Quando a área foliar recebe cobertura suficiente do produto ocorre a paralisação na elaboração de carboidratos levando as plantas à morte, sendo a fase inicial de desenvolvimento das plantas daninhas o momento melhor indicado para ação do herbicida.
São tolerantes ao produto as gramíneas em geral, leguminosas e algumas outras espécies.
Produto comercial: Cada Litro (L) do Basagran® 600 corresponde a 600 g do ingrediente ativo Bentazona.
ARROZ, AMENDOIM, FEIJÃO, MILHO, TRIGO | |||||
PÓS-EMERGÊNCIA DOS CULTIVOS | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose (Lp.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | 2 – 6 folhas | 1,2 | Terrestre: 150 – 250 Aérea: 30 – 50 | 1** |
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Mostarda | Brassica rapa | ||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | ||||
Corda-de-viola | Ipomoea nil | ||||
Joá-de-capote | Nicandra physaloides | ||||
Nabiça | Raphanus raphanistrum | ||||
Guanxuma | Sida cordifolia | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Gorga | Spergula arvensis | ||||
Carrapichão | Xanthium strumarium | ||||
ARROZ, AMENDOIM, FEIJÃO, MILHO, TRIGO | |||||
PÓS-EMERGÊNCIA DOS CULTIVOS | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose (Lp.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Carrapicho rasteiro* | Acanthospermum australe* | 2 – 4 folhas | 1,2 | Terrestre: 150 – 250 Aérea: 30 – 50 | 1** |
Mentrasto* | Ageratum conyzoides* | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Trapoeraba | Commelina erecta | ||||
Botão azul* | Eupatorium pauciflorum* | ||||
Picão branco* | Galinsoga parviflora* | ||||
Mentruz | Lepidium virginicum | ||||
Losna-branca* | Parthenium hysterophorus* | ||||
Beldroega* | Portulaca oleracea* | ||||
Roseta* | Soliva pterosperma* | ||||
Esparguta | Stellaria media | ||||
Erva-de-touro | Tridax procumbens | ||||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: *Aplicar Basagran® 600 com adição de 1,0 L/ha de adjuvante não iônico em aplicações terrestres e de 0,3 L/ha de adjuvante em aplicações aéreas. A adição de um adjuvante não iônico nas caldas de Basagran® 600 tende a melhorar o controle de algumas espécies invasoras, bem como reduzir a velocidade de evaporação, mas não permite redução da dose do herbicida. Para a cultura do feijão, não é recomendado o acréscimo de adjuvante não iônico, devido ao risco de fitotoxicidade. Realizar aplicação em pós emergência das plantas daninhas observando-se o estádio inicial de desenvolvimento, não ultrapassando os estádios indicados. Aumentar o volume de calda em estádios de desenvolvimento maiores do cultivo e plantas daninhas, para obter melhor cobertura dos alvos desejados. **Para a cultura de arroz pode-se efetuar até duas aplicações por ciclo do cultivo, com intervalo de 3 a 4 dias entre elas. As duas aplicações devem ser realizadas quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle e outras continuam emergindo (fluxos). Na 1ª aplicação, recomenda-se a dose de 0,7 L p.c/ ha e na 2ª aplicação, 0,5 L p.c/ ha. Com esse manejo, tem-se melhor controle em áreas de arroz com alta pressão de infestação e germinação contínua de espécies de plantas daninhas como a trapoeraba, corda-de-viola e guanxuma. Em lavoura de arroz irrigado, retirar a água antes da aplicação do herbicida, para expor as folhas das plantas infestantes. Voltar a irrigar após 48 horas, se necessário. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo do arroz irrigado e para demais culturas, realizar apenas uma única aplicação por ciclo. | |||||
ARROZ IRRIGADO | |||||
PÓS-EMERGÊNCIA DO CULTIVO | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose L p.c./ha | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Junquinho | Cyperus difformis | Até 12 cm de altura | 1,5 a 2,0 | Terrestre: 150 – 250 Aérea: 30 – 50 | 2 |
Tiriricão | Cyperus esculentus | ||||
Junquinho | Cyperus ferax | ||||
Tiririca-do-brejo | Cyperus iria | ||||
Tiririca | Cyperus lanceolatus | 1,6 | |||
Erva-de-bicho * | Polygonum hydropiperoides* | 2 – 4 folhas | 1,2 | ||
Carrapicho rasteiro* | Acanthospermum australe* | 2 – 4 folhas | 1,2 | 1 | |
Mentrasto* | Ageratum conyzoides* | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Trapoeraba | Commelina erecta | ||||
Botão azul* | Eupatorium pauciflorum* | ||||
Picão branco* | Galinsoga parviflora* | ||||
Mentruz | Lepidium virginicum | ||||
Losna-branca* | Parthenium hysterophorus* | ||||
