 L/ha de calda (D10-45, D7-46, 80-10, 80-15) e produzam gotas com DMV (diâmetros medianos volumétricos) para as condições de aplicação e regulagem entre 200 a 600 micras com uma deposição mínima ideal de 20 gotas/cm2 sem escoamento na folha.
Em aviões tipo Ipanema, usa-se de 37 a 42 bicos na asa, sendo que normalmente para se evitar problemas de vórtices de ponta de asa, fecha-se ao redor de 3 bicos em cada raiz de asa e 2 bicos na barriga no pé direito e 1 no pé esquerdo. Dependendo da altura de voo da aeronave, do tipo de asa e posição de barra esta configuração pode se alterar. A angulação destes bicos na barra aplicadora vai ser determinante na configuração final do DMV da gota formada.
Condições climáticas:
Temperatura máxima: 28°C
Umidade relativa mínima: 55%
Velocidade do vento máx.: 10 km/h (3 m/s)
Em caso de dúvidas ou mudança de aeronave, realizar testes de campo com papel sensível, ou consultar empresa aplicadora.
O produto, na quantidade pré−determinada, deve ser despejado diretamente no tanque do pulverizador, contendo ¼ do volume d’água e o sistema de agitação ligado. Em seguida, completar o volume do tanque com o restante de água.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Sigas as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos esses fatores quando da decisão de aplicar.
Para doses superiores a 1.800 gramas de ingrediente ativo/ha (3,75 litros do produto comercial/ha), é obrigatório utilizar tecnologia de redução de deriva de 50% nas aplicações costal, e tratorizada, sendo necessário consultar um engenheiro agrônomo e o catálogo do fabricante de pontas de pulverização.
A melhor estratégia de gerenciamento da deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (0,15 a 0,20 mm). A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura podem afetar o gerenciamento da deriva e
cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais
desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade, e inversão térmica.
Tipo de bico: Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada, para a maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
fumaça originária de uma fonte no solo. No entanto, se não houver neblina, as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento de fumaça originária de uma fonte do solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Deve-se procurar aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h, temperaturas superiores a 30°C e umidade relativa inferior a 50%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Em aplicações com qualquer tipo de equipamento, observar as condições climáticas recomendadas, considerando que a umidade relativa do ar é o fator mais importante, já que determina uma maior ou menor evaporação.
Cultura | Intervalo de segurança |
Algodão | (1) |
Arroz | (2) |
Aveia-preta | 4 dias |
Azevém | 4 dias |
Banana | 30 dias |
Café | 15 dias |
Cana-de-açúcar | (2) |
Citros | 30 dias |
Coco | 15 dias |
Eucalipto | U.N.A. |
Fumo | U.N.A. |
Maçã | 15 dias |
Mamão | 3 dias |
Milho | (3) |
Soja | (4) |
Soja (dessecação) | 7 dias |
Trigo | (2) |
Uva | 17 dias |
U.N.A.: Uso não alimentar.
O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do algodão geneticamente modificado, que expressa tolerância ao glifosato, é de 130 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar neste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
Fitotoxicidade:
Durante a aplicação em jato dirigido, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes das plantas úteis. RANDELL 648 SL não danifica as plantas com caules suberizados, caso os atinja.
A aplicação na modalidade de pré-colheita nas culturas de soja, aveia-preta e azevém, realizada em período diferente do recomendado poderá ocasionar severos danos às culturas com consequente perda de produção.
O herbicida RANDELL 648 SL não deve ser utilizado em área total em pós-emergência das culturas indicadas, exceto quando aplicado na modalidade de uso na pré-colheita da soja para dessecação e nas forrageiras aveia-preta e azevém para silagem e na cultura do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato.
Observar atentamente ao realizar as aplicações, para que não ocorra qualquer deriva para culturas vizinhas.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
Recomendado para o controle em pós-emergência de plantas infestantes nas seguintes situações:
Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes), em sistema de plantio direto ou convencional nas culturas de algodão, arroz irrigado, cana-de-açúcar, milho e soja.
Aplicação em jato dirigido sobre as plantas infestantes, nas culturas de café e citros.
Aplicação para erradicação de soqueira na cultura da cana-de-açúcar.
Aplicação em área total em pós-emergência da soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional.
FOLHA ESTREITA
Nome Científico | Nome Comum | Doses (Produto Comercial) | |
L/ha* | L/100 L água** | ||
Brachiaria decumbens | Capim-brachiária | 3 a 5 | 1,5 a 2,5 |
Brachiaria plantaginea | Capim-marmelada | 1 a 2 | 0,5 a 1,0 |
Cenchrus echinatus | Capim-carrapicho | 2 a 3 | 1,0 a 1,5 |
Digitaria ciliaris | Capim-colchão | 2 a 3 | 1,0 a 1,5 |
Digitaria horizontalis | Capim-colchão | 2 a 4 | 1,0 a 2,0 |
Digitaria insularis | Capim-amargoso | 3 a 5 | 1,5 a 2,5 |
Echinochloa colona | Capim-jaú | 1 a 3 | 0,5 a 1,5 |
Eleusine indica | Capim-pé-de-galinha | 2 a 5 | 1,0 a 2,5 |
Oryza sativa | Arroz-vermelho | 2 a 4 | 1,0 a 2,0 |
Panicum maximum | Capim-colonião | 5 a 6 | 2,5 a 3,0 |
Saccharum officinarum | Cana-de-açúcar | 5 a 6 | 2,5 a 3,0 |
Sorghum halepense | Capim-massambará | 4 a 6 | 2,0 a 3,0 |
FOLHA LARGA | |||
Nome Científico | Nome Comum | Doses (Produto Comercial) | |
L/ha* | L/100 L água** | ||
Aeschynomene denticulata | Angiquinho | 2 a 3 | 1,0 a 1,5 |
Alternanthera tenella | Apaga-fogo | 1 a 2 | 0,5 a 1,0 |
Amaranthus viridis | Caruru-de-mancha | 1 a 2 | 0,5 a 1,0 |
Bidens pilosa | Picão-preto | 2 a 3 | 1,0 a 1,5 |
Conyza bonariensis | Rabo-de-foguete | 3 a 4 | 1,5 a 2,0 |
Euphorbia heterophylla | Amendoim-bravo | 3 a 6 | 1,5 a 3,0 |
Galinsoga parviflora | Picão-branco | 1 a 2 | 0,5 a 1,0 |
Leonorus sibiricus | Rubim | 2 a 3 | 1,0 a 1,5 |
Parthenium hysterophorus | Losna-branca | 3 a 4 | 1,5 a 2,0 |
Portulaca oleracea | Beldroega | 4 a 6 | 2,0 a 3,0 |
Richardia brasiliensis | Poaia-branca | 5 a 6 | 2,5 a 3,0 |
Sida glaziovii | Guanxuma-branca | 3 a 5 | 1,5 a 2,5 |
Sida rhombifolia | Guanxuma | 5 a 6 | 2,5 a 3,0 |
*Dependente do estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
** As doses em g/100 L d’água referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 200 L/ha com bico de 110.01. Qualquer dúvida, utilizar os valores em litros/hectare.
FOLHA LARGA | |||||
Nome Científico | Nome Comum | Doses (Produto Comercial) | Estádio de Crescimento da Planta Infestante | Época DAE (em relação à cultura)*** | |
Dose L/ha* | Dose L / 100 L água** | ||||
Alternanthera tenella | Apaga-fogo | 1,75 a 2,75 | 0,875 a 1,375 | Até 6 folhas Cerca de 10 cm de altura | Cerca de 25 dias Estádio da soja: V3 |
Euphorbia heterophylla | Amendoim-bravo | 2,5 a 2,75 | 1,250 a 1,375 | ||
Raphanus raphanistrum | Nabo-bravo | 1,75 a 2,75 | 0,875 a 1,375 | ||
* Dependente do estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para as plantas em pós-emergência precoce e as maiores doses para o maior estádio de crescimento indicado na tabela.
** As doses em g/100 L d’água referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 200 L/ha com bico de 110.01. Qualquer dúvida, utilizar os valores em litros/hectare.
*** DAE = Dias após a emergência da cultura.
O controle das plantas infestantes indicadas no pré-plantio das culturas anuais constantes no item Instruções de Uso é importante para o adequado controle das plantas infestantes após o plantio das culturas, de forma que estas se desenvolvam livres de mato-competição.
O produto ROUNDUP ORIGINAL DI deve ser aplicado sobre as plantas infestantes a serem controladas, já germinadas, quando estiverem em boas condições de desenvolvimento e sem efeito de estresse hídrico (falta ou excesso de água).
O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais.
A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4º e o 10º dia após a aplicação.
O produto ROUNDUP ORIGINAL DI não tem ação residual sobre sementes existentes no solo.
Para eliminação da soqueira da cana-de-açúcar recomenda-se a aplicação de 5,0 a 6,0 L p.c./ha. Esta aplicação deve ser feita quando a altura média das folhas estiver entre 0,6 e 1,0 m, medidas a partir do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira. Aplicação em área total em pós-emergência da soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato:
A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência da soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato é ao redor de 25 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Café | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Citros | Brachiaria brizantha | braquiarão, braquiária-brizanta, braquiária-do-alto | Ver detalhes |
| Milho | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Soja | Digitaria ciliaris | capim-colchão (3), capim-da-roça (2), capim-tinga | Ver detalhes |
| Soja OGM | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
Diluir a dose de ROUNDUP ORIGINAL DI indicada para cada situação em água e pulverizar sobre as espécies de plantas infestantes a serem controladas: em jato dirigido no caso das culturas de café e citros; em área total nas aplicações de pré-plantio (plantio direto) nas culturas de algodão, arroz irrigado, milho e soja e para erradicação da soqueira de cana-de-açúcar e em pós-emergência
da soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato. A aplicação poderá ser feita utilizando-se equipamentos aéreos ou terrestres.
A aplicação deve ser feita com pulverizadores de barra, com bicos adequados à aplicação de herbicidas, com pressão entre 20 a 40 Lb/pol2, utilizando-se um volume de calda de 120 L/ha para as culturas de algodão, milho e soja geneticamente modificada, e de 120 a 200 L/ha para as culturas de arroz irrigado, café, cana-de-açúcar e citros. Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura da área foliar. A altura da barra deve seguir as recomendações do fabricante de barras de pulverizadores.
Barra com bicos para aeronaves de asa fixa - Ipanema de qualquer modelo. Volume de calda de 20 a 40 L/ha, altura de voo de 3 a 5 m acima do topo da cultura, com faixa de deposição com 15 m de largura e tamanho de gotas entre 200 a 600 micras. Densidade mínima de gotas de 20 a 40 gotas/cm2.
Bicos de pulverização - bicos de jato cônico ou leque que permitam uma vazão ao redor de 20 a 40 L/ha de calda (D10-45, D7-46, 80-10, 80-15) e produzam gotas com DMV (diâmetros medianos volumétricos) para as condições de aplicação e regulagem entre 200 a 600 micras com uma deposição mínima ideal de 20 gotas/cm2 sem escoamento na folha.
Em aviões tipo Ipanema, usa-se de 37 a 42 bicos na asa, sendo que normalmente para se evitar problemas de vórtices de ponta de asa, fecha-se ao redor de 3 bicos em cada raiz de asa e 2 bicos na barriga no pé direito e 1 no pé esquerdo. Dependendo da altura de voo, da aeronave, do tipo de asa e posição de barra esta configuração pode ser alterada. A angulação destes bicos na barra aplicadora vai ser determinante na configuração final do DMV da gota formada.
Temperatura máxima: 28° C Umidade relativa mínima: 55%
Velocidade do vento máx.: 10 km/h (3 m/s)
Em caso de dúvidas ou mudança de aeronave, realizar testes de campo com papel sensível, ou consultar empresa aplicadora ou o departamento técnico da MONSANTO DO BRASIL LTDA.
Aplica-se ROUNDUP ORIGINAL DI em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas de mato, tomando-se o necessário cuidado para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folha, ramos ou caule jovem). No caso de soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato, seguir as recomendações de aplicação indicadas.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e às condições climáticas (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador. Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
Especial atenção deve ser tomada em relação ao fenômeno conhecido por inversão térmica. Não proceda aplicação com inversão térmica.
Algodão (1)
Arroz (1)
Café 15 dias
Cana-de-açúcar (1)
Citros 30 dias
Milho (1)
Soja (2)
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa tolerância ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para uso durante a aplicação.
Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas, nas entrelinhas das culturas de: café, cana-de-açúcar, citros, eucalipto, pinus (Ver quadro 1 e 2) e ameixa, banana, cacau, coco, dendê, pupunha, maçã, mamão, abacaxi, nectarina, pêssego, pêra e uva (Ver quadro 3).
Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou cultivo mínimo para as culturas de: algodão, arroz irrigado, cana-de- açúcar, milho, milheto, sorgo, soja, trigo, aveia, centeio, cevada e triticale (Ver quadro 4) e arroz sequeiro, aveia-preta, feijão, amendoim, feijões e mandioca (Ver quadro 5).
Aplicação em área total, em pós-emergência das plantas daninhas e em pós-emergência das culturas: algodão, milho e soja geneticamente tolerantes ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional (Ver quadro 6, 7 e 8).
Aplicação em área total para a dessecação da aveia-preta quando cultivada como forrageira para silagem ou como cultura de cobertura (Ver quadro 9).
Aplicação em área total como maturador, na fase de maturação dos colmos da cana-de-açúcar
(Ver quadro 10).
Aplicação em área total para erradicação de soqueira da cultura da cana-de-açúcar (Ver quadro 11).
Aplicação em área total para erradicação de pastagens, visando facilitar o preparo de solo realizado durante o processo de renovação das pastagens (Ver quadro 12).
Produto comercial: ROUNDUP ORIGINAL® MAIS corresponde a 577 g/L do sal de di-amônio de glifosato ou 480 g/L do equivalente ácido de glifosato.
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamentos de Aplicação e Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||
CANA-DE- AÇÚCAR CITROS EUCALIPTO PINUS | FOLHAS ESTREITAS | Citros: 3 (três) aplicações. Cana-de- açúcar: 1 (uma) aplicação Eucalipto e Pinus: 1 (uma) aplicação. | Equipamentos: Terrestres em jato-dirigido Volume de calda: Terrestre: 100 - 200 | Cana-de- açúcar: Não Determinado Citros: 30 Eucalipto e Pinus: U.N.A. | ||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 1,0 – 2,0 | ||||
Capim- carrapicho | Cenchrus equinatus | |||||
Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | |||||
Capim-arroz | Echinochloa colonum | 1,0 – 3,0 | ||||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | 2,0 – 4,5 | ||||
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica* | |||||
Capim- colonião | Panicum maximum | |||||
Capim- braquiária | Urochloa decumbens | 3,0 – 4,5 | ||||
Capim- branco | Chloris polydactyla | |||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis* | |||||
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli* | |||||
Arroz- vermelho | Oryza sativa | |||||
Braquiarão | Brachiaria brizantha | 4,5 | ||||
FOLHAS LARGAS | ||||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 – 2,0 | ||||
Caruru-de- macha | Amaranthus viridis | |||||
Caruru- rasteiro | Amaranthus deflexus | 1,0 – 3,0 | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 - 4,5 | ||||
Erva-de- Santa-Luzia | Chamaesyce hirta | 2,0 – 3,0 | ||||
Maria-preta | Solanum americanum | |||||
Poaia- branca | Richardia brasiliensis | 2,0 – 4,0 | ||||
Caruru- branco | Amaranthus hybridus* | 2,0 – 4,5 | ||||
Tiririca | Cyperus rotundus | |||||
Losna- branca | Parthenium hysterophorus | |||||
Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | |||||
Corda-de- viola | Ipomoea grandifolia | 3,0 – 4,0 | ||||
Amendoim bravo ou leiteiro | Euphorbia heterophylla* | 3,0 – 4,5 | ||||
Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | |||||
Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | |||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||
Guanxuma | Sida cordifolia | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 4,5 | ||||
Junquinho | Cyperus ferax | |||||
Corda-de- viola | Ipomoea purpúrea | |||||
Erva-de- touro | Tridax procumbens | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas nas entrelinhas das culturas. Durante a aplicação, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes das plantas úteis. U.N.A. = Uso não alimentar * Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. | ||||||
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamentos de Aplicação e Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||
FOLHAS ESTREITAS | Equipamentos: Terrestres em jato-dirigido Volume de calda: Terrestre: 100 - 200 | |||||
Capim- | Brachiaria | |||||
marmelada | plantaginea | |||||
Capim- carrapicho | Cenchrus equinatus | 1,0 – 2,0 | ||||
Capim- | Digitaria | |||||
colchão | sanguinalis | |||||
CAFÉ | Capim-arroz | Echinochloa colonum | 1,0 – 3,0 | 3 (três) aplicações. | 15 | |
Capim- | Digitaria | |||||
colchão | horizontalis | |||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica* | 2,0 – 3,0 | ||||
Capim- | Panicum maximum | |||||
colonião | ||||||
Capim- | Urochloa | 3,0 | ||||
braquiária | decumbens | |||||
Capim- branco | Chloris polydactyla | |||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis* | |||||
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli* | |||||
Arroz- vermelho | Oryza sativa | |||||
Braquiarão | Brachiaria brizantha | |||||
FOLHAS LARGAS | ||||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 – 2,0 | ||||
Caruru-de- macha | Amaranthus viridis | |||||
Caruru- rasteiro | Amaranthus deflexus | 1,0 – 3,0 | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||||
Erva-de- Santa-Luzia | Chamaesyce hirta | 2,0 – 3,0 | ||||
Maria-preta | Solanum americanum | |||||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | |||||
Caruru- branco | Amaranthus hybridus* | |||||
Tiririca | Cyperus rotundus | |||||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | |||||
Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | |||||
Corda-de- viola | Ipomoea grandifolia | 3,0 | ||||
Amendoim bravo ou leiteiro | Euphorbia heterophylla* | |||||
Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | |||||
Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | |||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||
Guanxuma | Sida cordifolia | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | |||||
Corda-de- viola | Ipomoea purpúrea | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas na entrelinha da cultura. Recomenda-se aplicações sequenciais com o intervalo mínimo de 45 dias entre cada pulverização. Durante a aplicação, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes das plantas úteis. * Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. | ||||||
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamentos e Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||
FOLHAS ESTREITAS | Ameixa, Banana, Maçã, Mamão, Abacaxi, Nectarina, Pêssego, Pera e Uva: 2 (duas) aplicações durante o ano. Cacau, Coco, Dendê e Pupunha: 3 (três) aplicações durante o ano | Equipamentos Terrestres em jato dirigido Volume de calda Terrestre: 100 - 200 | Ameixa: 17 Banana: 30 Cacau: 30 Coco: 15 Dendê:15 Pupunha:15 Maçã:15 Mamão: 3 Abacaxi: 3 Nectarina: 30 Pêra: 15 Pêssego: 30 Uva: 17 | |||
Capim- | Cenchrus | 1,0 – 2,0 | ||||
carrapicho | echinatus | |||||
Capim- | Urochloa | |||||
braquiária | decumbens | |||||
AMEIXA | Capim- colchão | Digitaria horizontalis | 2,0 - 4,0 | |||
BANANA | Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica* | ||||
CACAU | Capim- amargoso | Digitaria insularis* | 3,0 – 4,0 | |||
COCO | FOLHAS LARGAS | |||||
DENDÊ | Caruru-de- | Amaranthus viridis | 1,0 – 2,0 | |||
PUPUNHA | mancha | |||||
MAÇÃ | Picão preto | Bidens pilosa | 1,0 – 3,0 | |||
2,0 – 4,0 | ||||||
MAMÃO ABACAXI | Caruru- branco | Amaranthus hybridus* | ||||
NECTARINA | Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
PÊSSEGO | Poaia-branca | Richardia brasiliensis | ||||
PERA UVA | Corda-de- viola | Ipomoea grandifolia | 3,0 – 4,0 | |||
Leiteiro | Euphorbia | |||||
heterophylla* | ||||||
Erva-de- Santa-Luzia | Euphorbia hirta | 2,0 - 3,0 | ||||
Trapoeraba | Commelina | 4,0 | ||||
benghalensis | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas nas entrelinhas das culturas. Durante a aplicação, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes das plantas úteis. * Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. | ||||||
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamentos de Aplicação e Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||
FOLHAS ESTREITAS | Algodão, arroz irrigado, milho, milheto, sorgo, trigo, aveia, centeio, cevada e triticale: 1 (uma) aplicação Cana-de- açúcar: 1 (uma) aplicação Soja: 1 (uma) aplicação ou aplicação sequencial sem ultrapassar a dose máxima recomendada | Equipamentos: Terrestres e aéreos Volume de calda: Terrestre: 100 - 200 Aérea: 20 - 40 | ||||
Capim- | Brachiaria | |||||
marmelada | plantaginea | |||||
Capim- carrapicho | Cenchrus equinatus | 1,0 – 2,0 | ||||
Capim- | Digitaria | |||||
colchão | sanguinalis | |||||
Capim- | Echinochloa | 1,0 – 3,0 | ||||
arroz | colonum | |||||
Capim- | Digitaria | |||||
colchão | horizontalis | |||||
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica* | 2,0 – 4,5 | ||||
Capim- | Panicum | |||||
colonião | maximum | |||||
ALGODÃO | Capim- braquiária | Urochloa decumbens | ||||
ARROZ IRRIGADO CANA-DE- | Capim- branco | Chloris polydactyla | 3,0 – 4,5 | |||
Capim- amargoso | Digitaria insularis* | |||||
AÇÚCAR | Capim- arroz | Echinochloa crusgalli* | Intervalo de segurança | |||
MILHO | Arroz- | Oryza sativa | não | |||
MILHETO | vermelho | determinado | ||||
SORGO | Braquiarão | Brachiaria brizantha | 4,5 | devido à modalidade | ||
SOJA | FOLHAS LARGAS | de emprego. | ||||
TRIGO AVEIA CENTEIO CEVADA TRITICALE | Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 – 2,0 | |||
Caruru-de- macha | Amaranthus viridis | |||||
Caruru- rasteiro | Amaranthus deflexus | 1,0 – 3,0 | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 - 4,5 | ||||
Erva-de- Santa- Luzia | Chamaesyce hirta | 2,0 – 3,0 | ||||
Maria-preta | Solanum | |||||
americanum | ||||||
Caruru- | Amaranthus | |||||
branco | hybridus* | |||||
Tiririca | Cyperus rotundus | |||||
Losna- | Parthenium | 2,0 – 4,5 | ||||
branca | hysterophorus | |||||
Nabo ou | Raphanus sativus | |||||
Nabiça | ||||||
Amendoim | Euphorbia | 3,0 – 4,5 | ||||
bravo ou | heterophylla* | |||||
leiteiro | ||||||
Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | |||||
Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | |||||
Beldroega | Portulaca oleracea | |||||
Guanxuma | Sida cordifolia | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 4,5 | ||||
Junquinho | Cyperus ferax | |||||
Corda-de- viola | Ipomoea purpurea | |||||
Erva-de- touro | Tridax procumbens | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas. Quando aplicado conforme recomendação controlará as plantas daninhas em uma única aplicação. Entretanto, pode ser efetuada aplicação sequencial. Neste caso, utilizar a maior dose na primeira aplicação observando que o somatório das doses não ultrapasse a dose máxima recomendada. * Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. | ||||||
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamentos e Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||
ARROZ SEQUEIRO AVEIA- PRETA FEIJÃO AMENDOIM FEIJÕES MANDIOCA | FOLHAS ESTREITAS | 1 (uma) aplicação | Equipamentos: Terrestres e aéreos Volume de calda: Terrestre: 100 - 200 Aérea: 20 - 40 | Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. | ||
Capim- carrapicho | Cenchrus equinatus | 1,0 – 4,0 | ||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | |||||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | 2,0 – 3,0 | ||||
Capim-pé-de- galinha | Echinochloa crusgalli* | |||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica* | |||||
FOLHAS LARGAS | ||||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 -3,0 | ||||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2,0 – 4,0 | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||
Corda-de- viola | Ipomoea purpurea | |||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla* | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: | ||||||
Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou de cultivo mínimo.
*Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”.
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamentos e Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||
ALGODÃO GENETICAMENTE MODIFICADO | FOLHAS ESTREITAS | 2 (duas) aplicações | Equipamentos Terrestres e aéreos Volume de calda Terrestre: 100 - 200 Aérea: 20 - 40 | 130 | ||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | 2,0 – 3,0 | ||||
Capim- colchão | Digitaria ciliaris | |||||
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica* | |||||
Capim- braquiária | Urochloa decumbens | 3,0 | ||||
FOLHAS LARGAS | ||||||
Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 1,0 – 2,0 | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2,0 – 3,0 | ||||
Caruru- branco | Amaranthus hybridus* | 2,0 - 3,0 | ||||
Nabiça | Raphanus raphanistrum | |||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla* | 3,0 | ||||
Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | |||||
Fedegoso | Senna obtusifolia | |||||
Fedegoso | Senna occidentalis | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total em pós-emergência do algodão geneticamente modificado e pós-emergência das plantas daninhas. A melhor época para controle das plantas daninhas é quando as plantas daninhas se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. É fundamental nesta operação observar que as plantas daninhas estejam recebendo uma boa cobertura, sem qualquer “efeito guarda-chuva” que possa reduzir a ação do produto. Uma aplicação será suficiente para o controle de plantas daninhas, porém, em áreas com alta infestação, poderá ocorrer um segundo fluxo de germinação, sendo necessária uma aplicação adicional, a qual deverá ser feita levando-se em conta o período de mato competição para a cultura, bem como os intervalos de segurança para a cultura do algodão. *Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. | ||||||
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamentos e Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||
MILHO GENETICAMENTE MODIFICADO | FOLHAS ESTREITAS | 2 (duas) aplicações | Equipamentos Terrestres e aéreos Volume de calda Terrestre: 100 - 200 Aérea: 20 - 40 | 60 | ||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | 2,0 – 3,0 | ||||
Capim- colchão | Digitaria ciliaris | |||||
Capim- braquiária | Urochloa decumbens | 3,0 | ||||
FOLHAS LARGAS | ||||||
Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 2,0 -3,0 | ||||
Picão- preto | Bidens pilosa | |||||
Caruru- branco | Amaranthus hybridus* | |||||
Nabiça | Raphanus Raphanistrum | |||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla* | 3,0 | ||||
Corda-de- viola | Ipomoea hederifolia | |||||
Fedegoso | Senna obtusifolia | |||||
Fedegoso | Senna occidentalis | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total em pós-emergência do milho geneticamente modificado e em pós-emergência das plantas daninhas. Em áreas de baixa a média infestação recomenda-se uma aplicação única quando o milho estiver até no máximo com 5 folhas verdadeiras (V5). Em áreas de alta infestação e/ou germinação desuniforme das plantas daninhas recomenda-se realizar aplicação sequencial (duas aplicações), sendo a primeira aplicação com o milho até 2 folhas verdadeiras (V2), e a segunda aplicação na dose recomendada acima, com intervalo de aproximadamente 15 dias após a primeira aplicação. *Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. | ||||||
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||
SOJA GENETICAMENTE MODIFICADA | FOLHAS ESTREITAS | 1 (uma) aplicação | Equipamentos Terrestres e aéreos | 56 | ||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,0 | ||||
Capim- | Digitaria | |||||
colchão | horizontalis | Volume de calda Terrestre: 100 - 200 Aérea: 20 - 40 | ||||
Capim- arroz | Echonochloa colonum | |||||
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica* | 2,0 | ||||
FOLHAS LARGAS | ||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 3,5 | ||||
Corda-de- viola | Ipomoea grandifolia | 3,0 | ||||
Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | 2,0 | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 1,0 | ||||
FOLHAS ESTREITAS | aplicação sequencial sem ultrapassar a dose máxima recomendada. | |||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,5 / 1,0 | ||||
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | |||||
Capim- arroz | Echinochloa colonum | |||||
Capim-pé- de-galinha | Eleusine indica* | |||||
FOLHAS LARGAS | ||||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 1,5 / 1,5 | ||||
Corda-de- viola | Ipomoea grandifolia | 1,5 / 1,0 | ||||
Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | |||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total em pós-emergência da soja geneticamente modificada e das plantas daninhas. A melhor época para controle das plantas daninhas é quando se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. No caso de aplicação única o momento ideal é em torno dos 25 dias após o plantio ou em duas aplicações sendo a 1ª aos 15 - 20 dias após o plantio e a 2ª aos 15 - 20 dias após a primeira aplicação, e não aplicar no estágio reprodutivo da cultura. É fundamental nessa operação observar que as plantas daninhas estejam recebendo uma boa cobertura da calda, e que não haja qualquer “efeito guarda-chuva” que possa reduzir a ação do produto. As doses separadas por “/” referem-se à aplicação sequencial ou duas aplicações. Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”. | ||||||
Cultura | Finalidade de Uso | Dose Produto Comercial (L/ha | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) Equipamento de Aplicação | Intervalo de segurança (dias) |
Equipamentos | |||||
Terrestres e aéreos | |||||
AVEIA-PRETA (Avena strigosa) | Dessecação | 0,5 -1,0 | 1 (uma) aplicação | Volume de calda Terrestre: 100 - 200 | 4 |
Aérea: | |||||
20 - 40 | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para a dessecação da aveia-preta, visando a elevação do teor de matéria seca, para a produção de silagem pré secada, utilizar a dose de 0,5 L/ha. A aplicação deve ser realizada de 4 a 5 dias antes da colheita. A cultura deve estar no período de enchimento dos grãos, no estádio de grão leitoso. Para a dessecação da aveia-preta quando cultivada como cultura de cobertura, a aplicação pode ser realizada em qualquer fase do desenvolvimento da cultura. Para este objetivo utilizar a dose de 1,0 L/ha. | |||||
Cultura | Finalidade de Uso | Dose Produto Comercial (L/ha | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) Equipamento de Aplicação | Intervalo de segurança (dias) |
Equipamentos Aéreos | |||||
CANA-DE- AÇÚCAR | Maturação | 0,3 – 0,45 | 1 (uma) aplicação | Volume de calda | 30 |
Aérea: 20 - 40 | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Pode ser utilizado como maturador em cana-de-açúcar, em qualquer época de safra com os seguintes direcionamentos: Início da safra: visando antecipar ou acelerar a maturação, devido a condições pouco favoráveis de maturação natural. Meio da safra: com o objetivo de maximizar a qualidade da matéria-prima. Final da safra: com o objetivo mínimo de manter um bom nível de maturação, evitando a queda natural que ocorre com o início das chuvas. O período entre aplicação e colheita: em geral, melhorias consistentes nos parâmetros tecnológicos da cana-de- açúcar são obtidas com a realização da colheita entre 6 a 8 semanas após a aplicação do produto. | |||||
Cultura | Finalidade de Uso | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) |
CANA-DE- AÇÚCAR | Controle da Soqueira | 3,0 – 4,5 | 1 (uma) aplicação | Equipamentos Terrestres e aéreos Volume de calda Terrestre: 100 - 200 Aérea: 20 - 40 | Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicação em área total para erradicação da soqueira da cultura da cana-de-açúcar. Esta aplicação deverá ser realizada quando a folha bandeira (última folha totalmente estendida da soqueira) estiver com altura média entre 0,6 m e 1,0 m em relação ao solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes de se observar a formação de colmos na soqueira. | |||||
Cultura | Plantas Daninhas | Dose Produto Comercial (L/ha) | N° máximo de aplicações | Equipamentos e Volume de calda (L/ha) | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||
PASTAGEM | Capim- braquiária | Urochloa decumbens | 3,0 - 4,0 | 1 (uma) aplicação | Equipamentos Terrestres e aéreos Volume de calda Terrestre: 100 - 200 Aérea: 20 - 40 | U.N.A. |
Braquiarão | Brachiaria brizantha | |||||
Capim- colonião | Panicum maximum | |||||
Grama-seda | Cynodon dactylon | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Esta modalidade de aplicação (área total) é destinada à eliminação da vegetação em áreas de pastagem que apresentam baixo potencial produtivo ou que se encontram degradadas, visando facilitar as operações de preparo de solo necessárias para a instalação de uma nova pastagem ou uma nova cultura. | ||||||
No caso de áreas com infestação diversificada, a dose a ser aplicada deverá ser definida em função da planta infestante de mais difícil controle presente na área e que apresente infestação significativa.
Dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento e maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
O melhor período para controlar as espécies de plantas daninhas perenes é próximo ao início da floração. Para as plantas daninhas anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais.
A eficiência do produto pode ser visualizada entre o 7º e 14° dia após a aplicação, dependendo da planta daninha (anual ou perene) e de seu estádio de desenvolvimento.
A seletividade para as culturas convencionais é obtida através das modalidades de aplicação, ou seja, antes do plantio das culturas anuais ou perenes, no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo ou através da aplicação dirigida ou protegida, nas entrelinhas das culturas perenes.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Ver detalhes | ||
| Algodão | Malvastrum coromandelianum | guanxuma (1), guaxima (2), malvastro | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Urochloa decumbens | Capim-Braquiária | Ver detalhes |
| Ameixa | Ver detalhes | ||
| Amendoim | Ver detalhes | ||
| Arroz irrigado | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
| Aveia | Ver detalhes | ||
| Aveia preta | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Cacau | Ver detalhes | ||
| Café | Richardia brasiliensis | poaia, poaia-branca, poaia-do-campo (2) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Centeio | Ver detalhes | ||
| Cevada | Ver detalhes | ||
| Citros | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
| Coco | Ver detalhes | ||
| Dendê | Ver detalhes | ||
| Eucalipto | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Feijão | Ver detalhes | ||
| Mamão | Ver detalhes | ||
| Mandioca | Ver detalhes | ||
| Milheto | Ver detalhes | ||
| Milho | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
| Milho OGM | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Nectarina | Ver detalhes | ||
| Pastagens | Urochloa decumbens | Capim-Braquiária | Ver detalhes |
| Pera | Ver detalhes | ||
| Pessego | Ver detalhes | ||
| Pupunha | Ver detalhes | ||
| Soja | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Soja OGM | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Sorgo | Ver detalhes | ||
| Trigo | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Triticale | Ver detalhes | ||
| Uva | Ver detalhes |
As recomendações a seguir relacionadas são importantes para uma correta aplicação e para se obter os efeitos desejados.
Ao aplicar o produto, siga sempre as recomendações da bula garantindo uma boa cobertura da pulverização sobre o alvo desejado, evitando a sobreposição das faixas de aplicação. Proceda a regulagem do equipamento de aplicação terrestre ou aéreo para assegurar uma distribuição uniforme na dose correta sobre o alvo desejado.
Certifique-se de que o tanque do equipamento de pulverização esteja limpo (isento de resíduos) antes de iniciar a operação.
No caso de pulverizador tratorizado ligue o sistema de agitação do tanque e adicione a quantidade recomendada de produto. Ou, no caso de pulverizador costal, agite a água manualmente.
Com o agitador ligado, complete o volume do tanque com água mantendo a mangueira, assim como o sistema de retorno, submersos no líquido.
Mantenha a calda sob constante agitação durante a pulverização.
Não deixe a calda de agroquímicos preparada de um dia para outro, a aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
APLICAÇÃO TERRESTRE
Utilizar equipamento de pulverização tratorizado provido de barras apropriadas ou pulverização costal. Seguir as recomendações e restrições gerais.
Recomenda-se o volume de calda de aplicação entre 100 a 200 L/ha.
A barra pulverizadora deverá estar posicionada a 50 cm de altura do alvo a ser atingido. Menores alturas poderão ser utilizadas no caso de espaçamento entre bicos menores que 50,0 cm. Quanto menor a distância entre a altura da barra e o alvo a ser atingido, menor a exposição das gotas e menor o impacto na aplicação pelas condições ambientais, como a evaporação e transporte pelo vento (deriva). Recomenda-se o uso de controladores automáticos de altura da barra para manter a altura ideal da ponta em relação ao alvo.
Recomenda-se a aplicação do produto quando a velocidade do vento não ultrapassar 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação minimizando desta forma o efeito de deriva.
Selecione uma velocidade adequada às condições do terreno, equipamento e cultura, observando o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. As aplicações efetuadas em velocidades mais baixas, geralmente resultam em uma melhor cobertura e deposição do produto na área alvo e menor risco de deriva. Não aplique com velocidades superiores a 25 km/h.
A pressão de trabalho deverá ser selecionada considerando o volume de calda da aplicação e o tamanho de gotas desejado. Em caso de dúvida consulte a recomendação do fabricante da ponta (bico). Observar sempre a recomendação do fabricante da ponta (bico) e trabalhar dentro da faixa de pressão recomendada, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gotas. Lembre-se que maiores pressões levam a menores tamanhos de gotas, podendo favorecer a deriva.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota grossa a muito grossa, direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
APLICAÇÃO AÉREA
Recomenda-se para aplicação com equipamentos aéreos de pulverização, aeronaves providas com barra e pontas (bicos) apropriadas. A aplicação deve ser realizada apenas por empresas especializadas, sob orientação de um engenheiro agrônomo. Seguir as recomendações e restrições gerais.
Recomenda-se o volume de calda de aplicação entre 20 a 40 L/ha.
Recomenda-se altura de voo de 3 a 5 m acima do topo da cultura, com faixa de deposição adequada ao tipo de aeronave empregada. O aumento da altura de voo eleva o risco potencial de deriva.
Especial atenção deve ser dada aos efeitos de vórtices que também podem causar deriva ocasionada principalmente pelo posicionamento incorreto dos bicos em relação às asas da aeronave.
Recomenda-se a aplicação do produto quando a velocidade do vento não ultrapassar 10 km/h.
Aplique apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco da evaporação da calda de pulverização, reduzindo o tamanho de gota e aumentando o potencial de deriva. Evite pulverizar durante condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 55 %) e altas temperaturas (maiores que 30o C). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e às condições climáticas (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador. Para se evitar a deriva aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
Especial atenção deve ser tomada em relação ao fenômeno conhecido por inversão térmica. Não proceda aplicação com inversão térmica.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após aplicação pode afetar o desempenho do produto. Este intervalo de tempo é o mínimo necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta alvo em condições adequadas de desenvolvimento. Evite aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho. Sob risco de chuva, suspenda a aplicação.
Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação).
Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para uso durante a aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
SAPEK MAX é um herbicida de ação não sistêmica, pós-emergente, seletivo condicional (seletivo para algodão e milho geneticamente modificados, tolerantes ao glufosinato de amônio, e não seletivo para as demais variedades e híbridos de algodão e milho convencionais) indicado para o controle de plantas infestantes nas seguintes situações:
Aplicação em área total em pré-plantio (dessecação) das culturas de: aveia, centeio, cevada, soja, trigo e triticale.
Aplicação em pós-emergência (da planta infestante e da cultura) na forma de jato dirigido para as culturas de: açaí, alface, algodão, banana, café, cana-de-açúcar, citros, coco, castanha- do-pará, dendê, duboisia, eucalipto, macadâmia, maçã, milho, nectarina, noz-pecã, pêssego, pinhão, pupunha, repolho e uva.
Aplicação em área total para dessecação da cultura em pré-colheita nas culturas de batata, feijão e soja.
Aplicação em pós-emergência em área total nas culturas de algodão geneticamente modificado, milho geneticamente modficado e soja geneticamente modificada.
Aplicação em pós-plantio e pré-emergência da cultura da batata na fase de “cracking timing” (rachamento do solo antes da emergência da cultura).
Culturas | Alvos | Dose p.c.* g/ha | Volume de calda (L/Ha) | Nº máx de aplicações |
AÇAÍ | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 455 | Terrestre 350 | 1 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | ||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | ||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | ||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | ||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | ||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | ||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | ||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | ||||
Intervalo e Época de aplicação: Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim- bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. | ||||
ALFACE | Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 341 | Terrestre 100 a 300 | 1 |
Erva-de-bicho (Polygonum aviculare) | ||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | ||||
Erva-de-passarinho (Stellaria media) | ||||
Solvia (Soliva anthemifolia) | 455 | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | ||||
Intervalo e Época de aplicação: Aplicar em jato dirigido em pós-emergência das plantas infestantes, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas infestantes estiverem com 2 a 4 folhas. Efetuar uma única aplicação por ciclo da cultura. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | ||||
Culturas | Alvos | Dose p.c.* g/ha | Volume de calda (L/Ha) | Nº máx de aplicações |
ALGODÃO | Capim-pé-de-galinha(Eleusine indica) | 455 | Terrestre 100 a 300 | 1 |
Caruru (Amaranthus viridis) | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Capim-massambará (Sorghum halepense) | ||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | ||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | ||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | ||||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | ||||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | ||||
Fedegosa (Chenopodium album) | ||||
Intervalo e Época de aplicação: Para controle das plantas infestantes, aplicar em jato dirigido na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura. Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada e capim-massambará, realizar a aplicação no início do perfilhamento. Para carrapicho-de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru-rasteiro, picão-preto e fedegosa, realizar a aplicação quando as plantas infestantes estiverem com 4 a 8 folhas. Para aplicação no sistema Plantio Direto: aplicar em área total na pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes. Efetuar uma única aplicação por ciclo da cultura. Para capim-pé-de-galinha, caruru e picão-preto pode ser aplicado 2 vezes com intervalo entre as aplicações de 120 dias. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | ||||
ALGODÃO GENÉTICAMENTE MODIFICADO (Resistente ao Glufosinato de Amonio) | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 455 a 568 | Terrestre: 100 a 300 Aérea: 20-50 | 2 |
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | ||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | ||||
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | ||||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 682 a 795 | 1 | ||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) (1) | ||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) (1) | ||||
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) (1) | ||||
Erva-quente (Borreria latifólia) (1) | ||||
Beldroega (Portulaca oleracea) (1) | ||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 455 a 795 | |||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | ||||
Buva (Conyza bonariensis) | ||||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | ||||
Soja (Glycine max) | ||||
Milho (Zea mays) | ||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 568 a 795 | |||
Caruru (Amaranthus viridis) | ||||
Intervalo e Época de aplicação: Aplicar a partir da germinação do algodão e das plantas infestantes observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas infestantes e considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas (capim-amargoso e capim-pé-de- galinha). Efetuar a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 455 a 568g p.c./ha. Para uma única aplicação utilizar a dose de 682 a 795g p.c./ha. Realizar no máximo duas aplicações de SAPEK MAX por safra de algodão. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. (1)Estádio das plantas infestantes para aplicação de 4 a 8 folhas. | ||||
Culturas | Alvos | Dose p.c.* g/ha | Volume de calda (L/Ha) | Nº máx de aplicações |
AVEIA | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 455 | Terrestre 350 | 1 |
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Caruru (Amaranthus viridis) | ||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | ||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | ||||
Soja (Glycine max) | ||||
Guanxuma (Sida cordifolia) | ||||
Erva-quente (Spermacoce alata) | ||||
Arroz (Oryza sativa) | ||||
Intervalo e Época de aplicação: Para aplicação no sistema de Plantio Direto (dessecação pré-plantio): Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Para o caruru, guanxuma, picão-preto, erva-quente e soja, aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. No controle das gramineas, aplicar o produto sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na dose de 455 g/ha, até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||
BANANA | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 455 | Terrestre 100 a 300 | 1 |
Capim-guaçu (Paspalum conspersum) | ||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | ||||
Quebra-pedra (Phyllanthus tenellus) | ||||
Crepis (Crepis japônica) | ||||
Macela-branca (Gnaphalium spicatum) | ||||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | ||||
Sete-sangrias (Cuphea carthagenensis) | ||||
Erva-cará (Dioscorea batatas) | ||||
Intervalo e Época de aplicação: Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas infestantes de folha larga estiverem com 4 a 6 folhas, e as de folha estreita com até 1 perfilho (capim-colchão, capim-guaçu e capim-pé-de-galinha). Efetuar uma única aplicação por ciclo da cultura. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | ||||
BATATA (Pré-emergência da cultura) | Caruru (Amaranthus viridis) | 455 | Terrestre 100 a 300 | 1 |
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | ||||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | ||||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | ||||
Erva-quente (Spermacoce alata) | ||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis | ||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | ||||
Intervalo e Época de aplicação: Aplicar na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura); realizar a aplicação quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas e as gramíneas com até 1 perfilho. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | ||||
BATATA | USO PARA DESSECAÇÃO | 455 | Terrestre 100 a 300 | 1 |
Intervalo e Época de aplicação: Aplicar sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba (Commelina benghalensis), picão-preto (Bidens pilosa) e guanxuma-branca (Sida glaziovii) com 10 a 20cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. Efetuar uma única aplicação por ciclo de cultura. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | ||||
Culturas | Alvos | Dose p.c.* g/ha | Volume de calda (L/Ha) | Nº máx de aplicações | |
CAFÉ | Trapoeraba (Commelina benghalensis)(1) | 455 | Terrestre 100 a 300 | 1 | |
Picão-preto (Bidens pilosa) (1) | |||||
Buva (Conyza bonariensis) (1) | |||||
Macela-branca (Gnaphalium spicatum) (1) | |||||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) (1) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) (1) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) (1) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia)(2) | 682 | ||||
Guanxuma-branca (Sida glaziovii) (3) | 455 | ||||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea)(4) | 568 | ||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) (4) | |||||
Intervalo e Época de aplicação: Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Efetuar uma única aplicação por ciclo de cultura. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. (1) Estádio das plantas infestantes para aplicação de até 4 folhas. (2) Estádio das plantas infestantes para aplicação de até 6 folhas. (3) Estádio das plantas infestantes para aplicação de 2 a 4 folhas. (4) Estádio das plantas infestantes para aplicação até o perfilhamento. | |||||
CANA-DE-AÇÚCAR | USO PARA DESSECAÇÃO | 909 | Aérea 20 a 50 | 1 | |
Intervalo e Época de aplicação: Com o objetivo de facilitar a desfolha da cana-de-açúcar, durante a colheita, realizar uma única aplicação sobre as folhas da cana-de-açúcar na pré-colheita quando a cultura se encontrar no final do estádio de desenvolvimento vegetativo e antes da emissão da inflorescência. Programar a aplicação de acordo com a programação de colheita, com 21 a 28 dias antes da colheita da cana-de-açúcar. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | |||||
CASTANHA-DO-PARÁ | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 455 | Terrestre 350 | 1 | |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | |||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Intervalo e Época de aplicação: Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim- bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura | |||||
Culturas | Alvos | Dose p.c.* g/ha | Volume de calda (L/Ha) | Nº máx de aplicações |
CEVADA | USO PARA DESSECAÇÃO | 398 | Terrestre 100 a 300 | 1 |
Intervalo e Época de aplicação: Aplicar o produto na dessecação numa única pulverização. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de cevada estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura). Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | ||||
CENTEIO | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 455 | Terrestre 350 | 1 |
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Caruru (Amaranthus viridis) | ||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | ||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | ||||
Soja (Glycine max) | ||||
Guanxuma (Sida cordifolia) | ||||
Erva-quente (Spermacoce alata) | ||||
Arroz (Oryza sativa) | ||||
Intervalo e Época de aplicação: Para aplicação no sistema de Plantio Direto (dessecação pré-plantio): Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Para o caruru, guanxuma, picão-preto, erva-quente e soja, aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. No controle das gramíneas, aplicar o produto sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na dose de 455 g/ha, até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||
CEVADA | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 455 | Terrestre 350 | 1 |
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Caruru (Amaranthus viridis) | ||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | ||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | ||||
Soja (Glycine max) | ||||
Guanxuma (Sida cordifolia) | ||||
Erva-quente (Spermacoce alata) | ||||
Arroz (Oryza sativa) | ||||
Intervalo e Época de aplicação: Para aplicação no sistema de Plantio Direto (dessecação pré-plantio): Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Para o caruru, guanxuma, picão-preto, erva-quente e soja, aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. No controle das gramineas, aplicar o produto sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na dose de 455 g/ha, até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||
Culturas | Alvos | Dose p.c.* g/ha | Volume de calda (L/Ha) | Nº máx de aplicações |
CITROS | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 455 | Terrestre 100 a 300 | 1 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | ||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | ||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | ||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | ||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | ||||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | ||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | ||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | ||||
Intervalo e Época de aplicação: Aplicar no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim carrapicho, aplicar quando a planta estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha e malva- branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Efetuar uma única aplicação por ciclo da cultura. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | ||||
COCO | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 455 | Terrestre 350 | 1 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | ||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | ||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | ||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | ||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | ||||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | ||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | ||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | ||||
Intervalo e Época de aplicação: Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim- carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim- bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||
Culturas | Alvos | Dose p.c.* g/ha | Volume de calda (L/Ha) | Nº máx de aplicações |
DENDE | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 455 | Terrestre 350 | 1 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | ||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | ||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | ||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | ||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | ||||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | ||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | ||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | ||||
Intervalo e Época de aplicação: Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de- carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. | ||||
DUBOISIA | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 455 | Terrestre 350 | 1 |
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | ||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | ||||
Intervalo e Época de aplicação: Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em guanxuma, picão-preto, nabo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||
EUCALIPTO | Samambaia (Pteridium aquilinum) (1) | 455 | Terrestre 100 a 300 | 1 |
Capim-gordura (Melinis minutiflora) (2) | 909 | |||
Erva-quente (Spermacoce alata) | ||||
Cambará (Lantana câmara) | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | ||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | ||||
Buva (Conyza bonariensis) | ||||
Unha-de-vaca (Bauhinia variegata) | ||||
Arranha-gato (Acacia plumosa) | ||||
Jurubeba (Solanum paniculatum) | ||||
Capim-colonião (Panicum maximum) | ||||
Vassourinha-botão (Spermacoce verticillata) | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | ||||
Gervão (Stachytarpheta cayennensis) | ||||
Intervalo e Época de aplicação: Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes, quando estas estiverem em vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das plantas infestantes de folha estreita quando estiverem com até 4 perfilhos; e em folhas largas, com até 8 folhas. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. (1) Estádio das plantas infestantes para aplicação de até 20 cm. (2) Estádio das plantas infestantes para aplicação de até 4 perfilhos. | ||||
Culturas | Alvos | Dose p.c.* g/ha | Volume de calda (L/Ha) | Nº máx de aplicações |
FEIJÃO, ERVILHA, FEIJÕES, GRÃO-DE- BICO, LENTILHA | DESSECAÇÃO PARA CONSUMO | 409 | Terrestre: 100 a 300 Aérea: 20-50 | 1 |
DESSECAÇÃO PARA SEMENTES | 455 | |||
Intervalo e Época de aplicação: Dessecação para consumo: aplicar quando a cultura apresentar aproximadamente 50% das vagens secas. Dessecação para sementes: aplicar somente quando a cultura apresentar 70% das vagens secas. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | ||||
MACADÂMIA | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 455 | Terrestre 350 | 1 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | ||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | ||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | ||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | ||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | ||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | ||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | ||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | ||||
Intervalo e Época de aplicação: Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. | ||||
MAÇÃ | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 455 | Terrestre 100 a 300 | 1 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | ||||
Azevém (Lolium multiflorum) | ||||
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | ||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | ||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | ||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | ||||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | ||||
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||
Poaia (Richardia brasiliensis) | ||||
Trevo (Oxalis oxyptera) | ||||
Intervalo e Época de aplicação: Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar em poaia quando a planta infestante estiver de 5 a 10 cm. Em trevo e guanxuma, quando estiverem com até 10 cm. Em maria-mole e capim- colchão, quando estiverem de 10 a 20 cm. Em nabo, serralha, losna-branca, beldroega e picão-branco, quando estiverem com até 15 cm. Em picão-preto, até 25 cm. Em azevém e língua-de-vaca, quando estiverem de 20 a 30 cm. Em capim-marmelada com até 30 cm. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | ||||
Culturas | Alvos | Dose p.c.* g/ha | Volume de calda (L/Ha) | Nº máx de aplicações |
MILHO | Capim-colchão (Digitária sanguinalis) | 400 a 455 | Terrestre 350 | 1 |
Caruru (Amaranthus viridis) | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia) | ||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 455 | Terrestre 100 a 300 | ||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | ||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | ||||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | ||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | ||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | ||||
Intervalo e Época de aplicação: Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim-colchão e capim-marmelada. Para as demais infestantes, aplicar quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Para aplicação no sistema Plantio Direto: aplicar em área total em pré-semeadura da cultura, em pós- emergência das plantas infestantes. Efetuar uma única aplicação por ciclo da cultura. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | ||||
MILHO GENETICAMENTE MODIFICADO (Resistente ao Glufosinato de Amonio) | Capim-colchão (Digitária sanguinalis) | 455 a 682 | Terrestre: 100 a 300 Aérea: 20-50 | 1 |
Buva (Conyza bonariensis) | ||||
Soja (Glycine max) | ||||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | ||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | ||||
ESTÁDIO MEDIANO DAS PLANTAS INFESTANTES | ||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 568 a 682 para até 3 perfilhos | |||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | ||||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | 568 a 682 para até 6 folhas | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | ||||
Caruru (Amaranthus viridis) | ||||
ESTÁDIO PRÉ-PRECOCE DAS PLANTAS INFESTANTES | ||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 341 + 341 (aplicação sequencial) Para até 3 folhas | |||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | ||||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | 341 + 341 (aplicação sequencial) Para até 2 folhas | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | ||||
Caruru (Amaranthus viridis) | ||||
Intervalo e Época de aplicação: Aplicar o SAPEK MAX em pós-emergência da cultura do Milho Resistente ao Glufosinato de amonio e das plantas infestantes observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas infestantes e considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas (buva, soja, caruru-rasteiro e corda-de-viola) e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas (capim-colchão e capim-amargoso). Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. Pode-se aplicar SAPEK MAX a partir da germinação do Milho. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | ||||
Culturas | Alvos | Dose p.c.* g/ha | Volume de calda (L/Ha) | Nº máx de aplicações |
NECTARINA PÊSSEGO | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 455 | Terrestre 100 a 300 | 1 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||
Caruru (Amaranthus viridis) | ||||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | ||||
Intervalo e Época de aplicação: Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. Realizar o controle de Digitaria horizontalis, Bidens pilosa e Sida rhombifolia, quando as plantas infestantes estiverem com 5 a 20 cm. Amaranthus viridis e Galinsoga parviflora, quandoestiverem com 5 a 30 cm e capim-marmelada, 10 a 30 cm. | ||||
NOZ-PECÃ | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 455 | Terrestre 350 | 1 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | ||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | ||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | ||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | ||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | ||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | ||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | ||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | ||||
Intervalo e Época de aplicação: Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim- bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||
PINHÃO | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 455 | Terrestre 350 | 1 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | ||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | ||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | ||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | ||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | ||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | ||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | ||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | ||||
Culturas | Alvos | Dose p.c.* g/ha | Volume de calda (L/Ha) | Nº máx de aplicações |
Intervalo e Época de aplicação: Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim- carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim- bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||
PUPUNHA | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 455 | Terrestre 350 | 1 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | ||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | ||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | ||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | ||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | ||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | ||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | ||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | ||||
Intervalo e Época de aplicação: Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. | ||||
REPOLHO | Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 341 | Terrestre 100 a 300 | 1 |
Erva-de-passarinho (Stellaria media) | ||||
Erva-de-bicho (Polygonum persicaria) | ||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | ||||
Mentruz (Coronopus didymus) | 455 | |||
Intervalo e Época de aplicação: Realizar a aplicação quando as plantas infestantes apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Efetuar uma única aplicação por ciclo da cultura. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | ||||
Culturas | Alvos | Dose p.c.* g/ha | Volume de calda (L/Ha) | Nº máx de aplicações | |
SOJA Em dessecação de pré-plantio | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 500 a 700 | Terrestre 350 | 2 | |
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Buva (Conyza bonariensis) | |||||
Capim amargoso (Digitaria insularis) | |||||
Capim carrapicho (Cenchrus echinatus) | 568 | Aérea 20-50 Terrestre 100 a 300 | 1 | ||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Trigo (Triticum aestivum) | 682 | ||||
Aveia (Avena sativa) | |||||
Cevada (Hordeum vulgare) | |||||
Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
Centeio (Secale cereale) | |||||
Triticale (Triticum secale) | |||||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | 568 | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Poaia (Richardia brasiliensis) | |||||
Capim-camalote (Rottboellia exaltata) | 568 a 682 | ||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum Hispidum) | |||||
Erva-quente (Spermacoce latifólia) | |||||
Soja (Glycine max) | 455 | ||||
Intervalo e Época de aplicação: Para aplicação no sistema Plantio Direto: aplicar em área total em pré-semeadura da cultura, em pós- emergência das plantas infestantes. Para o controle de capim-colchão, amendoim-bravo, nabo, caruru, beldroega e trapoeraba, realizar a aplicação quando as plantas infestantes estiverem com até 10 cm. Em picão-preto, poaia e buva quando estiverem com até 15 cm e capim-marmelada quando estiver com até 20 cm. Utilizar a maior dose quando mais de 50% da planta infestante Buva estiver maior que 10 cm de altura. Efetuar duas aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 120 dias para capim-marmelada, capim- amargoso, capim-carrapincho, capim-colchão, caruru e buva, enquanto para os alvos restantes é recomendada apenas uma única aplicação por ciclo. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | |||||
SOJA Em dessecação de pré- colheita | USO PARA DESSECAÇÃO | 455 | Aérea 20-50 Terrestre 100 a 300 | 1 | |
Intervalo e Época de aplicação: Aplicar 10 dias antes da colheita. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | |||||
SOJA GENETICAMENTE MODIFICADA (Resistente ao glufosinato de amônio) | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 455 a 795 | Terrestre 100 a 300 | 2 | |
Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis | |||||
Capim-camalote (Rottboellia exaltata) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Buva (Conyza bonariensis) | |||||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 568 a 795 | ||||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Intervalo e Época de aplicação: | |||||
Culturas | Alvos | Dose p.c.* g/ha | Volume de calda (L/Ha) | Nº máx de aplicações | |
Aplicar na pós-emergência da cultura e das plantas infestantes observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas infestantes considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Aplicar a partir da germinação da soja. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 12 a 14 dias uma da outra, na dose de 455 a 795 g p.c./ha, de acordo com as recomendações de uso e nas situações em que ocorram novos fluxos de germinação de plantas infestantes na área. Fazer no máximo duas aplicações de SAPEK MAX por safra de soja. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | |||||
TRIGO Em dessecação de pré-plantio | Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 455 | Aérea: 20-50 Terrestre 100 a 300 | 1 | |
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Arroz (Oryza sativa) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Guanxuma (Sida cordifolia) | |||||
Buva (Conyza bonariensis) | 341 a 455 | ||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 455 | ||||
Intervalo e Época de aplicação: Aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Guanxuma deve ter até 4 folhas. Para o controle da buva oriunda de sementes, realizar a aplicação na dose de 341 a 455 g p.c./ha quando as plantas infestantes estiverem com até 2 folhas. Para o controle das gramíneas como o capim-amargoso, aplicar sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na dose de 455 g/ha até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Efetuar uma única aplicação por ciclo da cultura. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | |||||
TRIGO Em dessecação de pré- colheita | USO PARA DESSECAÇÃO | 398 | Terrestre 100 a 300 | 1 | |
Intervalo e Época de aplicação: Para dessecação de pré-colheita: Aplicar o produto na dessecação numa única pulverização. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura). Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | |||||
TRITICALE | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 455 | Terrestre 350 | 1 | |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Soja (Glycine max) | |||||
Guanxuma (Sida cordifolia) | |||||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||||
Arroz (Oryza sativa) | |||||
Intervalo e Época de aplicação: Para aplicação no sistema de Plantio Direto (dessecação pré-plantio): Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Para o caruru, guanxuma, picão-preto, erva-quente e soja, aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. No controle das gramineas, aplicar o produto sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na dose de 455 g/ha, até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
UVA | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 455 | Terrestre 100 a 300 | 1 | |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Culturas | Alvos | Dose p.c.* g/ha | Volume de calda (L/Ha) | Nº máx de aplicações |
Intervalo e Época de aplicação: Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, atingindo no máximo a “canela” da cultura. Picão-preto deve ter até 10 cm e as demais plantas infestantes, de 10 a 20 cm. Efetuar uma única aplicação por ciclo da cultura. Utilizar espalhante adesivo na dose recomendada pelo fabricante. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | ||||
*Dose do produto comercial
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Açaí | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Alface | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Algodão | Chenopodium album | ançarinha-branca, erva-de-são-joão (2), erva-formigueira-branca | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Aveia | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Banana | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Café | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Castanha-do-pará | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Centeio | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Cevada | Glycine max | soja | Ver detalhes |
| Citros | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Coco | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Dendê | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Duboisia | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Melinis minutiflora | capim-catingueiro, capim-gordo, capim-gordura | Ver detalhes |
| Maçã | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Macadâmia | Digitaria sanguinalis | capim-colchão (2), capim-das-roças (2), milhã (1) | Ver detalhes |
| Milho | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Milho OGM | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Nectarina | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Noz-pecã | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Pinhão | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Pupunha | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Repolho | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Soja | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Soja OGM | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Cenchrus echinatus | Ver detalhes | |
| Triticale | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Uva | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Para as culturas da açaí, alface, algodão, algodão geneticamente modificado, aveia, banana, batata, café, cana-de-açúcar, castanha-do-pará, centeio, cevada, citros, coco, dendê, duboisia, eucalipto, feijão, macadâmia, maçã, milho, milho geneticamente modificado, nectarina, noz- pecã, pêssego, pinhão, pupunha, repolho, soja, soja geneticamente modificado, trigo, triticale e uva, o herbicida Sapek Max pode ser aplicado com pulverizador costal manual, costal pressurizado, tratorizado ou autopropelido.
Utilizar bicos do tipo leque, que proporcionem uma vazão adequada. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem a ocorrência de deriva:
Diâmetro de gotas: 200 a 400µ (micra) VMD
Densidade de gotas: 20 gotas/cm2
Volume de calda:
Açai, alface, algodão, aveia, batata, castanha-do-pará, centeio, cevada, citros, coco, dendê, duboisia, eucalipto, feijão, macadâmia, maçã, milho, nectarina, noz-pecã, pêssego, pinhão, pupunha, repolho, soja, triticale e uva: 350 L/ha;
Cana-de-açúcar: 200 L/ha.
Algodão geneticamente modificado, milho geneticamente modificado e soja geneticamente modificado: 200 a 300 L/ha;
Banana: 500 L/ha.
Para a cultura do café, considerar o volume de calda de 450 L/ha, quando for realizar o controle de guanxuma, capim-marmelada e capim-colchão. Para as demais plantas infestantes utilizar o volume de calda de 350 L/ha.
As pulverizações devem cobrir uniformemente as plantas infestantes, evitando escorrimentos, que causam perda e mau funcionamento do produto.
Deve-se sempre utilizar água limpa.
Para as hortaliças (alface e repolho) quando utilizar o "sistema de copinhos", cobrir as mudinhas com copinho plástico, para protegê-la da ação herbicida do produto.
SAPEK MAX pode ser aplicado via aérea no caso de aplicação em área total em pré-plantio (dessecação) das culturas da aveia, centeio, cevada, soja, trigo e triticale, em pós-emergência do algodão geneticamente modificado, do milho geneticamente modificado e soja geneticamente modificada e dessecação das culturas da batata, do feijão e da soja, através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos hidráulicos Spraying Systems D8, core 46 ou atomizadores rotativos (Micronair AU 5000 ou semelhante) apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média a grossa. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Altura de vôo: A altura do vôo depende das características da aeronave, das condições da área-alvo, em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao vôo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de vôo situa-se entre 2 a 4 metros acima da vegetação a controlar, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.
Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. Deve ser determinada mediante testes de deposição com as aeronaves e equipamentos que serão empregados na aplicação. Varia principalmente com a altura de vôo, porte da aeronave e diâmetro das gotas.
Diâmetro de gotas: Gotas média a grossa, com no mínimo de 300 µ (micra) DMV, evitando condições mais críticas de evaporação e/ou deriva.
Densidade de gotas: mínimo de 20 gotas/cm² variando com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.
Volume de aplicação: Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas. Como orientação geral, aplicar de 20 a 40 litros/hectare de calda.
Encher o tanque do pulverizador com cerca de 2/3 da sua capacidade com água limpa. Em seguida, adicionar SAPEK MAX e o adjuvante nas doses recomendadas e completar com o restante da água sempre sob agitação e aplicar em seguida. É importante que o sistema de agitação do produto no tanque se mantenha em funcionamento durante toda a aplicação.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o preparo da calda.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
Temperatura ambiente até 30ºC;
Umidade relativa do ar no mínimo de 60%;
Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
Cultura | Intervalo de Segurança (Dias) | Cultura | Intervalo de Segurança (Dias) |
Açaí | 40 | Feijão | 5 |
Alface | 7 | Feijões | 5 |
Algodão | 28;(4) | Grão-de-bico | 5 |
Aveia | (1) | Lentilha | 5 |
Banana | 10 | Maçã | 7 |
Batata | 10 | Macadâmia | 40 |
Café | 20 | Milho | Não determinado;(3) |
Cana-de-açúcar | 60 | Nectarina | 7 |
Castanha-do-Pará | 40 | Noz-pecã | 40 |
Centeio | (1) | Pêssego | 7 |
Cevada | (1) | Pinhão | 40 |
Citros | 40 | Pupunha | 40 |
Coco | 40 | Repolho | 7 |
Dendê | 40 | Soja | 10;(2) |
Duboisia | Uso Não Alimentar | Trigo | 7 |
Ervilha | 5 | Triticale | (1) |
Eucalipto | Uso Não Alimentar | Uva | 7 |
: O interalo de segurança não determinado devido a modalidade emprego em pré-emergência da cultura.
: O intervalo de segurança para a cultura de soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glufosinato, é de 50 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência da cultura e das plantas infestantes.
: O intervalo de segurança para a cultura de milho geneticamente modificado, que expressa resistência ao glufosinato, é de 50 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência da cultura e das plantas infestantes.
: O intervalo de segurança para a cultura de algodão geneticamente modificado, que expressa resistência ao glufosinato, é de 116 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência da cultura e das plantas infestantes em área total.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
SAPEK 200 SL é um herbicida não seletivo que controla eficientemente, em pós-emergência de jato dirigido, plantas daninhas nas culturas de: alface, algodão, banana, batata, citros, café, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pêssego, repolho, soja, trigo e uva; na dessecação de feijão, batata, soja e trigo. No sistema de plantio direto, em soja e trigo. Para uso em área total da cultura em aplicações de pós emergência das variedades ou híbridos de milho, algodão e soja geneticamente modificados (OGM) tolerantes ao ingrediente ativo Glufosinato de Amônio.
