INSTRUÇÕES DE USO:
CULTURAS | FINALIDADE DE USO | DOSES PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES |
Junho/ Julho/ Agosto: | |||||
1,005 L/ha | |||||
Março/ Abril/ Maio/ | Terrestre: | ||||
Abacaxi | Induzir o florescimento | Setembro/ Outubro: 1,5 L/ha Novembro/ Dezembro/ Janeiro/ | 150 - 200 Aérea: 20 - 50 | 1 | - |
Fevereiro: | |||||
1,950 L/ha | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: as doses recomendadas podem sofrer variações dependendo da região e variedades. Aplicar IMPULSE na cultura do abacaxi com adição de 2% de ureia na calda de pulverização. Aplicar 30 mL da calda de pulverização no miolo ou coração da planta. A época ideal varia de 8 a 14 meses após o plantio do abacaxizeiro ou quando forem obtidas plantas vigorosas, capazes de suportar um fruto sadio, sem debilitar a planta. Realizar uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Algodão | Antecipar e uniformizar a maturação e abertura das maçãs e antecipar a queda das folhas | Temperatura maior que 30°C aplicar 2,0 L/ha de produto comercial | Terrestre: 60 - 200 Aérea: 30 - 50 | 1 | - |
Temperatura entre 25°C e 30°C aplicar 2,5 L/ha de produto comercial | |||||
Temperatura entre 22°C e 25°C aplicar 3,0 L/ha de produto comercial | |||||
Temperatura menor que 22°C não aplicar IMPULSE | |||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: aplicar o produto quando mais de 90% das maçãs do algodoeiro estiverem fisiologicamente maduras. Se a cultura estiver bastante enfolhada, que dificulta a penetração do produto até as maçãs, utilizar um desfolhante antes da aplicação do IMPULSE. | |||||
Promover um | |||||
aumento no | |||||
número de | Terrestre: | ||||
espiguetas totais | 150 - 200 | ||||
Arroz | e férteis por | 495 - 750 mL/ha | 1 | - | |
panícula, | Aérea: | ||||
proporcionando | 20 - 50 | ||||
aumento da | |||||
produção | |||||
CULTURAS | FINALIDADE DE USO | DOSES PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: aplicar quando a cultura do arroz estiver no estágio de início da diferenciação floral. Realizar uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Uniformizar a | Terrestre: | ||||
maturação e | 500 | ||||
Café | antecipar a | 195 mL/100 L de água | 1 | - | |
colheita dos | Aérea: | ||||
frutos | 30 - 50 | ||||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: aplicar quando 90% dos frutos da “saia” das plantas de café estiverem fisiologicamente maduros. Isso pode ser percebido cortando-se os frutos com o auxílio de um material cortante, onde, se o interior estiver duro, com o grão formado, indica que os frutos estão fisiologicamente maduros. Realizar uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Induzir o perfilhamento em cana-soca. | |||||
Cana-de- açúcar | Acelerar a maturação da cana-de-açúcar e inibir o florescimento permitindo o adequado manejo da cana- de-açúcar na colheita. | 1,0 L/ha | Terrestre: 150 - 200 Aérea: 30 - 50 | 1 | - |
Aumentar a biomassa | 750 mL/ha | Terrestre: 150 - 200 (Jato dirigido) | |||
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Acelerar a maturação e Inibição do Florescimento: aplicar antes da indução floral através de pulverização aérea, para evitar que ocorra uma diminuição das quantidades totais de açúcares industrializáveis e também na produtividade agrícola devido ocorrência do florescimento. A inibição do florescimento, consequentemente, favorece a maturação podendo antecipar a colheita de colmos. Aumento da biomassa: aplicar no sulco de plantio sobre os toletes (mudas) da cana-de-açúcar, visando uma rápida brotação, maior enraizamento e maior perfilhamento da cana-de-açúcar. Recomenda-se cobrir os toletes (fechar o sulco de plantio) imediatamente após a aplicação do produto. Realizar uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Figo | Acelerar o período de maturação | 10,5 - 19,5mL/1,0 L de água | Terrestre: 200 - 500 | 1 | - |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: aplicar diretamente sobre os frutos da figueira quando estiverem na fase de flor, com ostíolo rosado (completamente desenvolvido). Para realizar a aplicação do produto na cultura, utilizar pincéis com ponta de esponja ou qualquer outro equipamento que distribua uniformemente a calda sobre fruto utilizando sempre equipamentos de proteção individual recomendado em bula. Realizar uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
CULTURAS | FINALIDADE DE USO | DOSES PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES |
Manga | Induzir o florescimento | 60 - 90 mL/100 L de água | Terrestre: 200 - 500 Aérea: 30 - 50 | 2 | 15 |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Para Indução do florescimento: aplicar o produto através de pulverização das árvores. Realizar a segunda aplicação 15 dias após a primeira aplicação. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. | |||||
Soja | Promover incremento na produção, favorecendo o carregamento de aminoácidos das folhas para o grão. | 225 mL/ha | Terrestre: 150 - 200 Aérea: 30 - 50 | 1 | - |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: aplicar entre 25 a 30 dias após a germinação da cultura da soja, ou seja, quando a mesma estiver com 4 a 6 folhas verdadeiras (estádio V7). Realizar uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
Uva | Promover a desfolha e melhorar a maturação de ramos | 300 mL/100 L de água | Terrestre: 1000 Aérea: 30 - 50 | 1 | - |
Acelerar a maturação dos frutos | 750 - 1500 mL/ha | Terrestre: 200 - 500 | 1 | - | |
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Promover a desfolha e melhorar a maturação de ramos: aplicar entre 15 a 20 dias antes da realização da poda de frutificação da cultura da uva. Acelerar maturação dos frutos: aplicar para acelerar a maturação e melhorar a coloração das bagas direcionando o produto para frutos/bagas da uva na fase de início de maturação, ou seja, início de mudança de cor das bagas. Para realizar a aplicação do produto na cultura, utilizar pulverizador costal, turbo-atomizador ou qualquer outro equipamento que distribua uniformemente a calda sobre os frutos. Realizar uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Ver detalhes | ||
| Algodão | Ver detalhes | ||
| Arroz | Ver detalhes | ||
| Café | Ver detalhes | ||
| Cana-de-açúcar | Ver detalhes | ||
| Figo | Ver detalhes | ||
| Manga | Ver detalhes | ||
| Soja | Ver detalhes | ||
| Uva | Ver detalhes |
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas e baixo potencial de deriva.