Beldroega* | Portulaca oleracea* | ||||
Roseta* | Soliva pterosperma* | ||||
Esparguta | Stellaria media | ||||
Erva-de-touro | Tridax procumbens | ||||
Carrapicho-de- carneiro | Acanthospermum hispidum | 2 – 6 folhas | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Mostarda | Brassica rapa | ||||
Corda-de-viola | Ipomoea grandifolia | ||||
Corda-de-viola | Ipomoea nil | ||||
Joá-de-capote | Nicandra physaloides | ||||
Nabiça | Raphanus raphanistrum | ||||
Guanxuma | Sida cordifolia | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Gorga | Spergula arvensis | ||||
Carrapichão | Xanthium strumarium | ||||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
*Aplicar Basagran® 600 com adição de 1,0 L/ha de adjuvante não iônico em aplicações terrestres e de 0,3 L/ha de adjuvante em aplicações aéreas. A adição de um adjuvante não iônico nas caldas de Basagran® 600 tende a melhorar o controle de algumas espécies invasoras, bem como reduzir a velocidade de evaporação, mas não permite redução da dose do herbicida.
Realizar aplicação em pós emergência das plantas daninhas, não ultrapassando os estádios indicados. Utilizar o volume de calda de 250 L/ha. Estando as folhas molhadas por orvalho ou neblina, reduzir o volume de calda para 150 L/ha em aplicações terrestres.
Retirar a água antes da aplicação do herbicida, para expor as folhas das plantas infestantes. Voltar a irrigar após 48 horas, se necessário.
Efetuar até duas aplicações por ciclo do cultivo, com intervalo de 3 a 4 dias entre elas. As duas aplicações devem ser realizadas quando algumas infestantes já estão atingindo o estádio de desenvolvimento recomendado para o controle e outras continuam emergindo (fluxos). Na 1ª aplicação, recomenda-se a dose de 0,7 L p.c/ha e na 2ª aplicação, 0,5 L p.c/ha.
AVEIA E CEVADA | |||||
PÓS-EMERGÊNCIA DO CULTIVO | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose (L p.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Nabiça | Raphanus raphanistrum | 2 – 6 folhas | 1,2 | Terrestre: 150 – 250 Aérea: 30 – 50 | 1 |
Nabo | Raphanus sativus | ||||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar Basagran® 600 com adição de 1,0 L/ha de adjuvante não iônico em aplicações terrestres e de 0,3 L/ha de adjuvante em aplicações aéreas. A adição de um adjuvante não iônico nas caldas de Basagran® 600 tende a melhorar o controle de algumas espécies invasoras, bem como reduzir a velocidade de evaporação, mas não permite redução da dose do herbicida. Realizar aplicação em pós emergência das plantas daninhas observando-se o estádio inicial de desenvolvimento, não ultrapassando os estádios indicados. Aumentar o volume de calda em estádios de desenvolvimento maiores do cultivo e plantas daninhas, para obter melhor cobertura dos alvos desejados. | |||||
SOJA | |||||
PÓS-EMERGÊNCIA DOS CULTIVOS | |||||
Planta Daninha | Nome Científico | Estádio das Plantas Daninhas | Dose (Lp.c./ha) | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações |
Carrapicho- de-carneiro | Acanthospermum hispidum | Terrestre: 150 – 250 Aérea: 30 – 50 | |||
Picão-preto | Bidens pilosa | ||||
Mostarda | Brassica rapa | ||||
Corda-de- viola | Ipomoea grandifolia | ||||
Corda-de- viola | Ipomoea nil | 2 – 6 folhas | |||
Joá-de- capote | Nicandra physaloides | ||||
Nabiça | Raphanus raphanistrum | ||||
Guanxuma | Sida cordifolia | ||||
Guanxuma | Sida rhombifolia | ||||
Gorga | Spergula arvensis | ||||
Carrapichão | Xanthium strumarium | 1 | |||
Carrapicho rasteiro* | Acanthospermum australe* | 1,2 | |||
Mentrasto* | Ageratum conyzoides* | ||||
Trapoeraba | Commelina benghalensis | ||||
Trapoeraba | Commelina erecta | ||||
Botão azul* | Eupatorium pauciflorum* | ||||
Picão branco* | Galinsoga parviflora* | 2 – 4 folhas | |||
Mentruz | Lepidium virginicum | ||||
Losna- branca* | Parthenium hysterophorus* | ||||
Beldroega* | Portulaca oleracea* | ||||
Roseta* | Soliva pterosperma* | ||||
Esparguta | Stellaria media | ||||
Erva-de- touro | Tridax procumbens | ||||
Buva | Conyza spp. | 2 – 6 folhas | 0,8 – 1,2 | ||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
*Aplicar Basagran® 600 com adição de 1,0 L/ha de adjuvante não iônico em aplicações terrestres e de 0,3 L/ha de adjuvante em aplicações aéreas. A adição de um adjuvante não iônico na calda de Basagran® 600 tende a melhorar o controle de algumas espécies invasoras, bem como reduzir a velocidade de evaporação, mas não permite redução da dose do herbicida.