Culturas / modalidade de aplicação | Plantas daninhas controladas | Estádio das plantas daninhas | Dose produto comercial L/ha | Volume de Calda L/ha | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
ALFACE Em jato dirigido | Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | 1,5 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 L/ha |
Picão-branco | Galinsoga parviflora | ||||
Erva-de-bicho | Polygonum aviculare | ||||
Serralha | Sonchus oleraceus | ||||
Erva-de- passarinho | Stellaria media | ||||
Soliva | Soliva anthemifolia | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | |||
ALGODÃO Em jato dirigido | Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | |
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | ||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | ||||
Capim- massambará | Sorghum halepense | ||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2 a 4 folhas | |||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | ||||
Caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Fedegosa | Chenopodium album | ||||
ALGODÃO OGM Em Pós- emergência da cultura | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 a 4 folhas | 2,0 - 2,5 + 0,5 L/ha de óleo vegetal ou mineral | 200 a 300 L/ha aplicação terrestre 30 a 40 L/ha aplicação aérea |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | ||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 2 a 4 folhas | |||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | ||||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 a 4 perfilhos | 3,0 - 3,5 + 0,5 L/ha de óleo vegetal ou mineral | ||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | ||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 4 a 8 folhas | |||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | ||||
Erva-quente¹ | Borrieria latifolia¹ | ||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Culturas / modalidade de aplicação | Plantas daninhas controladas | Estádio das plantas daninhas | Dose produto comercial L/ha | Volume de Calda L/ha | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
ALGODÃO OGM Em Pós- emergência da cultura | Capim- amargoso | Digitaria insularis | Até 1 perfilhos | 2,0 - 3,5 + 0,5 L/ha de óleo metilado de soja | 200 a 300 L/ha aplicação terrestre 30 a 40 L/ha aplicação aérea |
Capim colchão | Digitaria horizontalis | 2 a 4 folhas | |||
Buva | Conyza bonariensis | ||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | ||||
Soja voluntária tolerante ao Glifosato | Glycine max | ||||
Milho voluntário tolerante ao Glifosato | Zea mays | ||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | Até 1 perfilhos | 2,0 - 3,5 + 0,5 L/ha de óleo vegetal | ||
Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | |||
BANANA Em jato dirigido | Capim-colchão | Digitaria horizontalis | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 500 L/ha |
Capim-guaçu | Paspalum conspersum | ||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | ||||
Quebra-pedra | Phyllanthus tenellus | 4 a 6 folhas | |||
Crepis | Crepis japonica | ||||
Macela-branca | Gnaphalium spicatum | ||||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | ||||
Sete-sangrias | Cuphea carthagenensis | ||||
Erva-cará | Dioscorea batatas | ||||
BATATA Em pré- emergência da cultura | Caruru | Amaranthus viridis | 2 a 4 folhas | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 L/ha |
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | ||||
Carrapicho- rasteiro | Acanthospermum australe | ||||
Erva-quente | Spermacoce alata | ||||
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | Até 1 perfilho | |||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | ||||
BATATA Dessecação de pré-colheita | Uso para dessecação | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral. | |||
Culturas / modalidade de aplicação | Plantas daninhas controladas | Estádio das plantas daninhas | Dose produto comercial L/ha | Volume de Calda L/ha | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
CAFÉ Em jato dirigido | Trapoeraba | Commelina benghalensis | Até 4 folhas | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 L/ha |
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Buva | Conyza bonariensis | ||||
Macela-branca | Gnaphalium spicatum | ||||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | Até 6 folhas | 3,0 + 0,4 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 450 L/ha | |
Guanxuma- branca | Sida glaziovii | 2 a 4 folhas | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 500 L/ha | |
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 2 perfilhos | 2,5 + 0,4 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 450 L/ha | |
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | ||||
CITROS Em jato dirigido | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 L/ha |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis e Digitaria sanguinalis | ||||
Capim-amargoso | Digitaria insularis | ||||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | ||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | Até 4 folhas | |||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | ||||
Trapoeraba | Commelina | ||||
Maria-gorda | Talinum paniculatum | ||||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | ||||
Malva-branca | Sida cordifolia | ||||
FEIJÃO Em dessecação de pré-colheita | Uso para dessecação para feijão de consumo | 50 % das vagens secas | 1,8 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 L/ha aplicação terrestre 30 a 40 L/ha aplicação aérea | |
Uso para dessecação para feijão para sementes | 70 % das vagens secas | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | |||
Culturas / modalidade de aplicação | Plantas daninhas controladas | Estádio das plantas daninhas | Dose produto comercial L/ha | Volume de Calda L/ha | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
EUCALIPTO Em jato dirigido | Samambaia | Pteridium aquilinum | Até 20 cm | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 L/ha |
Capim- gordura | Melinis minutiflora | Até 4 perfilhos | 4,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | ||
Erva-quente | Spermacoce alata | Até 8 folhas | |||
Cambará | Lantana camara | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Falsa- serralha | Emilia sonchifolia | ||||
Serralha | Sonchus oleraceus | ||||
Buva | Conyza bonariensis | ||||
Unha-de- vaca | Bauhinia variegata | ||||
Arranha-gato | Acacia plumosa | ||||
Jurubeba | Solanum paniculatum | ||||
Capim- colonião | Panicum maximum | ||||
Vassourinha- botão | Spermacoce verticillata | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Gervão | Stachytarpheta cayennensis | ||||
MAÇÃ Em jato dirigido | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 L/ha |
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | ||||
Azevém | Lolium multiflorum | ||||
Língua-de- vaca | Rumex obtusifolius | 2 a 4 folhas | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Nabo | Raphanus raphanistrum | ||||
Serralha | Sonchus oleraceus | ||||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | ||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Picão-branco | Galinsoga parviflora | ||||
Maria-mole | Senecio brasiliensis | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Poaia | Richardia brasiliensis | ||||
Trevo | Oxalis oxyptera | ||||
Culturas / modalidade de aplicação | Plantas daninhas controladas | Estádio das plantas daninhas | Dose produto comercial L/ha | Volume de Calda L/ha | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
MILHO Em jato dirigido | Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | Até 1 perfilho | 1,5 - 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 L/ha |
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | |||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Carrapicho- de- carneiro | Acanthospermum hispidum | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Corda-de- viola | Ipomoea aristolochiaefolia | ||||
Carrapicho- rasteiro | Acanthospermum australe | ||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Malva-branca | Sida cordifolia | ||||
MILHO OGM Em Pós- emergência da cultura | Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | 3 perfilhos - Estádio mediano das plantas daninhas | 2,5 a 3,0 | 200 a 300 L/ha aplicação terrestre 30 a 40 L/ha aplicação aérea |
Capim- Marmelada | Brachiaria plantaginea | ||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | 6 folhas - Estádio mediano das plantas daninhas | |||
Corda-de- viola | Ipomoea purpurea | ||||
Caruru | Amaranthus hibridus | ||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | 3 folhas - Estádio pós- precoce das plantas daninhas | 1,5 + 1,5 (aplicação seqüencial) | ||
Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | ||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | 2 folhas - Estádio pós- precoce das plantas daninhas | |||
Corda-de- viola | Ipomoea purpurea | ||||
Caruru | Amaranthus hibridus | ||||
Capim colchão | Digitaria horizontalis | Estádio até 1 perfilho | 2,0 a 3,0 + 0,5 L/ha de óleo vegetal ou mineral | ||
Buva | Conyza bonariensis | Estádio de 2 a 4 folhas | |||
Soja voluntária tolerante ao | Glycine max | ||||
Caruru- rasteiro | Amaranthus deflexus | ||||
Corda-de- viola | Ipomoea grandifolia | ||||
Capim amargoso | Digitaria insularis | Estádio até 1 perfilho | 2,0 a 3,0 + 0,5 L/ha de óleo vegetal | ||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | Estádio de 2 a 4 folhas | |||
Culturas / modalidade de aplicação | Plantas daninhas controladas | Estádio das plantas daninhas | Dose produto comercial L/ha | Volume de Calda L/ha | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
NECTARINA / PÊSSEGO Em jato dirigido | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 L/ha |
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | |||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Picão-branco | Galinsoga parviflora | ||||
REPOLHO Em jato dirigido | Picão-branco | Galinsoga parviflora | 2 a 4 folhas | 1,5 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 L/ha |
Erva-de- passarinho | Stellaria media | ||||
Erva-de-bicho | Polygonum persicaria | ||||
Serralha | Sonchus oleraceus | ||||
Mentruz | Coronopus didymus | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | |||
SOJA Em jato dirigido ou em dessecação de pré-plantio | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 2 perfilhos | 2,5 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 L/ha |
Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | ||||
Amendoim- bravo | Euphorbia heterophylla | 2 a 6 folhas | |||
Nabo | Raphanus raphanistrum | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Poaia | Richardia brasiliensis | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2 a 4 folhas | |||
Trigo | Triticum aestivum | Até 2 perfilhos | 3,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | ||
Aveia | Avena sativa | ||||
Cevada | Hordeum vulgare | ||||
Azevém | Lolium multiflorum | ||||
Centeio¹ | Secale cereale¹ | ||||
Triticale¹ | Triticum secale¹ | ||||
SOJA Em dessecação de pré-plantio | Capim- amargoso | Digitaria insularis | Até 3 perfilhos | 2,5 a 3,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 L/ha |
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | ||||
Capim- camalote¹ | Rotboellia exaltata¹ | ||||
Carrapicho- de- carneiro | Acanthospermum hispidum | Até 4 folhas | |||
Buva | Conyza bonariensis | Até 8 folhas | |||
SOJA Em dessecação de pré colheita | Uso para dessecação | 10 dias antes da colheita | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 L/ha aplicação terrestre 30 a 40 L/ha aplicação aérea | |
Culturas / modalidade de aplicação | Plantas daninhas controladas | Estádio das plantas daninhas | Dose produto comercial L/ha | Volume de Calda L/ha | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
SOJA OGM - em pós- emergência das plantas daninhas | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 a 3,5 + 0,5 L/ha de óleo metilado de soja | 200 a 300 L/ha aplicação terrestre 30 a 40 L/ha aplicação aérea |
Azevém | Lolium multiflorum | ||||
Capim amargoso | Digitaria insularis | ||||
Capim colchão | Digitaria horizontalis | ||||
Capim camalote¹ | Rotboelia exaltata¹ | ||||
Picão preto | Bidens pilosa | De 2 a 4 folhas | |||
Buva | Conyza bonariensis | ||||
Leiteiro | Euphorbia heterophylla | ||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | ||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | Até 1 perfilho | 2,5 a 3,5 + 0,5 L/ha de óleo metilado de soja | ||
Caruru-de- mancha | Amaranthus viridis | De 2 a 4 folhas | |||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
TRIGO Em dessecação de pré-plantio | Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 350 L/ha |
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | ||||
Capim- colchão | Digitaria sanguinalis | ||||
Arroz | Oryza sativa | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 2 a 4 folhas | |||
Guanxuma | Sida cordifolia | ||||
Erva-quente | Spermacoce alata | ||||
Soja | Glycine max | ||||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Buva | Conyza bonariensis | 1,5 a 2,0 + 0,5 de óleo vegetal ou mineral | 200 L/ha | ||
Capim- amargoso | Digitaria insularis | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,5 de óleo vegetal ou mineral | ||
TRIGO Em dessecação de pré-colheita | Uso para dessecação | Grãos de trigo amarelos/ massa mole a grãos dourados/ massa dura | 1,75 + 0,5 de óleo vegetal (0,25% v/v) | 200 L/ha | |
UVA Em jato dirigido | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | Até 1 perfilho | 2,0 + 0,7 (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral | 350 L/ha |
Picão-branco | Galinsoga parviflora | 2 a 4 folhas | |||
Caruru | Amaranthus viridis | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Aplicar em pós-emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda- se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Para controle das plantas daninhas, aplicar na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura. Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada e capim-massambará, realizar a aplicação no início do perfilhamento. Para carrapicho-de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim bravo, caruru-rasteiro, picão-preto e fedegosa, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Aplicar o produto com adição de 0,5 L/ha de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação, em pós- emergência da cultura e das plantas daninhas, observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas e considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas.
Pode-se aplicar o SAPEK 200 SL a partir da germinação do algodão. Recomenda-se a aplicação sequencial, com intervalo de 12 a 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 3,5 L p.c./ha, de acordo com as recomendações de uso e nas situações em que ocorram novos fluxos de germinação de plantas daninhas na área.
Realizar no máximo duas aplicações por safra de algodão.
Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas de folha larga estiverem com 2 a 6 folhas, e as de folhas estreita com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Para controle das plantas daninhas: Realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas e as gramíneas com até 1 perfílho.
Para dessecação de “batata consumo”: Aplicar 2,0 L/ha do produto comercial + 0,7 L/ha (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral, sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba (Commelina benghalensis), picão-preto (Bidens pilosa) e guanxuma-branca (Sida glaziovii) com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e guanxuma branca, aplicar quando esta estiver com até 4 folhas. Em capim-marmelada e capim-colchão, até a fase de início do perfilhamento. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta daninha estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta daninha estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta daninha estiver com até 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem em vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das daninhas de folha estreita quando estiverem com até 4 perfilhos; e em folhas largas, com até 8 folhas.
Para dessecação em feijão para consumo: Aplicar a dose de 1,8 L/ha, quando a cultura apresentar aproximadamente 50 % das vagens secas.
Para dessecação em feijão para sementes: Aplicar a dose de 2,0 L/ha, somente quando a cultura apresentar 70 % das vagens secas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar em poaia, trevo, guanxuma, maria- mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão-branco, picão-preto e língua-de-vaca quando a planta daninha estiver de 5 a 10 cm. Em capim-colchão, azevém e capim-marmelada com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim-colchão e capim-marmelada. Para as demais daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Aplicar o SAPEK 200 SL com adição de 0,5 L/ha de óleo metilado de soja na calda de aplicação, em pós-emergência da cultura do Milho OGM e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas e considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Pode-se aplicar SAPEK 200 SL a partir da germinação do Milho.
Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão branco quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Capim-colchão e capim- marmelada, quando estiver com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Repolho:
Realizar a aplicação quando as plantas daninhas apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. Para o controle de capim-colchão e capim-marmelada, realizar o controle quando as plantas estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo, nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega realizar o controle quando as plantas estiverem com até 6 folhas. Para o controle de trapoeraba realizar o controle quando as plantas estiverem com 2 a 4 folhas. Na buva realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 12 cm de altura. Em carrapicho-de-carneiro quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Em capim-amargoso, capim-carrapicho e capim-camalote, realizar a aplicação sobre as plantas daninhas oriundas de sementes até o estádio de desenvolvimento de 3 perfilhos.
Para dessecação: Utilizar a dose de 2,0 L/ha do produto + 0,7 L/ha (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral, aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Aplicar com adição de 0,5 L/ha de óleo metilado de soja na calda de aplicação, em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas, observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas, considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Pode-se aplicar o SAPEK 200 SL a partir da germinação da soja. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 12 a 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 3,5 L p.c./ha, de acordo com as recomendações de uso e nas situações em que ocorram novos fluxos de germinação de plantas daninhas na área. Fazer no máximo duas aplicações de SAPEK 200 SL por safra de soja.
Aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Caruru e guanxuma devem ter até 4 folhas. Para o controle da buva oriunda de sementes, realizar a aplicação na dose de 1,5 a 2,0 L/ha quando as plantas daninhas estiverem com até 2 folhas. Para o controle das gramíneas como o capim-amargoso, aplicar sobre as plantas daninhas oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Para dessecação de pré-colheita: Aplicar o produto na dessecação numa única pulverização, sempre com adição de 0,5 L/ha de óleo vegetal ou de óleo mineral na calda de aplicação. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura).
Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. Picão-preto, picão-branco e caruru devem ter até 4 folhas. Capim-marmelada deve ter até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Sonchus oleraceus | chicória-brava, serralha, serralha-lisa | Ver detalhes |
| Algodão | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Banana | Phyllanthus tenellus | arrebenta-pedra (1), erva-pombinha (1), quebra-pedra (1) | Ver detalhes |
| Batata | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Café | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Citros | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acacia plumosa | acacia-de-espinho, arranha-gato (2), unha-de-gato (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Ver detalhes | ||
| Maçã | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Milho | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Milho OGM | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Nectarina | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Pessego | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Repolho | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Soja | Ver detalhes | ||
| Soja OGM | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Trigo | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Uva | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
SAPEK 200 SL pode ser aplicado com equipamento costal manual ou motorizado, bem como por equipamento tratorizado, utilizando-se bicos tipo leque SO.02, 110.02 a 110.04, com uma pressão de 40 a 60 libras/pol². O volume de calda varia de 200 a 600 L/ha. O diâmetro de gotas deve ser ajustado de acordo com o volume de aplicação (L/ha), proporcionando adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de até 10 km/hora, temperatura e umidade relativa, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva ou evaporação. Para as hortaliças (alface e repolho) quando utilizar o “sistema de copinhos”, cobrir as mudinhas com copinho plástico, para protegê-las da ação herbicida do produto.
Na dessecação do trigo, a vazão deve ser de 200 litros de calda/ha com uma densidade média de gotas acima de 40 gotas/cm2. Aplicar o produto de modo que este atinja sempre da melhor forma toda a superfície das plantas de trigo, folhas e colmos, com uma cobertura uniforme. Recomenda-se uma velocidade de trabalho do trator em torno de 6 km/h. Utilizando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme.
Pode ser aplicado com pulverizadores terrestres manuais costais nas culturas do Milho OGM e do Algodão OGM e pulverizadores terrestres tratorizados dotados de barra com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 200 a 300 litros de calda/ha, diretamente sobre as plantas daninhas nas culturas do Milho OGM, do Algodão OGM e da Soja OGM. Sendo um produto de contato, é importante uma cobertura uniforme das plantas daninhas pela calda de pulverização. Utilizar pulverizadores terrestres, costais ou mecanizados, equipados com bico do tipo leque 80.02, 110.02 a 110.04 ou similar. A pulverização deve ser a volume normal, usando-se pressão do pulverizador ao redor de 40 a 60 lb/pol2, o que corresponde a um volume de 200 litros de água por hectare. Efetuar a regulagem do equipamento para se obter uma densidade média de gotas acima de 40 gotas/cm². Recomenda-se uma velocidade de trabalho do trator em torno de 6 km/h. A altura das barras dos pulverizadores em relação ao alvo deve ser 40 cm para bicos 110º e 50 cm para bicos de 80º.
Para efeito de dessecação nas culturas de soja e feijão. O volume de calda varia de 30 a 40 litros de calda/ha. Utiliza-se barra com bicos da série D (D6 a D10) ou bicos tipo leque. Respeitar altura de vôo de 3-4 metros, faixa de deposição 13-15 metros e ventos de até 10 km/hora.
Nas culturas do Milho OGM e Algodão OGM o produto pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas com volume de calda de 30 a 40 litros de calda/ha, diretamente sobre as plantas daninhas. Condições climáticas favoráveis:
Temperatura mínima de 10º C e máxima de 30º C. Umidade relativa do ar de, no mínimo, 60 %. Velocidade do vento acima de 3 km/h até o máximo de 10 km/h em aplicações terrestres e entre 2 e 10 km/h em aplicações por aeronaves.
Alface, maçã, nectarina, pêssego, repolho e uva 7 dias
Algodão 28 dias
Algodão OGM. 116 dias
Banana, batata e soja 10 dias
Café 20 dias
Citros 40 dias
Eucalipto U.N.A
Trigo (dessecante) 15 dias
Feijão 5 dias
Milho OGM 50 dias
Milho e Trigo (1)
Soja OGM. 60 dias
(1) Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego.
U.N.A - Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
O Produto SATO 648 é um Herbicida para o controle em pós-emergência de plantas infestantes nas seguintes situações:
Aplicação de jato dirigido sobre as plantas infestantes nas culturas da banana, café, cana- de-açúcar, citros, coco, maçã, mamão, uva e eucalipto.
Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) - sistema de plantio direto nas culturas de algodão, arroz-irrigado, cana-de- açúcar, fumo, milho, soja e trigo.
Aplicações em áreas de pousio antecedendo o plantio das culturas de algodão, arroz- irrigado, cana-de-açúcar, fumo, milho, soja e trigo
Aplicações para erradicação de soqueira na cultura da cana-de-açúcar.
Aplicação em área total na pré-colheita de azevém e aveia-preta quando plantadas como forrageiras para silagem.
Aplicação sobre a cultura da soja na pré-colheita para dessecação.
Aplicação em área total, em pós-emergência do algodão geneticamente modificado e da soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional.
FOLHA ESTREITA | DOSE | ||
Culturas | Alvos | Dose L/ha | L/100L de água (%)** |
Capim-rabo-de-burro | 3,0 | 1,5 | |
Algodão Arroz irrigado Banana Café Cana-de-açúcar | (Andropogon bicornis) | ||
Aveia-preta (Avena strigosa) | 0,75 – 1,0 | 0,375 a 0,5 | |
Braquiarão (Brachiaria Brizantha) | 1,5 - 2,0 | 0,75 a 1,0 | |
Citros Coco Eucalipto Fumo Maçã Mamão Milho Soja Trigo Uva | |||
Capim-brachiaria (Brachiaria Decumbens) | 2,0 – 4,0 | 1,0 a 2,0 | |
Capim-Marmelada (Brachiaria plantaginea) | 1,0 – 2,0 | 0,5 a 1,0 | |
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 1,0 – 2,0 | 0,5 a 1,0 | |
Grama-seda (Cynodon dactylon) | 3,0 – 4,0 | 1,5 a 2,0 | |
Junquinho (Cyperus ferax) | 2,5 – 3,5 | 1,25 a 1,75 | |
Tiririca | 3,0 – 4,5 | 1,5 a 2,25 | |
(Cyperus rotundus) | |||
NÚMERO, ÉPOCA OU INTERVALO DE APLICAÇÕES: Número de aplicações: Realizar uma única aplicação por ciclo de cultura Época de aplicação: SATO 648 deve ser aplicado sobre as plantas infestantes a serem controladas, já germinadas, quando estas estiverem em boas condições de desenvolvimento e sem efeito de “stress” hídrico (falta ou excesso de água). O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais. Volume de calda: Equipamentos Terrestres: Entre 50 e 250 L/ha | |||
Equipamentos aéreos: De 20 a 40 L/ha - Aplicação aérea permitida apenas para as culturas de: algodão, algodão geneticamente modificado, arroz irrigado, aveia-preta, azevém, cana-de-açúcar, fumo, milho, soja, soja geneticamente modificada e trigo.
A variação nas doses depende do estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para fase inicial de desenvolvimento; maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
(**) As doses em porcentagem referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 200 L/há com bico de 110-01. Qualquer dúvida utilizar os valores em litros/hectares.
FOLHA ESTREITA | DOSE | ||
Culturas | Alvos | Dose L/ha | L/100L de água (%)** |
Algodão Arroz irrigado Banana Café Cana-de-açúcar Citros Coco Eucalipto Fumo Maçã Mamão Milho Soja Trigo Uva | Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 2,0 – 4,5 | 1,0 a 2,25 |
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | 1,5 | 0,75 | |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 1,5 – 2,0 | 0,75 a 1,0 | |
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 2,0 – 3,0 | 1,0 a 1,5 | |
Capim-pé-de-galinha (Eleusine Indica) | 1,5 – 2,5 | 0,75 a 1,25 | |
Azevém (Lolium multiflorum) | 1,5 – 3,0 | 0,75 a 1,5 | |
Grama-boiadeira (Luziola peruviana) | 4,0 – 4,5 (*) | 2,0 a 2,25 (*) | |
Capim-colonião (Panicum maximum) | 2,5 – 4,5 | 1,25 a 2,25 | |
Grama batatais (Paspalum notatum) | 3,0 | 1,5 | |
Capim da roça (Paspalum urvillei) | 3,0 | 1,5 | |
Milheto (Pennisetum americanum) | 2,0 – 3,0 | 1,0 a 1,5 | |
Capim-favorito (Rhynchelitrum repens) | 1,5 | 0,75 | |
Cana-de-açúcar (Saccharum officinarium) | 3,0 – 4,5 | 1,5 a 2,25 | |
Sorgo (Sorghum bicolor) | 2,0 – 3,0 | 1,0 a 1,5 | |
Milho (Zea Mays) | 1,0 – 1,5 | 0,5 a 0,75 | |
NÚMERO, ÉPOCA OU INTERVALO DE APLICAÇÕES: Número de aplicações: Realizar uma única aplicação por ciclo de cultura. Vide nota a respeito de “Grama-boiadeira”. Época de aplicação: SATO 648 deve ser aplicado sobre as plantas infestantes a serem controladas, já germinadas, quando estas estiverem em boas condições de desenvolvimento e sem efeito de “stress” hídrico (falta ou excesso de água). O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais. Volume de calda: Equipamentos Terrestres: Entre 50 e 250 L/ha Equipamentos aéreos: De 20 a 40 L/ha - Aplicação aérea permitida apenas para as culturas de: algodão, algodão geneticamente modificado, arroz irrigado, aveia-preta, azevém, cana-de-açúcar, fumo, milho, soja geneticamente modificada e trigo. | |||
A variação nas doses depende do estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para fase inicial de desenvolvimento; maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
(*) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 15 a 20 dias nas doses de 2,0 + 2,0 a 2,5 + 2,0 L/há.
FOLHA LARGA | DOSE | ||
Culturas | Alvos | Dose L/ha | L/100L de água (%)** |
Mentrasto | 1,5 | 0,75 | |
(Ageratum conyzoides) | |||
Caruru-roxo | 1,5 – 2,0 | 0,75 a 1,0 | |
(Amaranthus hybridus) | |||
Carrapicho-rasteiro | 1,5 – 2,5 | 0,75 a 1,25 | |
(Acanthospermum australe) | |||
Apaga fogo | 1,0 – 2,0 | 0,5 a 1,0 | |
(Alternanthera tenella) | |||
Caruru | 1,0 – 2,0 | 0,5 a 1,0 | |
(Amaranthus viridis) | |||
Picão-preto | 1,5 – 2,25 | 0,75 a 1,25 | |
(Bidens Pilosa) | |||
Algodão Arroz irrigado Banana Café Cana-de-açúcar Citros Coco Eucalipto Fumo Maçã | Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) | 1,0 – 2,0 | 0,5 a 1,0 |
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 3,0 – 3,5 | 1,5 a 1,75 | |
Buva (Conyza bonariensis) | 1,5 | 0,75 | |
Amendoim-bravo ou leiteiro (Euphorbia heterophylla ) | 2,0 – 3,0 | 1,0 a 1,5 | |
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | 1,5 | 0,75 | |
Mamão | Picão-branco ou fazendeiro | 1,5 – 2,0 | 0,75 a 1,0 |
Milho Soja Trigo Uva | (Galinsoga parviflora) | ||
Corda-de-viola (Ipomoea Grandiflora) | 1,5 – 3,0 | 0,75 a 1,5 | |
Corda-de-viola | 3,0 – 3,5 | 1,5 a 1,75 | |
(Ipomoea indivisa) | |||
Corda-de-viola | 3,0 – 4,5 | 1,5 a 2,25 | |
(Ipomoea Nil) | |||
Corda-de-viola | 3,0 | 1,5 | |
(Ipomoea quamoclitl) | |||
Losna-branca | 2,0 | 1,0 | |
(Parthenium hysterophorus) | |||
Beldroega | 1,5 – 2,5 | 0,75 a 1,25 | |
(Portulaca oleracea) | |||
Nabiça | 1,0 – 2,0 | 0,5 a 1,0 | |
(Raphanus raphanistrum) | |||
Nabo | 2,0 | 1,0 | |
(Raphanus sativus) | |||
NÚMERO, ÉPOCA OU INTERVALO DE APLICAÇÕES: Número de aplicações: Realizar uma única aplicação por ciclo de cultura. Época de aplicação: SATO 648 deve ser aplicado sobre as plantas infestantes a serem controladas, já germinadas, quando estas estiverem em boas condições de desenvolvimento e sem efeito de “stress” hídrico (falta ou excesso de água). O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais. Volume de calda: Equipamentos Terrestres: Entre 50 e 250 L/ha Equipamentos aéreos: De 20 a 40 L/ha Aplicação aérea permitida apenas para as culturas de: algodão, algodão geneticamente modificado, arroz irrigado, aveia-preta, azevém, cana-de-açúcar, fumo, milho, soja, soja geneticamente modificada e trigo. | |||
A variação nas doses depende do estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para fase inicial de desenvolvimento; maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
FOLHA LARGA | DOSE | ||
Culturas | Alvos | Dose L/ha | L/100L de água (%)** |
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2,0 – 3,0 | 1,0 a 1,5 | |
Maria-mole | 1,5 | 0,75 | |
(Senecio brasiliensis) | |||
Fedegoso-branco (Senna obtusiflora) | 2,5 – 4,5 | 1,25 a 2,25 | |
Algodão Arroz irrigado Banana | Guanxuma (Sida cordifolia) | 1,5 – 2,5 | 0,75 a 1,25 |
Café Cana-de-açúcar Citros | Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,5 – 2,5 | 0,75 a 1,25 |
Coco Eucalipto Fumo | Erva-lanceta (Solidago chilensis) | 1,5 – 2,5 | 0,75 a 1,25 |
Maçã Mamão Milho | Serralha (Sonchus oleraceus) | 1,0 – 2,0 | 0,5 a 1,0 |
Soja | |||
Trigo Uva | Erva-de-touro (Tridax procumbens) | 3,0 | 1,5 |
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | 3,0 – 4,5 | 1,5 a 2,25 | |
Ervilhaca | 3,0 – 4,5 | 1,5 a 2,25 | |
(Vicia sativa) | |||
Trevo | 3,0 – 4,5 | 1,5 a 2,25 | |
(Trifolium repens) | |||
NÚMERO, ÉPOCA OU INTERVALO DE APLICAÇÕES: Número de aplicações: Realizar uma única aplicação por ciclo de cultura. Época de aplicação: SATO 648 deve ser aplicado sobre as plantas infestantes a serem controladas, já germinadas, quando estas estiverem em boas condições de desenvolvimento e sem efeito de “stress” hídrico (falta ou excesso de água). O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais. Volume de calda: Equipamentos Terrestres: Entre 50 e 250 L/ha. Equipamentos aéreos: De 20 a 40 L/ha. Aplicação aérea permitida apenas para as culturas de: algodão, algodão geneticamente modificado, arroz irrigado, aveia-preta, azevém, cana-de-açúcar, fumo, milho, soja, soja geneticamente modificada e trigo. | |||
A variação nas doses depende do estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para fase inicial de desenvolvimento; maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
(**) As doses em porcentagem referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 200 L/há com bico de 110-01. Qualquer dúvida utilizar os valores em litros/hectares.
Alvo biológico | L/ha |
Aveia-preta (avena strigosa) - forrageira | 0,5 |
Azevém (Lolium multiflorum) - forrageira | 1,0 |
Soja (Glycine max) - Dessecação pré-colheita | 0,75 – 1,5 |
NÚMERO, ÉPOCA OU INTERVALO DE APLICAÇÕES: Número de aplicações: Realizar uma única aplicação por ciclo de cultura. Época de aplicação: Aplicação em pós-emergência das forrageiras azevém e aveia-preta para silagem 4 a 5 dias antes da colheita (florescimento até o enchimento dos grãos). Volume de calda: Equipamentos Terrestres: Entre 50 e 250 L/ha. Equipamentos aéreos: De 20 a 40 L/ha. Aplicação aérea permitida apenas para as culturas de: algodão, algodão geneticamente modificado, arroz irrigado, aveia-preta, azevém, cana-de-açúcar, fumo, milho, soja, soja geneticamente modificada e trigo. | |
FOLHA ESTREITA | DOSE | |
Alvo biológico | L/ha | L/100 (L/Ha) (%) |
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 1,0 a 1,5 | 0,5 a 0,75 |
Capim-pé-de-galinha (Eleusine-indica) | 1,0 a 2,0 | 0,5 a 1,0 |
FOLHA LARGA | DOSE | |
Alvo biológico | L/ha | L/100 (L/Ha) (%) |
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 1,0 a 1,5 | 0,5 a 0,75 |
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 1,0 a 1,5 | 0,5 a 0,75 |
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 2,0 | 1,0 |
Corda-de-viola (Ipomoea nil) | 2,0 | 1,0 |
NÚMERO, ÉPOCA OU INTERVALO DE APLICAÇÕES: Número de aplicações: Realizar uma única aplicação por ciclo de cultura. Época de aplicação: A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato é de 25 a 35 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. A aplicação foliar de SATO 648 sobre a cultura do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato deverá ser realizada até a 4º folha. Volume de calda: Equipamentos Terrestres: Entre 50 e 250 L/ha Equipamentos aéreos: De 20 a 40 L/há. Aplicação aérea permitida apenas para as culturas de: algodão, algodão geneticamente modificado, arroz irrigado, aveia-preta, azevém, cana-de-açúcar, fumo, milho, soja, soja geneticamente modificada e trigo. | ||
A variação nas doses depende do estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para fase inicial de desenvolvimento; maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
(**) As doses em porcentagem referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 200 L/há com bico de 110-01. Qualquer dúvida utilizar os valores em litros/hectares.
Cultura | Alvo biológico | ÉPOCA | DOSE p.c. (L/ha) |
Folha estreita | |||
Braquiarão (Brachiaria brizantha) Capim-marmelada | Até 2 perfilhos Até 10 cm | 2,0 a 2,5 | |
(Brachiaria plantaginea) | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) Capim-colchão | De 3 a 6 perfilhos Maior que 10 cm e menor que 20 cm | 1,2 a 2,0 | |
(Digitaria-horizontalis) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | Mais que 6 perfilhos Maior que 20 cm | 2,0 a 2,5 | |
Soja OGM | |||
Folha Larga | |||
tolerante ao glifosato | |||
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) Trapoeraba* | Até 6 folhas Até 10 cm | 1,5 a 2,0 | |
(Commelina benghaliensis) | |||
Amendoim bravo | |||
(Euphorbia heterophylla) Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) | De 3 a 6 folhas Maior que 10 cm e menor que 20 cm | 2,0 a 2,25 | |
Picão-branco | |||
(Galinsoga parviflora) | |||
Beldroega | |||
(Portulaca oleracea) | |||
Nabiça (Raphanus raphanistrum) Poaia-branca | Mais que10 folhas Maior que 20 cm | 2,25 a 2,50 | |
(Richardia-brasiliensis) | |||
Número de aplicações: Em áreas de plantio direto ou convencional a aplicação pode ser única ou sequencial, a aplicação única deve seguir os estágios de crescimento, épocas e doses para a soja geneticamente modificada. Em áreas de alta infestação e ou germinação desuniforme das plantas infestantes recomenda-se aplicação sequencial (duas aplicações): A primeira na dose de 1,5 L/ha, até os 20 dias após a emergência da cultura. A segunda na dose de 1,0 L/ha, com intervalo de cerca de 15 a 20 dias entre as duas aplicações. Em casos específicos de infestação de Commelina benghalensis, recomenda-se a aplicação sequencial nas doses de 2,0 L/ha na primeira aplicação, seguida de 1,5 L/ha observando-se as recomendações da aplicação sequencial. Época de aplicação: A aplicação do produto deverá ser feita em área total, em pós-emergência da soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato. Considerar que a melhor época para controle das plantas infestantes empós-emergência é de 20 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. Se aplicado de acordo com as recomendações no período adequado, o produto controlará as plantas infestantes, com uma única aplicação ou aplicação sequencial. Volume de calda: Equipamentos Terrestres: Entre 50 e 250 L/ha. Equipamentos aéreos: De 20 a 50 L/ha. Aplicação aérea permitida apenas para as culturas de: algodão, algodão geneticamente modificado, arroz irrigado, aveia-preta, azevém, cana-de-açúcar, fumo, milho, soja, soja geneticamente modificada e trigo. | |||
A variação nas doses depende do estágio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para fase inicial de desenvolvimento; maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
(**) As doses em porcentagem referem-se a aplicações para pulverizadores costais manuais com vazão aproximada de 200 L/há com bico de 110-01. Qualquer dúvida utilizar os valores em litros/hectares.
OGM - Organismo Geneticamente Modificado
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Ipomoea nil | amarra-amarra (2), campainha (8), corda-de-viola (9) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Chamaesyce hirta | erva-andorinha (2), erva-de-cobre, erva-de-sangue | Ver detalhes |
| Banana | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Café | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Digitaria insularis | capim açu, capim amargoso, capim flexa | Ver detalhes |
| Citros | Brachiaria mutica | capim-angola, capim-branco (1), capim-de-planta | Ver detalhes |
| Coco | Ipomoea nil | amarra-amarra (2), campainha (8), corda-de-viola (9) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Fumo | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Maçã | Brachiaria decumbens | braquiária, braquiária-decumbens, capim-braquiária | Ver detalhes |
| Mamão | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Milho | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Soja | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Soja OGM | Chamaesyce hirta | erva-andorinha (2), erva-de-cobre, erva-de-sangue | Ver detalhes |
| Trigo | Ageratum conyzoides | catinga-de-bode, erva-de-são-joão (1), mentrasto | Ver detalhes |
| Uva | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
SATO 648 deve ser aplicado sobre as plantas infestantes a serem controladas, já germinadas, quando estas estiverem em boas condições de desenvolvimento e sem efeito de “stress” hídrico (falta ou excesso de água).
O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais.
A eficiência do produto começa a ser observada entre o 4º e o 10º dia após a aplicação. SATO 648 não tem ação residual sobre sementes existentes no solo.
SATO 648 aplicado de acordo com as recomendações controlará as plantas infestantes com uma única aplicação.
O produto SATO 648 pode ser utilizado em aplicação sequencial em plantio direto para o controle das plantas infestantes, nunca excedendo a dose máxima recomendada em aplicação única, observando que a maior dose deverá ser utilizada na primeira aplicação, a qual deve ser realizada e torno de 30 dias antes do plantio da cultura e a segunda próxima ao dia do plantio. A aplicação sequencial antecipa o controle de plantas infestantes, favorecendo o plantio em função de uma cobertura morta mais uniforme, o que facilita o trabalho da plantadeira, principalmente quando as plantas a serem dessecadas se encontram bem desenvolvidas. Essa antecipação irá melhorar a qualidade do plantio e garantir um melhor stand da cultura.
A aplicação para a eliminação da soqueira da cana-de-açúcar deve ser feita quando a média das folhas estiver entre 0,6 m e 1,2 m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.
Aplicação sobre a cultura da soja, em pré-colheita, logo após a maturação fisiológica do grão que ocorre após o estádio R7, 7 dias antes da colheita. A partir deste período a maturação do grão já está completa e não ocorre mais translocação de seiva para o mesmo. Considerando ainda que o grão está protegido pela vagem, o produto também não entrará em contato direto com o mesmo.
Aplicação em pós-emergência das forrageiras azevém e aveia-preta para silagem 4 a 5 dias antes da colheita (florescimento até o enchimento dos grãos).
Aplicação em pós-emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato:
- A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato é de 25 a 35 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. A aplicação foliar de SATO 648 sobre a cultura do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato deverá ser realizada até a 4ª folha.
O produto SATO 648 deve ser diluído em água limpa de acordo com a dose indicada para cada situação, e deve ser pulverizado sobre as espécies de plantas infestantes a serem controladas, bem como em área total sobre as culturas indicadas em aplicação na pré-colheita e em pós- emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato. A aplicação poderá ser feita utilizando-se equipamentos aéreos ou terrestres.
A aplicação deve ser feita com pulverizadores de barra, com bicos adequados a aplicação de herbicidas, seguindo as recomendações técnicas especificadas pelo fabricante para cada tipo de bico. Utilizar volume de calda entre 50 a 250 L/ha. Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura da área foliar.
Aplicação aérea permitida apenas para as culturas de: algodão, algodão geneticamente modificado, arroz irrigado, aveia-preta, azevém, cana-de-açúcar, fumo, milho, soja, soja geneticamente modificada e trigo.
-Barra com bicos para aeronaves de asa fixa –Ipanema de qualquer modelo.
-Volume de calda: 20 a 40 L/ha.
-Volume de calda soja geneticamente modificada: 20 a 50 L/ha
-Altura de voo: 3 a 5 m acima do topo da cultura, com faixa de deposição com 15m de largura e tamanho de gotas entre 200 e 600 micras.
-Densidade mínima de gotas: 20 a 40 gotas/cm²;
-Bicos de pulverização: bicos de jato cônico ou leque que permitam uma vazão ao redor de 20 a 40 L/há de calda (D10-45, D7-46, 80-10, 80-15) e produzam gotas com DMV (diâmetros medianos volumétricos) para as condições de aplicação e regulagem entre 200 a 600 micras com uma deposição mínima ideal de 20 gotas/cm² sem escoamento na folha.
-Em aviões tipo Ipanema, usa-se de 37 a 42 bicos na asa, sendo que normalmente para se evitar problemas de vórtices de ponta de asa, fecha-se ao redor de 3 bicos em cada raiz de asa e 2 bicos na barriga no pé direito e 1 no pé esquerdo. Dependendo da altura de voo da aeronave, do tipo de asa e posição de barra esta configuração pode se alterar. A angulação destes bicos na barra aplicadora vai ser determinante na configuração final do DMW da gota formada.
Condições Climáticas:
-Temperatura máxima: 28Cº
-Umidade relativa mínima: 55%
-Velocidade do vento máx: 10km/h (3m/s)
O produto, na quantidade pré−determinada, deve ser despejado diretamente no tanque do pulverizador, contendo ¼ do volume d’água e o sistema de agitação ligado. Em seguida, completar o volume do tanque com o restante de água.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Sigas as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos esses fatores quando da decisão de aplicar.
Para doses superiores a 1.800 gramas de ingrediente ativo/ha (3,75 litros do produto comercial/ha), é obrigatório utilizar tecnologia de redução de deriva de 50% nas aplicações costal, e tratorizada, sendo necessário consultar um engenheiro agrônomo e o catálogo do fabricante de pontas de pulverização.
A melhor estratégia de gerenciamento da deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (0,15 a 0,20 mm). A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais
desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade, e inversão térmica.
Tipo de bico: Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada, para a maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
fumaça originária de uma fonte no solo. No entanto, se não houver neblina, as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento de fumaça originária de uma fonte do solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Deve-se procurar aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h, temperaturas superiores a 30°C e umidade relativa inferior a 50%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Em aplicações com qualquer tipo de equipamento, observar as condições climáticas recomendadas, considerando que a umidade relativa do ar é o fator mais importante, já que determina uma maior ou menor evaporação.
Culturas | Intervalo de Segurança | Culturas | Intervalo de Segurança |
Algodão | (1) | Eucalipto | U.N.A |
Arroz | (2) | Fumo | U.N.A |
Aveia-preta | 4 dias | Maçã | 15 dias |
Azevém | 4 dias | Mamão | 3 dias |
Banana | 30 dias | Milho | (3) |
Café | 15 dias | Soja e Soja geneticamente modificada | (4) |
Cana-de-açúcar | (2) | Soja (dessecação) | 7 dias |
Citros | 30 dias | Trigo | (2) |
Coco | 15 dias | Uva | 17 dias |
U.N.A: Uso não alimentar.
O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergencia da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do algodão geneticamente modificado que expressa tolerância ao glifosato e 130 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergencia da cultura.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergencia da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
O uso do produto está restrito ao indicado no rótulo e bula.
Fitotoxicidade:
Durante a aplicação em jato dirigido, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes das plantas úteis. SATO 648 não danifica as plantas com caules suberizados, caso os atinja.
A aplicação na modalidade de pré-colheita nas culturas de soja, aveia-preta e azevém, realizada em período diferente do recomendado poderá ocasionar severos danos às culturas com consequente perda de produção.
O herbicida SATO 648 não deve ser utilizado em área total em pós-emergência das culturas indicadas, exceto quando aplicado na modalidade de uso na pré-colheita da soja para dessecação e nas forrageiras aveia-preta e azevém para silagem e na cultura do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato.
Observar atentamente ao realizar as aplicações, para que não ocorra qualquer deriva para culturas vizinhas.
Eliminação de plantas infestantes em área cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes) em aplicação dirigida à entrelinha nas culturas de: ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, maçã, nectarina, pera, pêssego, uva, pastagem, eucalipto, pínus e seringueira.
Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) – sistema de plantio direto ou cultivo mínimo para as culturas de algodão, arroz, arroz-irrigado, feijão, soja, milho, trigo e na eliminação do arroz vermelho.
Eliminação da soqueira de cana-de-açúcar e como maturador da cana-de-açúcar.
PLANTAS INFESTANTES ANUAIS
FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 0,5-1 | 240-480 | 300-400 |
Aveia | Avena sativa | 1 | 480 | |
Cevadinha | Bromus catharticus | 1 | 480 | |
Capim-rabo-de-raposa | Setaria geniculata | 1-2 | 480-960 | |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,5 | 720 | |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1,5-2 | 720-960 | |
Capim-favorito | Rhynchelitrum repens | 1,5-2 | 720-960 | |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 2 | 960 | |
Azevém | Lolium multiflorum | 2-3 | 960-1440 | |
Capim-Arroz | Echinochloa crusgalli | 4 | 1920 | |
Cuminho ou Falso cominho | Fimbristylis miliacea | 5 | 2400 | |
FOLHA LARGA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1-1,5 | 480-720 | 300-400 |
Picão-branco ou Fazendeiro | Galinsoga parviflora | 1 | 480 | |
Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | 1-2 | 480-960 | |
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 1,5 | 720 | |
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 1,5 | 720 | |
Angiquinho | Aeschynomene rudis | 2 | 960 | |
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 2 | 960 | |
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 2 | 960 | |
Caruru | Amaranthus viridis | 2 | 960 | |
Boca-de-leão-selvagem | Antirrhinum orontium | 2 | 960 | |
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 2 | 960 | |
Buva | Conyza bonariensis | 2 | 960 | |
Cordão-de-frade | Leonotis nepetifolia | 2 | 960 | |
Quebra-pedra | Phyllantus tenellus | 2 | 960 | |
Beldroega | Portulaca oleracea | 2 | 960 | |
Nabiça | Raphanus raphanistrum | 2 | 960 | |
Maria-pretinha | Solanum americanum | 2 | 960 | |
Serralha | Sonchus oleraceus | 2 | 960 | |
Maria-gorda | Talinum paniculatum | 2-3 | 960-1440 | |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 3-4 | 1440-1920 | |
Corda-de-viola | Ipomoea aristolochiaefolia | 3 | 1440 | |
Alfafa | Medicago sativa | 3,5 | 1680 | |
Anileira | Indigofera hirsuta | 4 | 1920 | |
Corda-de-viola | Ipomoea quamoclit | 4 | 1920 | |
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 4 | 1920 | |
Espérgula | Spergula arvensis | 4 | 1920 | |
Trevo | Trifolium repens | 4 | 1920 | |
Barbasco | Pterocaulon virgatum | 4,5-5 | 2160-2400 | |
Erva-quente | Spermacoce alata | 5-6 | 2400-2880 | |
Ervilhaca | Vicia sativa | 5 | 2400 | |
PLANTAS INFESTANTES PERENES
FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Capim-azedo | Paspalum conjugatum | 1 | 480 | 300-400 |
Junquinho | Cyperus ferax | 1,5-3 | 720-1440 | |
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 1,5-4 | 720-1920 | |
Capim-colonião | Panicum maximum | 1,5-5 | 720-2400 | |
Grama-comprida | Paspalum dilatatum | 2 | 960 | |
Capim-braquiária | Brachiaria decubens | 2,5-4 | 1200-1920 | |
Tiririca | Cyperus flavus | 3 | 1440 | |
Capim-gordurar | Melinis minutiflora | 3-4 | 1440-1920 | |
Capim-gengibre | Paspalum maritimum | 3-4 | 1440-1920 | |
Capim-canoão | Setaria poiretiana | 3,5 | 1680 | |
Capim-rabo-de-burro | Andropogon bicornis | 4 | 1920 | |
Capim-membeca | Andropogon leucostachyus | 4 | 1920 | |
Grama-seda | Cynodon dactylon | 4-5 | 1920-2400 | |
Tiririca | Cyperus rotundus | 4-5 | 1920-2400 | |
Capim-jaraguá | Hyparrhenia rufa | 4 | 1920 | |
Capim-caiana | Panicum cayennense | 4 | 1920 | |
Grama-batatais | Paspalum notatum | 4-5 | 1920-2400 | |
Grama-touceira | Paspalum paniculatum | 4-5 | 1920-2400 | |
Capim-da-roça | Paspalum urvillei | 4 | 1920 | |
Capim-kikuio | Pennisetum clandestinum | 4-5 | 1920-2400 | |
Capim-massambará | Sorghum halepense | 4 | 1920 | |
Grama-missioneira ou capitinga | Axonopus compressus | 4 | 2400 | |
Tiririca | Cyperus difformis | 5 | 2400 | |
Cana-de-açúcar (roughing) | Saccharum officinarum | 6 | 2880 | |
Taboca | Guadua angustifolia | 12 | 5760 |
FOLHA LARGA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1 | 480 | 300-400 |
Mata-pasto | Eupatorium maximilianii | 1,5 | 720 | |
Maria-mole | Senecio brasiliensis | 2-3 | 960-1440 | |
Erva-lanceta | Solidago chilensis | 2 | 960 | |
Língua-de-vaca | Rumex crispus | 3 | 1440 | |
Guanxuma | Sida cordifolia | 3 | 1440 | |
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | 3 | 1440 | |
Guanxuma | Sida rhombifolia | 3 | 1440 | |
Grandiúva | Trema micrantha | 4 | 1920 | |
Fedegoso-branco | Senna obtusifolia | 5 | 2400 | |
Tanchagem | Plantago major | 5 | 2400 | |
Agriãozinho | Synedrellopsis grisebachii | 5 | 2400 | |
PLANTAS INFESTANTES ANUAIS
FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Arroz vermelho, arroz daninho | Oryza sativa | 3-4 | 1440-1920 | 300-400 |
Capim arroz | Echinochloa crusgali | 2 | 960 | |
Capim pé de galinha | Eleusine indica | 1-2 | 480-960 | |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 1 | 480 | |
Capim colchão | Digitaria horizontalis | 2 | 960 | |
FOLHA LARGA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 3-4 | 1440-1920 | 300-400 |
Angiquinho | Aeschynomene rudis | 3-4 | 1440-1920 | |
Caruru verde | Amaranthus viridis | 3-4 | 1440-1920 | |
Corda de viola | Ipomoea grandifolia | 3-4 | 1440-1920 | |
Falsa serralha | Emilia sonchifolia | 2 | 960 | |
Macela | Gnaphalium pensylvanicum | 1-2 | 480-960 | |
Picão preto | Bidens pilosa | 1-2 | 480-960 | |
Picão branco | Galinsonga parviflora | 1 | 480 | |
PLANTAS INFESTANTES PERENES
FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Tiririca | Cyperus rotundus | 4-5 | 1920-2400 | 300-400 |
Grama-seda | Cynodon dactylon | 3-5 | 1440-2400 | |
FOLHA LARGA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 2-3 | 960-1440 | 300-400 |
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | 2-3 | 960-1440 | |
PLANTAS INFESTANTES ANUAIS
FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,5 | 720 | 150-400 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 2 | 960 | |
Capim-favorito | Rhynchelitrum repens | 2 | 960 | |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 2 | 960 | |
Capim-rabo-deraposa | Setaria geniculata | 2 | 960 | |
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 2 | 960 | |
FOLHA LARGA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Trapoeraba | Murdannia nudiflora | 4 | 1920 | 150-400 |
Centela | Centella asiatica | 4 | 1920 | |
Picão-preto | Bidens pilosa | 1 | 480 | |
Carrapicho-decarneiro | Acanthospermum hispidum | 1 | 480 | |
Caruru | Amaranthus hybridus | 1,5 | 720 | |
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 2 | 980 | |
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2 | 980 | |
Malvastro | Malvastrum coromandelianum | 2 | 980 | |
Assa-peixe | Vernonia ferruginea | 4 | 1920 | |
Caeté | Thalia geniculata | 4 | 1920 | |
PLANTAS INFESTANTES PERENES
FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Capim-gengibre | Paspalum maritimum | 2 | 980 | 150-400 |
Capim-colonião | Panicum maximum | 2 | 980 | |
Capim-dandá | Cyperus rotundus | 4 | 1920 | |
Grama-bermuda | Cynodon dactylon | 4 | 1920 | |
Grama-batatais | Paspalum notatum | 4 | 1920 | |
Junquinho | Cyperus ferax | 3 | 1440 | |
Soqueira de cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 4 | 1920 | |
FOLHA LARGA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Lanceta | Eclipta alba | 2 | 960 | 150-400 |
Erva-quente | Spermacoce alata | 4 | 1920 | |
Guanxuma | Sida rhombifolia | 3 | 1440 | |
Guanxuma | Sida cordifolia | 3 | 1440 | |
A dosagem indicada varia de acordo com o cultivar e está em função dos equipamentos empregados:
CULTIVAR | Equipamento convencional Produto comercial (L/ha) | Ingrediente ativo | Equipamento CDA/BENTLEY Produto comercial (L/ha) | Ingrediente ativo |
IAC | 5,0 | 2400 | 4,0 | 1920 |
NA | 5,0 | 2400 | 4,0 | 1920 |
CB | 4,0 | 1920 | 3,0 | 1440 |
SP | 5,0 | 2400 | 3,0 | 1440 |
CO/CP | 5,0 | 2400 | 4,0 | 1920 |
A aplicação do produto deve ser realizada quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.
Notas:
As doses indicadas dependem do estádio de desenvolvimento da planta infestante: doses menores para a fase inicial de desenvolvimento; doses maiores para a fase adulta ou perenizada.
Ingrediente ativo expresso em concentração de sal de isopropilamina de glifosato.
A época de aplicação mais indicada para o controle das espécies perenes é próxima e/ou durante a floração. No caso das plantas infestantes anuais, o melhor período é entre a fase jovem até a formação dos botões florais.
A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento.
Eliminação da soqueira da cana-de-açúcar: a aplicação do produto deve ser realizada quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do solo, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.
Maturador da cana-de-açúcar: o produto pode ser utilizado como maturador em cana-de- açúcar em qualquer época de safra de acordo com as seguintes recomendações:
Início da safra: visando antecipar a maturação, devido a condições pouco favoráveis de maturação natural, onde nem mesmo as variedades mais precoces estão no seu potencial máximo de acúmulo de sacarose.
Meio da safra: Com o objetivo de maximizar a qualidade da matéria-prima e antecipar a liberação de área de reforma para o preparo do solo e plantio de cana de ano ou cereais. Final de safra: Com o objetivo mínimo de manter um bom nível de maturação, evitando a queda natural que ocorre com o início das chuvas, podendo ainda elevar o potencial natural de maturação daquelas variedades plantadas com cana de ano ou cortadas no final da safra anterior.
Áreas com excesso de vinhaça: com o objetivo de elevar o nível de maturação, normalmente baixo nestas áreas, devido ao alto vigor vegetativo apresentado pela cultura. Período entre aplicação e colheita/dose: O período entre aplicação e colheita pode ser manejado em função de doses, massa verde e época de aplicação que possibilita uma adequada flexibilidade de safra. No geral está entre 42 a 56 dias (6 a 8 semanas) para a dose recomendada do produto de 0,6 L/ha.
Idade da cultura: A área a ser aplicada deve estar com um rendimento agrícola estabilizado. Lembrar sempre que o único objetivo da aplicação é melhorar a qualidade de matéria-prima, ou seja, elevar o teor de sacarose.
Variedades floríferas: A aplicação do produto como maturador é viável mesmo após a diferenciação floral até o estádio de pavio de vela. Em cana pronta para florescer, essa aplicação é recomendada estrategicamente, para manter e melhorar a qualidade dessa matéria-prima. Não se deve realizar aplicação quando o processo de florescimento estiver em fase adiantada (cartucho).
Notas:
A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4º e o 10º dia após a aplicação.
A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é de 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estádio inicial de desenvolvimento.
Em áreas de alta infestação de plantas infestantes, recomenda-se realizar a aplicação sequencial, observando-se sempre os menores intervalos recomendados.
O produto não tem ação sobre sementes existentes no solo.
O produto aplicado de acordo com as recomendações no período adequado, controlará as plantas infestantes, com uma única aplicação ou aplicação sequencial.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aeschynomene rudis | angiquinho (1), maricazinho (1), paquinha | Ver detalhes |
| Ameixa | Cyperus ferax | capim-de-cheiro (2), chufa, junquinho (1) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Banana | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Cacau | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
| Café | Eupatorium maximilianii | mata-pasto (8) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Emilia sonchifolia | bela-emilia, falsa-serralha, pincel | Ver detalhes |
| Citros | Melinis minutiflora | capim-catingueiro, capim-gordo, capim-gordura | Ver detalhes |
| Eucalipto | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Aeschynomene rudis | angiquinho (1), maricazinho (1), paquinha | Ver detalhes |
| Maçã | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Milho | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Nectarina | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Pastagens | Bromus catharticus | aveia-louca, cevadilha, falsa-cevada | Ver detalhes |
| Pera | Plantago major | plantagem (1), tanchagem (2), tanchagem-maior | Ver detalhes |
| Pessego | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Pinus | Trifolium repens | flor-de-primavera, trevo (3), trevo-branco | Ver detalhes |
| Seringueira | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Soja | Leonotis nepetifolia | carda-de-leão, cordão-de-frade, cordão-de-são-francisco (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Uva | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
Aplicar o produto em jato dirigido ou protegido, tomando-se o devido cuidado de tal forma a não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem).
No sistema de plantio direto, aplicar o produto antes do plantio da cultura. Aplicar em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas das plantas infestantes que se deseja o controle.
Para eliminação de soqueira de cana-de-açúcar, aplicar o produto sobre as folhas em área total.
Equipamentos de aplicação:
Tipos de equipamentos:
Tratorizado convencional: vazão: 150-400 L/ha; pressão: 30-40 Lb/pol²; tamanho de gotas: 300-600 µm; densidade: 30-40 gotas/cm²
Bentley BT-3: vazão: 80-120 L/ha; pressão: 40-60 Lb/pol²; tamanho de gotas: 200-300 µm; densidade: 50-100 gotas/cm²
Costal manual:
vazão: 150-200 L/ha; pressão: 20-30 Lb/pol²; tamanho de gotas: 200-400 µm; densidade: 20-30 gotas/cm²
vazão: 300-400 L/ha; pressão: 20-30 Lb/pol²; tamanho de gotas: 200-600 µm; densidade: 20-30 gotas/cm²
Pulverização aérea: barra com bicos para aeronaves de asa fixa
volume de aplicação 40-50 L/ha; altura de vôo - 4-5 m do topo da cultura; largura da faixa de deposição: 15 m; tamanho de gotas: 110-120 µm; densidade de gotas: mínimo 20 gotas/cm² (DMV-420-450 m); bicos de pulverização: jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20 gotas/cm2 com DMV 420-450 m à pressão de 15-30 psi.
Maturador da cana-de-açúcar:
A aplicação deve ser realizada por avião, utilizando-se barra com bicos convencionais, e um consumo de calda na faixa de 30-40 L/ha. (ver item: Aplicação Aérea)
Condições climáticas: Temperatura máxima: 28ºC; umidade relativa (mínimo): 55%; velocidade do vento (máximo): 10 km/h. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar SENHA SL. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante o seu preparo e durante a operação de sua aplicação.
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Algodão (1); Ameixa, Uva: 17 dias; Arroz, Cana-de-açúcar (pós-emergência), Feijão, Pastagem, Trigo: (2); Banana, Cacau, Citros, Nectarina, Pêssego, cana-de-açúcar (como maturador): 30 dias; Café, Maçã, Pera: 15 dias; Milho (3); Pínus, Eucalipto, Seringueira: UNA.
O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
U.N.A = Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPIs recomendados para uso durante a aplicação
Aplicação em jato dirigido sobre as plantas infestantes, nas culturas de ameixa, banana, cacau, café, citros, maçã, nectarina, pera, pêssego e uva.
Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) - sistema de plantio direto para as culturas de algodão, arroz, cana- de-açúcar, milho, pastagens, soja e trigo.
Aplicação em área de pousio antecedendo o plantio de algodão, arroz, cana-de-açúcar, milho, pastagens, soja e trigo.
Aplicação para erradicação de soqueira na cultura da cana-de-açúcar.
Aplicação em área total, em pós-emergência da soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato em áreas de plantio direto ou convencional.
Aplicação em capina química para erradicação de vegetação em aplicações de pré- plantio e nas entrelinhas em jato dirigido nas culturas de pinus e eucalipto.
Aplicação na rebrota do eucalipto para renovação de área de plantio.
Aplicação para eliminação de vegetação na implantação de pinus e eucalipto (pré- plantio).
FOLHA ESTREITA | |||
Nome comum | Nome científico | Dose de aplicação Produto comercial | |
kg/ha* | g/100 L d’água** | ||
Aveia-voluntária | Avena strigosa | 1 | 500 |
Braquiarão | Brachiaria brizantha | 1,5-2,5 | 750-1.250 |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2,5 | 1.250 |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 0,5 | 250 |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1 | 500 |
Grama-seda | Cynodon dactylon | 2,5-3,5 | 1.250-1.750 |
Junquinho | Cyperus ferax | 2-2,5 | 1.000-1.250 |
Tiririca | Cyperus rotundus | 2-2,5 | 1.000-1.250 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 0,75-1 | 375-500 |
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 1,5 | 750 |
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 1-1,5 | 500-750 |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 1 | 500 |
Azevém-anual | Lolium multiflorum | 2,5 | 1.250 |
Capim-colonião | Panicum maximum | 2,25 | 1.125 |
Capim-azedo | Paspalum conjugatum | 1,5 | 750 |
Grama-batatais | Paspalum notatum | 2,5 | 1.250 |
Capim-da-guiné | Paspalum paniculatum | 1 | 500 |
Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 2,5-3 | 1.250-1.500 |
Sorgo | Sorghum bicolor | 0,5-1 | 250-500 |
FOLHA LARGA | |||
Nome comum | Nome científico | Dose de aplicação Produto comercial | |
kg/ha* | g/100 L d’água** | ||
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 1 | 500 |
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 1 | 500 |
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 1 | 500 |
Apago-fogo | Alternanthera tenella | 1 | 500 |
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 1 | 500 |
Caruru-de-mancha ou Caruru | Amaranthus viridis | 1 | 500 |
Picão-preto | Bidens pilosa | 0,75 | 375 |
Erva-de-santa-luzia | Chamaesyce hirta | 1 | 500 |
Erva-de-santa-maria | Chenopodium ambrosioides | 1 | 500 |
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 3-3,5 (1) | 1.500-1.750 |
Buva | Conyza bonariensis | 0,5- 1,5 | 250-750 |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 1 | 500 |
Fazendeiro | Galinsoga parviflora | 0,5 | 250 |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 1,5-2 | 750-1.000 |
Corda-de-viola | Ipomoea indivisa | 2 | 1.000 |
Corda-de-viola | Ipomoea nil | 2 | 1.000 |
Guanxuma ou vassourinha | Malvastrum coromandelianum | 1 | 500 |
Beldroega | Portulaca oleracea | 1 | 500 |
Nabo ou Nabiça | Raphanus raphanistrum | 1 | 500 |
Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | 1,5 | 750 |
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2,5 | 1.250 |
Maria-mole | Senecio brasiliensis | 1 | 500 |
Guanxuma ou matapasto | Sida rhombifolia | 1-1,5 | 500-750 |
Serralha | Sonchus oleraceus | 1 | 500 |
Erva-quente | Spermacoce latifolia | 2-3 | 1.000-1.500 |
Erva-de-touro | Tridax procumbens | 2 | 1.000 |
Ervilhaca | Vicia sativa | 2-3 | 1.000-1.500 |
Notas:
1 kg do SENHA® WG corresponde a 792,5 g/kg do sal de amônio de glifosato ou 720 g/kg do equivalente ácido de glifosato.
As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação.
De acordo com o estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
** As doses em g/100 L d’água referem-se a aplicações com pulverizador costal manual com vazão aproximada de 200 L/ha com bico de 110.01 (os valores foram aproximados para facilitar o preparo da calda). Em caso de dúvida, utilizar os valores em kg/ha.
(1) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias nas doses de 2 kg p.c./ha seguido de 1 kg p.c./ha a 2 kg p.c./ha seguido de 1,5 kg p.c./ha.
PC: produto comercial
FOLHA ESTREITA | |||||
Nome comum | Nome científico | Dose de aplicação Produto comercial | Estádio de crescimento da planta infestante | Época DAE (em relação à cultura) *** | |
kg/ha* | g/100 L d’água** | ||||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 0,5-0,75 | 250-375 | 2 perfilhos ou 10 cm | V3 25 dias |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||||
Notas:
Estádios da soja: V3 - 3º trifólio completamente expandido
De acordo com o estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para as plantas de menor porte e as maiores doses para os estádios de desenvolvimento indicados na tabela.
** As doses em g/100 L d'água referem-se a aplicações para pulverizador costal manual com vazão aproximada de 200 L/ha, bico de 110.01 (valores aproximados para facilitar o preparo da calda). Em caso de dúvida, utilizar os valores em kg/ha.
*** DAE = Dias após a emergência da cultura
O estádio de desenvolvimento pode variar de acordo com a época de plantio, condições climáticas e ciclo da variedade em questão.
As doses variam conforme a espécie da planta infestante e seu estágio de desenvolvimento. As doses menores são indicadas para plantas no estágio inicial de desenvolvimento vegetativo, e as máximas para as plantas perenizadas.
FOLHA ESTREITA | |||
Nome comum | Nome científico | Dose de aplicação Produto comercial | |
kg/ha* | g/100 L d’água** | ||
Arroz vermelho | Oryza sativa | 2,5 | 1250 |
Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 2,5-3 | 1.250-1.500 |
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 1-1,5 | 500-750 |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2,5 | 250 |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 0,5-1,5 | 250-750 |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 0,5-1,5 | 250-750 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 0,5-1,5 | 250-750 |
Capim-colonião | Panicum maximum | 1,5-2,5 | 750-1250 |
Capim-massambará | Sorghum halepense | 0,5-1,5 | 250-750 |
Capim-oferecido | Pennisetum setosum | 1,5 | 750 |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 0,5-1,5 | 250-750 |
Grama-seda | Cynodon dactylon | 2,5 | 1250 |
Nota:
Os valores em g/100 L da dosagem foram determinados em relação ao volume médio de aplicação de 200 L d’água/há.
FOLHA LARGA | |||
Nome comum | Nome científico | Dose de aplicação Produto comercial | |
kg/ha* | g/100 L d’água** | ||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 1,5-2,5 | 750-1250 |
Angiquinho | Aeschynomene denticulata | 1,5-2,5 | 750-1250 |
Corriola | lpomoea grandifolia | 1,5 | 750 |
Carrapichão | Xanthium strumarium | 1,5 | 750 |
Guanxuma | Sida rhombifolia | 1,5 | 750 |
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 0,5-1,5 | 250-750 |
Picão-preto | Bidens pilosa | 0,5-1,5 | 250-750 |
Nota:
Os valores em g/100 L da dosagem foram determinados em relação ao volume médio de aplicação de 200 L d’água/ha.
O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para as plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais.
Aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem em boas condições de desenvolvimento vegetativo, sem efeito de “stress” hídrico (falta ou excesso de água).
O produto quando aplicado no período adequado e conforme a recomendação, controla as plantas infestantes com uma única aplicação. No caso específico da Trapoeraba, seguir a recomendação detalhada no Quadro I.
Soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato:
Aplicação única, seguindo doses e estádios de crescimento descritos no Quadro II.
A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é aos 25 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estádio inicial de desenvolvimento.
Eliminação da soqueira da cana-de-açúcar:
Para eliminação de soqueira de cana-de-açúcar, aplicar o produto sobre as folhas em área total.
Recomenda-se a aplicação de 2,5 a 3 kg p.c./ha. Esta aplicação deve ser feita quando a altura média das folhas estiver entre 0,6 m e 1 m medidas a partir do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Ameixa | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Arroz | Raphanus sativus | nabiça (2), nabo (2), rabanete | Ver detalhes |
| Banana | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Cacau | Avena strigosa | aveia-brasileira, aveia-preta, aveia-voluntária | Ver detalhes |
| Café | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Citros | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Eucalipto | Aeschynomene denticulata | angiquinho (2), corticeirinha (1), maricazinho (2) | Ver detalhes |
| Maçã | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Milho | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Nectarina | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Pastagens | Richardia brasiliensis | poaia, poaia-branca, poaia-do-campo (2) | Ver detalhes |
| Pera | Brachiaria brizantha | braquiarão, braquiária-brizanta, braquiária-do-alto | Ver detalhes |
| Pessego | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Pinus | Aeschynomene denticulata | angiquinho (2), corticeirinha (1), maricazinho (2) | Ver detalhes |
| Soja | Echinochloa crusgalli | capim-arroz (2), capim-canevão, capim-jaú | Ver detalhes |
| Soja OGM | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Trigo | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Uva | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
Aplicar o produto em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então somente onde houver manchas de mato, tomando-se o necessário cuidado para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem).
A eficiência do produto é visualizada entre o 4º e o 10º dia após o tratamento.
Equipamentos de aplicação:
Pulverização terrestre:
A aplicação deve ser feita com pulverizadores de barra, com bicos adequados à aplicação de herbicidas.
Pressão: 20 a 40 Lb/pol2
Volume d’água: 50 a 250 L/ha.
Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura da área foliar.
Pulverizador costal manual: verificar as doses por 100 L d’água e utilizar vazão aproximada de 200 L/ha.
No caso de soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato deve ser utilizado um volume de calda de 120 L/ha.
Pulverização através de aeronave agrícola:
Barra com bicos para aeronaves de asa fixa (Ipanema de qualquer modelo). Volume de calda: 20 a 40 L/ha.
Altura de voo: 3 a 5 m acima do topo da cultura Faixa de deposição: 15 m de largura
Tamanho de gotas: 200 a 600 micras. Densidade mínima de gotas: 20 a 40 gotas/cm2.
Bicos de pulverização - bicos de jato cônico ou leque. Vazão: 20 a 40 L/ha de calda (D10-45, D7-46, 80-10, 80-15)
Tamanho de gotas: DMV (diâmetros medianos volumétricos) para as condições de aplicação e regulagem entre 200 a 600 micras
Deposição mínima de 20 gotas/cm2 sem escoamento na folha.
Aviões tipo Ipanema: usa-se de 37 a 42 bicos na asa, sendo que, normalmente para se evitar problemas de vórtices de ponta de asa, fecha-se ao redor de 3 bicos em cada raiz de asa e 2 bicos na barriga no pé direito e 1 no pé esquerdo. Dependendo da altura de voo, da aeronave, do tipo de asa e posição de barra esta configuração pode-se alterar. A angulação destes bicos na barra aplicadora vai ser determinante na configuração final do DMV da gota formada.
Maturador da cana-de-açúcar:
A aplicação deve ser realizada por avião, utilizando-se barra com bicos convencionais, e um consumo de calda na faixa de 30-40 L/ha.
Em caso de dúvidas ou mudança de aeronave, realizar testes de campo com papel sensível, ou consultar empresa aplicadora.
Condições climáticas:
Temperatura máxima: 28°C Umidade relativa mínima: 55%
Velocidade do vento máxima: 10 km/h (3 m/s)
Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Gerenciamento da deriva:
É obrigatório o uso de tecnologia de redução de deriva de pelo menos 50% para doses acima de 1.800 g/ha nas aplicações costal, estacionária/semi-estacionária e tratorizada.
Encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar SENHA® WG. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante o seu preparo e durante a operação de sua aplicação.
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Cultura | Intervalo de Segurança (dias) |
Algodão | (1) |
Arroz, cana-de-açúcar, pastagem, trigo | (2) |
Milho | (3) |
Soja | (4) |
Banana, cacau, citros, nectarina, pêssego | 30 |
Café, maçã, pera | 15 |
Uva, ameixa | 17 |
Eucalipto, pinus | UNA |
O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do algodão geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 130 dias, quando o agrotóxico for aplicado em
pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do milho geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 90 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e da cultura, e de 60 dias quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência da cultura para controle da produção de pólen em campos de produção de grãos para sementes geneticamente modificadas que expressem a resistência ao glifosato.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa tolerância ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e da cultura.
UNA: Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPIs recomendados para uso durante a aplicação.
SHOPRA 970 WG é um herbicida hormonal seletivo do grupo ariloxialcanóico, granulado dispersível, que contém 970 g/kg do ingrediente ativo sal de dimetilamina do ácido 2,4-diclorofenoxiacético, utilizado na pós-emergência das plantas daninhas.
SHOPRA 970 WG é indicado para o controle de plantas daninhas nas culturas de arroz (pós-emergência da cultura e plantas daninhas), café (jato dirigido nas entrelinhas), cana-de-açúcar (pós-emergência da cultura e plantas daninhas), milho (plantio direto e pós-emergência da cultura e plantas daninhas), pastagens e soja (plantio direto).
CULTURAS | Alvo Biológico Nome Comum/Nome Científico | Doses (kg/ha) | Número de aplicações | Época / Intervalo de Aplicação |
Arroz | Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 0,8 – 1,25 | 1 | Para cultivos em áreas inundadas ou várzeas: fazer uma aplicação em pós-emergência entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, estando as plantas infestantes no estádio de até 10 folhas. |
Beldroega (Portulaca oleracea) | 0,8 – 1,25 | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 0,4 – 1,25 | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 0,4 – 1,25 | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | 0,8 – 1,25 | |||
Café | Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 1,8 – 3,0 | 1 | Aplicar através de jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes e quando as mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, sempre em época quente, logo após a arruação ou esparramação. |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 0,8 – 1,25 | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,8 – 1,25 | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 1,8 – 3,0 | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 0,8 – 1,25 | |||
Cana-de- açúcar | Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 0,8 – 1,25 | 1 | Aplicar em época quente, na pós- emergência das plantas infestantes, estando as mesmas com, no máximo, 10 folhas e quando a cana atingir 30 cm de altura. Repetir a aplicação após cada corte da cana, em pós- emergência da cultura. |
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 0,8 – 1,25 | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 0,8 – 1,25 | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,8 – 1,25 | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 0,8 – 1,25 |
Milho | Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 0,4 – 1,7 | 1 | Plantio Direto - Aplicar 01 vez, até cerca de 15 dias antes da semeadura, visando a dessecação da área, com as plantas infestantes em estádio de até 10 folhas. Pós-emergência da cultura - Aplicar 01 vez, em pós- emergência das plantas infestantes e da cultura, em área total, com o milho até 4 a 5 folhas. Nas duas modalidades, respeitar o estádio de, no máximo, 10 folhas das plantas infestantes. |
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 0,4 – 1,25 | 1 | ||
Caruru (Amaranthus retroflexus) | 0,4 – 1,25 | 1 | ||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 0,4 – 1,25 | 1 | ||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 0,4 – 1,25 | 1 | ||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 0,4 – 1,25 | 1 | ||
Joá-de-capote (Nicandra physaloides) | 0,4 – 1,25 | 1 | ||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | 0,4 – 1,25 | 1 | ||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 1,25 | 1 | ||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 1,25 – 1,7 | 1 | ||
Soja | Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,25 – 1,7 | 1 | Aplicar 10 a 15 dias antes do plantio, visando o controle em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas, com altura de, no máximo, 10 cm. |
Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,8 – 1,25 | |||
Pastagem | Buva (Conyza bonariensis) | 1,0 – 1,8 | 1 | Aplicar por cobertura total em pós- emergência das plantas infestantes de folhas largas com altura de, no máximo, 50 cm. |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,0 – 1,8 |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Café | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Milho | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Pastagens | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
| Soja | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
Se embalagens hidrossolúveis: devem ser adicionadas diretamente no tanque de pulverização, obedecendo as doses recomendadas. Encher o tanque do pulverizador até um nível aproximadamente de 20% do total. Adicionar as embalagens hidrossolúveis do produto. Permitir que os sacos hidrossolúveis fiquem de molho durante 3 minutos, enquanto se adiciona água até metade da capacidade do tanque. Ao atingir a metade do pulverizador, iniciar a agitação da calda. Então, completar a capacidade do tanque, sob agitação constante, para a perfeita dissolução das embalagens hidrossolúveis e do produto.
Após a dissolução, o SHOPRA 970 WG deve ser aplicado por pulverização em equipamento tratorizado. O volume de calda pode variar em função da modalidade do tratamento, da área efetivamente tratada, do porte e da densidade das invasoras. O produto deve ser aplicado exclusivamente com equipamento tratorizado com barra, de modo a providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas daninhas. Volume de calda: 200 a 400 L/ha.
Bicos: tipo leque da série 80 ou 110 cm2. Pressão: 2,15 a 4,3 kg/cm2 (30 a 60 lb/pol2) Tamanho de gotas: 200 a 300 micrômetros. Densidade de gotas: mínimo de 30 gotas/cm2.
Clima: observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Proceda a lavagem com solução a 3% de amoníaco ou soda cáustica, deixando-a no tanque por 24 horas. Substituí-la depois por solução de carvão ativado a 3 g/L de água e deixar em repouso por 1 ou 2 dias, lavando em seguida com água e detergente. Descartar a água remanescente da lavagem por pulverização nas bordaduras das lavouras, em local onde não atinja culturas sensíveis ao 2,4-D. Recomenda-se fazer
um teste de fitotoxicidade em culturas sensíveis ao 2,4-D, tais como: curcubitáceas, tomate ou algodão; antes de usar o equipamento para pulverização de outros produtos. Preferencialmente utilizá-lo unicamente para aplicação de 2,4-D ou formulações que o contenham. As condições de aplicação poderão ser alteradas de acordo com as instruções do Engenheiro Agrônomo ou técnico responsável.
Arroz: Não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Café: 30 dias.
Cana-de-açúcar: Não determinado por ser de uso em pós-emergência até 3 (três) meses após o plantio ou corte.
Milho: Não determinado por ser de uso desde a fase de pré-emergência até o milho atingir uma altura de 25 cm.
Soja: Uso permitido somente em pré-plantio. Pastagens: Não determinado.
Culturas | Modalidade de Emprego (Aplicação) | Intervalo de Reentrada* | |
2h de atividades | 8h de atividades | ||
Arroz | Pós-emergência | 24 horas | 14 dias |
Café | Pós-emergência | 24 horas (1) | 24 horas (1) |
Cana-de-açúcar | Pós-emergência | 13 dias | 31 dias (2) |
Milho | Pós-emergência | 24 horas | 18 dias |
Soja | Pós-emergência | 24 horas | 18 dias |
Pastagens | Pós-emergência | 5 dias (4) | 23 dias (4) |
A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada com a utilização pelos trabalhadores de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas.
Os intervalos de reentrada são resultantes da avaliação do risco ocupacional realizada durante a reavaliação do ingrediente ativo. Outros intervalos de reentrada poderão ser indicados, se a avaliação do risco ocupacional do produto formulado, realizada pela Anvisa, assim determinar (Parágrafo Único do Art. 2º da RDC nº 284, de 19 de maio de 2019).
(1) Mantido em 24 horas pela ausência relevante de contato na reentrada.
(2) Necessária a utilização pelos trabalhadores, após o intervalo de reentrada, de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e luvas como equipamento de proteção individual (EPI) para se realizar qualquer trabalho nas culturas de cana-de-açúcar após a aplicação de produtos contendo 2,4-D.
(4) Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar
CULTURA | Plantas Daninhas | Dose | Volume de Calda (L/ha) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
MILHO | Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 4 a 5 L/ha | 200 a 400 |
Maceia | Achyrocline satureioides | |||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | |||
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | |||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | |||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | |||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | |||
Fazendeiro | Galinsoga parviflora | |||
Erva-de-macaé | Leunurus sibiricus | |||
Beldroega | Portulaca oleraceae | |||
Nabo ou nabiça | Raphanus raphanistrum | |||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | |||
Guanxuma | Sida rhombifolia | |||
Erva-de-bicho, erva-moura | Solanum americanum | |||
Serralha | Sonchus oleraceus | |||
Fazer uma única aplicação pós-plantio e na pré-emergência das plantas infestantes, logo após a semeadura, em solo bem preparado e úmido. A umidade no solo deve ser suficiente para translocação até as sementeiras ou raízes das plantas infestantes.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Café | Parthenium hysterophorus | coentro-do-mato, fazendeiro (1), losna-branca | Ver detalhes |
| Milho | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
Bicos tipo leque: 8002 - 8004 ou 1 1 002 - 11004 ou equivalentes (o nº de bicos deverá estar adequado ao tamanho da barra)
Espaçamento: 50 cm
Pressão: 40 a 60 lb/pol2
Volume de aplicação: 200 a 400 litros/ha Velocidade de aplicação: 5 km/hora
No caso de usar outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização no solo. Observações locais devem ser feita visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e volatilização do produto.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Sigas as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (Independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e as condições meteorológicas (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
Volume: Use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de ponta: Use o modelo de ponta apropriado para tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, inseto de desgaste e vazamentos.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível ara dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas diâmetro maior reduz o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica, enquanto se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Condições climáticas:
Chuvas moderadas logo após a aplicação em pré-emergência promovem melhores resultados. Evitar aplicação nas horas mais quentes do dia.
Milho (1)
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
ALFACE | Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | 1,5 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 300 | 350 | 1 |
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
Erva-de-bicho Polygonum aviculare | |||||
Serralha Sonchus oleraceus | |||||
Erva-de-passarinho Stellaria media | |||||
Soliva Soliva anthemifolia | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | |||
ALGODÃO | Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Capim-massambará Sorghum halepense | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Caruru-rasteiro Amaranthus deflexus | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Fedegoso Chenopodium album |
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
ALGODÃO OGM (Organismo Geneticamente Modificado OGM**) resistente ao Glufosinato de amônio (pós emergência) | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 a 2,5 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 a 500 | Terrestre: 200 - 300 Aérea: 30 - 40 | 2 |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Apaga-fogo Alternanthera tenella | |||||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 3,0 a 3,5 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 600 a 700 | 1 | ||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Apaga-fogo Alternanthera tenella | |||||
Erva-quente Borrieria latifolia | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
BANANA | Capim-colchão Digitaria horizontalis | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 500 | 1 |
Capim-guaçu Paspalum conspersum | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Quebra-pedra Phyllanthus tenellus | |||||
Crepis Crepis japonica | |||||
Macela-branca Gnaphalium spicatum | |||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | |||||
Sete-sangrias Cuphea carthagenensis | |||||
Erva-cará Dioscorea batatas |
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
BATATA | Caruru Amaranthus viridis | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Nabo Raphanus raphanistrum | |||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | |||||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
BATATA | Uso para dessecação | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
CAFÉ | Trapoeraba Commelina benghalensis | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Buva Conyza bonariensis | |||||
Macela-branca Gnaphalium spicatum | |||||
Mentrasto Ageratum conyzoides | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | 3,0 + 0,4 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 600 | 450 | ||
Guanxuma-branca Sida glaziovii | 2,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 500 | ||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,5 + 0,4 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 500 | 450 | ||
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
CANA-DE- AÇÚCAR | Uso para dessecação | 4,0 + 0,25 % v/v de óleo vegetal | 800 | 30 - 40 | 1 |
CEVADA | Uso para dessecação | 1,75 + 0,25 % (v/v) de óleo vegetal ou de óleo mineral | 350 | 200 | 1 |
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
CITROS | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis e Digitaria sanguinalis | |||||
Capim-amargoso Digitaria insularis | |||||
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Maria-gorda Talinum paniculatum | |||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | |||||
Malva-branca Sida cordifolia | |||||
EUCALIPTO | Samambaia Pteridium aquilinum | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Capim-gordura Melinis minutiflora | 4,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 800 | |||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Cambará Lantana camara | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | |||||
Serralha Sonchus oleraceus | |||||
Buva Conyza bonariensis | |||||
Unha-de-vaca Bauhinia variegata | |||||
Arranha-gato Acacia plumosa | |||||
Jurubeba Solanum paniculatum | |||||
Capim-colonião Panicum maximum | |||||
Vassourinha-botão Spermacoce verticillata | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Gervão |
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Stachytarpheta cayennensis | |||||
FEIJÃO | Uso para dessecação para feijão de consumo | 1,8 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 360 | Terrestre: 350 Aérea: 30 - 40 | 1 |
Uso para dessecação para feijão para sementes | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | |||
MAÇÃ | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Azevém Lolium multiflorum | |||||
Língua-de-vaca Rumex obtusifolius | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Nabo Raphanus raphanistrum | |||||
Serralha Sonchus oleraceus | |||||
Losna-branca Parthenium hysterophorus | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
Maria-mole Senecio brasiliensis | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Poaia Richardia brasiliensis | |||||
Trevo Oxalis oxyptera | |||||
MILHO | Capim-colchão Digitaria sanguinalis | 1,5 a 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 300 a 400 | 350 | 1 |
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia | |||||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | |||||
Beldroega Portulaca oleracea |
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Malva-branca Sida cordifolia | |||||
NECTARINA / PÊSSEGO | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria horizontalis | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Guanxuma Sida rhombifolia | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
REPOLHO | Picão-branco Galinsoga parviflora | 1,5 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 300 | 350 | 1 |
Erva-de-passarinho Stellaria media | |||||
Erva-de-bicho Polygonum persicaria | |||||
Serralha Sonchus oleraceus | |||||
Mentruz Coronopus didymus | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | |||
SOJA | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,5 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 500 | 350 | 1 |
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | |||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | |||||
Nabo Raphanus raphanistrum | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Poaia Richardia brasiliensis | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Beldroega Portulaca oleracea | |||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||||
Trigo Triticum aestivum | 3,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 600 | |||
Aveia Avena sativa | |||||
Cevada Hordeum vulgare | |||||
Azevém Lolium multiflorum | |||||
Centeio Secale cereale |
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c/ha) | Dose (g i.a./ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Triticale Triticum secale | |||||
SOJA | Capim-amargoso Digitaria insularis | 2,5 a 3,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 500 a 600 | 350 | 1 |
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | |||||
Capim-camalote Rotboellia exaltata | |||||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | |||||
Erva-quente Spermacoce latifolia | |||||
Buva Conyza bonariensis | |||||
SOJA | Uso para dessecação | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | Terrestre: 350 Aérea: 30 - 40 | 1 |
TRIGO | Capim-carrapicho Cenchrus echinatus | 2,0 + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica | |||||
Capim-colchão Digitaria sanguinalis | |||||
Arroz Oryza sativa | |||||
Picão-preto Bidens pilosa | |||||
Guanxuma Sida cordifolia | |||||
Erva-quente Spermacoce alata | |||||
Soja Glycine max | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Buva Conyza bonariensis | 1,5 a 2,0 + 0,5 de óleo vegetal ou mineral | 300 a 400 | 200 | ||
Capim-amargoso Digitaria insularis | 2,0 + 0,5 de óleo vegetal ou mineral | 400 | |||
TRIGO | Uso para dessecação | 1,75 + 0,5 de óleo vegetal (0,25% v/v) | 350 | 200 | 1 |
UVA | Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 2,0 + 0,7 (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral | 400 | 350 | 1 |
Picão-branco Galinsoga parviflora | |||||
Caruru Amaranthus viridis | |||||
Picão-preto Bidens pilosa |
Aplicar em jato dirigido na pós-emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas.
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em área total.
Para controle das plantas daninhas em pós-emergência, aplicar na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura.
Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada, capim-massambará realizar a aplicação no início de perfilhamento. Para carrapicho-de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru-rasteiro, picão-preto e fedegosa, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 4 a 8 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Aplicar o produto, em pós-emergência da cultura, com adição de 0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação, em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 2,5 L p.c./ha. Para uma única aplicação utilizar a dosagem de 3,0 a 3,5 L p.c./ha, observando-se sempre o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas.
Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 6 folhas, e as de folha estreita com até um perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Para controle das plantas daninhas: realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 6 folhas.
Para dessecação de “batata consumo”: Aplicar 2,0 L/ha do produto comercial + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de espalhante adesivo à base de lauril éter sulfato de sódio a 28%, sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba (Commelina benghalensis), picão-preto (Bidens pilosa) e guanxuma-branca (Sida glaziovii) com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área.
Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e guanxuma-branca, aplicar quando estas estiverem com até 4 folhas. Em capim-marmelada e capim-colchão, até a fase de início do perfilhamento. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Com o objetivo de facilitar a desfolha da cana-de-açúcar, durante a colheita realizar uma única aplicação sobre as folhas da cana-de-açúcar na pré-colheita quando a cultura se encontrar no final do estádio de desenvolvimento vegetativo e antes da emissão da inflorescência.
Programar a aplicação de SINFONAT de acordo com a programação de colheita, com 21 a 28 dias antes da colheita da cana-de-açúcar. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Aplicar o produto na dessecação numa única pulverização, sempre com adição de 0,5 L/ha (ou 0,25% v/v) de óleo vegetal ou de óleo mineral na calda de aplicação.
Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de cevada estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo.
Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta daninha estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta daninha estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta daninha estiver com até 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas quando estas estiverem em fase de vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das daninhas de folha estreita quando estiverem com até 4 perfilhos; e em folhas largas, com até 8 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Para dessecação em feijão para consumo: Aplicar a dose de 1,8 L/ha quando a cultura apresentar aproximadamente 50% das vagens secas.
Para dessecação em feijão para sementes: Aplicar a dose de 2,0 L/ha, somente quando a cultura apresentar 70% das vagens secas.
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la.
Aplicar em poaia, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão- branco, picão-preto e língua-de-vaca quando a planta daninha estiver de 5 a 10 cm. Em capim- colchão, azevém e capim-marmelada com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em área total.
Para controle das plantas daninhas em pós-emergência, aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início de perfilhamento do capim-colchão e capim-marmelada. Para as demais plantas daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas.
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura.
Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão branco quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Capim-colchão e capim-marmelada, quando estiver com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Realizar a aplicação quando as plantas daninhas apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós- emergência das plantas daninhas, em área total. Para o controle de capim-colchão e capim- marmelada, realizar o controle quando as plantas estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo, nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega realizar o controle quando as plantas estiverem com até 6 folhas. Para o controle de trapoeraba realizar o controle quando as plantas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós- emergência das plantas daninhas, em área total. Para buva realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 12 cm de altura. Em carrapicho-de-carneiro quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Em capim-amargoso, capim-carrapicho e capim- camalote, realizar a aplicação sobre as plantas daninhas oriundas de sementes até o estádio de desenvolvimento de 3 perfilhos. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Para dessecação: Utilizar a dose de 2,0 L/ha do produto + 0,7 L/ha (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral, aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita.
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Caruru e guanxuma devem ter até 4 folhas. Para o controle da buva oriunda de sementes, realizar a aplicação na dose de 1,5 a 2,0 L/ha quando as plantas daninhas estiverem com até 2 folhas. Para o controle das gramíneas como o capim-amargoso, aplicar sobre as plantas daninhas oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Para dessecação de pré-colheita: Aplicar o produto na dessecação em uma única pulverização, sempre com adição de 0,25 % v/v de óleo vegetal ou de óleo mineral na calda de aplicação. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura).
Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, atingindo no máximo a "canela" da cultura. Picão- preto deve ter até 10 cm e as demais plantas daninhas, de 10 a 20 cm.
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Açaí | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Alface | Polygonum aviculare | erva-de-bicho (6) | Ver detalhes |
| Algodão | Sorghum halepense | capim-argentino, capim-cevada, capim-massambará | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Aveia | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Banana | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Batata | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Café | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Centeio | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Cevada | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Citros | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Eucalipto | Pteridium aquilinum | pluma-grande, samambaia, samambaia-das-taperas | Ver detalhes |
| Feijão | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Maçã | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Milho | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Nectarina | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Pessego | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Repolho | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Soja | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Trigo | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Uva | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
Sinfonat pode ser aplicado com equipamento costal manual ou motorizado, bem como por equipamento tratorizado, utilizando-se bicos tipo leque 110.02 a 110.04, com uma pressão de 40 a 60 libras/pol². O volume de calda varia de 300 a 600 L/ha.
O diâmetro de gotas deve se ajustado de acordo com o volume de aplicação (L/ha), proporcionando adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de até 10 km/hora, temperatura e umidade relativa, visando reduzir ao máximo perdas por deriva ou evaporação.
Para as hortaliças (alface e repolho) quando utilizar o "sistema de copinhos", cobrir as mudinhas com copinho plástico, para protegê-la da ação herbicida do produto. Utilizando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme.
Sinfonat pode ser aplicado em pré-semeadura nas culturas do algodão, milho, soja e trigo em área total. O volume de calda varia de 30 a 40 litros de calda/ha. Utiliza-se barra com bicos da série D (D6 a D10) ou bicos tipo leque.
Respeitar altura de vôo de 3-4 metros, faixa de deposição 13-15 metros e ventos de até 10 km/hora.
Para efeito de dessecação nas culturas de batata, soja e feijão. O volume de calda varia de 30 a 40 litros de calda/ha. Utiliza-se barra com bicos da série D (D6 a D10) ou bicos tipo leque.
Respeitar altura de vôo de 3-4 metros, faixa de deposição 13-15 metros e ventos de até 10 km/hora.
Pode ser aplicado com pulverizadores terrestres, manuais costais ou tratorizados, dotados de barra com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 200 a 300 litros de calda/ha, ou aeronaves agrícolas com volume de calda de 30 a 40 litros de calda/ha, diretamente sobre as plantas daninhas. Sendo um produto de contato, é importante uma cobertura uniforme das plantas daninhas pela calda de pulverização.
Condições climáticas favoráveis: Temperatura mínima e 10ºC a máxima de 28ºC. Umidade relativa do ar de mínimo 60%.
Culturas | Dias |
Alface | 7 |
Algodão | 28 |
Algodão OGM | 116 |
Banana | 10 |
Batata | 10 |
Café | 20 |
Cana-de-açúcar | 14 |
Cevada | 7 |
Citros | 40 |
Eucalipto | UNA (1) |
Culturas | Dias |
Feijão | 5 |
Maçã | 7 |
Milho | ND (2) |
Nectarina | 7 |
Pêssego | 7 |
Repolho | 7 |
Soja | 10 |
Trigo | 7 |
Uva | 7 |
(1) Uso não alimentar
(2) Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.
SULBAN® é um herbicida indicado em pós-emergência das plantas daninhas e respectivos estádios listados no quadro a seguir:
Cultura | Alvos | Dose | Época de aplicação |
Eucalipto* | Acanthospermum hispidum Carrapicho-de-carneiro | 60 a 80 g/ha | SULBAN® deve ser usado nas entrelinhas da plantação, em pós-emergência, com as ervas daninhas em estádio de 4 folhas. |
Alternanthera tenella Apaga-fogo | |||
Bidens pilosa Picão-preto | |||
Commelina benghalensis Trapoeraba | |||
Ipomoea grandifolia Corda-de-viola | |||
Raphanus raphanistrum Nabo-bravo | |||
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 Intervalo de aplicação: aplicação única Volume de calda: Aplicação terrestre: 100 a 300 L/ha (equipamentos tratorizados) 400 a 600 L/ha (equipamentos costais manuais) | |||
Pinus* | Acanthospermum hispidum Carrapicho-de-carneiro | 60 a 80 g/ha | SULBAN® deve ser usado nas entrelinhas da plantação, em pós-emergência, com as ervas daninhas em estádio de 4 folhas. |
Alternanthera tenella Apaga-fogo | |||
Bidens pilosa Picão-preto | |||
Commelina benghalensis Trapoeraba | |||
Ipomoea grandifolia Corda-de-viola | |||
Raphanus raphanistrum Nabo-bravo | |||
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 Intervalo de aplicação: aplicação única Volume de calda: Aplicação terrestre: 100 a 300 L/ha (equipamentos tratorizados) 400 a 600 L/ha (equipamentos costais manuais) | |||
Soja** | Raphanus sativus Rábano | 40 g/ha | SULBAN® poderá ser usado uma vez no manejo da cobertura vegetal no sistema de plantio direto (pré-plantio e plantio) ou uma vez em pós-plantio, após o estádio de 3º trifólio da soja e pós-emergência das ervas, em estádio de 4 a 6 folhas. |
Senecio brasiliensis Flor-das-almas | |||
Soja** | Acanthospermum australe Carrapicho-rasteiro | 60 a 80 g/ha | SULBAN® poderá ser usado uma vez no manejo da cobertura vegetal no sistema de plantio direto (pré-plantio e plantio) ou uma vez em pós-plantio, após o estádio de 3º trifólio da soja e pós-emergência das ervas, em estádio de 4 a 6 folhas. |
Acanthospermum hispidum Carrapicho-de-carneiro | |||
Ageratum conyzoides Mentrasto | |||
Alternanthera tenella Apaga-fogo | |||
Amaranthus hybridus Caruru-roxo | |||
Amaranthus viridis Caruru-de-mancha | |||
Bidens pilosa Picão-preto | |||
Blainvillea latifolia Picão-grande | |||
Commelina benghalensis Trapoeraba | |||
Desmodium tortuosum Carrapicho-beiço-de-boi | |||
Galinsoga parviflora Picão-branco | |||
Hyptis lophanta Catirina | |||
Hyptis suaveolens Bamburral | |||
Ipomoea aristolochiaefolia Corda-de-viola | |||
Ipomoea grandifolia Corda-de-viola | |||
Melampodium perfoliatum Flor-amarela | |||
Parthenium hysterophorus Losna-branca | |||
Portulaca oleracea Beldroega | |||
Raphanus raphanistrum Nabo-bravo | |||
Vigna unguiculata Feijão-miúdo | |||
Calopogonium mucunoides Calopogônio | 80 g/ha | ||
Conyza bonariensis Rabo-de-foguete | |||
Emilia sonchifolia Falsa-serralha | |||
Euphorbia heterophylla Amendoim-bravo | |||
Senna obtusifolia Fedegoso-branco | |||
Tridax procumbens Erva-de-touro | |||
Número máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1 Intervalo de aplicação: aplicação única Volume de calda: Aplicação terrestre: 100 a 300 L/ha (equipamentos tratorizados) 400 a 600 L/ha (equipamentos costais manuais) Aplicação aérea: 20 a 40 L de calda/ha | |||
** Na cultura da soja adicionar adjuvante a base de óleo mineral emulsionável na dose de 0,05% v/v.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Eucalipto | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Pinus | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Soja | Emilia sonchifolia | bela-emilia, falsa-serralha, pincel | Ver detalhes |
Aplicação terrestre: adicionar a quantidade recomendada de SULBAN® no tanque pulverizador com ¼ (25%) de sua capacidade com água limpa, adicionando em seguida o adjuvante indicado na dose de 50 mL/100 litros de água e completar o volume, mantendo a calda sob contínua agitação. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare somente a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após o seu preparo. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
Aplicação aérea: fazer uma pré-mistura em balde adicionando a quantidade recomendada de SULBAN® e misturar até obter uma calda homogênea, adicionando nesta fase o adjuvante indicado na dose de 50 mL/100 litros de água. Colocar água no reservatório (Hopper) da aeronave até atingir ¾ (75%) do volume desejado. Adicionar a pré-mistura de SULBAN® e deixar o agitador ligado até formar uma calda homogênea, completando o volume em seguida. Este procedimento também é válido em casos em que a calda é preparada em reservatório separado.
Na cultura da soja, o produto pode ser pulverizado com equipamentos para aplicação terrestre tratorizada ou costal e por aplicação aérea.
Utilizar bicos de jato em leque, com ângulo de 80° ou 100° e pressão de trabalho de 30 a 50 Lb/pol2. Escolha os bicos e ajuste a pressão para gerar densidade de 20 a 40 gotas/cm2 e diâmetro de gotas médias a grandes.
Em aplicação aérea, na cultura da soja, obedecer a vazões entre 20 a 40 L/ha de calda e velocidade do vento inferior a 10 km/hora.
Aplicar através de aeronaves agrícolas, dotadas de barra com bicos tipo cônicos (06 ou 08. core 44 a 46), ou com bicos rotativos (MICRONAIR - AU-5000-2), obedecendo à altura de voo de 3-4 m (MICRONAIR) ou 2.3 m (bicos cônicos) e à largura da faixa de deposição efetiva de 13 m. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.
Nas culturas de eucalipto e pinus, realizar aplicação com o jato dirigido somente nas entrelinhas do plantio, sendo os bicos montados com proteção de chapéu-de-napoleão, para evitar o contato do produto com a cultura.
Cultura | Dias |
Eucalipto | UNA |
Pinus | UNA |
Soja | 65 dias |
UNA: Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI).
plantas infestantes), café (jato dirigido nas entrelinhas), cana-de-açúcar (pós-emergência da cultura e plantas infestantes), milho (plantio direto-dessecação ou pós-emergência da cultura e plantas infestantes), soja (plantio direto), pastagens e trigo (plantio direto-dessecação ou pós-emergência da cultura e plantas infestantes).
Culturas | Alvo Biológico Nome Comum (Nome científico) | Doses (Kg/ha) | Número de aplicações | Época/ Intervalo de aplicação | Volume de Calda (L/ha) |
Arroz | Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 0,8 - 1,25 | 1 | Para cultivo em áreas inundadas ou várzeas: fazer uma aplicação em pós- emergência entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, estando as plantas infestantes no estádio de até 10 folhas. | 100 - 200 |
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 0,4 - 1,25 | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Café | Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 1,8 - 3,0 | 1 | Aplicar através de jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós- emergência das plantas infestantes e quando as mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, sempre em época quente, logo após a arruação ou esparramação. | 100 - 200 |
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 0,8 - 1,25 | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Cana-de- açúcar | Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 0,8 - 1,25 | 1 | Aplicar em época quente, na pós- emergência das plantas infestantes, estando as mesmas com, no máximo, 10 folhas e quando a cana atingir 30 cm de altura. Repetir a aplicação após cada corte da cana, em pós- emergência da cultura. | 200 - 300 |
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Milho | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 1,25 - 1,70 | 1 | Plantio Direto: aplicar 01 vez, até cerca de 15 dias antes da semeadura, visando a dessecação da área, com as plantas infestantes em estádio de até 10 folhas. Pós-emergência da cultura: aplicar 01 vez, em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura, em área total com o milho até 4 a 5 folhas. | 100 -200 |
Picão-preto (Bidens pilosa) | 1,25 | ||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 0,4 - 1,7 | ||||
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 0,4 - 1,25 | ||||
Caruru (Amaranthus retroflexus) | |||||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) |
Culturas | Alvo Biológico Nome Comum (Nome científico) | Doses (Kg/ha) | Número de aplicações | Época/ Intervalo de aplicação | Volume de Calda (L/ha) |
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | Nas duas modalidades, respeitar o estádio de, no máximo, 10 folhas das plantas infestantes. | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Joá-de-capote (Nicandra physaloides) | |||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||||
Soja | Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,25 - 1,70 | 1 | Aplicar 10 a 15 dias antes do plantio, visando o controle em pós- emergência das plantas infestantes de folhas largas, com altura de, no máximo, 10 cm. | 100 - 200 |
Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,8 - 1,25 | ||||
Pastagens | Buva (Conyza bonariensis) | 1,0 - 1,80 | 1 | Aplicar por cobertura total em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas com altura de, no máximo, 50 cm. | 200 - 300 |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Trigo | Nabiça (Raphanus raphanistrum) | 0,4 – 0,6 | 1 | Aplicar, em pós-emergên- cia das plantas infestantes e da cultura, em área total, no período após o início de perfilhamento e antes do emborrachamento. Respeitar o estádio de no máximo 10 folhas das plantas infestantes. | 100 - 20 |
Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,5 – 0,6 | ||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 1,2 – 2,0 | 1 | Aplicar, até cerca de 15 dias antes da semeadura, visando a dessecação da área, com as plantas infestantes em estádio de até 10 folhas. Respeitar o estádio de no máximo 10 folhas das plantas infestantes. | 100 - 200 | |
Buva (Conyza bonariensis) | 1,6 – 2,0 | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) |
Cada quilograma de SWEEP OFF® contém 975 g do ingrediente ativo sal de dimetilamina do ácido 2,4- diclorofenoxiacético que corresponde a 800 g de equivalente ácido. Abaixo estão demonstradas suas respectivas doses/ha em função da recomendação de dose/ha do produto comercial:
Produto Comercial (Kg/ha) | Ingrediente Ativo (Kg/ha) | Equivalente Ácido (Kg/ha) |
0,4 | 0,39 | 0,32 |
0,5 | 0,49 | 0,40 |
0,6 | 0,59 | 0,48 |
0,8 | 0,78 | 0,64 |
1,0 | 0,98 | 0,80 |
1,2 | 1,17 | 0,96 |
1,25 | 1,22 | 1,00 |
1,6 | 1,56 | 1,28 |
1,7 | 1,66 | 1,36 |
1,8 | 1,76 | 1,44 |
2,0 | 1,95 | 1,60 |
3,0 | 2,93 | 2,40 |
Pré-emergência: quando aplicado sobre o solo, afeta tanto gramíneas como dicotiledôneas, havendo, todavia, diferenças de sensibilidade. Essa forma de aplicação permite em alguns usos seletivos.
Pós-emergência: quando aplicado sobre as plantas, ocorre maior seletividade, sendo as gramíneas menos sensíveis. A ação é mais intensa contra dicotiledôneas herbáceas.
Aplicar em pós-emergência com as plantas infestantes no estádio de 3 a 5 folhas. Fazer o tratamento com pouca ou sem água de irrigação.
Aplicar após início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes.
Pré-emergência (solo médio): Aplicar antes da emergência da cana-planta, quando o solo estiver úmido.
Pós-emergência: Aplicar em época quente quando a cana-planta atingir 30-60 cm de altura e em aplicação dirigida. Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós-emergência da cultura.
Aplicar através jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes e quando as mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, sempre em época quente, logo após a arruação ou esparramação.
Pós-emergência precoce: em área total, até quando a cultura do milho estiver no estágio de 5 folhas. Pós-emergência tardia: com jato dirigido sobre as plantas infestantes evitando atingir o milho, quando a cultura atingir +/- 25 cm. Em todos os casos deverá ser contatada a empresa fornecedora do híbrido.
Aplicar por cobertura total em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas, existentes na área, com altura de, no máximo, 50 cm.
A aplicação deve ser feita de 15 a 1 dia antes da semeadura (plantio direto), visando o controle em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas existentes na área, com altura de, no máximo, 10 cm.
Pós-emergência: Aplica, em pós emergência das plantas infestantes e da cultura, em área total, no período após o início de perfilhamento e antes do emborrachamento. Respeitar o estádio de no máximo 10 folhas das plantas infestantes.
Plantio direto – dessecação: – Aplicar até cerca de 15 dias antes da semeadura, visando a dessecação da área, com as plantas infestantes em estádio de até 10 folhas.
Respeitar o estádio de no máximo 10 folhas das plantas infestantes.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Café | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Milho | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Pastagens | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Soja | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Trigo | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
Utilizar pulverizadores tratorizado terrestre com pontas de pulverização em jato plano capaz de gerar gotas grossas e muito grossas (superior a 350 micras de diâmetro volumétrico), calibrado para volume de calda de 150 a 300 L/ha capaz de propiciar uma boa cobertura foliar as plantas daninhas alvo com densidade adequada de gotas.
Em hipótese alguma é recomendada aplicação do SWEEP OFF® com volume de calda inferior a 80 L.ha-1.
De modo geral, na recomendação de tecnologia de aplicação do SWEEP OFF® os pulverizadores tratorizados devem estar equipados com pontas de gota plana com indução de ar, tal como AIXR 110.05, espaçadas de 50 cm, angulados a 90º com relação ao solo, a 0,5 metros acima do alvo, com taxa de 150 a 300 litros de calda de pulverização terrestre. A pressão de trabalho e velocidade do pulverizador deverá ser selecionada em função do volume de calda e classe das gotas.
Na pulverização com SWEEP OFF® utilizar técnicas que proporcionam maior cobertura do alvo. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e o catálogo do fabricante de pontas de pulverização.
Em caso de uso de outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização das plantas daninhas
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas, equipamentos de pulverização e infestação podem afetar o gerenciamento da deriva. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Para se evitar a deriva, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 µm). Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Consulte um engenheiro agrônomo.
É obrigatória a utilização de tecnologia de redução de deriva nas culturas de café e cana-de-açúcar: de pelo menos 55% para aplicação costal e de pelo menos 50% para aplicação tratorizada.
São proibidas taxas de aplicação costal superiores a 1,7 kg/ha de produtos à base de 2,4-D na cultura do café no caso da impossibilidade de utilização de tecnologia de redução de deriva de pelo menos 55%.
Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes d’água, criações e áreas de preservação ambiental.
O aplicador deve tomar alguns cuidados na hora da aplicação como:
Visando este objetivo, recomenda-se pulverização sob a temperatura inferior a 28°C, umidade relativa do ar acima de 70% e velocidade do vento entre 5 e 10 km/h, na ausência de orvalho com presença de luz solar, evitando período de chuva de até 6 horas após a aplicação.
A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados a tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais sob a orientação do engenheiro agrônomo.
Para a cultura da cana-de-açúcar e café, utilizar de tecnologia de redução de deriva de pelo menos 50% para aplicação tratorizado, sendo necessário consultar um engenheiro agrônomo e o catálogo do fabricante de pontas de pulverização. Para as aplicações com SWEEP OFF® manter bordadura de, no mínimo, 10m metros livres de aplicação costal e tratorizado. A bordadura deve ter início no limite externo da plantação em direção ao seu interior sendo obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
Temperatura: Máxima de 28ºC. Umidade relativa do ar: Mínima de 70%.
Velocidade do vento: Superior a 5 e inferior a 10 km/h
Observações locais deverão ser feitas visando reduzir as perdas por derivas ou volatilização. Em aplicações com qualquer tipo de equipamento, observar as condições climáticas recomendadas, considerando que a umidade relativa do ar é o fator mais importante, já que determina uma maior ou menor evaporação
Cultura | Intervalo de Segurança |
Arroz | (1) |
Café | 30 dias |
Cana-de- açúcar | (2) |
Milho | (3) |
Soja | (5) |
Pastagem | (4) |
Trigo | (1) |
Observações:
Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento.
Intervalo de segurança não determinado por ser de uso em pré e pós-emergência até três messes após o plantio ou corte.
O intervalo de segurança para o milho convencional é não determinado por ser de uso desde a fase de pré- emergência até o milho atingir altura de 25 cm.
Intervalo de Segurança não determinado – uso não alimentar.
Uso permitido somente em pré-plantio. O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
Não entrar nas áreas tratadas antes da secagem completa da calda (mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes do período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs), vestimenta hidrorrepelente e luvas.
Observe na tabela abaixo os intervalos de reentrada específicos para as culturas e durações de atividades de reentrada.
Aplicação Tratorizado | |||
Culturas | Tempo de atividade (horas) | Medidas Necessárias(1) | Intervalo de Reentrada (dias) |
Milho e Soja | 2h | Vestimenta Simples | 24 horas |
8 h | Vestimenta Simples | 18 dias | |
Pastagem | 2 h | Vestimenta Simples | 05 dias(3) |
8 h | Vestimenta Simples | 23 dias(3) | |
Arroz | 2h | Vestimenta Simples | 24 horas |
8 h | Vestimenta Simples | 14 dias | |
Cana-de-açúcar | 2 h | Vestimenta Simples e luvas | 13 dias |
8 h | Vestimenta Simples e luvas | 31 dias(2) | |
Trigo | 2h | Vestimenta Simples | 2 dias |
8 h | Vestimenta Simples | 20 dias | |
A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada com a utilização pelos trabalhadores de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas.
Necessária a utilização pelos trabalhadores, após o intervalo de reentrada, de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e luvas como equipamento de proteção individual (EPI) para se realizar qualquer trabalho nas culturas de cana-de-açúcar após a aplicação de produtos contendo 2,4-D.
Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar.
É exigida a manutenção de bordadura de, no mínimo, 10 metros livres de aplicação tratorizada de produtos formulados contendo 2,4-D, conforme resultados da avaliação de risco da exposição de residentes. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
O TEARDOWN é um herbicida sistêmico não seletivo de ação total para aplicação em pós- emergência.
As doses variam conforme a espécie da planta infestante e seu estádio de desenvolvimento. As doses menores são indicadas para plantas no estágio inicial da atividade vegetativa. E as máximas para as plantas infestantes em fase adultas ou perenizadas.
Culturas | Pragas | Dose | Volume de Calda | |
Nome Comum | Nome Científico | L p.c./ha | L/ha | |
Plantas Infestantes Anuais | Aplicação Terrestre: Pulverizador costal manual: 150 a 400 L/ha Equipamento CDA/Bentley BT-3: 80 a 120 L/ha Equipamento tratorizado convencional, com barras: 100 a 400 L/ha Para (1): Aplicação Aérea: 40-50 L/ha Número máximo de aplicações: 1 aplicação. VIDE MODO DE APLICAÇÃO PARA MAIORES DETALHES E RESTRIÇÕES. | |||
Capim-marmelada | Brachiaria | 0,5 – 2,0 | ||
plantaginea | ||||
Aveia | Avena sativa | 1,0 – 2,0 | ||
Ameixa, | Aveia-preta | Avena strigosa | 1,0 – 2,0 | |
Banana, Cacau, Café, Cana-de- açúcar, Citros, Coco, Eucalipto (florestas implantadas), Feijão, Fumo, Maçã, Mamão, Milho(1), Nectarina, Pastagens, Pêra, Pêssego, Pinus, | ||||
Cevadilha | Bromus catharticus | 1,0 | ||
Capim-rabo-de- raposa | Setaria geniculata | 1,0 – 2,0 | ||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,0 – 2,0 | ||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1,0 – 2,0 | ||
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | 2,0 | ||
Capim-favorito | Rhynchelitrum repens | 1,5 – 2,0 | ||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | 1,5 – 4,0 | ||
Azevém | Lolium multiflorum | 2,0 – 3,0 | ||
Seringueira e Uva. | ||||
Capim-arroz | Echinochloa | 1,5 – 4,0 | ||
(Pós- | crusgalli | |||
emergência da | Capim-arroz | Echinochloa | 2,0 – 4,0 | |
cultura e das | cruspavonis | |||
plantas | Capim-cebola | Chloris pycnothrix | 2,0 | |
infestantes para | Capim-mimoso | Eragrostis pilosa | 2,0 | |
capina química) | Trigo | Triticum aestivum | 1,0 – 2,0 | |
Falso- massambará | Sorghum arundinaceum | 1,5 – 2,0 | ||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 1,5 – 2,0 | ||
Algodão, | Falso-cominho | Fimbristylis miliacea | 4,0 – 6,0 | |
Sorgo | Sorghum bicolor | 2,7 – 4,05 | ||
Arroz, Arroz | ||||
Milho | Zea mays | 1,35 – 2,02 | ||
irrigado, | ||||
Soja | Glycine max | 1,01 – 2,02 | ||
Milho, Soja e | ||||
Plantas Infestantes Perenes | ||||
Trigo e na eliminação do arroz | ||||
Capim-azedo | Paspalum conjugatum | 1,0 | Aplicação Terrestre: | |
Capim-coqueirinho | Chloris retusa | 1,0 | ||
vermelho. (1) | Braquiarão | Brachiaria | 1,2 | Pulverizador costal manual: 150 a 400 L/ha Equipamento CDA/Bentley BT-3: 80 a 120 L/ha Equipamento tratorizado convencional, com barras: 100 a 400 L/ha Para (1): Aplicação Aérea: 40-50 L/há Número máximo de aplicações: 1 aplicação. VIDE MODO DE APLICAÇÃO PARA MAIORES DETALHES E RESTRIÇÕES. |
(Controle de | brizantha | |||
plantas | Capim- | Sorghum | 1,0 – 4,0 | |
infestantes em | massambará | halepense | ||
aplicação de | Junquinho | Cyperus ferax | 1,5 – 4,0 | |
área total no | Capim-amargoso | Digitaria insularis | 1,5 – 4,0 | |
pré-plantio da | ||||
Capim-colonião | Panicum maximum | 1,5 – 5,0 | ||
cultura e pós emergência das plantas infestantes para o plantio direto) | ||||
Grama-comprida | Paspalum dilatatum | 2,0 | ||
Capim-brachiária | Brachiaria decumbens | 2,0 – 4,0 | ||
Tiririca | Cyperus flavus | 3,0 – 5,0 | ||
Tiririca | Cyperus sesquiflorus | 3,0 | ||
Pastagem (Pós- emergência da | Capim-gordura | Melinis minutiflora | 3,0 – 4,0 | |
Capim-gengibre | Paspalum maritimum | 3,0 – 4,0 | ||
Capim-canoão | Setaria poiretiana | 3,5 | ||
cultura e das plantas infestantes para capina química através de jato | ||||
Capim-rabo-de- burro | Andropogon bicornis | 4,0 | ||
Capim-rabo-de- raposa | Andropogon leucostachyus | 4,0 | ||
Grama-seda | Cynodon dactylon | 3,0 – 5,0 | ||
dirigido) | ||||
Capim-jaraguá | Hyparrhenia rufa | 4,0 | ||
Capim-calana | Panicum | 4,0 | ||
cayennense | ||||
Grama-batatais | Paspalum notatum | 3,0 – 5,0 | ||
Capim-da-guiné | Paspalum | 4,0 – 5,0 | ||
paniculatum | ||||
Capim-da-roça | Paspalum urvillei | 4,0 – 5,0 | ||
Capim-kikuio | Pennisetum | 4,0 – 5,0 | ||
clandestinum | ||||
Capitinga | Axonopus | 5,0 | ||
compressus | ||||
Junquinho | Cyperus difformis | 5,0 | ||
Capim-angola | Brachiaria mutica | 5,0 – 6,0 | ||
Capim-elefante | Pennisetum | 5,0 – 6,0 | ||
purpureum | ||||
Capim-do-brejo | Paspalum | 2,0 – 3,0 | ||
conspersum | ||||
Capim-oferecido | Pennisetum | 4,0 – 5,0 | ||
setosum | ||||
Milhã | Digitaria | 5,0 – 6,0 | ||
decumbens | ||||
Capim-sapé | Imperata | 4,0 – 5,0 | ||
brasiliensis | ||||
Cana-de-açúcar | Saccharum | 4,0 – 6,0 | ||
officinarum | ||||
Tanner grass | Brachiaria | 4,0 – 6,0 | ||
subquadripara | ||||
Tiririca | Cyperus rotundus | 4,0 – 6,0 | ||
Arroz-vermelho | Oryza sativa | 2,0 – 6,0 | ||
Taboca | Guadua | 12,0 | ||
angustifolia | ||||
Grama boiadeira | Luziola peruviana | 2,97 – 5,4 |
Culturas | Pragas | Dose | Volume de Calda | |
Nome Comum | Nome Comum | L p.c./ha | L/ha | |
Plantas Infestantes Anuais | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 – 1,5 | Aplicação Terrestre: Pulverizador costal manual: 150 a 400 L/ha Equipamento CDA/Bentley BT-3: 80 a 120 L/ha Equipamento tratorizado convencional, com barras: 100 a 400 L/ha Para (1): Aplicação Aérea: 40-50 L/há Número máximo de aplicações: 1 aplicação. VIDE MODO DE APLICAÇÃO PARA MAIORES DETALHES E RESTRIÇÕES. | |
Picão-branco | Galinsoga | 1,0 | ||
Ameixa, | parviflora | |||
Banana, Cacau, Café, Cana-de- açúcar, Citros, Coco, Eucalipto (florestas implantadas), Feijão, Fumo, Maçã, Mamão, Milho(1), Nectarina, Pastagens, Pêra, Pêssego, Pinus, Seringueira e Uva. | Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | 1,0 – 2,0 | |
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 1,0 – 2,0 | ||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | 1,5 – 2,0 | ||
Picão-preto | Bidens subalternans | 2,02 – 3,37 | ||
Angiquinho | Aeschynomene rudis | 2,0 – 3,0 | ||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 2,0 | ||
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 2,0 | ||
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 1,5 – 2,0 | ||
(Pós-emergência da cultura e das plantas infestantes para capina química) | ||||
Caruru-de-espinho | Amaranthus spinosus | 2,0 | ||
Caruru-rasteiro | Amaranthus deflexus | 2,0 – 4,0 | ||
Boca-de-leão- selvagem | Antirrhinum orontium | 2,0 | ||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 2,0 | ||
Algodão, Arroz, Arroz irrigado, Milho, Soja e Trigo e na eliminação do arroz vermelho. | Buva | Conyza bonariensis | 2,0 | |
Cordão-de-frade | Leonotis nepetifolia | 2,0 | ||
Quebra-pedra | Phyllanthus tenellus | 2,0 | ||
Beldroega | Portulaca oleracea | 2,0 | ||
(1) | ||||
(Controle de plantas infestantes em aplicação de área total no pré- | Nabiça | Raphanus raphanistrum | 2,0 | |
Maria-pretinha | Solanum americanum | 2,0 | ||
Serralha | Sonchus | 2,0 | ||
plantio da cultura | oleraceus | |||
e pós | Maria-gorda | Talinum | 2,0 – 3,0 | |
emergência das | paniculatum | |||
plantas | Amendoim-bravo | Euphorbia | 1,5 – 4,0 | |
infestantes para | heterophylla | |||
o plantio direto) | Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 2,0 – 3,0 | |
Campainha | Ipomoea aristolochiaefolia | 1,0 – 3,0 | ||
Pastagem | Corda-de-viola | Ipomoea nil | 2,0 – 4,0 | |
(Pós-emergência | ||||
Corda-de-viola | Ipomoea purpurea | 3,0 | ||
da cultura e das | ||||
Alfafa | Medicago sativa | 3,5 | ||
plantas | ||||
Anileira | Indigofera hirsuta | 4,0 | ||
infestantes para capina química através de jato | ||||
Corda-de-viola | Ipomoea quamoclit | 4,0 | ||
Poaia-branca | Richardia | 2,5 - 4,0 | ||
dirigido) | brasiliensis | |||
Espérgula | Spergula arvensis | 4,0 | ||
Trevo | Trifolium repens | 4,0 | ||
Barbasco | Pterocaulon | 4,5 – 5,0 | ||
virgatum | ||||
Erva-quente | Spermacoce alata | 5,0 – 6,0 | ||
Ervilhaca | Vicia sativa | 5,0 | ||
Nabiça | Raphanus | 1,0 – 2,0 | ||
raphanistrum | ||||
Joá-de-capote | Nicandra | 2,0 | ||
physaloides | ||||
Cipó-cabeludo | Mikania cordifolia | 5,0 | ||
Corriola | Dichondra | 6,0 | ||
microcalyx | ||||
Erva-quente | Spermacoce | 4,0 – 6,0 | ||
latifolia | ||||
Erva-de-santa- | Chenopodium | 3,0 | ||
maria | ambrosioides | |||
Erva-andorinha | Chamaesyce | 2,0 – 6,0 | ||
prostata | ||||
Erva-de-cobre | Chamaesyce hirta | 1,5 – 2,0 | ||
Losna-branca | Parthenium | 3,0 | ||
hysterophorus | ||||
Macela-branca | Gnaphalium | 1,0 | ||
spicatum | ||||
Mentruz | Lepidium | 2,0 | ||
virginicum | ||||
Mostarda | Brassica rapa | 2,0 – 3,0 | ||
Carrapicho-beiço- | Desmodium | 2,0 | ||
de-boi | tortuosum | |||
Quebra-pedra | Phyllanthus | 2,0 | ||
tenellus | ||||
Arrebenta-pedra | Phyllanthus niruri | 1,0 | ||
Rubim | Leonurus sibiricus | 5,0 | ||
Cheirosa | Hyptis suaveolens | 1,5 – 2,0 | ||
Trapoerabinha | Murdannia | 4,0 | ||
nudiflora | ||||
Centela | Centella asiatica | 4,0 | ||
Assa-peixe | Vernonia | 4,0 | ||
ferrugínea | ||||
Caeté | Thalia geniculata | 4,0 | ||
Carrapichão | Xanthium | 2,53 – 4,43 | ||
strumarium | ||||
Plantas Infestantes Perenes | ||||
Apaga-fogo | Alternanthera | 1,0 | Aplicação Terrestre: Pulverizador costal manual: 150 a 400 L/ha Equipamento CDA/Bentley BT-3: 80 a 120 L/ha Equipamento tratorizado convencional, com barras: 100 a 400 L/ha Para (1): | |
tenella | ||||
Mata-pasto | Eupatorium | 1,5 | ||
maximilianii | ||||
Maria-mole | Senecio | 1,5 – 3,0 | ||
brasiliensis | ||||
Erva-lanceta | Solidago chilensis | 2,0 | ||
Língua-de-vaca | Rumex crispus | 3,0 | ||
Guanxuma | Sida cordifolia | 3,0 | ||
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | 3,0 | ||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 3,0 | ||
Grandiúva | Trema micrantha | 4,0 | ||
Fedegoso-branco | Senna obtusifolia | 5,0 | ||
Fedegoso | Senna obtusifolia | 3,16 – 5,7 | Aplicação Aérea: 40-50 L/ha Número máximo de aplicações: 1 aplicação. VIDE MODO DE APLICAÇÃO PARA MAIORES DETALHES E RESTRIÇÕES. | |
Tanchagem | Plantago major | 5,0 | ||
Agriãozinho | Synedrellopsis | 5,0 | ||
grisebachii | ||||
Jurubeba | Solanum | 4,0 | ||
paniculatum | ||||
Poaia-do-campo | Diodia ocimifolia | 2,0 | ||
Trevo | Oxalis oxyptera | 1,0 – 2,0 | ||
Lanceta | Eclipta alba | 2,0 |
Culturas | Informações | |
Eucalipto | Controle da rebrota do Eucalipto para renovação de área de plantio. | Aplicação Terrestre: |
Aveia preta, Azevém e Soja (1) | Aplicação como dessecante | Pulverizador costal manual: 150 a 400 L/ha |
Pinus e Eucalipto | Aplicação no pré-plantio e nas entrelinhas em jato dirigido | Equipamento CDA/Bentley BT-3: 80 a 120 L/ha |
Arroz, Arroz Irrigado, Cana-de- açúcar (1) | Eliminação da soqueira no cultivo Maturação da cana-de-açúcar. | Equipamento tratorizado convencional, com barras: 100 a 400 L/ha Número máximo de aplicações: 1 aplicação. |
Para (1): Aplicação Aérea: 40-50 L/ha | ||
VIDE MODO DE APLICAÇÃO PARA MAIORES DETALHES E RESTRIÇÕES. | ||
-Doses: Utilize a dose de acordo com o cultivar e o equipamento empregado na aplicação.
Cultivar | Equipamento Convencional (L p.c./ha) | Equipamento CDA/Bentley (L p.c./ha) |
IAC | 5,0 | 4,0 |
NA | 5,0 | 4,0 |
CB | 4,0 | 3,0 |
SP | 5,0 | 3,0 |
CO / CP | 5,0 | 4,0 |
Época de aplicação: Aplique quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura, medida a partir do chão, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos da soqueira.
No caso de eliminação de plantas infestantes perenes, o melhor período é próximo e/ou durante a floração, enquanto que para as plantas infestantes anuais o ideal é no período entre a fase jovem até a formação dos botões florais.
Aplicação nas entrelinhas: De modo geral esta aplicação é realizada quando ocorre a presença de plantas infestantes. Se utilizado no período adequado e conforme as recomendações, o produto controlará as plantas infestantes em uma única aplicação, exceto para a tiririca, que em função da sua fisiologia, poderá requerer mais de uma aplicação para o seu controle. No entanto, pelo fato de não possuir efeito residual no solo, poderão ocorrer reinfestações.
Início da safra: visando antecipar a maturação, devido a condições pouco favoráveis de maturação natural onde nem mesmo as variedades mais precoces estão no seu potencial máximo de acúmulo de sacarose.
Meio da safra: visando maximizar a qualidade da matéria-prima e antecipar a liberação de área de reforma para o preparo do solo e plantio de cana de ano e cereais.
Final da safra: visando manter um bom nível de maturação, evitando a queda natural que ocorre com o início das chuvas, podendo ainda elevar o potencial natural de maturação daquelas variedades plantadas como cana de ano ou cortadas no final da safra anterior.
Áreas com excesso de vinhaça: visando elevar o nível de maturação, normalmente baixo nestas áreas, devido ao alto vigor vegetativo apresentado pela cultura.
Dose: 0,6 L de TEARDOWN por hectare.
Época de aplicação (Idade da cultura): A área a ser aplicada deve estar com um rendimento agrícola estabilizado, devendo-se lembrar sempre que o único objetivo da aplicação é melhorar a qualidade de matéria-prima, ou seja, elevar o teor de sacarose.
Obs.: Variedades floríferas: A aplicação de TEARDOWN como maturador é viável mesmo após a diferenciação floral até o estágio de pavio de vela. Em cana pronta para florescer, essa aplicação é recomendada estrategicamente, para manter e melhorar a qualidade dessa matéria-prima. Não se deve realizar aplicação quando o processo de florescimento estiver em fase adiantada (Cartucho).
Equipamento: A aplicação deve ser realizada via aérea, com aeronaves dotadas de barra com bicos convencionais, e um consumo de calda na faixa de 30-40L/ha. (Ver aplicação aérea).
Período entre aplicação e colheita: O período entre a aplicação e colheita pode ser manejado em função de doses, massa verde e época de aplicação que possibilita uma adequada flexibilidade de safra. No geral está entre 42 a 56 dias (6 a 8 semanas) para a dose recomendada de 0,6 L/ha do produto.
O controle das plantas infestantes com o TEARDOWN na cultura do Milho geneticamente modificado resistente ao glifosato, deverá ser feita em área total, em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura, em áreas de plantio direto ou convencional, podendo ser utilizado em aplicação única ou aplicação sequencial.
- Plantas infestantes e doses (Produto Comercial) - Aplicação Única:
FOLHA ESTREITA (Monocotiledôneas) | ESTÁGIO DE CRESCIMENTO | ÉPOCA (DAE)(1) | DOSE L/ha(2) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
Capim-Braquiária Braquiarão Capim-carrapicho Capim-colchão Capim- marmelada Capim-pé-de- galinha Trapoeraba* | Brachiaria decumbens Brachiaria brizantha Cenchrus echinatus Digitaria horizontalis Brachiaria plantaginea Eleusine indica Commelina benghalensis | Até 2 perfilhos / até 10 cm | até 15 dias | 1,6 |
De 3 a 6 perfilhos maior que 10 cm e menor que 20 cm | De 25 a 30 dias | 1,6 a 2,7 | ||
FOLHA LARGA (Dicotiledôneas) | ESTÁGIO DE CRESCIMENTO | ÉPOCA (DAE)(1) | DOSE L/ha(2) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
Amendoim-bravo Apaga-fogo Beldroega Caruru Caruru-roxo Erva-de-santa- luzia Nabo Picão-branco Poia-branca Guanxuma Guanxuma- branca Picão-preto Carrapicho-de- carneiro Falsa-serralha Corda-de-viola Corda-de-viola | Euphorbia heterophylla Alternanthera tenella Portulaca oleracea Amaranthus viridis Amaranthus hybridus Chamaesyce hirta Raphanus raphanistrum Galinsoga parviflora Richardia brasiliensis Sida rhombifolia Sida glaziovii Bidens pilosa Acanthospermum hispidum Emilia sonchifolia Ipomoea grandifolia Ipomoea nill | Até 6 folhas / até 10 cm | Até 15 dias | 2,0 a 2,7 |
De 6 a 10 folhas // maior que 10 cm e menor que 20 cm | De 25 a 30 dias | 2,7 a 3,0 | ||
* Em casos específicos de infestação de Trapoeraba (Commelina benghalensis) recomenda-se a aplicação sequencial.
DAE – número de dias após a emergência da cultura.
As doses em pós-emergência são indicadas para infestação normal de plantas infestantes provenientes de sementes, emergidas após o plantio da cultura.
Realizar no máximo duas aplicações do produto TEARDOWN durante o ciclo/safra da cultura. Em áreas de alta infestação e/ou germinação desuniforme das plantas infestantes recomenda- se realizar a aplicação sequencial (duas aplicações):
A primeira na dose de 2,0 L/ha, até os 15 dias após a emergência da cultura;
A segunda na dose de 2,7 L/ha, com intervalo de 15 dias entre as duas aplicações.
Em casos específicos de infestação de Trapoeraba (Commelina benghalensis), recomenda-se a aplicação sequencial nas doses de 2,7 L/ha na primeira aplicação, seguida de 2,0 L/ha, observando-se as demais recomendações da aplicação sequencial.
O controle das plantas infestantes com o TEARDOWN na cultura da soja geneticamente modificada resistente ao glifosato, deverá ser feita em área total, em pós-emergência da cultura, em áreas de plantio direto ou convencional, podendo ser utilizado em aplicação única ou aplicação sequencial.
- Plantas infestantes e doses (Produto Comercial) - Aplicação Única:
FOLHA ESTREITA (Monocotiledôneas) | ESTÁGIO DE CRESCIMENTO | ÉPOCA (DAE)(1) | DOSE L/ha(2) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
Capim-Braquiaria Braquiarão Capim-carrapicho Capim-colchão Capim-marmelada Capim-pé-de- galinha Trapoeraba* | Brachiaria decumbens Brachiaria brizantha Cenchrus echinatus Digitaria horizontalis Brachiaria plantaginea Eleusine indica Commelina benghalensis | Até 2 perfilhos / até 10 cm | até 20 dias | 1,6 |
De 3 a 6 perfilhos maior que 10 cm e menor que 20 cm | De 20 a 30 dias | 1,6 a 2,6 | ||
Mais que 6 perfilhos maior que 20 cm | De 30 a 45 dias(3) | 2,6 a 3,3 | ||
FOLHA LARGA (Dicotiledôneas) | ESTÁGIO DE CRESCIMENTO | ÉPOCA (DAE)(1) | DOSE L/ha(2) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||
Amendoim-bravo Apaga-fogo Beldroega Caruru Caruru-roxo Erva-de-santa-luzia Nabo Picão-branco Poia-branca Guanxuma Guanxuma-branca Picão-preto Carrapicho-de- carneiro Falsa-serralha Corda-de-viola Corda-de-viola | Euphorbia heterophylla Alternanthera tenella Portulaca oleracea Amaranthus viridis Amaranthus hybridus Chamaesyce hirta Raphanus raphanistrum Galinsoga parviflora Richardia brasiliensis Sida rhombifolia Sida glaziovii Bidens pilosa Acanthospermum hispidum Emilia sonchifolia Ipomoea grandifolia Ipomoea nill | Até 6 folhas / até 10 cm | Até 20 dias | 2,0 a 2,7 |
De 6 a 10 folhas // maior que 10 cm e menor que 20 cm | De 20 a 30 dias | 2,7 a 3,0 | ||
Mais que 10 folhas // Acima de 20 cm | De 30 a 45 dias(3) | 3,0 a 3,5 | ||
* Em casos específicos de infestação de Trapoeraba (Commelina benghalensis) recomenda-se a aplicação sequencial.
DAE – número de dias após a emergência da cultura.
As doses em pós-emergência são indicadas para infestação normal de plantas infestantes provenientes de sementes, emergidas após o plantio da cultura.
Neste período de aplicação, é possível uma correta cobertura da planta infestante.
A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é de 20 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento.
Excepcionalmente pode-se aplicar o herbicida até a floração da soja, porém não é tecnicamente recomendada devido ao possível fechamento da cultura, reduzindo a sua eficácia.
Em áreas de alta infestação e/ou germinação desuniforme das plantas infestantes recomenda- se realizar a aplicação sequencial (duas aplicações):
A primeira na dose de 2,0 L/ha, até os 20 dias após a emergência da cultura.
A segunda na dose de 1,3 L/ha, com intervalo de 15 a 20 dias após a primeira aplicação (35 a 40 dias após a emergência da cultura, respectivamente). Dar preferência aos menores intervalos recomendados.
Em casos específicos de infestação de trapoeraba (Commelina benghalensis), recomenda-se a aplicação sequencial nas doses de 2,6 L/ha na primeira aplicação, seguida de 2,0 L/ha, observando-se as demais recomendações da aplicação sequencial.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Ameixa | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Arroz | Axonopus compressus | capitinga, grama-argentina, grama-missioneira | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Oryza sativa | arroz, arroz-preto, arroz-vermelho | Ver detalhes |
| Aveia preta | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Azevém | Lolium multiflorum | azevém, azevém-anual, azevém-italiano | Ver detalhes |
| Banana | Solanum paniculatum | gerobeba, jupeba, jurubeba (2) | Ver detalhes |
| Cacau | Zea mays | milho | Ver detalhes |
| Café | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Citros | Antirrhinum orontium | boca-de-leão-selvagem | Ver detalhes |
| Coco | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Feijão | Medicago sativa | alfafa, alfafa-verdadeira | Ver detalhes |
| Fumo | Synedrellopsis grisebachii | agrião-do-pasto, agriãozinho, poejinho | Ver detalhes |
| Maçã | Leonurus sibiricus | chá-de-frade, cordão-de-são-francisco (2), erva-macaé | Ver detalhes |
| Mamão | Chamaesyce hirta | erva-andorinha (2), erva-de-cobre, erva-de-sangue | Ver detalhes |
| Milho | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Milho OGM | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Nectarina | Chamaesyce hirta | erva-andorinha (2), erva-de-cobre, erva-de-sangue | Ver detalhes |
| Pastagens | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Pera | Chloris pycnothrix | capim-cebola, capim-fino (2), capim-pé-de-galinha (2) | Ver detalhes |
| Pessego | Melinis minutiflora | capim-catingueiro, capim-gordo, capim-gordura | Ver detalhes |
| Pinus | Murdannia nudiflora | trapoeraba (4), trapoerabinha | Ver detalhes |
| Seringueira | Hyparrhenia rufa | capim-jaraguá, capim-provisório, capim-vermelho | Ver detalhes |
| Soja | Sida glaziovii | guanxuma-branca, malva-guaxima, mata-pasto (3) | Ver detalhes |
| Soja OGM | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Uva | Chamaesyce prostrata | beldroega-pequena, erva-de-santa-luzia (3), quebra-pedra (3) | Ver detalhes |
Preparo da Calda: Encher metade do tanque do pulverizador com água e adicionar TEARDOWN, mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.
O TEARDOWN deve ser diluído em água limpa e aplicado na forma de pulverização sobre as espécies a serem controladas, podendo ser realizada com equipamentos terrestres ou aéreos.
Para as culturas de Ameixa, Banana, Cacau, Café, Cana-de-açúcar, Citros, Maçã, Nectarina, Pera, Pêssego, Uva, Pastagem, Pinus e Eucalipto, aplicar TEARDOWN via terrestre, em jato dirigido ou protegido, tomando-se o necessário cuidado para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem).
Em Plantio Direto de Algodão, Arroz, Arroz irrigado, Soja, Milho, Trigo, e na eliminação do arroz vermelho, aplique em área total, via terrestre ou aérea, antes do plantio da cultura (pré- plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes).
Pode-se utilizar TEARDOWN em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou em aplicações dirigidas às reboleiras com plantas infestantes.
No caso de eliminação de soqueira de cana-de-açúcar, aplique sobre as folhas em área total, em aplicação terrestre ou aérea.
“Roughing”: A eliminação da cana-de-açúcar doente ou indesejável pode ser feita aplicando- se TEARDOWN diretamente no cartucho da planta através de pulverizador tipo “trombone” na base de 6% de concentração.
Pulverizador costal manual: utilize bicos de jato plano (leque) tipo 110.01, TK-05, 80.02,
110.02 ou similares; pressão de trabalho de 20 a 30 lb/pol², volume de calda de 150 a 400 L/ha, tamanho de gotas de 200 a 600µm, densidade de 20 a 30 gotas/cm². Use o produto na dose recomendada em % (porcentagem) ou em litros/ha.
Equipamento CDA/Bentley BT-3*: utilize bicos tipo X-2; pressão de trabalho de 40 a 60 lb/pol²; volume de calda de 80 a 120 L/ha, tamanho de gotas de 200 a 300 µm, densidade de 50 a 100 gotas/cm². * Marca registrada de Equipamentos Bentley.
