Culturas | Plantas Daninhas Controladas | Estádio da Planta Daninha | Dose Produto Comercial (L/ha) | Nº máximo de aplicações | Volume de calda (L/ha) | Equipamento de Aplicação | Intervalo de segurança (dias) | |
Nome Comum | Nome Científico | |||||||
Alface | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 a 4 perfilhos | 0,75 | 1 | Terrestre: 80 a 200 | Barra Costal | 55 |
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Recomenda-se aplicar nos estádios entre 5 a 10 cm da cultura totalmente estabelecida após o transplante. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Algodão | Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | 2 a 4 perfilhos | 1,0 - 2,0 | 1 | Terrestre: 200 Aérea: 30-40 | Avião Barra Costal | 110 |
Milho Voluntário | Zea mays | Até 6 folhas | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação deverá ser feita na pós-emergência da cultura do algodão e plantas daninhas. Aplicar no intervalo de 15 a 40 dias após a emergência do Algodão. As doses maiores devem ser utilizadas para controlar as plantas daninhas Capim Carrapicho e Milho voluntário em estádio de crescimento maior. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Batata | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 a 4 perfilhos | 0,75 | 1 | Terrestre: 80 a 200 | Barra Costal | 80 |
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Deve ser aplicado quando a cultura estiver com 15 a 20 cm. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cebola | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 a 4 perfilhos | 0,75 | 1 | Terrestre: 80 a 200 | Barra Costal | 65 |
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Recomenda-se aplicar nos estádios entre 5 a 10 cm da cultura totalmente estabelecida após o transplante. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Cenoura | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 a 4 perfilhos | 0,75 | 1 | Terrestre: 80 a 200 | Barra Costal | 30 |
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Recomenda-se aplicar nos estádios entre 5 a 10 cm da cultura. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Ervilha | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 a 4 perfilhos | 0,75 | 1 | Terrestre: 80 a 200 | Barra Costal | 95 | |
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | ||||||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | ||||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Deve ser aplicado quando a cultura estiver com 15 a 20 cm. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||||||
Feijão | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 a 4 perfilhos | 0,75 | 1 | Terrestre: 80 a 200 Aérea: 30 a 40 | Avião Barra Costal | 60 | |
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | ||||||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | ||||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Deve ser aplicado quando a cultura estiver com 15 a 20 cm. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | |||||||||
Melão Melancia | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 a 4 perfilhos | 1,0 | 2 | Terrestre: 80 a 200 | Barra Costal | 25 | |
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | ||||||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | ||||||||
Capim- braquiária | Brachiaria decumbens | ||||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar entre 10 e 30 dias após o plantio. Recomenda-se, no máximo, duas aplicações por ciclo da cultura para as plantas daninhas Capim-marmelada, Capim-colchão e Capim-pé-de-galinha. Para Capim-braquiária recomenda-se uma única aplicação. Respeitar sempre o estádio das plantas daninhas para obtenção de controle eficiente. | |||||||||
Soja | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 2 a 4 perfilhos | 0,8 - 1,0 (*) | 2 A soma das aplicações não deve ultrapassar 1,0 L/há por ciclo da cultura | Terrestre: 80 a 200 Aérea: 30 a 40 | Avião Barra Costal | 60 | |
Capim- colchão | Digitaria horizontalis | ||||||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | ||||||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | ||||||||
Capim- amargoso | Digitaria insularis | até 3 perfilhos | 1,0 | ||||||
Milho voluntário | Zea mays | Até 4 folhas | 0,5 | ||||||
4 a 6 folhas | 0,6 a 1,0 (*) | ||||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Capim-marmelada, Capim-colchão, Capim-pé-de-galinha e Capim-carrapicho: Aplicar no intervalo de 15 a 40 dias após a emergência da soja; Para o controle de plantas de milho voluntário que se encontram no estádio precoce, com até 4 folhas completamente desenvolvidas deve-se aplicar a dose de 0,5 L/ha de Podium® EW, podendo-se realizar uma segunda aplicação, neste mesmo estádio de desenvolvimento do milho em casos que ocorra um segundo fluxo de germinação de milho voluntário na cultura da soja. Para o controle de plantas de milho voluntário que se encontram no estádio de desenvolvimento de 4 a 6 folhas completamente desenvolvidas deve-se realizar uma única aplicação com a dose de 0,6 a 1,0 L/ha de Podium® EW. | |||||||||
Para o controle de Capim-amargoso a eficácia da dose de 1,0 L/ha é dependente do estádio de desenvolvimento das plantas de capim-amargoso. O estádio indicado é de até 3 perfilhos. (*) Em condições meteorológicas menos favoráveis ao controle. | ||||||||
Tomate | Capim- marmelada | Brachiaria plantaginea | 0,75 | 1 | 25 | |||
Capim-colchão | Digitaria horizontalis | |||||||
Capim-pé-de- galinha | Eleusine indica | |||||||
Capim- braquiária | Brachiaria decumbens | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Recomenda-se aplicar 15 a 30 dias após o plantio. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
Trigo | Aveia preta | Avena strigosa | 2 a 4 perfilhos | 1,0 – 2,0 | 1 | Terrestre: 200 | Barra Costal | ND |
Capim- marmelada | Brachiaria plantagine a | |||||||
Capim- carrapicho | Cenchrus echinatus | |||||||
Capim- colchão | Digitaria horizontali s | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação deverá ser feita na pré-emergência da cultura do trigo (pré-plantio) e pós-emergência das plantas daninhas, no estadio de 2 a 4 perfilhos. As doses maiores devem ser utilizadas para controlar as plantas daninhas em estádio de crescimento maior. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. | ||||||||
ND = Não determinado devido à modalidade de emprego.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Alface | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Algodão | Cenchrus echinatus | capim-amoroso, capim-carrapicho, capim-roseta | Ver detalhes |
| Batata | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Cebola | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Cenoura | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Ervilha | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Feijão | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Melancia | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Melão | Brachiaria plantaginea | capim-marmelada (1), capim-papuã, capim-são-paulo | Ver detalhes |
| Milho | Ver detalhes | ||
| Soja | Digitaria horizontalis | capim-colchão (1), capim-de-roça, capim-milhã (2) | Ver detalhes |
| Tomate | Eleusine indica | capim-da-cidade (2), capim-de-pomar, capim-pé-de-galinha (1) | Ver detalhes |
| Trigo | Avena strigosa | aveia-brasileira, aveia-preta, aveia-voluntária | Ver detalhes |
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que a aplicação seja uniforme e que não ocorram sobreposições, escorrimentos e nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h).
Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa.
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático.
Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Volume de calda | Tamanho de gotas | Cobertura mínima | Altura de voo | Faixa de aplicação | Distribuição das pontas |
30 - 40 L/ha | Média - Grossa | 40 gotas/cm² | 3 m | 15 - 18 m | 65% |
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
menor que 30°C | maior que 55% | entre 3 e 10km/h |
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições meteorológicas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.