Realizar aplicação em pós emergência das plantas daninhas observando-se o estádio inicial de desenvolvimento, não ultrapassando os estádios indicados. Aumentar o volume de calda em estádios de desenvolvimento maiores do cultivo e plantas daninhas, para obter melhor cobertura dos alvos desejados.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Amendoim | Stellaria media | centochio, erva-de-passarinho (2), esparguta (2) | Ver detalhes |
| Arroz | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Portulaca oleracea | beldroega, bredo-de-porco, ora-pro-nobis | Ver detalhes |
| Aveia | Raphanus sativus | nabiça (2), nabo (2), rabanete | Ver detalhes |
| Cevada | Raphanus sativus | nabiça (2), nabo (2), rabanete | Ver detalhes |
| Feijão | Acanthospermum australe | carrapichinho (1), carrapicho-rasteiro, maroto | Ver detalhes |
| Milho | Ipomoea nil | amarra-amarra (2), campainha (8), corda-de-viola (9) | Ver detalhes |
| Soja | Cyperus iria | junquinho (5), tiririca (5), tiririca-do-brejo (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Cyperus iria | junquinho (5), tiririca (5), tiririca-do-brejo (1) | Ver detalhes |
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. Não deixar a calda preparada no tanque de um dia para outro.
Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), ou conforme recomendação do fabricante, calibrando de forma a proporcionar a melhor cobertura do alvo, desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos ou situações não planejados pelo operador do equipamento.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas alvo. Proceda a regulagem e manutenção preventiva e periódica do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme na dose correta sobre o alvo desejado.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo. Utilizar pulverizador dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), ou conforme recomendação do fabricante, calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
Utilizar aeronaves agrícolas equipadas com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), ou conforme recomendação do fabricante, calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático. Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido e largura de faixa de deposição efetiva de 15 - 18 metros (de acordo com a aeronave utilizada), atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.
A distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.
Estabelecer distância segura entre a aplicação e o operador (10 metros), assim como áreas de bordadura.
Observe também as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. Em caso de divergência, respeitar a condição/distância mais restritiva.
Antes de iniciar a aplicação com aeronaves remotamente pilotadas (ARP/drones), certifique-se que o equipamento que será utilizado esteja regularizado e/ou habilitado, e com a devida guia de aplicação para registro dos dados de voo e garantia da segurança operacional. O tipo de cultura, alvo, pontas, espaçamento, vazão, e pressão de trabalho devem estar corretamente calibrados e proporcionem
uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura do alvo a ser atingido, conforme aspectos técnicos aplicáveis ao ARP selecionado. A aplicação deste produto pode ser realizada com auxílio de drones agrícolas de pulverização, por um profissional devidamente habilitado.
Manter uma altura de voo entre 2 e 6 metros acima do alvo a ser tratado. Evite alturas de voo muito altas ou muito baixas, pois esses procedimentos podem impactar na faixa tratada.