Equipamento tratorizado convencional, com barras: utilize bicos de jato plano (leque), tipo 80.03; 80.04; 110.03; 110.04 ou similares; pressão de trabalho de 20 a 40 lb/pol²; volume de calda de 100 a 400 L/ha, tamanho de gotas de 300 a 600 µm, densidade de 30 a 40 gotas/cm². A velocidade do trator deverá estar entre 6 e 8 km/hora, e a velocidade do vento não superior a 8 Km/h.
É recomendada para as seguintes modalidades e culturas: 1) aplicação em área total em pré- plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) no sistema de plantio direto para as culturas de Algodão, Arroz, Arroz irrigado, Soja, Milho, Trigo e na eliminação do arroz-vermelho; 2) eliminação da soqueira de cana-de-açúcar e como maturação de cana-de- açúcar;
Barra com bicos para aeronaves de asa fixa – Ipanema (qualquer modelo) Volume de aplicação: 40-50 L/ha.
Altura de vôo: 4 a 5 m do topo da cultura. Largura da faixa de deposição: 15 m.
Tamanho de gotas: 110 - 120 µm.
Densidade de gotas: mínimo de 20 gotas/cm² (DMV: 420-450µ).
Bicos de pulverização: Utilizar bicos de jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20 gotas/cm² com DVM 420-450 µ à pressão de 15-30 psi.
Com aviões do tipo Ipanema (qualquer modelo) poderão ser utilizados barra de pulverização, com um total de 40-42 bicos. Os bicos da extremidade da asa em número de 4-5 em cada uma delas, deverão ser fechados a fim de evitar a influência e arraste das gotas de pulverização pelos vórtices da ponta da asa. Os bicos da barriga em número de 8, deverão permanecer abertos e no mesmo ângulo dos bicos utilizados nas asas. Para outros tipos de aeronave realize os testes de campo com papel hidrosensível, sob orientação do departamento técnico da empresa aplicadora.
Temperatura máxima: 28 ºC.
Umidade relativa do ar (U.R.) Mínima: 55%
Velocidade do Vento Máxima: 10 Km/h (3 m/s).
Algodão | (1) |
Ameixa | 17 dias |
Arroz | (2) |
Arroz Irrigado | (2) |
Aveia Preta | 4 dias |
Azevém | 4 dias |
Banana | 30 dias |
Cacau | 30 dias |
Café | 15 dias |
Cana-de-açúcar (Maturador) | 30 dias |
Cana-de-açúcar (Pós-emergência) | (2) |
Citros | 30 dias |
Coco | 15 dias |
Eucalipto | UNA |
Feijão | (2) |
Fumo | UNA |
Maçã | 15 dias |
Mamão | 3 dias |
Milho | (3) |
Nectarina | 30 dias |
Pastagem | (2) |
Pêra | 15 dias |
Pêssego | 30 dias |
Pinus | UNA |
Seringueira | UNA |
Soja (Dessecante) | 7 dias |
Soja (Pós-emergência) | (4) |
Trigo | (2) |
Uva | 17 dias |
U.N.A = Uso não alimentar.
O intervalo de segurança é não determinado para a cultura do algodão quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do milho geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 90 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.
Recomendado para o controle em pós-emergência de plantas daninhas nas seguintes situações:
Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas, nas entrelinhas das culturas de: ameixa, banana, cacau, maçã, nectarina, pera, pêssego e uva (ver quadro 1); café e citros (ver quadro 2) e seringueira (ver quadro 3).
Aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas, em áreas de plantio direto ou cultivo mínimo para as culturas de: algodão (ver quadro 4); arroz (ver quadro 5); cana-de- açúcar (ver quadro 6); milho (ver quadro 7); soja (ver quadro 8); trigo (ver quadro 9); pastagens (ver quadro 10) e áreas de pousio (ver quadro 11).
Aplicação em área total, em pós-emergência das plantas daninhas e em pós-emergência das culturas: algodão, milho e soja geneticamente modificados tolerantes ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional, podendo ser utilizado em aplicação única ou aplicação sequencial (ver quadros 12, 13 e 14).
Aplicação em área total para erradicação de soqueira da cultura da cana-de-açúcar (ver quadro 15).
Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas, para limpeza de entrelinhas nas culturas de
Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas) para eliminação de vegetação para implementação das culturas de eucalipto e pinus (ver quadro 16).
Aplicação na pós-emergência da cultura e das plantas daninhas para capina química das culturas de café, citros e cana-de-açúcar (ver quadro 17).
Para as culturas de milho e soja visando à dessecação das plantas daninhas antes do plantio direto (ver quadro 18).
Produto comercial: Cada quilo (kg) do TECNUP MAX 720 WG corresponde a 792,5 g/kg do sal de amônio de glifosato ou 720 g/kg do equivalente ácido de glifosato.
Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número e Época e Intervalo de Aplicação |
Nome comum Nome científico | |||
FOLHAS ESTREITAS | |||
Ameixa, Banana, Cacau, Maçã, Nectarina, Pera, Pêssego, Uva | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,50 | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido |
Cevadinha (Bromus catharticus) | |||
Sorgo (Sorghum bicolor) | 0,50 - 1,00 | ||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 0,75 - 1,00 | ||
Aveia-voluntária (Avena strigosa) | 1,00 | ||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)* | |||
Capim-da-guiné (Paspalum paniculatum) | Volume de calda: Aplicação Terrestre: 50 – 250 L/ha | ||
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,00 - 1,50 | ||
Capim-amargoso (Digitaria insularis)* | 1,50 | ||
Capim-azedo (Paspalum conjugatum) | |||
Braquiarão (Brachiaria brizantha) | 1,50 - 2,50 | ||
Junquinho (Cyperus ferax) | 2,00 - 2,50 | ||
Tiririca (Cyperus rotundus) | |||
Capim-colonião | 2,25 | ||
(Panicum maximum) | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação Terrestre: 50 – 250 L/ha | ||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | |||
Azevém-anual (Lolium multiflorum) * | 2,50 | ||
Grama-batatais (Paspalum notatum) | |||
Grama-seda (Cynodon dactylon) | 2,50 - 3,50 | ||
FOLHAS LARGAS | |||
Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | 0,50 | ||
Quebra-pedra (Phyllantus tenellus) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea nil) | 2,0 | ||
Erva-de-touro (Tridax procumbens) | |||
Buva (Conyza bonariensis)* | 0,50 - 1,50 | ||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,75 | ||
Mata-pasto (Eupatorium maximilianii) | |||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Apago-fogo (Alternanthera tenella) | |||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)* | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) | 1,00 | ||
Erva-de-santa-maria (Chenopodium ambrosioides) | |||
Guanxuma (Malvastrum coromandelianum) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Nabo ou Nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,00 - 1,50 | ||
Nabo ou Nabiça (Raphanus sativus) | 1,50 | ||
Erva-lanceta (Solidago chilensis) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,5 - 2,0 | ||
Corda-de-viola (Ipomoea indivisa) | 2,00 | ||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2,50 | ||
Trevo (Trifolium repens) | |||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | 2,00 - 3,00 | ||
Ervilhaca (Vicia sativa) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis)(1) | 3,0 - 3,5 |
(1) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias nas seguintes doses 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,0 kg p.c./ha (segunda aplicação) ou 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,5 kg p.c./ha (segunda aplicação).
Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”.
Quadro 2
Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número e Época e Intervalo de Aplicação |
Nome comum Nome científico | |||
Café, Citros | FOLHAS ESTREITAS | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação Terrestre: 50 – 250 L/ha **Para os alvos: Pennisetum americanum, Emilia sonchifolia e Parthenium hysterophorus deve ser aplicado sob a copa e/ou nas entrelinhas da cultura, evitando o contato com as folhas, ramos ou caules jovens das culturas de interesse econômico. Equipamentos: Terrestres e Costais em jato dirigido Volume de calda: Aplicação Terrestre: 100 – 200 L/ha | |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,50 | ||
Cevadinha (Bromus catharticus) | |||
Sorgo (Sorghum bicolor) | 0,50 - 1,00 | ||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 0,75 - 1,00 | ||
Aveia-voluntária (Avena strigosa) | 1,00 | ||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)* | |||
Capim-da-guiné (Paspalum paniculatum) | |||
Capim-massambará (Sorghum halepense) | 0,50 - 1,50 | ||
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,00 - 1,50 | ||
Capim-amargoso (Digitaria insularis)* | 1,50 | ||
Capim-azedo (Paspalum conjugatum) | |||
Milheto (Pennisetum americanum)** | |||
Capim-oferecido (Pennisetum setosum) | |||
Braquiarão (Brachiaria brizantha) | 1,50 - 2,50 | ||
Junquinho (Cyperus ferax) | 2,00 - 2,50 | ||
Tiririca (Cyperus rotundus) | |||
Capim-colonião (Panicum maximum) | 2,25 | ||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 2,50 | ||
Azevém-anual (Lolium multiflorum) * | |||
Grama-batatais (Paspalum notatum) | |||
Arroz vermelho (Oryza sativa) | |||
Grama-seda (Cynodon dactylon) | 2,50 - 3,50 | ||
FOLHAS LARGAS | |||
Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | 0,50 | ||
Quebra-pedra (Phyllantus tenellus) | |||
Falsa-serralha | |||
(Emilia sonchifolia) ** | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação Terrestre: 50 – 250 L/ha **Para os alvos: Pennisetum americanum, Emilia sonchifolia e Parthenium hysterophorus deve ser aplicado sob a copa e/ou nas entrelinhas da cultura, evitando o contato com as folhas, ramos ou caules jovens das culturas de interesse econômico. Equipamentos: Terrestres e Costais em jato dirigido Volume de calda: Aplicação Terrestre: 100 – 200 L/ha | ||
Corda-de-viola (Ipomoea nil) | 2,0 | ||
Erva-de-touro (Tridax procumbens) | |||
Buva (Conyza bonariensis)* | 0,50 - 1,50 | ||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,75 | ||
Mata-pasto (Eupatorium maximilianii) | |||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,00 | ||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Apago-fogo (Alternanthera tenella) | |||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)* | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) | |||
Erva-de-santa-maria (Chenopodium ambrosioides) | |||
Guanxuma (Malvastrum coromandelianum) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Nabo ou Nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,00 - 1,50 | ||
Nabo ou Nabiça (Raphanus sativus) | 1,50 | ||
Erva-lanceta (Solidago chilensis) | |||
Carrapichão (Xanthium strumarium) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,5 - 2,0 | ||
Angiquinho (Aeschynomene denticulate) | 1,5 - 2,5 | ||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) ** | |||
Corda-de-viola (Ipomoea indivisa) | 2,00 | ||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2,50 | ||
Trevo (Trifolium repens) | |||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | 2,00 - 3,00 | ||
Ervilhaca (Vicia sativa) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis)(1) | 3,0 - 3,5 |
(1) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias nas seguintes doses 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,0 kg p.c./ha (segunda aplicação) ou 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,5 kg p.c./ha (segunda aplicação).
Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”.
Quadro 3
Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número e Época e Intervalo de Aplicação |
Nome comum Nome científico | |||
Seringueira | FOLHAS ESTREITAS | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação Terrestre: 50 – 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,50 | ||
Sorgo (Sorghum bicolor) | 0,50 - 1,00 | ||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 0,75 - 1,00 | ||
Aveia-voluntária (Avena strigosa) | 1,00 | ||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)* | |||
Capim-da-guiné (Paspalum paniculatum) | |||
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,00 - 1,50 | ||
Capim-amargoso (Digitaria insularis)* | 1,50 | ||
Capim-azedo (Paspalum conjugatum) | |||
Braquiarão (Brachiaria brizantha) | 1,50 - 2,50 | ||
Junquinho (Cyperus ferax) | 2,00 - 2,50 | ||
Tiririca (Cyperus rotundus) | |||
Capim-colonião (Panicum maximum) | 2,25 | ||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 2,50 | ||
Azevém-anual (Lolium multiflorum) * | |||
Grama-batatais (Paspalum notatum) | |||
Grama-seda (Cynodon dactylon) | 2,50 - 3,50 | ||
FOLHAS LARGAS | |||
Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | 0,50 | ||
Corda-de-viola (Ipomoea nil) | 2,0 | ||
Erva-de-touro (Tridax procumbens) | |||
Buva (Conyza bonariensis)* | 0,50 - 1,50 | ||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,75 | ||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,00 | ||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Apago-fogo (Alternanthera tenella) | |||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)* | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação Terrestre: 50 – 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | ||
Erva-de-santa-maria (Chenopodium ambrosioides) | |||
Guanxuma (Malvastrum coromandelianum) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Nabo ou Nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,00 - 1,50 | ||
Nabo ou Nabiça (Raphanus sativus) | 1,50 | ||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,5 - 2,0 | ||
Corda-de-viola (Ipomoea indivisa) | 2,00 | ||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2,50 | ||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | 2,00 - 3,00 | ||
Ervilhaca (Vicia sativa) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis)(1) | 3,0 - 3,5 |
(1) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias nas seguintes doses 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,0 kg p.c./ha (segunda aplicação) ou 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,5 kg p.c./ha (segunda aplicação).
Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”.
Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
Nome comum Nome científico | |||
Algodão | FOLHAS ESTREITAS | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,50 | ||
Sorgo (Sorghum bicolor) | 0,50 - 1,00 | ||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 0,75 - 1,00 | ||
Aveia-voluntária (Avena strigosa) | 1,00 | ||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)* | |||
Capim-da-guiné (Paspalum paniculatum) | |||
Capim-massambará (Sorghum halepense) | 0,5-1,50 | ||
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,00 - 1,50 | ||
Capim-amargoso (Digitaria insularis)* | 1,50 | ||
Capim-azedo (Paspalum conjugatum) | |||
Capim-oferecido (Pennisetum setosum) | |||
Braquiarão (Brachiaria brizantha) | 1,50 - 2,50 | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | |
Junquinho (Cyperus ferax) | 2,00 - 2,50 | ||
Tiririca (Cyperus rotundus) | |||
Capim-colonião (Panicum maximum) | 2,25 | ||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 2,50 | ||
Azevém-anual (Lolium multiflorum)* | |||
Grama-batatais (Paspalum notatum) | |||
Arroz Vermelho (Oryza sativa) | |||
Grama-seda (Cynodon dactylon) | 2,50 - 3,50 | ||
FOLHAS LARGAS | |||
Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | 0,50 | ||
Buva (Conyza bonariensis) * | 0,50 - 1,50 | ||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,75 | ||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,00 | ||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Apago-fogo (Alternanthera tenella) | |||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)* | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) | |||
Erva-de-santa-maria (Chenopodium ambrosioides) | |||
Guanxuma (Malvastrum coromandelianum) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Nabo ou Nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | 1,00 | ||
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,00 - 1,50 | ||
Nabo ou Nabiça (Raphanus sativus) | 1,50 | ||
Carrapichão (Xanthium strumarium) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,5 - 2,0 | ||
Angiquinho (Aeschynomene denticulate) | 1,5-2,5 | ||
Corda-de-viola (Ipomoea indivisa) | 2,0 | ||
Corda-de-viola (Ipomoea nil) | |||
Erva-de-touro (Tridax procumbens) | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2,50 | ||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | 2,00 - 3,00 | ||
Ervilhaca (Vicia sativa) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis)(1) | 3,0 - 3,5 |
(1) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias nas seguintes doses 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,0 kg p.c./ha (segunda aplicação) ou 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,5 kg p.c./ha (segunda aplicação).
Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”.
Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
Nome comum Nome científico | |||
Arroz | FOLHAS ESTREITAS | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,50 | ||
Cevadinha (Bromus catharticus) | |||
Sorgo (Sorghum bicolor) | 0,50 - 1,00 | ||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 0,75 - 1,00 | ||
Aveia-voluntária (Avena strigosa) | 1,00 | ||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)* | |||
Capim-da-guiné (Paspalum paniculatum) | |||
Capim-massambará (Sorghum halepense) | 0,5-1,5 | ||
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,00 - 1,50 | ||
Capim-amargoso (Digitaria insularis)* | 1,50 | ||
Capim-azedo (Paspalum conjugatum) | |||
Capim-oferecido (Pennisetum setosum) | |||
Braquiarão (Brachiaria brizantha) | 1,50 - 2,50 | ||
Junquinho (Cyperus ferax) | 2,00 - 2,50 | ||
Tiririca (Cyperus rotundus) | |||
Capim-colonião (Panicum maximum) | 2,25 | ||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 2,50 | ||
Azevém-anual (Lolium multiflorum)* | |||
Grama-batatais (Paspalum notatum) | |||
Arroz vermelho (Oryza sativa) | |||
Grama-seda (Cynodon dactylon) | 2,50 - 3,50 | ||
FOLHAS LARGAS | |||
Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | 0,50 | ||
Quebra-pedra (Phyllantus tenellus) | |||
Buva (Conyza bonariensis)* | 0,50 - 1,50 | ||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,75 | ||
Mata-pasto (Eupatorium maximilianii) | |||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,00 | ||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Apago-fogo | |||
(Alternanthera tenella) | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | ||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)* | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) | |||
Erva-de-santa-maria (Chenopodium ambrosioides) | |||
Guanxuma (Malvastrum coromandelianum) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Nabo ou Nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | 1,0 | ||
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | 0,5-1,5 | ||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,0 - 1,5 | ||
Nabo ou Nabiça (Raphanus sativus) | 1,50 | ||
Erva-lanceta (Solidago chilensis) | |||
Carrapichão (Xanthium strumarium) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,5 - 2,0 | ||
Angiquinho (Aeschynomene denticulate) | 1,5 - 2,5 | ||
Corda-de-viola (Ipomoea indivisa) | 2,0 | ||
Corda-de-viola (Ipomoea nil) | |||
Erva-de-touro (Tridax procumbens) | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2,5 | ||
Trevo (Trifolium repens) | |||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | 2,0 - 3,0 | ||
Ervilhaca (Vicia sativa) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis)(1) | 3,0 - 3,5 |
(1) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias nas seguintes doses 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,0 kg p.c./ha (segunda aplicação) ou 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,5 kg p.c./ha (segunda aplicação).
Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”.
Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
Nome comum Nome científico | |||
Cana-de- açúcar | FOLHAS ESTREITAS | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a | |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,50 | ||
Cevadinha (Bromus catharticus) | |||
Sorgo (Sorghum bicolor) | 0,50 - 1,00 | fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 0,75 - 1,00 | ||
Aveia-voluntária (Avena strigosa) | 1,00 | ||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)* | |||
Capim-da-guiné (Paspalum paniculatum) | |||
Capim-massambará (Sorghum halepense) | 0,5-1,5 | ||
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,00 - 1,50 | ||
Capim-amargoso (Digitaria insularis)* | 1,50 | ||
Capim-azedo (Paspalum conjugatum) | |||
Capim-ofericido (Pennisetum setosum) | |||
Braquiarão (Brachiaria brizantha) | 1,50 - 2,50 | ||
Junquinho (Cyperus ferax) | 2,00 - 2,50 | ||
Tiririca (Cyperus rotundus) | |||
Capim-colonião (Panicum maximum) | 2,25 | ||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 2,50 | ||
Azevém-anual (Lolium multiflorum)* | |||
Grama-batatais (Paspalum notatum) | |||
Arroz vermelho (Oryza sativa) | |||
Grama-seda (Cynodon dactylon) | 2,50 - 3,50 | ||
FOLHAS LARGAS | |||
Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | 0,50 | ||
Quebra-pedra (Phyllantus tenellus) | |||
Buva (Conyza bonariensis)* | 0,50 - 1,50 | ||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,75 | ||
Mata-pasto (Eupatorium maximilianii) | |||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,00 | ||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Apago-fogo (Alternanthera tenella) | |||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)* | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) | |||
Erva-de-santa-maria (Chenopodium ambrosioides) | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | ||
Guanxuma (Malvastrum coromandelianum) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Nabo ou Nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | 1,0 | ||
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | 0,5-1,5 | ||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,0 - 1,5 | ||
Nabo ou Nabiça (Raphanus sativus) | 1,5 | ||
Erva-lanceta (Solidago chilensis) | |||
Carrapichão (Xanthium strumarium) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,5 - 2,0 | ||
Angiquinho (Aeschynomene denticulate) | 1,5 - 2,5 | ||
Corda-de-viola (Ipomoea indivisa) | 2,0 | ||
Corda-de-viola (Ipomoea nil) | |||
Erva-de-touro (Tridax procumbens) | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2,50 | ||
Trevo (Trifolium repens) | |||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | 2,00 - 3,00 | ||
Ervilhaca (Vicia sativa) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis)(1) | 3,0 - 3,5 |
(1) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias nas seguintes doses 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,0 kg p.c./ha (segunda aplicação) ou 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,5 kg p.c./ha (segunda aplicação).
Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”.
Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
Nome comum Nome científico | |||
Milho | FOLHAS ESTREITAS | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa | |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,5 | ||
Sorgo (Sorghum bicolor) | 0,5 - 1,0 | ||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 0,75 - 1,0 | ||
Aveia-voluntária (Avena strigosa) | 1,0 | ||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha | |||
(Eleusine indica)* | infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | ||
Capim-da-guiné (Paspalum paniculatum) | |||
Capim-massambará (Sorghum halepense) | 0,5-1,5 | ||
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,0 - 1,5 | ||
Capim-amargoso (Digitaria insularis)* | 1,5 | ||
Capim-azedo (Paspalum conjugatum) | |||
Capim-ofericido (Pennisetum setosum) | |||
Milheto (Pennisetum americanum) | |||
Braquiarão (Brachiaria brizantha) | 1,5 - 2,5 | ||
Junquinho (Cyperus ferax) | 2,0 - 2,5 | ||
Tiririca (Cyperus rotundus) | |||
Capim-colonião (Panicum maximum) | 2,25 | ||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 2,5 | ||
Azevém-anual (Lolium multiflorum)* | |||
Grama-batatais (Paspalum notatum) | |||
Arroz vermelho (Oryza sativa) | |||
Grama-seda (Cynodon dactylon) | 2,5 - 3,5 | ||
FOLHAS LARGAS | |||
Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | 0,5 | ||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Buva (Conyza bonariensis)* | 0,5 - 1,5 | ||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,75 | ||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,0 | ||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Apago-fogo (Alternanthera tenella) | |||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)* | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) | |||
Erva-de-santa-maria (Chenopodium ambrosioides) | |||
Guanxuma (Malvastrum coromandelianum) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Nabo ou Nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||
Amendoim-bravo | |||
(Euphorbia heterophylla) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | 1,0 | ||
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,0 - 1,5 | ||
Nabo ou Nabiça (Raphanus sativus) | 1,5 | ||
Carrapichão (Xanthium strumarium) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,5 - 2,0 | ||
Angiquinho (Aeschynomene denticulate) | 1,5 - 2,5 | ||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea indivisa) | 2,0 | ||
Corda-de-viola (Ipomoea nil) | |||
Erva-de-touro (Tridax procumbens) | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2,5 | ||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | 2,0 - 3,0 | ||
Ervilhaca (Vicia sativa) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis)(1) | 3,0 - 3,5 |
(1) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias nas seguintes doses 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,0 kg p.c./ha (segunda aplicação) ou 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,5 kg p.c./ha (segunda aplicação).
Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”.
Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
Nome comum Nome científico | |||
Soja | FOLHAS ESTREITAS | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,50 | ||
Cevadinha (Bromus catharticus) | |||
Sorgo (Sorghum bicolor) | 0,50 - 1,00 | ||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 0,75 - 1,00 | ||
Aveia-voluntária (Avena strigosa) | 1,00 | ||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)* | |||
Capim-da-guiné (Paspalum paniculatum) | |||
Capim-massambará (Sorghum halepense) | 0,5-1,5 | ||
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,00 - 1,50 | ||
Capim-amargoso (Digitaria insularis)* | 1,50 | ||
Capim-azedo (Paspalum conjugatum) | |||
Milheto | |||
(Pennisetum americanum) | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | ||
Capim-oferecido (Pennisetum setosum) | |||
Braquiarão (Brachiaria brizantha) | 1,50 - 2,50 | ||
Junquinho (Cyperus ferax) | 2,00 - 2,50 | ||
Tiririca (Cyperus rotundus) | |||
Capim-colonião (Panicum maximum) | 2,25 | ||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 2,50 | ||
Azevém-anual (Lolium multiflorum)* | |||
Grama-batatais (Paspalum notatum) | |||
Arroz vermelho (Oryza sativa) | |||
Grama-seda (Cynodon dactylon) | 2,50 - 3,50 | ||
FOLHAS LARGAS | |||
Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | 0,50 | ||
Quebra-pedra (Phyllantus tenellus) | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Buva (Conyza bonariensis)* | 0,50 - 1,50 | ||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,75 | ||
Mata-pasto (Eupatorium maximilianii) | |||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,00 | ||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Apago-fogo (Alternanthera tenella) | |||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)* | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) | |||
Erva-de-santa-maria (Chenopodium ambrosioides) | |||
Guanxuma (Malvastrum coromandelianum) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Nabo ou Nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | 1,00 | ||
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,00 - 1,50 | ||
Nabo ou Nabiça (Raphanus sativus) | 1,50 | ||
Erva-lanceta (Solidago chilensis) | |||
Carrapichão (Xanthium strumarium) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,5 - 2,0 | ||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | 1,5-2,5 | ||
Angiquinho (Aeschynomene dentilate)) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea indivisa) | 2,0 | ||
Corda-de-viola (Ipomoea nil) | |||
Erva-de-touro (Tridax procumbens) | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2,50 | ||
Trevo (Trifolium repens) | |||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | 2,00 - 3,00 | ||
Ervilhaca (Vicia sativa) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis)(1) | 3,0 - 3,5 |
(1) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias nas seguintes doses 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,0 kg p.c./ha (segunda aplicação) ou 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,5 kg p.c./ha (segunda aplicação).
Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”.
Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
Nome comum Nome científico | |||
Trigo | FOLHAS ESTREITAS | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Realizar 1 (uma) aplicação. Durante o estádio vegetativo das plantas daninhas (até a formação de estruturas florais), e em momentos de grande atividade vegetativa, o que é proporcionado pela disponibilidade hídrica no solo. **Para os alvos Pennisetum americanum, Emilia sonchifolia e Parthenium hysterophorus, somente em plantio direto, o produto deve ser aplicado em área total visando a dessecação das plantas daninhas (pós- emergência), antes do plantio das culturas de interesse (pré-plantio). Equipamentos: Terrestres Volume de calda: Aplicação Terrestre: 50 – 200 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,50 | ||
Sorgo (Sorghum bicolor) | 0,50 - 1,00 | ||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 0,75 - 1,00 | ||
Aveia-voluntária (Avena strigosa) | 1,00 | ||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)* | |||
Capim-da-guiné (Paspalum paniculatum) | |||
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,00 - 1,50 | ||
Capim-amargoso (Digitaria insularis)* | 1,50 | ||
Capim-azedo (Paspalum conjugatum) | |||
Milheto (Pennisetum americanum)** | |||
Braquiarão (Brachiaria brizantha) | 1,50 - 2,50 | ||
Junquinho (Cyperus ferax) | 2,00 - 2,50 | ||
Tiririca (Cyperus rotundus) | |||
Capim-colonião (Panicum maximum) | 2,25 | ||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 2,50 | ||
Azevém-anual (Lolium multiflorum)* | |||
Grama-batatais (Paspalum notatum) | |||
Grama-seda (Cynodon dactylon) | 2,50 - 3,50 | ||
FOLHAS LARGAS | |||
Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | 0,50 | ||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia)** | |||
Buva (Conyza bonariensis)* | 0,50 - 1,50 | ||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,75 | ||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,00 | ||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Apago-fogo (Alternanthera tenella) | |||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)* | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
Erva-de-santa-luzia | |||
(Chamaesyce hirta) | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/há Realizar 1 (uma) aplicação. Durante o estádio vegetativo das plantas daninhas (até a formação de estruturas florais), e em momentos de grande atividade vegetativa, o que é proporcionado pela disponibilidade hídrica no solo. **Para os alvos Pennisetum americanum, Emilia sonchifolia e Parthenium hysterophorus, somente em plantio direto, o produto deve ser aplicado em área total visando a dessecação das plantas daninhas (pós- emergência), antes do plantio das culturas de interesse (pré-plantio). Equipamentos: Terrestres Volume de calda: Aplicação Terrestre: 50 – 200 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | ||
Erva-de-santa-maria (Chenopodium ambrosioides) | |||
Guanxuma (Malvastrum coromandelianum) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Nabo ou Nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | 1,00 | ||
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,00 - 1,50 | ||
Nabo ou Nabiça (Raphanus sativus) | 1,50 | ||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,5 - 2,0 | ||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus)** | 1,5-2,5 | ||
Corda-de-viola (Ipomoea indivisa) | 2,0 | ||
Corda-de-viola (Ipomoea nil) | |||
Erva-de-touro (Tridax procumbens) | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2,50 | ||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | 2,00 - 3,00 | ||
Ervilhaca (Vicia sativa) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis)(1) | 3,0 - 3,5 |
(1) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias nas seguintes doses 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,0 kg p.c./ha (segunda aplicação) ou 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,5 kg p.c./ha (segunda aplicação).
Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”.
Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
Nome comum Nome científico | |||
Pastagem | FOLHAS ESTREITAS | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,50 | ||
Cevadinha (Bromus catharticus) | |||
Sorgo (Sorghum bicolor) | 0,50 - 1,00 | ||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 0,75 - 1,00 | ||
Aveia-voluntária (Avena strigosa) | 1,00 | ||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)* | |||
Capim-da-guiné (Paspalum paniculatum) | |||
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,00 - 1,50 | ||
Capim-amargoso (Digitaria insularis)* | 1,50 | ||
Capim-azedo (Paspalum conjugatum) | |||
Braquiarão (Brachiaria brizantha) | 1,50 - 2,50 | ||
Junquinho (Cyperus ferax) | 2,00 - 2,50 | ||
Tiririca (Cyperus rotundus) | |||
Capim-colonião (Panicum maximum) | 2,25 | ||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 2,50 | ||
Azevém-anual (Lolium multiflorum)* | |||
Grama-batatais (Paspalum notatum) | |||
Grama-seda (Cynodon dactylon) | 2,50 - 3,50 | ||
FOLHAS LARGAS | |||
Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | 0,50 | ||
Quebra-pedra (Phyllantus tenellus) | |||
Buva (Conyza bonariensis)* | 0,50 - 1,50 | ||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,75 | ||
Mata-pasto (Eupatorium maximilianii) | |||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,00 | ||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Apago-fogo (Alternanthera tenella) | |||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)* | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | ||
Erva-de-santa-maria (Chenopodium ambrosioides) | |||
Guanxuma (Malvastrum coromandelianum) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Nabo ou Nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | 1,00 | ||
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,00 - 1,50 | ||
Nabo ou Nabiça (Raphanus sativus) | 1,50 | ||
Erva-lanceta (Solidago chilensis) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,5 - 2,0 | ||
Corda-de-viola (Ipomoea indivisa) | 2,0 | ||
Corda-de-viola (Ipomoea nil) | |||
Erva-de-touro (Tridax procumbens) | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2,50 | ||
Trevo (Trifolium repens) | |||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | 2,00 - 3,00 | ||
Ervilhaca (Vicia sativa) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis)(1) | 3,0 - 3,5 |
(1) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias nas seguintes doses 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,0 kg p.c./ha (segunda aplicação) ou 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,5 kg p.c./ha (segunda aplicação).
Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”.
Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
Nome comum Nome científico | |||
Áreas de pousio | FOLHAS ESTREITAS | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido | |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,50 | ||
Sorgo (Sorghum bicolor) | 0,50 - 1,00 | ||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 0,75 - 1,00 | ||
Aveia-voluntária (Avena strigosa) | 1,00 | ||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)* | |||
Capim-da-guiné (Paspalum paniculatum) | |||
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,00 - 1,50 | Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | |
Capim-amargoso (Digitaria insularis)* | 1,50 | ||
Capim-azedo (Paspalum conjugatum) | |||
Braquiarão (Brachiaria brizantha) | 1,50 - 2,50 | ||
Junquinho (Cyperus ferax) | 2,00 - 2,50 | ||
Tiririca (Cyperus rotundus) | |||
Capim-colonião (Panicum maximum) | 2,25 | ||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 2,50 | ||
Azevém-anual (Lolium multiflorum)* | |||
Grama-batatais (Paspalum notatum) | |||
Grama-seda (Cynodon dactylon) | 2,50 - 3,50 | ||
FOLHAS LARGAS | |||
Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | 0,50 | ||
Buva (Conyza bonariensis)* | 0,50 - 1,50 | ||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,75 | ||
Áreas de pousio | Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,00 | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha |
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Apago-fogo (Alternanthera tenella) | |||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)* | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) | |||
Erva-de-santa-maria (Chenopodium ambrosioides) | |||
Guanxuma (Malvastrum coromandelianum) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Nabo ou Nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,00 - 1,50 | ||
Nabo ou Nabiça (Raphanus sativus) | 1,50 | ||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,5 - 2,0 | ||
Corda-de-viola (Ipomoea indivisa) | 2,0 | ||
Corda-de-viola (Ipomoea nil) | |||
Erva-de-touro (Tridax procumbens) | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2,50 | ||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | 2,00 - 3,00 | ||
Ervilhaca (Vicia sativa) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis)(1) | 3,0 - 3,5 |
(1) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias nas seguintes doses 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,0 kg p.c./ha (segunda aplicação) ou 2,0 kg p.c./ha (primeira aplicação) seguido de 1,5 kg p.c./ha (segunda aplicação).
Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”.
Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número, Época e Intervalo de Aplicação | |
Nome comum | Nome científico | |||
FOLHAS ESTREITAS | Realizar 1 (uma) aplicação. Aplicação em pós-emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato: Dose depende do estádio de desenvolvimento da planta daninha, menores doses para as plantas em pós- emergência precoce e as maiores doses para o maior estádio de crescimento indicado na tabela. A pulverização foliar em área total sobre o algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato deverá ser realizada até o estádio de 4 folhas totalmente expandidas, para maior tolerância da cultura a este herbicida. Após este período, havendo reinfestação, uma pulverização de TECNUP MAX 720 WG deverá ser realizada em jato protegido dirigido à entrelinha da cultura obedecendo às doses e estádios das plantas infestantes indicadas. Estádio de crescimento da planta daninha: Folhas Estreitas – 2 perfilhos ou 10 cm Folhas Largas: Até 6 folhas ou 10 cm Época da DAE (dias após a emergência da cultura): até 4 folhas 15 dias O estádio de desenvolvimento pode variar de acordo com a época de plantio, condições climáticas e ciclo da variedade em questão. Equipamentos: Terrestres e aéreos Volume de Calda: Aplicação Terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | |||
ALGODÃO GENETICAMENTE MODIFICADO | Capim-carrapicho (Cenchus echinatus) | 0,5 – 1,0 | ||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)* | ||||
FOLHAS LARGAS | ||||
Apaga-fogo (Alternathera tenella) | 0,5 – 1,0 | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 1,0 – 1,5 | |||
Corda-de-viola (Ipomoea nil) | ||||
Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”.
Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número, Época e Intervalo de Aplicação | |
Nome comum | Nome científico | |||
MILHO GENETICAMENTE MODIFICADO | FOLHAS ESTREITAS | Aplicação única, e se necessário, realizar uma segunda aplicação. Aplicação em área total em pós-emergência de milho geneticamente modificado e das plantas daninhas. A melhor época para controle das plantas daninhas em pós-emergência é por volta de 20 dias após a emergência da cultura, quando as plantas daninhas se encontram em estádio inicial de desenvolvimento. Época da DAE (dias após a emergência da cultura): V3 cerca de 20 dias após a emergência da cultura. Estádio de crescimento da planta infestante: Folhas estreitas – 2 perfilhos ou 10 cm Folhas largas: Até 6 folhas ou 10 cm Equipamentos: Terrestres e aéreos Volume de Calda: Aplicação Terrestre: 50 a 250 L/ha Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | ||
Aveia-voluntária (Avena strigosa) | 0,5 – 1,0 | |||
Capim-carrapicho (Cenchus echinatus)(1) | 1,0 – 1,5 | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)(1) | 0,5 – 1,5 | |||
FOLHAS LARGAS | ||||
Apaga-fogo (Alternathera tenella)(1) | 0,5 – 1,0 | |||
Caruru (Amaranthus viridis)(1) | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea acuminata)(1) | ||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis)(1) | 0,5 – 1,5 | |||
Amendoim-bravo (Euphorba heterophylla)(1) | ||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum)(1) | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) (1) | ||||
Nabiça (Raphanus raphanistrum) | ||||
(1) Em áreas de alta infestação e/ou germinação desuniforme das plantas daninhas recomenda-se realizar a segunda aplicação na dose de 1,0 kg/ha, com intervalo de aproximadamente 15 a 20 dias após a primeira aplicação.
Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número, Época e Intervalo de Aplicação | |
Nome comum | Nome científico | |||
FOLHAS ESTREITAS | Realizar 1 (uma) aplicação. | |||
SOJA GENETICAMENTE MODIFICADA | Capim-carrapicho (Cenchus echinatus) | 0,5 – 0,75 | Aplicação em área total em pós-emergência da soja geneticamente modificada e das plantas daninhas. A melhor época para controle das plantas daninhas é quando se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. No caso de aplicação única o momento ideal é em torno dos 30 dias após o plantio ou em duas aplicações sendo a 1ª aos 15 - 20 dias após o plantio e a 2ª aos 15 - 20 dias após a primeira aplicação, e não aplicar no estágio reprodutivo da cultura. É fundamental nessa operação observar que as plantas daninhas estejam recebendo uma boa cobertura da calda, e que não haja qualquer “efeito guarda-chuva” que possa reduzir a ação do produto. | |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | Equipamentos: Terrestres e aéreos | |||
Volume de Calda: Aplicação terrestre: 120 L/ha | ||||
Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | ||||
Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C.kg/ha | Número, Época e Intervalo de Aplicação | |
Nome comum | Nome científico | |||
Realizar 1 (uma) aplicação. | ||||
CONTROLE DA SOQUEIRA DA CANA-DE- AÇÚCAR | Cana-de-açúcar (Saccharum officinarum) | 2,5 - 3,0 | Aplicação em área total para erradicação da soqueira da cultura da cana-de-açúcar. Esta aplicação deverá ser realizada quando a folha bandeira (última folha totalmente estendida da soqueira) estiver com altura média entre 0,6 m e 1,0 m em relação ao solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes de se observar a formação de colmos na soqueira. | |
Equipamentos: Terrestres e aéreos | ||||
Volume de Calda: Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha | ||||
Aplicação aérea: 30 a 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | ||||
Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número, Época e Intervalo de Aplicação | |
Nome comum | Nome científico | |||
EUCALIPTO E PINUS | FOLHA ESTREITA | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. O controle das plantas daninhas indicadas no pré-plantio das culturas anuais é importante para o adequado controle das plantas daninhas após o plantio das culturas, de forma que estas se desenvolvam livres de mato-competição. Aplicação em jato dirigido sobre as plantas daninhas. Aplicação: Terrestre OU Aplicação em área total em pré plantio (pré plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas). Aplicação: Terrestre. Aplicação terrestre: 50 a 250 L/ha | ||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,5 | |||
Cevadilha (Bromus catharticus) | ||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 0,75 – 1,00 | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 1,0 | |||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)* | ||||
Capim-da-guiné (Paspalum paniculatum) | ||||
Capim-oferecido (Pennisetum setosum) | 1,5 | |||
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | ||||
Capim-azedo (Paspalum conjugatum) | ||||
Capim-massambará (Sorghum halepense) | 0,5-1,5 | |||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 1,5-2,5 | |||
Capim-colonião (Panicum maximum) | ||||
Arroz vermelho (Oryza sativa) | 2,5 | |||
Capim-amargoso (Digitaria insularis)* | ||||
Grama-batatais (Paspalum notatum) | ||||
Grama-seda (Cynodon dactylon) | 2,5-3,5 | |||
FOLHA LARGA | ||||
Fazendeiro (Galinsoga parviflora) | 0,50 | |||
Quebra-pedra (Phyllantus tenellus) | ||||
Mata-pasto (Eupatorium maximilianii) | 0,75 | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,00 | |||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus)* | ||||
Guanxuma (Malvastrum coromandelianum) | ||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | ||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | 0,5-1,5 | |||
Buva (Conyza bonariensis)* | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,00 – 1,50 | |||
Erva-lanceta (Solidago chilensis) | 1,5 | |||
Carrapichão (Xanthium strumarium) | ||||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 2,50 | |||
Trevo (Trifolium repens) | ||||
Angiquinho (Aeschynomene denticulate) | 1,5-2,5 |
* Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”.
Quadro 17
Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número, Época e Intervalo de Aplicação | |
Nome comum | Nome científico | |||
CAFÉ, CANA-DE- AÇÚCAR, CITROS | FOLHA ESTREITA | Realizar 1 (uma) aplicação. Depende do estádio de desenvolvimento da planta daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada. As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. É indicado seu uso em aplicação na pós- emergência da cultura e das plantas daninhas para capina química. Equipamentos: Terrestres em jato dirigido Volume de calda: Aplicação Terrestre: 50 – 250 L/ha | ||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 0,5-1,5 | |||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | ||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | ||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)* | ||||
Capim-massambará (Sorghum halepense) | ||||
Capim-oferecido (Pennisetum setosum) | 1,5 | |||
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | ||||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 1,5-2,5 | |||
Capim-colonião (Panicum maximum) | ||||
Arroz vermelho (Oryza sativa) | 2,5 | |||
Capim-amargoso (Digitaria insularis)* | ||||
Grama-seda (Cynodon dactylon) | ||||
FOLHA LARGA | ||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | 0,5-1,5 | |||
Picão (Bidens pilosa) | ||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | ||||
Corriola (Ipomoea grandifolia) | 1,5 | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||
Carrapichão (Xanthium strumarium) | ||||
Angiquinho (Aeschynomene denticulate) | 1,5-2,5 | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | ||||
* Observar o item “RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS”.
Quadro 18
Cultura | Plantas Daninhas | Doses P.C. kg/ha | Número, Época e Intervalo de Aplicação | |
Nome comum | Nome científico | |||
FOLHA ESTREITA | Realizar 1 (uma) aplicação. | |||
Milheto (Pennisetum americanum) | 1,5 | Durante o estádio vegetativo das plantas daninhas (até a formação de estruturas florais), e em momentos de grande atividade vegetativa, o que é proporcionado pela disponibilidade hídrica no solo. | ||
FOLHA LARGA | ||||
MILHO, SOJA | Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | 0,5 | Para as culturas de MILHO e SOJA, somente em plantio direto, o produto deve ser aplicado em área total visando a dessecação das plantas daninhas (pós-emergência), antes do plantio das culturas de interesse (pré- plantio). | |
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | 1,5-2,5 | Equipamentos: Terrestres Volume de calda: Aplicação Terrestre: 50 – 200 L/ha | ||
IMPORTANTE:
I - obrigação de utilização de tecnologia de redução da deriva de 50% para doses acima de 1.800 g/ha nas aplicações costal, estacionária/semiestacionária e tratorizada. Observar demais orientações em “RECOMENDAÇÕES E RESTRIÇÕES GERAIS - DERIVA”.
No caso de áreas com infestação diversificada, a dose a ser aplicada deverá ser definida em função da planta infestante de mais difícil controle presente na área e que apresente infestação significativa.
Dependendo do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas, usar menores doses para a fase inicial de desenvolvimento e maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
O melhor período para controlar as espécies de plantas daninhas perenes é próximo ao início da floração. Para as plantas daninhas anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais.
Aplicar TECNUP MAX 720 WG quando as plantas daninhas estiverem em boas condições de desenvolvimento vegetativo, sem efeito de “stress” hídrico (falta ou excesso de água).
O herbicida TECNUP MAX 720 WG é seletivo somente quando aplicado sobre as variedades de algodão, milho e soja geneticamente modificados tolerantes ao glifosato, conforme as instruções de uso indicadas nesta bula.
A eficiência do produto pode ser visualizada entre o 7º e 14° dia após a aplicação dependendo da planta daninha (anual ou perene) e de seu estádio de desenvolvimento.
A seletividade para as culturas convencionais é obtida através das modalidades de aplicação, ou seja, antes do plantio das culturas anuais ou perenes, no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo ou através da aplicação dirigida ou protegida, nas entrelinhas das culturas perenes.
Para as culturas do algodão, milho e soja geneticamente modificados tolerantes ao glifosato, o TECNUP MAX 720 WG é seletivo, quando aplicado em pós-emergência sobre a cultura, nas doses e estádios de aplicação recomendados.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes | |
| Algodão | Sorghum halepense | capim-argentino, capim-cevada, capim-massambará | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Ipomoea nil | amarra-amarra (2), campainha (8), corda-de-viola (9) | Ver detalhes |
| Ameixa | Richardia brasiliensis | poaia, poaia-branca, poaia-do-campo (2) | Ver detalhes |
| Arroz | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Banana | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Cacau | Bromus catharticus | aveia-louca, cevadilha, falsa-cevada | Ver detalhes |
| Café | Eupatorium maximilianii | mata-pasto (8) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Bromus catharticus | aveia-louca, cevadilha, falsa-cevada | Ver detalhes |
| Citros | Bromus catharticus | aveia-louca, cevadilha, falsa-cevada | Ver detalhes |
| Eucalipto | Pennisetum setosum | capim-avião, capim-custódio, capim-mandante | Ver detalhes |
| Maçã | Trifolium repens | flor-de-primavera, trevo (3), trevo-branco | Ver detalhes |
| Milho | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Nectarina | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Pastagens | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Pera | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Pessego | Sorghum bicolor | sorgo | Ver detalhes |
| Pinus | Pennisetum setosum | capim-avião, capim-custódio, capim-mandante | Ver detalhes |
| Seringueira | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Soja | Echinochloa crusgalli | capim-arroz (2), capim-canevão, capim-jaú | Ver detalhes |
| Soja OGM | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Trigo | Emilia sonchifolia | bela-emilia, falsa-serralha, pincel | Ver detalhes |
| Uva | Solidago chilensis | arnica-do-brasil, erva-lanceta, espiga-de-ouro | Ver detalhes |
Recomendação Geral: As recomendações a seguir relacionadas são importantes para uma correta aplicação e para se obter os efeitos desejados.
Ao aplicar o produto, siga sempre as recomendações da bula garantindo uma boa cobertura da pulverização sobre o alvo desejado, evitando a sobreposição das faixas de aplicação. Proceda a regulagem do equipamento de aplicação terrestre ou aéreo para assegurar uma distribuição uniforme na dose correta sobre o alvo desejado.
Para as culturas do Eucalipto e Pinus, aplica-se TECNUP MAX 720 WG em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então somente onde houver manchas de mato, tomando-se o necessário cuidado para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem). Nos casos de algodão, soja e milho geneticamente modificados tolerantes ao glifosato seguir as recomendações de aplicação indicadas. A eficiência do produto é visualizada entre o 4º e o 10° dia após o tratamento.
Certifique-se de que o tanque do equipamento de pulverização esteja limpo (isento de resíduos) antes de iniciar a operação.
Coloque água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 de sua capacidade de forma que atinja a altura do agitador (ou retorno).
No caso de pulverizador tratorizado ligue o sistema de agitação do tanque e adicione a quantidade recomendada de produto ou no caso de pulverizador costal, agite a água manualmente.
Por se tratar de uma formulação de Grânulos Dispersíveis em Água o produto deve ser adicionado lentamente no tanque do pulverizador sob agitação constante. Se for realizar uma pré dissolução, não adicionar mais de 25 % do produto comercial no volume de água (25 kg de PC para cada 100 litros de água).
Com o agitador ligado, complete o volume do tanque com água mantendo a mangueira, assim como o sistema de retorno, submersos no líquido.
Mantenha a calda sob constante agitação durante a pulverização.
Não deixe a calda de agroquímicos preparada de um dia para outro, a aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
O TECNUP MAX 720 WG deve ser aplicado através de equipamentos terrestres (costal ou tratorizado) ou aérea (avião ou ARP (Drones)), vide recomendação para cada cultura.
As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas, com a menor evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica (deslocamento vertical).
Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações:
Sob temperatura inferior a 30ºC,
Umidade relativa do ar acima de 55%,
Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h,
Na ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando período de chuva de até 6 horas após a aplicação.
APLICAÇÃO TERRESTRE
Utilizar equipamento de pulverização tratorizado provido de barras apropriadas ou pulverização costal. Seguir as recomendações e restrições gerais.
Recomenda-se o volume de calda de aplicação para as culturas algodão, algodão geneticamente modificado, ameixa, arroz, área de pousio, banana, cacau, café, cana de açúcar, citros, eucalipto, maçã, milho, milho geneticamente modificado, nectarina, pastagem, pera, pêssego, pinus, seringueira, soja, trigo e uva: 50 a 250 L/ha
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Os parâmetros de aplicação através de equipamento costal, como tipo de pontas, pressão de trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação Ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um engenheiro agrônomo.
Utilize tecnologia (s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas para dar uma boa cobertura e controle.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, etc devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura, e inversão térmica.
em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
Evitar aplicações em condições de inversão térmica, nas quais as gotas permanecerão mais tempo no ar, contaminando o avião durante a pulverização e o meio ambiente e reduzindo o efeito do produto sobre o alvo desejado. Não aplicar em condições de temperaturas muito altas e umidade baixa, pois ocorrerão correntes de convecção (térmicas) causando uma dissipação vertical muito rápida das gotas, redução ou perda de seu efeito sobre o alvo desejado e ocasionando efeitos danosos ao ambiente.
Esse tratamento deve ser feito por avião quando as áreas forem extensas, aplicar o produto molhando bem e uniformemente toda a folhagem da planta.
Para evitar efeitos indesejáveis, observar os limites meteorológicos definidos acima;
Efetuar levantamento prévio de espécies sensíveis ao produto nas áreas próximas;
Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal.
Antes de iniciar a aplicação com aeronave remotamente pilotada (ARP/drones), certifique-se que há um planejamento de voo e este foi autorizado, registre os dados de voo e garanta a segurança operacional.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia da aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
Recomendamos e é necessário realizar a aplicação de TECNUP MAX 720 WG através de aeronave remotamente pilotada (ARP/drones), com empresas que tenham realizado os cursos para aplicação através de aeronaves remotamente pilotadas (drones/ARP), de acordo com a Normativa MAPA nº 298, de 22 setembro de 2021, ou qualquer outra que venha complementá-la ou substituí-la, e com equipamentos registrados nos órgãos competentes para operacionalizar. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto. Sempre consulte as normas vigentes (MAPA, DECEA, ANAC e ANATEL).
Resumo dos ajustes para os drones de pulverização:
Volume de calda | Classe de gotas | Altura de voo | Faixa de aplicação |
No mínimo 15 L/ha | Média a Grossa | 4 metros acima do alvo da pulverização | Ajuste de acordo com cada modelo de drone |
Após a aplicação do TECNUP MAX 720 WG, remova imediatamente todo o resíduo sólido presente no fundo do tanque do pulverizador. Proceda a limpeza de todo o equipamento utilizado, imediatamente após a aplicação, a fim de se reduzir o risco de formação de depósitos solidificados nas paredes do tanque. A demora da limpeza do equipamento de pulverização, mesmo por algumas horas, poderá implicar na aderência do herbicida nas paredes do tanque de pulverização, o que dificultará a limpeza completa do produto. Caso o pulverizador não tenha sido limpo adequadamente e vier a ser utilizado, os eventuais resíduos de produtos remanescentes poderão causar fitotoxicidade às outras culturas.
Para a limpeza adequada, proceda da seguinte maneira:
Esvaziar completamente o equipamento de pulverização utilizado;
Enxaguar todo o pulverizador e circular água limpa, através das barras, mangueiras, filtros e pontas;
Remover fisicamente os depósitos visíveis de produto;
Completar o pulverizador com água limpa;
Adicionar solução de AMÔNIA caseira – AMONÍACO OU SIMILAR COM 3% DE AMÔNIA – na proporção de 1% (1 litro para 100 litros de água), agitar e circular todo o líquido, através das mangueiras, barras, pontas e filtros;
Desligar a barra e encher o tanque com água limpa e circular pelo sistema de pulverização por 15 minutos e, em seguida, através das mangueiras, barras, filtros e pontas. Esvaziar o tanque;
Remover e limpar as pontas, filtros e difusores em um balde com a solução de AMÔNIA caseira (citada no item 5);
Repetir os passos 5 e 6;
Enxaguar com água limpa e por, no mínimo, 3 vezes, todo o pulverizador, mangueiras, barra, filtro e pontas.
Limpar, também, tudo o que estiver associado ao equipamento de aplicação, inclusive o material utilizado no enchimento do tanque. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento próximo às nascentes, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos de limpeza de acordo com a legislação local.
Culturas | Dias |
Algodão | (1) |
Ameixa, Uva | 17 |
Arroz, Cana de açúcar, Pastagens, Trigo | (2) |
Banana, Cacau, Citros, Nectarina, Pêssego | 30 |
Café, Maçã, Pera | 15 |
Milho | (3) |
Seringueira, Pinus, Eucalipto | U.N.A. |
Soja | (4) |
U.N.A. = Uso Não Alimentar
O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do algodão geneticamente modificado, que expressa tolerância ao glifosato, é de 130 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do milho geneticamente modificado, que expressa tolerância ao glifosato, é de 60 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa tolerância ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
Recomenda-se aplicar TECNUP SUPER 608 em pós-emergência das plantas daninhas, em jato dirigido, nas culturas de Café, Citros, Eucalipto, Maçã, Pêssego, Pinus, Seringueira e Uva;
Em área total em pré-semeadura/pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas, no sistema plantio direto, para o manejo de dessecação para cultivo de Algodão, Arroz Irrigado, Feijão, Milho, Pastagem, Soja e Trigo;
Em pós-emergência da cultura da Cana-de-açúcar para erradicação de soqueira visando renovação, em jato dirigido ou em pré-colheita como maturador desta cultura;
Em área total, em pré-colheita sobre a cultura de Soja para dessecação;
Em pós-emergência das plantas daninhas e das culturas da soja e do milho resistentes ao glifosato, em aplicação única ou sequencial;
Cultura | Plantas Infestantes | Dose (L p.c./ha) | Número, época e Intervalo de aplicação |
Algodão Arroz Irrigado Café Cana-de-açúcar Citros Eucalipto Feijão Maçã Milho Pastagem Pêssego Pinus Seringueira Soja (1) Trigo Uva | Braquiarão (Brachiaria brizantha) | 1,50 - 2,00 | Plantas infestantes controladas em pós- emergência e doses para aplicação em jato dirigido ou pré-plantio das culturas. A variação de doses de recomendação depende do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas e de condições ambientais. Menores doses são recomendadas para plantas daninhas em estádios iniciais de desenvolvimento ou em condições ambientais favoráveis e maiores doses para plantas daninhas em estádios avançados de desenvolvimento, perenizadas ou em condições ambientais desfavoráveis. O número de aplicações vai depender da modalidade de uso, sendo em geral, necessária uma aplicação para a eliminação das plantas daninhas. Para aplicações realizadas em pré- plantio, recomenda-se aplicar emárea total sobre as espécies infestantes e antes da emergência das culturas. Para culturas perenes, recomenda-se aplicar em jato dirigido, na pós-emergência das plantas daninhas. |
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 2,00 - 4,00 | ||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 1,00 - 2,50 | ||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 1,00 - 2,00 | ||
Grama-seda (Cynodon dactylon) | 3,00 - 4,00 | ||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 1,50 - 3,00 | ||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 2,50 - 4,50 | ||
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | 1,50 - 4,00 | ||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 1,50 - 2,50 | ||
Azevém (Lolium multiflorum) | 1,50 - 3,00 | ||
Arroz-vermelho (Oryza sativa) | 1,50 - 4,00 | ||
Capim-colonião (Panicum maximum) | 2,50 - 4,50 | ||
Milho (Zea mays) | 1,00 - 2,00 |
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 0,75 - 2,50 | TECNUP SUPER 608 deve ser aplicado em pós-emergência das plantas daninhas quando em pleno desenvolvimento vegetativo e semestresse hídrico. Os melhores níveis de controle são atingidos quando aplicado entre o início do desenvolvimento e a frutificação para espécies anuais. Para espécies perenes o melhor momento é próximo à floração. | |
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | 1,50 - 2,50 | ||
Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 1,50 - 3,50 | ||
Caruru (Amaranthus retroflexus) | 0,75 - 1,50 | ||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 1,50 - 2,50 | ||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 3,00 - 3,50 | ||
Leiteira (Euphorbia heterophylla) | 2,00 - 3,00 | ||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 1,50 - 2,00 | ||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,50 - 3,00 | ||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | 0,75 - 2,50 | ||
Beldroega (Portulaca oleracea) | 1,50 - 3,00 | ||
Nabiça (Raphanus raphanistrum) | 1,00 - 2,00 | ||
Poaia-branca (Richardia brasilensis) | 2,00 - 3,00 | ||
Fedegoso (Senna obtusifolia) | 2,50 - 4,50 | ||
Fedegoso (Senna occidentalis) | 1,50 - 3,50 | ||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,50 - 2,50 | ||
Carrapichão (Xanthium strumarium) | 2,00 - 3,50 |
Cultura | Dose (L p.c./ha) | Número, época e Intervalo de aplicação |
Cana-de-açúcar (Eliminação de soqueira) | 3,00 - 4,50 | Recomenda-se a aplicação de TECNUP SUPER 608 na renovação do canavial, para eliminação de soqueira de cana-de-açúcar com 0,7 a 0,9 m de altura. |
Cana-de-açúcar (Maturador) | 0,20 - 0,45 | Recomenda-se aplicar TECNUP SUPER 608 em uma única aplicação para antecipação da colheita, como maturador e colher a cultura da cana- de-açúcar em torno de 30 dias após a aplicação. |
Soja (dessecação – pré-colheita) | 2,50 | Para aplicações em pré-colheita da cultura da soja, recomenda-se realizar a operação após o estádio de maturação fisiológica (R7) e no mínimo 07 dias antes da colheita. |
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura:
Volume de calda:
| ||
- Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha
IMPORTANTE:
- obrigação de utilização de tecnologia de redução da deriva de 50% para doses acima de 1.800 g/ha nas aplicações costal, estacionária/semi-estacionária e tratorizada. Observar demais orientações em “RECOMENDAÇÕES E RESTRIÇÕES GERAIS - DERIVA”.
- obrigação de utilização de tecnologia de redução da deriva de 50% para doses acima de 3.700 g/ha nas aplicações costal, estacionária/semi-estacionária e tratorizada.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Xanthium strumarium | carrapichão (2), carrapicho-bravo (2), carrapicho-de-carneiro (2) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Zea mays | milho | Ver detalhes |
| Café | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Amaranthus retroflexus | bredo (5), caruru (4), caruru-áspero | Ver detalhes |
| Citros | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Feijão | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Maçã | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Milho | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Pastagens | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Pessego | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Pinus | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Seringueira | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Soja | Ver detalhes | ||
| Trigo | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
O TECNUP SUPER 608 deve ser aplicado através de equipamentos terrestres (costal ou tratorizado) ou aérea (avião ou ARP (Drones)), vide recomendação para cada cultura.
O efeito visual do TECNUP SUPER 608 inicia entre o 3º ou 7º dia após a aplicação, variável com as condições climáticas, apresentando amarelecimento inicial.
Para soja geneticamente modificada resistente ao glifosato recomenda-se realizar no máximo 3 aplicações durante a safra da cultura. Realizar 1 aplicação em plantio direto, antes do plantio da cultura da soja, e a seguinte aplicação entre a segunda e a quinta semana após a emergência da cultura. Caso o fluxo de emergência de plantas daninhas seja grande e constante, pode-se fazer aplicações sequenciais, na segundae na terceira semana e/ou na terceira e quinta semana após a emergência da soja geneticamente modificada resistente ao glifosato.
Para aplicação na cultura do milho geneticamente modificado resistente ao glifosato recomenda- se realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, sendo 1 aplicação em plantio direto, antes do plantio da cultura do milho, e as seguintes aplicações entre a segunda e a terceira semana após a emergência da cultura. Caso o fluxo de emergência de plantas daninhas seja grande e constante, podem-se fazer aplicações sequenciais,na segunda e na terceira semana após a emergência do milho geneticamente modificado resistente ao glifosato. Utilizar no máximo a dose de 2,5 L/ha do produto formulado em cada aplicação.
As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas, com a menor evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica (deslocamento vertical).
Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações:
sob temperatura inferior a 30ºC,
umidade relativa do ar acima de 55%,
velocidade do vento entre 3 e 10 km/h,
Pulverizador costal manual:
O volume de calda a ser aplicado depende da pessoa que executa a operação, uma vez que este equipamento não possui regulador de pressão; a calibração deve ser feita individualmente, a uma
velocidade ao redor de 1 metro/segundo; a pressão de trabalho varia conforme o ritmo da bomba, combinado com a vazão do bico. Pode-se usar, por exemplo, bicos com pontas tipo leque.
Equipamento tratorizado com barra:
Recomenda-se utilizar bicos de ponta leque, com tamanho médio de gotas entre 200 e 400 micra. A altura dos bicos deverá ser aquela que proporcione o cruzamento dos jatos, para que a superfície tratada receba uma quantidade uniforme de produto, evitando falhas ou acúmulo de produto nas faixas. A velocidade do trator deverá estar entre 6-8 km/h e a velocidade do vento não superior a 8 km/h.
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Os parâmetros de aplicação através de equipamento costal, como tipo de pontas, pressão de trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação Ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um engenheiro agrônomo.
Utilize tecnologia (s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas para dar uma boa cobertura e controle.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, etc devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura, e inversão térmica.
gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
O TECNUP SUPER 608 poderá ser aplicado via aérea, seguindo-se os seguintes parâmetros:
Fazer estudo do local e demarcar as áreas para aplicação ou utilizar equipamento de precisão (GPS).
Deixar entre as faixas efetivas de aplicação uma faixa de aproximadamente 2 metros, como margem de segurança, pois a deriva cobrirá esta área.
Fechar 3 a 4 bicos em cada extremidade das asas do avião para evitar efeito de vórtice.
Mantenha bordaduras, principalmente em áreas próximas de cana nova e outras culturas.
Deixar uma área sem aplicação do produto, para acompanhar os resultados.
Evitar aplicações em condições de inversão térmica, nas quais as gotas permanecerão mais tempo no ar, contaminando o avião durante a pulverização e o meio ambiente e reduzindo o efeito do produto sobre o alvo desejado. Não aplicar em condições de temperaturas muito altas e umidade baixa, pois ocorrerão correntes de convecção (térmicas) causando uma dissipação vertical muito rápida das gotas, redução ou perda de seu efeito sobre o alvo desejado e ocasionando efeitos danosos ao ambiente.
Esse tratamento deve ser feito por avião quando as áreas forem extensas, aplicar o produto molhando bem e uniformemente toda a folhagem da planta.
Para evitar efeitos indesejáveis, observar os limites meteorológicos definidos acima;
Efetuar levantamento prévio de espécies sensíveis ao produto nas áreas próximas;
Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal.
Antes de iniciar a aplicação com aeronave remotamente pilotada (ARP/drones), certifique-se que há um planejamento de voo e este foi autorizado, registre os dados de voo e garanta a segurança operacional.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia da aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
Recomendamos e é necessário realizar a aplicação de TECNUP SUPER 608 através de aeronave remotamente pilotada (ARP/drones), com empresas que tenham realizado os cursos para aplicação através de aeronaves remotamente pilotadas (drones/ARP), de acordo com a Normativa MAPA nº 298, de 22 setembro de 2021, ou qualquer outra que venha complementá-la ou substituí-la, e com equipamentos registrados nos órgãos competentes para operacionalizar. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto. Sempre consulte as normas vigentes (MAPA, DECEA, ANAC e ANATEL).
Resumo dos ajustes para os drones de pulverização:
Volume de calda | Classe de gotas | Altura de voo | Faixa de aplicação |
No mínimo 15 L/ha | Média a Grossa | 4 metros acima do alvo da pulverização | Ajuste de acordo com cada modelo de drone |
Antes da aplicação verifique e inicie a pulverização somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, fazer uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento mesmo por poucas horas torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas | Intervalo de Segurança (dias) |
Algodão | (1) |
Arroz irrigado | (1) |
Café | 15 dias |
Cana-de-açúcar (maturador) | 30 dias |
Cana-de-açúcar (pós-emergência) | (1) |
Citros | 30 dias |
Eucalipto | UNA |
Feijão | (1) |
Maçã | 15 dias |
Milho | (2) |
Pastagem | (1) |
Pêssego | 30 dias |
Pinus | UNA |
Seringueira | UNA |
Soja (dessecação) | 7 dias |
Soja (pós-emergência) | (3) |
Trigo | (1) |
Uva | 17 dias |
UNA= Uso Não Alimentar
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do milho geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 90 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado empós- emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
Respeitar o intervalo de reentrada para:
Culturas | Atividade de 8h1 | Atividade de 2h2 |
Café, citros, pinus e eucalipto | 23 dias | 1 dia |
1 - Utilizar EPI nível 1, avental impermeável, respirador (FFP1), óculo de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos.
2 - Sem necessidade de uso de EPI.
Para as atividades de mistura e/ou abastecimento e aplicação, quando fora do trator, ARP (drone) ou avião, deve ser utilizado EPI NÍVEL 1 – avental impermeável, respirador (FFP1), óculo de segurança com proteção lateral e luvas de proteção contra produtos químicos.
As culturas de feijão, soja, milho e algodão, apesar de sensíveis a TERRAD´OR 339SC, apresentam seletividade quando o produto é aplicado em dessecação pré-plantio dessas culturas.
Algodão, Milho, Soja e Feijão:
Fazer 1 (uma) aplicação em pós-emergência das plantas daninhas, no manejo de áreas em sistema de plantio direto, sempre antes da semeadura (dessecação pré-plantio).
As plantas daninhas devem estar no estádio de desenvolvimento conforme tabela abaixo.
O plantio deverá ser feito 15 (quinze) dias após a pulverização.
O produto, nas dosagens recomendadas, não causa fitointoxicação.
CULTURA | ALVOS CONTROLADOS | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Monocotiledôneas: | ||||
Algodão, Feijão, Milho e Soja | Zea mays | Milho voluntário | 0,175 a 0,240 L/ha (59,33 a 81,36 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência até estádio V4 |
Commelina benghalensis | Trapoeraba | 0,240 a 0,350 L/ha (81,36 a 118,65 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando no estádio de 2 a 4 folhas. | |
Cenchrus echinatus | Capim-carrapicho | 0,240 a 0,350 L/ha (81,36 a 118,65 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 folhas até antes do perfilhamento. | |
Triticum aestivum | Trigo voluntário | |||
Brachiaria decumbens | Capim-braquiária | 0,350 L/ha (118,65 g i.a/ha) | ||
Brachiaria plantaginea | Capim-marmelada | |||
Digitaria insularis | Capim-amargoso | |||
Eleusine indica | Capim-pé-de- galinha | |||
Lolium multiflorum | Azevém | |||
Eudicotiledôneas: | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | ||
Amaranthus viridis | Caruru-de- mancha | 0,120 a 0,175 L/ha (40,68 a 59,33 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando | |
Bidens pilosa | Picão-preto | |||
Euphorbia heterophylla | Leiteiro ou amendoim-bravo | estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. Soja voluntária até 3 trifólios. | ||
Glycine max | Soja voluntária | |||
Ipomoea grandifolia | Corda-de-viola | |||
Ipomoea hederifolia | Corda-de-viola | |||
Parthenium hysterophorus | Losna-branca | |||
Alternanthera tenella | Apaga-fogo | 0,175 a 0,240 L/ha (59,33 a 81,36 g i.a/ha) | ||
Portulaca oleracea | Beldroega | |||
Raphanus raphanistrum | Nabiça | |||
Senna obtusifolia | Fedegoso | |||
Amaranthus deflexus | Caruru | 0,240 a 0,350 L/ha (81,36 a 118,65 g i.a/ha) | ||
Richardia brasiliensis | Poaia-branca | |||
Sonchus oleraceus | Serralha | |||
Spermacoce latifolia | Erva-quente | |||
Tridax procumbens | Erva-de-touro | |||
Amaranthus retroflexus | Caruru | 0,350 L/ha (118,65 g i.a/ha) | ||
Sida rhombifolia | Guanxuma | |||
Conyza bonariensis | Buva | 0,175 a 0,350 L/ha (59,33 a 118,65 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando no estádio de até 10 cm. | |
Borreria verticillata | Vassourinha-de- botão | 0,100 a 0,310 L/ha (33,9 a 105,09 g i.a./ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas |
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para estádios mais avançados das plantas daninhas ou em altas pressões de plantas daninhas. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
Para os cultivos perenes como café e citros, o TERRAD´OR 339 SC é seletivo, exclusivamente, em aplicação em jato dirigido. Portanto, deve-se evitar o contato do produto com as plantas cultivadas.