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento.
Verifique a regulamentação local do órgão de agricultura, saúde e meio ambiente, quanto a especificações locais de aquisição e aplicação do produto, em complemento às instruções de uso constantes na bula e rótulo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto.
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação deve estar limpo de resíduos de outro defensivo. Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade; em seguida é recomendado que se faça uma pré-diluição do IMPULSE em um recipiente não reativo (plástico, fibra de vidro), adicionando a dose recomendada para cada cultivo em 5 a 10 litros de água agitando-o com um bastão plástico até que a pré-calda esteja homogênea, após esta etapa, inserir a pré-mistura no pulverizador e completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. Devido à natureza ácida do produto, o contato prolongado do mesmo com superfícies plásticas, acrílicas, algumas tintas e metais, pode provocar danos. Lave perfeitamente com água e detergente todos os materiais acrílicos e plásticos expostos (por exemplo: o para-brisa da aeronave), e as superfícies pintadas imediatamente após a exposição do produto.
No fim do período de cada dia de trabalho, lave perfeitamente com água e detergente todas as partes metálicas da aeronave e equipamento de pulverização expostos do produto.
Aplicação terrestre:
Equipamentos costais (manuais ou motorizados): a aplicação deve ser dirigida sobre o alvo desejado, observando que esteja ocorrendo uma boa cobertura. Utilizar bicos de jato cheio, que proporcionem classe de gotas que evitem deriva, usar gotas médias a grossas. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Equipamento tratorizado:
Turbo-atomizadores (turbopulverizador): utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio com espaçamento entre pontas determinado pelo fabricante. As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com perfil de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Jato dirigido: utilizar pulverizador autopropelido ou tratorizado de barra dotado com pontas de pulverização que produzam gotas grossas a extremamente grossas, para a redução de deriva, tal como pontas com INDUÇÃO DE AR, dirigido ao sulco de plantio, sobre os "toletes", adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura dos “toletes”.
Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Pulverizadores de barra ou autopropelidos:
Aplicação aérea
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão, altura e velocidade na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação Municipal, Estadual e Federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Cabe ao Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação ou responsável técnico pela aplicação indicar a ponta de pulverização mais adequada, observando sempre a classe de gotas indicadas (gotas grossas a extremamente grossas), no intuito de evitar o efeito de deriva na aplicação, devendo sempre seguir parâmetros técnicos para a cultura, equipamento e condições meteorológicas.
Deve-se observar as condições meteorológicas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (> 340 μm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições meteorológicas e grau de infestação das plantas infestantes podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne
se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições meteorológicas desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de Vento, Temperatura e Umidade, e Inversão Térmica.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Devido à natureza ácida do produto, o contato prolongado do mesmo com superfícies plásticas, acrílicas, algumas tintas e metais, pode provocar danos. Lave perfeitamente com água e detergente todos os materiais acrílicos e plásticos expostos (por exemplo: o para-brisa da aeronave), e as superfícies pintadas imediatamente após a exposição do produto.
No fim do período de cada dia de trabalho, lave perfeitamente com água e detergente todas as partes metálicas da aeronave e equipamento de pulverização expostos do produto.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Cultura | Intervalo de Segurança |
Abacaxi | 14 dias |
Algodão | 7 dias |
Arroz | 30 dias |
Café | 30 dias |
Cana-de-açúcar | 50 dias |
Figo | 5 dias |
Manga | Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego |
Soja | 106 dias |
Uva (desfolhante) | Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego |
Uva (acelerar a maturação dos frutos) | 14 dias |
Aguardar a secagem das partes das plantas atingidas pela aplicação.