| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Papilio scamander | Lagarta-das-folhas | Ver detalhes |
| Abacaxi | Strymon basalides | Broca-do-abacaxi, Broca-do-fruto | Ver detalhes |
| Abóbora | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Abobrinha | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Algodão | Trichoplusia ni | Falsa-medideira-da-couve, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Alho | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Ameixa | Anastrepha spp. | Mosca-das-frutas | Ver detalhes |
| Amendoim | Stegasta bosquella | Lagarta-do-pescoço-vermelho | Ver detalhes |
| Arroz | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Berinjela | Systena tenuis | Besouro | Ver detalhes |
| Brócolis | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cacau | Stenoma decora | Broca-dos-ramos | Ver detalhes |
| Café | Automeris spp. | Pinheirinho, Taturana-verde | Ver detalhes |
| Caju | Selenothrips rubrocinctus | Tripes-do-cacaueiro | Ver detalhes |
| Caqui | Anastrepha fraterculus | Mosca-das-frutas, Mosca-sul-americana | Ver detalhes |
| Carambola | Bactrocera carambolae | Mosca-da-carambola | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Chuchu | Aphis gossypii | pulgão | Ver detalhes |
| Citros | Toxoptera citricida | Pulgão-preto, Pulgão-preto-dos-citrus | Ver detalhes |
| Couve | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Couve-flor | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Ervilha | Heliothis virescens | Lagarta-das-vagens | Ver detalhes |
| Eucalipto | Thyrinteina arnobia | Lagarta-de-cor-parda, Lagarta-Thyrinteina | Ver detalhes |
| Feijão | Pseudoplusia includens | Lagarta-do-linho, Lagarta-falsa-medideira | Ver detalhes |
| Feijão-caupi | Aphis gossypii | pulgão | Ver detalhes |
| Feijão-vagem | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Figo | Azochis gripusalis | Broca-da-figueira, Broca-do-ramo | Ver detalhes |
| Fumo | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Gladíolo | Thrips simplex | Tripes, Tripes-do-gladíolo | Ver detalhes |
| Goiaba | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Jiló | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Kiwi | Anastrepha fraterculus | Mosca - sul- americana | Ver detalhes |
| Maçã | Anastrepha fraterculus | Mosca-das-frutas, Mosca-sul-americana | Ver detalhes |
| Mamão | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Manga | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Maracujá | Aphis gossypii | pulgão-do-algodão | Ver detalhes |
| Marmelo | Anastrepha fraterculus | Mosca das frutas sul americanas | Ver detalhes |
| Maxixe | Aphis gossypii | pulgão | Ver detalhes |
| Melancia | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Melão | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Nectarina | Anastrepha fraterculus | mosca das frutas sul americanas | Ver detalhes |
| Nêspera | Anastrepha fraterculus | Mosca-das-frutas, Mosca-sul-americana | Ver detalhes |
| Pastagens | Rhammatocerus spp. | Gafanhoto | Ver detalhes |
| Pepino | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Pera | Anastrepha fraterculus | Mosca-das-frutas, Mosca-sul-americana | Ver detalhes |
| Pessego | Anastrepha spp. | Mosca-das-frutas | Ver detalhes |
| Pimenta | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Pimentão | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Quiabo | Agrotis ipsilon | Lagarta rosca | Ver detalhes |
| Repolho | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Seringueira | Erinnyis ello | Gervão, Mandarová | Ver detalhes |
| Soja | Nezara viridula | Fede-fede, Percevejo-verde | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Trigo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Uva | Selenothrips rubrocinctus | Tripes, Tripes-do-cacaueiro | Ver detalhes |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
ABACATE | Lagarta-das-folhas (Papilio scamander) | 3 a 4 mL/ 100 L água (30 a 80 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 Pulverização aérea: Mín. 20 | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. |
ABACAXI | Lagarta-das-folhas (Monodes agrotina) | 3 a 4 mL/ 100 L água (30 a 80 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. |
ABÓBORA | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 5 a 10 mL/ 100 L água (20 a 80 ml/ha) | 5 | Pulverização terrestre: 400 a 800 | Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, antes das larvas penetrarem nos frutos, e reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
ABOBRINHA | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 5 a 10 mL/ 100 L água (20 a 80 ml/ha) | 5 | Pulverização terrestre: 400 a 800 | Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, antes das larvas penetrarem nos frutos, e reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
Curuquerê-do- algodoeiro (Alabama argilacea) | 20 mL/ha | Curuquerê: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Bicudo: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Iniciar as aplicações quando o nível de infestação obtido através do monitoramento, atingir de 1 a 2% de botões florais atacados, ou quando for identificado presença de bicudo em armadilhas de monitoramento. Lagarta-das-maçãs: Para controle da lagarta- das-maçãs iniciar as aplicações quando 20% dos ponteiros apresentarem ovos ou 15% dos ponteiros estiverem ameaçados. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 5 dias. Lagarta-rosada: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. | |||
Bicudo (Anthonomus grandis) | 60 mL/ha | Pulverização terrestre: 150 | |||
ALGODÃO | 3 | ||||
Pulverização aérea: Mín. 20 | |||||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens | 80 mL/ha | ||||
Lagarta-rosada (Pectinophora gossypiella) | 50 mL/ha |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
ALHO | Tripes (Thrips tabaci) | 20 mL/ha | 5 | Pulverização terrestre: 100 a 400 | Tripes: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação na área ou os primeiros sintomas nas folhas, e reaplicar se necessário, de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
AMENDOIM | Tripes-do-amendoim (Enneothrips flavens) | 20 mL/ha | 3 | Pulverização terrestre: 100 a 300 Pulverização aérea: Mín. 20 | Tripes: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação na área ou os primeiros sintomas nas folhas. Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. Lagarta-rosada: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. |
Lagarta-do-pescoço- vermelho (Stegasta bosquella) | 80 mL/ha | ||||
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 60 a 80 mL/ha | ||||
AMORA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 16 mL/ 100 L água (80 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 500 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
ANONÁCEAS | Vaquinha (Diabrotica speciosa) | 60 a 80 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Bicho-furão: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, antes das larvas penetrarem nos frutos. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. |
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | |||||
ARROZ | Bicheira-da-raiz (Oryzophagus oryzae) | 30 mL/ha | 1 | Pulverização terrestre: 150 a 200 | Bicheira-da-raiz: Fazer a aplicação 1 a 2 dias antes da irrigação definitiva. Curuquerê: Recomenda-se monitorar constan-temente a ocorrência da praga na |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Curuquerê-dos- capinzais (Mocis latipes) | 20 a 30 mL/ha | cultura. Fazer a aplicação quando a praga alvo estiver nos estádios iniciais de desenvolvimento larval - lagartas menores que 1,5 cm e antes de se observar desfolha significativa na lavoura. Percevejo: Recomenda-se monitorar constan-temente a ocorrência da praga na cultura. Fazer a aplicação entre os 20 e 30 dias após a emergência ou quando a população de percevejos atingir a densidade de 1 percevejo por m². | |||
Percevejo-grande-do- arroz (Tibraca limbativentris) | 30 mL/ha | ||||
ATEMOIA | Percevejo-escuro (Leptoglossus gonara) | 3 a 4 mL/ 100 L água (30 a 80 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 | Percevejo: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área e reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. |
AVEIA | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 20 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100 a 300 Pulverização aérea: Mín. 20 | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
BATATA | Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 10 a 20 mL/ 100 L água (10 a 80 ml/ha) | 5 | Pulverização terrestre: 100 a 400 Pulverização aérea: Mín. 20 | Larva-minadora: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros ataques nas folhas ou início da infestação. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 60 a 80 mL/ha | ||||
BATATA-DOCE | Vaquinha (Epicauta atomaria) | 20 mL/ha | 5 | Pulverização terrestre: 100 a 400 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
BATATA- YACON | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 20 mL/ha | 5 | Pulverização terrestre: 100 a 400 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
BERINJELA | Broca-pequena-do- fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 5 a 10 mL/ 100 L água (20 a 80 ml/ha) | 5 | Pulverização terrestre: 400 a 800 | Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, intensificando o monitoramento no período de florescimento, quando a praga inicia a oviposição, e reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. | |||||
BETERRABA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 20 mL/ha | 5 | Pulverização terrestre: 100 a 400 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
BRÓCOLIS | Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 6 mL/100 L água (15 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 250 | Curuquerê: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observada a ocorrência dos primeiros adultos na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 10 dias. |
CACAU | Broca-dos-ramos (Stenoma decora) | 3 a 4 mL/ 100 L água (30 a 80 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 Pulverização aérea: Mín. 20 | Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação quando for observada a ocorrência dos primeiros adultos na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. |
CAFÉ | Bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) | 20 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 300 a 600 | Bicho-mineiro: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação, quando for observado o início da infestação na área, nos primeiros sintomas de ataque nas folhas. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 20 dias. |
CANOLA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 30 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100 a 300 Pulverização aérea: Mín. 20 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 14 dias. |
CAQUI | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 10 mL/ 100 L água (100 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 1000 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
CEBOLA | Tripes (Thrips tabaci) | 20 mL/ha | 5 | Pulverização terrestre: 100 a 400 | Tripes: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação na área ou os primeiros sintomas nas folhas, e reaplicar se necessário, de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
CENOURA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 20 mL/ha | 5 | Pulverização terrestre: 100 a 400 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. | |||||
CENTEIO | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 20 a 25 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100 a 300 Pulverização aérea: Mín. 20 | Lagarta-do-trigo: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
CEVADA | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 20 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100 a 300 Pulverização aérea: Mín. 20 | Lagarta-do-trigo: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
CHALOTA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 20 mL/ha | 5 | Pulverização terrestre: 100 a 400 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
CHUCHU | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 5 a 10 mL/ 100 L água (20 a 80 ml/ha) | 5 | Pulverização terrestre: 400 a 800 | Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, antes das larvas penetrarem nos frutos, e reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
CITROS | Psilídeo (Diaphorina citri) | 3 - 4 mL/100L (30 a 80 ml/ha) | 6 | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 Pulverização aérea: Mín 20 | Psilídeo: Inspecionar periodicamente a cultura através do monitoramento e pulverizar quando forem constatados os primeiros insetos (adultos ou ninfas). Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 14 dias. |
Cigarrinha-da-CVC (Dilobopterus costalimai) | 4 mL/ 100 L água (40 a 80 ml/ha) | 2 | Cigarrinha: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos nas brotações. Bicho-furão: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, antes das larvas penetrarem nos frutos. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. | ||
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 3 a 4 mL/ 100 L água (30 a 80 ml/ha) | ||||
COUVE | Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 6 mL/100 L água (15 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 250 | Curuquerê: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observada a ocorrência dos primeiros adultos na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 10 dias. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
COUVE- CHINESA | Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 6 mL/100 L água (15 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 250 | Curuquerê: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observada a ocorrência dos primeiros adultos na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 10 dias. |
COUVE-DE- BRUXELAS | Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 6 mL/100 L água (15 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 250 | Curuquerê: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observada a ocorrência dos primeiros adultos na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 10 dias. |
COUVE-FLOR | Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 6 mL/100 L água (15 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 250 | Curuquerê: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observada a ocorrência dos primeiros adultos na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 10 dias. |
CUPUAÇU | Lagarta-das-folhas (Macrosoma tipulata) | 3 a 4 mL/ 100 L água (30 a 80 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga. com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. |
ERVILHA | Tripes (Thrips tabaci) | 30 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100 a 300 | Tripes: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação na área ou os primeiros sintomas nas folhas, e reaplicar se necessário, de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 14 dias. |
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 60 a 80 mL/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Lagarta-das-maçãs: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar caso necessário, de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 a 10 dias. | |||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 80 mL/ha | ||||
FEIJÃO | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 60 a 80 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100 a 300 Pulverização aérea: Mín. 20 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 10 dias. |
FEIJÕES (Feijão-mungo, Feijão-fava, Feijão-vagem e demais espécies) | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 60 a 80 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100 a 300 Pulverização aérea: Mín. 20 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 10 dias. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
FUMO | Pulga-do-fumo (Epitrix fasciata) | 20 mL/ha | 1 | Pulverização terrestre: 300 | Pulga: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. |
GENGIBRE | Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 20 mL/ha | 5 | Pulverização terrestre: 100 a 400 | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
GERGELIM | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 30 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100 a 300 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 14 dias. |
GIRASSOL | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 30 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100 a 300 Pulverização aérea: Mín. 20 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 14 dias. |
GOIABA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 10 mL/ 100 L água (100 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 1000 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
GRÃO-DE-BICO | Lagarta-das-vagens (Helicoverpa armigera) | 30 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100 a 300 | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga. com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 14 dias. |
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 60 a 80 mL/ha | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Lagarta-das-maçãs: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar caso necessário, de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 a 10 dias. | |||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 80 mL/ha | ||||
GUARANÁ | Tripes (Liothrips adisi) | 3 a 4 mL/ 100 L água (30 a 80 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 Pulverização aérea: Mín. 20 | Tripes: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação na área ou os primeiros sintomas nas folhas, e reaplicar se necessário, de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
INHAME | Lagarta-desfolhadora (Spodoptera litura) | 20 mL/ha | 5 | Pulverização terrestre: 100 a 400 | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga. com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
JILÓ | Broca-pequena-do- fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 5 a 10 mL/ 100 L água (20 a 80 ml/ha) | 5 | Pulverização terrestre: 400 a 800 | Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, intensificando o monitoramento no período de florescimento, quando a praga inicia a oviposição, e reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
KIWI | Traça-dos-frutos (Clarkeulia excerptana) | 3 a 4 mL/ 100 L água (30 a 80 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 | Traça: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, e reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. |
LENTILHA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 60 a 80 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100 a 300 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 10 dias. |
LICHIA | Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 60 a 80 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 | Bicho-furão: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, antes das larvas penetrarem nos frutos, e reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. |
LINHAÇA | Lagarta-falsa- medideira (Rachiplusia nu) | 30 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100 a 300 | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 14 dias. |
MACADÂMIA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 60 a 80 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. |
MAMÃO | Lagarta-das-folhas (Protambulyx strigilis) | 3 a 4 mL/ 100 L água (30 a 80 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 Pulverização aérea: Mín. 20 | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
MAMONA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 30 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100 a 300 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 14 dias. |
MANDIOCA | Mandarová (Erinnyis ello) | 20 mL/ha | 5 | Pulverização terrestre: 100 a 400 Pulverização aérea: Mín. 20 | Mandarová: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área e reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
MANDIOQUINHA- SALSA | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 20 mL/ha | 5 | Pulverização terrestre: 100 a 400 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
MANGA | Lagarta-do-fogo (Megalopyge lanata) | 3 a 4 mL/ 100 L água (30 a 80 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 Pulverização aérea: Mín. 20 | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. |
MARACUJÁ | Lagarta-das-folhas (Dione juno juno) | 3 a 4 mL/ 100 L água (30 a 80 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. |
MAXIXE | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 5 a 10 mL/ 100 L água (20 a 80 ml/ha) | 5 | Pulverização terrestre: 400 a 800 | Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, antes das larvas penetrarem nos frutos, e reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
MELANCIA | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 60 a 100 mL/ha | 4 | Pulverização terrestre: 300 a 600 | Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, antes das larvas penetrarem nos frutos. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 60 a 80 mL/ha | Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 a 10 dias. | |||
MELÃO | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 60 a 100 mL/ha | 4 | Pulverização terrestre: 300 a 600 | Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, antes das larvas penetrarem nos frutos. Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 a 10 dias. |
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 60 a 80 mL/ha | ||||
MILHETO | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 100 - 150 mL /ha | 2 | Pulverização terrestre: 100-150 Pulverização aérea: Mín. 20 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Percevejo: Inspecionar periodicamente a lavoura e pulverizar no início do desenvolvimento da cultura (até 2 dias após a emergência das plantas de milho) e reaplicar com intervalo de 5 dias após a primeira aplicação. Lagarta-militar: Inspecionar periodicamente a lavoura e aplicar no início da infestação, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares ou quando observadas até 10% de plantas com sintomas de raspagens nas folhas. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERV. APLICAÇÃO: 5 a 7 dias. |
Percevejo-barriga- verde (Dichelops melacanthus) | 100 - 160 mL/ha | ||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
MILHO | Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 100 mL/ha | 3 | Pulverização terrestre: 200 Pulverização aérea: Mín. 20 | Lagarta-rosca: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga. Lagarta-militar: Inspecionar periodicamente a lavoura e aplicar no início da infestação, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares ou quando observadas até 10% de plantas com sintomas de raspagens nas folhas. Percevejo: Inspecionar periodicamente a lavoura e pulverizar no início do desenvolvimento da cultura (até 2 dias após a emergência das plantas de milho) e reaplicar com intervalo de 5 dias após a primeira aplicação. |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 100 – 160 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100-150 |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Percevejo-da-barriga- verde (Dichelops melacanthus) | Pulverização aérea: Mín. 20 | Cigarrinha: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERV. APLICAÇÃO: 5 a 7 dias. | |||
Cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) | 60 a 160 mL/ha | ||||
MIRTILO | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 16 mL/ 100 L água (80 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 500 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constan- temente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
MORANGO | Pulgão-do- morangueiro (Capitophorus fragaefolli) | 16 mL/ 100 L água (80 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 500 | Pulgão: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
NABO | Lagarta-falsa- medideira (Trichoplusia ni) | 20 mL/ha | 5 | Pulverização terrestre: 100 a 400 | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
PEPINO | Broca-das- cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 5 a 10 mL/ 100 L água (20 a 80 ml/ha) | 5 | Pulverização terrestre: 400 a 800 | Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, antes das larvas penetrarem nos frutos, e reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
PIMENTA | Broca-pequena-do- fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 5 a 10 mL/ 100 L água (20 a 80 ml/ha) | 5 | Pulverização terrestre: 400 a 800 | Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, intensificando o monitoramento no período de florescimento, quando a praga inicia a oviposição, e reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
PIMENTÃO | Broca-pequena-do- fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 5 a 10 mL/ 100 L água (20 a 80 ml/ha) | 5 | Pulverização terrestre: 400 a 800 | Broca: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, intensificando o monitoramento no período de florescimento, quando a praga inicia a oviposição, e reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
PLANTAS ORNAMENTAIS * | Tripes (Thrips tabaci) | 20 mL/ha | 3 | Pulverização terrestre: 600 a 1000 | Tripes: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. Realizar as aplicações nos primeiros horários da manhã ou então ao final dia. Caso seja detectada a presença de ventos, fechar a estufa para evitar deriva. Observação: O produto é recomendado para os cultivos sob condições de casa-de- vegetação/estufa. | |||||
QUIABO | Lagarta-dos-frutos (Platyedra gossypiela) | 5 a 10 mL/ 100 L água (20 a 80 ml/ha) | 5 | Pulverização terrestre: 400 a 800 | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
RABANETE | Lagarta-falsa- medideira (Trichoplusia ni) | 20 mL/ha | 5 | Pulverização terrestre: 100 a 400 | Lagarta: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
REPOLHO | Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 6 mL/100 L Água (15 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 250 | Curuquerê: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observada a ocorrência dos primeiros adultos na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 10 dias. |
ROMÃ | Percevejo-escuro (Leptoglossus gonagra) | 3 a 4 mL/ 100 L água (30 a 80 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 1000 a 2000 | Percevejo: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área e reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 15 dias. |
SOJA | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 15 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 150 Pulverização aérea: Mín. 20 | Lagarta-da-soja: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Percevejos: Inspecionar periodicamente a lavoura com batida de pano e pulverizar em lavouras destinadas a produção de grão quando forem encontrados dois percevejos (maiores que 0,5 cm) por batida de pano (metro linear) e para lavouras destinadas a produção de sementes, pulverizar quando for encontrado um percevejo (maior que 0,5 cm) por batida de pano (metro linear), considerando uma fileira de plantas. |
Percevejo-da-soja (Nezara viridula) | 30 mL/ha |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | ||||
Percevejo-marrom (Euschistus heros) | 100 - 150 mL/ha | Pulverização terrestre: 100-150 Pulverização aérea: Mín. 20 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Cascudinho: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras infestações ou danos na área. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERV. APLICAÇÃO: 7 a 10 dias | ||
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | |||||
Cascudinho-da soja (Myochrous armatus) | 50 a 150 mL/ha | ||||
SORGO | Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | 100 -150 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100-150 Pulverização aérea: Mín. 20 | Vaquinha: Recomenda-se monitorar constantemente a ocorrência da praga na cultura. Realizar a aplicação no início da infestação na área ou conforme nível de dano na cultura. Percevejo: Inspecionar periodicamente a lavoura e pulverizar no início do desenvolvimento da cultura (até 2 dias após a emergência das plantas de milho) e reaplicar com intervalo de 5 dias após a primeira aplicação. Lagarta-militar: Inspecionar periodicamente a lavoura e aplicar no início da infestação, com lagartas pequenas de 1º e 2º instares ou quando observadas até 10% de plantas com sintomas de raspagens nas folhas. Reaplicar se necessário de acordo com a reinfestação da área, não excedendo o número máximo de aplicações. INTERV. APLICAÇÃO: 5 a 7 dias. |
Percevejo-barriga- verde (Dichelops melacanthus) | 100 - 160 mL/ha | ||||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
TOMATE | Broca-pequena-do- fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 6 a 10 mL/ 100 L água (24 a 80 ml/ha) | 5 | Pulverização terrestre: 400 a 800 Pulverização aérea: Mín. 20 | Broca-pequena: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área, intensificando o monitoramento no período de florescimento, quando a praga inicia a oviposição. Broca-grande: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação foliar quando for observado o aparecimento dos primeiros indivíduos na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 a 14 dias. |
Broca-grande-do-fruto (Helicoverpa zea) | 8 a 10 mL/ 100 L água (32 a 80 ml/ha) | ||||
TRIGO | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 20 a 25 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100 a 300 Pulverização aérea: Mín. 20 | Lagarta-do-trigo: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA (L/ha) | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
TRITICALE | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 20 a 25 mL/ha | 2 | Pulverização terrestre: 100 a 300 Pulverização aérea: Mín. 20 | Lagarta-do-trigo: Realizar o monitoramento constante e aplicar no início da infestação da praga com lagartas pequenas de 1º e 2º instares. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
UVA | Lagarta-das-folhas (Eumorpha vitis) | 10 mL/ 100 L água (100 ml/ha) | 2 | Pulverização terrestre: 1000 | Lagarta: Recomenda-se monitorar constantemente a praga na cultura. Realizar a aplicação quando for observado o início da infestação na área. Reaplicar se necessário de acordo com monitoramento de pragas, não excedendo o número máximo de aplicações, com intervalo de 7 dias. |
Para todas as culturas acima, a menor dose deve ser recomendada no início da infestação ou aparecimento dos primeiros sintomas na área, e a maior dose recomendada em áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque.
* De acordo com a adoção de agrupamento de culturas em plantas ornamentais, consideram-se plantas ornamentais todos os vegetais não-comestíveis, cultivados com finalidade comercial, podendo incluir mudas, plantas cortadas ou envasadas, herbáceas, arbustivas ou arbóreas, destinadas unicamente para ornamentação ou para revestimento de superfícies de solo (ação protetiva) (INC nº 1, de 08/11/2019). Devido ao grande número de espécies e variedades de culturas que podem vir a ser afetadas pelas pragas indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacate | Papilio scamander | Lagarta-das-folhas | Ver detalhes |
| Abacaxi | Monodes agrotina | Lagarta-das-folhas | Ver detalhes |
| Abóbora | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Abobrinha | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Algodão | Heliothis virescens | Lagarta-das-maçãs | Ver detalhes |
| Alho | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Amendoim | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Amora | Diabrotica speciosa | Larva-Alfinete | Ver detalhes |
| Anonáceas | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Arroz | Mocis latipes | Curuquerê-dos-capinzais, Mocis | Ver detalhes |
| Atemóia | Leptoglossus gonara | Percevejo | Ver detalhes |
| Aveia | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Batata yacon | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Batata-doce | Epicauta atomaria | Vaquinha | Ver detalhes |
| Berinjela | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Beterraba | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Brócolis | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Cacau | Stenoma decora | Broca-dos-ramos | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Canola | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Caqui | Diabrotica speciosa | Larva-Alfinete | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Cenoura | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Centeio | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Cevada | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Chuchu | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Citros | Dilobopterus costalimai | Cigarrinha-da-cvc | Ver detalhes |
| Couve | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Ascia monuste orseis | Curuquerê da couve | Ver detalhes |
| Couve-de-bruxelas | Ascia monuste orseis | Curuquerê da couve | Ver detalhes |
| Couve-flor | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Cupuaçu | Macrosoma tipulata | Lagarta-das-folhas | Ver detalhes |
| Ervilha | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Feijão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Feijão-caupi | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Feijão-fava | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete , Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Feijão-guandu | Diabrotica speciosa | Vaquinha-Verde-Amarela | Ver detalhes |
| Feijão-mungo | Diabrotica speciosa | Vaquinha-Verde-Amarela | Ver detalhes |
| Feijão-vagem | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Fumo | Epitrix fasciata | Pulga-do-fumo, Vaquinha-do-fumo | Ver detalhes |
| Gengibre | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Gergelim | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Girassol | Diabrotica speciosa | vaquinha verde pequeno | Ver detalhes |
| Goiaba | Diabrotica speciosa | Larva-Alfinete | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete , Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Guaraná | Liothrips adisi | Tripes | Ver detalhes |
| Inhame | Spodoptera litura | Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Jiló | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Kiwi | Clarkeulia excerptana | Traça-dos-frutos | Ver detalhes |
| Lentilha | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Lichia | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Linhaça | Rachiplusia nu | Lagarta-medideira | Ver detalhes |
| Macadâmia | Diabrotica speciosa | Larva-Alfinete | Ver detalhes |
| Mamão | Protambulyx strigilis | Lagarta, Lagarta-das-folhas | Ver detalhes |
| Mamona | Diabrotica speciosa | Larva-Alfinete | Ver detalhes |
| Mandioca | Erinnyis ello | Gervão, Mandarová | Ver detalhes |
| Mandioquinha-salsa | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Manga | Megalopyge lanata | Lagarta-de-fogo, Taturana | Ver detalhes |
| Maracujá | Dione juno juno | Lagarta-das-folhas, Lagarta-do-maracujazeiro | Ver detalhes |
| Maxixe | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Melancia | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Melão | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Milheto | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete | Ver detalhes |
| Milho | Dichelops melacanthus | Percevejo-barriga-verde | Ver detalhes |
| Mirtilo | Diabrotica speciosa | Larva-Alfinete | Ver detalhes |
| Morango | Capitophorus fragaefolli | Pulgão-do-morangueiro | Ver detalhes |
| Nabo | Trichoplusia ni | Lagarta-medideira | Ver detalhes |
| Pepino | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Pimenta | Neoleucinodes elegantalis | Ver detalhes | |
| Pimentão | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Plantas Ornamentais | Thrips tabaci | Tripes | Ver detalhes |
| Quiabo | Platyedra gossypiela | Lagarta-dos-frutos | Ver detalhes |
| Rabanete | Trichoplusia ni | Lagarta-medideira | Ver detalhes |
| Repolho | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Romã | Leptoglossus gonagra | Percevejo-escuro | Ver detalhes |
| Soja | Nezara viridula | Fede-fede, Percevejo-verde | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Helicoverpa zea | Broca-grande-do-fruto, Broca-grande-do-tomate | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Triticale | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Uva | Eumorpha vitis | Lagarta-das-folhas, Mandarová-da-uva | Ver detalhes |
Pulverização terrestre:
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou autopropelido, providos de pontas que produzam gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno.
Pressão de trabalho: 100 a 400 kPa (costal) e 100 a 800 kPa (equipamentos tratorizados);
Diâmetro de gotas: 200 a 400 µm (micrometro) DMV (diâmetro mediano volumétrico);
Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm2;
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura de pulverização de no mínimo de 50 cm, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Temperatura do ar: Abaixo de 30 oC. Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Média de 3 km/h até 10 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Aplicação Aérea:
Para as culturas do Abacate, Algodão, Amendoim, Aveia, Batata, Cacau, Canola, Centeio, Cevada, Citros, Feijão, Feijões (feijão-mungo, feijão-fava, feijão-vagem e demais espécies), Girassol, Guaraná, Mamão, Mandioca, Manga, Milho, Milheto, Soja, Sorgo, Tomate, Trigo e Triticale, KARATE ZEON 250 CS pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 metros acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização entre 2 e 4 metros, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Temperatura do ar: Abaixo de 30 oC. Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: média de 3 km/h até 10 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Somente realizar a aplicação aérea na presença de Profissionais habilitados.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo higrômetro.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura.
Aplicação via drones agrícolas:
O produto KARATE ZEON 250 CS pode ser aplicado através de drones agrícolas, devendo ser adequados para cada tipo de cultura e alvo, provido de pontas, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos, seguindo todas as orientações e normativas do MAPA e ANAC.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de drone utilizado, procurando manter média de 2 metros acima do topo da planta, ou menor quando possível. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação, sendo recomendado o uso de gotas com diâmetro médio. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Quando utilizar aplicações via drones agrícolas obedecer às normas técnicas de operação previstas na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pelo regulamento brasileiro de aviação civil especial (RBAC) nº 94 e pelas diretrizes e orientações do Ministério da Agricultura (MAPA).
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização com média de 2 metros, adequadas ao equipamento em uso);
Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Temperatura do ar: abaixo de 30 oC Umidade relativa do ar: acima de 55%
Velocidade do vento: média de 3 km/h até 10 km/h
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Somente realizar a aplicação aérea na presença de Profissionais habilitados.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termo higrômetro.
Cultura | Dias |
Abacate | 10 |
Abacaxi | 10 |
Abóbora | 1 |
Abobrinha | 1 |
Algodão | 10 |
Alho | 7 |
Amendoim | 21 |
Amora | 1 |
Anonáceas | 10 |
Arroz | 21 |
Atemoia | 10 |
Aveia | 7 |
Batata | 3 |
Batata-doce | 3 |
Batata-yacon | 3 |
Berinjela | 1 |
Beterraba | 3 |
Brócolis | 1 |
Cacau | 10 |
Café | 1 |
Canola | 21 |
Caqui | 7 |
Cebola | 3 |
Cenoura | 3 |
Centeio | 15 |
Cevada | 3 |
Chalota | 3 |
Chuchu | 1 |
Citros | 10 |
Couve | 1 |
Couve-chinesa | 1 |
Couve-de-bruxelas | 1 |
Couve-flor | 1 |
Cupuaçu | 10 |
Ervilha | 20 |
Feijão | 15 |
Feijões (feijão-mungo, feijão-fava, feijão-vagem e demais espécies) | 15 |
Fumo | UNA (1) |
Gengibre | 3 |
Gergelim | 21 |
Girassol | 21 |
Goiaba | 7 |
Grão-de-bico | 20 |
Guaraná | 10 |
Inhame | 3 |
Jiló | 1 |
Kiwi | 10 |
Lentilha | 20 |
Lichia | 5 |
Linhaça | 21 |
Macadâmia | 5 |
Mamão | 10 |
Mamona | 21 |
Mandioca | 3 |
Mandioquinha-salsa | 3 |
Manga | 5 |
Maracujá | 10 |
Maxixe | 1 |
Melancia | 3 |
Melão | 3 |
Milho | 40 |
Milheto | 40 |
Mirtilo | 1 |
Morango | 1 |
Nabo | 3 |
Pepino | 1 |
Pimenta | 1 |
Pimentão | 1 |
Plantas Ornamentais | UNA (1) |
Quiabo | 1 |
Rabanete | 3 |
Repolho | 1 |
Romã | 10 |
Soja | 20 |
Sorgo | 40 |
Tomate | 3 |
Trigo | 15 |
Triticale | 15 |
Uva | 7 |
(1) UNA = Uso não alimentar
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca (24 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos Equipamentos de Proteção Individual usados durante a aplicação.
MALATHION PRENTISS é um inseticida de contato e ingestão utilizado para controle de pragas conforme recomendações abaixo:
Cultura | Pragas controladas | Dose kg ia/ha | Kg/100 L calda | L p.c./ha | mL/100 L água |
Algodão | Pulgão do algodoeiro (Aphis gossypii) | 0.5-1.0 | 1.0-2.0 | 600 a 800 L de calda por ha | |
Tripes (Frankliniella schultzei) | 0.6-1.0 | 1.2-2.0 | |||
Percevejo-manchador (Dysdercus ruficollis) | 0.9-1.5 | 1.8-3.0 | |||
Percevejo rajado (Horcias nobilellus) | 0.9-1.5 | 1.8-3.0 | |||
Bicudo (Anthonomus grandis) | 1.0-2.0 | 2.0-4.0 | |||
Curuquerê (Alabama argillacea) | 0.75-1.5 | 1.5-3.0 | |||
Couve/couve- flor/brócolis | Pulgão da couve (Brevicoryne brassicae) | 0.6-1.0 | 0.1 | 1.2-2.0 | 200 mL em alvo volume |
Curuquerê da couve (Ascia manuste orseis) | 0.6-1.0 | 0.1 | 1.2-2.0 | ||
Repolho | Pulgão da couve (Brevicoryne brassicae) | 0.6-0.9 | 0.15 | 1.2-1.8 | 300 mL em alto volume (400-600 L de calda por ha) |
Curuquerê da couve (Ascia manuste orseis) | 0.6-1.0 | 0.1 | 1.2-2.0 | 200 mL em alto volume | |
Pepino | Pulgão do algodoeiro (Aphis gossypii) | 0.6-1.0 | 0.1 | 1.2-2.0 | 200 mL em alto volume (300-600 L de calda por ha) |
Vaquinha verde-amarela (Diabrotica speciosa) | 0.6-1.0 | 0.1 | 1.2-2.0 | ||
Broca das curcubitáceas (Diaphanis nitidalis) | 0.6-1.0 | 0.1 | 1.2-2.0 | ||
Mosca das frutas (Anastrepha grandis) | 0.6-1.0 | 0.1 | 1.2-2.0 | ||
Citros | Mosca das frutas (Anastrepha grandis) | 0.2 | 400 mL + 5kg de melaço em alto volume (350-500 L de calda/ha aplicação terrestre) | ||
Mosca das frutas (Ceratitis capitata) | 0.2 | 400 mL + 5kg de melaço em alto volume (600-800 L de calda/ha aplicação terrestre) | |||
Cochonilha cabeça de prego (Chrysomphalus ficus) | 0.15 | 300 mL + 1L de oleo mineral em alto volume (350- 500 L de calda/ha aplicação terrestre) | |||
Cochonilha escama virgule (Lepidosaphes beckii) | 0.15 | ||||
Cochonilha verde (Coccus viridis) | 0.15 | ||||
Cochonilha australiana (Icerya purchase) | 0.15 | ||||
Maçã/ Pêssego | Mosca das frutas (Anastrepha grandis) | 0.2 | 400 mL + 5kg de melaço em alto volume (350-500 L de calda/ha aplicação terrestre) | ||
Mosca das frutas (Ceratitis capitata) | 0.2 | ||||
Maçã | Pulgão lanígero (Eriosoma lanigerum) | 0.6-0.8 | 0.1 | 1.2-1.6 | 200 mL em alto volume (600-800 L de calda/ha aplicação terrestre) |
Feijão | Lagarta da soja (Anticarsia gemmatalis) | 0.6-1.0 | 1.2-2.0 | ||
Pulgão do feijoeiro (Aphis rumicis) | 0.6-1.0 | 1.2-2.0 | |||
Tripes do fumo (Thripis tabaci) | 0.6-1.0 | 1.2-2.0 | |||
Vaquinha verde amarela (Diabrotica speciosa) | 0.6-1.0 | 1.2-2.0 | |||
Cigarrinha verde (Empoasca kraemeri) | 0.6-1.0 | 1.2-2.0 | |||
Trigo | Lagarta do trigo (Pseudaletia sequax) | 0.8-1.2 | 1.6-2.4 | ||
Lagarta militar (Spodoptera frugiperda) | 0.8-1.2 | 1.6-2.4 | |||
Curuquerê dos capinzais (Mocis latipes) | 0.8-1.2 | 1.6-2.4 |
Cultura | Pragas controladas | Dose kg ia/ha | Kg/100 L calda | L p.c./ha | mL/100 L água |
Tomate | Percevejo rendado (Corythaica cyathicollis) | 0.6-1.0 | 0.1 | 1.2-2.0 | 200 mL em alto volume (300-600 L de calda/ha) |
Percevejo do tomate (Phthia picta) | 0.6-1.0 | 0.1 | 1.2-2.0 | ||
Broca grande dos frutos (Helicoverpa zea) | 0.6-1.0 | 0.1 | 1.2-2.0 | ||
Pulgão verde (Myzus persicae) | 0.4-0.6 | 0.1 | 0.8-1.2 | 200 mL em alto volume (400-600 L de calda/ha) | |
Broca pequena dos frutos (Neoleucinodes elegantalis) | 0.6-0.9 | 0.15 | 1.2-1.8 | 300 mL em alto volume (400-600 L de calda/ha) | |
Vaquinha verde amarela (Diabrotica speciosa) | 0.4-0.6 | 0.1 | 0.8-1.2 | 200 mL em alto volume (400-600 L de calda/ha) |
i.a. = ingrediente ativo
p.c. = produto comercial
Iniciar os tratamentos imediatamente após constatar a presence das pragas e tartar até a sua eliminação total com intervalos variáveis de acordo com a intensidade dos ataques, condições climáticas e resistência dos insetos, observando que para:
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Dysdercus ruficollis | Manchador-do-algodoeiro, Percevejo-manchador | Ver detalhes |
| Brócolis | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Citros | Anastrepha fraterculus | Mosca-das-frutas, Mosca-sul-americana | Ver detalhes |
| Couve | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-flor | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Feijão | Aphis rumicis | Pulgão-do-feijoeiro | Ver detalhes |
| Maçã | Anastrepha fraterculus | Mosca-das-frutas, Mosca-sul-americana | Ver detalhes |
| Pepino | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Pessego | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Repolho | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Tomate | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Trigo | Mocis latipes | Curuquerê-dos-capinzais, Mocis | Ver detalhes |
Aplicações aéreas e terrestres com equipamentos tratorizados de barra ou pulverizadores costais. Aplicação aérea:
Volume de calda: 15 a 20 litros/ha Altura de coo: 3 a 5 metros
Largura de faixa de deposição: 15 metros Tamanho da gota: DMY 80 - 125 micra. Densidade da gota: 60 - 80 gotas/cm2.