Evite utilizar o drone sem que haja adequada sobreposição de passadas durante a aplicação, a exemplo do que se faz em aplicações aéreas convencionais. A faixa de deposição ideal para os drones deve ser calculada com as mesmas metodologias utilizadas para a aplicação aérea convencional. Entretanto, na impossibilidade da realização desta avaliação, considere que os drones multi-rotores com até 25 kg de carga útil apresentem faixas de deposição ideal entre 4 e 6 metros e drones multi-rotores acima de 25 kg de carga útil apresentem faixa de deposição ideal de 10 metros. Consulte o fabricante do equipamento sobre o melhor ajuste desse parâmetro para cada modelo, e solicite o apoio de um agrônomo especializado. Evite utilizar o drone com velocidade de trabalho superior a 5 m/s, principalmente em terrenos de topografia mais acidentada, para garantir uma boa estabilidade da aeronave durante a pulverização, buscando evitar falhas de deposição que podem comprometer a qualidade de trabalho executado.
O drone deve ser calibrado para uma taxa de aplicação (volume de calda) de no mínimo 10 L/ha.
A seleção das pontas ou o ajuste da rotação dos bicos rotativos deve propiciar um espectro de gotas das classes de média a grossa de forma a minimizar o risco de deriva e proporcionar deposição adequada no alvo. É importante que as pontas sejam escolhidas em função do planejamento e das características operacionais da aeronave, e para que o espectro de gotas fique dentro da recomendação. No caso das pontas hidráulicas, selecione modelos com indução de ar que propiciem gotas das classes média a grossa.
Ao pulverizar com drones, utilize técnicas para otimizar o resultado e a redução da deriva. Não utilize pontas hidráulicas ou ajustes de bicos rotativos que propiciem gotas finas ou muito finas. Ao pulverizar com drones, mantenha uma faixa de segurança evitando deriva em alvos indesejados. Para a preparação da calda de pulverização, utilize o adjuvante na dose recomendada pelo fabricante. Recomendamos e é necessário realizar a aplicação de produtos com auxílio de empresas de drones que tenham realizado os cursos para aplicação com aeronaves remotamente pilotadas (drones/ARP), de acordo com a Normativa MAPA nº 298, de 22 setembro de 2021 ou qualquer outra que venha complementá-la ou substituí-la. Independentemente da capacitação realizada, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações que constam no rótulo e na bula do produto. Consulte sempre as normas vigentes (MAPA, DECEA, ANAC e ANATEL).
Volume de calda de no mínimo 10 L/ha, classe de gotas média a grossa, altura de voo de 2 a 6 metros e faixa de aplicação adequado. Fazer o ajuste de acordo com cada modelo de drone. As condições meteorológicas para pulverização devem ser as seguintes: Temperatura < 30°C, Umidade relativa do ar > 60%, Velocidade do vento entre 2 e 10 km/h.
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados, revisados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 03 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30ºC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de duas (2) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região.
O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.
Logo após a pulverização, esgote o tanque imediatamente e limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem, conforme procedimento abaixo:
Esgote ao máximo a calda presente no tanque;
Certifique-se de que o tanque do equipamento de pulverização esteja limpo (isento de resíduos) antes de iniciar uma nova preparação de calda de agroquímicos.
Atenção à limpeza em “zonas mortas” dos equipamentos, como áreas terminais de linha, filtros, válvulas, mangueiras dobradas, além do tanque de pré-diluição e lavagem de embalagem de agroquímicos.
Descarte as águas de lavagem em área adequada e de acordo com a legislação local.
Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres e aéreas poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.
CULTURA | DIAS |
Amendoim | 43 |
Arroz | 60 |
Aveia | 60 |
Cevada | 60 |
Feijão | 35 |
Milho | 110 |
Soja | 90 |
Trigo | 60 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Nome científico | Nome Comum |
Brachiaria plantaginea
Cenchrus echinatus
Digitaria horizontalis
Digitaria sanguinalis
Eleusine indica
Cyperus ferax
Cyperus rotundus
Amaranthus hybridus
Amaranthus viridis
Bidens pilosa
Commelina benghalensis
Emilia sonchifolia
Galinsoga parviflora
Lepidium virginicum
Portulaca oleracea
Raphanus raphanistrum
Sida rhombifolia
Soliva pterosperma
Spergula arvensis
Capim-marmelada
Capim-carrapicho
Capim-colchão
Milha, Capim-colchão
Capim-pé-de-galinha
Junquinho
Tiririca
Caruru-roxo
Caruru-de-mancha
Picão-preto
Trapoeraba
Falsa-serralha
Picão-branco
Mastruz
Beldroega
Nabiça
Guanxuma
Roseta
Gorga
Nome científico | Nome Comum |
(Nematóides sedentários) | Nematóides-das-galhas |
(Nematóides nômades) | Nematóides-das-lesões |
Meloidogyne exígua
Meloidogyne hapla
Meloidogyne incognita
Meloidogyne javanica
Pratylenchus brachyurus
Pratylenchus coffeae
Nome científico | Nome Comum |
Pythium spp
Rhizoctonia solani
Sclerotinia sclerotiorum
Podridão-das-raízes
Tombamento
Podridão-de-Sclerotinia
As doses são calculadas para tratar uma camada de solo conforme indicada. Sendo necessário tratar o solo mais profundamente, aumentar em 10 gramas para cada 5 cm de profundidade a mais.
