HOPROLE um inseticida pertencente ao grupo químico Oxadiazina, que atua no sistema nervoso, bloqueando os canais de sódio, seletivo para as culturas de batata, manga, melão, pepino, repolho, tomate, uva, pimentão, berinjela, jiló, pimenta, brócolis, couve, couve-flor, couve-de-bruxelas, couve-chinesa, alface, agrião, almeirão, chicória, espinafre, rúcula, mostarda, acelga, estévia, melancia, abóbora, abobrinha, chuchu, maxixe e maracujá, podendo ser aplicado a partir do transplante ou emergência das plântulas até a colheita, respeitando os respectivos intervalos de segurança.
CULTURAS | PRAGAS | DOSE PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | |
NOME COMUM | NOME CIENTÍFICO | ||||
TOMATE | Traça-do- tomateiro | Tuta absoluta | 16 g/100 L de calda | Terrestre: 1000 L/ha | Iniciar as aplicações foliares terrestres quando forem constatados os primeiros frutos atacados, visando obter uma cobertura uniforme das plantas. Reaplicar, se necessário, em intervalos de 7 dias. Não realizar mais que 5 aplicações por ciclo da cultura. |
Broca-pequena- do-tomateiro | Neoleucinodes elegantalis | 8 g/100 L de calda | Terrestre: 1000 L/ha | Iniciar as aplicações foliares terrestres no início do florescimento da cultura, visando obter uma cobertura uniforme das plantas. Reaplicar, se necessário, em intervalos de 7 dias. Não realizar mais que 5 aplicações por ciclo da cultura. | |
Broca-grande-do- tomate | Helicoverpa zea | ||||
PIMENTÃO BERINJELA JILÓ PIMENTA | Broca-grande-do- fruto | Helicoverpa zea | 8 g/100 L de calda | Terrestre: 1000 L/ha | Iniciar as aplicações foliares terrestres quando forem constatados os primeiros frutos atacados, visando obter uma cobertura uniforme das plantas. Reaplicar, se necessário, em intervalos de 7 dias. Não realizar mais que 5 aplicações por ciclo da cultura. |
REPOLHO | Traça-das- crucíferas | Plutella xyostella | 10 g/100 L de calda | Terrestre: 800 L/ha | Iniciar as aplicações foliares terrestres quando forem constatados os primeiros danos à cultura, visando obter uma cobertura uniforme das plantas. Reaplicar, se necessário, em intervalos de 7 dias. Não realizar mais que 6 aplicações por ciclo da cultura. |
Lagarta-mede- palmo | Trichoplusia ni | 7,5 g/100 L de calda | |||
Broca-do-repolho | Hellula phidileallis | 10 g/100 L de calda | |||
BROCOLIS COUVE COUVE- FLOR COUVE-DE- BRUXELAS COUVE- CHINESA | Traça-das- crucíferas | Plutella xyostella | 10 g/100 L de calda | Terrestre: 800 L/ha | Iniciar as aplicações foliares terrestres quando forem constatados os primeiros danos à cultura, visando obter uma cobertura uniforme das plantas. Reaplicar, se necessário, em intervalos de 7 dias. Não realizar mais que 6 aplicações por ciclo da cultura. |
ALFACE AGRIÃO ALMEIRÃO CHICÓRIA ESPINAFRE RÚCULA MOSTARDA ACELGA ESTÉVIA | Lagarta-militar | Spodoptera frugiperda | 8 g/100 L de calda | Terrestre: 500 L/ha | Iniciar as aplicações foliares terrestres quando forem constatados oviposições (massa de ovos) e os primeiros danos de folhas raspadas, visando obter uma cobertura uniforme das plantas. Reaplicar, se necessário, em intervalos de 7 dias. NÃO UTILIZAR ADJUVANTES. Não realizar mais que 3 aplicações por ciclo da cultura. |
MELÃO MELNACIA PEPINO ABÓBORA ABOBRINHA CHUCHU MAXIXE | Broca-das- curcubitáceas | Diaphania nitidalis | 8 a 12 g pc/100 L de calda ou 80 a 120 g pc/1000L de calda por hectare | Terrestre: 500 - 1000 L/ha | Iniciar as aplicações foliares terrestres no início do florescimento e formação dos frutos, visando obter uma cobertura uniforme das plantas. Reaplicar, se necessário, em intervalos de 7 dias. Não realizar mais que 5 aplicações por ciclo da cultura. |
MANGA | Traça-dos- cachos | Pleuroprucha asthenaria | 16 g/100 L de calda | Terrestre: 500 - 1000 L/ha | Iniciar as aplicações foliares terrestres no início do aparecimento dos primeiros adultos ou início dos danos, visando obter uma cobertura uniforme das plantas. Reaplicar, se necessário, em intervalos de 7 dias. Não realizar mais que 3 aplicações por ciclo da cultura. |
MARACUJÁ | Lagarta-do- maracujazeiro | Dione juno juno | 16 g/100 L de calda | Terrestre: 500 - 1000 | Iniciar as aplicações foliares terrestres no início do aparecimento dos primeiros adultos |
L/ha | ou início dos danos, visando obter uma cobertura uniforme das plantas. Reaplicar, se necessário, em intervalos de 7 dias. Não realizar mais que 3 aplicações por ciclo da cultura. | ||||
BATATA | Traça-da- batatinha | Phthorimaea operculella | 160 g/ha | Terrestre: 500 - 800 L/ha | Iniciar as aplicações foliares terrestres no início do aparecimento dos primeiros adultos ou início dos danos, visando obter uma cobertura uniforme das plantas. Reaplicar, se necessário, em intervalos de 7 dias. Não realizar mais que 5 aplicações por ciclo da cultura. |
UVA | Broca-dos- ramosa | Paramadarus complexus | 16 g/100 L de calda | Terrestre: 500 - 1000 L/ha | Iniciar as aplicações foliares terrestres no início do aparecimento dos primeiros adultos ou início dos danos, visando obter uma cobertura uniforme das plantas. Reaplicar, se necessário, em intervalos de 7 dias. Não realizar mais que 4 aplicações por ciclo da cultura. |
Traça-dos- cachos | Cryptoblades gnidiella |
Utilizar espalhante adesivo de acordo com a recomendação do fabricante.