Tipos de Bicos: Micronair.
Pressão do trabalho: 15 - 30 libras.
Condições climáticas: Observações locais deverão ser efetuadas visando evitar a deriva e evaporação do produto. Não pulverizar quando a temperatura estiver acima de 27-28 ºC. Evitar as aplicações nas horas mais quentes e na presença de ventos fortes. Umidade relativa do ar: em torno de 60%. Velocidade do vento: no máximo 10 km/hora.
Aplicação terrestre:
Equipamentos tratorizados de barra: Utilizar os bicos série X e D (tipo cônico – media X4), aplicando-se 100 a 200 litros/ha, com pressão entre 150 e 500 libras (4-8 km/h), observando que esteja ocorrendo uma boa cobertura.
Pulverizadores costais:
Seguir as instruções do fabricante, usando bicos adequados para uma cobertura boa e uniforme nas plantas, consultando sempre um Engenheiro Agrônomo.
Algodão, brócolis, citros, couve, couve-flor, maçã, pêssego, repolho e trigo ………..… 7 dias Feijão, pepino e tomate …………………………………………………………………….. 3 dias
Até 24 horas após a aplicação do produto, deve-se utilizar macacão hidrorepelente, luvas e botas para reentrar na área tratada.
CULTURA | PRAGAS | DOSES* | ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA L/ha |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Pulgão; Pulgão-das- inflorescências Aphis gossypii | 400mL p.c/ha (86 g i.a/ha) | Época: A aplicação deve ser feita quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico. Para controle de pulgão Realizar o controle quando a infestação atingir 5% das plantas examinadas para variedades susceptíveis a viroses ou 10 a 15% de infestação para variedades tolerantes a viroses. Para controle de curuquerê Realizar o controle quando forem encontradas 2 lagartas por planta e o nível de desfolha atingir 25%. Para controle de tripes Realizar o controle quando forem encontrados 6 insetos por planta e antes do encarquilhamento das folhas até 15 dias após a emergência. Para controle de lagarta-das-maçãs Realizar o controle quando a infestação atingir 10%. O seja, 1 lagarta pequena (menor que 10 mm) em 10 plantas examinadas. Número Máximo Aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura. Utilizar a dose menor em baixas infestações e a dose maior para altas infestações. Intervalo de Aplicação: Não se aplica. | ||
Curuquerê Alabama argillacea | 300 – 400 mL p.c/ha | |||
(64,5 -86 g i.a/ha) | ||||
Tripes-do- prateamento; Tripes-do-amendoim Caliothrips brasiliensis | 400mL p.c/ha (86 g i.a/ha) | |||
Tripes Frankliniella schultzei | 100 – 200 | |||
Algodão | ||||
800 – 1500 mL p.c/ha | ||||
Lagarta-das-maçãs Heliothis virescens | (172 – 322,5 g i.a/ha) | |||
Lagarta-falsa- medideira Pseudoplusia includens | 1500 mL p.c/ha (322,5 g i.a/ha) | Época: A aplicação deve ser feita via foliar quando for encontrada até 1 lagarta de até 1 cm de tamanho por 5 plantas amostradas ao acaso. Número Máximo Aplicações: Realizar no máximo 02 aplicações por ciclo da cultura. | 120 | |
Intervalo de Aplicação: Reaplicar quando a praga atingir o nível de controle |
*pc: produto comercial i.a: ingrediente ativo
CULTURA | PRAGAS | DOSES | ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA L/ha |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Batata | Pulgão-verde; Pulgão-verde-claro Myzus persicae | 100 mL p.c/100 L água (21,5 g i.a/100 L água) | Época: Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Número Máximo Aplicações: Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de Aplicação: Reaplicar quanto houver reinfestação, com intervalo mínimo de 10 dias entre as aplicações. | 1000 L/ha |
Traça-da-batatinha Phthorimaea operculella |
*pc: produto comercial i.a: ingrediente ativo
CULTURA | PRAGAS | DOSES* | ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME CALDA L/ha |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Cana-de- açúcar | Nematóide-das-lesões Pratylenchus zeae | 12,0 – 15,0 L p.c./ha (2580 – 3225 g i.a/ha) | Época: Aplicar no momento do plantio, sobre os propágulos vegetativos antes da operação de cobrição do sulco. Número Máximo Aplicações: 01 aplicação. Intervalo de Aplicação: Não se aplica. | 100 – 150 |
*pc: produto comercial; i.a: ingrediente ativo
CULTURA | PRAGAS | DOSES* | ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME CALDA L/ha |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Brócolis Couve Repolho | Pulgão-verde Lagarta da couve Ascia monuste orseis | 100 mL p.c/100 L água (21,5 g i.a/100 L água) | Época: Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Número Máximo Aplicações: 3 aplicações. Intervalo de Aplicação: Reaplicar quando houver reinfestações, respeitando o número máximo de aplicações na cultura e seu intervalo de segurança. | 1000 L/ha |
Pulgão-da-couve Pulgão Brevicoryne brassicae | ||||
Traça-das-cruciferas Plutella xylostella |
*pc: produto comercial i.a: ingrediente ativo
CULTURA | PRAGAS | DOSES* | ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME CALDA L/ha |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Milho | Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | 600 mLp.c/ha (129 g i.a/ha) | Época: Iniciar as aplicações antes das lagartas penetrarem no cartucho, com 20 a 30% das plantas com folhas raspadas. Número Máximo Aplicações: Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de Aplicação: Repetir a aplicação | 300 |
caso necessário, com intervalo mínimo de 14 dias, respeitando o número máximo de aplicações por ciclo da cultura. | ||||
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | 400 mL/ha (86 g i.a/ ha) | Época: A aplicação deve ser feita em pré- plantio quando for verificada a presença de lagarta na área antes do plantio da cultura. Número Máximo Aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de Aplicação: Não se aplica. | 200 |
*pc: produto comercial i.a: ingrediente ativo
CULTURA | PRAGAS | DOSES* | ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME CALDA L/ha |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Lagarta-falsa-medideira Pseudoplusia includens | 500 – 1000 p.c mL/ha | |||
(107,5 – 215 g i.a/ha) | Época: A aplicação deve ser feita quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico. Número Máximo Aplicações: Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. | |||
Broca-das-axilas; Broca-das-vagens Epinotia aporema | 1000 – 2000 mL p.c/ha | |||
(215 -430 g i.a/ha) | ||||
Intervalo de aplicação: Repetir a aplicação, caso necessário com intervalo mínimo de 14 dias, respeitando o número máximo de aplicações por ciclo da cultura | 100 – 300 | |||
Lagarta-da-soja; Lagarta-desfolhadora Anticarsia gemmatalis | 300 – 500 mL p.c/ha (64,5 – 107,5 g i.a/ha) | |||
Soja | Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | 500 – 1000 mL p.c /ha | Utilizar a dose menor em baixas infestações e a dose maior para altas infestações. | |
(107,5 – 215 g i.a/ha) | ||||
Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | 1000 mL p.c/ha (215 g i.a/ha) | Época: A aplicação deve ser feita em pré-plantio quando for verificada a presença de larvas na área antes do plantio da cultura. Número Máximo Aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura. | 200 | |
Intervalo de Aplicação: Não se aplica. |
*pc: produto comercial i.a: ingrediente ativo
CULTURA | PRAGAS | DOSE* | ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME CALDA L/ha |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Tomate | Pulgão-verde; Pulgão-verde-claro Myzus persicae | 100 mL p.c/100 L água (21,5 g i.a/100 L água) | Época: Para controle de pulgão-verde: Efetuar a aplicação no início da infestação, antes do encarquilhamento das folhas. Para controle de tripes: Pulverizar no início do desenvolvimento da cultura, quando o ataque é mais severo e a | 1000 |
Frankliniella schultzei Tripes | suscetibilidade da cultura é maior. Para controle da broca-pequena-do- fruto: Efetuar a aplicação com o surgimento das primeiras flores, antes que a praga penetre no interior dos frutos. Número Máximo Aplicações Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de aplicação: Repetir a aplicação, caso necessário com intervalo mínimo de 7 dias, respeitando o número máximo de aplicações por ciclo da cultura. | |||
Neoleucinodes elegantalis Broca-pequena-do-fruto |
*pc: produto comercial i.a: ingrediente ativo
CULTURA | PRAGAS | DOSES* | ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA L/ha |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Lagarta-do-trigo Pseudaletia adultera | Época: Para controle de Lagarta-do-trigo e Lagarta- militar: Iniciar a aplicação assim que forem observados os primeiros focos de infestação na lavoura, e repetir a aplicação, caso necessário. Para controle de pulgão-verde: Iniciar a aplicação quando forem observados os primeiros insetos na planta, e repetir a aplicação, caso necessário. Número Máximo Aplicações Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de aplicação Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo mínimo de 7 dias, respeitando o número máximo de aplicações por ciclo da cultura | |||
500 - 1300 mL p.c/ha | ||||
(107,5 -279,5 g i.a/ha) | ||||
Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | ||||
Trigo | 100 – 200 | |||
Pulgão-verde Rhopalosiphum graminum | 600 mL p.c/ha | |||
(129 g i.a/há) |
*pc: produto comercial i.a: ingrediente ativo
PARA APLICAÇÃO TERRESTRE (Algodão, batata, brócolis, couve, cana-de-açúcar, repolho, milho, soja, tomate e trigo):
Equipamento costal:
Tipo de ponta: leque (modelos TT e TTJ60). Para controle de Spodoptera frugiperda no milho utilizar ponta AITTJ60.
Diâmetro da gota: 110 a 150 micra;
Densidade mínima de gotas: 40 gotas/cm² ;
Pressão: 30 a 60 lb/pol².
Equipamentos tratorizado de barra:
A altura da barra depende do ângulo de pulverização do bico para que o produto possa cobrir toda a área da planta. Normalmente para um bico de ângulo de 80°, a barra deverá estar a 50 cm acima da cultura. Observar que a barra em toda a sua extensão esteja na mesma altura.
Tipo de bico: leque (modelos TT e TTJ60), espaçados de 50 cm;
Diâmetro de gota: 110 a 150 micra;
Densidade mínima de gota: 40 gotas/cm²;
Pressão: 80-100 lb/pol².
Observação: No caso de se utilizar outros equipamentos, estes devem sempre proporcionar uma boa cobertura de pulverização nas plantas.
PARA APLICAÇÃO AÉREA:
As aplicações aéreas devem ser feitas nas culturas de algodão, milho e soja.
Antes da aplicação do ÁVIDOBR, verificar se o equipamento de pulverização encontra-se limpo e em bom estado de uso, procedendo então com a calibragem do equipamento com água limpa para correta pulverização do produto.
Aplicar através de aeronaves agrícolas equipadas com bicos rotativos ou com barras dotadas de bicos, obedecendo aos seguintes parâmetros:
Volume de aplicação: Mínimo de 20-30 L/ha de calda para barra dotada de bicos, e mínimo de 10 a 20 L/ha para micronair.
Altura de vôo: As rodas da aeronave devem estar a 3-4 m acima do topo da cultura.
Largura da faixa de deposição efetiva: Deve ser considerada de 15 a 20 m;
Diâmetro de gota: 110 a 150 micra;
Densidade mínima de gota: 40 gotas/cm²;
Equipamentos: Bicos rotativos tipo micronair (4-8 unidades). A pá da hélice do atomizador deverá estar regulada para 30 ou 35 graus para se ter gotas menores. Barra com bicos (20-60 bicos). Usar preferencialmente bicos cônicos D-4, D-5 ou D-6. Para se obter gotas pequenas o ângulo dos bicos em relação à direção de vôo deve ser de 135°.
Pressão da barra: 30 a 50 lb/pol².
Obedecer às normas técnicas previstas na Instrução Normativa n°2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas.
Abasteça o reservatório do pulverizador até ¼ de sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. Adicionar a quantidade correta de produto, previamente medido em recipiente graduado no reservatório do pulverizador, e então, completar o volume com água. A agitação deverá ser constante durante todo o processo de preparo e pulverização da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo em seguida. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Brócolis | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Couve | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Repolho | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Soja | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Trigo | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-da-espiga, Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
Com o equipamento de aplicação vazio, enxague completamente o reservatório do pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante dessa operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto;
Complete o pulverizador com água limpa. Circule essa solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto;
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia de uso doméstico (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d´água, nascentes ou plantas úteis;
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores com um balde com a solução de limpeza;
Repita o passo 3;
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes;
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Sigas as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos esses fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
A melhor estratégia de gerenciamento da deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (0,15 a 0,20 mm). A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade, e inversão térmica.
Deve-se procurar aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h, temperaturas superiores a 30°C e umidade relativa inferior a 50%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Em aplicações com qualquer tipo de equipamento, observar as condições climáticas recomendadas, considerando que a umidade relativa do ar é o fator mais importante, já que determina uma maior ou menor evaporação.
Algodão, Milho, Soja e Trigo 14 dias
Batata 9 dias
Brócolis, Couve, Repolho e Tomate 3 dias
Cana-de-açúcar (sulco) Não determinado devido a modalidade de emprego
Milho e soja (pré-plantio) Não determinado devido a modalidade de emprego
-Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURA | PRAGAS | DOSES* | ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA L/ha |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Algodão | Pulgão; Pulgão-das- inflorescências Aphis gossypii | 400 mL p.c/ha (86 g i.a/ha) | Época: A aplicação deve ser feita quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico. Para controle de pulgão Realizar o controle quando a infestação atingir 5% das plantas examinadas para variedades susceptíveis a viroses ou 10 a 15% de infestação para variedades tolerantes a viroses. Para controle de curuquerê Realizar o controle quando forem encontradas 2 lagartas por planta e o nível de desfolha atingir 25%. Para controle de tripes Realizar o controle quando forem encontrados 6 insetos por planta e antes do encarquilhamento das folhas até 15 dias após a emergência. Para controle de lagarta-das-maçãs Realizar o controle quando a infestação atingir 10%. Ou seja, 1 lagarta pequena (menor que 10 mm) em 10 plantas examinadas. | 100 – 200 |
Curuquerê Alabama argillacea | 300 – 400 mL p.c/ha (64,5 -86 g i.a/ha) | |||
Tripes-do- prateamento; Tripes-do- amendoim Caliothrips brasiliensis | 400 mL p.c/ha (86 g i.a/ha) | Número Máximo Aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura. Utilizar a dose menor em baixas infestações e a dose maior para altas infestações. | ||
Intervalo de Aplicação: Não se aplica. |
Tripes Frankliniella schultzei | ||||
Lagarta-das-maçãs Heliothis virescens | 800 – 1500 mL p.c/ha | |||
(172 – 322,5 g i.a/ha) | ||||
Época: A aplicação deve ser feita via foliar quando for encontrada até 1 lagarta de até 1 cm de tamanho por 5 plantas amostradas ao acaso. | ||||
Lagarta-falsa- medideira Pseudoplusia includens | 1500 mL p.c/ha (322,5 g i.a/ha) | Número Máximo Aplicações: Realizar no máximo 02 aplicações por ciclo da cultura. | 120 | |
Intervalo de Aplicação: Reaplicar quando a praga atingir o nível de controle |
*pc: produto comercial; i.a: ingrediente ativo
CULTURA | PRAGAS | DOSES | ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA L/ha |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Batata | Pulgão-verde; Pulgão-verde-claro Myzus persicae | 100 mL p.c/100 L água (21,5 g i.a/100 L água) | Época: Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Número Máximo Aplicações: Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de Aplicação: Reaplicar quanto houver reinfestação, com intervalo mínimo de 10 dias entre as aplicações. | 1000 |
Traça-da-batatinha Phthorimaea operculella |
*pc: produto comercial; i.a: ingrediente ativo
CULTURA | PRAGAS | DOSES* | ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME CALDA L/ha |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Cana-de- açúcar | Nematóide-das- lesões Pratylenchus zeae | 12,0 – 15,0 L p.c./ha (2580 – 3225 g i.a/ha) | Época: Aplicar no momento do plantio, sobre os propágulos vegetativos antes da operação de cobrição do sulco. Número Máximo Aplicações: 01 aplicação. Intervalo de Aplicação: Não se aplica. | 100 – 150 |
*pc: produto comercial; i.a: ingrediente ativo
CULTURA | PRAGAS | DOSES* | ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME CALDA L/ha |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Brócolis Couve Repolho | Pulgão-verde Lagarta-da-couve Ascia monuste orseis | 100 mL p.c/100 L água (21,5 g i.a/100 L água) | Época: Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Número Máximo Aplicações: 3 aplicações. Intervalo de Aplicação: Reaplicar quando houver reinfestações, respeitando o número máximo de aplicações na cultura e seu intervalo de segurança. | 1000 |
Pulgão-da-couve Pulgão Brevicoryne brassicae | ||||
Traça-das-crucíferas Plutella xylostella |
*pc: produto comercial; i.a: ingrediente ativo
CULTURA | PRAGAS | DOSES* | ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME CALDA L/ha |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Época: Iniciar as aplicações antes das lagartas penetrarem no cartucho, com 20 a 30% das plantas com folhas raspadas. | ||||
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | 600 mL p.c/ha (129 g i.a/ha) | Número Máximo Aplicações: Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. | 300 | |
Milho | Intervalo de Aplicação: Repetir a aplicação caso necessário, com intervalo mínimo de 14 dias, respeitando o número máximo de aplicações por ciclo da cultura. | |||
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | 400 mL p.c /ha (86 g i.a/ha) | Época: A aplicação deve ser feita em pré-plantio quando for verificada a presença de lagarta na área antes do plantio da cultura. | 200 |
Número Máximo Aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura. Intervalo de Aplicação: Não se aplica. |
*pc: produto comercial; i.a: ingrediente ativo
CULTURA | PRAGAS | DOSES* | ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME CALDA L/ha |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Lagarta-falsa- medideira Pseudoplusia includens | 500 – 1000 mL p.c p.c/ha (107,5 – 215 g i.a/ha) | Época: A aplicação deve ser feita quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico. Número Máximo Aplicações: Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de aplicação: Repetir a aplicação, caso necessário com intervalo mínimo de 14 dias, respeitando o número máximo de aplicações por ciclo da cultura | 100 – 300 | |
Broca-das-axilas; Broca-das-vagens Epinotia aporema | 1000 – 2000 mL p.c/ha (215 -430 g i.a/ha) | |||
Lagarta-da-soja; Lagarta- desfolhadora Anticarsia gemmatalis | 300 – 500 mL p.c/ha (64,5 – 107,5 g i.a/ha) | |||
Soja | Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | 500 – 1000 mL p.c /ha (107,5 – 215 g i.a/ha) | Utilizar a dose menor em baixas infestações e a dose maior para altas infestações. | |
Época: A aplicação deve ser feita em pré-plantio quando for verificada a presença de larvas na área antes do plantio da cultura. | ||||
Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | 1000 mL p.c/ha (215 g i.a/ha) | Número Máximo Aplicações: Realizar apenas 01 aplicação por ciclo da cultura. | 200 | |
Intervalo de Aplicação: Não se aplica |
*pc: produto comercial; i.a: ingrediente ativo
CULTURA | PRAGAS | DOSE* | ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME CALDA L/ha |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Tomate | Pulgão-verde; Pulgão-verde-claro Myzus persicae | 100 mL p.c/100 L água (21,5 g i.a/100 L água) | Época: Para controle de pulgão-verde: Efetuar a aplicação no início da infestação, antes do encarquilhamento das folhas. Para controle de tripes: Pulverizar no início do desenvolvimento da cultura, quando o ataque é mais severo | 1000 |
Tripes Frankliniella schultzei | e a suscetibilidade da cultura é maior. Para controle da broca- pequena-do-fruto: Efetuar a aplicação com o surgimento das primeiras flores, antes que a praga penetre no interior dos frutos. Número Máximo Aplicações Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Intervalo de aplicação: Repetir a aplicação, caso necessário com intervalo mínimo de 7 dias, respeitando o número máximo de aplicações por ciclo da cultura. | |||
Broca-pequena-do-fruto Neoleucinodes elegantalis |
*pc: produto comercial;i.a: ingrediente ativo
CULTURA | PRAGAS | DOSES* | ÉPOCA, NÚMERO, INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA L/ha |
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | ||||
Trigo | Lagarta-do-trigo Pseudaletia adultera | 500 - 1300 mL p.c/ha (107,5 -279,5 g i.a/ha) | Época: Para controle de Lagarta-do-trigo e Lagarta- militar: Iniciar a aplicação assim que forem observados os primeiros focos de infestação na lavoura, e repetir a aplicação, caso necessário. Para controle de pulgão- verde: Iniciar a aplicação quando forem observados os primeiros insetos na planta, e repetir a aplicação, caso necessário. | 100 – 200 |
Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | ||||
Número Máximo Aplicações Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. | ||||
Pulgão-verde Rhopalosiphum graminum | 600 mL p.c/ha (129 g i.a/ha) | Intervalo de aplicação: Repetir a aplicação, se necessário, com intervalo mínimo de 7 dias, respeitando o número máximo de aplicações por ciclo da cultura |
*pc: produto comercial; i.a: ingrediente ativo
planta. BILHANTEBR® deve ser aplicado nas doses indicadas, diluído em água, em aplicações terrestres ou áreas.
Equipamento costal:
Tipo de ponta: leque (modelos TT e TTJ60). Para controle de Spodoptera frugiperda no milho utilizar ponta AITTJ60.
Diâmetro da gota: 110 a 150 micra;
Densidade mínima de gotas: 40 gotas/cm² ;
Pressão: 30 a 60 lb/pol².
Equipamentos tratorizado de barra:
A altura da barra depende do ângulo de pulverização do bico para que o produto possa cobrir toda a área da planta. Normalmente para um bico de ângulo de 80°, a barra deverá estar a 50 cm acima da cultura. Observar que a barra em toda a sua extensão esteja na mesma altura.
Tipo de bico: leque (modelos TT e TTJ60), espaçados de 50 cm;
Diâmetro de gota: 110 a 150 micra;
Densidade mínima de gota: 40 gotas/cm²;
Pressão: 80-100 lb/pol².
Observação: No caso de se utilizar outros equipamentos, estes devem sempre proporcionar uma boa cobertura de pulverização nas plantas.
As aplicações aéreas devem ser feitas nas culturas de algodão, milho e soja.
Antes da aplicação do BRILHANTEBR®, verificar se o equipamento de pulverização se encontra limpo e em bom estado de uso, procedendo então com a calibragem do equipamento com água limpa para correta pulverização do produto.
Aplicar através de aeronaves agrícolas equipadas com bicos rotativos ou com barras dotadas de bicos, obedecendo aos seguintes parâmetros:
Volume de aplicação: Mínimo de 20-30 L/ha de calda para barra dotada de bicos, e mínimo de 10 a 20 L/ha para micronair.
Altura de vôo: As rodas da aeronave devem estar a 3-4 m acima do topo da cultura.
Largura da faixa de deposição efetiva: Deve ser considerada de 15 a 20 m;
Diâmetro de gota: 110 a 150 micra;
Densidade mínima de gota: 40 gotas/cm²;
Equipamentos: Bicos rotativos tipo micronair (4-8 unidades). A pá da hélice do atomizador deverá estar regulada para 30 ou 35 graus para se ter gotas menores. Barra com bicos (20-60 bicos). Usar preferencialmente bicos cônicos D-4, D-5 ou D-6. Para se obter gotas pequenas o ângulo dos bicos em relação à direção de vôo deve ser de 135°.
Pressão da barra: 30 a 50 lb/pol².
Obedecer às normas técnicas previstas na Instrução Normativa n°2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas.
Abasteça o reservatório do pulverizador até ¼ de sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. Adicionar a quantidade correta de produto, previamente medido em recipiente graduado no reservatório do pulverizador, e então, completar o volume com água. A agitação deverá ser constante durante todo o processo de preparo e pulverização da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo em seguida. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Brócolis | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Pratylenchus zeae | Nematóide | Ver detalhes |
| Couve | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Repolho | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Soja | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Tomate | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Trigo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
Com o equipamento de aplicação vazio, enxague completamente o reservatório do pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante dessa operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto;
Complete o pulverizador com água limpa. Circule essa solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto;
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia de uso doméstico (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d´água, nascentes ou plantas úteis;
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores com um balde com a solução de limpeza;
Repita o passo 3;
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes;
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Sigas as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos esses fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
A melhor estratégia de gerenciamento da deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (0,15 a 0,20 mm). A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade, e inversão térmica.
Deve-se procurar aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h, temperaturas superiores a 30°C e umidade relativa inferior a 50%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Em aplicações com qualquer tipo de equipamento, observar as condições climáticas recomendadas, considerando que a umidade relativa do ar é o fator mais importante, já que determina uma maior ou menor evaporação.
Algodão, Milho, Soja e Trigo 14 dias
Batata 9 dias
Brócolis, Couve, Repolho e Tomate 3 dias
Cana-de-açúcar (sulco) Não determinado devido a modalidade de emprego
Milho e soja (pré-plantio) Não determinado devido a modalidade de emprego
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto Comercial | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Algodão | Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii) | 0,4 L/ha | Terrestre: 100 – 200 L/ha Aérea: 20 – 50 L/ha | Iniciar a aplicação quando a infestação de lagartas atingir 4% dos ponteiros observados. Aplicar no programa normal de pulverização. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura. Não aplicar mais que 7,5 L/ha de CEKAT por ciclo da cultura. |
Tripes (Frankliniella schultzei) | ||||
Tripes-do-prateamento (Caliothrips brasiliensis) | ||||
Curuquerê (Alabama argillacea) | 0,3 – 0,4 L/ha | |||
Lagarta-das-maçãs (*) (Heliothis virescens) | 0,8 – 1,5 L/ha | |||
Lagarta-falsa-medideira (Pseudoplusia includens) | 1,5L/ha | O inseticida CEKAT deve ser aplicado via foliar na cultura do algodão para o controle da lagarta- falsa-medideira quando for encontrado até 1 lagarta de até 1 cm de tamanho por 5 plantas amostradas ao acaso. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. | ||
(*) CEKAT aplicado a partir da dose 0,6 L/ha ou 129 g/L do ingrediente ativo, apresenta ação ovicida contra ovos da Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens). | ||||
Batata | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 100 mL/100 L água | Terrestre: 1000 L/ha Aérea: 20 – 50 L/ha | Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Não aplicar mais que 3,0 L/ha de CEKAT por ciclo da cultura. |
Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | ||||
Brócolis | Lagarta-da-couve (Ascia monuste orseis) | 100 mL/100 L água | Terrestre: 1000 L/ha | Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura. Não aplicar mais que 5,0 L/ha de CEKAT por ciclo da cultura. |
Traça-das-crucíferas (Plutella xylostella) | ||||
Pulgão (Brevicoryne brassicae) | ||||
Couve | Lagarta-da-couve (Ascia monuste orseis) | 100 mL/100 L água | Terrestre: 1000 L/ha | Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura. Não aplicar mais que 5,0 L/ha de CEKAT por ciclo da cultura. |
Traça-das-crucíferas (Plutella xylostella) | ||||
Pulgão (Brevicoryne brassicae) | ||||
Milho | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,4 L/ha | Terrestre: 100 – 200 L/ha Aérea: 20 – 50 L/ha | Iniciar as aplicações em pré-plantio da cultura do milho. A aplicação deverá ser realizada quando for verificada a presença de lagarta na área antes do plantio da cultura. Realizar no máximo 1 aplicação para esta modalidade de uso. |
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,6 L/ha | Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. | ||
Não aplicar mais que 3,0 L/ha de CEKAT por ciclo da cultura. | ||||
Repolho | Lagarta-da-couve (Ascia monuste orseis) | 100 mL/100 L água | Terrestre: 1000 L/ha | Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura. Não aplicar mais que 5,0 L/ha de CEKAT por ciclo da cultura. |
Traça-das-crucíferas (Plutella xylostella) | ||||
Pulgão (Brevicoryne brassicae) | ||||
Soja | Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,0 L/ha | Terrestre: 100 – 200 L/ha Aérea: 20 – 50 L/ha | Iniciar as aplicações em pré-plantio da cultura da soja. A aplicação deverá ser realizada quando for verificada a presença de larvas na área antes do plantio da cultura. Realizar no máximo 1 aplicação para esta modalidade de uso. |
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,3 – 0,5 L/ha | Efetuar a primeira aplicação quando forem constatados os primeiros focos de insetos. Considerar os níveis de dano econômico estabelecidos para a cultura. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. | ||
Lagarta-do-linho (Pseudoplusia includens) | 0,5 – 1,0 L/ha | |||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | ||||
Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | 1,0 – 2,0 L/ha | |||
Não aplicar mais que 6,0 L/ha de CEKAT por ciclo da cultura. | ||||
Tomate | Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 100 mL/100 L água | Terrestre: 1000 L/ha Aérea: 20 – 50 L/ha | Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 8 aplicações por ciclo da cultura. Não aplicar mais que 8,0 L/ha de CEKAT por ciclo da cultura. |
Tripes (Frankliniella schultzei) | ||||
Pulgão-verde (Myzus persicae) | ||||
Trigo | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia adultera) | 0,5 – 1,3 L/ha | Terrestre: 100 – 200 L/ha Aérea: 20 – 50 L/ha | Para o controle das lagartas iniciar a aplicação assim que forem observados os primeiros focos de infestação na lavoura, e repetir se necessário. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | ||||
Pulgão-verde-dos-cereais (Rhopalosiphum graminum) | 0,6 L/ha | Para o controle do pulgão-verde- dos-cereais aplicar quando observar a presença dos primeiros insetos na planta. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. | ||
Não aplicar mais que 3,9 L/ha de CEKAT por ciclo da cultura. | ||||
(**) Sob condições muito favoráveis, havendo necessidade de se fazer maior número de aplicações para controlar a praga, utilizar outro inseticida registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Caliothrips brasiliensis | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-prateamento | Ver detalhes |
| Batata | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Brócolis | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Couve | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Repolho | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Soja | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples, defletor ou com pré-orifício, visando à produção de gotas médias para boa cobertura do alvo. A aplicação também pode ser feita com o uso de pistola em alguns casos. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Recomenda-se um volume de aplicação entre 20 e 50 L/ha. A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.
A aplicação deve ser realizada somente por equipamentos que estejam em concordância com as normas e exigências dos órgãos públicos reguladores do setor, como ANAC, DECEA e MAPA.
Recomenda-se um volume de aplicação de 30 a 40 L/ha. Quanto maior for o índice de área foliar do alvo, mais próximo dos 40 L/ha deve estar a aplicação. Não aplique volumes de aplicação abaixo da faixa indicada.
Use ARPs (Drones) que trabalhem com bicos rotativos em vez de hidráulicos (pontas) e que tenham seus bicos posicionados abaixo ou dentro da faixa de ar gerado pelos rotores, de modo que a corrente de ar consiga empurrar todos os jatos dos bicos para baixo em direção ao alvo.
Utilize pontas que produzam gotas finas a médias, para boa cobertura do alvo.
Recomendações de velocidade de aplicação, Altura de voo em relação ao alvo e largura de faixa estão indicadas na tabela 1. Considerar a altura de voo em relação ao topo da vegetação e não em relação ao solo. Para isso é importante monitorar a altura média das plantas antes da aplicação.
Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do fabricante do ARP (Drone).
Tabela 1 – Parâmetros recomendados regulagem de ARP (Drones):
Volume de aplicação | Tamanho das gotas | Altura de voo em relação ao início do alvo | Velocidade de aplicação | Largura da faixa de trabalho |
30 a 40 L/ha | Finas a médias | 4 a 5* m | 10 a 15* km/h | 3 a 4* m |
*Para drones de maior capacidade de carga, com mais de 16 L de tanque de calda, a depender do modelo e das orientações do fabricante, pode-se trabalhar mais próximo do limite máximo de Altura de voo em relação ao alvo, Velocidade de aplicação e Largura da faixa de trabalho. | ||||
Uma vez misturado o produto em água, a aplicação com o Drone deve ser feita o mais rápido possível. Portanto, não dilua o produto em água se não for realizar a aplicação dentro de 30 min, no máximo. Quanto maior esse intervalo, maiores as chances de incompatibilidade física entre eventuais outros produtos.
Mantenha uma faixa de segurança de 50 m de distância dos possíveis alvos de deriva e organismos sensíveis ao produto.
Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária de produto. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque com água quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador.