Incorporar o Basamid a uma profundidade de 10 a 15 cm no solo, na dose de 50 g/m2.
incorporar o Basamid a uma profundidade de 20 cm no solo, na dose de 50 g/cm2.
Terra com matéria orgânica: 50 g/m2.
O tempo entre a aplicação do produto e a semeadura ou transplante para a área depende muito da temperatura do solo.
Temperatura do solo a 10 cm de profundidade | Período médio de atuação (dias) | Período médio de aeração (dias) | Teste de germinação (dias) | Total de dias entre tratamento/ uso do solo |
Acima de 26º C | 4 | 2 | 2 – 3 | 8 – 9 |
26º C a 21º C | 6 | 3 | 2 – 3 | 11 – 12 |
21º C a 16º C | 8 | 5 | 2 – 3 | 15 – 16 |
16º C a 11º C | 12 | 10 | 2 – 3 | 24 – 25 |
Abaixo de 11º C | 16 | 12 | 2 – 3 | 30 – 31 |
Se o solo se mantiver encharcado, o período se alonga, pois a água mantém os gases em dissolução, dificultando o escape.
A semeadura ou transplante para a área só pode ser feito após o teste de germinação.
O processo de liberação dos gases e conseqüentemente desinfestação e desinfecção do solo se completam um período variável, dependendo da temperatura do solo:
Com temperatura elevada (acima de 20º C): ± 4 a 8 dias. Com temperatura baixa (abaixo de 20º C): até 2 semanas.
Passado o período de espera acima indicado, deve-se revolver o solo para facilitar o escapamento dos gases remanescentes. Pode-se usar uma enxada ou rotativa, trabalhando o solo apenas até a profundidade de incorporação.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Tratamento de solo | Meloidogyne exigua | Meloidoginose, Nematóide-das-galhas | Ver detalhes |
Os gases liberados por Basamid efetuam uma desinfecção e desinfestação do solo. Para evitar reinfecções ou reinfestações:
Não incorporar esterco ou matéria orgânica em canteiros tratados.
Não introduzir plantas já doentes ou contaminadas.
Não trabalhar o solo com ferramentas contaminadas.
Construir os canteiros ou montes de terra a tratar em local onde não sejam atingidos por enxurradas, pois a água que escorre no solo pode transportar novos contaminantes.
O solo deve estar bem preparado, livre de torrões, raízes e restos de plantas não decompostas. Caso haja necessidade de usar composto ou adubo orgânico, esses devem ser incorporados antes da aplicação do produto. O solo deve ser mantido úmido por um período de 5 a 7 dias antes do tratamento, para estimular a germinação das sementes de plantas infestantes.
Distribuir o produto de maneira uniforme sobre o solo.
Incorporar o produto numa profundidade de 15 a 20 cm. Obtém-se o melhor resultado usando uma enxada rotativa, com lâmina em L. Pode-se também fazer a incorporação com enxada, mas a eficiência tende a decrescer quando a mescla do produto com a terra não é homogênea.
Regar o solo até a capacidade de campo, em toda área tratada.
Para evitar um escape prematuro dos gases, deve-se cobrir a área tratada com uma lâmina de plástico, vedando as extremidades com terra.
Após um período de espera para que se produza a ação do produto, retirar a lâmina de plástico e revolver a terra, até a profundidade de incorporação, para facilitar o escapamento dos gases,
Completado o tratamento e dissipados os gases, não se deve esperar muito tempo para a utilização do canteiro, pois naturalmente ocorrem reinfestações.
