CULTURAS | ALVOS Nome Comum/ Nome Científico | DOSE Produto comercial (g/ha) | VOLUME DE CALDA (L/ha) | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | INTERVALO ENTRE AS APLICAÇÕES (Em dias) | ÉPOCA |
Algodão | Curuquerê-do- algodoeiro (Alabama argillacea) | 20 - 30 | Tratorizado: 40 – 300 Aéreo: 10 - 50 | 3 | 7 | Aplicar quando forem constatadas 2 lagartas/planta ou 25% de desfolha. |
Bicudo (Anthonomus grandis) | 60 - 100 | 3 | 7 | Iniciar as aplicações quando o nível de botões florais atacados atingir no máximo 5% e repetir as aplicações a cada 7 dias ou toda vez que o ataque atingir o limiar de 5% de botões danificados. | ||
Arroz irrigado | Curuquerê- dos-capinzais (Mocis latipes) | 20 - 35 | Tratorizado: 40 – 300 Aéreo: 10 - 50 | 2 | 10 | Fazer a aplicação quando a praga alvo estiver nos estádios iniciais de desenvolvimento larval - lagartas menores que 1,5 cm e antes de se observar desfolha significativa na lavoura. Volume de calda de 200 L/ha. |
Percevejo-do- colmo (Tibraca limbativentris) | 30 - 40 | 2 | 10 | Fazer a aplicação 20 a 30 dias após a emergência ou quando a população de percevejos atingir a densidade de 1 percevejo por m2. | ||
Batata | Larva- minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 20 - 30 | Tratorizado: 100 – 400 | 5 | 7 | As pulverizações devem ser realizadas visando a redução da população de insetos adultos. |
Café | Bicho-mineiro- do-café (Leucoptera coffeella) | 20 - 35 | Tratorizado: 400 – 600 Costal 400 - 600 | 2 | 45 | Por se tratar de um inseticida protetor e de longa persistência, o produto deve ser aplicado no início da infestação do adulto na área. |
Citros | Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 60 - 100 g/ha 3 - 5 g/100 L | Tratorizado: 1000 – 2000 | 2 | 14 | Fazer a aplicação ao entardecer antes da lagarta penetrar no fruto, |
logo no início do aparecimento dos adultos, ou quando, o número de adultos capturados pelas armadilhas de feromônio atingirem o nível de controle (6 adultos por armadilha). Usar a dose maior em infestações mais altas. | ||||||
Feijão | Vaquinha- verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 40 - 50 | Tratorizado: 40 – 300 Aéreo: 10 - 50 | 2 | 10 | Aplicar o produto no aparecimento da praga, em alternância com outros produtos de outros grupos químicos. |
Milho | Percevejo- barriga-verde (Dichelops melacanthus) | 60 - 100 | Tratorizado: 40 – 300 Aéreo: 10 - 50 | 3 | 7 | Aplicar o produto de acordo com a necessidade mediante a ocorrência da praga, em alternância com outros produtos. |
Lagarta-do- cartucho (Spodoptera frugiperda) | 30 - 50 | 3 | 7 | Iniciar as aplicações nos primeiros sintomas (folha raspada). Geralmente com 3 a 5 folhas definitivas do milho. | ||
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 15 - 25 | Tratorizado: 40 – 300 Aéreo: 10 - 50 | 2 | 7 | Aplicar o produto quando houver 5 lagartas por batida de pano ou 30% de desfolha (antes do florescimento) ou 15% de desfolha após o florescimento. |
Tomate | Broca- pequena-do- fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 20 g/100L 160 g/ha | Tratorizado: 400 – 800 Costal 400 - 800 | 5 | 7 | Iniciar as aplicações no início da frutificação assegurando que o produto atinja as sépalas. Aplicar o produto intercalando com outros produtos. |
Trigo | Lagarta-do- trigo (Pseudaletia sequax) | 20 - 30 | Tratorizado: 40 – 300 Aéreo: 10 - 50 | 2 | 14 | Aplicar o produto no aparecimento da praga, em alternância com outros produtos de outros grupos químicos. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Arroz irrigado | Mocis latipes | Curuquerê-dos-capinzais, Mocis | Ver detalhes |
| Batata | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Milho | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
O volume de calda pode variar em função da área efetivamente tratada, do estágio, porte e densidade da cultura, bem como do equipamento e tecnologia utilizada, conforme descrito abaixo:
Costal Manual: Utilizar bicos cônicos das séries D; ou equivalentes, com pressão de 40 a 60 lbs/pol2 (p.s.i.), aplicando 400 a 800 litros de calda por hectare. Observar para que ocorra uma boa cobertura da cultura tratada.