Condições Meteorológicas:
Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo:
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada;
Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Pulverizadores de arbóreas (turbopulverizadores):
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator, adicionar produto limpante, manter por 5 minutos a agitação, e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Remova e limpe todas as pontas do pulverizador e suas peneiras, caso sejam utilizadas;
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos ramais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Algodão: 14 dias
Batata: 9 dias
Brócolis: 3 dias
Couve: 3 dias
Milho: 14 dias
Repolho: 3 dias
Soja: 14 dias
Tomate: 3 dias
Trigo: 14 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | PRAGAS | Dose | Número, época e intervalo de aplicação |
Nome comum/Nome científico | |||
Pulgão-do-algodoeiro Aphis gossypii | Iniciar a aplicação quando a infestação de lagartas atingir 4% dos ponteiros observados. Aplicar no programa normal de pulverização, não aplicando mais do que mais que 7,5 L/ha de CHIAVE® SUP por ciclo da cultura. Número máximo de aplicações: 5 (*) CHIAVE® SUP aplicado a partir da dose de 0,6 L/ha apresenta ação ovicida contra ovos de lagartas das maçãs (Heliothis virescens). | ||
Tripes Frankliniella schultzei Tripes-do-prateamento Caliothrips brasiliensis | 0,4 L/ha ou 86 g i.a./ha (100 a 200 litros de calda/ha) | ||
Curuquerê Alabama argillacea | 0,3 – 0,4 L/ha ou 64,5 g i.a./ha (100 a 200 litros de calda/ha) | ||
Algodão | (*)Lagarta-das-maçãs Heliothis virescens | 0,8 a 1,5 L/ha ou 172 a 325,5 g/ha do i. a. (100 a 200 litros de calda/ha) | |
Lagarta mede palmo Pseudoplusia includens | 1,5 L/ha ou 325,5 g i.a./ha (120 litros de calda/ha) | Aplicação foliar na cultura do algodão quando for encontrado até 1 lagarta de até 1 cm de tamanho por 5 plantas amostradas ao acaso. Número máximo de aplicações: 2 | |
Batata | Pulgão-verde Myzus persicae Traça-da-batatinha Phthorimaea operculella | 100 mL/ 100 L água ou 21,5 g do i.a./100 L de água (1000 L /ha) | Iniciar a aplicação quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação e não aplicar mais que 3,0 L/ha de CHIAVE® SUP por ciclo da cultura. Número máximo de aplicações: 3 |
Couve Brócolis Repolho | Lagarta-da-couve Ascia monuste orseis Traça-das-crucíferas Plutella xylostella Pulgão Brevicoryne brassicae | 100 ml/ 100 L de água ou 21,5 g i.a./100 L de água (1000 litros de calda/ha) | Iniciar a aplicação quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação e não aplicar mais que 5,0 L/ha de CHIAVE® SUP por ciclo da cultura. Número máximo de aplicações: 5 |
CULTURAS | PRAGAS | Dose | Número, época e intervalo de aplicação |
Nome comum/Nome científico | |||
Milho | Lagarta-do- cartucho/Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | 0,4 L/ha ou 86 g i.a./ha .Usar bico leque (110.02 ou 110.03). (200 litros de calda/ha) | Iniciar as aplicações em pré-plantio da cultura de milho e deverá ser realizada quando for verificada a presença de lagarta na área antes do plantio da cultura e não aplicar mais que 3,0 L/ha de CHIAVE® SUP por ciclo da cultura. Número máximo de aplicações: 1 |
Lagarta-do- cartucho/Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | 0,6 L/ha ou 129 g i.a./ha .Usar bico leque (110.03 ou 110.04). (300 litros de calda/ha) | Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação e não aplicar mais que 3,0 L/ha de CHIAVE® SUP por ciclo da cultura. Número máximo de aplicações: 4 | |
Soja | Lagarta rosca Agrotis ipsilon | 1,0 L/ha ou 215 g i.a./ha Usar bico leque (110.02 0u 110.03). (200 litros de calda/ha) | Iniciar as aplicações em pré-plantio da cultura da soja e deverá ser realizada quando for verificada a presença de lagarta na área antes do plantio da cultura e não aplicar mais que 6,0 L/ha de CHIAVE® SUP por ciclo da cultura. Número máximo de aplicações: 1 |
Lagarta-da-soja Anticarsia gemmatalis | 0,3 a 0,5 L/ha ou 64,5 a 107,5 g i.a./ha (100 a 300 litros de calda/ha) | A primeira aplicação deverá ser realizada quando forem constatados os primeiros focos de insetos. Considerar os níveis de dano econômico estabelecidos para a cultura e não aplicar mais que 6,0 L/ha de CHIAVE® SUP por ciclo da cultura. Número máximo de aplicações: 2 | |
Lagarta-do-linho Pseudoplusia includens Lagarta-do-cartucho/ Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | 0,5 a 1,0 L/ha ou 107,5 a 215 g i.a./ha (100 a 300 litros de calda/ha) | ||
Broca-das-axilas Epinotia aporema | 1,0 a 2,0 L/ha de 215 a 430 g i.a./ha (100 a 300 litros de calda/ha) | ||
Tomate | Broca-pequena-do-fruto Frankliniella schultzei Tripes Neoleucinodes elegantalis Pulgão-verde Myzus persicae | 100 ml/ 100 L de água ou 21,5 g i.a. /100 L de água (1000 litros de calda/ha) | Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação e não aplicar mais que 8,0 L/ha de CHIAVE® SUP por ciclo da cultura. Número máximo de aplicações: 8 |
Trigo | Lagarta-do-trigo Pseudaletia adultera Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | 0,5 a 1,3 L/ha ou 107,5 a 279,5 g i.a./ha (100 litros de calda/ha) | A primeira aplicação deverá ser realizada quando forem constatados os primeiros focos de insetos e repetir se necessário. Não aplicar mais que 3,9 L/ha de CHIAVE® SUP por ciclo da cultura. Número máximo de aplicações: 3 |
Pulgão-verde-dos-cereais Rhopalosiphum graminum | 0,6 L/ha ou 129 g i.a./ha (200 litros de calda/ha) | Aplicar quando forem observados os primeiros insetos na planta. Não aplicar mais que 3,9 L/ha de CHIAVE® SUP por ciclo da cultura. Número máximo de aplicações: 3 |
i.a.= ingrediente ativo
OBS: Cada litro de CHIAVE®SUP corresponde a 215 g do ingrediente ativo METOMIL
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Brócolis | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Couve | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Repolho | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Soja | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Tomate | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Trigo | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-da-espiga, Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
APLICAÇÃO TERRESTRE: Utilizar pulverizadores tratorizados com tipos e espaçamento de bicos recomendados pelos fabricantes. A altura da barra deve obedecer às recomendações dos fabricantes devendo, em toda a sua extensão, estar na mesma altura e ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura, de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
Mantenha a agitação do tanque e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação ou deposição da calda de pulverização a culturas vizinhas.
Para situações em que se necessite utilizar equipamento costal manual de pulverização, recomenda- se que a regulagem seja feita de maneira a manter as doses recomendadas para o produto e cobertura uniforme das plantas.
Observação: Todas as aplicações devem proporcionar uma boa cobertura de pulverização nas plantas.
Condições climáticas: Devem ser respeitadas condições de temperatura inferior a 30ºC e umidade relativa superior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação. Não aplicar se houver rajadas de ventos.
APLICAÇÃO AÉREA: As aplicações aéreas devem ser feitas apenas nas culturas de algodão, milho e soja.
Antes da aplicação do CHIAVE® SUP, o equipamento de pulverização deve estar limpo, procedendo então calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto.
Aplicar através de aeronaves agrícolas equipadas com barra e dotadas de bicos de jato cônicos cheio da série D ou CP que produzem gotas de 200 a 400 micra, altura de voo 2 m a 4 m sobre a cultura, densidade de gotas de 20 a 30 gotas/cm2, volume de aplicação: 20 a 50 litros de calda/ha.
Não sobrepor as faixas de aplicação.
No tanque de pré-mistura preparar uma calda homogênea utilizando a dose de CHIAVE® SUP recomendada. Fazer a transferência desta pré-mistura para o tanque da aeronave completando o volume com água.
Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Condições climáticas: Devem ser respeitadas condições de velocidade do vento de 3 a 15 km/hora, temperatura inferior a 30ºC e umidade relativa superior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Não realizar aplicação em condição de inversão térmica, de ascendente e não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Inicie a aplicação somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, área habitadas, leito de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
As condições climáticas, o estádio de desenvolvimento da cultura, etc., nas proximidades de organismos não-alvo e cultura para os quais o produto não esteja registrado, devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento de deriva.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR
Importância do diâmetro de gota: A melhor maneira de reduzir o potencial de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas, desde que esse diâmetro permita uma boa cobertura.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS.
Siga as instruções sobre condições dos ventos, temperatura, umidade e inversão térmica presentes na bula.
TIPO DE BICO: Utilize o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Considere o uso de bicos de baixa deriva. Siga sempre as boas práticas para aplicação e a recomendação do fabricante.
ALTURA DA BARRA: Para obter uma cobertura uniforme, regule a altura da barra para a menor altura possível, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento terrestre, a barra deve permanecer nivelada com a cultura e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
VENTOS: O potencial de deriva varia em função do vento. Muito fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determina o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos. No caso de aplicação aérea, não aplicar em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. O aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles influenciam a deriva.
TEMPERATURA E UMIDADE: Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
INVERSÃO TÉRMICA: Durante a inversão térmica o potencial de deriva é alto, pois diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. As inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Para controle adequado dos insetos, é essencial observar a época de aplicação e assegurar boa cobertura das plantas. Os melhores resultados serão obtidos quando o programa de pulverização for feito no início de vida dos insetos.
No geral, aplicar as doses menores, quando o intervalo de aplicação for curto ou houver baixa infestação da praga, e as doses maiores quando as aplicações forem mais espaçadas ou houver alta infestação.
Encher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade. Iniciar a agitação (sistema hidráulico ou mecânico), adicionar a quantidade adequada de CHIAVE® SUP, completar o volume do tanque. Adicionar um espalhante adesivo ou surfactante durante o preparo da calda inseticida, na dose recomendada pelo fabricante, para aplicação nas culturas de Algodão, Batata, Couve, Repolho, Brócolis, Milho, Soja, Tomate e Trigo.
Cultura | Dias |
Algodão | 14 |
Batata | 9 |
Brócolis | 3 |
Couve | 3 |
Milho | 14 |
Repolho | 3 |
Soja | 14 |
Tomate | 3 |
Trigo | 14 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
ÊXITO® 215 SL é um inseticida a base de metomil indicado no controle de pragas na parte aérea nas culturas de algodão, batata, brócolis, couve, milho, repolho, soja, tomate e trigo.
CULTURAS | ALVOS | DOSES | ÉPOCA DE APLICAÇÃO | |
Nome comum | Nome científico | |||
Algodão | Curuquerê | Alabama argillacea | 0,3 a 0,4 L/ha | Para lagartas, aplicar quando infestação atingir 4% dos ponteiros, repetindo a aplicação com intervalos superiores a 10 dias, quando necessário. Para o controle da lagarta-falsa- medideira quando for encontrado até 1 lagarta de até 1 cm de tamanho por 5 plantas amostradas ao acaso. Não realizar mais que 2 aplicações para a lagarta-falsa-medideira na cultura do algodão. Para pulgões e tripes, aplicar preventivamente até 30 dias após emergência da planta, ou logo que observar os primeiros insetos na cultura, reaplicando em caso de reinfestação. Para bicudo, iniciar a aplicação quando a infestação de lagartas atingir 10% dos botões atacados até 80 dias e 15% de ataque após os 80 dias. |
Bicudo | Anthonomus grandis | 0,8 L/ha | ||
Pulgão-do- algodoeiro | Aphis gossypii | 0,4 L/ha | ||
Tripes-do- prateamento | Caliothrips brasiliensis | 0,4 L/ha | ||
Tripes | Frankliniella schultzei | 0,4 L/ha | ||
Lagarta-falsa- medideira | Chrysodeixis includens | 1,5 L/ha | ||
Lagarta-mede- palmo | Heliothis virescens | 0,8 a 1,5 L/ha | ||
Número máximo de aplicações: 5 Intervalo de aplicações: de acordo com o alvo (vide Época de aplicação) Volume de calda: 300 L/ha para bicudo e 100 L/ha a 200 L/ha para demais alvos | ||||
Batata | Pulgão-verde | Myzus persicae | 100 mL/100 L | Iniciar aplicação quando verificar a presença dos primeiros insetos nas plantas. Reaplicar quando houver reinfestação. |
Traça-da-batatinha | Phthorimaea operculella | |||
Número máximo de aplicações: 3 Intervalo de aplicações: reaplicar quando houver reinfestação Volume de calda: 1000 L/ha | ||||
Couve Brócolis Repolho | Lagarta-da-couve | Ascia monuste orseis | 100 mL/100 L | Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. |
Traça-das- crucíferas | Plutella xylostella | 100 mL/100 L | ||
Pulgão | Brevicoryne brassicae | 100 mL/100 L | ||
Número máximo de aplicações: 5 Intervalo de aplicações: reaplicar quando houver reinfestação Volume de calda: 1000 L/ha | ||||
Milho | Lagarta-militar | Spodoptera frugiperda | 0,6 L/ha | Aplicar quando verificar a presença das primeiras lagartas nas plantas, reaplicando quando ocorrer reinfestação. |
Número máximo de aplicações: 5 Intervalo de aplicações: reaplicar quando houver reinfestação Volume de calda: 300 L/ha | ||||
Soja | Broca-das-axilas | Epinotia aporema | 1 a 2 L/ha | Para lagartas, iniciar aplicações quando verificar presença de 40 lagartas por metro linear ou quando ocorrer 30% de desfolha antes da floração, ou 15% de desfolha após a floração. |
Lagarta-da-espiga- do-milho | Helicoverpa zea | 1 L/ha | ||
Lagarta-militar | Spodoptera frugiperda | 1 L/ha | ||
Lagarta-falsa- medideira | Chrysodeixis includens | 0,5 a 1 L/ha | ||
Lagarta-da-soja | Anticarsia gemmatalis | 0,3 a 0,5 L/ha | ||
Número máximo de aplicações: 3 Intervalo de aplicações: reaplicar quando houver reinfestação Volume de calda: Aplicação terrestre: 100 – 300 L/ha Aplicação aérea: 10 – 30 L/ha | ||||
Tomate | Tripes | Frankliniella schultzei | 100 mL/100 L | Iniciar aplicações quando verificar a presença dos primeiros insetos nas plantas, reaplicando em casos de reinfestação. |
Pulgão-das- solanáceas | Macrosiphum euphorbiae | 100 a 150 mL/100 L | ||
Pulgão-verde | Myzus persicae | 100 a 150 mL/100 L | ||
Broca-pequena-do- fruto | Neoleucinodes elegantalis | 100 a 150 mL/100 L | ||
Número máximo de aplicações: 8 Intervalo de aplicações: reaplicar quando houver reinfestação Volume de calda: 1000 L/ha | ||||
Trigo | Lagarta-militar | Spodoptera frugiperda | 0,5 a 1,3 L/ha | Iniciar aplicação assim que observar primeiros focos de infestação na lavoura, e repetir se ocorrer reinfestação. |
Lagarta-do-trigo | Pseudaletia adultera | 0,5 a 1,3 L/ha | ||
Pulgão-verde | Rhopalosiphum graminum | 0,6 L/ha | ||
Número máximo de aplicações: 3 Intervalo de aplicações: reaplicar quando houver reinfestação Volume de calda: 100 – 200 L/ha | ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Brócolis | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Couve | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Soja | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Trigo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
Preparar a calda de aplicação na quantidade adequada no tanque de pulverização, conforme volume indicado para cada cultura, mantendo-a sob constante agitação.
Aplicação terrestre:
Pulverização da calda na parte aérea da planta, através de equipamentos terrestres, manual ou tratorizado, visando cobrir uniformemente caules, folhas e/ou frutos.
Aplicação aérea:
Pulverização da calda na cultura da soja através de aeronaves agrícolas dotadas de barra ou bicos rotativos “micronair”, observando equipamentos e condições adequadas.
Observar condições climáticas favoráveis à aplicação, compreendendo velocidade de vento inferior a 10 km/h, temperatura abaixo de 27°C (horas mais frescas do dia) e umidade relativa do ar acima de 70%.
Aplicação terrestre:
Utilizar pulverizador costal ou tratorizado de barra
Tipo de bico: Leque (série XR ou DG), Cônico (série D ou XT) Diâmetro de gota: 110 a 150 micra
Densidade das gotas: 40 gotas/cm²
Pressão: 30 a 60 lb/pol² (equipamento costal) ou 80 a 100 lb/pol² (tratorizados)
Aplicação aérea:
Utilizar aeronaves agrícolas equipadas com bicos rotativos do tipo micronair ou com barras dotadas de bicos cônicos D4, D5 ou D6.
Altura de vôo: 3 a 4 m.
Largura faixa de deposição: 15 a 20 m Diâmetro de gota: 110 a 150 micra Densidade das gotas: mínimo 40 gotas/cm² Pressão da barra: 30 a 50 lb/pol²
Regulagem: Bicos rotativos (4 a 8 unidades) com pá da hélice do atomizador a 30° ou 35° para obter gotas menores; Barras com bicos (20 a 60 unidades) com ângulo destes em relação à direção de vôo de 135°.
Cultura | Dias |
Algodão | 14 |
Batata | 09 |
Brócolis | 03 |
Couve | 03 |
Milho | 14 |
Repolho | 03 |
Soja | 14 |
Tomate | 03 |
Trigo | 14 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Culturas | Alvo biológico Nome comum/científico | Doses* | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações | |
mL p.c./100 L de água | mL p.c./ha | ||||
Abacaxi | Broca-do-fruto Strymon basalides/ S. megarus | 200 - 400 | - | 100 - 800 | 1 |
Abóbora | Broca das cucurbitáceas Diaphania hyalinata/ Diaphania nitidalis | 20 - 50 | - | 800 - 1000 | 2 |
Culturas | Alvo biológico Nome comum/científico | Doses* | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações | |
mL p.c./100 L de água | mL p.c./ha | ||||
Abobrinha | Broca das cucurbitáceas Diaphania hyalinata/ Diaphania nitidalis | 20 - 50 | - | 800 - 1000 | 2 |
Acelga | Lagarta militar Spodoptera frugiperda | 30 - 50 | - | 300 - 1000 | 1 |
Acerola | Coleobroca Dorcacerus barbatus/ Trachyderes thoracicus | 100 - 200 | - | 300 - 1000 | 1 |
Agrião | Lagarta militar Spodoptera frugiperda | 30 - 50 | - | 300 - 1000 | 1 |
Alface | Curuquerê da couve Ascia monuste orseis | 30 - 50 | - | 300 - 600 | 1 |
Lagarta militar Spodoptera frugiperda | 30 - 50 | - | 300 - 1000 | ||
Algodão | Curuquerê Alabama argiliacea | - | 120 | 100 - 200 | 3 |
Lagarta militar Spodoptera frugiperda | - | 150 - 170 | |||
Lagarta-rosada Pectinophora gossypiella | - | 150 - 170 | |||
Alho | Tripes-do-fumo Thrips tabaci | 10 - 50 | - | 500 - 800 | 1 |
Amora | Lagarta das folhas/ Taturana verde Automeris memusae/ Automeris spp. | 100 - 200 | - | 300 - 1000 | 1 |
Arroz | Lagarta das folhas ou Lagarta do cartucho Spodoptera frugiperda | - | 200 - 300 | 200 | 2 |
Lagarta-da-panícula Pseudaletia sequax | |||||
Aveia | Lagarta-do-trigo Pseudaletia sequax | - | 100 - 150 | 200 | 2 |
Batata | Vaquinha verde- amarela Diabrotica specíosa | - | 200 - 500 | 500 - 800 | 3 |
Traça-da-batatinha Phthorimaea operculella | - | 200 - 500 | 300 - 800 | ||
Batata Doce | Vaquinha Diabrotica speciosa | 10 - 50 | - | 500 | 1 |
Batata Yacon | Lagarta-do-girassol Chlosyne lacinia saundersii | 10 - 50 | - | 500 | 1 |
Culturas | Alvo biológico Nome comum/científico | Doses* | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações | |
mL p.c./100 L de água | mL p.c./ha | ||||
Berinjela | Lagarta das folhas/ Lagarta das vagens Spodoptera cosmioides /Spodoptera latifascia | 10 - 50 | - | 400 - 800 | 4 |
Beterraba | Traça da beterraba Scrobipalpa ocellatella | 10 - 50 | - | 500 | 1 |
Brócolis | Curuquerê da couve Ascia monuste orseis | 10 - 50 | - | 500 - 800 | 1 |
Cará | Lagarta falsa medideira Chrysodeixis includens | 10 - 50 | - | 500 | 1 |
Cebola | Tripes-do-fumo Thrips tabaci | 10 - 50 | - | 500 - 800 | 1 |
Cevada | Lagarta-do-trigo Pseudaletia sequax | - | 100 - 150 | 200 | 2 |
Chuchu | Lagarta rosca Agrotis ipsilon | 20 - 50 | - | 800 - 1000 | 2 |
Citros | Psilídeo Diaphorina citri | 20 - 25 | 500 | 2000 | 2 |
Couve-flor | Traça das cruciferas Plutella xylostella | 30 - 50 | - | 350 - 500 | 1 |
Couve- Chinesa | Lagarta mede palmo Trichoplusia ni | 10 - 50 | - | 500 - 800 | 1 |
Couve- de- Bruxelas | Lagarta mede palmo Trichopiusia ni | 10 - 50 | - | 500 - 800 | 1 |
Chalota | Tripes Thrips tabaci | 10 - 50 | - | 500 - 800 | 1 |
Chicória | Lagarta militar Spodoptera frugiperda | 30 - 50 | - | 300 - 1000 | 1 |
Cupuaçu | Lagarta das folhas Macrosoma tipulata | 200 - 400 | - | 100 - 800 | 1 |
Espinafre | Lagarta mede palmo Trichoplusia ni | 30 - 50 | - | 300 - 800 | 1 |
Estévia | Tripes Frankliniella occidentalis | 30 - 50 | - | 300 - 1000 | 1 |
Framboesa | Tripes Thrips flavus | 100 - 200 | - | 300 - 1000 | 1 |
Girassol | Lagarta-do-girassol Chlosyine lacinia saundersii | - | 100 - 150 | 200 | 2 |
Inhame | Lagarta falsa medideira Chrysodeixis includens | 10 - 50 | - | 500 | 1 |
Jiló | Lagarta rosca Agrotis ipsilon | 10 - 50 | - | 400 - 800 | 4 |
Culturas | Alvo biológico Nome comum/científico | Doses* | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações | |
mL p.c./100 L de água | mL p.c./ha | ||||
Kiwi | Pulgão Aphis gossypii | 200 - 400 | - | 100 - 800 | 1 |
Mandioca | Mandarová Erinnyis ello | 10 - 50 | - | 500 | 1 |
Maxixe | Brocas-das- cucurbitáceas Diaphania nitidalis | 20 - 50 | - | 800 - 1000 | 2 |
Melão | Brocas-das- cucurbitáceas Diaphania nitidalis | 20 - 25 | - | 2000 | 2 |
Vaquinha Diabrotica speciosa | 20 - 25 | - | 2000 | 2 | |
Mandioquinha | Lagarta rosca Agrotis ipsilon | 10 - 50 | - | 500 | 1 |
Manga | Lagarta-de-fogo Megalopyge lanata | - | 200 - 400 | 800 - 1000 | 1 |
Milho | Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | - | 150 - 170 | 300 | 2 |
Lagarta-da-espiga-do- milho Helicoverpa zea | |||||
Mirtilo | Lagarta urticante Tolype innocens | 100 - 200 | - | 300 - 1000 | 1 |
Lagarta Spodoptera litoralis | 100 - 200 | - | 300 - 1000 | 1 | |
Morango | Broca do morangueiro Lobiopa insularis | 100 - 200 | - | 300 - 1000 | 1 |
Mostarda | Curuquerê da couve Ascia monuste orseis | 30 - 50 | - | 300 - 800 | 1 |
Nabo | Lagarta Agrotis subterranea | 10 - 50 | - | 500 | 1 |
Pepino | Broca das cucurbitáceas Diaphania nitidalis | 20 - 50 | - | 800 - 1000 | 2 |
Pimenta | Lagarta das folhas/ Lagarta militar Spodoptera cosmioides /Spodoptera frugiperda | 10 - 50 | - | 400 - 800 | 4 |
Pimentão | Broca pequena do fruto Neoleucinodes elegantalis | 10 - 50 | - | 400 - 800 | 4 |
Pitanga | Lagarta das folhas Eupseudosoma aberrans / Eupseudosoma involuta | 100 - 200 | - | 300 - 1000 | 1 |
Quiabo | Lagarta rosada Pectinophora gossypiella | 10 - 50 | - | 400 - 800 | 4 |
Plantas Ornamentais** | Lagarta mede palmo Trichoplusia ni | 30 - 50 | - | 1000*** | U.N.A. |
Rabanete | Lagarta rosca Agrotis ipsilon | 10 - 50 | - | 500 | 1 |
Traça Plutella xylostella | 10 - 50 | - | 500 | 1 | |
Curuquerê da couve Ascia monuste orseis | 10 - 50 | - | 500 | 1 | |
Lagarta mede palmo Trichoplusia ni | 10 - 50 | - | 500 | 1 | |
Repolho | Traça das crucíferas Plutella xylostella | 30 - 50 | - | 350 - 500 | 1 |
Romã | Pulgão Aphis gossypii | 200 - 400 | - | 100 - 800 | 1 |
Rúcula | Lagarta mede palmo Trichoplusia ni | 30 - 50 | - | 300 - 800 | 1 |
Seriguela | Tripes Frankliniella schultzei | 100 - 200 | - | 300 - 800 | 1 |
Soja | Lagarta-da-soja Anticarsia gemmatalis | - | 100 - 200 | 150 - 200 | 2 |
Lagarta mede-palmo Pseudoplusia includens | - | 150 - 200 | |||
Lagarta mede-palmo Rachiplusia nu | - | 170 - 200 | 150 | ||
Sorgo | Broca-do-colmo Diatraea saccharalis | - | 300 - 500 | 200 | 3 |
Lagarta militar Spodoptera frugiperda | - | 200 - 500 | 200 | ||
Tomate | Broca-pequena-do- fruto Neoleucinodes elegantalis | 20 - 50 | - | 1000 | 5 |
Traça-do-tomateiro Tuta absoluta | 20 - 50 | - | 1000 | ||
Trigo | Lagarta-do-trigo Pseudaletia sequax | - | 100 - 150 | 150 | 2 |
i.a. = ingrediente ativo
* As doses mais altas devem ser utilizadas em plantações com alta incidência da praga ou para se obter um maior período de controle.
U.N.A. = Uso não alimentar. Número de aplicações não definido para cultivos ornamentais. Atentar para as INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDA.
** A recomendação se dá para plantas ornamentais cultivadas em ambientes abertos, protegido ou misto.
*** Devido à diversidade de plantas ornamentais e variabilidade de sensibilidade, recomenda-se aplicar preliminarmente o produto em uma pequena área plantada para atestar a ausência de fitotoxicidade, antes de sua aplicação em maior escala.
Trigo: Iniciar a aplicação quando for constatado no mínimo 10 lagartas maiores que 2 cm/m2, não ultrapassando o número máximo de 02 (duas) aplicações por ciclo da cultura e respeitando-se o intervalo de carência. Utilizar a dose maior na presença de lagartas grandes.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abacaxi | Strymon megarus | Broca do fruto | Ver detalhes |
| Abóbora | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Abobrinha | Diaphania hyalinata | Broca-das-cucurbitáceas, Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Acelga | Spodoptera frugiperda | Lagarta Militar | Ver detalhes |
| Acerola | Dorcacerus barbatus | Coleobroca | Ver detalhes |
| Agrião | Spodoptera frugiperda | Lagarta militar | Ver detalhes |
| Alface | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Algodão | Pectinophora gossypiella | Lagarta-rosada | Ver detalhes |
| Alho | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Amora | Automeris memusae | Lagarta das folhas | Ver detalhes |
| Arroz | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Aveia | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Batata yacon | Chlosyine lacinia saundersii | Lagarta-do-girassol | Ver detalhes |
| Berinjela | Spodoptera latifascia | Lagarta das vagens | Ver detalhes |
| Beterraba | Scrobipalpa ocellatella | Traça da beterraba | Ver detalhes |
| Brócolis | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Cará | Chrysodeixis includens | Lagarta falsa medideira | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Cevada | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Chalota | Thrips tabaci | Tripes | Ver detalhes |
| Chicória | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Chuchu | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Citros | Diaphorina citri | Psilídeo | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Trichoplusia ni | Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Couve-de-bruxelas | Trichoplusia ni | Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Couve-flor | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Cupuaçu | Macrosoma tipulata | Lagarta-das-folhas | Ver detalhes |
| Espinafre | Trichoplusia ni | Falsa-medideira-da-couve, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Girassol | Chlosyine lacinia saundersii | Lagarta-do-girassol, Lagarta-preta-das-folhas | Ver detalhes |
| Inhame | Chrysodeixis includens | Lagarta falsa medideira | Ver detalhes |
| Jiló | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Kiwi | Aphis gossypii | pulgão-do-algodão | Ver detalhes |
| Mandioca | Erinnyis ello | Gervão, Mandarová | Ver detalhes |
| Mandioquinha-salsa | Agrotis ipsilon | Lagarta rosca | Ver detalhes |
| Manga | Megalopyge lanata | Lagarta-de-fogo, Taturana | Ver detalhes |
| Maxixe | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Melão | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Milho | Helicoverpa zea | Broca-grande-do-fruto, Broca-grande-do-tomate | Ver detalhes |
| Mirtilo | Tolype innocens | Lagarta- urticante | Ver detalhes |
| Morango | Lobiopa insularis | Broca-do-morango | Ver detalhes |
| Mostarda | Ascia monuste orseis | Curuquerê da couve | Ver detalhes |
| Nabo | Agrotis subterranea | Lagarta | Ver detalhes |
| Pepino | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Pimenta | Spodoptera frugiperda | Lagarta militar | Ver detalhes |
| Pimentão | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Pitanga | Eupseudosoma aberrans | Lagarta das folhas | Ver detalhes |
| Quiabo | Pectinophora gossypiella | Lagarta-rosada | Ver detalhes |
| Rabanete | Plutella xylostella | Traça das cruciferas | Ver detalhes |
| Repolho | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Romã | Aphis gossypii | pulgão-do-algodão | Ver detalhes |
| Rúcula | Trichoplusia ni | Lagarta mede palmo | Ver detalhes |
| Seriguela | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Soja | Rachiplusia nu | Lagarta-falsa-medideira, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas hospedeiras das pragas-alvo e que produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.
Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 L/ha ou 10 a 30 L/ha, quando utilizados bicos centrífugos (atomizadores rotativos).
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas hospedeiras das pragas-alvo e que produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.
Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30ºC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de até quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda- se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Cultura | Dias | Cultura | Dias | |
Abacaxi | 7 | Framboesa | 7 | |
Abóbora | 7 | Girassol | 7 | |
Abobrinha | 7 | Inhame | 14 | |
Acelga | 7 | Jiló | 14 | |
Acerola | 7 | Kiwi | 7 | |
Agrião | 7 | Mandioca | 14 | |
Alface | 7 | Mandioquinha | 14 | |
Algodão | 30 | Manga | 7 | |
Alho | 7 | Maxixe | 7 | |
Amora | 7 | Melão | 15 | |
Arroz | 30 | Milho | 45 | |
Aveia | 14 | Mirtilo | 7 | |
Batata | 7 | Morango | 7 | |
Batata doce | 14 | Mostarda | 7 | |
Batata Yacon | 14 | Nabo | 14 | |
Berinjela | 14 | Pepino | 7 | |
Beterraba | 14 | Pimenta | 14 | |
Brócolis | 7 | Pimentão | 14 | |
Cará | 14 | Pitanga | 7 | |
Cebola | 7 | Plantas ornamentais | U.N.A. | |
Cevada | 14 | Quiabo | 14 | |
Chalota | 7 | Rabanete | 14 | |
Chicória | 7 | Repolho | 7 |
Cultura | Dias |
Romã | 7 |
Rúcula | 7 |
Seriguela | 7 |
Soja | 30 |
Sorgo | 7 |
Tomate | 4 |
Trigo | 14 |
Cultura | Dias |
Chuchu | 7 |
Citros | 15 |
Couve-flor | 7 |
Couve-Chinesa | 7 |
Couve-de-Bruxelas | 7 |
Cupuaçu | 7 |
Espinafre | 7 |
Estévia | 7 |
U.N.A.: Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de proteção individual recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto Comercial | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES |
Algodão | Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii) | 0,4 L/ha | 100 – 200 L/ha | Iniciar a aplicação quando a infestação de lagartas atingir 4% dos ponteiros observados. Aplicar no programa normal de pulverização, porém obedecendo intervalos superiores a 10 dias entre as aplicações. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura . Não aplicar mais que 7,5 L/ha de KADMA por ciclo de cultura. |
Tripes (Frankliniella schultzei) | ||||
Tripes-do-prateamento (Caliothrips brasiliensis) | ||||
Curuquerê (Alabama argillacea) | 0,3 – 0,4 L/ha | |||
Lagarta-das-maçãs (*) (Heliothis virescens) | 0,8 – 1,5 L/ha | |||
Batata | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 100 mL/100 L de água | 300 – 600 L/ha | Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Não aplicar mais que 3,0 L/ha de KADMA por ciclo de cultura. |
Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | ||||
Brócolis | Lagarta-da-couve (Ascia monuste orseis) | 100 mL/100 L de água | 300 – 600 L/ha | Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura. Não aplicar mais que 5,0 L/ha de KADMA por ciclo de cultura. |
Traça-das-crucíferas (Plutella xylostella) | ||||
Pulgão (Brevicoryne brassicae) | ||||
Couve | Lagarta-da-couve (Ascia monuste orseis) | 100 mL/100 L de água | 300 – 600 L/ha | Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura. Não aplicar mais que 5,0 L/ha de KADMA por ciclo de cultura. |
Traça-das-crucíferas (Plutella xylostella) | ||||
Pulgão (Brevicoryne brassicae) | ||||
Milho | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,6 L/ha | 100 – 200 L/ha | Pós-plantio: Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. Não aplicar mais que 3,0 L/ha de KADMA por ciclo de cultura. |
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,4 L/ha | Para aplicações em pré-plantio na cultura de milho, iniciar a aplicação quando for verificada a presença de larvas na área antes do plantio da cultura. Realizar no máximo 1 aplicação para esta modalidade de uso. Não aplicar mais que 3,0 L/ha de KADMA por ciclo de cultura. | ||
Repolho | Lagarta-da-couve (Ascia monuste orseis) | 100 mL/100 L de água | 400 – 800 L/ha | Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 5 aplicações por ciclo da cultura. Não aplicar mais que 5,0 L/ha de KADMA por ciclo de cultura. |
Traça-das-crucíferas (Plutella xylostella) | ||||
Pulgão (Brevicoryne brassicae) | ||||
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,3 – 0,5 L/ha | 100 – 200 L/ha | Efetuar a primeira aplicação quando forem constatados os primeiros focos de insetos. Considerar os níveis de dano econômico estabelecido para a cultura:
Não aplicar mais que 6,0 L/ha de KADMA por ciclo de cultura. |
Lagarta-falsa-medideira (Pseudoplusia includens) | 0,5 – 1,0 L/ha | |||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | ||||
Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | 1,0 – 2,0 L/ha | |||
Tomate | Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 100 mL/100 L de água | 300 – 600 L/ha | Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 8 aplicações por ciclo da cultura. Não aplicar mais que 8,0 L/ha de KADMA por ciclo de cultura. |
Tripes (Frankliniella schultzei) | ||||
Pulgão-verde (Myzus persicae) | ||||
Trigo | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia adultera) | 0,5 – 1,3 L/ha | 100 – 300 L/ha | Para o controle de lagartas iniciar a aplicação assim que forem observados os primeiros focos de infestação na lavoura, e repetir se necessário. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Não aplicar mais que 3,9 L/ha de KADMA por ciclo de cultura. |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) |
Pulgão-verde-dos-cereais (Rhopalosiphum graminum) | 0,6 L/ha | Para o controle do pulgão-verde- dos-cereais aplicar quando observar a presença dos primeiros insetos na planta. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Não aplicar mais que 3,9 L/ha de KADMA por ciclo da cultura. |
(*) KADMA aplicado a partir da dose de 0,8L/ha do produto comercial, apresenta ação ovicida contra ovos de lagarta das maçãs (Heliothis virescens).
