INSTRUÇÕES DE USO:
O Herbicida ALLY® é utilizado para controle em pré-emergência das plantas daninhas na cultura de cana-de- açúcar e em pós-emergência das plantas daninhas para as demais culturas, conforme recomendação a seguir:
Cultura | Planta Daninha |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Sagittaria montevidensis | aguapé-de-flexa, flecha (2), sagitária (1) | Ver detalhes |
| Aveia | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Aveia preta | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Café | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Cleome affinis | mussambê, sojinha | Ver detalhes |
| Cevada | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Pastagens | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Silene gallica | alfinete, alfinetes-da-terra, flor-roxa (1) | Ver detalhes |
| Triticale | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
Modo de Aplicação
Dose do produto comercial
Número, Época e Intervalo de Aplicação
Intervalo de Segurança (dias)
Angiquinho (Aeschinomene rudis)
Aplicação Terrestre ou Aérea
3,3 g/ha
Para o controle das plantas daninhas na cultura de arroz irrigado, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem entre os estádios de 2 a 4 folhas e quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento).
30
Sagitária (Sagittaria montevidensis)
Arroz Irrigado
Aguapé (Heteranthera reniformis)
Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100mL/100 L (0,1%).
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de Aplicação:
Aplicação terrestre: Utilizar volumes de 200 a 400 litros de calda/ha para pulverizador manual costal e 100 a 200 litros/ha para pulverizador tratorizado. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha
Aplicação aérea: volume de aplicação: 20 a 40 litros de calda/ha
Em aplicação por "Benzedura manual", em arroz irrigado, no sistema pré-germinado, quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento), o herbicida ALLY® apresenta controle das plantas daninhas Sagittaria montevidensis e Heteranthera reniformis, no estágio de 2 a 4 folhas. O volume de calda de 30 litros/ha (3 mL/m²) deve ser aplicado na forma de jatos, com o auxílio de pulverizador costal sem o bico aspersor, ou de outro equipamento que permita uma distribuição uniforme. Manter continuamente uma lâmina de água, de cerca de 10 cm, até a fase de maturação dacultura
Trapoeraba (Commelina benghalensis)
Para a cultura de arroz realizar a aplicação no perfilhamento da cultura para o controle das plantas daninhas no estádio de 2 a 4 folhas.
Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100L (0,1%).
Carrapicho-de- carneiro (Acanthospermum hispidum)
Aplicação Terrestre ou Aérea
3,3 g/ha
30
Picão-preto (Bidens pilosa)
Arroz
Leiteiro (Euphorbia heterophylla)
4,0 g/ha
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de Aplicação:
Aplicação terrestre: Utilizar volumes de 200 a 400 litros de calda/ha para pulverizador manual costal e 100 a 200 litros/ha para pulverizador tratorizado. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha
Aplicação aérea: volume de aplicação: 20 a 40 litros de calda/ha
Cultura | Planta Daninha | Modo de Aplicação | Dose do produto comercial | Número, Época e Intervalo de Aplicação | Intervalo de Segurança (dias) |
Aveia Branca | Nabo (Raphanus raphanistrum) | Aplicação Terrestre ou Aérea | 3,3 a 4,0 g/ha | Na cultura da aveia branca realizar aplicações no estádio de perfilhamento da cultura. Aplicar as doses de 3,3 a 4 g/ha de herbicida ALLY® para o controle de Nabo, Picão- branco e Picão- preto, no estádio de 2 a 4 folhas. Aplicar a dose mais elevada quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento (até 4 folhas) e/ou com populações maiores de plantas daninhas. Para o controle da Língua- de- Vaca, no estádio de 2 a 4 folhas, utilizar a dose de 4,0 g/ha de herbicida ALLY®. Para Língua-de- Vaca aplicar somente em plântulas originárias de sementes até o estádio de 4 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 ml/100 L de calda (0,1% v/v). | 31 |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | 4,0 g/ha | ||||
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de Aplicação:
| |||||
Cultura | Planta Daninha | Modo de Aplicação | Dose do produto comercial | Número, Época e Intervalo de Aplicação | Intervalo de Segurança (dias) |
