Herbicida seletivo recomendado para o controle de plantas infestantes de folhas largas e cyperáceas na cultura do arroz irrigado.
Nome Comum | Nome Científico |
Angiquinho | Aeschynomene denticulata |
Tiriricão | Cyperus esculentus |
Tiririca-do-brejo ou junquinho | Cyperus iria |
Junquinho | Cyperus difformis |
Falso-cominho | Fimbristylis miliacea |
Aguapé-mirim | Heteranthera reniformis |
Capim-macho | Ischaemum rugosum |
Cruz-de-malta | Ludwigia longifolia |
Aguapé-de-flexa | Sagittaria montevidensis |
Chapéu-de-couro | Sagittaria guyanensis |
(**) aplicação em pós-emergência até 4 folhas
Cultura | Dose de Invest® | Método de Aplicação |
Arroz | 57 g/ha | Pós-emergência |
* Recomenda-se adição de surfactante (CICOL) a 0,25% v/v, isto é, 250 ml de surfactante por 100 litros de água.
Aplicação única por safra em Pós-emergência das plantas infestantes.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz irrigado | Aeschynomene denticulata | angiquinho (2), corticeirinha (1), maricazinho (2) | Ver detalhes |
Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:
Aplicação Terrestre: Aplique uniformemente com equipamento terrestre, manual ou motorizado, corretamente calibrado. Para aplicação, use volume de calda de 200 a 300 litros por hectare. Utilizar bicos do tipo leque 80.02 e 80.03 ou 110.02 e 110.03, com espaçamento entre bicos de 50 cm, altura da barra de 30 a 50 cm, respectivamente. A pressão de trabalho deve ser de 40 a 60 libras por polegada quadrada. A densidade de gotas deve ser de 40 - 80 gotas por cm2, de tamanho entre 200 - 300 micra.
Evite derivas para as culturas vizinhas. Aplique apenas em condições ambientais favoráveis. Evite superposição de faixa de pulverização durante a aplicação. A boa prática agrícola recomenda a aplicação sem vento ou vento inferior a 8 km/h.
Em arroz pré-germinado pode ser aplicado no método de “benzedura” ou em pulverização por cima da lâmina d’água.
Arroz 111 dias.
Sem restrições.
Cultura* | Alvo biológico Nome Comum/científico | Dose** L p.c./ha | Volume de Calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Arroz | Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | 1,00-2,00 | 120-200 | 1 |
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | 1,00-2,00 | 200 | ||
Mentrasto Ageratum conyzoides | 1,00-2,00 | 120 | ||
Apaga-fogo Alternanthera tenella | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Caruru Amaranthus retroflexus | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Caruru Amaranthus viridis | 1,00-2,00 | 200 | ||
Picão-preto Bidens pilosa | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Tiririca Cyperus rotundus | 1,00-2,00 | 200 | ||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Fazendeiro Galinsoga parviflora | 1,00-2,00 | 200 | ||
Anileira Indigofera hirsuta | 1,00-2,00 | 120 | ||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Joá-de-capote Nicandra physaloides | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Beldroega Portulaca oleracea | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Nabiça Raphanus raphanistrum | 1,00-2,00 | 200 | ||
Guanxuma Sida rhombifolia | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Maria-pretinha Solanum americanum | 1,00-2,00 | 120-200 |
Cultura* | Alvo biológico Nome Comum/científico | Dose** L p.c./ha | Volume de Calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Arroz irrigado | Angiquinho Aeschynomene denticulata | 1,00-2,50 | 150-200 | 1 |
Angiquinho Aeschynomene rudis | 1,00-2,00 | 150-200 | ||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | 1,25-2,00 | 150 | ||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 1,00-2,50 | 200 | ||
Junquinho Cyperus ferax | 1,25-2,00 | 150-200 | ||
Junquinho Cyperus iria | 1,00-2,50 | 150-200 | ||
Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 1,50-2,50 | 150-200 | ||
Falso-cominho Fimbristylis miliacea | 1,50-2,00 | 200 | ||
Cruz-de-malta Ludwigia longifolia | 1,25-2,00 | 150 | ||
Cruz-de-malta Ludwigia octovalvis | 1,00-2,50 | 200 | ||
Pastinho-d'água Luziola peruviana | 1,00-2,00 | 200 | ||
Arroz-vermelho Oryza sativa | 1,50-2,50 | 150-200 | ||
Aguapé-de-flexa Sagittaria montevidensis | 1,00-2,50 | 150-200 | ||
Aguapé Sagittaria guyanensis | 1,00-2,50 | 150-200 | ||
Amendoim | Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | 0,75-1,50 | 150-200 | 1 |
Apaga-fogo Alternanthera tenella | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Caruru Amaranthus retroflexus | 0,75-1,50 | 200 | ||
Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Picão-preto Bidens pilosa | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 0,75-1,50 | 200 | ||
Fazendeiro Galinsoga parviflora | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Anileira Indigofera hirsuta | 0,75-1,50 | 150 | ||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 0,75-1,50 | 150 | ||
Corda-de-viola Ipomoea hederifolia | 1,00-1,50 | 150-200 | ||
Corda-de-viola Ipomoea nil | 1,00-1,50 | 150 | ||
Corda-de-viola Merremia aegyptia | 1,00-1,50 | 150 | ||
Joá-de-capote Nicandra physaloides | 0,75-1,50 | 150-200 |
Cultura* | Alvo biológico Nome Comum/científico | Dose** L p.c./ha | Volume de Calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Amendoim | Losna-branca Parthenium hysterophorus | 0,75-1,50 | 200 | 1 |
Beldroega Portulaca oleracea | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Nabiça Raphanus raphanistrum | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Guanxuma-branca Sida glaziovii | 0,75-1,50 | 150 | ||
Guanxuma Sida rhombifolia | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Maria-pretinha Solanum americanum | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Feijão | Amendoim-bravo ou Leiteiro Euphorbia heterophylla | 1,00 | 200-300 | 1 |
Apaga-fogo Alternanthera tenella | 1,00 | 200-300 | ||
Beldroega Portulaca oleracea | 1,00 | 200-300 | ||
Buva Erigeron bonariensis | 1,00 | 200-300 | ||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | 1,00 | 200-300 | ||
Carrapichão Xanthium cavanilesii | 1,00 | 200-300 | ||
Caruru Amaranthus hybridus | 1,00 | 200-300 | ||
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia | 1,00 | 200-300 | ||
Guanxuma Sida rhombifolia | 1,00 | 200-300 | ||
Joá-de-capote Nicandra physaloides | 1,00 | 200-300 | ||
Maria-pretinha Solanum nigrum | 1,00 | 200-300 | ||
Nabiça ou Nabo Raphanus raphanistrum | 1,00 | 200-300 | ||
Picão-branco Galinsoga parviflora | 1,00 | 200-300 | ||
Picão-preto Bidens pilosa | 1,00 | 200-300 | ||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 1,00 | 200-300 |
p.c. = produto comercial (1 L de Adifac® equivale a 600 g i.a. de Bentazona + 28 g i.a. de Imazamoxi);
i.a. = ingrediente ativo;
* Adicionar adjuvante não iônico a 0,5% v/v na calda de aplicação;
No plantio convencional, é recomendável um bom preparo do solo, com eliminação de torrões e restos culturais, que podem prejudicar o desempenho do produto. Da mesma forma no plantio direto, uma dessecação (manejo) adequada é fundamental para a obtenção de bons resultados.