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Brócolis | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Couve | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Repolho | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Soja | Epinotia aporema | Broca-das-axilas, Broca-das-axilas-da-soja | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Rhopalosiphum graminum | Pulgão-da-espiga, Pulgão-verde-dos-cereais | Ver detalhes |
Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples, defletor ou com pré-orifício, visando à produção de gotas médias para boa cobertura do alvo. A aplicação também pode ser feita com o uso de pistola em alguns casos. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Recomenda-se um volume de aplicação entre 20 e 50 L/ha. A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.
Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até metade de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Após despejar todo o conteúdo do produto no preparo da calda, deve-se fazer a adição de água dentro de cada embalagem para garantir que todo produto seja usado na pulverização e facilite a etapa seguinte de tríplice lavagem. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por litro de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.
Condições Meteorológicas:
Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo:
Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada;
Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Algodão: 14 dias
Batata: 9 dias
Brócolis: 3 dias
Couve: 3 dias
Milho: 14 dias
Repolho: 3 dias
Soja: 14 dias
Tomate: 3 dias
Trigo: 14 dias
Recomenda-se não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período de 24 horas após a aplicação, certificando-se que a calda inseticida pulverizada nas plantas esteja seca.
CULTURA | ALVO | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii) | Iniciar a aplicação quando a infestação de lagartas atingir 4% dos ponteiros observados. Aplicar no programa normal de pulverização. Realizar no máximo 5 aplicações. Não aplicar mais que 7,5 L/ha de LANNATE® BR por ciclo da cultura. | ||
Tripes (Frankliniella schultzei) | 0,4 L/ha (100 a 200 litros de calda/ha) | ||
Tripes-do-prateamento (Caliothrips brasiliensis) | |||
Curuquerê (Alabama argillacea) | 0,3 a 0,4 L/ha (100 a 200 litros de calda/ha) | ||
ALGODÃO | |||
Lagarta-das-maçãs* (Heliothis virescens) | 0,8 a 1,5 L/ha (100 a 200 litros de calda/ha) | ||
Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis Includens) | 1,5 L/ha (120 litros de calda/ha) | O inseticida LANNATE® BR deve ser aplicado via foliar na cultura do algodão para o controle da lagarta- falsa-medideira quando for encontrado até 1 lagarta de até 1 cm de tamanho por 5 plantas amostradas ao acaso. Não realizar mais que 2 aplicações para este alvo nesta cultura. | |
* LANNATE® BR aplicado a partir da dose 0,6 L/ha, apresenta ação ovicida contra ovos de Lagarta-das- maçãs (Heliothis virescens) | |||
BATATA | Pulgão-verde (Myzus persicae) Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | 100 mL/100 Lde água (1000 litros de calda/ha) | Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações; não aplicar mais que 3,0 L/ha de LANNATE® BR por ciclo da cultura. |
COUVE BRÓCOLIS REPOLHO | Lagarta-da-couve (Ascia monuste orseis) Traça-das-crucíferas (Plutella xylostella) Pulgão (Brevicoryne brassicae) | 100 mL/100 Lde água (1000 litros de calda/ha) | Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 5 aplicações; não aplicar mais que 5,0 L/ha de LANNATE® BR por ciclo da cultura. |
CULTURA | ALVO | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
MILHO | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,4 L/ha Usar bico leque (110.02 ou110.03) (200 litros de calda/ha) | Iniciar as aplicações em pré-plantio da cultura do milho. A aplicação deverá ser realizada quando for verificada a presença de lagarta na área antes do plantio da cultura. Realizar no máximo 1 aplicação para esta modalidade de uso. |
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,6 L/ha Usar bico leque (110.03 ou 110.04) (300 litros de calda/ha) | Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 4 aplicações. | |
Cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) | 0,6 L/ha (100 a 200 litros de calda/ha) | Monitorar o cultivo/praga e iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 4 aplicações. | |
Não aplicar mais que 3,0 L/ha de LANNATE® BR por ciclo da cultura. | |||
SOJA | Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,0 L/ha Usar bico leque (110.02 ou 110.03) (200 litros de calda/ha) | Iniciar as aplicações em pré-plantio da cultura da soja. A aplicação deverá ser realizada quando for verificada a presença de larvas na área antes do plantio da cultura. Realizar no máximo 1 aplicação para esta modalidade de uso. |
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,3 a 0,5 L/ha (100 a 300 litros de calda/ha) | Efetuar a primeira aplicação quando forem constatados os primeiros focos de insetos. Considerar os níveis de dano econômico estabelecidos para a cultura. Realizar no máximo 2 aplicações. | |
Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis Includens) Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 0,5 a 1,0 L/ha (100 a 300 litros de calda/ha) | ||
Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | 1,0 a 2,0 L/ha (100 a 300 litros de calda/ha) | ||
Não aplicar mais que 6,0 L/ha de LANNATE® BR por ciclo da cultura. | |||
TOMATE | Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) Tripes (Frankliniella schultzei) Pulgão-verde (Myzus persicae) | 100 mL/100 L de água (1000 litros de calda/ha) | Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 8 aplicações. Não aplicar mais que 8,0 L/ha de LANNATE® BR por ciclo da cultura. |
CULTURA | ALVO | DOSE | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
TRIGO | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia adultera) Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 0,5 a 1,3 L/ha (100 litros de calda/ha) | Para o controle das lagartas iniciar a aplicação assim que forem observados os primeiros focos de infestação na lavoura, e repetir se necessário. Realizar no máximo 3 aplicações. Não aplicar mais que 3,9 L/ha de LANNATE® BR por ciclo da cultura. |
Pulgão-verde-dos-cereais (Rhopalosiphum graminum) | 0,6 L/ha (200 litros de calda/ha) | Para o controle do pulgão verde dos cereais aplicar quando observar a presença dos primeiros insetos na planta. Realizar no máximo 3 aplicações. Não aplicar mais que 3,9 L/ha de LANNATE® BR por ciclo da cultura. |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Brócolis | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Couve | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Repolho | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Soja | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
Mantenha a agitação do tanque e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação ou deposição da calda de pulverização a culturas vizinhas.
Para situações em que se necessite utilizar equipamento costal manual de pulverização, recomenda-se que a regulagem seja feita de maneira a manter as doses recomendadas para o produto e cobertura uniforme das plantas.
Devem ser respeitadas condições de temperatura inferior a 30ºC e umidade relativa superior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação. Não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS.
Aplicar através de aeronaves agrícolas equipadas com barra e dotadas de bicos de jatos cônicos cheio da série D ou CP que produzam gotas de 200 a 400 micra, altura de voo 2 a 4 m sobre a cultura, densidade de gotas de 20 a 30 gotas/cm², volume de aplicação: 20 a 50 litros de calda/ha.
Não sobrepor as faixas de aplicação.
Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) ou que tenham sido capacitadas e treinadas pela Corteva Agriscience, através do nosso programa de Boas Práticas Agrícolas, para realizar a aplicação aérea deste produto. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto.
A Corteva não recomenda a aplicação via aeronaves remotamente pilotadas (drones) para o produto
LANNATE® BR por não termos informações técnicas que respaldem esta modalidade.
Condições climáticas: devem ser respeitadas condições de velocidade do vento de 3 a 15 km/hora, temperatura inferior que 30ºC e umidade relativa superior a 55 %, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Não realizar aplicação em condições de inversão térmica e de correntes ascendentes. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Inicie a aplicação somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágüe completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
As condições climáticas, o estádio de desenvolvimento da cultura, etc., nas proximidades de organismos não-alvo e culturas para os quais o produto não esteja registrado, devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas, desde que esse diâmetro permita uma boa cobertura.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS.
Siga as instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica presentes na bula.
Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Considere o uso de bicos de baixa deriva. Siga sempre as boas práticas para aplicação e a recomendação do fabricante.
Regule a altura da barra para a menor altura possível para obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento terrestre, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
O potencial de deriva varia em função do vento. Muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determina o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS. No caso de aplicação aérea, não aplicar em condições SEM VENTO.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do- sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Para controle adequado dos insetos, é essencial observar a época de aplicação e assegurar boa cobertura das plantas. Os melhores resultados serão obtidos quando o programa de pulverização for feito no início dos primeiros estádios de desenvolvimento dos insetos.
No geral, aplicar as doses menores, quando o intervalo de aplicação for curto ou houver baixa infestação da praga, e as doses maiores quando as aplicações forem mais espaçadas ou houver alta infestação.
Algodão 14 dias Batata 9 dias
Couve 3 dias
Brócolis 3 dias
Repolho 3 dias
Milho 14 dias
Soja 14 dias
Tomate 3 dias
Trigo 14 dias
Recomenda-se não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período de 48 horas após a aplicação, certificando-se que a calda inseticida pulverizada nas plantas esteja seca. Caso haja necessidade para reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes deste período, usar macacão de mangas compridas, luvas e botas.
O METOMIL CHD’S é um inseticida inibidor da acetilcolinesterase recomendado para o controle de pragas conforme especificado abaixo:
Cultura | Pragas Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Algodão | Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii) | 0,4 | 86 | 100 a 200 | 2 |
Tripes (Frankliniella schultzei) | |||||
Tripes-do-prateamento (Caliothrips brasiliensis) | |||||
Curuquerê (Alabama argillacea) | 0,3 a 0,4 | 64,5 | 100 a 200 | ||
Lagarta das maçãs (Heliothis virescens) | 0,8 a 1,5 | - | 100 a 200 | 5 | |
Lagarta-mede-palmo (Pseudoplusia includens) | 1,5 | 322,5 | 120 | 2 | |
Número, época e intervalo de aplicação: Iniciar a aplicação quando a infestação de lagartas atingir 4% dos ponteiros observados. Aplicar no programa normal de pulverização, porém obedecendo intervalos superiores a 10 dias entre as aplicações. Para o controle da lagarta-mede-palmo o inseticida deve ser aplicado via foliar na cultura do algodão quando for encontrado até 1 lagarta de até 1 cm de tamanho por 5 plantas amostradas ao acaso. | |||||
Batata | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 100 ml/100 L de água | 21,5 g/ 100 L de água | 1000 | 3 |
Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. | |||||
Brócolis Couve Repolho | Lagarta-da-couve (Ascia monuste orseis) | 100 ml/100 L de água 100 ml/100 L de água | 21,5 g/ 100L de água 21,5 g/ 100L de água | 1000 1000 | 5 5 |
Traça-das-crucíferas (Plutella xylostella) | |||||
Pulgão (Brevicoryne brassicae) | |||||
Número, época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. | |||||
Milho | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,6 | 129 | 300 | 3 |
Número, época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. | |||||
Cultura | Pragas Nome comum (Nome científico) | Dose (L p.c(1)/ha) | Dose (g i.a/ha) | Volume de calda (L/ha) | Nº máximo de aplicações |
Milho | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,4 | 86 | 200 | 1 |
Número, época e intervalo de aplicação: Iniciar as aplicações em pré-plantio da cultura do milho. A aplicação deverá ser realizada quando for verificada a presença de larvas na área antes do plantio da cultura. | |||||
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,3 a 0,5 | 64,5 a 107,5 | 100 a 300 | 2 |
Lagarta-do-linho (Pseudoplusia includens) | 0,5 a 1,0 | 107,5 a 215 | |||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | 1,0 a 2,0 | 215 a 430 | |||
Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,0 | 215 g/L do i.a. | 1 | ||
Número, época e intervalo de aplicação: Efetuar a primeira aplicação quando forem constatados os primeiros focos de insetos. Considerar os níveis de dano econômico estabelecido para a cultura: a) antes da floração: quando forem verificadas 40 lagartas por metro linear ou se verificada 30% de desfolha. b) Após a floração: quando forem verificadas 40 lagartas por metro linear ou 15% de desfolha. Para o controle da lagarta-rosca iniciar as aplicações em pré-plantio da cultura da soja. A aplicação deverá ser realizada quando for verificada a presença de larvas na área antes do plantio da cultura. | |||||
Trigo | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia adultera) | 0,5 a 1,3 0,5 a 1,3 | 107,5 a 279,5 107,5 a 279,5 | 100 100 | 3 3 |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
Pulgão-verde-dos-cereais (Rhopalosiphum graminum) | 0,6 | 129 | 200 | ||
Número, época e intervalo de aplicação: Para o controle de lagartas iniciar a aplicação assim que forem observados os primeiros focos de infestação na lavoura, e repetir se necessário. Para o controle do pulgão- verde-dos-cereais aplicar quando observar a presença dos primeiros insetos na planta. | |||||
p.c. = produto comercial
(**) Sob condições muito favoráveis, havendo necessidade de se fazer maior número de aplicações para controlar a praga, utilizar outro inseticida registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, respeitando-se o Intervalo de segurança do mesmo.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Brócolis | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Couve | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Repolho | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia adultera | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Tipo de bico: leque (modelos “XR” e “DG”), cônico (modelos “D” e “TX”)
Diâmetro da gota: 110 a 150 micra
Densidade mínima de gota: 40 gotas/cm2
Pressão: 30 a 60 lb/pol2
A altura da barra depende do ângulo de pulverização do bico para que o produto possa cobrir toda a área da planta. Normalmente para um bico de ângulo de 80º, a barra deverá estar a 50 cm acima da cultura. Observar que a barra em toda a sua extensão esteja na mesma altura.
Tipo de bico: leque (modelos “XR” e “DG”), cônico (modelos “D” e “TX”), espaçados de 50 cm
Diâmetro de gota: 110 a 150 micra
Densidade mínima de gota: 40 gotas/cm2
Pressão: 80-100 lb/pol2
Observação: No caso de se utilizar outros equipamentos, estes devem sempre proporcionar uma boa cobertura de pulverização nas plantas.
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na propagação de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d’água, nascentes ou plantas úteis.
Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde coma solução de limpeza.
Repita o passo 3.
Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barras, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Cultura | Intervalo (dias) | |
Algodão | ................................ | 14 |
Batata | ................................ | 9 |
Brócolis | ................................ | 3 |
Couve | ................................ | 3 |
Repolho | ................................ | 3 |
Milho | ................................ | 14 |
Soja | ................................ | 14 |
Trigo | ................................ | 14 |
Recomenda-se não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período de 48 horas após a aplicação, certificando-se que a calda inseticida pulverizada nas plantas esteja seca. Caso haja necessidade para reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes desse período, usar macacão de mangas compridas, luvas e botas.
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CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | METOMIL 215 SL NORTOX |
Nome comum/ Nome científico | DOSE de p.c | |
ALGODÃO | Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii) | 0,4 L/ha |
Tripes (Frankliniella schultzei) | ||
Tripes-do-partejamento (Caliothrips brasiliensis) | ||
Curuquerê (Alabama argillacea) | 0,3 – 0,4 L/ha | |
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 0,8 – 1,5 L/ha | |
Lagarta-falsa-medideira | 1,5 L/ha |
CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | METOMIL 215 SL NORTOX |
Nome comum/ Nome científico | DOSE de p.c | |
ÉPOCA, NÚMERO MÁXIMO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Para os alvos: Pulgão, Tripes, Curuquerê e Lagarta-das-maçãs: Iniciar a aplicação quando a infestação de lagartas atingir 4% dos ponteiros observados. Nº máximo de aplicações: 5 Intervalo de aplicações: 10 dias Volume de calda: 100 a 200 L/ha Para o alvo: Lagarta-falsa-medideira: Aplicar quando for encontrado até 1 lagarta de até 1 cm de tamanho por 5 plantas amostradas ao acaso. Nº máximo de aplicações: 2 Intervalo de aplicações: 10 dias Volume de calda: 120 L/ha | ||
AVEIA CENTEIO CEVADA TRIGO TRITICALE | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia adultera) | 0,5 – 1,3 L/ha |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 0,5 – 1,3 L/ha | |
Pulgão-verde-dos-cereais (Rhopalosiphum graminum) | 0,6 L/ha | |
ÉPOCA, NÚMERO MÁXIMO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Para os alvos Lagarta-do-trigo e Lagarta-militar: Iniciar as aplicações quando forem observados os primeiros focos de infestação na lavoura, e repetir se necessário. Nº máximo de aplicações: 3 Intervalo de aplicações: 10 dias Volume de calda: 100 L/ha Para o alvo: Pulgão-verde-dos-cereais: Iniciar as aplicações quando observar a presença dos primeiros insetos na planta. Nº máximo de aplicações: 3 Intervalo de aplicações: 10 dias Volume de calda: 200 L/ha - Não aplicar mais que 3,9 L/ha de METOMIL 215 SL NORTOX por ciclo na cultura. | ||
BATATA | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 1,0 L/ha ou 100 mL/100 L de água |
Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | ||
ÉPOCA, NÚMERO MÁXIMO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. Nº máximo de aplicações: 3 Intervalo de aplicações: 10 dias Volume de calda: 1000 L/ha - Não aplicar mais que 3,0 L/ha de METOMIL 215 SL NORTOX por ciclo na cultura da batata. | ||
Quando aplicado a partir da dose 0,6 L/ha, apresenta ação ovicida contra ovos de Lagarta-das-maçãs.
Não aplicar mais que 7,5 L/ha de METOMIL 215 SL NORTOX no ciclo da cultura do Algodão.
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CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | METOMIL 215 SL NORTOX |
Nome comum/ Nome científico | DOSE de p.c | |
BRÓCOLIS COUVE COUVE CHINESA COUVE-DE-BRUXELAS COUVE-FLOR REPOLHO | Lagarta-da-couve (Ascia monuste orseis) | 1,0 L/ha ou 100 mL/100 L de água |
Traça-das-crucíferas (Plutella xylostella) | ||
Pulgão (Brevicoryne brassicae) | ||
ÉPOCA, NÚMERO MÁXIMO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. Nº máximo de aplicações: 5 Intervalo de aplicações: 10 dias Volume de calda: 1000 L/ha - Não aplicar mais que 5,0 L/ha de METOMIL 215 SL NORTOX por ciclo da cultura. | ||
MILHETO MILHO SORGO | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,4 L/ha Pré-plantio |
0,6 L/ha Pós-plantio | ||
Cigarrinha do milho (Dalbulus maidis) | 0,6 L/ha | |
ÉPOCA, NÚMERO MÁXIMO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Para Lagarta-do-cartucho: Nº máximo de aplicações: 1 Volume de calda: 200 L/ha Nº máximo de aplicações: 4 Intervalo de aplicações: 10 dias Volume de calda: 300 L/ha Para cigarrinha do milho: Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Nº máximo de aplicações: 4 Intervalo de aplicações: 7 dias Volume de calda: 200 L/ha | ||
Aplicações em pré-plantio da cultura: quando for verificada a presença de larvas na área antes do plantio.
Aplicações pós-plantio da cultura: iniciar quando for verificada a presença dos primeiros insetos.
Não aplicar mais que 3,0 L/ha de METOMIL 215 SL NORTOX por ciclo na cultura.
Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura.
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CULTURA | ALVO BIOLÓGICO | METOMIL 215 SL NORTOX |
Nome comum/ Nome científico | DOSE de p.c | |
SOJA | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,3 – 0,5 L/ha |
Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis Includens) | 0,5 – 1,0 L/ha | |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 0,5 – 1,0 L/ha | |
Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | 1,0 – 2,0 L/ha | |
Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 1,0 L/ha | |
ÉPOCA, NÚMERO MÁXIMO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Para os alvos: Lagarta-da-soja, Lagarta-falda-medideira, Lagarta-militar e Broca-das-axilas: Efetuar a primeira aplicação quando forem constatados os primeiros focos de insetos. Considerar os níveis de dano econômico estabelecidos para a cultura: Nº máximo de aplicações: 2 Intervalo de aplicações: 10 dias Volume de calda: 100 - 300 L/ha Para o alvo Lagarta-rosca: Aplicações em pré-plantio da cultura da soja: quando for verificada a presença de larvas na área antes do plantio. Nº máximo de aplicações: 1 Volume de calda: 200 L/ha | ||
TOMATE | Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 1,0 L/ha ou 100 mL/100 L de água |
Tripes (Frankliniella schultzei) | ||
Pulgão-verde (Myzus persicae) | ||
ÉPOCA, NÚMERO MÁXIMO, INTERVALO DE APLICAÇÃO E VOLUME DE CALDA Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. Nº máximo de aplicações: 8 Intervalo de aplicações: 10 dias Volume de calda: 1000 L/ha - Não aplicar mais que 8,0 L/ha de METOMIL 215 SLNORTOX por ciclo na cultura do tomate. | ||
Antes da floração: quando forem verificadas 40 lagartas por metro linear ou se verificar 30% de desfolha.
Após a floração: quando forem verificadas 40 lagartas por metro linear ou 15% de desfolha.
Não aplicar mais que 6,0 L/ha de METOMIL 215 SL NORTOX por ciclo na cultura da soja.
Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.
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1 L do produto comercial (p.c) METOMIL 215 SL NORTOX contém 215 gramas do ingrediente ativo (a.i) metomil.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Chrysodeixis includens | Falso medidor | Ver detalhes |
| Aveia | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Batata | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Brócolis | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Centeio | Pseudaletia adultera | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Cevada | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Couve | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Ascia monuste orseis | Curuquerê da couve | Ver detalhes |
| Couve-de-bruxelas | Ascia monuste orseis | Curuquerê da couve | Ver detalhes |
| Couve-flor | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Milheto | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Milho | Dalbulus maidis | Cigarrinha-do-milho | Ver detalhes |
| Repolho | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Soja | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia adultera | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Triticale | Spodoptera frugiperda | Lagarta-militar | Ver detalhes |
Aplicar as doses menores quando houver baixa infestação da praga, e as doses maiores quando houver alta infestação bem como quando a cultura apresentar maior densidade vegetativa. Os melhores resultados serão obtidos quando o programa de pulverização for feito no início de vida dos insetos.
No preparo da calda, a agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Para preparar melhor a calda, colocar a dose indicada de METOMIL 215 SL NORTOX no pulverizador com água até ¾ de sua capacidade e em seguida completar o volume agitando-se constantemente.
Para a aplicação do produto utilize uma tecnologia de aplicação que ofereça uma boa cobertura dos alvos. Consulte um engenheiro Agrônomo.
A pressão de trabalho deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas. Utilizar a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva.
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; estacionário com mangueira; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
Recomendado apenas para as culturas de algodão, milheto, milho, soja e sorgo.
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aero agrícolas pela ANAC.
A altura de voo não deve ultrapassar 4,0 m, para evitar problemas com deriva, a altura ideal é de 2 a 3 m acima do alvo, desde que garanta a segurança do voo.
A largura da faixa de disposição de 15 a 18 m.
O volume de calda recomendado é de 10 a 30 L/ha.
O sistema de agitação, do produto no tanque, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Obs: Seguir estas condições de aplicação, caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo.
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As condições climáticas mais favoráveis para a realização de uma pulverização, utilizando-se os equipamentos adequados de pulverização, são:
Umidade relativa do ar: mínimo 60%; máximo 95%;
Velocidade do vento: mínimo - 2 km/hora; máximo – 10 km/hora;
Temperatura: entre 20 a 28ºC ideal;
Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas;
Evitar as condições de inversão térmica;
Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores, porém independentemente do equipamento utilizado para a pulverização, o tamanho de gotas é um dos fatores mais importantes para se evitar a deriva. O tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência.
Fatores como tamanho de gotas, pressão de trabalho, velocidade do vento, umidade e temperatura devem ser avaliados pelo aplicador, quando da decisão de aplicar.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aero agrícolas.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque.
Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante.
Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
CULTURAS | INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS) |
Algodão, Aveia, Centeio, Cevada, Milheto, Milho, Soja, Sorgo, Trigo e Triticale. | 14 |
Batata | 9 |
Brócolis, Couve, Couve Chinesa, Couve-flor, Couve-de-Bruxelas, Repolho e Tomate | 3 |
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Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
INSTRUÇÕES DE USO:
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e intervalo de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Algodão | Lagarta-da-maçã | Heliothis virescens | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: máx. 40 L | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7-10 dias por ciclo da cultura. |
Lagarta-das-vagens | Spodoptera eridania | ||||
Lagarta-falsa-medideira | Chrysodeixis includens | ||||
Lagarta-helicoverpa | Helicoverpa armigera | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar PLETHORA BR® no início da infestação com no máximo 10% de plantas com lagartas pequenas. Usar dose maior em condições de alta infestação ou quando as lagartas já estiverem em estágio mais avançado de desenvolvimento. | |||||
Amendoim | Lagarta-Pescoço- Vermelho | Stegasta bosqueella | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: máx. 40 L | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar PLETHORA BR® no início da infestação. Usar dose maior em condições de alta infestação ou quando as lagartas já estiverem em estágio mais avançado de desenvolvimento. | |||||
Aveia Centeio Cevada Triticale | Lagarta-do-trigo | Pseudaletia sequax | 100 a 150 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: máx. 40 L | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação. | |||||
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e intervalo de aplicação | |
Nome Comum | Nome Científico | ||||
Batata | Mosca-minadora | Lyriomyza huidobrensis | 200 a 300 mL / ha | Terrestre: 500 L/ha Aérea: máx. 40 L | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar PLETHORA BR® no aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. Usar dose maior em condições de alta infestação de adultos ou quando houver presença de folhas minadas. | |||||
Mandioquinha- salsa Rabanete | Mosca-minadora | Lyriomyza huidobrensis | 200 a 300 mL / ha | Terrestre: 500 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Aplicar PLETHORA BR® no aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. Usar dose maior em condições de alta infestação de adultos ou quando houver presença de folhas minadas. | |||||
Batata-doce | Broca-do-colo | Megastes pusialis | 200 a 300 mL / ha | Terrestre: 500 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação. | |||||
Beterraba | Traça-das-crucíferas | Plutella xylostella | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 500 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação. | |||||
Brócolis | Curuquerê-da-couve | Ascia monuste orseis | 15 a 30 mL/ha | Terrestre: 800 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação. | |||||
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e intervalo de aplicação | ||
Nome Comum | Nome Científico | |||||
Café | Bicho-mineiro | Leucoptera coffeella | 300 a 400 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: máx. 40 L Adjuvante: 0,25% v/v óleo vegetal | Máximo de 2 aplicações com intervalo de 30 a 45 dias por ciclo da cultura. | |
Broca-do-café | Hypothenemus hampei | 500 a 700 mL/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 20 a 30 dias por ciclo da cultura. | |||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Para:
| ||||||
Cana-de- açúcar | Broca-da-cana | Diatraea saccharalis | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: máx. 40 L | Máximo de 2 aplicações com intervalo de 30 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® quando encontrar 1% dos colmos com presença de lagartas vivas de primeiro instar, antes da penetração nos colmos. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação. | ||||||
Canola | Traça-das-crucíferas | Plutella xylostella | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: máx. 40 L | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Realizar a aplicação com PLETHORA BR® no início da infestação. Usar dose maior em condições de alta infestação ou quando as lagartas já estiverem em estágio mais avançado de desenvolvimento. | ||||||
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e intervalo de aplicação | ||
Nome Comum | Nome Científico | |||||
Cenoura | Lagarta-falsa- medideira | Chrysodeixis includens | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 500 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação. | ||||||
Coco | Lagarta-do-coqueiro | Brassolis sophorae | 15 a 20 mL/100 L de água | Terrestre: 1000 L/ha | Máximo de 2 aplicações com intervalo de 15 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação. | ||||||
Couve-flor Repolho | Traça-das-crucíferas | Plutella xylostella | 15 a 30 mL/100 L de água | Terrestre: 800 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação. | ||||||
Feijão | Lagarta-helicoverpa | Helicoverpa armígera | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: máx. 40 L | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Realizar a aplicação com PLETHORA BR® no início da infestação. Usar dose maior em condições de alta infestação ou quando as lagartas já estiverem em estágio mais avançado de desenvolvimento. | ||||||
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e intervalo de aplicação | ||
Nome Comum | Nome Científico | |||||
Gergelim | Lagarta-enroladeira | Antigastra catalaunali | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros danos. | ||||||
Girassol | Lagarta-do-girassol | Chlosyne lacinia saundersii | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: máx. 40 L | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros danos. | ||||||
Linhaça | Lagarta-falsa- medideira | Chrysodeixis includens | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros danos. Usar dose maior em condições de alta infestação ou quando as lagartas já estiverem em estágio mais avançado de desenvolvimento. | ||||||
Maçã | Mariposa-oriental | Grapholita molesta | 40 a 60 mL/100 L de água | Terrestre: 1000 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 15 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. Usar dose maior em condições de alta infestação. | ||||||
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e intervalo de aplicação | ||
Nome Comum | Nome Científico | |||||
Mandioca | Mandarová | Erinnys ello | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 500 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação. | ||||||
Melancia Melão | Broca-das- cucurbitáceas | Diaphania nitidalis | 10 a 15 mL/100 L de água | Terrestre: 500 a 1000 L/ha | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 10 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação. | ||||||
Milheto | Lagarta-do-cartucho | Spodoptera frugiperda | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: máx. 40 L | Máximo de 2 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros danos. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação ou quando o clima for favorável ao desenvolvimento da praga. | ||||||
Milho | Lagarta-do-cartucho | Spodoptera frugiperda | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: máx. 40 L | Máximo de 2 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação no início da infestação e aparecimento dos primeiros danos. Aplicar PLETHORA BR® antes das lagartas penetrarem no cartucho, quando até 10% das plantas apresentarem o sintoma de folha raspada. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação ou quando o clima for favorável ao desenvolvimento da praga. | ||||||
Cultura | ALVO BIOLÓGICO | Dose | Volume de Calda | Número e intervalo de aplicação | ||
Nome Comum | Nome Científico | |||||
Soja | Lagarta-da-soja | Anticarsia gemmatalis | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: máx. 40 L | Máximo de 2 aplicações com intervalo de 10 a 15 dias por ciclo da cultura. | |
Lagarta-das-vagens | Spodoptera eridania | |||||
Lagarta-falsa- medideira | Chrysodeixis includens | |||||
Lagarta-falsa- medideira | Rachiplusia nu | |||||
Lagarta-helicoverpa | Helicoverpa armígera | |||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Para:
| ||||||
Sorgo | Lagarta-do-cartucho | Spodoptera frugiperda | 200 a 300 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: máx. 40 L | Máximo de 2 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | |
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros danos. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação ou quando o clima for favorável ao desenvolvimento da praga. | ||||||
Trigo | Lagarta-do-cartucho | Spodoptera frugiperda | 200 mL/ha | Terrestre: 150 L/ha Aérea: máx. 40 L | Máximo de 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. | |
Lagarta-do-trigo | Pseudaletia sequax | 100 a 150 mL/ha | ||||
ÉPOCA DE APLICAÇÃO: Recomenda-se o monitoramento da cultura e aplicação de PLETHORA BR® no início da infestação e aparecimento dos primeiros sintomas de ataque. A maior dose deverá ser aplicada em condições de alta infestação. | ||||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Helicoverpa armigera | Lagarta-do-algodão | Ver detalhes |
| Amendoim | Stegasta bosquella | Lagarta-do-pescoço-vermelho | Ver detalhes |
| Aveia | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Batata | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Batata-doce | Megastes pusialis | Broca-do-colo | Ver detalhes |
| Beterraba | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Brócolis | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Canola | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Cenoura | Chrysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira | Ver detalhes |
| Centeio | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Cevada | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Coco | Brassolis sophorae | Lagarta-das-palmeiras, Lagarta-do-coqueiro | Ver detalhes |
| Couve-flor | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Feijão | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Gergelim | Antigastra catalaunalis | Lagarta-enroladeira | Ver detalhes |
| Girassol | Chlosyine lacinia saundersii | Lagarta-do-girassol, Lagarta-preta-das-folhas | Ver detalhes |
| Linhaça | Chrysodeixis includens | Falso medidor | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Mandioca | Erinnyis ello | Gervão, Mandarová | Ver detalhes |
| Mandioquinha-salsa | Lyriomyza huidobrensis | Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Melancia | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Melão | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Milheto | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Rabanete | Lyriomyza huidobrensis | Mosca-Minadora | Ver detalhes |
| Repolho | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Soja | Crysodeixis includens | Lagarta-falsa-medideira | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Trigo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Triticale | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Utilizar equipamentos com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico ou leque, que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem a ocorrência deriva:
Pressão de trabalho: 30-60 lb/pol2;
Deve ser aplicado através de aeronaves agrícolas com uso aprovado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA.
A aplicação aérea deverá seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas definidos para essa modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações, uso de DGPS (Sistema de Posicionamento Global Diferencial), definição dos parâmetros técnicos operacionais e de segurança relacionados aos equipamentos de aplicação, como a altura do voo, largura da faixa de deposição efetiva, modelo, tipo e ângulo do equipamento utilizado e número de pontas de pulverização, entre outros, e condições climáticas adequadas ao uso do produto, sempre supervisionadas pelo responsável pelas operações aeroagrícolas.
Para aplicação de PLETHORA BR®, deve-se observar os parâmetros que proporcionam uma boa cobertura do alvo desejado e técnicas de redução de deriva, como também o ajuste do ângulo dos bicos em direção ao voo, evitando a quebra secundaria das gotas, conforme abaixo:
Parâmetros operacionais: O sistema de pulverização deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste ou vazamentos. Pontas danificadas prejudicam a uniformidade da aplicação. Atentar-se aos vórtices de ponta de asas. Para isso, adeque a barra de pulverização e a disposição dos bicos para evitar a ocorrência desse problema e ajuste do ângulo dos bicos em direção ao voo.
Altura de voo: A altura do voo depende das características da aeronave, das condições da área alvo, em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao voo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de voo situa-se entre 2 e 4 metros acima da cultura, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.
Pontas de pulverização: Recomenda-se que seja obtida através da combinação correta do tamanho de gotas e vazão por meio dos catálogos e tabelas das fabricantes, de acordo com as características operacionais de cada aplicação.
Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura. O equipamento deverá ser regulado visando assegurar uma distribuição uniforme da calda e uma boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Taxa de aplicação: Recomenda-se que seja utilizado volume de calda para que resulte em uma cobertura adequada do alvo desejado para a obtenção de uma boa eficácia do produto.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis.
Diâmetro de gotas: Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas.
Densidade de gotas: Varia de acordo com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.
As configurações de cada aeronave e aplicação são variáveis de acordo com o modelo, condições meteorológicas, como o comportamento dinâmico do ar em volta da aeronave, que é influenciado pela velocidade do voo, assim para escolha da ponta de pulverização deve-se considerar as características técnicas do equipamento operacional, da aplicação e das recomendações técnicas da bula.
Para esta atividade, consulte sempre o Engenheiro Agrônomo e/ou o técnico agropecuário com curso de executor em aviação agrícola, os quais são os responsáveis pelas informações técnicas operacionais e de segurança referentes à aplicação do produto.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) para realizar a aplicação de PLETHORA BR®.
Antes de toda pulverização, deve-se calibrar e regular o equipamento, verificando a vazão das pontas, assim determinando o volume de aplicação e a quantidade de produto a ser colocada no tanque, como também ajustar os componentes da máquina às características da cultura e produtos a serem utilizados. Em caso de não calibração e regulagem, ou má realização desse processo, pode ocorrer perdas significativas do produto e eficiência.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o processo de preparo da calda.
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como:
Temperatura ambiente inferior a 30ºC;
Umidade relativa do ar superior a 55%;
Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;
Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplique o produto PLETHORA BR®, pois pode haver risco de inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia.