Café e Citros: Fazer 1 (uma) aplicação nas entre linhas das culturas respeitando o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas conforme tabela abaixo:
CULTURA | ALVOS CONTROLADOS | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Monocotiledôneas: | ||||
Café e Citros | Commelina benghalensis | Trapoeraba | 0,175 a 0,350 L/ha (59,33 a 118,65 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando no estádio de 2 a 4 folhas |
Brachiaria plantaginea | Capim- marmelada | 0,350 L/ha (118,65 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 folhas até antes do perfilhamento. | |
Brachiaria decumbens | Capim-braquiária | |||
Cenchrus echinatus | Capim- carrapicho | |||
Digitaria insularis | Capim-amargoso | |||
Eleusine indica | Capim-pé-de- galinha | |||
Eudicotiledôneas: | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | ||
Amaranthus viridis | Caruru- de- mancha | 0,120 a 0,175 L/ha (40,68 a 59,33 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência das plantas daninhas quando estiverem no estádio de 2 a 4 folhas. | |
Bidens pilosa | Picão-preto | |||
Euphorbia heterophylla | Leiteiro ou amendoim-bravo | |||
Ipomoea grandifolia | Corda-de-viola | |||
Richardia brasiliensis | Poaia-branca | 0,175 a 0,350 L/ha (59,33 a 118,65 g i.a/ha) | ||
Sida rhombifolia | Guanxuma | |||
Galinsoga parviflora | Botão-de-ouro | 0,350 L/ha (118,65 g i.a/ha) | ||
Parthenium hysterophorus | Losna-branca | |||
Portulaca oleracea | Beldroega | |||
Sinedrellopsis grisebachii | Agriãozinho | |||
Conyza bonariensis | Buva | 0,175 a 0,350 L/ha (59,33 a 118,65 g i.a/ha) | Aplicar em pós- emergência da planta daninha quando no estádio de até 10 cm. | |
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para estádios mais avançados das plantas daninhas ou em altas pressões de plantas daninhas. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil ester etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
A aplicação do herbicida deve ser feita em jato dirigido protegido para que o produto não atinja as folhas da cultura, sendo recomendado o uso de “chapéu de napoleão” ou barras laterais protetoras específicas para jato dirigido que evitem deriva para a parte verde das culturas.
Soja e Feijão: A pulverização do produto TARRAD´OR 339 SC na dessecação pré-colheita deve ocorrer quando a cultura atingir a sua maturação fisiológica.
Algodão: A pulverização do produto TERRAD´OR 339 SC na desfolha pré-colheita deve ocorrer quando 80% das maças do algodoeiro estiverem abertas.
CULTURA | DOSES INDICADAS | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Dessecação pré-colheita | |||
Algodão | Gossypium hirsutum | 0,120 a 0,175 L/ha (40,68 a 59,33 g a.i/ha) | Aplicar quando 80% das maças estiverem abertas |
Feijão | Phaseolus vulgaris | 0,240 a 0,350 L/ha (81,36 g a 118,65 g a.i/ha) | Aplicar na maturação fisiológica da cultura |
Soja | Glycine max | 0,350 L/ha (118,65 g a.i/ha) | Aplicar na maturação fisiológica da cultura |
i.a. = ingrediente ativo
Observações: Aplicar as doses maiores para a dessecação/desfolha mais rápida da cultura ou das plantas daninhas antes da colheita. É essencial a adição de adjuvante a base de alquil éster etoxilado do ácido fosfórico na concentração de 0,5% v/v.
Permite a colheita entre 7 até 14 dias após a aplicação, dependendo da dose e condições climáticas. Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de dessecação
Aplique TERRAD´OR 339 SC conforme as recomendações da bula:
Aplique em pós-emergência das plantas daninhas na dose recomendada conforme consta na bula, sempre utilizando adjuvante a base de alquil éster etoxilado do ácido fosfórico a 0,5% v/v;
Faça a aplicação dentro das condições climáticas e do período ideal do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas;
Evite rebrotas respeitando:
Estádio de desenvolvimento das plantas daninhas conforme consta na bula;
Boa cobertura dos alvos a serem atingidos;
Aplicar quando as plantas daninhas estiverem em pleno vigor vegetativo;
Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de controle;
Evite aplicação nas horas mais quentes do dia;
Evite aplicação nas seguintes condições: Temperatura acima de 30ºC, umidade relativa do ar abaixo de 60%, ventos acima de 10km/h;
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
| Café | Synedrellopsis grisebachii | agrião-do-pasto, agriãozinho, poejinho | Ver detalhes |
| Citros | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
| Milho | Triticum aestivum | trigo | Ver detalhes |
| Soja | Zea mays | milho | Ver detalhes |
Com pulverizador tratorizado ou costal manual: usar uma barra com bicos tipo leque (jato plano), aplicando-se em área total com volume de calda de 100 a 300 litros por hectare e pressão de serviço deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
É permitida a aplicação via jato dirigido de até 118,65 g i.a./ha por ciclo da cultura.
Para aplicação foliar é permitido o uso de até 118,65 g i.a./ha por ciclo da cultura, desde que adotada distância de 160 m de vegetações adjacentes não alvo.
Selecionar pontas que produzam o Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) gotas finas a médias.
Aeronaves agrícolas: Usar ponta de pulverização apropriada para este tipo de aplicação, com volume de calda de maior que 20 L/ha.
Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
É permitida a aplicação aérea de até 52,5 g i.a./ha por ciclo da cultura, desde que adotada distância de 210 m de vegetações adjacentes não alvo.
Classe de gotas: utilizar o Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) de gotas das classes média a grossa.
Altura do voo: de 3 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição.
Volume de calda maior que 20 L/ha
Condições climáticas a serem respeitadas: Velocidade do vento até 10 km/h (2,78m/s); Temperatura até 28 °C; Umidade relativa do ar acima de 60%.
Milho: 120 dias Soja:3 dias Feijão: 3 dias Algodão:7 dias Café: 7 dias
Citros: 7 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.
TOPATUDO é um herbicida apresentado na forma de concentrado solúvel, recomendado para o controle não seletivo de plantas infestantes nas seguintes situações:
Eliminação de plantas infestantes em áreas cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes), nas culturas de ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citrus, coco, maçã, mamão, nectarina, pêra, pêssego, seringueira, soja resistente ao glifosato e uva.
Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) - sistema de plantio direto para as culturas de algodão, arroz, arroz irrigado, feijão, milho, soja e trigo, antes do transplante de fumo, e para o cultivo mínimo de arroz e da cana-de-açúcar (eliminação das soqueiras). É recomendado na renovação e na manutenção de pastagens para eliminação das reboleiras de plantas infestantes.
Na cultura da soja (não geneticamente modificada para resistência ao glifosato) na pré-colheita para dessecação.
Eliminação da soqueira e como maturador da cana-de-açúcar.
Aplicação em pré-plantio e nas entrelinhas em jato dirigido das culturas de pinus e eucalipto. Tem recomendação também na rebrota do eucalipto para renovação de área de plantio.
Para soja geneticamente modificada resistente a glifosato a aplicação deve ser feita em área total, em pós- emergência da soja, em áreas de plantio direto e convencional, podendo ser utilizado em aplicação única ou aplicação sequencial.
Para algodão geneticamente modificado resistente a glifosato a aplicação deve ser feita em área total, em pós-emergência da cultura, em áreas de plantio direto e convencional.
Para milho geneticamente modificado resistente a glifosato a aplicação deve ser feita em área total, em pós- emergência da cultura, em áreas de plantio direto e convencional, podendo ser utilizado em aplicação única ou sequencial.
Ameixa, Arroz, Banana, Cacau, Café, Cana-de-açúcar, Citrus, Coco, Eucalipto, Fumo, Maçã, Mamão, Milho, Nectarina, Pastagens, Pêra, Pêssego, Pinus, Seringueira, Soja, Trigo e Uva. | |||
PLANTAS INFESTANTES ANUAIS CONTROLADAS: | |||
FOLHA ESTREITA | DOSE (L/ha) | Número de Aplicações | |
Nome Comum | Nome Científico | ||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 0,5-1,0 * | 1 |
Aveia | Avena sativa | 1,0 | |
Cevadilha | Bromus catharticus | 1,0 | |
Capim-rabo-de-raposa | Setaria geniculata | 1,0-2,0 | |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,5 | |
Falso-massambará | Sorghum arundinaceum | 1,5 – 2,0 | |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1,5-2,0 * | |
Capim-colchão | Digitaria sanguinalis | 2,0 | |
Capim-favorito | Rhynchelitrum repens | 1,5-2,0 * | |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 2,0 | |
Azevém | Lolium multiflorum | 2,0-3,0 * | |
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 4,0 | |
Capim-arroz | Echinochloa cruspavonis | 4,0 | |
Arroz-vermelho | Oryza sativa | 3,0 | |
Cuminha ou falso cominho | Fimbristylis milacea | 5,0 | |
FOLHA LARGA | DOSE (L/ha) | Número de Aplicações | |
Nome Comum | Nome Científico | ||
Capim-canoão | Setaria poiretiana | 3,5 | 1 |
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0-1,5 * | |
Picão-branco ou Fazendeiro | Galinsoga parviflora | 1,0 | |
Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | 1,0-2,0 * | |
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 1,5 | |
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 1,5 | |
Angiquinho | Aeschynomene rudis | 2,0 | |
Mentrasto | Ageratum conyzoides | ||
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | ||
Caruru | Amaranthus viridis | ||
Caruru-de-espinho | Amaranthus spinosus | ||
Avenida Cristóvão Colombo, nº 2955, Salas 703 e 704, Bairro Floresta, na cidade de Porto Alegre, RS, CEP: 90.560-003
Boca-de-leão-selvagem | Antirrhinum orontium | ||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | ||
Buva | Conyza bonariensis | ||
Cordão-de-frade | Leonotis nepetifolia | ||
Quebra-pedra-rasteira | Chamaesyce prostrata | ||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||
Nabiça ou Nabo-bravo | Raphanus raphanistrum | ||
Maria-pretinha | Solanum americanum | ||
Serralha | Sonchus oleraceus | ||
Quebra-pedra | Phylantus niruri | 1,0 | |
Maria-gorda | Talinum paniculatum | 2,0-3,0 * | |
Corriola | Dichondra microcalyx | 6,0 | |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 3,0-4,0 * | |
Corda-de-viola | Ipomoea aristolochiaefolia | 3,0 | |
Alfafa | Medicago sativa | 3,5 | |
Anileira | Indigofera hirsuta | 4,0 | |
Corda-de-viola | Ipomoea quamoclit | ||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | ||
Espérgula | Spergula arvensis | ||
Trevo | Trifolium repens | ||
Poaia-do-campo | Diodia ocimifolia | 2,0 | |
Trevo | Oxalis oxyptera | 1,0 – 2,0 | |
Barbasco | Pterocaulon virgatum | 4,5-5,0 * | |
Erva-quente | Spermacoce alata | 5,0-6,0 * | |
Erva-de-santa-luzia | Chenopodium ambrosioides | 3,0 | |
Mentruz | Lepidium virginicum | 2,0 | |
Erva-andorinha | Chamaesyce hyssopifolia | 2,0 – 6,0 | |
Joá-de-capote | Nicandra physaloides | 2,0 | |
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 3,0 | |
Mostarda | Brassica rapa | 2,0 – 3,0 | |
Rubim | Leonurus sibiricus | 5,0 | |
Samambaia | Pteridium aquilinum | 4,0 | |
Ervilhaca | Vicia sativa | 5,0 | |
PLANTAS INFESTANTES PERENES CONTROLADAS: | |||
FOLHA ESTREITA | DOSE (L/ha) | Número de Aplicações | |
Nome Comum | Nome Científico | ||
Capim-azedo | Paspalum conjugatum | 1,0 | 1 |
Junquinho | Cyperus ferax | 1,5-3,0 * | |
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 1,5-4,0 * | |
Capim-colonião | Panicum maximum | 1,5-5,0 * | |
Grama-comprida | Paspalum dilatatum | 2,0 | |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2,5-4,0 * | |
Tanner grass | Brachiaria subquadripara | 4,0 – 6,0 | |
Tiririca | Cyperus flavus | 3,0 | |
Capim-gordura | Melinis minutiflora | 3,0-4,0 * | |
Capim-gengibre | Paspalum maritimum | 3,0-4,0 * | |
Capim-rabo-de-burro | Andropogon bicornis | 4,0 | |
Capim-membeca | Andropogon leucostachyus | 4,0 | |
Grama-seda | Cynodon dactylon | 4,0-5,0 * | |
Capim-jaraguá | Hyparrhenia rufa | 4,0 | |
Capim-caiana | Panicum cayennense | 4,0 | |
Grama-batatais | Paspalum notatum | 4,0-5,0 * | |
Grama-touceira | Paspalum paniculatum | 4,0-5,0 * | |
Capim-da-roça | Paspalum urvillei | 4,0 | |
Capim-do-brejo | Paspalum conspersum | 2,0 – 3,0 | |
Capim-mimoso | Eragrostis pilosa | 2,0 | |
Capim-kikuio | Pennisetum clandestinum | 4,0-5,0 * | |
Capim-massambará | Sorghum halepense | 4,0 | |
Grama-missioneira ou capitinga | Axonopus compressus | 5,0 | |
Capim-angola | Brachiaria mutica | 5,0 – 6,0 | |
Capim-cebola | Chloris pycnothrix | 2,0 | |
Capim-coqueirinho | Chloris retusa | 1,0 | |
Capim-custódio | Pennisetum setosum | 1,5 – 2,0 | |
Tiririca | Cyperus rotundus | 4,0-5,0 * | |
Tiririca | Cyperus sesquiflorus | 3,0 | |
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Tiririca | Cyperus difformis | 5,0 | |
FOLHA LARGA | DOSE (L/ha) | Número de Aplicações | |
Nome Comum | Nome Científico | ||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 | 1 |
Mata-pasto | Eupatorium maximilianii | 1,5 | |
Maria-mole | Senecio brasiliensis | 2,0-3,0 * | |
Erva-lanceta | Solidago chilensis | 2,0 | |
Capim-elefante | Pennisetum purpureum | 5,0 – 6,0 | |
Sapé ou Capim-sapé | Imperata brasiliensis | 4,0 – 5,0 | |
Língua-de-vaca | Rumex crispus | 3,0 | |
Guanxuma | Sida cordifolia | ||
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | ||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||
Grandiúva | Trema micrantha | 4,0 | |
Cipó-cabeludo | Mikania cordifolia | 5,0 | |
Fedegoso-branco | Senna obtusifolia | 5,0 | |
Tanchagem | Plantago major | ||
Agriãozinho | Synedrellopsis grisebachii | ||
* Dose dependente do estádio de desenvolvimento da planta infestante: Doses menores para a fase inicial de desenvolvimento; Doses maiores para a fase adulta ou perenizada. Além disso, as dosagens indicadas, aplicadas de acordo com as instruções desta bula, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação. O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo a/ou durante a floração. Para plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até a formação dos botões florais. Importante: aplicar TOPATUDO quando as plantas infestantes estiverem em boas condições de desenvolvimento sem efeito de estresse hídrico (condições de seca ou excesso de água). TOPATUDO não tem ação sobre as sementes existentes no solo. TOPATUDO, aplicado no período adequado, conforme recomendação, controlará as plantas infestantes, com uma única aplicação. Exceção feita para a tiririca que, em função de sua fisiologia, exigirá 3-4 aplicações com intervalos de 20-40 dias. No sistema de plantio direto ou cultivo mínimo nas culturas de arroz, feijão, milho, soja e trigo, antes do transplante de fumo, e para o cultivo mínimo de arroz e da cana-de-açúcar, o controle das plantas infestantes é feito uma única vez, antes da semeadura ou plantio das culturas. Para as demais culturas indicadas, aplica-se TOPATUDO em jato dirigido ou protegido, tomando-se o necessário cuidado para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem). Aplica-se TOPATUDO em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas de mato. | |||
FOLHA ESTREITA | DOSE (L/ha) | Número de Aplicações | |
Nome Comum | Nome Científico | ||
Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 6,0 | 1 |
Eliminação da Soqueira (Reforma do Canavial):
Consulte sempre um engenheiro agrônomo ou representante da empresa. Maturador: O TOPATUDO pode ser utilizado como maturador em cana-de-açúcar, em qualquer época de safra com os seguintes direcionamentos:
| |||
CULTIVAR | EQUIPAMENTO CONVENCIONAL DOSE (L p.c./ha) | EQUIPAMENTO CDA/BENTLEY DOSE (L p.c./ha) |
IAC | 5,0 | 4,0 |
NA | 5,0 | 4,0 |
CB | 4,0 | 3,0 |
SP | 5,0 | 3,0 |
CO/CP | 5,0 | 4,0 |
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início das chuvas, podendo ainda elevar o potencial natural de maturação daquelas variedades plantadas como cana de ano ou cortadas no final da safra anterior.
Período entre aplicação e colheita/dose: O período entre aplicação e colheita pode ser manejado em função de doses, massa verde e época de aplicação que possibilita uma adequada flexibilidade de safra. No geral está entre 42 a 56 dias (6 a 8 semanas) para a dose recomendada de 0,6 L/ha do produto. (ATENÇÃO: Respeitar o período de carência para a cultura = 30 dias) Idade da cultura: A área a ser aplicada deve estar com um rendimento agrícola estabilizado, devendo-se lembrar sempre que o único objetivo da aplicação é melhorar a qualidade de matéria-prima, ou seja, elevar o teor de sacarose. Variedades floríferas: A aplicação de TOPATUDO como maturador é viável mesmo após a diferenciação floral até o estágio de pavio de vela. Em cana pronta para florescer, essa aplicação é recomendada estrategicamente, para manter e melhorar a qualidade dessa matéria-prima. Não se deve realizar aplicação quando o processo de florescimento estiver em fase adiantada (cartucho). | |||
Arroz Irrigado | |||
PLANTAS INFESTANTES ANUAIS CONTROLADAS: | |||
FOLHA ESTREITA | DOSE (L/ha) | Número de Aplicações | |
Nome Comum | Nome Científico | ||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 1,0 – 1,5 | 1 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1,5 – 2,0 | |
Aveia-preta | Avena strigosa | 1,0 – 2,0 | |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | ||
Trigo | Triticum aestivum | ||
Capim-arroz* | Echinochloa crusgalli | 4,0 – 6,0 | |
Arroz-vermelho* | Oryza sativa | ||
FOLHA LARGA | DOSE (L/ha) | Número de Aplicações | |
Nome Comum | Nome Científico | ||
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 1,0 – 2,0 | 1 |
Picão-preto | Bidens pilosa | ||
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | ||
Angiquinho | Aeschynomene rudis | ||
Picão-branco | Galinsoga parviflora | 1,5 – 2,0 | |
Nabo-bravo | Raphanus raphanistrum | ||
Cheirosa | Hyptis suaveolens | ||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | ||
Corda-de-viola | Ipomoea grandiofolia | 3,0 | |
Corda-de-viola | Ipomoea purpurea | ||
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 2,0 – 3,0 | |
O herbicida TOPATUDO deve ser aplicado sobre as plantas infestantes anuais quando as mesmas estiverem nos estádios mais ativos de vegetação, entre a fase jovem até a formação dos botões florais. Para as espécies anuais, a aplicação de doses maiores ou menores irá depender da fase de desenvolvimento das plantas infestantes. No sistema de plantio direto ou cultivo mínimo na cultura do arroz irrigado, o controle das plantas infestantes é feito uma única vez, antes da semeadura ou plantio das culturas. *Para as espécies de Oryza sativa (Arroz vermelho) e Echinochloa crusgalli (Capim-arroz), por serem espécies mais tolerantes:
| |||
Arroz Irrigado | |||
PLANTAS INFESTANTES PERENES CONTROLADAS: | |||
FOLHA ESTREITA | DOSE (L/ha) | Número de Aplicações | |
Nome Comum | Nome Científico | ||
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2,0 – 5,0 | 1 |
Capim-colonião* | Panicum maximum | ||
Capim-massambará* | Sorghum halepense | ||
Capim-rabo-de-burro* | Andropogon bicornis | 3,0 – 5,0 | |
Grama-seda* | Cynodon dactylon | ||
Capim-custódio | Pennisetum setosum | 1,5 – 2,0 | |
FOLHA LARGA | DOSE (L/ha) | Número de Aplicações | |
Nome Comum | Nome Científico | ||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 2,0 – 4,0 | 1 |
Malva-branca | Sida cordifolia | 2,0 – 3,0 | |
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | ||
Avenida Cristóvão Colombo, nº 2955, Salas 703 e 704, Bairro Floresta, na cidade de Porto Alegre, RS, CEP: 90.560-003
Assa-peixe | Vernonia ferruginea | 4,0 | |
Vassourinha | Baccharis dracunculifolia | 6,0 | |
Tiririca | Cyperus rotundus | 3,0 – 5,0 | |
Para as espécies perenes, é melhor aplicar o produto TOPATUDO próximo e/ou durante a floração. Sendo aplicado nestes estádios, uma só aplicação pode ser suficiente para o controle. Para as espécies perenes, as doses menores são recomendadas para as plantas infestantes que estiverem na fase inicial de desenvolvimento e as doses maiores quando as plantas infestantes estiverem na fase adulta ou perenizada. *Para as espécies Brachiaria decumbens (Capim-braquiária), Panicum maximum (Capim-colonião) e Sorghum halepense (Capim- massambará), que são consideradas espécies tolerantes, recomenda-se:
Para a espécie Cyperus rotundus (Tiririca), a dose de 3,0 L/ha somente deve ser utilizada quando a infestação for de baixa densidade populacional, no estádio máximo de 4 folhas, sendo a invasão recente na área ou oriunda da fonte de inócuo de outra localidade, em primeiro surgimento, e que não possua sistema radicular profundo. As doses maiores que 4,0 L/ha até a dose máxima de 5,0 L/ha devem ser utilizadas quando as infestações já se encontram instaladas em densidade média a alta e em vários estádios vegetativos. | |||
Algodão, Feijão | |||
PLANTAS INFESTANTES ANUAIS CONTROLADAS: | |||
FOLHA ESTREITA | DOSE (L/ha) | Número de Aplicações | |
Nome Comum | Nome Científico | ||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 1,0 – 2,0 | 1 |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,5 | |
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 1,5 | |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1,5 – 2,0 | |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 2,0 | |
Azevém | Lolium multiflorum | 2,0 – 3,0 | |
Arroz vermelho | Oryza sativa | 3,0 | |
FOLHA LARGA | DOSE (L/ha) | Número de Aplicações | |
Nome Comum | Nome Científico | ||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1,0 – 1,5 | 1 |
Picão-branco | Galinsoga parviflora | 1,0 | |
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 1,5 | |
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 2,0 | |
Angiquinho | Aeschynomene rudis | 3,0 | |
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 2,0 | |
Caruru | Amaranthus viridis | ||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | ||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||
Nabiça | Raphanus raphanistrum | ||
Serralha | Sonchus oleraceus | ||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 3,0 | |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 1,5 – 3,0 | |
Corda-de-viola | Ipomoea quamoclit | 4,0 | |
Trevo | Trifolium repens | ||
Realizar somente uma aplicação por safra da cultura. A época de aplicação mais indicada para o controle das espécies anuais é entre a fase jovem até a formação dos botões florais. A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento. Volume de calda: 150 – 400 L/ha | |||
Algodão, Feijão | |||
PLANTAS INFESTANTES PERENES CONTROLADAS: | |||
FOLHA ESTREITA | DOSE (L/ha) | Número de Aplicações | |
Nome Comum | Nome Científico | ||
Junquinho | Cyperus ferax | 2,5 – 3,5 | 1 |
Grama-comprida | Paspalum dilatatum | 2,0 | |
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Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2,5 – 4,0 | |
Capim-rabo-de-burro | Andropogon bicornis | 4,0 | |
Grama-seda | Cynodon dactylon | 4,0 – 5,0 | |
Tiririca | Cyperus rotundus | ||
Grama-batatais | Paspalum notatum | ||
Capim-da-roça | Paspalum urvillei | 3,0 | |
Capim-massambará | Sorghum halepense | 4,0 | |
Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 6,0 | |
FOLHA LARGA | DOSE (L/ha) | Número de Aplicações | |
Nome Comum | Nome Científico | ||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,0 | 1 |
Maria-mole | Senecio brasiliensis | 1,5 | |
Erva-lanceta | Solidago chilensis | 2,0 | |
Guanxuma | Sida cordifolia | 3,0 | |
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | ||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||
Realizar somente uma aplicação por safra da cultura. A época de aplicação mais indicada para o controle das espécies perenes é próxima e/ou durante a floração. A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento. Volume de calda: 150 – 400 L/ha | |||
Soja Geneticamente Modificada Tolerante ao Glifosato | |||
Recomendação para aplicação em área total, em pós emergência da soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional, podendo ser utilizado em aplicação única ou aplicação sequencial. | |||
Nome Comum | Nome Científico | DOSE (L/ha) | Número de Aplicações |
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 2,0 – 2,7 | Aplicação Única ou Sequencial |
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | ||
Erva-de-santa-luzia | Chamaesyce hirta | 2,7 - 3,0 | |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | ||
Picão-branco | Galinsoga parviflora | ||
Beldroega | Portulaca oleracea | 3,0 – 3,3 | |
Nabo-bravo | Raphanus raphanistrum | ||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | ||
Aplicação Única:
Aplicação Sequencial: Em áreas de alta infestação e/ou germinação desuniforme das plantas infestantes, recomenda-se: 1ª aplicação: 2,0 L/ha, em até 20 dias após a emergência da cultura. 2ª aplicação: 1,35 L/ha com intervalo de 15 a 20 dias entre as aplicações. | |||
Nome Comum | Nome Científico | DOSE (L/ha) | Número de Aplicações |
Braquiarão | Brachiaria brizantha | 1,6 | Aplicação Única ou Sequencial |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | ||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,6 – 2,7 | |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 2,7 – 3,3 | |
Aplicação Única:
Aplicação Sequencial: Em áreas de alta infestação e/ou germinação desuniforme das plantas infestantes, recomenda-se: 1ª aplicação: 2,0 L/ha, em até 20 dias após a emergência da cultura. 2ª aplicação: 1,35 L/ha com intervalo de 15 a 20 dias entre as aplicações. | |||
Nome Comum | Nome Científico | DOSE (L/ha) | Número de Aplicações |
Aveia-preta | Avena strigosa | 1,0 – 2,0 | Aplicação Única |
Avenida Cristóvão Colombo, nº 2955, Salas 703 e 704, Bairro Floresta, na cidade de Porto Alegre, RS, CEP: 90.560-003
Trigo | Triticum aestivum | ||||
Falso-cominho | Fimbristylis miliacea | 4,0 – 6,0 | |||
Capim-arroz** | Echinochloa crusgalli | ||||
Arroz-vermelho** | Oryza sativa | ||||
Capim-colonião * (***) | Panicum maximum | 2,0 – 5,0 | |||
Capim-massambará * (***) | Sorghum halepense | ||||
Capim-rabo-de-burro* (***) | Andropogon bicornis | 3,0 – 5,0 | |||
Grama-seda* (***) | Cynodon dactylon | ||||
Capim-custódio* | Pennisetum setosum | 1,5 – 2,0 | |||
Angiquinho | Aeschynomene rudis | 1,0 – 2,0 | |||
Angiquinho | Aeschynomene denticulata | 2,0 – 4,0 | |||
Cheirosa | Hyptis suaveolens | 1,5 – 2,0 | |||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | ||||
Corda-de-viola | Ipomoea purpurea | 3,0 | |||
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 2,0 – 3,0 | |||
Malva-branca* | Sida cordiofolia | ||||
Assa peixe* | Vernonia ferruginea | 4,0 | |||
Vassourinha* | Baccharis dracunculifolia | 6,0 | |||
Tiririca*** | Cyperus rotundus | 3,0 – 5,0 | |||
O herbicida TOPATUDO deve ser aplicado sobre as plantas infestantes anuais quando as mesmas estiverem nos estádios mais ativos de vegetação, entre a fase jovem até a formação dos botões florais. Para as espécies anuais, a aplicação de doses maiores ou menores irá depender da fase de desenvolvimento das plantas infestantes. * Para as espécies perenes, é melhor aplicar o produto próximo e/ou durante a floração. Sendo aplicado nestes estádios, uma só aplicação pode ser suficiente para o controle. Para as espécies perenes, as doses menores são recomendadas para as plantas infestantes que estiverem na fase inicial de desenvolvimento e as doses maiores quando as plantas infestantes estiverem na fase adulta ou perenizada. **Para as espécies de Oryza sativa (Arroz vermelho) e Echinochloa crusgalli (Capim-arroz), por serem espécies mais tolerantes:
Para a espécie Cyperus rotundus (Tiririca), a dose de 3,0 L/ha somente deve ser utilizada quando a infestação for de baixa densidade populacional, no estádio máximo de 4 folhas, sendo a invasão recente na área ou oriunda da fonte de inócuo de outra localidade, em primeiro surgimento, e que não possua sistema radicular profundo. As doses maiores que 4,0 L/ha até a dose máxima de 5,0 L/ha devem ser utilizadas quando as infestações já se encontram instaladas em densidade média a alta e em vários estádios vegetativos. | |||||
Nome Comum | Nome Científico | Estágio de Crescimento | Época (DAE – Nº de dias após a emergência da cultura) | DOSE (L/ha) | Número de Aplicações |
Capim-colchão | Digitaria ciliaris | 2 – 4 perfilhos | De 20 – 30 dias | 2,0 – 3,0 | Aplicação Única |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 3 – 4 perfilhos | Até 20 dias | 2,0 – 3,0 | |
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 6 – 10 folhas | De 20 – 30 dias | 2,0 – 3,0 | |
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 2,0 – 3,0 | |||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 2,0 – 3,5 | |||
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | 4 – 8 folhas | 2,0 – 3,5 | ||
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum hispidum | 6 – 8 folhas | 2,0 – 3,0 | ||
Picão-preto | Bidens pilosa | 4 – 6 folhas | 2,0 – 3,0 | ||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 3,0 – 3,5 | |||
Corda-de-viola | Ipomoea nil | 3,0 – 3,5 | |||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 2 – 4 folhas | 2,0 – 3,5 | ||
Algodão Geneticamente Modificado Tolerante ao Glifosato | |||||
Recomendação para aplicação em área total, em pós emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional. | |||||
Nome Comum | Nome Científico | DOSE (L/ha) | Número de Aplicações | ||
Avenida Cristóvão Colombo, nº 2955, Salas 703 e 704, Bairro Floresta, na cidade de Porto Alegre, RS, CEP: 90.560-003
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,33 – 2,0 | 1 | ||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 1,33 – 2,67 | |||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1,33 – 2,0 | |||
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | 1,33 – 2,0 | |||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 2,67 | |||
Corda-de-viola | Ipomoea nil | 2,67 | |||
A melhor época para o controle das plantas infestantes em pós-emergência do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato é de 25 a 35 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. A aplicação foliar de TOPATUDO sobre a cultura do algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato, deverá ser realizada até a 4ª folha. A variação nas doses depende do estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para a fase inicial de desenvolvimento e maiores doses para a fase adulta ou perenizada. | |||||
Milho Geneticamente Modificado Tolerante ao Glifosato | |||||
Recomendação para aplicação em área total, em pós emergência do milho geneticamente modificado tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional, podendo ser utilizado em aplicação única ou aplicação sequencial. | |||||
Nome Comum | Nome Científico | Estágio de Crescimento | Época (DAE – Nº de dias após a emergência da cultura) | DOSE (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Braquiarão | Brachiaria brizantha | Até 2 perfilhos até 10 cm | Até 15 dias | 1,60 | 2 |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | ||||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | De 3 a 6 perfilhos; maior que 10 cm e menor que 20 cm | De 25 a 30 dias | 1,60 – 2,67 | |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | ||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | Até 6 folhas; até 10 cm | Até 15 dias | 2,0 – 2,67 | |
Caruru-de-mancha | Amaranthus viridis | ||||
Erva-de-santa-luzia | Chamaesyce hirta | ||||
Trapoeraba* | Commelina benghalensis | ||||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | De 6 a 10 folhas; maior que 10 cm e menor que 20 cm | De 25 a 30 dias | 2,67 – 3,0 | |
Picão-branco | Galinsoga parviflora | ||||
Beldroega | Portulaca oleracea | ||||
Nabiça | Raphanus raphanistrum | ||||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | ||||
TOPATUDO deve ser aplicado sobre as plantas infestantes a serem controladas, já germinadas, em boas condições de desenvolvimento e sem efeito de estresse hídrico (falta ou excesso de água). A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4º e o 10º dia após a aplicação. No caso de aplicação única, seguir os estágios de crescimento e épocas descritas no quadro. As doses em pós-emergência são indicadas para a infestação normal de plantas infestantes provenientes de sementes, emergidas após o plantio da cultura. A melhor época para o controle das plantas infestantes em pós-emergência é de 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento. Em áreas de alta infestação de plantas infestantes, recomenda-se realizar a aplicação sequencial, observando-se sempre os menores intervalos recomendados. TOPATUDO não tem ação sobre sementes existentes no solo. TOPATUDO, aplicado de acordo com as recomendações no período adequado, controlará as plantas infestantes, com uma única aplicação ou aplicação sequencial. Aplicação Sequencial: Realizar no máximo duas aplicações do produto durante o ciclo/safra da cultura. Em áreas de alta infestação e/ou germinação não uniforme das plantas infestantes recomenda-se realizar a aplicação sequencial (duas aplicações): A primeira na dose de 2,0 L/ha, até os 15 dias após a emergência da cultura, seguida de uma segunda, na dose de 2,67 L/ha, com intervalo de cerca de 15 dias entre as duas aplicações. *Em casos específicos de infestação de Trapoeraba (Commelina benghalensis), recomenda-se a aplicação sequencial nas doses de 2,67 L/ha na primeira aplicação, seguida de 2,0 L/ha, observando-se as demais recomendações da aplicação sequencial. | |||||
Soja não geneticamente modificada para resistência ao glifosato – aplicação na pré-colheita para dessecação | |||||
Recomendação para aplicação na pré-colheita para dessecação em soja não geneticamente modificada para resistência ao glifosato | |||||
Cultura | DOSE (L/ha) | Volume de Calda (L/ha) | Número de Aplicações | ||
SOJA | 1,0 – 2,0 | 50 – 250 | 1 | ||
A aplicação única deve ser realizada logo após a maturação fisiológica do grão, que ocorre após o estádio R7, aos 7 dias antes da colheita. A partir deste período, a maturação do grão já está completa e não ocorre mais translocação de seiva para o mesmo. Considerando ainda que o grão está protegido pela vagem, o produto também não entrará em contato direto com o mesmo. | |||||
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| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Ameixa | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Arroz | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Banana | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Café | Plantago major | plantagem (1), tanchagem (2), tanchagem-maior | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Pennisetum clandestinum | capim-kikuio, kikuyo, quicuio | Ver detalhes |
| Citros | Guadua angustifolia | bambu-taquara, taboca, taquara | Ver detalhes |
| Coco | Setaria geniculata | bambuzinho, capim-rabo-de-gato (1), capim-rabo-de-raposa (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Fumo | Avena sativa | aveia | Ver detalhes |
| Maçã | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Mamão | Paspalum urvillei | capim-da-roça (1), capim-das-estradas, milhã-grande | Ver detalhes |
| Milho | Paspalum maritimum | capim-gengibrão, capim-gengibre, capim-jacaré | Ver detalhes |
| Milho OGM | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Nectarina | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Pastagens | Antirrhinum orontium | boca-de-leão-selvagem | Ver detalhes |
| Pera | Leonotis nepetifolia | carda-de-leão, cordão-de-frade, cordão-de-são-francisco (1) | Ver detalhes |
| Pessego | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Pinus | Ipomoea quamoclit | cardeal, corda-de-viola (16), esqueleto | Ver detalhes |
| Seringueira | Setaria geniculata | bambuzinho, capim-rabo-de-gato (1), capim-rabo-de-raposa (1) | Ver detalhes |
| Soja | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Soja OGM | Ipomoea purpurea | campainha (9), corda-de-viola (10), corriola (8) | Ver detalhes |
| Trigo | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Uva | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
TOPATUDO deve ser diluído em água limpa, em volume suficiente para uma distribuição uniforme, podendo ser aplicado por meio de equipamentos terrestres (tratorizado, autopropelido e costal) e aéreos.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo de equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do mesmo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
O volume de calda pode variar em função da área efetivamente tratada, do porte e da densidade das invasoras, bem como do equipamento e tecnologia utilizada, conforme descrito abaixo:
Culturas | Modo de Aplicação | Equipamento de Aplicação | Volume de Calda (L/ha) |
Arroz Arroz irrigado Milho Soja Trigo | Terrestre | Tratorizado | 50 – 200 |
Aéreo | Aeronaves agrícolas | 15 – 40 | |
Soja, Milho e Algodão genticamente modificados | Terrestre | Tratorizado | 50 – 200 |
Aéreo | Aeronaves agrícolas | 15 – 40 | |
Cana-de-açúcar | Terrestre | Equipamento Bentley (Eliminação de soqueira) | 80 – 120 |
Tratorizado convencional (Eliminação de soqueira) | 200 – 400 | ||
Costal (Capina/Catação Química) | 100 – 200 | ||
Costal (Roughing) | 100 – 200 | ||
Aéreo | Aeronaves agrícolas | 15 – 40 | |
Pastagens | Terrestre | Tratorizado | 200 – 300 |
Costal | 300 – 400 | ||
Aéreo | Aeronaves agrícolas | 50 | |
Ameixa Banana Cacau Café Citrus Coco Eucalipto Fumo Maçã Mamão Nectarina Pêra Pêssego Pinus Seringueira Uva | Terrestre | Tratorizado | 100 – 200 |
Costal | 100 – 400 | ||
Algodão Feijão | Terrestre | Tratorizado | 150 - 400 |
Aéreo | Aeronaves agrícolas (Micronair) | 10 - 20 | |
Aeronaves agrícolas (Barra) | 20 - 40 |
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura e ao meio ambiente.
TOPATUDO deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água.Encher metade do tanque do pulverizador com água e adicionar a quantidade do produto TOPATUDO a ser utilizada, mantendo a agitação constante, ou pelo uso de misturador mecânico ou manualmente, e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante as fases de preparo e da operação de aplicação da calda. Fechar a saída da calda do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Aplicar o produto de maneira uniforme dando uma boa cobertura da parte aérea das plantas infestantes que se deseja o controle.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muito fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar
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a deriva; assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina, as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Há obrigação de utilização de tecnologia de redução da deriva de 50% para doses acima de 1,8 L/ha nas aplicações costal, estacionária/semi-estacionária e tratorizada;
Há obrigação de utilização de tecnologia de redução da deriva de 50% e bordadura de cinco (05) metros para doses acima de 3,7 L/ha nas aplicações costal, estacionária/semi-estacionária e tratorizada. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 40 metros do limite externo da plantação.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para se evitar a deriva e, portanto, recomenda-se a aplicação com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme a reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição: utilize uma distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Pressão: selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas.
Condições climáticas: deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem sempre ser as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30ºC
Umidade relativa do ar acima de 50%
Velocidade média do vento entre 3 e 10 Km/hora
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
Bicos: Utilize bicos que gerem gotas médias, grossa ou muito grossas de forma a minimizar os riscos com deriva
- Vazão: 50 – 400 (L/ha)
Pressão: Deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
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Tamanho de gotas: médias (M), grossas (G) ou muito grossas (MG).
Bicos: Utilize bicos que gerem gotas médias, grossa ou muito grossas de forma a minimizar os riscos com deriva;
- Vazão: 80-120 (L/ha);
Pressão: Deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas;
Tamanho de gotas: médias (M), grossas (G) ou muito grossas (MG).
Bicos: Utilize bicos que gerem gotas médias, grossa ou muito grossas de forma a minimizar os riscos com deriva
- Vazão: 100-400 (L/ha)
Pressão: Deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
Tamanho de gotas: médias (M), grossas (G) ou muito grossas (MG).
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar a distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para se evitar a deriva e, portanto, recomenda-se a aplicação com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do vôo: de 3 a 4 metros em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao vôo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: a faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Volume de Calda: 15 a 50 L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação.
Condições climáticas: deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem sempre ser as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30ºC
Umidade relativa do ar acima de 50%
Velocidade média do vento entre 3 e 10 Km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação e não os valores instantâneos.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
Avenida Cristóvão Colombo, nº 2955, Salas 703 e 704, Bairro Floresta, na cidade de Porto Alegre, RS, CEP: 90.560-003
Culturas | Intervalo de Segurança (dias) |
Algodão | (1) |
Algodão geneticamente modificado | (1) |
Ameixa | 17 |
Arroz | (2) |
Arroz irrigado | (2) |
Banana | 30 |
Cacau | 30 |
Café | 15 |
Cana-de-açúcar (pré-plantio) | (2) |
Cana-de-açúcar (maturador) | 30 |
Citros | 30 |
Coco | 15 |
Eucalipto | U.N.A. |
Feijão | (2) |
Fumo | U.N.A. |
Maçã | 15 |
Mamão | 3 |
Milho | (3) |
Milho geneticamente modificado | (3) |
Nectarina | 30 |
Pastagem | (2) |
Pêra | 15 |
Pêssego | 30 |
Pinus | U.N.A. |
Seringueira | U.N.A. |
Soja | (4) |
Soja (dessecante) | 7 |
Soja geneticamente modificada | (4) |
Trigo | (2) |
Uva | 17 |
U.N.A. = Uso Não Alimentar
O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para algodão OGM, que expressa tolerância ao glifosato, é de 130 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do milho OGM, que expressa tolerância ao glifosato, é de 90 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja OGM, que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período mínimo de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso haja necessidade de reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes desse período, usar os EPIs recomendados.
Uso exclusivamente agrícola.
O uso de TOPATUDO está restrito ao indicado nesta bula e rótulo. Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não ocasionará danos às culturas indicadas.
Não misturar com produtos altamente alcalinos.
Para garantia final de eficiência é essencial que se utilize água limpa (sem argila, limo ou matéria orgânica em suspensão). O uso de água barrenta pode diminuir efetivamente a ação do produto.
Não aplicar TOPATUDO com as folhas das plantas infestantes cobertas de poeira, porque nestas condições pode diminuir a ação do produto (adsorção). O produto pode não apresentar efeito completo em plantas infestantes localizadas nas margens de estradas não pavimentadas, pois devido ao tráfego de veículos, uma camada de poeira/argila deposita-se sobre as folhas, adsorvendo e inativando total ou parcialmente a ação
Avenida Cristóvão Colombo, nº 2955, Salas 703 e 704, Bairro Floresta, na cidade de Porto Alegre, RS, CEP: 90.560-003
do produto.
Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após aplicação de TOPATUDO.
O produto mão deve ser aplicado em rebrotes (após roçagem), antes que estes rebrotes tenham estruturas vegetativas com capacidade para absorver a dose letal para seu perfeito controle (especialmente para as plantas infestantes perenes).
TOPATUDO não possui ação residual no solo, assim poderão ocorrer reinfestações oriundas das sementes existentes e a reinfestação é dependente dos fatores climáticos, culturais e densidade populacional do banco de sementes.
Armazenar e manusear apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. Não armazenar a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum.
Sob ameaça de chuva, suspenda a aplicação. Caso ocorra chuva nas primeiras 4 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode diminuir. Este intervalo de tempo é necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta.
Evitar o pastoreio ou ingestão de plantas infestantes por animais logo após a aplicação de TOPATUDO. Para doses superiores a 1800 g/ha, utilizar de tecnologia de redução de deriva de 50% nas aplicações costal, e tratorizada, sendo necessário consultar um engenheiro agrônomo e o catálogo do fabricante de pontas de pulverização.
Fitotoxicidade:
Durante a aplicação, deve-se evitar que a solução herbicida atinja as partes das plantas úteis. TOPATUDO não danifica as plantas com caules suberizados, caso os atinja.
A aplicação foliar do TOPATUDO em algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato deve ser realizada até a 4ª folha da cultura.
O herbicida TOPATUDO é seletivo somente quando aplicado sobre as variedades de algodão geneticamente modificado tolerante ao glifosato, conforme as instruções de uso indicadas nesta bula.
O herbicida TOPATUDO não deve ser utilizado em pós-emergência de variedades de algodão convencional (que não seja geneticamente modificado, tolerante ao glifosato) ou sobre outras espécies úteis sensíveis.
Para o algodão convencional, o herbicida TOPATUDO apresenta indicação estrita de utilização em aplicação em área total em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes, em sistema de plantio direto.
Cultura | Plantas daninhas controladas | Dose do Produto Comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda | |
Nome científico | Nome comum | ||||
PASTAGENS | Portulaca oleracea | Beldroega | 1,0 | 1 | 200 a 400 L/ha (trator com barra) |
Amaranthus viridis | Caruru | 1,0 | |||
Parthenium hysterophorus | Losna-branca | 1,0 | |||
Hyptis suaveolens | Cheirosa | 1,0 | |||
Spermacoce alata | Erva-quente; Poaia-do-campo | 2,0 | |||
Sida cordifolia | Malva-veludo | 3,0 | |||
Sida rhombifolia | Guanxuma | 3,0 | |||
Senecio brasiliensis | Maria-mole | 3,0 | |||
Sidastrum micranthum | Malva-preta; Malvisco | 3,0 | |||
Sidastrum paniculatum | Malva-roxa | 3,0 | |||
Vernonia polyanthes | Assa-peixe-branco | 3,0 | |||
Senna occidentalis | Fedegoso; mata-pasto | 3,0 | |||
Waltheria indica | Malva-veludo | 3,0 | |||
Croton glandulosus | Canela-de-perdiz; Gervão-branco | 3,0 | |||
Solanum lycocarpum | Lobeira | 4,0 | |||
Solanum aculeatissimum | João-bravo | 4,0 | |||
Vernonia westiniara | Assa-peixe-roxo | 5,0 | |||
Cultura | Plantas daninhas controladas | Dose do Produto Comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda | |
Nome científico | Nome comum | ||||
PASTAGENS | Vernonia westiniara | Assa-peixe-roxo | 3,0 a 4,0 % (misturar 3 a 4 L do produto em 97 ou 96 L de água) | 1 | 200 a 400 L/ha |
Bauhinia variegata | Unha-de-vaca | ||||
Bauhinia divarigata | Unha-de-boi | ||||
Machaerium aculeatum | Jacarandá-de-espinho; Jacarandá-de-bico-de-pato | ||||
Solanum lycocarpum | Lobeira | ||||
Randia armata | Roseta; espinho-de-agulha | ||||
Peschiera fuchsiaefolia | Leiteira | 4,0 % (misturar 4 L do produto em 96 L de água) | |||
Schinus terebinthifolius | Aroeirinha | ||||
Acacia plumosa | Arranha-gato | ||||
Acacia paniculata | Unha-de-gato | ||||
Barnadesia rosea | Espinho-agulha |
Cultura | Plantas daninhas controladas | Dose do Produto Comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda | |
Nome científico | Nome comum | ||||
PASTAGENS | Vernonia polyanthes | Assa-peixe-branco | 6,0 | 1 | 30 a 50 L/ha |
Vernonia westiniara | Assa-peixe-roxo | ||||
Spermacoce verticillata | Vassourinha-botão | ||||
Sida rhombifolia | Guanxuma | ||||
Solanum rugosum | Lobeira | ||||
Solanum lypocarpum | Roseta; espinho-de-agulha | ||||
Cultura | Plantas daninhas controladas | Dose do Produto Comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda |
EUCALIPTO | Touças (tocos) de Eucalipto | 3 a 7% (misturar 3 a 7 L doproduto em 97 a 93 L de água,aplicando 200 a 250 mL portoco logo após o corte) | 1 | 200 a 250 mL/touça* |
*aplicar na quantidade de calda individual indicado acima, de modo que o volume de produto por área não exceda a 6,0L/ha
Aplicar de 3 a 7% (misturar de 3,0 a 7,0 L do produto em 97,0 a 93,0 L de água), aplicando-se 200 a 250 mL por touça.
Para pulverização foliar de qualquer tipo: uma só aplicação, em época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo. Isto ocorre normalmente de outubro a março. No norte do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável às aplicações aéreas.
Para tratamento de tocos e anéis: uma só aplicação em qualquer época do ano. Deve-se fazer um tratamento e fazer um repasse em caso de rebrota. Para o repasse, respeitar a época indicada anteriormente.
Uma só aplicação em qualquer época do ano.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Eucalipto | Ver detalhes | ||
| Pastagens | Acacia plumosa | acacia-de-espinho, arranha-gato (2), unha-de-gato (1) | Ver detalhes |
Aplicação foliar em área total: este tratamento deve ser feito por avião quando as áreas forem extensas e as pastagens infestadas densamente por plantas daninhas de pequeno, médio e grande porte. Aplicar o produto molhando bem e uniformemente toda a folhagem da planta.
Tipo de equipamento: aéreo, usando-se barras com bicos com uma angulação de 45º para trás com referência à corda da asa.
Volume de aplicação: de 30 a 50 L/ha.
Altura do vôo:
Para áreas sem obstáculos: “paliteiros” (remanescente da derrubada, árvores secas, etc.) cerca de 15 m sobre a vegetação a controlar;
Para áreas com obstáculos: “paliteiros” impedindo o vôo uniforme a baixa altura, cerca de 40 m sobre a vegetação a controlar.
Largura da faixa de deposição:
Para aviões: de 18 a 20 m dependendo da altura de vôo. No caso de 40 m de altura de vôo, a faixa total poderá atingir 20 m, porém consideram-se 18 metros de faixa útil.
Para helicópteros: seguir as recomendações anteriores, porém com as larguras de faixa de 15 a 18 metros.
Tamanho e densidade de gotas na deposição sobre a vegetação: de 200 a 400 μ com 6 a 18 gotas/cm² variando com o tamanho da gota.
Aplicar de outubro a março (no período chuvoso) seguindo os seguintes limites meteorológicos: vento de 0 a 6 km/h - controlado por anemômetro.
Umidade relativa > 50%, T< 30ºC controladas por termohigrômetro.
Tipos de bicos: bicos cônicos com orifícios de D8 a D12 sem core, variando com o tamanho desejado de gota e altura de vôo.
Pressão: 20 psi na barra.
Agitação do produto: na preparação da calda é realizada com moto bomba e no avião através do retorno.
Para evitar efeitos indesejáveis, observar os limites meteorológicos definidos acima, e mais:
efetuar levantamento prévio de espécies sensíveis ao produto nas áreas próximas;
nunca fazer a aplicação aérea a menos de 2.000 metros de plantas ou culturas sensíveis;
controlar permanentemente o sentido do vento: deverá soprar da cultura sensível para a área da aplicação. Interromper o serviço se houver mudança nessa direção.
Nas aplicações aéreas, a Rainbow Defensivos Agrícolas Ltda. está à disposição para oferecer orientação e assistência técnica.
Barra de 18 bicos - espaçamento 50 cm entre bicos
Bicos em leque, pontas 80.05, 80.06 e 80.08, malha 50
Pressão: 20 a 45 Lb/pol²
Vazão: 200 a 400 L/ha
Velocidade do trator: 6 a 8 km/h
Tamanho da gota (médio): 500 a 600 μm
Densidade da gota: 100 - 150/cm²
Largura de faixa: 12 a 15 m
Vazão: 150 - 200 L/ha
Velocidade do trator: 3ª marcha reduzida ou 1ª simples
Tamanho de gota: 100 - 200 μm
Densidade de gota: 50 a 100/cm²
Aplicar o produto no toco, logo após o corte das árvores ou no máximo até 24 horas após essa operação. Utilizar pulverizador tratorizado. Aplicar na superfície do corte até o ponto de escorrimento.
NOTA: Providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas.
Consulte sempre um engenheiro agrônomo ou representante da empresa.
Não determinado devido à modalidade de emprego.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Alvo | Dose (L/ha) | Época de Aplicação |
Pastagem (Aplicação Foliar Tratorizada) | Beldroega (Portulaca oleracea) | 1,0 | Aplicar na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20ºC, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo. |
Caruru (Amaranthus viridis) | |||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||
Cheirosa (Hyptis suaveolens) | |||
Erva-quente; Poaia-do-campo (Spermacoce alata) | 2,0 | ||
Malva-veludo (Sida cordifolia) | 3,0 | ||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||
Malva-preta; Malvisco (Sidastrum micranthum) | |||
Malva-roxa (Sidastrum paniculatum) | |||
Assa-peixe-branco (Vernonia polyanthes) | |||
Fedegoso-branco; Mata-pasto (Senna occidentalis) | |||
Malva-veludo (Waltheria indica) | |||
Canela-de-perdiz; Gervão-branco (Croton glandulosus) | |||
Lobeira (Solanum lycocarpum) | 4,0 | ||
Joá-bravo (Solanum aculeatissimum) | |||
Assa-peixe-roxo (Vernonia westiniana) | 5,0 | ||
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 1/ano Volume de calda em aplicação terrestre: 200 - 300 L/ha | |||
Cultura | Alvo | Dose | Época de Aplicação |
Assa-peixe-roxo (Vernonia westiniana) | Aplicação no toco pode ser feita em qualquer época do ano, aplicando-se até ponto de escorrimento da calda no toco cortado, podendo- se molhar o solo próximo ao toco recém cortado | ||
Unha-de-vaca (Bauhinia variegata) | 3,0 - 4,0% (misturar 3-4 L do produto em 97-96 L de água) | ||
Unha-de-boi (Bauhinia divaricata) | |||
Jacarandá-de-espinho; Jacarandá-de-bico-de-pato (Machaerium aculeatum) | |||
Lobeira (Solanum lycocarpum) | |||
Roseta; Espinho-de-agulha (Randia armata) | |||
Pastagem (Pulverização Tratorizada de Tocos) | Leiteira (Peschiera fuchsiaefolia) | 4,0% (misturar 4 L do produto em 96 L de água) | |
Aroeirinha (Schinus terebinthifolius) | |||
Arranha-gato (Acacia plumosa) | |||
Unha-de-gato (Acacia paniculata) | |||
Espinho-agulha (Barnadesia rosea) | |||
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 1/ano | |||
Volume de calda em aplicação terrestre no toco: aplicar imediatamente após ao corte proporcionando um bom molhamento dos tocos, de modo que o volume de produto por área não exceda a 6,0L/ha. | |||
* Obs.: Utilizar as doses mais altas para plantas com roçadas anteriores, que são mais resistentes ao produto. | |||
Pastagem (Aplicação Aérea) | Assa-peixe-branco (Vernonia polyanthes) | 6 L/ha | Aplicar na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20ºC, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo. |
Assa-peixe-roxo (Vernonia westiniana) | |||
Vassourinha-botão (Spermacoce verticillata) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Amor-de-cunhã; Cajuçara (Solanum rugosum) | |||
Lobeira (Solanum lycocarpum) | |||
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 1/ano | |||
Volume de calda em aplicação aérea: 50 L/ha | |||
Cultura | Alvo | Dose | Época de Aplicação |
Eucalipto | Touças (tocos) de Eucalipto | Aplicar de 3 a 7% (misturar de 3 a 7 L do produto em 97 a 93 L de água), aplicando-se 200 a 250 mL por toco logo após o corte. | Aplicar em qualquer época do ano para erradicação de touças (tocos de eucalipto na reforma de áreas florestais) |
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 1/ano Volume de calda em aplicação terrestre no toco: aplicar na quantidade de calda individual indicado acima, de modo que o volume de produto por área não exceda a 6,0L/ha | |||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Eucalipto | Ver detalhes | ||
| Pastagens | Vernonia westiniana | assa-peixe (3), assa-peixe-roxo (2), chamarrita (1) | Ver detalhes |
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Aplicação Foliar Tratorizada
De modo geral, a recomendação de tecnologia de aplicação do TORDON é a pulverização do produto através de equipamentos tratorizado com barra, equipado com pontas tipo leque com indução a ar, por exemplo AIXR, AI, TTI, CVI, AVI, TVI, ULD, ULD MAX, MUG, STIA, ADIA, RDA
no máximo a 0,5 metro acima do alvo, com a taxa de aplicação de 200 a 300 litros/ha de calda de pulverização por hectare, velocidade de 2 a 10 km por hora, com gotas da classe grossa (G) ou superior.
Para aplicação com pulverizador de Barra Curta, utilizar pontas de pulverização sem barras, com pontas tipo leque, tais como XP, XT e MVI, com a taxa de aplicação de 200 a 300 litros/ha de calda de pulverização por hectare, velocidade de 2 a 10 km por hora, com gotas da classe grossa (G) ou superior.
Pulverização Tratorizada de Tocos
Em geral, recomenda-se realizar a pulverização do produto através de pulverizador tratorizado com auxílio de lanças de aplicação localizada no toco, equipado pontas de pulverização com indução a ar, tais como AIXR, AI, TTI, CVI, AVI, TVI, ULD, ULD MAX, MUG, STIA, ADIA, RDA,
com a taxa de aplicação de 150 litros de calda de pulverização por hectare, com gotas da classes grossa (G) ou superior.
As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas daninhas alvo, com a menor evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica (deslocamento vertical). Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações sob temperatura inferior a 30ºC, umidade relativa do ar acima de 60%, velocidade média do vento entre 3 e 10 km/h, na ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando chuvas de no mínimo 4 horas após a aplicação.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um Engenheiro Agrônomo.
Para aplicação tratorizada: o mesmo indivíduo não pode realizar as atividades de mistura, abastecimento e aplicação.
As aplicações aéreas deverão seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas definidos para essa modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações, uso de DGPS, ajustes dos parâmetros operacionais, como ângulo de deflexão dos bicos nas barras de pulverização, modelo e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de deposição, velocidade e altura de voo, entre outros, sempre supervisionadas por um Engenheiro Agrônomo.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) ou que tenham sido capacitadas e treinadas pela Corteva Agriscience, através do nosso programa de Boas Práticas Agrícolas, para realizar a aplicação aérea deste produto. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto.
A Corteva não recomenda a aplicação via aeronaves remotamente pilotadas (drones) para o produto
Taxa de aplicação: Para aplicações de TORDON, recomenda-se que seja utilizado volume de calda de no mínimo 50 L/ha, com gotas das classes grossas (G) e extremamente grossas (EG), ou seja, gotas com DMV (diâmetro mediano volumétrico) acima de 300 micras, para que resulte em uma cobertura mínima o suficiente para a obtenção da eficácia do produto.
Parâmetros operacionais: O sistema de pulverização deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste ou vazamentos. Pontas danificadas prejudicam a uniformidade da aplicação. É recomendado que a altura de voo não ultrapasse 30 m, conforme características da aeronave, para minimizar o risco de deriva e proporcionar melhor uniformidade de aplicação. Fechar a válvula de 3 vias (by-pass) antes de subir a aeronave ao final de cada passada. Não deve haver vórtices de ponta de asas. Para isso, adeque a barra de pulverização e a disposição dos bicos para evitar a ocorrência desse problema.
Seleção das pontas de pulverização: Use pontas jato plano de impacto com o menor ângulo do defletor, para gotas mais grossas, ou de preferência de jato plano “simples”, com ângulo de abertura no leque menor ou igual a 40 graus e sempre com o bico voltado para trás (zero graus de deflexão). Pontas de jato sólido voltadas para trás produzem as gotas mais grossas e o menor potencial de deriva. Caso seja usado ponta de jato cônico, não usar core 45, e dar preferência pelo uso de core 46, e discos de maior vazão, para minimizar o risco de deriva. É importante que as pontas sejam escolhidas em função das
características operacionais da aeronave, para que a classe do espectro de gotas fique dentro do recomendado (gotas grossas e extremamente grossas).
Condições climáticas: As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor interceptação das gotas de pulverização pelo alvo (plantas daninhas), com a menor evaporação possível das gotas do trajeto entre a ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica (deslocamento vertical). Com esse objetivo recomenda-se pulverizações sob temperatura inferior a 30ºC, umidade relativa do ar acima de 60%, velocidade média do vento entre 3 km/h e 10 km/h. Estes parâmetros devem ser checados antes do início da aplicação e monitorados durante a aplicação. As aplicações também dever ser realizadas na ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando chuvas de no mínimo 4 horas após a aplicação.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
A definição dos equipamentos de pulverização aérea e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um Engenheiro Agrônomo.
Realizar a pulverização do produto através de pulverizador tratorizado com auxílio de lanças de aplicação localizada no toco, equipado com pontas tipo leque, tal como 80.03 a 80.04, com a taxa de aplicação de 85 litros de calda de pulverização por hectare, pressão de 40 psi, gotas de DMV de 200 a 400 micras.
Aplicar o produto no toco, logo após o corte das árvores ou no máximo até 24 horas após essa operação. Utilizar pulverizador tratorizado. Aplicar na superfície do corte até o ponto de escorrimento.
Nota: Sobre outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas.
Somente inicie a aplicação com o equipamento e componentes limpos e bem conservados. Não é recomendado deixar a calda de pulverização preparada para aplicação no dia subsequente. Imediatamente após a aplicação de TORDON, proceda com a limpeza completa do tanque e do sistema de pulverização, observando as recomendações que seguem.
em linha e faça a lavagem separadamente com agente de limpeza. Reinstale no sistema de pulverização.
Eucalipto UNA
Pastagem UNA
UNA: Uso não alimentar
Cultura | Modalidade de Emprego (Aplicação) | INTERVALO DE REENTRADA* | |
2h de atividades | 8h de atividades | ||
Pastagem | Pós-emergência | (1) 5 dias | (1) 23 dias |
Eucalipto | Erradicação da cultura | 24h (2) | 24h (2) |
* A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada com a utilização pelos trabalhadores de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas. Os intervalos de reentrada podem ser diferentes nas bulas dos produtos formulados caso a empresa registrante tenha apresentado dados para a realização da avaliação de risco da exposição ocupacional de seu produto formulado.
(1) Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar.
(2) Mantido em 24 horas pela ausência relevante de contato na reentrada.
É exigida a manutenção de bordadura de, no mínimo, 10 metros livres de aplicação tratorizada de produtos formulados contendo 2,4-D, conforme resultados da avaliação de risco da exposição de residentes. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
Não realizar aplicação aérea a menos de 500 metros de povoações, cidades, vilas, bairros e mananciais de água para abastecimento da população e a menos de 250 metros de mananciais de água, moradias isoladas e agrupamentos de animais.
Aplicação em jato dirigido sobre as plantas infestantes, nas culturas de ameixa, banana, cacau, café, citros, maçã, nectarina, pera, pêssego e uva.
Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) - sistema de plantio direto para as culturas de algodão, arroz, cana- de-açúcar, milho, pastagens, soja e trigo.
Aplicação em área de pousio antecedendo o plantio de algodão, arroz, cana-de-açúcar, milho, pastagens, soja e trigo.
Aplicação para erradicação de soqueira na cultura da cana-de-açúcar.
Aplicação em área total, em pós-emergência da soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato em áreas de plantio direto ou convencional.
Aplicação em capina química para erradicação de vegetação em aplicações de pré- plantio e nas entrelinhas em jato dirigido nas culturas de pinus e eucalipto.
Aplicação na rebrota do eucalipto para renovação de área de plantio.
Aplicação para eliminação de vegetação na implantação de pinus e eucalipto (pré- plantio).
FOLHA ESTREITA | |||
Nome comum | Nome científico | Dose de aplicação Produto comercial | |
kg/ha* | g/100 L d’água** | ||
Aveia-voluntária | Avena strigosa | 1 | 500 |
Braquiarão | Brachiaria brizantha | 1,5-2,5 | 750-1.250 |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2,5 | 1.250 |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 0,5 | 250 |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1 | 500 |
Grama-seda | Cynodon dactylon | 2,5-3,5 | 1.250-1.750 |
Junquinho | Cyperus ferax | 2-2,5 | 1.000-1.250 |
Tiririca | Cyperus rotundus | 2-2,5 | 1.000-1.250 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 0,75-1 | 375-500 |
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 1,5 | 750 |
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 1-1,5 | 500-750 |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 1 | 500 |
Azevém-anual | Lolium multiflorum | 2,5 | 1.250 |
Capim-colonião | Panicum maximum | 2,25 | 1.125 |
Capim-azedo | Paspalum conjugatum | 1,5 | 750 |
Grama-batatais | Paspalum notatum | 2,5 | 1.250 |
Capim-da-guiné | Paspalum paniculatum | 1 | 500 |
Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 2,5-3 | 1.250-1.500 |
Sorgo | Sorghum bicolor | 0,5-1 | 250-500 |
FOLHA LARGA | |||
Nome comum | Nome científico | Dose de aplicação Produto comercial | |
kg/ha* | g/100 L d’água** | ||
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 1 | 500 |
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 1 | 500 |
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 1 | 500 |
Apago-fogo | Alternanthera tenella | 1 | 500 |
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 1 | 500 |
Caruru-de-mancha ou Caruru | Amaranthus viridis | 1 | 500 |
Picão-preto | Bidens pilosa | 0,75 | 375 |
Erva-de-santa-luzia | Chamaesyce hirta | 1 | 500 |
Erva-de-santa-maria | Chenopodium ambrosioides | 1 | 500 |
Trapoeraba | Commelina benghalensis | 3-3,5 (1) | 1.500-1.750 |
Buva | Conyza bonariensis | 0,5- 1,5 | 250-750 |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 1 | 500 |
Fazendeiro | Galinsoga parviflora | 0,5 | 250 |
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | 1,5-2 | 750-1.000 |
Corda-de-viola | Ipomoea indivisa | 2 | 1.000 |
Corda-de-viola | Ipomoea nil | 2 | 1.000 |
Guanxuma ou vassourinha | Malvastrum coromandelianum | 1 | 500 |
Beldroega | Portulaca oleracea | 1 | 500 |
Nabo ou Nabiça | Raphanus raphanistrum | 1 | 500 |
Nabo ou Nabiça | Raphanus sativus | 1,5 | 750 |
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2,5 | 1.250 |
Maria-mole | Senecio brasiliensis | 1 | 500 |
Guanxuma ou matapasto | Sida rhombifolia | 1-1,5 | 500-750 |
Serralha | Sonchus oleraceus | 1 | 500 |
Erva-quente | Spermacoce latifolia | 2-3 | 1.000-1.500 |
Erva-de-touro | Tridax procumbens | 2 | 1.000 |
Ervilhaca | Vicia sativa | 2-3 | 1.000-1.500 |
Notas:
1 kg do TRACKING® 720 WG corresponde a 792,5 g/kg do sal de amônio de glifosato ou 720 g/kg do equivalente ácido de glifosato.
As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas infestantes desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação.
De acordo com o estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para a fase inicial de desenvolvimento, maiores doses para a fase adulta ou perenizada.
** As doses em g/100 L d’água referem-se a aplicações com pulverizador costal manual com vazão aproximada de 200 L/ha com bico de 110.01 (os valores foram aproximados para facilitar o preparo da calda). Em caso de dúvida, utilizar os valores em kg/ha.
(1) Recomendam-se duas aplicações sequenciais com intervalo de 28 a 30 dias nas doses de 2 kg p.c./ha seguido de 1 kg p.c./ha a 2 kg p.c./ha seguido de 1,5 kg p.c./ha.
PC: produto comercial
FOLHA ESTREITA | |||||
Nome comum | Nome científico | Dose de aplicação Produto comercial | Estádio de crescimento da planta infestante | Época DAE (em relação à cultura) *** | |
kg/ha* | g/100 L d’água** | ||||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 0,5-0,75 | 250-375 | 2 perfilhos ou 10 cm | V3 25 dias |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | ||||
Notas:
Estádios da soja: V3 - 3º trifólio completamente expandido
De acordo com o estádio de desenvolvimento da planta infestante, menores doses para as plantas de menor porte e as maiores doses para os estádios de desenvolvimento indicados na tabela.
** As doses em g/100 L d'água referem-se a aplicações para pulverizador costal manual com vazão aproximada de 200 L/ha, bico de 110.01 (valores aproximados para facilitar o preparo da calda). Em caso de dúvida, utilizar os valores em kg/ha.
*** DAE = Dias após a emergência da cultura
O estádio de desenvolvimento pode variar de acordo com a época de plantio, condições climáticas e ciclo da variedade em questão.
As doses variam conforme a espécie da planta infestante e seu estágio de desenvolvimento. As doses menores são indicadas para plantas no estágio inicial de desenvolvimento vegetativo, e as máximas para as plantas perenizadas.
FOLHA ESTREITA | |||
Nome comum | Nome científico | Dose de aplicação Produto comercial | |
kg/ha* | g/100 L d’água** | ||
Arroz vermelho | Oryza sativa | 2,5 | 1250 |
Cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 2,5-3 | 1.250-1.500 |
Capim-arroz | Echinochloa crusgalli | 1-1,5 | 500-750 |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2,5 | 250 |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 0,5-1,5 | 250-750 |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 0,5-1,5 | 250-750 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 0,5-1,5 | 250-750 |
Capim-colonião | Panicum maximum | 1,5-2,5 | 750-1250 |
Capim-massambará | Sorghum halepense | 0,5-1,5 | 250-750 |
Capim-oferecido | Pennisetum setosum | 1,5 | 750 |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 0,5-1,5 | 250-750 |
Grama-seda | Cynodon dactylon | 2,5 | 1250 |
Nota:
Os valores em g/100 L da dosagem foram determinados em relação ao volume médio de aplicação de 200 L d’água/há.