A adoção de boas práticas agrícolas é essencial para o bom desenvolvimento da cultura e fechamento da mesma no limpo. Chuvas após duas horas da aplicação não interferem a performance do produto.
Aplicação para controle de plantas daninhas em pós-emergência na dose recomendada:
Efetuar o uso de adjuvante não iônico a 0,5%v/v.
Faça a aplicação dentro do período ideal do estágio de desenvolvimento das plantas daninhas mono e dicotiledôneas evitando que haja rebrotas de algumas espécies.
Potencialize o controle com:
com uma boa cobertura das plantas;
aplicação em plantas com pleno desenvolvimento vegetativo;
presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de controle;
condições de alta umidade relativa e temperatura entre 20 a 30°C.
Evite aplicações nas horas mais quentes do dia, temperaturas acima de 30°C, e com baixa umidade relativa do ar, umidade relativa abaixo de 70%, ou com ventos acima de 10 km/hora, principalmente quando essas condições causem stress hídrico nas plantas e favoreçam à deriva da pulverização.
Limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra e os bicos) antes de utilizá-los com outros produtos ou em outros cultivos.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Amendoim | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Arroz | Sida rhombifolia | guanxuma (3), mata-pasto (4), relógio (1) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Sagittaria guyanensis | aguapé (4), chapéu-de-couro (2), flecha (1) | Ver detalhes |
| Feijão | erigeron bonariensis | Buva | Ver detalhes |
Este produto deve ser aplicado através de equipamentos terrestres ou aéreos conforme as seguintes recomendações:
O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Adicionar o adjuvante à calda após o produto, conforme recomendações no item CULTURAS, PLANTAS DANINHAS e DOSES. Para os menores volumes de aplicação, não exceder a concentração de 0,5% v/v da calda ou a recomendação descrita na bula do adjuvante.
Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de muito grossas (VC), conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.
Para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de aplicação.
Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 litros/ha.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de muito grossas (VC), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.
Altura de vôo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto. O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 Km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva
e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30ºC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de duas (2) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do engenheiro agrônomo da região.
O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda- se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante. Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres e aéreas poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.
Cultura | Dias |
Amendoim | 43 |
Arroz | 43 |
Feijão | 43 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura* | Alvo biológico Nome Comum/científico | Dose** | Volume de Calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
L p.c./ha | ||||
Arroz | Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | 1,00-2,00 | 120-200 | 1 |
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | 1,00-2,00 | 200 | ||
Mentrasto Ageratum conyzoides | 1,00-2,00 | 120 | ||
Apaga-fogo Alternanthera tenella | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Caruru Amaranthus retroflexus | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Caruru Amaranthus viridis | 1,00-2,00 | 200 | ||
Picão-preto Bidens pilosa | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Tiririca Cyperus rotundus | 1,00-2,00 | 200 | ||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Fazendeiro Galinsoga parviflora | 1,00-2,00 | 200 | ||
Anileira Indigofera hirsuta | 1,00-2,00 | 120 | ||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Joá-de-capote Nicandra physaloides | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Beldroega Portulaca oleracea | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Nabiça Raphanus raphanistrum | 1,00-2,00 | 200 | ||
Guanxuma Sida rhombifolia | 1,00-2,00 | 120-200 | ||
Maria-pretinha Solanum americanum | 1,00-2,00 | 120-200 |
Cultura* | Alvo biológico Nome Comum/científico | Dose** | Volume de Calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
L p.c./ha | ||||
Arroz irrigado | Angiquinho Aeschynomene denticulata | 1,00-2,50 | 150-200 | 1 |
Angiquinho Aeschynomene rudis | 1,00-2,00 | 150-200 | ||
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe | 1,25-2,00 | 150 | ||
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea | 1,00-2,50 | 200 | ||
Junquinho Cyperus ferax | 1,25-2,00 | 150-200 | ||
Junquinho Cyperus iria | 1,00-2,50 | 150-200 | ||
Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 1,50-2,50 | 150-200 | ||
Falso-cominho Fimbristylis miliacea | 1,50-2,00 | 200 | ||
Cruz-de-malta Ludwigia longifolia | 1,25-2,00 | 150 | ||
Cruz-de-malta Ludwigia octovalvis | 1,00-2,50 | 200 | ||
Pastinho-d'água Luziola peruviana | 1,00-2,00 | 200 | ||
Arroz-vermelho Oryza sativa | 1,50-2,50 | 150-200 | ||
Aguapé-de-flexa Sagittaria montevidensis | 1,00-2,50 | 150-200 | ||
Aguapé Sagittaria guyanensis | 1,00-2,50 | 150-200 | ||
Amendoim | Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | 0,75-1,50 | 150-200 | |
Apaga-fogo Alternanthera tenella | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Caruru Amaranthus retroflexus | 0,75-1,50 | 200 | ||