Se a velocidade do vento estiver acima que 10 km/h não aplique o produto PLETHORA BR®, devido ao potencial de deriva pelo movimento do ar.
OBS: O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de aplicação e as condições climáticas. O tamanho das gotas, as características do equipamento de aplicação, o relevo, à altura da barra, a cultura e, especialmente, as condições climáticas (temperatura, umidade relativa do ar e velocidade do vento) são aspectos relevantes que devem ser considerados para reduzir a possibilidade de deriva. O responsável pela aplicação deve considerar todos estes fatores para tomar a decisão de quando aplicar o produto.
A limpeza do pulverizador deve ser realizada logo após o término das aplicações com PLETHORA BR®. Esta etapa é importante para que não haja resíduos remanescentes em aplicações seguintes com outros produtos, ocorrendo contaminação cruzada. Para limpeza e descontaminação dos pulverizadores recomenda-se consultar os fabricantes para realização correta do processo de limpeza do tanque e sistema hidráulico.
Recomenda-se a realização do processo de tríplice lavagem do sistema, buscando na primeira lavagem retirar o máximo de resíduos do sistema, na segunda lavagem deve-se proceder com a remoção e limpeza dos filtros e a terceira lavagem recomenda-se considerar a adição de produtos específicos para limpeza de tanque, após prosseguir com o enxague seguindo a recomendação do fabricante.
CULTURA | DIAS |
Algodão | 93 dias |
Amendoim | 21 dias |
Aveia | 14 dias |
Batata | 7 dias |
Batata Doce | 7 dias |
Beterraba | 7 dias |
Brócolis | 3 dias |
Café | 28 dias |
Cana-de-açúcar | 7 dias |
Canola | 21 dias |
Cenoura | 7 dias |
Centeio | 14 dias |
Cevada | 14 dias |
Coco | 10 dias |
Couve-flor | 3 dias |
Feijão | 21 dias |
Gergelim | 21 dias |
Girassol | 21 dias |
Linhaça | 21 dias |
Maçã | 7 dias |
Mandioca | 7 dias |
Mandioquinha-salsa | 7 dias |
Melancia | 3 dias |
Melão | 3 dias |
Rabanete | 7 dias |
Repolho | 3 dias |
Milheto | 83 dias |
Milho | 83 dias |
Soja | 53 dias |
Sorgo | 83 dias |
Trigo | 14 dias |
Triticale | 14 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE p.c. (g/ha) | DOSE i.a. (L/ha) | N° Máximo de aplicações | Volume de Calda (L/ha) |
ALGODÃO | Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii) | 0,4 | 86 | 05 | Terrestre 100 – 200 |
Tripes (Frankliniella schultzei) | |||||
Tripes-do-prateamento (Caliothrips brasiliensis) | |||||
Curuquerê (Alabama argillacea) | 0,3 – 0,4 | 64,5 - 86 | |||
Lagarta-das-maçãs(2) (Heliothis virescens) | 0,8 – 1,5 | 172 - 322,5 |
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE p.c. (g/ha) | DOSE i.a. (L/ha) | N° Máximo de aplicações | Volume de Calda (L/ha) |
ALGODÃO | ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação quando a infestação de lagartas atingir 4% dos ponteiros observados. Aplicar no programa normal de pulverização. Realizar no máximo 5 aplicações. Não aplicar mais que 7,5 L/ha de REGIO por ciclo da cultura. | ||||
Bicudo (Anthonomus grandis) | 0,8 | 172 | 03 | Terrestre 300 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações com REGIO quando encontrar 5% das estruturas de frutificação danificadas. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 7 dias. | |||||
Lagarta-mede-palmo (Pseudoplusia includens) | 1,5 | 322,5 | 02 | Terrestre 120 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar REGIO via foliar na cultura do algodão para o controle da lagarta falsa medideira quando for encontrada até 1 lagarta de até 1 cm de tamanho por 5 plantas amostradas ao acaso. Não realizar mais que 2 aplicações para este alvo nesta cultura. | |||||
BATATA | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 1,0 | 215 | 03 | Terrestre 1000 |
Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações quando for verificado o início da infestação. Usar a dose maior em condições de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 8 dias. | |||||
Traça-da-batatinha (Phtorimaea operculella) | 0,75 – 1,00 | 161,25 - 215 | 03 | Terrestre 1000 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar logo após constatar a presença da praga na lavoura. Notar que a praga inicialmente prejudica as folhas e, posteriormente quando estas e os ramos começam a secar, ataca os tubérculos. A dose menor deverá ser aplicada em condições de baixa infestação ou menor histórico da praga na região. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 8 dias. | |||||
Couve Brócolis Repolho | Lagarta-da-couve (Ascia monuste orseis) | 1,0 | 215 | 05 | Terrestre 1000 |
Traça-das-crucíferas (Plutella xylostella) | |||||
Pulgão (Brevicoryne brassicae) | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 5 aplicações; não aplicar mais que 5,0 L/ha de REGIO por ciclo da cultura. | |||||
MILHO | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,4 | 86 | 01 | Terrestre 200 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações em pré-plantio da cultura do milho. A aplicação deverá ser realizada quando for verificada a presença de larvas na área antes do plantio da cultura. Realizar no máximo 1 aplicação para esta modalidade de uso. Não aplicar mais que 3,0 L/ha de REGIO por ciclo da cultura. Usar bico leque (110.02 ou 110.03). | |||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE p.c. (g/ha) | DOSE i.a. (L/ha) | N° Máximo de aplicações | Volume de Calda (L/ha) |
MILHO | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,6 | 129 | 04 | Terrestre 300 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 4 aplicações; não aplicar mais que 3,0 L/ha de REGIO por ciclo da cultura. Usar bico leque (110.03 ou 110.04). | |||||
SOJA | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,3 – 0,5 | 64,5 – 107,5 | 02 | Terrestre 100 – 300 Aérea 20 - 40 |
Lagarta-do-linho (Pseudoplusia includens) | 0,5 – 1,0 | 107,5 – 215 | |||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | 1,0 – 2,0 | 215 – 430 | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Efetuar a primeira aplicação quando forem constatados os primeiros focos de insetos. Considerar os níveis de dano econômico estabelecido para a cultura. Realizar no máximo 2 aplicações. | |||||
Lagarta rosca (Agrotis ipsilon) | 1,0 | 215 | 01 | Terrestre 200 Aérea 20 - 40 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações em pré-plantio da cultura da soja. A aplicação deverá ser realizada quando verificada a presença de larvas na área antes do plantio da cultura. Realizar no máximo 1 aplicação para esta modalidade de uso. Usar bico leque (110.02 ou 110.03). | |||||
TOMATE | Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 1,0 | 215 | 04 | Terrestre 1000 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar a aplicação quando os frutos estiverem pequenos, principalmente no local da postura, ou seja, nas sépalas, visto que, essa praga ataca os frutos em sua fase larval se alimentando da polpa. Usar a dose maior em condições de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 7 dias. | |||||
Pulgão-verde (Myzus persicae) | 1,0 | 215 | 04 | Terrestre 1000 | |
Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae) | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar quando for constatado o início da infestação. Usar a dose maior em condições de alta infestação, áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalos de 7 dias. | |||||
Tripes (Frankliniella schultzei) | 1,0 | 215 | 08 | Terrestre 1000 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 8 aplicações. Não aplicar mais que 8,0 L/ha de REGIO por ciclo da cultura. | |||||
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE p.c. (g/ha) | DOSE i.a. (L/ha) | N° Máximo de aplicações | Volume de Calda (L/ha) |
TRIGO | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia adultera) | 0,5 – 1,3 | 107,5 – 279,5 | 03 | Terrestre 100 |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para o controle de lagartas iniciar a aplicação assim que forem observados os primeiros focos de infestação na lavoura, e repetir se necessário. Realizar no máximo 3 aplicações; não aplicar mais que 3,9 L/ha de REGIO por ciclo da cultura. | |||||
Pulgão-verde-dos cereais (Rhopalosiphum graminum) | 0,6 | 129 | 03 | Terrestre 200 | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Para controle do pulgão-verde-dos-cereais aplicar quando observar a presença dos primeiros insetos na planta. Realizar no máximo 3 aplicações; não aplicar mais que 3,9L/ha de REGIO por ciclo da cultura | |||||
p.c.: produto comercial
REGIO aplicado a partir da dose de 0,6 L/ha ou 129 g/ha do ingrediente ativo, apresenta ação ovicida contra ovos de lagarta-das-maçãs (Heliothios virescens).
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Macrosiphum euphorbiae | Pulgão-das-solanáceas, Pulgão-verde-escuro | Ver detalhes |
| Brócolis | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Couve | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Repolho | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Soja | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
Aplicação Terrestre:
Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque ou cônico, visando a produção de gotas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta, conforme recomendação do fabricante e recomendações da cultura. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Aplicação Aérea:
A aplicação deve ser realizada somente por prestador de serviço especializado em aviação agrícola, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo, atendendo as determinações que regulamentam a atividade. As mesmas recomendações gerais para aplicação “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Estes fatores devem ser avaliados e considerados quando da decisão de aplicação. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Condições Climáticas:
Temperatura máxima: 28°C; umidade relativa (mínimo): 55%; velocidade do vento (máximo): 10 km/h (3 m/s).
Encher metade do tanque do pulverizador com água e adicionar REGIO, mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.
Para controle adequado dos insetos, é essencial observar a época de aplicação e assegurar boa cobertura das plantas. Os melhores resultados serão obtidos quando o programa de pulverização for feito no início de vida dos insetos. No geral, aplicar as doses menores, quando o intervalo de aplicação for curto ou houver baixa infestação da praga, e as doses maiores quando as aplicações forem mais espaçadas ou houver alta infestação.
CULTURA | INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS) |
Algodão | 14 |
Batata | 09 |
Brócolis | 03 |
Couve | 03 |
Milho | 14 (foliar) |
Milho | (1) (pré-plantio) |
Repolho | 03 |
Soja | 14 (foliar) |
Soja | (1) (pré-plantio) |
Tomate | 03 |
Trigo | 14 |
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto Comercial | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO |
Algodão | Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii) | 0,4L/ha | Terrestre: 100 – 200 L/ha | Iniciar a aplicação quando a infestação de lagartas atingir 4% dos ponteiros observados. Aplicar no programa normal de pulverização, porém obedecendo intervalos superiores a 10 dias entre as aplicações. Realizar no máximo 5 aplicações. Não aplicar mais que 7,5 L/ha de UPMYL por ciclo de cultura. |
Tripes (Frankliniella schultzei) | ||||
Tripes-do-prateamento (Caliothrips brasiliensis) | ||||
Curuquerê (Alabama argillacea) | 0,3 – 0,4L/ha | |||
Lagarta-das-maçãs (*) (Heliothis virescens) | 0,6 – 1,5L/ha | |||
Batata | Pulgão-verde (Myzus persicae) | 100 mL/100 L água | Terrestre: 1000 L/ha | Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 3 aplicações. Não aplicar mais que 3,0 L/ha de UPMYL por ciclo de cultura. |
Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | ||||
Brócolis | Lagarta-da-couve (Ascia monuste orseis) | 100 mL/100 L água | Terrestre: 1000 L/ha | Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 5 aplicações. Não aplicar mais que 5,0 L/ha de UPMYL por ciclo de cultura. |
Traça-das-crucíferas (Plutella xylostella) | ||||
Pulgão (Brevicoryne brassicae) | ||||
Couve | Lagarta-da-couve (Ascia monuste orseis) | 100 mL/100 L água | Terrestre: 1000 L/ha | Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 5 aplicações. Não aplicar mais que 5,0 L/ha de UPMYL por ciclo de cultura. |
Traça-das-crucíferas (Plutella xylostella) | ||||
Pulgão (Brevicoryne brassicae) |
Milho | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,6 L/ha | Terrestre: 100 – 200 L/ha | Pós-plantio: Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 4 aplicações. Para aplicações em pré-plantio na cultura de milho, iniciar a aplicação quando for verificada a presença de larvas na área antes do plantio da cultura. Realizar no máximo 1 aplicação para esta modalidade de uso. Não aplicar mais que 3,0 L/ha de UPMYL por ciclo de cultura. Utilizar bico leque (110,03 ou 110,04) |
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 0,4L/ha | |||
Repolho | Lagarta-da-couve (Ascia monuste orseis) | 100 mL/100 L água | Terrestre: 1000 L/ha | Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar no máximo 5 aplicações. Não aplicar mais que 5,0 L/ha de UPMYL por ciclo de cultura. |
Traça-das-crucíferas (Plutella xylostella) | ||||
Pulgão (Brevicoryne brassicae) | ||||
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,3 – 0,5L/ha | Terrestre: 100 – 200 L/ha | Efetuar a primeira aplicação quando forem constatados os primeiros focos de insetos. Considerar os níveis de dano econômico estabelecido para a cultura: Realizar no máximo 3 aplicações. Não aplicar mais que 6,0 L/ha de UPMYL por ciclo de cultura. |
Lagarta-falsa-medideira (Pseudoplusia includens) | 0,5 – 1,0L/ha | |||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | ||||
Broca-das-axilas (Epinotia aporema) | 1,0 – 2,0L/ha | |||
Tomate | Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 100 mL/100 L água | Terrestre: 1000 L/ha | Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação. Realizar, no máximo 8 aplicações. Não aplicar mais que 8,0 L/ha de UPMYL por ciclo de cultura. |
Tripes (Frankliniella schultzei) | ||||
Pulgão-verde (Myzus persicae) |
Antes da floração: quando forem verificadas 40 lagartas por metro linear ou se verificar 30 % de desfolha.
Após floração: quando forem verificadas 40 lagartas por metro linear ou 15% de desfolha.
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia adultera) | Terrestre: 100 – 300 L/ha | Iniciar a aplicação assim que forem observados os primeiros focos de infestação na lavoura, e repetir se | ||
0,5 – 1,3L/ha | necessário. | |||
Lagarta-militar | ||||
Realizar no máximo 3 aplicações. | ||||
(Spodoptera frugiperda) | ||||
Trigo | Não aplicar mais que 3,9 L/ha de UPMYL por ciclo de cultura. | |||
Pulgão-verde-dos- cereais (Rhopalosiphum graminum) | 0,6L/ha | Aplicar quando observar a presença dos primeiros insetos na planta. Realizar no máximo 3 aplicações. Não aplicar mais que 3,9 L/ha de UPMYL por ciclo da cultura. |
(*) UPMYL aplicado a partir da dose de 0,6L/ha do produto comercial, apresenta ação ovicida contra ovos de lagarta das maçãs (Heliothis virescens).
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Batata | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Brócolis | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Couve | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Repolho | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples, defletor ou com pré-orifício, visando à produção de gotas médias para boa cobertura do alvo. A aplicação também pode ser feita com o uso de pistola em alguns casos. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Recomenda-se um volume de aplicação entre 20 e 50 L/ha. A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.
Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até metade de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Após despejar todo o conteúdo do produto no preparo da calda, deve-se fazer a adição de água dentro de cada embalagem para garantir que todo produto seja usado na pulverização e facilite a etapa seguinte de tríplice lavagem. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por litro de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda
parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.
Condições Meteorológicas:
Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo:
Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada;
Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Algodão: 14 dias
Batata: 9 dias
Brócolis: 3 dias
Couve: 3 dias
Milho: 14 dias
Repolho: 3 dias
Soja: 14 dias
Tomate: 3 dias
Trigo: 14 dias
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | PRAGAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DO PRODUTO COMERCIAL* | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO/ CICLO DE CULTURA |
Algodão | Pulgão-do-algodoeiro Aphis gossypii | 0,4 L/ha | Aplicação terrestre 100-200 L/ha Aplicação aérea 20-50 L/ha | 05 |
Tripes Frankliniella schultzei | ||||
Tripes-do-prateamento Caliothrips brasiliensis | ||||
Curuquerê Alabama argillacea | 0,3-0,4 L/ha | |||
(*) Lagarta-das-maçãs Heliothis virescens | 0,8-1,5 L/ha | |||
Lagarta-mede-palmo Pseudoplusia includens | 1,5 L/ha | Aplicação terrestre 120 L/ha Aplicação aérea 20-50 L/ha | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar a aplicação quando a infestação de lagartas atingir 4% dos ponteiros observados. Aplicar no programa normal de pulverização. Lagarta-mede-palmo: o inseticida ZILLA deve ser aplicado via foliar na cultura do algodão para o controle deste alvo biológico quando for encontrado até 1 lagarta de até 1 cm de tamanho por 5 plantas amostradas ao acaso. Realizar as aplicações sempre que atingir o nível de dano econômico ou com intervalos de 07 dias. (*) ZILLA aplicado a partir da dose de 0,6 L/ha, apresenta ação ovicida contra ovos de lagarta das maçãs (Heliothis virescens). | ||||
Batata | Pulgão-verde Myzus persicae | 1 L/ha | Aplicação terrestre 1000 L/ha | 03 |
Traça-da-batatinha Phthorimaea operculella | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar com intervalos de 07 dias quando houver reinfestação. | ||||
Couve, brócolis e repolho | Lagarta-da-couve Ascia monuste orseis | 100 mL/ 100 L água | Aplicação terrestre 1000 L/ha | 05 |
Traça-das-crucíferas Plutella xylostella | ||||
Pulgão Brevicoryne brassicae | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar com intervalos de 07 dias quando houver reinfestação. | ||||
Milho | Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda | 0,4 L/ha | Aplicação terrestre 200 L/ha Aplicação aérea 20-50 L/ha | 04 |
0,6 L/ha | Aplicação terrestre 300 L/ha Aplicação aérea 20-50 L/ha | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Para a dose de 0,4 L/há (pré-plantio): iniciar as aplicações em pré-plantio da cultura do milho. A aplicação deverá ser realizada quando for verificada a presença de lagarta na área antes do plantio da cultura. Para a dose de 0,6 L/há (pós-plantio): iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar com intervalos de 14 dias quando houver reinfestação. | ||||
Soja | Lagarta-da-soja Anticarsia gemmatalis | 0,3-0,5 L/ha | Aplicação terrestre 100-300 L/ha Aplicação aérea 20-50 L/ha | 02 |
Lagarta-falsa-medideira Pseudoplusia includens | 0,5-1,0 L/ha | |||
Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | ||||
Broca-das-axilas Epinotia aporema | 1,0-2,0 L/ha | |||
Lagarta rosca Agrotis ipsilon | 1,0 L/ha | Aplicação terrestre 200 L/ha Aplicação aérea 20-50 L/ha | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Efetuar a primeira aplicação quando forem constatados os primeiros focos de insetos. Reaplicar considerando os níveis de dano econômico estabelecido para a cultura ou com intervalos de 14 dias. Lagarta-rosca: iniciar as aplicações em pré-plantio da cultura da soja. A aplicação deverá ser realizada quando for verificada a presença de larvas na área antes do plantio da cultura. | ||||
Tomate | Broca-pequena-do-fruto Neoleucinodes elegantalis | 1 L/ha | Aplicação terrestre 1000 L/ha | 08 |
Tripes Frankliniella schultzei | ||||
Pulgão-verde Myzus persicae | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos. Reaplicar quando houver reinfestação, com intervalos de 07 dias. | ||||
Trigo | Lagarta-do-trigo Pseudaletia adultera | 0,5-1,3 L/ha | Aplicação terrestre 100 L/ha | 03 |
Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | ||||
Pulgão-verde-dos cereais Rhopalosiphum graminum | 0,6 L/ha | Aplicação terrestre 200 L/ha | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações assim que forem observados os primeiros focos de infestação na lavoura, e repetir com intervalo de 07 dias se necessário. | ||||
* Adicionar um espalhante adesivo ou surfactante na dose recomendada pelo fabricante, para aplicação nas culturas.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Caliothrips brasiliensis | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-prateamento | Ver detalhes |
| Batata | Myzus persicae | Pulgão-verde, Pulgão-verde-claro | Ver detalhes |
| Brócolis | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Couve | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Repolho | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
| Trigo | Rhapalosiphum graminum | Pulgão | Ver detalhes |
Utilizar pulverizadores costais, tratorizados ou autopropelidos, equipados com barra e bicos hidráulicos, obedecendo os seguintes parâmetros:
Diâmetro de gotas de tamanho médio (DMV) 200 a 400 μm.
Cobertura foliar 20 a 30 gotas/cm2.
Tipo de bicos recomendados: Bicos de jato plano – Teejet XR; Teejet DG; Twinjet; Turbo Teejet TT ou similares de diferentes fabricantes.
Espaçamento entre os bicos 50 cm.
Pressão do líquido no bico 40 a 80 psi.
Utilizar aviões ou helicópteros, utilizando os seguintes parâmetros:
Largura da faixa de aplicação 20 m.
Diâmetro mediano de gotas (DMV) 200 a 400 μm.
Cobertura foliar 20 a 30 gotas/cm2.
Equipamento de pulverização: barra com bicos cônicos vazio da série D com difusor 5 ou atomizadores rotativos “Micronair” com ângulo das pás ajustados em 65º.
Pressão mínima de 15 psi e máxima de 40 psi.
Altura de vôo deverá ser ajustada de acordo com a velocidade do vento no momento da aplicação -
2 a 4 m.
No momento da aplicação obedecer às seguintes condições meteorológicas:
Umidade Relativa do ar mínima de 55%
Temperatura atmosférica máxima de 30°C
Velocidade do vento (cruzado) mínimo de 3 e máximo de 15 km/h.
Evitar momentos com inversão térmica, fortes turbulências ou com formação de correntes convectivas.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto, deverá ser constantemente monitorada com termo-higrômetro.
Deve-se preparar a quantidade de calda suficiente para a aplicação. No preparo da calda, coloque a dose indicada de ZILLA no pulverizador com água até ¾ de sua capacidade e em seguida complete o volume agitando constantemente, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. A agitação deve ser constante durante a preparação da calda e aplicação do produto.
Devem ser respeitadas condições de temperatura inferior a 30ºC e umidade relativa superior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação. Não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS.
Aplicação aérea: as aplicações aéreas devem ser feitas apenas nas culturas de algodão, milho e soja.
Antes da aplicação de ZILLA, o equipamento de pulverização deve estar limpo, procedendo então a calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto.
Aplicar através de aeronaves agrícolas equipadas com barra e dotadas de bicos de jatos cônicos cheio da série D ou CP que produzam gotas de 200 a 400 micra, altura de voo 2 a 4 m sobre a cultura, densidade de gotas de 20 a 30 gotas/cm², volume de aplicação: 20 a 50 litros de calda/ha.
Não sobrepor as faixas de aplicação.
No tanque de pré-mistura preparar uma calda homogênea utilizando a dose de ZILLA recomendada. Fazer a transferência desta pré-mistura para o tanque da aeronave completando o volume com água.
Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Devem ser respeitadas condições de velocidade do vento de 3 a 15 km/hora,
temperatura inferior que 30ºC e umidade relativa superior a 55 %, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Não realizar aplicação em condições de inversão térmica e de correntes ascendentes. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Inicie a aplicação somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento.
Com o equipamento de aplicação vazio, enxague completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
As condições climáticas, o estádio de desenvolvimento da cultura, etc., nas proximidades de organismos não-alvo e culturas para os quais o produto não esteja registrado, devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas, desde que esse diâmetro permita uma boa cobertura.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS.
Siga as instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica presentes na bula.
Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Considere o uso de bicos de baixa deriva. Siga sempre as boas práticas para aplicação e a recomendação do fabricante.
Regule a altura da barra para a menor altura possível para obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento terrestre, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
O potencial de deriva varia em função do vento. Muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determina o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS. No caso de aplicação aérea, não aplicar em condições SEM VENTO. Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte.
Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Para controle adequado dos insetos, é essencial observar a época de aplicação e assegurar boa cobertura das plantas. Os melhores resultados serão obtidos quando o programa de pulverização for feito no início dos primeiros estádios de desenvolvimento dos insetos.
No geral, aplicar as doses menores, quando o intervalo de aplicação for curto ou houver baixa infestação da praga ou no início do desenvolvimento da cultura, e as doses maiores quando as aplicações forem mais espaçadas ou houver alta infestação.
Culturas | Intervalo de Segurança |
Algodão, milho, soja e trigo | 14 dias |
Batata | 9 dias |
Brócolis, couve, repolho e tomate | 3 dias |
Não entrar nas áreas tratadas por um período de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.
Trata-se de um inseticida que atua como regulador de crescimento de insetos, pois é um inibidor da síntese de quitina. Deve ser utilizado em pulverização nas culturas de algodão, amendoim, aveia, batata, brócolis, cana-de-açúcar, centeio, cevada, citros, couve, couve-de-bruxelas, couve-chinesa, couve-flor, ervilha, feijão, grão-de-bico, lentilha, milheto, milho, repolho, soja, sorgo, tomate, trigo e triticale.
Culturas | Alvos controlados | Doses | Número e época de aplicação e intervalo de aplicação |
Algodão | Curuquerê (Alabama argillacea) | 0,15 a 0,25 L/ha (15 a 25 g i.a./ha) | Aplicar no inicio do aparecimento da praga, em lagartas de até 3º instar. Repetir a cada 10 a 14 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. |
Lagarta-das-folhas (Spodoptera eridania) | 0,15 a 0,20 L/ha (15 a 20 g i.a./ha) | ||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 0,15 a 0,20 L/ha (15 a 20 g i.a./ha) | ||
Batata | Traça-da-batata (Phthorimoea opercullela) | 0,30 L/ha (30 g i.a./ha) | Aplicar no inicio do aparecimento da praga. Repetir após 7 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. |
Cana-de- açúcar | Broca da cana (Diatraea saccharalis) | 0,20 a 0,30 L/ha (20 a 30 g i.a./ha) | Aplicar quando o nível de infestação atingir de 1 a 3% de colmos com presença de lagartas de até 3° instar (ou menores que 1 cm). Reaplicar após 20 a 40 dias, caso haja reinfestação. Utilizar o produto em no máximo 2 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura. |
Citros | Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 15 ml/100 L d’água (1,5 g i.a./100 L d’água) | Aplicar no inicio do aparecimento da praga. Repetir após 21 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. |
Feijão | Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 0,2 a 0,35 L/ha (20 a 35 g i.a./ha) | Aplicar com presença de lagartas de até 2° instar (ou menores que 1 cm). Repetir após 10 a 14 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. |
Tripes (Thrips Palmi) | 0,3 a 0,5 L/ha (30 a 50 g i.a./ha) | Aplicar no inicio do aparecimento da praga. Repetir após 10 a 14 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 2 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura. | |
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 0,125 L/ha (12,5 g de i.a./ha) | Aplicar no inicio do aparecimento da praga, em lagartas de até 3º instar. Repetir a cada 10 a 14 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. |
Lagarta-falsa- medideira (Pseudoplusia includens) | 0,375 L/ha 37,5 g de i.a./ha |
Lagarta-falsa- medideira (Rachiplusia nu) | 0,375 L/ha 37,5 g de i.a./ha | ||
Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 0,375 L/ha 37,5 g de i.a./ha | ||
Lagarta-das-folhas (Spodoptera eridania) | 0,15 a 0,20 L/ha (15 a 20 g i.a./ha) | ||
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 0,15 a 0,20 L/ha (15 a 20 g i.a./ha) | ||
Tomate | Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 50 mL/100 L de água (5 g de i.a. /100 L de água | Aplicar no inicio do aparecimento da praga, em lagartas de até 3º instar. Repetir a cada 10 a 14 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 4 (quatro) aplicações durante o ciclo da cultura. |
Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 0,5 a 1,0 L p.c./ha (50 a 100 g i.a./ha) | Aplicar no inicio do aparecimento da praga, em insetos de até 3º instar. Repetir a cada 7 a 10 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 4 (quatro) aplicações durante o ciclo da cultura. | |
Tripes (Frankliniella schultzei) | 0,5 L p.c./ha (50 g i.a./ha) | ||
Aveia, Centeio, Cevada, Trigo e Triticale | Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax) | 75 mL/ha (7,5 g i.a./ha) | Aplicar no inicio do aparecimento da praga. Repetir após 10 a 14 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. |
Amendoim, Ervilha, Grão-de-bico e Lentilha | Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 0,2 a 0,35 L/ha (20 a 35 g i.a./ha) | Aplicar com presença de lagartas de até 2° instar (ou menores que 1 cm). Repetir após 10 a 14 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 4 (quatro) aplicações durante o ciclo da cultura. |
Brócolis, Couve, Couve- chinesa, Couve-flor, Couve-de- bruxelas e Repolho | Curuquerê (Ascia monutes orseis) | 25 mL/100 L de água (2,5 g de i.a./100 L de água) | Aplicar no inicio do aparecimento da praga, na fase de raspagem das folhas. Repetir após 7 a 10 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. |
Milho, Milheto e Sorgo | Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | 0,15 L/ha (15 g i.a./ha) | Aplicar no inicio do aparecimento da praga, em lagartas de até 3º instar. Repetir a cada 10 a 14 dias, se necessário. Utilizar o produto em no máximo 3 (três) aplicações durante o ciclo da cultura. |
i.a. = ingrediente ativo.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Amendoim | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Aveia | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Brócolis | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Centeio | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Cevada | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Couve | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Ascia monuste orseis | Curuquerê da couve | Ver detalhes |
| Couve-de-bruxelas | Ascia monuste orseis | Curuquerê da couve | Ver detalhes |
| Ervilha | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Feijão | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Helicoverpa armigera | Lagarta-das-vagens | Ver detalhes |
| Lentilha | Helicoverpa armigera | Lagarta Helicoverpa | Ver detalhes |
| Milheto | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Repolho | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Soja | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Frankliniella schultzei | Tripes | Ver detalhes |
| Trigo | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
| Triticale | Pseudaletia sequax | Lagarta-do-trigo | Ver detalhes |
Algodão - Aplicação terrestre: utilizar pulverizador tratorizado de barras ou costal manual provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 250 litros por hectare.
Pulverização Aérea: altura sugerida de voo: 3 metros acima do alvo. Não aplicar este produto em uma distância menor que 1 metro da divisa com áreas de vegetação natural. Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que produzam gotas médias a grossas. Usar volume de calda de 20 a 50 litros por hectare.
Aplicação terrestre: utilizar pulverizador tratorizado de barras ou costal manual provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 200 litros por hectare.
Pulverização Aérea: altura sugerida de voo: 3 metros acima do alvo. Não aplicar este produto em uma distância menor que 1 metro da divisa com áreas de vegetação natural. Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que produzam gotas médias a grossas. Usar volume de calda de 20 a 50 litros por hectare.
Batata - Aplicação terrestre: utilizar pulverizador tratorizado de barras ou costal manual provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 400 litros por hectare.
Pulverização Aérea: altura sugerida de voo: 3 metros acima do alvo. Não aplicar este produto em uma distância menor que 1 metro da divisa com áreas de vegetação natural. Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que produzam gotas médias a grossas. Usar volume de calda de 20 a 50 litros por hectare.
Aplicação terrestre: utilizar pulverizador tratorizado de barras ou costal manual provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 800 litros por hectare.
Aplicação terrestre: utilizar pulverizador tratorizado de barras ou costal manual provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Realizar as aplicações em área total, com um volume de calda de 100 a 200 litros por hectare.
Pulverização Aérea: altura sugerida de voo: 3 metros acima do alvo. Não aplicar este produto em uma distância menor que 1 metro da divisa com áreas de vegetação natural. Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que produzam gotas médias a grossas. Usar volume de calda de 40 litros por hectare.
Citros - Aplicação terrestre: utilizar pulverizador tratorizado de barras ou costal manual provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias.
Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 2000 litros por hectare.
Pulverização Aérea: altura sugerida de voo: 3 metros acima do alvo. Não aplicar este produto em uma distância menor que 1 metro da divisa com áreas de vegetação natural. Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que produzam gotas médias a grossas. Usar volume de calda de 20 a 50 litros por hectare.
Aplicação terrestre: utilizar pulverizador tratorizado de barras ou costal manual provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 200 litros por hectare.
Pulverização Aérea: altura sugerida de voo: 3 metros acima do alvo. Não aplicar este produto em uma distância menor que 1 metro da divisa com áreas de vegetação natural. Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que produzam gotas médias a grossas. Usar volume de calda de 40 litros por hectare.
Aplicação terrestre: utilizar pulverizador tratorizado de barras ou costal manual provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos de pulverização de jato leque ou aplicação aérea. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 150 litros por hectare.
Pulverização Aérea: altura sugerida de voo: 3 metros acima do alvo. Não aplicar este produto em uma distância menor que 1 metro da divisa com áreas de vegetação natural. Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que produzam gotas médias a grossas. Usar volume de calda de 40 litros por hectare.
Soja - Aplicação terrestre: utilizar pulverizador tratorizado de barras ou costal manual provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 200 litros por hectare.
Pulverização Aérea: altura sugerida de voo: 3 metros acima do alvo. Não aplicar este produto em uma distância menor que 1 metro da divisa com áreas de vegetação natural. Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que produzam gotas médias a grossas. Usar volume de calda de 20 a 50 litros por hectare.
Tomate - Aplicação terrestre: utilizar pulverizador tratorizado de barras ou costal manual provido de pontas de jato leque ou cônico, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados, de acordo com instruções do fabricante. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 800 a 1000 litros por hectare.
Pulverização Aérea: altura sugerida de voo: 3 metros acima do alvo. Não aplicar este produto em uma distância menor que 1 metro da divisa com áreas de vegetação natural. Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que produzam gotas médias a grossas. Usar volume de calda de 20 a 50 litros por hectare.
* O sistema de agitação, do produto no tanque de pulverização, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Seguir estas condições de aplicação, caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo.
Culturas | Modalidade de emprego (aplicação) | LMR (mg/kg) | Intervalo de Segurança |
Algodão | Foliar | 0,05 | 14 dias |
Batata | Foliar | 0,01 | 7 dias |
Citros | Foliar | 0,1 | 28 dias |
Milho | Foliar | 0,01 | 14 dias |
Soja | Foliar | 0,05 | 14 dias |
Tomate | Foliar | 0,5 | 3 dias |
Aveia, Centeio, Cevada, Trigo e Triticale | Foliar | 0,02 | 14 dias |
Amendoim, Ervilha, Feijão, Grão-de- bico e Lentilha | Foliar | 0,01 | 7 dias |
Brócolis, Couve, Couve-chinesa, Couve- flor, Couve-de-bruxelas e Repolho | Foliar | 1,0 | 7 dias |
Cana-de-açúcar | Foliar | 0,05 | 60 dias |
Milho, Milheto e Sorgo | Foliar | 0,01 | 14 dias |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.