FOLHA LARGA | |||
Nome comum | Nome científico | Dose de aplicação Produto comercial | |
kg/ha* | g/100 L d’água** | ||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 1,5-2,5 | 750-1250 |
Angiquinho | Aeschynomene denticulata | 1,5-2,5 | 750-1250 |
Corriola | lpomoea grandifolia | 1,5 | 750 |
Carrapichão | Xanthium strumarium | 1,5 | 750 |
Guanxuma | Sida rhombifolia | 1,5 | 750 |
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 0,5-1,5 | 250-750 |
Picão-preto | Bidens pilosa | 0,5-1,5 | 250-750 |
Nota:
Os valores em g/100 L da dosagem foram determinados em relação ao volume médio de aplicação de 200 L d’água/ha.
O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. Para as plantas infestantes anuais, o melhor período situa-se entre a fase jovem até o início da formação dos botões florais.
Aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem em boas condições de desenvolvimento vegetativo, sem efeito de “stress” hídrico (falta ou excesso de água).
O produto quando aplicado no período adequado e conforme a recomendação, controla as plantas infestantes com uma única aplicação. No caso específico da Trapoeraba, seguir a recomendação detalhada no Quadro I.
Soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato:
Aplicação única, seguindo doses e estádios de crescimento descritos no Quadro II.
A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é aos 25 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estádio inicial de desenvolvimento.
Eliminação da soqueira da cana-de-açúcar:
Para eliminação de soqueira de cana-de-açúcar, aplicar o produto sobre as folhas em área total.
Recomenda-se a aplicação de 2,5 a 3 kg p.c./ha. Esta aplicação deve ser feita quando a altura média das folhas estiver entre 0,6 m e 1 m medidas a partir do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Senecio brasiliensis | flor-das-almas, flor-de-finados, maria-mole (2) | Ver detalhes |
| Ameixa | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Arroz | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Banana | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Cacau | Senecio brasiliensis | flor-das-almas, flor-de-finados, maria-mole (2) | Ver detalhes |
| Café | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Citros | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Aeschynomene denticulata | angiquinho (2), corticeirinha (1), maricazinho (2) | Ver detalhes |
| Maçã | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Milho | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Nectarina | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Pastagens | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Pera | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Pessego | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Pinus | Aeschynomene denticulata | angiquinho (2), corticeirinha (1), maricazinho (2) | Ver detalhes |
| Soja | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Soja OGM | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Trigo | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Uva | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
A eficiência do produto é visualizada entre o 4º e o 10º dia após o tratamento.
Equipamentos de aplicação:
Pulverização terrestre:
A aplicação deve ser feita com pulverizadores de barra, com bicos adequados à aplicação de herbicidas.
Pressão: 20 a 40 Lb/pol2
Volume d’água: 50 a 250 L/ha.
Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura da área foliar.
Pulverizador costal manual: verificar as doses por 100 L d’água e utilizar vazão aproximada de 200 L/ha.
No caso de soja geneticamente modificada tolerante ao glifosato deve ser utilizado um volume de calda de 120 L/ha.
Pulverização através de aeronave agrícola:
Barra com bicos para aeronaves de asa fixa (Ipanema de qualquer modelo). Volume de calda: 20 a 40 L/ha.
Altura de voo: 3 a 5 m acima do topo da cultura Faixa de deposição: 15 m de largura
Tamanho de gotas: 200 a 600 micras. Densidade mínima de gotas: 20 a 40 gotas/cm2.
Bicos de pulverização - bicos de jato cônico ou leque. Vazão: 20 a 40 L/ha de calda (D10-45, D7-46, 80-10, 80-15)
Tamanho de gotas: DMV (diâmetros medianos volumétricos) para as condições de aplicação e regulagem entre 200 a 600 micras
Deposição mínima de 20 gotas/cm2 sem escoamento na folha.
Aviões tipo Ipanema: usa-se de 37 a 42 bicos na asa, sendo que, normalmente para se evitar problemas de vórtices de ponta de asa, fecha-se ao redor de 3 bicos em cada raiz de asa e 2 bicos na barriga no pé direito e 1 no pé esquerdo. Dependendo da altura de voo, da aeronave, do tipo de asa e posição de barra esta configuração pode-se alterar. A angulação destes bicos na barra aplicadora vai ser determinante na configuração final do DMV da gota formada.
Maturador da cana-de-açúcar:
A aplicação deve ser realizada por avião, utilizando-se barra com bicos convencionais, e um consumo de calda na faixa de 30-40 L/ha.
Em caso de dúvidas ou mudança de aeronave, realizar testes de campo com papel sensível, ou consultar empresa aplicadora.
Condições climáticas:
Temperatura máxima: 28°C Umidade relativa mínima: 55%
Velocidade do vento máxima: 10 km/h (3 m/s)
Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Gerenciamento da deriva:
É obrigatório o uso de tecnologia de redução de deriva de pelo menos 50% para doses acima de 1.800 g/ha nas aplicações costal, estacionária/semi-estacionária e tratorizada.
Encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar TRACKING® 720 WG. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante o seu preparo e durante a operação de sua aplicação.
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Cultura | Intervalo de Segurança (dias) |
Algodão | (1) |
Arroz, cana-de-açúcar, pastagem, trigo | (2) |
Milho | (3) |
Soja | (4) |
Banana, cacau, citros, nectarina, pêssego | 30 |
Café, maçã, pera | 15 |
Uva, ameixa | 17 |
Eucalipto, pinus | UNA |
O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do algodão geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 130 dias, quando o agrotóxico for aplicado em
pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura do milho geneticamente modificado, que expressa resistência ao glifosato, é de 90 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e da cultura, e de 60 dias quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência da cultura para controle da produção de pólen em campos de produção de grãos para sementes geneticamente modificadas que expressem a resistência ao glifosato.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa tolerância ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós- emergência das plantas infestantes e da cultura.
UNA: Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPIs recomendados para uso durante a aplicação.
recomendações de uso e nas situações em que ocorram novos fluxos de
germinação de plantas daninhas na área. Fazer no máximo duas aplicações de TRUNFO por safra de soja.
Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação
inferiores a 100L/ha.
Buva (Conyza bonariensis)
Leiteiro
(Euphorbia heterophylla)
Corda-de-viola
(Ipomoea grandifolia)
Capim-pé-de-galinha
(Eleusine indica)
Até 1 perfilho
1,8 a 2,5
Caruru-de-mancha
(Amaranthus viridis)
2 a 4 Folhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
Trigo
Em dessecação de pré-plantio
Capim-carrapicho
(Cenchrus echinatus)
Até 1 perfilho
1,5
Aplicação áérea: 20-50
Aplicação Terrestre 100 a
200
- Aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós- emergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto.
Guanxuma deve ter até 4 folhas. Para o controle da Buva oriunda de sementes, realizar
Capim-pé-de-galinha
(Eleusine indica)
Capim-colchão
(Digitaria sanguinalis)
Arroz
(Oryza sativa)
Picão-preto
(Bidens pilosa)
2 a 4 folhas
Guanxuma
(Sida cordifolia)
Buva
(Conyza bonariensis)
1,0 a 1,5
Capim-amargos (Digitaria insularis)
1,5
Até 1 perfilho | a aplicação na dose de 1,0 a 1,5 L/ha quando as plantas daninhas estiverem com até 2 folhas. Para o controle das gramíneas como o capim-amargoso, aplicar sobre as plantas daninhas oriundas de sementes na dose de 1,5 L/ha até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | ||||
Trigo dessecação de pré-colheita | Uso para dessecação | 1,25 | Aplicação Terrestre 100 a 200 Aplicação áérea: 20-50 | Para dessecação de pré-colheita: Aplicar o produto na dessecação numa única pulverização. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura). Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação | |
inferiores a 100L/ha. | |||||
UVA | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Até 1 perfilho | 1,5 | Aplicação Terrestre 100 a 200 | Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, atingindo no máximo a “canela” da cultura. Picão- preto deve ter até 10 cm e as demais plantas daninhas, de 10 a 20 cm. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Utilizar espalhante adesivo na dose recomendada pelo fabricante. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 2 a 4 folhas | ||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Utilizar adjuvante de calda na dose recomendada pelo fabricante.
(1) Utilizar a maior dose quando mais de 50% da planta daninha Buva estiverem de 10 a 12 cm de altura ou 8 folhas.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Algodão | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Banana | Cuphea carthagenensis | guanxuma-vermelha, sete-sangrias | Ver detalhes |
| Batata | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Café | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Cevada | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Citros | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Grão-de-bico | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Lentilha | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Maçã | Richardia brasiliensis | poaia, poaia-branca, poaia-do-campo (2) | Ver detalhes |
| Milho | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Milho OGM | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Nectarina | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Pessego | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Repolho | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Soja | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
| Soja OGM | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Uva | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas,
boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.
Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada;
Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Condições climáticas:
Realizar as pulverizações quando as condições climáticas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo:
Alface....................................................................................................................... | 7 dias |
Algodão.................................................................................................................... | 28 dias |
Algodão geneticamente modificado .............................................................................. | 116 dias |
Banana..................................................................................................................... | 10 dias |
batata...................................................................................................................... | 10 dias |
café......................................................................................................................... | 20 dias |
Cana-de-açúcar (dessecante) ...................................................................................... | 14 dias |
Cevada (dessecante) ................................................................................................. | 7 dias |
Citros....................................................................................................................... | 40 dias |
Ervilha..................................................................................................................... | 5 dias |
Eucalipto................................................................................................................... | UNA |
Feijão, feijão-mungo, feijão-guandu, feijão-caupi, feijão-fava, feijão-vagem. .................... | 5 dias |
Grão-de-bico............................................................................................................. | 5 dias |
Lentilha ................................................................................................................... | 5 dias |
Maçã........................................................................................................................ | 7 dias |
Milho....................................................................................................................... | (1) |
Milho geneticamente modificado ................................................................................. | 50 dias |
Nectarina.................................................................................................................. | 7 dias |
Pêssego.................................................................................................................... | 7 dias |
Repolho.................................................................................................................... | 7 dias |
Soja......................................................................................................................... | 10 dias |
Soja geneticamente modificada ................................................................................... | 60 dias |
Trigo........................................................................................................................ | (1) |
Trigo (dessecante) .................................................................................................... | 7 dias |
uva........................................................................................................................ | 7 dias |
– Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO:
O PICLORAM e o 2,4-D pertencem ao grupo dos herbicidas mimetizadores da auxina. Provocam distúrbios no metabolismo dos ácidos nucléicos, aumento da atividade enzimática e destruição do floema devido ao alongamento, turgescência e rompimento das células. As raízes perdem sua habilidade de absorver água e nutrientes provocando o esgotamento das reservas de energia da planta daninha e finalmente sua morte.
Cultura | Alvo biológico Nome comum (Nome científico) | Doses Produto Comercial (L/ha) | Volume de calda (L/ha) | N° máximo de aplicações |
Beldroega (Portulaca oleracea) | ||||
Caruru (Amaranthus viridis) | 1,0 | |||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | ||||
Losna-do-campo (Ambrosia elatior) | ||||
Arranha-gato (Acacia plumosa) | 1,5 - 2,0 | |||
Erva-quente; Poaia-do-campo (Spermacoce alata) | 2,0 | |||
Pastagem | Maria-mole (Senecio brasiliensis) | Tratorizado: 200 - 300 | ||
Malva-preta; Malvisco (Sidastrum micranthum) | ||||
(Aplicação Foliar) | Malva-roxa (Sidastrum paniculatum) | 3,0 | Costal: 200 - 300 Aéreo: 50 | 1 |
Fedegoso; Mata-pasto (Senna occidentalis) | ||||
Malva-veludo (Waltheria indica) | ||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 3,5 | |||
Buva (Conyza bonariensis) | ||||
Cambarazinho (Eupatorium laevigatum) | ||||
Capixingui (Croton floribundus) | ||||
Carqueja (Baccharis trimera) | ||||
Erva-de-bicho (Polygonum punctatum) |
Cultura | Alvo biológico Nome comum (Nome científico) | Doses Produto Comercial (L/ha) | Volume de calda (L/ha) | N° máximo de aplicações |
Erva-lanceta (Solidago chilensis) | ||||
Leiteiro (Peschiera fuchsiaefolia) | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Samambaia (Pteridium aquilinum) | ||||
Tanchagem (Plantago major) | ||||
Tojo (Ulex europaeus) | ||||
Vassourinha (Baccharis coridifolia) | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | 3,0 - 4,0 | |||
Joá-bravo (Solanum aculeatissimum) | 4,0 | |||
Agriãozinho (Synedrellopsis grisebachii) | 3,0 - 5,0 | |||
Aguapé (Eichhornia crassipes) | ||||
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | ||||
Assa-peixe (Vernonia polyanthes) | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||
Guanxuma (Sida santaremnensis) | ||||
Fedegoso (Senna obtusifolia) | ||||
Joá-bravo (Solanum sisymbriifolium) | ||||
Mata-pasto (Eupatorium maximilianii) | ||||
Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | ||||
Cheirosa (Hyptis suaveolens) | ||||
Gervão-branco (Cróton glandulosus) | ||||
Jurubeba (Solanum paniculatum) | ||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | 4,0 - 5,0 | |||
Amor-de-cunhã, Cajuçara | 6,0 |
Cultura | Alvo biológico Nome comum (Nome científico) | Doses Produto Comercial (L/ha) | Volume de calda (L/ha) | N° máximo de aplicações |
(Solanum rugosum) | ||||
Assa-peixe-roxo (Vernonia westiniana) | ||||
Lobeira (Solanum lycocarpum) | ||||
Vassourinha-botão (Spermacoce verticillata) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar diretamente sobre a folhagem das plantas infestantes. Em aplicações em pós- emergência em área total, deve-se utilizar um volume de calda que proporcione o adequado molhamento foliar. Melhores performances de controle são obtidas quando há umidade no solo e quando as plantas infestantes a serem combatidas estão em pleno vigor vegetativo. ATENÇÃO: No caso de pastagens tratadas, deve-se permitir que o capim se recupere, antes do pasto ser aberto ao gado. Assim, a partir do início da aplicação o pasto deve ser vedado ao gado pelo tempo necessário até sua recuperação. Esta é uma medida que visa evitar o consumo de plantas tóxicas pelos animais, que possivelmente existe no pasto e em função do tratamento tornam-se mais atrativas aos animais. Utilizar as maiores doses em plantas infestantes adultas que tenham sofrido várias roçadas ou quando as plantas daninhas já tenham finalizado seu processo de desenvolvimento vegetativo. | ||||
Pastagem (Aplicação em Tocos) | Assa-peixe-roxo (Vernonia westiniana) | 3,0 - 4,0 % v/v (misturar de 3,0 a 4,0 L do produto em 97,0 a 96,0 L de água). | Tratorizado: 200 - 300 Costal: 200 - 300 | 1 |
Unha-de-vaca (Bauhinia variegata) | ||||
Unha-de-boi (Bauhinia divaricata) | ||||
Jacarandá-de-espinho (Machaerium aculeatum) | ||||
Lobeira (Solanum lycocarpum) | ||||
Roseta (Randia armata) | ||||
Leiteiro (Peschiera fuchsiaefolia) | 4,0 % v/v (misturar 4,0 L do produto em 96,0 L de água). | |||
Aroerinha (Schinus terebinthifolius) | ||||
Arranha-gato (Acacia plumosa) | ||||
Unha-de-gato (Acacia paniculata) | ||||
Espinho-agulha (Barnadesia rosea) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar em qualquer época do ano, aplicando-se até o ponto de escorrimento da calda no toco cortado, podendo-se molhar o solo próximo ao toco recém cortado. Deve-se | ||||
Cultura | Alvo biológico Nome comum (Nome científico) | Doses Produto Comercial (L/ha) | Volume de calda (L/ha) | N° máximo de aplicações |
fazer um tratamento e fazer um repasse em caso de rebrota. Para o repasse respeitar a época indicada anteriormente, sendo preferível refazer o corte e reaplicar o produto, em lugar de aplicar nas poucas folhas de rebrota. Isso porque essa área foliar de rebrota é insuficiente para absorver a quantidade de herbicida necessário. Utilizar as maiores doses em plantas infestantes adultas que tenham sofrido várias roçadas ou quando as plantas daninhas já tenham finalizado seu processo de desenvolvimento vegetativo. | ||||
Utilizar as maiores doses em plantas infestantes adultas que tenham sofrido várias roçadas ou quando as plantas daninhas já tenham finalizado seu processo de desenvolvimento vegetativo.
Abaixo a relação de dose do produto comercial/ha em equivalente sal e ácido:
Doses Produto Comercial (L/ha) | Ingredientes Ativos (Kg/ha) | |||
Picloram em sal de trietanolamina (Kg/ha) | 2,4-D em sal de trietanolamina (Kg/ha) | Equivalente ácido de Picloram (Kg/ha) | Equivalente ácido de 2,4-D (Kg/ha) | |
1,0 | 0,103 | 0,406 | 0,064 | 0,240 |
1,5 | 0,155 | 0,609 | 0,096 | 0,360 |
2,0 | 0,206 | 0,812 | 0,128 | 0,480 |
3,0 | 0,309 | 1,218 | 0,192 | 0,720 |
3,5 | 0,361 | 1,421 | 0,224 | 0,840 |
4,0 | 0,412 | 1,624 | 0,256 | 0,960 |
5,0 | 0,515 | 2,030 | 0,320 | 1,200 |
6,0 | 0,618 | 2,436 | 0,384 | 1,440 |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar | Ipomoea purpurea | campainha (9), corda-de-viola (10), corriola (8) | Ver detalhes |
| Pastagens | Hyptis suaveolens | bamburral, betônica-brava (2), cheirosa (2) | Ver detalhes |
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do mesmo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto TUCSON / TRACTOR / VERLON SL / TERRITORY de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.
Antes de qualquer aplicação, verifique se o equipamento está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
O tanque de pulverização, bem como as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador.
Antes de aplicar TUCSON / TRACTOR / VERLON SL / TERRITORY, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante do último produto utilizado.
Equipamento Tratorizado
Tratamento de plantas daninhas em pastagens com jato dirigido:
Utilizar pontas de pulverização de jato plano (pré-orifício, de impacto ou com indução de ar) ou jato cônico com indução de ar, que proporcionem classe de gotas grossa ou superior para a redução de deriva. Volume de calda: 200 - 300 L/ha ou conforme recomendação agronômica.
Pulverizadores de barra curta:
Utilizar pontas de pulverização do tipo leque, que proporcionem classe de gotas grossa ou superior para a redução de deriva.
Pulverizadores de barra ou autopropelidos:
Para essa modalidade de aplicação deve-se utilizar pulverizador de barra tratorizado, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Aplicação aérea
Aeronave tripulada
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excesso de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronave devidamente regulamentada para tal finalidade e provida de barras apropriadas e que tenha capacidade técnica de fornecer dados do mapa de voo realizado. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposição entre as faixas de aplicação.
A definição dos equipamentos de pulverização aérea e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um engenheiro agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Aeronaves remotamente pilotadas (Drones)
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aero agrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronave devidamente regulamentada para tal finalidade e provida de elementos geradores de gotas apropriadas ou atomizador rotativo. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Certifique-se que há um planejamento de voo e este foi autorizado, registre os dados de voo e garanta a segurança operacional.
Use a ponta apropriada em função das características operacionais da aeronave e para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Para aplicação com aeronave remotamente pilotada é obrigatório que a empresa prestadora de serviço tenha realizado os cursos para aplicação através de aeronaves remotamente pilotadas (drones/ARP), de acordo com a Portaria MAPA nº 298, de 22 setembro de 2021, ou qualquer outra que venha complementá-la ou substituí-la, e com equipamentos registrados nos órgãos competentes para operacionalizar. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto. Sempre consulte as normas vigentes dos órgãos competentes (MAPA, DECEA, ANAC e ANATEL).
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo.
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda (seções de
barra) do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, área de criação de animais e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e condições meteorológicas (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independentemente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos de equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
O diâmetro de gotas deve ser tal que possibilite uma cobertura suficiente para que o herbicida desempenhe sua máxima eficácia e que o potencial de deriva seja mínimo. Gotas de menor diâmetro geram maior cobertura, porém, também elevam o potencial de deriva. A deriva de herbicidas pode ocasionar efeitos adversos em plantas não-alvos. Por esse motivo, adota-se a classe de gotas médias a grossas para os herbicidas de ação por contato e de classe grossa ou superior para os herbicidas sistêmicos. O uso de classe de gotas grossas ou superior deve estar atrelado ao seguimento das condições meteorológicas ideais para aplicação a fim de reduzir a deriva nas aplicações. Leia as instruções sobre condições de Vento, Temperatura e Umidade e Inversão Térmica.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de inversão térmica; entretanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Cultura | Intervalo de Segurança (dias) |
Pastagem | Uso não alimentar / Intervalo de segurança não determinado. |
Tabela com os intervalos de reentrada de trabalhadores nas áreas com aplicação do agrotóxico contendo 2,4-D, segundo a cultura e a duração da atividade que será realizada.
Cultura | Duração da atividade que será realizada | Intervalo de reentrada na área aplicada com TUCSON / TRACTOR / VERLON SL / TERRITORY (1) |
Pastagem | 2 horas | 5 dias (2) |
Pastagem | 8 horas | 23 dias (2) |
Pastagem | Situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar | 24 horas (3) |
(1) Caso seja necessário a reentrada na área tratada com o TUCSON / TRACTOR / VERLON SL / TERRITORY anterior aos intervalos definidos, o trabalhador deverá utilizar vestimenta simples (calça e blusa de manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI – vestimenta hidrorrepelente e luvas). (2) Para a cultura da pastagem, após o intervalo de reentrada, o trabalhador deverá utilizar vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa). (3) Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar. Deverão ser tomadas medidas que dificultem a entrada em área tratada de transeuntes e residentes. MEDIDAS DE MITIGAÇÃO DE RISCO PARA OS RESIDENTES E TRANSEUNTES DE ÁREAS PRÓXIMAS DAS CULTURAS COM APLICAÇÃO DO AGROTÓXICO 2,4-D. É exigida a manutenção de bordadura de, no mínimo, 10 metros livres na aplicação costal e tratorizada de produtos formulados contendo 2,4-D, conforme resultados da avaliação de risco da exposição de residentes. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação. | ||
INSTRUÇÕES DE USO:
O PICLORAM e o 2,4-D pertencem ao grupo dos herbicidas mimetizadores da auxina. Provocam distúrbios no metabolismo dos ácidos nucléicos, aumento da atividade enzimática e destruição do floema devido ao alongamento, turgescência e rompimento das células. As raízes perdem sua habilidade de absorver água e nutrientes provocando o esgotamento das reservas de energia da planta daninha e finalmente sua morte.
APLICAÇÃO FOLIAR TRATORIZADA | ||||
Cultura | Plantas Infestantes Nome comum (Nome científico) | Doses Produto Comercial (L/ha) | Volume de calda (L/ha) | N° máximo de aplicações |
Pastagens | Beldroega (Portulaca oleracea) | 1,0 | Tratorizada (trator com barra) 200 - 400 | 1 |
Caruru (Amaranthus viridis) | ||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | ||||
Cheirosa (Hyptis suaveolens) | ||||
Erva-quente; Poaia-do-campo (Spermacoce alata) | 2,0 | |||
Malva-veludo (Sida cordifolia) | 3,0 | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | ||||
Malva-preta; Malvisco (Sidastrum micranthum) | ||||
Malva-roxa (Sidastrum paniculatum) | ||||
Assa-peixe-branco (Vernonia polyanthes) | ||||
Fedegoso; Mata-pasto (Senna occidentalis) | ||||
Malva-veludo (Waltheria indica) | ||||
Canela-de-perdiz; Gervão-branco (Croton glandulosus) | ||||
Lobeira (Solanum lycocarpum) | 4,0 | |||
Joá-bravo (Solanum aculeatissimum) | ||||
Assa-peixe-roxo (Vernonia westiniana) | 5,0 | |||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar em época quente (acima de 20ºC), com boa pluviosidade, onde as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo. Isto ocorre normalmente de outubro a março. No norte do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época favorável às aplicações aéreas. Utilizar as maiores doses em plantas infestantes adultas que tenham sofrido várias roçadas ou quando as plantas daninhas já tenham finalizado seu processo de desenvolvimento vegetativo. Para repasse por via foliar, esperar que a rebrota atinja uma superfície foliar equilibrada o suficiente para absorver uma quantidade de produto que atinja todo o seu sistema radicular. Para aplicação foliar em área total, quando as áreas forem extensas e as pastagens infestadas densamente por plantas daninhas de pequeno, médio e grande porte, deve-se aplicar o produto molhando bem e uniformemente toda a folhagem da planta. | ||||
PULVERIZAÇÃO TRATORIZADA DE TOCOS | ||||
Cultura | Plantas Infestantes Nome comum (Nome científico) | Doses Produto Comercial | Volume de calda (L/ha) | N° máximo de aplicações |
Pastagens | Assa-peixe-roxo (Vernonia westiniana) | 3,0 - 4,0% (misturar 3,0 a 4,0 L do produto em 97,0 a 96,0 L de água) | Tratorizada 200 - 400 | 1 |
Unha-de-vaca (Bauhinia variegata) | ||||
Unha-de-boi (Bauhinia divaricata) | ||||
Jacarandá-de-espinho; Jacarandá- de-bico-de-pato (Machaerium aculeatum) | ||||
Lobeira (Solanum lycocarpum) | ||||
Roseta; Espinho-de-agulha (Randia armata) | ||||
Leiteira (Peschiera fuchsiaefolia) | 4,0% (misturar 4,0 L do produto em 96,0 L de água) | |||
Aroerinha (Schinus terebinthifolius) | ||||
Arranha-gato (Acacia plumosa) | ||||
Unha-de-gato (Acacia paniculata) | ||||
Espinho-agulha (Barnadesia rosea) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Aplicar em qualquer época do ano, aplicando-se até ponto de escorrimento da calda no toco cortado, podendo-se molhar o solo próximo ao toco recém cortado. Deve-se fazer um tratamento e fazer um repasse em caso de rebrota. Para o repasse respeitar a época indicada anteriormente.
Utilizar as doses mais altas para plantas com roçadas anteriores, que são mais resistentes ao produto.
Para repasse por via foliar, esperar que a rebrota atinja uma superfície foliar equilibrada o suficiente para absorver uma quantidade de produto que atinja todo o seu sistema radicular.
Para rebrota de tocos é preferível refazer o corte e reaplicar o produto, em lugar de aplicar nas poucas folhas de rebrota. Isso porque essa área foliar de rebrota é insuficiente para absorver a quantidade de herbicida necessário.
APLICAÇÃO AÉREA | ||||
Cultura | Plantas Infestantes Nome comum (Nome científico) | Doses Produto Comercial (L/ha) | Volume de calda (L/ha) | N° máximo de aplicações |
Pastagens | Assa-peixe-branco (Vernonia polyanthes) | 6,0 | Aérea 30 – 50 | 1 |
Assa-peixe-roxo (Vernonia westiniana) | ||||
Vassourinha-botão (Spermacoce verticillata) | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||
Amor-de-cunhã; Cajuçara (Solanum rugosum) | ||||
Lobeira (Solanum lycocarpum) | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar em época quente, com boa pluviosidade, onde as plantas a serem combatidas estejam em intenso processo vegetativo. Isto ocorre normalmente de outubro a março. No norte do Pará e no Amazonas a ocorrência de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época favorável às aplicações aéreas. Para repasse por via foliar, esperar que a rebrota atinja uma superfície foliar equilibrada o suficiente para absorver uma quantidade de produto que atinja todo o seu sistema radicular. Volumes de calda totais inferiores a 50 L/ha exigem calibração e equipamentos do avião que possam produzir gotas de grande diâmetro. Para aplicação foliar em área total, quando as áreas forem extensas e as pastagens infestadas densamente por plantas daninhas de pequeno, médio e grande porte, deve-se aplicar o produto molhando bem e uniformemente toda a folhagem da planta. | ||||
ERRADICAÇÃO DO EUCALIPTO | |||
Dose | Volume de calda | Época de aplicação | N° máximo de aplicações |
3,0 a 7,0% (misturar de 3,0 a 7,0 L do produto em 97,0 a 93,0 L de água) | Tratorizada 200 - 250 mL/touça | Aplicar em qualquer época do ano o produto no toco, logo após o corte das árvores ou no máximo até 24 horas após essa operação. Aplicar na superfície do corte até o ponto de escorrimento. | 1 (uma) aplicação em qualquer época do ano. |
Utilizar pulverizador tratorizado. Sobre outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas. | |||
Abaixo a relação de dose do produto comercial/ha em equivalente sal e ácido:
Ingrediente Ativo (Kg/ha)
Doses Produto
Comercial (L/ha)
Picloram em sal de
trietanolamina (Kg/ha)
2,4-D em sal de
trietanolamina (Kg/ha)
Equivalente ácido
de Picloram (Kg/ha)
Equivalente
ácido de 2,4- D (Kg/ha)
1,0 | 0,103 | 0,406 | 0,064 | 0,240 |
2,0 | 0,206 | 0,812 | 0,128 | 0,480 |
3,0 | 0,309 | 1,218 | 0,192 | 0,720 |
4,0 | 0,412 | 1,624 | 0,256 | 0,960 |
5,0 | 0,515 | 2,030 | 0,320 | 1,200 |
6,0 | 0,618 | 2,436 | 0,384 | 1,440 |
7,0 | 0,721 | 2,842 | 0,448 | 1,680 |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Pastagens | Acacia paniculata | barbadinho (2), serra-goela, sessenta-feridas | Ver detalhes |
Realizar a aplicação com volume de calda suficiente para distribuição uniforme em toda a área.
O volume de calda pode variar em função da área efetivamente tratada, do porte e da densidade das invasoras. Deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas e baixo potencial de deriva.
Verifique a regulamentação local do órgão de agricultura, saúde e meio ambiente, quanto a especificações locais de aquisição e aplicação do produto, em complemento às instruções de uso constantes na bula e rótulo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto VERLON de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.
Antes de qualquer aplicação, verifique se o equipamento está limpo, bem conservado, regulado / calibrado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Aplicação Terrestre:
Equipamento Tratorizado
Pulverizadores de barra ou autopropelidos
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Aplicação aérea:
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação Municipal, Estadual e Federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronave devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Ponta de pulverização: Utilizar preferencialmente, bicos de jato cônico vazio ou bicos de jato sólido com discos de orifício compatíveis com o tamanho de gota a ser produzida e tipo de aeronave utilizada, sempre utilizar a condição de ângulo de 0° (na direção do fluxo de ar). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. O operador deve ajustar os fatores operacionais para obter uma gota grossa a muito grossa e entender que a velocidade de voo e a pressão de trabalho são fatores primários no controle do tamanho de gota.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Use o menor número de bicos com a maior vazão possível, e que proporcione uma cobertura uniforme. O comprimento da barra não deve exceder ¾ da asa ou do comprimento do rotor - Barras maiores aumentam o potencial de deriva.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Deve-se observar as condições meteorológicas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e condições meteorológicas (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independentemente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle. A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições meteorológicas e grau de infestação das plantas infestantes podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições meteorológicas desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de Vento, Temperatura e Umidade e Inversão Térmica.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Cultura | Intervalo de Segurança (dias) |
Pastagem | Uso não alimentar / Intervalo de segurança não determinado. |
Tabela com os intervalos de reentrada de trabalhadores nas áreas com aplicação do agrotóxico contendo 2,4-D, segundo a cultura e a duração da atividade que será realizada.
Culturas | Duração da atividade que será realizada | Intervalo de reentrada na área aplicada com VERLON (1) |
Pastagem | 2 horas | 5 dias |
Pastagem | 8 horas | 23 dias |
Pastagem | Situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar | 24 horas |
- | Erradicação do eucalipto (tocos) | 24 horas (2) |
(1) Caso seja necessário a reentrada na área tratada com o VERLON anterior aos intervalos definidos, o trabalhador deverá utilizar vestimenta simples (calça e blusa de manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI – vestimenta hidrorrepelente e luvas). (2) Mantido em 24 horas pela ausência relevante de contato na reentrada. MEDIDAS DE MITIGAÇÃO DE RISCO PARA OS RESIDENTES E TRANSEUNTES DE ÁREAS PRÓXIMAS DAS CULTURAS COM APLICAÇÃO DO AGROTÓXICO 2,4-D. É exigida a manutenção de bordadura de, no mínimo, 10 metros livres de aplicação tratorizada de produtos formulados contendo 2,4-D, conforme resultados da avaliação de risco da exposição de residentes. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação. | ||
CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | ESTÁDIO DAS PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
ALFACE | Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 2 a 4 folhas | 1,5 | Aplicação Terrestre 100 a 300 | Aplicar em jato dirigido em pós- emergência das plantas infestantes, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas infestantes estiverem com 2 a 4 folhas. Efetuar uma única aplicação por ciclo da cultura. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. |
Erva-de-bicho (Polygonum aviculare) | |||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||||
Erva-de- passarinho (Stellaria media) | |||||
Solvia (Soliva anthemifolia) | 2,0 | ||||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||||
BANANA | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | Até 1 perfilho | 2,0 | Aplicação Terrestre 100 a 300 | Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas infestantes de folha larga estiverem com 4 a 6 folhas, e as de folha estreita com até 1 perfilho. Efetuar uma única aplicação por ciclo da cultura. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. |
Capim-guaçu (Paspalum conspersum) | |||||
Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica) | |||||
Quebra-pedra (Phyllanthus tenellus) | 4 a 6 folhas | ||||
Crepis (Crepis japônica) | |||||
Macela-branca (Gnaphalium spicatum) |
CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | ESTÁDIO DAS PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||||
Sete-sangrias (Cuphea carthagenensis) | |||||
Erva-cará (Dioscorea batatas) | |||||
BATATA (Pré emergência da cultura) | Caruru (Amaranthus viridis) | 2 a 4 folhas | 2,0 | Aplicação Terrestre 100 a 300 | Aplicar na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura); realizar a aplicação quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas e as gramíneas com até 1 perfilho. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||||
Carrapicho- rasteiro (Acanthospermum australe) | |||||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | Até 1 perfilho | ||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) |
CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | ESTÁDIO DAS PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
BATATA | USO PARA DESSECAÇAO | 2,0 | Aplicar sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba (Commelina benghalensis), picão-preto (Bidens pilosa) e guanxuma-branca (Sida glaziovii) com 10 a 20cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. Efetuar uma única aplicação por ciclo de cultura. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | ||
CAFÉ | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | Até 4 folhas | 2,0 | Aplicação Terrestre 100 a 300 | Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, e guanxuma-branca, aplicar quando estivem com até 4 folhas. Para Guanxuma até 6 folhas. Em capim-marmelada e capim-colchão, até a fase de início do perfilhamento. Efetuar uma única aplicação por ciclo de cultura. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Buva (Conyza bonariensis) | |||||
Macela-branca (Gnaphalium spicatum) | |||||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | Até 6 folhas | 3,0 | |||
Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | 2 a 4 folhas | 2,0 | |||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Até 2 perfilhos | 2,5 | |||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | ESTÁDIO DAS PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
CANA-DE-AÇÚCAR | USO PARA DESSECAÇÃO | 4,0 | Aplicação Aérea 20 a 50 | Com o objetivo de facilitar a desfolha da cana-de-açúcar, durante a colheita, realizar uma única aplicação sobre as folhas da cana-de-açúcar na pré-colheita quando a cultura se encontrar no final do estádio de desenvolvimento vegetativo e antes da emissão da inflorescência. Programar a aplicação de acordo com a programação de colheita, com 21 a 28 dias antes da colheita da cana-de-açúcar. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | |
CEVADA | USO PARA DESSECAÇÃO | 1,75 | Aplicação Terrestre 100 a 300 | Aplicar o produto na dessecação numa única pulverização. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de cevada estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grão dourado (massa dura). Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | |
CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | ESTÁDIO DAS PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
CITROS | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2 perfilhos | 2,0 | Aplicação Terrestre 100 a 300 | Aplicar no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes devem estar em crescimento ativo. Em capim- marmelada e capim colchão, aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim pé-de-galinha- capim- amargoso e capim carrapicho, aplicar quando a planta estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha e malva- branca carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Efetuar uma única aplicação por ciclo da cultura. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | Até 1 perfilho | ||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | Até 4 folhas | ||||
Carrapicho-de- carneiro (Acanthospermu m hispidum) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | |||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||||
EUCALIPTO | Samambaia (Pteridium aquilinum) | Até 20 cm | 2,0 | Aplicação Terrestre 100 a 300 | Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós- emergência das plantas infestantes, quando estas estiverem em vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das plantas infestantes de folha estreita quando estiverem |
Capim-gordura (Melinis minutiflora) | Até 4 perfilhos | 4,0 |
CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | ESTÁDIO DAS PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Erva-quente (Spermacoce alata) | Até 8 folhas | com até 4 perfilhos; e em folhas largas, com até 8 folhas. Realizar uma aplicação por ano. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | |||
Cambará (Lantana câmara) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia | |||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||||
Buva (Conyza bonariensis) | |||||
Unha-de-vaca (Bauhinia variegata) | |||||
Arranha-gato (Acacia plumosa) | |||||
Jurubeba (Solanum paniculatum) | |||||
Capim-colonião (Panicum maximum) | |||||
Vassourinha-botão (Spermacoce verticillata) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Gervão (Stachytarpheta cayennensis) | |||||
Feijão Ervilha Feijão-caupi Feijão-fava Feijão- guandu Feijão- mungo Feijão- vagem | USO PARA DESSECAÇÃO DE FEIJÃO, GRÃO DE BICO, LENTILHA PARA CONSUMO | 1,8 | Aplicação Terrestre 100 a 300 Aérea 20 a 50 | Dessecação para consumo: aplicar a dose de 1,8 L/ha, quando a cultura apresentar aproximadamente 50% das vagens secas. Dessecação para sementes: aplicar a dose de 2,0 L/ha, somente quando a cultura apresentar 70% das vagens secas. | |
CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | ESTÁDIO DAS PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Grão-de- bico Lentilha | USO PARA DESSECAÇÃO DE FEIJÃO, GRÃO DE BICO, LENTILHA PARA SEMENTES | 2,0 | Efetuar uma única aplicação por ciclo da cultura Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | ||
MAÇÃ | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Até 1 perfilho | 2,0 | Aplicação Terrestre 100 a 300 | Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar em poaia quando a planta infestante estiver de 5 a 10 cm. Em trevo e guanxuma, quando estiverem com até 10 cm. Em maria-mole e capim-colchão, quando estiverem de 10 a 20 cm. Em nabo, serralha, losna-branca, beldroega e picão-branco, quando estiverem com até 15 cm. Em picão-preto, até 25 cm. Em azevém e língua-de-vaca, quando estiverem de 20 a 30 cm. Em capim-marmelada com até 30 cm. Efetuar uma única aplicação por ciclo da cultura. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | 2 a 4 folhas | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | ESTÁDIO DAS PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Poaia (Richardia brasiliensis) | |||||
Trevo (Oxalis oxyptera) | |||||
MILHO | Capim-colchão (Digitária sanguinalis | Até 1 perfilho | 2,0 | Aplicação Terrestre 100 a 300 | Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim- colchão e capim-marmelada. Para as demais infestantes, aplicar quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Para aplicação no sistema Plantio Direto: aplicar em área total em pré-semeadura da cultura, em pós- emergência das plantas infestantes. Efetuar uma única aplicação por ciclo da cultura. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 2 a 4 folhas | ||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Carrapicho-de- carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia) | |||||
Carrapicho- rasteiro (Acanthospermum australe) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Malva-branca (Sida cordifolia) |
CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | ESTÁDIO DAS PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
MILHO GENETICAMENTE MODIFICADO (Resistente ao Glufosinato de Amonio) | Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica) | Estádio mediano das plantas infestantes | 3 perfilhos | 2,5 a 3,0 | Aplicação Terrestre 100 a 300 Aérea 20 a 50 | Aplicar o VERSION em pós- emergência da cultura do Milho Resistente ao Glufosinato de amonio e das plantas infestantes observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas infestantes e considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. Pode-se aplicar VERSION a partir da germinação do Milho. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | ||||||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | 6 folhas | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | ||||||
Caruru (Amaranthus viridis) | ||||||
Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica) | Estádio pré-precoce das plantas infestantes | 3 folhas | 1,5 + 1,5 (aplicação sequencial) | |||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | ||||||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | 2 folhas | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | ||||||
Caruru (Amaranthus viridis) | ||||||
Capim-colchão (Digitária sanguinalis | Até 1 perfilho | 2,0 a 3,0 | ||||
Buva (Conyza bonariensis) | 2 a 4 folhas | |||||
Soja (Glycine max) | ||||||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | ||||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | ||||||
CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | ESTÁDIO DAS PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | Até 1 perfilho | 2,0 a 3,0 | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 2 a 4 folhas | ||||
NECTARINA PÊSSEGO | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Até 1 perfilho | 2,0 | Aplicação Terrestre 100 a 300 | Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão branco quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Capim-colchão e capim- marmelada, quando estiver com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 2 a 4 folhas | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
REPOLHO | Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 2 a 4 folhas | 1,5 | Aplicação Terrestre 100 a 300 | Realizar a aplicação quando as plantas infestantes apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Efetuar uma única aplicação por ciclo da cultura. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. |
Erva-de- passarinho (Stellaria media) | |||||
Erva-de-bicho (Polygonum persicaria) | |||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||||
Mentruz (Coronopus didymus | 2,0 |
CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | ESTÁDIO DAS PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
SOJA Em dessecação de pré-plantio | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Até 2 perfilhos | 2,5 | Aplicação Terrestre 100 a 300 Aérea 20 a 50 | Para aplicação no sistema Plantio Direto: aplicar em área total em pré-semeadura da cultura, em pós- emergência das plantas infestantes. Para o controle de capim-colchão e capim- marmelada, realizar o controle quando as plantas estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo, nabo, picão- preto, poaia, caruru e beldroega realizar o controle quando as plantas estiverem com até 4 folhas. Para o controle de trapoeraba realizar o controle quando as plantas estiverem com 2 a 4 folhas. Para o controle do trigo, aveia, cevada, azevem, centeio, e triticale realizar o controle quando as plantas estiverem até 2 perfilhos. Para o controle da soja realizar o controle quando as plantas infestantes estiver com 2 a 4 folhas. Para capim amargoso, capim carrapicho e capim-camalote realizar o controle quando as plantas infestantes estiverem até 3 perfilhos. Para carrapicho de carneriro até 4 folhas. Para Buva utilizar a maior dose quando mais de 50% da planta infestante Buva estiver maior que 10 cm de altura e a menor dose quando a planta infestante estiver com até 8 folhas. Efetuar uma única aplicação por ciclo da cultura. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. |
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 2 a 4 folhas | ||||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Poaia (Richardia brasiliensis) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 2 a 4 folhas | ||||
Trigo (Triticum aestivum) | Até 2 perfilhos | 3,0 | Aplicação Terrestre 100 a 300 Aérea 20 a 50 | ||
Aveia (Avena sativa) | |||||
Cevada (Hordeum vulgare) | |||||
Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
Centeio (Secale cereale) | |||||
Triticale (Triticum secale) | |||||
Soja (Glycine max) | 2 a 4 folhas | 2,0 | |||
Capim amargoso (Digitaria insularis) | Até 3 perfilhos | 2,5 - 3,0 | |||
Capim carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-camalote |
CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | ESTÁDIO DAS PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
(Rotboellia exaltata) | |||||
Carrapicho-de- carneiro (Acanthospermum hispidum) | Até 4 folhas | ||||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | Até 8 folhas | ||||
Buva (Conyza bonariensis) | 1,5 a 2,5 | ||||
SOJA Em dessecação de pré- colheita | Uso para dessecação | 10 dias antes da colheita | 2.0 | Aplicação Terrestre 100 a 300 Aérea 20 a 50 | Aplicar 10 dias antes da colheita na dose de 2,0. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. |
SOJA GENETICAMENTE MODIFICADA (Resistente ao glufosinato de amônio) | Capim- marmelada (Brachiaria plantaginea) | Até 1 perfilho | 2,0 a 3,5 | Aplicação Terrestre 100 a 300 | Aplicar na pós-emergência da cultura e das plantas infestantes observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas infestantes considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Aplicar a partir da germinação da soja. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 12 a 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 3,5 L p.c./ha, de acordo com as recomendações de uso e nas situações em que ocorram novos fluxos de germinação de plantas infestantes na área. Fazer no máximo duas aplicações de VERSION por safra de soja. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais |
Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Capim-camalote (Rottboellia exaltata) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 2 a 4 Folhas | ||||
Buva (Conyza bonariensis) |
CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | ESTÁDIO DAS PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica) | Até 1 perfilho | 2,5 a 3,5 | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 2 a 4 Folhas | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Soja ENLIST | Capim- amargoso (Digitaria insularis) | 1 a 2 perfilhos | 2,5 a 3,0 | Aplicação Terrestre 100 a 300 | Aplicar na pós emergência da cultura e das plantas infestantes, observando-se o estádio precoce de desenvolvimento destas. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||||
Buva (Conyza bonariensis) | 2 a 4 folhas | ||||
TRIGO Em dessecação de pré- plantio | Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | Até 1 perfilho | 2,0 | Aplicação Terrestre 100 a 300 Aplicação aérea 20 a 50 | Aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Guanxuma deve ter até 4 folhas. Para o controle da buva oriunda de sementes, realizar a aplicação na dose de 1,5 a 2,0 L/ha quando as plantas infestantes estiverem com até 2 folhas. Para o controle das |
Capim-pé-de- galinha (Eleusine indica) | |||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Arroz (Oryza sativa) |
CULTURA | PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | ESTÁDIO DAS PLANTAS INFESTANTES | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Picão-preto (Bidens pilosa) | 2 a 4 folhas | gramíneas como o capim- amargoso, aplicar sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Efetuar uma única aplicação por ciclo da cultura. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | |||
Guanxuma (Sida cordifolia) | |||||
Buva (Conyza bonariensis) | 1,5 a 2,0 | ||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | Até 1 perfilho | 2,0 | |||
TRIGO EM dessecação de pré-colheita | USO PARA DESSECAÇÃO | 1,75 | Aplicação Terrestre 100 a 300 | Para dessecação de pré-colheita: Aplicar o produto na dessecação numa única pulverização. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura). Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. | |
UVA | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Até 1 perfilho | 2,0 | Aplicação Terrestre 100 a 300 | Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. Picão-preto, picão-branco e caruru devem ter até 4 folhas. Capim-marmelada deve ter até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Efetuar uma única aplicação por ciclo da cultura. Utilizar espalhante adesivo na dose recomendada pelo fabricante. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100L/ha. |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 2 a 4 folhas | ||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Utilizar a maior dose quando mais de 50% da planta infestante Buva estiver maior que 10 cm de altura.
O controle de plantas durante o outono-inverno, é uma das ferramentas que devem ser utilizadas para o manejo da resistência aos herbicidas pós-emergentes, uma vez que o sucesso desta aplicação está vinculado à diminuição do banco de sementes das invasoras.
MANEJO OUTONAL NA CULTURA DO MILHO | |||
PLANTAS INFESTANTES Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto Comercial (L/ha) | VOLUME DE CALDA terrestre (L/ha) | NÚMERO, ÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO |
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 2,5 a 3,5* | Aplicação Terrestre 100 a 200 | Realizar 1 aplicação pós- emergência das plantas daninhas, observando-se o estádio precoce, com estas até 2 perfilhos, em pós- colheita, no manejo outonal das áreas a serem semeadas posteriormente. Utilizar espalhante adesivo, óleo vegetal ou mineral, na dose recomendada pelo fabricante. |
Azevem (Lolium multiflorum) | Aplicação em pós-emergência das plantas daninhas (aplicação única), com intervalo de 30 dias, antes da semeadura. | ||
(*) Utilizar a dose de 0,5 L/ha de adjuvante.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Banana | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Batata | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Café | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Cevada | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Citros | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Eucalipto | Pteridium aquilinum | pluma-grande, samambaia, samambaia-das-taperas | Ver detalhes |
| Feijão | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Grão-de-bico | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Lentilha | Dessecação da Cultura | Ver detalhes | |
| Maçã | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Milho | Digitaria sanguinalis | capim-colchão (2), capim-das-roças (2), milhã (1) | Ver detalhes |
| Milho OGM | Amaranthus deflexus | bredo (2), bredo-rasteiro, caruru (1) | Ver detalhes |
| Nectarina | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Pessego | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Repolho | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Soja | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Soja OGM | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Uva | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
Para aplicação em jato dirigido, utilizar bicos com indução de ar, ou cônico cheio, visando a produção de gotas grossas a extremamente grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na área, conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até metade de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Após despejar todo o conteúdo do produto no preparo da calda, deve-se fazer a adição de água dentro de cada embalagem para garantir que todo produto seja usado na pulverização e facilite a etapa seguinte de tríplice lavagem. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por litro de produto a ser adicionado no pré- misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.
Condições meteorológicas:
Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo:
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada;
Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Alface....................................................................................................................... | 7 dias |
Banana..................................................................................................................... | 10 dias |
Batata...................................................................................................................... | 10 dias |
Café......................................................................................................................... | 20 dias |
Cana-de-açúcar (dessecante) ...................................................................................... | 14 dias |
Cevada (dessecante) ................................................................................................. | 7 dias |
Citros....................................................................................................................... | 40 dias |
Ervilha..................................................................................................................... | 5 dias |
Eucalipto................................................................................................................... | UNA |
Feijão, feijão-mungo, feijão-guandu, feijão-caupi, feijão-fava, feijão-vagem. .................... | 5 dias |
Grão-de-bico............................................................................................................. | 5 dias |
Lentilha ................................................................................................................... | 5 dias |
Maçã........................................................................................................................ | 7 dias |
Milho....................................................................................................................... | (1) |
Milho geneticamente modificado ................................................................................. | 50 dias |
Nectarina.................................................................................................................. | 7 dias |
Pêssego.................................................................................................................... | 7 dias |
Repolho.................................................................................................................... | 7 dias |
Soja......................................................................................................................... | 10 dias |
Soja geneticamente modificada ................................................................................... | 60 dias |
Soja Enlist ................................................................................................................ | 60 dias |
Trigo........................................................................................................................ | (1) |
Trigo (dessecante) .................................................................................................... | 7 dias |
Uva........................................................................................................................ | 7 dias |
UNA – Uso não alimentar
(1) – Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego.
Recomenda-se aguardar o completo secamento do produto sobre as folhas das culturas tratadas. Aguardar pelo menos 24 horas.
Evitar, sempre que possível, que as pessoas alheias ao trato com a cultura e animais domésticos circulem pela área tratada.
Recomendamos para o controle das Plantas Infestantes as seguintes instruções abaixo:
CULTURA | Plantas infestantes | DOSES DE PRODUTO COMERCIAL | Nº DE APLICAÇÕES | ÉPOCA e INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||||
Picão-preto (Galinsoga parviflora) | |||||
Alface | 1,5 L/ha + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | As aplicações devem ser realizadas na pós- emergência das plantas infestantes quando estas estiverem com 2 a 4 folhas, em jato dirigido, evitando atingir a cultura. Recomenda-se proteger as plantas de alface com copinhos plásticos. | Terrestre: 350 L/ha (Jato dirigido) | |
Erva-de-bicho (Polygonum aviculare) | |||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||||
Erva-de-passarinho (Stellaria media) | |||||
Soliva (Soliva anthemifolia) | 2,0 L/ha + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | ||||
Algodão | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,0 L/ha + 0,2 % v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Para controle das plantas daninhas, aplicar em jato dirigido na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura. | Terrestre: 350 L/ha (Jato dirigido) |
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) |
CULTURA | Plantas infestantes | DOSES DE PRODUTO COMERCIAL | Nº DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ÉPOCA e INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada e capim-massambará, realizar a aplicação no início do perfilhamento. Para carrapicho-de-carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru-rasteiro, picão-preto e fedegoso, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. | ||||
Capim-massambará (Sorghum halepense) | |||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Fedegoso (Chenopodium album) | |||||
Banana | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 2,0 L/ha + 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | As aplicações devem ser realizadas em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas de folha larga estiverem com 2 a 6 folhas, e as de folha estreita com até 1 perfilho. | Terrestre: 500 L/ha (Jato dirigido) |
Capim-guaçu (Paspalum conspersum) | |||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
Quebra-pedra (Phyllanthus tenellus) | |||||
Crepis (Crepis japônica) | |||||
Macela-branca (Gnaphalium spicatum) | |||||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||||
Sete-sangrias (Cuphea carthagenensis) | |||||
Erva-cará (Dioscorea batatas) | |||||
Batata | Caruru (Amatanthus viridis) | 2,0 L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Recomenda-se realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas e as gramíneas (capim-colchão e capim- carrapicho) com até 1 perfilho. | Terrestre: 350 L/ha (Barra e costal) |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) |
CULTURA | Plantas infestantes | DOSES DE PRODUTO COMERCIAL | Nº DE APLICAÇÕES | ÉPOCA e INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | |||||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Uso para dessecação (Batata para consumo) | 2,0 L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Recomenda-se aplicar o produto, sobre as ramas da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba, picão-preto e guanxuma-branca com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. | Terrestre: 350 L/ha (Barra e costal) | |
Café | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 2,0 L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela- branca, mentrasto, caruru e beldroega, aplicar quando estas estiverem com até 4 folhas. | Terrestre: 350 L/ha (Jato dirigido) |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Buva (Conyza bonariensis) | |||||
Macela-branca (Gnaphalium spicatum) | |||||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Café | Guanxuma (Sida rhombifolia) | 3,0 L/ha + 0,4% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Em Guanxuma aplicar com até 6 folhas e guanxuma-branca de 2 a 4 folhas. Em capim-marmelada e capim-colchão, até a fase de início do perfilhamento (até 2 perfilho). | Terrestre: 450 L/ha (Jato dirigido) |
Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | 2,0 L/ha + 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 500 L/ha (Jato dirigido) | |||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,5 L/ha + 0,4% v/v de óleo vegetal ou mineral | Terrestre: 450 L/ha (Jato dirigido) | |||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) |
CULTURA | Plantas infestantes | DOSES DE PRODUTO COMERCIAL | Nº DE APLICAÇÕES | ÉPOCA e INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
Cana-de- açúcar | Uso para Dessecação | 4,0 L/ha + 0,25% v/v de óleo vegetal | 1 | Com o objetivo de facilitar a desfolha da cana-de-açúcar durante a colheita, deve-se realizar uma única aplicação sobre as folhas da cana-de-açúcar na pré-colheita quando a cultura se encontrar no final do estádio de desenvolvimento vegetativo e antes da emissão da inflorescência. De acordo com a programação de colheita, deve-se aplicar WEEDSTOP com 21 a 28 dias antes da colheita da cana-de-açúcar. | Aérea: 30 - 40 L/ha |
Cevada | Uso para Dessecação | 1,75 L/ha + 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Aplicar o produto na dessecação numa única pulverização a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de cevada estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura). | Terrestre: 200 L/ha (Barra e costal) |
Citros | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, capim-colchão aplicar quando as plantas estiverem com 2 perfilhos. Em capim-amargoso, capim-carrapicho e capim-pé-de-galinha aplicar quando as plantas daninhas estiverem com até 1 perfilho. Em guanxuma, carrapicho-de-carneiro, picão-preto e amendoim-bravo, aplicar quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. | Terrestre: 350 L/ha (Jato dirigido) |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Citros | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 2,0 L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo. Em trapoeraba, maria-gorda, falsa-serralha e malva-branca, aplicar quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. | Terrestre: 350 L/ha (Jato dirigido) |
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | |||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||||
Eucalipto | Samambaia (Pteridium aquilinum) | 2,0 L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Realizar a aplicação em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, na pós-emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem em vegetação plena. O controle da Samambaia deve ser realizado com até 20 cm, e o Capim-gordura quando tiver até 4 perfilhos. As demais plantas daninhas, quando estiverem com até 8 folhas. | Terrestre: 350 L/ha (Jato dirigido) |
Capim-gordura (Melinis minutiflora) | 4,0 L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | ||||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||||
Cambará (Lantana camara) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) |
CULTURA | Plantas infestantes | DOSES DE PRODUTO COMERCIAL | Nº DE APLICAÇÕES | ÉPOCA e INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||||
Buva (Conyza bonariensis) | |||||
Unha-de-vaca (Bauhinia variegata) | |||||
Arranha-gato (Acacia plumosa) | |||||
Jurubeba (Solanum paniculatum) | |||||
Capim-colonião (Panicum maximum) | |||||
Vassourinha-botão (Spermacoce verticillata) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Gervão (Stachytarpheta cayennensis) | |||||
Feijão | Uso para Dessecação (Feijão de consumo) | 1,8 L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Realizar a aplicação quando a cultura apresentar aproximadamente 50 % das vagens secas. | Terrestre: 350 L/ha (Barra e costal) Aérea: 30 – 40 L/ha |
Uso para Dessecação (Feijão para sementes) | 2,0 L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Realizar a aplicação quando a cultura apresentar aproximadamente 70 % das vagens secas. | ||
Maçã | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | A aplicação deve ser dirigida na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Realizar a aplicação em capim-colchão, azevém e capim-marmelada com até 1 perfilho, as demais plantas daninhas devem ser controladas quando estiverem com 2 a 4 folhas ou de 5 a 10 cm. | Terrestre: 350 L/ha (Jato dirigido) |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) |
CULTURA | Plantas infestantes | DOSES DE PRODUTO COMERCIAL | Nº DE APLICAÇÕES | ÉPOCA e INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Picão-preto (Galinsoga parviflora) | |||||
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Poaia (Richardia brasiliensis) | |||||
Trevo (Oxalis oxyptera) | |||||
Milho | Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | 1,5 a 2,0 L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal e mineral | 1 | A aplicação deve ser realizada em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Para o controle do capim-colchão e do capim-marmelada deve-se aplicar o produto no início do perfilhamento (até 1 perfilho). Para as demais daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. | Terrestre: 350 L/ha (Jato dirigido) |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia) | |||||
Carrapicho-rasteiro (Acanthopermum australe) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||||
Nectarina | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal | 1 | Recomenda-se aplicar o produto em jato dirigido sem atingir a cultura. | Terrestre: 350 L/ha |
CULTURA | Plantas infestantes | DOSES DE PRODUTO COMERCIAL | Nº DE APLICAÇÕES | ||
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ÉPOCA e INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA | |||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | ou mineral | Para o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão-branco aplicar o produto quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas e para capim-colchão e capim- marmelada, aplicar o produto quando estiverem com até 1 perfilho. | (Jato dirigido) | ||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Picão-preto (Galinsoga parviflora) | |||||
Pêssego | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Recomenda-se aplicar o produto em jato dirigido sem atingir a cultura. Para o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão-branco aplicar o produto quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas e para capim-colchão e capim- marmelada, aplicar o produto quando estiverem com até 1 perfilho. | Terrestre: 350 L/ha (Jato dirigido) |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Picão-preto (Galinsoga parviflora) | |||||
Repolho | Picão-preto (Galinsoga parviflora) | 1,5 L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | O produto deve ser aplicado quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Para maior segurança pode-se proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). | Terrestre: 350 L/ha (Jato dirigido) |
Erva-de-passarinho (Stellaria media) | |||||
Erva-de-bicho (Polygonum persicaria) | |||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||||
Mentruz (Coronopus didymus) | 2,0 L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | ||||
Soja | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,5 L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Plantio Direto: Aplicar na fase de pré- semeadura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. Para o controle de capim-colchão e capim- marmelada, realizar o controle quando as plantas estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo, nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega realizar o controle quando as plantas estiverem com 2 | Terrestre: 350 L/ha (Barra e costal) |
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) |
CULTURA | Plantas infestantes | DOSES DE PRODUTO COMERCIAL | Nº DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ÉPOCA e INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Poaia (Richardia brasiliensis) | a 6 folhas. Para o controle de trapoeraba realizar o controle quando as plantas estiverem com 2 a 4 folhas. | ||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Soja | Trigo (Triticum aestivum) | 3,0 L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Plantio Direto: Aplicar na fase de pré- semeadura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. Para o controle de trigo, aveia,cevada, centeio, triticale e azevém, realizar o controle quando as plantas estiverem com até 2 perfilhos. | Terrestre: 350 L/ha (Barra e costal) |
Aveia (Avena sativa) | |||||
Cevada (Hordeum vulgare) | |||||
Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
Centeio (Secale cereale) | |||||
Triticale (Triticum secale) | |||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 2,5 a 3,0 L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Plantio Direto: Aplicar na fase de pré- semeadura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. Para o controle da buva e da erva-quente realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 12 cm de altura ou até 8 folhas. Para carrapicho-de-carneiro quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Para capim-amargoso, capim-carrapicho e capim-camalote, realizar a aplicação sobre as plantas daninhas oriundas de sementes até o estádio de desenvolvimento de 3 perfilhos. | Terrestre: 350 L/ha (Barra e costal) | |
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-camalote (Rotboellia exaltata) | |||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | |||||
Buva (Conyza bonariensis) | |||||
Uso para dessecação | 2,0 L/ha + 0,7 (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral | 1 | Realizar a aplicação 10 dias antes da colheita. | Terrestre: 350 L/ha (Barra e costal) Aérea: 30 – 40 L/ha | |
Trigo | Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 2,0 L/ha + 0,2% v/v de óleo vegetal ou mineral | 1 | Aplicação no sistema Plantio Direto: Realizar a aplicação em área total na pré-semeadura da cultura e pós-emergência das plantas daninhas. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Picão-preto, Caruru, Guanxuma, Erva- quente e Soja devem ter até 4 folhas. Para o controle das gramíneas (capim- carrapicho, capim-pé-de-galinha, capim- colchão e arroz) aplicar o produto até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. | Terrestre: 350 L/ha (Barra e costal) |
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Arroz (Oryza sativa) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Guanxuma (Sida cordifolia) | |||||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||||
Soja (Glycine max) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) |
CULTURA | Plantas infestantes | DOSES DE PRODUTO COMERCIAL | Nº DE APLICAÇÕES | ÉPOCA e INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
Trigo | Buva (Conyza bonariensis) | 1,5 a 2,0 L/ha + 0,5 de óleo vegetal ou mineral | 1 | Aplicação no sistema Plantio Direto: Realizar a aplicação em área total na pré-semeadura da cultura e pós-emergência das plantas daninhas. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Para o controle da buva oriunda de sementes, realizar a aplicação quando as plantas estiverem com até 2 folhas. Para o controle do capim-amargoso, aplicar o produto até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. | Terrestre: 200 L/ha (Barra e costal) |
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 2,0 L/ha + 0,5 de óleo vegetal ou mineral | ||||
Uso para dessecação (pré-colheita) | 1,75 L/ha + 0,5 (0,25% v/v) de óleo vegetal ou mineral | 1 | Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura). | Terrestre: 200 L/ha (Barra e costal) | |
Uva | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 L/ha + 0,7 (0,2% v/v) de óleo vegetal ou mineral | 1 | Realizar a aplicação em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. Picão-preto, picão-branco e caruru devem ter de 2 a 4 folhas e Capim- marmelada deve ter até 1 perfilho. | Terrestre: 350 L/ha (Jato dirigido) |
Picão-preto (Galinsoga parviflora) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Picão-preto Bidens pilosa) |
Recomendamos para o controle das Plantas Infestantes nas culturas Geneticamente Modificadas as seguintes instruções abaixo:
CULTURAS | Plantas infestantes | DOSES DE PRODUTO COMERCIAL | Nº DE APLICAÇÕES | ÉPOCA e INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
Nome comum (Nome científico) | |||||
Algodão | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 – 2,5 L/ha + 0,25% v/v (0,5 L/ha) de óleo vegetal ou mineral | 2 | As aplicações devem ser realizadas na pós- emergência da cultura e das plantas daninhas. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias entre as aplicações, na dose de 2,0 a 2,5 L p.c./ha. Para uma única aplicação utilizar a dosagem de 3,0 a 3,5 L p.c./ha, sempre observando o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas. | Terrestre: 100-200 L/ha (Costal e Barra) Aérea: 30 – 40 L/ha |
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Carrapicho-de- carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | |||||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 3,0 – 3,5 L/ha + 0,25% v/v (0,5 L/ha) de óleo vegetal ou mineral | 1 | |||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Carrapicho-de- carneiro |
(Acanthospermum hispidum) | |||||
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | |||||
Erva-quente (Borreria latifólia) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 2,0 – 3,5 L/ha + 0,25% v/v (0,5 L/ha) de óleo metilado de soja | 2 | |||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Buva (Conyza bonariensis) | |||||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | |||||
Soja voluntária (Glycine max) | |||||
Milho voluntário (Zea mays) | |||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,5 – 3,5 L/ha + 0,25% v/v (0,5 L/ha) de óleo vegetal | ||||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||||
Milho | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,5 – 3,0 L/ha | 1 | Aplicação única: Recomenda-se a aplicação do produto na pós-emergência da cultura, utilizando a dose de 2,5 a 3,0 L/ha. Observando sempre o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas. Para capim-pé-de-galinha e capim-marmelada aplicar quando estiverem com 3 perfilho e para Leiteiro, corda-de-viola e caruru aplicar quando estiverem com 6 folhas. Aplicação sequencial: Recomenda-se a aplicação do produto na pós-emergência da cultura, utilizando a dose de 1,5 a 1,5 L/ha. A primeira aplicação quando o milho estiver com 3 a 4 folhas e a segunda aplicação quando estiver com 5 a 6 folhas. Observar o estádio das plantas daninhas. Leiteiro, corda- de-viola, caruru com 2 folhas e capim-pé-de- galinha e capim-marmelada com 3 folhas. Para as demais plantas daninhas realizar as aplicações no estádio precoce de desenvolvimento. Para Capim-colchão e capim-amargoso até 1 perfilho e para Buva, soja voluntária, caruru-rasteiro, corda-de-viola e trapoeraba de 2 a 4 folhas. Recomenda-se para a aplicação sequencial um intervalo de 10 dias entre as aplicações. | Terrestre: 100-200 L/ha (Costal e Barra) Aérea: 30 – 40 L/ha |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | |||||
Caruru (Amaranthus hibridus) | |||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 1,5 + 1,5 L/ha (aplicação sequencial) | 2 | |||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | |||||
Caruru (Amaranthus hibridus) | |||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 2,0 – 3,0 L/ha + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo vegetal ou mineral | 1 | |||
Buva (Conyza bonariensis) | |||||
Soja voluntária (Glycine max) | |||||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Soja | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 – 3,5 L/ha + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo | 2 | Aplicar o WEEDSTOP em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 | Terrestre: 100-200 L/ha (Barra) |
Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
Capim-amargoso |
(Digitaria insularis) | metilado de soja | folhas para as dicotiledôneas (picão-preto, buva, leiteiro, corda-de-viola, caruru-de- mancha e trapoeraba) e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas (Capim-marmelada, azevém, capim-amargoso, capim-colchão, capim-camalote e capim-pé-de-galinha). Pode-se aplicar WEEDSTOP a partir da germinação da soja. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 12 a 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 3,5 L p.c./ha, de acordo com as recomendações de uso e nas situações em que ocorram novos fluxos de germinação de plantas daninhas na área. | |||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Capim-camalote (Rotboelia exaltata) | |||||
Picão preto (Bidens pilosa) | |||||
Buva (Conyza bonariensis) | |||||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,5 – 3,5 L/ha + 0,25% v/v (0,5L/ha) de óleo metilado de soja | ||||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Algodão | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Zea mays | milho | Ver detalhes |
| Banana | Crepis japonica | barba-de-falcão, crepis | Ver detalhes |
| Batata | Ver detalhes | ||
| Café | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Ver detalhes | ||
| Cevada | Ver detalhes | ||
| Citros | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Acacia plumosa | acacia-de-espinho, arranha-gato (2), unha-de-gato (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Ver detalhes | ||
| Maçã | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Milho | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Milho OGM | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Nectarina | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Pessego | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Repolho | Stellaria media | centochio, erva-de-passarinho (2), esparguta (2) | Ver detalhes |
| Soja | Triticum secale | Triticale | Ver detalhes |
| Soja OGM | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Uva | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
Equipamento de aplicação terrestre:
Recomenda-se utilizar bicos do tipo leque, que proporcionem uma vazão adequada. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem a ocorrência de deriva:
Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ VMD;
Densidade de gotas: 20 gotas/cm²;
Pulverizador costal (manual ou motorizado):
Recomenda-se utilizar pulverizadores costais providos de pontas do tipo leque (jato plano), calibrados de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionadas para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobre posições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Para as hortaliças (alface e repolho), evitar que o produto tenha contato com a cultura, utilizar o “sistema de copinhos” cobrindo as mudinhas com copinho plástico, para protege- las da ação herbicida do produto.