Costal Motorizado: Utilizar bicos cônicos das séries D ou equivalente, com pressão de 40 a 60 lbs/pol2 (p.s.i.), aplicando 400 a 800 litros de calda por hectare.
Tratorizado: Quando aplicar com barra, utilizar bico cônico das séries D ou equivalentes com pressão de 80 a 150 lbs/pol2 (p.s.i.), aplicando de 40 a 300 litros de calda por hectare. No caso específico do tomate rasteiro, utilizar um volume de 400 a 800 litros de calda por hectare, dependendo do estágio da cultura.
Em aplicação em plantas perenes como café usar vazão de 400 a 600 L/ha, em citros de 1000 a 2000 L/ha. Observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura.
Bicos: Utilizar bicos de jato cônico vazio da série D ou similar, com a combinação adequada de ponta e difusor (core) ou bicos rotativos tipo MICRONAIR.
Número de bicos na barra de pulverização: Para aviões tipo IPANEMA, qualquer que seja o modelo, utilizar de 40 a 42 bicos, fechando sempre de 4 a 5 unidades em cada ponta externa da asa e três intermediários de cada ponta interna das asas e próximos ao corpo (fuselagem do avião).
Manter em operação os oito bicos originais e existentes sob a “barriga” (fuselagem) do avião e sempre
posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas.
Para outros tipos ou modelos de aeronaves, utilizar a disposição que permita uma uniformidade de distribuição das gotas sobre a faixa de deposição e evitar a influência e perda das gotas pelos vórtices de pontas das asas.
Altura de voo: Com aviões IPANEMA, qualquer modelo, a maior uniformidade de geração e distribuição das gotas nas faixas de deposição, é obtida na altura mínima de voo de 4 a 5 metros, sempre considerada em relação ao alvo ou a cultura. Outros modelos de aeronaves, operar com os mesmos a uma altura mínima de 3 a 4 metros do alvo estabelecido.
A altura de voo recomendada deverá ser mantida durante todo o processo de aplicação do produto, independente das variações que ocorram nas condições climáticas locais. Ajustar sempre o ângulo dos bicos, para manter o padrão de deposição e gotas recomendados.
Volume de aplicação: Nas aplicações com diluição do produto em água, utilizar vazões de 10 a 50 litros/hectare. Nesta faixa de volume poderão ser usados bicos hidráulicos como recomendados acima ou bicos rotativos tipo MICRONAIR. Volumes de aplicação acima daqueles valores, é vedado ou não recomendável o uso de bicos rotativos, passando a serem utilizados somente os bicos hidráulicos acima indicados.
Faixa de deposição: Para aviões tipo IPANEMA, ou similares, utilizar a faixa de deposição de 20 metros, independente dos bicos utilizados serem hidráulicos ou rotativos.
Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes d'água, criações e áreas de preservação ambiental.
As condições de aplicação poderão ser alteradas de acordo com as instruções do Engenheiro Agrônomo ou técnico responsável, mediante uso de tecnologia adequada.
Em caso de dúvidas ou mudança de aeronave, realizar testes de campo com papel sensível, ou consultar empresa aplicadora ou o departamento técnico da SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A.
Consulte sempre um engenheiro agrônomo ou representante da empresa.
Os valores devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos. Temperatura ambiente: abaixo de 32ºC;
Umidade relativa do ar: mínima de 55%;
Velocidade de vento: acima de 2 Km/h até o máximo de 10 Km/h;
Clima: observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Para o abastecimento do tanque do pulverizador, deve-se encher 1/3 da capacidade do tanque com água. Acionar e manter o agitador em funcionamento e então adicionar o produto, completando por fim o volume do tanque com água. Caso indicado, o espalhante deve ser o último produto a ser adicionado à calda. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
CULTURA INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS) Algodão 10 dias
Arroz. 21 dias
Batata............................................3 dias
Café...............................................1 dia
Citros. 10 dias
Feijão 15 dias
Milho 15 dias
Soja 20 dias
Tomate. 3 dias
Trigo. 15 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 48 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.