Caruru-de-mancha Amaranthus viridis | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Picão-preto Bidens pilosa | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 075-1,50 | 150-200 | ||
Falsa-serralha Emilia sonchifolia | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla | 0,75-1,50 | 200 | ||
Fazendeiro Galinsoga parviflora | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Anileira Indigofera hirsuta | 0,75-1,50 | 150 | ||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | 0,75-1,50 | 150 | ||
Corda-de-viola Ipomoea hederifolia | 1,00-1,50 | 150-200 | ||
Corda-de-viola Ipomoea nil | 1,00-1,50 | 150 | ||
Corda-de-viola Merremia aegyptia | 1,00-1,50 | 150 |
Cultura* | Alvo biológico Nome Comum/científico | Dose** | Volume de Calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
L p.c./ha | ||||
Amendoim | Joá-de-capote Nicandra physaloides | 0,75-1,50 | 150-200 | 1 |
Losna-branca Parthenium hysterophorus | 0,75-1,50 | 200 | ||
Beldroega Portulaca oleracea | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Nabiça Raphanus raphanistrum | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Guanxuma-branca Sida glaziovii | 0,75-1,50 | 150 | ||
Guanxuma Sida rhombifolia | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Maria-pretinha Solanum americanum | 0,75-1,50 | 150-200 | ||
Feijão | Amendoim-bravo ou Leiteiro Euphorbia heterophylla | 1,00 | 200-300 | |
Apaga-fogo Alternanthera tenella | 1,00 | 200-300 | ||
Beldroega Portulaca oleracea | 1,00 | 200-300 | ||
Buva Erigeron bonariensis | 1,00 | 200-300 | ||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum | 1,00 | 200-300 | ||
Carrapichão Xanthium cavanilesii | 1,00 | 200-300 | ||
Caruru Amaranthus hybridus | 1,00 | 200-300 | ||
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia | 1,00 | 200-300 | ||
Guanxuma Sida rhombifolia | 1,00 | 200-300 | ||
Joá-de-capote Nicandra physaloides | 1,00 | 200-300 | ||
Maria-pretinha Solanum nigrum | 1,00 | 200-300 | ||
Nabiça ou Nabo Raphanus raphanistrum | 1,00 | 200-300 | ||
Picão-branco Galinsoga parviflora | 1,00 | 200-300 | ||
Picão-preto Bidens pilosa | 1,00 | 200-300 | ||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 1,00 | 200-300 |
i.a. = ingrediente ativo;
* Adicionar adjuvante não iônico a 0,5% v/v na calda de aplicação;
** Utilizar as maiores doses em áreas de alta incidência das plantas daninhas e/ou para se conseguir um maior período de controle.
No plantio convencional, é recomendável um bom preparo do solo, com eliminação de torrões e restos culturais, que podem prejudicar o desempenho do produto. Da mesma forma no plantio direto, uma dessecação (manejo) adequada é fundamental para a obtenção de bons resultados.
A adoção de boas práticas agrícolas é essencial para o bom desenvolvimento da cultura e fechamento da mesma no limpo. Chuvas após duas horas da aplicação não interferem a performance do produto.
Aplicação para controle de plantas daninhas em pós-emergência na dose recomendada:
Efetuar o uso de adjuvante não iônico a 0,5% v/v.
Faça a aplicação dentro do período ideal do estágio de desenvolvimento das plantas daninhas mono e dicotiledôneas evitando que haja rebrotas de algumas espécies.
Potencialize o controle com:
uma boa cobertura das plantas;
aplicação em plantas com pleno desenvolvimento vegetativo;
presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de controle;
condições de alta umidade relativa e temperatura entre 20 a 30°C.
Evite aplicações nas horas mais quentes do dia, temperaturas acima de 30°C, e com baixa umidade relativa do ar, umidade relativa abaixo de 70%, ou com ventos acima de 10 km/hora, principalmente quando essas condições causem stress hídrico nas plantas e favoreçam à deriva da pulverização.
Limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra e os bicos) antes de utilizá-los com outros produtos ou em outros cultivos.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Amendoim | Acanthospermum hispidum | carrapicho-de-carneiro (1), chifre-de-veado, espinho-de-carneiro (1) | Ver detalhes |
| Arroz | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Sagittaria guyanensis | aguapé (4), chapéu-de-couro (2), flecha (1) | Ver detalhes |
| Feijão | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
Este produto deve ser aplicado através de equipamentos terrestres ou aéreos conforme as seguintes recomendações:
O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Adicionar o adjuvante à calda após o produto, conforme recomendações no item CULTURAS, PLANTAS DANINHAS e DOSES. Para os menores volumes de aplicação, não exceder a concentração de 0,5% v/v da calda ou a recomendação descrita na bula do adjuvante.
Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de muito grossas (VC), conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o
volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.
Para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de aplicação.
Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 litros/ha.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de muito grossas (VC), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.
Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 Km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30oC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de duas (2) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do engenheiro agrônomo da região. O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante. Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres e aéreas poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.