*Não utilizar adjuvantes nas culturas da alface, agrião, almeirão, chicória, espinafre, rúcula, mostarda, acelga e estévia.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abóbora | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Abobrinha | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Acelga | Spodoptera frugiperda | Lagarta Militar | Ver detalhes |
| Agrião | Spodoptera frugiperda | Lagarta militar | Ver detalhes |
| Alface | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Almeirão | Spodoptera frugiperda | Ver detalhes | |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Berinjela | Helicoverpa zea | Broca-grande-do-fruto, Broca-grande-do-tomate | Ver detalhes |
| Brócolis | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Chicória | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Chuchu | Diaphania nitidalis | Broca-das-curcubitáceas | Ver detalhes |
| Couve | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Plutella xylostella | Traça das crucíferas | Ver detalhes |
| Couve-de-bruxelas | Plutella xylostella | Traça das crucíferas | Ver detalhes |
| Couve-flor | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Espinafre | Spodoptera frugiperda | Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Estévia | Spodoptera frugiperda | Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Jiló | Helicoverpa zea | Broca-grande-do-fruto, Broca-grande-do-tomate | Ver detalhes |
| Manga | pleuroprucha asthenaria | Traça dos cachos | Ver detalhes |
| Maracujá | Dione juno juno | Lagarta-das-folhas, Lagarta-do-maracujazeiro | Ver detalhes |
| Maxixe | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Melancia | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Melão | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Mostarda | Spodoptera frugiperda | Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Pepino | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Pimenta | Helicoverpa zea | Broca-grande-do-fruto | Ver detalhes |
| Pimentão | Helicoverpa zea | Broca-grande-do-fruto, Broca-grande-do-tomate | Ver detalhes |
| Repolho | Trichoplusia ni | Falsa-medideira-da-couve, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Rúcula | Spodoptera frugiperda | Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Uva | Paramadarus complexus | Broca-dos-ramos-da-videira | Ver detalhes |
Mantenha a agitação do tanque e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação ou danos a culturas vizinhas. Para situações em que se necessite utilizar equipamento costal manual de pulverização, recomenda-se que a regulagem seja feita de maneira a manter as doses recomendadas para o produto e cobertura uniforme das plantas.
Antes da aplicação de HOPROLE o equipamento de pulverização deve estar limpo e bem conservado, procedendo então a calibragem do equipamento para a correta pulverização do produto. O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionar a quantidade recomendada de HOPROLE. Proceder a homogeneização e completar o volume do tanque com água. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
Realizar a tríplice lavagem do equipamento:
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com HOPROLE. Repita esta operação por mais duas vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Volume: Use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
Altura da barra: Para equipamento de solo, regule a altura da barra para a menor possível, de forma a obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. A barra deve permanecer nivelada com a cultura, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
Ventos: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e o tipo de equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver vento forte, acima de 16 km/h, ou em condições de vento inferiores a 5 km/h.
Temperatura e umidade: Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento de aplicação para produzir gotas maiores a fim de reduzir o efeito da evaporação.
Cultura | Intervalo de Segurança (dias) |
Abobora, Abobrinha, Acelga, Agrião, Alface, Almeirão, Batata, Berinjela, Brócolis, Chicória, Chuchu, Couve/ Couve-Flor, Couve-Chinesa, Couve- De-Bruxelas, Espinafre, Estévia, Jiló, Maxixe, Melão, Melancia, Mostarda, Pepino, Pimentão, Pimenta, Repolho, Rúcula, Tomate | 01 |
Manga | 15 |
Maracujá | 15 |
Uva | 21 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.