CARTARYS é um Inseticida e fungicida de contato e ingestão, do grupo químico Bis(tiocarbamato) recomendado para o controle de pragas e doenças conforme especificado abaixo:
CULTURA | PRAGAS Nome comum (Nome científico) | DOSE Produto Comercial | VOLUME DE CALDA | NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES |
Abóbora Abobrinha | Broca-das-cucurbitáceas, Broca-da-aboboreira (Diaphania nitidalis) | 150 g/100 L de água | Terrestre: 1000 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento da praga, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. |
Algodão | Curuquerê; Curuquerê-do-algodoeiro (Alabama argillacea) | 1,0 – 1,5 kg/ha | Terrestre: 100 – 200 L/ha Aéreo: 20 – 50 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. |
Broca-do-algodoeiro; Broca-da-raiz (Eutinobothrus brasiliensis) | ||||
Lagarta-mede-palmo; Falsa-medideira-da-couve (Trichoplusia ni) | ||||
Bicudo; Bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis) | 0,5 – 1,0 kg/ha | Iniciar as aplicações assim que observar o aparecimento dos primeiros insetos adultos ou botões danificados na lavoura e reaplicar com intervalo de 7 dias, sempre que atingir de 2 a 5% de ataque nos botões florais. Utilizar a maior dose em períodos de infestação mais alta e rotacionar as pulverizações com outros produtos com modo de ação diferente. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. | ||
Batata | Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon) | 250 g/100L de água | Terrestre: 400 – 600 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias para Lagarta- rosca e Larva-minadora, e de 10 dias para Traça-da-batatinha, dependendo do grau de infestação e condições da cultura. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. |
Larva-minadora; Mosca-minadora (Lyriomyza spp.) | ||||
Traça-da-batatinha; Traça-da-batata; Cegadeira (Phthorimaea operculella) | ||||
Brócolis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve (Ascia monuste orseis) | 120 g/100 L de água | Terrestre: 1000 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento da praga, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura |
monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. | ||||
Café | Bicho-mineiro-do-café; Larva-minadora (Leucoptera coffeella) | 0,8 – 1,0 kg/ha (Adicionar espalhante adesivo) | Terrestre: 200 – 400 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento da praga, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. |
Chuchu | Broca-das-cucurbitáceas, Broca-da-aboboreira (Diaphania nitidalis) | 150 g/100 L de água | Terrestre: 1000 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento da praga, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. |
Couve Couve- chinesa Couve-flor | Curuquerê-da-couve; Lagarta-da-couve (Ascia monuste orseis) | 120 g/100L de água | Terrestre: 1000 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento da praga, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. |
Crisântemo | Larva-minadora; Mosca-minadora (Lyriomyza spp) | 120 g/100L de água | Terrestre: 1000 – 1500 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento da praga, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. |
Ervilha | Larva-minadora; Mosca-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 175 g/100L de água | Terrestre: 300 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento da praga, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. No controle destas pragas, recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos para que seja evitado o aparecimento de resistência destes aos ingredientes ativos utilizados. |
Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. | ||||
Feijão | Larva-minadora; Mosca-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 175 g/100L de água | Terrestre: 300 L/ha Aéreo: 10 – 20 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. |
Ferrugem (Uromyces appendiculatus) | 1,5 kg/ha | Terrestre: 100 – 300 L/ha Aéreo: 20 – 50 L/ha | ||
Feijão-caupi Feijão-fava Feijão- guandu Feijão- mungo Feijão- vagem Grão-de- bico Lentilha | Larva-minadora; Mosca-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 175 g/100L de água | Terrestre: 300 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. No controle destas pragas, recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos para que seja evitado o aparecimento de resistência destes aos ingredientes ativos utilizados. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. |
Ferrugem (Uromyces appendiculatus) | 1,5 kg/ha | Terrestre: 100 – 300 L/ha | ||
Maracujá | Lagarta-do-maracujeiro; Lagarta-das-folhas (Dione juno juno) | 120 g/100L de água | Terrestre: 1000 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento da praga, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. |
Melancia | Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii) | 1,0 – 1,5 kg/ha | Terrestre: 300 – 600 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. |
Larva-minadora Mosca-minadora (Lyriomyza sativae) | ||||
Melão | Broca-das-cucurbitáceas; Broca-da-aboboreira (Diaphania nitidalis) | 200 – 250 g/100L de água | Terrestre: 500 – 1000 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento da praga, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. |
Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. | ||||
Pepino | Broca-das-cucurbitáceas; Broca-da-aboboreira (Diaphania nitidalis) | 150 g/100L de água | Terrestre: 1000 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. |
Larva-minadora; Mosca-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 200 – 250 g/100L de água | Terrestre: 800 L/ha | ||
Tripes-do-fumo; Tripes (Thrips tabaci) | 250 g/100L de água | Terrestre: 600 L/ha | ||
Plantas ornamentais | Larva-minadora, Mosca-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | 120 g/100 L de água | Terrestre: 1000 – 1500 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento da praga, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. |
Repolho | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve (Ascia monuste orseis) | 120 g/100 L de água | Terrestre: 1000 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. |
Soja | Mosca-branca (Bemisia tabaci) | 1,0 – 1,5 kg/ha | Terrestre: 100 – 200 L/ha Aéreo: 20 – 50 L/ha | No controle desta praga, recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos para que seja evitado o aparecimento de resistência destes aos ingredientes ativos utilizados. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. |
Lagarta-falsa-medideira, Lagarta-do-linho (Chrysodeixis includens (Ex - Pseudoplusia includens)) | Iniciar as aplicações no começo da ocorrência da praga quando esta atingir o nível de dano. Reaplicar se necessário em intervalos de 7 dias rotacionando com produtos com modo de ação diferentes. Utilizar a maior dose deverá ser utilizada quando a praga estiver presente em alta infestação e em estágios larvais mais avançados, maiores que 1 cm. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. | |||
Tomate | Broca-pequena-do-fruto; Broca-pequena-do- tomateiro; (Neoleucinodes elegantalis) | 250 g/100 L de água | Terrestre: 400 – 600 L/ha | Aplicar aos primeiros indícios do aparecimento das pragas, pulverizando a cultura até o ponto de escorrimento. Manter a lavoura monitorada e reaplicar com |
Larva-minadora; Mosca-minadora (Lyriomyza huidobrensis) | intervalo de 7 dias dependendo do grau de infestação e condições da cultura. No controle destas pragas, recomenda-se fazer rotação com produtos que possuam diferentes mecanismos de ação sobre os insetos para que seja evitado o aparecimento de resistência destes aos ingredientes ativos utilizados. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. | |||
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) |
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abóbora | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Abobrinha | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Algodão | Anthonomus grandis | Bicudo | Ver detalhes |
| Batata | Lyriomyza spp. | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Brócolis | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Café | Leucoptera coffeella | Bicho-mineiro-do-café, Larva-minadora | Ver detalhes |
| Chuchu | Diaphania nitidalis | Broca-das-curcubitáceas | Ver detalhes |
| Couve | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Ascia monuste orseis | Curuquerê da couve | Ver detalhes |
| Couve-flor | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Crisântemo | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Ervilha | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Feijão | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Girassol | Chlosyine lacinia saundersii | Lagarta-do-girassol, Lagarta-preta-das-folhas | Ver detalhes |
| Maracujá | Aphis gossypii | pulgão-do-algodão | Ver detalhes |
| Melancia | Lyriomyza sativae | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Melão | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Pepino | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Plantas Ornamentais | Liriomyza huidobrensis | Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Repolho | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Soja | Bemisia tabaci raça B | Mosca-branca | Ver detalhes |
| Tomate | Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | Ver detalhes |
Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples, defletor ou com pré-orifício, visando à produção de gotas médias para boa cobertura do alvo. A aplicação também pode ser feita com o uso de pistola em alguns casos. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Arbóreas:
Deve-se utilizar pulverizador montado ou de arrasto com assistência de ar, ou por meio de pistola acoplada. Utilizar pontas que produzam jato cônico vazio, ou demais tecnologias de bicos que possibilitem a produção de gotas finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas e pode gerar deriva. Ajustes no volume de ar produzido pela turbina podem ser necessários, dependendo do pulverizador, bem como no direcionamento do ar restrito ao formato da planta para que as gotas se depositem adequadamente no alvo, evitando problemas com deriva. A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Aérea:
Recomenda-se um volume de aplicação entre 20 e 50 L/ha. A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto no tanque ou no pré-misturador. Deve-se fazer a adição do produto em água de forma cuidadosa, de modo que, a cada dois segundos, 1 kg do produto, no máximo, seja despejado no tanque, evitando que todo o conteúdo da embalagem seja adicionado de forma muito rápida e inadequada. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré- diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto a
ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.
Condições Meteorológicas:
Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo:
Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada;
Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Pulverizadores de arbóreas (turbo atomizadores):
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator, adicionar produto limpante, manter por 5 minutos a agitação, e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Remova e limpe todas as pontas do pulverizador e suas peneiras, caso sejam utilizadas;
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos ramais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada;
Abóbora: 3 dias
Abobrinha: 3 dias
Algodão: 14 dias
Batata: 14 dias
Brócolis: 14 dias
Café: 14 dias
Chuchu: 3 dias
Couve: 14 dias
Couve-chinesa: 14 dias
Couve-flor: 14 dias Crisântemo: UNA Ervilha: 14 dias
Feijão: 14 dias
Feijão-caupi: 14 dias
Feijão-fava: 14 dias
Feijão-guandu: 14 dias
Feijão-mungo: 14 dias
Feijão-vagem: 14 dias
Grão-de-bico: 14 dias
Lentilha: 14 dias
Maracujá: 14 dias
Melancia: 3 dias
Melão: 3 dias
Pepino: 3 dias
Plantas ornamentais: UNA Repolho: 14 dias
Soja: 14 dias
Tomate: 14 dias
UNA = Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
CORAZA é um inseticida de contato e ingestão do grupo Piretróide. É necessário realizar o monitoramento antes de iniciar as aplicações. CORAZA é indicado para o controle de pragas mencionadas nas culturas abaixo:
CULTURAS | PRAGAS CONTROLADAS NOME COMUM NOME CIENTÍFICO | DOSE DO PRODUTO COMERCIAL | VOLUME DE CALDA | NÚMERO MÁXIMO DE APLICAÇÃO/ CICLO DE CULTURA |
Abóbora/ Abobrinha | Pulgão-das- inflorescências Aphis gossypii | 30 mL/100 L de água | Aplicação terrestre 400-1000 L/ha | 3 |
Broca-das-cucurbitáceas Diaphania nitidalis | ||||
Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO O monitoramento para observação da presença das pragas através da amostragem assegura a determinação do momento ideal para o início das pulverizações. Aplicar quando encontrar os primeiros sinais das pragas nas plantas monitoradas de modo que a aplicação possa atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos. Reaplicar quando atingir o nível novamente, com intervalo de 7 dias. Preferencialmente aplicar no final da tarde ou início da noite. | ||||
Ameixa | Moscas-das-frutas Ceratitis capitata Anastrepha spp | 40 mL/100 L de água | Aplicação terrestre 3 L/planta | 3 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Deve-se realizar o monitoramento das moscas-das-frutas através de armadilhas instaladas no pomar. Iniciar as aplicações quando for encontrada 0,5 moscas por armadilha por dia no início da formação dos frutos. Reaplicar sempre que atingir o nível de controle novamente, com intervalo de 15 dias. | ||||
Amendoim | Lagarta-do-pescoço- vermelho Stegasta bosquella | 200 mL/ha | Aplicação terrestre 200-300 L/ha Aplicação aérea 30-40 L/ha | 3 |
Tripes-do-bronzeamento Enneothrips flavens | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Lagarta-do-pescoço-vermelho: aplicar no início da infestação. Tripes-do-bronzeamento: aplicar logo no início da infestação quando identificar as primeiras formas da praga nas folhas. Reaplicar com intervalos de 15 dias. | ||||
Arroz (sequeiro) | Curuquerê-dos-capinzais Mocis latipes | 200 mL/ha | Aplicação terrestre 100-300 L/ha | 1 |
Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações no início da infestação, com as lagartas em estádio inicial de desenvolvimento. | ||||
Berinjela, pimentão e tomate | Broca-pequena-do-fruto Neoleucinodes elegantalis | 40 mL/100 L de água | Aplicação terrestre 400-1000 L/ha | Berinjela e tomate: 4 Pimentão: 2 |
Larva-minadora Lyriomyza sativae | ||||
Traça-da-batatinha Phthorimaea operculella | ||||
Percevejo-rendado Corythaica cyathicollis | 30 mL/100 L de água | |||
Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | ||||
Vaquinha-das-solanáceas Epicauta atomaria | ||||
Besouro Systena tenuis | ||||
Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | 50 mL/100 L de água | Aplicação terrestre 300-600 L/ha | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Broca-pequena-do-fruto: iniciar a aplicação quando forem observados os primeiros ovos na superfície dos frutos. Realizar o monitoramento das plantas desde o início da formação dos primeiros frutos. Larva-minadora e traça-da-batatinha: tratar logo no início da infestação. Reaplicar com intervalo de 7 dias. Percevejo-rendado: aplicar no início do ataque, tratar visando a parte inferior das folhas. Vaquinha-verde-amarela, vaquinha-das-solanáceas e besouro: tratar no início da infestação. Lagarta-rosca: quando observar os primeiros sinais de ataque, deve-se pulverizar de preferência à tarde, dirigindo-se o jato na base das plantas, logo após o transplante. Reaplicar, se necessário, com intervalos de 7 dias entre as aplicações. | ||||
Brócolis, couve, couve-flor e repolho | Traça-das-crucíferas Plutella xylostella | 30 mL/100 L de água | Aplicação terrestre 300-800 L/ha | 3 |
Pulgão-da-couve Brevicoryne brassicae | ||||
Lagarta-mede-palmo Trichoplusia ni | ||||
Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | ||||
Curuquerê-da-couve Ascia monuste orseis | ||||
Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | Aplicação terrestre 300-600 L/ha | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Traça-das-crucíferas e pulgão-da-couve: aplicar quando encontrar os primeiros indivíduos ou sintomas como furos nas folhas centrais. Repetir aplicação se necessário. Lagarta-mede-palmo e vaquinha-verde-amarela: aplicar logo no início da infestação, procurando atingir a praga. Reaplicar em caso de reinfestação, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. Curuquerê-da-couve e lagarta-rosca: aplicar logo após o transplante, quando observar sinais de ataque, deve-se pulverizar de preferência à tarde, dirigindo-se o jato na base das plantas. | ||||
Chuchu | Pulgão-das-inflorescências Aphis gossypii | 30 mL/100 L de água | Aplicação terrestre 400-1000 L/ha | 3 |
Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO O monitoramento para observação da presença das pragas através da amostragem assegura a determinação do momento ideal para o início das pulverizações. Aplicar quando encontrar os primeiros sinais das pragas nas plantas monitoradas de modo que a aplicação possa atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos. Reaplicar quando atingir o nível novamente, com intervalo de 7 dias. Preferencialmente aplicar no final da tarde ou início da noite. | ||||
Eucalipto | Lagarta-de-cor-parda Thyrinteina arnobia | 200 mL/ha | Aplicação terrestre 200-500 L/ha Aplicação aérea 30-40 L/ha | 4 |
Lagarta-da-desfolha Glena bipennaria bipennaria | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar no início da infestação. O produto deverá ser diluído em água na dosagem recomendada e aplicado de forma a obter boa cobertura em toda massa foliar das plantas. Havendo necessidade, efetuar nova aplicação com intervalo de 7 dias. | ||||
Ervilha | Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | 200 mL/ha | Aplicação terrestre 200-300 L/ha | 3 |
Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Lagarta-rosca: aplicar logo após o plantio, quando observar os primeiros sinais de ataque, deve-se pulverizar de preferência a tarde, dirigindo-se o jato na base das plantas. Vaquinha-verde-amarela: realizar monitoramento sistemático da lavoura e aplicar logo no início da infestação quando observar os primeiros sinais das pragas (ovos, larvas ou adultos). Reaplicar com intervalos de 15 dias. | ||||
Feijão | Lagarta-falsa-medideira Pseudoplusia includens | 120-160 mL/ha | Aplicação terrestre 100-200 L/ha Aplicação aérea 30-40 L/ha | 3 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Efetuar as aplicações no início da infestação e postura, de acordo com o nível de controle, quando houver 20 lagartas por amostragem ou 30% de danos nas folhas no estágio vegetativo e 15% de danos no estágio reprodutivo. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 15 dias. | ||||
Feijão- caupi | Cigarrinha-verde Empoasca kraemeri | 30 mL/100 L de água | Aplicação terrestre 300-1000 L/ha | 3 |
Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | ||||
Broca-da-vagem Etiella zinckenella | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Realizar as aplicações logo no início da infestação da praga, tão logo observar as primeiras formas nas plantas. Utilizar volume de calda de pulverização que permita em todas as partes das plantas. Para pulgões, pulverizar visando também atingir a parte inferior das folhas. Caso seja necessário, repetir as aplicações com intervalos de 7 dias. | ||||
Feijão- vagem | Cigarrinha-verde Empoasca kraemeri | 30 mL/100 L de água | Aplicação terrestre 300-1000 L/ha | 3 |
Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | ||||
Broca-da-vagem Etiella zinckenella | ||||
Pulgão Aphis craccivora | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Realizar as aplicações logo no início da infestação da praga, tão logo observar as primeiras formas nas plantas. Utilizar volume de calda de pulverização que permita em todas as partes das plantas. Para pulgões, pulverizar visando também atingir a parte inferior das folhas. Caso seja necessário, repetir as aplicações com intervalos de 7 dias. | ||||
Fumo | Pulga-do-fumo Epitrix fasciata | 160 mL/ha | Aplicação terrestre 200-500 L/ha | 3 |
Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | ||||
Cegadeira Phthorimaea operculella | ||||
Mandarová-do-fumo Manduca sexta paphus | 200 mL/ha | Aplicação terrestre 200-500 L/ha | ||
Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Pulga-do-fumo, Vaquinha-vede-amarela, Cegadeira e Mandarová-do-fumo: Tratar no início da infestação. Reaplicar quando necessário com intervalo de 7 dias. Lagarta-rosca: aplicar logo após o transplante, quando observar sinais de ataque, deve-se pulverizar de preferência a tarde, dirigindo-se o jato na base das plantas. | ||||
Gladíolo | Tripes-do-gladíolo Thrips simplex | 30 mL/100 L de água | Aplicação terrestre 300-800 L/ha | 2 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar preventivamente logo que observar os primeiros sinais de ataque. Se necessário repetir com intervalo de 10 dias. | ||||
Goiaba | Moscas-das-frutas Ceratis capitata | 500 mL/ha | Aplicação terrestre 800-1000 L/ha | 3 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Realizar monitoramento sistemático do pomar e iniciar a aplicação quando houver um acúmulo médio de 0,5 moscas por armadilha por dia. Nas áreas em que houver detecção de grande quantidade de moscas, deve-se realizar aplicação de inseticida associado com proteína hidrolisada (5%) ou melaço (10%), com jato dirigido ao terço superior da copa das plantas. Reaplicar quando atingir novamente o índice, com intervalo de 14 dias entre as aplicações. | ||||
Grão-de- bico | Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | 200 mL/ha | Aplicação terrestre 200-300 L/ha | 3 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar logo após o plantio, quando observar os primeiros sinais de ataque, deve-se pulverizar de preferência a tarde, dirigindo-se o jato na base das plantas. | ||||
Jiló | Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | 30 mL/ 100 L de água | Aplicação terrestre 400-1000L/ha | 2 |
Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | 50 mL/ 100 L de água | Aplicação terrestre 300-600L/ha | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Vaquinha-verde-amarela: tratar no início da infestação. Lagarta-rosca: quando observar os primeiros sinais de ataque, deve-se pulverizar de preferência a tarde, dirigindo-se o jato na base das plantas, logo após o transplante. Reaplicar com intervalo de 7 dias se necessário. | ||||
Maçã | Moscas-das-frutas Ceratis capitata Anastrepha fraterculus | 40 mL/100 L água | Aplicação terrestre 1-3 L/planta | 3 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Realizar monitoramento sistemático do pomar e iniciar a aplicação quando houver um acúmulo médio de 0,5 mosca por armadilha por dia. Repetir quando atingir novamente o índice, com intervalo de 15 dias entre as aplicações. | ||||
Manga | Moscas-das-frutas Ceratis capitata | 500 mL/ha | Aplicação terrestre 800-1000 L/ha | 3 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Realizar monitoramento sistemático do pomar e iniciar a aplicação quando houver um acúmulo médio de 0,5 moscas por armadilha por dia. Nas áreas em que houver detecção de grande quantidade de moscas, deve-se realizar aplicação de inseticida associado com proteína hidrolisada (5%) ou melaço (10%), com jato dirigido ao terço superior da copa das plantas. Reaplicar quando atingir novamente o índice, com intervalo de 14 dias entre as aplicações. | ||||
Marmelo | Mariposa-oriental Grapholita molesta | 40 mL/100 L de água | Aplicação terrestre 1-3 L/planta | 3 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar quando no monitoramento semanal acumular 20 mariposas por armadilha (1 armadilha por hectare) a partir da formação dos frutos. Reaplicar quando atingir o nível novamente, com intervalo de 15 dias entre as aplicações. | ||||
Maxixe | Pulgão-das- inflorescências Aphis gossypii | 30 mL/100 L de água | Aplicação terrestre 400-1000 L/ha | 3 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO O monitoramento para observação da presença das pragas através da amostragem assegura a determinação do momento ideal para o início das pulverizações. Aplicar quando encontrar os primeiros sinais das pragas nas plantas monitoradas de modo que a aplicação possa atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos. Reaplicar quando atingir o nível novamente, com intervalo de 7 dias. Preferencialmente aplicar no final da tarde ou início da noite. | ||||
Nectarina | Mosca-das-frutas Ceratitis capitata | 40 mL/100 L de água | Aplicação terrestre 1-3 L/planta | 3 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Nas áreas em que houver detecção de grande quantidade de moscas, deve-se realizar aplicação de inseticida associado com proteína hidrolisada (5%) ou melaço (10%), com jato dirigido ao terço superior da copa das plantas. Reaplicar quando atingir novamente o índice. | ||||
Nêspera | Mosca-das-frutas Ceratitis capitata | 40 mL/100 L de água | Aplicação terrestre 1-3 L/planta | 3 |
Mariposa-oriental Grapholita molesta | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Mosca-das-frutas: nas áreas em que houver detecção de grande quantidade de moscas, deve-se realizar aplicação de inseticida associado com proteína hidrolisada (5%) ou melaço (10%), com jato dirigido ao terço superior da copa das plantas. Reaplicar quando atingir novamente o índice. | ||||
Mariposa-oriental: aplicar quando no monitoramento semanal acumular 20 mariposas por armadilha (1 armadilha por hectare) a partir da formação dos frutos. Reaplicar quando atingir o nível novamente, com intervalo de 15 dias entre as aplicações. | ||||
Pastagem | Gafanhoto Rhammatocerus spp. | 300-400 mL/ha | Aplicação terrestre 100-200 L/ha Aplicação aérea 15-20 L/ha | 2 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Aplicar a menor dose na fase “jovem-saltão” e a maior dose na forma “alada-imago”. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 30 dias. | ||||
Pepino | Pulgão-das- inflorescências Aphis gossypii | 30 mL/100 L de água | Aplicação terrestre 400-1000 L/ha | 3 |
Broca-das-cucurbitáceas Diaphania nitidalis | ||||
Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO O monitoramento para observação da presença das pragas através da amostragem assegura a determinação do momento ideal para o início das pulverizações. Aplicar quando encontrar os primeiros sinais das pragas nas plantas monitoradas de modo que a aplicação possa atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos. Reaplicar quando atingir o nível novamente, com intervalo de 7 dias. Preferencialmente aplicar no final da tarde ou início da noite. | ||||
Pera | Mosca-das-frutas Ceratitis capitata Anastrepha fratercullus | 40 mL/100 L de água | Aplicação terrestre 1-3 L/planta | 3 |
Mariposa-oriental Grapholita molesta | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Mosca-das-frutas: nas áreas em que houver detecção de grande quantidade de moscas, deve-se realizar aplicação de inseticida associado com proteína hidrolisada (5%) ou melaço (10%), com jato dirigido ao terço superior da copa das plantas. Reaplicar quando atingir novamente o índice. Mariposa-oriental: aplicar quando no monitoramento semanal acumular 20 mariposas por armadilha (1 armadilha por hectare) a partir da formação dos frutos. Reaplicar quando atingir o nível novamente, com intervalo de 15 dias entre as aplicações. | ||||
Pêssego | Mosca-das-frutas Ceratitis capitata Anastrepha spp | 40 mL/100 L de água | Aplicação terrestre 1-3 L/planta | 3 |
Mariposa-oriental Grapholita molesta | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Mosca-das-frutas: nas áreas em que houver detecção de grande quantidade de moscas, deve-se realizar aplicação de inseticida associado com proteína hidrolisada (5%) ou melaço (10%), com jato dirigido ao terço superior da copa das plantas. Reaplicar quando atingir novamente o índice. | ||||
Mariposa-oriental: aplicar quando no monitoramento semanal acumular 20 mariposas por armadilha (1 armadilha por hectare) a partir da formação dos frutos. Reaplicar quando atingir o nível novamente, com intervalo de 15 dias entre as aplicações. | ||||
Pimenta | Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | 30 mL/100 L de água | Aplicação terrestre 300-600 L/ha | 2 |
Vaquinha-das-solanáceas Epicauta atomaria | ||||
Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | 50 mL/100 L de água | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Vaquinha-verde-amarela, Vaquinha-das-solanáceas e Besouro: tratar no início da infestação. Lagarta-rosca: quando observar os primeiros sinais de ataque, deve-se pulverizar de preferência a tarde, dirigindo-se o jato na base das plantas, logo após o transplante. Reaplicar com intervalo de 7 dias se necessário. | ||||
Quiabo | Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | 50 mL/100 L de água | Aplicação terrestre 300-600 L/ha | 2 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Iniciar as aplicações quando observar os primeiros sinais de ataque, deve-se pulverizar de preferência a tarde, dirigindo-se o jato na base das plantas, logo após o transplante. Reaplicar com intervalo de 7 dias se necessário. | ||||
Seringueira | Mandarová Erinnys ello | 200 mL/ha | Aplicação terrestre 200-500 L/ha | 2 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Avaliar 100 folhas por talhão, distribuídas em 10 galhos (1 galho por árvore). Iniciar aplicação quando encontrar 8 lagartas em 100 folhas. Repetir quando atingir novamente o nível de controle com intervalo de 7 dias. O produto deverá ser diluído em água na dosagem recomendada e aplicado de forma a obter boa cobertura em toda a massa foliar da planta. | ||||
Uva | Mosca-das-frutas Ceratitis capitata | 500 mL/ha | Aplicação terrestre 800-1000 L/ha | 3 |
Lagarta-das-folhas Eumorpha vitis | ||||
Tripes Selenothrips rubrocinctus | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO Mosca-das-frutas: realizar monitoramento sistemático do pomar e iniciar a aplicação quando houver um acúmulo médio de 0,5 moscas por armadilha por dia. Nas áreas em que houver detecção de grande quantidade de moscas, deve-se realizar aplicação de inseticida associado com proteína hidrolisada (5%) ou melaço (10%), com jato dirigido ao terço superior da copa das plantas. Reaplicar quando atingir novamente o índice, com intervalo de 14 dias entre as aplicações. Tripes e Lagarta-das-folhas: realizar monitoramento sistemático da lavoura e aplicar logo no início da infestação quando observar os primeiros sinais das pragas (ovos, larvas ou adultos). Reaplicar de acordo com o monitoramento quando for novamente detectada a praga, com intervalo de 14 dias entre as aplicações). | ||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abóbora | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Abobrinha | Aphis gossypii | Pulgão-das-inflorescências, Pulgão-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Ameixa | Anastrepha spp. | Mosca-das-frutas | Ver detalhes |
| Amendoim | Enneothrips flavens | Tripes-do-amendoim, Tripes-do-bronzeamento | Ver detalhes |
| Arroz | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Berinjela | Systena tenuis | Besouro | Ver detalhes |
| Brócolis | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Cacau | Percolaspis ornata | Besourinho, Vaquinha-verde | Ver detalhes |
| Chuchu | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Couve | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Couve-flor | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Ervilha | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Eucalipto | Thyrinteina arnobia | Lagarta-de-cor-parda, Lagarta-Thyrinteina | Ver detalhes |
| Feijão | Pseudoplusia includens | Lagarta-do-linho, Lagarta-falsa-medideira | Ver detalhes |
| Feijão-caupi | Diabrotica speciosa | Vaquinha | Ver detalhes |
| Feijão-vagem | Aphis craccivora | Pulgão, Pulgão-do-feijoeiro | Ver detalhes |
| Fumo | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Gladíolo | Thrips simplex | Tripes, Tripes-do-gladíolo | Ver detalhes |
| Goiaba | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Grão-de-bico | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Jiló | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Maçã | Anastrepha fraterculus | Mosca-das-frutas, Mosca-sul-americana | Ver detalhes |
| Manga | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Marmelo | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Maxixe | Aphis gossypii | pulgão | Ver detalhes |
| Nectarina | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Nêspera | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Pastagens | Rhammatocerus spp. | Gafanhoto | Ver detalhes |
| Pepino | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Pera | Anastrepha fraterculus | Mosca-das-frutas, Mosca-sul-americana | Ver detalhes |
| Pessego | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Pimenta | Epicauta atomaria | Burrinho-da-batatinha, Vaquinha-das-solanáceas | Ver detalhes |
| Pimentão | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Quiabo | Agrotis ipsilon | Lagarta rosca | Ver detalhes |
| Repolho | Trichoplusia ni | Falsa-medideira-da-couve, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Seringueira | Erinnyis ello | Gervão, Mandarová | Ver detalhes |
| Tomate | Lyriomyza sativae | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Uva | Ceratitis capitata | Ver detalhes |
O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura.
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do CORAZA deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do CORAZA, acrescentar adjuvante na proporção recomendada para o cultivo/alvo, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Para aplicação com termonebulizadores, realizar a pré mistura em um recipiente não reativo (plástico, fibra de vidro), adicionando a dose recomendada para o cultivo em 2 a 3 litros de óleo mineral agitando- o com um bastão plástico até que a pré-calda esteja homogênea. Após esta etapa adicionar a calda preparada ao reservatório do equipamento e completar o volume do reservatório com óleo mineral.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que a aplicação seja uniforme e que não ocorram sobreposições, escorrimentos e nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Utilizar pulverizador estacionário munido de barra com ponta de pulverização do tipo leque ou com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica e calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante.
Manter velocidade de deslocamento constante modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a barra ou com a pistola evitando sobreposições, deriva ou concentração de calda em um único ponto gerando, assim, escorrimento e desperdício da calda.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido ao alvo desejado, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura dos alvos. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio com espaçamento entre pontas determinado pelo fabricante.
As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com perfil de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Os termonebulizadores podem ser utilizados por um operador a pé ou montado em um veículo.
Em tratamentos ao ar livre deve-se produzir uma neblina visível, para que essa sirva de orientação no momento da aplicação, evitando-se a sobreposição e, consequentemente, superdose.
Sempre proceder a velocidade constante, durante a aplicação, fazer caminhamento na direção contrária ao vento visando um maior controle da aplicação, sempre direcionando lateralmente e para o interior da planta na direção contrária do caminhamento; por se tratarem de gotas muito finas não aplicar quando o vento estiver a mais de 6km/h, garantindo um maior tempo em suspensão, podendo atingir os insetos durante o voo.
Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático.
Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Culturas | Intervalo |
Brócolis, Feijão vagem, Couve, Couve-flor, Goiaba, Manga, Repolho, Tomate e Uva | 1 dia |
Abobora, Abobrinha, chuchu, Jiló, Maxixe, Pepino, Pimenta, Pimentão e Quiabo | 2 dias |
Amendoim, Berinjela, Ervilha, Feijão-caupi, Grão-de-bico e Pastagem | 3 dias |
Ameixa, Marmelo, Nectarina, Nêspera, Pera e Pêssego | 5 dias |
Maçã | 7 dias |
Arroz e Feijão | 14 dias |
Eucalipto, Fumo, Gladíolo e Seringueira | UNA* |
* Uso não alimentar.
Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.