Pulverizador tratorizado de barra:
Recomenda-se utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, providos de pontas de pulverização hidráulicas, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados. A altura da barra com relação ao alvo deve ser a mesma em toda a extensão da área a ser pulverizada, devendo esta ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura, assim permitindo uma boa cobertura das plantas. Ajustar a
velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda de forma a produzir gotas de tamanho médio a grossas.
Aplicação em jato dirigido:
Utilizar pulverizador costal, autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido à entrelinha, sobre as plantas daninhas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura das plantas daninhas, sem atingir a cultura. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Aplicação aérea:
Recomenda-se utilizar aeronaves agrícolas equipadas com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume mínimo 30-40L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa. Ex. Bicos da série D D6 a D10 ou bicos leque;
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação. Observações locais devem ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por deriva.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático
Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
A altura de vôo deve ser ajustado em função da velocidade do vento. Se o vento tender para velocidades maiores, reduzir a altura de vôo, se o vento tender para velocidades menores, aumentar a altura de vôo.
Condições climáticas ideais: Temperatura ideal entre 10 a 30ºC; Umidade relativa mínima de 55% e velocidade do vento entre 3 a 10 km/h.
Deve-se encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar WEEDSTOP na dose recomendada e acrescentar o óleo mineral, vegetal ou o metilado de soja. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante todo o preparo e durante a aplicação do produto, para manter homogênea a calda de pulverização.
Recomenda-se realizar a limpeza dos equipamentos de pulverização imediatamente após a aplicação de WEEDSTOP, evitando que resíduos secos fiquem presos às paredes, filtros, tubos e instalações de condução de líquidos do tanque.
Para realizar a limpeza das partes condutoras do líquido de pulverização seguir as recomendações descritas abaixo:
Esvazie o equipamento de pulverização por completo no campo recém-pulverizado.
Desmonte a sucção, linha de pressão e filtros do bocal e limpe bem com água.
Encha o equipamento de pulverização a 10% da capacidade do tanque e agite bem (recomenda-se um bocal de limpeza giratório).
Realize o descarte do líquido em local apropriado.
Repita as etapas 3 e 4 para o segundo enxágue.
Inspecione os filtros novamente e limpe-os se estiverem presentes depósitos visíveis.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
Diâmetro das gotas:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento
de desgaste e vazamentos.
Ventos:
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0
km/h e não ultrapassar 10 km/h. Temperatura e Umidade:
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a
umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a
fim de evitar a evaporação.
Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de
uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
CULTURA | DIAS |
Alface | 07 |
Algodão | 28 |
Algodão geneticamente modificado | 116 |
Banana | 10 |
Batata (pós-emergência e dessecante) | 10 |
Café | 20 |
Cana-de-açúcar (Dessecante) | 14 |
Cevada (Dessecante) | 07 |
Citros | 40 |
Eucalipto | UNA |
Feijão (Dessecante) | 05 |
Maçã | 07 |
Milho | (1) |
Milho geneticamente modificado | 50 |
Nectarina | 07 |
Pêssego | 07 |
Repolho | 07 |
Soja (pós-emergência) | 10 |
Soja (dessecante) | 08 |
Soja geneticamente modificada | 50 |
Trigo (pós-emergência) | (1) |
Trigo (Dessecante) | 07 |
Uva | 07 |
(1)Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego UNA – Uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | PLANTAS DANINHAS CONTROLADAS | DOSE (g/ha) | |
Produto Comercial | Ingrediente Ativo | ||
Arroz irrigado | Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 3,3 | 2,0 |
Sagitária (Sagittaria montevidensis) | |||
Aguapé (Heteranthera reniformis) | |||
Picão-Preto (Bidens pilosa) | |||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||
Rubim (Leonurus sibiricus) | |||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||
Nabiça (Raphanus sativus) | |||
Arroz | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 3,3 | 2,0 |
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | 4,0 | 2,4 | |
Aveia branca | Nabo (Raphanus raphanistrum) | 3,3 a 4,0 | 2,0 a 2,4 |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | 4,0 | 2,4 | |
Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 3,3 | 2,0 | |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||
Rubim (Leonurus sibiricus) | |||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||
Nabiça (Raphanus sativus) | |||
CULTURAS | PLANTAS DANINHAS CONTROLADAS | DOSE (g/ha) | |
Produto Comercial | Ingrediente Ativo | ||
Aveia preta | Nabo (Raphanus raphanistrum) | 3,3 a 6,6 | 2,0 a 4,0 |
Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 3,3 | 2,0 | |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||
Rubim (Leonurus sibiricus) | |||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||
Nabiça (Raphanus sativus) | |||
Café | Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 6,0 a 10,0 | 3,6 a 6,0 |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Cana-de- açúcar (1) | Mussambê (Cleome affinis) | 30,0 | 18,0 |
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Guanxuma (Sida cordifolia) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Cana-de- açúcar (2) | Beldroega (Portulaca oleracea) | 30,0 | 18,0 |
Cana-de- açúcar (Pós- emergência da cultura) | Beldroega (Portulaca oleracea) | 8,0 a 15,0 | 4,8 a 9,0 |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 10,0 a 15,0 | 6,0 a 9,0 | |
Cevada | Nabo (Raphanus raphanistrum) | 3,3 a 6,6 | 2,0 a 4,0 |
Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 3,3 | 2,0 | |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||
Rubim (Leonurus sibiricus) | |||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||
Nabiça (Raphanus sativus) | |||
Centeio | Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 3,3 | 2,0 |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||
Rubim | |||
CULTURAS | PLANTAS DANINHAS CONTROLADAS | DOSE (g/ha) | |
Produto Comercial | Ingrediente Ativo | ||
(Leonorus sibiricus) | |||
Picão-branco (Leonurus sibiricus) | |||
Nabiça (Raphanus sativus) | |||
Citros Coco Dendê | Picão-preto (Bidens pilosa) | 6 a 10 | 3,6 a 6 |
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Trigo | Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | 4,0 | 2,4 |
Orelha-de-urso (Stachys arvensis) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Rubim (Leonorus sibiricus) | 3,3 a 6,6 | 2,0 a 4,0 | |
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||
Alfinete-da-terra (Silene gallica) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Estelária (Stellaria media) | |||
Gorga (Spergula arvensis) | |||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | 6,6 | 4,0 | |
Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 3,3 | 2,0 | |
Triticale | Nabo (Raphanus raphanistrum) | 3,3 a 6,6 | 2,0 a 4,0 |
Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 3,3 | 2,0 | |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||
Rubim (Leonurus sibiricus) | |||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||
Nabiça (Raphanus sativus) | |||
Manejo de inverno (pré- semeadura do trigo em área | Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | 4,0 | 2,4 |
Serralha verdadeira (Sonchus oleraceus) | |||
CULTURAS | PLANTAS DANINHAS CONTROLADAS | DOSE (g/ha) | |
Produto Comercial | Ingrediente Ativo | ||
de "Sistema de Plantio Direto") | Estelária (Stellaria media) | ||
Losna-Branca (Parthenium hysterophorus) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
PASTAGENS | PLANTAS DANINHAS CONTROLADAS | DOSE (g/ha) | |
Produto Comercial | Ingrediente Ativo | ||
Brachiaria decumbens | Gervão-branco (Croton glandulosos) | 6,6 | 4,0 |
Brachiaria humidicola | Guanxuma (Sida rhombifolia) | 10,0 a 13,3 | 6,0 a 8,0 |
Brachiaria brizantha | |||
Nota:1 Quilo de produto comercial contém 600 gramas de metsulfurom-metílico.
Realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem entre os estádios de 2 a 4 folhas e quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento). Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%).
Realizar a aplicação no perfilhamento da cultura para o controle das plantas daninhas no estádio de 2 a 4 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%).
Realizar aplicações no estádio de perfilhamento da cultura. Aplicar as doses de 3,3 a 4 g/ha de WIKING 600 WG para o controle de Nabo, Picão branco e Picão preto, no estádio de 2 a 4 folhas. Aplicar a dose mais elevada quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento (até 4 folhas) e/ou com populações maiores de plantas daninhas. Para o controle da Língua de Vaca, no estádio de 2 a 4 folhas, utilizar a dose de 4,0 g/ha de WIKING 600 WG. Para Língua-de-vaca aplicar somente em plântulas originárias de sementes até o estádio de 4 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 ml/100 L de calda (0,1% v/v).
Para o controle das plantas daninhas Mussambê, Beldroega e Guanxuma, aplicar 30 g/ha de WIKING 600 WG em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas, em condições de solo de textura leve.
Para o controle da planta daninha Beldroega, em condições de solo médio, aplicar 30 g/ha de WIKING 600 WG em pré-emergência da cultura e da planta daninha.
Para o controle de plantas daninhas na cultura de trigo, aplicar as doses de 3,3 a 6,6 g/ha de WIKING 600 WG para Alfinete da Terra, Estelaria, Gorga, Nabo, Picão Preto, Picão Branco, Rubim e Losna Branca e 4,0 g/ha para Falsa Serralha, Orelha de Urso e Amendoim Bravo. Aplicar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento e/ou com populações maiores de plantas daninhas. Para o controle da Língua-de-vaca utilizar a dose de 6,6 g/ha de WIKING 600 WG. Para Língua-de-vaca aplicar somente em plântulas originárias de sementes. As aplicações de WIKING 600 WG devem ser feitas quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%).
Para o controle do Nabo, aplicar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. WIKING 600 WG pode ser aplicado quando a aveia preta, cevada e triticale estiverem entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e emborrachamento, e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%).
Para controle de Picão-preto, aplicar as doses de 6,0 a 10,0 g/ha de WIKING 600 WG. Recomenda-se aplicar em pós-emergência da planta daninha, em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. WIKING 600 WG deve ser aplicado com óleo mineral emulsionável na proporção de 0.3 a 0.5% v/v.
Em áreas de adoção do "Sistema de Plantio Direto", o controle de plantas daninhas presentes deve ser realizado antes do plantio ou pré-semeadura do trigo. WIKING 600 WG possui seletividade à cultura do trigo, portanto não causará dano às plântulas em emergência. WIKING 600 WG pode ser aplicado entre 3 e 20 dias antes do plantio. Aplicado 3 dias antes do plantio para que o efeito de sua ação possa ser observado e evite interferência causada pela plantadeira. Aplicado 20 dias antes do plantio para se evitar a reinfestação. WIKING 600 WG deve ser aplicado com óleo mineral emulsionável na proporção de 0.3 a 0.5% v/v.
Para o controle de Gervão-branco e Guanxuma, caso haja alta infestação, aplicar em área total, caso a infestação seja desuniforme em reboleiras ou manchas, aplicar em jato dirigido sobre as plantas infestantes. WIKING 600 WG deve ser aplicado com óleo mineral emulsionável na proporção de 0.5% v/v, quando as plantas infestantes estiverem em ativo crescimento vegetativo.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Sagittaria montevidensis | aguapé-de-flexa, flecha (2), sagitária (1) | Ver detalhes |
| Aveia Branca | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Aveia preta | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Café | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Cevada | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Pastagens | Croton glandulosus | gervão (3), gervão-branco (1), malva-vermelha | Ver detalhes |
| Trigo | Rumex obtusifolius | labaça, língua-de-vaca (2) | Ver detalhes |
| Triticale | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
Preparo da calda:
Iniciar colocando água no tanque do pulverizador até a ½ (metade) de sua capacidade com o agitador em movimento e adicionar o WIKING 600 WG. No caso de embalagens em frasco, recomenda-se uma pré-diluição em água antes da adição ao tanque do pulverizador. Após, adicionar mais água até ¾ (três quartos) da capacidade do tanque, antes de adicionar adjuvantes. Se houver necessidade de interromper a pulverização por algum tempo é aconselhável manter o agitador funcionando. Se esta interrupção for mais longa, é necessário reagitar a calda herbicida antes de reutilizá-la. Para prevenir problemas de acúmulo de resíduos no tanque do equipamento pulverizador, este deverá ser esvaziado o mais completamente possível, antes do preparo de nova calda herbicida.
APLICAÇÃO TERRESTRE
Utilizar volumes de 200 a 400 litros de calda/ha para pulverizador manual costal e 100 a 200 litros/ha para pulverizador tratorizado. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha.
Em aplicação por "Benzedura manual", em arroz irrigado, no sistema pré-germinado, quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento), WIKING 600 WG apresenta controle das plantas daninhas Sagittaria montevidensis e Heteranthera reniformis, no estágio de 2 a 4 folhas. O volume de calda de 30 litros/ha (3 mL/m²) deve ser aplicado na forma de jatos, com o auxílio de pulverizador costal sem o bico aspersor, ou de outro equipamento que permita uma distribuição uniforme. Manter continuamente uma lâmina de água, de cerca de 10 cm, até a fase de maturação da cultura.
APLICAÇÃO AÉREA
Permitida nas culturas de Arroz, Arroz irrigado, Aveia, Cana-de-açúcar, Centeio, Cevada, Citros, Coco, Dendê, Trigo e Triticale.
Aplicar através de aeronaves agrícolas equipadas com barra e dotadas de bicos tipo cônico (D9 ou D10, core 44 a 46) ou atomizadores de tela rotativa (MICRONAIR), altura de vôo 3 a 4 m sobre a cultura, largura da faixa de deposição efetiva: 15 m; diâmetro e densidade de gotas: 200 a 400 micra, 10 a 30 gotas/cm², volume de aplicação: 20 a 40 litros de calda/ha.
Devem ser respeitadas condições de velocidade do vento inferior a 10 km/hora, temperatura menor que 25ºC e umidade relativa maior que 70%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágüe completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros).
Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d'água, nascentes ou plantas úteis.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repita o passo 3.
Enxágüe completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica.
Volume: Use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível, considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores, de acordo com a pressão de trabalho adotada (ex.: XR Teejet).
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura.
QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE BICOS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS DE AUMENTAR A PRESSÃO.
Tipo de bico: Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível e que proporcione uma cobertura uniforme.
Orientação dos bicos: Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar, produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de bico.
Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder ¾ (75%) da asa ou do comprimento do motor - barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura de vôo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura aumentam o potencial de deriva.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
CULTURA | INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS) |
Arroz | 30 |
Arroz Irrigado | 30 |
Aveia | 31 |
Aveia preta | 10 |
Café | 30 |
Cana-de-açúcar | 90 |
Centeio | 30 |
Cevada | 15 |
Citros | 30 |
Coco | 30 |
Dendê | 30 |
Pastagem | 28 |
Trigo | 30 |
Triticale | 15 |
Manejo de inverno | Intervalo de Segurança não determinado |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
plantas infestantes através da absorção por folhas e raízes. Se transloca por toda a planta através do xilema e floema. Trata-se de um inibidor de ALS (acetolactase), uma enzima responsável pela síntese dos aminoácidos essenciais valina, leucina e isoleucina. O crescimento da planta é inibido poucas horas após a aplicação, mas os sintomas de injúria demoram alguns dias para aparecer. lnicialmente ocasiona o amarelecimento e morte da gema apical e posteriormente de toda a planta interferindo na divisão celular. Em algumas plantas ocorre o encurtamento dos entrenós, em outras o espessamento na base do caule. O sistema radicular se desenvolve pouco e há um encurtamento das raízes secundárias. Ocorre estagnação no desenvolvimento e a morte lenta das plantas infestantes sensíveis.
Cultura | Plantas infestantes Nome Comum (Nome Científico) | Dose Produto Comercial (g/ha) | Dose Ingrediente Ativo (g/ha) | Volume da Calda terrestre (L/ha) | Número, Época e Intervalo de Aplicação |
Abacate | Buva (Conyza bonariensis) | 5 a 10 | 3,0 a 6,0 | 100 - 300 | Aplicar quando as plantas infestantes estiverem em pós- emergência no estádio de 2 a 4 folhas, em aplicação dirigida na entrelinha da cultura até a projeção da copa desta. Utilizar a dose mais elevada quando as plantas infestantes apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com altas populações das ervas a serem controladas. Zartan deve ser aplicado com adjuvante óleo mineral emulsionável, na dose de 0,3 a 0,5%. Realizar uma única aplicação por ano. |
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 7 a 10 | 4,2 a 6,0 | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 6 a 10 | 3,6 a 6,0 | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Arroz Irrigado | Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 3,3 | 1,98 | 100 – 300 (aérea 20- 50) | Aplicar quando as plantas infestantes estiverem no estádio de 2 a 4 folhas e a cultura do arroz estiver no estádio de perfilhamento com 15 a 30 dias e cerca de 20 cm de altura. Usar adjuvante óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 litros (0,1%). Realizar uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||||
Rubim (Leonurus sibiricus) | |||||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) |
Café | Picão-preto (Bidens pilosa) | 6,0 a 10,0 | 3,6 a 6,0 | 100 – 300 | Aplicar quando as plantas infestantes estiverem em pós- emergência no estádio de 2 a 4 folhas, em aplicação dirigida na entrelinha da cultura até a projeção da copa desta. Utilizar a dose mais elevada quando as plantas infestantes apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com altas populações das ervas a serem controladas. Zartan deve ser aplicado com adjuvante óleo mineral emulsionável, na dose de 0,3 a 0,5% v/v. Realizar uma única aplicação por ano. |
Cana-de- açúcar (pré- emergência) | Beldroega (Portulaca oleracea) | 30,0 | 18,0 | 100 – 300 (aérea 20- 50) | Para o controle de plantas infestantes na cultura da cana- de-açúcar, pode-se realizar a aplicação em área total em cana-planta ou soca, em pré- emergência da cultura e das plantas infestantes na dose de 30 g p.c./ha, ou, em pós- emergência inicial da cana (4 folhas ou 20 cm) e das ervas infestantes com 2 a 4 folhas. Utilizar as maiores doses quando as plantas infestantes estiverem em estádios mais avançados de desenvolvimento e/ou com altas populações na área. Realizar uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 30,0 | 18,0 | |||
Cana-de- açúcar (pós- emergência) | Beldroega (Portulaca oleracea) | 8,0 a 15,0 | 4,8 a 9,0 | ||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 10,0 a 15,0 | 6,0 a 9,0 | |||
Citros | Picão-preto (Bidens pilosa) | 6,0 a 10,0 | 3,6 a 6,0 | 100 – 300 | Aplicar quando as plantas infestantes estiverem em pós- emergência no estadio de 2 a 4 folhas, em aplicação dirigida na entrelinha da cultura até a projeção da copa desta. Utilizar a dose mais elevada quando as plantas infestantes apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com altas populações das ervas a serem controladas. Realizar uma única aplicação por ano. |
Trapoeraba (Commelina benghalensis) |
Coco | Picão-preto (Bidens pilosa) | 6,0 a 10,0 | 3,6 a 6,0 | 100 - 300 | Aplicar quando as plantas infestantes estiverem em pós- emergência no estádio de 2 a 4 folhas, em aplicação dirigida na entrelinha da cultura até a projeção da copa desta. Utilizar a dose mais elevada quando as plantas infestantes apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com altas populações das ervas a serem controladas. Zartan deve ser aplicado com adjuvante óleo mineral emulsionável, na dose de 0,3 a 0,5%. Realizar uma única aplicação por ano. |
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Buva (Conyza bonariensis) | 5 a 10 | 3,0 a 6,0 | |||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 7 a 10 | 4,2 a 6,0 | |||
Dendê | Picão-preto (Bidens pilosa) | 6,0 a 10,0 | 3,6 a 6,0 | 100 - 300 | Aplicar quando as plantas infestantes estiverem em pós- emergência no estádio de 2 a 4 folhas, em aplicação dirigida na entrelinha da cultura até a projeção da copa desta. Utilizar a dose mais elevada quando as plantas infestantes apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com altas populações das ervas a serem controladas. Zartan deve ser aplicado com adjuvante óleo mineral emulsionável, na dose de 0,3 a 0,5%. Realizar uma única aplicação por ano. |
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Mamão | Buva (Conyza bonariensis) | 5 a 10 | 3,0 a 6,0 | 100 - 300 | Aplicar quando as plantas infestantes estiverem em pós- emergência no estádio de 2 a 4 folhas, em aplicação dirigida na entrelinha da cultura até a projeção da copa desta. Utilizar a dose mais elevada quando as plantas infestantes apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com altas populações das ervas a serem controladas. Zartan deve ser aplicado com adjuvante óleo mineral emulsionável, na dose de 0,3 a 0,5%. Realizar uma única aplicação por ano. |
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 7 a 10 | 4,2 a 6,0 | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 6 a 10 | 3,6 a 6,0 | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) |
Mandioca | Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 3,0 a 6,0 | 1,8 a 3,6 | 100 - 300 | Fazer a aplicação em área total após o manejo de poda invernal da cultura, antes da brotação desta e com as plantas infestantes em pós- emergência inicial de 2 a 4 folhas. Utilizar as maiores doses quando as plantas infestantes estiverem em estádios mais avançados de desenvolvimento e/ou com altas populações na área. Zartan deve ser aplicado com adjuvante óleo mineral emulsionável, na dose de 0,5%. Realizar uma única aplicação por ciclo da cultura. |
Buva (Conyza bonariensis) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Pastagens | Gervão-branco (Croton glandulosus) | 6,6 | 3,96 | 100 – 300 (aérea 20- 50) | Aplicar quando as plantas infestantes estiverem em crescimento vegetativo ativo, com a 2 a 6 folhas. Aplicar em área total quando as plantas infestantes estiverem disseminadas por toda a área ou em jato dirigido nas reboleiras ou manchas caso a infestação seja desuniforme. ZARTAN deve ser aplicado com o adjuvante óleo mineral emulsionável na proporção de 0,5% v/v. Realizar uma única aplicação por safra da cultura. |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 10 a 13,3 | 6,0 a 7,98 | |||
Aveia, Centeio, Cevada, Trigo e Triticale | Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 3,3 | 1,98 | 100 – 300 (aérea 20- 50) | Aplicar quando as plantas infestantes estiverem no estádio de 2 a 4 folhas e a cultura no estádio de pleno perfilhamento e emborrachamento, com cerca de 20 cm de altura. Usar adjuvante óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 litros (0,1%). Na aplicação de manejo de inverno em áreas de adoção do sistema de plantio direto, o controle de plantas infestantes presentes pode ser realizado na pré-semeadura da aveia, centeio, cevada, trigo e triticale. ZARTAN possui seletividade a estas culturas podendo ser aplicado entre 3 a 20 dias antes do plantio. |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||||
Rubim (Leonurus sibiricus) |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | Utilizar adjuvante óleo mineral emulsionável na proporção de 0,5% v/v. Realizar uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||
Aveia, Centeio, Cevada e Triticale | Nabiça (Raphanus sativus) | 3,3 | 1,98 | 100 – 300 (aérea 20- 50) | Aplicar quando as plantas infestantes estiverem no estádio de 2 a 4 folhas e a cultura no estádio de pleno perfilhamento e emborrachamento, com cerca de 20 cm de altura. Usar adjuvante óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 litros (0,1%). Na aplicação de manejo de inverno em áreas de adoção do sistema de plantio direto, o controle de plantas infestantes presentes pode ser realizado na pré-semeadura da aveia, centeio, cevada e triticale. ZARTAN possui seletividade a estas culturas podendo ser aplicado entre 3 a 20 dias antes do plantio. Utilizar adjuvante óleo mineral emulsionável na proporção de 0,5% v/v. Realizar uma única aplicação por ciclo da cultura. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Aveia | Raphanus sativus | nabiça (2), nabo (2), rabanete | Ver detalhes |
| Café | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Centeio | Raphanus sativus | nabiça (2), nabo (2), rabanete | Ver detalhes |
| Cevada | Raphanus sativus | nabiça (2), nabo (2), rabanete | Ver detalhes |
| Citros | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Coco | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
| Dendê | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Mamão | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
| Mandioca | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
| Pastagens | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Parthenium hysterophorus | coentro-do-mato, fazendeiro (1), losna-branca | Ver detalhes |
| Triticale | Raphanus sativus | nabiça (2), nabo (2), rabanete | Ver detalhes |
Para aplicação em jato dirigido, utilizar bicos com indução de ar, ou cônico cheio, visando a produção de gotas grossas a extremamente grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme
na área, conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Use ARPs (Drones) que trabalhem com bicos rotativos em vez de hidráulicos (pontas) e que tenham seus bicos posicionados abaixo ou dentro da faixa de ar gerado pelos rotores, de modo que a corrente de ar consiga empurrar todos os jatos dos bicos para baixo em direção ao alvo.
Utilize pontas que produzam gotas Finas a Grossas, para boa cobertura do alvo. Recomendações de velocidade de aplicação, Altura de voo em relação ao alvo e largura de faixa estão indicadas na tabela X. Considerar a altura de voo em relação ao topo da vegetação e não em relação ao solo. Para isso é importante monitorar a altura média das plantas antes da aplicação.
Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do fabricante do ARP (Drone).
Tabela X – Parâmetros recomendados regulagem de ARP (Drones):
Volume de aplicação | Tamanho das gotas | Altura de voo em relação ao início do alvo | Velocidade de aplicação | Largura da faixa de trabalho |
20 a 40 L/ha | Finas a Muito Grossas | 3 a 5* m | 10 a 15* km/h | 3 a 4* m |
*Para drones de maior capacidade de carga, com mais de 16 L de tanque de calda, a depender do modelo e das orientações do fabricante, pode trabalhar mais próximo do limite máximo de Altura de voo em relação ao alvo, Velocidade de aplicação e Largura da faixa de trabalho. | ||||
Uma vez misturado o produto em água, a aplicação com o Drone deve ser feita o mais rápido possível. Portanto, não dilua o produto em água se não for realizar a aplicação dentro de 30 min, no máximo. Quanto maior esse intervalo, maiores as chances de incompatibilidade física entre eventuais outros produtos.
Mantenha uma faixa de segurança de 100 m de distância dos possíveis alvos de deriva, como culturas sensíveis ao produto.
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve- se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Deve-se fazer a adição do produto em água de forma cuidadosa, de modo que, a cada dois segundos, 1 kg do produto, no máximo, seja despejado no tanque ou no pré-misturador, evitando que todo o conteúdo da embalagem seja adicionado de forma muito rápida e inadequada. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto a ser adicionado no pré- misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.
Condições meteorológicas:
Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo:
Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada;
Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Abacate: 20 dias Arroz Irrigado: 30 dias Café: 30 dias
Cana-de-açúcar: 90 dias
Citros: 30 dias
Coco: 10 dias
Dendê: 30 dias
Mamão: 20 dias
Mandioca: 60 dias
Pastagens: 28 dias
Aveia, centeio, cevada, trigo e triticale: 30 dias
Manejo de inverno: não determinado devido à modalidade de uso.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI´s) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Plantas infestantes | Época, número e intervalo de aplicação | Aplicação em Pré-emergência | Aplicação em Pós- emergência Dose (g p.c /ha) | Volume de calda (L/ha) | ||
Dose (g p.c/ha) Textura do Solo | |||||||
Leve (1) | Médio | Pesado | |||||
CANA-DE- AÇÚCAR | Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | Uma (1) única aplicação no ciclo da cultura da cana-de- açúcar em pré ou pós emergência | 400 a 500 | 350 a 450 | Pulverização terrestre: Costal manual ou pressurizado, pulverizador tratorizado com barras: 250 a 600 L de calda /ha Pulverização Aérea: 30 a 40 L/ha 12 | ||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | 200 a 300 | 400 a 500 | |||||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 300 a 400 | ||||||
Caruru-gigante (Amaranthus retroflexus) | 300 a 400 | ||||||
Capim-braquiária (Brachiaria decumbens) | 200 a 300 | ||||||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 200 a 300 | 300 a 400 | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 300 a 400 | ||||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 200 a 300 | 300 a 400 | 400 a 500 | ||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 200 a 300 | ||||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 300 a 400 | ||||||
Corda-de-viola (lpomoea purpurea ) | 400 a 500 | ||||||
Capim-colonião (Panicum maximun) | 300 a 400 | 400 a 500 | |||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | 300 a 400 | ||||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | 200 a 300 | 300 a 400 | 400 a 500 | ||||
Fedegoso-branco (Senna obtusifolia) | 300 a 400 | ||||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | 200 a 300 | 400 a 500 | |||||
Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | 200 a 300 | 300 a 400 | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 300 a 400 | 400 a 500 | |||||
Erva-quente (Spermacoce latifólia) | 300 |
(1) O produto não deve ser utilizado em cana-planta em condições de solo leve.
Recomenda-se uma (1) única aplicação no ciclo da cultura da cana-de-açúcar em pré ou pós emergência.
Na aplicação em PRÉ-EMERGÊNCIA o solo deve estar bem preparado, úmido, livre de torrões e restos de culturas. As maiores doses devem ser utilizadas quando o solo apresentar alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas daninhas. As menores doses, próximas a 200 g/ha devem ser utilizadas em condições de solo arenosos. O produto não deve ser utilizado em cana-planta em condições de solo leve.
Na aplicação em PÒS-EMERGÊNCIA é importante observar os estádios das plantas infestantes e dosagem a ser utilizada. Para folhas largas com 2 a 4 folhas e gramíneas recomenda-se a dose de 350 g /ha do produto. Em estádios mais desenvolvidos, com folhas larga acima de 4 folhas até 10cm de altura e gramíneas antes do perfilhamento recomenda-se a dose de 450 g/ha. É indicado o uso de espalhante adesivo à calda de pulverização de acordo com a recomendação do fabricante.
Quando ao estádio da cultura de cana-de-açúcar, a aplicação poderá ocorrer desde antes da emergência até o estádio de “esporão” para cana-planta ou até início de perfilhamento para a cana-soca, por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Caso o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas infestantes ou do solo, recomenda-se aplicação em jato dirigido com pingente, a fim de se evitar o efeito “guarda-chuva”. Em cana-soca, a aplicação deve ser feita após o enleiramento da palha e o cultivo. Em cana- planta, a aplicação deve ser feita após as primeiras chuvas depois do plantio para se evitar a concentração excessiva do produto no sulco de plantio, em decorrência de assoreamento, obtendo-se assim maior seletividade à cultura e uniformidade de controle nas entrelinhas.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Cana-de-açúcar | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
pulverização devem ser equipados com filtros adequados a cada tipo de bico. 13
Manter a calda de pulverização sob agitação contínua e o registro do pulverizador fechado durante
as paradas e manobras com o equipamento de tal forma a se evitar sobreposição nas áreas tratadas.
Equipamentos: pulverizador costal ou tratorizado de barra, com pressão constante.
Pressão constante (15 a 50 lb/pol2 de ac) o, rdo com o tipo de pulverizador e bico utilizados.
Altura da barra: a altura da barra deve permitir boa cobertura do solo e/ou das plantas daninhas.
Tipo de bico: de acordo com as recomendações dos fabricantes.
Volume de aplicação: 250 a 600 L de calda/ha em pré e pós-emergência das plantas daninhas e da cultura. Utilizar maiores volumes de calda de acordo com a infestação, espécie de plantas daninhas e porte da cultura.
Equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de aplicação apropriada, munidas de pontas tipo cônicas, ou bicos rotativos.
Volume de calda: 30 a 40 L/ha.
Ângulo dos bicos em relação à direção de voo: de acordo com o equipamento e aeronave utilizados, e das condições climáticas no momento da aplicação.
Altura do voo: 3 a 5 metros sobre o alvo.
Largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma cobertura uniforme. Deve-se evitar sobreposição incorreta das faixas de aplicação, proporcionando uma cobertura uniforme na faixa de deposição escolhida.
Umidade relativa do ar: mínimo 70%.
Velocidade do vento: mínimo 2 km/hora; máximo 10 km/hora.
Temperatura: inferior a 25°C.
Em condições de orvalho não há restrições nas aplicações com aviões ou máquinas terrestres.
Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Encher ¾ do volume do tanque de pulverização com água e adicionar ZINO 750 WG mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento em local apropriado.
Cana-de-açúcar: 150 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Eliminação de plantas infestantes em área cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes) em aplicação dirigida à entrelinha nas culturas alface, algodão, banana, citros, café, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pêssego, repolho e uva.
Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) - sistema de plantio direto ou cultivo mínimo para as culturas de batata, soja, trigo, na dessecação de feijão e na pós-emergência total do algodoeiro, milho e soja geneticamente modificados tolerantes ao ingrediente ativo glufosinato de amônio.
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Alface | Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 1,5 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 300 | 300 - 600 (terrestre) | 1 |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
Erva-de-bicho (Polygonum aviculare) | |||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||||
Erva-de-passarinho (Stellaria media) | |||||
Soliva (Soliva anthemifolia) | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante(2) | 400 | |||
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido na pós-emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Algodão | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | ||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Algodão | Capim-massambará (Sorghum halepense) | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 400 | 300-600 (terrestre) 30 – 40 (aérea) | 1 |
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | |||||
Fedegoso (Chenopodium album) | |||||
Amendoim bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Para controle das plantas daninhas, aplicar em jato dirigido na entrelinha da cultura, quando esta estiver com 40 cm de altura. Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada e capim-massambará, realizar a aplicação no início do perfilhamento. Para carrapicho-de- carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru-rasteiro, picão-preto e fedegoso, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Algodão OGM (Organismo Geneticamente Modificado) resistente ao Glufosinato de amônio | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 a 2,5 + 0,25% v/v de adjuvante (2) | 400 a 500 | 200 - 300 (terrestre) 30 – 40 (aérea) | 2 |
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | |||||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 3,0 a 3,5 + 0,25% v/v de adjuvante (2) | 600 a 700 | 200 - 300 (terrestre) 30 – 40 (aérea) | 1 | |
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | |||||
Erva-quente (Borrieria latifolia) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar o produto em pós emergência da cultura, com adição de 0,25% v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas. Recomenda-se aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 2,5 L p.c/ha. Para uma única aplicação utilizar a dosagem de 3,0 a 3,5 L p.c/ha, observando-se sempre o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas. | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Banana | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 2,0 + 0,25% v/v de adjuvante (2) | 400 | 300 - 600 (terrestre) | 1 |
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||||
Quebra-pedra (Phyllanthus tenellus) | |||||
Crepis (Crepis japonica) | |||||
Capim-guaçu (Paspalum conspersum) | |||||
Macela-branca (Gnaphalium spicatum) | |||||
Sete-sangrias (Cuphea carthagenensis) | |||||
Erva-cará (Dioscorea batatas) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas de folha larga estiverem com 2 a 6 folhas, e as de folha estreita com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo de cultura. | |||||
Batata | Caruru (Amaranthus viridis) | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 400 | 300 - 600 (terrestre) | 1 |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | |||||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas e as gramíneas com até 1 perfilho. | |||||
Café | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 400 | 300 - 600 (terrestre) | 1 |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Buva (Conyza bonariensis) | 400 | ||||
Macela-branca | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
(Gnaphalium spicatum) | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | ||||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 3,0 + 0,4% v/v de adjuvante (2) | 600 | |||
Guanxuma- branca (Sida glaziovii) | 2,0 + 0,25% v/v de adjuvante (2) | 400 | 1 | ||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,5 + 0,4% v/v de adjuvante (2) | 500 | |||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril. Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e guanxuma- branca, aplicar quando estas estiverem com até 4 folhas. Em capim-marmelada e capim-colchão, até a fase de início do perfilhamento. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Citros | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 400 | 300 - 600 (terrestre) | 1 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 400 | 300 - 600 (terrestre) | 1 | |
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Amendoim bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Maria-gorda (Talinum paniculatum) | |||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta daninha estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta daninha estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta daninha estiver com até 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Eucalipto | Erva-quente (Spermacoce alata) | 4,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 800 | 300 - 600 (terrestre) | 1 |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Capim-colonião (Panicum maximum) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Capim-gordura (Melinis minutiflora) | |||||
Cambará (Lantana camara) | |||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||||
Buva (Conyza bonariensis) | |||||
Unha-de-vaca (Bauhinia variegata) | |||||
Arranha-gato (Acacia plumosa) | |||||
Jurubeba (Solanum paniculatum) | |||||
Gervão (Stachytarpheta cayennensis) | |||||
Vassourinha-botão (Spermacoce verticillata) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós- emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem em vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das daninhas de folha estreita quando estiverem com até 4 perfilhos; e em folhas largas, com até 8 folhas. | |||||
Feijão | Uso para DESSECAÇÃO para feijão de consumo | 1,8 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 360 | 300 - 600 (terrestre) 30 – 40 (aérea) | 1 |
Uso para DESSECAÇÃO para feijão para sementes | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 400 | |||
Número, época e intervalo de aplicação: Para dessecação em feijão para consumo: Aplicar a dose de 1,8 L/ha, quando a cultura apresentar aproximadamente 50% das vagens secas. | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Para dessecação em feijão para sementes: Aplicar a dose de 2,0 L/ha, somente quando a cultura apresentar 70% das vagens secas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Maçã | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 400 | 300 – 600 (terrestre) | 1 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Poaia (Richardia brasiliensis) | |||||
Trevo (Oxalis oxyptera) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la. Aplicar em poaia, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão-branco, picão-preto e língua-de-vaca quando a planta daninha estiver de 5 a 10 cm. Em capim-colchão, azevém e capim-marmelada com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Milho | Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | 1,5 a 2,0 + 0,2 v/v de adjuvante (2) | 300 a 400 | 300 - 600 (terrestre) | 1 |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Amendoim bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Milho | Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia) | 1,5 a 2,0 + 0,2 v/v de adjuvante (2) | 300 a 400 | 300 - 600 (terrestre) | 1 |
Carrapicho-rasteiro (Acanthospermum australe) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim-colchão e capim-marmelada. Para as demais daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Milho OGM (Organismo Geneticamente Modificado) resistente ao Glufosinato de amônio | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,5 a 3,0 (3 perfilhos) | 500 - 600 | 100 a 200 (Terrestre) 30 a 40 (Aérea) | 1 |
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | 2,5 a 3,0 (6 folhas) | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | |||||
Caruru (Amaranthus hybridus) | |||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 1,5 + 1,5 (3 folhas) | 300 + 300 | 2 | ||
Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | |||||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | 1,5 + 1,5 (2 folhas) | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | |||||
Caruru (Amaranthus hibridus) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar o ZORFIX 200 SL em pós-emergência da cultura do Milho Resistente ao Glufosinato de amônio e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas e considerando- se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para monocotiledôneas. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. Pode-se aplicar ZORFIX 200 SL a partir da germinação do Milho. Utilizar adjuvante na dose 0,5% v/v para volumes de aplicação iguais ou superiores a 100 L/ha ou a dose de 0,5 L/ha para volumes de aplicação inferiores a 100 L/ha. | |||||
Nectarina/ Pêssego | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 400 | 300 - 600 (terrestre) | 1 |
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Guanxuma | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
(Sida rhombifolia) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura. Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru, picão- branco quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Capim-colchão e capim-marmelada, quando estiver com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Repolho | Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 1,5 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 300 | 300 - 600 (terrestre) | 1 |
Erva-de-passarinho (Stellaria media) | |||||
Erva-de-bicho (Polygonum persicaria) | |||||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||||
Mentruz (Coronopus didymus) | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 400 | |||
Número, época e intervalo de aplicação: Realizar a aplicação quando as plantas daninhas apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido, sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo de cultura. | |||||
Soja | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,5 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 500 | 300 - 600 (terrestre) | 1 |
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Poaia (Richardia brasiliensis) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Trigo (Triticum aestivum) | 3,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 600 | 350 (terrestre) | 1 | |
Aveia (Avena sativa) | |||||
Cevada (Hordeum vulgare) | |||||
Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
Centeio (Secale cereale) | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Triticale (Triticum secale) | |||||
Soja | Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 2,5 a 3,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 500 a 600 | 200 - 600 (terrestre) | 1 |
Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | |||||
Capim-camalote (Rottboellia exaltata) | |||||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | |||||
Buva (Conyza bonariensis) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Para aplicação no sistema de Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. Para o controle de capim-colchão e capim-marmelada, realizar o controle quando as plantas estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo, nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega realizar o controle quando as plantas estiverem com até 6 folhas. Para o controle da trapoeraba realizar o controle quando as plantas estiverem com 2 a 4 folhas. Para o controle da buva realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 12 cm de altura. Em carrapicho-de- carneiro quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas. Em capim-amargoso, capim-carrapicho e capim-camalote, realizar a aplicação sobre as plantas daninhas oriundas de sementes até o estádio de desenvolvimento de 3 perfilhos. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Soja | Uso para DESSECAÇÃO | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 400 | Terrestre 300 - 600 | 1 |
Número, época e intervalo de aplicação: Utilizar a dose de 2,0 L/ha do produto + 0,7 L/ha (0,2% v/v) de adjuvante (óleo vegetal ou mineral), aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Soja OGM (Organismo Geneticamente Modificado) resistente ao Glufosinato de amônio | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 – 3,5 + 0,25% v/v (0,5 L/ha) de óleo metilado de soja (até 1 perfilho) | 400 - 700 | 100 a 200 (terrestre) | 2 |
Azevém (Lolium multiflorum) | |||||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | |||||
Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | |||||
Capim-camalote (Rotboelia exaltata) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 2,0 – 3,5 + 0,25% v/v (0,5 L/ha) de óleo metilado de soja (2 a 4 folhas) | ||||
Buva (Conyza bonariensis) | |||||
Amendoim bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Soja OGM (Organismo Geneticamente Modificado) resistente ao Glufosinato de amônio | Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | 2,5 – 3,5 + 0,25% v/v (0,5 L/ha) de óleo metilado de soja (até 1 perfilho) | 500 - 700 | 100 a 200 (terrestre) | 2 |
Caruru (Amaranthus viridis) | 2,5 – 3,5 + 0,25% v/v (0,5 L/ha) de óleo metilado de soja (2 a 4 folhas) | ||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Pode-se aplicar o ZORFIX 200 SL a partir da germinação da soja. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 12 a 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 3,5 L p.c./ha, de acordo com as recomendações de uso e nas situações em que ocorram novos fluxos de germinação de plantas daninhas na área. Fazer no máximo duas aplicações do produto por safra de soja. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5 L/ha por aplicação. | |||||
Trigo | Capim-carrapicho (Cenchrus echinatus) | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 400 | 300 - 600 (terrestre) | 1 |
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | |||||
Capim-colchão (Digitaria sanguinalis) | |||||
Arroz (Oryza sativa) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||||
Erva-quente (Spermacoce alata) | |||||
Soja (Glycine max) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Buva (Conyza bonariensis) | 1,5 a 2,0 + 0,5 L/ha de adjuvante (2) | 300 a 400 | 200 - 600 (terrestre) | ||
Capim-amargoso (Digitaria insularis) | 2,0 + 0,5 L/ha de adjuvante (2) | 400 | |||
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Caruru e guanxuma devem ter até 4 folhas. Para o controle da buva oriunda de sementes, realizar a aplicação na dose de 1,5 a 2,0 L/ha quando as plantas daninhas estiverem com até 2 folhas. Para o controle das gramíneas como o capim-amargoso, aplicar sobre as plantas | |||||
Cultura | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
daninhas oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Trigo | Uso para DESSECAÇÃO | 1,75 + 0,5% v/v de adjuvante (2) | 350 | 200 - 600 (terrestre) | 1 |
Número, época e intervalo de aplicação: Para dessecação de pré-colheita: Aplicar o produto na dessecação em uma única pulverização, sempre com adição de 0,25 % v/v de adjuvante (óleo vegetal ou de óleo mineral) na calda de aplicação. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura). | |||||
Uva | Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) | 2,0 + 0,2% v/v de adjuvante (2) | 400 | 300 - 600 (terrestre) | 1 |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
Caruru (Amaranthus viridis) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. Picão-preto, picão-branco e caruru devem ter até 4 folhas. Capim-marmelada deve ter até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
p.c = produto comercial. 1 L de Zorfix 200 SL contém 200 g de glufosinato sal de amônio.
Utilizar óleo vegetal ou mineral como adjuvante, conforme recomendações acima.
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto.
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do ZORFIX 200 SL deve estar limpo de resíduos de outro defensivo. Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do ZORFIX 200 SL, acrescentar óleo vegetal ou mineral na proporção recomendada para o cultivo/alvo, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Algodão | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Algodão OGM | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Banana | Gnaphalium spicatum | erva-branca, erva-macia, macela-branca | Ver detalhes |
| Batata | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Café | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Citros | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Eucalipto | Solanum paniculatum | gerobeba, jupeba, jurubeba (2) | Ver detalhes |
| Feijão | Ver detalhes | ||
| Maçã | Rumex obtusifolius | labaça, língua-de-vaca (2) | Ver detalhes |
| Milho | Digitaria sanguinalis | capim-colchão (2), capim-das-roças (2), milhã (1) | Ver detalhes |
| Milho OGM | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
| Nectarina | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Pessego | Galinsoga parviflora | botão-de-ouro (3), fazendeiro (2), picão-branco (1) | Ver detalhes |
| Repolho | Coronopus didymus | mastruço (3), mastruz (2), mentrusto (2) | Ver detalhes |
| Soja | Rottboellia exaltata | capim-alto, capim-camalote, rabo-de-lagarto | Ver detalhes |
| Soja OGM | Rottboellia exaltata | capim-alto, capim-camalote, rabo-de-lagarto | Ver detalhes |
| Trigo | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Uva | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador. Para as hortaliças (alface e repolho), evitar que o produto tenha contato com a cultura, utilizar o “sistema de copinhos” cobrindo as mudinhas com copinho plástico, para protegê-las da ação herbicida do produto.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo
esta altura ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador costal, autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido à entrelinha, sobre as plantas daninhas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura das plantas daninhas, sem atingir a cultura. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação;
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático;
Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Volume de calda | Tamanho de gotas | Cobertura mínima | Altura de voo | Faixa de aplicação | Distribuição das pontas |
30 – 40 L/ha | Média - Grossa | 40 gotas/cm³ | 3 m | 15 – 18 m | 65% |
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
Entre 10 e 30 °C | Maior que 55% | Entre 3 e 10 km/h |
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
Diâmetro das gotas:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
– Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
– Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
– Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
– O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Ventos:
– A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Temperatura e Umidade:
– Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30 °C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
– Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
Inversão térmica:
– O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Alface, Maçã, Nectarina, Pêssego, Repolho e Uva 7
Algodão 28
Algodão OGM 116
Milho e Trigo (1)
Banana, Batata e Soja 10
Café 20
Citros 40
Eucalipto UNA
Feijão 5
Milho OGM e Soja OGM 50
U.N.A = Uso não alimentar
(1) Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | ALVO BIOLÓGICO | DOSE | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | kg p.c./ha | |||
Arroz | Angiquinho Aeschynomene rudis | 0,8 – 1,25 | 1 | 200 a 400 |
Beldroega Portulaca oleracea | ||||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | ||||
Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | 0,4 – 1,25 | |||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Pulverizar em uma única aplicação durante a safra da cultura. Para cultivos em áreas inundadas ou várzeas, fazer a aplicação entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, estando as plantas daninhas no estádio de até 10 folhas. | ||||
Café | Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | 1,8 – 3,0 | 1 | 200 a 400 |
Poaia-branca Richardia brasiliensis | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | 0,8 – 1,25 | |||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Pulverizar em uma única aplicação durante a safra da cultura. Aplicar através de jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas e quando as mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, sempre em época quente, logo após a arruação ou esparramação. | ||||
Cana-de- açúcar | Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 0,8 – 1,25 | 1 | 200 a 400 |
Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Picão-preto Bidens pilosa | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | ||||
Pulverizar em uma única aplicação durante a safra da cultura. Aplicar em época quente, na pós-emergência das plantas daninhas, estando as mesmas com no máximo 10 folhas e quando a cana-de-açúcar atingir 30 cm de altura. Repetir a aplicação após cada corte da cana, em pós emergência da cultura | ||||
Milho | Picão-preto Bidens pilosa | 1,25 | 1 | 200 a 400 |
Trapoeraba Commelina benghalensis | 1,25 – 1,7 | |||
Apaga-fogo Alternanthera tenella | 0,4 – 1,25 | |||
Caruru Amaranthus retroflexus | ||||
Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Joá-de-capote Nicandra physalodes | ||||
VER 03 – 18.07.2024
CULTURAS | ALVO BIOLÓGICO | DOSE | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | kg p.c./ha | |||
Losna-branca Parthenium hysterophorus | ||||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 0,4 – 1,7 | |||
Plantio direto: Pulverizar em uma única aplicação, até cerca de 15 dias antes da semeadura, visando a dessecação da área, com as plantas daninhas em estádio de até 10 folhas. Pós-emergência da cultura: Pulverizar em uma única aplicação, em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura, em área total, estando o milho com até 4 a 5 folhas. Nas duas modalidades, respeitar o estádio de 10 folhas no máximo da planta daninha. | ||||
Soja | Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 1,25 -1,7 | 1 | 200 a 400 |
Picão-preto Bidens pilosa | 0,8 – 1,25 | |||
Pulverizar em uma única aplicação durante a safra da cultura. Efetuar a aplicação de 10 a 15 dias antes do plantio, visando o controle em pós-emergência das plantas daninhas de folhas largas, com altura máxima de 10 cm | ||||
Pastagem | Buva Conyza bonariensis | 1,0 – 1,8 | 1 | 200 a 400 |
Guanxuma Sida rhombifolia | ||||
Pulverizar em uma única aplicação durante a safra da cultura. Efetuar a aplicação por cobertura total em pós-emergência das plantas daninhas de folhas largas, com altura de, no máximo, 50 cm. | ||||
p.c.: produto comercial; a.i.: ingrediente ativo.
Nota: Utilizar as doses mais elevadas para plantas daninhas mais desenvolvidas.
Nota: 1 Kg de produto contém 970 g/Kg de Sal de dimetilamina de Ácido diclorofenoxiacetico (2,4-D) ou 800 g/Kg de equivalente de 2,4-D.
VER 03 – 18.07.2024
Para preparar melhor a calda, coloque a dose indicada de 2,4-D NORTOX 970 WG no pulverizador com água até ¾ de sua capacidade e em seguida complete o volume agitando constantemente, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. A agitação deve ser constante durante a preparação da calda. Aplique de imediato sobre o alvo biológico.
Para aplicação em jato dirigido, utilizar as mesmas recomendações gerais para aplicação tratorizada.
As maiores doses devem ser utilizadas em alta infestação da planta daninha e/ou em estádios vegetativos avançados da cultura, bem como o volume de calda recomendado.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
As condições climáticas mais favoráveis para a realização de uma pulverização, utilizando-se os equipamentos adequados de pulverização, são:
Umidade relativa do ar: superior a 55%
Velocidade média do vento: entre 3 e 7 km/h.
Temperatura: entre 20 e 30 ºC.
Direção do vento: Não aplicar em locais e momentos do dia em que o vento esteja na direção de culturas sensíveis. Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplicar, pois pode haver inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia.
Não realizar aplicações em que haja presença de neblina.
Não realizar aplicações em condições de inversão térmica.
O manuseio de produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. Em caso de equipamentos diferentes e regulagens específicas, é recomendável consultar um Engenheiro Agrônomo ou profissional responsável. No entanto, o uso de gotas grossas a extremamente grossas deve ser sempre mantido. Antes de utilizar o produto, sempre consulte seu engenheiro agrônomo e sua receita, leia a bula e busque orientação do responsável técnico pela aplicação.
VER 03 – 18.07.2024
Observe atentamente as instruções de uso de todos os equipamentos envolvidos. Intensa limpeza do pulverizador deve ser realizada logo após o término das aplicações de herbicidas hormonais de acordo com a recomendação técnica para este fim. Esta etapa é importante para que não haja resíduos remanescentes em aplicações seguintes de outras classes de produtos. Estes resíduos de herbicidas também podem gerar problemas de contaminação de culturas vizinhas, caso haja deriva de gotas pelo vento.
Utilizar volume de água suficiente para uma distribuição uniforme de modo a providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas daninhas.
Evitar aplicações em proximidade de culturas sensíveis. São sensíveis ao produto todas as culturas dicotiledôneas, hortaliças, frutíferas, quando a pulverização atinge diretamente a folhagem.
A utilização fora das especificações pode causar sérios danos em culturas sensíveis. Dessa forma, não aplique quando houver possibilidade de atingir estas culturas.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Café | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Milho | Alternanthera tenella | apaga-fogo (2), corrente, periquito (2) | Ver detalhes |
| Pastagens | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
| Soja | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
Proceda lavagem com solução a 3% de amoníaco ou soda cáustica, deixando-a no tanque por 24 horas. Substituí-la depois, por solução de carvão ativado a 3 g/L de água e deixar em repouso por 1 a 2 dias, lavando em seguida com água e detergente. Descartar a água remanescente da lavagem por pulverização nas bordaduras da lavoura, em local onde não atinja culturas sensíveis ao 2,4-D. Recomenda-se fazer um teste de fitotoxicidade em culturas sensíveis ao 2,4-D, tais como: pepino, tomate ou algodão antes de usar o equipamento para aplicações posteriores.
Culturas | Dias |
Arroz | (1) |
Milho | (2) |
Cana-de-açúcar | (3) |
Soja | (4) |
Pastagem | U.N.A |
Café | 30 |
Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento.
Intervalo de segurança não determinado por ser de uso desde a fase de pré-emergência até o milho atingir a altura de 25 cm.
Intervalo de segurança não determinado por ser de uso em pré e pós-emergência até 3 meses após o plantio ou corte.
Uso permitido somente em pré-plantio.
U.N.A – Uso não alimentar.
Culturas | Intervalo de Reentrada* | |
2h de atividades | 8h de atividades | |
Arroz | 24 horas | 14 dias |
Café | 24 horas (1) | 24 horas (1) |
Cana-de-açúcar | 13 dias | 31 dias (2) |
Milho | 24 horas | 18 dias |
Pastagem | 5 dias (3) | 23 dias (3) |
Soja | 24 horas | 18 dias |
VER 03 – 18.07.2024
* A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada com a utilização pelos trabalhadores de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas. Os intervalos de reentrada
podem ser diferentes nas bulas dos produtos formulados caso a empresa registrante tenha apresentado dados para a realização da avaliação de risco da exposição ocupacional de seu produto formulado.
(1) Mantido em 24 horas pela ausência relevante de contato na reentrada.
(2) Necessária a utilização pelos trabalhadores, após o intervalo de reentrada, de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e luvas como equipamento de proteção individual (EPI) para se realizar qualquer trabalho nas culturas de cana-de-açúcar após a aplicação de produtos contendo 2,4-D.
(3) Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar.
Culturas | Alvo Biológico Nome Comum (Nome científico) | Doses (Kg/ha) | Número de aplicações | Época/ Intervalo de aplicação | Volume de Calda (L/ha) |
Arroz | Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 0,8 - 1,25 | 1 | Para cultivo em áreas inundadas ou várzeas: fazer uma aplicação em pós- emergência entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, estando as plantas infestantes no estádio de até 10 folhas. | 100 - 200 |
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 0,4 - 1,25 | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Café | Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 1,8 - 3,0 | 1 | Aplicar através de jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós- emergência das plantas infestantes e quando as mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, sempre em época quente, logo após a arruação ou esparramação. | 100 - 200 |
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 0,8 - 1,25 | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Cana-de- açúcar | Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 0,8 - 1,25 | 1 | Aplicar em época quente, na pós- emergência das plantas infestantes, estando as mesmas com, no máximo, 10 folhas e quando a cana atingir 30 cm de altura. Repetir a aplicação após cada corte da cana, em pós- emergência da cultura. | 200 - 300 |
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 1,25 - 1,70 | Plantio Direto: aplicar 01 vez, até cerca de 15 dias antes da semeadura, visando a dessecação da área, com as plantas infestantes em estádio de até 10 folhas. Pós-emergência da cultura: aplicar 01 vez, em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura, em área total com o milho até 4 a 5 folhas. Nas duas modalidades, respeitar o estádio de, no | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 1,25 | ||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 0,4 - 1,7 | ||||
Milho | Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 1 | 100 -200 | ||
Caruru (Amaranthus retroflexus) | 0,4 - 1,25 | ||||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) |
Culturas | Alvo Biológico Nome Comum (Nome científico) | Doses (Kg/ha) | Número de aplicações | Época/ Intervalo de aplicação | Volume de Calda (L/ha) |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | máximo, 10 folhas das plantas infestantes. | ||||
Joá-de-capote (Nicandra physaloides) | |||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||||
Soja | Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,25 - 1,70 | 1 | Aplicar 10 a 15 dias antes do plantio, visando o controle em pós- emergência das plantas infestantes de folhas largas, com altura de, no máximo, 10 cm. | 100 - 200 |
Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,8 - 1,25 | ||||
Pastagens | Buva (Conyza bonariensis) | 1,0 - 1,80 | 1 | Aplicar por cobertura total em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas com altura de, no máximo, 50 cm. | 200 - 300 |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
Trigo | Nabiça (Raphanus raphanistrum) | 0,4 – 0,6 | 1 | Aplicar, em pós-emergên- cia das plantas infestantes e da cultura, em área total, no período após o início de perfilhamento e antes do emborrachamento. Respeitar o estádio de no máximo 10 folhas das plantas infestantes. | 100 - 20 |
Picão-preto (Bidens pilosa) | 0,5 – 0,6 | ||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 1,2 – 2,0 | 1 | Aplicar, até cerca de 15 dias antes da semeadura, visando a dessecação da área, com as plantas infestantes em estádio de até 10 folhas. Respeitar o estádio de no máximo 10 folhas das plantas infestantes. | 100 - 200 | |
Buva (Conyza bonariensis) | 1,6 – 2,0 | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) |
Cada quilograma de 2,4-D SUPER AMINE SG® contém 975 g do ingrediente ativo sal de dimetilamina do ácido 2,4- diclorofenoxiacético que corresponde a 800 g de equivalente ácido. Abaixo estão demonstradas suas respectivas doses/ha em função da recomendação de dose/ha do produto comercial:
Produto Comercial (Kg/ha) | Ingrediente Ativo (Kg/ha) | Equivalente Ácido (Kg/ha) |
0,4 | 0,39 | 0,32 |
0,5 | 0,49 | 0,40 |
0,6 | 0,59 | 0,48 |
0,8 | 0,78 | 0,64 |
1,0 | 0,98 | 0,80 |
1,2 | 1,17 | 0,96 |
1,25 | 1,22 | 1,00 |
1,6 | 1,56 | 1,28 |
1,7 | 1,66 | 1,36 |
1,8 | 1,76 | 1,44 |
2,0 | 1,95 | 1,60 |
3,0 | 2,93 | 2,40 |
Pré-emergência: quando aplicado sobre o solo, afeta tanto gramíneas como dicotiledôneas, havendo, todavia, diferenças de sensibilidade. Essa forma de aplicação permite em alguns usos seletivos.
Pós-emergência: quando aplicado sobre as plantas, ocorre maior seletividade, sendo as gramíneas menos sensíveis. A ação é mais intensa contra dicotiledôneas herbáceas.
Aplicar em pós-emergência com as plantas infestantes no estádio de 3 a 5 folhas. Fazer o tratamento com pouca ou sem água de irrigação.
Aplicar após início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes.
Pré-emergência (solo médio): Aplicar antes da emergência da cana-planta, quando o solo estiver úmido.
Pós-emergência: Aplicar em época quente quando a cana-planta atingir 30-60 cm de altura e em aplicação dirigida. Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós-emergência da cultura.
Aplicar através jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes e quando as mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, sempre em época quente, logo após a arruação ou esparramação.
Pós-emergência precoce: em área total, até quando a cultura do milho estiver no estágio de 5 folhas. Pós-emergência tardia: com jato dirigido sobre as plantas infestantes evitando atingir o milho, quando a cultura atingir +/- 25 cm. Em todos os casos deverá ser contatada a empresa fornecedora do híbrido.
Aplicar por cobertura total em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas, existentes na área, com altura de, no máximo, 50 cm.
A aplicação deve ser feita de 15 a 1 dia antes da semeadura (plantio direto), visando o controle em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas existentes na área, com altura de, no máximo, 10 cm.
Pós-emergência: Aplica, em pós emergência das plantas infestantes e da cultura, em área total, no período após o início de perfilhamento e antes do emborrachamento. Respeitar o estádio de no máximo 10 folhas das plantas infestantes.
Plantio direto – dessecação: – Aplicar até cerca de 15 dias antes da semeadura, visando a dessecação da área, com as plantas infestantes em estádio de até 10 folhas.
Respeitar o estádio de no máximo 10 folhas das plantas infestantes.
Utilizar pulverizadores tratorizado terrestre com pontas de pulverização em jato plano capaz de gerar gotas grossas e muito grossas (superior a 350 micras de diâmetro volumétrico), calibrado para volume de calda de 150 a 300 L/ha capaz de propiciar uma boa cobertura foliar as plantas daninhas alvo com densidade adequada de gotas.
Na pulverização com 2,4-D SUPER AMINE SG® utilizar técnicas que proporcionam maior cobertura do alvo. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e o catálogo do fabricante de pontas de pulverização.
Em caso de uso de outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização das plantas daninhas
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas, equipamentos de pulverização e infestação podem afetar o gerenciamento da deriva. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Para se evitar a deriva, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 µm). Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Consulte um engenheiro agrônomo.
É obrigatória a utilização de tecnologia de redução de deriva nas culturas de café e cana-de-açúcar: de pelo menos 55% para aplicação costal e de pelo menos 50% para aplicação tratorizada.
São proibidas taxas de aplicação costal superiores a 1,7 kg/ha de produtos à base de 2,4-D na cultura do café no caso da impossibilidade de utilização de tecnologia de redução de deriva de pelo menos 55%.
Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes d’água, criações e áreas de preservação ambiental.
O aplicador deve tomar alguns cuidados na hora da aplicação como:
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Café | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Milho | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Pastagens | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Soja | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Trigo | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
Visando este objetivo, recomenda-se pulverização sob a temperatura inferior a 28°C, umidade relativa do ar acima de 70% e velocidade do vento entre 5 e 10 km/h, na ausência de orvalho com presença de luz solar, evitando período de chuva de até 6 horas após a aplicação.
A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados a tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais sob a orientação do engenheiro agrônomo.
Para a cultura da cana-de-açúcar e café, utilizar de tecnologia de redução de deriva de pelo menos 50% para aplicação tratorizado, sendo necessário consultar um engenheiro agrônomo e o catálogo do fabricante de pontas de pulverização. Para as aplicações com 2,4-D SUPER AMINE SG® manter bordadura de, no mínimo, 10m metros livres de aplicação costal e tratorizado. A bordadura deve ter início no limite externo da plantação em direção ao seu interior sendo obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
Temperatura: Máxima de 28ºC. Umidade relativa do ar: Mínima de 70%.
Velocidade do vento: Superior a 5 e inferior a 10 km/h
Observações locais deverão ser feitas visando reduzir as perdas por derivas ou volatilização. Em aplicações com qualquer tipo de equipamento, observar as condições climáticas recomendadas, considerando que a umidade relativa do ar é o fator mais importante, já que determina uma maior ou menor evaporação
Cultura | Intervalo de Segurança |
Arroz | (1) |
Café | 30 dias |
Cana-de- açúcar | (2) |
Milho | (3) |
Soja | (5) |
Pastagem | (4) |
Trigo | (1) |
Observações:
Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento.
Intervalo de segurança não determinado por ser de uso em pré e pós-emergência até três messes após o plantio ou corte.
O intervalo de segurança para o milho convencional é não determinado por ser de uso desde a fase de pré- emergência até o milho atingir altura de 25 cm.
Intervalo de Segurança não determinado – uso não alimentar.
Uso permitido somente em pré-plantio. O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
Não entrar nas áreas tratadas antes da secagem completa da calda (mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes do período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs), vestimenta hidrorrepelente e luvas.
Observe na tabela abaixo os intervalos de reentrada específicos para as culturas e durações de atividades de reentrada.
Aplicação Tratorizado | |||
Culturas | Tempo de atividade (horas) | Medidas Necessárias(1) | Intervalo de Reentrada (dias) |
Milho e Soja | 2h | Vestimenta Simples | 24 horas |
8 h | Vestimenta Simples | 18 dias | |
Pastagem | 2 h | Vestimenta Simples | 05 dias(3) |
8 h | Vestimenta Simples | 23 dias(3) | |
Arroz | 2h | Vestimenta Simples | 24 horas |
8 h | Vestimenta Simples | 14 dias | |
Cana-de-açúcar | 2 h | Vestimenta Simples e luvas | 13 dias |
8 h | Vestimenta Simples e luvas | 31 dias(2) | |
Trigo | 2h | Vestimenta Simples | 2 dias |
8 h | Vestimenta Simples | 20 dias | |
A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada com a utilização pelos trabalhadores de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas.
Necessária a utilização pelos trabalhadores, após o intervalo de reentrada, de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e luvas como equipamento de proteção individual (EPI) para se realizar qualquer trabalho nas culturas de cana-de-açúcar após a aplicação de produtos contendo 2,4-D.
Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar.
É exigida a manutenção de bordadura de, no mínimo, 10 metros livres de aplicação tratorizada de produtos formulados contendo 2,4-D, conforme resultados da avaliação de risco da exposição de residentes. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
O 2,4-D Tecnomyl é um herbicida seletivo para aplicação no controle das plantas infestantes nas culturas de arroz (irrigado e de sequeiro), aveia, café, cana-de-açúcar, milho, pastagens, soja, sorgo e trigo.