Cultura | Dias |
Amendoim | 43 |
Arroz | 43 |
Feijão | 43 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas | Plantas Daninhas | Estádio Vegetativo | Dose Produto Comercial (g/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Equipamento de Aplicação | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||||
Arroz Irrigado | Tiririca-do- brejo | Cyperus iria | 2-4 folhas | 100 | 01 | Aérea: 30 – 40 Terrestre: 100 - 300 | Avião Barra Costal | 50 |
Junquinho | Cyperus ferax | |||||||
Tiriricão | Cyperus esculentus | |||||||
Angiquinho | Aeschynomene rudis | |||||||
Angiquinho | Aeschynomene denticulata | |||||||
Angiquinho | Aeschynomene rudis | 4-6 folhas | 133,3 | |||||
Angiquinho | Aeschynomene denticulata | |||||||
Tiriricão | Cyperus esculentus | |||||||
Tiririca-do- brejo | Cyperus iria | |||||||
Junquinho | Cyperus ferax | |||||||
Cuminho | Fimbristylis miliacea | 2-4 folhas | 133,3 | |||||
Sagitária | Sagittaria montevidensis | |||||||
Chapéu-de- couro | Sagittaria guyanensis | |||||||
Tripa-de- sapo ou Erva-de- jacaré | Alternanthera philoxeroides | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar no estádio da 2ª folha até o 3º perfilhamento. Realizar no máximo 01 aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cana-de- açúcar | Tiririca | Cyperus rotundus | 6-8 folhas | 250 g/ha* | 01 | 300 L/ha | Barra Costal | 150 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar uma única aplicação através de pulverização em área total na pós-emergência inicial da cultura, em cana-planta logo após o plantio e na cana soca logo após a colheita e somente na pós-emergência da tiririca (Cyperus rotundus). A aplicação de GLADIUM® deve ser realizada no estádio vegetativo da tiririca quando as plantas se encontrarem em pleno desenvolvimento vegetativo antes da floração. Aplicar GLADIUM® com o solo úmido. * Adicionar a calda um adjuvante à base de óleo metilado de soja na proporção de 0,2 % v/v. GLADIUM® é seletivo à cultura da cana-de-açúcar. A presença de folhas de cana acima de 4 folhas poderá interferir na qualidade da aplicação em virtude do efeito guarda-chuva. | ||||||||
Feijão | Soja Voluntária | Glycine max | Pós-emergente inicial até a primeira folha trifoliada desenvolvida | 40 à 50 g/ha** | 01 | 200 L/ha | Barra | 80 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Deverá ser realizada uma única aplicação de GLADIUM® em pós-emergência precoce da cultura do feijão e da soja voluntária. Pulverizar até o primeiro trifólio da soja voluntária se encontrar totalmente desenvolvido e considerar a aplicação viável para o feijoeiro até o desenvolvimento completo do primeiro trifólio. GLADIUM® pode apresentar sintomas de fitotoxicidade inicial nas plantas, as quais desaparecem com o decorrer do desenvolvimento da cultura. Nas variedades mais sensíveis aplicar a dose de 40 g/ha. Aplicar GLADIUM® com o solo úmido. GLADIUM® não é recomendado para o controle de variedades de Soja Invasora tolerantes a Sulfonilureias. GLADIUM® é seletivo à cultura do feijão. Aplicar a dose de 40 g/ha nas variedades mais sensíveis. | ||||||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz irrigado | Aeschynomene denticulata | angiquinho (2), corticeirinha (1), maricazinho (2) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Cyperus rotundus | alho, capim-dandá, junça-aromática | Ver detalhes |
| Feijão | Glycine max | soja | Ver detalhes |
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Na cultura da cana-de-açúcar, para o manejo do controle da tiririca pode-se realizar nas aplicações de catação das reboleiras, equipamento costal manual ou motorizado.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático
Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Utilizar sempre empresas certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS) para realizar a aplicação aérea.
Volume de calda | Tamanho de gotas | Cobertura mínima | Altura de vôo | Faixa de aplicação | Distribuição das pontas |
30 - 40 L/ha | Média - Grossa | 40 gotas/cm² | 3 m | 15 - 18 m | 65% |
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
menor que 30°C | maior que 55% | entre 3 e 10km/h |
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições meteorológicas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Após utilizar o herbicida GLADIUM®, e com o equipamento de aplicação vazio, enxágue com água o pulverizador fazendo circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e filtros. A água utilizada nesta lavagem deverá ser pulverizada na área tratada com o respectivo produto.
Após esta primeira limpeza com água, limpe novamente todo o equipamento de pulverização, incluindo tanque, bombas, mangueiras, filtros, telas e bicos fazendo circular no circuito do equipamento, durante 15 minutos, água juntamente com um produto específico para limpeza de tanque de pulverização à base de surfactante ou com uma solução de detergente doméstico a 2% (20 mL de detergente para cada 1 litro de água).
Em seguida, esvazie novamente o tanque na área tratada.
Estando o sistema do equipamento drenando, enxague novamente com água limpa todo o sistema.
Após esta limpeza, inspecione visualmente os filtros, telas, paredes do tanque, para assegurar-se que não restaram resíduos do produto.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento próximo a nascentes e outros corpos de água como lagos e rios. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Utilizando-se outros tipos de equipamento de aplicação não mencionados aqui, procurar sempre obter uma cobertura uniforme da parte aérea tratada, seguindo essas instruções, caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
VER 00 – 03.05.2024
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | ESTÁDIO DAS PLANTAS DANINHAS | DOSE* g p.c./ha | VOLUME DE CALDA L/ha |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Arroz-vermelho Oryza sativa | ||||
Capim-arroz Echinochloa crusgalli | 2 folhas a 1 perfilho | |||
Papuã ou marmelada Brachiaria plantaginea | ||||
ARROZ (Terras baixas) | Grama-boiadeira Luziola peruviana | 5 estolões | 140 | Terrestre: 100 – 200 Aérea: 30 - 50 |
Angiquinho Aeschynomene denticulata | ||||
(Tolerante a imazapique+imazapir) | Cruz-de-malta Ludwigia longifolia | |||
Sagitária Sagittaria guyanensis Sagittaria montevidensis | 2 a 4 folhas | |||
Junquinho Cyperus iria | ||||
Cuminho Fimbristylis miliacea |
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | ESTÁDIO DAS PLANTAS DANINHAS | DOSE* g p.c./ha | VOLUME DE CALDA L/ha |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
ARROZ DE TERRAS ALTAS | Capim-custódio Pennisetum setosum | 2 a 4 folhas | 100 Ou | Terrestre: 100 – 200 |
(Tolerante a imazapique+imazapir) | Carrapicho de carneiro Acanthospermum australe | (70+70) ** | Aérea: 30 - 50 | |
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Não ultrapassar 2 aplicações por ciclo da cultura. *Adicionar adjuvante não iônico 0,5% v/v às aplicações. ** A dose menor deverá ser utilizada quando a opção pelo uso de aplicações sequenciais. ÁREAS COM BAIXA E MÉDIA INFESTAÇÃO: A dose recomendada é de 100 ou 140 g/ha dependendo do sistema de produção. A aplicação deve ser realizada em pós-emergência, nos estádios de desenvolvimento das plantas daninhas, indicado na tabela acima. ÁREAS COM ALTA INFESTAÇÃO: Campos semeados com arroz por muitos anos com alta infestação de plantas daninhas, para que se obtenha um melhor controle e manejo das plantas infestantes recomenda-se aplicação sequencial: Efetuar a 1ª aplicação de IMAZAPIQUE I NORTOX em pré ou pós-emergência inicial, estádio de 2-4 folhas do arroz vermelho, na dose de 70 ou 140 gramas/ha dependendo do sistema de produção, e a 2ª aplicação, em pós-emergência, para novas reinfestações no estádio de 2-4 folhas. | ||||
1 kg de produto comercial (p.c.) contêm 525,0 g/kg de Eq. Ácido de Imazapir e 175,0 g/kg de Eq. Ácido de Imazapique.
