Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose* | Volume de calda (L/ha) | Número máximo de aplicações | |
L p.c./ha | mL p.c./ 100 L | ||||
Algodão | Lagarta-das-maçãs Heliothis virescens | 1,0 - 1,5 | - | 100 - 200 | 4 |
Lagarta-armigera Helicoverpa armigera | 0,8 - 1,2 | ||||
Ácaro-branco Polyphagotarsonemus latus | 1,25 | ||||
Ácaro-rajado Tetranychus urticae | 1,0 | ||||
Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | |||||
Alho | Tripes Thrips tabaci | - | 50 - 100 | 1000 | 3 |
Amendoim | Tripes do bronzeamento Enneothrips flavens | 0,50 - 0,80 | - | 150 | 2 |
Lagarta do pescoço vermelho Stegasta bosquella | |||||
Batata | Traça-da-batatinha Phthorimaea operculella | 0,5 - 0,75 | - | 400 | 3 |
Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | |||||
Tripes Thrips tabaci | |||||
Larva-minadora Lyriomyza huidobrensis | 0,75 | ||||
Cebola | Tripes Thrips tabaci | 0,5 - 0,75 | - | 800 - 1000 | 3 |
Couve | Curuquerê-da-couve Ascia monuste orseis | - | 50 - 100 | 1000 | 3 |
Eucalipto | Ácaro-rajado Tetranychus urticae | - | 100 - 150 | 200 - 500 | U.N.A.** |
Feijão | Mosca-branca Bemisia tabaci raça B | 1,0 | - | 100 - 200 | 3 |
Tripes Thrips palmi | 0,5 - 0,75 | ||||
Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | |||||
Fumo | Traça-da-batata Phthorimaea operculella | 0,75 - 1,2*** | - | 300 | 4 |
Tripes Frankliniella schultzei | 0,5 - 1,0 | - | 300 | ||
Mamão | Ácaro-branco Polyphagotarsonemus latus | - | 30 - 50 | 1000 | 2 |
Maracujá | Lagarta-do-maracujazeiro Dione juno juno | - | 30 - 50 | 1000 | 3 |
Melão | Tripes Thrips palmi | - | 50 - 100 | 1000 | 3 |
Cultura | Alvo biológico Nome comum/científico | Dose* | Volume de calda (L/ha) | Número máximo de aplicações | |
L p.c./ha | mL p.c./ 100 L | ||||
Melancia | Tripes Thrips palmi | - | 50 - 100 | 1000 | 3 |
Milho | Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | 0,8 - 1,0 | - | 150 | 2 |
Cigarrinha-do-milho Dalbulus maidis | |||||
Milheto | Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | 0,8 - 1,0 | - | 150 | 2 |
Cigarrinha-do-milho Dalbulus maidis | |||||
Morango | Acaro-rajado Tetranychus urticae | - | 100 | 1000 | 3 |
Broca-do-morango Lobiopa insularis | |||||
Pulgão-do-morangueiro Capitophorus fragaefolli | |||||
Ornamentais (flores e plantas) | Ácaro-rajado Tetranychus urticae | - | 30 - 50 | 1000 | U.N.A.** |
Tripes Thrips palmi | |||||
Pimentão | Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | - | 30 | 1000 | 3 |
Repolho | Traça-das-crucíferas Plutella xylostella | - | 100 | 1000 | 3 |
Pulgão Brevicorine brassicae | - | 50 - 100 | |||
Soja | Lagarta-das-maçãs Heliothis virescens | 0,5 -1,2 | - | 150 - 200 | 3 |
Helicoverpa Helicoverpa armígera | 0,6 - 1,2 | ||||
Tripes Frankliniella schultzei | 0,25 - 1,2 | ||||
Lagarta-falsa-medideira Chrysodeixis includens | 0,6 - 1,2 | ||||
Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | 0,6 - 1,2 | ||||
Sorgo | Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | 0,8 - 1,0 | - | 150 | 2 |
Cigarrinha-do-milho Dalbulus maidis | |||||
Tomate | Traça-do-tomateiro Tuta absoluta | - | 25 - 50 | 1000 | 3 |
Ácaro-do-bronzeamento Aculops lycopersici | |||||
Ácaro-rajado Tetranychus urticae | |||||
i.a. = ingrediente ativo.
* Utilizar as maiores doses em áreas de alta incidência da praga e/ou para se conseguir um maior período de controle.
** U.N.A.: Uso não alimentar.
*** Utilizar adjuvante não iônico 0,5% v/v
Para o controle do ácaro-rajado e ácaro-branco, iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 04 aplicações durante o ciclo da cultura. Não realizar aplicações sucessivas do mesmo produto, rotacionar com produtos acaricidas de diferente mecanismo de ação e respeitar o período de segurança.
Devido ao grande número de espécies de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pela praga, indicada nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, antes de sua aplicação em maior escala.
Para controle de ácaro, iniciar as aplicações foliares no início da infestação em viveiro, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 03 aplicações durante o ciclo da cultura. Não realizar aplicações sucessivas do mesmo produto e respeitar o período de segurança.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Heliothis virescens | Lagarta-das-maçãs | Ver detalhes |
| Alho | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Amendoim | Stegasta bosquella | Lagarta-do-pescoço-vermelho | Ver detalhes |
| Batata | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Couve | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Eucalipto | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Fumo | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Mamão | Polyphagotarsonemus latus | Ácaro-branco, Ácaro-tropical | Ver detalhes |
| Maracujá | Dione juno juno | Lagarta-das-folhas, Lagarta-do-maracujazeiro | Ver detalhes |
| Melancia | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Melão | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Milheto | Dalbulus maidis | Cigarrinha-do-milho | Ver detalhes |
| Milho | Dalbulus maidis | Cigarrinha-do-milho | Ver detalhes |
| Morango | Tetranychus urticae | Ácaro-rajado | Ver detalhes |
| Pimentão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Plantas Ornamentais | Thrips palmi | Tripes | Ver detalhes |
| Repolho | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Soja | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Aculops lycopersici | Ácaro-bronzeado, Ácaro-do-bronzeamento | Ver detalhes |
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas hospedeiras das pragas-alvo e que produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.
Para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de aplicação.
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30ºC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos/culturas. Recomenda- se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Encher novamente o tanque com água limpa e manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Cultura | Dias |
Algodão | 21 |
Alho | 14 |
Amendoim | 14 |
Batata | 7 |
Cebola | 14 |
Couve | 14 |
Eucalipto | U.N.A. |
Feijão | 14 |
Fumo | U.N.A. |
Mamão | 14 |
Maracujá | 14 |
Melancia | 14 |
Melão | 14 |
Milho | 45 |
Milheto | 45 |
Morango | 7 |
Ornamentais | U.N.A. |
Pimentão | 7 |
Repolho | 7 |
Soja | 30 |
Sorgo | 45 |
Tomate | 1 |
U.N.A.: Uso não alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.