Aveia Preta | Nabo (Raphanus raphanistrum) | Aplicação Terrestre ou Aérea | 3,3 a 6,6 g/ha | Para o controle do Nabo na cultura da aveia- preta, aplicar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. O herbicida ALLY® pode ser aplicado quando a aveia preta estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré- perfilhamento e emborrachamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%). | 10 |
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de Aplicação:
| |||||
Café | Picão-preto (Bidens pilosa) | Aplicação Terrestre | 6,0 a 10,0 g/ha | Para controle de Picão- preto na cultura do café, aplicar as doses de 6,0 a 10,0 g/ha de herbicida ALLY®. Recomenda- se aplicar em pós- emergência da planta daninha, em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. O herbicida ALLY® deve ser aplicado com óleo mineral emulsionável na proporção de 0,3 a 0,5% v/v. | 30 |
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de Aplicação: - Aplicação terrestre: Utilizar volumes de 200 a 400 litros de calda/ha para pulverizador manual costal e 100 a 200 litros/ha para pulverizador tratorizado. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha | |||||
Cultura | Planta Daninha | Modo de Aplicação | Dose do produto comercial | Número, Época e Intervalo de Aplicação | Intervalo de Segurança (dias) |
Cana-de- Açúcar (Pré-emergência em solo leve) | Mussambê (Cleome affinis) | Aplicação Terrestre ou Aérea | 30,0 g/ha | Para o controle das plantas daninhas Mussambê, Beldroega e Guanxuma na cultura da cana-de-açúcar, aplicar 30 g/ha de herbicida ALLY® em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas, em condições de solo de textura leve. Para o controle da planta daninha Beldroega na cultura da cana-de- açúcar, em condições de solo médio, aplicar 30 g/ha de herbicida ALLY® em pré- emergência da cultura e da planta daninha | 90 |
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Guanxuma (Sida cordifolia) (Sida rhombifolia) | |||||
Cana-de- Açúcar (Pré-emergência em solo médio) | Beldroega (Portulaca oleracea) | ||||
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de Aplicação:
| |||||
Cevada | Nabo (Raphanus raphanistrum) | Aplicação Terrestre ou Aérea | 3,3 a 6,6 g/ha | Para o controle do Nabo na cultura da cevada, aplicar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. O herbicida ALLY® pode ser aplicado quando a cevada estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré- perfilhamento e emborrachamento, e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%). | 15 |
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de Aplicação:
| |||||
Cultura | Planta Daninha | Modo de Aplicação | Dose do produto comercial | Número, Época e Intervalo de Aplicação | Intervalo de Segurança (dias) |
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | Para o controle de plantas daninhas na cultura de trigo, aplicar as doses de 3,3 a 6,6 g/ha de herbicida ALLY® para Alfinete- da-Terra, Estelaria, Gorga, Nabo, Picão- Preto, Picão-Branco, Rubim e Losna-Branca e 4,0 g/ha para Falsa- Serralha, Orelha de Urso e Amendoim Bravo. Aplicar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento e/ou com populações maiores de plantas daninhas. As aplicações de herbicida ALLY® devem ser feitas quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%). | ||||
Orelha-de-urso (Stachys arvensis) | 4,0 g/ha | ||||
Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) | |||||
Rubim (Leonorus sibiricus) | |||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||||
Trigo | Alfinete-da-terra (Silene gallica) | Aplicação Terrestre ou Aérea | 30 | ||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Estelária (Stellaria media) | 3,3 a 6,6 g/ha | ||||
Gorga (Spergula arvensis) | |||||
Nabo (Raphanus raphanistrum) | |||||
Picão-branco (Galinsoga parviflora) |
Cultura | Planta Daninha | Modo de Aplicação | Dose do produto comercial | Número, Época e Intervalo de Aplicação | Intervalo de Segurança (dias) |
Trigo | Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | Aplicação Terrestre ou Aérea | 6,6 g/ha | Para o controle da Língua- de-Vaca utilizar a dose de 6,6 g/ha de herbicida ALLY®. Para Língua-de- Vaca aplicar somente em plântulas originárias de sementes. As aplicações de herbicida ALLY® devem ser feitas quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré- perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%). | 30 |
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de Aplicação:
| |||||