VER 00 – 03.05.2024
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
Para preparar melhor a calda, coloque a dose indicada de IMAZAPIQUE I NORTOX no pulverizador com água até ¾ de sua capacidade e em seguida complete o volume agitando constantemente, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. A agitação deve ser constante durante a preparação da calda e aplicação do produto. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação. Aplique de imediato sobre o alvo biológico.
Utilize os EPIs conforme constantes no item PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO OU PREPARAÇÃO DA CALDA.
Na aplicação do IMAZAPIQUE I NORTOX é essencial a adição de adjuvante não iônico a calda de pulverização nas concentrações indicadas na tabela de recomendações.
Função: quebra de lipídios componentes da cutícula e membrana celular, que são uma barreira que diminuem a absorção do produto, maior fixação do produto na folha, diminuição da perda do produto por evaporação ou lavagem da chuva. Sendo assim, o uso de adjuvantes a base de óleo mineral pode aumentar a eficiência da absorção do herbicida pela planta.
IMAZAPIQUE I NORTOX deve ser aplicado através de pulverizador de barras, equipado com pontas de pulverização que proporcionem redução de deriva, tal como pontas tipo leque, para a produção de gotas grossas a extremamente grossas (acima de 350 micra de diâmetro médio volumétrico – DMV). Recomenda-se uma pressão de trabalho entre 30-70 psi (Ibf/pol2), com uma densidade de gotas equivalentes a 30 gotas/cm2 e taxa de aplicação de 100 a 200 litros de calda de pulverização por hectare. A altura da barra e espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme no alvo, conforme recomendações do fabricante não ultrapassando 50 cm, tanto para o espaçamento, quanto para a altura da barra.
Observe atentamente as instruções de uso de todos os equipamentos envolvidos. Em caso de equipamentos diferentes e regulagens específicas, é recomendável consultar um Engenheiro Agrônomo ou profissional responsável.
As maiores doses devem ser utilizadas em alta infestação da planta daninha e/ou em estádios vegetativos avançados da cultura, bem como o volume de calda recomendado.
Evite sobreposição de faixas de pulverização durante a aplicação. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
VER 00 – 03.05.2024
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aero agrícolas pela ANAC. A altura de voo não deve ultrapassar 4,0 m, para evitar problemas com deriva, a altura ideal é de 2 a 4 m acima do alvo, desde que garanta a segurança do voo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
O volume de calda recomendado é de 30 a 50 L/ha.
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
As condições climáticas mais favoráveis para a realização de uma pulverização, utilizando-se os equipamentos adequados de pulverização, são:
Umidade relativa do ar: superior a 55%
Velocidade média do vento: entre 3 e 7 km/h.
Temperatura: entre 20 e 30 ºC.
Direção do vento: Não aplicar em locais e momentos do dia em que o vento esteja na direção de culturas sensíveis. Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplicar, pois pode haver inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
Evitar as condições de inversão térmica.
Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores, porém independentemente do equipamento utilizado para a pulverização, o tamanho de gotas é um dos fatores mais importantes para se evitar a deriva. O tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência.
Fatores como tamanho de gotas, pressão de trabalho, velocidade do vento, umidade e temperatura devem ser avaliados pelo aplicador, quando da decisão de aplicar.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas.
Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante. Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
CULTURAS | DIAS |
Arroz | 60 |
VER 00 – 03.05.2024
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Para Pastagem, é recomendado uma aplicação de Kifix®, em aplicação pós-emergente das plantas daninhas e da cultura.
ARROZ DE TERRAS BAIXAS | ||||
CULTURA: EXCLUSIVO PARA ARROZ CLEARFIELD® | ||||
Alvo biológico Nome comum/científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose* | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
g p.c./ha | ||||
ARROZ-VERMELHO | 2 Folhas a 1 perfilho | 140 | 100 – 200 | 2 |
Arroz-vermelho Oryza sativa | ||||
ARROZ DE TERRAS BAIXAS | ||||
CULTURA: EXCLUSIVO PARA ARROZ CLEARFIELD® | ||||
Alvo biológico Nome comum/científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose* | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
g p.c./ha | ||||
GRAMÍNEAS | 2 Folhas a 1 perfilho | 140 | 100 – 200 | 2 |
Capim-arroz Echinochloa crus-galli | ||||
Papuã ou marmelada Brachiaria plantaginea | ||||
Grama-bioadeira Luziola peruviana | 5 estolões | |||
FOLHA LARGA | 2 a 4 folhas | 140 | 100 – 200 | 2 |
Angiquinho Aeschynomene denticulata | ||||
Cruz-de-malta Ludwigia longiformis | ||||
PLANTAS AQUÁTICAS | 2 a 4 folhas | |||
Sagitária Sagittaria guyanensis Sagittaria montevidensis | ||||
CYPERÁCEAS | 2 - 4 folhas | |||
Junquinho Cyperus iria | ||||
Cuminho Frimbristylis miliacea | ||||
GRAMÍNEAS | 2 folhas a 1 perfilho | 100 ou (70 + 70)** | 100 – 200 | 2 |
Capim-custódio Pennisetum setosum | ||||
Capim-braquiária Brachiaria decumbens | 100 – 140 | |||
Capim-amargoso Digitaria insularis | ||||
Capim-colonião Panicum maximum | ||||
FOLHA LARGA | 2 a 4 folhas | 100 ou (70 + 70)** | ||
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum australe | ||||
Trapoeraba Commelina benghalensis | 100 – 140 | |||
Leiteiro Euphorbia heterophylla | ||||
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia | ||||
i.a. = ingrediente ativo.