Cultura | Pragas | Dose Produto Comercial | Nº máximo de aplicações | Volume de calda | Equipamento de aplicação | Intervalo de segurança (dias) |
Algodão | Lagarta-das-maçãs Heliothis virescens | 400 ml/ha | 3 | Terrestre: 100 – 200 L/ha Aéreo: 30 – 40 L/ha | Avião Barra Costal | 7 |
Lagarta-rosada Pectinophora gossypiella | 300 ml/ha | |||||
Pulgão-do-algodoeiro Aphis gossypii | 400 ml/ha | |||||
Lagarta-mede-palmo Trichoplusia ni | ||||||
Curuquerê Alabama argillacea | 100 ml/ha | |||||
Percevejo-rajado Horcias nobilellus | 400 ml/ha | |||||
Bicudo Anthonomus grandis | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Lagarta-das-maçãs: realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação e postura, de acordo com o nível de controle, quando houver 6 a 8% de plantas infestadas. Lagarta-rosada: realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação e postura, de acordo com o nível de controle, quando houver 3 a 5% de maçãs firmes com sintomas de ataque. Pulgão: realizar o monitoramento e iniciar as aplicações quando, em 70% das plantas examinadas em variedades tolerantes e 10% em plantas suscetíveis à viroses, as folhas estiverem começando a se deformar, com presença de fumagina e existirem pulgões. Lagarta-mede-palmo: realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação e postura, de acordo com o nível de controle, quando houver 2 lagartas/m ou 10% de desfolha. Curuquerê: realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação e postura, de acordo com o nível de controle, quando houver 2 lagartas/m ou 10% de desfolha. Percevejo-rajado: realizar o monitoramento e iniciar as aplicações quando forem detectados 20% de botões infestados, considerando a presença de ninfas e adultos. Bicudo: realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, quando na amostragem pela coleta de botões do terço superior da planta, de acordo com o nível de controle, quando atingir o nível de até 5% dos botões atacados. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 5 a 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo. | ||||||
Ameixa | Moscas-das-frutas Ceratitis capitata Anastrepha spp | 50 ml/ 100 L de água | 3 | 3 L de calda/planta | Costal Turbo atomizador | 2 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Deve-se realizar o monitoramento das moscas-das-frutas através de armadilhas instaladas no pomar. Iniciar as aplicações quando for encontrada 0,5 moscas por armadilha por dia no início da formação. Reaplicar sempre que atingir o nível de controle novamente, com intervalo de 15 dias. | ||||||
Amendoim | Lagarta-do-pescoço- vermelho Stegasta bosquella | 200 ml/ha | 3 | Terrestre: 200 – 300 L/ha | Avião Barra Costal | 3 |
Cultura | Pragas | Dose Produto Comercial | Nº máximo de aplicações | Volume de calda | Equipamento de aplicação | Intervalo de segurança (dias) |
Tripes-do- bronzeamento Enneothrips flavens | Aéreo: 30 – 40 L/ha | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Lagarta-do-pescoço-vermelho: aplicar no início da infestação. Tripes-do-bronzeamento: aplicar logo no início da infestação quando identificar as primeiras formas da praga nas folhas. Reaplicar com intervalos de 15 dias. | ||||||
Arroz (sequeiro) | Curuquerê-dos- capinzais Mocis latipes | 200 ml/ha | 1 | 100 – 300 L/ha | Barra Costal | 37 |
Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | 100 ml/ha | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, com as lagartas em estádio inicial de desenvolvimento. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultivo. | ||||||
Batata | Vaquinha-verde- amarela Diabrotica speciosa | 40 ml/ 100 L de água | 4 | 100 – 300 L/ha | Barra Costal | 1 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar no início da infestação praga em todas as partes das plantas. Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo de cultivo com intervalos de 7 dias. | ||||||
Berinjela | Broca-pequena-do-fruto Neoleucinodes elegantalis | 40 ml/ 100 L de água | 4 | 400 – 1000 L/ha | Barra Costal Estacionário | 3 |
Larva-minadora Lyriomyza sativae | ||||||
Traça-da-batatinha Phthorimaea operculella | ||||||
Percevejo-rendado Corythaica cyathicollis | 30 ml/ 100 L de água | |||||
Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | ||||||
Vaquinha-das-solanáceas Epicauta atomaria | ||||||
Besouro Systena tenuis | ||||||
Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | 50 ml/ 100 L de água | 300 – 600 L/ha | Jato dirigido | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Broca-pequena-do-fruto: Iniciar a aplicação quando forem observados os primeiros ovos na superfície dos frutos. Realizar o monitoramento das plantas desde o início da formação dos primeiros frutos. Larva-minadora e Traça-da-batatinha: tratar logo no início da infestação. Percevejo-rendado: Aplicar no início do ataque, tratar visando a parte inferior das folhas. Vaquinha-verde-amarela, Vaquinha-das-solanáceas e Besouro: tratar no início da infestação. Lagarta-rosca: Quando observar os primeiros sinais de ataque, deve-se pulverizar de preferência à tarde, dirigindo-se o jato na base das plantas, logo após o transplante. Reaplicar, se necessário, com intervalos de 7 dias entre as aplicações. | ||||||
Pimentão | Broca-pequena-do-fruto Neoleucinodes elegantalis | 40 ml/ 100 L de água | 2 | 400 – 1000 L/ha | Barra Costal Estacionário | 2 |
Larva-minadora Lyriomyza sativae | ||||||
Traça-da-batatinha Phthorimaea operculella | ||||||
Cultura | Pragas | Dose Produto Comercial | Nº máximo de aplicações | Volume de calda | Equipamento de aplicação | Intervalo de segurança (dias) |
Percevejo-rendado Corythaica cyathicollis | 30 ml/ 100 L de água | |||||
Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | ||||||
Vaquinha-das-solanáceas Epicauta atomaria | ||||||
Besouro Systena tenuis | ||||||
Lagarta-rosca Agrotis ípsilon | 50 ml/ 100 L de água | 300 – 600 L/ha | Jato dirigido | |||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Broca-pequena-do-fruto: iniciar a aplicação quando forem observados os primeiros ovos na superfície dos frutos. Realizar o monitoramento das plantas desde o início da formação dos primeiros frutos. Larva-minadora e Traça-da-batatinha: tratar logo no início da infestação. Percevejo-rendado: aplicar no início do ataque. Tratar visando a parte inferior das folhas. Vaquinha-verde-amarela, Vaquinha-das-solanáceas e Besouro: tratar no início da infestação. Lagarta-rosca: quando observar os primeiros sinais de ataque, deve-se pulverizar de preferência à tarde, dirigindo-se o jato na base das plantas, logo após o transplante. Reaplicar com intervalo de 7 dias se necessário. | ||||||
Tomate | Broca-pequena-do-fruto Neoleucinodes elegantalis | 40 ml/ 100 L de água | 2 | 400 – 1000 L/ha | Barra Costal Estacionário | 3 |
Larva-minadora Lyriomyza sativae | ||||||
Traça-da-batatinha Phthorimaea operculella | ||||||
Percevejo-rendado Corythaica cyathicollis | 30 ml/ 100 L de água | |||||
Vaquinha-verde-amarela Diabrotica speciosa | ||||||
Vaquinha-das-solanáceas Epicauta atomaria | ||||||
Besouro Systena tenuis | ||||||
Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | 50 ml/ 100 L de água | 300 – 600 L/ha | Jato dirigido | |||
Traça-do-tomateiro Tuta absoluta | 80 ml/ 100 L de água | 2 | 400 – 1000 L/ha | Barra, Costal e Estacionário | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Broca-pequena-do-fruto: iniciar a aplicação quando forem observados os primeiros ovos na superfície dos frutos. Realizar o monitoramento das plantas desde o início da formação dos primeiros frutos. Larva-minadora e Traça-da-batatinha: tratar logo no início da infestação. Percevejo-rendado: Aplicar no início do ataque. Tratar visando a parte inferior das folhas. Vaquinha-verde- amarela, Vaquinha-das-solanáceas e Besouro: tratar no início da infestação. Lagarta-rosca: Quando observar os primeiros sinais de ataque, deve-se pulverizar de preferência à tarde, dirigindo-se o jato na base das plantas, logo após o transplante. Traça-do-tomateiro: iniciar a aplicação quando for observado a presença da praga na lavoura. Reaplicar com intervalo de 7 dias se necessário. | ||||||
Brócolis, Couve, Couve-flor e Repolho | Traça-das-crucíferas Plutella xylostella | 30 ml/ 100 L de água | 3 | 300 – 800 L/ha | Barra Costal Estacionário | Brócolis e couve-flor: 3 Couve e repolho: 2 |
Pulgão-da-couve Brevicoryne brassicae | ||||||
Cultura | Pragas | Dose Produto Comercial | Nº máximo de aplicações | Volume de calda | Equipamento de aplicação | Intervalo de segurança (dias) |
Lagarta-mede-palmo Trichoplusia ni | ||||||
Vaquinha-verdeamarela Diabrotica speciosa | ||||||
Curuquerê-da-couve Ascia monuste orseis | ||||||
Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | 300 – 600 L/ha | Jato dirigido | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Traça das crucíferas: Aplicar quando encontrar os primeiros indivíduos ou sintomas como furos nas folhas centrais. Repetir se necessário. Lagarta-rosca: Aplicar logo após o transplante, quando observar sinais de ataque, deve-se pulverizar de preferência à tarde, dirigindo-se o jato na base das plantas. Pulgão-da-couve, Lagarta-mede-palmo, Vaquinha-verde-amarela e Curuquerê-da- couve: aplicar logo no início da infestação, procurando atingir a praga. Reaplicar em caso de reinfestação, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. | ||||||
Caju | Broca-das-pontas-do- Cajueiro Anthistarcha binocularis | 200 ml/ha | 3 | 300 – 1000 L/ha | Costal Turbo atomizador | 7 |
Tripes-do-cacaueiro Selenothrips rubrocinctus | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Broca das pontas do cajueiro: Avaliar toda planta e aplicar quando as plantas apresentarem início de ataque do inseto. Tripes do cacaueiro: Avaliar 1 ramo por planta e aplicar quando as plantas apresentarem os primeiros sinais de ataque da praga. Reaplicar se necessário com intervalo de 15 – 20 dias. | ||||||
Eucalipto | Lagarta-de-cor-parda Thyrinteina arnobia | 200 ml/ha | 4 | Terrestre: 200 – 500 L/planta Aéreo: 30 – 40 L/ha | Avião Costal Turboatomizador | UNA* |
Lagarta-desfolhadora Glena bipennaria bipennaria | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar no início da infestação. O produto deverá ser diluído em água na dosagem recomendada e aplicado de forma a obter boa cobertura em toda massa foliar das plantas. Havendo necessidade, efetuar nova aplicação com intervalo de 7 dias. *UNA = Uso não alimentar | ||||||
Feijão | Lagarta-falsa-medideira Pseudoplusia includens | 120-160 ml/ha | 3 | Terrestre: 100 – 300 L/há Aéreo: 30 – 40 L/ha | Avião Barra Costal | 16 |
Mosca-branca Bemisia argentifolii | 300 ml/ha | 2 | ||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Lagarta-falsa-medideira: Aplicar realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação e postura, de acordo com o nível de controle, quando houver 20 lagartas por amostragem ou 30% de danos nas folhas no estágio vegetativo e 15% de danos no estágio reprodutivo. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo. Mosca-branca: aplicar quando for observado a presença da praga na lavoura. Reaplicar quando houver a reinfestação da praga na lavoura. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. | ||||||
Feijão-vagem | Cigarrinha-verde Empoasca kraemeri | 30 ml/ 100 L de água | 3 | 300 – 1000 L/ha | Barra Costal | 1 |
Vaquinha-verde- amarela Diabrotica speciosa | ||||||
Broca-da-vagem Etiella zinckenella | ||||||
Pulgão Aphis craccivora | ||||||
Cultura | Pragas | Dose Produto Comercial | Nº máximo de aplicações | Volume de calda | Equipamento de aplicação | Intervalo de segurança (dias) |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar monitoramento sistemático e iniciar as aplicações logo no início da infestação praga, tão logo observar as primeiras formas nas plantas. Utilizar volume de calda de pulverização que permita cobrir todas as partes das plantas. Para pulgões, pulverizar visando também atingir a parte inferior das folhas. Caso seja necessário, repetir as aplicações com intervalos de 7 dias. | ||||||
Figo | Broca-da-figueira Azochis gripusalis | 50 ml/ 100 L de água | 3 | 0,5 – 1,0 L de calda por planta | Costal Turbo atomizador | 14 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Tratar preventivamente, repetindo a aplicação a cada 15 dias, a partir da emissão dos novos ramos. | ||||||
Fumo | Pulga-do-fumo Epitrix fasciata | 160 ml/ha | 3 | 200 – 500 L/planta | Barra Costal | UNA* |
Vaquinha-verde- amarela Diabrotica speciosa | ||||||
Cegadeira Phthorimaea operculella | ||||||
Mandarová-do-fumo Manduca sexta paphus | 200 ml/ha | |||||
Lagarta-rosca Agrotis ipsilon | Jato dirigido | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Lagarta-rosca: aplicar logo após o transplante, quando observar sinais de ataque, deve-se pulverizar de preferência à tarde, dirigindo-se o jato na base das plantas. Para as outras pragas: tratar no início da infestação. Reaplicar quando necessário com intervalo de 7 dias. *UNA = Uso não alimentar | ||||||
Gladíolo | Tripes-do-gladíolo Thrips simplex | 30 ml/ 100 L de água | 2 | 300 – 800 L/ha | Barra Costal | UNA* |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar preventivamente logo que observar os primeiros sinais de ataque. Se necessário repetir com intervalo de 10 dias. *UNA = Uso não alimentar | ||||||
Maçã | Moscas-das-frutas Ceratitis capitata, Anastrepha fraterculus | 40 ml/ 100 L de água | 3 | 1 – 3 L de calda/ planta | Turbo atomizador | 11 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar monitoramento sistemático do pomar e iniciar a aplicação quando houver um acúmulo médio de 0,5 mosca por armadilha por dia. Repetir quando atingir novamente o índice, com intervalo de 15 dias entre as aplicações. | ||||||
Melão e Melancia | Broca-das- cucurbitáceas Diaphania nitidalis | 30 ml/ 100 L de água | 4 | 300 – 800 L/ha | Barra Costal | Melão: 1 Melancia: 2 |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: O monitoramento para observação da presença da broca-das- cucurbitáceas através da amostragem assegura a determinação do momento ideal para o início das pulverizações. Aplicar quando encontrar os primeiros sinais da praga nas plantas monitoradas de modo que a aplicação possa atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos. Reaplicar quando atingir o nível novamente com intervalo de 7 dias entre as aplicações. Preferencialmente aplicar no final da tarde ou início da noite. | ||||||
Pastagem | Gafanhoto Rhammatocerus spp | 300-400 ml/ha | 2 | Terrestre: 100 – 200 L/ha Aéreo: 15 – 20 L/ha | Avião Barra Costal | 3 |
Cultura | Pragas | Dose Produto Comercial | Nº máximo de aplicações | Volume de calda | Equipamento de aplicação | Intervalo de segurança (dias) | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Aplicar a menor dose na fase “jovem-saltão” e a maior dose na forma “alada-imago”. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 30 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo de cultivo. | |||||||
Pepino | Pulgão-das- inflorescências Aphis gossypii | 30 ml/ 100 L de água | 3 | 400 – 1000 L/ha | Barra Costal Estacionário | 2 | |
Broca-das- cucurbitáceas Diaphania nitidalis | |||||||
Vaquinha-verde- amarela Diabrotica speciosa | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: O monitoramento para observação da presença das pragas através da amostragem assegura a determinação do momento ideal para o início das pulverizações. Aplicar quando encontrar os primeiros sinais das pragas nas plantas monitoradas de modo que a aplicação possa atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos. Reaplicar quando atingir o nível novamente, com intervalo de 7 dias. Preferencialmente aplicar no final da tarde ou início da noite. | |||||||
Pêssego | Moscas-das-frutas Ceratitis capitata, Anastrepha spp | 40 ml/ 100 L de água | 3 | 1 – 3 L de calda/plant a | Costal Turbo atomizador | 5 | |
Mariposa-oriental Grapholita molesta | |||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Moscas-das-frutas: Realizar monitoramento sistemático do pomar e iniciar a aplicação quando houver um acúmulo médio de 0,5 moscas por armadilha por dia. Mariposa-oriental: Aplicar quando no monitoramento semanal acumular 20 mariposas por armadilha (1 armadilha por hectare) a partir da formação dos frutos. Reaplicar quando atingir o nível novamente, com intervalo de 15 dias entre as aplicações. | |||||||
Seringueira | Mandarová Erinnys ello | 200 ml/ha | 2 | 200 – 500 L/ha | Turbo atomizador | UNA* | |
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Avaliar 100 folhas por talhão, distribuídas em 10 galhos (1 galho por árvore). Iniciar aplicação quando encontrar 8 lagartas em 100 folhas. Repetir quando atingir novamente o nível de controle com intervalo de 7 dias. O produto deverá ser diluído em água na dosagem recomendada e aplicado de forma a obter boa cobertura em toda a massa foliar da planta. *UNA = Uso não alimentar | |||||||
Grãos armazenados | Pragas Controladas | Dose Produto Comercial (ml/tonelada) | Nº máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação | Volume de calda (L/tonelada) | Intervalo de Segurança | |
Amendoim | Traça Corcyra cephalonica | 14 - 20 | 1 | Pulverizador de baixa pressão | 0,6 - 2 | 30 | |
Arroz | Traça-dos-cereais Sitotroga cerealella | ||||||
Besouro Rhyzopertha dominica | |||||||
Cevada | Besouro Rhyzopertha dominica | 15 | |||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Deve realizar aplicação do DELROS 25 EC seguindo as doses recomendadas sobre os grãos no momento de entrada no armazém. | |||||||
Sementes armazenadas | Pragas Controladas | Dose Produto Comercial (ml/tonelada) | Nº máximo de aplicações | Equipamento de Aplicação | Volume de calda (L/tonelada) | Intervalo de Segurança | |
Arroz | Traça-dos-cereais Sitotroga cerealella | 40-80 | 1 | Pulverizador de baixa pressão | 0,6 - 2 | (1)* | |
Besouro Rhyzopertha dominica | ||||||
Feijão | Carunchos Acanthoscelides obtectus | |||||
Milho | Gorgulho ou caruncho Sitophilus zeamais | |||||
Traça-dos cereais Sitotroga cerealella | ||||||
Besouro Rhyzopertha dominica | ||||||
Trigo | Gorgulho ou caruncho Sitophilus oryzae | |||||
Traça dos cereais Sitotroga cerealella | ||||||
Besouro Rhyzopertha dominica | ||||||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Deve realizar aplicação do DELROS 25 EC seguindo as doses recomendadas sobre as sementes no momento de entrada no armazém. (1)* - Não determinado devido à modalidade de emprego. | ||||||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Ameixa | Anastrepha spp. | Mosca-das-frutas | Ver detalhes |
| Amendoim | Corcyra cephalonica | Traça | Ver detalhes |
| Arroz | Mocis latipes | Curuquerê-dos-capinzais, Mocis | Ver detalhes |
| Arroz - Armazenado | Rhizopertha dominica | Besourinho | Ver detalhes |
| Batata | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Berinjela | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Brócolis | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Caju | Anthistarcha binocularis | Broca-das-pontas, Broca-das-pontas-do-cajueiro | Ver detalhes |
| Cevada - Armazenado | Rhizopertha dominica | Besourinho | Ver detalhes |
| Citros | Toxoptera citricida | Pulgão-preto, Pulgão-preto-dos-citrus | Ver detalhes |
| Couve | Trichoplusia ni | Falsa-medideira-da-couve, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Couve-flor | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Eucalipto | Thyrinteina arnobia | Lagarta-de-cor-parda, Lagarta-Thyrinteina | Ver detalhes |
| Feijão | Bemisia argentifolii | Mosca branca | Ver detalhes |
| Feijão-vagem | Etiella zinckenella | Broca-da-vagem, Lagarta-das-vagens | Ver detalhes |
| Figo | Azochis gripusalis | Broca-da-figueira, Broca-do-ramo | Ver detalhes |
| Fumo | Manduca sexta paphus | Mandarová-do-fumo | Ver detalhes |
| Gladíolo | Thrips simplex | Tripes, Tripes-do-gladíolo | Ver detalhes |
| Maçã | Anastrepha spp. | Mosca das frutas | Ver detalhes |
| Melancia | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Melão | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Milho - Armazenado | Sitotroga cerealella | Tínea-dos-cereais, Traça-dos-cereais | Ver detalhes |
| Pastagens | Rhammatocerus spp. | Gafanhoto | Ver detalhes |
| Pepino | Diabrotica speciosa | Larva-alfinete, Vaquinha-verde-amarela | Ver detalhes |
| Pessego | Anastrepha spp. | Mosca-das-frutas | Ver detalhes |
| Pimentão | Systena tenuis | Besouro | Ver detalhes |
| Repolho | Trichoplusia ni | Falsa-medideira-da-couve, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Seringueira | Erinnyis ello | Gervão, Mandarová | Ver detalhes |
| Tomate | Systena tenuis | Besouro | Ver detalhes |
| Trigo - Armazenado | Rhizopertha dominica | Besouro | Ver detalhes |
O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura.
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do DELROS 25 EC deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do DELROS 25 EC, acrescentar adjuvante na proporção recomendada para o cultivo/alvo, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
Para aplicação com termonebulizadores, realizar a pré mistura em um recipiente não reativo (plástico, fibra de vidro), adicionando a dose recomendada para o cultivo em 2 a 3 litros de óleo mineral agitando-o com um bastão plástico até que a pré-calda esteja homogênea. Após esta etapa adicionar a calda preparada ao reservatório do equipamento e completar o volume do reservatório com óleo mineral, mantendo sempre a proporção de 50 a 250 ml de óleo mineral/1000m³.
Utilizar pulverizador de baixa pressão específico para o tratamento de grãos e sementes armazenados. Recomenda-se utilizar pelo menos três bicos pulverizadores. Tomar os devidos cuidados para eliminar correntes de ar que possam desviar o jato.
Os grãos devem ser pulverizados uniformemente tomando-se o cuidado para que todas as superfícies dos grãos sejam cobertas pelo jato. Em esteiras transportadoras, instalar tombadores de grãos entre os bicos. O equipamento deve ser instalado ou posicionado em qualquer local onde há passagem de grãos (grãos em movimento). Em esteira transportadora, saída de pré limpeza, carrinho de distribuição, em tubulações ou em aparelhos próprios.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado.
Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
As superfícies das sacarias, pisos e paredes devem ser pulverizadas uniformemente, não deixando áreas sem proteção, bem como, não aplicar em excesso, seguindo as orientações de dose e volume de calda.
Nas superfícies de pisos e paredes, realizar limpeza dos resíduos antes de aplicação e ter atenção aos cantos e frestas.
Utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica, calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a pistola de evitando a concentração de calda em um único ponto gerando, assim, escorrimento e desperdício da calda.
As superfícies das sacarias, pisos e paredes devem ser pulverizadas uniformemente, não deixando áreas sem proteção, bem como, não aplicar em excesso, seguindo as orientações de dose e volume de calda. Nas superfícies de pisos e paredes, realizar limpeza dos resíduos antes de aplicação e ter atenção aos cantos e frestas.
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido ao alvo desejado, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura dos alvos. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio com espaçamento entre pontas determinado pelo fabricante. As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização
no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com perfil de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Os termonebulizadores podem ser utilizados por um operador a pé ou montado em um veículo. Em tratamentos ao ar livre deve-se produzir uma neblina visível, para que essa sirva de orientação no momento da aplicação, evitando-se a sobreposição e, consequentemente, superdose.
Sempre proceder a velocidade constante, durante a aplicação, fazer caminhamento na direção contrária ao vento visando um maior controle da aplicação, sempre direcionando lateralmente e para o interior da planta na direção contrária do caminhamento;
por se tratarem de gotas muito finas não aplicar quando o vento estiver a mais de 6km/h, garantindo um maior tempo em suspensão, podendo atingir os insetos durante o voo.
O operador deve realizar o tratamento de dentro para fora, começando a uma distância de 20 - 25 metros do final, caminhando para a saída e mantendo está a suas costas.
O termonebulizador deve ser mantido para cima, formando um ângulo de 25 – 30° com a horizontal, evitando-se a sobreposição e, consequentemente, superdose.
Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático
Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do
diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Volume de calda | Tamanho de gotas | Cobertura mínima | Altura de voo | Faixa de aplicação | Distribuição das pontas |
30 - 40 Litros por hectare | Média - Grossa | 40 gotas/cm² | 3 metros | 15 - 18 metros | 65% |
Temperatura | Umidade do ar | Velocidade do vento |
menor que 30°C | maior que 55% | entre 3 e 10km/h |
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | RECOMENDAÇÃO DE USO | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | |||
Abobrinha | Broca-das-cucurbitáceas (Diaphania nitidalis) | 125 mL/ha | Deve ser aplicado preventivamente, iniciando-se as pulverizações no florescimento pleno, procurando atingir toda a parte aérea, principalmente flores e frutos. As aplicações devem ter intervalos de 7 dias. | 4 | 500 L/ha (Costal e Tratorizado) |
Algodão | Curuquerê (Alabama argillacea) | 125 mL/ha | Deve ser aplicado para o controle do curuquerê quando o nível de infestação atingir de 1 a 2 lagartas por planta ou o nível de desfolha for no máximo 10%. Repetir a aplicação, se necessário. | 2 | 200 L/ha (Costal) 500 L/ha (Tratorizado) 10-12 L/ha (Aérea) |
Brócolis | Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 62,5 mL/ha | Deve ser usado para controlar a lagarta da folhagem iniciando-se o tratamento (pulverização) logo após o início da infestação. Repetir a aplicação, se necessário. | 2 | 400 L/ha (Costal e Tratorizado) |
Cana-de- açúcar | Broca-da-cana (Diatraea saccharalis) | 200-400 mL/ha | Monitorar o cultivo/praga e aplicar MIMIC 240 SC quando o Nível de Dano Econômico for atingido (lagartas pequenas com até 3% de incidência da praga). Se necessário, repetir a aplicação. O intervalo entre as aplicações será determinado em função da reinfestação. Aplicar no máximo 2 (duas) vezes durante o ciclo da cultura. A menor dose é recomendada para o controle em baixas infestações e a maior dose em altas infestações. | 2 | 50-200 L/ha (Tratorizado) 20-40 L/ha (Aérea) |
Citros | Larva-minadora-das- folhas (Phyllocnistis citrella) | 50 mL/100 L de água | Deve ser aplicado nas plantas com brotações novas no aparecimento das primeiras larvas. | 1 | 5-15 L/planta dependendo do porte da árvore |
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 40 a 50 mL/100 L de água | Deve ser aplicado no início da infestação. Recomenda-se a retirada dos frutos atacados pela praga antes da aplicação. As pulverizações devem atingir toda a superfície dos frutos. | |||
CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | RECOMENDAÇÃO DE USO | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | |||
Couve | Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 62,5 mL/ha | Deve ser usado para controlar a lagarta da folhagem iniciando-se o tratamento (pulverização) logo após o início da infestação. Repetir a aplicação, se necessário. | 2 | 400 L/ha (Costal e Tratorizado) |
Couve- chinesa | Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 62,5 mL/ha | Deve ser usado para controlar a lagarta da folhagem iniciando-se o tratamento (pulverização) logo após o início da infestação. Repetir a aplicação, se necessário. | 2 | 400 L/ha (Costal e Tratorizado) |
Couve-flor | Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 62,5 mL/ha | Deve ser usado para controlar a lagarta da folhagem iniciando-se o tratamento (pulverização) logo após o início da infestação. Repetir a aplicação, se necessário. | 2 | 400 L/ha (Costal e Tratorizado) |
Eucalipto | Lagarta-de-cor-parda (Thyrinteina arnobia) | 125 mL/ha | Deve ser aplicado em estágios larvais de máxima atividade, porém antes de se atingir o nível de dano econômico, para um eficiente controle de praga. Repetir a aplicação, se necessário. | U.N.A. | 500-1000 L/ha (Costal) 250 a 500 L/ha (Tratorizado) 10-20 L/ha (Aérea) |
Maçã | Lagarta-enroladeira-da- folha (Bonagota cranaodes) | 90 mL/100 L de água | Deve ser utilizado para controlar a lagarta-enroladeira-das-folhas, iniciando- se o tratamento (pulverizações) logo após o início da infestação. Repetir a aplicação em intervalos de 10 a 15 dias, dependendo do nível de infestação. | 4 | 600 a 1200 L/ha (Tratorizado) |
Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | 70 a 90 mL/100 L de água | Realizar monitoramento através de armadilhas com feromônios. Iniciar as aplicações quando forem capturados no mínimo 5 adultos em armadilha de feromônio instaladas no pomar. Podem ser realizadas 3 aplicações com intervalo de 14 dias. | 3 | 1000 L/ha (Tratorizado) | |
Milheto | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 300 mL/ha | Deve ser utilizado para controlar a lagarta-do-cartucho, iniciando-se o tratamento (pulverizações) logo após o início da infestação, com lagartas até o 3º instar (até 1,5 cm), já que após este tamanho, os danos causados serão maiores. | 1 | 200 a 400 L/ha (Tratorizado) |
Milho | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 300 mL/ha | Deve ser utilizado para controlar a lagarta-do-cartucho, iniciando-se o tratamento (pulverizações) logo após o início da infestação, com lagartas até o 3º instar (até 1,5 cm), já que após este tamanho, os danos causados serão maiores. | 1 | 200 a 400 L/ha (Tratorizado) |
Repolho | Curuquerê-da-couve (Ascia monuste orseis) | 62,5 mL/ha | Deve ser usado para controlar a lagarta da folhagem iniciando-se o tratamento (pulverização) logo após o início da infestação. Repetir a aplicação, se necessário. | 2 | 400 L/ha (Costal e Tratorizado) |
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 125 mL/ha | Deve ser aplicado quando na amostragem (pano-de-batida) forem constatadas 30-40 lagartas pequenas (até 1,5 cm) ou até 10 lagartas grandes (maiores que 1,5 cm). Repetir a aplicação, se necessário, até o início do florescimento. | 2 | 200 a 400 L/ha (Tratorizado) 10-20 L/ha (Aérea) |
CULTURAS | PRAGAS | DOSES (p.c.) | RECOMENDAÇÃO DE USO | ||
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO | Nº MÁXIMO DE APLICAÇÕES | VOLUME DE CALDA | |||
Sorgo | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 300 mL/ha | Deve ser utilizado para controlar a lagarta-do-cartucho, iniciando-se o tratamento (pulverizações) logo após o início da infestação, com lagartas até o 3º instar (até 1,5 cm), já que após este tamanho, os danos causados serão maiores. | 1 | 200 a 400 L/ha (Tratorizado) |
Tomate | Broca-pequena-do- tomateiro (Neoleucinodes elegantalis) | 125 mL/ha | Deve ser aplicado preventivamente para o controle da broca-pequena-dos-frutos, iniciando-se no florescimento da cultura, aplicando-se sobre toda a parte aérea da cultura, principalmente flores e frutos. As aplicações devem ter intervalos de 7 dias. | 4 | 500-1000 L/ha (Costal e Tratorizado) |
Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 500 mL/ha | Deve ser aplicado no início da infestação, quando as lagartas são pequenas (nos primeiros instares larvais), procurando atingir toda a parte aérea da cultura. As pulverizações devem ser repetidas com intervalos de 7 dias. | |||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Abobrinha | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Brócolis | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Diatraea saccharalis | Broca-da-cana, Broca-do-colmo | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Couve | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Ascia monuste orseis | Curuquerê da couve | Ver detalhes |
| Eucalipto | Thyrinteina arnobia | Lagarta-de-cor-parda, Lagarta-Thyrinteina | Ver detalhes |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Milheto | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Repolho | Ascia monuste orseis | Curuquerê-da-couve, Lagarta-da-couve | Ver detalhes |
| Soja | Anticarsia gemmatalis | Lagarta-da-soja, Lagarta-desfolhadora | Ver detalhes |
| Tomate | Neoleucinodes elegantalis | Broca-pequena-do-fruto, Broca-pequena-do-tomateiro | Ver detalhes |
Em todas as aplicações, excetuando-se na cultura de cana-de-açúcar, adicionar óleo vegetal ou mineral emulsionável ou um adjuvante de boa qualidade na dosagem de 0,125% - 0,250% (125 mL- 250 mL/100L).
ABOBRINHA
Pulverizadores costais
Velocidade: 1 m/s
Volume de aplicação: 500 litros/ha Pressão de trabalho: 40-60 psi
Tipos de bico: jato cônico vazio ou D4 a D6 com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm² com VMD de 110-120 µ.
Pulverizadores tratorizados de barra Velocidade do trator: 6-8 km/h
Volume de aplicação: 500 litros/ha Pressão do manômetro: 80-100 psi
Tipos de bico: jato cônico vazio com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm² com VMD de 110-120 µ.
ALGODÃO
Pulverizadores costais
Velocidade: 1 m/s
Volume de aplicação: 200 litros/ha Pressão de trabalho: 40-60 psi
Tipos de bico: jato cônico ou D2 a D4 com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm² com VMD de 110-120 µ.
Pulverizadores tratorizados de barra Velocidade do trator: 6-8 km/h
Volume de aplicação: 500 litros/ha Pressão do manômetro: 80-100 psi
Tipos de bico: jato cônico vazio com combinação adequada de ponta e difusor c(core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm² com VMD de 110-120 µ.
Altura da barra: 50 cm em relação ao alvo de deposição.
Aérea
Uso de barra com 40-42 bicos de jato cônico vazio. Volume de aplicação: 10-12 litros/ha
Pressão de trabalho: 15-30 psi
Uso de MICRONAIR com deposição mínima de 40 gotas/cm2. Altura de voo: 4-5 metros em relação ao alvo de deposição.
CANA-DE-AÇÚCAR
Pulverizadores tratorizados de barra Velocidade do trator: 6-8 km/h
Volume de aplicação: 50-200 litros/ha Pressão do manômetro: 80-100 psi Tipos de bico: leque 110.01 - 110.02
Altura da barra: 50 cm em relação ao alvo de deposição.
Aérea
Uso de barra com 40-42 bicos Volume de aplicação: 20-40 litros/ha Pressão de trabalho: 30-50 psi
Uso de MICRONAIR com deposição mínima de 40 gotas/cm². Altura de voo: 4-5 metros em relação ao alvo de deposição.
CITROS
Atomizadores
Devem-se observar os seguintes parâmetros:
Velocidade do trator: 2-3 km/hora Rpm na tomada de força: 540 rpm Pressão: 300 a 350 libras/pol2
Vazão: 145 litros/minuto
Tipo de bico: Disco ou chapinha número 6, os dois lados do atomizador devem estar abertos, ou seja, 7 bicos de cada lado, num total de 14 bicos; considerando-se que todos estejam abertos, recomenda- se alternar bicos com difusor de 2 furos (menor vazão) com bicos de difusão de 3 furos (maior vazão). Volume de calda: Usar 5-15 litros de calda por planta, dependendo do porte da árvore.
Pistolas
Devem-se observar os seguintes parâmetros:
Velocidade do trator: 1,8 km/hora Rpm do trator: 1.400 rpm
Marcha do trator: 1ª reduzida Pressão: 200-350 libras/pol2
Vazão: 130 litros/minuto
Tipo de bico: Disco ou chapinha nos 6 a 8
Volume de aplicação: Usar 5-15 litros de calda por planta, dependendo do porte da árvore.
Pulverizadores costais
Como os pulverizadores costais manuais não possuem regulador de pressão, o volume a ser aplicado depende muito do operário que executa a operação. A calibração deve ser feita individualmente, sendo considerada uma velocidade usual aquela ao redor de 1 m/segundo. A pressão de trabalho varia conforme o ritmo de movimento que o operador imprime à alavanca de acionamento da bomba, combinado com a vazão do bico.
Bicos de alta vazão geralmente são trabalhados a baixa pressão, uma vez que no ritmo normal de bombeamento não se consegue atingir altas pressões. Em oposição, bicos de baixa vazão são operados em pressões maiores, pois o operador consegue manter o circuito pressurizado acionando poucas vezes a alavanca da bomba. Recomenda-se utilizar bicos de média a baixa vazão para melhor cobertura da área foliar.
COUVE, BRÓCOLIS, COUVE-FLOR, COUVE-CHINESA, REPOLHO
Pulverizadores costais
Velocidade: 1 m/s
Volume de aplicação: 400 litros/ha Pressão de trabalho: 40-60 psi
Tipos de bico: jato cônico vazio ou D4 a D6 com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm² com VMD de 110-120 µ.
Pulverizadores tratorizados de barra Velocidade do trator: 6-8 km/h
Volume de aplicação: 400 litros/ha Pressão do manômetro: 80-100 psi
Tipos de bico: jato cônico vazio com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm² com VMD de 110-120 µ.
MAÇÃ
Pulverizadores tratorizados turbinados Velocidade de aplicação: 4-6 km/ha
Volume de aplicação: Lagarta-enroladeira-da-folha (Bonagota cranaodes): 600 a 1200 litros/ha Volume de aplicação: Mariposa-oriental (Grapholita molesta): 1000 litros/ha
Pressão de trabalho: 120-150 psi
Tipos de bicos: jato cônico vazio com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm² com VMD de 110-120 µ.
MILHO, MILHETO, SORGO
Pulverizadores tratorizados de barra Velocidade de aplicação: 4 a 6 km/h Volume de aplicação: 200 a 400 litros/ha. Pressão de trabalho: 40-60 psi
Tipos de bicos: Leque - 8002 a 8003 - direcionado para a linha de milho. Altura da barra: 50 cm acima do alvo a ser depositado.
SOJA
Pulverizadores costais
Velocidade: 1 m/s
Volume de aplicação: 200 litros/ha Pressão de trabalho: 40-60 psi
Tipos de bico: jato cônico ou D2 a D4 com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm² com VMD de 110-120 µ.
Pulverizadores tratorizados de barra Velocidade do trator: 6-8 km/h
Volume de aplicação: 200-400 litros/ha Pressão do manômetro: 80-160 psi
Tipos de bico: jato cônico vazio com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm² com VMD de 110-120 µ.
Altura da barra: 50 cm em relação ao alvo de deposição.
Aérea
Uso de barra com 40-42 bicos de jato cônico vazio. Volume de aplicação: 10-20 litros/ha
Pressão de trabalho: 40-60 psi
Uso de MICRONAIR com deposição mínima de 40 gotas/cm². Altura de voo: 4-5 metros em relação ao alvo de deposição.
TOMATE
Pulverizadores costais (tomate envarado) Velocidade: 1 m/s
Volume de aplicação: 500-1000 litros/ha Pressão de trabalho: 40-60 psi
Tipos de bico: jato cônico vazio ou D4 a D6 compatível com a vazão de 500-1000 litros/ha.
Pulverizadores tratorizados de barra (tomate rasteiro) Velocidade do trator: 6-8 km/h
Volume de aplicação: 500-1000 litros/ha Pressão do manômetro: 80-100 psi
Tipos de bico: jato cônico vazio com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm² com VMD de 110-120 µ.
Altura da barra: 50 cm em relação ao alvo de deposição.
EUCALIPTO
Atomizador costal (motorizado):
Volume de aplicação: 500 a 1000 L/ha
Pulverizador tratorizado tipo canhão:
Volume de aplicação: 250 a 500 L/ha Rotação do trator: 540 rpm
Rotação da turbina centrífuga: 3400 rpm
Faixa de aplicação: 1 a 3 linhas, dependendo da altura da árvore.
Aérea:
Uso do MICRONAIR AU 5000 ou bicos hidráulicos Volume de aplicação: 10 a 20 litros/ha
Altura do voo: 3 a 4 metros do topo da árvore Ângulo das pás (MICRONAIR): 35 a 45º Inclinação dos bicos hidráulicos: 45 a 90º
Temperatura máxima: 30ºC
Umidade relativa do ar: 55% (mínima) Velocidade do vento: máximo de 10 km/h
Abobrinha, Brócolis, Couve, Couve-flor, Couve-chinesa, Repolho e Tomate: 3 dias Citros: 7 dias
Algodão, Maçã e Soja: 14 dias Cana-de-açúcar: 28 dias Milho, Milheto e Sorgo: 60 dias Eucalipto: UNA*
* USO NÃO ALIMENTAR
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação”.