Triticale | Nabo (Raphanus raphanistrum) | Aplicação Terrestre ou Aérea | 3,3 a 6,6 g/ha | Para o controle do Nabo na cultura de triticale, aplicar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. O herbicida ALLY® pode ser aplicado quando a triticale estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré- perfilhamento e emborrachamento, e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%). | 15 |
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de Aplicação:
| |||||
Cultura | Planta Daninha | Modo de Aplicação | Dose do produto comercial | Número, Época e Intervalo de Aplicação | Intervalo de Segurança (dias) |
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | Aplicação de manejo de inverno: em áreas de adoção do "Sistema de Plantio Direto", o controle de plantas daninhas p resentes deve ser realizado antes do plantio ou pré- semeadura do trigo. O herbicidaALLY® possui seletividade à cultura do trigo, portanto não causará danos às plântulas em emergência. O herbicida ALLY® pode ser aplicado entre 3 e 20 dias antes do plantio. Aplicado 3 dias antes do plantio para que o efeito da sua ação possa ser observado e evite interferência causada pela plantadeira. Aplicado 20 dias antes do plantio para se evitar a reinfestação. O herbicida ALLY® deve ser aplicado com óleo mineral emulsionável na proporção de 0,3 a 0,5% v/v. | ||||
Serralha verdadeira (Sonchus oleraceus) | |||||
Manejo de Inverno | Estelária (Stellaria media) | Aplicação Terrestre ou Aérea | 4,0 g/ha | Não determinado | |
(pré- semeadura | |||||
do Trigo em área de | |||||
"Sistema de | Losna-branca | ||||
Plantio | (Parthenium hysterophorus) | ||||
Direto") | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 | |||||
Volume de Aplicação: | |||||
| |||||
Cultura | Planta Daninha | Modo de Aplicação | Dose do produto comercial | Número, Época e Intervalo de Aplicação | Intervalo de Segurança (dias) |
Pastagens | Gervão-branco (Croton glandulosos) | Aplicação Terrestre ou Aérea | 6,6 g/ha | Para o controle de Gervão- branco e Guanxuma em pastagens, caso haja alta infestação, aplicar em área total, caso a infestação seja Desuniforme em reboleiras ou manchas, aplicar em jato dirigido sobre as plantas infestantes. O herbicida ALLY® deve ser aplicado com óleo mineral emusionável na proporção de 0,5% v/v, quando as plantas infestantes estiverem em ativo crescimento vegetativo. | 28 |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 10,0 a 13,3 g/ha | ||||
Número Máximo de Aplicações por ciclo da cultura: 1 Volume de Aplicação:
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MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Em aplicação por "Benzedura manual", em arroz irrigado, no sistema pré-germinado, quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento), o herbicida ALLY® apresenta controle das plantas daninhas Sagittaria montevidensis e Heteranthera reniformis, no estágio de 2 a 4 folhas. O volume de calda de 30 litros/ha (3 mL/m²) deve ser aplicado na forma de jatos, com o auxílio de pulverizador costal sem o bico aspersor, ou de outro equipamento que permita uma distribuição uniforme. Manter continuamente uma lâmina de água, de cerca de 10 cm, até a fase de maturação da cultura.
Obs.: A critério do Engenheiro Agrônomo ou técnico responsável, as condições de aplicação poderão ser alteradas.
Condições climáticas: devem ser respeitadas as condições de:
Velocidade do vento inferior a 10 km/hora;
Temperatura menor que 25ºC;
Umidade relativa maior que 70%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Preparo da calda herbicida: Iniciar colocando água no tanque do pulverizador até a ½ (metade) de sua capacidade com o agitador em movimento e adicionar o herbicida ALLY®. No caso de embalagens em frasco, recomenda-se uma pré-diluição em água antes da adição ao tanque do pulverizador. Após adicionar mais água até ¾ (três quartos) da capacidade do tanque, antes de adicionar adjuvantes. Se houver necessidade de interromper a pulverização por algum tempo é aconselhável manter o agitador funcionando. Se esta interrupção for mais longa, é necessário reagitar a calda herbicida antes de reutilizá-la.
Para prevenir problemas de acúmulo de resíduos no tanque do equipamento pulverizador, este deverá ser esvaziado o mais completamente possível, antes do preparo de nova calda herbicida.
Limpeza do equipamento de aplicação (pulverizador): Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d’água, nascentes ou plantas úteis.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
Repita o passo 3.
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
DESFAVORÁVEIS! Veja instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica.