Adicionar adjuvante 0,5% v/v à calda utilizada nas aplicações.
** A dose menor deverá ser utilizada quando a opção pelo uso de aplicações sequenciais.
Áreas semeadas com arroz por muitos anos ou não, com alta infestação de plantas daninhas, para que se obtenha um melhor controle e manejo das plantas infestantes recomenda-se aplicação sequencial: Efetuar a 1a aplicação de Kifix® em pré ou pós-emergência inicial, na dose de 70 g p.c/ha ou 100 até
140 g p.c/ha dependendo do alvo biológico; e a 2a aplicação, em pós-emergência, visando o controle de reinfestações.
PASTAGEM | ||||
Alvo biológico Nome comum/científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose* | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
g p.c./ha | ||||
Capim-navalha Paspalum urvillei | Inicial até a emissão da folha bandeira | 300 - 400 | 150 - 200 | 1 |
i.a. = ingrediente ativo.
As doses mais altas devem ser utilizadas em áreas onde as condições para o desenvolvimento das ervas daninhas seja muito favorável, ou estejam em estádio mais avançado de desenvolvimento, ou para um maior período de controle. Não usar adjuvante.
Aplicação em dose única ou sequencial, dependendo da infestação, estádio de desenvolvimento e fluxos de germinação das plantas daninhas. Não exceder o número máximo de 2 aplicações por ciclo da cultura.
A aplicação deve ser realizada em pós-emergência, nos estádios de desenvolvimento das plantas daninhas recomendados na tabela acima.
O Arroz-vermelho é uma infestante de difícil controle e seu manejo depende de diversos tratos desde o preparo da área para plantio até o seu manejo após implantação da cultura, sendo a principal planta daninha limitante para a cultura do arroz.
Este manejo de água é uma prática recomendada pelas Comissões Oficiais de Arroz sendo importante ser adotada como mais uma ferramenta no manjo de plantas infestantes na cultura do arroz irrigado.
Deve-se garantir boa cobertura das plantas daninhas com a calda da pulverização.
Aplique Kifix® somente nos cultivares do Sistema de Produção Clearfield® – Arroz, com exceção dos materiais IRGA 422CL, BRS Sinuelo CL e SCS117 CL. Para estes materiais de 1a geração foi desenvolvido o herbicida Only®.
Aplicação em dose única, variando a dose em função das ervas daninhas, estádio de desenvolvimento ou necessidade de maior período de controle:
A dose recomendada é de 300 g/ha. A aplicação deve ser realizada em pós-emergência, do estádio inicial até o desenvolvimento da folha bandeira das plantas daninhas, evitando que as plantas estejam produzindo sementes.
A dose recomendada é de 400 g/ha. A aplicação deve ser realizada em pós-emergência, do estádio inicial até o desenvolvimento da folha bandeira das plantas daninhas, evitando que as plantas estejam produzindo sementes.
Sintomas de fitotoxicidade, como clorose e alteração da taxa de crescimento, poderão ser observados, sendo reversíveis entre 60 a 90 dias após a aplicação, quando utilizadas as doses recomendadas em bula e manejo correto da pastagem.
Não utilizar adjuvantes para a cultura de pastagem.
FATORES IMPORTANTES PARA O SUCESSO DO SISTEMA DE MANEJO DE PLANTAS DANINHAS COM O HERBICIDA KIFIX®:
Na aplicação em pós-emergência na dose recomendada, adicione sempre adjuvante, conforme recomendado para a cultura de Arroz Clearfield®. Não utilizar adjuvantes para a cultura de Pastagem.
Faça a aplicação dentro das condições climáticas e do período ideal do estágio de desenvolvimento das plantas daninhas e da cultura de Arroz Clearfield® e de Pastagem.
Assegure o controle com:
Com uma boa cobertura dos alvos a serem controlados;
Aplicação em plantas daninhas em pleno desenvolvimento vegetativo;
Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de controle;
Condições de alta umidade relativa e temperatura entre 20 e 30oC.
Evite aplicações nas horas mais quentes do dia, temperaturas acima de 30oC; baixa umidade relativa do ar, umidade relativa abaixo de 60% e ventos acima de 10 km/h. Principalmente quando essas condições causam stress hídrico nas plantas e favorecem à deriva da pulverização.
Aplique todo volume preparado no mesmo dia, não deixe o produto dentro do tanque de um dia para outro.
Logo após o uso, limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra e os bicos) antes de utilizá-los com outros produtos ou em outros cultivos.
Limpe a semeadora antes de utilizá-las com Arroz Clearfield®. Retire todo o resto de sementes de
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Aeschynomene denticulata | angiquinho (2), corticeirinha (1), maricazinho (2) | Ver detalhes |
| Pastagens | Paspalum urvillei | capim-da-roça (1), capim-das-estradas, milhã-grande | Ver detalhes |
Por se tratar de uma formulação do tipo WG (Grânulos dispersíveis em água) o produto deve ser adicionado lentamente no tanque do pulverizador sob agitação constante ou pré dissolvidos em recipientes adequados.
Para os menores volumes de aplicação, não exceder a concentração de 0,5% v/v da calda ou a recomendação descrita na bula do adjuvante.
Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para
assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de grossas (C) para aplicações em pré emergência e pontas que produzam gotas de classe acima de muito grossas (VC) quando o produto for utilizado como pós emergente, conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.
Aplicação Aérea:
Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 L/ha.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de grossas (C) para aplicações em pré emergência e pontas que produzam gotas de classe acima de muito grossas (VC) quando o produto for utilizado como pós emergente, conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.
Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30oC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
Evite derivas para as culturas vizinhas, principalmente para arroz não tolerante ao Kifix®. Aplique apenas em condições ambientais favoráveis. Evite sobreposição de faixas de pulverização durante a aplicação.
Recomenda-se uma faixa de segurança de 100 metros entre a área aplicada com avião e o arroz não-Clearfield® não tolerante.