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES DE PRODUTO COMERCIAL | Nº DE APLICAÇÕES | ÉPOCA e INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
ARROZ | Curuquerê-dos- capinzais (Mocis latipes) | 200 mL/ha | 1 | Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, com as lagartas em estádio inicial de desenvolvimento. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultivo. | Terrestre: 100 - 300 L/ha |
Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) | |||||
BERINJELA | Broca-pequena-do- fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 40 mL/ 100 L de água | 4 | Broca-pequena-do- fruto: Iniciar a aplicação quando forem observados os primeiros ovos na superfície dos frutos. Realizar o monitoramento das plantas desde o início da formação dos primeiros frutos. Larva-minadora e Traça-da-batatinha: tratar logo no início da infestação. Percevejo-rendado: Aplicar no início do ataque, tratar visando a parte inferior das folhas. Vaquinha-verde- amarela, Vaquinha- das-solanáceas e Besouro: tratar no início da infestação. Lagarta-rosca: Quando observar os primeiros sinais de ataque, deve-se | Terrestre: 400 - 1000 L/ha |
Larva-minadora (Lyriomyza sativae) | |||||
Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | |||||
Percevejo-rendado (Corythaica cyathicollis) | 30 mL/ 100 L de água | ||||
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | |||||
Vaquinha-das- solanáceas (Epicauta atomaria) | |||||
Besouro (Systena tenuis) |
Lagarta-rosca (Agrotis ípsilon) | 50 mL/ 100 L de água | pulverizar de preferência à tarde, dirigindo-se o jato na base das plantas, logo após o transplante. Reaplicar, se necessário, com intervalos de 7 dias. | Terrestre: 300 - 600 L/ha | ||
BRÓCOLIS, COUVE, COUVE- FLOR E REPOLHO | Traça-das- crucíferas (Plutella xylostella) | 30 mL/ 100 L de água | 3 | Traça-das- crucíferas: Aplicar quando encontrar os primeiros indivíduos ou sintomas como furos nas folhas centrais. Repetir se necessário. Lagarta-rosca: Aplicar logo após o transplante, quando observar sinais de ataque, deve-se pulverizar de preferência à tarde, dirigindo-se o jato na base das plantas. Pulgão-da-couve, Lagarta-mede-palmo, Vaquinha-verde- amarela e Curuquerê- da-couve: aplicar logo no início da infestação, procurando atingir a praga. Reaplicar em caso de reinfestação, com intervalo de 7 dias entre as aplicações. | Terrestre: 300 - 800 L/ha |
Pulgão-da-couve (Brevicoryne brassicae) | |||||
Lagarta-mede- palmo (Trichoplusia ni) | |||||
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | |||||
Curuquerê-da- couve (Ascia monuste orseis) | |||||
Lagarta-rosca (Agrotis ípsilon) | |||||
Terrestre: 300 - 600 L/ha | |||||
CAJU | Broca-das- pontas-do- cajueiro (Anthistarcha binocularis) | 200mL/ha | 3 | Broca das pontas do cajueiro: Avaliar toda planta e aplicar quando as plantas apresentarem início de ataque do inseto. Tripes do cacaueiro: Avaliar 1 ramo por planta e aplicar quando as plantas apresentarem os primeiros sinais de ataque da praga. | Terrestre: 300 – 1000 L/ha |
Tripes-do- cacaueiro (Selenothrips rubrocinctus) |
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES DE PRODUTO COMERCIAL | Nº DE APLICAÇÕES | ÉPOCA e INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
Reaplicar se necessário com intervalo de 15 – 20 dias. | |||||
FEIJÃO | Lagarta-falsa- medideira (Pseudoplusia includens) | 120 – 160 mL/ha | 3 | Realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação e postura, de acordo com o nível de controle, quando houver 20 lagartas por amostragem ou 30% de danos nas folhas no estágio vegetativo e 15% de danos no estágio reprodutivo. Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo. | Terrestre: 100 – 200 L/ha Aéreo: 30 – 40 L/ha |
FEIJÃO - VAGEM | Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) | 30mL/100 L de água | 3 | Realizar monitoramento sistemático e iniciar as aplicações logo no início da infestação praga, tão logo observar as primeiras formas nas plantas. Utilizar volume de calda de pulverização que permita em todas as partes das plantas. Para pulgões, pulverizar visando também atingir a parte inferior das folhas. Caso seja necessário, repetir as aplicações com intervalos de 7 dias. | Terrestre: 200 L/ha |
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | |||||
Broca-da-vagem (Etiella zinckenella) | |||||
Pulgão (Aphis craccivora) |
MAÇÃ | Moscas-das- frutas (Ceratitis capitata) (Anastrepha fraterculus) | 40 mL/ 100 L de água | 3 | Realizar monitoramento sistemático do pomar e iniciar a aplicação quando houver um acúmulo médio de 0,5 mosca por armadilha por dia. Repetir quando atingir novamente o índice, com intervalo de 15 dias entre as aplicações | Terrestre: 1 – 3 L de calda/planta |
PÊSSEGO | Moscas-das- frutas (Ceratitis capitata, Anastrepha spp) | 40 mL/ 100 L de água | 3 | Moscas-das-frutas: Nas áreas em que houver detecção de grande quantidade de moscas, deve-se realizar aplicação de inseticida associado com proteína hidrolisada (5%) ou melaço (10%), com jato dirigido ao terço superior da copa das plantas. Reaplicar quando atingir novamente o índice. Mariposa-oriental: Aplicar quando no monitoramento semanal acumular 20 mariposas por armadilha (1 armadilha por hectare) a partir da formação dos frutos. Reaplicar quando atingir o nível novamente, com intervalo de 15 dias entre as aplicações. | Terrestre: 1 – 3 L de calda/planta |
Mariposa-oriental (Grapholita molesta) | |||||
PIMENTÃO | Broca-pequena- do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) | 40 mL/ 100 L de água | 2 | Broca-pequena-do- fruto: iniciar a aplicação quando forem observados os primeiros ovos na superfície dos frutos. Realizar o monitoramento das | Terrestre: 400 – 1000 L/ha |
Larva-minadora (Lyriomyza sativae) |
Traça-da- batatinha (Phthorimaea operculella) | plantas desde o início da formação dos primeiros frutos. Larva-minadora e Traça-da-batatinha: | ||||
Percevejo-rendado (Corythaica cyathicollis) | 30 mL/ 100 L de água | tratar logo no início da infestação. Percevejo-rendado: aplicar no início do ataque. Tratar visando a parte inferior das folhas. Vaquinha-verde- amarela, Vaquinha- das-solanáceas e Besouro: tratar no início da infestação. Lagarta-rosca: quando observar os primeiros sinais de ataque, deve-se pulverizar de preferência à tarde, dirigindo-se o jato na base das plantas, logo após o transplante. Reaplicar com intervalo de 7 dias se necessário. | |||
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) | |||||
Vaquinha-das- solanáceas (Epicauta atomaria) | |||||
Besouro (Systena tenuis) | |||||
Lagarta-rosca (Agrotis ípsilon) | 50 mL/ 100 L de água | Terrestre: 300 – 600 L/ha | |||
TOMATE | Broca-pequena- do-fruto (Neoleucinodes elegantalis ) | 40 mL/ 100 L de água | 4 | Broca-pequena-do- fruto: iniciar a aplicação quando forem observados os primeiros ovos na superfície dos frutos. Realizar o monitoramento das plantas desde o início da formação dos primeiros frutos. Larva-minadora e Traça-da-batatinha: tratar logo no início da infestação. Percevejo-rendado: Aplicar no início do ataque. Tratar visando a parte inferior das folhas. Vaquinha-verde- amarela, Vaquinha- | Terrestre: 400 – 1000 L/ha |
Larva-minadora (Lyriomyza sativae) | |||||
Traça-da- batatinha (Phthorimaea operculella ) | |||||
Percevejo- rendado (Corythaica cyathicollis) | 30 mL/ 100 L de água | ||||
Vaquinha-verde- amarela (Diabrotica speciosa) |
CULTURAS | DOENÇAS | DOSES DE PRODUTO COMERCIAL | Nº DE APLICAÇÕES | ÉPOCA e INTERVALO DE APLICAÇÃO | VOLUME DE CALDA |
NOME COMUM (NOME CIENTÍFICO) | |||||
Vaquinha-das- solanáceas (Epicauta atomaria) | das-solanáceas e Besouro: tratar no início da infestação. Lagarta-rosca: Quando observar os primeiros sinais de ataque, deve-se pulverizar de preferência à tarde, dirigindo-se o jato na base das plantas, logo após o transplante. Reaplicar com intervalo de 7 dias se necessário | ||||
Besouro (Systena tenuis) | |||||
Lagarta-rosca (Agrotis ípsilon) | 50 mL/ 100 L de água | Terrestre: 300 – 600 L/ha |
Reaplicar, se necessário, com intervalos de 7 dias entre as aplicações.
Reaplicar se necessário com intervalo de 15 – 20 dias.
Reaplicar quando atingir novamente o índice.
Reaplicar quando atingir o nível novamente, com intervalo de 15 dias entre as aplicações.
Percevejo-rendado: aplicar no início do ataque. Tratar visando a parte inferior das folhas. Vaquinha-verde-amarela, Vaquinha-das-solanáceas e Besouro: tratar no início da infestação.
Reaplicar com intervalo de 7 dias se necessário.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Arroz | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Berinjela | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Brócolis | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Caju | Anthistarcha binocularis | Broca-das-pontas, Broca-das-pontas-do-cajueiro | Ver detalhes |
| Couve | Brevicoryne brassicae | Pulgão, Pulgão-da-couve | Ver detalhes |
| Couve-flor | Trichoplusia ni | Falsa-medideira-da-couve, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Feijão | Pseudoplusia includens | Lagarta-do-linho, Lagarta-falsa-medideira | Ver detalhes |
| Feijão-vagem | Aphis craccivora | Pulgão, Pulgão-do-feijoeiro | Ver detalhes |
| Maçã | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Pessego | Ceratitis capitata | Mosca-das-frutas, Mosca-do-mediterrâneo | Ver detalhes |
| Pimentão | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Repolho | Trichoplusia ni | Falsa-medideira-da-couve, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Tomate | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas é fundamental para o sucesso do controle da doença, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas a ser utilizado.
O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura.
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto.
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do SCATTO deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do SCATTO, acrescentar adjuvante na proporção recomendada para o cultivo/alvo, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente
antes de reiniciar a aplicação.
Para aplicação com termonebulizadores, realizar a pré mistura em um recipiente não reativo (plástico, fibra de vidro), adicionando a dose recomendada para o cultivo em 2 a 3 litros de óleo mineral agitando-o com um bastão plástico até que a pré-calda esteja homogênea. Após esta etapa adicionar a calda preparada ao reservatório do equipamento e completar o volume do reservatório com óleo mineral.
Equipamento de aplicação terrestre:
Recomenda-se utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, providos de pontas de pulverização hidráulicas, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados. A altura da barra com relação ao alvo deve ser a mesma em toda a extensão da área a ser pulverizada, devendo esta ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura, assim permitindo uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda de forma a produzir gotas de tamanho médio a grossas.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que a aplicação seja uniforme e que não ocorram sobreposições, escorrimentos e nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que a aplicação seja uniforme e que não ocorram sobreposições, escorrimentos e nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Estacionário, Jato dirigido.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que a aplicação seja uniforme e que não ocorram sobreposições, escorrimentos e nem deriva por movimentos não planejados pelo operador. Equipamento estacionário manual (barra ou pistola):
Utilizar pulverizador estacionário munido de barra com ponta de pulverização do tipo leque (jato plano) ou com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica e calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante de modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Jato Dirigido:
Utilizar pulverizador autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido ao alvo desejado, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura dos alvos. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que a aplicação seja uniforme e que não ocorram sobreposições, escorrimentos e nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que a aplicação seja uniforme e que não ocorram sobreposições, escorrimentos e nem deriva por movimentos não planejados pelo operador. Equipamento estacionário manual (barra ou pistola):
Utilizar pulverizador estacionário munido de barra com ponta de pulverização do tipo leque (jato plano) ou com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica e calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante de modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Jato Dirigido:
Utilizar pulverizador autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido ao alvo desejado, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura dos alvos. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Recomenda-se utilizar aeronaves agrícolas equipadas com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume mínimo 40L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave utilizada).
Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação. Observações locais devem ser realizadas visando reduzir ao máximos as perdas por deriva.
Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático
Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do
comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Utilizar sempre empresas certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS) para realizar a aplicação aérea
Condições climáticas ideais: Temperatura máxima de 30ºC; Umidade relativa mínima de 55% e velocidade do ventoentre 3 a 10 km/h.
A altura de vôo deve ser ajustado em função da velocidade do vento. Se o vento tender para velocidades maiores, reduzir a altura de vôo, se o vento tender para velocidades menores, aumentar a altura de vôo.
Não permitir que ocorra deriva da calda aplicada e está atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
Diâmetro das gotas:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a
maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
Inversão térmica
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Ventos:
A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Temperatura e Umidade:
Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
CULTURA | DIAS |
Arroz | 14 |
Berinjela | 3 |
Brócolis | 3 |
Caju | 7 |
Couve | 1 |
Couve-flor | 3 |
Feijão | 14 |
Feijão-Vagem | 14 |
Maçã | 7 |
Pêssego | 7 |
Pimentão | 2 |
Repolho | 2 |
Tomate | 1 |
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Alvo | Dose | Época de Aplicação |
Algodão | Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 50 - 125 mL/ha | Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido. |
Tripes (Frankliniella schultzei) | 100 - 150 mL/ha | ||
Curuquerê (Alabama argillacea) | 25 - 50 mL/ha | ||
Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 125 mL/ha | ||
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 4 aplicações para Lagarta-das-maçãs, Tripes e Curuquerê 2 aplicações para Lagarta Helicoverpa Intervalo de Aplicação: 10 dias para Tripes Será determinado em função da reinfestação para Lagarta-das-maçãs, Curuquerê e Lagarta Helicoverpa Volume de calda:
| |||
Batata | Larva-minadora* (Liriomyza huidobrensis) | 340 - 420 mL/ha | Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação. Se ocorrerem 3 aplicações consecutivas, somente reutilizar este produto após 21 dias. |
Traça-da-batatinha (Phthorimaea operculella) | 200 - 340 mL/ha | ||
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 4 Intervalo de Aplicação: 7 dias ou determinado em função da reinfestação Volume de calda: - Aplicação terrestre: 400 L/ha * Adicionar adjuvante (organosiliconado) à calda na proporção de 50 mL para cada 100 L de água | |||
Cultura | Alvo | Dose | Época de Aplicação |
Brócolis, Couve, Couve- chinesa, Couve-de- bruxelas, Couve-flor | Traça-das-crucíferas* (Plutella xylostella) | 80 - 100 mL/ha | Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação. Se ocorrerem 3 aplicações consecutivas, somente reutilizar este produto após 21 dias. |
Curuquerê-da-couve* (Ascia monuste orseis) | |||
Lagarta-mede-palmo* (Trichoplusia ni) | |||
Lagarta-rosca* (Agrotis ipsilon) | |||
Broca-da-couve* (Hellula phidilealis) | |||
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 4 Intervalo de Aplicação: será determinado em função da reinfestação Volume de calda: - Aplicação terrestre: 500 - 800 L/ha * Adicionar adjuvante (óleo mineral) à calda na proporção de 250 mL para cada 100 L de água | |||
Café | Bicho-mineiro-do-café* (Leucoptera coffeella) | 125 - 150 mL/ha | Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação. |
Broca-do-café (Hypothenemus hampei) | 300 - 400 mL/ha | ||
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 3 Intervalo de Aplicação: Será determinado em função da reinfestação para Bicho-mineiro-do-café 30 - 45 dias para Broca-do-café Volume de calda: - Aplicação terrestre: 400 - 800 L/ha * Adicionar adjuvante (organosiliconado) à calda na proporção de 50 mL para cada 100 L de água | |||
Cebola | Tripes* (Thrips tabaci) | 200 mL/ha | Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação. |
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 3 Intervalo de Aplicação: será determinado em função da reinfestação Volume de calda: - Aplicação terrestre: 500 - 800 L/ha * Adicionar adjuvante (óleo mineral) à calda na proporção de 250 mL para cada 100 L de água | |||
Cultura | Alvo | Dose | Época de Aplicação |
Citros | Minadora-das-folhas* (Phyllocnistis citrella) | 12,5 - 15 mL/100 L | Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação. |
Bicho-furão (Ecdytolopha aurantiana) | 10 - 12,5 mL/100 L | ||
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 2 Intervalo de Aplicação: será determinado em função da reinfestação Volume de calda: - Aplicação terrestre: 2-10 litros/planta para Minadora-das-folhas 5-10 litros/planta para Bicho-furão * Adicionar adjuvante (óleo mineral) à calda na proporção de 250 mL para cada 100 L de água | |||
Feijão | Larva-minadora* (Liriomyza huidobrensis) | 175 - 200 mL/ha | Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação. |
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 3 Intervalo de Aplicação: será determinado em função da reinfestação Volume de calda: - Aplicação terrestre: 200 L/ha * Adicionar adjuvante (organosiliconado) à calda na proporção de 50 mL para cada 100 L de água | |||
Melancia | Larva-minadora* (Liriomyza huidobrensis) | 150 - 200 mL/ha | Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação. |
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 3 Intervalo de Aplicação: será determinado em função da reinfestação Volume de calda: - Aplicação terrestre: 500 L/ha * Adicionar adjuvante (organosiliconado) à calda na proporção de 50 mL para cada 100 L de água | |||
Cultura | Alvo | Dose | Época de Aplicação |
Milho | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 37,5 - 100 mL/ha | Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido. A aplicação deve ser dirigida para o cartucho da planta, utilizando-se ponta do tipo leque. |
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 3 Intervalo de Aplicação: será determinado em função da reinfestação Volume de calda: - Aplicação terrestre: 200 L/ha no estádio inicial de desenvolvimento da cultura 400 L/ha em qualquer fase de desenvolvimento da cultura após o estádio inicial | |||
Plantas ornamentais cultivadas em ambiente aberto | Tripes (Frankliniella occidentalis) | 15 - 20 mL/100 L | Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação. Se ocorrerem 3 aplicações consecutivas, somente reutilizar este produto após 21 dias. |
Larva-minadora (Liriomyza huidobrensis) | 20 - 30 mL/100 L | ||
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 4 Intervalo de Aplicação: será determinado em função da reinfestação Volume de calda: - Aplicação terrestre: 1000 L/ha O produto não é fitotóxico para o cultivo de Crisântemo. Devido ao grande número de espécies de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas pragas indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÁRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, antes de sua aplicação em maior escala. | |||
Repolho | Traça-das-crucíferas* (Plutella xylostella) | 80 - 100 mL/ha | Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação. Se ocorrerem 3 aplicações consecutivas, somente reutilizar este produto após 21 dias. |
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 4 Intervalo de Aplicação: será determinado em função da reinfestação Volume de calda: - Aplicação terrestre: 500 - 800 L/ha * Adicionar adjuvante (óleo mineral) à calda na proporção de 250 mL para cada 100 L de água | |||
Cultura | Alvo | Dose | Época de Aplicação |
Soja | Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) | 12,5 - 50 mL/ha | Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido. |
Lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera) | 50 mL/ha | ||
Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) | 40 - 60 mL/ha | ||
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 2 aplicações para Lagarta-da-soja e Lagarta Helicoverpa 3 aplicações para Lagarta-das-maçãs Intervalo de Aplicação: será determinado em função da reinfestação Volume de calda:
| |||
Sorgo | Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) | 30 - 60 mL/ha | Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto quando o nível de dano econômico for atingido. A aplicação deve ser dirigida para o cartucho da planta, utilizando-se ponta do tipo leque. |
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 2 Intervalo de Aplicação: será determinado em função da reinfestação Volume de calda: - Aplicação terrestre: 200 L/ha no estádio inicial de desenvolvimento da cultura 400 L/ha em qualquer fase de desenvolvimento da cultura após o estádio inicial | |||
Tomate | Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta) | 100 - 170 mL/ha Tomate Industrial | Monitorar o cultivo/praga e aplicar o produto no início da infestação. Se ocorrerem 3 aplicações consecutivas, somente reutilizar este produto após 21 dias. |
10 - 17 mL/100 L Tomate Estaqueado | |||
N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 6 Intervalo de Aplicação: 7 dias ou determinado em função da reinfestação Volume de calda: - Aplicação terrestre: 400 L/ha para Tomate Industrial 1000 L/ha para Tomate Estaqueado | |||
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Algodão | Helicoverpa armigera | Lagarta-do-algodão | Ver detalhes |
| Batata | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Brócolis | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Café | Hypothenemus hampei | Broca-do-café | Ver detalhes |
| Cebola | Thrips tabaci | Tripes, Tripes-do-fumo | Ver detalhes |
| Citros | Phyllocnistis citrella | Larva-minadora-das-folhas, Minadora-das-folhas | Ver detalhes |
| Couve | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Agrotis ipsilon | Lagarta rosca | Ver detalhes |
| Couve-de-bruxelas | Hellula phidilealis | Broca da couve | Ver detalhes |
| Couve-flor | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Crisântemo | Frankliniella occidentalis | Tripes | Ver detalhes |
| Feijão | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Melancia | Lyriomyza huidobrensis | Larva-minadora, Mosca-minadora | Ver detalhes |
| Milho | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Repolho | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Soja | Heliothis virescens | Lagarta-das-maçãs | Ver detalhes |
| Sorgo | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Tomate | Tuta absoluta | Traça-do-tomateiro | Ver detalhes |
Os parâmetros de aplicação através de equipamento costal ou tratorizado, como tipo de pontas, pressão de trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
As aplicações via equipamentos de irrigação tipo pivô central devem sempre: utilizar equipamentos de irrigação bem ajustados, que possibilitem cobertura uniforme do produto; utilizar sistemas de injeção completos e adequadamente calibrados, seguindo as orientações do fabricante; verificar as características da área a ser tratada, quantidade de produto necessária e a taxa de injeção; utilizar equipamentos de proteção individual.
Esta modalidade de aplicação pode ser utilizada para as culturas de Algodão e Soja. Recomenda-se a utilização de barras com pontas específicas ou atomizadores rotativos do tipo “Micronair”, sempre procurando obter uma boa cobertura na aplicação. Toda aplicação com aeronave agrícola deve ser controlada/monitorada por GPS.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) ou que tenham sido capacitadas e treinadas pela Corteva Agriscience, através do nosso programa de Boas Práticas Agrícolas, para realizar a aplicação aérea deste produto. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto.
A Corteva não recomenda a aplicação via aeronaves remotamente pilotadas (drones) para o produto
Deve-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
Temperatura ambiente: igual ou inferior a 30ºC.
Umidade relativa do ar: acima de 50%.
Velocidade do vento: calmo (entre 2 e 10 km/h).
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um engenheiro agrônomo.
Algodão 7 dias Batata 3 dias
Brócolis 1 dia
Café 7 dias
Cebola 1 dia
Citros 14 dias
Couve 1 dia
Couve-chinesa 1 dia
Couve-de-bruxelas 1 dia
Couve-flor 1 dia
Crisântemo (Plantas ornamentais cultivadas em ambiente aberto) UNA*
Feijão 3 dias
Melancia 1 dia
Milho 7 dias
Repolho 1 dia
Soja 9 dias
Sorgo 7 dias
Tomate 1 dia
*UNA = Uso Não Alimentar
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
Cultura | Alvos Biológicos | Dose* | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações | |
mL p.c./ha** | mL p.c./ 100 L** | ||||
Acelga | Lagarta rosca Agrotis ipsilon | - | 100 | 300 - 500 | 3 |
Lagarta militar Spodoptera frugiperda | - | 80 a 100 | 300 - 800 | ||
Alface | Lagarta rosca Agrotis ipsilon | - | 100 | 300 - 500 | 3 |
Lagarta militar Spodoptera frugiperda | - | 80 a 100 | 300 - 800 | ||
Algodão | Lagarta-das-maçãs Heliothis virescens | 800 - 1000 | - | 200 - 300 | 5 |
Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | |||||
Curuquerê Alabama argillacea | |||||
Lagarta armigera Helicoverpa armigera | |||||
Cultura | Alvos Biológicos | Dose* | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações | |
mL p.c./ha** | mL p.c./ 100 L** | ||||
Agrião | Lagarta rosca Agrotis ipsilon | - | 100 | 300 - 500 | 3 |
Lagarta militar Spodoptera frugiperda | - | 80 a 100 | 300 - 800 | ||
Batata | Traça-da-batatinha Phthorimaea operculella | 800 - 1000 | - | 400 - 500 | Solo: 2 Foliar: 3 |
Larva-alfinete Diabrotica speciosa | 1000 | - | 150 - 300 | ||
Brócolis | Lagarta rosca Agrotis ipsilon | - | 80 a 100 | 300 - 600 | 3 |
Curuquerê da couve Ascia monuste orseis | |||||
Broca da couve Hellula phidilealis | |||||
Traça das crucíferas Plutella xylostella | |||||
Lagarta mede palmo Trichoplusia ni | |||||
Café | Broca-do-café Hypothenemus hampei | 1500 - 2000 | - | 200 - 400 | 2 |
Cana-de- açúcar | Cupim Heterotermes tenuis | 800 - 1000 | - | 200 | 1 |
Cupim Procornitermes triacifer | - | ||||
Chicória | Lagarta rosca Agrotis ipsilon | - | 100 | 300 - 500 | 3 |
Curuquerê da couve Ascia monuste orseis | |||||
Lagarta militar Spodoptera frugiperda | - | 80 - 100 | 300 - 800 | ||
Citros | Bicho-furão Ecdytolopha aurantiana | - | 80 - 100 | 2000 | 3 |
Couve | Lagarta rosca Agrotis ipsilon | - | 80 - 100 | 300 - 600 | 3 |
Curuquerê da couve Ascia monuste orseis | |||||
Lagarta mede palmo Trichoplusia ni | |||||
Couve-de- Bruxelas | Lagarta rosca Agrotis ipsilon | - | 80 - 100 | 300 - 600 | 3 |
Curuquerê da couve Ascia monuste orseis | |||||
Broca da couve Hellula phidilealis | |||||
Traça das crucíferas Plutella xylostella | |||||
Couve- chinesa | Lagarta rosca Agrotis ipsilon | - | 80 - 100 | 300 - 600 | 3 |
Curuquerê da couve Ascia monuste orseis | |||||
Broca da couve Hellula phidilealis | |||||
Traça das crucíferas Plutella xylostella | |||||
Cultura | Alvos Biológicos | Dose* | Volume de calda (L/ha) | Número Máximo de Aplicações | |
mL p.c./ha** | mL p.c./ 100 L** | ||||
Couve-flor | Lagarta rosca Agrotis ipsilon | - | 80 - 100 | 300 - 600 | 3 |
Traça das crucíferas Plutella xylostella | |||||
Lagarta militar Spodoptera frugiperda | |||||
Espinafre | Lagarta rosca Agrotis ipsilon | - | 100 | 300 - 500 | 3 |
Lagarta mede palmo Trichoplusia ni | |||||
Fumo | Traça-da-batata Phthorimaea operculella | 800 - 1000 | - | 300 | 4 |
Maçã | Mariposa-oriental Grapholita molesta | 800 - 1000 | 100 | 1000 | 4 |
Melancia | Lagarta rosca Agrotis ipsilon | - | 80 - 100 | 800 | 5 |
Broca grande do fruto Helicoverpa zea | |||||
Melão | Broca das cucurbitáceas Diaphania nitidalis | - | 80 - 100 | 800 | 5 |
Milho | Lagarta-militar Spodoptera frugiperda | 800 - 1000 | - | 200 | 5 |
Lagarta-da-espiga-do- milho Helicoverpa zea | |||||
Lagarta Helicoverpa Helicoverpa armigera | 500 - 1000 | ||||
Mostarda | Curuquerê da couve Ascia monuste orseis | - | 100 | 300 - 500 | 3 |
Repolho | Lagarta rosca Agrotis ipsilon | - | 80 - 100 | 300 - 600 | 3 |
Traça das crucíferas Plutella xylostella | |||||
Lagarta militar Spodoptera frugiperda | |||||
Rúcula | Lagarta rosca Agrotis ipsilon | - | 100 | 300 - 500 | 3 |
Curuquerê da couve Ascia monuste orseis | |||||
Lagarta mede palmo Trichoplusia ni | |||||
Soja | Lagarta-da-soja Anticarsia gemmatalis | 800 - 1000 | - | 200 | 3 |
Lagarta-falsa-medideira Pseudoplusia includens | |||||
Lagarta Helicoverpa Helicoverpa armigera | |||||
Tomate | Traça-do-tomateiro Tuta absoluta | 800 - 1000 | 80 - 100 | 1000 | 5 |
Lagarta Helicoverpa Helicoverpa armigera | |||||
Uva | Traça-dos-cachos Cryptoblabes gnidiella | - | 60 - 100 | 1000 | 3 |
p.c. = produto comercial (1 L de Verismo® equivale a 240 g de Metaflumizone);
* Adicionar adjuvante não iônico a 0,5% v/v em todas as aplicações, exceto na cultura da cana-de-açúcar;
** Utilizar as maiores doses em áreas de alta incidência da praga ou para se conseguir um maior período de controle.
Sulco de plantio: Para o controle de larva-alfinete, realizar a aplicação com equipamento apropriado e em jato dirigido sobre os tubérculos depositados no sulco de plantio. Após a aplicação, realizar o cobrimento dos tubérculos com terra.
Amontoa: Aproximadamente 15 a 25 dias após a semeadura, realizar uma aplicação no momento da “amontoa”, (processo no qual o solo é movimentado e direcionado para a base das plantas em ambos os lados da fileira de plantas visando a proteção dos tubérculos). O produto deverá ser aplicado dirigindo-o para a base das plantas, local onde haverá a formação dos tubérculos. Logo após a aplicação, o local da aplicação deve ser coberto com terra, de modo que essa prática, proporcione uma barreira química impedindo o acesso da praga até os tubérculos.
Para as aplicações de sulco de plantio e amontoa, utilizar equipamento adaptado e bico de jato plano (leque).
O preparo adequado do solo antes do plantio é fundamental para o sucesso no controle de Diabrotica speciosa, a formação de torrões e rachaduras devido à irregularidade de umidade podem facilitar a entrada da praga. O monitoramento das pragas, cuidados com a tecnologia utilizada e com o momento correto na aplicação, são essenciais no sucesso do controle. Se o plantio da batata for realizado no período de novembro a fevereiro e ou sequencial aos cultivos de soja, feijão, milho ou trigo é desejável que seja realizado o revolvimento do solo para expor indivíduos remanescentes (larvas em diferentes ínstares), pois esses cultivos são hospedeiros de Diabrotica speciosa.
Recomenda-se realizar esta operação pelo menos 15 dias antes do plantio, favorecendo a exposição de larvas da praga à predadores, morte por inanição, e consequentemente, uma redução da pressão de Diabrotica speciosa, contribuindo para um controle mais efetivo do inseticida Verismo.
Foliar: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 03 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo de 07 dias entre as aplicações e o intervalo de segurança. As aplicações não devem ser realizadas no período de floração da cultura.
| Cultura | Praga | Nome Cientifico | Modo de Aplicação |
|---|---|---|---|
| Acelga | Agrotis ipsilon | LAgarta Rosca | Ver detalhes |
| Agrião | Spodoptera frugiperda | Lagarta militar | Ver detalhes |
| Alface | Agrotis ipsilon | Lagarta-rosca | Ver detalhes |
| Algodão | Alabama argillacea | Curuquerê, Curuquerê-do-algodoeiro | Ver detalhes |
| Batata | Phthorimaea operculella | Cegadeira, Traça-da-batatinha | Ver detalhes |
| Brócolis | Hellula phidilealis | Broca da couve | Ver detalhes |
| Café | Hypothenemus hampei | Broca-do-café | Ver detalhes |
| Cana-de-açúcar | Heterotermes tenuis | Cupins | Ver detalhes |
| Chicória | Spodoptera frugiperda | Lagarta-do-cartucho, Lagarta-militar | Ver detalhes |
| Citros | Ecdytolopha aurantiana | Bicho-furão | Ver detalhes |
| Couve | Trichoplusia ni | Falsa-medideira-da-couve, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Couve-chinesa | Plutella xylostella | Traça das crucíferas | Ver detalhes |
| Couve-de-bruxelas | Agrotis ipsilon | Lagarta Rosca | Ver detalhes |
| Couve-flor | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Espinafre | Trichoplusia ni | Falsa-medideira-da-couve, Lagarta-mede-palmo | Ver detalhes |
| Fumo | Phthorimaea operculella | Ver detalhes | |
| Maçã | Grapholita molesta | Mariposa-oriental | Ver detalhes |
| Melancia | Helicoverpa zea | Broca-grande-do-fruto, Broca-grande-do-tomate | Ver detalhes |
| Melão | Diaphania nitidalis | Broca-da-aboboreira, Broca-das-cucurbitáceas | Ver detalhes |
| Milho | Helicoverpa armigera | Lagarta | Ver detalhes |
| Mostarda | Ascia monuste orseis | Curuquerê da couve | Ver detalhes |
| Repolho | Plutella xylostella | Traça-das-crucíferas | Ver detalhes |
| Rúcula | Trichoplusia ni | Lagarta mede palmo | Ver detalhes |
| Soja | Pseudoplusia includens | Lagarta-do-linho, Lagarta-falsa-medideira | Ver detalhes |
| Tomate | Helicoverpa armigera | Lagarta-do-algodão | Ver detalhes |
| Uva | Cryptoblabes gnidiella | Broca-dos-cachos, Traça-dos-cachos | Ver detalhes |
Este produto deve ser aplicado conforme as seguintes recomendações:
O responsável pela preparação da calda deve usar Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) indicados para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda. Adicionar o adjuvante à calda após o produto, conforme dose recomendada na tabela acima. Para os menores volumes de aplicação, não exceder a concentração de 0,5% v/v da calda ou a recomendação descrita na bula do adjuvante.
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas hospedeiras das pragas-alvo e que produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.
Aplicação aérea:
As aplicações aéreas devem ser feitas apenas nas culturas algodão, batata, citros, maçã, milho e soja.
Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 L/ha ou 10 a 30 L/ha, quando utilizados bicos
centrífugos (atomizadores rotativos), centrífugos (atomizadores rotativos).
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas
hospedeiras das pragas-alvo e que produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS).
Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.
Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de
preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais
ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 Km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30oC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos/culturas. Recomenda- se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das
pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada.
Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Cultura | Dias |
Acelga | 3 |
Alface | 3 |
Algodão | 14 |
Agrião | 3 |
Batata | 3 |
Brócolis | 3 |
Café | 45 |
Cana-de-açúcar | (1) |
Chicória | 3 |
Citros | 7 |
Couve | 3 |
Couve-de-Bruxelas | 3 |
Couve-chinesa | 3 |
Couve-flor | 3 |
Espinafre | 3 |
Fumo | U.N.A. |
Maçã | 3 |
Melancia | 3 |
Melão | 3 |
Milho | 14 |
Mostarda | 3 |
Repolho | 3 |
Rúcula | 3 |
Soja | 14 |
Tomate | 3 |
Uva | 3 |
U.N.A.: Uso não alimentar.
Não determinado devido à modalidade de emprego.
Recomenda-se aguardar 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso haja necessidade de entrar na área tratada antes da secagem total da calda aplicada, utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) indicados para uso durante a aplicação.