Cultura | Alvo | Dose (L p.c./ha)* | Número, Época e Intervalo de Aplicação (1): |
ARROZ SEQUEIRO | Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 0,5 a 1,5 | Pós-emergência das plantas infestantes: Aplicar entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, estando as plantas daninhas no estádio de até 10 folhas. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 150 a 300 L/ha |
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Rubim (Leonorus sibiricus) | |||
Mastruço (Lepidium virginicum) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
Mostarda (Brassica rapa) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 0,6 a 1,5 | Pós-emergência das plantas infestantes: Aplicar entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, estando as plantas daninhas no estádio de até 4 folhas. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 150 a 300 L/ha | |
Beldroega (Portulaca oleracea) | 0,8 a 1,5 | ||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | |||
Falsa-serraha (Emilia sonchifolia) | |||
Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
Angiquinho (Aeschinomene rudis) | 1,5 | ||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 1,0 a 1,5 | ||
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) |
Cultura | Alvo | Dose (L p.c./ha)* | Número, Época e Intervalo de Aplicação (1): |
ARROZ SEQUEIRO | Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 1,0 a 1,5 | Pós-emergência das plantas infestantes: Aplicar no período de pleno perfilhamento até antes do ínicio do início da diferenciação primórdio floral. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda Aplicação Terrestre: 150 a 300 L/ha |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Soja voluntária (Glycine max) | |||
Algodão voluntário (Gossypidum hirsutum) | 1,25 a 1,5 | ||
Buva, voadeira (Conyza bonariensis) | 1,5 | ||
Buva, voadeira (Conyza sumatrensis) | |||
ARROZ IRRIGADO | Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 0,3 | Pós-emergência das plantas infestantes: Aplicar quando as plantas infestantes estiverem no estágio de 3 a 5 folhas. O produto deve ser aplicado com pouca ou sem água de irrigação. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 150 a 300 L/ha |
Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia) | |||
Angiquinho (Aechynomene denticulata) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | 0,5 a 1,5 | Pós-emergência das plantas infestantes: Aplicar entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, estando as plantas daninhas no estádio de até 10 folhas. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 150 a 300 L/ha | |
Beldroega (Portulaca oleracea) | 1,0 a 1,5 | ||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 0,8 a 1,5 | Pós-emergência das plantas infestantes: Aplicar entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, estando as | |
Picão-preto (Bidens pilosa) |
Mamona (Ricinus communis) | plantas daninhas no estádio de até 4 folhas. No arroz irrigado o produto deve ser aplicado antes da entrada de água. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 150 a 300 L/ha | ||
Cultura | Alvo | Dose (L p.c./ha)* | Número, Época e Intervalo de Aplicação (1): |
AVEIA SORGO | Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 0,4 a 0,7 | Pós-emergência das plantas infestantes: Aplicar em área total. AVEIA: a aplicação deve ser feita no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento. SORGO: a aplicação deve ser feita em pós- emergência, com o sorgo até o estádio de 4 folhas. Importante: As aplicações mais tardias deverão ser feitas em jato dirigido, sobre as plantas infestantes, evitando atingir o sorgo quando este estiver com mais de 4 folhas. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 150 a 300 L/ha |
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | |||
Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) | |||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||
Picão-preto (Bidens Pilosa) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 0,5 a 0,7 | ||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
CAFÉ (Jato dirigido na entrelinha) | Caruru-roxo (Amaranthus deflexus) | 1,0 a 1,5 | Pós-emergência das plantas infestantes:
em época quente após a arruação ou esparramação, quando a planta infestante atingir de 5 a 10 cm de altura. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 100 a 300 L/ha |
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Rubim (Leonurus sibiricus) | |||
Mastruço (Lepidium virginicum) | |||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) | |||
Mostarda (Brassica rapa) |
Beldroega (Portulaca oleracea) | 2,0 a 3,5 | ||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | |||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Cultura | Alvo | Dose (L p.c./ha)* | Número, Época e Intervalo de Aplicação (1): |
CAFÉ (Jato dirigido na entrelinha) | Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | 1,5 a 3,5 | Pós-emergência das plantas infestantes:
em época quente após a arruação ou esparramação, quando a planta infestante atingir de 5 a 10 cm de altura. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 100 a 300 L/ha |
Malva-branca (Sida cordifolia) | 1,0 a 3,0 | ||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Observação: Usar sempre bicos de jatos em leque. Em geral, é recomendável utilizar estrutura de proteção (protetor tipo chapéu), de modo a evitar a possibilidade do jato atingir a cultura. | |||
CANA-DE-AÇÚCAR | Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | 1,5 | Pós-emergência das plantas infestantes: Aplicar quando a planta estiver em pleno crescimento vegetativo, evitando-se períodos de estresse hídrico, antes da formação de colmos da cana-de-açúcar. Usar a maior dose para plantas infestantes mais desenvolvidas. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 150 a 300 L/ha |
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | 1,0 a 1,5 | ||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | Pós-emergência das plantas infestantes: Aplicar quando a cana atingir 30 cm de altura até a formação do colmo e a planta daninha estiver em pleno crescimento vegetativo, evitando-se períodos de estresse hídrico. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 150 a 300 L/ha | ||
Cultura | Alvo | Dose (L p.c./ha)* | Número, Época e Intervalo de Aplicação (1): |
CANA-DE-AÇÚCAR | Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | 1,0 a 1,5 | Pós-emergência das plantas infestantes: Aplicar em época quente, quando a cana atingir 30 cm de altura. Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós emergência de cultura e respeitando as dosagens e plantas daninhas no estádio de até 10 folhas. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 150 a 300 L/ha |
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | |||
Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) | |||
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | |||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | |||
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Rubim (Leonorus sibiricus) | |||
Mastruço (Lepidium virginicum) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
Mostarda (Brassica rapa) | |||
Angiquinho (Aeschinomene rudis) | 1,5 | Pós-emergência das plantas infestantes: Aplicar quando a cana atingir 30 cm de altura até a formação do colmo e a planta daninha estiver em pleno crescimento vegetativo, evitando-se períodos de estresse hídrico. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 150 a 300 L/ha | |
CANA-DE-AÇÚCAR | Beldroega (Portulaca oleracea) | 3,5 | Pré-emergência das plantas infestantes: Aplicar antes da germinação das plantas infestantes, quando o solo estiver úmido. APLICAÇÃO ÚNICA |
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | Volume de calda: Aplicação Terrestre: 150 a 300 L/ha | ||
Picão-preto (Bidens Pilosa) | |||
Cultura | Alvo | Dose (L p.c./ha)* | Número, Época e Intervalo de Aplicação (1): |
CANA-DE-AÇÚCAR | Tiririca (Cyperus rotundus) | 1% v/v | Pós-emergência em jato dirigido: Para o controle de tiririca, aplicar o produto em pós emergência dirigida, com o produto diluído a 1% v/v, sobre plantas infestantes em estádio de pré florescimento. Se houver rebrota, fazer nova aplicação, nas mesmas condições mencionadas anteriormente. OBSERVAÇÃO: Utilizar o adjuvante espalhante adesivo a 0,3% v/v a um volume mínimo de 150 L/ha. Nº máximo de aplicação por ciclo da cultura: 2 Volume de calda: Aplicação Terrestre: 150 L/ha |
MILHO | Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | 0,5 a 1,5 | Pós-emergência das plantas infestantes: Aplicar em área total em pós-emergência das plantas infestantes e do milho para controle de plantas daninhas de folhas largas. A aplicação deve ser feita quando o milho atingir o estádio de 5 a 6 folhas; Observação: Respeitar as dosagens recomendadas, e o estádio das plantas daninhas de até 10 folhas. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 150 a 300 L |
Mentrasto (Ageratum conyzoides) | |||
Rubim (Leonorus sibiricus) | |||
Mastruço (Lepidium virginicum) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
Mostarda (Brassica rapa) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | 0,8 a 1,5 | Pós-emergência das plantas infestantes: Não aplicar quando o milho estiver com mais de 4 folhas. Obs: Para maiores informações sobre a seletividade do produto aos diferentes milhos híbridos disponíveis no mercado a empresa fornecedora do híbrido deverá ser contatada. APLICAÇÃO ÚNICA | |
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | |||
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||
Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) |
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | Volume de calda: Aplicação Terrestre: 150 a 300 L/ha | ||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | 1,0 a 1,5 | ||
Soja voluntária (Glycine max) | |||
Cultura | Alvo | Dose (L p.c./ha)* | Número, Época e Intervalo de Aplicação (1): |
MILHO | Algodão voluntário (Gossypium hirsutum) | 1,25 1,5 | Pós-emergência das plantas infestantes: Não aplicar quando o milho estiver com mais de 4 folhas. Obs: Para maiores informações sobre a seletividade do produto aos diferentes milhos híbridos disponíveis no mercado a empresa fornecedora do híbrido deverá ser contatada. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 150 a 300 L/ha |
Angiquinho (Aeschinomene rudis) | 1,5 | ||
Buva, voadeira (Conyza bonariensis) | |||
Buva, voadeira (Conyza sumatrensis) | |||
Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 1,5 | ||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||
Caruru rasteiro (Amaranthus deflexus) | |||
MILHO (PLANTIO DIRETO) | Apaga-fogo (Alternanthera tenella) | 1,5 | APLICAÇÃO EM ÁREA DE PLANTIO DIRETO: A aplicação deve ser feita de 15 a 1 dia antes da semeadura (plantio direto), visando o controle em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas existentes na área, com altura de, no máximo, 10 cm. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 150 a 300 L/ha |
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | |||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
PASTAGEM (BRAQUIÁRIA) | Buva, voadeira (Conyza bonariensis) | 1,0 a 2,0 | Pós-emergência das plantas infestantes: Aplicar em área total quando as plantas daninhas estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo e antes do florescimento. APLICAÇÃO ÚNICA |
Gervão-branco (Croton glandulosus) | |||
Juá (Solanum palinacanthum) | |||
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) |
Picão-preto (Bidens pilosa) | Volume de calda: Aplicação Terrestre: 150 a 300 L/ha | ||
Maria-pretinha (Solanum Americanum) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 1,5 a 2,0 | ||
Melão-de-São-Caetano (Momordica charantia) | |||
Cultura | Alvo | Dose (L p.c./ha)* | Número, Época e Intervalo de Aplicação (1): |
PASTAGEM (BRAQUIÁRIA) | Guanxuma-branca (Sida glaziovii) | 2,0 | Pós-emergência das plantas infestantes: Aplicar em área total quando as plantas daninhas estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo e antes do florescimento. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 150 a 300 L/ha |
Maria-mole (Senecio brasiliensis) | |||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | 1,0 a 3,0 | Pós-emergência das plantas infestantes: Aplicar individualmente nas plantas daninhas que se deseja eliminar, molhando bem a folhagem. REPETIR, CASO HAJA REBROTA. APLICAR EM ÁREA TOTAL, SE NECESSÁRIO. Volume de calda: Aplicação Terrestre: 150 a 300 L/ha Aplicação aérea: 50 L/ha Aplicação ARP (Drones): Mínimo 15 L/ha | |
Malva-branca (Sida cordifolia) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||
Fedegoso-branco (Senna obtusifolia) | |||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||
SOJA (PLANTIO DIRETO) | Beldroega (Portulaca oleracea) | 1,0 a 1,5 | Plantio Direto: A aplicação deve ser feita de 10 a 15 dias antes do plantio, visando o controle em pós- emergência das plantas infestantes de folha largas existentes na área, com altura variando no estádio de até 10 folhas. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 150 a 300 L/ha |
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) | |||
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | |||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Mentrasto (Agerathum conyzoides) | |||
Rubim (Leonorus sibiricus) |
Mastruço (Lepidium virginicum) | |||
Mostarda (Brassica rapa) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 1,0 a 1,5 | Plantio Direto: Aplicar de 7 a 15 dias antes da semeadura APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 150 a 300 L/ha | |
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | |||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||
Cultura | Alvo | Dose (L p.c./ha)* | Número, Época e Intervalo de Aplicação (1): |
SOJA (PLANTIO DIRETO) | Trapoeraba (Commelina benghalensis) | 1,0 a 1,5 | Plantio Direto: Aplicar de 7 a 15 dias antes da semeadura APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 150 a 300 L/ha |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||
Soja voluntária (Glycine max) | |||
Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) | |||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||
Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 1,25 a 1,5 | ||
Algodão voluntário (Gossypium hirsutum) | |||
Erva-quente (Spermacoce latifolia) | 1,5 | ||
Buva, voadeira (Conyza bonariensis) | |||
Buva, voadeira (Conyza sumatrensis) | |||
TRIGO | Corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) | 0,4 a 0,7 | Pós-emergência das plantas infestantes: Aplicar em área total. A aplicação deve ser feita no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 150 a 300 L/ha |
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | |||
Serralha (Sonchus oleraceus) | |||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 0,5 a 0,7 | ||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||
Beldroega (Portulaca oleracea) | 0,5 a 0,75 | Pós-emergência das plantas infestantes: Aplicar entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, estando as | |
Caruru-roxo (Amaranthus hybridus) |
Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis) | plantas daninhas no estádio de até 10 folhas. Para uma melhor ação herbicida o solo deve estar úmido no momento da aplicação. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 150 a 300 L/ha | ||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum) | |||
Mentrasto (Agerathum conyzoides) | |||
Rubim (Leonorus sibiricus) | |||
Mastruço (Lepidium virginicum) | |||
Poaia-branca (Richardia brasiliensis) | |||
Mostarda (Brassica rapa) | |||
Cultura | Alvo | Dose (L p.c./ha)* | Número, Época e Intervalo de Aplicação (1): |
TRIGO | Picão-preto (Bidens pilosa) | 1,0 a 1,5 | Pós-emergência das plantas infestantes: Aplicar no período de pleno perfilhamento até antes do início da diferenciação floral. APLICAÇÃO ÚNICA Volume de calda: Aplicação Terrestre: 150 a 300 L/ha |
Nabo-bravo (Raphanus raphanistrum) | |||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||
Soja voluntária (Glycine max) | |||
Algodão voluntário (Gossypium hirsutum) | 1,25 a 1,5 | ||
Buva, voadeira (Conyza bonariensis) | 1,5 | ||
Buva, voadeira (Conyza sumatrensis) |
*p.c. – Produto Comercial
(1) Utilizar as doses maiores para as plantas daninhas que estiverem em estádios mais avançados.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Ipomoea aristolochiaefolia | campainha (1), corda-de-viola (1), corriola (1) | Ver detalhes |
| Aveia | Ipomoea grandifolia | campainha (5), corda-de-viola (5), corriola (4) | Ver detalhes |
| Café | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Milho | Amaranthus hybridus | bredo (3), caruru-branco, caruru-roxo | Ver detalhes |
| Pastagens | Conyza bonariensis | arranha-gato (1), buva, rabo-de-foguete (1) | Ver detalhes |
| Soja | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Sorgo | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
RISCOS DA DERIVA
Toda a pulverização de produtos feita fora das condições operacionais e meteorológicas adequadas pode gerar deriva de gotas e atingir cultivos vizinhos. Isto se torna um problema ainda maior quando estas culturas são sensíveis ao produto aplicado. Quando a ponta usada não é específica para o uso de herbicidas sistêmicos hormonais, ou a regulagem e calibração não estão corretas, o produto aplicado fica sujeito à deriva na forma de gotas finas. Estas podem ser levadas para fora do local da aplicação devido à ação do vento. Culturas de abacate, mandioca, pimentão, pimenta, frutíferas, hortaliças, batata, café, cítricos, crucíferas, feijão, flores ornamentais, girassol, leguminosas, maçã, pepino, tabaco, tomate, uva, além de algodão e soja e demais culturas sensíveis que recebem deriva de gotas contendo herbicidas hormonais podem ter perdas de produtividade, gerando prejuízos econômicos importantes.
Aplicação Terrestre – Trator com barra:
Bicos tipo jato leque com indução de ar.
Pressão: 30-70 psi (lbf/pol2)
Tamanho da gota: acima de 350 µm
Volume de Calda:
Observando que esteja ocorrendo uma boa cobertura sobre as plantas daninhas.
As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas daninhas alvo, com a menor evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica (deslocamento vertical). Visando este objetivo, a aplicação deve ser feita nas seguintes condições:
sob temperatura inferior a 30ºC;
velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;
na ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando período de chuva de até 6 horas após a aplicação.
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação Ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um engenheiro agrônomo.
Utilize tecnologia (s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, etc devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura, e inversão térmica.
Nas aplicações aéreas a atividade de mistura e abastecimento e a atividade de aplicação não pode ser realizada pelo mesmo indivíduo.
Evitar aplicações em condições de inversão térmica, nas quais as gotas permanecerão mais tempo no ar, contaminando o avião durante a pulverização e o meio ambiente e reduzindo o efeito do produto sobre o alvo desejado. Não aplicar em condições de temperaturas muito altas e umidade baixa, pois ocorrerão correntes de convecção (térmicas) causando uma dissipação vertical muito rápida das gotas, redução ou perda de seu efeito sobre o alvo desejado e ocasionando efeitos danosos ao ambiente.
Esse tratamento deve ser feito por avião quando as áreas forem extensas, aplicar o produto molhando bem e uniformemente toda a folhagem da planta.
Para evitar efeitos indesejáveis, observar os limites meteorológicos definidos acima;
Efetuar levantamento prévio de espécies sensíveis ao produto nas áreas próximas;
Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal.
Antes de iniciar a aplicação com aeronave remotamente pilotada (ARP/drones), certifique-se que há um planejamento de voo e este foi autorizado, registre os dados de voo e garanta a segurança operacional.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia da aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
Recomendamos e é necessário realizar a aplicação de 2,4-D TECNOMYL através de aeronave remotamente pilotada (ARP/drones), com empresas que tenham realizado os cursos para aplicação através de aeronaves remotamente pilotadas (drones/ARP), de acordo com a Normativa MAPA nº 298, de 22 setembro de 2021, ou qualquer outra que venha complementá-la ou substituí-la, e com equipamentos registrados nos órgãos competentes para operacionalizar. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto. Sempre consulte as normas vigentes (MAPA, DECEA, ANAC e ANATEL).
Resumo dos ajustes para os drones de pulverização:
Volume de calda | Classe de gotas | Altura de voo | Faixa de aplicação |
No mínimo 15 L/ha | Média a Grossa | 4 metros acima do alvo da pulverização | Ajuste de acordo com cada modelo de drone |
O produto deve ser utilizado de acordo com as recomendações da bula/rótulo. A TECNOMYL BRASIL DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA. não se responsabilizará por danos ou perdas resultantes do uso deste produto de modo não recomendado especificamente na bula/rótulo. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.
Antes da aplicação verifique e inicie a pulverização somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, fazer uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento mesmo por poucas horas torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Culturas | Intervalo de Segurança |
Arroz, Aveia, Sorgo e Trigo | (1) |
Café | 30 dias |
Cana-de-açúcar | (3) |
Milho | (2) |
Pastagem | U.N.A. |
Soja | (4) |
Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento.
Intervalo de segurança não determinado por ser de uso desde a fase de pré-emergência até o milho atingir a altura de 25 cm.
Intervalo de segurança não determinado por ser de uso em pré e pós-emergência até três meses após o plantio ou corte.
Uso permitido somente em pré-plantio.
U.N.A. – Uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado nos intervalos de reentrada específicos para as seguintes culturas e durações de atividades de reentrada, conforme tabela com os intervalos de reentrada de trabalhadores nas áreas com aplicação do 2,4-D, segundo a cultura e o tempo de atividades:
Cultura | Modalidade de uso | Intervalo de reentrada* | |
2h de atividade | 8h de atividade | ||
Arroz | Pós-emergência | 24 horas | 14 dias |
Aveia | Pós-emergência | 24 horas | 4 dias |
Café | Pós-emergência | 24 horas (2) | 24 horas (2) |
Cana-de-açúcar | Pós-emergência | 21 dias | 39 dias (1) |
Milho | Pós-emergência | 24 horas | 14 dias |
Pastagem | Pós-emergência | 13 dias (3) | 31 dias (3) |
Soja | Pós-emergência | 24 horas | 14 dias |
Sorgo | Pós-emergência | 24 horas | 4 dias |
Trigo | Pós-emergência | 1 dias | 14 dias |
(1) Necessária a utilização pelos trabalhadores, após o intervalo de reentrada, de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e luvas como equipamento de proteção individual (EPI) para se realizar qualquer trabalho nas culturas de cana-de-açúcar após a aplicação de produtos contendo 2,4-D.
(2) Mantido em 24 horas pela ausência relevante de contato na reentrada.
(3) Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar.
*A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada com a utilização pelos trabalhadores de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas.
*Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s – macacão hidrorrepelente, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas) recomendados para o uso durante a aplicação do produto.
É exigida a manutenção de bordadura mínima de 10 metros livres de aplicação costal e tratorizada de produtos formulados contendo 2,4-D, conforme resultados da avaliação de risco da exposição de residentes. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
É exigida a utilização de tecnologia de redução de deriva para as culturas de café e cana-de-açúcar de pelo menos 50% para aplicação tratorizada.
Para a cultura da cana-de-açúcar é proibido a aplicação com equipamento estacionário.
Para a cultura da cana-de-açúcar é proibido a aplicação com trator autopropelido.
Para a cultura da cana-de-açúcar é obrigatório a manutenção de bordadura de no mínimo 10 metros livres
de aplicação com equipamentos terrestres (estacionário/semiestacionária e tratorizado).
Para a cultura do café é proibido a aplicação com equipamento estacionário/semiestacionária e é obrigatório a manutenção de bordadura de no mínimo 10 metros livres de aplicação.
Para a cultura da pastagem é proibida a aplicação com equipamento estacionário/semiestacionária e é obrigatório a manutenção de bordadura de no mínimo 5 metros livres de aplicação com equipamentos terrestres (costal e tratorizados).
Cultura | Pragas/ Plantas infestantes/ Doenças | Dose L p.c / ha | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Aranha-gato (Acacia plumosa) | 1,5-2,0 | |||
Vassourinha (Baccharis coridifolia) | ||||
Carqueja (Baccharis trimera) | ||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Capixingui (Croton floribundus) | ||||
Cambarazinho (Eupatorium laevigatum) | ||||
Pastagem - Foliar e tratamento de tocos e anéis | Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | 3,5 | Aplicação Terrestre: 400 - 700 L/ha Aplicação Aérea: 30 - 50 L/ha | 1/ano |
Leiteiro (Peschiera fushsiaefolia) | ||||
Trançagem (Plantago major) | ||||
Erva-de-bicho (Polygonum punctatum) | ||||
Samambaia (Pteridium aquilinum) | ||||
Amor-de-cunhã (Solanum rugosum) | ||||
Erva-lanceta (Solidago chilensis) | ||||
Tojo (Ulex europaeus) | ||||
Assa-peixe (Vernonia polyanthes) | ||||
Aguapé (Eichornia crassipes) | 3,0-5,0 | |||
Jurubeba (Solanum paniculatum) | ||||
Joá-bravo (Solanum sisymbriifolium) |
Alameda Santos, 2159. CJ 61 e 62 Cerqueira Cesar
São Paulo/SP – CEP: 01419-100
Cultura | Pragas/ Plantas infestantes/ Doenças | Dose L p.c / ha | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Pastagem (Aplicação Foliar Tratorizada) | Beldroega (Portulaca oleracea) | 1,0 | Aplicação Terrestre: 200 – 300 L/ha | 1/ano |
Caruru (Amaranthus viridis) | ||||
Cheirosa (Hyptis suaveolens) | ||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | ||||
Erva-quente; Poaia-do-campo (Spermacoce alata) | 2,0 | |||
Assa-peixe-branco (Vernonia polyanthes) | ||||
Canela-de-perdiz; Gervão-branco (Croton glandulosus) | 3,0 | |||
Fedegoso; Mata-pasto (Senna occidentalis) | ||||
Guanxuma; Malva-veludo (Sida cordifolia) | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||
Malva-preta; Malvisco (Sidastrum micranthum) | ||||
Malva-roxa (Sidastrum paniculatum) | ||||
Malva-veludo (Waltheria indica) | ||||
Maria-mole (Senecio brasilienses) | ||||
Joá-bravo (Solanum aculeatissimum) | 4,0 | |||
Lobeira (Solanum lycocarpum) | ||||
Assa-peixe-roxo (Vernonia westiniana) | 5,0 | |||
Aplicar na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20ºC, quando as Plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo. Quando houver indicação de faixa de doses, utilizar a dose mais alta para plantas mais desenvolvidas ou provenientes de sucessivas roçadas (perenizadas). | ||||
Alameda Santos, 2159. CJ 61 e 62 Cerqueira Cesar
São Paulo/SP – CEP: 01419-100
Cultura | Pragas/ Plantas infestantes/ Doenças | Dose L p.c / ha | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Pastagem (Pulverizador Tratorizada deTocos) | Assa-peixe-roxo (Vernonia westiniana) | 3,0 a 4,0% (misturar 3,0 L do produto em 97,0 L de água ou 4,0 L de produto em 96,0 L de água) | Terrestre no toco: Aplicar após o corte proporcionando um bom molhamento dos tocos, de modo que o volume de produto por área não exceda a 6,0 L/ha | 1/ano |
Unha-de-vaca (Bauhunia variegata) | ||||
Unha-de-boi (Bauhinia divaricata) | ||||
Jacarandá-de-espinho Jacarandá-de-bico-preto (Machaerium aculeatum) | ||||
Lobeira (Solanum lycocarpum) | ||||
Roseta; Espinho-de-agulha (Randia armata) | ||||
Leiteira (Peschiera fuchsiaefolia) | 4,0% (misturar 4,0 L do produto em 96,0 L de água) | |||
Aroeirinha (Schinus terebinthifolius) | ||||
Arranha-gato (Acacia plumosa) | ||||
Unha-de-gato (Acacia paniculada) | ||||
Espinho-agulha (Barnadesia rosea) | ||||
Aplicação no toco pode ser feita em qualquer época do ano, aplicando-se até ponto de escorrimento da calda no toco cortado, podendo-se molhar o solo próximo ao toco recém cortado | ||||
Pastagem (Aplicação Aérea) | Assa-peixe-branco (Vernonia polyanthes) | 6,0 | Aplicação Aérea: 30 a 50 L/ha | 1/ano |
Assa-peixe-roxo (Vernonia westiniana) | ||||
Vassourinha-botão (Spermacoce verticillata) | ||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | ||||
Amor-de-cunhã; Cajuçara (Solanum rugosum) | ||||
Aplicar na época de maior pluviosidade e temperatura média acima de 20ºC, quando as plantas daninhas a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo | ||||
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Cultura | Pragas/ Plantas infestantes/ Doenças | Dose L p.c / ha | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Arroz | Capim-colchão (Digitaria horizontalis) | 1,0 - 2,0 | Aplicação Terrestre: 200 – 400 L/ha | 1/ano |
Junquinho (Cyperus ferax) | 1,5 - 2,0 | |||
Tiriricão (Cyperus luzulae) | ||||
Capim-colchão ou milhã (Digitaria sanguinalis) | ||||
Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) | ||||
Capim-mimoso (Eragrostis ciliaris) | ||||
Falso-alegria-da-praia (Fimbristylis dichotoma) | ||||
Flor-amarela (Melampodium divaricatum) | ||||
Capim-milhã (Panicum fasciculatum) | ||||
Joá-de-capote, Papo-de-rã (Physalis angulata) | ||||
Fedegoso-branco, Mata-pasto (Senna obtusifolia) | ||||
Vassourinha (Sida acuta) | ||||
Guanxuma, malva ou vassourinha (Sida rhombifolia) | ||||
Lombrigueira (Spigelia anthelmia) | ||||
Erva-lombrigueira, Lombrigueira (Spingelia anthelmia) | ||||
Leiteira, Amendoim-bravo (**) (Euphorbia heterophylla) | ||||
Angiquinho, Pinheirinho (**) (Aeshinomene rudis) | ||||
(**) Beldroega (Portulaca oleracea) | 2,0 | |||
Caruru-de-mancha (**) (Amaranthus viridis) | 1,8 - 2,0 | |||
(**) Guanxuma (Sida cordifolia) | 1,5 – 2,0 | |||
(**) Guanxuma (Sida glaziovii) | ||||
(**) Picão-preto (Bidens pilosa) | ||||
Fazer uma única aplicação no período após o perfilhamento e antes do emborrachamento do arroz, em pós-emergência das plantas daninhas. Estas devem estar em estágio de plântula ou ainda jovens, com 2 a 8 folhas. (**) Fazer uma aplicação em pós-emergência entre o perfilhamento e a fase de emborrachamento da cultura, estando as plantas daninhas no estádio de até 4 folhas. | ||||
Alameda Santos, 2159. CJ 61 e 62 Cerqueira Cesar
São Paulo/SP – CEP: 01419-100
Cultura | Pragas/ Plantas infestantes/ Doenças | Dose L p.c / ha | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Cana-de-açúcar | Caruru-de-mancha (Amaranthus viridis)(*) | 2,0 a 3,0 | Aplicação Terrestre: 200 L/ha | 1/ano |
Picão-preto (Bidens pilosa)(*) | ||||
Buva; Rabo-de-foguete (Conyza bonariensis)(*) | ||||
Corda-de-viola; Campainha (Ipomoea grandifolia)(*) | 3,0 a 4,0 | |||
Guanxuma; Mata-pasto (Sida glaziovii)(*) | ||||
Guanxuma; Mata-pasto (Sida rhombifolia)(*) | ||||
Corda-de-viola (Ipomoea triloba)(**) | 0,75 a 2,0 | Aplicação Terrestre: 100 – 300 L/há Aplicação Aérea: 20-50 L/ha | ||
Corda-de-viola ou Campainha (Merremia cissoides)(**) | ||||
Mamona (Ricinus communis)(**) | ||||
Melão-de-são-caetano (Momordica charanthia)(**) | 1,5 a 2,0 | |||
(*)Fazer uma aplicação ao ano em cana-planta ou cana-soca, após o plantio ou corte, em pós emergência das plantas daninhas. A aplicação deve ser feita quando as plantas estiverem no estágio inicial de desenvolvimento (4 a 6 folhas) e em pleno crescimento vegetativo. (**)Realizar a aplicação em cana-planta ou soca no estádio de até 6 folhas. Para as plantas infestantes, as cordas-de-viola devem estar com até 6 folhas e a mamona e melão-de-são- caetano com até 4 folhas. Utilizar as maiores doses em áreas de alta infestação ou período seco. Realizar apenas uma aplicação por ano. | ||||
Cultura | Pragas/ Plantas infestantes/ Doenças | Dose L p.c/ha | Volume de calda (L/ha) | Número de aplicação |
Eucalipto | Touças (tocos) de Eucalipto | Aplicar de 3 a 7% (misturar de 3 a 7 L do produto em 97 a 93 L de água), aplicando-se 200 a 250 mL por toco logo após o corte | Terrestre no toco: Aplicar após o corte proporcionando umbom molhamento dos tocos, de modo que o volume de produto por área não exceda a 6,0 L/ha | 1/ano |
Aplicar em qualquer época do ano para erradicação de touças (tocos de eucalipto na reforma de áreas florestais) | ||||
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São Paulo/SP – CEP: 01419-100
Para pulverização foliar de qualquer tipo: Uma só aplicação, em época quente, com boa pluviosidade, onde as plantas a serem controladas estejam em intenso processo vegetativo. Para uma maior eficiência do produto, devem-se adotar os seguintes parâmetros na aplicação: Temperatura máxima = 32ºC e Umidade relativa do ar maior que 60%.
Para tratamento de tocos e anéis: Aplicar uma única vez em qualquer época do ano. Deve-se fazer um tratamento e fazer um repasse em caso de rebrota. Para o repasse respeitar a época indicada anteriormente. Obs.: Para repasse por via foliar, esperar que a rebrota atinja uma superfície foliar equilibrada o suficiente, para absorver uma quantidade de produto que atinja todo o seu sistema radicular.
Para a redobra de tocos é preferível refazer o corte e reaplicar o produto, em lugar de aplicar nas poucas folhas de redobra. Isso porque essa área foliar de redobra é insuficiente para absorver a quantidade de herbicida necessário.
Erradicação de touças de eucalipto: Uma só aplicação em qualquer época do ano.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Amaranthus viridis | bredo (1), caruru (2), caruru-de-mancha | Ver detalhes |
| Pastagens | Baccharis coridifolia | alecrim (2), alecrim-falso, mio-mio | Ver detalhes |
A limpeza do equipamento deve ser realizada logo após o término da aplicação para que não haja resíduos remanescentes em aplicações seguintes de outras classes de produtos. Estes resíduos também podem gerar problemas de contaminação de culturas vizinhas, caso haja deriva de gotas pelo vento.
Pastagens
Aplicação aérea em área total:
Esse tratamento deve ser feito por avião quando as áreas forem extensas e as pastagens infestadas densamente por plantas daninhas de pequeno, médio e grande porte. Aplicar o produto molhando bem e uniformemente toda a folhagem da planta.
Bicos: utilizar bicos de jato cônico vazio ou cheio da série D ou similar, com a combinação adequada de ponta e difusor (core) 46 ou 56, com uma densidade mínima de gotas depositadas de 50 a 60 gotas/cm² e um DMV (VMD) entre 240 a 420 μm (micrômetros). Não utilizar bicos rotativos do tipo MICRONAIR ou similares.
Diâmetro de gotas: 240 a 420 μ (micra) VMD. Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas. Empregar equipamentos que produzam espectro de gotas estreito, de forma a minimizar a formação de muitas gotas pequenas, afastadas do diâmetro médio.
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Números de bicos na barra de pulverização: Para aviões tipo IPANEMA, qualquer que seja o modelo, utilizar entre 38 a 40 bicos, fechando sempre os bicos situados próximos as pontas das asas e três intermediários junto ao corpo (fuselagem) do avião, nas extremidades internas das asas. Manter em funcionamento os oito bicos originais existentessob a“barriga” (fuselagem) do avião e deverão ser posicionados no mesmo ângulo dos bicos dasasas.
Volume de aplicação: 30 a 50 L/ha
Altura do voo: Sendo o voo da aeronave definido e efetuado em função da altura das árvores, é recomendável para a segurança do voo, melhor uniformemente e geração das gotas e distribuição das gotas sobre o alvo desejado que a aeronave mantenha um nível de voo entre 8 e 10 metros acima do topo das plantas mais altas, qualquer que seja o tipo ou modelo de aeronaves utilizados. A altura de voo recomenda, deverá ser mantida, durante todo o processo de aplicação do produto, independente das variações climáticas locais que ocorram. O controle da deriva deverá ser efetuado sempre pela alteração do ângulo dos bicos de pulverização e do diâmetro das gotas e nunca pela variação da altura do voo.
Largura da faixa de deposição: Para aviões tipo IPANEMA ou similares utilizar faixa de deposição máxima de 15 metros. Para aviões de maior porte, a faixa de deposição será sempre limitada às características técnicas operacionais comprovadas do modelo/tipo do avião, e pela densidade e diâmetro de gotas requeridas e recomendadas sobre o alvo desejado.
Condições climáticas: qualquer que seja o equipamento de pulverização em uso durante toda a aplicação, deverão ser observadas as seguintes condições climáticas:
Temperatura ambiente (local de aplicação): abaixo de 32ºC
Umidade relativa do ar (local da aplicação): mínima de 60%
Velocidade de vento entre 2 e 10 km/hora (0,5 a 2,8 metros/ segundo).
As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas daninhas alvo, com a menor evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica (deslocamento vertical). Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações sob temperatura inferior a 30ºC, umidade relativa do ar acima de 55%, velocidade média do vento entre 3 e 10 km/h, na ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando período de chuva de até 6 horas após a aplicação.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva: reduzir a velocidade de aplicação e manter altura de pulverização em no máximo 50 cm do alvo auxilia na redução dos riscos de deriva.
Evitar aplicação em situações sem vento. Estas condições são iniciativas da ocorrência de inversão térmica ou correntes convectivas, fatores que ocasionam deriva.
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A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um engenheiro agrônomo.
Aplicação Terrestre – Trator com barra:
Utilize SOMENTE pontas de pulverização que proporcionem redução de deriva, como pontas tipo leque COM INDUÇÃO DE AR (ou outra tecnologia anti-deriva), como AIXR 110.05, para a produção de gotas grossas a extremamente grossas.
Pressão de trabalho: 30-70 psi(lbf/pol2)
Tamanho de gotas: Diâmetro de gotas acima de 350 micra (gotas grossas ou superior)
Densidade de gotas: 30 gotas/cm²
Altura da barra: A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme no alvo, não ultrapassando 50 cm, tanto para o espaçamento quanto para a altura da barra.
Volume de aplicação: mínimo 100L/ha.
Velocidade do trator: 6 a 8 km/h.
Erradicação de touças de eucalipto:
Aplicar o produto no toco, logo após o corte das árvores ou no máximo até 24 horas após essa operação. Utilizar pulverizador tratorizado. Aplicar na superfície do corte até o ponto de escorrimento.
NOTA: Sobre outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas.
Culturas | Dias |
Pastagem | Uso não alimentar |
Eucalipto | Uso não alimentar |
Arroz | 90 |
Cana-de-açúcar | (1) |
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
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Cultura | Modalidade de Emprego (Aplicação) | INTERVALO DE REENTRADA* | |
2h de atividades | 8h de atividades | ||
Pastagens | Pós-emergência | (1) 5 dias | (1) 23 dias |
Cana-de-açúcar | Pós-emergência | (1) 13 dias | (1) 31 dias |
* A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada com a utilização pelos trabalhadores de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas. Os intervalos de reentrada podem ser diferentes nas bulas dos produtos formulados caso a empresa registrante tenha apresentado dados para a realização da avaliação de risco da exposição ocupacional de seu produto formulado.
(1) Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar.
É exigida a manutenção de bordadura de, no mínimo, 10 metros livres de aplicação tratorizada de produtos formulados contendo 2,4-D, conforme resultados da avaliação de risco da exposição de residentes. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
Eliminação de plantas infestantes em área cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes) em aplicação dirigida à entrelinha nas culturas de: ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, maçã, nectarina, pera, pêssego, uva, pastagem, eucalipto, pínus e seringueira.
Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) – sistema de plantio direto ou cultivo mínimo para as culturas de algodão, arroz, arroz-irrigado, feijão, soja, milho, trigo e na eliminação do arroz vermelho.
Eliminação da soqueira de cana-de-açúcar e como maturador da cana-de-açúcar.
FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | Nº máx de aplicações | |
Nome comum | Nome científico | ||||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 0,5-1 | 240-480 | 300-400 | 1 |
Aveia | Avena sativa | 1 | 480 | ||
Cevadinha | Bromus catharticus | 1 | 480 | ||
Capim-rabo-de- raposa | Setaria geniculata | 1-2 | 480-960 | ||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,5 | 720 | ||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1,5-2 | 720-960 | ||
Capim-favorito | Rhynchelitrum repens | 1,5-2 | 720-960 | ||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 2 | 960 | ||
Azevém | Lolium multiflorum | 2-3 | 960-1440 | ||
Capim-Arroz | Echinochloa crusgalli | 4 | 1920 | ||
Cuminho ou Falso cominho | Fimbristylis miliacea | 5 | 2400 | ||
FOLHA LARGA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | Nº máx de aplicações | |
Nome comum | Nome científico | ||||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1-1,5 | 480-720 | 300-400 | 1 |
Picão-branco ou Fazendeiro | Galinsoga parviflora | 1 | 480 | ||
Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | 1-2 | 480-960 | ||
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 1,5 | 720 | ||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | 1,5 | 720 | ||
Angiquinho | Aeschynomene rudis | 2 | 960 | ||
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 2 | 960 | ||
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 2 | 960 | ||
Caruru | Amaranthus viridis | 2 | 960 | ||
Boca-de-leão- selvagem | Antirrhinum orontium | 2 | 960 | ||
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 2 | 960 | ||
Buva | Conyza bonariensis | 2 | 960 | ||
Cordão-de-frade | Leonotis nepetifolia | 2 | 960 | ||
Quebra-pedra | Phyllanthus tenellus | 2 | 960 | ||
Beldroega | Portulaca oleracea | 2 | 960 | ||
Nabiça | Raphanus raphanistrum | 2 | 960 | ||
Maria-pretinha | Solanum americanum | 2 | 960 | ||
Serralha | Sonchus oleraceus | 2 | 960 | ||
Maria-gorda | Talinum paniculatum | 2-3 | 1440 | ||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 3-4 | 1680 | ||
Anileira | Indigofera hirsuta | 4 | 1920 | ||
Corda-de-viola | Ipomoea quamoclit | 4 | 1920 | ||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 4 | 1920 | ||
Espérgula | Spergula arvensis | 4 | 1920 | ||
Trevo | Trifolium repens | 4 | 1920 | ||
Barbasco | Pterocaulon virgatum | 4,5-5 | 2160-2400 | ||
Erva-quente | Spermacoce alata | 5-6 | 2400-2880 | ||
Ervilhaca | Vicia sativa | 5 | 2400 |
FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | Nº máx de aplicações | |
Nome comum | Nome científico | ||||
Capim-azedo | Paspalum conjugatum | 1 | 480 | 1 | |
Junquinho | Cyperus ferax | 1,5-3 | 720-1440 | ||
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 1,5-4 | 720-1920 | ||
Capim-colonião | Panicum maximum | 1,5-5 | 720-2400 | ||
Grama-comprida | Paspalum dilatatum | 2 | 960 | 300-400 | 1 |
Capim-braquiária | Brachiaria decumbens | 2,5-4 | 1200-1920 | ||
Tiririca | Cyperus flavus | 3 | 1440 | ||
Capim-gordurar | Melinis minutiflora | 3-4 | 1440-1920 | ||
Capim-gengibre | Paspalum maritimum | 3-4 | 1440-1920 | ||
Capim-canoão | Setaria poiretiana | 3,5 | 1680 | ||
Capim-rabo-de-burro | Andropogon bicornis | 4 | 1920 | ||
Capim-membeca | Andropogon leucostachyus | 4 | 1920 | ||
Grama-seda | Cynodon dactylon | 4-5 | 1920-2400 | ||
Tiririca | Cyperus rotundus | 4-5 | 1920-2400 | ||
Capim-jaraguá | Hyparrhenia rufa | 4 | 1920 | ||
Capim-caiana | Panicum cayennense | 4 | 1920 | ||
Grama-batatais | Paspalum notatum | 4-5 | 1920-2400 | ||
Grama-touceira | Paspalum paniculatum | 4-5 | 1920-2400 | ||
Capim-da-roça | Paspalum urvillei | 4 | 1920 | ||
Capim-kikuio | Pennisetum clandestinum | 4-5 | 1920-2400 | ||
Capim-massambará | Sorghum halepense | 4 | 1920 | ||
Grama-missioneira ou capitinga | Axonopus compressus | 5 | 2400 | ||
Tiririca | Cyperus difformis | 5 | 2400 | ||
Cana-de-açúcar (roughing) | Saccharum officinarum | 6 | 2880 | ||
Taboca | Guadua angustifolia | 12 | 5760 |
FOLHA LARGA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | Nº máx de aplicações | |
Nome comum | Nome científico | ||||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1-2 | 480-960 | 300-400 | 1 |
Mata-pasto Maria- mole | Eupatorium maximilianii Senecio brasiliensis | 1,5 | 720 | ||
Erva-lanceta | Solidago chilensis | 2-3 | 960-1440 | ||
Língua-de-vaca | Rumex crispus | 3 | 1440 | 300-400 | |
Guanxuma | Sida cordifolia | 3 | 1440 | ||
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | 3 | 1440 | ||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 3 | 1440 | ||
Grandiúva | Trema micrantha | 4 | 1920 | ||
Fedegoso-branco | Senna obtusifolia | 5 | 2400 | ||
Tanchagem | Plantago major | 5 | 2400 | ||
Agriãozinho | Synedrellopsis grisebachii | 5 | 2400 |
FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | Nº máx de aplicações | |
Nome comum | Nome científico | ||||
Arroz vermelho, arroz daninho | Oryza sativa | 3-4 | 1440-1920 | 300-400 | 1 |
Capim arroz | Echinochloa crusgali | 2 | 960 | ||
Capim pé de galinha | Eleusine indica | 1-2 | 480-960 | ||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 1 | 480 | ||
Capim colchão | Digitaria horizontalis | 2 | 960 | ||
FOLHA LARGA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | Nº máx de aplicações | |
Nome comum | Nome científico | ||||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 3-4 | 1440 -1920 | 300-400 | 1 |
Angiquinho | Aeschynomene rudis | 3-4 | 1440 -1920 | ||
Caruru verde | Amaranthus viridis | 3-4 | 1440 -1920 | ||
Corda de viola | Ipomoea grandifolia | 3-4 | 1440 -1920 | ||
Falsa serralha | Emilia sonchifolia | 2 | 960 | ||
Macela | Gnaphalium pensylvanicum | 1-2 | 480-960 | ||
Picão preto | Bidens pilosa | 1-2 | 480-960 | ||
Picão branco | Galinsonga parviflora | 1 | 480 |
FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | Nº máx de aplicações | |
Nome comum | Nome científico | ||||
Tiririca | Cyperus rotundus | 4-5 | 1920-2400 | 300-400 | 1 |
Grama-seda | Cynodon dactylon | 3-5 | 1440-2400 | ||
FOLHA LARGA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | Nº máx de aplicações | |
Nome comum | Nome científico | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 2-3 | 960-1440 | 300-400 | 1 |
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | 2-3 | 960-1440 | ||
FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | Nº máx de aplicações | |
Nome comum | Nome científico | ||||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,5 | 720 | 150-400 | 1 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 2 | 960 | ||
Capim-favorito | Rhynchelitrum repens | 2 | 960 | ||
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 2 | 960 | ||
Capim-rabo-deraposa | Setaria geniculata | 2 | 960 | ||
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 2 | 960 | ||
FOLHA LARGA | Dose de aplicação L/ha (Produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | Nº máx de aplicações | |
Nome comum | Nome científico | ||||
Trapoeraba | Murdannia nudiflora | 4 | 1920 | 150-400 | 1 |
Centela | Centella asiatica | 4 | 1920 | ||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1 | 480 | ||
Carrapicho-decarneiro | Acanthospermum hispidum | 1 | 480 | ||
Caruru | Amaranthus hybridus | 1,5 | 720 | ||
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 2 | 980 | ||
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2 | 980 | ||
Malvastro | Malvastrum coromandelianum | 2 | 980 | ||
Assa-peixe | Vernonia ferruginea | 4 | 1920 | ||
Caeté | Thalia geniculata | 4 | 1920 | ||
FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação L/ha (Produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | Nº máx de aplicações | |
Nome comum | Nome científico | ||||
Capim-gengibre | Paspalum maritimum | 2 | 980 | 150-400 | 1 |
Capim-colonião | Panicum maximum | 2 | 980 | ||
Capim-dandá | Cyperus rotundus | 4 | 1920 | ||
Grama-bermuda | Cynodon dactylon | 4 | 1920 | ||
Grama-batatais | Paspalum notatum | 4 | 1920 | ||
Junquinho | Cyperus ferax | 3 | 1440 | ||
Soqueira de cana-de- açúcar | Saccharum officinarum | 4 | 1920 | ||
FOLHA LARGA | Dose de aplicação L/ha (Produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | Nº máx de aplicações | |
Nome comum | Nome científico | ||||
Lanceta | Eclipta alba | 2 | 980 | 150-400 | 1 |
Erva-quente | Spermacoce alata | 4 | 1920 | ||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 3 | 1440 | ||
Guanxuma | Sida cordifolia | 3 | 1440 | ||
A dosagem indicada varia de acordo com o cultivar e está em função dos equipamentos empregados:
CULTIVAR | Equipamento convencional Produto comercial (L/ha) | Ingrediente ativo | Equipamento CDA/BENTLEY Produto comercial (L/ha) | Ingrediente ativo |
IAC | 5,0 | 2400 | 4,0 | 1920 |
NA | 5,0 | 2400 | 4,0 | 1920 |
CB | 4,0 | 1920 | 3,0 | 1440 |
SP | 5,0 | 2400 | 3,0 | 1440 |
CO/CP | 5,0 | 2400 | 4,0 | 1920 |
A aplicação do produto deve ser realizada quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.
Notas:
As doses indicadas dependem do estádio de desenvolvimento da planta infestante: doses menores para a fase inicial de desenvolvimento; doses maiores para a fase adulta ou perenizada.
Ingrediente ativo expresso em concentração de sal de isopropilamina de glifosato.
A época de aplicação mais indicada para o controle das espécies perenes é próxima e/ou durante a floração. No caso das plantas infestantes anuais, o melhor período é entre a fase jovem até a formação dos botões florais.
A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento.
Eliminação da soqueira da cana-de-açúcar: a aplicação do produto deve ser realizada quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do solo, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação
Seja feita antes da formação de colmos na soqueira.
Maturador da cana-de-açúcar: o produto pode ser utilizado como maturador em cana-de- açúcar em qualquer época de safra de acordo com as seguintes recomendações:
Início da safra: visando antecipar a maturação, devido a condições pouco favoráveis de maturação natural, onde nem mesmo as variedades mais precoces estão no seu potencial máximo de acúmulo de sacarose.
Áreas com excesso de vinhaça: com o objetivo de elevar o nível de maturação, normalmente baixo nestas áreas, devido ao alto vigor vegetativo apresentado pela cultura. Período entre aplicação e colheita/dose: O período entre aplicação e colheita pode ser manejado em função de doses, massa verde e época de aplicação que possibilita uma adequada flexibilidade de safra. No geral está entre 42 a 56 dias (6 a 8 semanas) para a dose recomendada do produto de 0,6 L/ha.
Notas:
A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4º e o 10º dia após a aplicação.
A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é de 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estádio inicial de desenvolvimento.
Em áreas de alta infestação de plantas infestantes, recomenda-se realizar a aplicação sequencial, observando-se sempre os menores intervalos recomendados.
O produto não tem ação sobre sementes existentes no solo.
O produto aplicado de acordo com as recomendações no período adequado, controlará as plantas infestantes, com uma única aplicação ou aplicação sequencial.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aeschynomene rudis | angiquinho (1), maricazinho (1), paquinha | Ver detalhes |
| Ameixa | Cyperus difformis | junça (5), junquinho (6), tiririca (10) | Ver detalhes |
| Arroz | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Banana | Sida glaziovii | guanxuma-branca, malva-guaxima, mata-pasto (3) | Ver detalhes |
| Cacau | Cenchrus echinatus | Ver detalhes | |
| Café | Spergula arvensis | esparguta (1), espérgula, gorga (2) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Panicum maximum | capim-colonião, capim-coloninho (1), capim-guiné | Ver detalhes |
| Citros | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Eucalipto | Malvastrum coromandelianum | guanxuma (1), guaxima (2), malvastro | Ver detalhes |
| Feijão | Aeschynomene rudis | angiquinho (1), maricazinho (1), paquinha | Ver detalhes |
| Maçã | Setaria poiretiana | capim-canoão, capim-jiriva, capim-leque | Ver detalhes |
| Milho | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Nectarina | Setaria poiretiana | capim-canoão, capim-jiriva, capim-leque | Ver detalhes |
| Pastagens | Paspalum urvillei | capim-da-roça (1), capim-das-estradas, milhã-grande | Ver detalhes |
| Pera | Ipomoea aristolochiaefolia | campainha (1), corda-de-viola (1), corriola (1) | Ver detalhes |
| Pessego | Paspalum conjugatum | capim-azedo, capim-forquilha, capim-marreca | Ver detalhes |
| Pinus | Axonopus compressus | capitinga, grama-argentina, grama-missioneira | Ver detalhes |
| Seringueira | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Soja | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Setaria poiretiana | capim-canoão, capim-jiriva, capim-leque | Ver detalhes |
| Uva | Paspalum conjugatum | capim-azedo, capim-forquilha, capim-marreca | Ver detalhes |
No sistema de plantio direto, aplicar o produto antes do plantio da cultura. Aplicar em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas das plantas infestantes que se deseja o controle.
Para eliminação de soqueira de cana-de-açúcar, aplicar o produto sobre as folhas em área total.
Equipamentos de aplicação:
Tipos de equipamentos:
Tratorizado convencional: vazão: 150-400 L/ha; pressão: 30-40 Lb/pol²; tamanho de gotas:
300-600 µm; densidade: 30-40 gotas/cm²
Bentley BT-3: vazão: 80-120 L/ha; pressão: 40-60 Lb/pol²; tamanho de gotas: 200-300 µm; densidade: 50-100 gotas/cm²
Costal manual:
vazão: 150-200 L/ha; pressão: 20-30 Lb/pol²; tamanho de gotas: 200-400 µm; densidade: 20-30 gotas/cm²
vazão: 300-400 L/ha; pressão: 20-30 Lb/pol²; tamanho de gotas: 200-600 µm; densidade: 20-30 gotas/cm²
Pulverização aérea: barra com bicos para aeronaves de asa fixa volume de aplicação 40-50 L/ha; altura de vôo - 4-5 m do topo da cultura; largura da faixa de deposição: 15 m; tamanho de gotas: 110-120 µm; densidade de gotas: mínimo 20 gotas/cm² (DMV-420-450 m); bicos de pulverização: jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20 gotas/cm2 com DMV 420-450 m à pressão de 15-30 psi.
Maturador da cana-de-açúcar:
A aplicação deve ser realizada por avião, utilizando-se barra com bicos convencionais, e um consumo de calda na faixa de 30-40 L/ha. (ver item: Aplicação Aérea)
Condições climáticas: Temperatura máxima: 28ºC; umidade relativa (mínimo): 55%; velocidade do vento (máximo): 10 km/h. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar GLIFOSATO WYNCA 480 SL. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante o seu preparo e durante a operação de sua aplicação.
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.
Algodão (1); Ameixa, Uva: 17 dias; Arroz, Cana-de-açúcar (pós-emergência), Feijão, Pastagem, Trigo: (2); Banana, Cacau, Citros, Nectarina, Pêssego, cana-de-açúcar (como maturador): 30 dias; Café, Maçã, Pera: 15 dias; Milho (3); Soja (4); Pínus, Eucalipto, Seringueira: UNA.
O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
U.N.A = Uso Não Alimentar
A reentrada de pessoas nas culturas poderá ocorrer após a completa secagem da calda aplicada (cerca de 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Para as culturas de café, citros, pinus e eucalipto, respeitar o intervalo de reentrada de 23 dias com EPI nível 1 e luvas, para atividades de 8h. No caso de atividades de 2 horas nas culturas de café, citrus, pinus e eucalipto respeitar o intervalo de 1 dia, sem necessidade de uso de EPI.
Eliminação de plantas infestantes em área cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes) em aplicação dirigida à entrelinha nas culturas de: ameixa, banana, cacau, café, cana-de-açúcar, citros, maçã, nectarina, pera, pêssego, uva, pastagem, eucalipto, pínus e seringueira.
Aplicação em área total em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes) – sistema de plantio direto ou cultivo mínimo para as culturas de algodão, arroz, arroz-irrigado, feijão, soja, milho, trigo e na eliminação do arroz vermelho.
Eliminação da soqueira de cana-de-açúcar e como maturador da cana-de-açúcar.
PLANTAS INFESTANTES ANUAIS
FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 0,5-1 | 240-480 | 300-400 |
Aveia | Avena sativa | 1 | 480 | |
Cevadinha | Bromus catharticus | 1 | 480 | |
Capim-rabo-de-raposa | Setaria geniculata | 1-2 | 480-960 | |
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,5 | 720 | |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 1,5-2 | 720-960 | |
Capim-favorito | Rhynchelitrum repens | 1,5-2 | 720-960 | |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 2 | 960 | |
Azevém | Lolium multiflorum | 2-3 | 960-1440 | |
Capim-Arroz | Echinochloa crusgalli | 4 | 1920 | |
Cuminho ou Falso cominho | Fimbristylis miliacea | 5 | 2400 |
FOLHA LARGA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | 1-1,5 | 480-720 | 300-400 |
Picão-branco ou Fazendeiro | Galinsoga parviflora | 1 | 480 | |
Guanxuma | Malvastrum coromandelianum | 1-2 | 480-960 | |
Carrapicho-rasteiro | Acanthospermum australe | 1,5 | 720 | |
Carrapicho-de-carneiro | Acanthospermum hispidum | 1,5 | 720 | |
Angiquinho | Aeschynomene rudis | 2 | 960 | |
Mentrasto | Ageratum conyzoides | 2 | 960 | |
Caruru-roxo | Amaranthus hybridus | 2 | 960 | |
Caruru | Amaranthus viridis | 2 | 960 | |
Boca-de-leão-selvagem | Antirrhinum orontium | 2 | 960 | |
Falsa-serralha | Emilia sonchifolia | 2 | 960 | |
Buva | Conyza bonariensis | 2 | 960 | |
Cordão-de-frade | Leonotis nepetifolia | 2 | 960 | |
Quebra-pedra | Phyllantus tenellus | 2 | 960 | |
Beldroega | Portulaca oleracea | 2 | 960 | |
Nabiça | Raphanus raphanistrum | 2 | 960 | |
Maria-pretinha | Solanum americanum | 2 | 960 | |
Serralha | Sonchus oleraceus | 2 | 960 | |
Maria-gorda | Talinum paniculatum | 2-3 | 960-1440 | |
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 3-4 | 1440-1920 | |
Corda-de-viola | Ipomoea aristolochiaefolia | 3 | 1440 | |
Alfafa | Medicago sativa | 3,5 | 1680 | |
Anileira | Indigofera hirsuta | 4 | 1920 | |
Corda-de-viola | Ipomoea quamoclit | 4 | 1920 | |
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 4 | 1920 | |
Espérgula | Spergula arvensis | 4 | 1920 | |
Trevo | Trifolium repens | 4 | 1920 | |
Barbasco | Pterocaulon virgatum | 4,5-5 | 2160-2400 | |
Erva-quente | Spermacoce alata | 5-6 | 2400-2880 | |
Ervilhaca | Vicia sativa | 5 | 2400 | |
PLANTAS INFESTANTES PERENES
FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Capim-azedo | Paspalum conjugatum | 1 | 480 | 300-400 |
Junquinho | Cyperus ferax | 1,5-3 | 720-1440 | |
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 1,5-4 | 720-1920 | |
Capim-colonião | Panicum maximum | 1,5-5 | 720-2400 | |
Grama-comprida | Paspalum dilatatum | 2 | 960 | |
Capim-braquiária | Brachiaria decubens | 2,5-4 | 1200-1920 | |
Tiririca | Cyperus flavus | 3 | 1440 | |
Capim-gordurar | Melinis minutiflora | 3-4 | 1440-1920 | |
Capim-gengibre | Paspalum maritimum | 3-4 | 1440-1920 | |
Capim-canoão | Setaria poiretiana | 3,5 | 1680 | |
Capim-rabo-de-burro | Andropogon bicornis | 4 | 1920 | |
Capim-membeca | Andropogon leucostachyus | 4 | 1920 | |
Grama-seda | Cynodon dactylon | 4-5 | 1920-2400 | |
Tiririca | Cyperus rotundus | 4-5 | 1920-2400 | |
Capim-jaraguá | Hyparrhenia rufa | 4 | 1920 | |
Capim-caiana | Panicum cayennense | 4 | 1920 | |
Grama-batatais | Paspalum notatum | 4-5 | 1920-2400 | |
Grama-touceira | Paspalum paniculatum | 4-5 | 1920-2400 | |
Capim-da-roça | Paspalum urvillei | 4 | 1920 | |
Capim-kikuio | Pennisetum clandestinum | 4-5 | 1920-2400 | |
Capim-massambará | Sorghum halepense | 4 | 1920 | |
Grama-missioneira ou capitinga | Axonopus compressus | 4 | 2400 | |
Tiririca | Cyperus difformis | 5 | 2400 | |
Cana-de-açúcar (roughing) | Saccharum officinarum | 6 | 2880 | |
Taboca | Guadua angustifolia | 12 | 5760 | |
FOLHA LARGA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Apaga-fogo | Alternanthera tenella | 1 | 480 | 300-400 |
Mata-pasto | Eupatorium maximilianii | 1,5 | 720 | |
Maria-mole | Senecio brasiliensis | 2-3 | 960-1440 | |
Erva-lanceta | Solidago chilensis | 2 | 960 | |
Língua-de-vaca | Rumex crispus | 3 | 1440 | |
Guanxuma | Sida cordifolia | 3 | 1440 | |
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | 3 | 1440 | |
Guanxuma | Sida rhombifolia | 3 | 1440 | |
Grandiúva | Trema micrantha | 4 | 1920 | |
Fedegoso-branco | Senna obtusifolia | 5 | 2400 | |
Tanchagem | Plantago major | 5 | 2400 | |
Agriãozinho | Synedrellopsis grisebachii | 5 | 2400 | |
PLANTAS INFESTANTES ANUAIS
FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Arroz vermelho, arroz daninho | Oryza sativa | 3-4 | 1440-1920 | 300-400 |
Capim arroz | Echinochloa crusgali | 2 | 960 | |
Capim pé de galinha | Eleusine indica | 1-2 | 480-960 | |
Capim-marmelada | Brachiaria plantaginea | 1 | 480 | |
Capim colchão | Digitaria horizontalis | 2 | 960 | |
FOLHA LARGA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Amendoim-bravo | Euphorbia heterophylla | 3-4 | 1440-1920 | 300-400 |
Angiquinho | Aeschynomene rudis | 3-4 | 1440-1920 | |
Caruru verde | Amaranthus viridis | 3-4 | 1440-1920 | |
Corda de viola | Ipomoea grandifolia | 3-4 | 1440-1920 | |
Falsa serralha | Emilia sonchifolia | 2 | 960 | |
Macela | Gnaphalium pensylvanicum | 1-2 | 480-960 | |
Picão preto | Bidens pilosa | 1-2 | 480-960 | |
Picão branco | Galinsonga parviflora | 1 | 480 | |
PLANTAS INFESTANTES PERENES
FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Tiririca | Cyperus rotundus | 4-5 | 1920-2400 | 300-400 |
Grama-seda | Cynodon dactylon | 3-5 | 1440-2400 | |
FOLHA LARGA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Guanxuma | Sida rhombifolia | 2-3 | 960-1440 | 300-400 |
Guanxuma-branca | Sida glaziovii | 2-3 | 960-1440 | |
PLANTAS INFESTANTES ANUAIS
FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Capim-carrapicho | Cenchrus echinatus | 1,5 | 720 | 150-400 |
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | 2 | 960 | |
Capim-favorito | Rhynchelitrum repens | 2 | 960 | |
Capim-pé-de-galinha | Eleusine indica | 2 | 960 | |
Capim-rabo-deraposa | Setaria geniculata | 2 | 960 | |
Capim-amargoso | Digitaria insularis | 2 | 960 | |
FOLHA LARGA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Trapoeraba | Murdannia nudiflora | 4 | 1920 | 150-400 |
Centela | Centella asiatica | 4 | 1920 | |
Picão-preto | Bidens pilosa | 1 | 480 | |
Carrapicho-decarneiro | Acanthospermum hispidum | 1 | 480 | |
Caruru | Amaranthus hybridus | 1,5 | 720 | |
Losna-branca | Parthenium hysterophorus | 2 | 980 | |
Poaia-branca | Richardia brasiliensis | 2 | 980 | |
Malvastro | Malvastrum coromandelianum | 2 | 980 | |
Assa-peixe | Vernonia ferruginea | 4 | 1920 | |
Caeté | Thalia geniculata | 4 | 1920 | |
PLANTAS INFESTANTES PERENES
FOLHA ESTREITA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Capim-gengibre | Paspalum maritimum | 2 | 980 | 150-400 |
Capim-colonião | Panicum maximum | 2 | 980 | |
Capim-dandá | Cyperus rotundus | 4 | 1920 | |
Grama-bermuda | Cynodon dactylon | 4 | 1920 | |
Grama-batatais | Paspalum notatum | 4 | 1920 | |
Junquinho | Cyperus ferax | 3 | 1440 | |
Soqueira de cana-de-açúcar | Saccharum officinarum | 4 | 1920 | |
FOLHA LARGA | Dose de aplicação L/ha (produto comercial) | Ingrediente ativo/ha (gramas) | Volume de calda L/ha | |
Nome comum | Nome científico | |||
Lanceta | Eclipta alba | 2 | 960 | 150-400 |
Erva-quente | Spermacoce alata | 4 | 1920 | |
Guanxuma | Sida rhombifolia | 3 | 1440 | |
Guanxuma | Sida cordifolia | 3 | 1440 | |
A dosagem indicada varia de acordo com o cultivar e está em função dos equipamentos empregados:
CULTIVAR | Equipamento convencional Produto comercial (L/ha) | Ingrediente ativo | Equipamento CDA/BENTLEY Produto comercial (L/ha) | Ingrediente ativo |
IAC | 5,0 | 2400 | 4,0 | 1920 |
NA | 5,0 | 2400 | 4,0 | 1920 |
CB | 4,0 | 1920 | 3,0 | 1440 |
SP | 5,0 | 2400 | 3,0 | 1440 |
CO/CP | 5,0 | 2400 | 4,0 | 1920 |
A aplicação do produto deve ser realizada quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do chão, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.
Notas:
As doses indicadas dependem do estádio de desenvolvimento da planta infestante: doses menores para a fase inicial de desenvolvimento; doses maiores para a fase adulta ou perenizada.
Ingrediente ativo expresso em concentração de sal de isopropilamina de glifosato.
A época de aplicação mais indicada para o controle das espécies perenes é próxima e/ou durante a floração. No caso das plantas infestantes anuais, o melhor período é entre a fase jovem até a formação dos botões florais.
A aplicação deve ser realizada quando as plantas infestantes, que se deseja o controle, estiverem em boas condições de desenvolvimento.
Eliminação da soqueira da cana-de-açúcar: a aplicação do produto deve ser realizada quando a média das folhas estiver entre 0,6 m a 1,2 m de altura medida a partir do solo, ou quando a última lígula visível estiver a 40 cm do solo. É fundamental que a aplicação seja feita antes da formação de colmos na soqueira.
Maturador da cana-de-açúcar: o produto pode ser utilizado como maturador em cana-de- açúcar em qualquer época de safra de acordo com as seguintes recomendações:
Início da safra: visando antecipar a maturação, devido a condições pouco favoráveis de maturação natural, onde nem mesmo as variedades mais precoces estão no seu potencial máximo de acúmulo de sacarose.
Meio da safra: Com o objetivo de maximizar a qualidade da matéria-prima e antecipar a liberação de área de reforma para o preparo do solo e plantio de cana de ano ou cereais.
Final de safra: Com o objetivo mínimo de manter um bom nível de maturação, evitando a queda natural que ocorre com o início das chuvas, podendo ainda elevar o potencial natural de maturação daquelas variedades plantadas com cana de ano ou cortadas no final da safra anterior.
Áreas com excesso de vinhaça: com o objetivo de elevar o nível de maturação, normalmente baixo nestas áreas, devido ao alto vigor vegetativo apresentado pela cultura. Período entre aplicação e colheita/dose: O período entre aplicação e colheita pode ser manejado em função de doses, massa verde e época de aplicação que possibilita uma adequada flexibilidade de safra. No geral está entre 42 a 56 dias (6 a 8 semanas) para a dose recomendada do produto de 0,6 L/ha.
Idade da cultura: A área a ser aplicada deve estar com um rendimento agrícola estabilizado. Lembrar sempre que o único objetivo da aplicação é melhorar a qualidade de matéria-prima, ou seja, elevar o teor de sacarose.
Variedades floríferas: A aplicação do produto como maturador é viável mesmo após a diferenciação floral até o estádio de pavio de vela. Em cana pronta para florescer, essa aplicação é recomendada estrategicamente, para manter e melhorar a qualidade dessa matéria-prima. Não se deve realizar aplicação quando o processo de florescimento estiver em fase adiantada (cartucho).
Notas:
A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4º e o 10º dia após a aplicação.
A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é de 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estádio inicial de desenvolvimento.
Em áreas de alta infestação de plantas infestantes, recomenda-se realizar a aplicação sequencial, observando-se sempre os menores intervalos recomendados.
O produto não tem ação sobre sementes existentes no solo.
O produto aplicado de acordo com as recomendações no período adequado, controlará as plantas infestantes, com uma única aplicação ou aplicação sequencial.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aeschynomene rudis | angiquinho (1), maricazinho (1), paquinha | Ver detalhes |
| Ameixa | Pennisetum clandestinum | capim-kikuio, kikuyo, quicuio | Ver detalhes |
| Arroz | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Banana | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Cacau | Andropogon leucostachyus | capim-colchão (5), capim-membeca, capim-rabo-de-raposa (1) | Ver detalhes |
| Café | Ipomoea quamoclit | cardeal, corda-de-viola (16), esqueleto | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Ipomoea aristolochiaefolia | campainha (1), corda-de-viola (1), corriola (1) | Ver detalhes |
| Citros | Pennisetum clandestinum | capim-kikuio, kikuyo, quicuio | Ver detalhes |
| Eucalipto | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Aeschynomene rudis | angiquinho (1), maricazinho (1), paquinha | Ver detalhes |
| Maçã | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Milho | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Nectarina | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Pastagens | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Pera | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Pessego | Pennisetum clandestinum | capim-kikuio, kikuyo, quicuio | Ver detalhes |
| Pinus | Ipomoea quamoclit | cardeal, corda-de-viola (16), esqueleto | Ver detalhes |
| Seringueira | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Soja | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
| Uva | Sida cordifolia | guanxuma (2), malva (1), malva-branca (1) | Ver detalhes |
Aplicar o produto em jato dirigido ou protegido, tomando-se o devido cuidado de tal forma a não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem).
No sistema de plantio direto, aplicar o produto antes do plantio da cultura. Aplicar em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas das plantas infestantes que se deseja o controle.
Para eliminação de soqueira de cana-de-açúcar, aplicar o produto sobre as folhas em área total.
Equipamentos de aplicação:
Tipos de equipamentos:
Tratorizado convencional: vazão: 150-400 L/ha; pressão: 30-40 Lb/pol²; tamanho de gotas: 300-600 µm; densidade: 30-40 gotas/cm²
Bentley BT-3: vazão: 80-120 L/ha; pressão: 40-60 Lb/pol²; tamanho de gotas: 200-300 µm; densidade: 50-100 gotas/cm²
Costal manual:
vazão: 150-200 L/ha; pressão: 20-30 Lb/pol²; tamanho de gotas: 200-400 µm; densidade: 20-30 gotas/cm²
vazão: 300-400 L/ha; pressão: 20-30 Lb/pol²; tamanho de gotas: 200-600 µm; densidade: 20-30 gotas/cm²
Pulverização aérea: barra com bicos para aeronaves de asa fixa
volume de aplicação 40-50 L/ha; altura de vôo - 4-5 m do topo da cultura; largura da faixa de deposição: 15 m; tamanho de gotas: 110-120 µm; densidade de gotas: mínimo 20 gotas/cm² (DMV-420-450 m); bicos de pulverização: jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20 gotas/cm2 com DMV 420-450 m à pressão de 15-30 psi.
Maturador da cana-de-açúcar:
A aplicação deve ser realizada por avião, utilizando-se barra com bicos convencionais, e um consumo de calda na faixa de 30-40 L/ha. (ver item: Aplicação Aérea)
Condições climáticas: Temperatura máxima: 28ºC; umidade relativa (mínimo): 55%; velocidade do vento (máximo): 10 km/h. Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
É obrigatória a utilização de tecnologias de redução de deriva de 50% para doses acima de 1.800 g/ha (formulações SL/SC e WG/SG) nas aplicações costal, estacionária/semi- estacionária e tratorizada - considerando-se a dose de ingrediente ativo em equivalente ácido.
É obrigatória a utilização de tecnologia de redução de deriva de 50% e bordadura de 5 metros para doses acima de 3.700 g/ha (formulação SL/SC) - considerando-se a dose de ingrediente ativo em equivalente ácido - nas aplicações costal, estacionária/semiestacionária e tratorizada. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 40 metros do limite esterno da plantação.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do engenheiro agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do engenheiro agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar PROCAMPO. Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma contínua durante o seu preparo e durante a operação de sua aplicação.
Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Algodão (1); Ameixa, Uva: 17 dias; Arroz, Cana-de-açúcar (pós-emergência), Feijão, Pastagem, Trigo: (2); Banana, Cacau, Citros, Nectarina, Pêssego, cana-de-açúcar (como maturador): 30 dias; Café, Maçã, Pera: 15 dias; 30 dias; Milho (3); Pínus, Eucalipto, Seringueira: UNA.
O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
U.N.A = Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