As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do engenheiro agrônomo da região. O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos/culturas. Recomenda- se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado.
Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante. Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa
e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres e aéreas poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.
Cultura | Dias |
Arroz Clearfield® | 60 |
Pastagem | (1) |
Intervalo de Segurança não determinado.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURA | PLANTAS INFESTANTES | DOSE (mL p.c./ha) | RECOMENDAÇÃO DE USO | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | |||
Arroz irrigado | Junquinho (Cyperus iria) | 180 - 260 | Pré-emergência: Realizar 1 aplicação em pré- emergência total (pré- emergência da cultura e das plantas infestantes). | 1 | Terrestre: 150 a 200 Aérea: 10 a 40 |
Junquinho (Cyperus ferax, Cyperus iria) | 60 - 80 | Pós-emergência: Realizar 1 aplicação em pós- plantio do arroz e em pós- emergência das plantas infestantes, quando as plantas infestantes se encontrarem no estágio de 2 a 3 folhas. Após a aplicação do produto, inundar uniformemente a área tratada em, no máximo, 7 dias, mantendo uma lâmina de água em torno de 12 cm. | Terrestre: 100 a 400 Aérea: 10 a 40 | ||
Tiriricão (Cyperus esculentus) | |||||
Cuminho (Fimbristylis miliacea) | |||||
Aguapé ou Chapéu-de-couro (Sagittaria guyanensis) | |||||
Aguapé-mirim (Heteranthera reniformis) | |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz irrigado | Cyperus esculentus | junça (1), junquinho (2), tiririca-amarela | Ver detalhes |
Aplicar SIRIUS 250 SC nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme a modalidade de aplicação. Este produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendação para cada cultura.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado.
As recomendações para os equipamentos de aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação, a especificação do fabricante do equipamento e a tecnologia de aplicação empregada.
Observações para tratamento em pré-emergência:
Em áreas com altas densidades de plantas infestantes, onde tem-se germinação em diferentes fluxos, o tratamento pré-emergente com o herbicida SIRIUS 250 SC deverá ser complementado com herbicida pós−emergente indicado para culturas e alvos em questão (de acordo com recomendação de bula do produto que será utilizado).
Períodos prolongados de seca poderão influenciar na atividade pré-emergente do herbicida SIRIUS 250 SC no solo, podendo resultar em eficácia insatisfatória no controle das plantas infestantes, para as quais é recomendado. Neste caso, a eficácia insatisfatória também pode estar associada a reinfestação de espécies oriundas da germinação de sementes presentes nas camadas mais profundas com a vinda das chuvas tardias após o longo período de seca.
Nas áreas tratadas com o herbicida SIRIUS 250 SC, as chuvas em quantidades normais e/ou irrigação são benéficas por promover a incorporação do produto na camada superficial, favorecendo a eficácia no controle em pré-emergência das infestantes, para as quais é recomendado.
Preferencialmente, a aplicação do herbicida SIRIUS 250 SC deve ser realizada em solo úmido.
O herbicida SIRIUS 250 SC pode não controlar as plantas infestantes que germinam em fissuras resultantes de solo seco.
Em solos pesados e em áreas com alta densidade da espécie de planta infestante, para as quais é indicado, ou ainda, em áreas com alta densidade de palhada sobre o solo, recomenda-se aplicar as doses mais altas do herbicida SIRIUS 250 SC.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva.
A boa eficiência de aplicação, entre outros fatores, destaca um conjunto de características e ações que devem ser rigorosamente observadas, tais como:
Para o sistema de aplicação “Benzedura manual” em arroz irrigado, utilizar pulverizador costal equipado com bicos cônicos, sem core, ou outro sistema de distribuição que permita uma boa aplicação. Empregar volume de calda em torno de 10 L/ha (1 ml/m2), com esguichadas de até 5 m de cada lado.
Realize a aplicação via aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para aplicação do produto, conforme consta no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Arroz irrigado | Pré-emergência | (1) |
Pós-emergência | 30 dias |
(1) Intervalo de Segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
Não entre na área tratada em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPI's recomendados para o uso durante a aplicação.
VERDUM WG é um herbicida, sistêmico e seletivo, à base dos ingredientes ativos imazapique e imazapir, desenvolvido para uso no sistema de produção Clearfield® - Arroz e para uso em pastagens em pós-emergência.
ARROZ DE TERRAS BAIXAS | ||||
EXCLUSIVO CULTURA ARROZ CLEARFIELD® | ||||
Alvo Biológico Nome comum / científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose* | Volume da Calda (L/ha) | Número máximo / época aplicações |
g p.c./ha | ||||
ARROZ VERMELHO | 2 folhas a 1 perfilho | 140 | 100 - 200 | 2 |
Arroz-vermelho (Oryza sativa) | ||||
GRAMÍNEAS | 2 folhas a 1 perfilho | |||
Capim-arroz (Echinochloa crusgalli) | ||||
Papuã ou marmelada (Brachiaria plantaginea) | ||||
Grama-boiadeira (Luziola peruviana) | 5 estolões | |||
FOLHA LARGA | 2 a 4 folhas | |||
Angiquinho (Aeschynomene denticulata) | ||||
Cruz-de-malta (Ludwigia longiformis) | ||||
PLANTAS AQUÁTICAS | 2 a 4 folhas | |||
Sagitária (Sagittaria guyanensis / Sagittaria montevidensis) | ||||
CYPERÁCEAS | 2 – 4 folhas | |||
Junquinho (Cyperus iria) | ||||
Cuminho (Frimbristylis miliacea) | ||||
ARROZ DE TERRAS ALTAS | ||||
EXCLUSIVO CULTURA ARROZ CLEARFIELD® | ||||
Alvo Biológico Nome comum / científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose* | Volume da Calda (L/ha) | Número máximo / época aplicações |
GRAMÍNEAS | 2 folhas a 1 perfilho | 100 ou (70 + 70) ** | 100 - 200 | 2 |
Capim-custódio (Pennisetum setosum) | ||||
FOLHA LARGA | 2 a 4 folhas | |||
Carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum australe) | ||||
p.c. = produto comercial (1 kg de VERDUM WG equivale a 525 g i.a. Imazapir + 175 g i.a. de Imazapique);
i.a. = ingrediente ativo;
* Adicionar adjuvante 0,5% v/v às aplicações.