Pode-se deixar um período de até dois meses entre o tratamento e a utilização do canteiro, desde que seja mantida a cobertura de plástico, isolando a área. No caso de espera de no mínimo um mês entre o tratamento e a retirada do plástico geralmente pode- se dispensar o revolvimento do solo para escapamento dos gases, pois esses já terão escapado naturalmente.
Depositar uma camada de terra peneirada, já adubada (adubo químico + orgânico), com espessura uniforme de 20 cm. Sobre essa camada, espalhar uniformemente Basamid.
Após o revolvimento do solo, esperar mais alguns dias para o completo escapamento dos gases.
Incorporar o Basamid nessa camada de terra com enxada, ou preferivelmente, com enxada rotativa.
Depositar sobre a primeira camada de terra, mais uma camada com igual espessura. Repetir a aplicação do Basamid, nas mesmas doses e incorporar.
Depositar sucessivamente camadas de terra, aplicar o Basamid e incorporar.
Após o tratamento e incorporação na última camada de terra, regar abundantemente o monte, até certificar-se que toda camada de terra foi umedecida.
Para evitar o escapamento prematuro dos gases, cobrir o monte de terra com uma lâmina de plástico, vedando a área das margens.
Aguardar de 4 a 16 dias para desmanchar o monte, o período varia em função da temperatura do solo.
Desmanchar o monte de terra, para permitir o escapamento dos gases (mexer bem o substrato para um bom escape).
Após um novo período de espera variável de 2 a 10 dias (dependendo da temperatura), a terra deve estar em condições de uso. Para confirmação recomenda-se efetuar o teste de germinação.
Deve-se usar sementes pequenas, de fácil e rápida germinação, como alface, cenoura, chicória, fumo, painço, etc.
Tomar dois potes de vidro de boca larga, com tampa.
No primeiro pote, colocar até 2/3 da capacidade, solo não tratado.
No segundo pote, colocar até 2/3 da capacidade, solo tratado com Basamid.
Coletar esse solo em diversos pontos, até a profundidade em que foi incorporado o produto.
Em cada um dos potes, colocar um chumaço de algodão úmido, com uma porção de sementes de alguma das espécies mencionadas.
Fechar bem os potes. Para sementes de alface deixar os potes expostos a luz.
Em 2 a 3 dias as sementes acima devem germinar. Se ocorrer germinação normal no pote com o solo tratado, é sinal que não existem maia gases fitotóxicos, e a área tratada com Basamid poderá ser usada sem problema.
Se a germinação não ocorrer normalmente no pote com solo tratado, mas ocorrer no pote de solo não tratado, é sinal de presença de remanescentes fitotóxicos, devendo-se esperar mais alguns dias para o uso da área tratada.
Em ambiente ao ar livre, sem intervalo de espera (os gases ativos só começam a ser liberados na degradação do produto). Não pisar nos canteiros tratados.
Em casas de vegetação acumulam-se gases ativos, e a reentrada só é possível depois de abertas as construções e permitida uma ampla ventilação por um prazo mínimo de 6 horas.
INSTRUÇÕES DE USO:
Culturas | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (g/ha) | Volume de calda (L/ha) | Época de aplicação | Número máximo de aplicação |
Arroz Irrigado | Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 3,3 + 0,1% v/v de óleo mineral | Costal: 200 - 400 Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pós- emergência | 1 |
Sagitária (Sagittaria montevidensis) | |||||
Aguapé (Heteranthera reniformis) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando as plantas daninhas estiverem no estádio de 2 a 4 folhas e quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento). Em aplicação por "Benzedura manual", em arroz irrigado, no sistema pré-germinado, quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento), NUFURON/TICRUS apresenta controle das plantas daninhas Sagittaria montevidensis e Heteranthera reniformis, no estágio de 2 a 4 folhas. O volume de calda de 30 litros/ha (3 mL/m²) deve ser aplicado na forma de jatos, com o auxílio de pulverizador costal sem o bico aspersor, ou de outro equipamento que permita uma distribuição uniforme. Manter continuamente uma lâmina de água, de cerca de 10 cm, até a fase de maturação da cultura. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 litros (0,1%). | |||||
Arroz | Angiquinho (Aeschynomene rudis) | 3,3 + 0,1% v/v de óleo mineral | Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pós- emergência | 01 |
Campanhia (Ipomoea heredifolia) | |||||
Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando as plantas daninhas estiverem no estádio de 2 a 4 folhas e quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (70% das plantas emergidas). Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 litros (0,1%). | |||||