Controlando o diâmetro de gotas - Técnicas Gerais
Controlando o diâmetro de gotas - Aplicação aérea
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo entre a última aplicação e a colheita):
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Arroz irrigado | 30 |
Arroz | 30 |
Aveia branca | 31 |
Aveia preta | 10 |
Café | 30 |
Cana-de-açúcar | 90 |
Cevada | 15 |
Pastagem | 28 |
Trigo | 30 |
Triticale | 15 |
Manejo de inverno | não determinado |
Não entre na área tratada em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO:
Culturas | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (g/ha) | Volume de calda (L/ha) | Época de aplicação | Número máximo de aplicação |
Arroz Irrigado | Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 3,3 + 0,1% v/v de óleo mineral | Costal: 200 - 400 Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pós- emergência | 1 |
Sagitária (Sagittaria montevidensis) | |||||
Aguapé (Heteranthera reniformis) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando as plantas daninhas estiverem no estádio de 2 a 4 folhas e quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento). Em aplicação por "Benzedura manual", em arroz irrigado, no sistema pré-germinado, quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento), NUFURON/TICRUS apresenta controle das plantas daninhas Sagittaria montevidensis e Heteranthera reniformis, no estágio de 2 a 4 folhas. O volume de calda de 30 litros/ha (3 mL/m²) deve ser aplicado na forma de jatos, com o auxílio de pulverizador costal sem o bico aspersor, ou de outro equipamento que permita uma distribuição uniforme. Manter continuamente uma lâmina de água, de cerca de 10 cm, até a fase de maturação da cultura. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 litros (0,1%). | |||||
Arroz | Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 3,3 + 0,1% v/v de óleo mineral | Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pós- emergência | 01 |
Campanhia (Ipomoea heredifolia) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando as plantas daninhas estiverem no estádio de 2 a 4 folhas e quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (70% das plantas emergidas). Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 litros (0,1%). | |||||
Culturas | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (g/ha) | Volume de calda (L/ha) | Época de aplicação | Número máximo de aplicação |
Aveia Branca | Nabo (Raphanus raphanistrum) | 3,3 a 4,0 + 0,1% v/v de óleo mineral | Costal: 200 - 400 Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pré- emergencia e pós- emergencia | 01 |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | 4,0 + 0,1% v/v de óleo mineral | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar no estádio de perfilhamento da cultura. Nabo, Picão-branco e Picão-preto: aplicar no estádio de 2 a 4 folhas. Usar maior dose quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento (até 4 folhas) e/ou com populações maiores de plantas daninhas. Língua-de-vaca: aplicar no estádio de 2 a 4 folhas. Aplicar somente em plântulas originárias de sementes até o estádio de 4 folhas. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 litros (0,1%). | |||||
Aveia Preta | Nabo (Raphanus raphanistrum) | 3,3 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | Costal: 200 - 400 Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pré- emergencia e pós- emergencia | 01 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando a cultura estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e emborrachamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar maior dose quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento (até 4 folhas) e/ou com populações maiores de plantas daninhas. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 litros (0,1%). | |||||
Café | Picão-preto (Bidens pilosa) | 6,0 a 10,0 + 0,5% v/v de óleo mineral | Costal: 100 - 200 Tratorizado: 100 - 200 | Pós- emergência | 01 |
Culturas | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (g/ha) | Volume de calda (L/ha) | Época de aplicação | Número máximo de aplicação |
Café | INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar em pós-emergência da planta daninha (2 a 6 folhas) em jato dirigido nas entrelinhas da cultura utilizando sistema de proteção para a calda não atingir as folhas do cafeeiro. Usar óleo mineral emulsionável na proporção de 0,5% v/v. | ||||
Cana-de-Açúcar | Mussambê (Cleome affinis) | 30 | Costal: 100 - 200 Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pré- emergência | 01 |
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Guanxuma (Sida cordifolia) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Mussambê, Beldroega e Guanxuma: aplicar em condições de solo de textura leve, na pré- emergência da cultura e das plantas daninhas. Beldroega: aplicar em condições de solo médio, na pré-emergência da cultura e da planta daninha. | |||||
Cevada | Nabo (Raphanus raphanistrum) | 3,3 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | Costal: 200 - 400 Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pré emergência e pós- emergência | 01 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando a cevada estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e emborrachamento, e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 litros (0,1%). | |||||
Citros | Picão-preto (Bidens pilosa) | 6,0 a 10,0 | Costal: 100 - 200 Tratorizado: 100 - 200 | Pós- emergência | 01 |
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando as plantas daninhas estiverem em pós-emergência no estádio de 2 a 4 folhas, em aplicação dirigida na entrelinha da cultura. Usar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. | |||||
