VER 00 – 17.01.2024
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE L p.c./ha | VOLUME DE CALDA L/ha |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||
ALGODÃO | Algodão voluntário Gossypium hirsutum* | 0,75 – 1,5 | Terrestre: 130 Aéreo: 50 |
Trapoeraba Commelina benghalensis | |||
Corda-de-viola Ipomoea hederifolia | |||
Soja voluntária Glycine max* | |||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar uma aplicação pré-plantio da cultura, em área total, na pós emergência das plantas daninhas. O plantio deve ser realizado no mínimo 6 dias após a aplicação. As maiores doses devem ser utilizadas em plantas daninhas mais desenvolvidas, não devendo ultrapassar o estádio de floração. | |||
MILHO | Trapoeraba Commelina benghalensis | 1,5 | Terrestre: 130 Aéreo: 50 |
Leiteiro Euphorbia heterophylla | |||
Corda-de-viola Ipomoea hederifolia | 1,25 - 1,5 | ||
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | DOSE L p.c./ha | VOLUME DE CALDA L/ha |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | |||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar uma aplicação pré-plantio da cultura, em área total, na pós emergência das plantas daninhas. O plantio deve ser realizado no mínimo 8 dias após a aplicação. As maiores doses devem ser utilizadas em plantas daninhas mais desenvolvidas, não devendo ultrapassar o estádio de floração. | |||
SOJA | Trapoeraba Commelina benghalensis | 1,25 - 1,5 | Terrestre: 130 Aéreo: 50 |
Leiteiro Euphorbia heterophylla | |||
Soja voluntária Glycine max* | |||
Corda-de-viola Ipomoea hederifolia | 0,75 - 1,5 | ||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar uma aplicação pré-plantio da cultura, em área total, na pós emergência das plantas daninhas. O plantio deve ser realizado no mínimo 8 dias após a aplicação. As maiores doses devem ser utilizadas em plantas daninhas mais desenvolvidas, não devendo ultrapassar o estádio de floração. | |||
TRIGO | Buva Conyza sumatrensis | 0,8 - 1,5 | Terrestre: 130 Aéreo: 50 |
Soja voluntária Glycine max* | 0,6 - 1,5 | ||
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Controle da buva: realizar uma aplicação a partir do estádio de 3 folhas desdobradas em área total do trigo. Para melhor controle da buva, as plantas devem estar com 2 a 8 folhas. As maiores doses devem ser utilizadas na buva mais desenvolvida, não devendo ultrapassar o estádio de 8 folhas. Controle de soja voluntária: realizar uma aplicação durante o início do perfilhamento da cultura, em área total para controle de soja voluntária. As maiores doses devem ser utilizadas na soja voluntária mais desenvolvida, não devendo ultrapassar o estádio de floração. | |||
litro do produto comercial (p.c.) contém 287,9 gramas do ingrediente ativo (a.i.) Fluroxipir-meptílico (200 g de Equivalente Ácido de Fluroxipir).
*Refere-se as plantas voluntárias: mesmo sendo oriundas de espécies cultivadas, se comportam como espécies daninhas, pois passam a ser infestante da cultura em sucessão.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Glycine max | soja | Ver detalhes |
| Milho | Euphorbia heterophylla | amendoim-bravo, café-do-diabo, flor-de-poetas | Ver detalhes |
| Soja | Commelina benghalensis | marianinha (1), mata-brasil (1), trapoeraba (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Conyza sumatrensis | Ver detalhes |
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Encher o tanque do pulverizador com cerca de 2/3 da sua capacidade com água limpa. Em seguida, adicionar FLUROXIPIR NORTOX nas doses recomendadas e completar com o restante da água sempre sob agitação e aplicar em seguida. É importante que o sistema de agitação do produto no tanque se mantenha em funcionamento durante toda a aplicação.
FLUROXIPIR NORTOX deve ser aplicado através de pulverizador de barras, equipado somente com pontas de pulverização que proporcionem redução de deriva, tal como pontas tipo leque com INDUÇÃO DE AR, para a produção de gotas grossas a extremamente grossas (acima de 350 micra de diâmetro médio volumétrico – DMV). Recomenda-se uma pressão de trabalho entre 30- 70 psi (Ibf/pol2), com uma densidade de gotas equivalentes a 30 gotas/cm2 e taxa de aplicação de 130 litros de calda de pulverização por hectare. A altura da barra e espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme no alvo, conforme recomendações do fabricante não ultrapassando 50 cm, tanto para o espaçamento, quanto para a altura da barra. Observe atentamente as instruções de uso de todos os equipamentos envolvidos. Em caso de equipamentos diferentes e regulagens específicas, é recomendável consultar um Engenheiro Agrônomo ou profissional responsável.
As maiores doses devem ser utilizadas em alta infestação da planta daninha e/ou em estádios vegetativos avançados da cultura, bem como o volume de calda recomendado.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aeroagrícolas pela ANAC. A altura de voo não deve ultrapassar 4,0 m, para evitar problemas com deriva, a altura ideal é de 2 a 4 m acima do alvo, desde que garanta a segurança do voo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Volume de calda: 50 L/ha.
As condições climáticas mais favoráveis para a realização de uma pulverização, utilizando-se os equipamentos adequados de pulverização, são:
Umidade relativa do ar: superior a 55%
Velocidade média do vento: entre 3 e 7 km/h.
Temperatura: entre 20 e 30 ºC.
Direção do vento: Não aplicar em locais e momentos do dia em que o vento esteja na direção de culturas sensíveis. Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplicar, pois pode haver inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia. Não aplicar quando a velocidade do vento estiver acima de 10 km/h, devido ao potencial de deriva pelo movimento de ar.
Não realizar aplicações em que haja presença de neblina.
Não realizar aplicações em condições de inversão térmica.
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O manuseio de produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado. Em caso de equipamentos diferentes e regulagens específicas, é recomendável consultar um Engenheiro Agrônomo ou profissional responsável. No entanto, o uso de gotas grossas a extremamente
grossas deve ser sempre mantido. Antes de utilizar o produto, sempre consulte seu engenheiro agrônomo e sua receita, leia a bula e busque orientação do responsável técnico pela aplicação.
Observe atentamente as instruções de uso de todos os equipamentos envolvidos. Intensa limpeza do pulverizador deve ser realizada logo após o término das aplicações de herbicidas hormonais de acordo com a recomendação técnica para este fim. Esta etapa é importante para que não haja resíduos remanescentes em aplicações seguintes de outras classes de produtos. Estes resíduos de herbicidas também podem gerar problemas de contaminação de culturas vizinhas, caso haja deriva de gotas pelo vento.
Utilizar volume de água suficiente para uma distribuição uniforme de modo a providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas daninhas.
Evitar aplicações em proximidade de culturas sensíveis. São sensíveis ao produto todas as culturas dicotiledôneas.
A utilização fora das especificações pode causar sérios danos em culturas sensíveis. Dessa forma, não aplique quando houver possibilidade de atingir estas culturas.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas.
Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque.
Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante.
Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
CULTURA | DIAS |
Algodão, Milho, Soja e Trigo | Intervalo de Segurança não determinado devido à modalidade de emprego |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.
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