Culturas | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (g/ha) | Volume de calda (L/ha) | Época de aplicação | Número máximo de aplicação |
Aveia Branca | Nabo (Raphanus raphanistrum) | 3,3 a 4,0 + 0,1% v/v de óleo mineral | Costal: 200 - 400 Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pré- emergencia e pós- emergencia | 01 |
Picão-branco (Galinsoga parviflora) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | 4,0 + 0,1% v/v de óleo mineral | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar no estádio de perfilhamento da cultura. Nabo, Picão-branco e Picão-preto: aplicar no estádio de 2 a 4 folhas. Usar maior dose quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento (até 4 folhas) e/ou com populações maiores de plantas daninhas. Língua-de-vaca: aplicar no estádio de 2 a 4 folhas. Aplicar somente em plântulas originárias de sementes até o estádio de 4 folhas. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 litros (0,1%). | |||||
Aveia Preta | Nabo (Raphanus raphanistrum) | 3,3 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | Costal: 200 - 400 Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pré- emergencia e pós- emergencia | 01 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando a cultura estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e emborrachamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar maior dose quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento (até 4 folhas) e/ou com populações maiores de plantas daninhas. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 litros (0,1%). | |||||
Café | Picão-preto (Bidens pilosa) | 6,0 a 10,0 + 0,5% v/v de óleo mineral | Costal: 100 - 200 Tratorizado: 100 - 200 | Pós- emergência | 01 |
Culturas | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (g/ha) | Volume de calda (L/ha) | Época de aplicação | Número máximo de aplicação |
Café | INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar em pós-emergência da planta daninha (2 a 6 folhas) em jato dirigido nas entrelinhas da cultura utilizando sistema de proteção para a calda não atingir as folhas do cafeeiro. Usar óleo mineral emulsionável na proporção de 0,5% v/v. | ||||
Cana-de-Açúcar | Mussambê (Cleome affinis) | 30 | Costal: 100 - 200 Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pré- emergência | 01 |
Beldroega (Portulaca oleracea) | |||||
Guanxuma (Sida cordifolia) | |||||
Guanxuma (Sida rhombifolia) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Mussambê, Beldroega e Guanxuma: aplicar em condições de solo de textura leve, na pré- emergência da cultura e das plantas daninhas. Beldroega: aplicar em condições de solo médio, na pré-emergência da cultura e da planta daninha. | |||||
Cevada | Nabo (Raphanus raphanistrum) | 3,3 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | Costal: 200 - 400 Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pré emergência e pós- emergência | 01 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando a cevada estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e emborrachamento, e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 litros (0,1%). | |||||
Citros | Picão-preto (Bidens pilosa) | 6,0 a 10,0 | Costal: 100 - 200 Tratorizado: 100 - 200 | Pós- emergência | 01 |
Trapoeraba (Commelina benghalensis) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando as plantas daninhas estiverem em pós-emergência no estádio de 2 a 4 folhas, em aplicação dirigida na entrelinha da cultura. Usar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. | |||||
Culturas | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (g/ha) | Volume de calda (L/ha) | Época de aplicação | Número máximo de aplicação |
Pastagem | Gervão-branco (Croton glandulosus) | 6,6 + 0,5% v/v de óleo mineral | Costal: 300 - 400 Tratorizado: 200 - 300 Aérea: 50 | Pós- emergência | 01 |
Guanxuma (Sida rhombifolia) | 10,0 a 13,3 + 0,5% v/v de óleo mineral | ||||
Vassourinha-de-botão (Spermacoce verticillata) | 50 a 150 + 0,5% v/v de óleo mineral | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando as plantas infestantes estiverem em ativo crescimento vegetativo e sob condições fisiológicas favoráveis, como ausência de estresse hídrico e por temperatura, e antes do florescimento. Em alta infestação, aplicar em área total. Em infestação desuniforme em reboleiras ou manchas, aplicar em jato dirigido sobre as plantas infestantes. Usar óleo mineral emusionável na proporção de 0,5% v/v. | |||||
Trigo | Alfinetes-da-terra (Silene gallica) | 3,3 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pós- emergência | 01 |
Almeirão-do-campo (Hypochoeris brasiliensis) | |||||