** A dose menor deverá ser utilizada quando a opção pelo uso de aplicações sequenciais.
Campos semeados com arroz por muitos anos com alta infestação de plantas daninhas, para que se obtenha um melhor controle e manejo das plantas infestantes recomenda-se aplicação sequencial: Efetuar a 1a aplicação de VERDUM WG em pré ou pós- emergência inicial, na dose de 70 g/ha, e a 2a aplicação, em pós-emergência, visando o controle de reinfestações na dose de 70 g/ha.
Aplicação em dose única ou sequencial, dependendo da infestação, estádio de desenvolvimento e fluxos de germinação das plantas daninhas.
de desenvolvimento das plantas daninhas: arroz-vermelho e outras gramíneas - 2 folhas até o 1º perfilho, ciperáceas e plantas aquáticas - entre 2 a 4 folhas.
O Arroz-vermelho é uma infestante de difícil controle e seu manejo depende de diversos tratos desde o preparo da área para plantio até o seu manejo após implantação da cultura, sendo a principal planta daninha limitante para a cultura do arroz.
Para Arroz de Terras Baixas, é importante a entrada da água 48 a 72 horas após aplicação do VERDUM WG para garantir o perfeito funcionamento do herbicida e impedir a germinação de novas infestações. A lâmina de água deve ser mantida durante todo o ciclo da cultura até a maturação da cultura.
Este manejo de água é uma prática recomendada pelas Comissões Oficiais de Arroz sendo importante ser adotada como mais uma ferramenta no manejo de plantas infestantes na cultura do arroz irrigado.
As aplicações de VERDUM WG deverão ser realizadas em condições climáticas favoráveis a ação do herbicida.
Deve-se garantir boa cobertura das plantas daninhas com a calda da pulverização.
PASTAGEM | ||||
Alvo Biológico Nome comum / científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose* (g p.c./ha) | Volume da Calda (L/ha) | Número máximo / época aplicações |
Terrestre: | ||||
Capim-navalha (Paspalum urvillei) | Pós-emergência | 300-400 | 150-200 Aérea: | 1 |
30-50 | ||||
* As doses mais altas devem ser utilizadas em áreas onde as condições para o desenvolvimento das ervas daninhas seja muito favorável, ou estejam em estádio mais avançado de desenvolvimento, ou para um maior período de controle.
Para áreas com baixa e média infestação, a dose recomendada é de 300 g/ha e para áreas com alta infestação, recomenda-se a dose de 400 g/ha. A aplicação deve ser realizada em pós- emergência, do estádio inicial até o desenvolvimento da folha bandeira das plantas daninhas, evitando que as plantas estejam produzindo sementes.
A aplicação de VERDUM WG deve ser realizada apenas em pastagem formada há pelo menos um ano, com elevado número de perfilhos e alta produtividade. Aplicar apenas no início do verão, época d o ano com fotoperíodo longo e alta pluviosidade.
Sintomas de fitotoxicidade, como clorose e alteração da taxa de crescimento, poderão ser observados, sendo reversíveis entre 60 a 90 dias após a aplicação, quando utilizadas as doses recomendadas em bula e manejo correto da pastagem.
Não aplicar VERDUM WG em pastagens com menos de um ano de idade ou recém estabelecidas.
Não realizar aplicações em pré-emergência da cultura.
Não utilizar adjuvantes para a cultura de pastagem.
Na aplicação em pós-emergência na dose recomendada, adicione sempre adjuvante, conforme recomendado para a cultura de ARROZ CLEARFIELD®.
Faça a aplicação dentro das condições climáticas e do período ideal do estágio de desenvolvimento das plantas daninhas e da cultura de ARROZ CLEARFIELD®.
Assegure o controle com:
Com uma boa cobertura dos alvos a serem controlados;
Aplicação em plantas daninhas em pleno desenvolvimento vegetativo;
Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de controle;
Condições de alta umidade relativa e temperatura entre 20 e 30oC.
Evite aplicações nas horas mais quentes do dia, temperaturas acima de 30oC; baixa umidade relativa do ar, umidade relativa abaixo de 60% e ventos acima de 10 km/hora. Principalmente quando essas condições causam stress hídrico nas plantas e favorecem à deriva da pulverização.
Aplique todo volume preparado no mesmo dia, não deixe o produto dentro do tanque de um dia para outro.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Ludwigia longifolia | cruz-de-malta (4), ludwigia (3) | Ver detalhes |
| Pastagens | Paspalum urvillei | capim-da-roça (1), capim-das-estradas, milhã-grande | Ver detalhes |
Logo após o uso, limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra e os bicos) antes de utilizá-los com outros produtos ou em outros cultivos.
Limpe a semeadora antes de utilizá-las com arroz Clearfield®. Retire todo o resto de sementes de arroz não-Clearfield®.
MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
O produto é indicado para aplicações terrestres e aéreas de acordo com as recomendações abaixo:
Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura do solo e produzam gotas de classe acima de grossas (C) em pré emergência ou que produzam boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de muito grossas (VC) quando em pós emergência da planta daninha, conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento
da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.
Para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de aplicação.
Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 litros/ha.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura do solo e produzam gotas de classe acima de grossas (C) em pré emergência ou que produzam boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de muito grossas (VC) quando em pós emergência da planta daninha, conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.
Altura de vôo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.
Preparo da calda:
O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Por se tratar de uma formulação do tipo WG (Granulado Dispersível) o produto deve ser adicionado lentamente no tanque do pulverizador sob agitação constante ou pré dissolvidos em recipientes adequados.
Adicionar o adjuvante à calda após o produto, conforme recomendações no item CULTURAS, PLANTAS DANINHAS e DOSES.
Condições climáticas durante a aplicação:
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 Km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva. Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30oC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada;
Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
CULTURA | DIAS |
Arroz Clearfield® | 60 |
Pastagem | (1) |
(1) Não determinado devido modalidade de emprego
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