Culturas | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (g/ha) | Volume de calda (L/ha) | Época de aplicação | Número máximo de aplicação |
Pastagem | Gervão-branco (Croton glandulosus) | 6,6 + 0,5% v/v de óleo mineral | Costal: 300 - 400 Tratorizado: 200 - 300 Aérea: 50 | Pós- emergência | 01 |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 10,0 a 13,3 + 0,5% v/v de óleo mineral | ||||
Vassourinha-de-botão (Spermacoce verticillata) | 50 a 150 + 0,5% v/v de óleo mineral | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando as plantas infestantes estiverem em ativo crescimento vegetativo e sob condições fisiológicas favoráveis, como ausência de estresse hídrico e por temperatura, e antes do florescimento. Em alta infestação, aplicar em área total. Em infestação desuniforme em reboleiras ou manchas, aplicar em jato dirigido sobre as plantas infestantes. Usar óleo mineral emusionável na proporção de 0,5% v/v. | |||||
Trigo | Alfinetes-da-terra (Silene gallica) | 3,3 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pós- emergência | 01 |
Almeirão-do-campo (Hypochoeris brasiliensis) | |||||
Amendoim-bravo, Leiteira (Euphorbia heterophylla) | 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | ||||
Botão-de-ouro (Galinsoga quadriradiata) | 3,3 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | ||||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | |||||
Cravo-de-defunto (Tagetes minuta) | |||||
Erva-andorinha (Chamaesyce hyssopifolia) | |||||
Erva-de-passarinho (Stellaria media) | |||||
Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) | |||||
Ervilhaca (Vicia sativa) | |||||
Estrelinha | |||||
Culturas | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (g/ha) | Volume de calda (L/ha) | Época de aplicação | Número máximo de aplicação |
Trigo | (Melampodium perfoliatum) | Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pós- emergência | 01 | |
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||
Gorga (Spergula arvensis) | |||||
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | 4,6 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | ||||
Linguinha-de-vaca (Rumex acetosella) | 3,3 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | ||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||||
Losna-do-campo (Ambrosia elatior) | 4,6 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | ||||
Macela (Gnaphalium spicatum) | 3,3 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | ||||
Nabo, nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||||
Orelha-de-urso (Stachys arvensis) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Picão-branco,fazendeiro (Galinsoga parviflora) | |||||
Poaia (Richardia brasiliensis) | |||||
Roseta (Soliva pterosperma) | |||||
Rubim (Leonurus sibiricus) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando a cultura estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento, estando as plantas daninhas com 2 a 4 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 litros (0,1%). | |||||
Culturas | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (g/ha) | Volume de calda (L/ha) | Época de aplicação | Número máximo de aplicação |
Triticale | Nabo (Raphanus raphanistrum) | 3,3 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | Costal: 200 - 400 Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pré emergência e Pós- emergência | 01 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando a triticale estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e emborrachamento, e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%). | |||||
Cada quilograma (kg) de NUFURON/TICRUS contém 600 g de Metsulfurom-metílico, demonstradas abaixo suas respectivas doses/ha em função da recomendação de dose/ha do produto comercial:
Produto Comercial (g/ha) | Ingrediente Ativo (g/ha) |
3,3 | 1,98 |
4,0 | 2,40 |
4,6 | 2,76 |
6,0 | 3,60 |
6,6 | 3,96 |
10,0 | 6,00 |
13,3 | 7,98 |
30,0 | 18,00 |
50,0 | 30,00 |
150,0 | 90,00 |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Aeschynomene rudis | angiquinho (1), maricazinho (1), paquinha | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Sagittaria montevidensis | aguapé-de-flexa, flecha (2), sagitária (1) | Ver detalhes |
| Aveia | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Aveia Branca | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Aveia preta | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Café | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Cleome affinis | mussambê, sojinha | Ver detalhes |
| Cevada | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Citros | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Pastagens | Spermacoce verticillata | poaia-botão, poaia-preta, poaia-rosário | Ver detalhes |
| Trigo | Parthenium hysterophorus | coentro-do-mato, fazendeiro (1), losna-branca | Ver detalhes |
| Triticale | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do mesmo.
Usar maior dose quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador adicionar o produto de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, e adicionar o adjuvante (quanto for o caso), agitar e completar o volume de água do pulverizador. Aplicar imediatamente na cultura.
Aplicação Terrestre:
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
Aplicação aérea:
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: usar gotas médias e grossas. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo.
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem
de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Arroz Irrigado | 30 |
Arroz | 30 |
Aveia Branca | 31 |
Aveia Preta | 10 |
Café | 30 |
Cana-de-açúcar | 90 |
Cevada | 15 |
Citros | 30 |
Pastagem | 28 |
Trigo | 30 |
Triticale | 15 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