Amendoim-bravo, Leiteira (Euphorbia heterophylla) | 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | ||||
Botão-de-ouro (Galinsoga quadriradiata) | 3,3 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | ||||
Caruru-rasteiro (Amaranthus deflexus) | |||||
Cravo-de-defunto (Tagetes minuta) | |||||
Erva-andorinha (Chamaesyce hyssopifolia) | |||||
Erva-de-passarinho (Stellaria media) | |||||
Erva-de-santa-luzia (Chamaesyce hirta) | |||||
Ervilhaca (Vicia sativa) | |||||
Estrelinha | |||||
Culturas | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (g/ha) | Volume de calda (L/ha) | Época de aplicação | Número máximo de aplicação |
Trigo | (Melampodium perfoliatum) | Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pós- emergência | 01 | |
Falsa-serralha (Emilia sonchifolia) | |||||
Gorga (Spergula arvensis) | |||||
Língua-de-vaca (Rumex obtusifolius) | 4,6 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | ||||
Linguinha-de-vaca (Rumex acetosella) | 3,3 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | ||||
Losna-branca (Parthenium hysterophorus) | |||||
Losna-do-campo (Ambrosia elatior) | 4,6 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | ||||
Macela (Gnaphalium spicatum) | 3,3 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | ||||
Nabo, nabiça (Raphanus raphanistrum) | |||||
Orelha-de-urso (Stachys arvensis) | |||||
Picão-preto (Bidens pilosa) | |||||
Picão-branco,fazendeiro (Galinsoga parviflora) | |||||
Poaia (Richardia brasiliensis) | |||||
Roseta (Soliva pterosperma) | |||||
Rubim (Leonurus sibiricus) | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando a cultura estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento, estando as plantas daninhas com 2 a 4 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 litros (0,1%). | |||||
Culturas | Plantas infestantes Nome comum (Nome científico) | Doses Produto comercial (g/ha) | Volume de calda (L/ha) | Época de aplicação | Número máximo de aplicação |
Triticale | Nabo (Raphanus raphanistrum) | 3,3 a 6,6 + 0,1% v/v de óleo mineral | Costal: 200 - 400 Tratorizado: 100 - 200 Aérea: 50 | Pré emergência e Pós- emergência | 01 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar quando a triticale estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e emborrachamento, e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%). | |||||
Cada quilograma (kg) de NUFURON/TICRUS contém 600 g de Metsulfurom-metílico, demonstradas abaixo suas respectivas doses/ha em função da recomendação de dose/ha do produto comercial:
Produto Comercial (g/ha) | Ingrediente Ativo (g/ha) |
3,3 | 1,98 |
4,0 | 2,40 |
4,6 | 2,76 |
6,0 | 3,60 |
6,6 | 3,96 |
10,0 | 6,00 |
13,3 | 7,98 |
30,0 | 18,00 |
50,0 | 30,00 |
150,0 | 90,00 |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Aeschynomene rudis | angiquinho (1), maricazinho (1), paquinha | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Sagittaria montevidensis | aguapé-de-flexa, flecha (2), sagitária (1) | Ver detalhes |
| Aveia | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Aveia Branca | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Aveia preta | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Café | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Cleome affinis | mussambê, sojinha | Ver detalhes |
| Cevada | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
| Citros | Bidens pilosa | fura-capa, picão (1), picão-preto (1) | Ver detalhes |
| Pastagens | Spermacoce verticillata | poaia-botão, poaia-preta, poaia-rosário | Ver detalhes |
| Trigo | Parthenium hysterophorus | coentro-do-mato, fazendeiro (1), losna-branca | Ver detalhes |
| Triticale | Raphanus raphanistrum | nabiça (1), nabo (1), nabo-bravo | Ver detalhes |
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do mesmo.
Usar maior dose quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador adicionar o produto de acordo com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, e adicionar o adjuvante (quanto for o caso), agitar e completar o volume de água do pulverizador. Aplicar imediatamente na cultura.
Aplicação Terrestre:
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
Aplicação aérea:
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: usar gotas médias e grossas. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo.
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem
de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Culturas | Intervalo de segurança (dias) |
Arroz Irrigado | 30 |
Arroz | 30 |
Aveia Branca | 31 |
Aveia Preta | 10 |
Café | 30 |
Cana-de-açúcar | 90 |
Cevada | 15 |
Citros | 30 |
Pastagem | 28 |
Trigo | 30 |
Triticale | 15 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

